Além disso, a sequência se tornou o maior lançamento do ano para a Blumhouse, facilmente superando ‘Lobisomem‘ (US$10.8M), ‘M3GAN 2.0‘ (US$10.2M), ‘A Mulher no Jardim‘ (US$9.3M) e ‘Drop: Ameaça Anônima‘ (US$7.3M).
Com 74% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a avaliação ficou levemente abaixo do longa original (B+).
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de setembro.
Além de dirigir, Cregger assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).
O elenco ainda conta com Zach Cherry (“Ruptura”), Kali Reis (“True Detective: Terra Noturna”) e Paul Walter Hauser (“O Caso Richard Jewell”).
A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produz o reboot junto com a PlayStation Productions.
Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.
A trama é baseada em um artigo escrito por David Grann em 2008 para a revista New Yorker. O material original conta a história de Frédéric Bourdin, um trapaceiro que atuou como impostor assumindo a identidade de adolescentes desaparecidos. Em um dos casos, ele chegou a morar com uma família texana em meados dos anos 90, se passando como o irmão que havia sumido.
O material traz os heróis Sr. Incrível, a Mulher Elástica e o Gelado tentando evitar que a cidade seja destruída por um maquinário gigante.
Confira:
De acordo com novas previsões, a sequência da Pixar, ‘Os Incríveis 2‘, pode se tornar a maior abertura da história da empresa de animação. As informações são do THR.
A animação deve arrecadar em torno de US$ 140 milhões no seu primeiro fim de semana, batendo assim o número de ‘Procurando Dory’, atual recordista, com US$ 135 milhões. Além disso, o número também é o dobro da estreia do filme original, de 2004, que fez “apenas” US$ 70 milhões em seu primeiro fim de semana.
Na trama, Helena (Holly Hunter) decide iniciar uma pedindo a volta dos super-heróis, enquanto Beto (Craig T. Nelson) vive um dia a dia normal de dono de casa cuidando de Violeta (Sarah Vowell), Flecha (Huck Milner) e do bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles sofre uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um brilhante e perigoso plano que ameaça acabar com o mundo. Mas a família Pêra não foge do desafio, ainda mais com Gelado (Samuel L. Jackson) combatendo o vilão ao seu lado.
‘Os Incríveis 2’ tem lançamento previsto para 28 de junho de 2018.
A primeira série live-action de ‘Star Wars’, intitulada ‘Os Mandalorianos‘, ganhou novidades. Durante o preview da Star Wars Celebration 2019, foi revelado a moto de velocidade desenvolvida para a produção.
O veículo, que está exposto em destaque no evento, é exatamente o mesmo usado nas gravações da série de Jon Favreau. As imagens foram compartilhadas pelo ScreenRant.
Confira:
Recentemente, a logo oficial da produção foi compartilhada por Pedro Pascal. Confira:
Depois das histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘Os Mandalorianos’ se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
Ainda não há data de estreia confirmada, mas sabe-se que a produção em 2019 e estará disponível com exclusividade na Disney+.
O thriller‘Bela Vingança’ (Promising Young Woman), estrelado por Carey Mulligan, teve sua estreia no Festival de Sundance e a produção conquistou a crítica especializada, com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Recebendo inúmeros elogios por sua construção narrativa e suas atuações, o suspense sobre abuso sexual também foi ovacionado por saber consolidar uma trama que mescla humor dark, thriller e drama, entregando um enredo impactante e confrontador.
Além disso, ‘Bela Vingança‘ foi elogiado por sua ousadia ao tratar a temática de abuso sexual, se aprofundando em alguns assuntos como o machismo, o movimento #MeToo e a cultura de culpabilização das vítimas.
Confira as principais críticas:
“Este é o show de Mulligan, e ela consegue dominar cada parte do filme com humor, bem como com um drama sério”. – Amber Wilkinson, Times (UK)
“O filme de Fennell é um trabalho vibrante e estilisticamente preciso, mas os sentimentos que ele transmite não parecem examinados. É uma aceleração em direção a um penhasco quando o que você realmente gostaria de ver é algum tipo de caminho a seguir, por mais difícil que fosse”. – Alison Willmore, New York Magazine/Vulture
“‘Bela Vingança‘ é tão confiante como a sua própria protagonista, um filme que está disposto a ser um pouco bagunçado e inconsistente”. – Brian Tallerico, RogerEbert.com
“‘Bela Vingança‘ chega perto de um final verdadeiramente radical, mas está quase lá”. A.A. Dowd, AV Club
“Quando Emerald Fennell finalmente chega à sua inevitável conclusão, você será pego de surpresa por sua destreza narrativa, bem como o quanto meninos brancos mal comportados podem se parecer com as versões de um jovem Brett Kavanaugh [juiz associado da Suprema Corte Norte-americana, acusado de abuso sexual]”. – Tomris Laffly, RogerEbert.com
Todos diziam que Cassie (Mulligan) era uma jovem mulher muito promissora… Até que misteriosos eventos abruptamente destruíram seu futuro. Mas nada na vida de Cassie é o que parece ser: ela é extremamente inteligente, tentadoramente astuciosa e vive com uma vida dupla secreta. Agora, um inesperado encontro pode dar a chance que Cassie esperava de se reencontrar e reparar os erros do passado.
Segundo o portal Indiewire, a fotografia principal do filme começou a ser feita na última segunda-feira (19), em Oklahoma. As gravações devem se estender ao longo de todo o período do verão norte-americano.
Por meio de um comunicado oficial, o cineasta vencedor do Oscar celebrou o início dos trabalhos:
“Poder contar esta história na terra onde esses eventos aconteceram é incrivelmente importante e crítico para nos permitir retratar uma representação precisa do tempo e das pessoas…Estamos empolgados por poder começar a trabalhar com o nosso elenco e equipe técnica local, para imortalizar um período na história americana que jamais deve ser esquecido”.
O grupo se junta aos previamente anunciados Jesse Plemons, Leonardo DiCaprio, Robert De Niro, Lily Gladstone, William Belleay, Louis Cancelmi, Jason Isbell e Sturgill Simpson.
O longa é baseado no romance best-seller de não-ficção escrito por David Grann.
Vale lembrar que a Apple adquiriu os direitos de exibição e de financiamento do longa-metragem ao lado da Paramount Pictures.
Rodrigo Prieto, frequente colaborador de Scorsese, será o diretor de fotografia.
‘Killers of the Flower Moon‘ acompanha a jornada da tribo indígena Osage, que vê vários de seus membros assassinados após a descoberta de petróleo sob o solo de sua reserva, na década de 1920. Quando os homicídios tomam proporções gigantescas, agentes do FBI se infiltram na região para expor uma grande conspiração.
Em entrevista ao Collider, o roteirista Eric Roth compartilhou alguns detalhes sobre a obra, comentando que o longa-metragem não é apenas um western de Scorsese, mas uma perspectiva diferente do conhecido gênero.
“Eu sei que Martin está tentando fazer um filme que é provavelmente o último western que seria feito desse jeito e, mesmo assim, com esse incrível documental social por baixo, e a violência e o ambiente. Acho que será igual a nada que tenhamos visto, de certa forma. Esse é um para ficar para as eras, para mim”.
‘Aprendiz de Espiã: Na Cidade Eterna‘ já teve sua estreia na plataforma de streaming da Prime Video e traz o retorno do trio protagonista Dave Bautista, Ken Jeong e Chloe Coleman, que dessa vez se aventuram pela Europa e Ásia em uma nova e inesperada missão.
Fazendo sucesso no TOP 10 do serviço de assinatura, a produção é uma sequência da popular e amada comédia de ação lançada em 2020 e acompanha uma nova fase no relacionamento entre o agente secreto J.J. e a jovem Sophie, que agora vive o auge da adolescência.
A dinâmica familiar entre os dois ficará ainda mais complicada quando o melhor amigo de Sophie é sequestrado durante uma viagem escolar pela Itália, obrigando-na a reassumir seu posto de espiã juvenil.
E durante uma entrevista ao CinePOP, Dave, Chloe e Ken compartilharam detalhes do novo longo, riram de suas cenas de ação e ainda comentaram sobre com construíram uma amizade tão apaixonante nos bastidores das gravações do primeiro filme.
Assista:
Na trama, quando o coral da escola de Sophie (Coleman) é selecionado para uma turnê italiana que culmina com uma apresentação para o Papa na Cidade do Vaticano, JJ (Bautista) vê isso como uma oportunidade de criar laços com sua nova enteada. Ele se voluntaria para ajudar a acompanhar o grupo pelos canais venezianos, pelas famosas pontes de Florença e pelos locais mais históricos de Roma.
Em vez disso, JJ descobre que ele e Sophie se tornaram peças em um plano terrorista que pode acabar com o mundo como o conhecemos.
No trama original, após uma missão dar muito errado, o agente da CIA JJ (Bautista) é rebaixado para a função de vigilância. Em serviço, ele acaba sendo descoberto pela menina Sophie (Coleman). Chantageado pela garota, ele se vê forçado a ensiná-la todas as técnicas para ser uma espiã.
Dois policiais conversam dentro de uma viatura sobre o filho de um deles, que sempre arranja uma desculpa para não ir à escola. Isso sugere que há algo errado com o adolescente ou com a instituição de ensino. Logo em seguida, eles são chamados para realizar a prisão na casa de um suspeito. Em uma residência no subúrbio do norte da Inglaterra, os policiais arrombam a porta, rendem os pais e sobem para o quarto de Jamie (Owen Cooper), de 13 anos. Seu rosto de bochechas rosadas reflete pavor e um ar de pura inocência enquanto grita: “Eu não fiz nada!” e, tomado pelo medo, se urina.
Esta mise-en-scène inicial em plano-sequência é o ponto de partida da nova minissérieAdolescência(Adolescence), da Netflix. Dividida em quatro episódios de uma hora, cada capítulo não apresenta cortes do início ao fim. A dupla responsável por essa narrativa intensa e perturbadora é a mesma do excelente e frenético O Chef (2021). Philip Barantini assume a direção, enquanto o roteiro fica por conta de Jack Thorne (Enola Holmes) e Stephen Graham, que também interpreta o pai de Jamie na minissérie.
Durante o primeiro episódio, o uso contínuo do plano-sequência em uma trama policial é uma escolha ousada, porém exaustiva. Muitas tomadas acompanham personagens de costas e focam em pescoços caminhando de uma sala para outra na delegacia, após a prisão do garoto. Por outro lado, a sequência em que Jamie, sozinho na viatura, desaba em lágrimas, é um dos momentos mais impactantes e explora a imaginação do espectador. Esse episódio constrói um suspense envolvente em torno das provas do crime e da incredulidade tanto dos pais quanto da audiência.
Embora trata-se de um crime entre adolescentes da mesma escola, Adolescêncianão é baseada em fatos reais, tampouco busca oferecer respostas definitivas. A minissérie convida à reflexão sobre a formação dos jovens na sociedade contemporânea. Mais do que uma simples trama de “quem matou” e “por que matou”, a narrativa conduz o espectador a considerar todas as possibilidades e responsabilidades envolvidas, evitando simplificações ou julgamentos precipitados.
O segundo episódio remete ao estilo claustrofóbico de O Chef, mas em proporções monumentais, pois se passa inteiramente dentro da escola. O plano-sequência dita o ritmo de busca pela verdade. Logo nos primeiros diálogos, entretanto, entre os policiais DS Misha Frank (Faye Marsay) e DI Luke Bascombe (Ashley Walters) — cujo filho estuda na instituição —, percebe-se a inutilidade das investigações no local: os adolescentes se mostram hostis ou zombeteiros em relação ao caso.
Aqui, o criador Stephen Grahamprovoca uma reflexão sobre a juventude e o abismo interpretativo entre adultos e adolescentes na era digital. Desde o início, a faca utilizada no crime nos é apresentada por um dos amigos de Jamie, mas a real motivação para um menino de 13 anos assassinar uma colega mais velha permanece uma incógnita. Somente no final, surgem indícios de sua ligação com a cultura incel (celibato involuntário).
No terceiro episódio, a narrativa se afasta da multidão e se concentra em um embate psicológico entre duas figuras: a psicóloga Briony Ariston (Erin Doherty) e Jamie, sete meses após seu encarceramento. Ela possui a incumbência de escrever um relatório sobre o comportamento do garoto. A conversa começa de maneira cordial, com a oferta de um chocolate quente e um sanduíche, mas logo evolui para um diálogo tenso e revelador. Durante uma hora sem cortes, o ator iniciante Owen Cooperjustifica sua escolha para o papel, entregando uma performance que transita entre fragilidade, confusão, revolta e, por fim, a aceitação de seus atos, antes negados com seus angelicais olhos azuis.
Se os três primeiros episódios estabelecem um fluxo intenso de emoções e conflitos, o episódio final é um verdadeiro clímax catártico. Quem aprecia narrativas elípticas e centradas em grandes eventos — como eu —, as quais deixam ao espectador construir os possíveis caminhos entre os momentos chaves, encontrará neste capítulo um olhar profundo sobre culpa e redenção.
Na sequência final — sempre sem cortes —, a série foca na família de Jamie, especialmente em seu pai, Eddie Miller (Stephen Graham).Treze meses após o crime, acompanhamos seu aniversário de 50 anos, celebrado com a esposa Manda (Christine Tremarco) e a filha Lisa (Amelie Pease), as três outras vítimas ocasionais do ato de Jamie.
É inevitável a relação com o longa Precisamos Falar sobre o Kevin (2011), de Lynne Ramsay, cuja comiseração e amor materno se apropriam da protagonista pelo ato bárbaro do filho. Aqui, Stephen Graham oferece uma atuação visceral, oscilando entre pesar, medo e descontrole. Algumas das revelações feitas por Jamie à psicóloga desafiam a visão que se tem sobre o papel do pai em sua vida: esta figura masculina foi a faísca para um adolescente se tornar misógino e feminicida?
Diferentemente de narrativas que buscam explicações simplistas – como abuso familiar, pais ausentes ou vícios –, Adolescência apresenta uma família trabalhadora comum. Eddie é um patriarca brusco, mas presente. Manda é uma mãe amorosa. Lisa, uma irmã sensível. Assim, a produção expande sua análise para além do lar, abordando a influência da internet e das redes sociais. As mensagens trocadas entre Jamie e sua vítima são um dos poucos indícios de contato entre eles, ressaltando o impacto do mundo virtual nas interações juvenis.
Se a violência no ambiente escolar já foi explorada em filmes como Elefante (2003), de Gus Van Sant, Adolescência adiciona um novo elemento: a constante exposição a conteúdos digitais. TikTok, Instagram e outras redes oferecem vídeos curtos sem restrição etária, moldando a visão de mundo de uma geração. Ao evitar respostas fáceis e levantar questões inquietantes, a minissérie nos obriga a refletir: como podemos controlar os discursos de ódio e sua influência nos jovens?
Reflexiva e arrebatadora, Adolescência se destaca não apenas por sua direção ousada em plano-sequência e atuações memoráveis, mas também por sua abordagem corajosa e necessária sobre violência juvenil e os perigos da era digital. Um alerta incômodo, mas essencial.
Após dois anos sem notícias, ‘Duro de Matar 6‘ finalmente foi confirmado.
Durante sua participação no Tonight Show Starring Jimmy Fallon, o astro Bruce Willis confirmou que o projeto está vivo e acontecendo.
Além disso, de acordo com informações do The Tracking Board, a dupla Chad e Carey Hayes, conhecidos pelo terror ‘Invocação do Mal’, foram escolhidos pela Fox para reescreverem o roteiro.
Em 2014, o Latino Review havia revelado queSamuel L. Jacksonestava em negociações com a 20th Century Fox para retornar como Zeus Carver no sexto ‘Duro de Matar‘.
Carver é um lojista impetuoso que acompanhou John McClane através de sua missão em ‘Duro de Matar 3‘. Sua ingenuidade ajuda McClane e os dois desenvolvem um relacionamento de amor e ódio da amizade, principalmente porque ele e McClane têm muito em comum.
‘Duro de Matar: Um Bom Dia para Morrer‘ (A Good Day to Die Hard) custou US$ 92 milhões e arrecadou US$ 67,2 milhões nos EUA. Mundialmente, foi melhor: US$ 302,4 milhões.
“Bem, precisamos assumir que Hank e Janet passaram um tempo em sua casa de praia, na ilha remota, e depois voltaram para trabalhar nesse experimento Quântico. Então é meio que indeterminado, mas não é um período muito longo de tempo, porque nós realmente queremos brincar esses personagens. Eles estão em uma bolha, sem saber o que acontece ao redor deles”
Segundo informações do Deadline, o ator e humorista Andre Braugher, de 61 anos, faleceu na segunda-feira (11), vítima de uma doença não informada até o momento.
Com vasta carreira na televisão, Andre ficou imortalizado na TV americana com o papel do Capitão Raymond Holt, no série de comédia policial Brooklyn Nine-Nine. Ao longo de mais de 30 anos de carreira, o ator recebeu 11 indicações ao Emmy, o Oscar da TV, e levou o troféu para casa duas vezes.
Seu primeiro Emmy veio pela atuação na série Homicídio (Homicide: Life On The Street), em 1998, enquanto o segundo veio em 2006 por sua atuação na minissérie Thief. Por B99, foram quatro indicações.
Não é exagero reconhecer que é a franquia ‘After’ é um tremendo sucesso. Com milhões de páginas lidas na plataforma do Wattpad e com livros em formato físico lançados em seguida, não foi difícil adivinhar que o caminho para a adaptação cinematográfica era inevitável. Assim, os fãs do casal Hardin e Tessa puderam sonhar de olhos abertos com os quatro filmes produzidos sobre o universo do vaivém do casal. E, a partir desta semana, os fãs poderão assistir ao último filme, o último episódio dessa história, pois chega aos cinemas brasileiros o longa ‘After – Para Sempre’.
Hardin (Hero Fiennes Tiffin) fez uma escolha: escreveu sua história de amor com Tessa (Josephine Langford) e a enviou para editores sem pedir o consentimento de Tessa antes. Acontece que o livro foi publicado e se tornou um tremendo sucesso, mas Tessa se sentiu exposta e vulnerável ao ter sua vida íntima publicada para todos lerem antes mesmo dela. Por conta disso o relacionamento dos dois termina e Tessa volta para casa, decidida a seguir adiante com sua vida. Dois anos se passam e Hardin está empacado no mesmo lugar: sem conseguir o perdão do grande amor da sua vida e sem conseguir escrever seu próximo romance. No intuito de tentar desbloquear sua criatividade Hardin viaja para Lisboa e para reencontrar Nathalie (Mimi Keene), com quem vacilara no passado e com quem precisa se redimir por conta dos seus erros, para somente assim se tornar um homem melhor para Tessa.
Em aproximadamente uma hora e meia ‘After – Para Sempre’ é definitivamente um desvio no percurso da história original. Se até agora os fãs acompanharam o vaivém do casal, com entrada de concorrentes aos corações dos dois e muitas decisões erradas tomadas que os afastava do almejado final feliz, neste último capítulo a história se passa exclusivamente com o protagonista masculino, de modo que Tessa aparece majoritariamente em cenas de flashback, que se repetem com muita frequência. Além de cansar – uma vez que a protagonista da série é menina – essa técnica acaba quebrando o ritmo do filme, pois o tempo todo Hardin para o que está fazendo para olhar uma foto da ex-namorada, lembrar de seu rosto, rememorar momentos junto a ela, etc.
Baseado nos livros de sucesso de Anna Todd o roteiro dela com Castille Landon busca redimir o bad boy para torná-lo um homem direito, digno de um final feliz. Para tal, cria uma personagem do passado a quem ele aleatoriamente decide pedir desculpas mas que, no final das contas, não se desculpa, porque ambas as personagens mulheres o perdoam antes mesmo de ele abrir a boca. Uma mensagem bastante errada, que apenas passa pano para os erros do personagem masculino.
Apesar do exagerado desvio na trama, Mimi Keene traz cor e frescor à franquia cinzenta de ‘After’: por se passar na ensolarada Lisboa o longa acaba oferecendo alguma novidade para o enredo geral – dessa vez com menos cenas de pegação, porém mais bem-feitas. Para quem leu todos os livros e viu todos os filmes pode sobrar um quê de frustração pois a resolução de Hardin e Tessa ocorre muito rapidamente, quase como um epílogo no filme de Castille Landon.
‘After – Para Sempre’ encerra a franquia de sucesso e cumpre a promessa aos fãs de entregar filmes de entretenimento bastante semelhante aos livros que conquistaram tantos leitores.
Um usuário do Twitter compartilhou hoje, 18, artes promocionais oficiais do filme ‘Shazam!’, trazendo não apenas Zachary Levi como o herói-título e Mark Strong como o Dr. Sivana, mas o restante família do jovem menino e os Sete Pecados Capitais.
“Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).”
Vale lembrar que o próximo ciclo irá estrear no dia 9 de outubro.
Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.
A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.
A Netflix divulgou um novo vídeo oficial que recapitula os acontecimentos da 3ª temporada de ‘La Casa de Papel’ antes da estreia do próximo ciclo.
Confira:
Lembrando que a 4ª temporada da série estreia em 03 de abril.
Criada por Álex Pina, a série inicialmente teria 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes, que posteriormente optou por dar continuidade à produção depois de sua enorme popularidade.
O professor e sua gangue precisarão fazer um assalto impossível: invadir o Banco da Espanha, localizado na praça de Cibeles, em Madrid. O banco tem um sistema de segurança impecável: é localizado a 50 metros abaixo da superfície, abaixo da água e contando apenas com três portas blindadas em sua entrada.
O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor),Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso(Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).
‘Power‘, o novo filme de super heróis com Jamie Foxx e Rodrigo Santoro, estreou hoje (14) na Netflix e teve uma sólida recepção por parte da crítica internacional.
No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 69% de aprovação, com nota 5.96/10 baseada em 51 reviews (até o momento).
Confira as críticas:
“É como se eles estivessem com medo de usar todo o poder dentro de seu próprio projeto” – RogerEbert.com.
“A história precisava de mais profundidade, mas é original e divertida o bastante para ofuscar certas falhas” – Flick Fan Nation.
“É difícil conectar quaisquer pontos desse absurdo, porque as cenas de ação são lineares e a história é artificial demais” – TV Guide.
“‘Power’ tem um estilo considerável, apesar da falta de substância – mas uma performance interessante de Dominique Fishback e reviravoltas intrigantes para o gênero de super-heróis apimentam-no o suficiente” – Empire Magazine.
“Nas ruas de Nova Orleans, começa a se espalhar uma misteriosa pílula que desbloqueia superpoderes exclusivos para cada usuário. O problema: você não sabe o que vai acontecer até que tome ela. Enquanto alguns desenvolvem pele à prova de balas, invisibilidade e super força, outros exibem uma reação mais mortal. Mas quando a pílula eleva o crime dentro da cidade a níveis perigosos, um policial local se une a uma traficante adolescente e um ex-soldado abastecido por uma vingança secreta (Jamie Foxx) para combater o poder com poder e arriscar tomar a pílula para rastrear e parar o grupo responsável por criá-la”.
A história é centrada em um atrapalhado homem que é forçado a trabalhar junto a um assassino profissional depois de ambos serem confundidos após uma estadia em um Airbnb.
Kaley Cuocoe Pierson Fodé também fazem parte do elenco.
A Sony agendou a estreia do longa-metragem para 17 de setembro de 2021.
A CW divulgou a promo oficial de “Bay of Squids”, quarto episódio da 6ª temporada de ‘Legends of Tomorrow’.
Na trama, “as Lendas ficam chocadas quando Rory assume o comando e consegue descobrir a localização de um alienígena importante, mas também os leva para o centro da Crise de Mísseis em Cuba. Ava está ansiosa para questionar o Alien, mas eles devem, primeiro, roubá-lo dos cubanos e dos russos, que acreditam que ele seja uma arma letal dos estadunidenses. O time deve tomar a decisão de se separar, deixando Nate e Zari trabalhando juntos para impedir um desastre nuclear ao lado de JFK, enquanto Behrad tenta se aproveitar da amizade com Castro para impedi-lo de começar uma guerra. Enquanto isso, com a ajuda de Spooner, Rory faz um acordo inesperado que pode enviá-lo em uma missão solo para encontrar Sara.
Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?
A 2ª temporada da aclamada e premiada série ‘Ted Lasso’ chegou ao fim na última sexta-feira (08) e os fãs da produção já estão ansiosos por mais.
Apesar de detalhes sobre o próximo ciclo ainda não terem sido revelados, o produtor executivo Bill Lawrence deu uma notícia aos fãs em uma recente entrevista ao Deadline, comentando que o show pode ter mais temporadas do que a previsão inicial de apenas três.
“Quando demos a ideia dessa história em particular, dissemos que a série teria apenas três temporadas”, Lawrence comentou. “E eu provavelmente fico com a consciência limpa ao dizer que, mesmo que ‘Ted Lasso’ siga em frente, a história que os roteiristas estão contando tinha um começo, um meio e um fim para três temporadas. Agora, pode ser que desviem dessa ideia”.
A trama segue a vida de Ted Lasso, um técnico de futebol americano que se encontra em dificuldade quando se vê contratado para treinar um time de futebol, na Inglaterra, mesmo não tendo experiência suficiente com o esporte.
Na trama, “uma jovem empresária da internet entra em cena, mudando tudo o que se conhece”.
O episódio vai ao ar no dia 09 de março e será exibido pelo Star+ no Brasil.
Confira:
Ambientada nos primórdios da internet, Pam & Tommy é baseada na incrível história real por trás da primeira sex tape que viralizou protagonizada por Pamela Anderson e Tommy Lee. O vídeo, roubado da casa do casal por um eletricista insatisfeito, passou da curiosidade clandestina do VHS para tornar-se uma sensação mundial quando chegou à web em 1997.
E abrindo com 87% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção recebeu diversos elogios pelas poderosas performances de ambos os atores. Além disso, a crítica especializada ponderou sobre abordagem dada à atriz e modelo Pamela Anderson, que aqui é trazida como uma mulher “totalmente realizada”.
E segundo o consenso geral, “Pam & Tommy às vezes enfraquece sua própria crítica ao voyeurismo cultural com uma estilização lúgubre, mas a performance de Lily James dá a essa sórdida obra um coração inegável”.
Além da dupla, o elenco também contará com Seth Rogen, Nick Offerman(‘Parks and Recreation’) como Uncle Miltie; Taylor Schilling(‘Orange Is the New Black’) como a esposa de Rand, Erica Gauthier; o comediante Andrew Dice Clay como Butchie; Pepi Sonuga(‘Ash vs. Evil Dead’) como Melanie; Mozhan Marno(‘House of Cards’) como Gail Chwatsky; e Spenser Granese como Steve Fasanella.
A história gira em torno de um grupo de jovens graduandos competindo por limitadas vagas em uma empresa de investimento em Londres. As fronteiras entre colegas, amigos, amantes e inimigos logo se fundem umas com as outras à medida que eles mergulham num mundo marcado pelo sexo, pelas drogas e pela egolatria.
O longa-metragem foi lançado hoje, 30 de dezembro, na plataforma de streaming.
Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?
Relembre nossa crítica:
Patty Jenkins retorna na direção e no roteiro do filme.
Os reality shows pertencem a um gênero do entretenimento que ganhou muita popularidade a partir do final dos anos 1980, com o lançamento de ‘COPS’. A produção, que acompanha a rotina de oficiais da justiça, foi pioneira nessa vertente televisiva e a responsável por fazer com que o público se apaixonasse por programas dessa estruturação – afinal, se pensarmos nos dias de hoje, é notável como ‘Big Brother’, ‘Casamento às Cegas’ e ‘RuPaul’s Drag Race’ (apenas para citar alguns) garantem picos de audiência para as emissoras e/ou plataformas de streamings. E, em 1998, o diretor Peter Weir resolveu construir uma narrativa épica para criticar e aprofundar as relações entre as pessoas e os reality shows – e foi assim que surgiu ‘O Show de Truman’.
Estrelado por Jim Carrey, a narrativa acompanha Truman Burbank, um homem de trinta anos que acreditar estar vivendo na normalidade. Entretanto, ele foi adotado legalmente por uma emissora de televisão para participar de um reality exibido 24 horas por dia e sete dias por semana ao mundo inteiro – em que os espectadores assistem a seu cotidiano. Comandado por Christof (Ed Harris), um magnata do entretenimento, a ideia do show é mostrar uma realidade não muito vista, em que uma pessoa, alheia da verdade, demonstra emoções reais e permite que o público se conecte com ela. E, enquanto Christof acredita que isso seja uma boa intenção e uma maneira bastante original de criar diversão, não podemos deixar de refletir sobre inúmeros temas que se relacionam com o enredo pintado.
O primeiro deles relaciona-se com diversas correntes da filosofia que discorrem sobre estruturalismo, como Michel Foucault. Conhecido por seus trabalhos sobre as relações do poder e o controle social emanado pelas instituições sociais, podemos pegar o conceito do panóptico para analisar a posição em que Truman está. Afinal, o panóptico consiste em um edifício em forma de anel, dentro do qual existe uma torre no centro e pequenas celas a rodeando. Dentro da torre, há um vigia que consegue observar cada um dos indivíduos que habitam a cela, sem que os “prisioneiros” consigam enxergá-lo de volta – que, de forma prática, reforçaria o autoritarismo e a obediência cega. Entretanto, Truman não sabe que esse panóptico existe, o que torna o controle sobre sua vida ainda mais duro, visto que ele sempre teve seus passos guiados pela atuação de outrem.
Nesse âmbito, Christof emerge como essa força invisível que tudo vê: sua onisciência é tradução de um contrato inalienável entre o que ele permite e o que ele recebe de volta – um reflexo do capitalismo predatório que ordenha. o máximo que pode de seu rebanho. Cada pessoa que cruza caminho com Truman é meticulosamente treinada para colocar uma máscara, garantindo que as ações do protagonista não sejam feitas por livre e espontânea vontade. Ora, até mesmo o clima da cidade em que vive pode se transmutar em questão de segundos.
As coisas começam a mudar quando, certa manhã, Truman passa a perceber eventos estranhos – como a queda de um holofote, uma transmissão de rádio que narra seus passos exatos e o reaparecimento do pai (que havia morrido em um naufrágio quando ele ainda era uma criança). A partir daí, o protagonista parece acordar de uma matrix que queria mantê-lo em cativeiro, fazendo absurdidades para escapar e, eventualmente, cavando um túnel em que estará longe das câmeras e poderá fugir de uma vez por todas. É claro que ele enfrenta diversos obstáculos no caminho, mas o glorioso grand finale tira o fôlego de qualquer um que assista ou reassista.
Ainda que a atmosfera cômica exista, as mensagens passadas pelo longa-metragem são importantes e gritam com uma urgência inenarrável. Temos a questão da vigilância, que é colocada em xeque pelo despertar de Truman; temos a questão midiática, em que Christof é representante de uma hegemonia controladora social que vende um produto como se fosse real, mesmo ele não sendo – uma questão que permeia o existencialismo e que abre portas para o controle não só do personagem em questão, mas daqueles que assistem. Conforme os comandos são dados, iluminação, trilha sonora e uma “atuação” pré-concebida encantam ou desencantam aqueles que assistem. Dessa forma, até que ponto somos livres e até que ponto passamos a pertencer a uma engrenagem muito maior e mais intrincada que o imaginado.
A questão do controle é constante: Christof engendra uma narrativa falsa que é impressa como verdadeira para um infante que nem ao menos teve a oportunidade de existir como indivíduo. Truman é jogado sob uma opressão ferrenha em diversos estágios de sua vida – seja quando perde o pai, o que o leva a desenvolver talassofobia; ou sua paixonite por uma figurante, quando deveria se apaixonar por uma mulher em específico; ou quando os produtores percebem ser necessário cortar o mal pela raiz e garantir que seu desejo de explorar o mundo afora seja neutralizado. Christof, inclusive, o convence de que o mundo lá fora não tem nada de novo para oferecer-lhe – e que, dentro do programa, ele estará seguro.
‘O Show de Truman’ tem uma capacidade aplaudível de romper as barreiras do que significa fazer cinema e abrir espaço para importantes discussões filosóficas de liberdade e cerceamento. Não é surpresa que, mesmo 25 anos depois de seu lançamento, o filme continue mais atual do que nunca.
O Prime Video divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Reacher’, série de ação estrelada por Alan Ritchson.
Além disso, foi revelado que o novo ciclo chega à plataforma de streaming em 15 de dezembro.
Confira:
A segunda temporada não seguirá a ordem dos livros e adaptará “Azar e Contratempo”, 11º livro da série do autor Lee Child. O livro acompanha Jack Reacher que é forçado a voltar à ação quando seus ex-companheiros começam a ser mortos.
Durante uma entrevista para o Collider, Vernon Sanders, presidente de conteúdo televisivos da Amazon Studios, provocou o público ao dizer que a nova temporada será ainda melhor que a anterior.
Além disso, ele espera que o próximo ciclo seja lançado ainda esse ano.
“Estamos indo muito bem. Alan está de volta, e ele está fantástico no papel. Estou tão orgulhoso dos produtores por acharem o cara adequado para dar vida a Reacher. E a recepção dos fãs do romance foi um sonho. A 2ª temporada está incrível.”
Ele continuou:
“Por melhor que a 1ª temporada tenha sido, eu acho que a 2ª é melhor, vai muito além, e acho que há uma boa chance de que a série volte no ano que vem.”
Jack Reacher, preso por engano, mostra que a justiça escolheu brincar com a pessoa errada. Nesta sua primeira aventura, Reacher verá uma cidade-modelo na Geórgia revelar toda a sua podridão, ao mesmo tempo em que é iniciada uma brutal e surpreendente contagem de cadáveres… E de milhares de notas de dólares falsificadas.
Nick Santora (‘Scorpion’) é o showrunner da série.
Vale lembrar que a saga já foi adaptada para as telonas em dois longas estrelados por Tom Cruise, ‘Jack Reacher: O Último Tiro‘ (2012) e ‘Jack Reacher: Sem Retorno‘ (2016). Juntos, os dois filmes arrecadaram mais de US$ 380 milhões mundialmente.
Quando uma família americana é convidada para passar o fim de semana na idílica propriedade rural de uma encantadora família britânica com quem fez amizade nas férias, o que começa como as férias do sonho logo se transforma em um complicado pesadelo psicológico.
A 3ª temporada de ‘A Lenda de Vox Machina‘, série animada adulta inspirada no clássico jogo ‘Dungeons & Dragons‘, já está disponível no catálogo do Prime Video.
O próximo ciclo foi lançado hoje,03 de outubro, na plataforma de streaming.
A trama acompanha o grupo de desajustados Vox Machina, um time de improváveis heróis que gosta de beber e brigar. Eles recebem a missão de salvar o reino de Exandria de uma ameaça mortal que utiliza magias ocultas e obscuras. Durante o percurso, eles terão de enfrentar diversos inimigos poderosos, testando não apenas suas habilidades em batalha, mas também seu vínculo enquanto grupo.
A série foi criada por Matthew Mercer, que também estrela a produção.
‘Demolidor: Renascido’ já esta disponível no catálogo brasileiro do Disney+ e, pouco depois da estreia da atração, os fãs já estão se perguntando sobre o futuro da série.
Em uma recente sessão de Q&A, o famoso insider e jornalista Alex Perez trouxe informações inéditas sobre a próxima temporada.
Durante a conversa, Perez revelou não apenas que os Defensores (o time de heróis que inclui Demolidor, Jessica Jones, Punho de Ferro e Luke Cage) devem retornar, mas que a própria ambientação da narrativa será diferente da que estamos vendo no ciclo de estreia.
“Sei que os Defensores devem retornar”, ele contou. “Então, será interessante ver como isso vai se desenrolar na segunda temporada e como Matt [Murdock] irá convencê-los a sair das sombras depois do que acontece na primeira temporada”.
Perez continua: “a cidade de Nova York será um cenário bem diferente de onde começamos em ‘Demolidor: Renascido’ até onde terminamos a primeira temporada. Quando começamos o segundo ciclo, será muito interessante ver como a lei marcial e os vigilantes sendo proibidos irão se desenrolar. Estou curioso para ver como essa trama irá afetar não apenas a história principal da série, mas as repercussões disso no restante do MCU. Porque uma coisa que esse show faz bem é atar diferentes aspectos do MCU que às vezes estão relacionados, e às vezes não”.
Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).
Embora não tenha sido confirmada, a trama principal de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ deve se concentrar em Peter Parker (Tom Holland) se unindo a Frank Castle (Jon Bernthal) para deter o furioso Hulk Selvagem (Mark Ruffalo) – mas isso não significa que o Homem-Aranha e o Justiceiro não irão se enfrentar no longa-metragem.
O famoso jornalista Daniel Richtman divulgou recentemente novos detalhes sobre a cena de perseguição que estava sendo filmada/ensaiada no último dia 2 de agosto em Glasgow, Escócia, que viralizou nas redes sociais. Ao que tudo indica, o antagonista Escorpião/Mac Gargan (Michael Mando) pode ser a chave para a tensão inicial entre Peter e Frank.
De acordo com o insider, o tanque que vemos nos vídeos abaixo na verdade pertence ao Justiceiro, que está tentando tirar da estrada um veículo que transporta Mac, para que possa puni-lo da maneira que achar melhor. Porém, Peter descobre o plano do vigilante e tenta impedi-lo de matar o vilão.
— Spider-Man: Brand New Day Updates (@spideyupdated) August 2, 2025
Assim como nos filmes anteriores, a nova produção segue a tradição de colocar o jovem Peter Parker ao lado de figuras mais experientes do universo Marvel. Em ‘De Volta ao Lar’, ele dividiu cenas com Tony Stark (Robert Downey Jr.); em ‘Longe de Casa’, contracenou com Nick Fury (Samuel L. Jackson); e em ‘Sem Volta Para Casa’, com Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch). Essa dinâmica remete diretamente à clássica série de quadrinhos Marvel Team-Up, onde o Homem-Aranha frequentemente se unia a outros heróis em aventuras conjuntas.
Embora os detalhes do enredo estejam sendo mantidos em segredo, fontes próximas à produção sugerem que o trio formado por Homem-Aranha, Hulk e Justiceiro terá confrontos intensos antes de se unirem contra um inimigo comum — uma fórmula consagrada nas histórias da Marvel.
O filme é dirigido por Destin Daniel Cretton, responsável por Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, com roteiro assinado por Chris McKenna e Erik Sommers, veteranos da franquia do Homem-Aranha. A estreia está marcada para 31 de julho de 2026.
Os dois primeiros volumes da saga literária que originou ‘Slow Horses’, aclamada produção da Apple TV estrelada por Gary Oldman, chegam às lojas em janeiro de 2026 pela Intrínseca.
‘Slow Horses’, escolhido pelo jornal The Telegraph como um dos vinte melhores romances de espionagem de todos os tempos, e ‘Leões Adormecidos’ inspiraram, respectivamente, a primeira e a segunda temporadas da série televisiva, indicada ao Globo de Ouro 2026 de Melhor Drama. Escritos por Mick Herron, os livros são um marco entre thrillers de espionagem e elevaram o autor inglês ao patamar de uma das vozes mais importantes desse gênero literário na atualidade. Publicadas pela primeira vez no Brasil, as edições ganharam capas e projetos gráficos originais.
Em ‘Slow Horses’, Jackson Lamb é um experiente espião da inteligência britânica que passa os dias enfurnado na Slough House, um prédio decadente destinado a serviços burocráticos entediantes, comandando os chamados slow horses, agentes fracassados e exilados do MI5. Descartados pelo sistema após erros que cometeram, os slow horses não nutrem esperanças de se redimir e retomar as próprias carreiras. Quando um jovem é sequestrado e ameaçado de decapitação em uma transmissão em tempo real na internet, porém, os agentes entendem que é uma chance única de tentar recuperar a credibilidade junto ao alto escalão do Serviço Secreto. Só que, para salvar o garoto, eles vão ter que formar uma verdadeira equipe.
Na sequência ‘Leões Adormecidos’, Lamb e seus comandados se veem no centro de uma trama que pode mudar os rumos da espionagem para sempre. Na obra, um fantasma do passado reaparece após décadas: Alexander Popov, o nome por trás da lenda soviética que fez o Serviço Secreto britânico andar em círculos, seguindo pistas irrelevantes. A investigação leva os slow horses a um passado distante e a um minúsculo vilarejo, aparentemente insignificante, no coração da Inglaterra. No entanto, no jogo de espelhos dos agentes russos e britânicos, quase nada se prova fruto do acaso.
Em enredos escritos de forma brilhante, Herron apresenta o início de uma série que conquistou as prateleiras e as telas no mundo inteiro. Entre mentiras, encenações e muita investigação, os slow horses se mostram um grupo único de agentes secretos e, acima de tudo, personagens fascinantes em uma história arrebatadora.
Herron é autor de diversos livros e se consagrou pela série ‘Slough House’, que teve seis romances indicados para oito prêmios CWA Dagger e venceu duas vezes. O primeiro livro da série, ‘Slow Horses’, foi escolhido pelo Daily Telegraph como um dos vinte melhores romances de espionagem de todos os tempos, enquanto o sexto, ‘Joe Country’, figurou entre os dez livros mais vendidos do Sunday Times.
O Dia dos Namorados chegou e, nesse 12 de junho, nada melhor para recuperar a chama do amor que uma playlist com hinos românticos atemporais e incríveis.
Por isso, o CinePOP separou uma lista com dez músicas de icônicas artistas femininas para ouvir no dia de hoje.
Confira abaixo nossas escolhas e nos diga qual a sua favorita:
Emma Bunton ganhou fama mundial ao integrar o icônico grupo feminino britânico ‘Spice Girls’ – e, apesar de ter atingido seu ápice de popularidade e reconhecimento com as colegas da girlband, lançou-se em uma carreira solo com músicas muito subestimadas. Esse é o caso de “Maybe”: o segundo single do álbum ‘Free Me’ é uma apaixonante aventura pelos anos 1950 e 1960, apostando fichas no clássico pop francês à medida que incorpora orquestrações magníficas de trompetes e instrumentos de corda e traços da bossa nova e do samba – em uma aventura lírica digna das melhores rom-coms.
O lead single de ‘Fearless’, aclamado álbum que rendeu a Swift sua primeira estatueta de Álbum do Ano no Grammy Awards, é uma das músicas mais conhecidas da princesinha do country-pop. Inspirada pela clássica peça ‘Romeu e Julieta’, de William Shakespeare, “Love Story” se torno um sucesso massivo no cenário internacional e foi a música country ano pela BMI.
“HALO”, Beyoncé
Beyoncé não é uma das maiores artistas de todos os tempos por qualquer motivo, sagrando-se o pináculo cultural que é na atualidade através de uma versatilidade e de um capricho artísticos inegáveis. No subestimado ‘I Am… Sasha Fierce’, que dividiu a crítica à época do lançamento, a icônica musicista nos entregou uma das maiores baladas de sua carreira com o single“Halo”, cuja apaixonante e antêmica história de romance é amplificada por uma sinestesia etérea que faz jus ao próprio nome.
“Speechless”, faixa escrita inteiramente solo pela titânica Lady Gaga, é um dos primeiros grandes contatos da artista com o electro-rock e com a sutileza romântica da guitarra e do piano. A power ballad é inspirada pelas incursões setentistas, incluindo da banda Queen, e foi injustamente criticada por ser “uma fraude” – algo se provaria mentira pela densidade de várias de suas canções futuras que se inspirariam nesta aqui.
“Masterpiece” é uma das poucas faixas realmente bem-produzidas de ‘MDNA’ e fez parte do drama histórico ‘W.E.’, dirigido e escrito por Madonna. Transformando a costumeira orquestra das baladas românticas em um folk-pop trabalhado arduamente pela artista e por William Orbit. Eventualmente, a música levou para casa o Globo de Ouro de Melhor Canção Original.
“Swimming in the Stars” se volta para o ecoante e apaixonante lirismo dos clássicos performados pela eterna princesa do pop Britney Spearsem uma roupagem totalmente contemporânea, cortesia da produção de Matthew Koma e Dan Book, que também assinam os versos. A cândida reflexão promovida pela canção fecha com chave de ouro a jornada do álbum, seja por sua narrativa, seja pelo ótimo uso do electropop.
Em “Love Again”, a icônica Chelcee Grimes empresta sua incrível habilidade como compositora para auxiliar Dua Lipa em uma das melhores faixas do aclamado álbum ‘Future Nostalgia’, lançado em 2020. Essa obra-prima que busca inspiração em nomes como Donna Summer e Roberta Kelly, aproveitando os agudos violinos para mostrar seu respeito para os anos 1970 e abrir as portas para um onírico e narcótico night club movido a disco e ao classicismo dos embalos de sábado à noite.
Promovendo um encontro entre R&B, funk e disco, “Ooh La La” leva Jessie Ware de volta aos anos 1980, buscando inspirações em Prince e Stevie Wonder para a divertida e despretensiosa faixa “Ooh La La”. A canção, lançada como single promocional do aplaudido ‘What’s Your Pleasure’, conta com a presença bem-vinda do sempre ótimo James Ford para uma narrativa neo-noir surrealista à la David Lynch que utiliza as propositais dissonâncias para um encontro romântico e sensual entre duas pessoas que estão apenas se conhecendo.
Ao longo de sua carreira, a vencedora do Grammy Kylie Minogue entregou várias canções voltadas para a paixão e o amor, explorando os mais diversos subtemas dentro desse escopo que é tão comum ao cenário mainstream. Em ‘Tension’, facilmente um dos melhores álbuns de sua carreira, a rainha do pop australiano nos presenteou com a cândida “Somebody to Love”, que parte de uma tocante narrativa fincada no verso “se você quer alguém para amar, este alguém sou eu”.
Aproveitando que o Dia dos Namorados coincidiu com o lançamento do mais novo álbum de Olivia Rodrigo, não podíamos deixar de fora uma das vozes mais expressivas e importantes da geração atual da música – e “drop dead” é, sem sombra de dúvida, uma das faixas que melhor encapsula o amor explorado pela vencedora do Grammy. Aqui, a performer engendra uma arrebatadora declamação romântica que faz menções a seu relacionamento com o ator Louis Partdrige e que utiliza de uma experiência íntima para narrar algo universal.
Após meses de espera, os fãs de ‘Peaky Blinders‘ podem se alegrar agora que Netflix anunciou oficialmente a estreia da 5ª temporada para 04 de outubro deste ano.
“A 5ª temporada de ‘Peaky Blinders’ chega à Netflix em 4 de outubro! Sam Claflin, Anya Taylor-Joy, Brian Gleeson, Kate Dickie, e Emmett Scanlan juntam-se ao elenco, enquanto as vidas do personagem são derrubadas pelo queda financeira de 1929.”
Na BBC One, emissora original do programa, a exibição começa a partir de 25 de agosto.
Assista ao trailer:
Os novos episódios se passam durante a grande crise da bolsa em 1929, um momento de glória para o personagem deSam Claflin, que vê seu crescimento no cenário político.
Há algumas semanas, Zoe Kravitz, escalada como Mulher-Gato em ‘The Batman’, disse que está malhando pesado para se manter em forma enquanto se prepara para o retorno das gravações.
No entanto, Robert Pattinson, intérprete de Bruce Wayne, admitiu que não está fazendo o mesmo.
Em entrevista para a GQ, o astro disse que não se sente motivado a ganhar músculos exagerados e que “corpos esculpidos só criam expectativas sobrenaturais para si mesmo e para outros atores.”
“Acho que se eu malhar o tempo todo, eu vou me tornar parte do problema e criar falsas expectativas em mim mesmo. Nos anos 70, ninguém era obrigado a isso. James Dean tinha um corpo em forma e era um exemplo a ser seguido, mas ele não era definido e nem musculoso.”
Agora só resta aguardar para saber se o Batman de Pattinson terá um visual mais discreto ou se a equipe de efeitos visuais dará uma ajudinha para deixá-lo mais musculoso.
Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 1º de outubro de 2021.
Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
Dirigido por Matt Reeves, o longa irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.
“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”
Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.
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