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‘Planeta dos Macacos: O Reinado’: Owen Teague fala sobre os desafios para viver Noa

O ator Owen Teague, responsável por dar vida a Noa em Planeta dos Macacos: O Reinado’, compartilhou recentemente os desafios que enfrentou ao interpretar o novo protagonista da saga.

Em uma entrevista ao ComicBookTeague mencionou como se adaptou facilmente ao trabalho de captura de movimento para o personagem, mas também discutiu os desafios que enfrentou ao encontrar a voz adequada: “Sim, a parte física disso quase veio naturalmente. Não é para me gabar, mas não foi algo intencional, e não digo isso necessariamente como algo bom. Talvez eu até tenha um pouco de chimpanzé em mim. Aparentemente, minha forma de andar se assemelha à de um macaco agora. As pessoas têm comentado sobre isso, dizendo: ‘Nossa, você realmente incorporou isso, não é mesmo?’ E eu só pensava: ‘Não estou tentando fazer isso. É apenas a minha maneira de andar’. Mas encontrar a voz foi realmente desafiador porque César, ele fala de uma forma que parece um macaco tentando se comunicar. Isso faz sentido. Estamos 300 anos no futuro e esses macacos realmente aprimoraram a linguagem, ao ponto em que o orangotango no filme simplesmente fala como um humano.”

“Noa não está exatamente nesse nível, mas encontrar sua voz, evitar a tonalidade grave de César, utilizando minha própria voz e acrescentando um toque de rouquidão, mas mantendo-a ainda assim alta”, continuou Teague. “Foi assustador porque nunca ouvimos um macaco se expressar dessa forma antes. Eu pensava: ‘Não sei se isso vai funcionar, se as pessoas vão achar estranho ou não, quando eu abrir a boca e elas ouvirem esse som’. Pois quando César fala, não soa estranho, já que ele possui uma forma própria de falar. O mesmo acontece com Kevin, que interpreta Proximus. Ele tem uma abordagem mais gutural. Noa não segue essa linha, o que considero adequado para o personagem, mas também representa um tipo de macaco completamente novo. Foi desafiador não só encontrar essa voz, mas também aceitá-la e confiar no processo.” 

Planeta dos Macacos: O Reinado’ ganhou um novo e excelente trailer.

Em vez de seguir imediatamente após a morte de César, no final de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, ‘Reinado’ está dando um grande salto em frente. O filme é ambientado cerca de 300 anos depois que César entregou seu povo à terra prometida – e com o passar de todos esses anos, suas lendárias qualidades de liderança se perderam em grande parte no tempo. Ainda assim, é o legado de César – e o significado de “macacos juntos e fortes” – que irá impulsionar Noa (Owen Teague), o novo jovem herói macaco do Reino.

Assista o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

LEGENDADO

DUBLADO

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A 20th Century Studios adiantou a estreia de ‘Planeta dos Macacos: O Reinado‘ de 24 de maio para 10 de maio nos EUA.

A mudança foi devido à concorrência com outros títulos bastante aguardados pelo público, como ‘Mad Max: Furiosae ‘Garfield – Fora de Casa‘, que estreiam em 23 de maio.

Já no dia 10 de maio não haverá competição, o que deve significar uma bilheteria maior para o novo ‘Planeta dos Macacos’.

O elenco conta com William H. MacyOwen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka DarvillePeter MaconTravis JefferyNeil SandilandsSara WisemanRas-Samuel Welda-abzgiLydia Peckham.

Além de dirigir, Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).

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‘Superman & Lois’: 4ª e ÚLTIMA temporada ganha previsão de estreia; Confira!

O presidente da The CW, Dennis Miller, e o presidente de entretenimento, Brad Schwartz, recentemente compartilharam detalhes sobre a quarta e última temporada de Superman & Lois, que marca o fim da incursão do canal no universo dos super-heróis.

Durante sua participação no evento da Television Critics Association (via Screen Rant), Miller confirmou que os novos episódios serão lançado ainda este ano, no outono norte-americano, que acontece entre setembro e novembro

Além disso, o executivo afirmou que “[A quarta temporada de Superman & Lois] vai explodir suas mentes”, ao que Schwartz acrescentou: “É a melhor temporada até agora. É simplesmente incrível. Eu assisti ao primeiro episódio ontem à noite, vai fazer você chorar.”

Lembrando que a 4ª temporada de Superman & Lois está atualmente em produção em Vancouver, Canadá, embora a produção seja mais curta este ano, com o programa retornando apenas com 10 episódios em sua temporada final.

Estrelada por Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’), a atração tem suas três primeiras temporadas disponíveis na HBO Max.

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série marca o fim do Arrowverse.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

O elenco ainda conta com Michael Bishop, Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezAlexander GarfinDylan Walsh.

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Christopher Nolan diz que adoraria fazer um filme de TERROR

Considerado um dos cineastas mais renomados da atualidade, Christopher Nolan já realizou diversas obras-primas, como ‘A Origem’, ‘Interestelare o recenteOppenheimer.

Ambos os filmes mencionados trazem conceitos científicos, sejam eles reais ou fictícios.

No entanto, parece que o cineasta está disposto a explorar outros gêneros em sua carreira, como o terror.

Durante uma sessão de perguntas e respostas em um evento do British Film Institute (via Variety), Nolan foi questionado sobre essa possibilidade.

Em resposta, ele disse que adoraria, desde que o filme seja uma ideia realmente excepcional.

“‘Oppenheimer definitivamente traz alguns elementos que lembram um filme de terror, o que acho apropriado para essa conversa. Acho que as produções desse gênero são muito interessantes porque dependem de muitos recursos cinematográficos. Então, sim, eu estaria disposto a fazer isso. Eu adoraria, na verdade.”

Ele continuou:

“Mas acho que um filme de terror realmente bom requer uma ideia realmente excepcional. E são poucos os títulos que se provaram assim. Por enquanto, ainda não encontrei uma narrativa atraente o bastante para isso.”

Lembrando que Oppenheimer conquistou treze indicações ao Oscar e arrecadou US$957,6 milhões ao redor do mundo

A trama apresenta a trajetória do físico americano J. Robert Oppenheimer, interpretado por Cillian Murphy, conhecido como o “pai da bomba atômica”. O filme explora o papel crucial que desempenhou no desenvolvimento dessa arma durante a Segunda Guerra Mundial.

Relembre o trailer:

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‘Ambulância: Um Dia de Crime’: Filme de ação dirigido por Michael Bay já está disponível no Prime Video!

Ambulância: Um Dia de Crime‘, filme de ação estrelado por Jake Gyllenhaal (‘Homem-Aranha: Longe de Casa’) e dirigido por Michael Bay (‘Transformers’), já está disponível no Prime Video.

O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaming hoje, 16 de fevereiro.

O condecorado veterano Will Sharp, desesperado por dinheiro para cobrir as contas médicas de sua esposa, pede ajuda de uma pessoa que ele sabe que não deveria – seu irmão adotivo Danny. Um criminoso carismático, Danny oferece-lhe uma pontuação: o maior assalto a banco na história de Los Angeles: 32 milhões de dólares. Com a sobrevivência de sua esposa em jogo, Will não pode dizer não. Mas quando sua fuga dá espetacularmente errado, os irmãos desesperados sequestram uma ambulância com um policial ferido lutando por sua vida e a técnica de emergência médica Cam Thompson a bordo. Em uma perseguição em alta velocidade que nunca para, Will e Danny devem escapar, manter seus reféns vivos e, de alguma forma, tentar não se matar, ao mesmo tempo em que executam a fuga mais insana que Los Angeles já viu.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa é um remake do filme homônimo dinamarquês lançado em 2005.

Jake Gyllenhaal (‘Homem-Aranha: Longe de Casa’), Eiza González (‘Em Ritmo de Fuga’) e Yahya Abdul-Mateen II (‘Aquaman’) estrelam a produção.

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Ewan McGregor vive um conde russo ENCARCERADO no trailer da minissérie ‘A Gentleman in Moscow’; Confira!

Paramount+ e a Showtime divulgaram recentemente o primeiro teaser oficial de A Gentleman in Moscow, drama de época baseado no romance homônimo de Amor Towles.

A produção tem estreia marcada para o dia 29 de março.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A minissérie foi criada por Ben Vanstone.

A trama acompanha o conde Alexander Rostov, interpretado por Ewan McGregor, que, no rescaldo da Revolução Russa, descobre que seu passado dourado o colocou do lado errado da história. Poupado da execução imediata, ele é banido por um tribunal soviético para um sótão do opulento Hotel Metropol e ameaçado de morte se colocar os pés lá fora novamente. À medida que os anos passam e algumas das décadas mais tumultuadas da história russa se desenrolam fora das portas do hotel, as circunstâncias reduzidas de Rostov proporcionam-lhe a entrada num mundo muito maior de descobertas emocionais. Ao construir uma nova vida dentro das paredes do hotel, ele descobre o verdadeiro valor da amizade, da família e do amor.

Mary Elizabeth WinsteadLeah HarveyJohnny HarrisPaul ReadyAlexa GoodallJohn HeffernanLyès Salem e outros completam o elenco.

‘Animals’: Jennifer Garner está em negociações para se juntar a Ben Affleck no suspense policial da Netflix

De acordo com o Insneider (via Comic Book), Jennifer Garner (‘Trocados’) está em negociações para se juntar ao elenco de ‘Animals‘, vindouro thriller policial da Netflix dirigido por Ben Affleck (‘AIR: A História Por Trás do Logo’).

Garner, que já foi casa com Affleck e contracenou com ele em ‘Demolidor‘, se juntará à Matt Damon (‘Oppenheimer’), caso as negociações sejam finalizadas.

Com início das filmagens marcadas para março, o longa é escrito por Connor McIntyre com revisões de Billy Ray, e gira em torno um candidato a prefeito e sua esposa, cujo filho é sequestrado. Cercados por muitos inimigos, políticos e outros, marido e mulher não têm escolha a não ser sujar as mãos para salvar o filho.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.

Lembrando que Garner e Affleck foram casados por 13 anos e têm três filhos juntos. Desde o divórcio em 2018, os dois continuaram a cuidar dos filhos e mantiveram um bom relacionamento.

Quanto a Damon, Affleck trabalha com o melhor amigo juntos há décadas. Somente nos últimos anos, porém, eles lançaram o Artists Equity, seu estúdio liderado por artistas que busca recompensar financeiramente todos os participantes de um filme.

Seu primeiro filme foi o aclamado drama do ano passado, ‘Air‘, a história de como Sonny Vaccaro mudou a sorte do sapateiro Nike ao contratar um jovem Michael Jordan. Affleck dirigiu o filme da Amazon, estrelado por Damon.

Além de ‘Air, as atuações anteriores de Affleck na direção incluem o vencedor do Oscar de melhor filme, ‘Argo‘, e o conceituado thriller policial ‘Atração Perigosa‘, entre vários outros filmes.

‘This Is Me… Now’: Novo filme de Jennifer Lopez já está disponível no Prime Video!

‘This Is Me… Now: A Love Story’, filme autobiográfico e musical supervisionado por ninguém menos que Jennifer Lopez, já está disponível no Prime Video.

O longa-metragem chegou à plataforma de streaming hoje, 16 de fevereiro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Ao lado do diretor Dave Meyers, Lopez criou uma odisséia cinematográfica baseada em narrativas, impregnada de narrativa mitológica e cura pessoal.

Lançado junto com seu primeiro álbum de estúdio em uma década, este original da Amazon, que revoluciona o gênero, mostra sua jornada para o amor através de seus próprios olhos.

Com figurinos fantásticos, coreografias de tirar o fôlego e participações especiais repletas de estrelas, este panorama é uma retrospectiva introspectiva do coração resiliente de Jennifer.

‘Madame Teia’: Tahar Rahim mergulhou fundo nos quadrinhos para interpretar Ezekiel Sims

Madame Teiajá está em exibição nos cinemas nacionais e apresenta pela primeira vez em live-action o personagem Ezekiel Sims, vivido por Tahar Rahim (‘Napoleão’).

Na trama, ele é um vilão que procura uma tribo escondida no Peru, na qual seu membros possuem super-força e fator de cura. Além desses poderes, ele é capaz de prever o futuro, incluindo sua própria morte. Então ele fica obcecado em caçar seus possíveis assassinos antes.”

E, durante uma entrevista para o Comic Book, Rahim deu alguns detalhes sobre as motivações do vilão e disse que mergulhou fundo nos quadrinhos para compor o papel.

“Eu disse a mim mesmo: qual é a história dele neste filme, especificamente, para mim? É apenas um menino que foi abandonado, maltratado e teve que vivenciar todas as coisas ruins que o mundo tem a oferecer? Eventualmente, por conta de seu passado, ele se transforma em um homem egoísta que quer poder para si mesmo.”

Ele continuou:

“O que eu fiz foi mergulhar fundo nos quadrinhos e tentei incluir o máximo que pude do material original na tela para criar uma conexão entre o original e a adaptação.”

O elenco também conta com Dakota Johnson, Isabela MercedCeleste O’Connor, Emma Roberts, Mike EppsAdam Scott Zosia Mamet.

Dirigido por S.J. Clarkson, o longa é escrito por Burk SharplessMatt Sazama.

Assista ao trailer:

Enquanto isso, em outro universo… Madame Teia conta a história do filme solo da história de origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel. O thriller estrela Dakota Johnson como Cassandra Webb, uma paramédica em Manhattan que pode ter habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos… se elas conseguirem sobreviver ao presente ameaçador.

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‘Landman’: Jon Hamm entra para o elenco da nova série do criador de ‘Yellowstone’

De acordo com o Comic Book, Jon Hamm (‘Top Gun: Maverick’) foi adicionado ao elenco de Landman‘, série idealizada por Taylor Sheridan, o criador de ‘Yellowstone‘.

Hamm é mais conhecido por seus trabalhos em ‘Mad Men’ e ‘Fargo’, elogiadas produções da HBO.

Em Landman‘, ele dará vida a Monty Miller, descrito como um titã da indústria petrolífera do Texas que tem um longo relacionamento pessoal e profissional com o protagonista Tommy Norris (Billy Bob Thornton).

Hamm se junta à Demi Moore (‘Ghost – Do Outro Lado da Vida’), que interpreta Cami, esposa de Monty e também amiga de Tommy.

O elenco também conta James JordanKayla WallaceMark Collie e Paulina Chavez.

Curiosamente, Jordan participou de outras duas produções de Sheridan, interpretando Steve Hendon em ‘Yellowstone’ e Cookie na pré-sequência ‘1883’. Em Landman, ele dará vida a Dale Bradley, “um engenheiro de petróleo e um trabalhador que administra e trabalha com valentões nos campos de petróleo. Ele também é colega de quarto de Tommy Norris (Thornton)”.

Wallace, por sua vez, será Rebecca Savage, “uma advogada extremamente capaz e intimidadora enviada ao oeste do Texas para limpar a bagunça”. Collie será o Xerife Joeberg, enquanto Chavez será Ariana, “uma jovem mãe cuja família passou por uma grande tragédia”.

Ali LarterMichelle RandolphJacob Lofland também fazem parte do elenco.

Landman, baseada no podcast ‘Boomtown’, é descrita como uma série de altos e baixos sobre magnatas e bilionários selvagens alimentando um boom tão grande que está remodelando nosso clima, nossa economia e nossa geopolítica.

A produção será lançada na Paramount+, mas ainda não tem data de estreia definida.

Crítica | ‘This Is Me… Now’, 9º álbum de estúdio de Jennifer Lopez, celebra sua carreira em uma desequilibrada jornada musical

Houve um tempo em que Jennifer Lopez era um dos nomes mais poderosos da indústria do entretenimento: a artista não apenas montava seu nome no cenário fonográfico com singles dançantes que exaltavam suas raízes latinas, como também ficava eternizada no escopo fílmico ao estrelar inúmeras comédias românticas que se tornaram favoritas do público e que reiteravam sua versatilidade performática. E, depois de uma década afastada da música – com exceção de alguns lançamentos soltos ou pertencentes a trilhas sonoras -, ela resolveu voltar com um antecipadíssimo compilado de originais intitulado ‘This Is Me… Now’ (parte de um extenso projeto que também conta com um longa-metragem já disponível no catálogo do Prime Video).

O álbum emerge como uma continuação do clássico ‘This Is Me… Then’, uma de suas produções mais conhecidas (ainda mais por contar com o icônico single “Jenny From the Block” e por ser inspirada em seu relacionamento com o ator Ben Affleck) que completa vinte e dois anos em 2024. E, além de entrar como uma resposta lírica a seu eu mais novo, promovendo uma jornada de amadurecimento e de reflexão, é notável como a continuação prova-se como um amarrado estilístico que aposta fichas nas estruturas familiares do R&B da virada dos anos 1990 para os 2000 – encontrando um ponto entre passado e presente que abre espaço para uma atemporalidade significativa. Todavia, é notável como, mesmo com as boas intenções e com uma clara delineação identitária, a obra é marcada por repetições cansativas e uma falta considerável de originalidade.

A princípio, é preciso comentar como Lopez tem uma ideia muito clara em mente – ressurgir, de modo testamentário, o que ela fez através de sua carreira. Quando pensamos em suas iterações predecessoras, conseguimos associá-la a tracks que permanecem vivas na memória popular, como “Let’s Get Loud”, “Waiting for Tonight” ou “On The Floor” – facilmente algumas de suas melhores canções; em uma tentativa de construir essa supracitada ponte entre o antes e o agora, percebemos como a performer batalha com todas as forças para escapar das obviedades. Por mais que atinja tal objetivo em alguns momentos, isso não é o suficiente para ofuscar os múltiplos equívocos (certos deles, inclusive, amadores) ao longo de treze faixas que são, pela falta de outro termo, esquecíveis.

O disco começa com a faixa-título, cujo início fabulesco, marcado pelo piano, pelas conhecidas melodias do violão e por uma inesperada flauta, logo dá espaço aos convencionalismos do R&B, em que Lopez entoa com todo o fôlego possível “esta sou eu agora”. À medida que já se volta para os primeiros anos de sua carreira, ela une-se a um grupo considerável de produtores e de compositores para falar sobre uma jornada íntima pela qual passou (“tive que curar meu coração, mas eu amo quem eu sou ultimamente”) e que dão espaço para um suave synth-trap que funciona em boa parte – por mais que logo esvaia de nossa mente conforme passamos para a próxima música.

“To Be Yours”, segunda track do álbum, é infundida por um R&B ainda mais profundo e que oscila entre um uptempo dançante e uma semi-balada que antecipa um refrão bastante saudosista (em um estilo que nos lembra automaticamente de Mariah Carey), com variações performáticas bem práticos e movidas por uma comunhão de camadas vocais que fornece ritmo e beleza a uma construção que tinha tudo para se render ao ostracismo; porém, essas escolhas são amiudadas nas iterações seguintes, partindo de princípio similares em demasia, como acontece em “Mad in Love” ou em “not.going.anywhere”. “Broken Like Me”, apresentando uma brusca mudança de estilo ao apostar em uma acústica balada guiada pelo violão, é uma das entradas mais honestas – mas há momentos em que a entrega da artista parece desassociada do que realmente deveria acontecer, quebrando a experiência catártica que deveria promover.

Há canções que nos chamam a atenção por não se levarem a sério e, por essa razão, nos conquistarem desde as primeiras batidas. “Can’t Get Enough”, lead single promocionais do álbum, é mesclada com sagacidade à icônica “I’m Still in Love with You”, de Sean Paul e Sasha e assinada por Alton Ellis – explodindo em um sensual e dançante latin-pop que reflete o melhor de Lopez; “Hearts and Flowers” carrega um pouco mais de substância ao nos arremessar para o hip-hop do início dos anos 2000 conforme pincela a estrutura sonora com latinidades apaixonantes (além de um refrão mais sóbrio que soa mais confortável com a gama vocal de Lopez); e “Greatest Love Story Never Told”, facilmente a melhor iteração da obra e uma das mais interessantes da discografia da performer, é uma colaboração de hip-hop, R&B e boom bap que nutre de semelhanças com “Kill Bill”, de SZA, e até mesmo com a vibrante “Ain’t It Funny”, e permite que a cantora mostre-se disposta a se divertir de modo palpável e memorialístico (“vinte anos atrás, parece que o tempo congelou; estamos vivendo na maior história de amor que já foi contada”).

‘This Is Me… Now’ soa como um projeto que não teve o tempo necessário para ser gestado como deveria. É claro que, considerando a quantidade exacerbada de compositores e produtores, o fato do álbum ser coeso é surpreendente; entretanto, essa coesão, por vezes, dá espaço para uma cíclica repetição que tira parte do brilho e que compromete nossa jornada ao lado de Lopez.

Nota por faixa:

1. This Is Me… Now – 3,5/5
2. To Be Yours – 4/5
3. Mad in Love – 3/5
4. Can’t Get Enough – 3,5/5
5. not.going.anywhere – 2,5/5
6. Rebound – 2/5
7. Dear Ben, Pt. II – 3/5
8. Hummingbird – 2/5
9. Hearts and Flowers – 4/5
10. Broken Like Me – 3/5
11. This Time Around – 1,5/5
12. Midnight Trip to Vegas – 1/5 
13. Greatest Love Story Never Told – 5/5

Jennifer Lopez lança ‘This Is Me… Now’, seu 9º álbum de estúdio; Ouça!

A icônica cantora, compositora e atriz Jennifer Lopez lançou hoje (16) o seu aguardado 9º álbum de estúdio, intitulado ‘This Is Me… Now’.

O compilado de originais, que veio acompanhado do filme homônimo disponível no Prime Video, já está disponível em todas as plataformas de streaming.

O projeto celebra o terceiro álbum de estúdio da performer‘This Is Me… Then’, lançado há 22 anos.

single “Can’t Get Enough” e a faixa-título fazem parte da tracklist.

Lopez fez sua estreia oficial no mundo da música em 1999 com o lançamento de ‘On the 6’, que contou com singles como “If You Had My Love”“Let’s Get Loud”. Desde então, já lançou outros sete álbuns de estúdio e, além disso, tem uma carreira proeminente no cinema – incluindo filmes como ‘Selena’‘A Sogra’‘As Golpistas’‘A Mãe’ e vários outros.

‘Apples Never Fall’: Série baseada no livro da mesma autora de ‘Big Little Lies’ ganha trailer e data de estreia; Confira!

Peacock divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Apples Never Fall’, adaptação do livro homônimo de Liane Moriarty (mesma autora de ‘Big Little Lies’).

A produção chega à plataforma de streaming no dia 14 de março, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

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A minissérie é escrita por Melanie Marnich e dirigida por Chris SweeneyDawn Shadforth.

A trama é centrada na aparentemente perfeita família Delaney. O ex-treinador de tênis Stan (Sam Neill) e Joy (Annette Bening) venderam sua bem-sucedida academia de esportes e estão prontos para começar o que devem ser os anos de ouro de suas vidas. Enquanto estão ansiosos para passar tempo com seus filhos, tudo muda quando uma jovem ferida aparece na porta do casal, trazendo a agitação de que sentiam falta. Mas quando Joy desaparece, seus filhos são forçados a reexaminar o suposto casamento perfeito dos pais à medida que segredos obscuros vêm à tona.

Alison BrieJake LacyGeorgia FloodConor Merrigan TurnerEssie RandlesJeanine SerrallesDylan Thuraisingham também fazem parte do elenco.

‘The Good Doctor’: Presidente da Disney explica decisão de encerrar série na 7ª temporada

O presidente do Grupo de Televisão Disney, Craig Erwich, recentemente abordou sua decisão de encerrarThe Good Doctor na sua sétima temporada, explicando o raciocínio por trás dessa escolha.

Durante uma entrevista ao Deadline, Erwich compartilhou: “Em The Good Doctor, tive o prazer de trabalhar com David. Esta é a segunda vez que tenho a honra de colaborar com ele; estive na Fox quando ele criou House. David reinventou a franquia médica duas vezes através de personagens icônicos que sempre serão associados ao melhor do gênero e da televisão. No caso de The Good Doctor, queríamos oferecer a David e sua equipe a oportunidade de dar um encerramento adequado a esta série, tão amada pelos telespectadores da ABC e por nós também. Foi uma jornada incrível com o Dr. Shaun Murphy. Será uma despedida muito emocionante, e estamos ansiosos por isso.” 

A decisão de concluir a produção foi anunciada pela ABC, tornando The Good Doctor o segundo drama de longa duração do canal a chegar ao fim nesta temporada, juntando-se a ‘Station 19’, derivada de ‘Grey’s Anatomy’.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 20 de fevereiro de 2024 – mesmo dia em que também acontecerá o lançamento da 6ª temporada de ‘The Rookie‘.

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Vale lembrar que o sexto ciclo registrou uma média de 0.6 na demo, e um total de 6.2 milhões de espectadores – o que representa uma queda de 25% no índice demográfico. Apesar disso, dentre todos os dramas da emissora, a produção alcançou TOP 2 em termos de audiência – atrás apenas de ‘The Rookie‘.

Infelizmente, o spin-off ‘The Good Lawyer‘ não ganhou sinal verde, e foi oficialmente engavetado pelo canal.

A série foi criada por David Shore (‘Dr. House’).

A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.

O elenco conta com Freddie Highmore, Fiona Gubelmann, Will Yun Lee, Christina Chang, Paige Spara, Noah Galvin, Bria Samoné Henderson, Osvaldo Benavides, Hill Harper e Richard Schiff.

No Brasil, a série está disponível no serviço de streaming da Globo Play.

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Bill Skarsgård é PRESO por porte de maconha na Suécia

De acordo com o TMZ, Bill Skarsgård (‘It: A Coisa’) foi preso por porte de maconha na Suécia.

O site afirma que o ator, de 33 anos, foi detido em outubro por porte de 2.43 gramas de maconha no aeroporto Arlanda, em Estocolmo. Sua sentença, no entanto, foi determinada apenas na última quarta-feira (14).

Ele foi condenado a pagar 40 mil coroas suecas – aproximadamente R$ 19 mil –, e não terá que servir tempo na cadeia ou liberdade condicional. Skarsgård alegadamente se declarou culpado e enviou uma declaração oficial à corte – que foi levada em conta durante a sentença.

Vale lembrar que o ator estrelará o thriller ‘Boy Kills World‘, que está programado para estrear nos cinemas norte-americanos no dia 26 de abril, pela Lionsgate.

Na trama…

Skarsgård (‘Noites Brutais’) interpreta um personagem mudo e surdo, com uma imaginação vibrante. Quando sua família é assassinada, ele foge para a floresta e é treinado por um xamã misterioso (Yayan Ruhian) para suprimir sua imaginação infantil e se tornar um instrumento da morte.

BOY KILLS WORLD Bill Skarsgard CREDIT Graham Bartholomew

O elenco ainda conta com Jessica Rothe (‘A Morte te Dá Parabéns’), Andrew Koji (‘Snake Eyes’), Isaiah Mustafa (It: Capítulo 2′), Famke Janssen (‘A Casa da Colina’), Sharlto Copley (‘Distrito 9’), Michelle Dockery (‘Em Defesa de Jacob’), Brett Gelman (‘Stranger Things’), Quinn Copeland (‘Punky Brewster’) e os gêmeos Cameron e Nicholas Crovetti (‘Big Little Lies’).

O alemão Moritz Mohr será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Arend Remmers e Tyler Burton Smith.

Roy Lee irá produzir o longa através da Vertigo Entertainment.

Crítica | “Training Season” é uma das MELHORES músicas da carreira de Dua Lipa

Dua Lipa é uma powerhouse.

A artista britânica, que ganhou imensa popularidade após o lançamento do sleeper hit “New Rules”, provou que veio para ficar inúmeras vezes. Depois do massivo sucesso comercial de seu álbum de estreia homônimo, ela retornou em 2020 com o aclamado Future Nostalgia, responsável por trazer a nostalgia do disco de volta ao mainstream e emergindo como a marca que inspiraria diversos outros nomes. Agora, ela está pronta para sua próxima incursão fonográfica e, hoje (15), nos entregou mais um gostinho de seu terceiro álbum de estúdio.

O lançamento de “Training Season”, segundo single do compilado de originais que ainda segue sem nome ou data de estreia oficiais, vinha sendo antecipado há algumas semanas – e não poderíamos estar mais animados para ver o que ela havia gestado em colaboração com o produtor Kevin Parker (sim, mesmo nome por trás do grupo Tame Impala). Afinal, “Houdini” trabalhou as pulsões noventistas do ítalo-disco e abriu com chave de ouro uma era que tem tudo para conquistar a crítica e o público novamente; e, com o début da sua nova canção, fica mais claro que Dua é uma das A-lists mais originais e prolíficas do cenário do entretenimento.

performer já tinha nos agraciado com um breve trecho da canção durante a apresentação do Grammy Awards 2024, com uma rendição espetacular que seria endossada com o lançamento da versão completa. Aqui, a artista é acompanhada pelos vibrantes acordes do baixo e de vocais irretocáveis de um dos maiores emblemas da nova geração: Dua e Parker unem forças para um convite às pistas de dança que volta-se mais uma vez para uma atmosfera escapista, em que o arranjo entre bateria, piano e sintetizadores explode em uma jornada de três minutos e meio que é automaticamente colocada em repetição – para que cada elemento instrumental e cada fraseamento seja absorvido por completo.

track é alicerçada na potência do euro-disco, revelando as predileções da cantora e compositora por um passado não muito longínquo e que ganha uma roupagem, ao mesmo tempo, nostálgica e modernizada; os versos, que falam das dúvidas de um amor em potencial que apenas se concretizará caso entregue exatamente o que ela queira, são demarcados por batidas profundas e saudosistas, afastando-se de um conceitualismo exaustivo ou de uma reinvenção do gênero. O que Dua promove é a celebração daquilo que a inspira até hoje – e que reitera seu merecido status no escopo da música.

Os 10 Melhores Álbuns da Década (Até Agora)

Por incrível que pareça, os anos 2020 já caminham para sua metade – e, depois de termos explorado as dez melhores canções da década, chegou a hora de escolhermos os dez melhores álbuns (ao menos até agora).

Na nossa lista, você pode encontrar nomes como Fiona Apple, que deu vida ao revolucionário Fetch the Bolt Cutters com sua estrutura inovadora e inesperada; Taylor Swift, que deu uma guinada significativa em sua carreira ao apostar fichas com Folklore; e Beyoncé, que resgatou a cultura do house e do ballroom com o impecável Renaissance.

Veja abaixo as nossas escolhas abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

10. DESIRE, I WANT TO TURN INTO YOU, Caroline Polachek

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“Quatro anos depois, [Caroline Polachek] está de volta com o aguardado ‘Desire, I Want To Turn Into You’ – sem dúvida, uma das produções mais aguardadas do primeiro semestre de 2023. E, assim como boa parte dos discos que saíram desde 2020, a obra foi arquitetada durante a pandemia do COVID-19 e vem como um arauto bastante eclético de gêneros que nos envolvem desde as primeiras batidas. Não é surpresa, pois, que o compilado de originais já pode ser considerado uma das grandes rendições da memória recente, imbuído com uma pessoalidade intrínseca e um complexo movimento de introspecção e expansão. Dentro desse narcótico universo, somos engolfados em uma jornada sinestésica que age por conta própria e, ao mesmo tempo, precisa de nossa total atenção para compreender as belíssimas mensagens escondidas nas entrelinhas” – T.N.

9. MULTITUDE, Stromae

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Oito anos depois de seu último álbum, o cantor e compositor belga Stromae retornou com o incrível Multitude – que, apesar de lançado em 2022, causou um impacto gigantesco em sua própria carreira e no cenário musical europeu. O álbum foi aclamado pelos críticos e mergulhou de cabeça na mistura estilística de vários gêneros, como visto em “Santé” e “L’enfer”. Em entrevista ao TF1, Stromae disse que a narrativa do álbum foi inspirada pelas frequentes viagens que ele fazia com a mãe.

8. WHAT’S YOUR PLEASURE, Jessie Ware

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Jessie Ware fez um estrondoso e aplaudível retorno para o mundo da música com o lançamento de ‘What’s Your Pleasure’, seu quarto álbum de estúdio. Sua arquitetura requintada e a ressonância que criou com o hi-NRG e com o post-disco transformaram o que poderia ser uma produção qualquer em um escapismo de alta qualidade, pincelado com as conhecidas incursões semi-melancólicas e uma narcótica jornada arranjada com perfeição ao longo de doze faixas” – T.N.

7. FOLKLORE, Taylor Swift

taylor swift folklore

“Swift foge do escapismo e, ao mesmo tempo, retorna a ele: as impalpáveis texturas que delineia se distanciam de um teatralismo exacerbado, acompanhando de perto uma “humanização” que, mais que nunca, faz-se necessária. “Cardigan”, o carro-chefe do álbum, é uma crítica quase sociológica e hierárquica, guiada pelas notas lo-fi do piano que, numa rápida busca pela discografia da artista, quase nunca foi usado. De fato, Taylor sempre teve em mente construções mercadológicas, essencialmente voltadas para a compra em massa. Folklore renega tudo o que ela já foi e o que é, mas não a deixa de lado por completo, escolhendo mostrar um lado visto com brevidade em incursões menos conhecidas.” – T.N.

6. ROUGH AND ROWDY WAYS, Bob Dylan

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Rough and Rowdy Ways é uma narrativa que transcende o que se entende e o que se entendeu por música nas últimas décadas. Assim como Apple e seu mais recente lançamento (que alçou voo para o patamar de melhor álbum do ano), Dylan não se restringe apenas a um método de contar o que deseja e o que precisa; pelo contrário, ele tem uma necessidade intrínseca e inalienável de juntar investidas artísticas diversas e bastante abrangentes em um único lugar, fugindo do canto e optando diversas vezes por apresentações faladas – como “Crossing the Rubicon”, que premedita a epítome formada por “Key West” e por “Murder Most Foul”.” – T.N.

5. GOOD SOULS BETTER ANGELS, Lucinda Williams

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Em 2020, Lucina Williams voltaria a nos encantar com o lançamento de ‘Good Souls Better Angels’, seu 15º álbum de estúdio. Forte candidato para as categorias principais do Grammy 2021, a produção foi extremamente elogiada pela crítica por seu teor devastador e catártico, e por sua capacidade de conexão emocional primitiva com os ouvintes e com qualquer um que ouse se aventurar nessa sinestésica jornada.

4. THAT! FEELS GOOD!, Jessie Ware

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“É quase impossível escolher um ponto alto da produção, visto que ela, em sua completude, é inenarrável e indescritível. Afinal, Jessie não apenas nos convida para um convite deliciosamente anacrônico, perpassando as várias fases de um estilo de música que sofre constantes revisitações e redescobertas; ela dilui as barreiras entre som e imagem, criando uma confluência de textura que nos transporta a outro mundo – um mundo sem estresses contínuos e que a única obrigação é se divertir e aproveitar o que há de ser oferecido. Não é à toa que boa parte da temática adote uma persona sensual, livre de amarras e que é movida pelo poder empoderador da música” – T.N.

3. MOTOMAMI, ROSALÍA

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ROSALÍA fez sua estreia no cenário fonográfico em 2017, com o lançamento de ‘Los Ángeles’ e, desde então, calcou um sucesso fenomenal que a colocou no centro dos holofotes. A cantora e compositora se tornou um ícone do resgate da cultura latina e das incursões fora do mainstream anglo-saxônico, criando histórias envolventes e emocionantes através de uma fusão de literatura e música. E é claro que MOTOMAMI não seria diferente: seu terceiro álbum de estúdio é descrito como uma antêmica produção pessoal, íntima e declamatória, em que a performer mergulha de cabeça nos sentimentos que guardou pelos últimos três anos, traduzindo-os em um dos melhores discos conceituais de todos os tempos. Contando com nada menos que seis singles oficiais, a obra se estrutura no contraste de dois tipos de energia que existem inerentemente uma a outra.

2. RENAISSANCE, Beyoncé

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“[…] o primeiro capítulo de Renaissance marca mais uma transição profunda nas idiossincrasias eternizadas pela cantora e compositora, em que o art pop, o trip-hop e o R&B conceituais do disco anteriores são deixados de lado em prol de um mergulho no ponto de encontro entre o passado e o futuro. Logo, a amálgama de estilos, que já vinha sido explorada por nomes como Lady GagaDua Lipa e Drake nos últimos meses e anos, ganha um escopo gigantesco e de profunda sinestesia em basicamente qualquer uma das faixas que escolhamos para ouvir. A jornada, por exemplo, se inicia com a ótima “I’m That Girl”, que serve como ponte entre ‘Lemonade’ e a obra mais recente – em que a densidade do baixo se aglutina ao tropical house e ao rap” – T.N.

1. FETCH THE BOLT CUTTERS, Fiona Apple

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“A verdade é que Fetch The Bolt Cutters vai muito além de uma simples resenha ou de algo que ouvimos apenas para passar o tempo: o novo álbum de Fiona Apple atravessa quaisquer preceitos engessados que já carregávamos da indústria musical, destroçando-os em mil pedacinhos e reorganizando-os em um romance, um thriller, um drama, cujas páginas são pequenas e suntuosas caixinhas de surpresas. Mais do que isso, este é um dos poucos casos que entrega muito mais do que promete: iniciando com um irreverente estrondo e terminando com um estrondo ainda mais espetacular.” – T.N.

“Um dos MELHORES filmes sci-fi da história”: Confira as primeiras reações a ‘Duna: Parte 2’!

Duna: Parte 2’, dirigido por Denis Villeneuve e estrelado por Timothée Chalamet, chega em breve aos cinemas de todo o mundo e, agora, as primeiras reações começaram a despontar nas redes sociais.

Dentre os comentários, os jornalistas e críticos que já conferiram a produção rasgaram inúmeros elogios ao longa-metragem, considerando-o um “espetáculo” de Villeneuve e um dos “melhores sci-fi” da história do cinema.

Confira:

Duna: Parte 2′ é impressionante. Villeneuve cria alguns momentos verdadeiramente visionários. Austin Butler oferece uma atuação verdadeiramente transformadora (e sem falar da maquiagem). Final muito comovente. Um pouquinho longo? Sim. Esqueci que vi no dia seguinte? Sim. Ainda assim, vai ser enorme”.

Duna: Parte 2’ é um triunfo. Ainda mais imenso que o primeiro, mas muito mais íntimo – Denis Villeneuve consegue simplificar a segunda metade mais alienante do livro em um épico fascinante e cheio de ação. Domínio de sequências de batalha no nível de ‘O Senhor dos Anéis: As Duas Torres’. Zendaya é a estrela”.

“Não chocando ninguém, eu simplesmente amei Duna: Parte 2’. Cinema incrível. Pontuação brilhante. Todo o elenco foi excelente. Minha única reclamação foi que gostaria que fosse mais longo. Não estou brincando. O filme tem 2 horas e 40 minutos (?) e eu ficaria feliz em assistir a mais uma hora”.

“Eu estava meio frustrado no primeiro Duna. Duna: Parte 2’ é fenomenal. Lá em cima com os melhores filmes sci-fi que já vi. Eu quero montar um verme da areia”.

Duna: Parte 1’ é um épico gigante, uma masterclass desde a fotografia excepcional de Greig Fraser até a magnífica construção de Patrice Vermette. Denis Villeneuve entregou sua obra-prima dirigindo um dos melhores filmes de ficção científica das gerações vindouras”.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de fevereiro.

Escrito por Frank Herbert, o romance ‘Duna‘ é uma aventura tão densa que o diretor Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049’) decidiu dividir sua adaptação em duas partes.

A sequência vai explorar a jornada mítica de Paul Atreides, agora ao lado de Chani e dos Fremen, que pode levá-los até a uma guerra, se necessário for, para Paul se vingar dos conspiradores que destruíram sua família. Diante da difícil escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele dará tudo de si para evitar o futuro terrível que só ele pode prever.

A produção é baseada no livro de Frank Herbert.

O longa traz de volta Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) como Paul Atreides e apresenta Austin Butler (‘Elvis’) como seu novo adversário, o vilão Feyd-Rauth Harkonnen.

O elenco ainda conta com Zendaya (‘Euphoria’), Rebecca Ferguson (‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 1’), Josh Brolin (‘Vingadores: Ultimato’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Christopher Walken (‘Hairspray – Em Busca da Fama’), Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Léa Seydoux (‘Crimes do Futuro’), Stellan Skarsgård (‘Mamma Mia!’), Charlotte Rampling (’45 Anos’) e Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Tem Vez’).

duna parte ii

Diretor de ‘Do Fundo do Mar’ comandará novo TERROR de tubarões assassinos

De acordo com o Screen Daily, Renny Harlin (‘O Mistério da Passagem da Morte’) foi contratado para dirigir ‘Deep Water‘, novo terror de tubarões assassinos.

O cineasta é conhecido pelos fãs do gênero. Além de dirigir o vindouro reboot de ‘Os Estranhos‘, a notícia chega mais de duas décadas após o cineasta ter comandado o clássico ‘Do Fundo do Mar‘.

Os astros Aaron Eckhart e Ben Kingsley serão os protagonistas.

Na trama…

“Um grupo eclético de passageiros internacionais, cujo voo partiu de Los Angeles e está a caminho de Shanghai, é forçado a fazer um pouso de emergência em águas infestadas por tubarões. Logo, eles terão que trabalhar juntos para superar suas diferenças se eles quiserem escapar do avião que está lentamente afundando e dos predadores famintos atraídos pelos destroços.”

O elenco ainda contará com Molly WrightAngus SampsonKelly Gale, Li WenhanNashi.

Este será o primeiro projeto de Simmons/Hamilton Prods, nova produtora criada por Gene SimmonsGary Hamilton.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Dua Lipa lança “Training Season”, 2º single de seu NOVO álbum de estúdio; Ouça!

A icônica vencedora do Grammy Dua Lipa lançou hoje (15) a canção “Training Season”, 2º single de seu próximo álbum de estúdio.

Lembrando que o compilado de originais, ainda sem título oficial ou data de lançamento, também conta com a música “Houdini”.

Ouça:

Vale lembrar que, em 2020, Lipa lançou o álbum Future Nostalgia, que conta com os singles “Don’t Start Now”“Physical”“Break My Heart”“Hallucinate”“Levitating”.

A produção foi aclamada pela crítica especializada e pelo público, conquistando nada menos que 6 indicações ao Grammy Awards e levando o prêmio de Melhor Álbum Vocal Pop para casa.

Além disso, ela lançou outras duas versões da produção, Club Future NostalgiaFuture Nostalgia: Moonlight Edition.

Crítica | ‘Future Nostalgia’ é um álbum impecável e viciante do começo ao fim

Recentemente, a artista integrou o elenco do aclamado live-action Barbie, além de ter assinado a faixa original “Dance The Night”. Este ano, ela também integrará o elenco protagonista de ‘Argylle – O Superespião’ ao lado de Henry Cavill.

‘Constellation’, novo suspense sci-fi com Noomi Rapace, ganha vídeo

A Apple TV+ divulgou um vídeo inédito da minissérie ‘Constellation‘, suspense de ficção científica estrelado pela Noomi Rapace (‘Prometheus’).

O material nos leva aos bastidores da produção.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada no dia 21 de fevereiro, com a estreia dos três primeiros episódios.

A série foi escrita e criada por Peter Harness (‘A Guerra dos Mundos’).

Jo é uma astronauta que retorna à Terra após um desastre no espaço, mas acaba descobrindo que partes importantes de sua vida desapareceram. Logo, ela partirá em uma jornada desesperada para expor a verdade sobre a história escondida da viagem espacial e recuperar o que ela perdeu.

O elenco ainda conta com Jonathan Banks, James D’ArcyJulian Looman, William Catlett, Barbara Sukowa, Rosie Coleman e Davina Coleman.

Michelle MacLaren (‘Iluminadas’), Oliver Hirschbiegel (‘A Experiência’) e Joseph Cedar (‘Nota de Rodapé’) são responsáveis pela direção.