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Henry Cavill e Margot Robbie entram em ação em fã-trailer INCRÍVEL de ‘Bond 26’

Um trailer feito por fã, que imagina Henry Cavill (‘O Homem de Aço’) como o novo James Bond ao lado de Margot Robbie (‘Barbie’), está bombando nas redes sociais. Apesar de ser totalmente fictício, o vídeo intitulado ‘Bond 26 já acumula milhões de visualizações no YouTube.

De acordo com o The Hollywood Reporter, o trailer fictício acumulou 2,3 milhões de visualizações, presumivelmente impulsionadas por uma variedade de fãs, alguns apreciando-o como um exercício de “e se”, enquanto outros foram enganados por sua autenticidade.

“Por favor, note que este vídeo é um trailer conceitual criado exclusivamente para fins artísticos e de entretenimento”, observa o criador KHStudio. “Incorporei meticulosamente vários efeitos, design de som, tecnologias de IA, análises de filmes e outros elementos para dar vida à minha visão. Seu objetivo é puramente artístico, visando entreter e envolver a comunidade do YouTube. Meu objetivo é mostrar minha criatividade e habilidades de contar histórias por meio deste trailer. Obrigado pelo seu apoio e vamos mergulhar no mundo da imaginação”.

O trailer ‘Bond 26 utiliza uma variedade de imagens de outros filmes estrelados pelo ator e manipuladas por inteligência artificial, apresentando Cavill como o novo Bond e Margot Robbie como uma Bond girl.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que recentemente o astro britânico Henry Cavill não escondeu seu desejo de interpretar o icônico agente secreto James Bond na famosa franquia 007.

Segundo a CBR, Cavill explicou que ainda considera a ideia de vestir o famoso terno de Bond, embora admita: “Talvez eu esteja velho demais agora”.

“Tudo o que tenho são os rumores. As mesmas informações que você tem. Talvez eu esteja velho demais agora. Talvez não. Depende de Barbara Broccoli e Mike Wilson, e veremos quais são os planos deles”, declarou.

Vale ressaltar que em 2006, Cavill foi seriamente cogitado para interpretar Bond em ‘Casino Royale’, antes de perder o papel principal para Daniel Craig, que se consolidou como um nome conhecido na franquia de ação.

Lembrando que recentemente Cavill estrelou ‘Argylle – O Superespião‘, o filme de espionagem do diretor Matthew Vaughn (Kingsman).

O longa-metragem está disponível na Apple TV+.

A história gira em torno do maior espião do mundo, chamado Argylle. A expectativa é que o filme seja um sucesso e dê origem a uma nova franquia de pelo menos mais três títulos, gravados nos Estados Unidos, Londres e em outras locações espalhadas pelo mundo.

Relembre nossa crítica em vídeo:

“Embora Bryce Dallas Howard esteja charmosa, esta comédia de ação dependente de reviravoltas fica cansativa” – The Messenger.

“Um dos filmes de ação mais caoticamente estúpidos a torturar o público em anos” – Globe and Mail.

“De reviravoltas inesperadas ao elenco incrivelmente carismático, sem mencionar um terceiro ato repleto de acontecimentos hilariamente inesquecíveis, a complexa e simples história de espionagem cativa o público com seu charme exagerado e energia implacável” – Talking Films.

Argylle’ é divertido, com muita ação e um excelente uso da música” – Solzy at the Movies.

“Vaughn e [o roteirista Jason] Fuchs nunca descobrem como concretizar uma ideia inteligente” – Deadline.

Além de Cavill, também estão confirmados Sam Rockwell, Bryce Dallas Howard, Dua Lipa, Bryan Cranston, Catherine O’Hara, John Cena e Samuel L. Jackson no elenco.

O roteiro é assinado por Jason Fuchs (‘Mulher-Maravilha‘).

 

 

‘Heartstopper’: Kit Connor NÃO quer trabalhar com Joe Locke na Marvel e revela o MOTIVO

Joe Locke, conhecido por seu trabalho na aclamada série Heartstopper, fez sua estreia no Universo Cinemático Marvel como o Jovem em Agatha Desde Sempre.

Ainda que sua identidade não tenha sido revelada, várias pistas e materiais promocionais apontam-no como Billy Maximoff/Wiccano, filho da Feiticeira Escarlate – mas vale lembrar que há chances de que o Jovem seja, na verdade, Nicholas Scratch (filho da protagonista Agatha Harkness).

Enquanto o astro já faz parte desse icônico panteão super-heroico, alguns fãs ficaram desapontados ao descobrirem que Kit Connor, parceiro de Locke em Heartstopper, não tem pretensão de se juntar ao MCU como o namorado de Wiccano, o híbrido de Kree e Skrull conhecido como Hulkling.

Em entrevista ao Omelete, Connor comentou:

“Não acho que eu seria uma boa escolha para o Hulkling, honestamente. Acho que as pessoas ficariam cansadas de ver eu e Joe juntos, caso continuássemos assim nos próximos anos”. 

Baseada na graphic novel LGBTQ+ da autora Alice Oseman, que também atua como roteirista, a produção alcançou o TOP 10 da plataforma de streaming em mais de 50 países.

Na trama, “o meigo Charlie e o fã de rúgbi Nick se conhecem no colégio. Mas logo essa amizade improvável começa a se transformar em romance. Agora, Charlie, Nick e seu círculo de amigos precisam encarar essa jornada de autodescoberta e aceitação, apoiando uns aos outros e aprendendo a ser eles mesmos”.

Heartstopper‘ é sobre amor, amizade, lealdade e saúde mental. O enredo abrange todas as pequenas histórias das vidas de Nick e Charlie que, juntos, formam algo maior.

William Gao, Yasmin Finney, Corinna Brown, Kizzy Edgell e Jonathan Bailey também fazem parte do elenco.

10 Filmes que valem não só pela trilha sonora

A importância da trilha sonora fica cada vez mais clara na nossa vida quando vamos ficando mais velhos e os detalhes se tornam elementos chaves para todo um refletir sobre uma obra. Pensando nesse recorte, separamos abaixo uma lista de filmes bem legais:

 

Flashdance

Na trama, conhecemos Alex (Jennifer Beals), uma jovem de 18 anos, amante da dança, com o sonho de entrar em um concorrido conservatório de balé. Para sobreviver, ela trabalha de dia como soldadora em obra e de noite se apresenta em impactantes shows noturnos de dança em uma boate. Certo dia, se aproxima do seu chefe, Nick (Michael Nouri), um homem mais velho, mais maduro, que a ajuda no seu caminho rumo aos sonhos.

 

Guardiões da Galáxia – Vol. 3

Quando a emoção atinge níveis constantes, estando em todo o lugar. Escrito e dirigido por James Gunn, o grupo de super heróis mais carismáticos das galáxias chega com altas cargas de tensão e emoção para uma última dança, um último objetivo juntos, em uma trama que explora as origens de uma das mais importantes peças de um tabuleiro carismático que soube conquistar o público desde o primeiro filme. Ao longo das quase duas horas e meia de projeção, percorremos juntos com os heróis, em meio a dilemas e lembranças dolorosas, uma aventura que vai ficar nas memórias de muitos. A sempre poderosa trilha sonora costura a narrativa de maneira empolgante. O roteiro, mesmo batendo em teclas batidas, consegue sopros de genialidade tocando o coração de todos. Vai ser muito difícil se despedir desses personagens.

 

Licorace Pizza

O amor na sua simples escala de emoções. Buscando o resgate aos primórdios dos primeiros encontros, das paixões avassaladoras que a vida coloca em nossos caminhos, o genial Paul Thomas Anderson volta aos cinemas para declarar sua visão, seus recortes, sobre o amar na sua simples escala de emoções. Indicado a três Oscars em 2022, o longa-metragem nos coloca em retorno ao início da década de 70, numa terra de oportunidades, onde os sonhos e os desejos se misturam mas não deixam de seguir em paralelos para duas almas que riem, choram e amam.

 

Babilônia

Na trama, acompanhamos o em torno dos alicerces de Hollywood nos anos 20 na visão de alguns personagens. Manny (Diego Calva) é um imigrante mexicano que entre bicos em festanças descontroladas onde aparecem os grandes nomes da tão badalada indústria do cinema norte-americano consegue avançar no sonho de participar nos bastidores de algumas produções. Conhecemos também Nellie (Margot Robbie), um jovem atraente que tem um passado triste e acaba conseguindo adentrar ao mundo do cinema mudo. E temos Jack Conrad (Brad Pitt) um bem sucedido ator da Hollywood desse tempo que passará por intensos conflitos com a chegada do cinema falado. Essas três almas, interligadas pelos bastidores do cinema, nos guiam para uma trama que envolve declínios e ascensões meteóricas.

 

Os Fabelmans

Na trama, conhecemos Sammy (Gabriel LaBelle) um jovem que começa a ter suas primeiras experiências com cinema logo na pré adolescência após ficar impactado pelo seu primeiro filme visto numa tela grande. O protagonista mora com o pai, o engenheiro elétrico Burt (Paul Dano), a mãe e pianista Mitzi (Michelle Williams), e suas irmãs. Ambientado nas décadas de 50 e 60, vamos caminhando na sua aspiração em ser um cineasta, fato que encontra paralelos com uma descoberta dolorosa que impacta para sempre sua família. Com versões fictícias de pessoas reais na vida de Spielberg, Os Fabelmans busca um enorme recorte sobre a influência para um sonho e como tudo que aconteceu em sua trajetória, de alguma forma, o levaram por esse caminho.

 

Soul

Na trama, conhecemos o músico e professor de música no colégio Joe (Jamie Foxx – dubla na versão original), um homem solitário que tem a paixão pela música e mais especificamente o Jazz como motores de sua felicidade. Certo dia, consegue a grande chance de sua vida e tocar em um quarteto de uma grande diva do Jazz. Só que Joe acaba sofrendo um acidente e acaba indo parar em uma espécie de pré-paraíso, um mundo das almas, onde conhece 22 (Tina Fey – dubla na versão original) uma alma descrente sobre a vida. Enquanto seu corpo está respirando por aparelhos no hospital, Joe e 22 embarcarão em uma aventura para tentar levar Joe de volta a seu corpo e também fazer com que 22 muda suas ideias pré conceituais do mundo.

 

Coringa

Na trama, ambientada na década de 80 na famosa Gotham City, conhecemos o jovem Arthur (Joaquin Phoenix), um trabalhador norte-americano que entre alguns bicos faz parte de uma empresa que seleciona palhaços para campanhas publicitárias de ruas e eventos pela cidade. Ele mora com sua mãe debilitada em um apartamento em uma zona violenta de Gotham e passa seus dias entre suas escritas para futuros stand up comedies e assistindo a um famoso programa de televisão (Talk Show) apresentado por Murray Franklin (Robert de Niro). Após ser ridicularizado, uma série de acontecimentos acabam despertando nele uma fúria incontrolável e ele começa sua trajetória de loucura transformando caoticamente para sempre sua cidade.

 

O Amor de Sylvie

Na trama, na era forte do Jazz nos Estados Unidos, conhecemos Robert (Nnamdi Asomugha) um talentoso saxofonista, de origem humilde, que toca em grandes clubes noturnos em um quarteto bastante prestigiado. Para complementar a renda do que recebe pelas apresentações com a banda, resolve aceitar o emprego em uma loja de vinis e lá conhece Sylvie (Tessa Thompson), funcionária e filha do dono que possui um conhecimento avançado sobre música. Assim, os dois começam a se conhecer e a viver um relacionamento repleto de obstáculos e que ultrapassa o tempo onde os sonhos serão motores de apoio de um par ao outro.

 

1917

Na trama, somos jogados novamente para os horrores da Primeira Guerra Mundial, mais precisamente para o ano de 1917 e no início do mês de abril (exatamente no dia em que os Estados Unidos declararam guerra à Alemanha e seus aliados), onde dois jovens soldados britânicos recebem ordens claras e objetivas para atravessarem um enorme território, inclusive passar próximo das linhas inimigas, tudo isso para entregar uma mensagem importante que pode salvar todo um batalhão com mais de 1.500 britânicos. Assim, reunindo forças de onde podem os jovens enfrentarão obstáculos complicados para chegarem até seu objetivo.

 

Relatos do Mundo

Na trama, conhecemos o respeitado capitão Kidd (Tom Hanks), um homem que serviu ao exército, depois foi tipógrafo e após a guerra (onde perdera quase tudo que conquistara) abandonou a esposa anos atrás indo de cidade em cidade anunciando notícias que chegam do mundo através das poucas publicações jornalísticas que haviam naquele tempo (o longa-metragem é ambientado em 1870). Certo dia, saindo de uma cidade para outra, encontra uma jovem perdida, chamada Johanna (Helena Zengel), que fala um idioma indígena. Sem saber direito o que fazer para ajudar a menina, após tentativas de pedir ajuda para terceiros, resolve ele mesmo percorrer mais de 600 kms para levar a jovem a seu destino que é a casa dos únicos parentes vivos dela. Mas esse caminho não será fácil e ele precisará defender a menina e a si mesmo das garras de muitos inescrupulosos que atravessam o caminho deles.

 

 

Por onde andam… ‘As Patricinhas de Beverly Hills’?

Uma questão que constantemente permeia o pensamento de muitos cinéfilos pelo mundo é: por onde anda o elenco daquele filme que adoram. E as respostas podem ser as mais variadas. Pensando nisso, nós aqui no CinePOP decidimos responder tais dilemas intrigantes para você, nosso caro leitor e razão de ser. Para abrir esta nova coluna do site, que tal um dos mais icônicos filmes adolescentes dos anos 1990, quiçá um dos melhores de todos os tempos: As Patricinhas de Beverly Hills, de 1995, da diretora Amy Heckerling. Vem com a gente.

Alicia Silverstone (Cher)

Nesta adaptação do clássico romance Emma, de Jane Austen, para os tempos modernos, a Cher de Alicia Silverstone é a própria remodelagem da casamenteira protagonista. A personagem que tem prazer em formar casais, resolver seus problemas amorosos, mas que não consegue ajudar a si mesma. A história é boa? Sim, é. Justamente porque foi escrita por um ícone, décadas antes dos fãs das Patricinhas nascerem. Silverstone veio dos clipes da banda Aerosmith, mais precisamente Cryin´, Crazy e Amazing, virando a musa da geração MTV.

Um tempo depois, Silverstone fez a transição para o cinema, sendo este As Patricinhas de Beverly Hills seu primeiro grande – e maior – destaque na carreira. No entanto, infelizmente, foram necessários apenas dois deslizes para sua trajetória sair dos eixos e nunca mais voltar, mostrando o quanto Hollywood pode ser cruel. Em 1997, Silverstone emplacou os fracassos consecutivos de Batman & Robin e Excesso de Bagagem. Na década passada, os trabalhos no cinema passavam em branco e na TV, Silverstone tentava a sorte com séries como Miss Match (2003), sem grande sucesso também. A coisa mais legal que a atriz fez nesse tempo talvez tenha sido Vampiras (2012), comédia novamente dirigida por Amy Heckerling, e co-protagonizada por Krysten ‘Jessica Jones’ Ritter.

Próximos Projetos – Silverstone, hoje aos 40 anos de idade, está anunciada como parte do elenco da nova série cômica American Woman, que tem estreia programada para este ano.

Stacey Dash (Dionne)

A beldade Stacey Dash vivia Dionne, a melhor amiga da protagonista Cher. Depois do sucesso do filme, Dash repetiu seu papel na série de TV baseada no longa, que viu Silverstone substituída por Rachel Blanchard. A série durou de 1996 a 1999. Na TV, a atriz apareceu em outras séries como The Strip (1999 – 2000), The Game (2009 – 2011) e Single Ladies (2011).  No cinema, os filmes de maior destaque em que esteve foram Voando Alto (2003), com Gwyneth Paltrow, de Bruno Barreto, e Nunca é Tarde para Amar (2007), com Michelle Pfeiffer, da própria Amy Heckerling.

O último trabalho conhecido de Dash foi no ultra-trash Sharknado 4 (2016), no qual interpretava a prefeita. A carinha jovial e jeitinho de menina de Dash engana, mas a atriz já está com 50 anos de idade.

Brittany Murphy (Tai)

A atrapalhada e remodelada Tai foi vivida pela atriz Brittany Murphy. Como todos sabem, infelizmente a jovem Murphy faleceu em 2009, aos 32 anos. Ao contrário das amigas de elenco, Murphy foi uma das que mais se destacou na carreira, se tornando uma atriz renomada. Ainda em 1996, participou de um episódio da série baseada no filme das Patricinhas, interpretando outra personagem. No cinema, Murphy participou de filmes como o indicado ao Oscar Garota, Interrompida (1999), Refém do Silêncio (2001), de Gary Fleder, com Michael Douglas; Os Garotos da Minha Vida (2001), de Penny Marshall, com Drew Barrymore; 8 Mile: Rua das Ilusões (2002), de Curtis Hanson, com o rapper Eminem e Sin City: A Cidade do Pecado, de Robert Rodriguez, adaptação dos quadrinhos de Frank Miller.

Murphy também chegou a protagonizar seus próprios filmes como Recém-Casados (2003), Grande Menina, Pequena Mulher (2003) e A Agenda Secreta do Meu Namorado (2004). Seus últimos filmes foram Busca Alucinante (2010), direto em vídeo, e Algo Maligno (2014) – ambos lançados de forma póstuma.

Paul Rudd (Josh)

Essa é fácil. Paul Rudd talvez seja o membro do elenco mais reconhecível ainda em atividade. Nada que a Marvel não resolva. Logo depois do lançamento do filme, no entanto, Rudd foi visto no sofrível e inacabado Halloween 6 (1995), em Romeu + Julieta (1996), de Baz Luhrmann, e também fez uma participação na série das Patricinhas interpretando outro personagem. Em 1998, com A Razão do Meu Afeto, no qual atuava ao lado de Jennifer Aniston, começou a galgar trabalhos maiores, participando de forma recorrente também na série famosa da atriz, Friends – na qual ficou de 2002 a 2004. Rudd também virou sinônimo de participações em comédias de sucesso, vide O Âncora (2004), O Virgem de 40 Anos (2005), Ligeiramente Grávidos (2007) e Ressaca de Amor (2008).

O verdadeiro divisor de águas na carreira deste ator com anos de estrada veio mesmo em 2015. Tudo porque Rudd foi escolhido pela atual midas dos Blockbusters, a Marvel, para viver Scott Lang, o Homem-Formiga. O filme foi um sucesso, e emplacou o ator também em Capitão América: Guerra Civil (2016), no qual se tornou o rouba cenas. Os próximos blockbusters de Rudd na casa são Vingadores: Guerra do Infinito e Homem-Formiga e a Vespa, ambos programados para 2018.

Donald Faison (Murray)

No filme, Murray é o namorado de Dionne. Donald Faison, assim como Stacey Dash, foi um dos atores que aceitou retornar e viver o mesmo papel na série de TV derivada do longa. No cinema, o ator esteve em filmes como Falando de Amor (1995), de Forest Whitaker, com Whitney Houston; na comédia adolescente Mal Posso Esperar (1998), com Jennifer Love Hewitt; Duelo de Titãs (200), com Denzel Washington; e Josie e as Gatinhas (2001), com Rosario Dawson. Faison ficaria mais conhecido, no entanto, por seu papel o Dr. Christopher Turk, na hilária e subestimada Scrubs, série que durou de 2001 a 2010.

Mais recentemente, Faison esteve na ficção trash Skyline – A Invasão (2010), de Colin e Greg Strause; e em Kick-Ass 2 (2013), no papel do Dr. Gravidade. O ator também dublou a série animada TRON: Uprising, baseada no longa homônimo da década de 1980 e sua continuação de 2010. O próximo trabalho de destaque do ator também será na dublagem, da animação Star Wars: Detours, em fase de pós-produção.

Elisa Donovan (Amber)

Amber era a rival de Cher e a menina má do colégio. Elisa Donovan também retornou para a série para viver a mesma personagem. A atriz também participou de outra série de sucesso, Sabrina – Aprendiz de Feiticeira, com Melissa Joan Hart, na qual viveu a personagem Morgan Cavanaugh, de 2000 a 2003. Em 2009, Donovan viveu Belinda Bannister no filme para a TV O Cachorro que Salvou o Natal, papel que interpretaria novamente outras cinco vezes nas sequências O Cachorro que Salvou as Férias de Natal (2010), O Cachorro que Salvou o Halloween (2011), O Cachorro que Salvou as Festas (2012), O Cachorro que Salvou a Páscoa (2014) e O Cachorro que Salvou o Verão (2015). O último trabalho da atriz foi o drama criminal Angie X (2016), protagonizado por Francesca Eastwood, filha da lenda Clint Eastwood.

Breckin Meyer (Travis)

Momentaneamente, a carreira de Meyer deslanchou após sua participação em As Patricinhas, no papel do maconheiro Travis, par de Tai. Meyer já havia aparecido em A Hora do Pesadelo – Parte 6 (1991), no papel de outro maconheiro – estão notando uma tendência? Depois do longa de 1995, o ator apareceu em Jovens Bruxas (1996) e Fuga de Los Angeles (1996), além de também ter participado da série derivada do filme homônimo, em outro papel. No cinema, Meyer esteve do elogiado Vamos Nessa (1999), de Doug Liman; das comédias Caindo na Estrada (2000) e Tá Todo Mundo Louco (2001), além de dar vida a Jon, o dono do gato mais preguiçoso dos quadrinhos, Garfield, nos longa de 2004 e sua sequência de 2006. Meyer também estará na animação Star Wars: Detour, dando voz ao mercenário Boba Fett.

Jeremy Sisto (Elton)

O egocêntrico Elton achou que iria se dar bem com Cher, mas ela tinha outros planos. Sisto, no mesmo ano, havia trabalhado com a estrela do filme, Alicia Silvestone, no suspense O Esconderijo, e novamente a atormentava – dessa vez, de forma bem mais intensa. No cinema, Sisto teve papéis em filmes de destaque como Tormenta (1996), de Ridley Scott, com Jeff Bridges; Olhar de Anjo (2001), com Jennifer Lopez; Aos Treze (2013), de Catherine Hardwicke; o terror Pânico na Floresta (2003); e no ótimo e subestimado Garçonete (2007), com Keri Russell. Na telinha, Sisto também teve destaque participando de séries como A Sete Palmos (de 2001 a 2005), Lei & Ordem (2007 a 2010), Suburgatório (2011 a 2014) e no suspense sobrenatural da Netflix The Returned (2015). Atualmente, Sisto está na série Ice, drama criminal sobre negociantes de pedras preciosas.

Amy Heckerling (diretora)

Roteirista e cineasta, Heckerling tem grandes sucessos na carreira como o adolescente Picardias Estudantis (1982), com Sean Penn e grande elenco em início de carreira. Como roteirista, escreveu Olha Quem Está Falando (1989) e sua sequência (1990). Em 1995, explodiu com As Patricinhas de Beverly Hills, filme que escreveu e dirigiu. Logo depois, também foi responsável por levar a ideia para a TV, na série homônima. Mas Heckerling também flertou com o fracasso, quando escreveu e dirigiu O Otário (2000), com Jason Biggs. Depois recuperou a velha forma com Nunca é Tarde para Amar (2007) e Vampiras (2012) – este último um filme subestimado – ambos no roteiro e direção. Como diretora, Heckerling comandou 2 episódios de Gossip Girl: A Garota do Blog (em 2012), 3 episódios do prelúdio de Sex and the City, The Carrie Diaries (entre 2013 e 2014); além de 4 episódios da comédia Red Oaks, entre 2015 e 2016, seu último trabalho como diretora até então.

Nostalgia! Séries Baseadas em Clássicos Cult dos anos 80 que Você Nunca Tinha Ouvido Falar

Quando falamos nos queridos anos 1980, alguns filmes marcaram época, entrando para a história do cinema e para sempre ficando eternizados nos corações e mentes dos fãs. Sua força foi tão grande que produções como ‘De Volta para o Futuro’, ‘Indiana Jones’, ‘Star Wars’, ‘Top Gun’, ‘Karatê Kid’, ‘Os Caça-Fantasmas’, ‘Os Goonies’, entre outros, seguem ecoando até hoje na cultura pop, rendendo inclusive novos produtos com sua marca para as gerações mais novas. Os fãs talvez nunca deixem tais filmes caírem no esquecimento, passando a tocha para a geração seguinte, mantendo a memória de tais histórias e da década de 1980 em si sempre viva.

Mas pensa só, de mais de cem produções Hollywoodianas de grandes estúdios, com grandes atores e diretores lançadas por ano, durante toda a década de 1980, nem todos podem ser ‘Robocop’, ‘Duro de Matar’, ‘O Predador’, ‘Aliens’ ou ‘Máquina Mortífera’. E o que eu quero dizer com isso? Bem, é inevitável que mesmo certos filmes que fizeram muito sucesso em seu ano de estreia e nos anos consecutivos, terminem em algum momento perdendo a força e não sendo passados adiante para as novas gerações. Afinal, nem todo filme consegue a notoriedade dos citados acima através das décadas. E o que dirá de filmes que fizeram tanto sucesso em sua época de lançamento, que os produtores viram a oportunidade de transforma-los em séries de TV, mas que hoje quase ninguém mais fala sobre eles. Pois bem, é justamente sobre estes filmes e estas séries que falaremos hoje nesta matéria, confira abaixo.

Como Eliminar Seu Chefe (1980)

Jane Fonda, Lily Tomlin e Dolly Parton estrelam a comédia clássica ‘Como Eliminar Seu Chefe’ (1980).

Grande sucesso de 1980, essa comédia muito querida da época infelizmente não é muito comentada hoje em dia, mas implora por um reboot. Muito à frente de seu tempo, o filme é puro empoderamento feminino e tem alma 100% feminista. Aqui, o roteiro aborda uma questão ainda muito debatida nos dias de hoje, a igualdade salarial e as oportunidades de trabalho para as mulheres. Bem antes da série ‘Gracie e Frankie’, as octogenárias Jane Fonda e Lily Tomlin apareciam em cena juntas e com a adição da cantora country Dolly Parton, em seu primeiro filme, como o trio de secretárias Judy, Violet e Doralee, respectivamente. Elas eram maltratadas e abusadas pelo chefe (Dabney Coleman), um sujeito machista e egocêntrico, que se encaixava no perfil do homem da época. Cansadas do comportamento inadequado do chefe, o trio bola um jeito de se vingar.

O filme da 20th Century Fox fez tanto sucesso que rendeu uma bilheteria de mais de 10 vezes o seu orçamento – e caso fosse produzido nos dias de hoje certamente teria gerado uma continuação. Aliás, seria muito legal ver uma sequência tardia do filme também, com as netas do trio passando por situação parecida nos dias de hoje, e com participação das veteranas. Seja como for, ‘9 to 5’ (no título original – que faz referência ao horário de trabalho) emplacou em outras mídias, como peça de teatro na Broadway, e inclusive foi tema do documentário ‘Still Working 9 to 5’, que relembra o filme e discute o que mudou nestes 40 anos de luta por igualdade.

Na série, foi a vez de Valerie Curtin, Rita Moreno e Rachel Parton se vingarem do chefe em ‘9 to 5’.

Mas o que talvez nem todos saibam, é que dois anos depois do sucesso do filme, a mesma Fox produziria uma série baseada no longa, que foi ao ar pela rede ABC. No programa, a icônica Rita Moreno ficava com o papel de Violet (que foi de Tomlin), enquanto Valerie Curtin herdava a Judy de Jane Fonda. A maior curiosidade, porém, foi que no papel de Doralee, que havia sido de Dolly Parton, os produtores trataram de encaixar a irmã da cantora, Rachel Parton – que até se parece com ela. Apesar de muitos sequer terem ouvido falar, ‘9 to 5’ fez sucesso também na TV e rendeu nada menos do que 5 temporadas até 1988.

A Recruta Benjamin (1980)

Goldie Hawn vive uma dondoca ingressando no exército em ‘A Recruta Benjamin’ (1980), filme que a indicou ao Oscar.

Pulamos de uma comédia cult para outra. Essa aqui também estrelada por um ícone muito querido do cinema. Estamos falando da loirinha Goldie Hawn, mãe de Kate Hudson, que deu uma sumida das telonas, mas vira e mexe aparece em alguma produção. Ela estará de volta em breve na comédia ‘Family Jewels’, em fase de pré-produção e que a irá reunir com Bette Midler e Diane Keaton do sucesso ‘O Clube das Desquitadas’. Voltando 43 anos no passado, nos deparamos com o sucesso ‘A Recruta Benjamin, comédia da Warner estrelada por Hawn e que podemos até dizer que serviu de molde para a ‘Loucademia de Polícia’ e ‘Recrutas da Pesada’. No filme, Hawn vive uma dondoca que aceita o desafio de entrar para o exército achando que seria moleza – ledo engano.

O sucesso do filme gerou uma série onde a recruta era vivida por Loran Patterson.

A Recruta Benjamin’ fez mais de sete vezes o seu orçamento nas bilheterias, mas o que muitos provavelmente não sabem é que o longa foi indicado para 3 prêmios no Oscar, incluindo melhor atriz para Hawn e melhor roteiro. Definitivamente esse seria outro filme que se fosse lançado hoje, já estaria tirando do papel uma continuação. Aliás, notícias sobre um remake estrelado por Rebel Wilson quando ainda era gordinha eram muito ventiladas um tempinho atrás, mas o projeto parece não ter saído do papel. No entanto, o que saiu do papel foi uma série baseada no filme original logo no ano seguinte, em 1981. Na sitcom da Warner Television, que foi ao ar pela CBS, a recruta Judy Benjamin ganhava as formas de Lorna Patterson, conhecida como a aeromoça Randy de ‘Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu’ e sua continuação. Embora muitos sequer tenham ouvido falar, a série da ‘Recruta Benjamin’ durou 3 temporadas até 1983, num total de 39 episódios.

Picardias Estudantis (1982)

Clássico atemporal da comédia adolescente, ‘Picardias Estudantis’ revelou gente como Sean Penn, Jennifer Jason Leigh e Nicolas Cage.

Um dos melhores filmes adolescentes dos anos 80, ‘Picardias Estudantis’ (ou ‘Fast Times at Ridgemont High’ no original) é mais ou menos o que comédias juvenis picantes, como ‘American Pie’, seriam se abordassem também em sua narrativa assuntos bem sérios como aborto e relacionamentos abusivos. O filme da diretora Amy Heckerling (a mesma de ‘As Patricinhas de Beverly Hills’) estreou em 1982 e marcou o primeiro trabalho no cinema de atores como Sean Penn, Jennifer Jason Leigh, Phoebe Cates, Forest Whitaker e o grande Nicolas Cage. O longa se tornou um sucesso em especial com os jovens pela abordagem cômica, sacana, mas também muito sincera ao tocar em tópicos delicados na adolescência. O filme da Universal Pictures rendeu 6 vezes o seu orçamento.

A série não obteve o mesmo sucesso, apesar de contar com nomes como Patrick Dempsey e Courteney Thorne-Smith.

Sem saber muito bem o que fazer com o material, que merecia mesmo era uma continuação na época, a Universal Television finalmente decidiu por uma série baseada no filme, mas talvez tenha esperado demais, levando para as telinhas quatro anos depois. Ao contrário dos itens acima, o seriado ‘Fast Times’ não fez sucesso. Indo ao ar pela CBS em 1986, o programa exibiu apenas 7 episódios até ser cancelado ainda na primeira temporada. Uma curiosidade é que os mesmos personagens eram repetidos do filme, e dos atores na TV destacam-se Patrick Dempsey como Mike Damone, e Courtney Thorne-Smith como Stacey, a personagem que havia sido de Jennifer Jason Leigh.

Trovão Azul (1983)

Roy Scheider, de ‘Tubarão’, era o piloto que domava a super-máquina aérea, conhecida como ‘Trovão Azul’.

Nos anos 80, antes de ‘Top Gun’ existiu ‘Trovão Azul’. Completando 40 anos de lançamento em 2023, o filme de ação de John Badham (‘Os Embalos de Sábado à Noite‘) teve roteiro de Dan O’Bannon, o respensável pela criação de ‘Alien – O Oitavo Passageiro’ (1979). Na trama, a polícia desenvolveu um super helicóptero de alta tecnologia, especialmente criado para operações urbanas. Cabe ao veterano da Guerra do Vietnã Murphy (papel de Roy Scheider, de ‘Tubarão’), testar e aprovar este protótipo. Produção da Columbia Pictures (hoje Sony), ‘Trovão Azul’ foi um sucesso moderado, rendendo o dobro de seu orçamento.

Na série, que não fez sucesso, os nomes conhecidos eram Bubba Smith e Dana Carvey.

Ao invés de uma sequência, a Columbia Pictures Television resolveu optar por uma série derivada do filme logo no ano seguinte. Indo ao ar pela ABC em 1984, o seriado trazia uma nova equipe para o “helicóptero do futuro”, encabeçado por James Farentino, Dana Carvey (de ‘Quanto Mais Idiota Melhor’) e Bubba Smith (o Hightower da franquia ‘Loucademia de Polícia’). A série do ‘Trovão Azul’ foi outra que não deu muito certo, em especial porque era muito cara para ser produzida, e também porque bateu de frente com outra série sobre um super helicóptero que estreava bem no seu rastro: ‘Águia de Fogo’ (Airwolf) – essa sim um sucesso. ‘Trovão Azul – a série’ – durou apenas 11 episódios de sua primeira temporada até ser cancelada.

O Homem das Estrelas (1984)

Jeff Bridges foi indicado ao Oscar por ‘Starman’, mistura de ficção e romance dirigido por John Carpenter.

O diretor John Carpenter é um tesouro mundial do cinema de gênero. Mais conhecido por suas obras no terror, aventura e ficção científica, o cineasta também já arriscou em outros tipos de filmes como a comédia e até mesmo o drama romântico. É nesta segunda seara que se enquadra este seu longa de 1984, protagonizado por Jeff Bridges e Karen Allen (a Marion Ravenwood, de ‘Indiana Jones’) como um dos casais mais curiosos dos anos 80. Na história, Allen vive uma jovem viúva, tentando superar o trauma da perda recente de seu marido. Um belo dia ela recebe a visita justamente do falecido (Bridges), que aparece em sua porta, mas não está exatamente igual. Pode-se pensar que é obra dos céus ou algum milagre, e na verdade pode ser ambos – já que um ser alienígena se apossou do corpo do ex-companheiro para que possa concluir uma missão na Terra e pede a ajuda da mulher – enquanto o governo está na cola deles.

Para as telinhas, Robert Hays assumia o papel protagonista do visitante das estrelas.

De certa forma, ‘Starman: O Homem das Estrelas’ pega carona no sucesso de ‘E.T.’ (1982), de Spielberg, mas muda a amizade infantil de um alienígena com um grupo de crianças, para uma relação de homem e mulher. O longa da Columbia Pictures não foi um grande sucesso financeiro, rendendo apenas US$6 milhões a mais que seu orçamento, mas obteve bastante prestígio ao receber elogios da crítica e conseguir chegar até o Oscar com a indicação de melhor ator para Jeff Bridges. Foi este prestígio que despertou o interesse dos produtores da Columbia Television a lançarem uma série baseada no longa, na qual o homem das estrelas era vivido por Robert Hays, o protagonista de ‘Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu’ (1980). Estreando dois anos depois do filme, em 1986, essa versão para a TV, que foi ao ar pela ABC, também não emplacou, rendendo apenas 22 episódios de sua primeira temporada até ser cancelada.

Shonda Rhimes está desenvolvendo 8 novas séries para Netflix; Confira a descrição de todas elas!

Depois de fechar um acordo milionário com a NetflixShonda Rhimes não perdeu tempo e, atualmente, está desenvolvendo oito novas séries para a gigante do streaming.

Confira a descrição de todos os 8 projetos:

Untitled Shonda Rhimes Project
Baseada em um artigo na revista New York, “How Anna Delvey Tricked New York’s Party People”, escrito por Jessica Pressler. Manhattan faz um novo amigo como ninguém, mas ela está realmente vivendo o sonho americano ou ela é apenas uma enganadora? É enganação se você realmente está curtindo o que está acontecendo?

Shonda Rhimes criará a série.

Untitled Bridgerton Project
Baseada no livro de Julia Quinn, a trama narra as vidas brilhantes, ricas, sexuais, dolorosas, engraçadas e às vezes solitárias das mulheres e dos homens da alta sociedade de Londres, contada pelos olhos da poderosa família Bridgerton.

Chris Van Dusen (‘Scandal‘) vai adaptar e ser o showrunner.

The Warmth of Other Suns
Baseada no livro homônimo da vencedora do Pulitzer, Isabel Wilkerson, a série irá acompanhar décadas de migrações de africanos para a América em busca de uma vida melhor.

Pico & Sepulveda
Ambientada em 1840, a série se passará no cenário da Califórnia, estado mexicano na época, e irá acompanhar o fim de uma era idílica enquanto as forças americanas ameaçam brutalmente e a guerra na fronteira para reivindicar esta terra para si mesmos.

Janet Leahy, vencedora do Emmy, criará a série.

Reset: My Fight for Inclusion and Lasting Change
Netflix e Shondaland obtiveram os direitos das memórias de Ellen Pao, contando detalhes de sua vida e carreira, incluindo um processo que ela apresentou contra seu ex-empregador, que provocou intenso falatório da mídia, abalou o Vale do Silício e foi percursora do movimento Time’s Up.

The Residence
Netflix e Shondaland adquiriram os direitos do livro de Kate Andersen Brower, The Residence: Inside the Private World of the White House, que oferece uma descrição vívida e precisa dos funcionários da residência da Casa Branca e das vidas no andar de baixo que compartilham com as Primeiras Famílias em uma das casas mais famosas da história.”

Sunshine Scouts
Nessa série de meia hora sombriamente cômica, um desastre apocalíptico poupa um grupo de garotas adolescentes em um acampamento, que deve então reunir suas habilidades de sobrevivência, enfrentar as consequências e garantir que todos os restos da humanidade cumpram a Lei Sunshine Scout.

Jill Alexander criará a série.

Hot Chocolate Nutcracker
Este documentário oferece uma visão de bastidores da premiada releitura do clássico balé de Debbie Allen Dance Academy, O Quebra-Nozes. Essa encenada contemporização – com seu elenco inclusivo de todas as idades e sua mistura de tradições de dança – consolidou ainda mais o legado de Debbie Allen como uma das maiores forças da dança.

Oliver Bokelberg será o diretor e produtor.

‘Rocketman’: Taron Egerton e Elton John cantam em performance especial; Assista!

A Paramount divulgou um novo vídeo promovendo ‘Rocketman‘, com Elton John e Taron Egerton soltando a voz em uma performance especial de Tiny Dancer na 27ª festa anual da Elton John AIDS Foundation.

Confira:

Rocketman‘ é uma fantasia musical épica sobre a incrível história dos anos de progresso de Elton John. O filme mostra a fantástica jornada de transformação do tímido pianista prodígio Reginald Dwight no superstar internacional Elton John, como um garoto de uma cidadezinha se tornou uma das figuras mais icônicas da cultura pop.

Além de Taron Egerton, o elenco estrelar conta com Jamie Bell, interpretando o compositor parceiro de longa data de Elton John Bernie Taupin, Richard Madden, como o primeiro empresário de Elton, John Reid, e Bryce Dallas Howard, como a mãe de Elton, Sheila Farebrother.

A direção do filme fica a cargo de Dexter Fletcher, que assumiu a produção de ‘Bohemiah Rhapsody‘ em meio a saída de Bryan Singer.

O filme será lançado nos cinemas nacionais em 30 de maio.

‘O Natal Está no Ar’: Novo filme natalino da Netflix ganha trailer; Assista!

A Netflix divulgou o trailer do seu novo filme natalino ‘O Natal Está no Ar‘.

Confira:

Um famoso locutor de rádio (Romany Malco) perde o emprego justo no momento em que seus quatro filhos mimados entregam as listas de Natal. A família tem que apertar o cinto, mas eles acabam percebendo que ter menos pode ser melhor do que imaginavam.

O longa será lançado na plataforma no dia 28 de novembro.

‘Brinquedo Assassino 2’: Diretor volta a falar sobre possível sequência

Em entrevista ao IG, o diretor Lars Klevberg voltou a falar sobre uma possível sequência para o remake ‘Brinquedo Assassino‘.

“Seria incrível trazer a equipe e os atores novamente para uma sequência, mas a MGM precisa dar o sinal verde. Depende deles.”

Apesar de não ter sido um enorme sucesso nos cinemas, o remake foi bem o suficiente, conseguindo arrecadar US$ 45 milhões, a partir de um orçamento de apenas US$ 10 milhões.

Recentemente, o diretor revelou sua ideia para o segundo filme:

“Eu adorei o conceito dos Ursos Buddi. Eu amei esse elemento e acho que vamos explorá-lo em outros filmes. Acredito que eles ocuparam um espaço muito pequeno no primeiro longa.”

Vale lembrar que o canal SyFy está desenvolvendo uma série, intitulada ‘Chucky‘, que irá continuar a trama da franquia original.

Crítica | Brinquedo Assassino – Refilmagem surpreende com mais drama do que terror 

 

 

Algum Lugar Especial

(Nowhere Special)

 

Elenco:

James Norton

Valene Kane

Rhoda Ofori-Attah

 

Direção: Uberto Pasolini

Gênero: Drama

Duração: 96 min.

Distribuidora: A2 Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 17 de Junho de 2021

Sinopse: 

Inspirado em eventos reais, este filme narra a história de John, um limpador de vidros de 35 anos, que dedicou sua vida a criar seu filho, depois que a mãe da criança os deixou logo após o parto. Quando John descobre ter apenas alguns meses de vida, ele tenta encontrar uma nova família que seja perfeita para seu filho de três anos, determinado a protegê-lo da terrível realidade da situação.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Uberto Pasolini também é responsável pelo roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Renfield’: Ben Schwartz se junta a Nicolas Cage na adaptação cômica de ‘Drácula’

De acordo com o The Hollywood Reporter, Ben Schwartz (‘Sonic: O Filme’) entrou para o elenco de ‘Renfield‘, terror cômico que focará no servo do lendário vampiro Drácula.

Sem muitos detalhes, o ator interpretará um mafioso.

Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) estrelará como o personagem-título. Nicolas Cage (‘Mandy: Sede de Vingança’) interpretará o Conde Drácula. O elenco ainda contará com Awkwafina (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’).

Chris McKay (‘A Guerra do Amanhã’) fica a encargo da direção.

A trama é baseada em uma ideia criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’), que servirá como produtor do filme.

Recentemente, Kirkman revelou que o longa será divertido e “extremamente violento”.

“Nós estamos fazendo um filme muito legal para a Universal [Pictures] que focará no Renfield. Será uma história sobre ele como servo do Drácula, e mostraremos como o trabalho é péssimo. Será uma comédia divertida e extremamente violenta. Será muito sangrento.”

O roteiro fica por conta de Ryan Ridley (‘Rick e Morty’).

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

‘Sexta-Feira 13’: NOVO filme da franquia pode ser lançado em 2023

Apesar do fim da batalha legal, pouco havia se falado sobre um novo filme da franquia ‘Sexta-Feira 13‘ – uma vez que os direitos ficaram divididos e, aparentemente, um acordo deveria ser feito para o desenvolvimento de um novo filme.

No entanto, parece que um novo capítulo do terror pode ser lançado muito em breve.

Através de seu perfil no Cameo, Sean S. Cunningham, diretor do longa original de 1980, indicou que o próximo filme da franquia deve ser lançado em 2023.

“Sean S. Cunningham dirigiu e produziu o terror ‘Sexta-Feira 13’, criando o icônico vilão Jason Voorhees. A franquia gerou 12 capítulos, com o 13º agendado para o próximo ano,” declara sua biografia.

Vale lembrar que, de acordo com o advogado Larry Zerner, o roteirista Victor Miller venceu o processo legal e, atualmente, detém os direitos do roteiro do longa original (apenas nos EUA).

“[O roteirista] Victor Miller e [o diretor] Sean Cunningham estão livres para desenvolver seus próprios filmes baseados na franquia? Não! Victor só tem os direitos do roteiro do primeiro filme, apenas nos EUA. E, apesar do Sean ter os direitos do icônico Jason adulto com a máscara de hóquei, ele não pode usá-lo legalmente em um filme sem a permissão do Victor,” revela o advogado.

No final das contas, é praticamente impossível o desenvolvimento de um novo filme da franquia ‘Sexta-Feira 13‘ sem que ambas as partes entrem em um acordo, por causa dessa fratura nos direitos da saga.

A expectativa é que Victor e Sean entrem em um consenso, seguindo juntos, para o desenvolvimento de um novo filme.

O último filme da franquia foi lançado em 2009 e estrelado por Jared Padalecki. Apesar dos esforços em reviver a franquia, o longa foi um fracasso de crítica, registrando 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais.

‘Belo Desastre’: Romance com Dylan Sprouse e Virginia Gardner ganha nova data de estreia no Prime Video

O Prime Video finalmente anunciou quando o romance ‘Belo Desastre‘ (Beautiful Disaster), estrelado por Dylan Sprouse (‘After – Depois da Verdade’) e Virginia Gardner (‘A Queda’), será lançado em seu catálogo brasileiro.

O longa estreará no serviço de streaming no dia 30 de junho.

A trama segue Abby, uma jovem que quer deixar seu passado tumultuado para trás, mas ao chegar na faculdade, ela conhece Maddox, um lutador de MMA que usa o dinheiro da luta para pagar os estudos. O que ela não imagina é que esse encontro pode colocar todos os seus planos para um novo começo em risco!

Confira o trailer legendado:

Dirigido por Roger Kumble, o longa é baseado no livro homônimo escrito por Jamie McGuire.

Abby Abernathy é uma boa garota e acredita que seu passado sombrio está bem distante, porém, quando se muda para uma nova cidade com America para cursar a faculdade, seu recomeço é rapidamente ameaçado pelo bad boy do local: Travis Maddox. O menino é um conquistador e logo se depara com a resistência de Abby ao seu charme. Intrigado, Travis a atrai com um jogo. Se ele perder, terá que ficar sem sexo por um mês. Se ela perder, deverá morar no apartamento dele pelo mesmo período. Qualquer que seja o resultado da aposta, nem passa pela cabeça do garoto que ele acaba de se deparar com uma adversária à altura. E é então que eles se envolvem em uma relação intensa e conturbada, que pode acabar os levando à loucura.

O elenco ainda conta com Samuel Larsen, Libe Barer, Brian Austin Green, Austin North, Rob Estes e Trevor Van Uden.

‘Godzilla e Kong: O Novo Império’ ultrapassa ‘Duna 2’ e se torna a MAIOR estreia global do ano

Sucesso! A sequência ‘Godzilla e Kong: O Novo Império‘ superou as projeções iniciais e arrecadou sólidos US$ 194 milhões em sua estreia global.

O valor representa o maior lançamento mundial do ano, superando ‘Duna: Parte 2‘ (US$178.5M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 80 milhões, o que representa a segunda maior estreia do ano no país – ficando atrás apenas de ‘Duna 2‘ (US$82.5M).

Internacionalmente, a produção soma US$ 114 milhões, através de 62 mercados. Para termos de comparação, o desempenho do filme superou blockbusters recentes como ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ (17% acima), ‘MegaTubarão 2‘ (16%) e ‘Godzilla vs. Kong‘ (6%).

Com o sucesso do longa, o Monsterverse da Legendary Pictures conseguiu ultrapassar a marca de US$ 2 bilhões nas bilheterias mundiais.

Apesar ter dividido a opinião dos críticos – com apenas 55% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a produção parece ter agradado os espectadores, alcançando uma média sólida de 93% de aprovação.

Vale lembrar que o orçamento do novo longa ficou na casa dos US$ 135 milhões – valor considerável menor do que o gasto no capítulo anterior –, e que a Legendary fundou 75% do valor, enquanto a Warner Bros cobriu os outros 25%.

O filme segue em exibição nos cinemas nacionais!

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Godzilla e Kong: O Novo Império‘ vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas. 

O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.

O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.

 

‘A Empregada’: Adaptação com Sydney Sweeney ganha data de estreia

O suspense ‘A Empregada‘ (The Housemaid), adaptação do romance homônimo de Freida McFadden, finalmente ganhou data de estreia.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos pela Lionsgate no dia 25 de dezembro de 205.

Na trama…

“Millie (Sydney Sweeney) é uma jovem mulher batalhadora que fica aliviada por ter um novo começo como empregada doméstica de Nina (Amanda Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar), um casal rico. No entanto, ela logo descobre segredos familiares mais perigosos do que os seus próprios.”

Michele Morrone (‘365 Dias’) completa o elenco. Ele provavelmente interpretará o jardineiro.

Paul Feig (‘Um Pequeno Favor’) será responsável pela direção.

Rebecca Sonnenshine assina o roteiro.

Confira a sinopse oficial do livro:

Todos os dias, Millie limpa a casa de Nina e Andrew Winchester de cima a baixo. Pega a filha deles na escola. Prepara refeições deliciosas para a família toda antes de poder se recolher e enfim comer o próprio jantar, sozinha em seu quarto minúsculo e claustrofóbico no sótão.

Quando Nina passa a sujar todos os cômodos de propósito só para assisti-la limpar, Millie tenta não perder a cabeça. Quando ela conta mentiras perturbadoras sobre a própria filha e tortura psicologicamente o marido, que parece mais e mais fragilizado, Millie tenta ignorar.

Afinal, com seu passado problemático, ela tem mais é que agradecer por ter conseguido esse emprego.

No entanto, ao olhar bem dentro dos lindos e doces olhos de Andrew e ver o sofrimento contido neles, Millie não consegue deixar de imaginar como seria ter a vida de Nina. O closet cheio de roupas, o carro elegante, o marido perfeito.

Logo os Winchesters vão descobrir que não fazem a menor ideia de quem Millie é de verdade. Nem do que ela é capaz de fazer…

O romance está na lista de best-sellers do New York Times por nada menos que 75 semanas, tendo vendido mais de 3.6 milhões de cópias e sendo traduzido para 40 línguas.

Live-action de ‘One Piece’ ganha novo vídeo com cenas INÉDITAS da 2ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou um novo vídeo dos bastidores da 2ª temporada do live-action de ‘One Piece‘, revelando cenas inéditas do próximo ciclo.

“Na temporada anterior, foi empolgante ver os Chapéus de Palha se tornarem uma família. Nesta temporada, eles estarão confiando completamente uns nos outros,” declarou a atriz Emily Rudd sobre o novo ciclo, que terá o subtítulo ‘Rumo à Grand Line‘.

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Sem data de estreia, o próximo ciclo está programado para 2026.

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Iñaki GodoyEmily RuddMackenyuJacob Romero GibsonTaz Skylar estrelam a produção.

Em One Piece: A Série’, os mangás mais vendidos do Japão ganham vida no live-action da Netflix. Na série, Monkey D. Luffy (Godoy) é um garoto de espírito livre que tem energia e coragem de sobra. Seu maior sonho é se tornar o Rei dos Piratas e conquistar os mares e, para isso, ele tem como missão encontrar o legado de Gold Roger. O One Piece é o maior tesouro escondido pelo pirata e achá-lo é a única forma de chegar ao seu objetivo. Para essa arriscada missão, Luffy reúne uma tripulação habilidosa e pronta para enfrentar perigosos rivais e explorar ilhas misteriosas.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada!

Trailer da 4ª temporada de ‘Star Trek: Strange New Worlds’ explora novos mundos; Confira!

Paramount+ divulgou o trailer completo da 4ª temporada de ‘Star Trek: Strange New Worlds‘, elogiado spin-off de ‘Star Trek: Discovery‘.

O próximo ciclo será lançado no serviço de streaming no dia 23 de julho.

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Vale lembrar que a série já foi renovada para a 5ª temporada.

O elenco é formado por Anson MountRebecca Romijn, Ethan Peck, Babs OlusanmokunChristina ChongCelia Rose GoodingJess Bush, Carol KaneMelissa Navia.

Depois de localizarem o outrora perdido Spock, a temporada terminou com a nave Discovery e sua tripulação viajando no futuro, enquanto Pike e o restante da Enterprise ficou para trás. A nova produção gira em torno dessas aventuras, “na década anterior ao aparecimento do Capitão Kirk”.

Diretor de ‘Death Note’ revela detalhes das mudanças em relação ao original

Uma das preocupações dos fãs do mangá ‘Death Note’ é a autenticidade da narrativa da versão cinematográfica em relação ao material original.

E sobre esse assunto, o diretor Adam Wingard conversou com o site IGN, explicando parte do processo de criação e de que forma a série será adaptada, sendo trazida para o atual contexto vivido pelos Estados Unidos:

“Foi uma daquelas situações em que quanto mais eu tentava me ater totalmente ao material original, mais tudo despencava. É preciso levar em consideração todas as variáveis que envolvem a adaptação: estamos em um país diferente, em um ambiente distinto e estamos diante de uma série de mangás que devem ser compactados em um filme de duas horas de duração. Para mim, trabalhar o roteiro foi mais analisar de que forma todos as temáticas da história significam para os dias atuais nos Estados Unidos e de que forma isso reflete na maneira como contamos a trama. No final das contas, assuntos como luz e trevas, bem e mal e tudo aquilo que está entre esses elementos se tornaram o núcleo na narrativa”.

Wingard continuou, dizendo:

“Nos estágios iniciais do filme eu estava relendo o mangá, pensando de que forma isso se relacionaria aos Estados Unidos. E quando eu falo isso, eu quero dizer: Quais são os principais temas em voga no país? Sobre o que as pessoas criam teorias conspiratórias? Que tipos de programas suspeitos o governo tem? De que forma todos esses elementos trabalham no mundo de ‘Death Note’?”

A adaptação tem estreia marcada para 25 de Agosto.

Baseado no famoso mangá japonês escrito por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, ‘Death Note‘ acompanha um estudante do ensino médio que encontra um caderno sobrenatural e percebe que nele existe um grande poder: se o proprietário escrever o nome de alguém enquanto estiver pensando em seu rosto, a pessoa morrerá. Embriagado por sua nova habilidade divina, o jovem começa a matar aqueles que julga indignos a viver.

O filme original Netflix é dirigido por Adam Wingard (A Bruxa de Blair, O Hóspede) e é estrelado por Nat Wolff (Cidades de Papel), Margaret Qualley (Dois Caras Legais), Lakeith Stanfield (Saia), Paul Nakauchi (Piratas do Caribe: No Fim do Mundo), Shea Whigham (Trapaça) e Willem Dafoe (Homem-Aranha).

Suposto culto sexual liderado por Allison Mack será o tema de duas novas séries

O suposto culto sexual instituído pela organização NXIVM e que aparentemente conta com a atriz Allison Mack (‘Smallville’) em seu alto escalão, será o tema de duas novas séries de TV.

Baseado na apuração jornalística e investigativa feita pelo The New York Times, os dois novos projetos abordarão todo o caso através de vieses distintos. Uma das produções será inspirada nos fatos reais e a outra será de cunho documental.

Segundo o The Hollywood Reporter, o primeiro projeto será conduzido pela Annapurna Television, que optou pela aquisição dos direitos da publicação do jornal e vai explorar o trauma das mulheres que foram induzidas à instituição NXIVM. A narrativa se aprofundará nas experiências das vítimas, que foram ludibriadas e pensavam estar se envolvendo com alguma iniciativa de emponderamento feminino, até que foram reduzidas à escravas sexuais.

A atriz Shannon Woodward, de ‘Westworld’, será a produtora-executiva da série, ao lado de Megan Ellison, Susan Goldberg e Sue Naegle, todas da Annapurna Television.

Em se tratando da série documental, ela já estaria em andamento, segundo o portal Deadline. Esta produção acompanhará os esforços da atriz canadense Sarah Edmondson (‘Psych’) e de seu esposo, Anthony Ames, que buscam retomar a vida à sociedade após decidirem sair da suposta seita sexual.

Edmondson foi a primeira mulher a falar abertamente a respeito dos abusos que sofreu por Keith Raniere, o dono da organização, durante o período que esteve envolvida com o culto. Além disso, a dupla chegou a ser acusada de ter recrutado mais vítimas para a instituição e hoje tenta ajudar os membros da seita a fugirem do suposto regime de escravidão.

DUAS atrizes de ‘Smallville’ são acusadas de recrutar escravas sexuais para seita

Atriz de ‘Smallville’ acusada de recrutar escravas sexuais; ASSISTA nossa matéria!

Atriz de ‘Smallville’ é acusada de “recrutar escravas sexuais” para poderosos de Hollywood

‘Homem-Aranha no Aranhaverso’: Tom Cruise e James Cameron quase fizeram aparições

A animaçãoHomem-Aranha no Aranhaverso’ quase teve uma participação especial de Tom Cruise e James Cameron. Segundo os diretores Peter Ramsey e Rodney Rothman, a aparição da dupla não seria apenas por efeitos cômicos ou referenciais, mas sim algo bem mais complexo, diretamente vinculado à trama.

Durante uma entrevista ao Slash Film, a dupla criativa falou sobre a ideia, afirmando que a possibilidade foi descartada do corte final por ser muito complexa e difícil de executar no contexto da narrativa.

De acordo com Rothman:

“O lance do Tom Cruise está na versão do universo alternativo? Então, existia um longo período em que Miles, ao invés de aprender a ser o Homem-Aranha com os quadrinhos, aprendeu assistindo a filmes. E havia uma versão cinematográfica de um filme sobre o Aranha, no universo de Miles, a respeito do verdadeiro Homem-Aranha. E essa produção era dirigida por James Cameron, trazendo Tom Cruise como o Teioso. Sim, ele seria o Aranha. E havia tanto James Cameron, como o Teioso, como Tom Cruise no áudio”.

 

O elenco inclui Shameik Moore, Nicolas Cage, Hailee Steinfeld, Liev Schreiber, Mahershala Ali, Jake Johnson e John Mulaney.

Homem-Aranha no Aranhaverso’ está em cartaz.

 

‘Grey’s Anatomy’: Richard Webber precisa ser salvo na promo do episódio 16×20; Assista!

A nova temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ está cheia de fortes emoções e o médico Richard Webber está em uma situação delicada, precisando ser salvo pelos seus próprios colegas de trabalho, conforme pontua a emocionante promo do episódio 16×20.

Assista:

Lembrando que a 16ª temporada continua em exibição no Brasil pelo canal Sony.

Assista ao trailer:

Criada por Shonda Rhimes, a série recentemente conquistou o título de drama médico mais duradouro da história da televisão, superando ‘Plantão Médico‘.

A trama segue a história de residentes, bolsistas e assistentes cirúrgicos, enquanto experimentam as dificuldades das carreiras competitivas que escolheram no Grey Sloan Memorial Hospital.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Justin Chambers, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Giacomo Gianniotti e Kim Raver.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 17ª temporada.

‘O Traficante’: Nova série de suspense já está disponível na Netflix

A nova série de suspense O Traficante(‘Dealer’) já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia na grade de programação nesta quarta-feira (10).

Na trama, Franck, um diretor de videoclipes, se infiltra num bairro perigoso no Sul da França para filmar Tony, um carismático e imprevisível líder de uma gangue do tráfico que quer alcançar sucesso na cena do rap. Utilizando sua câmera para revelar a verdadeira face do contrabando de drogas, Franck se torna alvo de uma guerra sangrenta.

Confira:

A série é dirigida por Ange BastergaNicolas Lopez.

Abdramane DiakitéMohamed BoudouhSébastian HoubaniIdir AzougliJulien MauriceAbdillah Assoumani e outros estrelam.

A 1ª temporada de O Traficante conta com 10 episódios.

Primeiras Impressões | Making The Cut: Reality show sobre moda retorna cheio de looks incríveis e participante brasileiro

Alguns diriam que Making The Cut seria apenas uma estratégia capitalista da Amazon de fomentar o consumo da indústria da moda dentro de sua própria plataforma. Independente de quais sejam as reais motivações de Jeff Basos, é inegável que o reality show que aposta em novos estilistas tem sido fundamental para dar voz à artistas excelentes com pouquíssima visibilidade. E criando aquela atmosfera exageradamente dramática que tanto amamos neste gênero, a série produzida e apresentada por Heidi Klum e Tim Gunn continua sendo uma deliciosa experiência fashionista que, à medida que nos leva aos bastidores da indústria, ainda consegue se tornar aquele entretenimento chiclete que nos prende a cada no episódio.

Com uma leva ainda mais diversa de participantes vindos dos quatro cantos do mundo, a 3ª temporada chega com uma inesperada surpresa, trazendo entre os competidores um jovem e talentoso estilista brasileiro. Com uma visão criativa excepcional que logo de início o destaca dentre os demais, Rafael é a cara de um país onde muitos não dominam o inglês, mas que nem por isso deixam a barreira do idioma se tornar um obstáculo para o sucesso. Trocando as palavras e com dificuldade de se expressar corretamente em vários momentos, ele faz de seus designs o seu maior tradutor. Por meio de suas peças – que na maioria das vezes são impecáveis -, o brasileiro chama a atenção por sua habilidade em criar estilos diversos que exalam a brasilidade de forma atemporal e universal.

E a nova temporada, que ainda conta com Nicole Richie como uma das juradas, segue sendo aquele tipo de reality show que nos toma pela emoção. Com uma clássica edição planejada para elevar as tensões e os conflitos, a produção é feita para quem ama muito a moda e não perde uma oportunidade de curtir programas de variedades. Sem muita inovação em seu formato, Making The Cut consegue se comunicar muito bem com a audiência justamente por permitir que o público adquira os chamados “looks acessíveis”, direto do site da Amazon. Para um fashionista, essa é a oportunidade ideal para apoiar novos estilistas, à medida em que adquire peças singulares.

Retornando com 8 episódios de quase uma hora de duração, o novo ciclo não perde seu sabor e se consolida como um dos programas de variedades mais divertidos da atualidade. Sempre pautado pelo carisma de Heidi e Tim – que trabalham juntos nesse segmento há anos -, Making The Cut não é um reality show despretensioso e sem propósito. Ajudando empreendedores de pequeno e médio porte a conquistarem o mercado da moda, a série é uma divertida janela de oportunidades para artistas que tantas vezes passam despercebidos pela indústria.

Cannes 2021 | Titane é o Vencedor da Palma de Ouro e Diretora faz discurso Emocionante

Neste sábado, dia 17 de julho, a 74ª edição do Festival de Cannes chegou ao fim com a consagração do perturbador e nauseante Titane, segundo filme da diretora francesa Julia Ducournau (Grave). Ela tornou-se a segunda diretora a ganhar o maior prêmio do evento, seguindo Jane Campion, por O Piano (1993), a qual obteve um empate com Adeus, Minha Concubina (1993), de Kaige Chen. Julia Ducournau é, portanto, a primeira mulher a ganhar sozinha a maior láurea do Festival de Cannes

Leia também: Crítica | Titane | Outra vez Julia Ducournau faz a plateia passar mal, mas não seduz

Emocionada e surpresa com a premiação, Julia Ducournau subiu ao palco ao lado dos atores Agathe Rousselle e Vincent Lindon e agradeceu principalmente ao júri e ao presidente Spike Lee por escolher um filme fora dos “padrões” do evento. “Obrigada júri por aclamar por mais diversidade no cinema e em nossas vidas. Obrigada, júri, por deixar entrar os monstros”, declarou a diretora no Théâtre Lumière.

Sharon Stone entrega a Palma de Ouro a Julia Ducournau. (Foto: © Andreas Rentz / Getty Images)

Em um discurso tocante e repleto de lágrimas, Julia Ducournau agradeceu também aos atores, produtores, distribuidores e aos seus pais por apoiá-la e deixá-la ser livre. Leia abaixo as palavras de agradecimento da ganhadora de 2021: 

Quando eu era pequena, era um ritual assistir a cerimônia na televisão com os meus pais e, nessa época, eu tinha certeza que todos os filmes premiados deviam ser perfeitos, porque eles tinham a honra de estar neste palco… E, esta noite, eu estou neste palco e eu sei que o meu filme não é perfeito. Eu sei que meu filme não é perfeito, mas eu acho que nenhum filme é perfeito aos olhos daqueles que o fizeram. Dizem que ele é monstruoso. 

Agora que me tornei adulta e diretora me dei conta que a perfeição é uma ilusão passada… E a monstruosidade, que assusta algumas pessoas e permeia o meu trabalho, é uma arma, uma força para repelir o mundo da normatividade que nos cerceia e nos separa. Há tanta beleza, emoção, liberdade a serem descobertas no que não se pode colocar numa caixa…

Quero agradecê-los infinitamente. Ao júri, por reconhecer com esse prêmio a necessidade ávida e visceral que temos de um mundo mais inclusivo e fluído. Obrigado ao júri por aclamar por mais diversidade no cinema e em nossas vidas. Obrigada, júri, por deixar entrar os monstros”. 

Antes desse momento, o presidente do júri Spike Lee quase estragou o fim da festa ao anunciar logo no início o vencedor da Palme d’Or. É rápido, mas é perceptível a palavra ‘Titane’. O rosto de desespero de Mélanie Laurent é compreensível, assim como resto da reação do júri. Veja o vídeo:

Entre os demais prêmios da noite, o ator norte-americano Caleb Landry Jones ganhou o de interpretação masculina, por seu papel em Nitram, enquanto a atriz Renate Reinsve recebeu a láurea feminina por The Worst Person in the World (A Pior Pessoa do Mundo). Já o diretor israelense Nadav Lapid (Ahed’s Knee) e o tailandês Apichatpong Weerasethakul (Memoria) compartilharam um empate no Prêmio do Júri. 

A Melhor Direção foi dada para Leos Carax pela ópera rock Annette, filme de abertura do Festival. O encerramento da 74ª edição também foi marcada pela entrega da Palma de Honra ao diretor italiano Marco Bellocchio, responsável por filmes como Vincere (2009) e O Traidor (2019). A atriz e diretora Jodie Foster recebeu a mesma honraria na cerimônia de abertura.

Veja a lista de todos os premiados:

Palme d’or: Titane, de Julia Ducournau
Grand prix ex aequo: A Hero, de Asghar Farhadi e Compartiment Nº 6, de Juho Kuosmanen
Interpretação Masculina: Caleb Landry Jones (Nitram)
Prêmio do Júri ex aequo: Ahed’s Knee, de Nadav Lapid e Memoria, de Apichatpong Weerasethakul
Direção: Annette, de Leos Carax
Interpretação feminina: Renate Reinsve (The Worst Person in the World)
Roteiro: Drive my car, de Ryūsuke Hamaguchi e Takamasa Oe
Caméra d’or (Câmera de Ouro – Primeiro Filme): Murina, de Antoneta Alamat Kusijanovic
Palme d’or de curta-metragem: Tous les corbeaux du monde, de Tang Yi
Menção Especial de curta-metragem: Céu de Agosto,  de Jasmin Tenucci
Prêmio Un Certain Regard: Les Poings Desserres, de Kira Kovalenko

Pôster de fã para ‘Halloween’ mostra todo o amor de Michael Myers por Illinois

O novo ‘Halloween está chegando e um fã super talentoso resolveu criar um pôster para o filme, mostrando todo o amor de Michael Myers pela cidade de Illinois. Confira:

Enquanto isso, a atriz Jamie Lee Curtis encerrou suas filmagens de ‘Halloween’ e para marcar a despedida, ela publicou duas fotos em suas redes sociais. Confira:

“Três gerações de mulheres fortes da família Strode. Terminamos as filmagens desse retorno surpreendentemente assustador para Haddonfield”, ela afirmou.

 

Além disso, foram divulgadas novidades do elenco. Virginia Gardner (‘Os Fugitivos’) se juntou o elenco, no papel de melhor amiga de Andi Matichak (‘Orange is the New Black)’ – a neta da personagem de Jamie Lee Curtis (Laurie Strode).

O diretor e roteirista Nick Castle, que interpretou Michael Myers em Halloween: A Noite do Terror’, voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things’), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle’) e Dylan Arnold (‘Mudbound’).

A trama trará Jamie Lee Curtis novamente como Laurie Strode, em um embate final com o assassino Michael Myers após quatro décadas do primeiro filme.

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax e tem estreia prevista para 19 de outubro de 2018.

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

 

‘O Animal Cordial’: Elogiado terror nacional terá classificação de 18 anos

O Animal Cordial, de Gabriela Amaral Almeida, acaba de ganhar data de estreia no Brasil: 9 de agosto. Produzido por Rodrigo Teixeira, da RT Features, e distribuído pela California Filmes.

Além disso, o longa recebeu classificação indicativa e no Brasil será proibido para menores de 18 anos. A diretora concorda com a decisão, mas acrescenta:

“Isso tira a oportunidade de que o público jovem tenha acesso a um gênero que está em formação no Brasil. Já que ​o cinema não é mais a única forma de acessar conteúdos audiovisuais, a maioridade cinematográfica deveria ser 16 anos”

O filme é uma fábula violenta sobre desejo na sociedade brasileira, o primeiro slasher movie dirigido por uma mulher no Brasil. O longa deu a Murilo Benício o prêmio de Melhor Ator no Festival Internacional de Cinema do Rio, em 2017, e os prêmios de Melhor Atriz e Melhor diretora para Luciana Paes e Gabriela Amaral Almeida no FantasPoa 2018.

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o trailer do terror:

Confira, com algumas críticas:

Gabriela Amaral Almeida criou um filme intenso, que quase não deixa espaço para respirar, com reviravoltas que levam aos lugares mais sombrios do coração humano.”
ScreenAnarchy, Shelagh Rowan-Legg

“Animal Cordial captura a definição da palavra hipnotizante, e o faz com bravura.”
Cinepunx, Jaime Burchardt

“Animal Cordial é um olhar desconcertante sobre a inadequação masculina.”
Bloody Disgusting, Kalyn Corrigan

“Nada irá prepará-lo para as profundezas de insensatez deste filme.”
Quiet Earth, Marina Antunes

“Na superfície, Animal Cordial é um thriller intenso que nos apresenta a jornada de descoberta de personagens oprimidos e inconscientes de quem são e do que desejam. Debaixo desta primeira camada, há muitas outras que dão conta de temas como disputa por controle (especialmente no que tange aos relacionamentos homem-mulher), embate racial e confrontos de classes sociais.”
That Moment in, Kim Lo

“A diretora Gabriela Amaral Almeida nos coloca em um grupo de pessoas que estão escondendo segredos e possivelmente uma ou duas tendências psicopatas”.
Never Think Impossible

“Almeida fez uma estreia e tanto com seu longa-metragem. Eu mal posso esperar para ver o que ela vai fazer depois” 
Jaime Burchardt, Cinepunx

Na trama, um restaurante de classe média em São Paulo é invadido, no fim do expediente, por dois ladrões armados. O dono do estabelecimento, o cozinheiro, uma garçonete e três clientes são rendidos. Entre a cruz e a espada, Inácio – o homem pacato, o chefe amistoso e cordial – precisa agir para defender seu restaurante e seus clientes dos assaltantes.

O elenco conta com Murilo Benício, Luciana Paes, Camila Morgado, Irandhir Santos e Humberto Carrão.

10 curiosidades de MIB: Homens de Preto – Internacional | O filme que falhou em tentar trazer a MIB para a nova geração

Uma das franquias mais curiosas e divertidas dos últimos anos é MIB: Homens de Preto. Com um capítulo inicial fazendo muito sucesso e um segundo filme apresentando uma considerável queda na qualidade, a saga recuperou sua honra vários anos depois, com o fim da trilogia encerrando os caminhos dos Agentes J e K de forma emotiva e interessante. Porém, em 2019, a Sony tentou trazer a franquia de volta com um Spin Off que tinha muito potencial, mas acabou sendo uma das aventuras mais chatas daquele ano. No fim das contas, os bastidores dessa produção polêmica foram cheios de confusões, o que explica o fracasso do filme. Pensando nisso, o CinePOP selecionou 10 curiosidades sobre MIB: Homens de Preto – Internacional. Confira!


Spin Off

Inicialmente, esse filme estava programado para ser o lendário crossover de MIB com a franquia Anjos da Lei, que seria comandado pela dupla Chris Miller e Phil Lord. Porém, após uma série de contratempos, que incluíram também o famoso vazamento de e-mails, a Sony decidiu não arriscar com esse projeto e lançar algo supostamente mais seguro: um Spin Off para trazer a MIB para as novas gerações.


Um clássico

A ideia do Spin Off era de revitalizar a franquia de todas as formas possíveis. Além de dar mais destaque às personagens femininas, a produção contratou uma equipe para reavaliar e fazer versões mais modernas das icônicas armas da saga. No entanto, teve uma que permaneceu a mesma: o Neuralizador. O responsável pelo novos designs, Pierre Bohana, explicou que esse apagador de memórias era tão autêntico e icônico que o máximo que ele teve de fazer foi usar a computação para dar um mecanismo de funcionamento um tiquinho mais elaborado, porque de resto seria um erro mexer no que já é perfeito.


Tradição

Ao mesmo tempo em que queriam conquistar o público novo, com mais tecnologia e novos aparatos criativos, trazendo essa inovação para a saga, os produtores sabiam que precisam também agradar aos fãs da trilogia original. Então, uma forma encontrada para tentar resgatar aquele clima do primeiro filme, ele convidaram o brilhante compositor Danny Elfman, que comandou a trilha sonora do longa de 1997, para compor a trilha do quarto capítulo da franquia.


Ajudou muito

Além de Elfman, para dar esse toque de antigo e novo se encontrando em tela, a produção convidou Chris Bacon para compor a trilha em conjunto. No entanto, até mesmo pelo renome e respeito de Danny no mercado, suas decisões pesaram mais. E isso refletiu diretamente na trilha da Agente M. Inicialmente, ela seria acompanhada de uma versão da trilha clássica da MIB. Só que Danny fez uma intervenção para que ela tivesse sua trilha sonora própria, já que seria a personagem responsável por criar um vínculo emocional com o público. E assim foi feito.


Ignorado

A protagonista da vez é a personagem de Tessa Thompson, que investiga a MIB desde a infância e consegue ser aceita no time com o codinome de Agente M. Só que essa não foi a primeira vez que esse título foi citado na saga. Lá em 1997, em MIB: Homens de Preto, acontece uma das participações especiais mais famosas da história do cinema, quando Michael Jackson surge numa base da Antártica conversando por meio de uma tela. Ele sugere que possa ser o Agente M, mas o Zed o ignora. Nos filmes seguintes, não é revelado se ele se tornou ou não o tal Agente M, mas caso seu pedido tenha sido aceito, faz sentido que a personagem de Thompson herde o título, já que Michael faleceu em 2009.


Novato

Uma das boas adições deste filme à franquia foi o ETzinho “Pawny”. Feita toda com CGI, a criaturinha é interpretada pelo humorista Kumail Nanjiani, que foi indicado pela própria Tessa Thompson. E apesar de só precisar fazer a voz do alienígena, coisa que poderia ter sido feita em um estúdio, Kumail foi até Londres para ensaiar com a Tessa e o Chris Hemsworth, para melhorar a interação entre seus personagens.


Digno

Uma das boas cenas desse filme é quando o Agente H (Chris Hemsworth) está desarmado no meio de uma briga e se vê diante de um martelo. Ele se estica todo para pegar a arma e joga a ferramenta de uma maneira toda errada. A piada dessa cena é óbvia e presta uma homenagem legal ao papel que o lançou ao estrelato, o deus nórdico Thor, nos filmes da Marvel. O mais engraçado disso tudo é que se você prestar atenção, vai conseguir ouvir brevemente a música tema dos Vingadores ao fundo enquanto o loirão joga o martelo.


Alinhado

Além de terem estreado juntos o sucesso Thor: Ragnarok, lançado em 2017, Chris Hemsworth e Tessa Thompson compartilham mais uma semelhança: ambos nasceram em 1983. Além deles, outros dois membros do elenco principal deste filme fazem aniversário em 83. São eles: Rebecca Ferguson e Rafe Spall.


Flopou

Apesar dos esforços para trazer de volta a franquia para o topo de Hollywood, o que incluiu campanhas de marketing voltadas para os diferentes mercados (por exemplo, no Brasil, eles fizeram uma campanha toda voltada para o humorista Sérgio Mallandro, que chegou até a virar agente na versão brasileira do filme), MIB: Homens de Preto – Internacional arrecadou apenas 259 milhões de dólares, obtendo a pior bilheteria da franquia. Além disso, a Sony investiu cerca 110 milhões de dólares na produção do filme, com o resto sendo financiado pelas produtoras Hemisphere e Tencent. Ou seja, foi um grande fracasso.


Polêmicas

Com o fracassos nas bilheterias e nas críticas, não demorou para surgirem os culpados. Assim que foi divulgado o fraco desempenho do longa, surgiram boatos de bastidores dizendo que a produção do filme foi uma das mais caóticas da história de Hollywood. Segundo as notícias divulgadas pelo The Hollywood Reporter, o embate entre velho e novo na saga ficou representado pelas divergências criativas entre o diretor do filme, F. Gary Gray, que ameaçou abandonar o cargo inúmeras vezes, e o produtor Walter Parkes, que trabalhou no filme de 1997. De acordo com o site, Gary queria se manter fiel ao roteiro original, que traria questões polêmicas para o filme, como o debate sobre os refugiados e brincaria com grande ícones da história, como vilões incorporados nos Beatles, enquanto Parkes queria um filme de humor pastelão. Há boatos de que tudo que fosse minimamente novo incomodava e era removido do roteiro por Parkes, inclusive horas antes das filmagens. A situação ficou tão crítica que Chris Hemsworth e Tessa Thompson contrataram roteiristas particulares, com dinheiro do próprio bolso, para reescreverem algumas de suas fala, diante do tamanho da tragédia que havia ficado o remendo no roteiro. Não tinha como dar certo, né?

MIB: Homens de Preto – Internacional está no catálogo da Netflix.

Crítica | Clemência – Ator de ‘Adão Negro’ Vive Condenado à Morte em Impactante Drama da Netflix

Há filmes que, se você se deixa levar pelo elenco, pode acabar tendo surpresas não tão agradáveis, no sentido de você estar acostumado a ver um determinado ator ou atriz tendo feito sucesso em uma franquia bastante popular ou familiar, e, de repente, vê um filme dele ou dela com inclinações mais dramáticas e doloridas. É o caso de Aldis Hodge, ator cuja carreira cresceu após participar da série ‘Black Mirror’, do seu papel inesquecível no indicado ao OscarUma Noite em Miami’ e, mais recentemente, como o Gavião Negro no pipocão ‘Adão Negro’. Agora ele brilha no intenso e dramático longa ‘Clemência’, disponível aos assinantes da Netflix.

Bernadine Williams (Alfre Woodard) trabalha há trinta anos como carcereira de um sistema penitenciário de segurança máxima em uma cidade nos Estados Unidos. Sua função, além de gerenciar o local, é coordenar e dar a autorização para a execução da pena de morte aos detentos que aguardam a hora chegar, ou seja, ela prepara a equipe, o local, faz o treinamento, organiza as testemunhas, certifica de que os últimos desejos dos detentos sejam atendidos e que eles tenham acompanhamento espiritual em seus últimos dias, etc. Embora faça muito bem seu trabalho, após um incidente na execução da morte de Victor Jimenez (Alex Castillo) a dura casca de proteção que Bernadine criou para se proteger sofre uma fissura, e agora, diante dos pedidos do marido, Jonathan (Wendell Pierce), para que se aposente, e da iminente execução do detento Anthony Woods (Aldis Hodge), ela irá duvidar de sua capacidade e começar a questionar a relevância de seu trabalho.

Clemência’ é o tipo de filme que não busca o entretenimento, mas sim estimular o pensamento crítico e a reflexão. Escrito e dirigido por Chinonye Chukwu, o filme parte dessa protagonista durona, insensível, que realiza seu trabalho mecanicamente, quase como se não houvesse diferença entre apontar um lápis e dar autorização para a execução de alguém. Nesse ponto é preciso ver a solidez com que Alfre Woodard construiu sua personagem até a cena final, que nos esclarece o título do filme. Em contraparte, temos um impressionante Aldis Hodge de cara fechada; mesmo com poucas falas, consegue transmitir um monte com seu silêncio e seu olhar. São as atuações desses dois que carregam o filme, prendem o espectador e fazem com que nós nos simpatizemos com cada ponta dessa interação polarizada.

O soluço no roteiro, porém, é a falta de eventos. Passamos a maior parte do tempo acompanhando a crise de Bernadine, o quanto sua profissão afeta seu mundo, mas, na prática, pouca coisa acontece de fato. É apenas a rotina da impassível protagonista, que executa sentenças de morte, finge que isso não a abala e, à noite, não consegue dormir, recheada de pesadelos. Ainda que a construção dos personagens tenha sido bem feita, faltou elementos para comporem o enredo para além deles.

Clemência’ é dolorido, e levanta a trivialidade com que os Estados Unidos estão tratando a questão da pena de morte. Ao colocar a câmera em close nessa história e em seus personagens, fica impossível ao espectador não ponderar sobre a questão. Bem dirigido e intensamente atuado, surpreende, inclusive, por ter sido gravado em apenas 17 dias, o que demonstra a competência de todos os envolvidos.

‘Anne With an E’, ‘The OA’ e outras ótimas 8 séries CANCELADAS pela Netflix

Quando foi lançada, a Netflix prometia investir em conteúdo que o público curtisse sem se preocupar com o sucesso comercial da série ou do filme. Porém, nos últimos modelos tudo mudou. Tentando driblar a concorrência em um mundo totalmente capitalista, a Netflix se tornou tudo aquilo que o streaming tentava não ser.

Nos últimos anos, eles cancelaram ótimas séries com história espetaculares apenas porque a audiência não agradou os executivos do streaming. E é claro, isso tem deixado os assinantes FURIOSOS… e com razão.

Diante dessa questão, o CinePOP tratou de relembrar 10 ótimas séries queridas pelo público que a Netflix cancelou.

 

Anne With an E (2017-2019)

Se você visitar qualquer post da Netflix em qualquer uma de suas redes sociais, é bem possível que encontre a seguinte mensagem de um fã: “Renova Anne with an E!” Uma das séries mais fofas e adoráveis dos últimos tempos, a adaptação do livro de Lucy Maud Montgomery para as telinhas foi cancelada pela gigante do streaming após três temporadas. Estrelada por Amybeth McNulty, Anne With an E conseguia tratar de temas sérios de forma leve e importante. Infelizmente, a companhia – ao lado da parceira CBC – julgou que os números de audiência eram insuficientes para garantir a continuidade da produção. Até hoje, existe uma campanha forte para o resgate da série, mas com o passar do tempo isso fica cada vez mais improvável. 

 

The OA (2016-2019)

Antes dos fãs de Anne With an E ocuparem as redes sociais da Netflix, o espaço estava “alugado” pelos fãs de The OA, que também ficaram revoltados com a decisão da companhia em não continuar com a saga criada por Brit Marling e Zal Batmanglij. Uma das produções mais ambiciosas e desafiadoras dos últimos anos, a série foi cancelada após duas temporadas. A justificativa, como quase sempre, foi a baixa audiência, embora a empresa reconheça a fidelidade dos fãs. Roteirista e protagonista, Marling agradeceu o apoio do público e criticou a decisão puramente capitalista dos executivos. Até hoje, diante dos muitos mistérios que envolvem a série, existe a teoria de que tudo não passa de uma jogada de marketing e que uma nova temporada será realizada em segredo.

 

Everything Sucks! (2018)

É muito difícil que uma série de comédia seja perfeita já em sua primeira temporada. Clássicos como The Office ou Parks and Recreation tiveram primeiros anos irregulares. Infelizmente, a Netflix não quis saber de dar uma nova chance para a divertida, envolvente e nostálgica Everything Sucks!. A comédia de amadurecimento contava o dia a dia de adolescentes em um colegial americano, e dava muita importância à questão da representatividade ao apresentar como protagonistas um garoto preto e uma menina lésbica. Havia muito potencial para crescer, mas isso acabou ignorado pelos executivos da empresa. Mais uma vez, a audiência baixa foi a justificativa.

 

American Vandal (2017-2018)

Poxa, NetflixAmerican Vandal merecia bem mais do que duas temporadas ou um total de 16 episódios. A série era uma paródia dos documentários investigativos no estilo de Making a Murder, trazendo os delitos para o universo do colegial, nos Estados Unidos. Além de brincar com um gênero de sucesso, a produção conseguia também contar sua própria história de forma divertida e envolvente. A primeira temporada chegou a ser indicada ao Emmy de Melhor Roteiro. O cancelamento se deu por causa do rompimento da parceria entre a Netflix e a produtora CBS Studios. A companhia de streaming passou a prestigiar as produções que eram 100% originais, então acabou abrindo mão da série. A CBS tentou buscar uma nova casa para American Vandal, mas ainda não conseguiu, e hoje isso parece algo bem improvável.

 

The Get Down (2016-2017)

Nem o cultuado nome de Baz Luhrmann (Moulin Rouge: Amor em Vermelho) foi o suficiente para salvar The Get Down do cancelamento ainda em sua primeira temporada (dividida em duas partes). Na verdade, aconteceu o contrário. Os muitos compromissos do diretor no cinema acabaram impossibilitando que continuasse envolvido com a produção da série. A Netflix poderia até continuar a produção sem o realizador, mas aí entram os outros fatores para o cancelamento: a baixa audiência, o alto custo de produção – a primeira temporada foi orçada num total de US$ 120 milhões – e a recepção dividida por parte da crítica televisiva.

 

Tuca & Bertie (2019-2021)

Sabe aquela história de grandes séries que ninguém viu? Este é o caso da série animada Tuca & Bertie, divertida produção criada por Lisa Hanawalt e dos mesmos responsáveis por BoJack Horseman. Focada na amizade entre uma Tucana e uma Pardal, a série mescla o nonsense com o divertido, sem esquecer de temas sérios. Fala sobre amadurecimento, sempre sob a perspectiva feminina. Mas, diferentemente da maioria dos casos dessa lista, aqui estamos diante de um final feliz. Embora tenha sido cancelada pela Netflix, sob o protesto dos fãs, Tuca & Bertie foi resgatada pelo canal Adult Swin e ganhará uma nova temporada em 2021. 

 

Sense8 (2015-2018)

Sense8 nunca foi uma unanimidade na Netflix. Apesar da horda apaixonada de fãs, especialmente no Brasil, a série sempre teve problemas na hora em que os executivos deveriam decidir: renovada ou cancelada. E foi ao final da segunda temporada que a fórmula baixa audiência + alto custo de produção (com filmagens em diversas partes do mundo) acabou resultando no cancelamento da produção. Acontece que… como destacamos anteriormente, Sense8 sempre foi uma série com fãs muito engajados e apaixonados. Pois bem, os mesmos “perturbaram” tanto a Netflix que a empresa acabou aprovando a realização de um episódio especial/filme de mais de duas horas para entregar um devido encerramento à saga criada por J. Michael Straczynski, Lana Wachowski e Lilly Wachowski

 

One Day at a Time (2017-2020)

Reimaginação de clássica série dos anos 70, One Day at a Time estreou de forma discreta na Netflix. E assim permaneceu ao longo de três temporadas. A série conta a história de uma família de origem cubana morando nos Estados Unidos e tem como grande atrativo personagens engraçados e carismáticos, além de temas atuais como representatividade, feminismo e preconceito. O elenco é liderado pela vencedora do EGOT (Emmy, Grammy, Oscar e Tony) Rita Moreno. Apesar de muito divertida, a série nunca teve uma grande audiência, o que acabou gerando seu cancelamento ao final da terceira temporada. Não bastasse a tristeza por ver sua série cancelada, os fãs ainda tiveram que aceitar um encerramento com um belo de um cliffhanger. Felizmente, ODAAT acabou resgatada para uma quarta temporada pelo canal Pop TV após uma campanha que contou com muitas celebridades. 

 

She’s Gotta Have It (2017-2019)

Produzida por Spike Lee e inspirada em clássico filme do diretor (Ela Quer Tudo, de 1986), She’s Gotta Have It não teve vida longa na Netflix. A série contou com apenas duas temporadas, e um total de 19 episódios. A decisão foi tomada no segundo semestre de 2019, logo após a Netflix registrar seu primeiro semestre com queda de assinaturas em muito tempo, nos Estados Unidos. Numa decisão estritamente comercial, a companhia decidiu não investir em produções que não tinham o potencial de trazer novos assinantes. Inicialmente, Spike Lee tinha o interesse de continuar com a série em um outro canal, mas isso ainda não aconteceu de fato. No momento, o diretor está prestes a lançar um novo filme na própria Netflix: Destacamento Blood.

 

Santa Clarita Diet (2017-2019)

Santa Clarita Diet foi uma das principais apostas da Netflix no campo do humor, contando com a presença de dois protagonistas conhecidos: Drew Barrymore e Timothy Olyphant. Original, divertida e absurda, a série acompanhava a rotina de uma família após a mãe, Sheila Hammond (Barrymore), morrer e se tornar uma espécie de zumbi que deseja a carne humana, precisando da ajuda da filha (Liv Hewson) e do marido (Olyphant) para sobreviver e não se colocar em evidência. Sem uma audiência de muito destaque, a produção acabou cancelada após três temporadas. Mas o pior foi o fato do cancelamento ter acontecido após um enorme cliffhanger, comprometendo para sempre a experiência dos fãs com a série. 

‘Deadpool’ fará sua estreia no MCU em 2021, diz site

Segundo o We Got This Covered, o icônico personagem Deadpool fará seu début no Universo Cinemático Marvel muito em breve.

Fontes próximas ao site revelaram que o irreverente anti-herói vai aparecer em um filme do MCU em 2021, e sua aparição ocorrerá em uma cena pós-créditos que certamente levará o público ao delírio. Entretanto, não se sabe em qual projeto ele vai aparecer.

Eventualmente, Deadpool ganhará seu terceiro filme-solo dentro do panteão – mas, segundo o diretor David Leitch, o longa pode receber censura menor que sua usual classificação R-rated (para maiores de 18 anos).

A informação foi compartilhada pelo cineasta durante uma entrevista ao Yahoo! Movies UK. Na ocasião, ele salientou que ‘Deadpool 3‘ não “precisa” ter classificação para maiores de 18 anos.

Disse:

“A classificação é R-rated, então isso não é necessariamente uma marca do MCU, mas o filme não precisa – necessariamente – ser para maiores de 18 anos e a Disney não precisa, necessariamente, fazer apenas filmes PG-13. Eu acho que vamos encontrar um meio termo”.

Tente escapar de ‘Westworld’ no novo vídeo da 3ª temporada; Confira!

A 3ª temporada de Westworld estreia em breve e, agora, a HBO divulgou um novo vídeo oficial da série.

Confira:

Confira os títulos e as sinopses dos novos episódios:

  • “Parce Domine”

Direção: Jonathan Nolan

Roteiro: Lisa Joy & Jonathan Nolan

Data de exibição: 15 de março

Se você está preso em um looping, tente andar em linha reta.

  • “The Winter Line”

Direção: Richard J. Lewis

Roteiro: Matthew PittsLisa Joy

Data de exibição: 22 de março

As pessoas constroem muros. Traga um martelo para sua vida.

  • “The Absence of Field”

Direção: Amanda Marsalis

Roteiro: Denis Thé

Data de exibição: 29 de março

Se você não gosta do que vê no espelho, não o culpe.

  • “The Mother of Exiles”

Direção: Paul Cameron

Roteiro: Jordan Goldberg Lisa Joy

Data de exibição: 05 de abril

A verdade nem sempre irá te libertar.

A produção estreia no dia 15 de março de 2020.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

‘The Last of Us’: Série da HBO vai expandir a mitologia do jogo

Em entrevista ao IGN, o roteirista Craig Mazin comentou um pouco sobre o novo e ambicioso projeto da HBOThe Last of Us, dizendo que sua versão para as telinhas irá expandir a mitologia dos jogos originais e que ele está trabalhando diretamente com Neil Druckmann, um dos criadores do game.

“Acho que os fãs tem medo de que, quando a propriedade é licenciada para outra pessoa, eles não vão entendê-la ou vão mudá-la. Nesse caso, estou trabalhando com o cara que fez [o jogo], então as mudanças que vamos fazer são para acrescentar coisas e expandir, não para desfazê-las, mas sim para aumentá-las.”

A produção é fruto de uma parceria entre a Naughty Dog, HBO, Sony Pictures Televison e a PlayStation Productions, que fará sua estreia na criação de séries de TV.

Ainda sem data de estreia, o projeto terá como produtores executivos Druckmann e Mazin, showrunner de ‘Chernobyl‘.

Confira o anúncio:

“Estamos muito empolgados por unir forças com a HBO para criar uma série TV baseada em ‘The Last of Us sob o comando de Neil Druckmann e Craig Mazin.”

Em entrevista para o The Hollywood Reporter, Mazin elogiou o trabalho de Druckmann e comemorou a parceria:

Neil Druckmann é sem dúvida o melhor contador de histórias que trabalha no mundodos games, e ‘The Last of Us‘ é sua obra-prima. Ter a chance de adaptar essa obra de arte de tirar o fôlego é um sonho que eu tenho há anos, e estou muito honrado em fazer isso ao lado de Neil.”

Além de Druckmann e Mazin, o projeto também contará com Carolyn Strauss e Evan Wells, presidentes da Naughty Dog, como produtores executivos.

Por enquanto, mais detalhes não foram revelados, e como a ideia está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas ao longo dos próximos meses.

Lançado em 2013, ‘The Last of Us se passa num futuro pós-apocalíptico e acompanha a jornada trilhada por pelo traficante Joel e a jovem Ellie, a única capaz de encontrar a cura da doença que devastou o mundo.

Lembrando que a sequência do game será lançada ainda este ano, em 29 de maio.

Crítica | ‘A Festa de Formatura’ é uma overdose de glitter e de música que tropeça no meio do caminho

Quando pensamos em prolificidade criativa, não há nome como o de Ryan Murphy para calçar esses sapatos com perfeição. Murphy é apenas o criador por trás de uma das antologias mais famosas de todos os tempos, ‘American Horror Story’, e também de diversas outras produções que caíram no gosto popular – incluindo o spin-off ‘American Crime Story’, a adorada série musical ‘Glee’ e o drama LGBTQ+ ‘Pose’ (uma das melhores produções das últimas décadas). Agora, após fechar uma parceria com a Netflix, Murphy já produziu diversos conteúdos originais que, para o bem ou para o mal, ajudaram a popularizar ainda mais seu estilo artístico único – incluindo a mediana série ‘The Politician’ e a visualmente belíssima ‘Ratched’, spin-off de ‘Um Estranho no Ninho’ estrelado por Sarah Paulson.

Depois de oferecer sua própria perspectiva para o remake de ‘The Boys in the Band’ – uma releitura sólida o suficiente para nos manter presos do começo ao fim -, chegou a hora de Murphy apostar mais fichas em suas veias teatrais com a adaptação do musical ‘The Prom’, que recebeu o título de A Festa de Formatura. Voltando a explorar a necessária representatividade queer no cenário mainstream, o realizador abriu portas para uma história que é centrada numa jovem garota lésbica que é impedida de participar do baile de formatura de seu colégio pela orientação sexual – evento que chama a atenção de estrelas da Broadway em decadência para tentar reverter a decisão da comissão de pais e mestres e dar a ela o que merece e o que lhe é direito.

No geral, o longa-metragem é bastante chamativo, ainda mais por não se situar exatamente em um período histórico único, e sim se espalhar para a contínua luta da comunidade LGBTQ+ pela aceitação e pelo respeito em um mundo cada vez mais retrógrado. Aliando-se à fotografia explosiva de Matthew Libatique (‘Nasce Uma Estrela’) e aos brilhantes figurinos criados por Lou Eyrich, Murphy arquiteta um enredo adorável em todos os seus aspectos, mas que tropeça no meio do caminho por uma extensão interminável e alguns atos que poderiam ser cortados sem afetar as mensagens de paz e de empatia que exalam à medida que chegamos ao terceiro ato. Em outras palavras, o visual estonteante acaba servindo como máscara para diversos equívocos que se aglutinam em uma bola de neve incontrolável.

Murphy encontra um terreno fértil para brincar com suas incursões deliciosamente afetadas que tanto conhecemos de investidas anteriores, ainda mais por deixar o roteiro a encargo dos dramaturgos da peça original, Bob Martin e Chad Beguelin, e a trilha sonora como responsabilidade de Matthew Sklar, provindo dos palcos da Broadway e de suas influências de ‘Chicago’ e ‘Nine’. Mais do que isso, o elenco, guiado pelas performances irretocáveis de Meryl Streep, Nicole Kidman e Kerry Washington, faz o melhor de uma infeliz linearidade e uma falta de ousadia que é uma entrada esquecível ao expansivo catálogo da carreira do cineasta.

THE PROM (L to R) ANDREW RANNELLS as TRENT OLIVER, KERRY WASHINGTON as MRS. GREENE, MERYL STREEP as DEE DEE ALLEN, JO ELLEN PELLMAN as EMMA, JAMES CORDEN as BARRY GLICKMAN in THE PROM. Cr. MELINDA SUE GORDON/NETFLIX © 2020

Streep dá vida a Dee Dee Allen, uma veterana dos palcos nova-iorquinos que, após sofrer uma grande decepção em sua última estreia, se une a Barry Glickman (James Corden) para reavaliarem o modo como a mídia os enxerga – uma dupla de artistas narcisistas e indignos de qualquer apoio do público – e encontrarem um modo de fazer qualquer serviço social em troca de “boa publicidade”. Acompanhando-os para uma pequena cidade de Indiana, há também a otimista e problemática Angie Dickinson (Kidman) e o egocêntrico Trent Oliver (Andrew Rannells em uma de suas melhores atuações até hoje) – e o quarteto improvável segue marchando com um coro da peça ‘Godspell’ para irromper no tradicional Colégio James Madison e ajudar Emma (interpretada pela novata Jo Ellen Pellman) a se reerguer.

Enquanto comédia, Streep e Corden nutrem de uma química espetacular e de diálogos irreverentes que não pensam duas vezes antes de chocar os espectadores pela diabólica crueza e por uma retorcida egolatria que, eventualmente, emerge como base de complexas e traumatizadas personalidades. Porém, quando a atmosfera começa a se respaldar em um drama tour-de-force, as coisas desandam e parecem manchar uma sutil e familiar estrutura com simbologias datadas, querendo entregar mais do que realmente consegue. O melodrama funciona essencialmente quando a antagonista encarnada por Washington, Sra. Greene, passa por uma profunda transformação, mostrando-se como uma megera religiosa que entra em conflito com suas próprias crenças quando percebe que a filha, Alyssa (Ariana DeBose) é tudo aquilo que outrora condenava.

Tenho certeza de que as exuberantes canções de Sklar realmente funcionam no âmbito teatral, mas aqui até mesmo as faixas mais interessantes se rendem a mais formulaicas das progressões e a uma repetitiva reciclagem sonora que, no final das contas, impede que elas falem por si mesma. Temos as breves exceções de “Changing Lives”, da fosseana “Zazz” e até mesmo da gospel incursão de “Love Thy Neighbor”. O intrínseco problema se faz num estranho desconforto e em movimentos quase robóticos por parte do elenco, desprovidos, às vezes, da tão sonhada naturalidade musical.

A Festa de Formatura é uma diversão garantida, isso não podemos negar. À medida que se desvencilha de explorações profundas e deixa as presunções de lado – mais precisamente com a iminência do grand finale -, temos uma história que celebra a vida e celebra o amor a quem somos de verdade. A overdose de glitter e de alegria pode até funcionar, mas passa longe de  explorar todo o potencial que esconde.