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‘Barbie’: Saiba quanto será o salário MILIONÁRIO de Margot Robbie

Margot Robbie está prestes a colher os frutos financeiros de seu sucesso, com relatos indicando que ela a receberá uma quantia significativa de dinheiro por seu papel em Barbie’.

De acordo com informações da Variety, a atriz está para receber um salário e bônus de bilheteria totalizando US$ 50 milhões, graças ao estrondoso êxito do filme da Warner Bros.

A fonte dessa informação é baseada em três pessoas que têm conhecimento dos negócios de Margot Robbie. O bônus foi atribuído devido ao extraordinário desempenho de Barbie nas bilheteiras, que se tornou um verdadeiro fenômeno mundial.

Greta Gerwig, a diretora e co-roteirista do filme, também é esperada para receber generosos bônus devido ao triunfo do projeto.

Até o momento, o filme já fez US$1.183 bilhão, superando os US$ 1.128 bilhão de Capitã Marvel nas bilheterias mundiais.

Agora, os únicos filmes que ‘Barbie‘ precisa superar para se tornar oficialmente o filme de maior bilheteria dirigido ou co-dirigido por uma mulher são ‘FrozeneFrozen II‘, ambos dirigidos por Jennifer Lee e Chris Buck.

O total mundial de ‘Frozen‘ foi de US$ 1.280 bilhão, enquantoFrozen II’ arrecadou US$ 1.450 bilhão.

Esta semana, ‘Barbie‘ surpreendeu ‘Frozen II‘ nas bilheterias domésticas com US$ 526.3 milhões contra US$477.3 milhões, mas ainda tem um longo caminho a percorrer para superar o total mundial da sequência animada.

E aí, você acha que a adaptação estrelada por Margot Robbie e Ryan Gosling tem chances?

Assista à nossa crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

‘Avatar: O Último Mestre do Ar’ PERDE showrunner para a Disney

Uma mudança significativa está ocorrendo na série live-action Avatar: A Lenda de Aang da Netflix. Após a renovação para a segunda e terceira temporada, o showrunner Albert Kim está se afastando da produção da série.

Segundo a Variety, Christine Boylan, que atuou como co-produtora executiva na primeira temporada, e Jabbar Raisani, que foi produtor executivo, diretor e supervisor de efeitos visuais, assumirão como showrunners.

A reportagem ainda informa que Kim permanecerá a bordo como produtor executivo das temporadas 2 e 3. No entanto, ele buscará novas oportunidades e assinou um contrato com a Disney para trabalhar como produtor executivo na série ‘Percy Jackson’, além de desenvolver novos projetos para a empresa.

Christine Boylan é conhecida por seus trabalhos em ‘Era Uma Vez’, ‘O Justiceiro’, ‘Manto e Adaga’ e ‘Constantine’.

Jabbar Raisani é reconhecido por seu trabalho em efeitos visuais em ‘Stranger Things’, ‘Game of Thrones’ e ‘The Flash’.

Fique ligado para mais informações!

 

Criada por Albert Kim, a produção é baseada na popular série animada ‘Avatar: A Lenda de Aang‘.

O elenco conta com Gordon Cormier (Aang), Dallas Liu (Zuko), Kiawentiio (Katara), Ian Ousley (Sokka), Paul Sun-Hyung Lee (General Iroh), Elizabeth Yu (Azula) e Daniel Dae Kim (Senhor do Fogo Ozai).

Tye Sheridan fala sobre a possibilidade de reprisar seu papel como Ciclope no MCU

Tye Sheridan, ator que interpretou o Ciclope nos filmes mais recentes dos X-Men da Fox, comentou recentemente sobre a possibilidade de reprisar seu papel no MCU.

Vale lembrar que Sheridan foi o terceiro ator a interpretar o mutante, sucedendo James Marsden e Tim Pocock.

Em uma entrevista ao Screen Rant, Tye Sheridan falou sobre seu possível retorno como Ciclope dos X-Men em um filme do MCU:

“Eu não sei. Não acho que a questão seja se há mais histórias a serem contadas. Acho que sempre há mais histórias a serem contadas. A questão é se o público tem desejo por essas histórias e se sentimos que esse tipo de filme foi saturado ou não, ou se há uma nova forma de fazer esses filmes. Mas sim, eu não tenho muita certeza”, afirmou.

Vale destacar que o filme mais recente do MCU foi Deadpool & Wolverine, já disponível no Disney+.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Além de Reynolds e Jackmann, o elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘Top Gun 3’: Diretor promete “algo muito maior” para sequência, que focará em “crise existencial” de Maverick

Joseph Kosinski, o diretor por trás do aclamado Top Gun: Maverick, revelou detalhes sobre a sequência, compartilhando as dificuldades de ir além.

“Acho que encontramos uma forma de fazer isso, não apenas pela escala do que estamos propondo, mas pela ideia central da história que queremos contar. Estamos pensando em algo muito maior do que… É realmente uma crise existencial que o Maverick enfrenta, e é algo muito maior do que ele mesmo. Na verdade… estou tentando explicar sem revelar nada. [Risos.] É uma questão existencial com a qual o Maverick precisa lidar, e que, como filme, provavelmente fará Top Gun: Maverick parecer pequeno diante do que estamos explorando agora”, disse Kosinski à GQ.

Sobre o retorno de Tom Cruise no longa, o cineasta garantiu: “Sim, ainda há mais história para contar sobre ele. Ainda tem uma última jornada. Estamos trabalhando nisso agora. Ehren Kruger, que escreveu ‘F1’, está escrevendo o roteiro. Como em tudo, leva tempo para resolver todos os detalhes, e só vamos seguir em frente se sentirmos que temos uma história forte o suficiente”.

Questionado sobre um possível encontro entre Tom Cruise e Brad Pitt nas telonas, Kosinski brincou com a ideia:

“Bom, neste momento, seria o Cole Trickle, o personagem do [Cruise] em ‘Dias de Trovão’, e descobriríamos que ele e Sonny Hayes [personagem de Pitt em ‘F1’] têm um passado. Foram rivais em algum momento, talvez tenham cruzado caminhos… Ouvi falar sobre uma batalha épica de kart entre o Brad e o Tom nos bastidores de ‘Entrevista com o Vampiro’, e quem não pagaria para ver esses dois se enfrentando na pista?”, concluiu.

Top Gun: Maverick’ está disponível no Prime Video.

Sydney Sweeney diz que sua página “For You” do TikTok é dominada por ataques de ódio

A estrela de Euphoria, Sydney Sweeney, fez uma revelação perturbadora ao contar que a página “For You Page – FYP” de sua conta pública no TikTok é quase inteiramente dominada por conteúdo de ódio direcionado a ela.

Conforme a Variety, a atriz compartilhou o incidente durante uma conversa com a colega de profissão, Amanda Seyfried, detalhando como o algoritmo do TikTok direciona seu conteúdo:

“Depende de qual TikTok eu estou usando”, disse Sweeney. “Se eu entro no meu TikTok privado, toda a minha For You Page é cheia de fatos históricos e artesanato. Se eu entro na minha página @syds_garage [sua conta pública], infelizmente é muito ódio sobre mim”.

A revelação chocou Seyfried: “Syd’s Garage? O seu TikTok público? Então foda-se o TikTok. Foda-se o TikTok!”.

Sydney Sweeney se menifesta sobre POLÊMICA campanha de jeans: “Fiquei surpresa com a reação”

Sweeney vem enfrentando ódio online durante grande parte de sua carreira, intensificado este ano por sua campanha de jeans para a American Eagle.

A campanha gerou indignação online, pois usava o slogan Sydney Sweeney Has Great Jeans” (“Sydney Sweeney tem ótimos jeans”), um trocadilho com “great genes” (“bons genes”/“boa genética”). Alguns espectadores acusaram os anúncios de glorificar a “herança branca” e o físico magro da atriz, transformando a controvérsia em ataques pessoais.

‘Off Campus’: Prime Video condena ataques de fãs ao elenco em comunicado oficial; Confira!

O romance ‘Off Campus: Amores Improváveis foi um verdadeiro fenômeno no Prime Video, mas o enorme sucesso trouxe à tona um comportamento tóxico por parte do público. Diante de ataques e assédio direcionados aos atores nas redes sociais, a equipe responsável pela série e a plataforma de streaming decidiram se posicionar firmemente.

Conforme o Deadline, através da conta oficial da produção no X (antigo Twitter), foi divulgado um comunicado condenando a atitude de determinados perfis de fãs:

“A comunidade de Off Campus é construída com base no amor compartilhado por boas histórias, e no respeito pelas pessoas reais que as tornam possíveis. Pedimos que todos neste espaço estendam esse respeito ao nosso elenco e às pessoas em suas vidas. Contas que praticarem assédio direcionado serão removidas dos seguidores de nossas contas”, escreveu.

Essa medida segue uma tendência recente do Prime Video, que precisou emitir alertas semelhantes para conter o comportamento de internautas nos bastidores de ‘O Verão que Mudou Minha Vida’.

‘Off Campus’: Astro confirma que Logan e Grace terão espaço na 2ª temporada

Impulsionada pela imensa base de leitores dos livros de Elle Kennedy, a primeira temporada estreou em 13 de maio e se tornou um fenômeno instantâneo. Em apenas 12 dias, a produção acumulou 36 milhões de espectadores mundialmente. O sucesso foi tão avassalador que o Prime Video garantiu a renovação para a segunda temporada antes mesmo da estreia do primeiro ano. As gravações dos novos episódios, inclusive, já começaram este mês.

Se a primeira temporada focou no relacionamento de mentira, que virou amor real, entre a musicista Hannah Wells (Ella Bright) e o capitão do time de hóquei Garrett Graham (Belmont Cameli), o segundo ano trará novos protagonistas.

O Prime Video confirmou que os próximos episódios vão adaptar o terceiro livro da franquia, “The Score”, focando no romance entre o defensor Dean Di Laurentis (Stephen Kalyn) e Allie Hayes (Mika Abdalla), a melhor amiga de Hannah.

Com essa decisão, a série altera a ordem cronológica literária, já que o segundo volume original, “The Mistake”, acompanha a história de John Logan (Antonio Cipriano) e Grace Ivers (India Fowler).

Apesar da mudança, o romance de Logan e Grace não ficará de fora.

‘Off Campus’ | Astros falam sobre cenas de sexo e os filmes clássicos que inspiraram a série

A segunda temporada apresentará rostos novos na Universidade Briar. Phillipa Soo entra para o elenco como Scarlett, uma artista de teatro que cruzará o caminho de Allie em busca do sonho de alcançar a Broadway. Já a cobiçada personagem Grace Ivers será vivida por India Fowler.

Em entrevista à People, o ator Antonio Cipriano celebrou o fato de seu personagem, Logan, não ter se apaixonado logo de cara na primeira temporada:

“Fico feliz que você não o veja apaixonado na primeira temporada. Acho legal que você conheça quem ele é como pessoa e as dificuldades pelas quais está passando. Assim, quando Grace aparece e ele vive esse relacionamento, ela consegue derrubar suas barreiras e você vê ainda mais camadas dele”, afirmou.

Cipriano também elogiou o formato antológico da produção, que destaca um casal diferente a cada ano, e revelou detalhes dos bastidores sobre a escolha de India Fowler, contando que a sintonia entre os dois foi imediata:

“Eu fiz testes com três versões incríveis e completamente diferentes de Grace, e todas eram fantásticas. Mas a India trouxe algo tão especial… Não sei explicar. Parecia que ela tinha saído diretamente dos livros. Era como se eu estivesse realmente conversando com a Grace”, acrescentou.

O ator relembrou o momento em que a equipe bateu o martelo sobre a escalação:

“Quando estávamos revendo os testes de química, depois das gravações, uma das showrunners comentou: ‘É legal porque dá para perceber que ela mesma não sabe o que vai dizer em seguida’. E isso é exatamente a Grace. Foi perfeito. Ela vai acrescentar muito à série. Vai elevá-la a outro nível, e estou muito animado para que o público veja a dinâmica entre Logan e Grace. É perfeito. Ela é exatamente a pessoa que precisávamos para esse papel. Mal posso esperar”, concluiu.

Prime Video anuncia o casal protagonista da 2ª temporada de ‘Off Campus: Amores Improváveis’

Um drama universitário baseado na série de romances best-seller, Off Campus: Amores Improváveis acompanha um time de elite de hóquei no gelo e as mulheres em suas vidas, enquanto eles lidam com o amor, desilusões amorosas e a autodescoberta — forjando amizades profundas e laços duradouros ao navegarem pelas complexidades da transição para a vida adulta.

O elenco regular da próxima temporada ainda inclui Ella Bright, Belmont Cameli, Antonio Cipriano, Jalen Thomas Brooks, India Fowler, com Philipa Soo definida para retornar em papel recorrente.

Gostou de ‘Off Campus: Amores Improváveis’? Veja também essas 10 ótimas séries!

A realidade dos conteúdos de streaming sem fronteiras

Espectadores superam fronteiras digitais e acessam catálogos completos de streaming, superando restrições geográficas.

Você abre a plataforma de streaming, procura aquela série que todo mundo comenta nas redes sociais… e aparece a mensagem: “Conteúdo indisponível na sua região”. Essa frustração é comum para milhões de brasileiros e expõe uma das barreiras mais irritantes do entretenimento digital: os bloqueios geográficos.

Essas restrições existem devido a contratos de distribuição e direitos autorais, que mudam conforme o país. Um filme ou série disponível no catálogo da Netflix nos Estados Unidos, por exemplo, pode simplesmente não aparecer no Brasil — e vice-versa.

Para quem consome, dá a sensação de ter acesso somente a uma parte do catálogo, sabendo haver muito mais opções disponíveis em outros lugares. Uma solução cada vez mais popular entre os espectadores é o uso de tecnologias que permitem navegar pela web como se estivessem em outro país, conhecida como VPN, que ajuda a contornar as limitações impostas pelas plataformas.

Nesse caso, um servidor de VPN permite que você acesse informações de outros países e ainda protege seus dados e navegação para que seja feito de forma segura e legalizada. Assim não se perde aquela série favorita que só é exibida no exterior.

Por que o conteúdo varia tanto de país para país?

O conteúdo varia tanto de país para país porque os direitos de streaming são negociados separadamente em cada mercado. O que você assiste nos EUA pode não estar disponível no Brasil, e o contrário também acontece. Essa diferença irrita muitos espectadores, principalmente quando séries novas ou exclusivas demoram meses para chegar… ou simplesmente nunca aparecem.

Os contratos de licenciamento dependem de direitos de transmissão, interesses comerciais e até regras locais. Um mesmo filme ou série pode ter seus direitos vendidos para emissoras diferentes em cada país, criando uma confusão de disponibilidade.

Além disso, as plataformas adaptam seus catálogos ao gosto do público. O que faz sucesso nos EUA pode não interessar tanto ao brasileiro, por exemplo. Por isso, produções nacionais muitas vezes ganham mais destaque aqui, enquanto alguns conteúdos internacionais ficam restritos a certas regiões.

Como os usuários contornam essas barreiras?

Enquanto as plataformas reforçam o controle geográfico de seus catálogos, os espectadores encontram brechas para assistir ao que desejam.

Perfis internacionais e acesso em viagens

Alguns streamings liberam temporariamente o catálogo do país de origem para assinantes em viagem. Quem passa semanas ou meses no exterior pode continuar acompanhando suas séries sem interrupção.

Outros serviços permitem múltiplos perfis vinculados a diferentes regiões, útil para quem se desloca com frequência entre países. Apesar de não ser amplamente divulgado, esse recurso existe e pode ser explorado sem violar os termos de uso.

Plataformas alternativas e catálogos regionais

Muitas produções ausentes nos grandes streamings estão disponíveis em serviços menores ou regionais. Uma série fora do catálogo brasileiro da Netflix pode estar no Star+ (América Latina) ou em plataformas especializadas, como MUBI (cinema autoral) ou até mesmo outra o Shudder (terror).

A estratégia exige paciência: verificar guias de disponibilidade, comparar assinaturas e até testar períodos gratuitos em serviços desconhecidos.

Contas compartilhadas entre países

Dividir uma assinatura com alguém no exterior ainda é comum. Um brasileiro acessa o catálogo britânico pelo perfil de um amigo que mora no Reino Unido; em troca, oferece acesso ao conteúdo local.

O problema? Plataformas estão combatendo o compartilhamento com verificação de IP e notificações. Quem for pego pode ter o acesso limitado ou perder a conta.

Lançamentos globais: a solução sem truques

Nem sempre é preciso contornar bloqueios. Grandes produções originais de streamings — como Stranger Things (Netflix) ou The Mandalorian (Disney+) — já estreiam simultaneamente em vários países.

Ficar de olho nos calendários oficiais evita a necessidade de procurar alternativas. Redes sociais das plataformas e sites como JustWatch ajudam a rastrear quando um título chega em cada região.

Privacidade e segurança na era do streaming

O acesso global não é o único desafio. Quem consome conteúdo online precisa lidar com outra ameaça: a vulnerabilidade de seus dados. Conexões em aeroportos, cafés e hotéis — úteis para assistir séries durante viagens — podem expor informações pessoais a invasores. 

Algumas pessoas recorrem a ferramentas que mascaram sua localização para proteger sua conexão, mas é importante entender as políticas de cada plataforma.

 

A indústria do streaming caminha a passos lentos, mas inevitáveis, rumo a um modelo menos fragmentado. Algumas plataformas já começam a testar licenciamentos globais, onde todo o conteúdo fica disponível simultaneamente em todos os países. Essa mudança atenderia à principal demanda dos assinantes: deixar para trás a frustração de catálogos regionais limitados.

Enquanto esse cenário ideal não se concretiza, os espectadores se veem diante de um dilema. Alguns optam por se contentar com o que o serviço oferece em sua região. Outros se arriscam, buscando brechas para acessar conteúdos bloqueados.

No fim das contas, a geografia já não define mais o que você pode assistir — o que define é o quanto você está disposto a explorar as possibilidades.

Família de vítima está REVOLTADA com a série ‘Dahmer’: “Estão nos retraumatizando”

Dahmer: Um Canibal Americano‘, além de fazer um imenso sucesso pela Netflix, a nova série true crime da plataforma causou um grande incômodo à família de uma das vítimas do serial killer, que detonou a série em suas redes sociais.

Um primo da vítima de Jeffrey Dahmer, Eric Perry e Errol Lindsey, disse que a série está “retraumatizando” sua família a troco do entretenimento de algumas pessoas.

“Eu não estou dizendo a ninguém o que assistir, eu sei que a mídia de crimes reais é enorme, mas se você está realmente curioso sobre as vítimas, minha família (os Isbell) está chateada com essa série. Ela está nos retraumatizando outra vez, e para quê? De quantos filmes/shows/documentários precisamos?”, falou Perry.

“Recriar minha prima tendo um colapso emocional no tribunal em face do homem que torturou e assassinou seu irmão é SELVAGEM”, comentou.

Vale destacar que Eric disse ainda que ninguém entrou em contato para entender o sofrimento das famílias das vítimas, ou para avisar que a série estava sendo produzida. Ou seja, ele e seus familiares foram pegos de surpresa.

“Então, quando eles dizem que estão fazendo isso ‘com respeito às vítimas’ ou ‘honrando a dignidade das famílias’, ninguém entrou em contato com elas”, conclui.

‘Dahmer: Um Canibal Americano’, nova minissérie do prolífico realizador Ryan Murphy, já chegou à Netflix.

Estrelada por Evan Peters (‘American Horror Story’, a produção é centrada no perigoso serial killer Jeffrey Dahmer.

Relembre o trailer:

A produção conta a história do serial killer Jeffrey Dahmer, que matou e desmembrou dezessete homens entre 1978 e 1991.

A série, composta por dez episódios, mostra um olhar aprofundado no assassino mais notório da América, contado através do ponto de vista das vítimas de Dahmer. Além disso, a produção irá expor a incompetência policial no caso que permitiu o assassino a continuar matando.

O elenco ainda conta com Niecy NashPenelope Ann Miller, Shaun J. BrownColin Ford Richard Jenkins.

Recentemente, Jeffrey Dahmer foi interpretado por Ross Lynch (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) no filme ‘O Despertar de um Assassino‘. Anteriormente, Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’) havia assumido o papel em ‘Dahmer – Mente Assassina‘, de 2002.

Reféns

(Trespass)

 

Elenco: Nicolas Cage, Nicole Kidman, Cam Gigandet, Liana Liberato, Nico Tortorella, Jordana Spiro, Dash Mihok, Ben Mendelsohn, Zurab Matcharashvili.

Direção: Joel Schumacher

Gênero: Suspense

Duração: — min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 35 milhões

Estreia: 11 de Novembro de 2011

Sinopse:

Em ‘Reféns‘, Kyle (Nicolas Cage) e Sarah (Nicole Kidman) vivem em uma elegante e segura casa com todos os confortos modernos. Sua única filha, Avery (Liana Liberato) é uma adolescente linda mas ainda muito rebelde. Tudo está bem até o momento em que a casa é invadida por criminosos e a família é feita refém. Agora todos os segredos da família deverão ser revelados na luta contra os invasores.

Curiosidades:

» Novo filme do diretor Joel Schumacher (‘Os Garotos Perdidos’).


Trailer:


Cartazes:


Fotos:

Neve Campbell fala sobre ‘Pânico 5’ e a série de TV

A franquia ‘Pânico‘ (Scream) ganhou uma série de TV mediana pela MTV norte-americana, mas o que os fãs querem mesmo é uma sequência nos cinemas.

Durante a Comic Con de Londres, que aconteceu neste final de semana, a atriz Neve Campbell fala sobre a possibilidade de ‘Pânico 5‘.

Primeiro, Neve falou sobre a série:

“Eu ainda não assisti Perguntei para algumas pessoas aqui o que eles estão achando da série e as reações foram mistas. Mas demora um pouco para a história de uma série engatar, então deem uma chance. Eu pretendo assistir, porque o Wes [Craven] está envolvido. Mas tenho um filho de três anos, então é muito difícil assistir TV”, brincou.

Sobre ‘Pânico 5‘, a atriz revelou que ainda é uma incerteza, mas parece disposta a retornar.

“Eu não tenho ideia de como responder essa pergunta. A intenção inicial era que Pânico 4 iniciasse uma nova trilogia, mas os produtores esperavam que o filme fosse melhor nas bilheterias. E agora eles tem a série de TV, então não sei se é ideal voltar para os cinemas. Mas você nunca sabe o que os irmãos Weinsteins vão fazer. Eles teriam que surgir com uma ideia muito genial para o próximo filme”, afirmou.

Assista:

Segunda temporada de ‘Pânico’ ganha novidades 

 

Wes Craven afirmou em 2011 que faria ‘Pânico 5‘ se o quarto fosse bem recebido nas bilheterias e pelos críticos. A recepção da crítica foi ótima, mas a arrecadação nos cinemas deixou a desejar: faturou US$ 38,1 milhões (US$ 97 milhões mundialmente), com orçamento de US$ 40 milhões.

O último filme seria dividido em duas partes, com estreias previstas para 2016 e 2017. Porém, um remake não deve demorar muito tempo para acontecer… 

Assista aos 8 primeiros minutos da série ‘Pânico’ 

Inicialmente previsto como uma nova trilogia, Pânico 4‘ trouxe seus protagonistas principais: Sydney Prescott (Neve Campbell), Dewey Riley (David Arquette) e Gale Weathers (Courteney Cox). Caso a sequência seja feita, especula-se que Hayden Pannetierre deve voltar como Kirby.

Você gostaria de ver ‘Pânico 5 e 6‘ nos cinemas?

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Novas fotos de ‘Jason Bourne’, ‘Caça-Fantasmas’, ‘Águas Rasas’ e ‘O Bom Gigante Amigo’

A Entertainment Weekly divulgou fotos dos principais lançamentos do verão norte-americano: ‘Jason Bourne‘, ‘Caça-Fantasmas‘, ‘Águas Rasas‘ e ‘O Bom Gigante Amigo‘.

Confira:

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A trama é inspirada na era da espionagem pós-Edward Snowden. Explorando, principalmente, as consequências das divulgações secretas realizadas por Edward. Damon também confirmou que a história será iniciada na Grécia, berço da democracia e da atual maior crise que acaba por tirar o sono de boa parte dos países europeus, e será encerrada em Las Vegas, um dos símbolos do capitalismo americano.

Tommy Lee Jones, Vincent Cassel, Scott Shepherd, Ato Essandoh e Julia Stiles.  estrelam. A estreia de ‘Jason Bourne‘ está marcada para 29 de Julho de 2016.

 

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No thriller ‘Águas Rasas‘, Nancy (Blake Lively) está surfando sozinha em uma praia isolada, quando é atacada por um tubarão branco e encurralada a poucos metros de distância da praia. Apesar de estar muito perto, chegar até lá se mostra uma imensa prova de sobrevivência. É ‘Tubarão‘ para geração nova. A estreia no Brasil acontece dia 11 de Agosto.

 

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Respeitada professora da Universidade de Columbia, Erin Gilbert (Kristen Wiig) escreveu um livro sobre a existência de fantasmas em parceria com a colega Abby Yates (Melissa McCarthy). A obra, que nunca foi levada a sério, é descoberta por seus pares acadêmicos e Erin perde o emprego. Quando Patty Tolan (Leslie Jones), funcionária do metrô de Nova York, presencia estranhos eventos no subterrâneo, Erin, Abby e Jillian Holtzmann (Kate McKinnon) se unem e partem para a ação pela salvação da cidade e do mundo.

O reboot feminino está programado para estrear no Brasil uma semana antes de chegar nos cinemas norte-americanos, em 14 de Julho de 2016.

 

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O Bom Gigante Amigo‘ narra a história cheia de imaginação de como um Gigante apresenta à pequena Sofia as maravilhas e os perigos da Terra dos Gigantes. A estreia acontece em 1º de julho de 2016

Vídeo inédito de ‘Batman Vs Superman’ traz detalhes do Homem de Aço; Assista!

Como parte da divulgação do DVD e Blu-Ray de ‘Batman Vs Superman‘, que estarão disponíveis para venda a partir da segunda semana desse mês, a Warner liberou uma nova promo do Homem de Aço que explica bem sobre sua origem.

Vale a pena conferir:

 

Segundo o Heroic Hollywood, o corte estendido explica várias coisas que não ficaram claras no cinema, e traz um final diferente: Batman envia o vilão Lex Luthor para a infame prisão Arkham Asylum de Gotham e, possivelmente, amarra o filme com os acontecimentos de ‘Esquadrão Suicida‘.

Na nova cena, Luthor revela a Batman que ele sabe sobre sua identidade, e Batman tem a resposta perfeita. Confira a descrição!

Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ arrecadou US$ 872 milhões mundialmente.

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‘Moana – Um Mar de Aventuras’ ganha novo comercial

A Walt Disney liberou um novo comercial de ‘Moana – Um Mar de Aventuras‘.

Confira, com os cartazes:

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Moana – Um Mar de Aventuras’ inicia sua aventura nos cinemas e mares brasileiros em janeiro de 2017.

Moana‘ traz para as telonas a história sobre uma adolescente polinésia de 16 anos (voz de Auli’i Cravalho na versão original) que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (voz de Dwayne Johnson na versão original) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.

HBO libera vídeo com as primeiras cenas de ‘The Leftovers’

A HBO liberou um vídeo com sua programação completa de novas séries e especiais para 2017.

Entre o material apresentado, estão as primeiras cenas de ‘The Leftovers‘, série criada por Damon Lindelof. 

Assista:

The Leftovers‘ se passa em uma pequena cidade suburbana que sofre muitas mudanças devido a um evento mundial chamado de “A Partida” (que pode ou não ter sido o “arrebatamento” bíblico), no qual algumas pessoas foram levadas e outras deixadas para trás. A série gira em torno dos habitantes da fictícia cidade Mapleton, em Utah, três anos depois do fatídico dia 14 de outubro, quando 140 milhões de pessoas – 2% da população do mundo – sumiram sem deixar rastros.

A produção mostra como as pessoas comuns reagem a acontecimentos inesperados, e que eles podem unir mais ou separar famílias e comunidades. Assim, a série revela como a tensão de uma calamidade imprevista pode transformar a fé das pessoas em cinismo, paranoia, loucura ou fanatismo religioso.

The Leftovers traz no elenco Justin Theroux como Kevin Garvey, um pai de família e chefe da polícia que tenta espalhar esperança a fim de manter o restante dos habitantes calmos; Amy Brenneman no papel de Laurie, mulher de Kevin que decide largar tudo e abandonar seus dois filhos – Tom (Chris Zylka) e Jill (Margaret Qualley) – para participar de uma seita misteriosa; Adam Frost e Scott Frost como os irmãos Max e Charlie Carver que são amigos da filha do chefe da polícia; Christopher Eccleston como Matt Jamison, antigo pastor e atual editor de seu próprio jornal; Liv Tyler como Meg, uma mulher prestes a se casar e que se torna o principal alvo da seita misteriosa; Emily Meade (HBO – Boardwalk Empire) no papel de Amy, uma estudante que se mostra indiferente aos acontecimentos.

The Leftovers

Atriz de ‘Game of Thrones’ entra para ‘Avatar’

O Hollywood Reporter confirma a adição de Oona Chaplin, neta de Charles Chaplin, no elenco dos próximos quatro filmes ‘Avatar‘.

Sua personagem será Varang, tida como uma guerreira valente.

A história da primeira continuação continua incerta, mas o fato é que todo o elenco principal do primeiro filme, inclusive, quem morreu, estará de volta.

Com relação as datas de estreias…

Avatar 2 – 18 de dezembro de 2020
Avatar 3 – 17 de dezembro de 2021
Avatar 4 – 20 de dezembro de 2024
Avatar 5 – 19 de dezembro de 2025

 

Channing Tatum e Daniel Craig no trailer legendado ‘Logan Lucky: Roubo em Família’

Roubo em Família‘ (Logan Lucky), a mais nova e já elogiada produção de Steven Soderbergh, ganhou seu novo trailer legendado.

Daniel Craig, Channing Tatum e Adam Driver estrelam. O elenco conta também com Riley Keough, Hilary Swank, Seth MacFarlane, Katie Holmes, Katherine Waterston e Sebastian Stan.

A distribuição nacional é da Diamond Films, e a estreia está agendada para 12 de outubro.

Confira:

O cineasta Steven Soderbergh está de volta aos cinemas, após dedicar os últimos anos de sua carreira às duas temporadas da série ‘The Knick‘ e ao prestigiado filme para TV da HBO, ‘Behind The Candelabra‘.

Roteirizado por Rebecca Blunt, ‘Roubo em Família‘ acompanha dois irmãos, Jimmy (Channing Tatum) e Clyde (Adam Driver) Logan, que planejam um roubo de dinheiro através de um sistema de tubulação hidráulica. Para que o plano funcione, a dupla executa a trapaça durante a Copa NASCAR, que serve como a distração perfeita para o crime.

‘Perdidos no Espaço’: Netflix divulga trailer INSANO da série

A Netflix divulgou o novo trailer do remake de ‘Perdidos no Espaço‘, que estreia dia 13 de abril. Assista:

Perdidos no Espaço‘ (Lost In Space) é uma série Original Netflix dramática e moderna baseada no clássico de ficção científica dos anos 60. Ambientada 30 anos no futuro, a colonização no espaço agora é uma realidade e a família Robinson está entre os que foram testados e selecionados para criar uma vida nova em um mundo melhor. Mas quando os novos colonos encontram-se abruptamente retirados da rota para sua nova casa, eles devem forjar novas alianças e trabalhar juntos para sobreviver em um ambiente alienígena perigoso, anos-luz de seu destino original.

Os roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless, de ‘Drácula – A História Nunca Contada’, escrevem a trama do remake, produzido pela Legendary TVNeil Marshall (‘Abismo do Medo’) vai produzir a série e dirigir alguns episódios.

Perdidos no Espaço‘ foi originalmente exibida na TV americana entre os anos 1965 e 1968. No total, foram produzidos 83 episódios. Em 2013, o cineasta John Woo tentou produzir um reboot, chamado ‘The Robinsons: Lost in Space’, mas o piloto não agradou o extinto canal WB.

‘The Walking Dead’: Tom Payne detona a série e o que fizeram com Jesus

Tom Payne, intérprete do Jesus em ‘The Walking Dead‘, voltou a se posicionar sobre sua saída da série durante o San Jose Fan Fest.

O ator pediu aos produtores para matarem seu personagem pois se sentiu desestimulado com a falta de destaque de Jesus na série, e a grande diferença do personagem nas HQs.

“Nos quadrinhos ele era um personagem sensacional. Era o melhor guerreiro. Isso nunca foi usado na TV. A série ficou péssima. Foi muito frustrante, pois dei o meu melhor e trabalhei muito duro. Quando ele pega a granada na luta contra Negan nas HQs, aquilo é sensacional. E eles simplesmente nunca usaram na série. Não deveria ter lido as HQs, porque eu não teria ficado desapontado como fiquei tantas vezes.”, afirmou.

O ator ainda explicou como se deu sua saída da série.

“Foi uma decisão mútua, e eu estava realmente feliz com isso. Eu expressei meu descontentamento com os produtores na temporada passada. Não tem como não ficar desapontado quando não há coisas legais para você fazer na série.”

Ele continua, “Eu amei o personagem, mas havia muito potencial que… foi desperdiçado. Então, eu não estava triste por dizer adeus a essa frustração.”

Confira o trailer da segunda metade da 9ª temporada:

A série retornará com episódios inéditos em fevereiro.

No último episódio de 2018, novamente um personagem que ainda está vivo nos quadrinhos encontrou seu fim na série: Jesus. No episódio, o personagem é pego enquanto lutava contra diversos zumbis e esfaqueado nas costas por um sussurrador, morrendo logo após.

‘The Walking Dead’ vai ganhar trilogia de filmes para TV com Rick Grimes de volta; Saiba mais!

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada

Apesar da saída de Andrew LincolnLauren Cohan da série, Lincoln vai estrelar uma trilogia de filmes no mesmo universo do programa, e os produtores já deixaram claro que as portas estão abertas para o futuro retorno de Cohan.

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: Chefe da Marvel explica porquê decidiu terminar a série

A série ‘Agents of S.H.I.E.L.D‘ chegará ao seu fim com a 7ª temporada, deixando uma leva de fãs órfãos.

O chefe da Marvel, Jeph Loeb, explicou ao ComicBook o motivo do cancelamento e afirmou que foi sua decisão terminar as coisas para concluir a história em seus próprios termos.

“Então estávamos na metade da temporada e o canal nos ligou novamente e disse: ‘Você tem uma ótima ideia para a sétima temporada?’ E nós estávamos tipo… não. E neste momento nós nos reunimos e dissemos ‘Olhe se vamos fazer isso, vamos fazer desta última temporada com um estouro. Vamos sair por cima. Vamos terminar a história para que possamos fazer isso em nossos termos porque “O problema é que nunca é uma decisão do estúdio. É sempre a decisão do canal e, portanto, nós dissemos, vamos assumir o risco. Vamos voltar para eles e dizer que voltaremos apenas para encerrar a série”, afirmou.

Com a decisão de garantir mais uma leva de episódios, a Marvel conseguirá encerrar a produção segundo os seus próprios termos, sem deixar pontas soltas, como aconteceu com as séries feitas para a Netflix, como ‘Demolidor‘, ‘Jessica Jones‘, ‘Luke Cage‘, ‘Punho de Ferro‘ e ‘O Justiceiro‘.

Na trama, a S.H.I.E.L.D. reúne uma equipe secreta de elite para encontrar e lidar com ameaças em qualquer parte do mundo. O time é formado pelo focado agente Grant Ward, um especialista em combate e espionagem; a agente Melinda May, uma piloto e perita em artes marciais; o agente Leo Fitz, um cientista brilhante, porém um pouco deslocado socialmente; e a agente Jemma Simmons, uma excepcional bioquímica. Eles serão auxiliados pela nova recruta civil Skye, conhecida por sua especialidade como hacker de computadores.

O elenco inclui Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley e Jeff Ward.

‘The Haunted’: Mulher é assombrada em hotel isolado no trailer do terror

O terror ‘The Haunted‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por David Holroyd.

Chegando em um hotel isolado para o seu primeiro turno noturno, a jovem Emily (Sophie Stevens) é deixada sozinha para lidar com um espírito vingativo.

O terror será lançado direto em VOD no dia 22 de maio.

O que aprendemos com as outras vezes em que Hollywood quase parou

Estreias adiadas, cinemas fechados, uma crise nos estúdios de Hollywood. Não, esta não é a primeira vez que isso acontece. Antes da corrida para evitar o contágio pelo novo coronavírus, a indústria da Sétima Arte sofreu uma paralisação semelhante à atual em 1933. Os motivos podem até ter sido completamente diferentes, mas as consequências não estão tão distantes assim — e ajudam a entender qual é a perspectiva que enfrentamos no momento.

Para isso, é preciso lembrar as aulas de história. O cenário é pós Crise de 29, e Franklin Delano Roosevelt venceu as eleições presidenciais de 32, tomando posse em março do ano seguinte. Foi então que começou a implementar sua agenda para conter a crise, o que acabou refletindo na área do entretenimento. 

A primeira estratégia de Roosevelt foi fechar as agências bancárias de todo o país de 6 a 13 de março de 33, já que a população estava fazendo altas retiradas de toda a economia. Oficialmente, a justificativa era dar ao governo tempo para entender qual era a situação dos bancos e estabilizá-los financeiramente. Na prática, era simplesmente conter a população e impedir que sacassem todo o dinheiro e afundassem o país ainda mais a crise. 

Quando os bancos foram reabertos, pouco havia mudado em termos práticos na economia. Mas as retiradas diminuíram consideravelmente e a população parecia estar mais calma. Ou seja: a tática deu certo. 

Mas o feriado bancário foi o que causou um grande problema em Hollywood. À época, os chefes dos estúdios reuniram os funcionários e contaram que, como não havia dinheiro líquido, havia duas possíveis soluções: eles aceitavam um corte salarial de 50% por várias semanas ou as empresas sairiam do mercado. Os empregados acabaram aceitando o corte, com a promessa de que o valor seria restituído assim que a situação fosse normalizada.

Essa restituição, é claro, não aconteceu na maioria dos casos, inclusive em grandes estúdios até hoje entre os mais importantes. O The Hollywood Reporter conta ainda que alguns cortes sequer eram necessários. Para a população, o quadro era caótico: a grande ameaça era de que os estúdios iriam se fechar para nunca mais serem reabertos, e que a cultura estava em completo risco.

Na prática, o que essa situação toda causou foi…a criação das associações dos roteiristas, diretores e atores — ou seja, WGA, DGA e SAG. Isso porque os funcionários estavam contando com a recém criada Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (sim, a associação do Oscar) para a proteção de seus direitos. Quando a AMPAS lavou as mãos, a sindicalização tornou-se necessária.

Rechaçada, a Academia eventualmente passou a se posicionar a respeito de questões trabalhistas e voltou a se fortalecer. Mas não o suficiente para evitar que outras paralisações tomassem conta da indústria do entretenimento. Ao todo, foram 14 greves em Hollywood entre 1941 e 2007, de diversos setores: de músicos a atores de comerciais. 

Embora a mais longa greve de Hollywood seja a dos músicos de 1942, que durou cerca de 1 ano e um mês, e a maior greve dos roteiristas seja a de 1988, a greve dos roteiristas de 2007 é a mais fresca e significativa na memória pública.

Em linhas gerais, a greve dos roteiristas de 2007 foi causada por um impasse em relação ao valor pago por vendas de mídias físicas, como DVD, e dos webisódios, que são mais ou menos os avós dos programas de streaming. Em aproximadamente 100 dias de protesto, que envolveram personalidades da mídia e membros do SAG, o prejuízo estimado foi de US$ 2,1 bilhões, segundo analistas. As consequências sentidas na prática foram temporadas de séries reduzidas, filmes de qualidade duvidosa saindo do papel por falta de opção, e uma explosão de reality shows invadindo as telinhas e ganhando o gosto do público. 

A questionável 4ª temporada de ‘Lost’ foi uma das vítimas da greve dos roteiristas

A longo prazo, a ideia de temporadas reduzidas, já muito usada por séries de canais pagos, foi se tornando mais e mais agradável para a audiência, escassa de tempo e abarrotada de conteúdo. A grande consequência da greve, no entanto, foi abrir as portas para discussões sobre impacto de consumo e distribuição de séries e filmes em novas mídias. Afinal, os principais argumentos do WGA eram o alcance de episódios distribuídos online e a relevância destes conteúdos, teoricamente paralelos, para a trama principal.

Tudo isso eventualmente culminaria no streaming como conhecemos hoje, e consequentemente na próxima pergunta, que diz respeito ao cenário de 2020. O que irá mudar na distribuição de filmes daqui em diante? 

Uma das estratégias adotadas pelos estúdios para lidar com o adiamentos e o fechamento das salas de cinema é diminuir a janela entre o lançamento nas telonas e em VOD: Frozen 2 chegou mais cedo ao Disney+ nos Estados Unidos, e títulos como Aves de Rapina, Dois Irmãos, Bloodshot, The Hunt eO Homem Invisível também tiveram seus lançamentos digitais adiantados

Muitos analistas questionam se o movimento será mantido quando tudo voltar ao normal, ou se isso abre precedentes para que filmes medianos de grandes estúdios adotem o online de vez como a principal casa. Especula-se também a possibilidade de a estratégia de ‘Trolls 2’ (Trolls World Tour), que supostamente será lançado ao mesmo tempo nos cinemas e no VOD, abrir portas para um novo formato. Mas é cedo para bater o martelo, e não é prudente fazer conclusões do olho do furacão. Quando tudo isso passar, ainda teremos os filmes que “simplesmente precisam ser vistos no cinema” e filmes que “dá para esperar e assistir em casa”.

filmes-adiados

Imediatamente, estamos diante de um prejuízo econômico associado a grandes demissões. Circulam informações que roteiristas de produções em desenvolvimento já estão sendo demitidos por canais de streaming ainda inéditos; séries perdem datas de estreia, locações e reduzem temporadas; blockbusters de arrasar quarteirões como Mulan, Velozes & Furiosos 9, Viúva Negra e ‘007 – Sem Tempo para Morrer’ são apenas alguns dos muitos filmes adiados. Tudo isso deve provocar um enorme efeito cascata nas estreias do segundo semestre em diante e uma canibalização dos lançamentos menores — sem falar no inevitável prejuízo econômico do visado verão americano.

Não bastasse, o tradicionalíssimo Festival de Cannes, que aconteceria em maio, foi adiado. Se for realizado, será apenas no segundo semestre. O que acontece com a temporada de premiações? Juntando isso ao adiamento do SXSW, estamos diante de um cenário em que filmes que deveriam ter sido apresentados no festival texano seguem sem distribuição, e as figurinhas do Oscar que deveriam surgir em terras francesas terão uma trajetória consideravelmente mais curta.

Resumo da ópera? Os prejuízos econômicos são incalculáveis, mas analistas de investimento estimam que os parques da Disney vão sentir os efeitos da pandemia no mínimo até o fim do ano, enquanto acalmam afirmando que as operações dos estúdios devem se normalizar muito em breve. 

Enquanto isso, são os streamings que navegam em águas cheias. Mesmo assim, a própria Netflix já pede aos assinantes que assistam a séries em qualidade SD, com medo de não conseguir atender a grande demanda. Por tudo isso, aos amantes do cinema e da TV: ainda sentiremos os efeitos do coronavírus na arte que consumimos por muito, muito tempo. Mas das duas grandes crises anteriores, passado o prejuízo, criaram-se soluções e alternativas, abriram-se debates e novos caminhos. O momento aqui também vai chegar. Só não sabemos quando. 

‘BrightBurn: Filho das Trevas’: “Superman do Mal” toca o terror em filme lançado no Amazon Prime

Já imaginou se o Superman chegasse na Terra e se transformasse em um vilão assassino sem escrúpulos ao invés de um super-herói? O James Gunn (‘Seres Rastejantes‘ e ‘Guardiões da Galáxia‘) imaginou essa história e produziu o terror ‘BrightBurn: Filho das Trevas‘.

O filme já está disponível no catálogo do Amazon Prime Video.

Na trama, um casal encontra um bebê em um objeto misterioso que caiu do espaço e decide criá-lo como seu fosse seu. Conforme o tempo passa, eles percebem que a criança não é normal e as consequências são aterradoras.

Assista ao trailer:

A mitologia em torno da figura do Superman (ou Super-Homem), um dos mais antigos e definitivamente o mais famoso dos super-heróis saídos dos quadrinhos, é tão impactante culturalmente que levou o diretor Bryan Singer a tecer o comentário sobre o personagem ser tão conhecido quanto Jesus Cristo – enquanto filmava sua própria interpretação da história em Superman – O Retorno (2006).

Sim, já tivemos inúmeras versões deste conto espalhadas pelas mais diversas mídias, seja no cinema, TV e, é claro, nas HQs, berço do herói. Mas ainda não vimos tudo o que pode ser feito com esta narrativa. E a prova disso é a forma como o produtor James Gunn resolve tratar o material ao aderir à brincadeira. Oriundo do cinema fantástico e de terror, o diretor se tornou uma estrela ao fazer de personagens C do repertório da Marvel, a mais nova sensação pop (Os Guardiões da Galáxia). E se, como afirma o próprio, as duas coisas que mais gosta no mundo são terror e super-heróis, por que não uni-las em um filme?

A ideia, no entanto, embora tenha partido de um Gunn (na verdade de dois), não foi de James. Brian Gunn, seu irmão, e Mark Gunn, seu primo, são os responsáveis pelo argumento sobre uma criança que cai do espaço numa área rural dos EUA, na pequena cidade de Brightburn (a Pequenópolis deste universo), e é adotado por um amável casal do interior: Tori (Elizabeth Banks) e Kyle (David Denman). A proposta aqui é a seguinte: e se ao invés do altruísmo e bondade, o menino desenvolvesse as piores e mais perversas características humanas?

Para a empreitada foi escalado o jovem diretor David Yarovesky (em seu segundo longa), que, adepto da escola de suspense e terror do mestre John Carpenter, consegue criar cenas memoráveis e geladas, donas de um ritmo agonizante próprio. Ajuda o fato do roteiro não fornecer saídas fáceis, deixando mais perguntas do que respostas, assim como grandes exemplares do gênero. Mas, sendo este um produto mainstream, pensado para as grandes massas, o nível de grafismo das cenas é altíssimo, podendo ser comparado ao dos torture porn, vide Jogos Mortais e afins. A indução do que é imaginado e não visto, no entanto, ainda é a solução mais eficiente.

Brightburn, porém, não é meramente violência desmedida e voltada ao entretenimento. Muito pelo contrário. Existe toda uma discussão dramática envolvendo distúrbios infantis que se não prevenidos podem vir a se tornar agravantes como psicopatia – e podendo inclusive ser traçado um forte paralelo com jovens que constantemente entram armados em colégios para chacinas. Em especial, aqui, como tal fato afeta os pais.

Com reviravoltas que constantemente nos pegam desprevenidos, Brightburn eleva o nível de tensão em diversas cenas (em especial a da visita na casa da tia) e cria um dos personagens infantis mais assustadores do cinema recente – para entrar no hall ao lado de Damien (A Profecia) e Esther (A Órfã), por exemplo. Dono de uma história simples, mas muito eficiente e artesanalmente costurada, a nova produção bancada por James Gunn é daquelas que tem jeitão de já ter nascido cult. Ah sim, e uma dica: prestem atenção no que eles fizeram com a cena pós-créditos e tente não abrir um grande sorriso.

Criador explica por que optou por TERMINAR a série ‘Vikings’

Em uma entrevista ao GameSpot, Michael Hirst ponderou sobre o motivo de ter optado por encerrar a série ‘Vikings‘ em seu sexto ano, afirmando que a trama havia chegado a um desfecho natural.

“Eu sabia, em um sentido global, para onde estava indo. E foi muito satisfatório, de certa forma, quando chegamos ao que eu sabia que seria a última temporada. Eu também senti que tinha falado tudo o que eu queria dizer sobre os Vikings, sabe? Eu comecei e fiquei fascinado por sua cultura e crenças e queria derrubar todos esses preconceitos e clichês sobre eles. E então me apaixonei por esses personagens principais. Por muitas vezes, meus dias e noites durante sete anos foram preenchidos com Vikings. Sabe, eu escreveria até a meia-noite, viajava para a Irlanda todas as semanas. Já era hora de concluir a saga”.

Assista ao trailer:

A épica série segue navegadores nórdicos explorando e conquistando novos territórios na Era Medieval. Ragnar Lothrok (‘The Beast’) é o protagonista. Gabriel Byrne (‘In Treatment’) faz Earl Haraldson, o poderoso antagonista da série. Jessalyn Gilsig (‘Glee’), Gustaf Skarsgård (‘Expedição Kon Tiki’), Clive Standen (‘Camelot’, ‘Robin Hood’) e Katheryn Winnick (‘Almas à Venda’) completam o elenco principal.

Michael Hirst e Morgan O’Sullivan, os criadores de ‘The Tudors’ e ‘Camelot’, são responsáveis pela série.

Fãs de ‘Pânico’ elegem os MELHORES filmes da franquia; Qual é o seu preferido?

Lançada em 1996, a franquia ‘Pânico‘ já conta com cinco filmes e está prestes a ganhar seu sexto exemplar, que estreia dia 9 de Março de 2023.

Em cada longa, uma nova pessoa veste a máscara do vilão Ghostface para aterrorizar a cidade de Woodsboro, mas seus motivos são semelhantes: ciúme, raiva e vingança.

Com tantos filmes, é claro que os fãs têm seus preferidos, mas o original permanece sendo considerado o melhor.

Quando um usuário do Twitter pediu aos fãs que classificassem todos os títulos da franquia, as respostas provaram que nenhum outro consegue superar o primeiro.

Confira as respostas:

“No ranking da franquia ‘Pânico’, qual é o seu preferido?”

“1>4=2>5>3 é a ordem correta…”

“‘Pânico’, ‘Pânico’ 4 e 5, ‘Pânico 3’, ‘Pânico 2‘”

“1 > 4 > 2 > 5 > 3 – A única resposta correta.”

“‘Pânico 4/1’, ‘Pânico 2’, ‘Pânico 3’, ‘Pânico 5′”

” O 1º sempre será o melhor, depois vêm 5, 2, 4 e 3. Para ser justo, não assisti o 3 tanto quanto os outros. 2 e 4 podem mudar dependendo do dia que assisto.”

“‘Pânico’, ‘Pânico 4’, ‘Pânico 3’, ‘Pânico 2‘, ‘Pânico‘ (2022).”

Depois de ‘Pânico (1996), a maioria dos fãs lista ‘Pânico 4‘ como um candidato digno do 2º lugar.

E para você? Qual é o seu preferido?

 

Confira o último trailer lançado:

O longa chega ao Brasil no dia 09 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ vai levar o Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

Angelina Jolie decidiu PARAR de atuar após ‘Eternos’ e revela o motivo…

Angelina Jolie fez sua estreia no Universo Cinematográfico da Marvel em 2021, interpretando Thena em ‘Eternos‘, um dos membros mais poderosos da equipe de androides imortais. Apesar de ter se destacado em um filme que dividiu a opinião dos espectadores, a renomada atriz não apareceu nas telonas desde então.

Em uma entrevista à Vogue, Jolie explicou que sua decisão de dar um passo atrás na carreira de atriz não teve nada a ver com a recepção mista do filme. Ela compartilhou que nos últimos anos passou a aceitar apenas trabalhos que não exigem filmagens longas.

“Ainda estou me entendendo aos 48 anos”, disse Jolie à revista. “Acho que estou em transição como pessoa. Tenho me sentido um pouco para baixo ultimamente. Não sinto que tenha sido eu mesma por uma década, de certa forma, o que não quero discutir.”

Embora ela não tenha entrado em detalhes sobre as razões específicas para limitar seus papéis como atriz, parece que Jolie tem se concentrado mais em encontrar outras formas de expressão criativa, como sua marca de moda.

“Parte disso também tem sido terapêutico para mim: trabalhar em um espaço criativo com pessoas em quem confio e me redescobrir”, explicou ela. “Estou esperando mudar muitos aspectos da minha vida. E este é o primeiro passo.”

Essa pausa não parece indicar uma possível volta de Jolie como Thena em uma sequência de ‘Eternos‘, embora outro filme ainda não tenha sido oficialmente anunciado. No entanto, na época do lançamento do filme, ela demonstrou entusiasmo por um possível retorno.

“Adorei fazer parte dessa família, então não tenho o desejo de me separar dela. Mas ficaria feliz em interpretá-la novamente e explorar ainda mais profundamente seus conflitos”, disse Jolie. “Acho divertido pensar em onde eles estiveram ao longo dos anos. Temos milhares de anos de material. Podemos levá-la a qualquer lugar. Acho isso divertido e gosto da ideia de podermos aparecer em outros filmes da Marvel.”

Recentemente, a diretora Chloé Zhao foi questionada pelo The Hollywood Reporter se estava interessada em dirigir uma sequência de ‘Eternos‘.

Em resposta, ela lançou dúvidas ao dizer:

“Sem comentários.”

Em seguida, foi perguntado como ela reagiu aos comentários negativos sobre a adaptação, ao que ela respondeu:

“Quando você está na Marvel e lida com um público tão grande, eu realmente valorizo ​​e respeito o fato de cada um de nós ser tão único em nossas opiniões. É emocionante que sejamos todos tão diferentes e estejamos todos mudando e crescendo. Todos os dias. É quase impossível deixar todos perfeitamente felizes, e fazer isso é dizer que todos são iguais. Então, acho que inevitavelmente haverá essa [diferença de opiniões], e você só precisa se manter fiel ao tipo de filme que deseja fazer, a quem você é e às pessoas com quem está colaborando. Isso é tudo o que você pode fazer, sem deixar de se divertir. Todo o resto está fora de seu controle.”

Apesar da rejeição, não podemos negar que a trama introduz elementos que deixam o público curioso para saber onde tudo isso vai dar.

Confira a nossa entrevista com Angelina Jolie:

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

O filme está disponível no Disney+.

De ‘A Morte do Demônio: A Ascensão’ a ‘Imaginário’: Confira as estreias de SETEMBRO do Prime Video

O Prime Video anuncia os lançamentos e destaques no Brasil para o mês de setembro. Os membros Prime podem conferir esses e outros conteúdos exclusivos nas versões on-line, via streaming, ou off-line, por meio de download, e também podem perguntar para a Alexa quais são os principais lançamentos do mês.

Confira a lista:

  • Magic Mike: A Última Dança (2023) – 2 de setembro
  • Lisa Frankenstein (2024) – 2 de setembro
  • A Garota de Miller (2024) – 4 de setembro
  • Terremoto Magnitude 9.5 (2022) – 4 de setembro
  • Enclausurados (2018) – 4 de setembro
  • O Cara da Piscina (2023) – 6 de setembro
  • 65: Ameaça Pré-Histórica (2023) – 7 de setembro
  • Thiago Ventura (2024) – 11 de setembro
  • Assassino Por Acaso (2023) – 12 de setembro
  • Imaculada (2023) – 13 de setembro
  • Flutuar (2023) – 13 de setembro
  • Garotas em Fuga (2024) – 16 de setembro
  • Detetive Knight: Redenção (2023) – 18 de setembro
  • He Went That Way (2023) – 18 de setembro
  • Imaginário – Brinquedo Diabólico (2024) – 19 de setembro
  • Ilha da Tentação: Brasil – Temporada 1 (2024) – 20 de setembro
  • Courtois – Temporada 1 (2024) – 20 de setembro
  • Armageddon Time (2022) – 23 de setembro
  • A Morte do Demônio: A Ascensão (2023) – 23 de setembro
  • O Matador: Missão Resgate (2022) – 24 de setembro
  • Kung Fu Panda 4 (2024) – 25 de setembro
  • Killer Heat (2024) – 26 de setembro

Versão estendida de ‘Batman Eternamente’ do diretor Joel Schumacher tem exibição CANCELADA nos cinemas

Há alguns anos, o jornalista Marc Bernardin divulgou que o diretor Joel Schumacher gravou diversas cenas que não foram adicionadas à versão oficial de ‘Batman: Eternamente’.

Na época, Bernardin afirmou que o corte planejado por Schumacher tem 170 minutos, aproximadamente 40 a mais do que a versão lançada em 1995.

A versão foi restaurada pelo Cinefile Video e teria uma exibição agendada para 29 de maio em Hollywood, mas ela foi proibida pela Warner Bros., que emitiu uma nota de “cancelar e desistir” devido aos direitos autorais.

Durante o episódio mais recente do podcast Fat Man Beyond, o cineasta Kevin Smith revelou que já o assistiu.

“Você sabe do que eu tenho uma cópia? Do Schumacher Cut de Batman Eternamente‘. Isso mesmo, então adivinhe o que vou fazer? Eu provavelmente não deveria estar falando sobre isso, a Warner Bros… Bom, eles estão indo levar meu ingresso [para a estreia de ‘The Flash]. Primeiro vamos debater sobre ‘The Flash‘, então vamos fazer um review do Schumacher Cut deBatman Eternamente‘… Cara, é um filme longo, eu já assisti.”

Ele acrescentou:

“Você sabe como o filme começa, com o Duas-Caras invadindo o banco e coisas assim. Isso não acontece no corte original até uns 15 minutos de filme, é uma loucura. Vocês vão ficar sabendo de tudo no episódio [do podcast] de 19 de junho.”

Entre os elementos cortados dessa versão do filme estava uma cena em que Bruce Wayne de Val Kilmer ficou cara a cara com um morcego humanoide gigante (criado pelo lendário artista de efeitos Rick Baker).

Como Smith destacou, há também uma cena de abertura mais longa e melancólica. Talvez daqui a nove dias, Smith revele mais detalhes sobre esta versão

Anteriormente, Akiva Goldsman, que escreveu o filme, também comentou sobre o corte mais longo, afirmando que:

“É bem mais sombrio que o oficial! É, basicamente, uma exploração bastante psicológica de culpa e vergonha de Bruce Wayne.”

E aí, você está curioso?

Orçado em US$ 100 milhões,Batman: Eternamente‘ arrecadou apenas US$ 336 milhões pelo mundo, e é considerada uma das piores adaptações do Homem-Morcego.

No Rotten Tomatoes, o longa acumulou apenas 39% de aprovação.

Oscar 2022 | Drive my Car – Impecável trabalho que mostra o talento de Ryûsuke Hamaguchi

O que se deve fazer da vida e do amor? Buscando por perguntas sobre a existência e entregando respostas em forma de diálogos e situações do cotidiano, o longa-metragem japonês e provável indicado ao Oscar 2022 na Categoria Melhor Filme Estrangeiro Drive my Car flerta com a metalinguagem em sua narrativa de pausas e longos diálogos,  principalmente quando colocamos o sujeito sob a ótica de estarmos presenciando uma adaptação de um famoso conto do mais famoso médico e escritor que rompeu as barreiras do drama no universo teatral, Anton Tchekhov. Um trabalho fabuloso de Ryûsuke Hamaguchi, um cineasta que sempre precisamos estar de olho.

Ao longo de quase três horas de projeção, com alguns avanços na sua linha temporal, acompanhamos a história de Yûsuke (Hidetoshi Nishijima) um ator e diretor teatral que já passou por muitas dificuldades na sua trajetória, como o entender o porquê da traição da esposa Oto (Reika Kirishima). O tempo passa e Oto falece, vítima de uma hemorragia cerebral. Mais tarde, Yûsuke é chamado para dirigir a peça Tio Vânia de Anton Tchekhov, e assim se muda durante um período para a cidade de Hiroshima onde precisa escolher o elenco, ensaiar. Assim, acaba conhecendo Misaki (Tôko Miura), sua motorista na cidade. Enfrentando suas dúvidas e a incrível analogia que há entre a arte que ama e seus pensares ele busca retornar a enxergar algum sentido sobre a vida que o trouxe até esse momento.

Nomeado à Palma de Ouro em Cannes (2021) e vencedor do prêmio de melhor roteiro no mesmo festival, o projeto nos proporciona gamas de reflexões sobre o existencial, sobre como podemos seguir em frente e vencer as dores de um passado que com muita dificuldade conseguimos acessar. O protagonista é um homem triste, amargurado, um sujeito frustrado com a própria história pois após uma tragédia nunca mais soube como lidar de forma positiva a todos os lados em sua relação com a esposa, o medo de desempenhar o próprio eu o afastava de alguma forma das interpretações de Tchekhov, por exemplo. Tudo muda em sua vida quando o destino trás a sua história personagens que navegam em linhas distantes mas nem tanto assim.

O inusitado uso dos créditos inicia ao 40 minutos de projeção pode ser uma forma que o que acompanhamos até ali é um prólogo bem construído, como se precisássemos daqueles sequencias anteriores para chegar num entendimento sobre as dores e obstáculos do protagonista. O roteiro tem uma primorosa sensibilidade em conseguir aproximar a arte da realidade, os paralelos com o clássico do médico e escritor russo Anton Tchekhov, Tio Vânia, acaba sendo um pano de fundo para ao longo dos maravilhosos minutos de projeção (que nem sentimos passar) nos façam, sim nós mesmos os espectadores, refletir sobre uma história que poderia ser muito bem vista do lado de cá da tela.

Feche o TikTok por duas horas: 10 filmes que valem a pena!

As redes sociais, como o tiktok e o instagram, chegaram para dominar toda a nossa atenção e, quando paramos para perceber, passamos muitas horas entre curtidas e compartilhadas, esquecendo do mundo lá fora. Nessa semana, faça um exercício: desligue as redes sociais um pouquinho, ligue a televisão e vá ver um filme legal! Abaixo, deixamos algumas sugestões nos streamings para você:

 

Em um Piscar de Olhos (Disney Plus)

A trama apresenta trajetórias de algumas fases de nosso planeta. No final da era neandertal, uma família liderada por Thorn (Jorge Vargas) busca sobreviver em um mundo ainda cheio de limitações, mas onde o amor já começa a prevalecer. Em 2025, Claire (Rashida Jones), uma pesquisadora e antropóloga com dificuldades no relacionamento com Greg (Daveed Diggs) e problemas em sua vida pessoal, tenta construir sua vida. No futuro, mais especificamente em 2417, a inteligência artificial Coakley (Kate McKinnon) descobre as emoções humanas durante uma viagem com o objetivo de uma colonização espacial.

Crítica | ‘Em Um Piscar de Olhos’ – Um fascinante passeio pela antropologia filosófica, cheio de lições

 

Agente Zeta (Prime Video)

Yago (Mario Casas) é um agente da inteligência espanhola (CNI), de codinome Zeta, que está tirado um tempo de folga em um lugar isolado para cuidar de sua mãe. Quando uma série de assassinatos de ex-agentes, camuflados em embaixadas espanholas pelo mundo, começa a acontecer, Yago é chamado para rastrear um desses alvos que conseguiu sobreviver (Luis Zahera). A partir daí, seu destino se cruza com Alfa (Mariela Garriga), uma agente da inteligência colombiana, e, aos poucos, eles vão descobrindo verdades sobre um misterioso acontecimento fatal do passado que revelará enormes surpresas.

 Crítica | ‘Agente Zeta’ – Top 1 do PRIME VIDEO é um competente ‘jogo de espiões’

 

Uma Vida de Esperança (Prime Video)

Ed (Alan Ritchson) é um pai e marido amado. Quando a esposa parte precocemente, o tempo passa e uma de suas filhas é diagnosticada com uma doença que exige um transplante urgente. Com as conta hospitalares e custos diários aumentando, entra em sua vida Sharon (Hilary Swank), uma cabelereira com marcas no passado e por seus problemas com o alcoolismo. Sensibilizada pela situação da família de Ed, Sharon vai atrás de soluções, se tornado peça-chave de alguns milagres.

 

Fuga Fatal (Prime Video)

Nesse forte drama, com altas doses de ação e violência, conhecemos Nathan (Taron Egerton), que, por conta de suas escolhas erradas, passou longos anos na prisão. Quando consegue sair, é perseguido por uma gangue da qual se tornou inimigo durante o encarceramento e logo percebe que sua família também virou alvo. Com a ex-mulher assassinada, ele corre para proteger Polly (Ana Sophia Heger), sua filha, com que teve pouco contato até então. Juntos, os dois embarcam em uma jornada para fugir dos criminosos, enquanto tentam se reaproximar.

Crítica | ‘Fuga Fatal’ – FILMAÇO no PRIME VIDEO expõe julgamentos desconfortáveis e um mar de ambiguidade moral

 

Belén: Uma História de Injustiça (Prime Video)

Inspirado em fatos reais, conhecemos a história de uma jovem que, após dar entrada na emergência de um hospital na cidade de Tucumán e sofrer um aborto espontâneo, é injustamente acusada e presa. Depois de passar anos na prisão, a advogada Soledad Deza (Dolores Fonzi) resolve ajudá-la, começando uma intensa luta por justiça e mobilizando uma forte rede de apoio.

Crítica | ‘Belén: Uma História de Injustiça’ – Indicado da Argentina ao OSCAR 2026 denuncia a criminalização de uma tragédia

 

Ataque 13 (Netflix)

Jin (Korranid Laosubinprasoet) chega a um novo colégio, onde Bussaba (Nichapalak Thongkham) toca o terror, fazendo bullying com outras meninas. Dividindo a quadra nos treinos de vôlei, as duas logo se tornam inimigas juradas. Após uma série de conflitos, Bussaba é encontrada morta na quadra do colégio. Dias depois, seu espírito retorna para aterrorizar Jin e suas amigas.

 

Eden (Prime Video)

Com a primeira guerra mundial destruindo economias em toda Europa, o casal Heinz (Daniel Brühl) e Marget (Sydney Sweeney) resolve abandonar tudo e se mudar para uma ilha distante no arquipélago de Galápagos, um lugar quase inabitável. Eles chegaram até ali a partir de relatos e ideias do médico Ritter (Jude Law), que vive no local com a esposa Dore (Vanessa Kirby). Ao longo dos meses, passarão por situações alarmantes, nas quais o respeito e a interpessoalidade são dribladas pelos instintos e seus propósitos (essência humana corrompida), principalmente após a chegada de uma baronesa (Ana de Armas), que deseja construir um hotel no lugar.

 

Salve Rosa (Netflix)

Aos 13 anos, Rosa (Klara Castanho) é uma jovem introspectiva que virou uma celebridade na internet com um canal que reúne milhões de assinantes. Ela vive sob o olhar atento da mãe (Karine Teles), uma mulher controladora, enigmática e que esconde segredos. Nessa relação que vai se mostrando cada vez mais conflituosa, acompanhamos os desenrolares desse chocante retrato quando Rosa começa a descobrir verdades da sua própria história.

 

French Lover (Netflix)

Abel (Omar Sy) é um ator francês em plena ascensão na carreira. Já Marion (Sara Giraudeau) é uma recém-divorciada que sonha em ter um food truck. Um dia, esses dois se encontram por acaso e logo nasce uma paixão avassaladora. Com o tempo, precisam enfrentar os obstáculos que aparecem pelo carinho.

 

Um Pai para Lily (Netflix)

A vida da jovem Lily Trevino (Barbie Ferreira) não tá fácil, completamente esquecida pelo pai Robert (French Stewart), trabalha como cuidadora para se sustentar. Um dia, numa navegada pelo facebook acaba acidentalmente chegando até um homônimo de seu progenitor, um outro Bob Trevino (John Leguizamo), um homem casado e com uma perda recente irreparável. Logo uma linda amizade surge e juntos vão aprender um pouquinho sobre a arte do recomeçar.

10 Sequências Famosas Recentes que Foram FRACASSO de Crítica

Vivemos uma realidade no entretenimento mundial onde é muito mais fácil e vantajoso apostar em marcas famosas e estabelecidas. Ou seja, se algo funciona e faz sucesso, pode ter certeza que terá continuações. E sim, estamos falando em especial das produções audiovisuais. Se uma série estreia bem em sua primeira temporada, obviamente abrirá espaço para a segunda, mesmo que a história não peça muito para continuar, vide Westworld. Às vezes inclusive esticando sua trama até não dar mais, como aconteceu com Lost.

Mas aqui, o assunto são as produções cinematográficas – que seguem o mesmo caminho, é claro. Se um filme faz sucesso caindo nas graças do público, pode ter certeza que será rapidamente revisitado. Nada de errado nisso. O problema é quando a ganância fala mais alto e o interesse é apenas financeiro, atropelando a coerência de uma boa história. Muitos sequer possuem qualquer narrativa e apostam somente no valor da afinidade do espectador. Pensando nisso, resolvemos por esta nova matéria relembrando algumas continuações de filmes recentes bem famosas que foram massacradas pelos críticos por, digamos, ir do nada a lugar algum, mostrando realmente não ter qualquer coisa a dizer. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

MIB: Homens de Preto – Internacional

Homens de Preto (1997) foi um verdadeiro fenômeno, e ano que vem completa 25 anos de lançamento. A febre foi tanta que gerou até mesmo um desenho animado e duas continuações. Mas quando pensamos em MIB, lembramos automaticamente da dupla Will Smith e Tommy Lee Jones, cujos estilos contraditórios se completavam perfeitamente. Mas e que tal uma pitada de Marvel para revigorar esta franquia da Sony? Afinal, o que poderia dar errado ao se temperar MIB com a ótima química dos atores Chris Hemsworth e Tessa Thompson vista e aplaudida em Thor Ragnarok (2017)? Bem, tudo, já que o quarto filme da franquia e o único sem a dupla Smith / Jones se mostrou algo tão genérico e esquecível que os críticos não tiveram opção a não ser tascar um irrisório 23% de aprovação.

X-Men: Fênix Negra

Muitos estão dando graças a Deus pela Fox ter sido comprada pela Disney e assim a franquia X-Men ter ido parar em seu lugar de direito, junto ao MCU. Assim, em breve poderemos ver os mutantes que são um dos carros-chefe da editora interagir nas telonas com outros tantos personagens queridos. A franquia X-Men até começou bem nos cinemas, recebeu elogios e foi um dos filmes responsáveis pela onda de produções do gênero que temos hoje, indiscutivelmente. À altura do lançamento deste filme, porém, a franquia já tinha visto altos e baixos, mas nada nos prepararia para esta obra totalmente sem sal. A verdade é que a história da Fênix Negra já havia sido contada em O Confronto Final (2006), e salvação seria se fosse contada desta vez da maneira certa. Não rolou. Os críticos deram míseros 22% de aprovação, merecidamente.

 

Malévola: Dona do Mal

A graça do primeiro Malévola, de 2014, foi subverter a história da Bela Adormecida focando na vilã do título, a bruxa que é uma das maiores vilãs do acervo Disney. A surpresa foi ver como a estrela Angelina Jolie caiu como uma luva no papel, já que esse era um projeto muito pessoal para a atriz, sendo o longa animado um dos preferidos dela. Já esta sequência tardia, lançada cinco anos depois (em 2019) mostra-se um verdadeiro caça-níquel, cujo atrativo não mais era Jolie, e sim a presença de outra musa, Michelle Pfeiffer. Dizem as más línguas que Jolie fez o filme unicamente pelo dinheiro, precisando sanar algumas dívidas financeiras. Como resultado, os críticos torceram o nariz com apenas 39% de aprovação.

O Paradoxo Cloverfield

Aqui temos um caso onde o segundo exemplar é muito superior ao primeiro da franquia. Cloverfield – Monstro (2008) é um eficiente filme… bem, de monstro, que ajudou a fortificar o estilo found footage nos anos 2000. No entanto, quase dez anos depois, Rua Cloferfield, 10 (2016) se mostrou um exímio e tenso estudo psicológico de personagens, pegando a todos de surpresa. Justamente por isso, foi no mínimo embasbacante presenciar esta patacoada espacial, com efeitos toscos e sem qualquer suspense ou medo. O elenco é muito bom, mas o filme só serviu para colocar um ponto final (até o momento) na promissora franquia, inclusive fazendo o quarto exemplar (Operação Overlord) mudar de nome. Os críticos não tiveram outra escolha a não ser avaliar o “terror” com 21% de aprovação.

Olhos Famintos 3

Essa é uma franquia de terror marcada por escândalos em seus bastidores, mas que mesmo assim continua tendo seus adeptos por ter conquistado certo status de cult. O mais impressionante é a presença do grande Francis Ford Coppola como produtor dos dois primeiros filmes. O original, de 2001, completa vinte anos de seu lançamento em 2021, mas está bem longe de ser essa Coca-Cola toda alardeada pelos fãs. O segundo, de 2003, já diminuiu o hype. Mas nada prepararia para a devastação do terceiro, lançado em 2017, comandado pelo mesmo Victor Salva dos anteriores, diretor condenado por abuso de menores. Um reboot da franquia é anunciado para este ano, sem o envolvimento de Salva. Esperamos que os efeitos e a maquiagem do monstro sejam melhores do que os anteriores. Enquanto isso, o terceiro Olhos Famintos foi avaliado 17% de aprovação pelos críticos.

Alice Através do Espelho

A Disney domina o mundo, e nesse processo é claro que a ganância está envolvida. Sim, a casa do Mickey já lançou muitas continuações desnecessárias que ficaram bem aquém de seus filmes originais. Uma das mais sem vergonha é essa sequência de Alice no País das Maravilhas (2010), de Tim Burton – um filme muito destemperado e um dos pontos mais baixos na carreira do cineasta, mas que fez enorme sucesso com as crianças. Assim, longos seis anos depois, o estúdio achou que seria uma boa continuar a história. Sentimos em tela a vontade zero de Johnny Depp, Anne Hathaway, Mia Wasikowska e afins de estarem ali. E Tim Burton… bem, ele não estava mesmo, pulando para o cargo de “produtor”. A avaliação dos críticos para um dos filmes mais sem alma de anos recentes foi de 29% de aprovação.

Bruxa de Blair

Aqui a desgraça foi tanta que o filme resolveu trocar de nome a esta altura do campeonato. Ao menos é o que informa o IMDB, que intitula a obra como A Maldição de Blackhills: Bruxa de Blair 3. O filme original mudou o jogo no fim dos anos 90, se tornou fenômeno minimalista independente e cimentou o found footage para os novos tempos. A ganância fez os produtores continuarem o que não precisava (ou devia) ser continuado. Assim surgiu O Livro das Sombras (2000) logo no ano seguinte, resultando num dos piores filmes de todos os tempos na opinião do grande público. Quase vinte anos depois da sequência alguns “gênios” de Hollywood acharam ter encontrado a ideia de ouro para um terceiro filme. Que tal um reboot / continuação misturando os estilos do found footage com a estética tradicional, e transformando a bruxa num monstro que podemos ver? Agora me diz, quem deu sinal verde para isso? O resultado: 38% de aprovação dos críticos – o que ainda me parece bem alto.

Os Estranhos: Caçada Noturna

Filmes de invasão doméstica se tornaram um subgênero dentro do terror. Para a nova geração, um cult muito lembrado é Os Estranhos (2007). Apesar de quase não ser comentado hoje em dia, o filme fez sucesso com os aficionados, contando com a presença da estrela Liv Tyler, mesmo sendo um longa, para falta de definição melhor, digno de qualquer nota. Na trama um casal é atormentado em sua casa de campo por um trio de psicopatas sádicos mascarados. Dizem ter sido baseado numa história real. Pedia continuação? Não. Teve? Certamente, uma ocorrida quase dez anos depois, que explica muito pouco e resolve apelar para o lugar comum. Ah sim, a presença do nome mais conhecido aqui, o da ruiva voluptuosa Christina Hendricks, é pura enganação, já que ela fica em cena por uns 15 minutos. Melhor para ela, pior para nós. Com tantos “atrativos” a solução dos críticos foi uma avaliação de 39% de aprovação – o que ainda é alto demais para o filme.

Rota de Fuga 2: Hades

Adoramos o astro Sylvester Stallone. Particularmente, seus filmes tiveram grande valor na formação cinéfila deste amigo que vos fala. E para sempre ele será um ídolo. Mas como sabemos o mundo pode ser cruel, e em sua terceira idade Sly já não encontra tantos projetos para estrelar como outrora. Um dos mais legais de anos recentes foi Rota de Fuga (2013), que o une pela primeira vez em tela durante toda a projeção com seu eterno rival do passado, Arnold Schwarzenegger. E essa era uma, senão a única graça do filme. Cinco anos depois, Stallone cismou de continuar essa história e buscou investimento na Ásia. Resultado: muitos atores asiáticos roubando sua cena, com o astro se tornando coadjuvante de sua própria produção. A incoerência desta continuação não passou em branco sequer pelo próprio Sly, que veio a público detonar a qualidade da sequência. Com vergonhosos 8% de aprovação dos críticos, Rota de Fuga 2: Hades (2018) é um dos piores filmes em anos recentes na opinião dos especialistas. Dizem que a coisa melhora um pouco no terceiro Rota de Fuga 3 – O Resgate (2019), mas quem vai arriscar ver para saber? Eu não.

Invasão Zumbi 2: Península

É muito mais triste quando vemos uma continuação ruim de um filme maravilhoso, que fez um baita sucesso com os críticos e público, demonstrando um propósito para além das telas. O primeiro Invasão Zumbi (Train to Busan) serviu para abrir os olhos de grande parte dos espectadores para filmes de gênero vindos da Ásia, em especial da Coreia do Sul. É claro que o terror japonês já havia emplacado com os cinéfilos brasileiros e do mundo, mas ainda assim eram restritos a uma parcela cult underground. Invasão Zumbi (2016) elevou tais filmes ao meio mainstream, sendo exibido em cinemas de shopping junto com as produções mais comerciais. Ao ser colocado na plataforma da Netflix seguiu aumentando sua popularidade com novos espectadores, que iam descobrindo-o. Com 94% de aprovação dos críticos, era seguro dizer que o hype para a sequência havia sido gerado. E quando ela de fato estreou, em meio a pandemia do Coronavírus, bem, digamos que o barulho ficou muito longe de ser o mesmo. A avaliação da imprensa nem foi das mais negativas para Península (2020), com 54% de aprovação. Mas esperava-se bem mais para algo dentro da franquia.

Crítica | Colheita Maldita: Runaway – Uma boa tentativa, mas não consegue salvar a safra

A franquia ‘Colheita Maldita‘ caiu em uma espécie de maldição muito parecida com a da criatura em ‘Olhos Famintos‘; a cada tantos anos, uma nova sequência tem que ser produzida às pressas para que a Dimension Films não perca os direitos da propriedade. E é exatamente por este motivo que ‘Children of the Corn: Runaway‘ foi lançado. Quem acompanhou as últimas sequências, sabe exatamente o que deve esperar. Mas, será que existe algo que possa ser salvo neste décimo capítulo da franquia?

Na trama, depois de descobrir que está grávida, Ruth coloca fogo na colheita maldita, deixando Aquele que Anda por Trás das Fileiras e o culto das crianças assassinas para trás. Mais de uma década depois, ela tenta sobreviver com o seu filho, Aaron, nunca permanecendo no mesmo lugar por muito tempo. Quando Ruth começa a se erguer e tenta construir um lar para o seu filho em uma pequena cidade rural, coisas estranhas começam a acontecer. Logo, Ruth passa a acreditar que o mal a seguiu, e não deixará nem ela, nem seu filho, escaparem novamente…

Ao contrário das últimas sequências, que levaram suas tramas para complicadas, desnecessárias e absurdas mitologias, ‘Runaway‘ volta às raízes dos primeiros filmes, conseguindo resgatar várias conexões com a trama original. Muitos acreditam que este filme é uma sequência direta do remake produzido direto para a TV em 2009, mas a timeline da franquia sempre foi uma bagunça, então é difícil saber exatamente em qual ponto este novo filme se encaixa. Mas parece claro que ele ignora vários dos absurdos que vimos ao longo da franquia, tentando capturar o espírito do material que se baseou no conto de Stephen King.

Notavelmente, esta sequência consegue ser bem melhor do que as últimas que foram lançadas. A trama principal é envolvente, e o roteiro constrói bem essa relação entre mãe e filho – pelo menos até certo ponto. Nós nos importamos com eles, o que é mais do que podemos falar sobre quase toda sequência desta franquia. São as performances sólidas dos atores principais, Marci Miller e Jake Ryan Scott, que ajudam a vender o enredo. Apesar disso, o roteiro é limitado e não consegue se sustentar por muito tempo, o que compromete não só o ritmo da história, como também o nosso interesse por ela.

Os elementos de terror parecem ter sido inseridos depois que o filme já havia terminado de gravar. São completamente deslocados, e não apresentam qualquer consequência no desenvolvimento da história até o seu inevitável desfecho. Apesar de algumas cenas de violência terem sido filmadas de forma competente, elas não conseguem se justificar. No final das contas, são cenas gratuitas que servem apenas para lembrar o espectador que ele deveria estar assistindo um filme de terror. O roteiro funcionaria bem melhor como um drama familiar sobre mãe e filho tentando se adaptar em uma cidade rural cheia de preconceitos depois de terem escapado de um culto, do que uma trama cheia de mortes insípidas.

A impressão que fica é que, se retirássemos todos os elementos envolvendo a franquia ‘Colheita Maldita‘, o resultado final do filme não mudaria muito em si. É necessário destacar, porém, que o diretor John Gulager (‘Banquete no Inferno‘) conseguiu fazer o melhor com todas as limitações que tinha. Considerando o seu orçamento minúsculo e o descaso da Dimension Films, Gulager conseguiu fazer ‘Children of the Corn: Runaway‘ parecer muito mais caro do que realmente é. Tirando alguns enquadramentos estranhos, o filme é muito bem filmado. No final das contas, quase dá para ver o teria sido se este filme tivesse um pouco mais investimento e um roteiro mais polido. Apesar de não ser exatamente um bom filme, ‘Runaway‘ consegue ser bem melhor do que lhe foi dado o direito de ser. E isso merece algum reconhecimento.

‘Hellboy’ está pronto para a ação na nova imagem do reboot; Confira!

O reboot de ‘Hellboy‘ ganhou uma nova imagem.

Confira:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David HarbourMilla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue. Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim (‘Lost‘), Brian Gleeson (‘Mãe!‘), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra‘) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars‘) completam o elenco.

O longa chegará aos cinemas nacionais em 11 de abril.