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Harvey Weinstein – Polícia junta evidências para a prisão do produtor por estupro

O caso Harvey Weinstein explodiu na mídia. O famoso produtor de Hollywood é acusado de assediar mais de 80 mulheres, entre elas alguns casos de estupro. Segundo o Associated Press, a polícia de Nova York junta evidências para a prisão de Weinstein.

A decisão veio após uma nova acusação de estupro, que a polícia definiu como “uma acusação de estupro crível”. A nova acusação foi feita pela atriz Paz de la Huerta, mais conhecida por seus papeis na série Boardwalk Empire (2010 – 2011) e no terror Nurse – A Enfermeira Assassina (2013).

Segundo a declaração de Huerta para a Vanity Fair , Weinstein teria a estuprado duas vezes em 2010. Como as outras 87 mulheres (até o momento), a atriz relata que o produtor a atraiu com a promessa de discutir negócios, terminando por forçar a entrada em seu quarto. A diferença aqui é que o crime – de penetração forçada, considerado estupro de primeiro grau – ocorreu em 2010, e sendo um crime de tal magnitude, o estatuto de limitações ainda não expirou.

A atriz teria usado como provas para a polícia suas conversas com a terapeuta e uma entrevista realizada em 2014 por uma repórter.

O New York Times informou que a notícia da possível prisão de Weinstein foi dada numa coletiva de imprensa realizada numa delegacia de polícia em Manhattan. Segundo oficiais, a polícia estaria juntando as informações e se preparando para realizar a prisão de Weinstein. A polícia informou ainda que se o produtor estivesse em Nova York, seria preso imediatamente. O produtor está fora da cidade, fazendo terapia e tratamento psicológico. Ele teria sido visto em Phoenix, Arizona, disfarçado.

Os Filmes de Tyler Perry | Do Pior ao Melhor

O suspense dramático Acrimônia está em cartaz nos cinemas e, embora muitos não saibam, o filme marca um fato inédito em nosso país. Trata-se do primeiro longa-metragem do cineasta Tyler Perry exibido em nossas salas. Com 46 créditos no currículo como diretor – entre filmes, peças filmadas em vídeo e séries -, Perry é um dos maiores representantes do cinema negro atual. Tanto que muitos nomes de peso não dispensam a chance de trabalhar com ele.

Mesmo com muitas obras irregulares na opinião dos especialistas, a importância de Perry junto a seu público cativo não pode ser menosprezada. E aproveitando o lançamento de seu mais recente longa, protagonizado pela indicada ao Oscar Taraji P. Henson, vamos dar uma olhada em seus 18 filmes feitos para o cinema (lançados direto em vídeo por aqui), ranqueados do pior ao melhor em nossa nova lista.

Ps. Quem quiser saber mais sobre Perry e sua nova produção Acrimônia, confira neste link.

18 | Boo 2! O Halloween de Madea (2017)

Bom, também devo dizer que parte do repertório de Tyler Perry, ou seu prato principal, é a personagem Madea. Uma espécie de ‘Minha Vovó é uma Peça’, a idosa truculenta e cheia de atitude é interpretada pelo próprio diretor, se tornando sua marca registrada. A maioria dos filmes cômicos do cineasta contam com a personagem. E aqui, Perry encontrou um filão ao adicioná-la em uma trama de Halloween e terror de mentirinha. Tanto que esta já é a continuação. Infelizmente, é também o filme menos apreciado do artista, rendendo apenas 6% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes.

17 | Relação em Risco (2013)

Tyler Perry intercala seus filmes entre comédias escrachadas (protagonizadas por ele mesmo em drag, na pele de Madea), dramas lacrimosos sobre relacionamentos e dramas mais “intensos” puxados para o thriller. Relação em Risco se encaixa na última categoria. Na trama, Jurnee Smollett-Bell interpreta uma jovem casada, dona de um brilhante futuro. Tudo muda quando ela conhece um bilionário em seu ambiente de trabalho, deixando seu casamento abalado. Traição e melodrama: teu nome é Tyler Perry. Para sentir o tamanho do problema, aqui temos a participação de Kim Kardashian no elenco. O filme soma 15% de aprovação.

16 | O Clube das Mães Solteiras (2014)

Quem disse que mamães solteiras não podem se divertir? Certamente não foi Tyler Perry. Nesta comédia dramática, que surpreendentemente não conta com a presença de Madea, cinco mulheres formam uma sociedade para equilibrar suas tarefas como donas de casa e mães, com suas realidades de descasadas em busca de diversão. O filme quebra um paradigma para o diretor e apresenta personagens principais brancas (como Wendi McLendon-Covery, Amy Smart e Zulay Henao). Quem comanda o elenco, no entanto, é a ótima Nia Long. O filme tem 19% de aprovação.

15 | O Natal de Madea (2013)

Antepenúltimo filme lançado da personagem nos cinemas – até o momento – , Tyler Perry resolve comemorar outro feriado famoso ao lado da vovó incorreta. No natal, Madea viaja para passar as festividades na casa da filha de uma amiga, precisando igualmente dividir espaço com os pais brancos e caipiras do namorado da moça. O filme tem 20% de aprovação.

14 | As Testemunhas de Madea (2012)

Enquanto alguns vibravam com Os Vingadores e O Cavaleiro das Trevas Ressurge nos cinemas, no mesmo ano era lançado As Testemunhas de Madea. Quem estava certo ou errado nas escolhas de filme para assistir na época? Sexto longa protagonizado pela personagem e dirigido por Perry, a obra mistura um investidor fraudulento de Wall Street (papel de Eugene Levy, o pai do Jim de American Pie) perseguido pela máfia, precisando ser relocado através do sistema de proteção a testemunhas. E adivinha onde ele vai parar? Exato, na vizinhança de Madea. No elenco, a musa 90´s Denise Richards. O filme acumula 20% de aprovação.

13 | Acrimônia (2018)

O mais recente lançamento de Tyler Perry, em cartaz nos cinemas nacionais, marca a terceira colaboração do diretor com a atriz Taraji P. Henson. Desta vez, novamente apostando no drama e no suspense, o cineasta conta a história de um amor que começa a sair dos trilhos até atingir consequências trágicas. O interessante é a forma como Perry manipula seu espectador. Acredite. Acrimônia, no entanto, não esquece seu lado “Maria do Bairro” e junto aos críticos marca irrisórios 21% de aprovação.

12 | Boo! O Halloween de Madea (2016)

O público adora filmes de terror. Até mesmo o público de Tyler Perry. Tanto que esta última aparição de Madea nas telonas fez sucesso a ponto de gerar continuação – sendo a única sequência na carreira da personagem. O diretor usa diversos elementos para satirizar as produções do gênero. O primeiro experimento do cineasta pelo terreno do “terror”, ou ‘terrir’, no entanto, conquistou apenas 23% de aprovação junto aos especialistas.

11 | Madea´s Family Reunion (2006)

Este foi o primeiro filme dirigido por Tyler Perry em sua carreira. Antes, o cineasta havia comandado as filmagens de suas peças. Mas foi com Madea´s Family Reunion, a sua estreia nos cinemas. Como o título já diz, no filme, Madea planeja uma reunião de família, com todos os dramas e problemas – levados na base da comédia – acarretados quando se promove um encontro familiar. Uma curiosidade é que esta não foi a primeira aparição da personagem nos cinemas. O debute de Madea ocorreu em Diário de uma Louca (2005) no ano anterior, igualmente baseado num texto de Perry. Tal filme não irá figurar em nossa lista porque não foi dirigido pelo intérprete da personagem, e sim por Darren Grant, o único cineasta além de Perry a comandar um filme da excêntrica vovó. Outro detalhe, encontrado em ambos os filmes iniciais de Madea, era o fato da personagem andar armada, portando uma pistola. Tal elemento foi abandonado nos longas mais recentes. O filme soma 25% de aprovação junto aos críticos. Enquanto Diário de uma Louca soma 16% de aprovação.

10 | As Garotinhas do Papai (2007)

Todos os filmes da lista, obviamente, são escritos e dirigidos por Tyler Perry. Aqui, no segundo filme comandado pelo cineasta, ocorria também sua primeira incursão longe de Madea e longe da comédia escrachada. As Garotinhas do Papai é um drama que aborda a luta de um pai (papel de Idris Elba) pela guarda das pequenas filhas. Gabrielle Union interpreta a advogada que irá ajuda-lo e se apaixonar por ele e pelas meninas – ei, este ainda é o universo utópico de contos de fada de Tyler Perry. O longa marca 26% de aprovação.

09 | Por que Eu Me Casei Também? (2010)

Como dito anteriormente, os filmes de Haloween, Boo!, serviram para marcar a primeira continuação da personagem Madea, recorrente em várias produções, mas todas de temáticas diferente. No entanto, Boo não foi a primeira continuação da carreira de Perry. Antes do primeiro Boo ser lançado, o diretor já havia confeccionado esta continuação da história sobre um grupo de amigos refletindo sobre seus casamentos. Esta sequência surgiu três anos após o filme original e conta com a irmã do rei do pop, Janet Jackson, como uma das protagonistas. O filme marca 27% de aprovação.

08 | Madea Goes to Jail (2009)

Tyler Perry costuma intercalar um filme cômico de sua personagem fetiche com algum drama de pseudo seriedade. Aqui, o diretor leva Madea para a prisão. O filme marca a quarta aparição da personagem nas telonas, a terceira dirigida por Perry e a segunda com seu nome no título, depois de Madea´s Family Reunion. O curioso aqui é que o longa conta com nomes como Viola Davis e Sofía Vergara no elenco. Madea Goes to Jail marca 28% de aprovação.

07 | Uma Boa Ação (2012)

No mesmo ano em que lançava a fanfarra As Testemunhas de Madea, Tyler Perry – que é uma máquina e não para de trabalhar – também estreava este “drama” nas telonas. Geralmente utilizando personagens femininas como protagonistas de seus filmes, em Uma Boa Ação o diretor resolve ser o personagem principal. Na trama, Perry vive um homem bem sucedido e certinho, vindo de família rica e casado, que tem sua vida perfeita sacudida quando conhece e se apaixona pela faxineira de eu escritório (papel de Thandie Newton). Como sutileza não é o forte do cineasta, o nome de seu personagem no longa é Wesley Deeds – forçada de barra com o título original Good Deeds – sacaram o trocadilho entre o nome do protagonista e o termo “boas ações”? O filme marca 30% de aprovação.

06 | For Colored Girls (2010)

Este é o único filme da lista cuja ideia não partiu da mente de Tyler Perry. Embora o diretor tenha adaptado o roteiro, ele é baseado numa série de poemas transformados em uma peça de Ntozake Shange, sobre diferentes mulheres lidando com questões femininas e negras. Isto faz de For Colored Girls uma miscelânea de contos e uma produção única na filmografia do cineasta. Além disso, conta com talvez o melhor elenco recheando um projeto assinado por Perry – com nomes como Whoppi Goldberg, Janet Jackson, Kerry Washington, Thandie Newton e Tessa Thompson. Mesmo assim, o filme marca apenas 32% de aprovação.

05 | Meet the Browns (2008)

Quarto filme dirigido por Perry e o segundo portando a personagem Madea, embora não tenha seu nome no título – fato ocorrido apenas duas vezes, até o momento, na filmografia do diretor. Apesar de não ter gerado continuação, Meet the Browns se tornou uma série de TV logo no ano seguinte, com 17 episódios – todos dirigidos por Tyler Perry. Na trama, uma belíssima Angela Bassett interpreta uma mulher que leva os filhos pequenos para o funeral do pai que nunca conheceu. Mãe solteira, ela logo é apresentada à família e se junta ao novo clã. O filme tem 32% de aprovação.

04 | Madea´s Big Happy Family (2011)

Este é o filme com o nome da personagem Madea no título mais bem avaliado pelos especialistas. A trama, mais uma vez, mostra a reunião da desbocada senhora com a família para um jantar, no qual muitas verdades e lavação de roupa suja virão à tona. O filme marca 37% de aprovação.

03 | Por Que Eu Me Casei? (2007)

Agora nos aproximamos dos filmes que receberam uma aprovação quase mediana dos especialistas, dentro da carreira do diretor. Esta é a primeira parte do filme que se propõe a discutir o casamento de quatro casais de amigos e suas questões. O filme marca a primeira parceira de Janet Jackson com o diretor e tem 46% de aprovação.

02 | The Family that Preys (2008)

Surpreendentemente, este é um dos únicos filmes de toda a carreira do diretor que recebeu uma avaliação mediana. A produção marca 52% de aprovação, pairando, por pouco, acima da média. Na trama, o relacionamento de uma jovem mulher negra com um rapaz branco traz um conflito entre as famílias de ambos quando estas precisam se conhecer e conviver. No elenco, a ótima Sanaa Lathan – uma de minhas atrizes preferidas – protagoniza em sua única participação num filme do diretor. Além dela, a vencedora do Oscar Kathy Bates, Alfre Woodard, Taraji P. Henson, Robin Givens (ex de Mike Tyson) e o próprio Perry.

01 | I Can Do Bad All By Myself (2009)

Taraji P. Henson pode ter protagonizado Acrimônia, mas também é a protagonista do filme mais elogiado pelos críticos da carreira de Tyler Perry. Na trama, a atriz vive uma mulher descompensada, que precisa cuidar de crianças pequenas temporariamente. A situação termina sendo um curso de amadurecimento relâmpago para a protagonista. Este é o segundo e último filme – até o momento – que conta com a participação da personagem Madea, sem ter seu nome no título do longa. O filme tem 63% de aprovação – passando da média e ganhando o tomate fresco pela primeira vez na lista dos filmes do cineasta.

Bônus:

Nobody´s Fool (2018)

Como prova de que todo artista negro que está em ascensão não recusa um convite para um filme do diretor, o mais recente trabalho de Tyler Perry conta com ninguém menos do que Tiffany Haddish, a comediante do momento. No longa, ela interpreta uma mulher que acabou de sair da cadeia e passa a viver com a irmã rica e bem sucedida. Whoopi Goldberg vive a mãe das duas. Vamos esperar e ver qual nota a comédia irá ganhar da imprensa.

A Hora do Pesadelo 2 | Os 39 Anos do TERROR GAY mais famoso do Cinema

A esta altura você que é fã de cinema e principalmente de terror já deve estar mais do que escolado sobre o fato: A Hora do Pesadelo 2: A Vingança de Freddy (1985) é o filme gay mais famoso do gênero. E esta não é nenhuma teoria da conspiração, forçada de barra ou tentativa de lacração – basta uma pesquisa rápida na internet para ter revelada tais informações.

Com a sequência do fenômeno A Hora do Pesadelo (1984), de Wes Craven, completando 39 anos em 2024, achamos que este era o momento mais que especial para revisitarmos a obra, e apontarmos a você todas as curiosidades e muitos detalhes sobre a produção. Confira abaixo.

A Hora do Pesadelo, escrito e dirigido por Wes Craven, foi lançado em novembro de 1984 (chegando ao Brasil absurdos dois anos depois em 1986 – e isso devido ao barulho que fez). Com um orçamento de US$1.8 milhão, devolveu aos cofres de um então pequeno e recém inaugurado estúdio chamado New Line Cinema mais que confortáveis US$25.5 milhões somente nos EUA.

O sucesso desta pequena obra-prima serviu para colocar o nome de Craven, então um diretor de filmes B, no topo da cadeia de Hollywood (e torná-lo um mestre no gênero); firmar a New Line no mercado e introduzir na cultura pop um dos maiores vilões da história do cinema: o monstro Freddy Krueger (interpretado por Robert Englund). Tanto que até hoje um apelido conhecido da New Line ficou “a casa que Freddy construiu”, já que foi devido à franquia que o estúdio se ergueu.

Naturalmente, o sucesso colossal do primeiro (para seus parâmetros) despertou o interesse do produtor Robert Shaye (irmão da atriz Lin Shaye), fundador e dono então da New Line, em seguir fazendo filmes com Freddy. É reportado também que foi o sucesso deste segundo filme – que com um orçamento de US$3 milhões, retornou para o estúdio US$30 milhões somente nos EUA – que incentivou e estabeleceu a pequena produtora no meio das gigantes da meca do cinema. Hoje, a New Line foi comprada e é subsidiária da Warner Bros.

Curiosamente, no entanto, a primeira ordem de Shaye foi se livrar de tudo em relação ao primeiro filme. Isso apenas pelo motivo financeiro, já que repetir os realizadores originais significaria gastar mais. Craven, o nome mais associado ao projeto, se recusou a ter qualquer envolvimento, pois à princípio não via a história como uma franquia – o diretor inclusive queria terminar o longa original com um final feliz, e foi forçado pelo estúdio a um desfecho sombrio e ambíguo. Nem mesmo a protagonista original Nancy, papel de Heather Langenkamp, foi cogitada para retornar, com a atriz afirmando em entrevistas que sequer recebeu o convite. Langenkamp é um dos nomes mais lembrados em relação à franquia, e sua heroína.

A atriz retornaria em Os Guerreiros dos Sonhos (1987) e O Novo Pesadelo (1994). O mais impressionante, porém, era o desejo de substituir o icônico Robert Englund na pele do vilão Freddy. Segundo relatos, Shaye não estava disposto a um salário maior para o ator (que era exigido de seu agente) e testou um dublê no papel – seguindo o que era feito nos filmes Sexta-Feira 13, com Jason a cada filme personificado por um intérprete diferente. Porém, após se mostrar insatisfatória a tentativa de troca, os realizadores perceberam que Englund era a verdadeira alma da franquia e aceitaram o novo acordo salarial.

Assim, entram em cena o roteirista David Chaskin (em sua estreia na função) e o diretor Jack Sholder (O Escondido, 1987) – apesar do roteirista Leslie Bohem ter oferecido suas ideias aos produtores, sobre a trama envolver gravidez e possessão, como forma de homenagear o clássico O Bebê de Rosemary (1968), de Roman Polanski. Chaskin reutiliza o conceito da possessão para o segundo A Hora do Pesadelo, e a ideia da gravidez ganharia vida no quinto filme da franquia, lançado em 1989.

Com novos roteirista e diretor, a continuação ganhava também novos personagens e uma nova história. Diferente de todos os demais slashers da época, A Vingança de Freddy é um dos poucos produtos do gênero a utilizar um protagonista masculino e girar sua trama ao redor dele: fazendo de Jesse (Mark Patton) o único “Scream Queen” homem da franquia. Indo morar com sua família na mesma casa da protagonista do original, Jesse termina virando igualmente alvo do maníaco desfigurado Freddy Krueger em seus pesadelos. Desta vez, porém, Freddy não deseja caçar e matar o rapaz, mas sim “usar o seu corpo”, possuindo-o para poder agir na vida real. A transcendência de Freddy para o mundo real, inclusive fazendo vítimas no território dos “acordados” é considerado por muitos fãs, alguns envolvidos na produção e inclusive o próprio Wes Craven uma traição do conceito original do “assassino dos sonhos”.

Agora chegamos ao tópico do texto: o conceito homoerótico. Por anos, este teor permaneceu como subtexto, uma mera mensagem subliminar, até ser enfaticamente apontado, ao ponto de hoje não conseguirmos olhar para o filme sem perceber o que era óbvio desde o início. Segundo relatos, embora tenha passado despercebido durante muito tempo nos EUA, foi justamente o clima gay de A Vingança de Freddy o que garantiu seu sucesso na Europa o transformando em um cult instantâneo. Foi somente em 2010 que o roteirista Chaskin abriu o jogo e confessou suas intenções, mas afirmando que era para ser uma mensagem sutil. E talvez tenha sido, para uma era de exageros como os anos 1980. Hoje, basta uma segunda olhada para que o longa seja visto com suas reais conotações.

Apesar de ser considerado um terror gay, a controvérsia de A Hora do Pesadelo 2 reside no fato do longa ser considerado também homofóbico. No documentário de 4 horas de duração Never Sleep Again: The Elm Street Legacy (2010), um dos mais completos arquivos sobre toda a franquia, o trecho sobre a parte dois, fazendo uso de entrevistas com os principais envolvidos, é um dos mais esclarecedores. Aparentemente, o ator Mark Patton, que vive o protagonista Jesse, hoje um gay assumido (mas na época ainda no armário), se afastou do mundo do entretenimento após seu trabalho neste filme. O ator buscava o estrelato e se sentiu extremamente traído pelo material visto em tela – como dito, a maioria não sabia, ou fingia não saber de tal subtexto. O caso segue vindo à tona e ano passado outro documentário foi lançado, este intitulado Scream, Queen! My Nightmare on Elm Street (2019), retrospectiva do filme cult e do ator Mark Patton.

O conceito aqui é o seguinte: Freddy Krueger neste filme é uma analogia da descoberta da sexualidade. E no caso de Jesse, da descoberta de sua homossexualidade. É um coming of age no qual o protagonista vê aflorar, tem sonhos (ou pesadelos) com algo que quer dominar seu corpo, sua vida, algo tido como ruim, como monstruoso, que ele precisa lutar para esconder. Freddy quer usar seu corpo para poder sair das sombras, para poder existir fora dos sonhos. Jesse tem uma pretendente nas formas de Lisa (Kim Myers, escolhida por sua semelhança física com Meryl Streep), mas ele não se sente confortável em se entregar a ela. Ele tenta, mas termina sempre voltando aos braços de Ron Grady (Robert Rusler, de Mulher Nota Mil). Para Jesse, Lisa é uma amiga. Já Ron, o que começa como uma rivalidade, uma implicância, desenvolve para uma relação de confidência. As picuinhas envolvem arriar as calças um do outro. E num momento nada sutil, o clima esquenta entre Jesse e Lisa numa cabana perto da piscina. Beijos e amassos, mas quando o ato está para ser consumado, Jesse hesita, fica assustado e foge. Algo não o permite, por mais que tente. É o “monstro”. Ele corre para a casa de Ron, prefere estar por lá, à noite a sós com ele em seu quarto, escondido, mesmo que seja para confessar o que não foi capaz de fazer. Ron retruca, “ela está lá e você prefere ficar aqui comigo?”.

Fora isso, temos, é claro, a infame cena da dancinha, na qual Jesse, sozinho no quarto, usando adereços dignos de Elton John, rebola num ritmo pra lá de homoerótico ao som de “Touch Me (All Night Long)”, da banda Wish com Fonda Rae. A cena é referência à Negócio Arriscado (1983), com Tom Cruise. Temos também seus gritos de medo, estridentes, superagudos e femininos. Mas os elementos gays do filme não se concentram apenas no protagonista. Num nível mais hardcore, temos o personagem do treinador Schneider (Marshall Bell), o professor de educação física que adora punir seus alunos homens e… espioná-los tomando banho no vestiário. Como se não bastasse, num de seus “pesadelos”, Jesse vagueia até um clube de sadomasoquismo gay e quem ele encontra por lá? Justamente o treinador Schneider, um frequentador assíduo. Como forma de “punição”, o tutor leva o rapaz de volta ao colégio e o “castiga” no chuveiro. Porém, o caçador vira a caça quando Jesse “assume seu lado Freddy” e o “mata” jogando bolas em seu rosto, tirando sua roupa, o amarrando nu nas duchas, e chicoteia seu traseiro com toalhas. Somente para descobrir que nada disso havia sido sonho.

Por um lado, A Hora do Pesadelo 2: A Vingança de Freddy pode ser considerado muito corajoso, ainda mais se levarmos em conta o período ultraconservador, de machões que só viviam para distribuir sopapos e levar uma fila de mulheres para a cama, numa verdadeira competição de testosterona que foram os anos 1980 – sem muito espaço para qualquer outra opção sexual que não fosse hétero. Pegar um filme de sucesso e subverte-lo numa obra gay, não é algo visto sequer nos dias de hoje. Por outro lado, a forma como foi feito, mesmo que o espaço encontrado na época tenha sido apenas esse, pode não ser a melhor das mensagens e representações para a comunidade.

Embora a reclamação de Mark Patton seja em relação ao filme tê-lo arrancado do armário à força na época, e o ator ter abraçado em partes a obra como cult hoje, existe uma grande problemática nesta trama subliminar. O que acontece é que Freddy, a homossexualidade enrustida de Jesse, no filme é tratado como algo a ser combatido e derrotado. Como algo ruim, algo maligno que está saindo de dentro dele e de seu controle,  que faz vítimas ao redor, e seu relacionamento com Grady termina inclusive de forma trágica, com o pai do rapaz presenciando o destino do filho. Lisa, a “namorada”, está o tempo todo ao seu lado, apesar de suas “esquisitices”, lutando para que seu “lado sombrio” não se manifeste. No final, Freddy (já nas formas de Jesse) é derrotado por um beijo de Lisa, como se através de um relacionamento hétero (“o amor verdadeiro”) a sombra “do mal” se extinguisse. Assim, o lado obscuro do protagonista o deixa finalmente, e ele está livre para assumir sua sexualidade ao lado de Lisa. Mas por quanto tempo?

 

A conclusão de A Vingança de Freddy, fosse essa a intenção ou não, hoje pode ser muito lida quase como “a cura gay”. O filme estreou no dia 1º de novembro de 1985, em quarta posição no ranking das bilheterias norte-americanas, enfrentando a pesada concorrência de Desejo de Matar 3, Viver e Morrer em Los Angeles e O Fio da Suspeita. No Brasil, chegou novamente com dois anos de atraso. Seja por qual motivo, apesar do sucesso, a franquia sofreria um leve hiato e só viria a lançar um novo produto dois anos depois, em 1987.

E você, já havia percebido esta conotação sexual em A Vingança de Freddy? Curte o filme? Comente.

‘Shameless’: Criador fala sobre a saída da Emmy Rossum e o futuro da série

Em entrevista ao TVLine, o criador de ‘Shameless‘, John Wells, falou sobre o futuro da série agora que Emmy Rossum declarou sua saída ao fim da 9ª temporada.

Emmy Rossum sempre vai fazer parte da nossa família. Ela foi uma parte integral do nosso sucesso, desde sua maravilhosa interpretação da Fiona até sua liderança no set, assim como também dirigindo vários episódios da série. Nós estamos criando o final da 9ª temporada, que dará à personagem uma despedida que honre o trabalho que a Emmy fez. Mas nossas portas sempre estarão abertas para visitas, ou para seu retorno.”

Sobre o futuro da série, Wells disse: “Estou ansioso para continuar a história dessa família imprevisível.”

Rossum está presente na série do canal Showtime desde a 1ª temporada. O motivo da saída ainda não foi revelado. A revelação foi feita através da sua conta no Facebook.

Recentemente, o canal Showtime encomendou dois episódios adicionais para a 9ª temporada. O novo ano, no entanto, agora com 14 episódios, será dividido em duas partes.

Os sete primeiros episódios serão exibidos a partir de 9 de setembro, com término no dia 21 de outubro. A segunda metade da temporada estreará no dia 20 de janeiro.

O elenco conta com William H. Macy, Emmy RossumEthan CutkoskyShanola HamptonCameron MonaghanSteve Howey.

‘Brinquedo Assassino’: Chucky e Andy brincam em nova imagem sinistra; Confira!

O remake ‘Brinquedo Assassino‘ ganhou uma nova imagem.

Confira:

Com direção de Lars Klevberg (‘Morte Instantânea‘), a nova versão não tem o envolvimento de ninguém da franquia original.

No longa, a Kaslan Corporation, fabricante dos bonecos Buddi, é uma empresa que investe cada vez mais em tecnologias inteligentes. Para anunciar a chegada do boneco, o fundador da corporação explicou um pouco mais a respeito desse produto que promete encantar as crianças de todo o mundo. “Nós nos comprometemos a desenvolver o maior e mais interativo brinquedo do mercado, mas criamos algo muito mais especial. Toda criança é importante para nós e todas elas merecem uma companhia. Um amigo que nunca te deixaria para baixo. É uma honra apresentar a você o nosso brinquedo mais inovador até hoje: Buddi. Ele é mais que um brinquedo, ele é seu melhor amigo!”, afirma o CEO da empresa. No entanto, é quando Karen (Plaza) presenteia seu filho, Andy (Bateman), com um boneco Buddi, que crimes estranhos começam a acontecer pela vizinhança, revelando a natureza sombria do brinquedo.

Gabriel Bateman (‘Annabelle‘), Aubrey Plaza (‘Parks and Recreation‘) e Brian Tyree Henry (‘Se a Rua Beale Falasse‘) estrelam.

A Imagem Filmes lançará o terror nos cinemas nacionais no dia 25 de julho.

‘Vingadores: Ultimato’: Confira a armadura alternativa do Thanos em novas artes conceituais!

Através de seu Instagram, Jerad Merantz, designer da Marvel Studios, compartilhou artes conceituais apresentando a armadura alternativa do jovem Thanos em ‘Vingadores: Ultimato’.

Confira:

Assista à nossa crítica sobre o filme:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Possessor’: Terror com Andrea Riseborough tem estreia adiantada nos EUA

Inicialmente previsto para estrear no dia 9 de outubro, o terror ‘Possessor‘, estrelado por Andrea Riseborough (do reboot de ‘O Grito‘), teve seu lançamento adiantado em uma semana nos EUA.

Agora, o longa irá estrear nos cinemas norte-americanos no dia 2 de outubro.

Confira o trailer:

O filme é dirigido por Brandon Cronenberg.

A trama acompanha um agente que trabalha para uma organização secreta que usa a tecnologia de implantes cerebrais para habitar o corpo de outras pessoas. A possessão leva essas pessoas a cometer assassinatos para clientes que pagam muito bem.

Christopher AbbottRossif SutherlandTuppence MiddletonSean BeanJennifer Jason Leigh também estrelam a produção.

‘Noite Passada em Soho’: A verdade será revelada no trailer LEGENDADO do terror do diretor de ‘Em Ritmo de Fuga’

A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer do terror ‘Noite Passada em Soho‘, novo filme de Edgar Wright (‘Em Ritmo de Fuga‘).

Confira:

 

O terror será lançado nos cinemas no dia 22 de outubro.

Além de dirigir, Wright também assina o roteiro ao lado de Krysty Wilson-Cairns (‘Penny Dreadful‘).

A trama acompanha a história de uma jovem garota que misteriosamente é capaz de viajar no tempo para a década de 1960, onde encontra seu ídolo, um aspirante a cantor deslumbrado. No entanto, Londres dos anos 60 não é o que parece, e o tempo parece desmoronar com consequências sombrias…

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Thomasin Harcourt McKenzie, Matt Smith, Michael Ajao, Synnøve Karlsen, Diana Rigg, Terence Stamp e Rita Tushingham.

‘O Beco do Pesadelo’ é sobre o “pesadelo americano”, afirma Guillermo del Toro

A 20th Century Studios divulgou novos vídeos dos bastidores do terror ‘O Beco do Pesadelo‘ (Nightmare Alley), novo filme do vencedor do Oscar Guillermo del Toro.

Confira:

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Além de produzir e dirigir, Del Toro também coescreve o roteiro ao lado de Kim Morgan.

O elenco conta com Bradley CooperToni ColletteCate Blanchett, Willem Dafoe, David Strathairn, Rooney Mara Holt McCallany.

Assim como o original, o novo longa também será baseado no livro escrito por William Lindsay Gresham.

A primeira adaptação foi lançada em 1947, e dirigida por Edmund Goulding. O clássico noir conta a história de um jovem ambicioso que começa a se relacionar com uma psiquiatra ainda mais corrupta do que ele. Os dois se dão bem destruindo a vida das pessoas, mas logo começam uma manipulação entre eles.

Anya Taylor-Joy estrelará o novo TERROR do diretor de ‘A Entidade’

De acordo com o Deadline, Anya Taylor-Joy (‘A Bruxa’) foi contratada para estrelar ‘The Gorge‘, novo terror do diretor Scott Derrickson (‘A Entidade’).

Miles Teller (‘Top Gun: Maverick’) também estrelará a produção.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o projeto deve “englobar diversos gêneros diferentes”, incluindo uma história de amor e ação.

O roteiro foi assinado por Zach Dean (‘A Guerra do Amanhã’).

O projeto está sendo desenvolvido pela Skydance e Apple Original Films.

Além de estrelar, Teller também servirá como produtor executivo ao lado de C. Robert Cargill (‘A Entidade’) e Sherryl Clark.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Diretores já filmaram PRÉ-SEQUÊNCIA do terror ‘Fale Comigo’

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, os diretores Danny Philippou e Michael Philippou revelaram que já finalizaram as gravações de uma pré-sequência para o aclamado terror ‘Fale Comigo‘ (Talk to Me).

Apesar de não terem confirmado se o projeto se trata de um novo longa ou curta-metragem, a produção acompanha a vítima anterior da mão sinistra – cujo destino aterrorizante é revelado durante a cena de abertura do terror.

“Nós já filmamos uma pré-sequência inteira. A produção é contada completamente através da perspectiva de celulares e das redes sociais. Esperamos poder lançá-la futuramente.”

Além disso, os cineastas também comentaram sobre a possibilidade de uma sequência: “Enquanto escrevemos o roteiro do primeiro filme, não conseguimos evitar em escrever cenas para uma continuação. A mitologia deste universo é muito rica. Se a A24 nos der a oportunidade, não poderíamos resistir. Nós temos muitas histórias originais que queremos contar, mas uma sequência para ‘Fale Comigo’ também nos interessa.”

Vale lembrar que o longa conquistou impressionantes 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e arrecadou US$ 10 milhões em sua estreia nas bilheterias norte-americanas.

De acordo com o Deadline, o resultado representa a segunda melhor estreia da A24 no país, atrás apenas de ‘Hereditário‘ (US$13.5M).

O terror ainda ganhou uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore – que não só é uma nota excelente para o gênero, como também representa a melhor classificação da história para uma produção do estúdio.

Com orçamento de apenas US$ 4.5 milhões, o longa já pode ser considerado mais um sucesso do gênero.

A trama acompanha um grupo de amigos que descobre como invocar espíritos usando uma mão embalsamada. Obcecados pela adrenalina, um deles vai longe demais e liberta terríveis forças sobrenaturais.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de agosto.

Confira o trailer:

Danny e Michael Philippou, do canal do YouTube RackaRacka, são responsáveis pela direção.

Sophia Wilde, Joe Bird, Alexandra Jensen, Otis Dhanji, Miranda Otto, Marcus Johnson, Alexandria Steffensen, Zoe Terakes e Chris Alosio estrelam.

Criador de ‘Pânico’ está desenvolvendo nova série baseada em eventos REAIS para a Netflix

De acordo com o Deadline, Kevin Williamson está desenvolvendo a série ‘The Waterfront‘, descrita como um drama familiar, para a Netflix.

Apesar de ser conhecido por criar a icônica franquia ‘Pânico‘ e estar fortemente associando ao gênero terror, Williamson também tem experiência em projetos dramáticos – tendo sido responsável pelo clássico teen ‘Dawson’s Creek‘.

Inspirada em eventos reais, a trama vai acompanhar os membros da família Buckley, focando em suas tentativas de manter o controle de seu império pesqueiro em ruínas na Carolina do Norte – o que os levam a meios cada vez mais perigosos para se manterem por cima.

Williamson assinará o roteiro da produção, além de servir como produtor executivo ao lado de Ben Fast.

O projeto faz parte do acordo de exclusividade do realizador com a Universal Television, que também inclui o remake de ‘Janela Indiscreta‘, que está sendo desenvolvido para o Peacock, ‘The It Girl‘, baseada no livro de Ruth Ware, e ‘Vidas em Jogo’, baseada no filme de David Fincher.

A produção foi filmada em Wilmington, na Carolina do Norte.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Mães buscam justiça no trailer de ‘Cidade Tóxica’, nova minissérie da Netflix baseada em história REAL

A Netflix divulgou o primeiro trailer da minissérie ‘Cidade Tóxica‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada na plataforma no dia 27 de fevereiro.

Quando dezenas de bebês nascem com defeitos congênitos na cidade de Corby, as mães embarcam em uma batalha por justiça.

Escrita por Jack Thorne (‘Fronteiras do Universo’), a série é baseada em uma história real.

O elenco conta com Jodie Whittaker, Aimee Lou Wood, Robert Carlyle, Rory Kinnear, Brendan Coyle, Claudia Jessie, Joe Dempsie e Michael Socha.

Melissa Barrera manda indireta para ‘Pânico 7’: “Não se esqueçam”

Através do seu Instagram, Melissa Barrera (‘Abigail’) compartilhou uma mensagem que muitos consideraram uma indireta para a produção de ‘Pânico 7‘ – que, recentemente, voltou a ficar em alta na internet após o lançamento de seu primeiro trailer.

A atriz, que foi abruptamente demitida do projeto após manifestar apoio à Palestina, ressaltou a importância de não esquecermos o que aconteceu.

“Muitas pessoas e empresas questionáveis irão gastar milhões em marketing e propaganda para fazer vocês se esquecerem do que eles fizeram e das pessoas que machucaram. Tudo isso para que você vote neles ou consuma seus produtos. Eles querem que vocês encham seus bolsos sem nunca ter que enfrentar as consequências por seus atos. Não se esqueçam. Não se esqueçam. Não se esqueçam.”

Vale lembrar que, desde sua demissão, um grande número de fãs estão pedindo o boicote do filme em protesto direto contra a Spyglass Media.

Nas redes sociais, o lançamento do trailer foi rapidamente recebido com críticas e apelos ao boicote, destacando a ausência de Barrera e Jenna Ortega:

“Está faltando duas mulheres muito importantes aqui…”, escreveu um fã no X.

Um usuário publicou uma imagem da cena final dePânico 6’ com a legenda: “Foi aqui que a franquia Pânico acabou pra mim”.

Outro afirmou: “Nós não vamos apoiar por causa do que a Spyglass fez com Melissa Barrera!”

Outro fã ironizou: “Boicotem Pânico 7 e apoiem Todo Mundo em Pânico 6”, referindo-se à franquia de paródia de terror.

A campanha de repúdio transcende o fandom. Segundo o Deadline, O Movimento Palestino de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) iniciou uma campanha de base contra o novo filme, que já conta com o apoio de mais de 22 organizações artísticas e de direitos humanos.

Em contrapartida, parte dos fãs tem usado a atenção para promover os projetos futuros de Melissa Barrera:

“Enfim, Your Monster (2024), estrelado por Melissa Barrera, já está disponível na HBO Max e Hulu”, afirmou um fã.

“Só para lembrar: The Copenhagen Test, com Simu Liu e Melissa Barrera, estreia em 27 de dezembro”, escreveu outro fã.

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Lembrando que a Melissa Barrera, que interpretava a protagonista central Sam Carpenter, foi desligada da produção após fazer comentários em suas redes sociais sobre o conflito entre Israel e Hamas, denunciando as “atrocidades cometidas contra os palestinos”.

A Spyglass justificou a demissão alegando ter “tolerância zero ao antissemitismo ou qualquer incitação ao ódio, incluindo falsas referências a genocídio, limpeza étnica, distorção do Holocausto ou qualquer coisa que ultrapasse a linha do discurso de ódio”.

Após a saída de Barrera, a atriz Jenna Ortega, que interpretava sua irmã, Tara Carpenter, também deixou a produção, embora citando conflitos de agenda. Posteriormente, Ortega sugeriu que a franquia estava “desmoronando sem Barrera, que seria a nova ‘final girl'”.

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Conheça o TERROR slasher que está fazendo SUCESSO no Prime Video

O terror holandês ‘Férias de Terror‘ está fazendo sucesso no Prime Video.

O longa alcançou o TOP 9 das produções mais assistidas do catálogo brasileiro, dez anos após seu lançamento original.

Na trama, seis amigos vão passar o recesso de verão em uma villa à beira-mar, mas um segredo do passado vem à tona e transforma as férias deles em um pesadelo.

Confira o trailer:

Martijn Heijne é responsável pela direção.

O elenco conta com Carolien Spoor, Kimberley Klaver, Jord Knotter, Jelle de Jong, Marly van der Velden e Yootha Wong-Loi-Sing.

‘Wolf Warrior’: Filme com Frank Grillo se torna a maior bilheteria da história da China

Um novo recorde foi batido nas bilheterias chinesas. A sequência de ação ‘Wolf Warrior 2’ agora ocupa o topo mais alto como o filme com a maior bilheteria da história da China.

Dirigido e estrelado pelo chinês Wu Jing, a produção arrecadou o surpreendente montante de US$ 500 milhões ($ 3,4 bilhões de iuanes na moeda local do país) em apenas 12 dias desde seu lançamento nos cinemas.

Com esta marca, ‘Wolf Warrior 2’ supera o recorde anteriormente alcançado pela fantasia ‘The Mermaid’, que na época de sua exibição em 2016 faturou US$ 495 milhões.

Um dos aspectos que chama a atenção nesta conquista é justamente a baixa bilheteria que ‘Wolf Warrior’ obteve em 2015, arrecadando meros US$ 89 milhões no total.

O aumento astronômico no alcance da sequência seria a consultoria dos irmãos Joe e Anthony Russo, os cineastas responsáveis por adaptarem ‘Vingadores: Guerra Infinita’. Além disso, um trabalho detalhado de divulgação foi realizado, apresentando a sequência como uma superprodução aos moldes holywoodianos.

A trama, que conta com Frank Grillo e Celina Jade entre os protagonistas, retrata uma missão de resgate de um grupo de patriotas chineses que foram sequestrados durante uma revolução em um país africano.

Confira o trailer:

‘Glass’: Samuel L. Jackson elogia a atuação monstro de James McAvoy

O veterano Samuel L. Jackson está encantado com a atuação avassaladora de James McAvoy na sequência de ‘Corpo Fechado’ e ‘Fragmentado’, intitulada ‘Glass’.

Em uma entrevista feita ao site Collider, o intérprete de Elijah Price refletiu sobre a transformação de McAvoy para dar vida a uma série de personagens tão distintos.

Disse:

“Testemunhar alguém se transformando em personagens diante de seus olhos e tendo uma discussão com quatro pessoas diferentes é realmente incrível”.

12 minutos de ‘Glass’ já foram exibidos aos distribuidores e de acordo com a publicação, o material apresentado foi recebido com reações “graciosas”.

A sequência teve seu primeiro trailer exibido na CinemaCon.

O vídeo ainda não foi divulgado online, mas confira a descrição:

“O trailer começa com a Dra. Ellie Staple (vivida pela Sarah Paulson) explicando que é uma terapeuta, que trata pacientes que acreditam ser super-heróis. Staple está conversando com David Dunn (Bruce Willis), Elijah Price/Glass (Samuel L. Jackson) e com o personagem de James McAvoy.

‘Bom para você’, diz McAvoy. ‘Você pensa que tem super poderes…’, diz a doutora a Dunn (Willis) e ele começa a lembrar do trem que salvou no passado.

Os alter egos de McAvoy se unem com Glass e algo acontece fora do manicômio.

Então, alguém vira para Glass e afirma: ‘Alguns de vocês não morrem com balas, alguns de vocês dobram o aço’.

Sobe o logo.”

Oi? M. Night Shyamalan filmou cenas de ‘Glass’ no Brasil; Veja foto!

M. Night Shyamalan reúne as narrativas de dois de seus originais destaques: ‘Corpo Fechado‘, de 2000, e o lançamento de 2016, ‘Fragmentado‘ – em um explosivo thriller dos quadrinhos intitulado ‘Glass‘.

De ‘Corpo Fechado‘, Bruce Willis retorna como David Dunn, assim como Samuel L. Jackson como Elijah Price, conhecido também pelo pseudônimo de Mr. Glass. De ‘Fragmentando‘, unem-se a eles os atores James McAvoy, reprisando seu papel como Kevin Wendell Crumb e as múltiplas identidades que residem dentro dele, e Anya Taylor-Joy como Casey Cooke, o único cativo a sobreviver a um encontro com A Fera.

Após a conclusão de ‘Fragmentado‘, Glass descobre que Dunn persegue a figura super-humana de Crumb, A Fera, em uma série de encontros crescentes, enquanto a sombria presença de Price surge como um orquestrador que detém segredos críticos para ambos os homens.

A nova produção, que vai unir os acontecimentos de ‘Corpo Fechado‘ a ‘Fragmentado‘, vai contar com o retorno de Bruce Willis, Samuel L. Jackson, James McAvoy e Anya Taylor-Joy.

Fragmentado‘, protagonizado por James McAvoy e Anya Taylor-Joy, foi um dos maiores sucessos comerciais do ano: custou US$ 9 milhões e arrecadou US$ 275 milhões mundialmente.

Glass‘ estreia em 18 de janeiro de 2019.

 

‘The Big Bang Theory’: Série terá especial de despedida logo após último capítulo

A popular série geek ‘The Big Bang Theory‘ está próxima de seu fim e para marcar esse grande momento, a Warner vai produzir um especial de despedida, que será exibido logo após a apresentação do último capítulo da produção. A informação foi confirmada pelo TVLine.

Intitulado Unraveling the Mistery: A Big Bang Farewell, o especial terá meia hora de duração, entrando no ar às 21h30 – hora local, após a exibição de ‘The Big Bang Theory‘ (20h) e seu spin-off, ‘Young Sheldon‘ (21h).

Apresentado por Kaley Cuoco e Johnny Galecki, o programa levará os fãs de volta à série, trazendo vídeos inéditos, entrevistas, um tour pelo set, além de segredos dos bastidores e muitas lembranças dos astros da produção.

Com o episódio final, a série terá exibido 279 capítulos ao longo de sua extensa jornada.

A transmissão do último episódio da série será no dia 16 de maio de 2019.

Confira as declarações dos atores sobre o fim da série no vídeo abaixo:

Critica | Ingrid Vai Para o Oeste: Um tapa na cultura de pseudo celebridades da era digital

Sorrisos perfeitamente alinhados em cenários incríveis. Tudo muito bem posicionado: perspectivas adequadas; poses manjadas; frases de efeito com pouco ou quase nenhuma autenticidade. O sinônimo de felicidade na era digital se tornou as belas fotos paradisíacas, que estampam padrões de belezas bem estigmatizados, expressões faciais manipuladas e uma falsa humildade que exala pelos poros. Entre o cinismo e a busca por curtidas, comentários e patrocínios de marcas, estão personas que vendem estilos de vida dos quais são incapazes de sustentar. E em uma era onde a redes sociais se tornaram a ponte de contato e autopromoção mundial da sociedade, a verdade se tornou mais uma questão de opinião e…por que não, ângulo de câmera? Ingrid Vai Para o Oeste escrutina esse novo tempo, expondo as rachaduras da ostentação coletiva nascida em um tempo de pseudo celebridades, influencers e personalidades que só querem se promover às custas de vidas – muitas vezes – fingidas.

Sucesso no Festival de Sundance 2017, o cult estrelado pela princesa do cinema independente, Aubrey Plaza, ganhou o acesso necessário apenas agora. Após uma jornada tímida na rede TeleCine, Ingrid Vai Para o Oeste pode finalmente encontrar o vasto público que lhe é digno, ao chegar à grade de programação da Netflix. Dirigido por Matt Spicer, que co-assina o roteiro com David Branson Smith, a comédia dramática ácida faz um retrato sobre a falsa ideia de perfeição nascida nas redes sociais, criada a partir de uma contemporânea estratégia publicitária onde a cobiça pelas coisas alheias é o que alimenta o sucesso de muitos. Em um mundo que respira o anseio inesgotável por uma popularidade tão cínica e falsa, que chega a até mesmo ser “comprável” com sistemas automáticos que inflam os números de seguidores e inscritos, o longa é uma verdade inconveniente que tenta perfurar a autoestima inchada de web celebs, trazendo para fora aquilo que está escondido nos bastidores e que ninguém quer que seja conhecido.

Sem meias palavras em sem suavizar sua narrativa, Spicer e Smith criam uma dramédia precisa que vai direto ao ponto e que traz Aubrey Plaza aqui como uma garota comum que, após a dolorosa perda da sua mãe, tenta encontrar um estímulo para viver – zapeando entre as publicações dos influencers que acompanha no Instagram. Comparando sua humilde vida com a suposta perfeição daqueles que segue, ela se torna fruto do seu próprio meio, redefinindo a sua identidade a partir do estilo de uma blogueira hipster da Califórnia (Elizabeth Olsen), a fim de – quem sabe – preencher o vazio que fora deixado com a morte da pessoa mais amada por ela. Mal ela sabia que, ao se tornar stalker, ela também descobriria que não há foto bem editada do Instagram capaz de sustentar uma vida plástica inexistente.

Como um ensaio sobre a cultura doentia que as mídias sociais acabaram gerando, Ingrid Vai Para o Oeste pega pesado (e com razão) com ambos os lados da questão, sendo categórico ao expor a forma como um stalker manipula todas as circunstâncias, mas não poupando também a generosa parcela de responsabilidade que precisa ser atribuída às figuras populares que dominam o Instagram e etc. Mostrando a artificialidade desses estilos de vida que exalam perfeição e felicidade absoluta, a comédia dramática é também um exposed sobre como tudo aquilo que é mostrado na internet deve ser visto com grandes ressalvas e muita desconfiança. Nos levando para os bastidores dessas belas e invejáveis fotos cheias de edição, somos todos confrontados sobre essa falsa e maquiada ideia de sucesso, sustentada e propagada por personas muitas vezes nascidas a partir de mentiras, estrategicamente projetadas para alimentar o seu egocentrismo, sua soberba e ostentação – e tudo às custas dos próprios internautas que as seguem.

Muitas vezes desconfortável e inebriante do começo ao fim, a produção esbraveja tudo aquilo que muitos de nós sonhamos em expressar diante da falsidade digital nascida nesta era. De maneira quase didática e envolvente, a comédia dramática é impecável em todos os sentidos, constrói personagens vazios de forma profundamente substancial e realista e sabe exatamente dosar toda a narrativa nas belas atuações de Olsen, Plaza, O’Shea Jackson Jr., Wyatt Russell e Billy Magnussen – que dominam a trama do começo ao fim, proporcionando uma experiência ainda mais voraz e prazerosa. Um tapa na cara da sociedade contemporânea, o filme é quase documental em seus relatos, provoca a audiência a também se confrontar diante de suas próprias posturas on-line e deixa todos à deriva, em meio às mais diversas conclusões que chegamos sobre nós mesmos. Bem dirigido e com uma excelente trilha sonora adaptada indie que se incorpora ao longa, Ingrid Vai Para o Oeste nos surpreende a cada um de seus atos e seu final glorioso, irônico e sarcástico é a quinta-essência de que em terra de perfeições de mentirinhas, quem fala a verdade também pode ser tornar uma rainha.

‘Love, Death & Robots’: 2ª temporada já está disponível na Netflix

A 2ª temporada da aclamada série antológica sci-fi ‘Love, Death & Robots‘ já está disponível na Netflix. A nova leva de episódios teve a sua estreia nesta sexta-feira (14) na grade de programação.

Laticínios com consciência, soldados lobisomens, robôs fora de controle, monstros do lixo, ciborgues caçadores de recompensas e demônios sedentos de sangue – tudo isso em dezoito curtas de animação para maiores.

Confira:

A série foi criada por David Fincher (‘Garota Exemplar‘) e Tim Miller (‘Deadpool‘).

Crítica | ‘Exit 8’ transforma o metrô em um labirinto psicológico com ecos de ‘O Iluminado’ e M. C. Escher

Seria o metrô um purgatório moderno? Em Exit 8, sim. Um terror claustrofóbico, um glitch na realidade que nos joga em algo arbitrário, onde os personagens precisam encontrar uma saída concreta para um problema abstrato. Em seu segundo longa, apresentado na sessão de meia-noite em Cannes 2025, o cineasta japonês Genki Kawamura constrói uma experiência singular e metafórica.

Baseado em um jogo japonês, o filme acompanha um homem que, após receber uma notícia impactante, se vê preso em um metrô do qual simplesmente não consegue sair. A sensação é imediatamente familiar, especialmente para quem já enfrentou o labirinto de saídas de grandes estações, como a Châtelet–Les Halles, em Paris, com suas 19 saídas. São corredores intermináveis, múltiplas direções, uma lógica que parece existir, mas que nunca se revela por completo. Aqui, porém, essa confusão vira regra: escapar depende de observar cada detalhe e identificar pequenas anomalias.

O filme abraça totalmente sua origem nos videogames, e isso é justamente o que o torna tão interessante, mesmo para quem não conhece o jogo original. Cada percurso bem-sucedido funciona como uma fase vencida, enquanto cada erro reinicia o ciclo, criando uma estrutura que remete tanto à repetição angustiante de O Feitiço do Tempo (1993) quanto à arquitetura opressiva e impossível do hotel em O Iluminado (1980). Há também algo de M. C. Escher nos corredores, uma geometria impossível, que se dobra sobre si mesma, como uma fita de Möbius onde início e fim se confundem.

O que começa como um jogo de percepção, aos poucos se transforma em um mistério psicológico mais profundo. Quando os personagens secundários passam a ocupar espaço, figuras que parecem tão perdidas quanto o protagonista, a pergunta muda: não é mais apenas “como sair?”, mas “por que eles estão aqui?”. Cada detalhe fora do lugar deixa de ser apenas um desafio lógico e passa a sugerir algo íntimo, quase como se aquele espaço estivesse refletindo conflitos internos, traumas e culpas.

Nesse sentido, Exit 8 toca em uma ansiedade muito concreta: a repetição da vida cotidiana, a sensação de estar preso em um sistema que promete regras claras, mas nunca entrega uma saída real. Há ecos da ideia de “não-lugares” da modernidade, espaços de passagem onde ninguém realmente pertence, e onde todos se tornam anônimos. Devido à repetição dos cenários, a narrativa poderia ser cansativa, mas a divisão de capítulos sobre diferentes perspectivas e resoluções bem definidas nos mantém atentos à trama de poucos elementos, mas muitas camadas. 

Comparações com Vivarium (2019), de Lorcan Finnegan,  são possíveis — especialmente na forma como ambos exploram o aprisionamento em ambientes artificiais e ciclos sem fim. Exit 8, no entanto, é mais direto na sua execução, e talvez até mais perturbador justamente por isso. Não há exagero visual ou surrealismo explícito: o horror vem da repetição, da observação e da percepção de que algo está errado, mesmo quando tudo parece igual.

O mais interessante é como o filme exige atenção absoluta. Em um tempo em que estamos constantemente distraídos, ele nos força a olhar, memorizar e duvidar. Se você piscar, perde uma pista e talvez nunca mais entenda o que está acontecendo. Intrigante e inteligente, Exit 8 não é apenas uma história inquietante, mas também um jogo psicológico que testa tanto seus personagens quanto quem está assistindo. Mais do que um filme de gênero, o longa funciona como um dispositivo: não apenas nos prende, mas nos obriga a encontrar (ou inventar) uma saída para os nossos próprios dilemas. 

 

Lançado em 18 de maio de 2025, no 78° Festival de Cannes, Exit 8 chega aos cinemas brasileiros nesta quinta, dia 30 de abril de 2026, como distribuição da Paris Filmes

‘Te Peguei!’: Jeremy Renner e amigos brincam de pega-pega no trailer da comédia

A Warner Bros. divulgou o trailer da comédia ‘Te Peguei!‘ (TAG), baseada num artigo produzido pelo Wall Street Journal que conta a história de um grupo de amigos envolvidos em uma longa partida de pega-pega – que tem durado 30 anos! Assista:

Jeremy Renner estrela a produção ao lado de Ed Helms (‘Se Beber, Não Case), Jake Johnson, Hannibal BuressTracy Morgan e Annabelle Wallis, de ‘A Múmia‘.

A comédia será dirigida por Jeff Tomsic, que fará sua sua estreia nos cinemas após anos trabalhando com programas de TV. O roteiro ficou a cargo de  Mark Steilen e Rob McKittrick.

A estreia está agendada para 28 de agosto de 2018.

‘Monster Hunter’: Adaptação do jogo, com Milla Jovovich, tem filmagens adiadas

Milla Jovovich vai voltar a trabalhar com o diretor e marido, Paul W. S. Anderson. Ambos trabalharam juntos na franquia ‘Resident Evil’. 

A dupla irá trabalhar na adaptação do jogo Monster Hunter, da Capcom. Milla será a protagonista e Anderson assume a direção.

Porém, o longa teve suas filmagens adiadas. De acordo com informações do Omega Underground, a produção agora só começa em 1º de outubro, na África do Sul, enquanto antes existia a expectativa de acontecer agora em setembro.

A produção é da Constantin Films e terá orçamento estimado em cerca de US$ 60 milhões.

O longa ainda não possui data de lançamento. Novas informações devem sair em breve.

Ziraldo, lenda dos quadrinhos e da literatura infantil, morre aos 91 anos

O Brasil se despede neste sábado (6) de um de seus maiores artistas de todos os tempos. Aos 91 anos de idade, Ziraldo faleceu. A informação foi confirmada pela família do quadrinista, que afirmou que ele morreu dormindo em sua casa na Lagoa, na Zona Sul do Rio de Janeiro, por volta das 15h.

Natural de Caratinga, Minas Gerais, Ziraldo Alves Pinto ganhou esse nome incomum como uma homenagem aos nomes de seus pais. Foi da mistura de dona Zizinha e seu Geraldo que o pequeno Ziraldo nasceu. O menino se apaixonou pela literatura ainda na infância. Aos seis anos de idade, ele teve seu primeiro desenho publicado no jornal Folha de Minas. Foi a primeira de incontáveis ilustrações que viriam a marcar o cotidiano do povo brasileiro e viraria um dos traços mais marcantes da história do país.

Ao longo de sua vida, Ziraldo esteve intrinsecamente ligado à imprensa e às artes. No entanto, quis o destino que o cartunista, chargista, pintor, escritor, dramaturgo, cartazista, caricaturista, poeta, cronista, desenhista, apresentador, humorista e jornalista começasse sua carreira acadêmica no Direito, graduação que concluiu em 1957 na UFMG.

Porém, foi nas páginas da Folha da Manhã, atual Folha de São Paulo, que Ziraldo começou a encantar o Brasil. Ele ganhou uma coluna humorística, que virou sucesso e abriu as portas para que ele fosse para a revista O Cruzeiro. Na década de 50, O Cruzeiro era uma das revistas de maior prestígio do país. Com suas charges e personagens repletos de personalidade, Ziraldo “explodiu”. Seu sucesso foi enorme e o levou para o Jornal do Brasil, onde cativou incontáveis leitores com sua arte.

Então, na década de 1960, ele começou a trabalhar com a mídia que o imortalizaria: as histórias em quadrinhos. Ziraldo pegou os personagens das charges da revista O Cruzeiro e deu a eles uma HQ própria com Turma do Pererê. Inspirado no folclore do país, o Pererê entrou na história dos quadrinhos nacionais por ser o primeiro gibi impresso em cores 100% brasileiro. Foi um sucesso total com 43 edições publicadas com a impressionante tiragem de 120 mil exemplares por edição.

Infelizmente, o gibi foi cancelado em 1964 logo após o golpe da Ditadura Militar. Ainda assim, Ziraldo foi voz ativa na luta contra o Regime. Ele foi membro-fundador e editor do semanário O Pasquim, que abraçava a Contracultura, falando sobre sexo, feminismo e tocava em tabus sociais, além de criticar abertamente os militares do país. Não por acaso, ele foi preso no dia seguinte à aprovação do nefasto AI-5.

Sua subversão o ajudou a se consolidar como um dos artistas populares da época. Curiosamente, foi nesse mesmo período que ele adentrou no ramo da literatura infantil. Sua estreia foi em 1969 com uma das obras infantis mais marcantes da história, o clássico Flicts. A história da cor ‘Flicts’, que não se encaixava em nenhuma das sete cores do arco-íris, mas embarca numa jornada para conhecer seu valor, foi escrita e ilustrada em apenas três dias. Com um argumento poético, fio sucesso instantâneo.

E mesmo com tantos sucessos publicados, seu ‘garoto de ouro’ viria a nascer apenas na década de 80. Sim, em 1980, Ziraldo publicava o livro O Menino Maluquinho, que contava a história de “um menino que tinha o olho maior que a barriga, fogo no rabo e vento nos pés”. Com sua personalidade agitada e suas aventuras divertidas, o Maluquinho se tornou um fenômeno literário tão grande que virou história em quadrinhos.

Nos gibis, o Menino Maluquinho atravessou décadas e gerações, chegando ao Olimpo dos personagens de quadrinhos sul-americanos, ao lado de ícones como a Mônica e a Mafalda. Sua popularidade foi tão grande que ele virou desenho animado, série de TV e filme de cinema.

Ziraldo se tornou um dos maiores embaixadores da cultura brasileira, recebendo diversos prêmios pelo mundo e encantando gerações com suas obras. Neste sábado (6), o Brasil perdeu uma verdadeira lenda que, com seu trabalho, incentivou diferentes gerações a se apaixonarem pela literatura e a questionarem imposições políticas em tempos sombrios.

Um perda inestimável para a história brasileira. Os fãs do Rio de Janeiro poderão ter um contato especial com as obras de Ziraldo, porque o Centro Cultural Banco do Brasil, o CCBB-RJ, está com a exposição interativa Mundo Zira em cartaz até 13 de maio.

Crítica | O Jogo da Morte – Desafio da Baleia Azul é Tema de Interessante TERROR de Baixo Orçamento

O ano era 2017 e o mundo ficou estarrecido com uma notícia que passou a circular no jornal com alguma frequência: uma espécie de jogo se tornava uma febre pela internet na Rússia, e, aos poucos, estava se expandido no mundo inteiro. Mas não era um jogo comum. Primeiramente, a atividade, anônima, focava em lançar desafios diários para que a pessoa se expusesse, se mutilasse e, eventualmente, era conduzida ao suicídio através de uma intensa e constante manipulação emocional e psicológica.

E esse jogo, chamado de Baleia Azul, tinha como público-alvo majoritariamente jovens adolescentes. Foram dezenas de centenas de notícias de crianças e adolescentes que perderam suas vidas seguindo a esse desafio, e agora, partindo desse mote, o filme russo de terrorO Jogo da Morte’ chega aos cinemas reacendendo o alerta.

Dana (Anna Potebnya) e Yulya (Diana Shulmina) são irmãs, mas, apesar disso, brigam muito. Yulya tem um jeitinho especial de manipular a mãe e fazer com que a matriarca sempre decida a seu favor, o que enfurece Dana. Mas, alguns meses depois, Yulya é encontrada morta, e a mãe passa a projetar em Dana todas as suas frustrações e culpas.

Decidida a esclarecer o mistério da morte da irmã, Dana entra no computador da jovem e descobre que ela estava envolvida em uma espécie de jogo mortal, gerenciado por uma tal de Ava. Quando a polícia se mostra ineficiente, Dana decide ela mesma entrar no jogo e participar de todas as etapas do desafio, com o intuito de revelar a verdadeira identidade dos envolvidos na trama. Porém, seu maior desafio, para além de sobreviver ao jogo, será convencer sua mãe de que está falando a verdade.

Duas coisas ficam evidentes logo no início de ‘O Jogo da Morte’: se trata de um filme de baixo orçamento e que fora realizado durante o início da pandemia. A partir do momento em que se percebe esses dois fatores, impressiona o quanto a produção conseguiu realizar dadas as duas circunstâncias limitadoras para fazer o filme acontecer – a questão financeira e a pandemia viral mundial.

Assim, o roteiro de Evgeniya Bogomyakova, Olga Klemesheva e Anna Zaytseva faz um malabarismo grande para inserir elementos e manter a atenção do espectador durante os noventa minutos do longa, conectando o enredo ao universo jovem a partir de elementos cibernéticos. Para tal, a edição e o roteiro se juntam em concepções que se originam na estética de computadores e celulares para demonstrar a investigação da protagonista e suas conversas com amigos e participantes do jogo.

Considerando que todo o drama começa por causa e dentro da internet, é muito interessante a solução encontrada pela diretora Anna Zaytseva em construir um filme que se calca nesse cenário – demonstrando que o espectador, ao desconfiar por encontrar um filme nesse formato, pode ficar tranquilo pois o nosso inconsciente está acostumado a essas telas virtuais e não se cansa de vê-la por uma hora e meia de filme.

Bem realizado dada a realidade da produção e partindo de um argumento relevante e comum no mundo inteiro, ‘O Jogo da Morte’ alerta para os perigos de pais e responsáveis não estarem presente e não ouvirem seus filhos com relação às suas dificuldades e o uso da internet. Embora seja terror, ‘O Jogo da Morte’ assusta por se basear num jogo que ainda acontece no vasto mundo da internet…

Escritor de ‘X-Men’ está trabalhando em projeto secreto para a Marvel

Brian Michael Bendis, escritor responsável pelos quadrinhos ‘All-New X-Men’Uncanny X-Men, está trabalhando em um spin-off dos mutantes junto com o diretor Tim Miller, de Deadpool, apesar da fusão entre a Disney e a Fox.

“Estou trabalhano nisso”, ele comentou, em entrevista ao site ComicBook.com. “Sei que há confusão e boatos sobre o que está acontecendo entre Disney e Fox, mas não tenho informações sobre isso”.

“Não sei o que está acontecendo, exceto o fato de que fui contratado para fazer algo para o qual estou muito animado, com alguém que admiro muito como criador. Acho que Tim é um dos melhores, e estou tendo momentos ótimos com eles, então vamos ver o que acontece. Honestamente, estava tirando uma folga de escrever até me chamarem para o projeto”, Bendis acrescentou.

Intitulado ‘Project 143’, rumores indicam de que a história será centrada em Kitty Pride, também conhecida como Lince Negra no panteão ‘X-Men’, a qual utiliza seus poderes para derrotar um demônio que invade a mansão X.

O próximo filme do universo mutante, ainda sob tutela da Fox, é X-Men: Fênix Negra, que tem estreia marcada para 7 de junho de 2019.

Girando em torno da queda de Jean Grey e sua submissão a uma poderosa força cósmica, o elenco traz de volta os nomes de Sophie Turner, James McAvoy, Michael Fassbender, Evan Peters, Jennifer Lawrence, Nicholas Hoult, Tye Sheridan, Alexandra Shipp, além de introduzir Jessica Chastain como a suposta antagonista. 

Vaza o novo visual de ‘Sonic’; Confira as imagens!

Após o primeiro trailer de ‘Sonic – O Filme‘, o visual do personagem foi bastante criticado pelo público por não se aproximar em basicamente nada da franquia de games original. Dessa forma, coube à Paramount Pictures adiar a produção e refazer o design do personagem-titular.

Agora, o novo look do personagem aparentemente está pronto e vazou nas redes sociais nas últimas horas – e o resultado deve satisfazer os fãs do herói.

Confira:

Vale lembrar que, por conta das críticas, a estreia do filme foi adiada de 8 de novembro de 2019 para 14 de fevereiro de 2020.

Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) foi escolhido para dublar Sonic. O elenco conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonoughA direção é de Jeff Fowler.

Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro.

A produção de estreia do icônico Sonic contará com uma narrativa híbrida, que vai mesclar o modelo live action com o uso de animação CGI, aos moldes do que já vimos no clássico ‘Uma Cilada Para Roger Rabbit’.

Lançado pela primeira vez em 1991, o game Sonic já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

O personagem do videogame foi criado pela SEGA para concorrer diretamente com Mario, da Nintendo. Sonic é um ouriço azul bastante veloz, e que tem como objectivo principal salvar os outros animais do vilão Dr. Eggman, que os transforma em robôs para trabalharem para ele como escravos. A franquia tem sido um dos maiores fenômenos de jogos de todo o mundo por mais de duas décadas, com mais de 140 milhões de jogos vendidos.

‘007 – Sem Tempo para Morrer’: As personagens são mais complexas do que parecem, diz Léa Seydoux

Em entrevista ao Harper’s Bazaar UK, a atriz Léa Seydoux falou sobre seu retorno como Madeleine Swann para o próximo filme da franquia James Bond007 – Sem Tempo para Morrer’.

A personagem foi introduzida em 007 contra Spectre’ (2015) e, apesar de ter um relacionamento romântico com o espião (vivido por Daniel Craig), Seydoux deixou bem claro que as mulheres do longa-metragem são bem mais complexas do que aparentam.

“Não estamos aqui para agradar à sexualidade de Bond. O que esquecemos é que James Bond também é um objeto sexual. Totalmente. Ele é um dos poucos, talvez um dos únicos personagens masculinos a ser sexualizado. Acho que as mulheres adoram ver Bond, certo? Ver seu corpo. Não? Você não acha?”.

Originalmente previsto para chegar aos cinemas em 09 de abril, a nova aventura do espião agora tem estreia confirmada para 12 de novembro nas salas britânicas e em 25 de novembro no restante do mundo.

O filme terá 163 minutos (2 horas e 43 minutos), fazendo desta a iteração mais longa de toda a franquia.

O segundo lugar fica com 007 contra Spectre’, que tem 160 minutos (2 horas e 40 minutos).

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

10 Músicas Internacionais que Completam 20 Anos em 2020

A virada do século XX para o século XXI foi marcado por várias transgressões no cenário musical, principalmente com a emergência do R&B, que vinha se reconsolidando com força desde os anos 1990, e com a dominação do pop adolescentes que tinha como principais nomes Christina Aguilera e Britney Spears.

A redescoberta de gêneros e a impregnação de estilos novos que marcariam época e se estenderiam até os dias de hoje, dessa forma, transforma os anos 2000 como um período fundamental para que possamos entender tanto o surgimento das tendências contemporâneas quanto o de atos artísticos lendários e revolucionários.

Por isso – e continuando nosso especial sobre músicas aniversariantes -, separamos uma breve lista com 10 músicas internacionais que completam duas décadas em 2020.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

“I’M OUTTA LOVE”, Anastacia

Anastasia pode não ser um nome muito conhecido, mas seu hit “I’m Outta Love” com certeza já deve ter passado por sua vida em algum momento. Comparada vocalmente com a icônica Aretha Franklin, a cantora entregou-se ao disco-pop em uma aclamada rendição, um impecável videoclipe e, como se não bastasse, a música mais vendida de 2000.

“THERE YOU GO”, Pink

Apesar de conhecida por suas incursões no rock-pop, Pink fez sua estreia com o single R&B “There You Go”, que fez um modesto barulho nos charts internacionais antes que ela pudesse se encontrar com os clássicos que a colocaram no topo do mundo. Inspirada por Aaliyah, a faixa fez parte de seu álbum de estreia, ‘Can’t Take Me Home’.

“IT WASN’T ME”, Shaggy

Promovendo uma transição gradual entre seu estilo reggae para o bubblegum pop, Shaggy dominou as paradas e o coração de seus fãs com o lançamento da sensual semi-balada “It Wasn’t Me” – cuja história gira em torno de uma infidelidade romântico que é negada várias vezes como forma de se salvar de um possível término. Apesar das polêmicas, é inegável dizer que a música tornou-se uma sensação internacional.

“BYE BYE BYE”, NSYNC

Antes de sua carreira solo, Justin Timberlake fez parte do famoso grupo NSYNC. E, para seu segundo álbum de estúdio, ‘No Strings Attached’, a boyband deu vida à espetacular “Bye Bye Bye”, buscando referências tanto do pop quanto do R&B e que guiaria o restante de sua carreira. O sucesso comercial rendeu à track o quarto lugar da Billboard Hot 100 e uma indicação ao Grammy de Gravação do Ano.

“SAY MY NAME”, Destiny’s Child

Assim como Timberlake, a rainha Beyoncé fez parte de um pequeno grupo intitulado Destiny’s Child. E “Say My Name” é um dos hinos que mais define a potência vocal de suas integrantes. Apesar de lançado em 1999, não foi até 2000 que o videoclipe e sua transformação em single o impulsionaria a uma das músicas mais famosas de todos os tempos – além de ter conquistado dois prêmios do Grammy.

“WHAT A GIRL WANTS”, Christina Aguilera

Uma das vozes mais marcantes do pop adolescente do final dos anos 1990 e começo da década seguinte, Christina Aguilera é dotada de uma das melhores incursões artísticas da atualidade. E, seguindo o sucesso da estreia “Genie in a Bottle”, ela provou que não era artista de um sucesso apenas e lançou “What a Girl Wants”, voltando a mostrar suas poderosas rendições e dando início à rivalidade com Britney Spears.

“WHO LET THE DOGS OUT”, Baha Men

“Who Let the Dogs Out” parece ter sido um delírio coletivo – mas não foi. Respaldado por um dos videoclipes mais insanos da década passada, a música inesperadamente dominou o mundo e, ao mesmo tempo, entregou os Baha Men para a aposentadoria – visto que nunca mais fizeram sucesso depois dessa aventura que juntou em um mesmo lugar soca, junkanoo, breakbeat e calypso.

“OOPS!… I DID IT AGAIN”, Britney Spears

Rixas à parte, a princesa do pop Britney Spears alcançou uma fama sem precedentes com a icônica “…Baby One More Time”. Pouco depois, lançou a magistral e poderosa “Oops!… I Did It Again”, single principal de seu segundo álbum de estúdio homônimo. Com uma história extremamente bem pensada e mimética, alcançou o topo dos charts em 15 países diferentes. Com produção de Max Martin e videoclipe dirigido por Nigel Dick, a canção foi indicada a três categorias do VMA.

“MUSIC”, Madonna

A música titular do álbum ‘Music’ trazia Madonna de volta para o electro-pop já explorado em sua carreira, afastando-se do intimismo de ‘Ray of Light’ e colocando-a mais uma vez nas pistas de dança com vocais robóticos andrógenos e uma produção futurística que explicam seu sucesso crítico e comercial.

“SPINNING AROUND”, Kylie Minogue

Depois do lançamento de seu subestimado ‘Impossible Princess’, a princesa do pop australiana Kylie Minogue voltava para suas raízes do disco com ‘Light Years’, que começaria sua trajetória à glória – culminando com o lendário ‘Fever’. Para promovê-lo, a performer apostou no single “Spinning Around” e falou sobre reinvenção e sobre mudanças, aliando-se à escrita sempre impecável de Paula Abdul e tendo recepção bastante favorável por parte da crítica.

‘WandaVision’ ganha novo teaser dublado no estilo ‘A Feiticeira’ e ‘Três É Demais’; Confira!

A Disney+ divulgou um novo teaser dublado de ‘WandaVision‘, trazendo o casal em uma mistura de clássicos como ‘Três É Demais’A FeiticeiraA Vida em Preto e Branco.

Confira:

Lembrando que a série estreia em 15 de janeiro.

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shakman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany, ParrisHahn.

‘A Misteriosa Sociedade Benedict’: Série de aventura do Disney+ ganha novos clipes oficiais; Confira!

O Disney+ divulgou um breve vídeo com seus lançamentos de junho de 2021 e, com isso, aproveitou para revelar novos clipes oficiais da aventura ‘A Misteriosa Sociedade Benedict’.

Confira, a partir de 00:11:

Tony Hale estrela a produção. Kristen SchaalRyan Hurst, MaameYaa BoafoGia SandhuEmmy DeOliveiraSeth CarrMarta TimofeevaMystic Inscho completam o elenco.

A adaptação, baseada nos romances de Trenton Lee Stewart, gira em torno de um grupo de quatro órfãos precoces e habilidosos que fundam uma sociedade secreta intitulada Mr. Benedict, em homenagem ao excêntrico, rico e bondoso benfeitor que une as crianças e as manda em uma missão no infame colégio interno conhecido como O Instituto.

Hale vive Benedict e o seu irmão gêmeo do mal, Mr. Curtain.

Matt ManfrediPhil Hay entram como roteiristas, enquanto Todd SlavkinDarren Swimmer serão os showrunners.

‘Através da Minha Janela’: Romance teen da Netflix ganha belíssimo cartaz oficial; Confira!

A Netflix divulgou o cartaz oficial da comédia romântica teen ‘Através da Minha Janela‘.

Confira, junto ao trailer:

O longa será lançado na plataforma no dia 4 de fevereiro de 2022.

Dirigido por Marçal Flores, o longa é baseado no livro homônimo de Ariana Godoy.

Uma jovem apaixonada pelo seu vizinho decide fazer com que ele se apaixone por ela.

Clara Galle e Julio Peña estrelam a produção.