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EXCLUSIVO: Visitamos o set de ‘Annabelle 3: De Volta para Casa’ e trazemos novidades!

Outdoors de filmes a se perder de vista, transito insano estilo ‘La La Land‘, a cidade de Los Angeles é um grande universo onde residem várias histórias. Com pequenos mundos em si, galpões instalados em posições estratégicas fazem da cidade a Capital do Cinema. Lá, tudo se desdobra em mil cores, contos, fábulas e assombros. E foi nela que os primeiros passos da temida boneca Annabelle começaram. De 2014 para cá, dois filmes, US$ 21 milhões em orçamento e uma arrecadação que ultrapassa os US$ 500 milhões nos trouxeram aqui, ao terceiro e enigmático capítulo daquela que tira o sono de qualquer um.

Pouca iluminação, uso profundo das sombras e cortes rápidos. Para construir o obscuro, há mais luz artificial do que se espera. À portas fechadas, silêncio absoluto e concentração pautam duas cenas misteriosas aos olhos da imprensa. Um objeto é colocado na Sala de Artefatos por McKenna Grace. Entusiasmada, ela repete a tomada consecutivamente, segurando a respiração de todos como se algo extremamente valioso estivesse acontecendo e eu – entusiasmada – apenas contemplo o instante. Com cores primárias, o objeto é indescritível, mas é repetidamente guardado com cautela na prateleira. Não é preciso saber muito para entender que ele é uma das peças-chave da trama. Alguma coisa desencadeou sua presença ali. Algo que só descobriremos em 3 de julho nos cinemas.

McKenna Grace

Ao som da campainha, início e fim das gravações da cena são pautados. Além desta, Katie Sarife protagoniza seu próprio momento, flagrado por mim e mais 4 jornalistas em uma pequena sala de luz baixa, localizada na parte debaixo de uma escada, também extensão do cenário. Em duas telas planas, acompanhamos dois ângulos – onde ela guarda um pingente misterioso em uma pequena caixa – distintos monitorados pelos olhos do diretor Gary Dauberman. Estreante na direção, o Universo Invocação já faz parte de sua vida. Como alguém que bebeu da fonte de James Wan, ele sabe o que está fazendo e extrai os mais diversos elogios do elenco e da equipe de produção.

“Ele tem visão e é como eu gosto de chamar de ‘diretor de atores’. Ele se envolve conosco, coloca suas mãos, colabora com nosso trabalho e realmente nos escuta, permanecendo fiel à história. E se ele já ficou estressado alguma vez, eu nunca vi. Ele é um cara realmente amável e é notável o quão apaixonado é pelo que faz, e todos percebem isso”, como Sarife compartilhou.

Em uma breve aparição entre tomadas, ele exala a mesma gentileza aos jornalistas, troca cinco minutos de prosa e responde, com tom descontraído e humildade, porque Mckenna Grace teve que gravar uma tomada – aparentemente – tão simples mais de dez vezes.

“A culpa é minha, eu fiz besteira! Ela estava ótima, como sempre”, solta com um rápido riso.

Foto EXCLUSIVA dos bastidores de Annabelle 3

E Grace é quase um capítulo à parte. Cativante, ela ilumina o set com seu carisma. Apaixonada pelo gênero de terror, ela se diverte no ambiente, está em casa. Com um ursinho sempre em mãos, ela percorre os espaços ao lado de DD, carrega uma Polaroid Mini azul e sai fotografando todos.

“A câmera é nova, ganhei na noite anterior e hoje eu quero tirar fotos de todo mundo”. Sempre acompanhada de sua mãe, ela responde as perguntas com agilidade, tem tudo na ponta da língua. Domina o set, domina as entrevistas.

E como parte dos desafios de estrelar mais um terror, a garotinha que já faz sua jornada no cinema cult com Troop Zero – ao lado das vencedoras do Oscar Viola Davis e Allison Janney, ela faz de ‘Annabelle  3: De Volta para Casa‘ seu rápido retorno ao gênero amado, após o sucesso avassalador de ‘A Maldição da Residência Hill‘. Ávida para responder, ela compartilha que “têm muitas cenas emocionais no filme, então isso é um pouco difícil de fazer. Mas também gosto daquelas que são mais terror, então penso que o desafio é meio a meio. Eu não sinto medo enquanto gravo essas tomadas, pois me preparo para parecer assustada, mas não me assusto porque eu sei que não é nada de verdade. E me preparo escrevendo um diário da personagem, como se eu fosse ela. Essa é uma tradição que tenho desde Troop Zero, com cada papel que interpreto”.

Os Warrens reunidos

No papel de Judy Warren, Grace traz os traços delicados de Sterling Jerins, a intérprete da personagem na saga de ‘Invocação do Mal’. Segundo o produtor Peter Safran,

“obviamente, Judy é uma personagem que nós já estabelecemos nos filmes anteriores, então nós queríamos alguém que pudesse se encaixar na mesma veia e alguém que pudesse sentir que poderia ser a filha de Patrick Wilson e Vera Farmiga. E nós todos vimos Gifted e ela está incrível nesse filme. Ela veio, fez o teste e foi lindo. Foi a decisão mais fácil que fizemos”.

E como alguém que já domina a arte de encantar a audiência, a atriz de 12 anos sabe muito bem para onde quer ir. Ao ser questionada por mim se gostaria de ser a próxima Princesa do Terror, sem hesitação, ela sorri dizendo,

“sim, eu espero mesmo ser a próxima Princesa do Terror, eu amo filmes dos gêneros. […] E se pudesse estrelar qualquer reboot de algum clássico, só poderia ser O Iluminado”.

Sem hesitar, Katie Sarife compartilha do mesmo entusiasmo. Confortável na cadeira de frente para nós, jornalistas, ela partilha do desejo de estar em ‘O Iluminado‘.

“Até parece que eu sou copiona ou algo do tipo, mas não…é simplesmente um dos melhores filmes de terror que existe”.

Encantada pelo sobrenatural, ela papea como quem está à vontade. Simples e carismática, ela cativa com suas histórias, como o pavor pela ruiva boneca Anna Green Gables que tem até hoje. Distante da cultura brasileira, ela dá o mesmo medo que o Fofão dava na nossa infância. E segurando os spoilers até pra quem está ali dentro, revirando o set com perguntas quase intimidadoras – natural de qualquer repórter, ela desvia o olhar, mantém o conforto na pequena poltrona e conta o máximo que poderíamos trazer aos leitores.

“Eu não quis basear minha personagem em nenhuma outra figura, eu tentei criar minha própria percepção dela e com Garry, considerando como ele acha que Danielle deveria ser. Mas também fiz muitas pesquisas em filmes antigos. Acho que aqui tem a mesma vibe do novo It: A Coisa, com as crianças e a criatura. Acho que tem também de Halloween, além de outras referências de filmes desse tipo”.

E muito mais do que um simples filme de terror, Annabelle já se perpetua como um fenômeno. Com mais liberdade criativa, em virtude de seu sucesso, o terceiro capítulo parece brincar, despreocupadamente, com as nossas percepções e expectativas emocionais. Baixando a guarda da audiência, Sarife adianta que, aqui, há uma pequena brisa do cômico, só para enganar os nosso instintos de sobrevivência, aguçados em sessões do gênero.

“E a nossa produção ainda tem alguns momentos cômicos. O humor em Annabelle é mais no sentido de que tem momentos acalentadores, como quando estamos vivendo uma vida comum – o que eu acho que é divertido. Existem aspectos nos diálogo. Existe uma mistura onde há cenas que não se tratam apenas de terror, mas sim do desenvolvimento da história. Os momentos de humor são uma forma de distrair a audiência para surpreendê-las com o terror. É como na vida real, você não vive aterrorizado o tempo todo. É o fato de que algo acontece no meio da sua rotina que é tão aterrorizante, quando você menos espera. É algo que gosto. Você se diverte um pouco, se distrai e então, é pego de surpresa”.

Tá bom pra você?

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Gary Dauberman (roteirista de ‘A Freira, ‘IT: A Coisa‘ e ‘Annabelle‘) dirige seu primeiro longa-metragem na franquia ‘Invocação do Mal‘, que já conquistou US$ 1.5 bilhão em bilheterias pelo mundo.

Determinados a impedir que Annabelle crie ainda mais caos, os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre. Porém, o que os espera é uma noite de horror, à medida que Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que voltam suas atenções a um novo alvo – a filha de 10 anos dos Warrens, Judy, e suas amigas.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.

‘Aterrorizante 2’: Sequência de terror sobre palhaço assassino ganha primeira imagem

A sequência do terror ‘Aterrorizante‘ (Terrifier) ganhou sua primeira imagem, compartilhada pela página oficial do filme no Facebook.

A foto em questão traz em destaque a protagonista Sienna, vivida pela atriz Lauren LaVera.

Na publicação, os fãs do terror slasher ainda foram atualizados quanto ao andamento da sequência.

Confira:

“Atualização para todos os nossos fãs ansiosos: Estamos usando essa quarentena para preparar nossos últimos dias de direção de fotografia e para editar a grande quantidade de filmagens que já temos! Tudo o que posso dizer é que vocês vão amar esse filme! Mais atualizações em breve… talvez até mesmo um teaser. Como sempre, obrigado a todos pelo apoio incrível! Seu entusiasmo por T2 realmente nos motiva a trabalhar ainda mais. Por favor, fiquem seguro e saudáveis por aí!”


Confira a descrição oficial de ‘Aterrorizante 2‘ (Terrifier 2):

“Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween. Ore para que você não apareça no seu caminho”.

 

Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.

O longa será dirigido por Damien Leone.

‘Younger’: Sutton Foster revela o que mais vai sentir falta na série

Os quatro primeiros episódios da 7ª e última temporada da popular série ‘Younger‘ já estão disponíveis nas plataformas Paramount+ e Hulu nos Estados Unidos.

E com o fim da produção chegando, a atriz Sutton Foster refletiu sobre sua jornada à frente da narrativa, revelando o que mais vai sentir falta:

“Vou sentir falta de tudo o que rola nos bastidores. Sentirei falta de passar tempo com eles, de compartilharmos fotos, de rir juntos e até do nosso clube do crochê…Nós nos divertimos tanto e estávamos juntos por muitos dias seguidos. Trabalhamos juntos por sete anos e compartilhamos nossas vidas e esse tempo de forma conjunta. É disso que vou sentir falta”.

A Paramount+ divulgou o trailer completo da 7ª (e última) temporada de ‘Younger‘.

Confira:

O restante dos episódios será lançado semanalmente em ambas as plataformas.

As 6 primeiras temporadas estão disponíveis na Amazon Prime Video.

Vale lembrar que Miriam Shor (Diana Trout) e Charles Michael Davis (Zane Anders) deixaram o elenco fixo da série, mas retornarão em caráter recorrente.

“Por causa de problemas na agenda e as complicações provocadas pela pandemia de COVID, Miriam Shor e Charles Michael Davis não puderam retornar como parte do elenco fixo da sétima temporada,” afirmou o criador Darren Star em uma declaração. “No entanto, eles sempre serão parte fundamental da nossa família e acrescentaram muito coração e alma à série.”

Criada por Darren Star (‘Sex and The City‘ e ‘Emily in Paris‘), a série é baseada no livro homônimo escrito por Pamela Redmond Satran.

A trama segue Liza (Foster), uma mãe solteira que de repente se encontra de volta no mercado de trabalho, mas sua idade se tornará um fator de dificuldade. Porém, as coisas mudam quando ela conhece Maggie (Mazar), que acha que ela aparenta ser muito mais jovem do que realmente é. Ela acaba trabalhando como assistente e faz amizade com colegas na casa dos 20 anos, como Kelsey (Duff).

O elenco inclui Sutton Foster, Miriam Shor, Debi Mazar e Nico Tortorella.

Primeiras Impressões | The Acolyte: Série de Star Wars se distancia da Saga Skywalker e aposta em novos personagens

Em uma outra era bem distante do sobrenome Skywalker, os jedi protagonizam um outro tipo de história no universo Star Wars. Governando a galáxia e mantendo a ordem entre os mais diversos povos, eles formam e moldam os alicerces narrativos de The Acolyte, a nova e temerosa vindoura estreia do Disney+. Aqui, em um cenário de personagens desconhecidos e narrativas jamais exploradas, as cores, os aromas e a atmosfera tão originalmente criadas por George Lucas se desmembram em uma trama de desconfianças, mistérios jamais solucionados e resquícios de uma maldade nascida ainda na fase pueril. E em um território completamente novo, a showrunner Leslye Headland tenta deixar sua marca em meio a uma prateleira de séries inconstantes, marcadas por desníveis, derrapadas e resultados que mais frustraram do que agradaram os fãs.

Mas ao contrário do que muito fora explorado no passado televisivo de Star Wars, The Acolyte carrega em si um frescor diferente, regado por um rico potencial ainda não consumado. Em apenas quatro episódios é possível notar uma pequena mudança de ritmo, ainda que seja incerto precisar se o resultado final será genuinamente bom ou não. Indo além dos conflitos envolvendo rebeliões e resistências, a nova original Disney+ logo de cara se apresenta como uma espécie de detective story muito inspirada em alguns títulos hollywoodianos clássicos. Seguindo o formato “murder mystery” (mistério de assassinato), a produção nos introduz a um crime que logo se destrinchará em uma sucessão de novas mortes e dilemas ainda maiores.

Nessa aventura por territórios novos, vastas extensões de selva e formação de inúmeras gerações de jedi, um grupo distinto e quase disfuncional de protagonistas se forma, a fim de perambular em busca de respostas para um tenebroso rastro de tragédias. E dentro desse pequeno hiato temporal de feições distintas e figuras peculiares, a atriz Amanda Stenblerg (O Ódio que Você Semeia) é os dois lados de uma mesma moeda…O yin yang, o bem e o mal, o puro e o impuro. Ao seu lado, carregando o peso do passado, surge um Lee Jung-jae (Round 6) com um inglês mais rudimentar. De fala mansa e dócil, ele é a expressão máxima da pureza e retidão de um jedi. Dafne Keen (Logan), Manny Jacinto (The Good Place) e Charlie Barnett (Boneca Russa) completam o elenco principal, dessa série que busca mostrar um lado mais obscuro e menos solar dessa galáxia tão distante.

Amanda nos surpreende nas sutis mudanças de sua atuação. Encarando duas personagens díspares, ela alterna entre a delicadeza e a ferocidade de duas gêmeas cujas visões de mundo são bem opostas. Liderando a trama e dominando o tempo de tela, ela assume o protagonismo ainda sem uma presença muito marcante, mas é promissora e talentosíssima. E com um roteiro mais moroso, marcado por poucas cenas de ação, The Acolyte patina na sua própria lentidão, mas tenta cativar a audiência em seus primeiros episódios a partir da construção de toda uma mitologia em torno de seu grande mistério. Seguindo o modelo “slow burn” – que cresce lenta e gradativamente a cada novo capítulo, a produção começa sua trajetória com muitas promessas, mas poucas entregas no momento.

Mas por explorar o subgênero de histórias de detetive de maneira diferente e autêntica, a nova original Star Wars já é capaz de nos cativar pela curiosidade. Tentando romper com alguns formatos e padrões repetitivos tão replicados no passado recente da amada franquia, The Acolyte é uma aposta no novo, no inusitado. Expandindo as histórias dessa rica galáxia para além dos inúmeros materiais fonte que a obra de George Lucas possui, ela tenta preencher as caixinhas da Disney e sinalizar virtude como de costume, à medida em que aparenta querer se desvencilhar do estigma que tanto custou aos cofres da empresa em 2023. E estampando sets bem produzidos – como a impressionante construção de uma floresta – a série é sim um risco para a Casa do Mickey, mas pode funcionar muito bem…se der voz aos antigos anseios de seu fandom.

Entrevista | “Não Precisei Me Inspirar em Ninguém”, diz Guy Pearce Sobre Seu Papel em ‘O Brutalista’ (Oscar 2025)

Entre os grandes concorrentes ao Oscar deste ano, O Brutalista se destaca como uma das obras mais impactantes da temporada. Indicado em dez categorias, incluindo Melhor Filme, Direção e Ator, o longa de Brady Corbet estreou no Festival de Veneza no ano passado e chegou ao Brasil no último dia 20 de fevereiro. Guy Pearce, em entrevista exclusiva ao CinePOP, demonstrou simpatia ao falar sobre seu papel como Harrison Lee Van Buren e revelou: “Não precisei me inspirar em ninguém para construir o personagem, pois ele já estava bem definido no roteiro.

A Construção de Harrison Lee Van Buren

Se Adrien Brody brilha no papel do arquiteto húngaro e sobrevivente do Holocausto László Tóth, Guy Pearce entrega uma das melhores performances de sua carreira como o enigmático e poderoso Van Buren. Conhecido por suas inesquecíveis interpretações em  Amnésia (2000), de Christopher Nolan e Priscilla, a Rainha do Deserto (1994), de Stephan Elliott, — cuja sequência já foi confirmada e está em pré-produção —, esta é a primeira indicação do ator britânico 57 anos ao maior prêmio da academia de Hollywood.

Com uma performance acachapante, Guy Pearce dá vida a um aristocrata excêntrico, cuja relação com László Tóth oscila entre a admiração e a destruição. Durante a entrevista, Pearce destacou que não buscou referências diretas para compor o papel, pois o roteiro de Brady Corbet e Mona Fastvold já trazia uma clareza impressionante sobre quem era esse homem e suas motivações. “Eu não criei o personagem. Ele já estava ali no roteiro. Eu apenas me juntei à jornada e o interpretei“, afirmou. 

Interpretação Soberba num Épico

A dinâmica entre Van Buren e Tóth é um dos pontos centrais da trama, abordando temas como poder, inveja e tensão cultural. Em sua conversa com o CinePOP, Pearce analisou a dualidade do personagem, que, apesar de reconhecer e admirar o talento do arquiteto, sente a necessidade de controlá-lo e, eventualmente, destruí-lo. “Ele se sente impotente em muitos aspectos de sua vida, então quando vê alguém como Laszlo, que tem essa confiança inabalável, ele acaba sendo consumido pelo desejo de dominá-lo”, explicou o ator.

Adrien Brody e Guy Pearce em O Brutalista.

Essa dualidade entre esses personagens foi uma das principais razões do ator entrar no projeto, descrito por ele como os “dois lados da mesma moeda”. A cinematografia de Lol Crawley e a direção de arte de Judy Becker reforçam essa dicotomia e a grandiosidade da narrativa na iluminação e arquitetura, criando o palco perfeito para a tragédia moderna sobre ambição e destruição, na qual o protagonista foge do facismo para cair nos braços do capitalismo. 

Van Buren se apresenta como poderoso, conhecedor de tudo, tem dinheiro, controle e também ganância. Esse é o lado destrutivo do capitalismo presente nesse homem. Ele, entretanto, é mais complexo do que apenas uma representação do capitalismo, ele tem um senso e gosto refinado, porém está repleto de inveja.”, reflete Pearce. 

Carimbo na História do Cinema

O Brutalista não só se destaca como um dos filmes mais marcantes do ano, mas também evoca o espírito dos grandes épicos do cinema. Assim como Ben-Hur (1959, 3h32 de duração) e Lawrence da Arábia (1962, 3h47), o filme constrói sua grandiosidade por meio de uma fotografia detalhada, cenários imponentes e uma narrativa que se desdobra ao longo dos anos, criando um impacto visual e emocional duradouro. 

Guy Pearce em entrevista com Letícia Alassë para o CinePOP (Foto: Reprodução/YouTube)

Guy Pearce, em especial, entrega uma performance digna de prêmios ao lado de Adrien Brody e Felicity Jones. Sua corrida para o Oscar, no entanto, enfrenta uma forte concorrência, com Kieran Culkin, de A Verdadeira Dor, dominando a categoria de Ator Coadjuvante e garantindo uma série de reconhecimentos nesta temporada, como Globo de Ouro, BAFTA e SAG Awards. 

A construção visual e narrativa de O Brutalista transforma o longa em uma experiência cinematográfica duradoura. Com performances viscerais e uma estética que remete à grandiosidade das narrativas antigas, o filme estabelece um diálogo entre o passado e o presente do cinema, consolidando-se como um marco da década.

Veja entrevista completa no YouTube: 

‘Jovens Titãs em Ação’: Nicolas Cage será o Superman na animação

A aguardada animação Jovens Titãs em Ação ganhou novidades que vão deixar os fãs da DC felizes! A Warner revelou que Mulher-Maravilha, Superman e Lanterna Verde farão participações no filme.

O ator Nicolas Cage será o dublador do Superman, lembrando que ele quase viveu o herói em um filme cancelado do diretor Tim Burton, chamado Superman Lives.

Já a Mulher-Maravilha será dublada pela cantora Halsey, o Lanterna Verde pelo rapper Lil Yachty. Confira a imagem:

Enquanto isso, a Warner Bros. Animation e o Cartoon Network divulgaram um novo cartaz da animação Jovens Titãs em Ação, que tira sarro de ‘Liga da Justiça’.

“Eles definitivamente não conseguem salvar o mundo sozinhos”, brinca a arte.

Confira, com o trailer:

A Warner Bros. agendou a data de lançamento de sua nova animação, Jovens Titãs em Ação(Teen Titans Go!), para 27 de julho de 2018. Além de revelar detalhes sobre a trama do filme animado dos heróis da DC.

O ComicBook revelou a sinopse do filme, que mostra as dificuldades que os heróis enfrentarão nos cinemas:

“Ao que parece, todos os grandes heróis estão ganhando seus próprios filmes, menos os Jovens Titãs. Mas Robin, o líder do grupo, está determinado a mudar essa situação, tornando-se uma estrela em vez de ser apenas um ajudante. Se eles ao menos conseguissem fazer com que o maior diretor de Hollywood os notasse. Com algumas ideias loucas e uma música no coração, os Jovens Titãs viajam para Tinsel Town, para realizarem seus sonhos. Mas quando tudo dá errado por causa de um super vilão com um plano louco para dominar a Terra, as coisas realmente desandam. A amizade e o espírito guerreiro do grupo são abalados, colocando em risco o destino de cada um”

Scott Menville é Robin, Khary Payton é o Ciborgue, Tara Strong é Ravena, Hyden Walch é Estelar e Greg Cipes faz o Mutano. Will Arnett e Kristen Bell, que ainda terão os papéis revelados.

Além da animação dos Titãs na telona, o grupo também chegará em sua forma live-action a TV em 2018.

‘Novos Titãs’: Brenton Thwaites mostra o uniforme de Robin em novas fotos da série de TV

‘Novos Titãs’: Revelado visual de Rapina e Columba na série de TV; Vem ver!

‘A Era do Gelo’ ganhará uma série de TV com a parceria entre Fox e Disney

De acordo com um novo relatório do Wall Street Journal, a franquia A Era do Gelo ganhará uma série de TV pela Fox.

A animação teve ao longo dos anos 5 títulos lançados no cinema, todos produzidos pela Blue Sky Studios, sendo que os três primeiros foram comandados pelo diretor brasileiro Carlos Saldanha.

Ainda não há mais informações sobre o projeto.

A série é mais uma aposta da fusão da Fox com a Disney, que também está desenvolvendo seriados das franquias Uma Noite no Museu e Diário de Um Banana.

 

Análise ‘Monarch – Legado de Monstros’ | Quinto episódio aborda o trauma do ‘Dia-G’

[ANTES DE COMEÇAR A ANÁLISE, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu o quinto episódio de Monarch – Legado de Monstros, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

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Análise ‘Monarch – Legado de Monstros’ | Quarto episódio mistura ficção com aventura perfeitamente

Inicialmente, o episódio parece querer se construir sobre a palavra “mistério”. Afinal, Lee (Kurt Russell) e May (Kiersey Clemons) têm seus passados abordados diretamente, principalmente o Lee. O fato dele ser um idoso fisicamente ativo, mesmo que as datas de seu envolvimento com o surgimento da Monarch indiquem que ele deveria ter mais de 90 anos. Esse questionamento já foi feito antes na série, mas o primeiro indício do que pode ter acontecido com ele veio somente neste quinto episódio, quando um dos agentes que o mantém sob cárcere comenta brevemente que ele se envolveu em uma missão secreta no passado que não deu certo. É um excelente indício de que sua história será contada em breve. E até lá teremos que nos aguentar de curiosidade. O mesmo acontece com May, que é confrontada pela agente da Monarch como alguém que “sabe apagar pistas” e que tem duas identidades em seus passaportes. Para alguém que vinha se mostrando uma mera coadjuvante, ela ganhou um destaque considerável nesse episódio. Ainda mais agora que ela provavelmente traíra seus amigos.

Mas essa parte do mistério acaba dando espaço a outra palavra que define perfeitamente o que foi esse episódio: trauma.

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Com foco total no trio jovem de 2015, o episódio explora os traumas de Cate (Anna Sawai) e recria seus momentos anteriores ao ataque do Godzilla a São Francisco, em 2014, o “Dia G”. É curioso descobrir o passado da personagem enquanto ela embarca numa jornada de vida ou morte para descobrir o passado do pai. Isso, inclusive, é mostrado num paralelo que o subconsciente dela faz em relação ao pai e ao irmão, Kentaro (Ren Watabe).

Mas o trauma também se manifesta na mãe de Cate, Caroline (Tamlyn Tomita), que foi a grande motivadora da viagem da filha à Tóquio. Aqui, de forma nada sutil, elas debatem tudo isso e como a insegurança dela em relação ao marido refletiu numa infância problemática para a filha.

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E outro grande mérito da série, que é o que mais tem me encantado nesse universo trazido para a TV, é como ele mostra o reflexo do filme de 2014 nesse mundo. Novamente vemos os aeroportos do mundo trazendo orientações de segurança para caso o Godzilla apareça novamente. Há comerciais de TV vendendo bunkers para pessoas muito ricas que queiram se proteger. E nesse episódio, em especial, sabemos o que aconteceu com a parte pulverizada de São Francisco. Os sobreviventes foram realocados para moradias provisórias, que eventualmente viraram casas fixas nos subúrbios, quase como projetos de comunidades, enquanto a parte mais afetada da cidade foi isolada pelo governo e agora é explorada ilegalmente por guias de turismo que querem lucrar com a tragédia. Ao mesmo tempo, militares corruptos aceitam propina para permitir a entrada, sem sequer conseguir garantir a saída dessa gente, já que a ordem é para executar qualquer um que seja encontrado no interior.

Também é fantástico ver o impacto psicológico desse trauma, não só na Cate, mas nos sobreviventes em si. Há um diálogo em que Carol diz que os sobreviventes não querem dinheiro ou objetos caros, mas fazem de tudo para recuperarem coisas que remontem a suas memórias, como álbuns de fotografia e objetos pessoais de entes queridos. Em meio a lutas de monstros gigantes, há muita gente sofrendo e tendo suas memórias e vidas saqueadas pelo desrespeito humano à natureza, que é o grande causador da vinda desses monstros.

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Esse quinto episódio é incrível e ajuda a consolidar a série como uma das melhores ficções científicas do ano até aqui. Vale destacar também uma cena fantástica da direção em que eles sobrepõe uma imagem do Lee de Wyatt Russell sobre o corpo do Lee de Kurt Russell. Visualmente falando, ela é sensacional e faz valer todo o esforço para contar com a semelhança de pai e filho na vida real para interpretar um mesmo personagem em diferentes épocas.

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Os novos episódios de Monarch – Legado de Monstros estreiam toda sexta no Apple TV+.

Crítica | Prisão 77 – Miguel Herrán, de ‘La Casa de Papel’, vai pra Prisão em Intenso Drama Real Espanhol

A ditadura é um regime de governo que ocorreu em muitos países do mundo inteiro, sempre com histórias tenebrosas que ainda hoje estão vindo à público. Também a ficção exerce importante papel em recontar ou reconstruir partes dessas histórias obscuras cujas verdades absolutas dificilmente serão conhecidas totalmente. Na Espanha, por exemplo, houve a ditadura franquista, cujo fim deu espaço à redemocratização daquele país. Na transição entre ambos os sistemas governamentais houve muita luta e muita injustiça, e uma dessas histórias chega esse mês aos assinantes da plataforma Looke, através do drama de ficção ‘Prisão 77’.

Manuel (Miguel Herrán) trabalha como contador em uma empresa e fora pego desviando dinheiro, o que o levou à prisão. Ele nega as acusações, dizendo que seu amigo, filho do dono, o estimulara a fazer o desvio. Enquanto aguarda julgamento, Manuel ficará mantido em cárcere junto com presidiários de diferentes níveis de periculosidade. Certo de que seu caso é simples e de que é inocente, Manuel custa a entender que não haverá julgamento para ele, pois a justiça não está interessada em soltar nem ele, nem ninguém. Por outro lado, as condições penitenciárias são péssimas e fazer amigos ali dentro é uma questão de sobrevivência. Entre erros e acertos, Manuel se envolverá com um grupo que quer lutar pelos direitos dos detentos e briga pela anistia de todos após o fim da ditadura franquista.

Com duas horas de duração, ‘Prisão 77’ é um daqueles filmes baseados em histórias reais que surpreende e revolta, seja pelo inacreditável dos fatos, seja pelo inaceitável da vida. E também demonstra quantos episódios seguem obscuros acerca do período franquista, quantas vidas e quantas histórias talvez jamais ganhem luz.

O roteiro de Rafael Cobos e Alberto Rodríguez constrói bem o embate do protagonista – um filhinho de papai da classe média que cai numa roubada – dentro de um universo ao qual ele resiste a pertencer por se achar superior – ou melhor, menos pior do que os demais. Porém, a imaculada aura do protagonista às vezes irrita, pois mesmo com seu jeitão arrogante ele encontra pouca resistência na prisão, e ainda por cima consegue se tornar um líder, muito por conta de ser justamente um sujeito de classe média intelectualizado.

A direção de Alberto Rodríguez acompanha com firmeza o desenrolar da história, centrando-a sempre em seu protagonista, o que por vezes torna os personagens secundários um pouco obscuros demais, até o fim sem definir se são amigos ou inimigos. O diretor faz bom uso das locações e do contraste das vivências entre os personagens Miguel e Pino (Javier Gutiérrez), um cara mais sisudo que, diante do protagonista, reforça o quão ingênuo ele é. As cenas dos dois são sempre as melhores, inclusive em situações absurdas que provocam o riso.

É inevitável fazer uma ponte entre ‘Prisão 77’ com a sérieLa Casa de Papel’, uma vez que Miguel Herrán participa de ambas, sendo que em uma ele é um assaltante e no outro ele está na prisão. Dá pra brincar de construir esse universo, muito embora os contextos sejam completamente diferentes.  ‘Prisão 77’ demonstra a complexidade do sistema penal espanhol dos anos 1970 e que, em muitas camadas, permanece até hoje.

‘Manto e Adaga’: Freeform divulga trailer completo da 2ª temporada; Confira!

Com dois meses para a estreia da segunda temporada de Manto e Adaga, a Freeform lançou o primeiro trailer completo e oficial do próximo ano. E, como esperado, os heróis-título, também conhecidos como Tandy Bowen (Olivia Holt) e Tyrone Johnson (Aubrey Joseph), ganham total atenção dos fãs e decidem quais são os próximos passos a serem tomados após a season finale.

Confira:

O segundo ano da série estreará no dia 4 de abril, com um episódio duplo.

Criada por Joe Pokaski, a produção é baseada nos quadrinhos da Marvel.

A série apresenta os personagens Tyrone Johnson e Tandy Bowen, a dupla Manto e Adaga, enquanto eles descobrem seus poderes recém adquiridos, ao mesmo tempo em que se apaixonam um pelo outro. Manto é capaz de se teletransportar através da “dimensão da escuridão”, mas também pode deixar os inimigos presos em outro mundo. Adaga tem a capacidade de criar punhais de luz com sua mente. Seus punhais podem tanto drenar a vida de seus alvos quanto curá-los.

Olivia Holt e Aubrey Joseph estrelam.

 

‘Mr. Robot’: Estreia da 4ª temporada confirma que [SPOILER] morreu

Cuidado: spoilers à frente.

Mr. Robot finalmente voltou para sua 4ª e última temporada e, de forma chocante, o episódio de reestreia confirmou que a personagem Angela Moss (Portia Doubleday) morreu.

Para aqueles que não se recordam, Angela foi violentamente baleada no season finale do ciclo anterior por Whiterose e a Armada Obscura. Entretanto, o episódio não havia deixado claro se ela havia morrido com certeza – suspeitas que se confirmam no mais novo episódio.

Confira a imagem:

Exibido pelo canal USA, o aclamado drama foi criado por Sam Esmail.

Na série, “Elliot é um jovem programador que sofre de uma desordem mental que o torna antissocial. Ele trabalha como técnico de segurança virtual durante o dia, e como hacker vigilante durante a noite. Elliot se vê numa encruzilhada quando o líder de um misterioso grupo de hackers o recruta para destruir a firma que ele é pago para proteger. Motivado pelas suas crenças pessoais, mesmo tendo noção do expressivo controle que essa corporação exerce sobre a sociedade mundial ele tenta resistir à oportunidade de destruir os CEOs dessa multinacional.”

O elenco inclui Rami Malek, Christian Slater, Grace Gummer, B. D. Wong, Bobby Cannavale, Craig Robinson, Dipierro, Carly Chaikin e Portia Doubleday.

Mr. Robot‘ retorna no dia 06 de outubro.

‘Os Aeronautas’: Eddie Redmayne e Felicity Jones na nova cena divulgada; Confira!

Amazon divulgou uma cena um de seus recentes filmes originais, ‘Os Aeronautas’.

Confira:

O filme já está disponível na Amazon Prime.

Em 1862, a pilota de balão Amelia Wren (Felicity Jones) se une ao meteorologista pioneiro James Glaisher (Eddie Redmayne) para promover o conhecimento humano sobre o clima e voar mais alto do que qualquer pessoa já tenha voado na história. Enquanto quebram recordes e avançam em suas descobertas científicas, a viagem até o limite da existência ajuda o casal improvável a encontrar seu lugar no mundo que deixaram muito abaixo deles. Mas eles enfrentam desafios físicos e emocionais no ar, à medida em que a ascensão se torna uma luta pela sobrevivência.

Assista ao trailer:

Tom Harper fica a encargo da direção e também assina o roteiro ao lado de Jack Thorne.

Eddie RedmayneFelicity Jones estrelam o filme, colaborando pela primeira vez desde o premiado ‘A Teoria de Tudo’Phoebe FoxHimesh Patel completam o elenco.

‘An American Pickle’: Vídeo de bastidores explora como a comédia foi trazida à vida

HBO Max divulgou um featurette oficial de ‘An American Pickle‘, nova comédia original estrelada por Seth Rogen.

Confira:

Na trama, um trabalhador imigrante em uma fábrica de picles é acidentalmente conservado por 100 anos e acorda no mundo moderno, em Brooklyn, aonde precisa ajudar seu neto a se tornar alguém na vida.

A produção foi lançada na plataforma no dia 6 de agosto.

Dirigido por Brandon Trost, o longa é baseado no livro de Simon Rich.

O elenco ainda conta com Sarah Snook, Sean Whalen, Jorma Taccone, Joanna Adler e Jeff Daniel Phillips.

‘O Mandaloriano’ foi a série mais PIRATEADA de 2020

Segundo o site TorrentFreak, a aclamada série ‘O Mandaloriano’ se tornou a produção mais pirateada do ano passado – posição em que ‘Game of Thrones’ dominou durante muito tempo.

Seguindo de perto, temos The BoysWestworld, respectivamente, ambas novatas na lista. Completando as dez primeiras posições, temos Vikings(4º lugar), Star Trek: Picard’ (5º), ‘Rick e Morty’ (6º), The Walking Dead (7º), The Outsider (8º), Arrow (9º) e The Flash (10º).

Vale lembrar que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis no Disney+. O 3º ciclo tem estreia marcada para o dia 25 de dezembro de 2021.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘O Código Da Vinci’, estrelado por Tom Hanks, completa 15 anos; Confira dez curiosidades sobre a produção!

Há uma década e meia, o mundo parava para assistir ao controverso O Código Da Vinci, drama de mistério estrelado por Tom HanksAudrey Tautou que se tornou um dos títulos mais adorados do público.

Apesar da recepção mista, cujas principais críticas vieram no tocante ao roteiro e à condução de Ron Howard (isso sem mencionar o boicote da Igreja Católica e de diversos grupos religiosos), o filme arrecadou US$760 milhões nas bilheterias mundiais, tornando-se o segundo mais lucrativo do ano, além de ter gerado duas sequências diretas – Anjos e DemôniosInferno.

A trama é centrada no simbologista Robert Langdon (Hanks), que é contratado para investigar um assassinato no museu do Louvre, que tem ligação com um mistério milenar envolvendo a linhagem de Jesus Cristo e o Santo Graal – cujas descobertas poderiam até mesmo comprometer o cristianismo.

Para relembrar a produção, o CinePOP separou uma breve lista com 10 curiosidades de bastidores.

Confira:

AUDREY ESTEVE AQUI

Tautou, que interpretou Sophie Neveu na obra, revelou em uma entrevista que, durante as audições, perguntou se poderia tirar uma foto com Howard e Hanks, para provar que havia, de fato, conhecido os dois.

PROTEÇÃO MÁXIMA

Para proteger tanto o local quando os trabalhos de arte lá residentes, a produção no Museu do Louvre foi estritamente controlada. Por exemplo, nenhum equipamento poderia ser usado dentro das instalações durante o horário de funcionamento, exigindo que as gravações ocorressem à noite. Além disso, visto que a equipe técnica não podia jogar luz na Mona Lisa, uma répilica foi utilizada no lugar.

FRACASSO OU SUCESSO?

Visto que não era possível prever se o filme seria um sucesso ou fracasso, O Código Da Vinci foi construído como um longa solo, em vez do início de uma franquia. Todas as referências de crimes já resolvidos – como em Anjos e Demônios, que precede O Código Da Vinci -, foram propositalmente deixados de fora do roteiro.

TROCADILHOS

O nome do inspetor francês, Bezu Fache (Jean Reno), é formado através de um trocadilho. Em francês, as palavras grosseiramente são traduzidas por “babaca irritado”, aludindo à expressão e à atitude geniosa do personagem.

O CÓDIGO NA TV

O criador do aclamado ’24 Horas’Joel Surnow, acreditou que O Código Da Vinci seria uma ótima narrativa para a 3ª temporada da série. Surnow pediu ao chefe, Brian Grazer, sobre adquirir os direitos do romance, mas o autor Dan Brown não tinha intenção de permitir uma adaptação televisiva e rejeitou a oferta. Meses depois, a Sony Pictures comprou os direitos do livro por US$6 milhões e contratou Grazer como produtor.

MUDANÇA DE ÚLTIMA HORA

Thure Lindhardt tinha conseguido seu primeiro papel em um filme Hollywoodiano como Silas, o Albino – e por um bom tempo era um dos favoritos para interpretá-lo. Entretanto, ele foi retirado do projeto porque “era muito jovem”, e Howard decidiu chamar Paul Bettany para dar vida ao persoangem. Entretanto, Lindhardt foi chamado para um papel de destaque em Anjos e Demônios.

BOICOTES

O lançamento do filme causou inúmeras controvérsias – tendo estreia adiada na Índia em virtude de protestos de cristãos devotos. Eles até mesmo pressionaram o governo para bani-lo do país.

ZIMMER E HORNER

Hans Zimmer foi contratado para substituite James Horner, colaborador de longa data de Howard, na trilha sonora – enquanto Horner havia aceitado o trabalho em ‘O Novo Mundo’ quando Zimmer não conseguia em virtude de conflitos de agenda.

UMA NOVA SOPHIE…

Julie DelpyKate Beckinsale foram dois dos nomes considerados originalmente para viver Sophie Neveu na obra. Delpy queria tanto o papel que chegou a pressionar o estúdio para consegui-lo, mas foi declinada eventualmente, com a personagem indo para Tautou.

… E UM NOVO ROBERT

A primeira ideia de Howard era trazer Bill Paxton ao papel de Robert Langdon. Paxton estava interessado, mas teve de recusar em virtude de conflitos de agenda. Russell Crowe foi considerado para o papel, mas eventualmente Howard decidiu entregá-lo para Hanks, com quem já havia trabalhado antes. Ralph FiennesHugh JackmanGeorge Clooney também foram cogitados.

Fonte: IMDb, LitReactor

‘Locke & Key’: Uma nova magia será forjada no cartaz oficial da 2ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou o cartaz oficial da 2ª temporada de Locke & Key, que tem estreia marcada para o dia 22 de outubro na plataforma de streaming.

Confira, junto ao trailer:

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 3ª temporada!

Criada por Meredith Averill, Aron Eli Coleite e Carlton Cuse, a série é baseada nos quadrinhos homônimos criados por Joe Hill e Gabriel Rodríguez.

A trama conta a história dos irmãos Locke: Tyler, Kinsey e Bode, que se mudam com a mãe, Nina, para a antiga mansão da família na Nova Inglaterra depois do violento assassinato do pai. Na casa, eles começam a encontrar chaves que abrem portas capazes de transformar as pessoas, mudando a idade, a raça e o sexo.

O elenco conta com Darby StanchfieldJackson Robert ScottConnor Jessup, Emilia Jones, Bill Heck, Laysla De OliveiraThomas Mitchell Barnet e Griffin Gluck.

‘Naomi’ se vê em circunstâncias complicadas na promo oficial do episódio 01×07; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “I Am Not a Used Car Salesman”, 7º episódio da temporada de estreia de ‘Naomi’, série criada por Ava DuVernay (‘Olhos que Condenam’).

Na trama, “quando Naomi se vê em circunstâncias complicadas, ela é forçada a procurar ajuda de Zumbado – que pode saber mais sobre ela do que imaginava”.

O capítulo, dirigido por Lisa France e escrito por Jill Blankenship, vai ao ar no dia 08 de março.

Confira:

Da indicada ao Oscar e vencedora do Emmy Ava DuVernay e de Jill Blankenship, o drama gira em torno de uma adolescente divertida, confiante e amante de histórias em quadrinhos à medida que mergulha numa jornada para encontrar seu destino escondido. Quando um evento sobrenatural abala a pequena cidade de Port Oswego, Naomi resolve descobrir suas origens, com a ajuda da melhor amiga, Annabelle. Ela também tem o apoio de seus pais adotivos, o veterano militar Greg e a linguista Jennifer.

Depois de um encontro com Zumbado, misterioso dono de um antigo estacionamento, a deixar impactada, Naomi busca ajuda de Dee, dono de um estúdio de tatuagem, que se torna seu mentor. Enquanto desenrola os mistérios sobre si mesma, Naomi também navega através das amizades na escola, incluindo o ex-namorado e atleta Nathan; o namorado de Annabelle, Jacob; um cidadão orgulhoso chamado Anthony; e a entusiasta de HQs Lourdes. Conforme Naomi viaja para os confins do Multiverso em busca de respostas, o que ela descobre vai mudar tudo o que acreditamos sobre super-heróis.

Amanda Marsalis, conhecida por seu trabalho em obras como Queen SugarOzark, comanda o episódio piloto.

DuVernay fica responsável pela produção ao lado de Blankenship, que também assina o roteiro.

Camila MorenoAlexander Wraith, Cranston JohnsonBarry WatsonMary-Charles JonesAidan GemmeMouzam MakkarWill Meyes e Daniel Puig completam o elenco.

Para quem não conhece, a HQ original foi escrita por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell e acompanha uma jovem forasteira que vem ao nosso mundo para protegê-lo de um genocida que destruiu seu mundo natal.

‘O Príncipe Dragão’: 4ª temporada da aclamada animação ganha clipe OFICIAL e previsão de estreia; Confira!

Netflix divulgou o primeiro clipe oficial da 4ª temporada da aclamada animação O Príncipe Dragão,

Intitulada O Príncipe Dragão: Mistério de Aaravos’, os novos capítulos chegam em novembro à plataforma de streaming, ainda sem dia confirmado.

Confira:

Em entrevista ao ComicBook.com no ano passado, os criadores Aaron EhaszJustin Richmond falaram sobre o que podemos esperar da próxima temporada.

“Direi isso: não seria ótimo se retornar um ovo para uma mãe que perdeu o ovo ou retornar um bebê dragão trouxesse paz mundial? Não seria ótimo? Bom, é um passo na direção certa, mas os conflitos e as complicações de Xadia são progundas, e acho que podemos especular sobre personagens diferentes que têm níveis diferentes de idealismo e acreditam que a mudança deve aparecer rapidamente”, disse Ehasz.

Ele continuou: “e acredito que os temas são os mesmos. Acho que as esperanças e os sonhos de nossos personagens são os mesmos, mas o mundo vai se revelar mais complicado do que se mostrou nas primeiras três temporadas”.

Lembrando que a série já foi renovada até a 7ª temporada.

O Príncipe Dragão foi criado por Aaron Ehasz e Justin Richmond, roteiristas de Avatar: A Lenda de Aang.

Xadia e o reino dos humanos estão em pé de guerra. Será que Callum, Ezran e Rayla conseguirão vencer a magia negra e restaurar a paz no mundo? 

As três primeiras temporada já estão disponíveis no serviço de streaming!

‘Rise of the Pink Ladies’: Série derivada de ‘Grease’ ganha primeiro teaser OFICIAL; Confira!

A Paramount+ divulgou o primeiro teaser oficial de Grease: Rise of the Pink Ladies, série derivada do clássico musical ‘Grease – Nos Tempos da Brilhantina’.

A produção chega à plataforma de streaming em 2023, ainda sem dia confirmado.

Confira:

O elenco é formado por Marisa Davila como Jane; Cheyenne Isabel Wells como Olivia; Ari Notartomaso como Cynthia; Tricia Fukuhara como Nancy; Shanel Bailey como Hazel; Madison Thompson como Susan; Johnathan Nieves como Richie; Jason Schmidt como Buddy; Maxwell Whittington-Cooper como Wally; Jackie Hoffman como o assistente McGee; Charlotte Kavanagh como Rosemary; Josette Halpert como Dot; Nicholas McDonough como Gil; Maximo Weber Salas como Shy Guy; e Alexis Sides como Potato.

De acordo com a descrição oficial, a série será “uma comédia musical de uma hora sobre como as famosas Pink Ladies (compostas por Sandy, Rizzo, Jan, Marty e Frenchy no filme original) começaram e como a irreverência, o medo e o pânico moral que eles provocaram mudaram Rydell High para sempre”.

Annabel Oakes (‘Atypical‘) é a criadora do projeto, além de assinar o roteiro e assumir a função de produtora executiva.

Originalmente, a série se chamaria ‘Rydell High‘ e estava sob os cuidados da HBO Max. No entanto, Casey Bloys decidiu não seguir adiante com o projeto, após assumir as funções de produção de conteúdo, como parte de sua promoção ao cargo de Chefe de Conteúdo da HBO e da HBO Max.

De acordo com a Variety, ‘Rise of the Pink Ladies‘ trará uma série de novas canções, mas não deve trazer alguns dos números mais icônicos do musical, devido à restrições de direitos autorais.

‘Amateur’: Thriller de espionagem com Rami Malek escala dois novos membros ao elenco

Segundo o DeadlineHolt McCallany (‘O Beco do Pesadelo’) e Julianne Nicholson (‘Mare of Easttown’) foram escalados para o elenco de ‘Amateur’, novo thriller de espionagem estrelado pelo vencedor do Oscar Rami Malek (‘Bohemian Rhapsody’).

O elenco também é formado por Rachel BrosnahanCaitriona BalfeLaurence FishburneAdrian Martinez.

Baseado no romance homônimo de Robert Littell‘Amateur’ conta a história de Charles Heller (Malek), um criptógrafo que, depois de sua esposa é tragicamente assassinada em um ataque terrorista em Londres, demanda que os chefes vão atrás dos responsáveis. Quando fica claro que ninguém o ajudará para não causar conflitos internos, ele chantageia a agência em treiná-lo e deixá-lo agir por conta própria.

James Hawes (‘Slow Horses’) entra como diretor, enquanto Ken Nolan assina o roteiro. Scott FrankGary Spinelli também auxiliam na adaptação.

O longa será supervisionado pela 20th Century Studios.

Nenhuma outra informação foi revelada.

Assista aos INCRÍVEIS créditos de abertura de ‘Monarch: Legado de Monstros’, série spin-off de ‘Godzilla’!

A série spin-off de ‘Godzilla‘ e do “MonsterVerse” da Legendary‘Monarch: Legado de Monstros’, estreia em 17 de novembro na Apple TV+ e, agora, foram divulgados os incríveis créditos de abertura da produção.

Confira:

No Rotten Tomatoes, o show abriu com nada menos que 93% de aprovação, com nota 6.80/10 baseada em 14 reviews até o momento.

Confira os principais comentários:

“Mesmo que não haja muito Godzilla por aqui, pelo menos temos Kurt Russell” – Slashfilm.

“Basicamente, essa série live-action é sobre famílias, legados e as incertezas do futuro. Quando o mundo luta com Godzilla, cada pessoa luta consigo mesma, e a série deixa isso claro, apesar de seu ritmo confuso” – ComicBook.com.

“Para um show live-action do Godzilla, ele conscientemente tenta ao máximo capturar os diferentes sabores da narrativa humana da franquia… E esse nível de meticulosidade em sua filosofia criativa é muito admirável” – Midwest Film Journal.

“É uma configuração que satisfaz a primeira regra do bom gênero de entretenimento: estabelecer conflitos de personagens que funcionariam em qualquer tipo de história” – SuperHeroType.

“Como uma expansão da franquia MonsterVerse, ‘Monarch: Legado de Monstros’ é ambicioso e parece ótimo na tela, mas a primeira leva de episódios não consegue capitalizar o potencial dessa história épica” – JoBlo’s Movie Network.

A produção é estrelada por Kurt Russell e Wyatt Russell e estreia em 17 de novembro.

Após a batalha estrondosa entre Godzilla e os Titãs que arrasou São Francisco e a chocante revelação de que os monstros são reais, ‘Monarch: Legado de Monstros’ acompanha dois irmãos seguindo os passos de seu pai para descobrir a conexão de sua família com a organização secreta conhecida como Monarch. Pistas os levam ao mundo dos monstros e ao oficial do exército Lee Shaw (interpretado por Kurt Russell e Wyatt Russell) em dois períodos: nos anos 1950 e meio século depois, quando Monarch é ameaçada pelo que Shaw sabe. A saga dramática – abrangendo três gerações – revela segredos enterrados e como eventos épicos e destruidores podem repercutir em nossas vidas. 

O elenco ainda conta com Anna Sawai, Ren WatabeKiersey Clemons, Joe Tippett e Elisa Lasowski.

Matt Shakman (‘WandaVision’) irá dirigir os dois primeiros episódios, além de também servir como produtor executivo do projeto.
A produção foi criada por Chris BlackMatt Fraction, com Black servindo como showrunner.

O MonsterVerse começou em 2014, com ‘Godzilla‘, e ganhou continuidade com ‘Kong: A Ilha da Caveira‘ (2017), ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ (2019) e ‘Godzilla vs. Kong‘ (2021).

Garotos Detetives Mortos | [SPOILER] realmente morreu? Explicando a última cena do spin-off de ‘Sandman’

Nos últimos dias, a Netflix lançou a aguardada série jovem-adulta de fantasia Garotos Detetives Mortos, spin-off de ‘Sandman’ que também foi baseado na obra assinada pelo icônico Neil Gaiman.

De imediato ganhando a atenção do público e dos fãs desse sombrio e envolvente universo, a produção expandiu a mitologia arquitetada por Gaiman e mostrou uma perspectiva mais juvenil, mas igualmente arrepiante, a trama acompanha dois adolescentes fantasmas chamados Edwin Paine (George Rexstrew) e Charles Rowland (Jayden Revri) que unem forças para resolver mistérios do além-vida e ajudar espíritos a resolver seus assuntos pendentes no mundo terreno antes de seguirem em frente – para o Paraíso ou para o Inferno. Aliando-se a uma poderosa médium humana chamada Crystal Palace (Kassius Nelson), a dupla embarca em uma jornada de autodescobrimento enfrentando problemas gigantescos e mortais que chamam a atenção não apenas de forças divinas, mas de criaturas que querem destruí-los de uma vez por todas.

Como poderíamos imaginar, a plataforma de streaming, firmando parceria com os showrunners Steve Yockey e Beth Schwartz, não deixaria de entregar um potente gancho que nos aproximarmos do capítulo de encerramento da temporada de estreia – um cliffhanger envolvendo cada um dos personagens principais e deixando inúmeras pontas soltas que, com sorte, serão exploradas em um potencial segundo ciclo.

No último episódio, intitulado “The Case of the Hungry Snake”, Charles, Crystal e Niko (Yuyu Kitamura) enfrentam a maligna bruxa imortal Esther Finch (Jenn Lyon), cujo plano é utilizar os poderes recém-adquiridos por Edwin após sua escapada do Inferno para elevar a si própria a um patamar inalcançável, mantendo-se bela e jovial para sempre e utilizando uma força descomunal para trazer a cidade a seus pés. É claro que, considerando que essa é a narrativa que é explorada nessa iteração, nossos heróis conseguem derrotá-la de uma vez por todas, salvar Edwin e impedir que Esther cumpra com seus condenáveis objetivos. Entretanto, essa conquista não é alcançada sem sacrifícios.

Um dos momentos mais inesperados do capítulo é quando Niko, em uma tentativa desesperada de salvar Crystal das garras de Esther, é atingida por um mortal feitiço que abre uma ferida incurável em seu peito, rapidamente fazendo-a sangrar até a morte. Porém, enquanto todos imaginavam que ela tinha falecido, não pudemos deixar de perceber que a Morte (Kirby Howell-Baptiste), responsável por coletar os espíritos libertos e levá-los até onde devem ir, não dá as caras – o que é estranho, considerando que ela já tinha feito isso nos outros episódios. E, mais do que isso, um breve close-in mostra que Niko, segundos antes de morrer, estava segurando um pequeno objeto em forma de urso polar.

Não leva muito tempo até que nossas suspeitas sejam confirmadas: assim que deixou o corpo físico, o espírito de Niko foi transferido para um lugar suspenso no tempo e no espaço em virtude das habilidades mágicas do objeto que segurava – uma espécie de receptáculo protetor que a manteria a salvo das forças além-vida e de uma possível retaliação promovida por Esther e seus comparsas. O objeto, dado pelo Tragic Mick (Michael Beach) a ela como forma de proteção, permitiu que a jovem fosse levada ao que apenas podemos entender

Assim que foi assassinada, a jovem foi levada a uma espécie de purgatório em forma de iglu, reencontrando-se com os engraçados e impetuosos Duendes de Dentes de Leão Litty (Caitlin Reilly) e Kingham (Max Jenkins) – criaturinhas que haviam se apossado de seu corpo nos episódios iniciais da temporada. Apesar da identidade de Niko não ter sido fisicamente confirmada na última cena, as dicas imagéticas promovidas pela série apontam que ela, de alguma maneira, conseguiu sobreviver e terá seu arco explorado ainda mais nos próximos capítulos.

https://youtu.be/U1wrfTyd2mU?si=N5D34YZaYyngqA46

‘Upload’: Astro de ‘Sonic 2’ é escalado para a 4ª e ÚLTIMA temporada da série

Segundo o DeadlineLee Majdoub (‘Sonic 2’) foi escalado para o elenco da 4ª e última temporada de ‘Upload’, adorada série do Prime Video.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados, mas sabe-se que o ator dará vida a um personagem recorrente.

Greg Daniels, que serve como showrunner e diretor da série, prometeu que a história terá uma conclusão satisfatória: “Quando eu criei ‘Upload’ há muitos anos, eu havia pensado em um arco narrativo para quatro temporadas, então estou muito animado em fazer o desfecho que os fãs e os personagem merecem.”

Crítica | Upload: Com 3ª temporada arrastada, sátira high-tech da Prime Video começa a se desgastar

Na trama da série, depois de sofrer um acidente de carro autônomo, Nathan faz o “Upload” em Lakeview, a empresa de pós-vida digital de sua namorada, onde conhece a representante de atendimento ao cliente, Nora.

A série tem produção executiva de Greg Daniels e Howard Klein, dois dos autores da versão americana de ‘The Office‘.

Na trama, pessoas que estão prestes a morrer podem ser ‘upadas’ em uma pós-vida virtual da sua escolha. O ano é 2033 e aqui temos Nora, uma romântica em segredo, nascida no Brooklyn e que trabalha em um serviço ao consumidor para um luxuoso ambiente de realidade virtual. Quando o belo e festeiro Nathan bate seu carro, sua exigente namorada faz o upload dele permanentemente dentro do mundo virtual onda Nora se encontra.

O elenco também conta Andy Allo, Zainab Johnson, Kevin Bigley, Allegra Edwards, Owen Daniels e Andrea Rosen.

5 Grandes Séries sobre DISTOPIAS

Buscando refletir sobre um cenário onde a sociedade caminha para um choque entre a população e realidades de grande opressão, geralmente ambientadas em futuros, as distopias são a base de muitos roteiros que vemos em grandes séries lançados nos últimos anos no mundo dos streamings. Pensando nisso, e pra quem curte o tema, segue abaixo uma lista bem legal com 5 Grandes Séries sobre DISTOPIAS:

 

Station Eleven

Na trama, até certo ponto complexa, com muitos paralelos nas suas linhas temporais, conhecemos uma figura central de todos os personagens, Arthur Leander (Gael García Bernal), um ator muito famoso que está estreando uma adaptação da peça Rei Lear de William Shakespeare. Acontece que ele sofre um infarto e morre no meio da peça. Sabendo dessa informação, alguns personagens, ou que estavam presentes nesse dia ou que faziam parte da vida de Arthur, vão precisar fazer escolhas e lutar pela sobrevivência 20 anos depois quando uma gripe terrível e mortal matou mais de 90% da população mundial. Mas será que seus destinos vão se cruzar?

 

Black Mirror

Com seis temporadas impactantes, com episódios dentro do já conhecido formato de antologia, a última lançada faz poucos meses, o seriado, com produção britânica, Black Mirror, criada por Charlie Brooker nos apresenta histórias e situações dentro de uma análise ampla e comportamental da sociedade reagindo aos avanços tecnológicos.

 

O Homem do Castelo Alto

Imaginem um mundo onde os aliados tivessem perdido a Segunda Guerra Mundial. Partindo dessa distopia, chegou ao universo das séries em 2015 um seriado de quatro temporadas, baseado no romance homônimo Philip K. Dick publicado pela primeira vez no início da década de 60. Ao longo das temporadas vamos vendo tensões geopolíticas que impactam a vida da população dos principais países envolvidos.

 

Os Contos do Loop

Os Contos do Loop, Tales From The Loop no original, disponível no bom catálogo da Amazon Prime, é inspirada na obra do artista e designer sueco de 36 anos Simon Stålenhag. Uns dirão ser lenta, outros talvez dirão que não conseguem invocar a paciência necessária para absorver toda a mágica desse projeto. Mas com certeza quem consegue se conectar acaba embarcando em uma jornada tão rica pela alma humana que fica impossível não sair mexido com tantos retratos impactantes e poéticos que conferimos ao longo dos extensos e extremamente competentes oito episódios da primeira temporada.

 

Agentes do FBI

O que foi, o que é, e o que pode ser. A visão de uma turma de aprendizes do FBI sobre o mundo virtual mapeando o mundo real, conectadas por novas leis ligadas a avançada nova tecnologia, é a base de Agentes do FBI, minissérie disponível na Star Plus criada por Tom Rob Smith. Em três linhas temporais, uma no presente, uma no passado e uma no futuro, vamos percorrendo a obsessão pelo trabalho, os dilemas pessoais, as difíceis escolhas, os traumas que nunca vão embora de diferentes personagens e seus respectivos pontos de vistas na hora de entender mudanças drásticas na instituição que fazem parte. As relações pessoais são a base do refletir dessa distopia, através de um microscópio social proposto.

 

Crítica | Elis

Por Julie Nunes

É pau, é pedra, é o fim do caminho?

Contar a história de uma figura importante de um país definitivamente não é uma tarefa fácil, mas na qual vemos o cinema brasileiro se aventurar mais nos últimos tempos com títulos como Cazuza (2004), Heleno (2011), Gonzaga (2012), Tim Maia (2014), Não Pare na Pista (2014), entre outras que possuem um caráter documental, como Simonal – Ninguém sabe o duro que Dei (2009), Raul- O Início, o Fim e o Meio (2012) e Marighella (2012).  Peças biográficas, sejam em qual formato for, costumam conseguir uma excelente atenção do público que por diversas razões – que vão desde a admiração pelo personagem em questão até mesmo a mais simples curiosidade  – são instigados a consumir.

Elis Regina é um desses personagens riquíssimos de se abordar. Com uma simples pesquisa se encontrará uma infinidade de materiais sobre, e com toda certeza não é por menos, dado o talento estrondoso da cantora, que se perpetua até hoje como um dos principais nomes da MPB. Contudo, Elis ia muito além do quesito musical, e como todo e qualquer ser humano era bem mais complexa do que o seu papel enquanto cantora.

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Aqui surge o maior problema do longa Elis, dirigido Hugo Prata: seu principal arsenal é quase que exclusivamente a cantora Elis Regina e muito pouco a pessoa. O fato interfere inegavelmente na atuação de Andreia Horta, que não evolui presa dentro de um círculo vicioso de imitações caricatas, na tentativa de a cada segundo, ou melhor, a cada frame, lembrar a si mesma de que aquela é Elis Regina. Dado o desenvolvimento do longa, Elis não é muito além de uma risada larga e uma voz descomunal ( sendo, obviamente, a da própria Elis usada na obra).

Seu primeiro plano é o único acerto visual de todo o longa que, por meio de uma silhueta,  pouco revela a atriz e traz imediatamente uma sensação real de Elis Regina cantando um de seus maiores clássicos. Desse momento em diante a narrativa se revela clipada, exagerando no uso de fades out para conseguir ligar uma cena a outra, pois na história os pontos escolhidos como  condutores não conseguem dialogar entre si, praticamente não existindo cenas que sejam consequência de outras anteriores. Mas não se engane, não se trata de uma tentativa de linguagem de vanguarda, não são os famosos “jump-cuts”, apenas uma falta de estrutura firmada em fazer nada além do mínimo para ainda haver sentido.

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Existem ainda questões de caracterização que podem ser bastante questionáveis, como, por exemplo, a peruca do início do longa, ou o pouco trabalho com o ator Ícaro Silva – esse que já é Simonal no teatro há algum tempo, e agora faz e Jair Rodrigues no cinema. Já este ponto certamente faz lembrar a ausência lamentável de Milton Nascimento e Belchior enquanto personagens, no entanto, também há a feliz presença de Lannie Dale interpretado por Julio Andrade, que consegue desempenhar um bom papel mesmo dentro de uma narrativa tão difusa.

Fraco e com muitos clichês visuais apelativos, como a cena em que Elis (Andreia Horta) faz sexo com Bôscoli (Gustavo Machado) – que só existe para justificar a concepção, mesmo assim se mostrando desnecessária, por ser algo natural e esperado de recém casados –  perdendo tempo com algo insignificante para o desenvolvimento da história.  Outro exemplo é a cena na qual Elis chega e vê o berço vazio, levando-a a um instante de pânico, que não só é mal construído, como mais uma vez pouco acrescenta para a história como um todo. Infelizmente, a obra é bastante rasa, irregular, e não merece o amplo destaque que vem ganhando, principalmente na atual safra do cinema nacional.

Nostalgia! Relembre as Continuações Mais Famosas dos anos 80 que Completam 40 Anos em 2023

O estabelecimento de franquias multimilionárias pode até ser um pensamento moderno em Hollywood, que cada vez toma mais forma como norte para guiar a indústria. No entanto, a continuação de um filme de sucesso é algo tão antigo quanto a própria arte cinematográfica. Um dos maiores exemplos de sequências de sucesso é a série 007, baseada nos livros de Ian Fleming, que no cinema teve início ainda em 1962 com ‘007 Contra o Satânico Dr. No’ e dura até hoje, com um total de 25 filmes oficiais. É claro que este é apenas o exemplo mais popular, mas é provável que a continuação mais antiga do cinema seja ‘The Fall of a Nation’ (1916), sequência de ‘O Nascimento de uma Nação’ (1915), de D.W. Griffith. Entre esta última citada e 007, temos também o exemplo de ‘A Noiva de Frankenstein’ (1935), continuação do clássico absoluto do terror ‘Frankenstein’ (1931).

Tudo isso para dizer que ao voltarmos 40 anos no passado, já podíamos notar uma Hollywood dominada por sequências de filmes de sucesso. Sim, eram os anos 80, a época da consolidação dos blockbusters e do cinema comercial como entretenimento. Época do surgimento de algumas das marcas mais populares que ainda hoje geram lucro para seus criadores. Pensando nessa viagem nostálgica, iremos relembrar com você as 10 continuações mais famosas que completam 40 anos em 2023. Confira.

O Retorno de Jedi

Nos anos 80, já surgiam algumas das maiores franquias de Hollywood, que até hoje seguem com a popularidade em alta, capturando novas gerações de fãs a cada década, assim como mantendo sua base mais antiga. E talvez a franquia mais famosa e lucrativa da história ainda seja ‘Star Wars’ – que surgiu no fim dos anos 70, mas se consolidou na década de 80, devido a suas duas continuações e à durabilidade no mercado de vídeo e nas reprises da TV. Há 40 anos a trilogia original se encerrava com ‘O Retorno de Jedi’, que hoje pode até ser considerado o menos favorito do trio, mas na época fez um tremendo sucesso e a cabeça dos fãs com sua ação caprichada, e o último duelo entre Luke Skywalker e o pai Darth Vader.

007 Contra Octopussy

Como dito, a franquia 007 ainda se mantém como a primeira mais popular ainda em atividade em Hollywood. Quando começou, muitos dos fãs atuais sequer sonhavam em nascer. Hoje, todos vibram com os filmes de Daniel Craig – assim como uma nova geração irá embarcar no vindouro intérprete do espião. Os que são um pouco mais velhos, ainda pegaram a era de Pierce Brosnan e quem sabe Timothy Dalton. Os que estavam vivos nos anos 80 reconhecem Roger Moore como o James Bond que estava em atividade. E há 40 anos, Moore lançava seu sexto e penúltimo filme como 007, enfrentando a contrabandista que dá título ao filme, vivida pela bela Maud Adams.

Superman III

Quem dava as caras há 40 anos em mais uma continuação também era o maior de todos os heróis dos quadrinhos, o Superman, antes conhecido como Super-Homem. É claro que naquela época, os filmes do gênero de heróis não eram o que são hoje, mesmo assim o primeiro ‘Superman – O Filme’ (1978) se tornou um fenômeno, mostrando que uma obra do tipo podia ser levada a sério e feita para adultos. Deu muito certo e a continuação ‘Superman II’ (1980) sairia logo dois anos depois. A ideia para o terceiro filme surgiu quando o comediante sensação da época, Richard Pryor, começou a dar diversas entrevistas afirmando o quanto adorava os filmes do Homem de Aço. Assim os produtores viram uma oportunidade e colocaram Pryor para contracenar com Christopher Reeve.

Impacto Fulminante

Na década de 1970, antes de nomes como Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger, o lendário Clint Eastwood era “o” cara da ação. Nessa época ele dava vida a um dos policiais mais emblemáticos do cinema, o tira durão Dirty Harry. E o primeiro ‘Perseguidor Implacável’ (1971) fez tanto sucesso que acabou gerando uma sequência. O curioso é que assim como 007 em seus títulos originais, Dirty Harry escolhia não colocar números nos títulos das continuações, como 2, 3, 4, e sim dar um título novo a cada aventura. Assim vieram ‘Magnum 44’ (1973) e ‘Sem Medo da Morte’ (1976), as partes dois e três da jornada deste incorreto herói. Há 40 anos éramos brindados com a quarta aventura, ‘Impacto Fulminante’, a primeira dos anos 80, na qual Harry ajuda uma vítima de estupro. A franquia ainda receberia um quinto episódio em 1988.

Tubarão 3

Além de continuações, há 40 anos o cinema via o auge de um artifício que vira e mexe cisma em voltar: o uso da técnica do 3D. Só aqui nesta lista teremos dois exemplares. O primeiro a chegar é o terceiro filme de ‘Tubarão’. O primeiro longa, dirigido por Steven Spielberg, colocou o nome do cineasta no mapa e se tornou o primeiro blockbuster da história. Ainda extremamente popular, a obra-prima recebeu indicação ao Oscar de melhor filme (acredite). Três anos depois, surgia a primeira continuação, que visava seguir os mesmos moldes do original, sem o mesmo brilho. Mas quando falamos na década de 80, adentramos uma era de galhofa. Assim, nesse terceiro filme, em 3D, o tubarão ataca num parque aquático e enfrenta… golfinhos!

Psicose II

O conceito de sequências tardias muito em voga na Hollywood tampouco é algo novo. Há 40 anos, a Universal Pictures decidia revisitar um de seus maiores clássicos, e um dos maiores clássicos da história do cinema – ‘Psicose’ (1960) de Alfred Hitchcock. Foram 23 anos que separaram esta continuação do original em preto e branco, que falava sobre um hotel de beira de estrada e os estranhos habitantes vivendo nele. Em especial Norman Bates e sua “mãe”. O protagonista Norman, novamente vivido pelo saudoso Anthony Perkins, sai do sanatório e retorna para o estabelecimento que herdou da mãe, a fim de começar sua vida do zero. No entanto, o local pode não ser o mais favorável. Ele começa a trabalhar num restaurante, mas em breve voltará a ser assombrado pelo fantasma da mãe.

Os Embalos de Sábado Continuam

Pode ter certeza que se um filme fizer um sucesso fenomenal, os executivos lutarão com todas as forças para fazer uma sequência e dar continuidade a esse sucesso – na maioria das vezes pensando unicamente no fator financeiro. Até mesmo filmes que conta histórias fechadinhas, que não necessitavam de continuação – e que algumas vezes se torna até difícil imaginar como se dará a sequência – terminam ganhando as chamadas continuações “caça-níquel”. E sim, o item acima, ‘Psicose II’ é uma delas. Assim como este aqui, que continua ‘Os Embalos de Sábado à Noite’, filme com John Travolta que pegava o embalo das discotecas para contar sobre um sujeito sem muitas aspirações na vida, mas que à noite se tornava um rei das boates. Seis anos depois, ninguém menos que Sylvester Stallone aproveitando a popularidade da franquia Rocky, resolveu dirigir a continuação, transformando Tony Manero (Travolta) em um sujeito musculoso e coberto de óleo, que agora visava se tornar um dançarino da Broadway.

Porky’s 2 – O Dia Seguinte

‘Porky’s – A Casa do Amor e do Riso’ se tornou uma das mais bem sucedidas comédias juvenis escrachadas do início dos anos 80. E quando digo escrachada, talvez esteja sendo bonzinho demais, já que na época o filme empurrou bastante os limites da censura, com cenas de cunho sexual nunca antes vistas no cinema de Hollywood – com direito à nu frontal das atrizes e atores. Cada cena do longa parecia girar em torno de piadas sexuais. A bilheteria foi gorda, então o que fazer para continuar e ao mesmo tempo evitar parte da polêmica? Uma continuação mais “domada”, já que grande parte do público eram os adolescentes, os que os pais permitiam assistir e os que os pais não permitiam também. Na segunda investida da turminha de Angel Beach, os adolescentes estão mais politicamente corretos, lutando contra racismo, contra a Ku Klux Klan, religiosos hipócritas e políticos corruptos.

Amityville 3

Uma das franquias de terror mais confusas do cinema – ‘Amityville’ pegou carona na tendência da época dos filmes satânicos, que vieram ao longo da década de 1970 após ‘O Bebê de Rosemary’ (1968). Filmes como ‘O Exorcista’ (1973) e ‘A Profecia’ (1976), por exemplo. ‘Terror em Amityville’ chegou no fim da década, em 1979, e trouxe James Brolin e Margot Kidder (a Lois Lane dos filmes de ‘Superman’ com Christopher Reeve) como pais de uma família que se muda para uma nova casa. Eles irão descobrir da pior maneira possível que a casa é assombrada por espíritos malignos, dos antigos moradores, que viveram uma grande tragédia. Amityville 2 – A Possessão foi lançado em 1982 e resolveu contar a história da tal família que viveu antes na casa, e que teve o filho mais velho possuído e comentando atos terríveis de violência contra os seus. A terceira parte embarca na onda do 3D para contar sobre um jornalista que se muda para o local. O filme traz os primeiros trabalhos no cinema de atrizes como Meg Ryan e Lori Loughlin.

A Maldição da Pantera Cor-de-Rosa

Outra franquia que possui muitos exemplares, mas que confunde os fãs sobre sua ordem ou sobre quantos filmes possui na realidade. Esse é o preço a se pagar quando não são colocados números para esclarecer ao público. Ainda mais quando a franquia continua sem seu astro protagonista. Aqui, quase tão antiga quanto a franquia 007 no cinema, tudo começou em 1963, com ‘A Pantera Cor-de-Rosa’, filme que trazia o icônico Inspetor Clouseau de Peter Sellers como coadjuvante. Depois veio ‘Um Tiro no Escuro’ (1964), promovendo o personagem à protagonista. Em 1968, ‘Inspetor Clouseau’ substituiu Sellers por Alan Arkin no papel e não deu certo.

A volta de Sellers ao papel seria em, bem, ‘A Volta da Pantera Cor-de-Rosa’ (1975). Como não parava de fazer sucesso, o ator ainda retornaria em ‘A Nova Transa da Pantera Cor-de-Rosa’ (1976) e ‘A Vingança da Pantera Cor-de-Rosa’ (1978). Até mesmo depois de falecido em 1980, Peter Sellers seguia fazendo os filmes da franquia, ou quase. ‘A Trilha da Pantera Cor-de-Rosa’ (1982) foca no desaparecimento de Clouseau e usa imagens de arquivo do ator para compor a narrativa. Há 40 anos, como não dava para usar o mesmo truque de ter Clouseau sem Peter Sellers, a opção foi por substitui-lo por um novo trapalhão, Sleigh (Ted Wass), em ‘A Maldição da Pantera Cor-de-Rosa’ e compensar a troca utilizando todos os coadjuvantes mais legais dos filmes anteriores para completar o elenco. A franquia ainda teria mais uma sequência em 1993, um remake (2006) e sua continuação (2009).

‘Castle Rock’: Série de suspense de Stephen King e J.J. Abrams ganha novos teasers; Assista!

“Coisas ruins acontecem aqui.”

A nova série da plataforma Hulu – baseada na obra de Stephen King -, intitulada ‘Castle Rock‘, ganhou quatro novos teasers incríveis.

Confira:




Além disso, confira o novo trailer que destaca o ator Bill Skarsgård e se conecta a IT: A Coisa e Cujo’.

Segundo a publicação, o primeiro episódio da produção será exibido ao longo do painel da Hulu, no salão 20. O produtor da série, J.J. Abrams, não estará presente na ocasião, em virtude das filmagens de ‘Star Wars: Episódio IX‘, que atualmente acontecem no Reino Unido. Além dele, King também ficará de fora.

No entanto, os protagonistas Sissy Spacek, Bill Skarsgård, entre outros, participarão do painel. A expectativa é que Abrams apareça para os fãs em vídeo.

A plataforma de streaming Hulu confirmou a encomenda de 10 episódios para a primeira temporada da série antológica, que trará vários personagens inspirados nas clássicas obras de King.

Todos eles estarão “confinados” numa cidade que tem o mesmo nome da série.

Só pra você ter ideia do quão curioso é o projeto, personagens de ‘Cujo‘, ‘Sonâmbulos‘ e ‘It – A Coisa‘ deverão fazer parte do elenco principal.

Cada temporada acompanhará um grupo distinto de protagonistas e narrativas, à medida que também se conecta com os ciclos anteriores e seus respectivos personagens. ‘Castle Rock‘ foi encomendada pela plataforma de streaming Hulu e ainda não possui data de estreia ou quantidade de episódios para sua primeira temporada.

Para aqueles que desconhecem o universo literário de King, Castle Rock é uma cidade fictícia no estado americano de Maine onde muitos de seus thrillers e contos se passam. A primeira vez que ela apareceu foi no livro de 1979, ‘A Zona Morta‘. Além disso, ela surge novamente em ‘Cão Raivoso‘ (1981), ‘O Corpo‘(1982), ‘O Caminhão do Tio Otto‘ (1983), ‘O Atalho da Sra. Todd‘ (1984), ‘A Metade Negra‘ (1989), ‘O Cão da Polaroid‘ (1990), ‘Trocas Macabras‘ (1993), entre outros.

Castle Rock será lançada em 25 de julho 2018.

Veja fotos:

 

‘Arrow’: 8ª temporada será a ÚLTIMA da série!

Através de seu Twitter, o astro Stephen Amell confirmou que a 8ª temporada de ‘Arrow‘ será a última da série.

O ator também confirmou que o último ciclo terá apenas 10 episódios.

“Interpretar o Oliver Queen tem sido a maior experiência profissional da minha vida… mas eu não posso ser um vigilante para sempre. ‘Arrow’ retornará para a última temporada de 10 episódios no final do ano. Há muita coisa para dizer… mas por enquanto eu só quero dizer obrigado.”

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.

A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.

O elenco conta com Stephen Amell, David Ramsey, Emily Bett Richards, Katie Cassidy, Paul Blackthorne, Willa Holland e Echo Kellym.

‘Weeds’: Série da criadora de ‘Orange is the New Black’ ganhará continuação

De acordo com o Variety, o canal Starz está desenvolvendo uma continuação da série ‘Weeds‘.

A nova produção irá mostrar a família Botwin 10 anos após os eventos da série original, na era da legalização.

Mary-Louise Parker voltará a estrelar a nova série e também servirá como produtora executiva.

A série está sendo desenvolvida pela roteirista Victoria Morrow, que também trabalhou na série original. Infelizmente, Jenji Kohan, criadora da produção original, não terá envolvimento com a continuação.

A Lionsgate também produzirá a nova série.

Novas informações devem sair em breve.

Confirmado! Brad Dourif voltará a dublar o brinquedo assassino na série ‘Chucky’

Agora é oficial! De acordo com o TV Line, foi confirmado que o ator Brad Dourif voltará a dublar o icônico brinquedo assassino na série ‘Chucky‘.

Vale lembrar que o ator dublou o personagem em TODOS os filmes da franquia (com exceção do remake), então seu retorno à série não é uma surpresa.

Nos EUA, a produção será lançada em 2021 em dois canais diferentes, SyFy e USA.

Confira o teaser:

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

Em entrevista ao Syfy Wire, Don Mancini deu novos detalhes sobre a série, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção.

“Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.”

Ele completa, “Acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.” 

Vale lembrar que a Jennifer Tilly já confirmou o seu retorno na produção.

‘The Sons of Sam’: Documentário da Netflix questiona a verdade por trás de caso fechado; Confira o trailer!

A Netflix divulgou o primeiro trailer de sua nova série documental, intitulada ‘The Sons of Sam: A Descent into Darkness‘, que irá investigar os crimes do serial killer David Berkowitz, conhecido como Filho de Sam.

Confira:

Joshua Zeman é responsável pela direção.

A produção será lançada na plataforma no dia 5 de maio.

“A caçada pelo “Filho de Sam” chamou a atenção do mundo no final da década de 1970, mas a história por trás de um dos mais notórios assassinos em série da América foi esquecida – até agora. Apesar da prisão e condenação de David Berkowitz ter trazido o fim de um pesadelo para muitos nova-iorquinos, para o jornalista Maury Terry, autor do livro ‘Ultimate Evil’, o verdadeiro mistério estava apenas começando.”

A série contará com quatro episódios de 60 minutos.

Demônios atacam durante a 2ª Guerra Mundial no trailer de ‘Warhunt’; Confira!

O terror sobrenatural ‘Warhunt‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Mauro Borrelli é responsável pela direção do longa, que conta com o roteiro de Reggie Keyohara III e Scott Svatos.

“Um avião de carga militar dos EUA perde o controle e bate violentamente atrás das linhas inimigas no meio da floresta negra alemã. Imediatamente, o cruel Major Johnson (Rourke) envia um esquadrão de seus mais bravos soldados em uma missão de resgate para recuperar o material ultrassecreto que o avião carregava. Liderados pelo sargento Brewer (Knepper) e Walsh (Rathbone), os soldados se aventuram nas profundezas da floresta perto do local do acidente. Eles logo descobrem soldados nazistas enforcados e outros corpos com símbolos mágicos antigos. De repente, suas bússolas falham, suas percepções se distorcem e eles são atacados por uma força sobrenatural poderosa. Lutando para sobreviver, eles devem descobrir a chocante verdade por trás da força antes dos nazistas e fazer tudo o que puderem para remover todas as evidências de que ela já existiu, mesmo ao custo de suas próprias vidas.”

Mickey RourkeJackson RathboneRobert Knepper estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD no dia 21 de janeiro.

Atriz de ‘Elite’ vai estrelar o novo terror do diretor de ‘[REC]’

De acordo com o Bloody Disgusting, Ester Expósito (‘Elite’) vai estrelar ‘Venus‘, novo terror dirigido por Jaume Balagueró, do popular e elogiado ‘[REC]‘.

O longa será o segundo lançamento da saga ‘The Fear Collection‘, criada por Álex de la Iglesia, que é composta por filmes antológicos e independentes. O primeiro foi ‘Veneciafrenia‘, que foi lançado na Espanha no ano passado.

O novo filme está sendo descrito como um terror sobrenatural que mostrará luta pela sobrevivência, trazendo elementos de bruxaria moderna.

Confira o cartaz:

O terror é inspirado pelo conto Sonhos na Casa da Bruxa, de HP Lovecraft.

O elenco ainda contará com Ángela Cremonte, Magüi Mira, Fernando ValdiviesoFederico Aguado.

A produção está prevista para chegar aos cinemas da Espanha no dia 2 de dezembro, com lançamento posterior no Prime Video.