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‘Kung Fu’: Reboot da clássica série dos anos 1970 ganha ELETRIZANTE trailer; Assista!

Além de ganhar suas primeiras imagens oficiais, a série reboot ‘Kung Fu‘, da emissora The CW, ganhou o seu primeiro e eletrizante trailer.

No vídeo promocional, a atriz Olivia Liang mostra todas as suas habilidades na arte centenária marcial.

Assista:

A produção começa sua jornada no dia 07 de abril.

Confira as imagens:

Inspirada na série original criada por Ed Spielman, ‘Kung Fu‘ é uma produção da Warner Bros. Televisision, em associação com a Quinn’s House e a Berlanti Productions.

Christina M. Kim (‘Lost‘) assume a função de roteirista, além de ser uma das produtoras executivas, ao lado de Martin Gero (‘Blindspot‘, ‘LA Complex‘), Greg Berlanti (‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Riverdale‘) e Sarah Schechter (‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Riverdale‘).

O elenco da série conta com Olivia Liang, Tony Chung, Ludi Lin (‘Mortal Kombat’), Tzi Ma, Kheng Hua Tan, Jon Prasida, Gavin Stenhouse, Shannon Dang, Gwendoline Yeo e Eddie Liu.

Confira a sinopse oficial:

“Uma crise de identidade faz com que uma jovem chinesa-americana (Liang) abandone a faculdade e faça uma jornada que mudará sua vida, em um mosteiro isolado na China. Mas ao voltar para casa, ela vai encontrar sua cidade natal invadida por crimes e corrupção e decidirá usar suas habilidades em artes marciais e os valores de Shaolin para proteger sua comunidade e levar criminosos à justiça… à medida que também procura o assassino que matou o seu mentor Shaolin e que agora está atrás dela”.

Segundo a Variety, a conhecida diretora Hanelle Culpepper irá comandar o reboot.

Culpepper é uma veterana da indústria do entretenimento e já trabalhou em shows como Star Trek: Picard‘Star Trek: Discovery’‘Mayans M.C.’LuciferCriminal MindsGothamSupergirl e muitas outras produções.

Para quem não conhece, ‘Kung Fu‘ permaneceu no ar entre 1972 e 1975 e conta a história de Kwai Chang Caine (Carradine), um monge Shaolin e mestre em artes marciais que foge da China para os EUA quando seu mestre é assassinado.

Vagando e combatendo o crime, Caine se isola no Velho Oeste americano, ao mesmo tempo em que tenta encontrar pistas sobre o verdadeiro assassino de seu mestre.

Mesmo que muitos não tenham visto a série, seu impacto cultural continua presente no cinema, tanto que Carradine foi escalado como vilão de ‘Kill Bill‘ em homenagem ao seu trabalho na série.

Crítica | Eu Nunca…: 3ª temporada corrige os erros do ciclo anterior e se prepara para o seu fim

A peculiaridade criativa de Mindy Kaling e Lang Fisher fez de Eu Nunca… aquela experiência teen que transcende seu próprio gênero. Entre a repentina perda de seu pai e uma rígida mãe que luta para criar algum tipo de conexão parental, Devi (Maitreyi Ramakrishnan) se tornou uma espécie de alterego da nossa própria adolescência – uma extensão de nós mesmos. Sua impulsividade, constante confusão emocional e necessidade de fazer tudo girar ao seu redor renderam uma excelente e tocante temporada inaugural.

Mas conforme o segundo ciclo tecia sua jornada em novos episódios, diversas rachaduras surgiam na trama. E o que antes era identificável, passou a ser repetitivo e cíclico, em um enredo que pouco valorizava seus coadjuvantes e ruminava as batidas crises existenciais que, agora, já eram bem exageradas, forçadas e excessivamente egocêntricas. Mas recuperando seu fôlego com leveza e brilhantismo, Eu Nunca… retorna mais madura em sua 3ª temporada, apresentando uma evolução grandiosa na caracterização de Devi, à medida que abre espaço para que suas melhores amigas tenham maiores momentos de destaque, com arcos mais evolutivos e sólidos.

Os personagens masculinos também não ficam atrás e Paxton (Darren Barnet), Ben (Jaren Lewison) e Trent (Benjamin Norris) deixam de orbitar unicamente ao redor de Devi, para finalmente caminhar adiante. E com episódios mais ajustados e ainda mais dinâmicos, Kailing, Fisher e sua equipe de roteiristas deixam bem claro que têm pressa de aparar as arestas, a fim de construir o encerramento da série de forma mais planejada e natural. Com os dilemas teens ganhando uma camada muito mais profunda e menos infantil, a comédia original da Netflix volta energizada, mais engraçada e leve – sem perder aquela pitada dramática que ajuda a nortear os conflitos dos personagens.

Preparando a audiência para o iminente fim, que acontecerá com a 4ª e última temporada, a original Netflix continua sendo um excelente programa caseiro, capaz de nos divertir, conforme também acalenta o coração. Trazendo Andy Samberg novamente como um dos narradores dos novos episódios, Eu Nunca… ainda consegue estampar um sorriso no rosto e se prova ser uma das melhores comédias teens da atualidade, com uma narrativa que embora exija pouco de seu público, é capaz de entregar o entretenimento certo para um fim de semana leve e prazeroso no sofá.

Crítica | Benedetta – Entre Nudez, Sangue e Oração, a Freira Lésbica de Paul Verhoeven

Baseado no livro acadêmico Atos Impuros: A Vida De Uma Freira Lésbica Na Itália Da Renascença, de Judith C. Brown, o octogenário Paul Verhoeven cria uma sátira provocativa ao catolicismo no período da peste negra na Itália do século XVII. Com um enredo de libertinagem, corrupção e hipocrisia, Benedetta estreou no Festival de Cannes 2021. Os elementos citados são os condimentos para a exploração cômica e erótica do cineasta holandês, responsável pelos controversos Instinto Selvagem (1992), Showgirls (1995) e Elle (2018). 

Na pele da provocativa, inescrupulosa e cínica Benedetta Carlini está Virginie Efira (Um Amor Impossível). A atriz é a mistura perfeita de sarcasmo e luxúria, pontos exatos de exploração da sua imagem em tela. É preciso deixar o fato histórico de lado para envolver-se nas sequências de deboche, como uma imensa cobra em CGI (Computer-Generated Imagery) a entrar nas cavidades da irmã e imediatamente ser destroçada por Jesus (Jonathan Couzinié), personificado como um cavalheiro de branco e pronto para salvar sua esposa Benedetta

Levada para o convento por seus pais ainda menina, Benedetta é uma figura difícil de lidar. Ela sempre tem uma resposta afiada para tudo e maneja muito bem a reação alheia. Se a premissa de lesbianismo dentro de um convento pode soar ousada para o período, a forma como o caso é tratado com zombaria à igreja, é o que chama mais atenção na obra. Ou seja, o filme é uma denúncia à  hipocrisia dos dogmas religiosos que prega uma coisa, mas faz outra. 

Longe de mostrar o sexo explícito entre as atrizes, como em Azul é a Cor Mais Quente (2013), de Abdellatif Kechiche, Paul Verhoeven explora em suas lentes os corpos de Virginie Efira e de Daphné Patakia (que vive a amante Bartolomea). O relacionamento entre as duas não aparenta ser sedutor, amoroso ou cordial. A princípio, é uma estripulia infantil, um jogo de provocação, uma penúria para, enfim, torna-se um encontro carnal em busca do prazer e poder. 

Benedetta sempre mostrou-se arredia e até mesmo lunática, ao ter sonhos acordada aos braços de Jesus, a quem ela se direciona como seu marido. A chegada de Bartolomea, uma campesina desamparada é o que desperta o desejo latente da irmã e coincide com os seus planos de ascensão ao poder como Madre Superiora. Algo completamente velado e dissimulado, o trunfo do filme é fazer o espectador, ora desconfiar, ora acreditar na freira.

Com o aparecimento dos estigmas nas mãos e pés de Benedetta, ela começa a trilhar seu caminho para a cadeira mais alta de uma mulher na igreja, ou mesmo ser consagrada Santa. Assim, começa as dúvidas, a inveja e as angústias das outras freiras. Elas não confiam que Bernadette assuma a liderança e seja a escolhida pelo Senhor. O posto cobiçado pela freira é ocupado pela soberana Felicita (Charlotte Rampling), uma das suas principais oponentes.

É triste ver o desempenho sisudo e o olhar perdido da atriz inglesa entre as cenas de galhofas, como quando ela vai ao encontro do Núncio Papal (Lambert Wilson) para revelar a informação de conjunção carnal entre duas freiras. Ela é recebida durante a refeição do religioso, enquanto sua serva visivelmente grávida dele aperta os seios e jorra leite para anunciar o parto iminente. Uma cena para despertar o riso e o absurdo, mas desproporcional a trama precedida. 

Além das cenas de encontro com Jesus e servas lactantes, a sequência mais polêmica é a utilização da imagem da Virgem Maria como um sex toy, ou seja, um brinquedo sexual entre os encontros de Benedetta e Bartolomea. Talvez Paul Verhoeven tivesse Monty Python em mente ao compor a sátira, mas ele não encontrou uma boa dosagem entre o escárnio e a denúncia. Por vezes, o tom sério ganha a impressão de filme de época, mas as motivações e ações em torno das cenas desabam para a chacota.

Benedetta poderia ser melhor se seguisse uma prerrogativa de Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (1975) ou A Vida de Brian (1979), de Terry Gilliam e Terry Jones, respectivamente. Por outro lado, Verhoeven mistura uma seriedade na narrativa histórica, na qual os momentos cômicos soam pueris ao invés de tirada artística; e a nudez constante, que poderia ser celebrada como uma libertação da repressão religiosa, aparenta ser um desejo voyerista.

Festival de Berlim: Brasil leva prêmio LGBT com ‘Tinta Bruta’ e ‘Bixa Travesty’

O drama gaúcho ‘Tinta Bruta’ e o documentário ‘Bixa Travesty’, venceram o prêmio chamado de “Urso de Ouro LGBT, por coroar narrativas ligadas à homoafetividade e a identidade trans, o Prêmio Teddy, no Festival de Berlim 2018.

‘Tinta Bruta’, dirigido por Filipe Matzembacher e Márcio Reolon, que narra a história de Pedro, um jovem homossexual que ganha dinheiro com atuações em fóruns na internet, venceu na categoria ficção.

Já o documentário ‘Bixa Travesty’, dirigido por Kiko Goifman e Claudia Priscilla, que aborda performances da cantora Linn da Quebrada, venceu na categoria documental.

Ambos os filmes ainda não possuem data de estreia por aqui. Confira os cartazes:

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Cobie Smulders pode retornar como Maria Hill na sequência

Após publicar uma selfie em seu Instagram, o ator Numan Acar pode ter revelado o retorno de Cobie Smulders como Maria Hill em Homem-Aranha: Longe de Casa.

Na legenda da foto, colocou uma série de hashtags, incluindo #cobiesmulders e #mariahill. Como ela foi a única atriz que Acar mencionou, é de se imaginar que ela realmente está de volta para interpretar a agente da S.H.I.E.L.D. no filme.

O ator Oli Hill divulgou uma foto com o elenco de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ reunido.

Na imagem, podemos ver Tom Holland, Zendaya, Jacob Batalan e Tony Revolori.

Confira:

Spider-Man 2 cast meeting

Uma publicação compartilhada por Oli Hill (@0lihill) em

O principal vilão do filme será o Mystério (Jake Gyllenhaal), um dublê chamado Quentin Beck e especialista em efeitos especiais que se utiliza de seus conhecimentos práticos para realizar uma série de assaltos por Nova York. Em alguns deles, simulando os super-poderes do Homem-Aranha.

Além disso, Michael Keaton retorna como o Abutre em uma participação especial.

A direção será mais uma vez de Jon Watts. John Francis Daley e Jonathan Goldstein retornam para escrever o roteiro.

‘Homem-Aranha 2’: Herói ganhará novo traje, afirma figurinista

Homem-Aranha: Longe de Casa chega aos cinemas em 4 de julho de 2019.

 

‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ | Quem é Kang, o vilão do terceiro filme do Homem-Formiga?

Introduzido de forma breve ao final da primeira temporada de Loki (2021), Kang, o Conquistador (Jonathan Majors) será o principal vilão da Fase Cinco do Universo Cinematográfico Marvel e dá suas cartas como a grande ameaça de Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, que chega hoje (16) aos cinemas. O vilão é uma das grandes ameaças das HQs e já deu muita dor de cabeça a alguns dos principais grupos de heróis da Marvel, como os Vingadores, o Quarteto Fantástico e até mesmo aos X-Men. Caso você queira saber um pouco mais sobre o Conquistador, confira esta matéria!

Criado pela dupla lendária de Stan Lee e Jack Kirby em Vingadores #8, lançada em 1964. Na ocasião, ele é descrito como Nathaniel Richards, um benfeitor do século XXXI, que começa a estudar e analisar a essência do tempo, até conseguir encontrar uma forma de viajar por entre o tempo e as realidades. Em uma dessas viagens, ele vai parar no Egito antigo, onde a população vê seus poderes e o considera um representante dos deuses. Assim, ele se torna o faraó Rama-Tut. E aí que começa a primeira confusão temporal de sua história. Isso porque apesar de Kang ter sido oficialmente criado em 1964, o Rama-Tut já havia sido derrotado pelo Quarteto Fantástico em uma história do grupo lançada em 1963. Ou seja, ele tem uma origem oficial e uma primeira aparição feita antes mesma do vilão existir. Essa confusão se estende ao longo de toda sua jornada pelos quadrinhos, nos quais ele ostenta diferentes versões coexistindo e eventualmente se enfrentando.

O terrível Faraó Rama-Tut é uma das piores versões de Kang

E esse é um dos principais motivos pelos quais o Kang é um dos vilões mais interessantes de todo o Universo Marvel: ele é muitos vilões em um só. Antes de ser um déspota temporal, Nathaniel Richards era um descendente de Reed Richards, o Senhor Fantástico, na Terra-6311, onde a Idade Média nunca ocorreu e a humanidade avançou tecnologicamente muito rápido. Porém, entrou em guerra com a colônia da Lua e praticamente decretou o fim da humanidade, que só sobrevive graças às ações de Richards. Então, utilizando tecnologias de Victor Von Doom, o Senhor Destino, Nathaniel volta para o Egito antigo, onde se torna Rama-Tut e tenta corrigir os rumos da humanidade e se tornar um “guia para a civilização”. Ele até tenta, mas acaba sofrendo várias derrotas para o futuro mutante conhecido como Apocalipse, e para o Quarteto Fantástico.

Expulso novamente para seu tempo “correto”, Nathaniel Richards cria seu traje especial que confere os poderes a ele e permite que encontre e armazene armas de diversas linhas temporais. Com a nova roupa e adotando o nome Kang, ele viaja para o século XX, onde se torna uma das principais ameaças dos Vingadores. Seus planos de um futuro perfeito passam diretamente pelo fim dos Heróis Mais Poderosos da Terra, mas isso quase nunca dá certo. Com as derrotas, ele viaja mil anos além de seu presente, encontrando um futuro pacífico no século XLI e tenta tomar o império de Carelius, mas desiste após se apaixonar pela filha dele, Ravonna Renslayer. Sua história de amor com ela é trágica e termina com a morte da princesa. Então, ele viaja no tempo tentando impedir a morte da amada, mas acaba chegando a uma versão futura e cruel sua, o Immortus.

Um ponto interessantíssimo do Kang é que a cada viagem que o Kang “principal” faz, uma nova variante sua é criada. E a grande maioria dos Kangs do Multiverso compartilham da característica de serem viajantes do tempo. Então, para garantir um tipo de equilíbrio com o que eles podem ou não fazer, foi criado o Conselho dos Kangs. É lá que todas as versões do vilão se reúnem e debatem se estão ou não passando do aceitável para todos. E dentre essas variantes, há muitas más, mas também existe algumas versões boas, como o Rapaz de Ferro. Ele surge após o Kang do Universo 616 (o principal da Marvel) perceber que suas ações tiranas não foram benéficas como ele pensava. Então, ele volta no tempo e tenta impedir que o jovem Nate Richards cresça e vire o déspota. Precisando evitar seu futuro, o garoto viaja para o passado e junto a outros heróis adolescentes forma o grupo conhecido como Jovens Vingadores. No entanto, após várias batalhas e com a morte do Kang do futuro, ele entende que a saída mais segura para evitar um mal ainda maior é se tornando o Conquistador que ele precisava impedir.

No MCU, Kang foi introduzido como o guardião do tempo da TVA, também conhecido como Aquele Que Permanece. Ele avisa para Loki (Tom Hiddleston) e Sylvie (Sophia Di Martino) que a dupla pode trabalhar com ele pela manutenção de uma linha do tempo perfeita ou matá-lo e assumirem o controle. Porém, ele avisa: se o matarem, outras versões dele, ainda mais cruéis, surgirão e trarão uma grande mal para os universos. Como esperado, Sylvie assassina o vilão e agora… Bem, agora temos Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, em que vocês poderão descobrir as próximas ações de Kang, o Conquistador.

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania está em cartaz nos cinemas do Brasil.
Loki está disponível no Disney+.

Crítica | O Monastério – Repugnante HORROR Polonês Faz Sucesso na Netflix

Não é de hoje que as produções polonesas andam fazendo sucesso na Netflix. Vira e mexe há uma série ou filme, em qualquer gênero, figurando entre os mais vistos no Top 10 da plataforma. Isso indica não só um grande investimento da plataforma de streaming naquele país, mas também (ou acima de tudo) um grande interesse do público em (continuar a) assistir o que anda sendo produzido por lá. E nesse mês das bruxas o mais recente sucesso polonês atende pelo nome ‘O Monastério’, que, embora repugnante, não sai das primeiras posições dentre os mais assistidos pelo público.

Nos anos 1950, um padre em um isolado monastério no interior da Polônia foi impedido pela polícia de sacrificar um bebê em um ritual bizarro. Trinta anos depois, desde esse incidente, a polícia local tenta não interferir mais nos assuntos do monastério, porém, após denúncias anônimas, Marek (Piotr Zurawski) se infiltra no ambiente como um padre disfarçado, na tentativa de investigar o desaparecimento repentino de jovens mulheres da vila. Entretanto, o que ele não esperava era que seus colegas de batina fossem se comportar de maneira tão bizarra, levantando a suspeita de tudo e de todos.

De início, ‘O Monastério’ não parece o filme que vai te pegar. Com uma cena inicial interessante, em poucos minutos o longa recai numa mesmice que parece que vai se arrastar ao longo de suas uma hora e trinta de duração. Porém, o roteiro de Bartosz M. Kowalski e Mirella Zaradkiewicz segura a grande reviravolta para o último ato, inserindo, com entusiasmo, sequências de terror que certamente causam, no mínimo, repulsa, um ímpeto de vômito pelo que estamos assistindo. Não que ao longo da trama isso não aconteça – acontece, mas paulatinamente, apenas como consequência de um determinado ato, e quase sempre de maneira inesperada, uma vez que, salvo estas cenas, não acontece muita coisa no enredo até o supramencionado terceiro ato.

Partindo de um roteiro interessante, o longa de Bartosz M. Kowalski se vale de uma ideia cada vez mais holofotada de um puritanismo social alcançado por aqueles que se comportam dentro das normas especificadas por um seleto grupo, e aqueles que não se encaixam automaticamente se tornam párias e, portanto, objetos de uso e descarte. Bartosz parte desse mote e o insere dentro de um contexto católico extremista, elevando-o à potência máxima do embate bem versus mal, que é o grande dilema da humanidade desde o surgimento das religiões.

Desse panorama, as cenas de terror são moldadas a partir dessa proposta, misturando jump scares mais leves com closes de horror da mais genuína repugnância, desde consumo de alimentos estragados e asquerosos a corpos sendo mutilados explicitamente. Soma-se, ainda, a uma rápida demonstração de possessão demoníaca envolvido em fanatismo religioso com doses de satanismo e está servido o prato principal de ‘O Monastério’, e seu consequente sucesso na Netflix nesse mês de outubro.

Halloween | 10 clássicos episódios de Dia das Bruxas das séries

É Halloween! E por mais que a data sempre gere aqueles comentários do tipo “vivemos no Brasil, celebramos o carnaval”, não dá para negar que o Dia das Bruxas tem ganhado cada vez mais espaço por aqui. E as séries de TV são das grandes responsáveis pela popularização da data.

Todo fã de série cresceu vendo episódios de Halloween em suas produções favoritas. Em alguns casos, principalmente quando falamos de sitcoms, toda temporada tinha um episódio para celebrar a data, sempre de forma marcante.

Aproveitando isso, o CinePOP decidiu relembrar 10 clássicos episódios de Dia das Bruxas, sem ordem de preferência. Participe através dos comentários e nos diga quais os seus favoritos.

 

The One With The Halloween Party (Friends S08E06)

Daqueles episódios que provam porque Friends é considerada uma das maiores séries de comédia de todos os tempos. Quase tudo é impecável. Temos Chandler vestido de coelho rosa, Monica de Mulher-Gato, Phoebe de Supergirl, Joey de Chandler e Rachel tentando usar suas roupas boas antes de avançar na gravidez. Isso sem falar na inacreditável fantasia de Ross, facilmente confundida como um “cocô espacial”. O episódio conta com a participação de Sean Penn, que vive o noivo de Ursula e que acaba despertando a atenção especial de Phoebe. Pra completar, temos a disputa entre Chandler e Ross para definir quem é mais forte (ou menos fraco).

 

Treehouse of Horror V (Os Simpsons S06E06)

Os episódios de Dia das Bruxas de Os Simpsons são verdadeiros clássicos da televisão americana. Tivemos um episódio com abertura de Guillermo del Toro, um todo dedicado à obra de Edgar Allan Poe, um inspirado no Drácula de Bram Stoker… mas nenhum foi tão marcante quanto o especial da sexta temporada. O quinto episódio de Halloween da série foi todo dedicado ao universo de O Iluminado, com referências diretas ao filme de Stanley Kubrick e ao livro de Stephen King. Impossível esquecer Homer invocando seu Jack Nicholson para dizer: “Sem cerveja e sem televisão, faz do Homer um bobão.”

 

It’s the Great Pumpkin, Sam Winchester (Supernatural S04e07)

Halloween e Supernatural tem tudo a ver… E o sétimo episódio da quarta temporada só comprova isso. No capítulo, Sam (Jared Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) investigam duas misteriosas mortes em uma cidadezinha. Eles acabam se deparando com bruxas que estão tentando invocar um demônio ancião. O episódio tem momentos assustadores e outros muito divertidos. E ainda conta com o primeiro encontro entre Sam e Castiel (Misha Collins). Inesquecível para os fãs de SPN.

 

Halloween (The Office S02E05)

The Office foi mais uma série a contar com grandes episódios de Halloween. E o primeiro foi um dos mais marcantes, com um daqueles momentos de vergonha alheia que só Michael Scott (Steve Carell) é capaz de entregar. O quinto episódio da segunda temporada traz Michael tentando decidir qual de seus funcionários iria demitir. O fato de estarem todos fantasiados só torna a situação mais bizarra e divertida. O episódio ainda traz Dwight como lorde Sith, Creed como Drácula, Kelly de Dorothy, Kevin de Sr. Incrível e por aí vai. Isso sem falar em momentos fofos entre Jim e Pam.

 

Halloween (Modern Family S02E06)

Modern Family arrumou uma forma bem legal de celebrar o Dia das Bruxas ano após ano. A série tratou de colocar uma de suas personagens, a Claire (Julie Bowen), como alguém que não só ama o Halloween, como obriga a participação de toda a família. E é justamente isso que acontece no sexto episódio da segunda temporada. Claire bola fantasias temáticas para toda a família e decora sua casa com elementos temáticos. O objetivo é assustar ao máximo seus vizinhos, mas o problema é que cada membro da família parece estar pensando em mil e outras questões.

 

Fear Itself (Buffy: A Caça-Vampiros S04E04)

Buffy não precisava de Dia das Bruxas para mostrar personagens sobrenaturais, mas isso não significa que a série ignorava a data. Pelo contrário! E uma prova disso é o quarto episódio da quarta temporada. No episódio, Buffy (Sarah Michelle Gellar) é convencida por Willow (Alyson Hannigan), Oz (Seth Green) e Xander (Nicholas Brendon) a participar de uma festa de Halloween em uma fraternidade. Mas eles acabam descobrindo que o local é uma fachada de uma verdadeira casa dos horrores.

 

The Rocky Horror Glee Show (Glee S02E05)

O que poderia dar errado quando Glee embarca no mundo de um dos musicais mais bizarros de todos os tempos? Nada, não é mesmo? O quinto episódio da segunda temporada da série criada por Ryan Murphy coloca o grupo de “perdedores” atuando em uma montagem do clássico The Rocky Horror Picture Show. Foi a oportunidade de ver os personagens saindo de suas zonas de conforto e trabalhando com figurinos mais ousados. Por sinal, temos até uma cena mais “quente” entre Will (Matthew Morrison) e Emma (Jayma Mays).

 

HalloVeen (Brooklyn Nine-Nine S05E04)

Os episódios de Halloween de Brooklyn Nine-Nine são alguns dos melhores de toda a série. Ver a disputa de Jake (Andy Samberg), Holt (Andre Braugher) e companhia pelo trono da delegacia tem sido delicioso ano após ano. Dentre todos os episódios, destaca-se o da quinta temporada da série. Afinal, não só temos toda delegacia envolvida na corrida pelo cinturão, como o pedido de casamento de Jake e Amy (Melissa Fumero). Ou seja, um episódio inesquecível para os fãs de Peraltiago. 

 

Epidemiology (Community S02E06)

Mais um episódio que comprova a genialidade por trás de Community. Sem precisar inventar uma trama de sonho ou delírio coletivo, e ainda mantendo um pé na realidade, a série criada por Dan Harmon conseguiu entregar um episódio de zumbis para comemorar o Halloween em sua segunda temporada. Na trama, o reitor serve uma comida de procedência duvidosa durante uma festa na faculdade. Em pouco tempo, os alunos vão se transformando em zumbis e atacando uns aos outros. Tudo isso ao som de uma trilha sonora repleta de músicas do Abba. É perfeição que chama.

 

Chapter Two: Trick or Treat, Freak (Stranger Things S02E02)

Stranger Things também celebrou o Halloween em grande estilo em sua segunda temporada. A série colocou nossas crianças favoritas vestidas de Caça-Fantasmas e foi a coisa mais fofa. Mas nem tudo foi festa para os meninos. Mike tem dificuldades em aceitar a nova presença de Max no grupo, enquanto que Will começa a sentir coisas terríveis, ainda fruto de sua passagem pelo mundo invertido. Eleven segue escondida com Hopper, e tenta convencer o xerife a sair disfarçada no Dia das Bruxas. Qual a fantasia que ela escolhe? Um fantasma. 

‘American Gods’: Marilyn Manson entra para a 3ª temporada!

Marilyn Manson foi elencado na 3ª temporada da aclamada série American Gods.

Segundo o site Deadline, Manson dará vida a Johan Wengren, o cantor de uma banda metal viking que se chama Blood Death. A reportagem indica que “Wengren e sua banda são também a fonte do poder de Odin/Sr. Wednesday (Ian McShane) para a aguardada batalha entre ele e os Novos Deuses”.

Em uma recente entrevista à TVLine, McShane aproveitou o momento para falar sobre o que podemos aguardar para o próximo ciclo, que foi confirmada alguns meses atrás. Mais precisamente, o ator falou sobre a relação entre Wednesay e Shadow Moon (Ricky Whittle).

Shadow passará por duas revelações que deverão ser resolvidas até o último episódio da terceira temporada. Porém, estou me perguntando até quando [os showrunners] criarão para além do livro. [A série] terminará com o terceiro ano, ou teremos um quarto, antes de Shadow começar a agir por conta própria?

 

No Brasil, a série é transmitida pela Amazon Prime.

Inspirado no aclamado livro de Neil Gaiman, ‘American Gods‘ mostra que Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos, a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.

O elenco é composto por Ian McShane, Ricky Whittle, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.

Dwayne Johnson e Emily Blunt partem numa aventura incrível no novo trailer de ‘Jungle Cruise’

A Disney divulgou o novo trailer oficial de Jungle Cruise, aventura estrelada por Dwayne JohnsonEmily Blunt.

Confira:

Na trama, Dwayne Johnson será Frank, um capitão de barco amaldiçoado com imortalidade, que acompanha Lily Houghton (Emily Blunt) na busca pela mística árvore da vida, capaz de oferecer a cura através de poderes mágicos.

Com estreia marcada para 23 de julho, o filme é dirigido por Jaume Collet-Serra (‘A Órfã‘) e roteirizado por John Requa e Glenn Ficarra (‘Amor a Toda Prova’).

 

‘A Bela e a Fera’: Série focada em Gastão e Le Fou ganha título OFICIAL!

Durante uma entrevista à Variety, o lendário compositor Alan Menken acidentalmente revelou o título oficial da nova série derivada de A Bela e a Fera, que será produzida pelo Disney+ e terá como protagonistas Gastão e LeFou.

A produção musical, cujas filmagens não começaram oficialmente, se chamará ‘Little Town’ e faz referência ao primeiro verso da icônica música “Belle”, cantada por Bela no começo do filme original e do remake em live-action.

Luke EvansJosh Gad viverão os personagens mencionados acima, respectivamente, reprisando os papéis do longa de 2017.

Edward KitsisAdam Horowitz, a dupla por trás de Once Upon a Time, irão desenvolver o spin-off, com Gad assinando o roteiro e entrando como showrunner.

Composta por seis episódiosMenken está atado ao projeto e cuidará da trilha sonora.

A narrativa será concentrada nos eventos antes do longa-metragem original e irá expandir a mitologia do universo em questão. Outros membros do elenco, como Dan StevensEmma Watson, não devem retornar.

Lançado em 2017, o remake se tornou um grande sucesso, arrecadando US$ 1,264 bilhão pelo mundo.

Assista à nossa crítica:

Britney Spears lança “Matches”, colaboração com o grupo Backstreet Boys

A princesa do pop Britney Spears lançou hoje (11) uma nova música original intitulada “Matches”.

Performada ao lado do icônico grupo Backstreet Boys, a faixa é acompanhada de “Swimming In The Stars” e integrará a versão deluxe em vinil de Glory, álbum lançado em 2016.

A nova versão do CD ainda não tem data de lançamento confirmada; entretanto, a capa oficial já foi vazada nas redes sociais e conta com outra faixa inédita ao lado do icônico grupo Backstreet Boys.

Confira:

Conquistando críticas bastante positivas, Glory alcançou o terceiro lugar da Billboard 200 e contou com os singles “Make Me” e “Slumber Party”. O re-lançamento também traz a canção “Mood Ring”.

‘Aqueles que Me Desejam a Morte’: Ação estrelada por Angeline Jolie ganha novo teaser INSTIGANTE; Confira!

Warner Bros. Pictures divulgou um novo teaser oficial de ‘Aqueles que Me Desejam a Morte’, ação estrelada pela vencedora do Oscar Angelina Jolie.

Confira, junto ao trailer completo:

Dirigido por Taylor Sheridan (‘A Qualquer Custo’), o longa é baseado no livro homônimo de Michael Koryta.

A história acompanha um menino de catorze anos que presencia um brutal homicídio e entra para um programa de proteção às testemunhas sob uma nova identidade. Enquanto isso, os assassinos partem em uma jornada para encontrá-lo, destruindo quem estiver em seu caminho.

O elenco ainda conta com Nicholas Hoult (‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’), Tyler Perry (‘Garota Exemplar’), Jon Bernthal (‘O Justiceiro’), Jake Weber (‘Madrugada dos Mortos’), Aidan Gillen (‘Game of Thrones’) e James Jordan (‘O Peso do Passado’).

Aqueles que Me Desejam a Morte’ estreia em breve nos cinemas nacionais.

‘Venom 2 – Tempo de Carnificina’ ganha novo cartaz INCRÍVEL; Confira!

O aguardado ‘Venom 2 – Tempo de Carnificina‘ ganhou um novo cartaz incrível, cortesida da 4DX.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de outubro.

Em uma recente entrevista à IGN, o realizador Andy Serkis, que retorna para a cadeira de direção da sequência, comentou sobre a classificação indicativa para maiores de 13 anos e disse que a decisão foi feita para incluir um público mais amplo.

“Você pode criar uma versão adulta disso. Claro, você iria. Você poderia ter feito isso com o último filme. Mas nós queríamos expandir o nosso público alvo com isso e… Há várias regras a que precisamos obedecer”, ele comentou. “Entretanto, tendo dito isso, acho que forçamos os limites do perigo e da obscuridade e da ameaça de Carnificina. Só porque não vemos muito gore, ainda podemos sugeri-lo. A sugestão é deixada à imaginação do público e pode ser poderosa. Acho que é isso o que conseguimos fazer”.

A sequência trará de volta Tom Hardy e Michelle Williams como Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente. Woody Harrelson irá retornar como Carnificina, enquanto Naomie Harris viverá a vilã Shriek.

Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’: Prime Video divulga teaser trailer ESPETACULAR da série; Confira!

Durante os comerciais do Super Bowl LVI, o Prime Video divulgou o espetacular teaser trailer de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’, série inspirada nos lendários romances de J.R.R. Tolkien.

Confira:

O drama, que tem várias temporadas previstas, será lançado exclusivamente no Prime Video em mais de 240 países e territórios e em vários idiomas na sexta-feira, 2 de setembro, com novos episódios disponíveis semanalmente.

“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.

Assim como muitos elementos do show em si foram feitos à mão, o Prime Video escolheu forjar fisicamente o título em uma fundição de ferreiro, despejando metal derretido em ravinas de madeira esculpidas à mão em forma de letras; um processo que foi capturado em câmera lenta para um vídeo em live-action. O título personalizado aparece trabalhado em um metal prateado, com linhas de escrita élfica inscritas ao longo da crista de cada letra.

O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘Tom Swift’, Zenzi e Barclay trabalham juntos na promo oficial do episódio 01×07; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “…And The Book of Isaac”, sétimo episódio de ‘Tom Swift‘, série derivada de ‘Nancy Drew‘.

Na trama, “quando descobrem que um deles foi envenenado, Tom, Zenzi e Barclay trabalham juntos para descobrir quem foi o responsável”.

O capítulo vai ao ar no dia 12 de julho.

Confira:

Tian Richards reprisará seu papel como o personagem titular.

A produção seguirá Tom enquanto ele é lançado em um mundo de conspiração de ficção científica e fenômenos inexplicáveis, ​​após o chocante desaparecimento de seu pai. Ele parte em uma viagem a fim de desvendar a verdade, deixando para trás o conforto de seu estilo de vida cheio de dinheiro.

O elenco ainda contará com Ashleigh Murray, Marquise Vilsón, April Parker Jones, Albert Mwangi e LeVar Burton.

A série foi criada por Melinda Hsu Taylor, Noga Landau e Cameron Johnson.

Além disso, todos os três servirão como produtores executivos ao lado de Josh Schwartz, Stephanie Savage e Lis Rowinski.

‘Emily em Paris’: 3ª temporada ganha novos cartazes individuais; Confira!

Netflix divulgou cartazes individuais da 3ª temporada de ‘Emily em Paris’, comédia estrelada por Lily Collins.

Confira:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 21 de dezembro.

Criada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘), a produção originalmente havia sido programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.

Na trama, Collins vive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.

O elenco conta com Ashley Park (musical ‘Meninas Malvadas na Broadway), Philippine Leroy Beaulieu (‘Call My Agent!‘), Lucas Bravo (Smartass), Samuel Arnold (‘Antony & Cleopatra), Camille Razat (‘15h17 – Trem Para Paris‘) e Bruno Gouery (Doc Martin).

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª temporada!

‘Black Mirror’: Teaser da 6ª temporada apresenta os títulos dos novos episódios; Confira!

A aclamada série ‘Black Mirror‘ finalmente está de volta para uma nova temporada e, agora, a Netflix divulgou um novo teaser oficial apresentando os títulos dos episódios.

São eles: “Joan Is Awful”“Loch Henry”“Beyond the Sea”“Mazey Day”“Demon 79”.

Confira:

Lembrando que a nova temporada estreia em junho na plataforma, ainda sem dia confirmado.

O elenco conta com Salma Hayek (‘Eternos’), Aaron Paul (‘Breaking Bad’), Zazie Beetz (‘Coringa’), Josh Hartnett (‘Pearl Harbor’), Michael Cera (‘Superbad – É Hoje’), Rory Culkin (‘Pânico 4’), Paapa Essiedu (‘Gangs of London’), Kate Mara (‘A Teacher’), Danny Ramirez (‘Top Gun: Maverick’), Clara Rugaard (‘I Am Mother’), Auden Thornton (‘This is Us’) e Anjana Vasan (‘Killing Eve: Dupla Obsessão’).

Diferente da temporada anterior – que foi lançada em 2019 –, o sexto ano terá mais de três episódios. Além disso, os novos episódios serão mais longos e com um orçamento mais alto, elevando-os ao potencial de pequenos filmes.

Isso indica que cada episódio pode ter mais de 60 minutos, como foi o caso de ‘Natal, que teve 74 minutos na 2ª temporada, ‘Odiados pela Nação‘, com 90 minutos na 3ª temporada e ‘USS Callister‘, com 77 minutos na 4ª temporada.

Com caráter antológico, a série adota uma visão sobre a influência das novas tecnologias na vida moderna, criticando com histórias sobre sensações tecno-paranoicas e traçando o perfil da sociedade formada pelas mídias, sociais ou não. Poderia ser resumida como uma série que apresenta críticas à sociedade atual e que alerta sobre como ela, se continuar nesse ritmo, pode piorar a cada dia.

Primeiras Impressões | ‘B.A.: O Futuro Está Morto’ é uma SURPREENDENTE série distópica brasileira

O cenário audiovisual brasileiro é acompanhado, até hoje, de inúmeros estigmas equivocados – como, por exemplo, a crença infundada de que o nosso país apenas produz comédias pastelão. É claro que sabemos que isso não é mentira, considerado o número considerável de ótimos dramas que caíram no gosto do público e da crítica. Mas, dentro desse espectro, é necessário comentar que ainda existe um desfalque significativo em vários subgêneros, como o da ficção científica. Nos últimos anos, tivemos incursões como ‘3%’ e ‘Medida Provisória’, que começaram a quebrar as barreiras criativas, mas não foi até 2023 que adentraríamos um cosmos novo com o aguardado lançamento de ‘B.A. – O Futuro Está Morto’, baseado livremente nos quadrinhos do icônico Rafael Coutinho.

A trama é ambientada em um futuro distópico em que a Amazônia se transformou em um grande polo industrial para atender aos interesses de uma elite movida pelo capitalismo predatório. Dentro desse universo distorcido, existe uma comunidade de adolescentes com dons sobre-humanos que são conhecidos como O Beijo Adolescente – e que enfrentam as forças fascistas que estão determinadas a destruí-los e a exigir que eles vivam de acordo com as normas impostas. E, quando um assassinato de um dos membros do grupo ocorre, eles percebem que precisam agir se quiserem ter alguma chance de sobreviver.

Considerando o peso e o aclame das HQs originais, não poderíamos deixar de ficar com um pé atrás com a releitura seriada (afinal, a potente obra assinada por Coutinho trata de inúmeros temas de extrema importância e de discussão imprescindível, ainda mais na atualidade); todavia, nossas expectativas foram superadas através das habilidosas mãos de Peppe Siffredi e Mariana Youssef, que entraram como criadores do show, e do showrunner e produtor Caio Gullane. Com o lançamento dos três primeiros episódios da temporada, é perceptível como ‘B.A.’ tem chances consideráveis de emergir como um divisor de águas, pavimentando um trajeto que tem muito a nos contar e que mistura drama, suspense, romance e comédia em uma vibrante jornada de autodescoberta e de representatividade.

É notável como Siffredi e Youssef se apropriam de diversas referências estéticas para dar vida a esse mundo: de um lado, as incursões à la ‘1984’ e ‘Admirável Mundo Novo’ despontam em construções sci-fi que nos remetem aos arquétipos do “Grande Irmão”, do emparelhamento do Estado e do corpo policial, do autoritarismo e da segregação social; de outro, a imagética em cores contrastantes que oscilam entre a multiplicidade de tons neons e pastéis dos personagens mais novos e da angústia monocromática e letárgica dos adultos – cuja falta de prospecto é refletida em uma desesperança aflitiva. Mais do que isso, temos um embate explosivo entre o hedonismo e a obediência exagerada que urge das telas e nos arrasta para um vórtice de eventos envolventes e derradeiros.

Isso não seria possível sem um elenco de peso, cuja aplaudível química é de tirar o fôlego. Temos, por exemplo, Benjamin e Giulia Del Bel interpretando Ariel e LinLin, dois dos protagonistas que nutrem de personalidades tão distintas que nos abraçam em uma relação em crescendo espetacular – e não podemos deixar de mencionar a atuação impecável dessa dupla que rouba os holofotes a qualquer momento, sejam juntos, sejam separados. Pedro Goifman também se rende a uma performance espetacular como Tomás, um dos membros mais velhos do B.A. e que passa por um processo de crise e decadência ao estar se aproximando da maioridade e entender que, ao entrar na fase adulta, perderá seus dons e terá um destino semelhante aos mais velhos – consagrando-se como um dos personagens mais desenvolvidos e contando com um trabalho invejável que é marcado por trejeitos únicos e uma naturalidade sedutora e contraditória (no melhor sentido do termo).

Shaolin, encarnando o líder do grupo, Palhaço, oferece uma camada diferentes dos outros jovens – promovendo um encontro entre a racionalidade do amadurecimento com a ingenuidade da adolescência em uma caracterização emérita e muito bem-vinda; Milhem Cortaz, recém-saído do ótimo projeto Os Outros, demonstra sua versatilidade performática como Ed, pai de Ariel; e Ingrid Gaigher, interpretando a irmã mais velha de Tomás, insurge como a ponte entre os jovens e os adultos em uma desconstrução arquetípica que é necessária para uma série desse calibre.

É claro que alguns deslizes despontam, seja com a curtíssima duração dos episódios ou certas falhas de ritmo nas múltiplas subtramas do roteiro – mas os pontos fortes ofuscam essas falhas e nos abraçam em uma reflexão que tangencia a melancolia: para além das conversas sobre identidade, sexualidade e gênero, há uma emblemática celebração sobre o amor-livre, o ambientalismo, as relações de poder, a problemática do panóptico político e da submissão social, pincelando essa quantidade exorbitante de temáticas com referências filosóficas transmutadas com uma leveza perturbadora e uma despreocupação enervante que apenas aumentam nosso interesse e nos fazem devorar a produção de uma vez só.

‘B.A. – O Futuro Está Morto’ é uma sólida produção que demonstra que a arte nacional ainda tem muito a contar e merece mais atenção do que realmente tem. Se apenas os três primeiros episódios foram fortes o suficiente para nos engatar numa aventura convidativa, mal podemos ver o que as próximas semanas nos aguardam.

#CinemaCon 2024: ‘Mufasa’, pré-sequência de ‘O Rei Leão’, ganha cenas INÉDITAS; Confira a descrição!

Durante a CinemaCon 2024, foram divulgadas cenas inéditas da pré-sequência live-action de O Rei Leão (2019), que foi intitulada ‘Mufasa – O Rei Leão’.

O longa-metragem, anteriormente programado para o dia 05 de julho de 2024, chegará agora aos cinemas apenas em 20 de dezembro de 2024.

Confira a descrição:

No material inédito, somos levados a uma montanha nevada, onde é-nos mostrado um bando de leões deitados. O sábio Rafiki aparece como o narrador da história e descreve o enredo como centrado em um leão que “irá mudar a vida de todos”. Diversos novos ambientes são mostrados, incluindo os pântanos da Áfricas, mais montes nevados e rios profundos. Um jovem Mufasa aparece imponente no deserto rochoso, sendo descrito pelo próprio Rafiki como um leão nascido “sem qualquer nobreza” – e que irá embarcar em uma jornada que o transformará no líder como o conhecemos.

Confira a reação do Renato Marafon e siga o CinePOP no Youtube:

O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Hans Zimmer, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.

Além disso, o projeto terá canções INÉDITAS cantadas por leões animados que parecem leões reais.

O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson, que também foi o responsável pelo script do original.

Aaron Pierre (‘Tempo’) fará a voz de Mufasa. Já Kelvin Harrison Jr., conhecido por ‘Luce‘, fará a voz do personagem Taka.

Para quem não conhece. Taka é o nome verdadeiro de Scar, o irmão de Mufasa que no final das contas o trai e mata na tentativa de assumir o controle do rei da Pedra do Orgulho.

 

 

 

Feios | A promessa de Tally: explicando o FINAL do novo sci-fi distópico da Netflix

Nos últimos dias, a Netflix lançou em seu catálogo de streaming a aguardada adaptação Feios, longa-metragem baseado no romance best-seller homônimo assinado por Scott Westerfeld.

Estrelado por nomes como Joey King, Keith Powers, Chase Stokes, Laverne Cox e outros, a trama acompanha Tally Youngblood (King), uma jovem garota que aguarda seu aniversário de dezesseis anos para se tornar uma Perfeita – um ser humano geneticamente modificado que passa por cirurgias para se livrar de todos os seus defeitos e, enfim, alcança o último status para viver em uma sociedade regada por beleza, festas e despreocupação. Porém, ao cruzar caminho com Shay (Brienne Tju) e descobrir que seu melhor amigo, Peris (Stokes) virou alguém muito diferente (parecendo inclusive esquecê-la), ela percebe que as coisas são muito mais complicadas do que imagina – e que algo sombrio se esconde por trás dos muros da Cidade.

O filme pode não ter cumprido com o prometido e ter se valido de inúmeras fórmulas estéticas e técnicas para se construir através da direção de McG – mas é notável como os temas do romance, apesar de soarem batidos e anacronicamente estranhos, tiveram importância significativa à época de lançamento em 2005. E, agora, trazemos para vocês uma explicação concisa da conclusão da obra – e de que forma ela nos prepara para uma provável segunda adaptação.

A VERDADEIRA CIDADE

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Como pudemos ver no filme, a Cidade funciona como um refúgio humano para aqueles que já passaram pelo processo de aperfeiçoamento, deixando alojamentos destinados aos Feios e encontrando tudo o que sempre quiseram. E, como explicado no início do ato de abertura, o mundo estava prestes a ruir por completo com a crescente dependência por parte de combustíveis fósseis – causando inúmeras guerras civis pelo planeta e transformando-o em um lugar quase inabitável.

Com isso, coube a um grupo de cientistas, liderado por Cable (Cox), Az (Jay DeVon) e Maddy (Charmie Lee), criar uma fonte de energia sustentável e renovável baseada em orquídeas modificadas; além disso, houve a instituição de procedimentos estéticos para tornar as pessoas Perfeitas, livrando-as de problemas e de inseguranças que poderiam culminar em mais problemas – garantindo, assim, uma paz total. Porém, a ganância de Cable transformou esse projeto utópico em uma prisão sem grades.

A princípio, é preciso analisar que a ideia da Cidade não veio sem consequências: Cable tinha pleno conhecimento de que a vida para além de seu domínio ainda continuava e tinha como um dos centros a Fumaça, um posto avançado de levante contra o império que arquitetara e que se tornou lar de Az e Maddy quando descobriram o que, de fato, estava acontecendo. Comandada por David (Powers), filho do casal em questão, a Fumaça aposta no bem-estar completo da comunidade e na aceitação das diferenças, sem obrigar as pessoas a se renderem a uma perfeição inalcançável.

Mais do que isso, o grupo de rebeldes tem plena ciência de que a crescente destruição do que restou dos recursos naturais do planeta é decorrência das próprias orquídeas modificadas criadas por Cable: as flores sugam os nutrientes do solo e posam como uma ameaça à toda vida diversificada, transformando florestas, campos e bosques em áreas desertas – tudo para garantir que Cable e sua Cidade prosperem a seu bel-prazer.

OS PERFEITOS

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Para além do controle territorial, a antagonista interpretada por Cox é movida pela ganância excessiva, deixando-se levar por uma egolatria e desmedida que não dialoga apenas com as orquídeas mencionadas acima, mas às cirurgias pelas quais os Feios passam para se tornarem Perfeitos.

Como explicado por Az e Maddy durante uma conversa com Tally e David, a cirurgia estética pela qual os Feios passam causa lesões aparentemente irreversíveis que os privam de qualquer individualidade, colocando-os dentro de uma massa amorfa e não-pensante que aceita o discurso de Cable e seus seguidores sem quaisquer questionamentos. É por essa razão que Peris não respondeu às mensagens de Tally quando foi selecionado para a cirurgia, encontrando-se em uma espécie de lobotomia conformista que não consegue enxergar nada além da nova realidade de que desfruta.

Az e Maddy, então, conseguiram encontrar uma forma de reverter as lesões. Todavia, Cable se recusou a dar continuidade à pesquisa, temendo que pensamentos intrusivos e perigosos pudessem colocar tudo a perder – expulsando seus amigos e companheiros da Cidade e afirmando de forma categórica que as pessoas precisam obedecer a um líder e que algumas delas nasceram para comandar os mais fracos.

Apesar de não terem encontrado a oportunidade de testar a cura, Tally, no final do filme – e vendo que Shay, uma de suas amigas mais íntimas, já havia passado pela transformação e se tornado uma Perfeita -, se oferece como cobaia para o tratamento ao se entregar às forças de Cable e adentrar a cidade. Porém, como vemos na cena de encerramento, ela permanece com uma antiga cicatriz na palma da mão (de quando ela e Peris juraram ser amigos para sempre, mesmo após a cirurgia) para lembrá-la do voto que fez e das promessas que precisa cumprir.

Lembrando que o filme já está disponível na Netflix.

Oscar 2025 | Ranqueamos TODOS os filmes indicados à categoria de Melhor Animação

Hoje ocorrerá a 97ª edição do Oscar – o prêmio mais cobiçado da temporada de premiações.

Criado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, o evento visa condecorar os melhores títulos lançados em circuito amplo ou limitado nos cinemas mundiais em 2024 – e, neste ano, diversos títulos chamaram nossa atenção, incluindo as inesperadas múltiplas indicações a ‘Ainda Estou Aqui’, drama nacional estrelado por Fernanda Torres.

Porém, uma das categorias que mais chama a atenção do público além das principais é a de Melhor Animação, ainda mais pelo fato do gênero em questão ter uma conexão forte e quase indelével com os cinéfilos.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista ranqueando todos os títulos indicados a essa categoria no Oscar 2025.

Veja abaixo e conte para nós qual foi o seu favorito:

5. DIVERTIDA MENTE 2

divertida mente

A categoria de Melhor Animação é, sem sombra de dúvida, uma das mais fortes desta próxima edição do Oscar – o que implica em títulos irretocáveis e que praticamente não têm defeitos. Dito isso, dentro do espectro de originalidade das outras incursões, Divertida Mente 2 perde um pouco do brilho por repetir a história do clássico de 2015 (não que isso seja um grande problema). Aqui, os diretores Kelsey MannMeg LeFauve nos convidam a uma reflexiva jornada pela adolescência e recriam de maneira lúdica a mente em turbilhão de Riley, que passa por mudanças profundas e que são imediatamente reconhecíveis por qualquer membro da audiência.

4. WALLACE & GROMIT: AVENGANÇA

Wallace e Gromit amarrados e surpresos

Vinte anos depois do memorável ‘Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais’, a Aardman Studios resolveu dar continuidade à incrível série em stop-motion focada nos protagonistas titular com o ótimo Wallace & Gromit: Avengança. Trazendo personagens clássicos e originais a uma narrativa apaixonante, o longa pode não ter o mesmo escopo épico que o anterior, mas há um emblemático encontro entre passado e presente que coloca toda a narcótica ambientação fora de uma cronologia palpável e dentro de uma dimensão única e envolvente do começo ao fim.

3. MEMÓRIAS DE UM CARACOL

memórias de um caracol

Toda vez que realizadores resolvem trazer uma narrativa adulta ao mundo da animação, o resultado beira a impecabilidade – como foi o caso de ‘Anomalisa’, de Charlie Kauffman. Porém, com Memórias de um CaracolAdam Elliot supera as expectativas ao construir um enredo semi-autobiográfico de tirar o fôlego que explora as atribulações e os obstáculos enfrentados por uma jovem garota em meados dos anos 1970. A obscura trama, aliada ao melhor do gênero tragicômico, encaixa com perfeição com a estética stop-motion e, dentre os indicados, merecia mais reconhecimento por parte do público.

2. ROBÔ SELVAGEM

DreamWorks Animation e a Universal Pictures entregaram não apenas uma das melhores animações do ano com Robô Selvagem, como também um dos melhores títulos de 2024. A produção, imbuída com uma profundidade emocional inesperada e uma análise quase sociológica do que significa sentir, sagrou-se uma conquista do gênero e contou com um espetáculo visual pincelado com uma simples narrativa – contada de maneira aplaudível e extremamente sofisticada. Para além da sólida direção de Chris Sanders, a obra conta com um cuidado técnico apaixonante e que nos conquista desde os primeiros minutos até os créditos finais.

1. FLOW

A sensação da Letônia que chegou de mansinho à temporada de premiações e sagrou-se um dos favoritos a conquistar o Oscar de Melhor Animação – e que posa como uma ameaça em potencial para ‘Ainda Estou Aqui’ na categoria de Melhor Filme Internacional. E isso não é por qualquer motivo: utilizando um baixíssimo orçamento e um popular renderizador, o cineasta Gints Zilbalodis cria mágica em um longa-metragem que fala sobre inúmeros temas importantes – incluindo a efemeridade da existência e a autodescoberta – através de uma narrativa sem diálogos e sem humanos.

Usando a simbologia da água para garantir o envolvimento do público em uma jornada épica e emocionante, a trama acompanha um solitário gato que vive um dia após o outro sem muitas emoções. Porém, quando seu lar é devastado por uma grande inundação, ele encontra refúgio em um barco povoado por outras espécies de animais, e tem que se unir a elas apesar de suas diferenças.

‘Harry Potter’: Novas imagens de bastidores revelam visual da família Dursley; Confira!

As gravações de Harry Potter, série reboot da HBO inspirada na saga de romances homônima de J.K. Rowling, já começaram em Londres, Inglaterra – e novas imagens de bastidores começaram a viralizar nas redes sociais.

As fotos em questão dão destaque a Dominic McLaughlin, que interpreta o protagonista titular, e Bel PowleyDaniel RigbyAmos Kitson como Petúnia, Válter e Duda Dursley – família adotiva de Harry.

Confira:

Alastair StoutArabella Stanton co-estrelam a produção como Rony Weasley e Hermione Granger, respectivamente.

O elenco também conta com:

  • John Lithgow como Alvo Dumbledore
  • Janet McTeer como Minerva McGonagall
  • Paapa Essiedu como Severo Snape
  • Nick Frost como Rúbeo Hagrid
  • Luke Thallon como Profº Quirrell
  • Paul Whitehouse como Argus Filch
  • Lox Pratt como Draco Malfoy
  • Johnny Flynn como Lúcio Malfoy
  • Katherine Parkinson como Molly Weasley
  • Rory Wilmot como Neville Longbottom
  • Louise Brealey como Madame Rolanda Hooch
  • Anton Lesser como Garrick Olivaras.

Francesca Gardiner servirá como roteirista e showrunner.

Sem data de estreia, a primeira e a segunda temporadas devem contar com seis episódios cada, segundo informações recentes.

Rowling servirá como produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

Jennifer Garner irá estrelar a comédia romântica ‘One Attempt Remaining’, da Netflix

Netflix revelou recentemente que Jennifer Garner (‘De Repente 30’, ‘Juno’) irá estrelar a nova comédia One Attempt Remaining, dirigida por Kay Cannon (‘Blockers’, ‘Cinderela’).

Garner também assume a função de produtora ao lado de Shawn LevyDan Levine, da 21 Laps, e de Nicole King, da Linden Productions.

Na trama…

Anos após um divórcio conturbado, um ex-casal descobre que a criptomoeda que ganharam em uma noite louca em um cruzeiro agora vale milhões, mas eles esqueceram a senha necessária para acessar os fundos. Com apenas três dias restantes até o vencimento da conta, eles precisam refazer seus passos daquela noite, não apenas para descobrir a senha de sua fortuna, mas também para redescobrir o motivo pelo qual se apaixonaram.

Joe BootheAlexa Alemanni e Cannon ficam responsáveis pelo roteiro. Cannon também entra como produtora executiva ao lado de Becca EdelmanBergen SwansonDeanna Barillari.

Garner já colaborou algumas vezes com a Netflix, tendo estrelado produções como ‘Dia do Sim’‘O Projeto Adam’‘Trocados’.

Iman Vellani fala sobre aparição dos Campeões no MCU: “Nenhum de nós será jovem quando chegar a hora de fazerem isso”

No final de 2024, a Marvel Studios revelou que havia abandonado os planos de desenvolver um filme dos Jovens Vingadores. Em vez disso, o foco teria mudado para trazer os Campeões para o Disney+, com a equipe fazendo sua estreia oficial em dezembro com ‘Vingadores: Doutor Destino’.

Boa parte dos fãs concorda que o momento de reunir os Jovens Vingadores no Universo Cinemático Marvel passou, ainda mais considerando que os personagens que integram o grupo já estão muito velhos e que a Saga do Multiverso não apresentou qualquer foco ou desenvolvimento para que os heróis pudessem ter seu espaço para brilhar no MCU.

Além disso, após uma era de quantidade em detrimento da qualidade, um possível spin-off fracassado poderia prejudicar a franquia dos Vingadores – algo inaceitável considerando o sucesso financeiro e de crítica dos filmes anteriores.

Em entrevista ao Revenge Of, Iman Vellani, que interpreta Kamala Khan/Ms. Marvel no MCU, foi questionada sobre a recente série ‘Coração de Ferro’, revelando ser uma grande fã da personagem e comentando sobre o fato dela ser “muito subestimada, até mesmo nos quadrinhos”.

Pouco depois, a atriz comentou sobre os Campeões e os Jovens Vingadores, concordando que, quando e se um dos grupos ganhar espaço no panteão super-heroico, talvez os atores que os interpretem já não tenham mais a idade necessária para compor o time.

“Pessoalmente, sou mais fã dos Campeões do que dos Jovens Vingadores. Acho que essas histórias são muito mais relevantes. Mas também acho que nenhum de nós será jovem quando chegar a hora de fazerem isso”, ela contou.

Anteriormente, em entrevista ao portal ComicBookMovie, Vellani reforçou sua expectativa em ver Ms. Marvel novamente em ação nas telonas com ‘Vingadores: Doutor Destino’ e ‘Vingadores: Guerras Secretas’, compartilhando o sentimento dos fãs sobre a ausência de atualizações oficiais da Marvel Studios.

“Sim, eu também estou desesperada, então estamos no mesmo barco”, afirmou a atriz, enfatizando sua torcida pelo retorno da heroína.

A última aparição da personagem nos cinemas ocorreu na cena pós-créditos deAs Marvels (2023), na qual Kamala iniciava o recrutamento para o que parecia ser a formação dos Jovens Vingadores. Na época, especulava-se que o grupo seria liderado pela Ms. Marvel e contaria com nomes como Gaviã Arqueira, Coração de Ferro, Wiccano, Célere e Estatura, além de possíveis participações do Rapaz de Ferro e Kid Loki.

‘Arrowverse’: Brandon Routh agradece a chance de reprisar o papel de Superman

Uma surpreendente notícia revelou que Brandon Routh estará interpretando o Superman mais uma vez. Desta vez nas telinhas, o astro dará vida ao kryptoniano em ‘Crises nas infinitas Terras‘, o novo crossover do ‘Arrowverse’.

E, assim como os fãs, Routh não fez cerimônia ao compartilhar no Twitter sua felicidade em reprisar o papel. Confira:

“Honrado, surpreso, grato e ainda me beliscando.”, brincou o ator.

Routh vai atuar ao lado de Tyler Hoechlin, atual intérprete do Homem de Aço em ‘Supergirl’.

No entanto, de acordo com o The Wrap, Routh fará um Superman mais velho, baseado nos quadrinhos de ‘Kingdom Come‘, que começa a tomar medidas drásticas na esperança de ensinar à nova geração de heróis o que significa proteger os inocentes e salvar o mundo.

Confira as novas imagens promocionais do elenco do especial:

O próximo crossover, intitulado ‘Crisis on Infinite Earths‘, terá cinco horas de duração, que serão divididas entre as produções ‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Batwoman‘ e ‘Supergirl‘.

Ainda não foi revelado quando o especial será lançado.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Novas imagens mostram Diana contra Cheetah e Maxwel Lord; Confira!

A revista Empire divulgou duas novas imagens ‘Mulher-Maravilha 1984‘, mostrando Diana Prince (Gal Gadot) usando seu Laço da Verdade contra Cheetah (Kristen Wiig) e Maxwell Lord (Pedro Pascal).

Confira:

Lembrando que o filme chega no Brasil no dia 13 de agosto, um dia antes da estreia norte-americana.

Em seu Twitter, a diretora Patty Jenkins comentou o adiamento e aproveitou para desmentir os rumores de que o filme seria lançado direto em streaming.

“Fizemos Mulher-Maravilha 1984 para ser exibido NAS TELONAS e acredito no poder do cinema. Nestes tempos terríveis, quando os proprietários de cinemas estão lutando para sobreviverem, estamos empolgados por adiar nosso filme para 14 de agosto de 2020 em um CINEMA perto de você, e orar por melhores tempos para todos até lá…”, afirmou.

Além deste, a Warner também anunciou o adiamento de ‘Malignant‘ e ‘Em um Bairro de Nova York’.

Enquanto Hollywood tenta lidar com a crise do coronavírus, os estúdios continuam adiando os seus filmes, e muitos deles podem ser lançados direto no streaming. O motivo? A janela entre os lançamentos vão ficar cada vez mais concorrida.

Filmes grandes como ‘Viúva Negra‘, ‘Mulan‘, ‘Um Lugar Silencioso 2‘, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, ‘Velozes e Furiosos 9‘, entre outros, sofreram adiamento.

Os adiamentos de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ e ‘Em um Bairro de Nova York’ são o primeiro sinal real de que Hollywood espera que os cinemas ainda fiquem nas sombras no mês de junho.

Os cinemas seguem fechados nos EUA e Brasil, e no momento não há previsão de abertura.

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

Ator de ‘Homem-Formiga’ não sabe se vai voltar para o 3º filme

Quando o público viu Mitchell Carson (Martin Donovan) pela última vez em ‘Homem-Formiga‘, o vilão conseguiu roubar uma pasta cheia de partículas Pym.

Mesmo que ele tenha sido atacado por uma horda de formigas, não há provas de que ele morreu, o que gerou diversas teorias sobre seu retorno no futuro.

No entanto, Donovan revelou ao Comic Book que não sabe se vai voltar para o 3º filme da franquia.

“Eu não acompanho de perto o MCU e não estou ciente sobre o que vai acontecer com o personagem. Eu nem sabia que havia teorias sobre isso, não sabia que ele era um personagem importante. Sinceramente, não sei quais são os planos para ele. Mas eu estou aqui e eles [da Marvel] sabem onde me encontrar.

Como Kang (Jonathan Majors) será o vilão do próximo filme, há poucas chances de vermos Carson retornar, a não ser que seja numa breve explicação sobre o que aconteceu com ele.

O que você espera do próximo filme:

Escrita por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘) e dirigida por Peyton Reed, a sequência tem estreia marcada apenas para 2022.

O elenco contará com o retorno de Paul Rudd como Scott Lang/Homem-Formiga, Evangeline Lilly como Hope Van Dyne/Vespa, Michelle Pfeiffer como Janet Van Dyne, Michael Douglas como Hank Pym e Kathryn Newton como Cassie Lang.

Confira a logo oficial:

 

‘Fear the Walking Dead’: Victor Strand se gaba de seus poderes no novo teaser da 7ª temporada; Assista!

A 7ª temporada de ‘Fear The Walking Dead‘ estreia em 17 de outubro e a AMC divulgou um novo teaser da atração.

A prévia mostra Victor Strand (Colman Domingo) se gabando de sua posição privilegiada em sua torre intocada enquanto o mundo sofre com a poluição nuclear.

Enquanto isso, Morgan Jones (Lennie James)e seu grupo tentam sobreviver em um mundo onde o ar é tão mortal como os walkers que eles enfrentam.

Confira, junto com a sinopse do episódio de estreia, intitulado ‘The Beacon’:

“Enquanto boa parte dos lugares foi destruída por causa de guerrar nucleares, Strand permanece vivo em um dos poucos territórios ainda habitáveis. Sua busca por sobreviventes, entretanto, revela um estranho com conexão inesperada ao próprio passado”.

‎Teddy trouxe sua visão do Fim quando detonou ogivas nucleares pela paisagem do Texas, mas caberá àqueles que sobreviveram decidir como será o novo Começo. E eles terão que fazê-lo em um mundo desprovido de luz e esperança, onde o ar externo é tão mortal quanto os caminhantes que enfrentam. Os sobreviventes descobrirão quem realmente são, e do que são realmente feitos. Alguns se levantarão, alguns encontrarão um novo propósito, enquanto outros se redefinirão – mesmo que isso venha a um custo terrível para aqueles que antes consideravam família‎‎.

A produção foi criada por Robert KirkmanDave Erickson e funciona como spin-off de The Walking Dead.

Morgan JonesJenna ElfmanKeith CarradineColman Domingo fazem parte do elenco. Aisha Tyler foi recentemente elencada em um papel não revelado.

‘Thor: Amor e Trovão’: Vídeo com cenas inéditas destaca momentos cômicos dos principais personagens

Uma página do Twitter dedicada a novidades de ‘Thor: Amor e Trovão‘ divulgou um divertido vídeo com cenas inéditas, destacando os principais heróis da sequência.

Publicado originalmente no TikTok, o vídeo traz alguns momentos cômicos de Thor (Chris Hemsworth) perdendo os quilos extras que ele ganhou entre ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Ultimato’.

Jane Foster (Natalie Portman) também aparece antes de se tramformar na deusa do trovão, enquanto Valquíria (Tessa Thompson) toma uma bebida, e Korg (Taika Waititi) leva um tiro na cabeça antes de sinalizar que está tudo bem com um polegar para cima.

Assista:

“Conheça os personagens de Thor: Amor e Trovão neste vídeo do TikTok com cenas inéditas.”

Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão‘ será lançado em 07 de julho nos cinemas nacionais.

E aí, você está animado para o confronto do Deus do Trovão contra o Carniceiro dos Desuses

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa se passa após os acontecimentos de ‘Thor: Ragnarok‘ e traz a volta de Jane Foster (Natalie Portman), que se transforma na versão feminina de Thor. Os Guardiões da Galáxia também terão papel importante na história…

Anteriormente, o diretor e roteirista Taika Waititi revelou que o longa-metragem é tão insano que “não deveria ter sido feito”.

“Bom, entre eu e você e os leitores, eu fiz várias coisas insanas na minha vida. Eu vivi dez vidas diferentes. Mas esse é o filme mais bizarro que eu já fiz. Se você separasse todos os elementos desse filme, não deveria fazer sentido. É como se quase não deveria ser feito. Se você entrasse em um quarto e dissesse: ‘eu quero isso e isso e isso’. Quem está nele? Esse tipo de pessoa. Do que vamos chamá-lo? ‘Amor e Trovão’. Digo, você nunca iria trabalhar de novo. Talvez eu não vá, depois disso”.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

‘Super Mario Bros – O Filme’ tem data de estreia ADIANTADA; Confira!

A página oficial de ‘Super Mario Bros – O Filme‘ anuncio que a estreia da animação foi adiantada em dois dias nos cinemas norte-americanos.

Em vez de estrear em 07 de abril, o longa vai chegar às telonas no dia 05.

Aqui no Brasil, o longa segue agendado para o dia 06 de abril.

Confira a publicação:

Super Mario Bros – O Filme está passando de 07 para 05 de abril nos Estados Unidos e em mais de 60 mercados ao redor do mundo. O filme chega aos cinemas em outros mercados em abril e maio, com estreia no Japão em 28 de abril.”

Anteriormente, a Nintendo anunciou que o trailer final será exibido no dia 09 de março.

A prévia estará disponível às 18h pelo horário de Brasília.

Lembrando que o filme terá 1 hora e 32 minutos de duração, uma quantidade razoável de tempo, considerando que se trata de uma produção para o público-alvo.

Aaron Horvath e Michael Jelenic entram como diretores.

A animação conta com Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como a Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Seth Rogen como Donkey Kong, Jack Black como Bowser e Keegan-Michael Key como Toad. Fred Armisen, Kevin Michael Richardson, Sebastian Maniscalco e Charles Martinet, voz original de Mario, Luigi, Wario e Waluigi, completam o elenco.

Olivia Wilde vai dirigir comédia natalina produzida por Margot Robbie

De acordo com o Comic Book, Olivia Wilde (‘Não se Preocupe, Querida’) vai dirigir uma comédia natalina para a produtora de Margot Robbie, a LuckyChap Entertainment.

Intitulado ‘Naughty‘, o filme está sendo descrito como “Damas de honra no Polo Norte” e vai girar em torno de Mallory, cuja única esperança de garantir a custódia de seu filho e resgatá-lo de seu ex-marid abusivo é encontrar o Papai Noel e convencê-lo a testemunhar em sua audiência de divórcio.

O roteiro está sendo escrito por Jimmy Warden (‘O Urso do Pó Branco’) enquanto Robbie, Tom Ackerley e Josey McNamara irão produzir.

Por enquanto, ainda não há informações sobre o elenco e nem previsão para o início das gravações.

Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem surgir pelos próximos meses.

Vale lembrar que Wilde também foi contratada para dirigir a nova série antológica da aclamada produtora A24.

A produção será baseada no livro ‘A Visita Cruel do Tempo‘ e sua sequência ‘A Casa dos Doces‘, escritos por Jennifer Egan.

Vencedor do Pulitzer, o livro original é composto por histórias curtas – 13 contos sobre relações familiares, indústria fonográfica, jornalismo de celebridades, efeitos da tecnologia, viagens e a busca por identidade versus o esfacelamento de ideais –, interligadas pelas memórias de um grupo de personagens em diferentes pontos de suas vidas.

A sequência, lançada em 2022, revisita alguns dos personagens e seus descendentes.

Além de dirigir, Wilde também servirá como produtora executiva ao lado de Jennifer Fox.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

 

A Profecia | Os 45 anos do CLÁSSICO DO TERROR

Saga do pequeno Damien deu origem a uma franquia do gênero que nem sempre é reconhecida

O ano de 1976 para os filmes de terror, principalmente, pode ser visto pela ótica de transição. Ele veio após o boom das histórias envolvendo entidades diabólicas agindo por meio de seres humanos como visto em O Bebê de Rosemary e O Exorcista nos anos de 1968\1973 respectivamente, cada um deixando legados de aprovação popular e crítica inegáveis. 

Por outro lado, esse ano veio antes dos períodos de 1978\1980 quando Halloween e Sexta Feira 13, respectivamente, popularizaram os filmes slasher como um meio pelo qual os estúdios poderiam arrecadar muito dinheiro produzindo infindáveis sequências de uma determinada propriedade sem a necessidade de investir uma alta soma na produção desses filmes. Foi basicamente a constatação de que produções de baixo orçamento com um personagem culturalmente conhecido poderiam ser lucrativas.

Logo, nesse intermédio a ideia de produzir uma obra de terror sobre o anticristo tem seu embasamento histórico. O já mencionado Bebê de Rosemary chocou o público com uma trama onde uma jovem recém casada era gradualmente manipulada pelas pessoas no entorno para que ela parisse um herdeiro do próprio Diabo. A noção de falar abertamente sobre sexualidade e temas tidos como sacro-santos em filmes foi um dos legados do movimento da Nova Hollywood iniciado no fim dos anos 60.

 

Em 1968 “Bebê de Rosemary” chocou o mundo com sua trama macabra

Num mote geral, a trama de A Profecia é focada na família Thorne, cujo patriarca (interpretado por Gregory Peck) é o embaixador dos Estados Unidos no Reino Unido e junto a ele moram sua esposa e um filho pequeno, este que fora adotado ainda recém nascido por eles. Quando uma série de mortes, junto a comportamentos bizarros por parte do pequeno Damien, começam a ficar mais frequentes, o protagonista precisa entender até onde esses episódios estão atrelados ao passado de seu filho.

Impelido por esse clima muito mais liberal do que jamais havia existido antes na indústria cinematográfica, o produtor Harvey Bernhard abordou o roteirista David Seltzer com a proposta de elaborar um enredo sobre a vinda do anticristo à Terra. Um adendo interessante foi que Seltzer, naquela altura, não havia tido experiências prévias com filmes de terror mas sim com dramas focados em relacionamentos. Isso é um elemento importante, principalmente quando visto que A Profecia tem, no centro da tensão, um drama familiar que vai se expandindo.

Só que ele necessariamente não aceitou o projeto por achá-lo interessante. Segundo o IMDB, o roteirista já teria afirmado que sua única motivação para assumir a função foi porque ele precisava muito do dinheiro. “David Seltzer já afirmou que ele apenas escreveu o roteiro porque ele necessitava do dinheiro. Ele também afirmou que ele ambientou a história em Londres porque desejava fazer uma viagem à Inglaterra”. Ele disse do filme, ‘eu o fiz estritamente pelo dinheiro. Eu estava com dificuldades. Eu acho terrível o tanto de pessoas que acreditam nessa besteira’.

A época em questão foi essencial para Seltzer bolar a trama de Damien

Junto a ele na empreitada, veio o diretor Richard Donner para conduzir o filme. Donner ainda não era um dos nomes mais badalados de Hollywood, como viria a ser durante os anos 80, e da mesma maneira como Seltzer não chegava ao projeto detendo uma vasta filmografia de terror. Ainda assim, o diretor tinha uma preferência declarada pela ambiguidade que ele gostaria de conferir ao filme.

Para Donner era muito mais interessante que coubesse ao público decidir se o que eles estavam presenciando na tela eram realmente acontecimentos sobrenaturais causados pelo pequeno Damien em parceria com uma entidade mais diabólica ou eram nada mais do que tragédias perpetradas unicamente por pessoas. Para o diretor, todas as mortes vistas no decorrer do filme, por mais elaboradas que pudessem ser, tinham que soar plausíveis.

A sugestão, no entanto, foi repetidamente repelida pelo roteirista. Para ele, Damien deveria ser uma personificação indubitável do mal, sem espaço para interpretações. Para o papel de pai de Damien, foi escalado o veterano ator Gregory Peck; um fato curioso de bastidores (e são muitos) é que o astro apenas aceitou o papel pelo sentimento de culpa. Ele se identificou com os sentimentos desesperados do personagem sobre como lidar com toda a situação de seu filho pois em 1975 ele não pôde impedir que seu filho, Jonathan, cometesse suicídio.

A contratação de Gregory Peck foi importante para atrair a atenção para o filme

A escolha do ator para o papel de um bom homem com senso de justiça e proteção da família não foi por acaso. Peck se tornara bem conhecido em Hollywood por interpretar esses tipos de personagens como no clássico O Sol é para Todos. Ele precisou sair da aposentadoria para aceitar o trabalho e dessa forma ele causou um efeito de validação do projeto similar ao que Brando e Hackman fizeram pelo filme do Superman em 1978 (este também dirigido por Richard Donner).

Em termos financeiros o filme foi um sucesso. Tendo um orçamento de US$ 2,8 milhões ele lucrou globalmente US$ 60 milhões, segundo o Box Office Mojo. Dessa forma ele garantiu a existência de pelo menos mais três sequências entre 1978 e 1991, além de um remake em 2006 também escrito por David Seltzer. O filme também venceu o Oscar de melhor trilha sonora original em 1976.

Só que A Profecia tem uma fama muito maior do que qualquer conquista técnica. Assim como o que ocorreu durante as gravações de O Exorcista, alguns acontecimentos se tornaram quase que lendas urbanas. Após algumas gravações em Israel, um voo foi fretado para trazer Gregory Peck de volta para os Estados Unidos; em decisão de última hora ele cancelou a viagem e então um grupo de cinco japoneses fretaram o avião. Esse mesmo avião eventualmente caiu.

Outro fato foi que durante as gravações do filme na Inglaterra, o hotel em que o diretor Richard Donner estava hospedado foi bombardeado pelo IRA (antigo grupo paramilitar que realizou diversos atentados entre 1919 e 2005 visando a independêncida da Irlanda).