No último ano, a atriz Jaimie Alexander afirmou que havia conseguido gravar suas cenas de ‘Thor – Ragnarok‘ durante os intervalos da série ‘Blindspot‘.
Porém, segundo os críticos norte-americanos, ela não aparece no filme.
Questionado se sua participação havia sido cortada, Kevin Feige respondeu ao Screen Rant.
“Você é a segunda pessoa que me pergunta isso… Vou usar a frase de Maz Kanata em Star Wars: O Despertar da Força: Isso é uma boa questão para outro momento… É algo assim…”, afirmou.
O mundo de Thor está prestes a explodir em Thor – Ragnarok. Seu irmão desajeitado, Loki, assumiu Asgard, a poderosa Hela emergiu para roubar o trono para si e Thor é preso no outro lado do Universo. Para escapar do cativeiro e salvar sua morada da destruição iminente, Thor deve primeiro ganhar uma batalha mortal contra seu ex-aliado e antigo Vingador… O Incrível Hulk.
O CEO da Disney, Bob Iger, revelou que o estúdio já tem planos para as franquias ‘X-Men‘, ‘Quarteto Fantástico‘, ‘Deadpool‘ e outras grandes propriedades da Fox que eles vão adquirir na fusão.
Durante a teleconferência para comentar os resultados financeiros da Walt Disney Studios, Iger insinuou os planos da Disney agora que a fusão foi aprovada:
“Avatar, X-Men, Quarteto Fantástico, Deadpool, Kingsman ePlanetas dos Macacos. Essas franquias que estamos comprando combinam perfeitamente com nosso plano de aumentar substancialmente nosso portfólio, e já temos ideias para elas”, ele afirmou.
Você está feliz que os super-heróis da Marvel voltarão para casa?
Estas são as aquisições mais quentes da Fox que vão parar nas mãos da Disney:
X-Men
O universo X nos quadrinhos é basicamente tão grande e relevante quanto a própria Marvel em si. E no terreno do audiovisual seguia pelo mesmo caminho. A franquia X-Men é atualmente uma das propriedades mais quentes da Fox. Bem, o primeiro pensamento que chega à mente uma vez o Universo X estando nas mãos da Disney é que agora o estúdio possui todos os grandes personagens da Marvel reunidos numa única casa. Homem-Aranha e X-Men eram os últimos que faltavam – e eram dois dos mais populares. Ah, sim, Quarteto Fantástico também – e voltaremos a este tópico.
Podemos esperar a inclusão dos mutantes já a partir da fase 4 dos filmes da Marvel. Não acredito que filmes como Homem-Formiga e a Vespa (2018), Capitã Marvel(2019) e o vindouro Vingadores 4 (2019), ainda sem título oficial, irão fazer uso dos personagens. Ao mesmo tempo, ano que vem estão para ser lançados X-Men: Fênix Negra, quarto da franquia iniciada em 2011 com Primeira Classe, e o derivado de terror X-Men: Novos Mutantes. O resultado de tais filmes irá ditar qual caminho o estúdio seguirá. Pensando pelo aspecto de que a Disney não curte muito deixar suas aquisições na geladeira (veja o que ela fez com Star Wars, que tem lançado um filme por ano), e que Hugh Jackman se aposentou como o popular Wolverine depois de Logan, lançado este ano, espere uma nova escalação para o personagem em breve. Ou melhor ainda, Jackman havia dito que desistiria da aposentadoria se fosse para entrar no elenco do próximo Vingadores. Bem, agora isso é uma possibilidade.
Fora isso, temos também as séries de TV derivadas desta franquia, como The Gifted e Legion.
Uma das maiores preocupações dos fãs em relação a esta bilionária compra, é se a Disney irá embarreirar produções como Deadpool e Logan, que recentemente conquistaram o direito de uma censura alta, tão almejada pelos fãs do gênero, incluindo violência gráfica extrema, muito palavrão e – a parte que ainda está devendo – nudez. Não acredito que Disney irá reverter esse quadro. É só lembrar que o estúdio tem suas subdivisões e que os filmes iniciais de Quentin Tarantino, por exemplo, vide Pulp Fiction e Jackie Brown, foram lançados enquanto a Miramax estava de posse do estúdio. Então, acredito que como sábia que é, a empresa não mexerá neste time que está ganhando, e continuaremos a receber super-heróis de censura alta. Agora, talvez até com mais frequência.
Avatar
Há muitos anos desenvolvendo as continuações de sua saga espacial, James Cameron talvez tenha o incentivo que precise agora para tirar do papel suas tão almejadas sequências. Seja como for, Avatar 2 já está confirmado para estrear no dia 18 de Dezembro de 2020, com a volta do elenco original, e Kate Winslet (quem Cameron jogou ao estrelato em Titanic) num dos papeis principais.
Alien
A franquia Alien não vai bem das pernas, com os últimos exemplares Prometheus (2012) e Alien: Covenant (2017), dirigidos por Ridley Scott. Como igualmente é uma das propriedades mais valiosas da casa, a Disney pode dar uma mexida estruturalmente, e fazer a coisa funcionar. Talvez sem Scott e seus devaneios existencialistas de boteco. Queremos ver são os xenomorfos em toda a sua glória e não histórias enfadonhas sobre criação de androides. Quem sabe agora sai do papel o filme colocado na geladeira de Neill Blomkamp, que continuaria os eventos de Aliens – O Resgate (1986), eliminando assim todos os equívocos desta franquia. Scott poderia servir apenas de produtor.
Quarteto Fantástico
Eu disse que voltaria a este tópico. Quarteto Fantástico foi a primeira superequipe da Marvel nos quadrinhos e a resposta da editora para a Liga da Justiça, da rival DC, acredite! No terreno do audiovisual, esta super família, extremamente popular nos quadrinhos, nunca teve grande sorte. Na década de 1990, um filme lançado por Roger Corman, apenas para não se perder os direitos sobre os personagens foi feito – reparem que eu não disse foi lançado, porque de fato não foi, assim se tornando uma lenda. As séries em animação dos personagens igualmente não se mostraram populares. Em meados da década passada, em 2005 e 2007, duas produções cinematográficas foram feitas com os heróis, de teor mais leve, cômico e indicado para toda a família. Em 2015, a propriedade era reinventada, com um tom mais sombrio e apelo de ficção científica, resultando num dos filmes mais desastrosos de anos recentes. A Fox então planejava um crossover dos heróis com os mutantes de X-Men. Ideia esta que a Disney agora poderá levar a fundo, além de misturá-los também com os personagens já em sua posse. Resta saber se o estúdio irá manter os atores da última adaptação. Meu pensamento é: não! Creio que a opção da Disney será recomeçar, com um novo elenco, assim como fez com o Homem-Aranha. E assim como o herói aracnídeo, a primeira aparição do Quarteto em terras de Marvel não precisará ser uma história de origem.
Predador e Planeta dos Macacos
A Fox é o estúdio retentor de mais criaturas lucrativas dentre todos os estúdios. E aqui estão mais dois, prestes a cair nas mãos da Disney. Enquanto a franquia Planeta dos Macacos foi revitalizada com esta trilogia recente que deu muito certo, e recebeu inúmeros elogios da imprensa especializada, ninguém acredita que está nos planos do novo estúdio simplesmente aposentá-la. Assim imaginamos que em breve, de uma forma ou de outra, veremos novas aventuras símias, mesmo sem Caesar e companhia. Já o Predador está com filme novo em fase de pós-produção para o lançamento em Agosto de 2018, com Shane Black na direção. O resultado do longa definirá continuações. A verdade é que a Disney com seu toque de midas faria até mesmo um novo Alien VS. Predador dar certo.
Os Simpsons e Arquivo X
Duas das séries televisivas da Fox são as mais icônicas de todos os tempos – ou as duas mais icônicas – e serão colocados em bom uso pela Disney, ninguém duvida. Os Simpsons, animação famosíssima da família amarela, está em cartaz desde 1989. Pois é. É a produção audiovisual mais duradoura da história. E se não parou até agora, não será nas mãos da Disney que irá para escanteio. Arquivo X, série de suspense e ficção científica iniciada em 1993, havia fechado as portas em 2002. Portas essas reabertas ano passado, com a décima temporada tardia, que trouxe de volta os protagonistas originais David Duchovny e Gillian Anderson. A décima primeira temporada é prometida para ano que vem. Arquivo X está entre as melhores séries de todos os tempos na opinião dos fãs.
Uma Noite no Museu e Kingsman
Franquias recentes da FOX que se mostraram extremamente lucrativas são Uma Noite no Museu e Kingsman. A primeira embora não faça muito a cabeça dos críticos, por seu teor bem infantilizado e com apelo apenas a crianças pequenas, é totalmente a praia da casa do Mickey, e o estúdio poderá certamente reinventá-la ou seguir para um quarto episódio, com o próprio Ben Stiller. A esta altura não imaginaria o motivo do ator querer sair da mira deste gordo contracheque, que provavelmente irá garantir-lhe um novo apartamento. Já Kingsman, mais subversivo e visceral, atingiu status cult em 2015, com o lançamento do original. O segundo, seguiu a mesma batida. De fato, foi tão semelhante que se tornou quase uma refilmagem. Seja como for, existe muito potencial ainda para ser totalmente abandonada.
A compra garantiu ainda para a Disney franquias como Duro de Matar, Alvin e os Esquilos, Doutor Dolittle, Esqueceram de Mim, A Era do Gelo, Rio, Percy Jackson e Maze Runner, entre outras.
E você, o que acha desta aquisição da Disney? Qual franquia gostaria de ver primeira transformada pela casa do Mickey? Ansioso pela junção de X-Men e Quarteto Fantástico com Os Vingadores? Comente!
As primeiras reações a ‘Shazam‘ continuam aparecendo na internet, e a Warner e a DC parecem ter acertado novamente após o sucesso de ‘Aquaman‘, que arrecadou mais de US$ 1 bilhão mundialmente.
As primeiras impressões de ‘Shazam!‘ foram divulgadas e são só elogios para a comédia de super-herói do diretor David F. Sandberg.
Segundo o crítico Daniel Richtman, ‘Shazam’ é o segundo melhor filme da história da DC, atrás de ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘.
Don’t believe the hype, #Shazam isn’t the best DC movie to date, it’s only the SECOND best after The Dark Knight.
“Não acredite no hype, #Shazam não é o melhor filme DC até à data. É o segundo melhor, após o Cavaleiro das trevas.”, afirmou.
Os críticos estão elogiando a dinâmica do personagem de Asher Angel e Zachary Levi, o jovem Billy Batson que se transforma em Shazam dizendo a palavra mágica, com seu novo amigo Freddie Freeman, interpretado por Jack Dylan Grazer.
O consenso geral é que o filme usa o humor e o coração para encantar o público e se diferenciar dos outros filmes do DCEU.
“#Shazam é grandioso, engraçado, adorável e diferente de tudo que a DC fez antes. Definitivamente na veia de Quero ser Grande, com Tom Hanks, mas com ação de super-herói e muitas referências a Batman e Superman. Eu esperei tanto este filme que eu queria dar-lhe um abraço de urso no final. Os filmes da DCS continuam melhorando.”, ERIK DAVIS do FANDANGO.
#Shazam is big, goofy, lovable, and unlike anything DC has done before. Definitely in the vein of Tom Hanks’ BIG, but with superhero action & lots of Batman and Superman references. I dug this film so much I wanted to give it a bear hug at the end. DC’s movies keep getting better pic.twitter.com/WQJgo61gMg
“#Shazam é uma delícia absoluta! Super vibrante, toneladas de coração e uma vibe grande de diversão amorosa. O elemento familiar é um grande encantador e o humor é encantador. Zachary Levi explora seus novos poderes. Jack Dylan Grazer é uma estrela.”, PERRI NEMIROFF do COLLIDER.
#Shazam is an absolute delight! Super vibrant, tons of heart & a great fun-loving vibe. The family element is a big charmer & so is the humor that comes with watching @ZacharyLevi explore his new powers. Said this after IT but it’s worth repeating – @Jgrazerofficial is a star.
“Zachary Levi nasceu para interpretar #Shazam. Ele oferece muitas risadas ao lado de sua co-estrela, Jack Dylan Grazer. O filme traz algumas grandes surpresas para os fãs dos quadrinhos e oferece apelo mainstream suficiente para conquistar novos fãs. Os pontos fortes de Shazam compensam definitivamente suas fraquezas.” JIM VEJVO do IGN.
Zachary Levi was born to play #Shazam He delivers lots of laughs alongside co-star Jack Dylan Grazer. The film packs some big surprises for comics buffs and offers enough mainstream appeal to win over new fans. Shazam’s strengths definitely outweigh its weaknesses. pic.twitter.com/kfFMW01jfO
“#Shazam é uma alegria absoluta. Diferente de qualquer filme do DCEU até agora… É engraçado, quente, é apaixonante e bobo. O elenco é fantástico.”, DEN OF GEEK.
#Shazam is an absolute joy. Both definitely in the DCEU and nothing at all like any DCEU movie so far, it’s funny, warm, good hearted and silly and the cast is terrific. Watch out for our review soon. pic.twitter.com/NNPU5hqNtv
“#Shazam é emocionalmente desigual, mas absolutamente divertido. Zachary Levi aperfeiçoa Shazam, embora
Jack Dylan Grazer seja o verdadeiro herói aqui. É um filme de super-herói comum, mas é refrescante e inovador”, MANSOOR MITHAIWALA do SCREENRANT.
#Shazam is emotionally uneven, yet absolutely FUN. @ZacharyLevi perfects Shazam, though @Jgrazerofficial is the real hero here. All in all, it’s an average superhero movie – but it’s one that feels like a breath of fresh air. pic.twitter.com/zwfG1hqidE
#Shazam mistura Esqueceram de Mim com Quero ser Grande, e consegue agradar toda a plateia e todas as famílias com uma história cheia de alegria e realização em um filme de super-herói que fica um pouco demais e brega às vezes. É divertido e engraçado, e fiquei surpreso com o quanto ele usa o seu coração para conquistar os fãs.”, PETER SCIRETTA do SLASHFILM.
#Shazam is parts Home Alone, parts Big, a crowd pleasing family-friendly joy-filled wish-fulfillment superhero film which gets a bit over the top and cheesy at times. It’s fun and funny, and I was surprised at how much it wears it’s heart on its sleeve.
Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.
Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).
O elenco conta com Zachary Levi, Asher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan Grazer, Grace Fulton, Lotta Losten, Ron Cephas Jones, Cooper Andrews e Mark Strong.
‘Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril de 2019.
A confirmação de que James Gunn assumiria a direção de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ fez com que muitos fãs dos quadrinhos achassem que o cineasta não voltaria a trabalhar mais com a DC/Warner Bros., após a finalização de ‘O Esquadrão Suicida‘.
No entanto, o portal Cosmic Book News afirmou que o reboot da DC não deve ser o primeiro e único projeto que ele conduzirá pela Warner. A publicação pontua que, assim que ele finalizar a produção de ‘Guardiões‘, o cineasta retornará para o DCEU para supervisar sua direção criativa.
E ainda de acordo com fontes internas ao portal, o estúdio “ama” Gunn e ele mesmo teria várias ideias de como conduzir os personagens dos quadrinhos, o que teria impressionado os executivos.
Essa informação vai ao encontro de outra notícia divulgada no passado recente, que afirmava que a Warner Bros. estaria tão contente com o andamento de ‘O Esquadrão Suicida‘, que estaria disposta a trazê-lo para “reordenar o DCEU de novo”.
De acordo com a Variety, fontes próximas ao aguardado projeto ‘O Esquadrão Suicida’ revelaram que o filme deve ter classificação indicativa para maiores de idade (R-rating), devido a cenas de violência, sexo e nudez e/ou apologia ao uso de drogas ilícitas.
A decisão partiu da própria Warner Bros., que vem se tornando mais confortável com a ideia de criar filmes de super-heróis destinados a adultos.
Margot Robbie (Harley Quinn), Joel Kinnaman, Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis do filme anterior, lançado em 2016 e dirigido por David Ayer.
O longa será lançado nos cinemas no dia 6 de agosto de 2021.
Apesar de ter sido massacrado pelos críticos, o ‘Esquadrão Suicida‘ original foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 746.8 milhões mundialmente.
A série de TV inspirada na trajetória política da vereadora Marielle Franco, assassinada no Rio de Janeiro em 2018, será lançada pelo serviço de streaming Globoplay.
A produção será dirigida pelo renomado José Padilha, responsável por grandes sucessos, como ‘Tropla de Elite’, ‘Narcos’, e ‘O Mecanismo‘.
A ideia partiu da roteirista Antonia Pellegrino (‘Tim Maia’), que irá escrever a trama ao lado de George Moura (‘Onde Nascem os Fortes’).
Com duas temporadas planejadas, a série deve servir como uma biografia de Marielle, passando por sua ascensão na política até seu assassinato, e terminando com as investigações do crime.
Em entrevista para o G1, Padilha disse que deu uma pausa em projetos estrangeiros para se dedicar à história de Marielle.
“Eu tinha vários projetos nos EUA andando com FX, Showtime, mas parei eles para esse projeto, que é onde está meu coração.”
Prevista para 2021, a série começará a ser rodada a partir do segundo semestre de 2020.
A aguardada sequência de ‘Um Príncipe em Nova York‘ estreia no Amazon Prime em 5 de Março, e os fãs já estão se questionando se a continuação será tão boa quanto o original.
Durante uma entrevista para a ET,Wesley Snipes foi questionado com a mesma pergunta e garantiu que “o público vai se mijar de tanto rir.”
“É sério, acho que as pessoas terão que usar fraldas porque vão se mijar de tanto rir. Às vezes eu nem conseguia terminar de gravar porque começávamos a rir durante as cenas. O elenco desse filme é muito talentoso e alguns astros do orignal também estão de volta. A história é muito interessante, divertida e envolvente. Acho que os fãs vão voltar no tempo quando assistirem.”
O astro também disse que ficou extremamente feliz com a oportunidade de atuar ao lado de Eddie Murphy.
“Eu quase chorei quando me disseram que eu ia trabalhar com Eddie [Murhpy]. Para um artista, isso é como ganhar na loteria. E esse filme tem uma produção incrível. Quando eu entrei no set e vi o design dos cenários e dos figurinos, eu pensei: ‘É por isso que eu faço o que faço’. Eu amo meu trabalho.”
Assista ao trailer:
Na trama, Snipes vai interpretar o General Izzi, um rigoroso e excêntrico militar de Zamunda, país natal de Akeem (Murphy).
Na nova história, Akeem descobre que tem um filho perdido nos Estados Unidos e retorna para encontrar o novo herdeiro do trono do fictício reino de Zamunda.
O longa é dirigido por Craig Brewer.
“Depois de longos anos de espera, estou empolgado com o fato de ‘Um Príncipe em Nova York 2′ estar avançando oficialmente”, disse Murphy em um comunicado. “Nós montamos uma grande equipe, que será dirigida por Craig Brewer, que acabou de fazer um trabalho incrível em ‘Meu nome é Dolemite‘, e estou ansioso para trazer todos esses personagens clássicos e amados de volta para o cinema.”
O elenco também conta com Arsenio Hall volta como Semmi e Shari Headley retorna como Lisa McDowell, além de Tracey Morgan (‘Tiras em Apuros’), Leslie Jones (‘Saturday Night Live’, ‘Caça-Fantasmas’), Kiki Layne (‘Se a Rua Beale Falasse’), Wesley Snipes, John Amos e James Earl Jones.
‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ já está em exibição nos cinemas, mas muitos leitores ainda não se sentem seguros indo assistir ao filme e querem saber quando o filme será lançado no Disney+.
A Disney ainda não revelou uma data oficial para a chegada ao streaming, mas já confirmou que suas produções terão uma janela de exibição exclusiva para os cinemas de 45 dias.
Sendo assim, ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ deve estrear no Disney+ próximo ao dia 20 de outubro, disponível sem valor adicional para os assinantes do streaming.
Vale lembrar que o filme conquistou as bilheterias mundiais e quebrou o recorde de maior estreia para o feriado de Dia do Trabalho, arrecadando US$ 71,4 milhões nos EUA no fim de semana, se tornando a 2ª maior abertura na era pandêmica, atrás somente de ‘Viúva Negra‘ – com US$ 80 milhões.
‘Shang-Chi‘ quebrou o recorde de maior arrecadação para o feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos. O recorde pertencia ao remake ‘Halloween‘, de Rob Zombie. Lançado em 2007, o longa estreou com US$ 30 milhões.
Mundialmente, são US$ 127 milhões!
O filme já está em exibição nos cinemas nacionais!
Dirigido por Destin Daniel Cretton, o filme também conta com Awkwafina, Tony Chiu-Wai Leung, Michelle Yeoh, Florian Munteanu, Fala Chen e Ronny Chieng.
Shang-Chi é o filho de um globalista com base na China que criou e educou o descendente dele em um recluso complexo chinês, treinando artes marciais e adquirindo habilidades insuperáveis. Quando ele tem a chance de entrar em contato com o resto do mundo, logo percebe que seu pai não é o humanitário que dizia ser, vendo-se obrigado a se rebelar.
A atriz Rachel Zegler, de ‘Amor Sublime Amor‘ será Lucy Gray Baird no aguardado ‘Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’, pré-sequência da adorada franquia ‘Jogos Vorazes’.
A atriz se junta a Tom Blyth, conhecido por seu trabalho no drama de época ‘A Idade Dourada’, que foi contratado para interpretar o jovem Coriolanus Snow – personagem interpretado na quadrilogia original por Donald Sutherland.
Lembrando que o filme será distribuído no Brasil pela Paris Filmes e será lançado no dia 16 de novembro de 2023.
Na trama, “nos antes de se tornar o tirânico presidente de Panem, Coriolanus Snow aos 18 anos vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird, a garota tributo do empobrecido Distrito 12”.
A história de ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ é baseada no livro prelúdio que Suzanne Collins e se passará 64 anos antes dos primeiros filmes, contando a trama dos Dias Sombrios, um período de 10 anos depois da guerra, antes de Panem atingir o seu auge.
O filme será comandado por Francis Lawrence, responsável pela direção dos últimos três capítulos de ‘Jogos Vorazes‘. O roteiro é assinado pela própria Collins e por Michael Arndt, que trabalhou em ‘Em Chamas’.
Veja as impressões em vídeos de Renato Marafon sobre o que rolou na CinemaCon:
‘The Flash‘ não saiu barato. As versões do filme da DC estão em vários estágios de desenvolvimento desde o final dos anos 1980, mas não foi até 2014 que o estúdio Warner Bros. Pictures anunciou uma lista de 10 filmes que incluía oficialmente ‘Batman vs Superman‘, ‘Liga da Justiça‘ e spin-offs solo estrelando ‘Mulher Maravilha‘, ‘Aquaman‘, ‘Cyborg‘ e o ‘Flash‘.
Datado originalmente para 2018, Flash seria lançado entre Liga da Justiça Parte Um (2017) e Parte Dois (2019) de Zack Snyder, como parte de um universo da DC Films que nunca chegou às telas. Cinco anos depois, ‘The Flash‘ finalmente cruza a linha de chegada nos cinemas em 16 de junho.
O blockbuster dirigido por Andy Muschietti custou US$ 220 milhões, de acordo com uma entrevista da CBC com o designer de produção de The Flash, Paul Austerberry.“Este filme é um grande negócio para a Warner Bros.”, disse o designer de produção vencedor do Oscar de A Forma da Água e IT Capítulo Dois de Muschietti .
O valor é mais alto que ‘Mulher-Maravilha 1984‘ e o ‘Adão Negro‘ estrelado por Dwayne Johnson (ambos supostamente US$ 200 milhões), e logo abaixo do orçamento relatado de ‘Homem de Aço‘ de 2013 (US$ 225 milhões).
Como parte de uma produção que durou de fevereiro de 2020 a outubro de 2021, The Flash foi filmado em “dois pedaços diferentes”: uma vez com Miller interpretando o atual Barry Allen, que usa sua supervelocidade para viajar no tempo, e novamente com Miller interpretando sua versão mais jovem de Barry de uma linha do tempo alternativa.
Com estreia marcada para 15 de junho nos cinemas nacionais, a adaptação é dirigida por Andy Muschietti (‘It- A Coisa’).
“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”
Sasha Calle, Michael Shannon, Ron Livingston, Maribel Verdú, Kiersey Clemons, Antje Traue e Michael Keaton completam o elenco.
A amada e divertida animação da DreamWorks, ‘Megamente’, ganhou uma sequência intitulada ‘Megamente contra o Sindicato da Perdição‘ (Megamind vs. the Doom Syndicate) – que acaba de estrear no Prime Video conquistando a 5ª posição entre os títulos mais assistidos.
Na trama escrita por Alan Schoolcraft e Brent Simons (roteiristas do original), a antiga equipe de vilões de Megamente, conhecida como Sindicato da Perdição, retornou. Agora, cabe ao recém-coroado herói azul manter as aparências malignas até que ele possa reunir seus amigos para impedir que seus ex-aliados do mal lancem Metro City para a Lua.
Dirigido por Eric Fogel, o longa foi lançado diretamente na plataforma de streaming Peacock devido a restrições orçamentárias.
Após o anúncio, os fãs já temiam que isso poderia resultar em uma leve queda na qualidade da animação… E foi o que aconteceu.
No Rotten Tomatoes, a produção registrou 0% de aprovação do público, um feito raro para qualquer produção.
Além disso, o filme terá uma série animada derivada chamada ‘Megamind Rules!’ (Megamente no Comando! – tradução livre).
A série animada ‘Megamind Rules!’ também será disponibilizada na plataforma, consistindo em oito episódios, sendo considerada um complemento para o novo filme.
Schoolcraft e Simons, assumem o papel de produtores executivos, juntamente com Eric Fogel.
Ambos, o filme e a série, já estão disponíveis na Prime Video.
Segundo o Deadline, ‘Bagagem de Risco‘ se tornou o maior lançamento da Netflix neste ano.
O novo thriller estrelado por Taron Egerton superou 42 milhões de visualizações em apenas 4 dias no streaming.
O filme também conquistou uma aprovação positiva no Rotten Tomatoes, com 86% de aprovação dos críticos, com base em 44 análises, e 59% de aprovação do público.
De maneira geral, os críticos destacaram que o filme exagera na suspensão da descrença, mas ressaltaram que, ainda assim, o longa é bastante divertido.
“Uma boa maneira de passar o tempo por algumas horas”, disse Pete Hammond do Deadline.
“Assistindo Bagagem de Risco na Netflix, você pode realmente se divertir com sua absurdidade, o que deixa bastante espaço para comentários sarcásticos no sofá da família”, disse Peter Debruge da Variety.
“Bagagem de Risco é um entretenimento puramente escapista que você pode assistir enquanto está sentado ao lado da sua árvore de Natal, e tem energia suficiente para que você não sinta a necessidade de olhar o celular a cada 10 minutos”, disse Nate Richard do Collider.
“O filme não busca total plausibilidade, mas está fundamentado na lógica e na física do mundo real. Bagagem de Risco é refrescantemente antiquado nesse sentido; está mais interessado na capacidade humana real do que no que a tecnologia moderna pode simular”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.
“‘Bagagem de Risco’ não aspira a ser muito mais do que uma diversão natalina boa e trash, mas consegue entregar isso de maneira consistente”, disse David Ehrlich do IndieWire.
“‘Bagagem de Risco’ parece que o estúdio pensou: “Vamos fazer um filme que responda à pergunta: ‘Duro de Matar é um filme de Natal?'” O roteiro acha que é mais inteligente do que realmente é, prejudicando uma atuação divertida de Jason Bateman, que está no modo total de sarcasmo”, disse M.N. Miller do FandomWire.
“O roteiro de T.J. Fixman se baseia em um conceito tão inteligente que ele eleva grande parte de “Carry-On” acima de seus momentos mais irregulares”, disse Brian Tallerico do RogerEbert.
“‘Bagagem de Risco’ é um pequeno thriller decente que oferece ação e suspense suficientes para manter o público envolvido por duas horas”, disse Gary M. Kramer do Salon.
‘Bagagem de Risco’ está disponível na Netflix
O longa é dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’, ‘Sem Escalas’). T.J. Fixman e Michael Green assinam o roteiro.
A trama acompanha um jovem agente da segurança norte-americana de transportes enquanto luta para ser mais esperto que um viajante misterioso que o chantageia para deixar um pacote perigoso entrar em um voo na véspera de Natal.
Jason Bateman, Sofia Carson, Danielle Deadwyler, Sinqua Walls, Logan Marshall-Green, Theo Rossi, Josh Brener e outros completam o elenco.
Durante a Mostra de Cinema de Tiradentes, Miguel Falabella relembrou que deu o primeiro papel de galã para o Wagner Moura a contragosto da Globo, que não queria contratá-lo.
Wagner viveu o galã da novela ‘A Lua Me Disse‘ (2005), também estrelada por Adriana Esteves. Eles formaram o casal protagonista Heloísa e Gustavo, e a trama aborda temas como amores improváveis e reviravoltas sociais.
“A Globo não queria o Wagner. Eles não achavam que ele tinha cara de galã. Mas eu quis ter ele”, afirmou Falabella.
Hoje, Wagner está indicado a Melhor Ator no Oscar por ‘O Agente Secreto‘.
Durante o anúncio de indicados ao maior prêmio do cinema, Moura conquistou uma merecida nomeação à categoria de Melhor Ator por ‘O Agente Secreto’, pouco depois de ter levado o Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama para casa.
Os vencedores serão revelados no dia 15 de março.
‘O Agente Secreto’ se passa em 1977 e acompanha Marcelo, que trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana de Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.
A turma da geração Z já conhece o mundo cheio de ferramentas tecnológicas, onde quase tudo é digital, instantâneo, onde a ansiedade toma conta do cotidiano. Até mesmo para assistir a um filme no cinema é mais difícil, fica mais confortável dar o play num streaming qualquer nas televisões cada vez maiores. Pensando um pouco sobre essa geração, segue abaixo uma lista bem legal, cheia de reflexões, com 10 filmes para você que está na casa dos 20:
Na Palma da Mão
Na trama, conhecemos Lee Na Mi (Woo-hee Chun) uma jovem super alegre que conseguiu uma oportunidade numa empresa de geleias e ainda ajuda seu pai no bem frequentado café da família. Certo dia, após uma noitada daquelas, ela deixa seu celular cair no ônibus. Uma misteriosa pessoa encontra o aparelho e a partir daí um jogo maquiavélico é imposto por um obsessivo criminoso. Ela precisara lutar com todas as forças quando seu mundo desaba completamente.
Meu Nome é Vingança
Na trama, conhecemos Santo (Alessandro Gassmann) um pacato pai de família, fã de um livro do californiano Jack London, que mora bem longe dos grandes centros italianos em uma casa confortável com sua esposa e sua filha adolescente Sofia (Ginevra Francesconi). Certo dia, após a postagem de uma foto em uma popular rede social, um grupo de criminosos invade a casa da família e mata a esposa de Santo. O motivo é que Santo é um procurado assassino de uma máfia italiana que mudou de nome tempos atrás quando era da organização criminosa Ndrangheta. Sem entender direito como lidar com essa informação Sofia terá que confiar no homem que achava que conhecia e sempre chamou de pai embarcando em uma vingança pelas ruas de Milão.
Mais que Amigos
Na trama, conhecemos o Bobby (Billy Eichner), um homem na faixa dos quarenta anos, antissocial, que apresenta um podcast de boa audiência e também faz parte da administração de um futuro museu nacional de história lgbtqia+. Ele enfrenta com muito sarcasmo sua solidão e a vida de solteiro que leva. Certo dia, em uma boate gay, acaba conhecendo Aaron (Luke Macfarlane) um advogado nascido no interior dos Estados Unidos, muito infeliz na sua profissão (ele cuida de testamentos). Os dois acabam se conhecendo melhor e ao longo do tempo, onde passam por diversos conflitos, precisarão decidir se vale a pena manter esse relacionamento ou não.
Miss França
Na trama, conhecemos Alex (Alexandre Wetter) que desde adolescente tem um mesmo sonho. Após o acidente com os pais quando era mais jovem, fora criado em orfanatos e hoje se vê morando numa pensão, sem muitas pretensões profissionais. Mas Alex tem seu sonho guardado com ele, ser Miss França, e a força de vontade de chegar até seu objetivo transforma essa jornada colocando muitos obstáculos mas sempre indo em frente. Assim, irá iniciar essa jornada contando com os próximos amigos que moram com ele na pensão.
Apollo 10 e meio: Aventura na era Espacial
Na trama, ambientada no final da década de 60, conhecemos Stan, um jovem que mora com sua grande família numa região de Houston, próximo de onde são feitos os lançamentos dos foguetes da NASA. Certo dia, o jovem é selecionado para uma missão secreta da NASA com objetivo de testar o módulo lunar dias antes de Neil Armstrong e Cia irem dar um passeio na lua. Assim, vamos conhecendo mais a visão desse jovem e todas as referências que o cercavam naquele momento.
Alice Júnior
Na trama, conhecemos Alice Júnior (), uma jovem super animada, trans, que precisa enfrentar novos desafios quando seu pai Jean (Emmanuel Rosset) precisa se mudar com ela (e a gatinha chamada Rinoceronta) para o interior do Brasil, em uma cidadezinha no Rio Grande do Sul para ir atrás de uma nova fragrância para seus produtos de beleza. Assim, Alice precisará conhecer novos amigos e enfrentar preconceitos vindos de vários lados, principalmente na nova escola.
Quase 18
Na trama, conhecemos a ‘aborrecente’ Nadine (Hailee Steinfeld), uma jovem com diversas dificuldades em se socializar com pessoas de sua idade que acaba perdendo seu pai, um dos seus únicos portos seguros. Sua relação com sua mãe Mona (Kyra Sedgwick) e seu irmão Darian (Blake Jenner) sempre foi complicada e as coisas só pioram quando uma de suas poucas amigas Krista (Haley Lu Richardson) acaba se apaixonando pelo seu irmão. Assim, ao longo dos conflituosos dias, Nadine terá que viver situações para chegar ao verdadeiro entendimento sobre os valores da vida, para isso contará com a ajuda inusitada de seu professor Mr. Brunner (Woody Harrelson).
Sing Street
Na trama, passado em uma Dublin em meados dos anos 80, conhecemos Conor (Ferdia Walsh-Peelo) um adolescente que se muda para uma nova escola onde começa a sofrer bullying. Em meio a uma tentativa de ser forte em relação a essa situação, se apaixona perdidamente por uma jovem mais velha e para conquistar seu coração, resolve criar uma banda com alguns amigos, que conhece na nova escola, e assim uma linda história de amor surge.
Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer
Na trama, conhecemos Greg (Thomas Mann), um amante de filmes cults que adora utilizar seu leque de piadinhas estranhas, além de diariamente lutar para ser invisível sendo um raro mas conhecido habitante de todos os grupinhos da escola. Seu único amigo é Earl (RJ Cyler), um outro jovem bem solitário, juntos adoram passar seus tempos vagos produzindo estranhas adaptações cinematográficas. Apocalipse Now, Laranja Mecânica, muitos clássicos do cinema ganham suas versões na mente dos jovens amigos. Certo dia, a mãe de Greg dá a notícia que uma amiga dele da escola, Rachel (Olivia Cooke) está com câncer e pede para que ele se aproxime dela para ajudar neste momento difícil. A partir daí nasce uma grande amizade e várias descobertas sobre a vida vão acontecer.
Valentina
Na trama, conhecemos Valentina (Thiessa Woinbackk), uma jovem perto dos 18 anos, trans, inteligente que está trocando de cidade após a mãe Márcia (Guta Stresser), técnica de enfermagem, passar em um concurso para o interior de Minas Gerais. Chegando na nova cidade, busca uma nova vida ao lado da mãe. A protagonista faz logo amizades mas também acaba sendo alvo do preconceito de alguns.
Olivia Wilde é Carrie, Jean Grey e Lucy nesse terror B
O terror era o meu gênero preferido na infância e adolescência. O fato não é um caso raro. Ao contrário de qualquer outro gênero cinematográfico, o terror é onde o público consegue um maior imediatismo de sensações. O que conta é o momento e não tanto o que ressoa, ou o que levamos conosco. Por isso, o terror permanece como o gênero mais jovem do cinema, cujo público tem como base os adolescentes. Não os culpo, justamente porque já fui um.
A inquietude típica da fase nos volta para a ação e a adrenalina. Se não estiver acontecendo correria e gritos na tela, a atenção é perdida. Justamente por isso, não se pode perder tempo com muitos diálogos, mesmo que sejam justificados para explicar a trama. O que conta mais são os sustos e por vezes, o sangue. Com a idade, muitos avaliadores, como o que vos fala, continua sua paixão pelo gênero – ainda não me tornei esnobe o suficiente para desprezá-lo por completo. No entanto, começamos a prezar justamente o que “nossos eu” do passado achariam chatos. Os filmes de terror mais voltados para o psicológico, para o desenvolvimento de personagens, diálogos expositivos e não tanto a matança desenfreada.
Pensando por este aspecto, chega para os brasileiros neste fim de semana, Renascida do Inferno (The Lazarus Effect), filme de terror encabeçado por um bom elenco, fazendo uso de uma trama interessante e a promessa de referências legais. Veja essa história: cientistas trabalham em um laboratório subterrâneo desenvolvendo um experimento que trará os mortos de volta à vida. Calma, tem mais. Após um acidente, o experimento precisa ser usado numa das cientistas. O problema é que ela não volta “pura”. Com uma premissa dessas, tudo desde Re-Animator: A Hora dos Mortos Vivos, Hellraiser – Renascido do Inferno, A Volta dos Mortos Vivos 3 e Linha Mortal vem à mente do ávido cinéfilo, louco por um bom terror nas telonas.
O segredo está na diversão e na criatividade. Tais elementos parecem cada vez mais raros. Mas a explicação está no próprio público, sempre querendo mais do mesmo. Qualquer coisa que fuja dos moldes do que já deu certo não é aceito. O resultado é uma safra de filmes de terror genéricos, todos padronizados, dos quais é difícil diferenciá-los ou sequer lembrá-los. E infelizmente é onde se encaixa este Renascida do Inferno, um filme promissor que se deixa guiar pelos clichês do subgênero. Além disso, o filme nunca consegue quebrar o molde, ficando preso em conceitos antigos e pouco inspirados.
O elenco, como dito, é bom, e tem nomes como Olivia Wilde e Mark Duplass, atores proeminentes do cinema independente norte-americano – fato que somou na curiosidade em relação ao filme. Estreia na direção de ficção do cineasta de documentários David Gelb, o filme foi escrito pela dupla Luke Dawson (Imagens do Além) e Jeremy Slater (do novo Quarteto Fantástico). Wilde e Duplass interpretam um casal de cientistas criadores do tal soro da ressurreição. É espantoso, por exemplo, como o roteiro trata o personagem de Duplass, que entra para o hall dos homens da ciência mais estúpidos do cinema. O personagem toma uma decisão equivocada atrás da outra, começando por levar um cachorro ressurgido da morte para casa, e terminando por… bem, veja o filme.
O que mais incomoda em Renascida do Inferno é o filme não ser nada além de um slasher, mesmo que um sobrenatural. A estrutura tem um vilão, ou no caso deste, uma vilã, que sai matando um a um, todos os membros da equipe. Muitos podem dizer que existem fatores interessantes, como um elemento que assemelha o filme ao acelerado Lucy (com Scarlett Johnasson), mas tais pequenos detalhes simplesmente não são o suficiente para redimir uma produção que nos faz passar por (mesmo que apenas) 83 minutos de material muito reciclado.
Disponível no Acervo Atual da Netflix, ‘A Hora do Espanto’ foi o maior sucesso do gênero em 1985
Foi o amor por filmes de terror e por histórias de vampiros que fez o diretor Tom Holland criar A Hora do Espanto. Comecemos por partes. Não, não é esse Tom Holland que você está pensando. Antes do intérprete atual do herói Homem-Aranha no cinema, outro artista de mesmo nome fazia sucesso no mundo da sétima arte – em especial em produções de gênero como o terror. Esse Tom Holland é, entre outras coisas, o diretor de outro grande clássico do horror dos anos 80: Brinquedo Assassino (1988), o primeiro filme do querido boneco Chucky. Só por estes dois esforços na direção, o cineasta tem seu nome cativo no panteão do cinema entretenimento.
Holland começou a escrever seu nome em Hollywood ao assinar o roteiro de Psicose 2 (1983), continuação do clássico absoluto de Hitchcock, e seu primeiro grande trabalho na indústria. Enquanto escrevia seu trabalho seguinte, a aventura infanto-juvenil cult Os Heróis Não Tem Idade (1984), Holland começou a pensar num conceito para uma história: sobre um adolescente fã de filmes de terror que desconfia que seu vizinho na casa ao lado seja um vampiro. O conceito era interessante, mas o próprio roteirista não achava que era forte o suficiente para sustentar uma história inteira. O entrave em sua cabeça parava na pergunta: “o que ele vai fazer?”, já que a primeira reação de todos seria achar que o jovem estava louco. Assim, Holland via esta ideia empacada e permaneceu desta forma, somente em sua cabeça, por um ano.
‘A Hora do Espanto’, criado por Tom Holland, se tornou um dos mais icônicos filmes de terror dos anos 1980.
Em determinada ocasião, enquanto conversava sobre essa sua ideia com John Byers, então o chefão do estúdio Columbia Pictures (hoje Sony), o próprio Holland viu a lâmpada acender em sua cabeça. E o que o roteirista bolou foi: “ele iria diretamente falar com Vincent Price”. O citado ator veterano era sinônimo de filmes de terror e muitos contendo tais criaturas das trevas bebedoras de sangue. E assim nascia não apenas o personagem Peter Vincent, como também sua inspiração completa para escrever A Hora do Espanto.
Na trama, Charley Brewster (William Ragsdale) é um adolescente comum. Ele tem uma namorada, Amy (Amanda Bearse) e um melhor amigo “Evil” Ed (Stephen Geoffreys). Apaixonado por clássicos filmes de terror, o rapaz é fã do programa A Hora do Espanto (Fright Night, algo como Noite do Medo), uma maratona noturna de filmes de terror antigos e esquecidos, apresentada por um astro veterano de tais filmes, Peter Vincent (Roddy McDowall). Quando Charley começa a desconfiar e depois confirma que seu novo vizinho seja de fato um vampiro assassino que está matando jovens mulheres na sua cidadezinha, ele tenta alistar a ajuda de seus amigos e até mesmo de seu ídolo, um pseudo especialista nas criaturas noturnas.
Segundo o próprio diretor, o jovem Charley é a motor de ‘A Hora do Espanto’, mas Peter Vincent é o seu coração.
Este tipo de programa apresentado no filme era muito comum e popular nos EUA nas TVs abertas por lá. Foram estes programas que popularizaram figuras como Elvira, personagem de Cassandra Peterson, que iniciou sua carreira como anfitriã na TV neste segmento. Ou seja, A Hora do Espanto não é apenas um filme apaixonado pelo gênero terror ou vampiros, mas também homenageia e presta tributo a um tipo de atração televisiva muito popular no passado, que ainda estava no auge na década de 1980, mas que hoje, assim como tantos itens da cultura pop do passado, se tornaram esquecidos. Segundo o próprio Holland, Peter Vincent e seu background televisivo são o coração do filme.
Depois de ter bolado uma espécie de homenagem metalinguística a uma era (fã e apresentador de programa de terror se veem num próprio filme de terror), Tom Holland escreveu o roteiro completo em três semanas. Mas aí viria a pegadinha. O roteirista queria estrear na direção, com este seu então mais recente texto. Acontece que Holland havia se decepcionado muito com o tratamento que um de seus roteiros havia recebido em tela, no filme Tudo por uma Verdade (1984), e assim conseguiu um acordo com a Columbia, que apostou num diretor novato – ninguém poderia prever o sucesso que o seu filme de vampiros faria.
Aposta certa! A Columbia (Sony) bancou o projeto e o resultado foi muito satisfatório.
Com o diretor de primeira viagem Tom Holland contratado para sua grande estreia – num terror que misturava muito humor e autoconsciência em sua narrativa -, o próximo passo dado era contratar os atores certos para os personagens. É claro que a “alma” do filme, Peter Vincent, precisava e só poderia ser um único ator: Vincent Price. De fato, Holland criou o nome do personagem tendo Price em mente, e também o ator Peter Cushing. No entanto, a saúde de Vincent Price não estava das melhores e o ator evitava trabalhar de forma intensa, ou sequer estava aceitando papeis em filmes de terror nesta época. Ele viria a realizar seu último filme no cinema cinco anos depois com Edward Mãos de Tesoura (1990), de Tim Burton. Assim, Holland recorreu a Roddy McDowall, imortalizado por seu papel de Cornelius no clássico O Planeta dos Macacos (1968).
Já para o papel do protagonista Charley Brewster, “o menino que grita lobo”, segundo a definição do próprio criador, um nome famoso que quase terminou com o papel foi Charlie Sheen. Segundo Holland, no entanto, a aparência de Sheen era a de um herói e não era o que o autor buscava para Charley. Com William Ragsdale, o diretor encontrou um “rapaz mais mundano” e identificável. Isso porque a intenção do cineasta com o filme era validá-lo para o público moderno (da época), ao enraizá-lo na realidade, justamente por isso usou como cenário os subúrbios de uma cidadezinha norte-americana.
O veterano Roddy McDowall interpreta Peter Vincent, personagem inspirado em Vincent Price.
A Hora do Espanto, curiosamente, não era prioridade para a Columbia Pictures na época. O estúdio estava concentrando todas as suas forças em fazer de Perfeição, filme sobre a investigação real da revista Rolling Stone na “azaração” que rolava em academias de ginástica (protagonizado por John Travolta e Jamie Lee Curtis), o seu grande sucesso daquele ano de 1985. Fora este, outra grande prioridade da casa era História de um Amor, outro romance, este musical, com Rebecca De Mornay. Ironicamente, História de um Amor passou mais que em branco, passou “transparente”, e Perfeição viveu para se tornar um dos fracassos mais retumbantes não apenas dos anos 1980, mas da história de Hollywood. Mesmo assim, o estúdio cedeu US$9.5 milhões para o orçamento de A Hora do Espanto, dos quais US$1 milhão foi gasto apenas com os efeitos visuais do longa – se tornando o primeiro filme de vampiros a gastar tanto com efeitos.
Enquanto as prioridades da Columbia fracassavam, A Hora do Espanto se tornava um grande sucesso. O terror foi o filme do gênero mais bem sucedido daquela temporada e o segundo mais rentável do ano de 1985, ficando atrás somente da bilheteria de um peso pesado: A Hora do Pesadelo 2 – A Vingança de Freddy.
O vampiro Jerry Dandrige (Chris Sarandon) se tornaria um vilão tão icônico quanto Freddy Krueger nos anos 80.
Ah sim, neste momento devo adereçar um dos personagens principais do longa e o principal antagonista: Jerry Dandrige. O tal vizinho vampiro é um sedutor de primeira, igualmente carismático, ameaçador e aterrorizante. Para o papel foi escalado Chris Sarandon, num de seus melhores e mais divertidos desempenhos. E por falar no vilão, o filme do vampiro e o segundo de Freddy Krueger guardam mais semelhanças do que apenas a boa bilheteria, monstros icônicos, maquiagem de primeira e tramas com terror e certo humor. A Hora do Espanto e A Hora do Pesadelo 2 possuem subtexto gay em sua narrativa. Bem, A Vingança de Freddy hoje é notoriamente conhecido por este fator – eu inclusive escrevi uma matéria sobre isso, que você pode conferir no link abaixo. Quanto à Hora do Espanto, o elemento gay que é constantemente cada vez mais adereçado hoje é a relação entre Jerry, o vampiro sedutor, e seu “cuidador”, o zumbi Billy (Jonathan Stark). Basta uma segunda olhada no filme para entender um pouco melhor esta dinâmica.
Segundo o autor, os personagens e sua relação foram criados com estes tons subliminares de forma proposital, embora nenhum dos dois intérpretes (Sarandon e Stark) tenham pego as referências ao atuarem nestes papeis. Há inclusive um ponto de debate sobre a sexualidade do melhor amigo Evil Ed, personificado de forma única por Stephen Geoffreys. Seu desempenho amalucado e histérico, claramente afetado e dono de uma das risadas mais estridentes e icônicas dos anos 1980, deram início a uma linha de pensamento sobre Ed ser um personagem gay. O próprio Holland diz que embora essa não tenha sido sua intenção na época, o personagem pode ser lido sim desta forma. “Você pode dizer que Evil Ed era o rapaz gay que sofre bullying”, diz o criador. O bullying sofrido por Ed é adereçado em alguns momentos do longa e até mesmo no diálogo quando o vampiro seduz o jovem para que se junte a ele. “Você não precisa ter medo de mim. Eu sei como é ser diferente. Eles não irão implicar mais com você ou te bater. Eu irei garantir isso”, profere o vampiro. Mas segundo o diretor, a ideia por trás de Evil Ed era a do garoto nerd que lê gibis de terror demais. Já a relação entre os vilões Jerry e Billy, essa sim, Holland afirma ter sido criada de forma intencional.
A namorada Amy (Amanda Bearse) e o melhor amigo ‘Evil’ Ed (Stephen Geoffreys) são os fiéis escudeiros do protagonista.
Dentre as referências usadas por Tom Holland na criação de A Hora do Espanto, além dos clássicos da Hammer, podemos encontrar também inúmeras homenagens ao primeiro livro de vampiros de Stephen King, Salem’s Lot. O texto foi adaptado, não para o cinema, mas para a TV, na forma de uma minissérie em dois episódios em 1979, intitulada Os Vampiros de Salem. O mesmo material serviu de forte influência na criação da série de sucesso recente da Netflix, Missa da Meia Noite(2021), criada por Mike Flanagan.
O sucesso de A Hora do Espanto foi tanto que se estendeu para outras mídias, como videogames, algo que era comum na época. Assim, em 1988, um o game oficial licenciado era lançado para os computadores Commodore Amiga, onde o personagem a ser controlado era não Charley, mas sim o vampiro Jerry. Fora isso, Castlevania, um dos games mais famosos e cultuados de todos os tempos, que se tornaria uma grande franquia, era lançado em 1986 e trazia homenagem ao filme de Holland. O personagem do caçador de vampiros no game, chamado Charlie Vincent, é referência aos personagens Charley Brewster e Peter Vincent do longa.
O inesquecível Evil Ed é seduzido pelo lado sombrio e se torna uma criatura das trevas.
Nesta época, esse estilo de temática de horror clássico, abordando tópicos como vampiros, havia ficado ultrapassado pelas gerações mais novas e nos anos 1980 precisou de uma roupagem moderna e esperta para ser revivido. Uma prova de quão inteligente era o roteiro é mostrada num diálogo proferido por Peter Vincent, que cita a preferência do público da época. “Tudo o que eles querem é um louco demente por aí numa máscara de esqui picotando jovens virgens”, diz o apresentador. É claro, fazendo menção certeira às sequências de Sexta-Feira 13, que povoavam e dominavam os cinemas na década de 80. No entanto, a esta altura, a franquia de Jason já se encontrava em seu quinto exemplar, com Um Novo Começo(1985), que não foi páreo para A Hora do Espanto nas bilheterias.
A Hora do Espanto arrecadou US$25 milhões em sua estadia nos cinemas, como dito, se tornando o sucesso surpresa daquela temporada. Em seu fim de semana de estreia nos cinemas dos EUA, enfrentou a pesada concorrência do esmaga quarteirão De Volta para o Futuro e da continuação Férias Frustradas 2, debutando em terceira posição do ranking – conseguindo triunfar sobre Mulher Nota Mil, outro clássico absoluto dos 80’s que estreava no mesmo dia. Algumas décadas depois e o terror ainda demonstra seu poder de culto, com o lançamento do Blu-ray limitado de edição comemorativa do aniversário de 30 anos em 2015 – dos quais foram fabricadas apenas cinco mil cópias – esgotando em menos de 48 horas.
Quem vê cara, não vê coração. Amy também se vê vítima do vampiro Jerry.
O sucesso fez gerar uma sequência três anos depois, sem qualquer envolvimento do criador original Tom Holland. A Hora do Espanto 2 (1988) foi escrito e dirigido por Tommy Lee Wallace (Halloween 3 – A Noite das Bruxas). Em 2011, A Hora do Espanto ganhou um remake com Colin Farrell e o saudoso Anton Yelchin nos papeis principais, e direção de Craig Gillespie – dos sucessos Eu, Tonya (2017) e Cruella (2021). Dois anos depois, em 2013, A Hora do Espanto 2 era lançado direto no mercado de vídeo. Este filme, que não conta com nenhum dos envolvidos no remake, embora leve o título “2”, não é uma continuação, mas sim um novo reboot da franquia.
Na versão original do roteiro, o filme possuía um desfecho diferente. O que ganhamos é ambíguo e flerta com a possibilidade de uma continuação, quando Charley nota olhos vermelhos no escuro e ganhamos a frase de Evil Ed que marca o filme “You’re so Cool Brewster”, seguida de suas gargalhadas. Com isso, teorias afirmam que o melhor amigo de Charley permaneceu vivo e no desfecho original Peter Vincent igualmente se transformaria em um vampiro na frente das câmeras de seu programa. Também em 2015, Tom Holland durante um programa do Youtube foi perguntado pelos fãs qual dentre seus filmes ele gostaria de realizar uma sequência, ignorando as continuações e reboots. O cineasta respondeu A Hora do Espanto e disse que para isso reutilizaria o elenco original. o diretor foi ainda mais longe e chegou até mesmo a apresentar seu pitch. Sua ideia seria por um Charley Brewster adulto e pai solteiro, herdando a casa de sua mãe e se mudando para lá com seus dois filhos adolescentes. Os jovens estariam convencidos de que algo maligno se encontra na casa ao lado. E eles estão certos, já que Evil Ed invadiu a mansão abandonada e tenta ressuscitar Jerry Dandrige. Com quem precisamos falar para isso acontecer o mais rápido possível?
Baseada no aclamado filme independente, esta série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca.
Dirigido pela dupla Dennis Widmyer e Kevin Kolsch (‘Starry Eyes‘), o longa é baseado na obra homônima de Stephen King.
O médico Louis Creed muda com a mulher e dois filhos pequenos para uma casa de campo em Ludlow, Maine. Em frente à casa passa uma rodovia movimentada e, atrás, há um cemitério de animais. Por meio do velho Crandall, seu vizinho, Creed descobre também perto dali um antigo cemitério indígena, que tem o poder de mandar de volta à vida os corpos enterrados nele. Quando sua filha Ellie morre atropelada, Creed resolve enterrá-la no cemitério indígena e esperar por sua ressurreição.
O elenco conta com Amy Seimetz, Jason Clarke,Obssa Ahmed, Alyssa Brooke Levine e John Lithgow.
‘Cemitério Maldito‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de abril de 2019.
A 2ª temporada da polêmica série ‘Insatiable‘ já estreou na Netflix! Todos os 10 episódios da nova temporada já estão disponíveis no serviço de streaming.
Vale lembrar que o programa virou alvo de polêmicas após ser acusado de ser gordofóbico, enfrentando um abaixo-assinado online com mais de 220 mil assinaturas pedindo o seu cancelamento. Além disso, foi massacrada por críticos internacionais, conquistando apenas 11% de aprovação no Rotten Tomatoes e sendo considerada a PIOR série do ano.
Confira o trailer:
A história acompanha Patty, uma jovem que sofreu bullying durante toda a infância e adolescência por conta de seu peso. Após ter emagrecido, ela quer vingança contra todos os que a fizeram se sentir mal.
O elenco inclui Debby Ryan, Alyssa Milano, Erinn Westbrook, Sarah Colonna, Kimmy Shields, Irene Choi, Arden Myrin, Dallas Roberts, Vincent Rodriguez III e Christopher Gorham.
A sequência do terror ‘Medo Profundo‘, intitulada ‘Black Water: Abyss‘, ganhou um novo comercial intenso.
Confira:
O longa será lançado direto em VOD no dia 7 de agosto.
A sequência contará com a mesma equipe responsável pelo primeiro filme, incluindo o diretor, Andrew Traucki (‘Perigo em Alto Mar‘), e a produtora Altitude.
Na trama, um casal aventureiro que convence seus amigos a explorar um remoto sistema de cavernas nas florestas do norte da Austrália. Com uma tempestade se aproximando, eles descem para a entrada da caverna, que começa a inundar, e se encontram ameaçados por um bando de crocodilos, o que os levará a uma intensa luta pela sobrevivência.
O elenco inclui Jessica McNamee, Luke Mitchell, Amali Golden, Anthony J. Sharpe e Benjamin Hoetjes.
O protudor Mike Runagall disse que a sequência irá manter o mesmo espírito que o original, evitando efeitos computadorizados e mostrando filmagens de crocodilos reais.
“A humanidade luta pelo seu futuro, à medida em que Godzilla e Kong embarcam em um caminho de destruição que trará as duas forças da natureza mais potentes do mundo se colidindo em uma grandiosa guerra”.
O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian Dennison, Rebecca Hall, Eiza Gonzalez, Brian Tyree Henry, Alexander Skarsgård, Jessica Henwick e Demian Bichir.
O canal USA cancelou oficialmente a série antológica ‘The Sinner‘ após quatro temporadas.
“Foi um grande prazer e privilégio poder contar essas histórias em ‘The Sinner’ pelas últimas quatro temporadas,”declarou o criador Derek Simonds. “O canal USA foi um grande parceiro e continuamente apoiou nossa visão para a série, e estou muito feliz que a história dramática de Harry Ambrose terminará como havíamos idealizado nessa última temporada. Quero agradecer ao meu parceiro de crime Bill Pullman, e aos talentosos atores, roteiristas, diretores e equipe, que ajudaram a dar vida a essa série. Foi um jornada incrível.”
O último episódio do quarto ciclo irá ao ar no dia 1º de dezembro.
Ainda se recuperando do trauma do caso anterior, o aposentado Harry Ambrose (Bill Pullman) viaja para uma ilha em Maine para relaxar ao lado de sua parceira Sonya (Jessica Hecht), mas quando uma tragédia inesperada acontece envolvendo Percy Muldoon, filha de uma proeminente família local, Ambrose é recrutado para ajudar na investigação – apenas para ser jogado em um novo mistério cheio de paranoia que deixará essa cidade, e a vida de Ambrose, de cabeça para baixo.
O novo ciclo contará com Alice Kremelberg, Frances Fisher, Neal Huff, Cindy Cheung, Ronin Wong e Michael Mosley no elenco.
Vale lembrar que todas as três temporadas estão disponíveis na Netflix!
O terror ‘Final Summer‘, slasher no mesmo estilo do clássico ‘Sexta-Feira 13‘, ganhou o primeiro teaser.
Confira:
John Isberg é responsável pela direção.
No verão de 1991, é durante o último dia no acampamento de verão Camp Silverlake quando a tragédia acontece. Naquela noite, enquanto os conselheiros tentam fechar o acampamento, alguém está esperando na escuridão em busca de vingança. Quem é o assassino mascarado? É uma lenda urbana ou algo mais sinistro?
O terror irá estrear no festival Popcorn Frights no dia 13 de agosto, mas segue sem previsão de lançamento.
De acordo com o THR, Sydney Chandler (‘SKAM Austin’) será a protagonista da série ‘Alien‘, que está sendo desenvolvida pelo canal FX.
Infelizmente, detalhes sobre sua personagem não foram divulgados.
A atriz é relativamente nova, tendo apenas seis créditos no seu currículo – que incluem dois curtas, a participação em duas séries e dois filmes, sendo ‘Não se Preocupe, Querida‘ o título mais popular entre eles.
Criada por Noah Hawley (‘Legion’), a série será uma “extensão e reinvenção da franquia”.
Anteriormente, e o chefe do FX Network, John Landgraf, confirmou que todos os roteiros dos episódios já estão prontos. Com isso, a fotografia principal deve começar ainda este ano.
“Estamos muito entusiasmados com isso”, disse Landgraf. “Noah Hawley é um grande talento e um fã enorme da franquia Alien, então estamos confiantes de que ele fará algo realmente especial com essa série”.
Vale lembrar que a Ellen Ripley não irá aparecer na série. A trama se passará em um futuro próximo no Planeta Terra, décadas antes dos eventos do filme ‘Alien – O Oitavo Passageiro‘.
Ridley Scott, diretor do filme original, servirá como produtor do série.
Além da série, a franquia também ganhará um novo filme. O longa será dirigido por Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’), e está sendo descrito como uma “história independente e original”.
De acordo com o TecMundo, o Procon-SP irá analisar as mudanças do serviço de streaming da Max após as reclamações dos assinantes.
O órgão destaca a tentativa da empresa de streaming de realizar alterações unilaterais de contrato, o que viola o Código de Defesa do Consumidor.
“Após a celebração do contrato, este só poderá ser alterado quando houver concordância expressa das partes. Dessa forma, no caso de a operadora enviar uma alteração contratual ou mesmo um novo contrato, este somente terá validade se o consumidor aceitar os seus termos,” declarou o Procon-SP.
Apesar do corte de planos e do aumento dos preços, a conversão da HBO Max para Max no Brasil dará aos assinantes veteranos a oferta introdutória de 50% de desconto faturada por meio do antigo streaming, desde que cumpram os termos e condições da promoção.
Ainda assim, os usuários da plataforma foram protestar nas redes sociais e já estão reclamando das alterações e da ausência de conteúdos.
Confira as reações, junto com o quadro de mudanças nos planos:
É galera, o Max tá com muita coisa faltando que tinha no HBO Max.
Muitos dos conteúdos recentes que chegaram nos últimos meses estão pendentes.
Resta saber se vão adicionar nos próximos dias, ou não voltam mesmo.
Cancelei HBO MAX pq o app é uma MERDA que trava o tempo todo, vi que mudou o app pro Max e reativei a assinatura pra ver se tava melhor, CONTINUA MESMA MERDA, impossível não cancelar pic.twitter.com/I2pab2HnFP
Legal HBO Max virou Max (grande mudança) e até agora o super shock não entrou no catálogo do Brasil que é a aonde realmente tem gente que ama esse personagem e seu universo pic.twitter.com/ChCJWrW02K
Max oferecerá 3 planos (*) para novos assinantes no lançamento, cada um com opção de pagamento mensal ou anual, que contará com economia de até 36% (**), quando a assinatura é feita diretamente através da Max. Para mais detalhes sobre os planos e preços clique aqui.
Plano Básico com Anúncios:
• Este plano permitirá aos usuários desfrutar do catálogo de Max por um preço menor e incluirá publicidade. • O conteúdo poderá ser assistido em dois dispositivos simultaneamente. • O conteúdo estará disponível em resolução Full HD. • A assinatura mensal custará R$ 29,90 e a anual R$ 225,90.
Plano Standard:
• O conteúdo poderá ser assistido em dois dispositivos simultaneamente. • O conteúdo estará disponível em resolução Full HD. • Este plano permitirá até 30 downloads de conteúdo para visualização sem conexão com a internet. • A assinatura mensal custará R$ 39,90 e a anual custará R$ 357,90.
Plano Platinum:
• Oferecerá a melhor experiência para o consumidor. • O conteúdo poderá ser assistido em quatro dispositivos simultaneamente. • O conteúdo estará disponível em resolução Full HD ou 4K e com som Dolby Atmos. • O plano permite até 100 downloads de conteúdo para visualização sem conexão com a internet. • A assinatura mensal custará R$ 55,90 e a anual R$ 477,90.
O aplicativo da HBO Max será atualizado automaticamente para o aplicativo da Max.
Na Max será possível encontrar uma variedade incrível de conteúdos da extensa família de marcas icônicas da Warner Bros. Discovery na América Latina, incluindo HBO, Warner Bros., o Universo DC, Discovery, Discovery Home & Health, ID, Cartoon Network, Discovery Kids e Adult Swim, com as franquias mais queridas pelos fãs ao redor do mundo, incluindo GAME OF THRONES, o mágico mundo de HARRY POTTER, THE BIG BANG THEORY, os super-heróis da DC, os personagens de LOONEY TUNES, RICK E MORTY, LARGADOS E PELADOS e 90 DIAS PARA CASAR, entre outras.
Além disso, a proposta de conteúdo da plataforma incluirá a primeira janela de exibição de filmes de grandes estúdios, como Sony Pictures; eventos ao vivo, como a Temporada de Premiações e torneios esportivos; e produções originais locais desenvolvidas em conjunto com a talentosa comunidade de criadores e artistas latino-americanos. Tudo isso acompanhado de uma experiência de usuário melhorada que permitirá a cada consumidor escolher e descobrir sua própria jornada pela plataforma.
(*) A Resolução Full HD, 4K e som Dolby Atmos podem não estar disponíveis em todos os conteúdos de cada plano. O conteúdo ao vivo nos planos Standard e Platinum pode conter anúncios. Alguns conteúdos podem conter restrições para downloads. (**) Economia baseada no plano anual de menor preço em comparação à sua versão mensal ao longo de 12 meses.
Em PEQUENAS COISAS COMO ESTAS, Bill Furlong, um respeitável comerciante de carvão e madeira, leva uma vida simples com a família. Durante o período de Natal, ele faz uma descoberta perturbadora sobre um convento local e as jovens mulheres que ali vivem.
Durante o tapete vermelho na HBO Max Nominee Celebration Day, Bella Ramsey foi questionada sobre a possibilidade de se juntar ao Pedro Pascal, seu colega de elenco em ‘The Last of Us‘, no Universo Compartilhado da Marvel.
Ramsey surpreendeu ao responder que adoraria interpretar uma versão do Homem-Aranha.
“Eu não sei sobre isso. Eu poderia interpretar o Homem-Aranha. Tom Holland fez um ótimo trabalho no papel, então, talvez, eles precisem criar um novo super-herói para mim.”
Vale lembrar que, segundo rumores, Ramsey é umas das principais escolhas do estúdio para o papel de Kitty Pryde/Lince Negra na nova adaptação dos ‘X-Men‘.
O próximo filme do amigão da vizinhança, intitulado ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘, está programado para estrear no dia 31 de julho de 2026.
Esse será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney.
O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.
A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.
De acordo com o Deadline, Ella Rubin (‘Until Dawn: Noite de Terror’) foi confirmada no elenco de ‘O Deus da Floresta‘ (The God of the Woods), nova série de suspense que está sendo desenvolvida pela Netflix.
Ela se junta às atrizes Maya Hawke (‘Stranger Things’) e Kerry Condon (‘Mergulho Noturno’), previamente anunciadas.
A trama acompanha o misterioso desaparecimento de uma adolescente, Barbara Van Laar, em um acampamento de verão em 1975, que remete ao desaparecimento não resolvido de seu irmão mais velho, catorze anos antes. A série conta a história da abastada família Van Laar enquanto seus membros lutam para manter a união familiar, desenterrando segredos devastadores no processo.
O seriado é baseado no romance homônimo escrito por Liz Moore.
A autora também servirá como showrunner, roteirista e produtora executiva ao lado de Liz Hannah (‘The Girl from Plainville’).
Hawke dará vida a Judy Luptack, uma investigadora inteligente e quietamente determinada que é escalada para desvendar o mistério por trás do desaparecimento de uma jovem garota em um acampamento de verão em Nova York.
Condon, por sua vez, será Alice Van Laar, uma mulher que, endurecida pela dor de uma tragédia familiar do passado e presa em um casamento desprezível, é forçada a encarar o inimaginável quando sua filha de 13 anos desaparece.
Produzida pela Sony Pictures Television, ‘O Deus da Floresta’ é um drama multigeneracional ambientado nas montanhas Adirondack. À medida que passado e presente colidem, a riqueza e a influência dos Van Laar se desfazem, revelando as consequências danosas do privilégio e do abuso de poder.
‘Pantera Negra’ será a primeira adaptação dos quadrinhos da Marvel cujo elenco é predominantemente negro e para Kevin Feig, presidente da Marvel Studios, existe uma certa responsabilidade social que a produção carrega diante de seu público.
Durante uma entrevista com a revista Entertainment Weekly, ele pontuou que estamos vivendo em uma época onde a representatividade é cada vez mais forte e que o primeiro filme solo do Pantera trará novos modelos para as crianças se inspirarem:
“Ryan Cogler está fazendo esse filme para aquele menino de oito anos de idade que ele era quando descobriu os quadrinhos do ‘Pantera’, bem como está fazendo para a nova geração de crianças da mesma faixa etária, para inspirar as próximas gerações do mesmo jeito que estes quadrinhos nos inspiraram em nossa época. E neste caso, provavelmente quando Ryan estava crescendo, não haviam muitos heróis com os mesmos traços e cor de pele que a dele. O que estamos tem um grande sentido”.
“Após os eventos de Capitão América – Guerra Civil, o Rei T’Challa retorna para casa para a sua reclusa e tecnologicamente avançada nação africana de Wakanda com o objetivo de servir ao povo como o novo líder do país. T’Challa logo descobre que ele é desafiado pelo trono dentro de seu próprio país. Quando dois inimigos conspiram para destruir Wakanda, o herói conhecido como Pantera Negra se une ao agente da CIA Everett Ross, e ao grupo Dora Milaje – as forças especiais de Wakanda – para impedir que o país seja arrastado para uma guerra mundial.”
‘Pantera Negra‘ (‘Black Panther‘) será dirigido por Ryan Coogler (‘Creed: Nascido Para Lutar‘). O elenco tem Chadwick Boseman, Michael B. Jordan, Forest Whitaker, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Andy Serkis, Martin Freeman entre outros nomes. Além disso, o filme também deve contar com a tradicional participação de Stan Lee.
‘Pantera Negra‘ estreia em 15 de fevereiro de 2018.
A nova série dos irmãos Russo, a dupla diretora de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, intitulada ‘Deadly Class‘, ganhou seu primeiro trailer.
Confira:
A trama acompanha Marcus Lopez, um jovem que vê sua vida mudar quando é recrutado para fazer parte de uma escola de assassinos. Os professores são chefes da máfia, serial killers e assassinos em massa que estão lá para ensinar aos jovens tudo que é possível sobre matanças no geral. A HQ é publicada desde 2014 nos EUA.
O spin-off de ‘Jane The Virgin‘, intitulado ‘Jane The Novela‘, está com seu elenco cada vez mais, principalmente com os novos acréscimos à trama.
E segundo o portal Deadline, uma das atrizes da série original vai participar do novo projeto. Mais conhecida por interpretar a abuela de Jane, Ivonne Coll passa a fazer parte da trama da primeira temporada da produção derivada, em um papel totalmente novo. No spin-off, ela interpretará Camila, a mãe adotiva da protagonista principal, Estela.
Além dela, outros atores ingressaram à série, entre eles Remy Hii (‘Marco Polo‘) – que viverá o namorado de Estela, Luen, o chefe de segurança do vinhedo de Felix. Indo mais longe, Holland Roden (‘Teen Wolf’) interpretará a irmã de Felix, enquanto Benito Martinez (‘13 Reasons Why‘, ‘American Crime‘) será um funcionário do vinhedo, conhecido por ser fofoqueiro e por procurar os podres dos demais personagens.
Hunter Parrish (‘Weeds‘), MarciaCross (‘Desperate Housewives‘) e Jacqueline Grace Lopez completam o elenco.
A nova série terá um formato de telenovela antológica, com cada temporada sendo baseada em um romance ficcional escrito pela personagem Jane Villanueva (Gina Rodriguez). A então protagonista de ‘Jane The Virgin‘ será a narradora do novo projeto.
O primeiro ciclo se passa em um vinhedo em Napa Valley, onde os segredos de uma família não ficam enterrados por muito tempo. Além de Cross, a trama conta com a novata Jacqueline Grace Lopez, que viverá Estela, uma curadora de arte que descobre algo que vai mudar totalmente a sua vida.
A quinta e última temporada de ‘Jane The Virgin‘ estreia em 27 de março.
Assista ao mais recente trailer:
Gina Rodriguez, Andrea Naved, Justin Baldon, Yael Grobg, Ivonne Co, Jaime Cami, Anthony Mende e Brett Dier estrelam.
As três primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Netflix.
A nova série de comédia romântica da HBO, intitulada ‘Run‘, ganhou um novo trailer, que anuncia o que vai acontecer nos próximos episódios.
Confira:
‘Run’ acompanha Ruby Richardson (Merritt Wever) e Billy Johnson (Domhnall Gleeson), que são dois amigos de faculdade que acabam se reunindo para finalmente cumprir um antigo pacto. Entediada com sua vida no subúrbio, Ruby responde a mensagem de Billy, a palavra “RUN”, com a mesma resposta, dando início a uma promessa feita há 17 anos.
Nessa promessa, caso os dois respondessem a palavra “RUN”, ambos teriam que largar tudo para trás, para se encontrarem na Grand Central Station e fazer uma viagem juntos pela América.
‘Run‘ é uma co-criação de Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’) e Vicky Jones.
Após uma tumultuada e complexa jornada, a série ‘American Gods‘ acabou sendo cancelada pela emissora Starz.
No entanto, os fãs que ficaram à deriva à espera de uma conclusão para a narrativa do Shadow Moon podem manter as esperanças, pois há a possibilidade da produção ganhar um encerramento genuíno, por meio de um filme ou de um evento especial.
A informação foi compartilhada pela revista EW. Segundo a publicação, fontes internas afirmaram que a emissora estaria em conversas a respeito da possibilidade se cumprir.
Confira o anúncio de cancelamento da série:
“Todos da Starz são gratos ao elenco e equipe dedicados e aos nossos parceiros que trouxeram a incrível história do autor e produtor executivo Neil Gaiman à vida,” declarou a emissora.
Inspirado no aclamado livro de Neil Gaiman, ‘American Gods‘ mostra que Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos, a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.
O elenco é composto por McShane, Whittle, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.
Em uma espiral de flagelos e tragédias sequenciais, Manifest retorna à Netflix com a promessa de suprir os anseios dos amantes por teorias conspiratórias, na tentativa de trazer respostas definitivas para o misterioso desaparecimento do voo 828 da Montego Airlines. Criando um confuso emaranhado entre sincretismo religioso, mitologia, misticismo e a Bíblia Sagrada, Jeff Rake busca fazer de seus últimos episódios sua cartada final para uma trama que – muito provavelmente – alugou um triplex gratuitamente na mente dos fãs. Mas cercada por um melodrama exaustivo e sob uma pressão enorme nascida de sua ambição desenfreada, a 2ª parte da 4ª temporada se torna uma turbulenta escala em direção a um final diluído demais.
Um dos maiores problemas dos 10 episódios remanescentes de Manifest é justamente sua falta de objetividade e foco. Prolixos e cheios e subtramas que não levam a lugar algum, a parte final da popular série é tomada por fillers desnecessários – hiatos narrativos que andam em círculos e não ajudam a trama a caminhar com celeridade e rapidez. Enquanto a Parte 1 se apressava em preparar o terreno para o grande final, a subsequente caminha a passos curtos e lentos, resgatando o personagem Zeke como uma espécie de fantasma elucidativo, capaz de cansar até os mais sentimentais. Exageradamente melodramático e sempre regado por uma falsa sabedoria romântica, ele se torna uma quebra na avidez do roteiro e funciona muito pouco dentro da essência da série.
Mas um dos aspectos que talvez mais incomode a audiência é justamente a necessidade de rechear os capítulos com cliffhangers constantes, a fim de garantir nossa atenção. Provando que seria possível encerrar a história com muitos episódios a menos, Rake nos entope com arcos pouco evolutivos e até mesmo desconexos com o cerne da trama, construindo uma falsa sensação de suspense a fim de maquiar o fato de que, honestamente, já não há tanto a ser dito ou apresentado ao público. Essa falta de estratégia e direcionamento pode tornar o restante da jornada um tanto enfadonha e até mesmo desgastante. Sempre à espera de conclusões, o showrunner e sua equipe de roteiristas vão deixando pequenas pontas soltas, na tentativa de saná-las rapidamente em seus minutos finais.
Com resoluções simplistas, que remetem ao princípio da série, Manifest entrega aos fãs um encerramento mediano, água com açúcar e até mesmo idealista. Após se fartar em cima do mais absoluto caos apocalíptico, a produção dilui toda sua complexidade em uma espécie de “felizes para sempre”, que entra em contradição até mesmo com a construção de alguns de seus arcos. Buscando a saída mais fácil, Rake e o produtor Robert Zemeckis (Forrest Gump e De Volta Para o Futuro) presenteiam a audiência com algo mais suave, aconchegante e bastante previsível – o que, invariavelmente, deve agradar muitos dos fãs.
Mas talvez a promessa de Juízo Final tenha sido grandiosa demais para ser cumprida. Talvez as diversas teorias interligadas tenham se complicado demais ao longo do processo. Seja qual for o motivo, a série adquirida pela Netflix se despede dos fãs após uma alucinante, porém inconstante aventura. Entre erros e acertos, Manifest entregou mais do que Lost, mas bem menos do que se propôs.
Piegas e beirando o cafona com seu sentimentalismo meloso, a produção não chega a ser uma expectativa frustrada, mas sem sombra de dúvidas é um desejo incompleto. Mostrando mais do que nunca que o formato de 20 episódios por temporada é completamente obsoleto e mais negativo do que positivo, a série é uma evidência clara de que, com bons roteiristas e uma excelente direção, é possível chegar ao mesmo destino com apenas três temporadas de 13 episódios cada. Ainda assim, Manifest não acena o seu adeus em vão. Após um longo voo cheio de escalas evitáveis, sua doce e óbvia aterrissagem é boa o bastante para acalentar o coração de quem há muito tempo tem esperado por um final definitivo.
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