A declaração de Asbell vem após a atriz Sandra Bullock afirmar que Hollywood talvez não tivesse coragem de produzir uma nova sequência da franquia.
No entanto, o produtor foi enfático: “Hollywood é corajosa o suficiente. Nós somos corajosos o suficiente. Estamos esperando o telefone tocar”.
Mas Asbell tem uma condição para o filme acontecer: precisa ter uma ideia inovadora e empolgante para justificar um novo filme.
“É um daqueles últimos filmes que ainda não refizemos. E, para realmente haver um motivo para voltar, precisa ser uma ideia incrível, uma ideia que empolgue (Bullock e Keanu Reeves). Porque esse seria o motivo para assistir. É, obviamente, um título muito importante para nós, mas não é algo que faríamos de forma leviana ou apenas tentando pressioná-los a participar. Eles teriam que fazer parte do desenvolvimento dessa ideia”, concluiu.
Lembrando que Keanu Reeves e Sandra Bullockjá expressaram desejo de reprisar seus papéis como Jack Traven e Annie Porter inúmeras vezes – ainda mais depois de uma esquecível sequência lançada em 1997. Agora, em uma recente exibição especial para comemorar os 30 anos do filme original, Bullock voltou a comentar que está apenas esperando o sinal verde do estúdio para retornar.
“Não sei se estamos em uma indústria que está disposta e que seja corajosa o bastante para [dar sinal verde]”, ela disse, durante o evento. “Posso estar enganada. Não sei o que poderíamos criar que fosse bom o suficiente para os fãs”.
Em maio deste ano, Reeves havia reiterado sua empolgação com a ideia de uma sequência:
Howard Payne é um psicopata que está ameaçando Los Angeles com explosivos. Jack Traven é o agente que está perto de capturá-lo. Quando Payne instala bombas em um ônibus, Jack precisa evacuar os passageiros sem reduzir a velocidade do veículo para menos de 80 quilômetros por hora. Para complicar, a motorista, Annie, nunca dirigiu um ônibus antes.
Além de ter feito um estrondo de bilheteria, com impressionantes US$350,4 milhões arrecadados, o filme conquistou 95% de aprovação no Rotten Tomatoes e levou para casa duas estatuetas do Oscar – Melhor Edição de Efeitos Sonoros e Melhor Som.
A produção de ‘Ebenezer: Um Conto de Natal’, novo filme dirigido por Ti West, segue a todo vapor, e as primeiras imagens do set revelaram uma transformação impressionante de Johnny… pic.twitter.com/sg7XgvQ6dS
Intitulada ‘Um Conto de Natal’, a nova adaptação do clássico será dirigida por Ti West (‘Pearl’).
A trama acompanha a jornada sobrenatural de um homem forçado a confrontar seu passado, presente e futuro, em busca de redenção e de uma segunda chance. O roteiro é assinado porNathaniel Halpern.
Publicado em 1843, “Um Conto de Natal”, de Charles Dickens, acompanha a história de Ebenezer Scrooge, um homem avarento que, na véspera de Natal, é visitado pelo fantasma de seu antigo sócio e pelos espíritos do Natal Passado, Presente e Futuro. As visitas servem como advertências e lições que acabam transformando Scrooge em alguém mais generoso e compassivo.
Em seu primeiro trabalho como diretor de longas metragens, o cineasta russo Aleksey Krasovskiy, que também escreve o roteiro, apresenta uma história envolvente, de curtos 74 minutos, onde assistimos atentamente um plano mirabolante de vingança. Com apenas um personagem dando as caras, o protagonista interpretado pelo excelente ator Konstantin Khabenskiy, reunimos aos poucos as pontas soltas desse quebra cabeça cheio de opções para seu desfecho.
Na trama, ambientada nos dias atuais, conhecemos Arthur (Konstantin Khabenskiy), um funcionário misterioso de uma empresa de cobranças que possui um alto salário e consegue superar muitos desafios dessa profissão que escolheu ganhando fortunas para que o paga. Em uma noite, no alto de um edifício comercial, onde fica localizado o escritório da empresa, Arthur recebe um telefonema repleto de suspense onde uma mulher diz que postou um vídeo comprometedor dele na internet. Sem ligar muito para a ligação, acaba sendo avisado por outras ligações sobre a existência da gravação e assim precisa correr contra o tempo para provar que o vídeo é uma armação e acaba sabendo mais sobre a voz do outro lado da linha.
Uma noite cheia de reviravoltas e uma crise existencial profunda são o plano de fundo de uma situação incomum que vive o protagonista, que passa horas trancado em um escritório localizado em uma grande cidade russa buscando uma solução para uma exposição de um vídeo seu polêmico postado na internet. Podia ser maçante, sonolento ou desinteressante, mas não é o que acontece. Os méritos são todos de Konstantin Khabenskiy, em grande atuação, prende a atenção do espectador com as multifacetas que transforma seu personagem. É incrível a habilidade na caracterização de chegarmos a um ponto de não sabermos se torcemos por ele ou se ele merece punição pelo que fez ou não.
O roteiro, assinado pelo próprio diretor, consegue sua força por conta da atuação de Khabenskiy. A cada nova ligação que o protagonista recebe mas uma peça se junta ao tabuleiro e assim vamos passando um raio-x na vida e personalidade desse grande personagem. Kollektor é dinâmico, intrigante e surpreendente, um dos ótimos desconhecidos filmes que a Rússia apresentou ao mundo nesses últimos meses.
Muito bem amarrada em episódios bem distribuídos, dentro de uma narrativa repleta de inquietações e provocações, chegou sem muito alarde à Netflix uma série que caminha a passos largos pela mente da polícia e criminosos em um confronto pelas perdas emocionais. A produção dinamarquesa A Agente é muito mais que uma obra que rompe camadas para apresentar um iminente confronto – dilacera os dilemas sobre o certo e o errado de forma contundente, deixando reflexões por todos os lados.
Tea (Clara Dessau) é uma jovem solitária que, após um passado cheio de questões, resolve ingressar na academia de polícia. Pouco tempo depois, é chamada para um operação secreta em que precisa se infiltrar na rotina do líder criminoso Miran (Afshin Firouzi) através da esposa dele, Ashley (Maria Cordsen). Correndo contra o tempo em busca de informações, aos poucos vai encontrando dilemas pelo caminho.
O enredo, com seu clima emocional sem excessos, busca o sentimento predominante de tensão através de histórias que se interligam em dois lados apostos da lei. Do drama ao suspense, essa costura em forma de narrativa é sustentada por uma série de personagens com intenções incertas, e suas dificuldades de se firmar valores morais. Tudo isso é mostrado de forma equilibrada dentro das ações e consequências – mérito de um roteiro que sugere muitos olhares para reflexões.
Nessa montanha-russa de emoções, as oscilações de sentimentos acabam sendo um elo que interliga os personagens, formando um triângulo de diferentes pontos de vistas. Um criminoso, ao ver o cerco se fechar, justifica somente para si suas ações até ali, num egoísmo que resvala na família que construiu. Sua esposa, descompromissada com as verdades que rondam sua rotina. passa por uma processo de desconstrução em tudo que acredita. Já a policial protagonista enxerga além da justiça, colocando nas justificativas de suas ações um caráter ético-filosófico, avaliando a culpa de forma proporcional.
Em seis episódios, essa minissérie – que, a princípio, tem começo, meio e fim mas quem sabe não ganha uma segunda temporada – fica longe das pontas soltas e apresenta alguns olhares para uma situação que envolve família, escolhas e culpabilidade. A partir do foco na protagonista, acessamos camadas familiares por meio de uma esposa que se vê perdida entre os laços familiares e um novo despertar para sua vida até aquele ponto. Esse é um projeto que utiliza de forma eficiente o Cliffhanger, despertando o desejo de uma maratona ininterrupta como a escolha certa do público.
Os Donos da Rua (Boyz n the Hood) se encontra atualmente no acervo de filmes da Netflix, e antes de mais nada fica aqui a nossa recomendação máxima para que você assista ao filme antes que ele seja removido – afinal, como sabemos, os filmes vêm e vão na plataforma. Os Donos da Rua completa 30 anos de seu lançamento em 2021, e esta é a oportunidade perfeita para celebrar esta importante obra cinematográfica, seja assistindo pela primeira vez ou a revisitando.
A estreia mundial da produção ocorreu no dia 13 de maio de 1991 no prestigiado Festival de Cannes, na França. Para quem não conhece, Os Donos da Rua possui grande relevância atrás das câmeras também, em seus bastidores, já que guarda no maior prêmio da sétima arte, o Oscar, dois recordes: um que jamais poderá ser quebrado e outro que até o dia de hoje, trinta anos depois, ainda não foi. Ambos dizem respeito ao diretor da obra, o saudoso John Singleton, falecido em 2019 aos 51 anos.
Singleton foi o primeiro cineasta negro a ser indicado na categoria de direção nos prêmios da Academia, 63 anos após a criação da cerimônia. Singleton foi também o diretor mais jovem a ser indicado ao prêmio, na época com 24 anos, batendo assim o recorde anterior de um certo Orson Welles por um tal de Cidadão Kane (1941), aos 26 anos de idade – recorde que segurou por 50 anos.
No Oscar, as duas indicações do filme ecoaram como grandes prêmios. Os Donos da Rua foi o primeiro filme do jovem John Singleton, lançado por um grande estúdio após uma verdadeira epopeia. O resultado foi sua aprovação na maior noite do cinema, com nomeações para roteiro original e direção, ambas para Singleton. O cineasta teve a ideia para o filme de sua própria vivência na vizinhança de Crenshaw, subúrbio então violento de Los Angeles, na Califórnia. A terra dos ricos e famosos era completamente desmistificada por um artista negro com muita propriedade, afinal saíra justamente de tal território e o longa serve de relato para tudo que viu e viveu por lá.
Dois anos antes, o talentoso e celebrado Spike Lee já havia dado seu relato da causa no atemporal Faça a Coisa Certa (1989), jogando na cara da sociedade sem papas na língua o dia a dia dos moradores de Bedford-Stuy, no Brooklyn, Nova York, mesmo bairro que serve de cenário muito mencionado por Chris Rock em seu seriado Todo Mundo Odeia o Chris (2005-2009). Os Donos da Noite serve de complemento para o filme de Lee, mostrando a dureza de um bairro negro na costa Oeste dos EUA também. Hoje, mais de trinta anos depois ambos os bairros melhoraram muito sua condição para os habitantes e o Brooklyn inclusive foi renovado em Nova York, se tornando um dos locais mais caros para se viver na cidade.
Em questão de prêmios no Oscar, Faça a Coisa Certa levou duas indicações igualmente, incluindo roteiro, mas assim como Os Donos da Rua é considerado esnobado. Mereciam mais. Mereciam a tão aguardada nomeação de melhor filme. À época, os membros então mais conservadores da Academia não estavam preparados para tamanha representatividade.
Violência nas ruas. A realidade nua e crua da vizinhança de Crenshaw, Los Angeles.
Em Faça a Coisa Certa, Spike Lee se coloca como um dos personagens do filme em meio a tudo. Em Os Donos da Rua, John Singleton também se inclui na narrativa, mas não aparece como ator. O cineasta usa a persona de Tre, que no filme ganha as formas de um então novato Cuba Gooding Jr., em seu primeiro papel de destaque como protagonista no cinema – o ator viria a ganhar um Oscar cinco anos depois por Jerry Maguire: A Grande Virada. No filme, Tre cresce em meio à violência e quando, ainda na infância, começa a ser afetado por ela, é levado pela mãe a ir morar com o pai, o sábio “pregador” armado Furious (e o nome já diz tudo). Assim, consegue se esquivar das tentações e do caminho fácil, construindo seu caráter para se tornar alguém na vida. Fora das telas, John Singleton passou pela mesma provação do personagem, foi para a faculdade e se tornou um diretor prestigiado.
Para chegar aonde chegou, Singleton teve que continuar se provando. A ideia para o filme em partes surgiu quando um executivo da Orion Pictures foi visitar sua faculdade para uma palestra. O estudante não teve qualquer pudor e na frente de toda a classe argumentou sua insatisfação com um longa recém-lançado do estúdio, Cores da Violência (1988): um combate entre as gangues mais violentas da Califórnia, os Crips e os Bloods (que se dividem pelas cores azul e vermelho), usando como protagonistas da história dois policiais brancos (vividos por Sean Penn e Robert Duvall). E para Singleton aí estava todo o problema em relação ao filme. Os Donos da Rua, lançado três anos depois, é sobre o ponto de vista dos moradores do local, pegos em meio a uma guerra urbana; muitos dos quais cresceram ao lado dos jovens criminosos, são amigos ou parentes dos que matam e morrem.
Tendo ganhado sinal verde da Columbia Pictures (hoje Sony) com seu roteiro, devido ao estúdio desejar seu próprio Faça a Coisa Certa(da Universal Pictures), Singleton teve que fazer valer sua voz e bater o pé para conseguir a direção do filme. Os executivos queriam dar seu texto para outro cineasta comandar, receosos pela falta de experiência de um jovem recém-saído da faculdade de cinema, sem qualquer trabalho prévio na área. Singleton foi firme em sua decisão vociferando que apenas alguém que experimentou tal vivência seria capaz de trazer a estética certa para o longa.
O protagonista Tre, por outro lado, quase teve as formas de um ator desconhecido na época, mas que viria a se tornar um dos maiores astros da atualidade em Hollywood. Will Smith foi considerado para o papel principal, chegou perto de vive-lo, mas precisou recusar devido à suas obrigações no recém-lançado programa Um Maluco no Pedaço, que havia estreado no ano anterior e já fazia muito sucesso. É curioso notar em filmes antigos quando os revisitados, a presença de atores hoje badalados. Aqui, por exemplo, temos a estreia de Regina King no cinema como a espevitada Shalika. King venceu o Oscar de atriz coadjuvante por Se a Rua Beale Falasse(2019), se tornou uma atriz badalada (Watchmen) e uma diretora de mão cheia (Uma Noite em Miami).
Quem estreia no cinema em Os Donos da Rua igualmente é o rapper Ice Cube, na época já à frente de sua banda de rap NWA (cuja biografia Straight Outta Compton, 2015, fez enorme sucesso no cinema). Cube vive Doughboy, jovem problemático que é a contraparte de Tre no filme. Completando o elenco principalNia Long (como o interesse amoroso do protagonista, Brandi), Morris Chestnut (Ricky, o irmão esportista de Doughboy) e os veteranos Angela Bassett e Laurence Fishburne como os pais de Tre, Reva e Furious. Curiosamente, ambos Bassett e Fishburne viriam a ser indicados ao Oscar ao se reencontrarem para um filme dois anos depois, por si só dono de tremenda importância e representatividade racial negra: a biografia da cantora Tina Turner, What’s Love Got to Do With It(1993), título de uma música da cantora, que no Brasil recebeu o título mais simplório Tina – A Verdadeira História de Tina Turner. No filme, Angela Bassett viveu Tina e Laurence Fishburne foi seu marido abusivo Ike.
Os Donos da Rua foi parte de um movimento que chegava para mostrar como o cinema deveria de fato ser utilizado para dar voz a uma minoria racial: através deles próprios. Spike Lee ganhou seu espaço e entrou para a história devido ao fervor contido em sua panela de pressão chamada Faça a Coisa Certa. Mas John Singleton seguiu bem de perto exibindo com muito realismo, crueza e dramaticidade a rotina de bairros dominados por gangues, crime e violência.
Com um orçamento de US$6.5 milhões, Os Donos da Rua rendeu em bilheteria US$56.1 milhões, se tornando assim, num aspecto de investimento, o filme financeiramente mais bem sucedido de trinta anos atrás (1991) no cinema. É claro que seu valor social transcende seu sucesso financeiro, e em 2021, numa época em que ainda reivindicamos igualdade e lutamos contra o racismo e a violência urbana, seja no Brasil, nos EUA e no mundo, o filme de John Singleton se mostra, infelizmente, mais urgente do que nunca.
Acima de tudo, Os Donos da Rua é um grande estudo do pensamento do filósofo suíço Jean-Jacques Rousseau, que definiu o homem como produto de seu meio. É difícil ser o ponto fora da curva. Mas não impossível. E John Singleton foi uma das maiores provas disso.
Apesar da venda de ingressos da pré-estreia estar forte na China, ‘Aquaman‘ não deve quebrar o recorde da estreia de ‘Venom‘, que arrecadou gigantescos US$ 11 milhões no país.
O novo longa da DC arrecadou apenas US$ 1.1 milhão nas prévias, e deve estrear entre US$ 50 e US$ 70 milhões na China. Curiosamente, ‘Aquaman‘ estreará na China duas semanas antes de chegar nos EUA.
‘Aquaman‘ estreia no Brasil dia 14 de Dezembro, uma semana antes de chegar nos Estados Unidos.
O meio-humano, meio-Atlante Arthur Curry, é levado à jornada de sua vida — uma jornada que vai forçá-lo a não só encarar sua verdadeira identidade, mas também a descobrir se ele tem o que é necessário para ser… um rei.
Em um cenário pós-apocalíptico onde monstros gigantes dominaram a Terra fazendo com que o restante da humanidade se esconda em colônias subterrâneas, um jovem decide arriscar tudo para ir em busca de sua paixão de escola, fazendo no caminho amizade com um cachorro heroico e uma dupla inusitada de sobreviventes.
Curiosidades:
» Os cachorros que interpretaram o Boy foram dois kelpies australianos chamados Hero e Dodge;
Neste mês, os quatro filmes da franquia ‘Tubarão‘ foram lançados no catálogo brasileiro da Netlfix!
Para quem gosta de filmes de terror com tubarões assassinos, o serviço de streaming também conta com o divertido ‘Do Fundo do Mar‘.
Vale lembrar que rumores recentes apontam que a Universal Pictures está desenvolvendo um remake do clássico de Steven Spielberg.
O site WGTC afirma que o novo filme deve voltar a adaptar o livro homônimo de Peter Benchley, e espera-se que Spielberg produza a nova versão. Além disso, o remake deve se passar nos dias atuais, com novos personagens.
Obviamente, a informação ainda não foi confirmada. Trate-as apenas como rumores.
A franquia rendeu quatro filmes, mas nenhuma das sequências conseguiu o alcançar o sucesso de público e crítica que o primeiro filme.
No original de 1975, um terrível ataque a banhistas é o sinal de que a praia da pequena cidade de Amity, na Nova Inglaterra, virou refeitório de um gigantesco tubarão branco. O chefe de polícia, Martin Brody quer fechar as praias, mas o prefeito Larry Vaughn não permite, com medo de que o faturamento com a receita dos turistas deixe a cidade sem recursos. O cientista Matt Hooper e o pescador Quint se oferecem para ajudar Brody a capturar e matar a fera, mas a missão vai ser mais complicada do que eles imaginavam.
Prejudicada por mais uma onda de fechamentos de cinemas nos EUA, a adaptação ‘Monster Hunter‘ decepcionou em sua estreia no país, arrecadando apenas US$ 2.2 milhões em seu primeiro final de semana.
Projeções indicavam uma estreia em torno de US$ 4 milhões no mercado norte-americano.
Apesar do começo morno, o longa deve ser beneficiar das festividades de fim de ano, que geralmente costumam alavancar as bilheterias. A adaptação, no entanto, terá uma forte concorrência com o lançamento do aguardado ‘Mulher-Maravilha 1984‘ na próxima semana, que irá estrear simultaneamente nos cinemas e no serviço de streaming da HBO Max.
Vale lembrar que ‘Monster Hunter‘ chega aos cinemas dia 14 de Janeiro e o CinePOP foi convidado para entrevistar a simpaticíssima Milla Jovovich e seu marido – e diretor – Paul W. S. Anderson.
Eles falaram sobre a nova adaptação, e também comentaram se um dia retornariam para ‘Resident Evil‘.
Assista a entrevista:
No Rotten Tomatoes, ‘Monster Hunter‘ abriu com 67% de aprovação com base em 6 reviews até o momento.
“Não é desde a imortal aparição de Paul Giamatti no final de ‘O Espetacular Homem-Aranha 2’ que um filme tão ruim tentou tanto para acender nossos apetites por mais” – IndieWire.
“Uma tonelada de diversão do começo ao fim, ‘Monster Hunter’ acerta em cheio o equilíbrio entre ação hard-core e humor canastrão” – Aisle Seat.
“Para ser honesto, todo o filme promete, do começo, monstro e caçadores, e Anderson entrega ambos, do primeiro frame até os créditos. Mas, por muito tempo, o título genérico acompanha a ação genérica” – Los Angeles Times.
Dirigido por Paul W.S. Anderson, o orçamento da produção ficou na casa dos US$ 60 milhões.
Paralelo ao nosso mundo, existe outro: um mundo de poderosos e perigoso monstros que controlam seus territórios com ferocidade mortal. Quando a Tenente Artemis (Milla Jovovich) e seu esquadrão de elite são transportados através de um portal que liga os dois mundos, eles vão ser confrontados com a experiência mais chocante de suas vidas. Em sua desesperada tentativa de voltar para casa, a corajosa tenente encontra um caçador misterioso (Tony Jaa), cujas habilidades únicas permitiram com que ele sobrevivesse nessa terra hostil. Enfrentando incansáveis e aterrorizantes ataques dos monstros, os dois guerreiros se unem para lutar contra eles e encontrar um meio de voltarem para casa.
A AMC divulgou o trailer completo da 2ª (e última) temporada de ‘The Walking Dead: World Beyond‘, que traz o surpreende retorno da Jadis (Pollyanna McIntosh).
O ciclo final irá estrear oficialmente no dia 3 de outubro.
“A 2ª temporada de ‘The Walking Dead: World Beyond’ conclui a história épica de Iris, Hope, Elton e Silas – quatro amigos que viajaram por todo o país em uma missão que transformou tudo o que sabiam sobre si mesmos e o mundo. Enquanto eles enfrentam o misterioso Exército da República Cívica e lutam pelo controle de seu próprio destino, objetivos mudarão, laços se formarão e se desintegrarão e a inocência será tanto perdida quanto encontrada.”
Lembrando que a 1ª temporada terminou com os quatro adolescentes separados: Iris junta forças com Felix (Nico Tortorella) e Will (Jelani Alladin) para resgatar Hope das garras da República Cívica, que prendem Silas quando ele fica para trás para evitar a captura de Elton e Percy (Ted Sutherland).
Em um centro de pesquisa da República Cívica em algum lugar no estado de Nova York, o pai das meninas, Dr. Leo Bennett (Joe Holt), permanece sob o controle do CRM e da tenente-coronel Elizabeth Kublek (Julia Ormond).
A Netflix finalmente anunciou quando a 4ª temporada da série dramática ‘Virgin River‘ será lançada.
O próximo ciclo irá estrear na plataforma no dia 20 de julho.
Além disso, as primeiras imagens do quarto ano foram divulgadas. Confira:
Vale lembrar que a série já está renovada para a 5ª temporada!
A série é uma adaptação da saga de livros da autora Robyn Carr, que conta com 20 volumes, cujo o título do primeiro é exatamente o nome da cidade onde a trama se passa.
A produção acompanha Melinda, uma enfermeira que decide abandonar sua vida na cidade grande para tentar se redescobrir no pequeno município de Virgin River. Lá, além de tentar esquecer dos erros do passado, ela vai acabar descobrindo um novo amor em sua vida.
Quando Reggie, um Border Terrier ingênuo e implacavelmente otimista, é abandonado nas ruas da cidade por seu dono, Doug, Reggie tem certeza de que seu amado dono nunca o deixaria de propósito. Mas quando Reggie se envolve com um Boston Terrier falador e desbocado chamado Bug, um vira-lata que ama sua liberdade e acredita que os donos são otários, Reggie finalmente percebe que estava em um relacionamento tóxico e começa a ver Doug como o desprezível sem coração que ele é. Determinados a buscar vingança, Reggie, Bug e os amigos de Bug – Maggie, uma inteligente pastora australiana que foi deixada de lado pelo novo cachorrinho de seu dono, e Hunter, um Dogue Alemão ansioso que está estressado por seu trabalho como um animal de apoio emocional – juntos traçam um plano e embarcam em uma aventura épica para ajudar Reggie a encontrar o caminho de casa… e fazer Doug pagar mordendo o que ele mais ama.
Em entrevista ao Entertainment Weekly, Mahershala Ali confirmou que o reboot de ‘Blade‘ ainda está em desenvolvimento, e se mostrou muito contente com a direção que está sendo tomada pela adaptação.
A declaração do ator parece uma resposta direta aos rumores recentes que indicavam sua insatisfação com o roteiro do projeto.
“Estamos trabalhando em ‘Blade’. Só posso dizer isso para vocês. Estou muito satisfeito com a direção do projeto, e espero que possamos retomá-lo muito em breve.”
Vale lembrar que, segundo a Variety, a Marvel Studios planeja gastar menos que US$ 100 milhões para fazer ‘Blade‘. O valor é bem baixo comparado aos outros filmes do estúdio. Para comparação, ‘As Marvels‘ custou altos US$ 250 milhões.
Como os filmes de super-heróis não estão arrecadando tanto quanto antigamente, o estúdio planeja diminuir os orçamento astronômicos para voltar a lucrar.
Recentemente, Michael Green foi contratado para reescrever todo o roteiro. O reboot já passou pelas mãos de pelo menos cinco roteiristas e dois diretores diferentes.
Diante das dificuldades enfrentadas no desenvolvimento, a Marvel Studios optou por reiniciar o projeto do zero, buscando uma nova direção criativa para o filme.
O longa está programado para estrear em 7 de novembro de 2025.
O elenco ainda contará com Mia Goth, Delroy Lindo, Aaron Pierre e Milan Ray.
Yann Demange (‘Lovecraft Country’) será responsável pela direção.
“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”
O reboot é intitulado ‘Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói, criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.
Após o lançamento de apenas um episódio, o serviço de streaming Max anunciou a renovação da série ‘Cidade de Deus: A Luta Não Para‘ para a 2ª temporada.
A produção é um derivado do aclamado e clássico longa-metragem brasileiro de 2002.
A trama acompanha os personagens 20 anos após os eventos do filme, através das lentes de Wilson, que retorna à comunidade quando a libertação de um jovem traficante da prisão coloca a Cidade de Deus em disputa mais uma vez. Os moradores acabam presos entre traficantes, milícias e autoridades governamentais. No entanto, seu desejo de quebrar esse ciclo leva a comunidade a se unir e confrontar seus opressores.
O segundo episódio da primeira temporada estreará no próximo domingo, no dia 1º de setembro.
Lembrando que o filme é inspirado no romance homônimo escrito por Paulo Lins, fazendo um retrato realista da batalha entre o bem e o mal que é travada todos os dias pela população periférica da cidade do Rio do Janeiro, focada em questões como tráfico de drogas, pobreza extrema e violência de todos os tipos. Os emblemáticos personagens Buscapé, Zé Pequeno, Bené e Mané Galinha foram inspirados em pessoas reais.
O longa concorreu ao Oscar de 2004 em quatro categorias, incluindo Melhor Direção.
James DeMonaco (‘Uma Noite de Crime’) comanda o projeto. Ele também assina o roteiro ao lado de Adam Cantor.
Max, um homem problemático, começa a trabalhar em uma casa de repouso e descobre que seus moradores e cuidadores guardam segredos sinistros. Ao investigar o prédio e seu quarto andar proibido, ele começa a descobrir conexões com seu próprio passado e sua criação como filho adotivo.
A Universal Pictures finalmente anunciou quando ‘Pressure‘, drama de guerra estrelado pelo vencedor do Oscar Brendan Fraser (‘A Baleia’), será lançado no Brasil.
O longa chegará aos cinemas nacionais no dia 3 de setembro.
Baseado em uma história real, o filme foca nas tensas 72 horas que antecederam o Dia D na Segunda Guerra Mundial, em que o General Dwight D. Eisenhower que precisa tomar a decisão impossível de lançar a maior invasão marítima da história, baseando-se nas previsões do meteorologista James Stagg sob condições climáticas adversas.
Em um hilário vídeo inspirado nas fitas com aulas de aeróbica da década de 80, a personal trainer Solange Frazão ensina os usuários da Netflix a manter a forma, além de ajuda-los a ficar em dia com suas série de TV.
A produção original da Netflix, ‘Bright‘, parece ter conquistado as audiências, sendo assistida mais de 11 milhões de vezes em seus primeiros três dias na plataforma. Os dados foram contabilizados pela Nielsen e compreendem os dias 22 à 24 de dezembro.
Segundo o levantamento, o híbrido do gênero policial e fantástico contou com um orçamento referente a US$ 100 milhões e foi visto aproximadamente por sete milhões de pessoas nos Estados Unidos, entre as faixas etárias de 18 e 49 anos, ao longo deste curto período.
Ainda que a marca não revele o índice de satisfação da produção entre os usuários que já assistiram, o alto alcance em pouco tempo só fica abaixo da segunda temporada de ‘Stranger Things‘. Entre os dias 27 e 29 de outubro, a produção original da Netflix teve seu primeiro episódio assistido mais de 15 milhões de vezes (e 11 milhões entre a faixa etária de 18 e 49).
O excelente resultado de ‘Bright‘ pode não ter superado ‘Stranger Things‘, mas assim o fez com a segunda temporada de ‘The Crown‘. A primeiro episódio da aclamada série dramática foi visto apenas três milhões de vezes nos Estados Unidos, sendo apenas 1,3 milhão entre 18 e 49 anos de idade. A marca também compreende os três primeiros dias desde seu lançamento.
O astro Tom Holland tem passado seus últimos meses na Europa para as filmagens de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
No entanto, o astro teria pausado os trabalhos da sequência para voltar aos Estados Unidos, para regravar algumas cenas de ‘Vingadores 4‘.
As especulações ganharam ainda mais força com a publicação de um usuário do Twitter, que postou uma imagem que traz Holland dentro de um avião. Segundo o fã, o voo em questão seria de Atlanta para Nova York, no dia 05 de outubro.
Para os que desconhecem, as refilmagens de ‘Vingadores 4‘ aconteceram na capital do estado da Geórgia.
O CinemaBlend divulgou uma possível data para o lançamento do primeiro trailer, se o estúdio seguir a mesma estratégia de marketing de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.
O primeiro trailer do terceiro filme da franquia foi lançado no dia 29 de Novembro de 2017.
Segundo assim, a data mais provável para o trailer de ‘Vingadores 4‘ é em novembro deste ano.
‘Capitã Marvel’ chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto ‘Vingadores 4’ estreia no dia 27 de abril de 2019.
Breaking Bad é uma daquelas raridades da televisão que soube exatamente qual era o seu timing e ritmo ideais. Como uma produção que cresceu no gosto da audiência com o passar de suas temporadas, a série estreou timidamente na emissora AMC e trazia o “pai do Malcolm“, Bryan Cranston, como um protagonista de carisma peculiar, em uma narrativa que rapidamente escalonou de maneira bem unapologetic e agressiva. E mesmo sabendo que sua trama poderia, facilmente, seguir por mais uns três anos com tranquilidade, optou por cortar na carne, encerrando sua trajetória na quinta temporada. Em seu auge, o produtor Vince Gilligan se despedia dos fãs, fazendo da jornada de sobrevivência de um doente homem apático e comum um relato genuíno de como o poder, o dinheiro e o ego podem contaminar tudo e todos ao redor. E as mazelas, destroços, estilhaços e cicatrizes abertas que ficam formam o enredo do filme sequência da série, El Camino.
Entre tantas perdas, Jesse Pinkman (Aaron Paul) – um viciado em drogas que inesperadamente se transforma em um fabricante de metanfetamina ao lado de Walter White (Cranston) -, se viu obrigado a conviver com as piores escolhas que seus vícios lhe trouxeram, bem como com aquelas às quais foi submetido em meio à chantagens emocionais, pressões abusivas e ao tóxico relacionamento quase paterno desenvolvido com o seu professor de química, diagnosticado com um câncer em estágio avançado. De mente frágil, ele passou sua história sendo manipulado por Heisenberg, o alter ego de White. E se livrar de toda a tortuosa bagagem psicológica que os anos acumularam é uma tarefa mais dolorosa do que simplesmente deixar o passado para trás. A fim de se redescobrir por conta própria, ele terá que adotar alguns dos velhos hábitos de seu comparsa, eliminando seus rastros para então construir um novo caminho. Em El Camino, redenção é a palavra de ordem na vida de um homem que cansou de apenas sobreviver a trancos e barrancos, mas que ainda sofre com as amarras que lhe custaram sua sanidade mental.
O longa, dirigido por VinceGilligan é como um passeio às memórias que os primeiros anos da série trouxeram aos seus fãs. Lindamente dirigido, como todos os episódios em que ele assumia essa função, a produção é como um especial de Natal antecipado, um deleite sem precedentes para aqueles que, mesmo após seis anos, continuam impactados com o brilhante final de Breaking Bad. E como se o tempo não tivesse passado e nenhum de nós envelhecido, El Camino resgata a narrativa de seu ponto final, foge das explicações desnecessárias e se apresenta como um presente a um genuíno apaixonado pelo original. Retomando a trama a partir dos frangalhos que restaram de Pinkman, o filme de duas horas de duração traz o personagem em sua mais completa autenticidade. Novamente, Aaron Paul nos lembra porque suas três vitórias ao Emmy Awards de Melhor Ator Coadjuvante são tão dignas, entregando uma atuação extasiante e envolvente, que revela a fragilidade e digladiante frieza em seus olhos, após todas as experiências traumáticas vividas em sua jornada em BB.
Esse processo de redenção é permeado por rostos familiares acalentadores. Dos pais do protagonista aos seus melhores amigos, testemunhamos as figuras mais marcantes dos cinco anos da série contemplarem o trajeto de redescoberta de Pinkman, um a um deixando sua breve mensagem, como nos tempos de outrora. De maneira simbólica, Gilligan faz realmente uma homenagem à série que ele mesmo deu vida, honrando boa parte daqueles que ajudaram a tornar BreakingBad o sucesso atemporal que é. E com essa trajetória, El Camino se transforma em uma experiência profundamente catártica, dentro e fora das telas, servindo como um afago para Pinkman continuar tentando sobreviver, bem como para o público, que supre a saudade sentida da forma mais sublime possível. Anestésica, a produção aplaca a tristeza de não mais termos BB semanalmente, à medida é uma experiência sinestésica por si só, nos levando novamente à mesma montanha russa emocional que Pinkman sempre foi.
E como de costume, como se semana passada um episódio anterior tivesse sido exibido, torcemos para que Pinkman encontre suas respostas. E aqui, deixando o seu ElCamino para trás, em busca de um genuíno novo caminho sem qualquer dos resquícios da sua vida passada, o protagonista traça sua própria rota pela primeira vez ao longo de toda sua narrativa. Entre explosões e conflitos sangrentos, ele supera a si mesmo, tem seus momentos de epifania para despedir-se do que um dia já foi real e nos faz marejar os olhos diante de tamanha experiência cinematográfica. Com um roteiro belíssimo, que honra os melhores episódios de BreakingBad, ElCamino é a promessa de que, mesmo depois de seu fim, uma série de TV bem produzida sempre consegue ficar ainda melhor.
Essa entrevista contém spoilers da segunda temporada da série
O final da 2ª temporada de ‘The Boys‘ surpreendeu os fãs, ao revelar que a personagem Victoria Neuman é de fato uma das maiores vilãs da produção, responsável por um dos ataques mais sangrentos até o momento.
E a intérprete da personagem, a atriz Claudia Doumit, revelou detalhes a respeito da bombástica revelação, feita apenas no último episódio da segunda temporada.
Em uma entrevista concedida à nossa jornalista Rafa Gomes, ela ainda contou que não fazia ideia de que Neuman era de fato uma super e que a informação só lhe foi entregue ao receber o roteiro do oitavo e último episódio do ciclo, já na reta final das filmagens da série.
Confira a entrevista:
Recentemente, em entrevista ao TVLine, o showrunner Eric Kripke revelou detalhes sobre a 3ª temporada de ‘The Boys‘, e o que os fãs podem esperar do novo ciclo.
“O desfecho da segunda temporada foi muito diferente. A primeira temporada termina com os protagonistas realmente encurralados e nós começamos esse novo ciclo com eles desesperados. A segunda temporada termina com uma vitória e estabilidade. É um final agridoce, a um preço terrível, mas eles venceram. Então, na terceira temporada, eles terão maior conforto e estabilidade, parecendo ainda mais com seus personagens nos quadrinhos.”
Ele continua, “Eles estarão trabalhando oficialmente para a CIA, terão um orçamento e escritórios. Eles estarão vivendo uma existência estável, mas haverá algumas ameaças, que são: quando o Capitão Pátria irá surtar, e é apenas uma questão de tempo até eles descobrirem algo terrível sobre a política Neuman. Eles começarão a terceira temporada contentes, mas isso não durará muito.”
A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.
A comédia romântica alemã ‘No Jogo do Amor‘ já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (15) na grade de programação.
Na trama, depois de uma experiência de troca de casais, quatro amigos chegam a uma cabana de praia remota para enfrentar as consequências e encarar as verdades.
Confira o trailer:
Nilam Farooq, Jonas Nay e Paula Kalenberg estrelam o filme.
Segundo o Deadline, a Paramount Pictures acaba de adquirir os direitos de ‘The Romantic‘, uma comédia romântica original escrita por Deborah Kaplan e Harry Elfont. O projeto já conta com Dave Bautista confirmado no papel principal — uma escolha que marca a realização de um antigo desejo do astro, que era protagonizar uma rom-com.
Na história, conhecemos Francine London, uma famosa autora de romances que conquista o público com suas histórias apaixonadas… mas que na verdade é um homem: Ed Schwenke, um sujeito de quase dois metros de altura e visual pouco convencional. Quando sua identidade é colocada em risco, Ed contrata uma mulher totalmente fora dos padrões para fingir ser Francine em uma convenção de literatura romântica — tudo isso enquanto tenta despistar uma jornalista cínica que detesta romances… e mentirosos ainda mais.
Ainda sem direção confirmada, o longa será produzido pela Maximum Effort, de Ryan Reynolds, em parceria com a Dogbone Entertainment, produtora de Bautista, ambas com contrato de prioridade com a Paramount.
O projeto é especialmente simbólico para Bautista, que há tempos manifesta o desejo de estrelar uma comédia romântica. Em uma entrevista de 2023 ao Page Six, o ator revelou:
“Eu sei que não sou o típico galã de comédia romântica. Sou um pouco bruto. Mas sempre me perguntei: será que sou tão pouco atraente assim? Será que tem algo em mim que exclui esse tipo de papel?”
Bautista afirmou nunca ter recebido uma proposta no gênero, mas que mantinha a esperança. Agora, com The Romantic, ele finalmente realiza esse objetivo.
Além do novo projeto, Bautista tem uma agenda cheia: está cotado para o elenco de ‘Matador de Aluguel 2‘ da Amazon MGM, e estrelará os filmes ‘Trap House‘ e ‘The Wrecking Crew‘ (ao lado de Jason Momoa), ambos produzidos por sua Dogbone. Ele também atuou recentemente com Pamela Anderson no elogiado drama ‘The Last Showgirl‘.
Kaplan e Elfont, por sua vez, são veteranos do gênero de comédia romântica, com sucessos como ‘Mal Posso Esperar‘, ‘O Melhor Amigo da Noiva‘ e ‘Casa Comigo‘. Atualmente, também exploram a comédia mais adulta com ‘Guys with No Friends‘, vendido à Paramount em uma disputa acirrada por mais de US$ 1 milhão.
Jeff ‘Ian Malcolm’ Goldblum terá um papel importante no filme e Sam Neilltambém é cogitado, retornando ao papel deDr. Alan Grant.
Agora, para alegria dos fãs, mais uma veterana está cotada para retornar. Laura Dern. Pelo menos foi o que sugeriu a atriz de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ em entrevista ao ET.
“Isso poderia ser divertido”, ela provocou com uma piscadela. “Quero dizer, eu amo Ellie Sattler”.
“Ela é uma feminista difícil, vamos lá! Precisamos dela de volta. Não sei se estou confirmado alguma coisa, mas sei que todos nós queremos voltar lá. Tenho certeza de que temos um plano profundo sobre isso”.
Após o lançamento do trailer, ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ ganhou uma nova sinopseem que revelam os novos perigos que os protagonistas terão que enfrentar e as conspirações que podem dar um fim ao nosso mundo. Confira:
“Passaram-se quatro anos desde que o parque temático e resort de luxo Jurassic World foi destruído por dinossauros que escaparam do cativeiro. Isla Nublar agora se encontra abandonada por humanos enquanto os dinossauros restantes sobrevivem sozinhos na selva.
Quando o vulcão inativo da ilha começa a dar sinais de que vai entrar em erupção, Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) fazem uma campanha para resgatar os dinossauros desse evento que pode levá-los novamente à extinção. Owen está determinado a encontrar Blue, a líder das velociraptors que ainda está perdida na selva, e Claire passou a respeitar essas criaturas que agora são a sua missão de vida.
Ao chegarem na instável ilha quando a lava começa a jorrar, a expedição deles descobre uma conspiração que pode levar todo o nosso planeta a um estado perigoso que não é visto desde tempos pré-históricos. Todas as maravilhas, aventuras e emoções que são sinônimo de uma das mais populares e bem sucedidas franquias da história do cinema, essa novo longa marca o retorno de personagens queridos e dinossauros – junto com novas raças ainda mais impressionantes e aterrorizantes que antes. Bem-vindos a Jurassic World: Reino Ameaçado.”
Apesar da confirmação, ainda não há detalhes sobre quais personagens viverão.
Essa semana, o criador da série ‘Watchmen‘, Damon Lindelof, veio a público esclarecer alguns detalhes da sua nova produção para a HBO.
Em uma extensa carta aberta publicada por meio da sua conta oficial do Instagram, o criativo, que também esteve por trás dos sucessos ‘Lost‘ e ‘The Leftovers‘, avisou os fãs que a nova produção não será baseada nos quadrinhos da Vertigo.
Em um enxerto, ele afirma que o material original é sagrado e não pode ser “recauchutado”.
Confira:
“Não temos o desejo de ‘adaptar’ as edições criadas pelo Sr. Moore e o Sr. Gibbons há trinta anos. Esses volumes são sagrados e não serão recauchutadas nem recriados, tão pouco reproduzidos ou reinicializados. Esse material será ‘remixado’, considerando que a qualidade dessas famosas ‘canções’ são boas demais e nós não somos tolos ao ponto de reproduzir. Esses 12 volumes originais são o nosso Antigo Testamento, para esclarecer. ‘Watchmen‘ é um cânone”
Uma publicação compartilhada por Damon (@damonlindelof) em
Com as filmagens dos episódios ocorrendo por volta de agosto a dezembro de 2018, a estreia possivelmente acontecerá entre setembro e outubro de 2019, contando com a ideia de que a terceira temporada de ‘Westworld’ também levará dois anos para ficar pronta.
Faz uma semana que O Rei Leão chegou aos cinemas e, apesar das críticas mistas, está fazendo uma boa bilheteria. Isso é reflexo da força que a Disney tem junto ao público e como a empresa está sabendo vender seus produtos, mesmo que isso signifique apostar quase exclusivamente na nostalgia e numa possível surpresa da platéia quanto ao nível de avanço da tecnologia.
Fato é que o mercado de Live Actions baseados em clássicos animados parece ter se firmado nos cinemas e isso deve trazer uma enxurrada de filmes nesse estilo nos próximos anos. A Disney tem (mais) uma Mina de Ouro nas mãos e pode usar para conseguir algo que muitos estúdios anseiam mais que tudo: uma segunda chance. Quem não é tão ligado nos estúdios Disney pode não lembrar, mas empresa viveu uma fase sombria dos anos 60 aos anos 80. Lançando animações mais dark e com uma pegada de fantasia mais adulta, a casa do Mickey teve filmes interessantíssimos amargando o esquecimento do público.
A oportunidade de trazer essas histórias em versões Live Action é boa demais para ser desperdiçada, porque além de colocar esses contos no holofote, a Disney pode ganhar muito dinheiro – e até mesmo publicidade – relançando as animações originais em mídias físicas (DVD, Blu-Ray) e streaming. Pensando nisso, o CinePOP separou alguns projetos que poderiam ganhar uma segunda chance com o estúdio. Confira!
O CALDEIRÃO MÁGICO
Também conhecido como “o filme mais sombrio da Disney”,O Caldeirão Mágico chegou aos cinemas em 1985 com uma mistura de aventura e fantasia medieval. A história é realmente muito interessante ao falar sobre Taran, um jovem criador de porcos, que trabalha para um mago e acaba se envolvendo em uma luta contra o maligno Rei de Chifres, que pretende usar o Caldeirão Negro para criar um exército zumbi e se tornar o Rei do Mundo. No caminho, Taran conhece a Princesa Eilonwy e, juntos, eles vivem uma jornada que passa por Elfos, Fadas, Porcos Mágicos. Apesar do visual sombrio, O Caldeirão Mágico fala sobre coragem, amizade, amor e resiliência. É o tipo de filme que, caso fosse lançado hoje em dia, faria muito sucesso por abranger vários públicos e pela chance de trabalhar visuais e figurinos incríveis.
Essa “fase obscura” da Disney foi marcada pela adaptação de muitos contos medievais, como:O Caldeirão Mágico,Robin Hood e a lenda do Rei Arthur em A Espada Era a Lei. O filme é um dos clássicos mais esquecidos da Disney, mesmo sendo muito divertido. A história é aquela que o cinema gosta de adaptar uma vez a cada dois anos, mas com um diferencial muito difícil de ser replicado: a tal da Magia Disney. É uma animação de muito carisma, contando com um mago Merlin atrapalhado e acompanhado da divertida e ranzinza coruja Arquimedes no processo de treinamento do jovem Arthur, que viria a ser rei. E parte desse treinamento é transformar Arthur em vários animais, é bem legal. Nesse caminho, eles se vêem obrigados a enfrentar a terrível Madame Mim. Numa época em que o Rei Arthur vive sendo adaptado como um bravo guerreiro implacável, trazer um pouco de inocência ao conto pode ser bom.
O CORCUNDA DE NOTRE-DAME
A história de Quasímodo é um clássico imortal da literatura e das animações da Disney. Lançado em 1996, O Corcunda de Notre-Dameé uma das histórias mais lindas e bem trabalhadas da casa do Mickey. Com uma trama densa, abordando o abandono, o preconceito e a face não benevolente da Igreja, o filme é um espetáculo! Tudo no desenho é bom. O vilão, Frollo, é um dos mais cruéis e profundos do estúdio, o Quasímodo é um misto de fofura com confusão, medo e coragem, as gárgulas Victor e Hugo – em homenagem ao autor do livro – são bons alívios cômicos e a Esmeralda é tudo aquilo que as empresas buscam numa protagonista feminina: forte, determinada, bonita e socialmente consciente. Isso tudo sem contar a trilha sonora fenomenal. Sério, é um filme que deveria estar nas primeiras posições da fila de espera dos Live Actions.
Com um ritmo impecável e uma trama baseada no clássico de Júlio Verne,Atlantis conta a história do linguista Milo, que, junto a um grupo de mercenários, se envolve na busca pela cidade perdida de Atlântida. O filme inovou por apostar em sequências de ação no lugar de musicais e também ficou marcado por terem convidado um linguista para criar um idioma fictício exclusivamente para o longa.
É uma história que se passa no início do século XX e que teve todo seu visual baseado no estilo do cartunistaMike Mignola, nome que passou por boas fases dos heróis da Marvel nos quadrinhos, como o Thore oDoutor Estranho. O potencial desse filme é incrível, principalmente pelo estilo Steampunk do maquinário e do visual Cyberpunk de Atlântida. Seria um espetáculo visual repleto de personagens carismáticos.
IRMÃO URSO
Embalado pela trilha sonora de Phil Collins,Irmão Ursoé uma história sobre vingança, redenção, amor e magia nos primórdios da sociedade norte-americana. Em meio a mamutes e geleiras, o jovem Kenai vive seus dias como o caçula de três irmãos enquanto busca entender seu lugar na aldeia. Ansioso para atingir a maturidade e receber seu totem no rito de passagem, o jovem não protege direito os peixes que seriam destinados a sua família e acaba tendo a cesta com os alimentos roubada por um urso. Agora portando seu totem, ironicamente o Urso do Amor, Kenai sai em uma busca para recuperar a cesta, mas acaba envolvendo seus dois irmãos numa luta mortal contra um gigantesco Urso Pardo.
A luta termina com a morte de seu irmão mais velho. Sedento por vingança, o garoto decide ir atrás do animal. Os espíritos ancestrais não gostam do que vêem e decidem dar uma lição nele transformando-o em um urso. Apavorado com sua nova condição, Kenai precisa dar um jeito de chegar à Montanha onde as Luzes tocam o Chão. No caminho, Koda, o bebê urso, aparece e transforma toda a jornada em uma divertida aventura. É um daqueles filmes com visual fantástico e com um poder social de valorizar a cultura dos nativos incrível. Como metade do filme seria estrelado por animais, seria bom que a Disney apostasse em um visual mais voltado para Mogli: O Menino Lobo (2016) , com animais mais expressivos, do que para o realismo exacerbado de O Rei Leão (2019).
Qual animação você gostaria de ver adaptada para o Live Action? Diga nos comentários!
Em tempos de reclusão social, as pessoas são orientadas a ficar em casa para diminuir a velocidade com que o corona vírus está se espalhando mundialmente. Para ajudar a passar o tempo da melhor maneira possível enquanto ficamos em casa, nós do CinePOP fizemos aqui uma listinha com 15 séries para você maratonar durante a quarentena – 1 por dia!
São 18 episódios curtinhos (os maiores têm 17 minutos cada) com histórias distintas, então, dá pra ir vendo aos poucos. Todos os episódios são em animação e/ou utilizando muito CGI e efeitos visuais. As temáticas são as mais variadas possíveis, porém, com três pólos em comum: amor, iminência de morte e robôs/tecnologia.
Ok, é bem improvável que alguém não tenha visto essa ainda, maaaas, se você até hoje não conseguiu assistir, esse é o seu momento. As duas primeiras temporadas estão interligadas, e a 3ª é uma história quase toda nova, com poucos ganchos vinculadas às anteriores. Dá tempo de ver as três antes da quarta temporada, que estreia esse ano ainda.
Mais uma série que praticamente todo mundo viu, porém, sempre tem aquele que deixou pra lá por achar que era modismo. Não é. ‘Stranger Things’ é uma série divertida, puro entretenimento, que faz você assistir tudo sem nem ver o tempo passar. As primeiras três temporadas já estão na Dona Netflix e a quarta já estava em pós-produção, com chances de estrear ainda esse ano.
Fofíssima série brasileira, que conta a história de quatro mulheres cujos destinos se cruzam em plena época da bossa nova carioca. O elenco afiado consegue imergir o espectador ao universo feminino controlado pelos homens em todos os níveis. Apenas sete episódios de cerca de 40 minutos cada.
11 – ‘Locke & Key’
Lançamento recente da Dona Netflix, esta série mistura fantasia com suspense no universo jovem. Escrita por Joe Hill (filho do Stephen King) e Carlton Cuse, a história de três irmãos que se mudam para uma mansão sombria cheia de chaves mágicas é bem levezinha e faz você esquecer do tempo. São 10 episódios com 45 minutos em média.
Com três temporadas de sete episódios e média de quarenta minutos cada, essa é uma das séries mais fofinhas da Dona Netflix. Conta a história de Anne, uma menina órfã que, por conta de uma confusão, acaba indo morar em Green Gables, cujos moradores esperavam adotar… um menino.
Outra série curtinha para você ver enquanto espera o miojo ficar pronto. São apenas sete episódios com vinte e pouco minutinhos contando a história de Syd, uma jovem bem mal-humorada que tenta sobreviver ao Ensino Médio.
A melhor coisa para passar o tempo é desenho animado, por isso ‘Desencanto’ é a opção ideal pros adolescentes em casa. Bem politicamente incorreto, cheio de sarcasmo, ironia e referências à cultura pop, ‘Desencanto‘ tem 2 temporadas disponíveis com 10 episódios de 30 minutos de duração.
Já que o lance é passar tempo em família, ‘Irmão do Jorel‘ é, de longe, a melhor opção. São 2 temporadas com 26 episódios de 12 minutos de duração cada, e passa tão rapidinho que, quando acaba, você fica querendo mais. É o melhor e mais engraçado desenho animado brasileiro criado nos últimos anos.
Ok, essa série não é nova, mas, diante de tantas mudanças na família real britânica na vida real, assistir ‘The Crown’ agora proporciona uma maior sensação de normalidade, pois é dessas séries de ficção baseadas em fatos reais mas que parecem totalmente verídicas. São 3 temporadas com 10 episódios cada, bem rapidinho.
5 – ‘Sex Education’
Já que a garotada vai ficar em casa por quinze dias, que tal aproveitar esse tempo para mergulhar no universo da educação sexual, de modo a tirar dúvidas e incertezas? A série tem 2 temporadas disponíveis com 8 episódios de cerca de 50 minutos e aborda muitas questões adolescentes que precisam ser debatidas com seriedade.
4 – ‘Élite’
Ainda no universo jovem, ‘Élite’ é outra série espanhola com rostinhos conhecidos do grande público, que aborda a história de estudantes de uma escola pública que desmoronou e são enviados a uma escola onde estuda a elite espanhola – e é aí que o bicho pega. São 3 temporadas disponíveis com 8 episódios, e cerca de 50 minutos cada.
Série de suspense pra passar as horas sem nem perceber? Temos! ‘Não Fale Com Estranhos’ conta a história de um pai de família comum com sua vidinha feliz até o dia que uma completa estranha chega perto dele e diz que sabe um segredo terrível sobre ele, entregando-lhe um envelope contendo provas. Os oito episódios de pouco mais de 40 minutos contêm uma história fechadinha, com poucas pontas soltas para uma 2ª temporada.
Uma das vantagens dessa série é que ela já acabou, portanto, dá para maratonar as 4 temporadas entre o almoço e a janta. Cada temporada tem tipo 13 episódios com vinte e pouquinhos minutos de duração e muita piada, pois conta as desventuras de Eleanor, que, ao morrer, vai para um paraíso maravilhoso e extremamente ético, só que, ao chegar lá, descobre que foi confundida com outra pessoa.
Um dos lançamentos mais atuais da Dona Netflix, ‘Toy Boy’ é a melhor opção para passar o tempo com o crush: na trama, cinco strippers ganham a vida dançando e entretendo a mulherada – ou seja, uma ótima opção para dar uma apimentada no dia a dia da quarentena. São 13 episódios com 1h10 de duração, ou seja, dá pra fazer um intensivão de… hum… ativação de anticorpos.
Uma das maiores surpresas para os fãs em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ foi ver o retorno de Caveira Vermelha como o guardião da Joia da Alma em Vormin.
O que muita gente pode não ter percebido é que seu destino de ser guardião da Joia finalmente foi desfeito. Sua maldição foi quebrada por Thanos e, desse modo, o personagem está totalmente livre de Vormin, podendo realizar todas as suas malévolas ações novamente. Quem confirma a informação é site CBR.
Tanto os diretores do filme quanto os roteiristas, já indicaram que o Caveira sobreviveu à Dizimação e deve retornar em algum outro momento no MCU.
Recentemente, tivemos a confirmação de que todo o personagem foi criado através de computação gráfica. Quem afirma essa informação é site Digital Domain. Segundo Kelly Port, representante da empresa, o que aconteceu foi:
“O que é ótimo com a Marvel é o fato do universo compartilhado. Você tem uma biblioteca enorme de personagens. Se quer voltar ao primeiro modelo de Homem de Ferro, você consegue. Se quer voltar à ‘Capitão América: O Primeiro Vingador’ e pegar os scans do rosto de Hugo Weaving com a maquiagem do Caveira Vermelha, você pode. Então fizemos isso para criar o Caveira de ‘Guerra Infinita‘. O ator que fez a voz, Ross Marquand, só apareceu durante as gravações das falas. Um outro dublê fez a movimentação do personagem.”
É justamente por isso que o personagem se assemelha tanto a Hugo Weaving, que não havia retornado ao papel. Mas na verdade, o novo intérprete do vilão foi Ross Marquand, ator de ‘The Walking Dead‘.
‘Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.
Com a culminação de 22 filmes interconectados, o quarto filme da saga dos Vingadores fará público testemunhar o ponto crítico desta jornada épica. Nossos amados heróis perceberão o quão frágil é a realidade, e também os sacrifícios que precisam ser feitos para defendê-la.
O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo.
O primeiro ciclo do show contará com oito episódios, criados por Jane Tranter (‘Fronteiras do Universo’). As filmagens devem começar em breve na cidade de Cardiff, Wales. O roteiro fica a encargo da premiada dupla Mickey Down e Konrad Kay, ambos vencedores do BAFTA.
A história gira em torno de um grupo de jovens graduandos competindo por limitadas vagas em uma empresa de investimento em Londres. As fronteiras entre colegas, amigos, amantes e inimigos logo se fundem umas com as outras à medida que eles mergulham num mundo marcado pelo sexo, pelas drogas e pela egolatria.
Dunham é conhecida por ter criado e dirigido múltiplos episódios da tragicomédia ‘Girls’, que foi transmitida durante seis temporadas na emissora. Ela também participou da antologia ‘American Horror Story’, e não se sabe se ela irá interpretar alguém na nova série.
Confira nossas entrevistas com Gal Gadot e a diretora Patty Jenkins, que vieram ao Brasil no último dia 08 de dezembro para divulgar o longa-metragem:
Vale lembrar que a sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 4 de junho de 2020.
Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.
Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução deKristen Wiig como a Mulher-Leopardo.
O dia parece normal para Tobias, co-piloto de um avião que vai de Berlim para Paris. Mas pouco depois da decolagem, terroristas armados com armas aparecem na cabine, machucando o colega Michael e cortando o braço de Tobias. Temporariamente descobrindo um jeito de revidar os atacantes, um aterrorizado Tobias entra em contato com a torre de controle para planejar um pouso de emergência. Mas quando os terroristas matam um passageiro e ameaçam matar mais pessoas inocentes se ele não os deixar entrar de novo na cabine, o homem enfrenta um teste excruciante.
A série é descrita como “uma jornada de autoconhecimento e empoderamento de aspirantes a drag queen e drag king”.
O vídeo traz as duas madrinhas ajudando os participantes do reality, guiando-os na escolha de perucas, de roupas incríveis e até mesmo dos próprios nomes artísticos.
Com estreia marcada para o dia 11 de novembro, a produção será composta por seis episódios de 40 minutos cada.
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