Site Página 2112

Alimentos sofrem nas mãos dos humanos em novo vídeo de ‘Festa da Salsicha’

A Sony Pictures liberou o novo comercial de ‘Festa da Salsicha‘ (Sausage Party), comédia em animação só para maiores que trará a história de um grupo de salsichas que vão em busca de sua origem. Pois é, bem interessante!

Assista, com o trailer liberado na San Diego Comic-Con:

O mais legal é que o longa será uma animação musical e a trilha sonora está sendo composta por Alan Menken. Exatamente, Alan, vencedor de 8 Oscars e criador das músicas dos clássicos Disney ‘Aladdin’ e ‘A Bela e a Fera‘.

No elenco de vozes temos: Seth RogenKristen Wiig, Salma Hayek, Edward Norton, David Krumholtz, Nick Kroll, Michael Cera, James Franco, Craig Robinson, Bill Hader, Anders Holm, Paul Rudd e Danny McBride.

Festa da Salsicha‘ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para 11 de agosto.

sausage party

‘The Walking Dead’: Site transforma você na vítima de Negan e cria vídeo In Memoriam!

The Walking Dead‘ ganhou um site fantástico para divulgar a estreia da sétima temporada.

Em ‘Meet Lucille‘, você é colocado no lugar da vítima de Negan e ganha um vídeo relembrando os melhores momentos de sua vida…

Para acessar o site e criar seu vídeo In Memoriam, clique aqui!

Ontem, uma prévia da sétima temporada de ‘The Walking Dead foi divulgada e mostrava rapidamente os restos mortais da vítima de Negan.

Muitas fãs apontaram que a vítima foi a Maggie, após especularem que viram um anel de noivado entre os restos do crânio de alguém.

Agora, esse mesmo objeto entre o sangue e as tripas está levantando suspeitas de ser outra coisa.

Em vez de um anel de noivado, alguns espectadores estão vendo os restos de um relógio de bolso que Hershel deu a Glenn como uma bênção por ele cuidar de sua filha.

Quem você acha que morreu? Maggie ou Glenn? Ou os dois?

Confira as imagens abaixo:

walkingdead7_35

walkingdead7_39

walkingdead7_36

walkingdead7_38

Título 7×01: The Day Will Come When You Won’t Be

A última temporada terminou com Rick e seu grupo ajoelhados, de forma impotente, diante de Negan e seu grupo. O que Negan vai fazer para assombrar aqueles que sobrevivem para sempre?

Os rumores estavam mais do que certos, Jeffrey Dean Morgan, que interpreta Negan em ‘The Walking Dead, confirmou ao Den of Geek que no primeiro episódio da sétima temporada não haverá apenas uma morte.

Levando em conta que estão 11 personagens principais na frente do antagonista, é possível que sejam dois. Três já seria um massacre tendo em vista que ainda é o primeiro episódio.

“Negan não vai matar apenas uma pessoa na estreia. Ele não tem medo de crânios abertos”, afirmou.

Resumo da ópera, já deu para entender que não bastava ser sangrento o season premiere, afinal, ele será duas vezes mais sanguinário. E é exatamente assim que quem curte TWD gosta.

The Walking Dead retorna em 23 de Outubro. 

thewalkingdead

walkingdead_2

 

 

Novo ‘Sexta-Feira 13’ começa a ser filmado em março

O novo ‘Sexta-Feira 13‘ já tem data para começar a ser filmado.

As filmagens começarão em Março em Conyers, na Georgia, e irão até Maio. As informações são do  F13Franchise.

A estreia está agendada para 13 de outubro de 2017, uma sexta-feira, 13.

Os produtores Brad Fuller e Andrew Form revelaram que o  filme se passará no passado – provavelmente na década de 80 – e será para maiores de 18 anos (Rated-R). Além disso, o filme NÃO será em 3D.

“A franquia percorreu uma grande jornada desde seu 1º filme até seu 13º. O que não queremos fazer é alienar o público, que não tenha visto os últimos 13 filmes. O trabalho do roteirista Aaron Guzikowski é desafiador, pois queremos que as pessoas que não assistiram aos filmes anteriores gostem deste. E se você já viu os outros, queremos que esse seja inovador. Por isso demoramos tanto para finalizar o roteiro desse novo filme”, afirmou.

Eles também confirmaram que o filme não terá ligação nenhuma com o reboot, lançado em 2009 e estrelado por Jared Padalecki, Amanda Righetti e Derek Mears.

Breck Eisner – do ótimo ‘A Epidemia‘ (The Crazies) e ‘O Último Caçador de Bruxas‘ (The Last Witch Hunter) é quem assina a direção do novo ‘Sexta-Feira 13‘.

Novo ‘Sexta-Feira 13’ apresentará o pai de Jason Voorhees 

Aaron Guzikowski, que tem no currículo os suspenses ‘Os Suspeitos‘ e ‘Contrabando‘, roteiriza.

 

 

Spencer vai em busca de respostas na prévia do episódio 7×12 de Pretty Little Liars

A seguir, você confere o que vem por aí nessa semana em Pretty Little Liars.

Confira, com as promos:


Na série, cinco amigas inseparáveis têm suas vidas mudadas para sempre quando uma delas, a líder do grupo, desaparece misteriosamente. Um ano depois, Alison ainda está sumida e ninguém sabe se ela ainda está viva. Enquanto isso, as outras quatro adolescentes passam a receber mensagens ameaçadoras de alguém que sabe de um grande segredo que elas guardam.

 

 

Nova York é invadida no trailer SENSACIONAL de ‘Bushwick’, com David Bautista

O gigante David Bautista (‘Guardiões da Galáxia’) e a bela Brittany Snow (‘A Escolha Perfeita’) estrelam o sensacional trailer do thriller de açãoBushwick‘.

Assista:

Bushwick‘ traz a história da garota de 20 e poucos anos chamada Lucy (interpretada por Brittany Snow) e o veterano de guerra Stupe (Bautista).

O estado do Texas tenta se separar dos Estados Unidos e Nova York é utilizada como moeda de negociação. Lucy encontra Stupe após saírem do metrô que vinha de uma invasão militar no Brooklyn. Juntos, eles decidem atravessar os traiçoeiros cinco blocos de Bushwick, um lugar repleto de saqueadores e mercenários. Tudo com o objetivo de encontrar a casa do avô de Lucy.

A estreia acontece 25 de Agosto, nos EUA.

‘Agents of SHIELD’ em cartaz repleto de estrelas; Confira!

Com uma trama que onde tudo indica se passará no espaço, a Marvel e a ABC liberaram o cartaz especial de Agents of SHIELD‘ para a Nova York Comic-Con.

O evento promete agitar a Big Apple ao longo do próximo fim de semana.

Confira:

Agents of S.H.I.E.L.D’ retorna em 24 de novembro.

 

 

 

Crítica COM SPOILERS | Hereditário – Terror parece obra do capeta

Temas como maldições, pactos, rituais, possessões, assombrações, são sempre recorrentes em milhares de filmes de terror. O que vai modificar a novidade na condução desses temas, é o desenvolvimento final de tudo, e de como a narrativa após seu desfecho, brincará ainda com a mente do espectador. ‘Hereditário‘, do estreante Ari Aster, segue muito o rumo daqueles clássicos que o Cinema de Horror abraçou, mas consegue exatamente pegar toda essa tradição e criar algo envolvente, inteligente, intrigante e, de fato, perturbador. Tanto que até mesmo quem está acostumado com o terror diluído para adolescentes, poderá se incomodar de verdade. E profundamente!

A seguir, todos os parágrafos terão SPOILERS!

Tudo se inicia com o falecimento da avó. Depois de sua morte, símbolos, escritas, e pistas visuais começam a não só surgir pra alguns membros da família, como também parecem se revelar perigosos. Captamos a intenção de algumas delas (as miniaturas espelhando acontecimentos familiares, o triângulo no pé da cama e as palavras em outras línguas escritas na parede do quarto), e outras, o diretor parece apenas nos dar uma previsão do que está por vir (o poste focado na estrada e a cabeça da pomba sendo cortada). Alguns outros elementos visuais acompanharão a narrativa, e farão ainda mais sentido no terceiro e último ato, como o símbolo no cordão da velha morta e o livro sobre espiritismo com dizeres que terão mais coerência ao final da história.

O fato é que tudo está muito bem orquestrado, e é regido de maneira paciente e reveladora por Aster, que tem em seu domínio Toni Collete, naquela que pode ser uma de suas melhores performances da carreira. Mas falar de Collete é algo obrigatório. A atriz é uma explosão de sentimentos em cena, colocando tristeza, desespero, fúria e descontrole quase que numa tacada só. Até porque a transformação de sua personagem Annie é a mais visceral e intensa, e certamente é o grande fio condutor da trama, exigindo uma entrega absoluta da atriz. Duas cenas fariam Collete ter algum prêmio fácil: a que ela desabafa sobre sua vida quando está num grupo anônimo de ajuda (a tristeza acumulada que solta de maneira gradativa é impressionante!) e o estouro arrebatador de raiva e arrependimento na mesa de jantar, sobre seu filho Peter. Ao final, quando ela já parece estar completamente ensandecida, é um show à parte.

O roteiro de Aster também choca o espectador num plot twist inicial de cair o queixo. O acidente que provoca a morte da estranha Charlie, é ousado, forte e um dos elementos mais provocativos no desenvolvimento da tragédia que assolará a família. Curiosamente, ela perde a cabeça da mesma forma que gostava de brincar arrancando a dos pássaros. Charlie era uma menina que não era muito ligada à mãe, e sim, à sua avó… um elo que ficará mais plausível no final da trama. Steve, o pai, era o “estranho naquele ninho”. Um forasteiro que não levava o sangue da família, e por isso, não era digno de pertencer ao rito final. Seu corpo não era pra estar entre a adoração, e por isso, terminou queimado como todo objeto despurificado. Não à toa, dentro da trama, é ele inclusive o mais sensato de todos. E Peter, talvez, foi quem mais sofreu a mudança do objetivo secreto. O primogênito da família, era o acordo perfeito para se tornar Paimon, o 8º Rei do Inferno. Um acordo que a velha matriarca tentou fazer com Charlie, mas que só era possível em um corpo masculino, como ela mesma explica. E o desfecho é assombroso quando exatamente essa revelação acontece!

Aliás, tal como o filme ‘A Bruxa‘ (da mesma produtora), a manifestação do mau aqui é exaltante e altamente desagradável. O espectador assiste a entrega de pessoas inocentes para o surgimento de seres malignos. Se naquele, um animal pode ter sido ser um canal direto para o Mal, aqui, pessoas obcecadas e cheias de interesses obscuros carregam a alma de um jovem para o nascimento de uma entidade diabólica. E, sem dúvida, toda meia hora final, com Toni Collete correndo pelas paredes e batendo a cabeça assustadoramente no teto (!!!), culminando em sua tenebrosa decapitação, vai ser tão traumatizante quanto presenciarmos os últimos minutos com pessoas nuas dentro de uma casa da árvore em uma adoração perturbadoramente satânica.

Mas infelizmente, muitos vão sair do cinema reclamando do final. O teor pesado cai como uma avalanche sobre o espectador, o clima é de puro desconforto e os que ainda tinham expectativas “tranquilizantes” para o término, possivelmente não irão gostar. Mas aqueles que percebem a grandiosidade de uma obra quando ela provoca interpretações e debates intensos – e uma vontade macabra de revisão! -, terão em ‘Hereditário‘ um inesquecível exemplar.

Confira nossa crítica com SPOILER:

‘Dark Universe’: Universo de monstros da Universal é CANCELADO; Blumhouse fará novo filme!

Recentemente, a Universal Pictures viu seu Dark Universe ir por água abaixo após o fracasso do remake deA Múmia.

Agora, o estúdio contratou Leigh Whannell (‘Upgrade’) para comandar o reboot de ‘O Homem Invisível‘. O projeto reúne Whannell com Jason Blum, que está produzindo o filme da Universal Pictures através da Blumhouse – de ‘Corra!‘ e ‘A Morte te dá Parabéns’.

O movimento é parte de uma nova estratégia para os filmes de monstros da Universal, trazendo diretores criativos com visões distintas para os personagens clássicos – e DESISTINDO do tal universo compartilhado com os monstros da casa.

A Universal apresentou a ideia de um universo interconectado e está reavaliando como manter os personagens duradouros relevantes para uma nova geração.

“Ao longo da história cinematográfica, os monstros clássicos da Universal foram reinventados pelo prisma de cada novo cineasta que deu vida a esses personagens”, disse Peter Cramer, presidente de produção da Universal. “Estamos empolgados em adotar uma abordagem mais individualizada para o retorno à tela, conduzida por criadores que são apaixonados por contar histórias.”

Depp iria estrelar ‘O Homem Invisível‘, mas fontes dizem que ele não aparecerá no filme. Ele pode ser apresentado em mais um dos projetos de filmes de monstros em desenvolvimento, disseram fontes.

Jason Blum, o CEO da Blumhouse, já havia revelado que estava  interessado em salvar essa empreitada da Universal. Durante uma sessão de perguntas no Twitter, Blum respondeu que sim, há chances da Dark Universe ganhar novos filmes pela Blumhouse

 

Homem Invisível’ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado pelo próprio Wells, que acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

Scarlett Johansson desmente teoria popular sobre ‘Viúva Negra’

Viúva Negra‘ finalmente ganhará seu filme solo, mas os fãs esperam que a personagem esteja viva após ‘Vingadores: Ultimato‘.

Em entrevista ao Tonight Show Starring Jimmy Fallon, a atriz Scarlett Johansson revelou que a personagem realmente morreu, e não será ressuscitada ou trazida de uma realidade paralela.

“Uma das únicas certezas da vida é definitivamente a morte, certo? Os fãs não querem acreditar que minha personagem realmente morreu, e ela não será transportada de uma realidade paralela. Foi isso. Ela realmente morreu”, afirmou.

A despedida da heroína Viúva Negra em ‘Vingadores: Ultimato’ surpreendeu os fãs, que foram pegos desprevenidos por seu repentino desfecho.

Mas com o anúncio de que a personagem ganharia o seu próprio filme, renasceu a esperança de sua jornada ganhar um capítulo que honrasse toda sua história no MCU.

 

Vale lembrar que  Johansson ganhou US$ 15 milhões para o filme e se tornou a atriz mais bem paga da atualidade.

Cate Shortland é a responsável pela direção, que tem um roteiro de Jac Schaeffer.

Viúva Negra estreia em 01 de maio de 2020.

Roteirista de ‘Loki’ vai reescrever ‘Doutor Estranho 2’

Segundo o Collider, a Marvel Studios contratou Michael Waldron (Loki) para reescreer o roteiro de Doutor Estranho no Multivero da Loucura’. Waldron substitui Jade Halley Bartlett na função.

Sam Raimi (Homem-Aranha) vai comandar o projeto, entrando no lugar de Scott Derrickson – que deixou o filme devido a divergências criativas.

Confira a sinopse oficial:

Depois dos eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Stephen Strange continua sua pesquisa sobre a Joia do Tempo. Entretanto, um antigo amigo que se tornou inimigo acaba com seus planos e leva Strange a desencadear um mal terrível.

O material reitera o retorno da Joia do Tempo, que fora destruída em ‘Vingadores: Ultimato‘. É provável que um dos mistérios da sequência seja justamente como Strange consegue continuar nessa procura, principalmente considerando a forte possibilidade de que a produção traga o personagem Baron Mordo de volta, a contar pela descrição.

Benedict Cumberbatch retornará como o protagonista, encontrando a Feiticeira Escarlate de Elizabeth Olsen. Benedict Wong e Tilda Swinton também retornam.

A sequência também deve introduzir Clea no MCU, já que Kevin Feige disse que Wanda não seria a única feiticeira do filme.

Doutor Estranho no Multiveso da Loucura’ tem estreia marcada para o dia 25 de Março de 2022.

Confira a logo:

Por que a Netflix cancela TANTAS SÉRIES queridas?

Quando a Netflix começou a produzir séries originais, chamava atenção o fato de a gigante do streaming simplesmente renovar absolutamente tudo. Por mais que as críticas e as reações do público não fossem boas, por mais que a série não fizesse barulho algum nas redes sociais, lá estava o anúncio da renovação alguns meses depois. Foi assim até surgirem as primeiras cabeças cortadas, em meados de 2016: ‘Hemlock Grove’, ‘Bloodline’ e ‘Marco Polo’ abriram um caminho que depois seria mais notado com os cancelamentos deSense8 e ‘The Get Down’, mais populares e globalizadas. Desde então, cancelamentos abruptos foram se tornando mais e mais habituais e, durante a pandemia, beeeem numerosos.

A extensa lista de séries canceladas pela Netflix em 2020 pode até assustar a princípio (veja aqui!), mas o que essas decisões significam é menos catastrófico do que se imagina. Algumas deles, é claro, se devem a complicações relacionadas à pandemia do Covid-19, mas muitas outras fazem parte de algo que parece ser uma reestruturação dos projetos da casa. E, por mais que cancelamentos sejam sempre frustrantes para quem é fã (eu mesma estou desde 2013 esperando o revival de ‘The New Normal’), eles fazem parte do jogo e vão continuar fazendo.

Por isso, se quisermos entender o que a onda de cancelamentos da Netflix realmente quer dizer, há alguns pontos importantes:

Como a Netflix decide renovar uma série

The Crown

Ninguém aqui tem bola de cristal para “adivinhar” como a Netflix “pensa”, mas uma reportagem da Vanity Fair revelou que a equação feita pela plataforma leva em consideração não necessariamente audiência, mas quantos potenciais novos assinantes uma nova temporada poderia gerar. Por isso, uma boa audiência é um fator importante, mas não o único: ainda é preciso levar em consideração presença nas redes sociais e como se dá essa repercussão. A voz dos fãs pode até não ser volumosa, mas se for barulhenta, já deu conta do recado.

É justamente por este motivo, aliás, que séries da Netflix tendem a ser finalizadas com menos temporadas: uma série em seu quinto ano dificilmente atrairia um número de novos assinantes realmente significativo para compensar os gastos — as exceções são atrações muito populares, comoThe Crown eStranger Things, ou as primeiras originais da plataforma, como ‘Orange Is the New Black’, ‘BoJack Horseman’ e ‘House of Cards’.

Essa equação é cruel, mas é a forma como sistemas fechados funcionam: o que traz lucro para a Netflix são os assinantes, afinal de contas.

Como o Covid-19 aumenta os custos de produção

I Am Not Okay With This

Em entrevista concedida ao The Hollywood Reporter, o produtor Alex Kurtzman (‘Star Trek: Discovery’) disse que apenas para lidar com os EPIs (equipamentos de proteção individual) para o elenco e a equipe, é necessário um acréscimo que varia entre US$300 e 500 mil por episódio. Repercutindo o assunto, outros produtores de televisão contaram à Rolling Stone em anonimato que Kurtzman foi humilde com este valor, e que os gastos totais vão muito, muito além.

Por exemplo, gasta-se mais com transporte: uma van que normalmente transportaria 10 pessoas agora só pode comportar duas, o que significa que são necessárias mais vans, mais gasolina, mais motoristas. Um episódio que poderia ser finalizado em 8 dias agora vai gastar no mínimo 10, e cada dia a mais significam mais gastos e mais diárias a serem pagas para os figurantes. Se o protagonista da sua série mora em um estado e grava em outro, a produção precisa arcar com os 14 dias de isolamento, somando ao valor pago um adicional para trabalhos que a pessoa potencialmente perdeu durante este período. Toda a proteção em volta do elenco precisa ser triplicada porque eles são os mais expostos, já que precisam estar sem máscara durante as filmagens. Séries que operam com um orçamento apertado dificilmente poderiam arcar com isso.

E séries que não operam dentro de um orçamento apertado, vale ressaltar, são raríssimas exceções.

Para atrações comoGLOW e The Society, que envolvem muito contato físico (no caso da primeira) e muitas pessoas em cena (a segunda), os custos são ainda maiores porque esses são fatores ainda mais delicados. Existe uma enorme dificuldade para até mesmo começar a gravar de uma forma segura, mesmo durante a retomada.

Se a soma desses fatores não fosse o suficiente para levar a alguns cancelamentos e algumas “desrenovações”, existe um outro complicador: a conciliação das agendas.

Quando todas as filmagens foram interrompidas ou adiadas a partir de março deste ano, isso provocou uma tsunami de agendas colidindo e atores precisando abandonar projetos porque não conseguiriam mais encaixá-los quando tudo retornasse. A minissérie ‘Evel’, por exemplo, do USA Network, foi abandonada porque o protagonista seria Milo Ventimiglia. O ator planejava encaixar as filmagens no hiato de This Is Us. Mas durante o período que seria esse hiato, estávamos no auge dos contágios e mortes por Covid-19, e não era possível nenhuma das séries filmar de maneira minimamente segura. Agora, o drama familiar da NBC já retornou às filmagens e não há mais espaço na agenda de Ventimiglia para ‘Evel’.

Com elencos volumosos (como o de The Society) e com nomes badalados (como o deI Am Not Okay With This — a protagonista, Sophia Lillis, já tem outros projetos alinhados), então a situação fica ainda mais difícil de ser contornada. Ainda que a pergunta “mas será que a Netflix não podia esperar?” tenha sido feita por muitos, a questão não é necessariamente “não querer esperar”, mas não existir uma previsão de até quando ter que esperar. É certamente uma escolha difícil e sacrificante, mas a impossibilidade de conciliar tantas variantes é o que leva a culpa — tudo isso enquanto atores, produtores, diretores e roteiristas também se envolvem em outros projetos. O criador de ‘I Am Not Okay With This’, Jonathan Entwistle, já foi escalado para criar filmes e uma série de TV em um universo compartilhado dos Power Rangers.

A troca de lideranças

Cindy Holland (à esq.) e Bela Bajaria (à dir.)

Sob uma ótica mais específica, a recente saída de Cindy Holland da Netflix é o terceiro fator que ajuda a explicar o que há por trás desses cancelamentos. Ela era uma das veteranas da casa, uma das responsáveis pelas séries de TV originais e aquela que muitos acreditavam ser a próxima na linha sucessória depois de Ted Sarandos. A sua saída, anunciada no início de setembro junto à promoção de Bela Bajaria ao posto de Chefe de TV Global, foi um prenúncio de mudanças.

Holland foi a pessoa que levou algumas das principais séries para a Netflix, encabeçou as primeiras originais e estava na companhia desde os tempos de DVD por correio. O streaming justificou que, para o que tem em mente para o futuro, Bajaria se encaixava melhor — as duas até então praticamente dividiam o mesmo cargo, e deixar Holland abaixo na hierarquia seria impensável.

O detalhe importante aqui é esse tal futuro, e a manutenção de Bajaria nos ajuda a entender o que exatamente ele é. Quando as duas executivas dividiam o cargo, o grande conflito era que muitas vezes as pessoas não sabiam a qual das duas reportar, mas é consenso que Holland cuidava mais das produções norte-americanas, enquanto Bajaria respondia pelas globais.

Nos últimos meses, o que vimos acompanhando através dos relatórios trimestrais de investimentos da gigante do streaming é uma estabilização cada vez maior do número de assinantes nos Estados Unidos e Canadá, e uma forte evidência disso foi o anúncio recente do fim dos 30 dias grátis para novos assinantes nos dois países. Ou seja, a companhia dá a entender através disso que realmente não precisa fazer esforço para convencer potenciais consumidores nesses mercados, porque já os domina.  

Além disso, basta uma breve análise para entender qual é a tendência que se instalou: durante a pandemia, e mesmo antes dela, Dark, ‘Elite’ eLa Casa de Papel foram as séries que se tornaram fenômenos gigantescos em todo o mundo. São mais produtos deste porte que a plataforma quer. Séries globais, produzidas fora do eixo norte-americano, são mais baratas e têm respondido melhor com a audiência estrangeira. Investindo nelas, a Netflix visa reprisar esta predominância que tem na América do Norte em outros lugares, além de seguir na frente dos outros streamings surgindo agora em termos de expansão global. Quando Apple TV+, Disney+, HBO Max e Peacock pensarem em produzir séries latinas, por exemplo, a Netflix já estará anos-luz à frente.

Cancelar para conquistar

Elite

Em síntese, devemos ter em mente que toda emissora ou plataforma cancela séries. Quando a Netflix produz em um volume tão alto, é até coerente que também tenha um número maior de cancelamentos. É esse número que assusta. Mas muitas das atrações canceladas em 2020 foram mal na crítica, tinham baixa repercussão ou o combo das duas coisas. 

O que aparenta ser a estratégia é “cancelar para conquistar”, com uma reestruturação visando séries que atinjam uma camada maior de audiência. Por exemplo, mesmo após tantos cancelamentos, a gigante do streaming já encomendou mais sete produções espanholas, entre filmes, séries e documentários, pegando carona nos sucessos recentes que vieram da Espanha e apostando na popularidade.

Se este é o caminho certo, só o tempo irá dizer. O maior receio é que essa ótica visando popularidade em massa sacrifique o espaço que teriam séries comoGLOW,Caçadoras de Recompensas,One Day at a Time,Dear White People por exemplo — produzidas ou protagonizadas por mulheres, pessoas pretas ou LGBT. Dentro dessa visão que parece ser “o futuro da gigante do streaming”, será que essas mesmas séries chegariam a ser produzidas?

‘O Esquadrão Suicida’ é o filme MELHOR AVALIADO da DC; Confira o TOP 10!

Com 210 críticas publicadas, ‘O Esquadrão Suicida segue mantendo sua ótima porcentagem no Rotten Tomatoes e atualmente é o filme da DC mais bem avaliado no agregador de críticas.

Com 96% de aprovação até a publicação desta matéria, o filme está na frente de ‘Mulher-Maravilha‘ (93%), ‘Batman: Return Of The Caped Crusaders‘ (94%), ‘Superman‘ (94%) e ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘ (94%).

Confira o Top 10:

  • #10. Batman Begins (2005) 84% de Aprovação
  • #9. Superman 2 (1981) 86% de Aprovação
  • #8. Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012) 97% de Aprovação
  • #7. Lego Batman – O Filme (2017) 90% de Aprovação
  • #6. Shazam! (2019) 90% de Aprovação
  • #5. Os Jovens Titãs Em Ação! (2018) 91% de Aprovação
  • #4. Mulher-Maravilha (2017) 93% de Aprovação
  • #3. Batman: Return Of The Caped Crusaders (2016) 94% de Aprovação
  • #2. Superman (1978) 94% de Aprovação
  • #1. Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008) 94% de Aprovação

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do espetacular ‘O Esquadrão Suicida, novo filme do diretor James Gunn.

O filme entrega tudo que promete, com muita ação, diálogos hilários e personagens cheios de carisma… mas descartáveis.

Assista a crítica:

Crítica | O Esquadrão Suicida – James Gunn entrega uma obra-prima

De acordo com o Deadline, ‘O Esquadrão Suicida pode faturar pelo menos US$ 70 milhões em seu primeiro fim de semana de estreia.

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.

Brie Larson se junta ao elenco de ‘Velozes e Furiosos 10’ após pedir papel a Vin Diesel

Após dizer em entrevista que amaria fazer parte da franquia ‘Velozes e Furiosos‘, Brie Larson foi convidada por Vin Diesel a se juntar ao elenco do 10º filme e aceitou.

“Sim, sim, sim … você vê esse anjo em cima do meu ombro me fazendo rir, você diz para si mesmo ‘Esse é a Capitã Marvel'”, Diesel compartilhou no Instagram ao lado de uma selfie que os dois tiraram.

“Claramente há amor e risos nesta imagem. O que você não vê, no entanto, é o personagem que você vai conhecer em Velozes e Furiosos 10. Você não tem ideia de como ela será atemporal e incrível em nossa mitologia. Além de sua beleza, seu intelecto… seu Oscar, haha ​​é essa alma profunda que irá adicionar algo que você pode não ter esperado, mas ansiado. Bem-vindo à FAMÍLIA, Brie.”, postou Diesel.

Larson revelou há poucos dias em entrevista à Uproxx que era APAIXONADA pela franquia  e amaria ser convidada para a família de Vin Diesel como Dom Toretto nos filmes finais da saga.

“Eu gostaria de revelar a todo mundo em Hollywood que eu com certeza aceitaria fazer Velozes e Furiosos. Eu sou obcecada por essa franquia, acho esses filmes muito bons e divertidos. Foram eles que me fizeram se apaixonar por carros, e entender que essas máquinas incríveis devem ser apreciadas. Com certeza, eu super toparia fazer Velozes e Furiosos 10”, afirmou.

Além dela, Jason Momoa se juntou ao elenco de ‘Velozes e Furiosos 10′. Apesar de haver poucos detalhes sobre seu personagem, já foi dito que ele será o vilão da vez.

Lembrando queVelozes e Furiosos 10‘ será lançado nos cinemas no dia 19 de maio de 2023.

Justin Lin, veterano da franquia, retorna à direção.

O elenco contará com o retorno de Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Sung Kang e Charlize Theron.

Velozes e Furiosos 10 e 11 | Quais ASTROS de Hollywood queremos ver nos últimos filmes da franquia?

Você gosta de finais SURPREENDENTES? Conheça o suspense com Helen Hunt que está na Netflix!

Sabe aquela máxima “de boas ideias, o inferno está cheio?” Pois bem, isso também vale para a indústria cinematográfica. Não adianta em nada o roteirista ter uma boa ideia, elaborar um argumento instigante, se na hora da execução o diretor e/ou o elenco não der conta de fazer um bom trabalho. É o que acontece em ‘À Espreita do Mal’, thriller lançamento da semana original Netflix.

Connor (Judah Lewis) é um adolescente cheio de raiva da mãe, Jackie (Helen Hunt), pois recentemente ela traiu o marido, Greg (Jon Tenney), e, sob seu ponto de vista, ela destruiu a família. Mas esse não é o único problema da família, pois Greg, que é investigador policial, é chamado para desvendar o misterioso caso do desaparecimento de dois garotos de dez anos na cidade. Enquanto disso, Jackie tenta fazer com que seu amante, Todd (Sam Trammell), entenda que não há mais nada entre eles, porém, uma certa presença na casa que faz com que Jackie desconfie que há algo de errado no lugar onde mora.

Como dá pra observar por essa sinopse, o filme de Adam Randall parece querer abraçar o mundo, com tantas subtramas que caminham para todas as direções. E esse é o problema principal de ‘À Espreita do Mal’, pois, ao ser ambicioso demais, o longa acaba inviabilizando aquilo que tinha de melhor, que é o seu plot twist. A bem da verdade, até a construção desse plot twist é problemática, pois gera uma ruptura na essência da produção que a gente até leva um susto, achando que sem querer esbarrou no controle remoto e saiu do filme que estávamos vendo, posto que estamos em casa.

A título de sugestão, se o roteiro de Devon Graye substituísse todo o drama do tal amante por, por exemplo, um entregador que estivesse deixando uma encomenda, ainda assim a trama andaria e o enredo não seria prejudicado, de modo que os minutos preciosos que o filme gasta em nos distrair pra esse lado poderiam ter sido melhor empregados em dar mais robustez ao desenvolvimento do grande diferencial que traz para o filme.

A maior parte do elenco está bem nesta produção, com destaque para Helen Hunt, que há tempos não estrelava um protagonismo, e Owen Teague, sempre muito bem desde que surgiu ao grande público na minissérie ‘The Stand’. Por outro lado, a confusa produção parece querer forçar uma barra para que o espectador seja distraído a todo custo, seja com um excesso de tomadas aéreas via drone (vide a cena de abertura do menino de bicicleta), como se fosse para justificar o orçamento; seja com uma insistente ambientação sonora que carrega a mão para se parecer com ‘Invocação do Mal’, mesmo em cenas de transição, nas quais não precisaria de clima de tensão.

À Espreita do Mal’ é um thriller ambicioso, que tinha potencial para ser bem maneiro, mas pecou pelo excesso de vontade. Entretém e confunde, de modo que provavelmente irá dividir a opinião dos espectadores, até mesmo pelo seu final surpreendente. Ao menos traz algo diferente ao gênero, o que é sempre uma vantagem.

Novo ‘Jurassic World’ ganha logo e data de estreia em 2025

O novo Jurassic World ganhou um logotipo, que segue mais a linha da trilogia ‘Jurassic Park‘, e data de estreia.

O filme estreia já em 2 de Julho de 2025.

Confira:

Segundo o Deadline, o talentoso David Leitch está em negociações iniciais para dirigir o próximo filme da franquia bilionária, e seria o maior nome a dirigir um filme da franquia desde que Steven Spielberg comandou os dois primeiros filmes.

Leitch tem um estilo único para cenas de ação, e dirigiu ‘Deadpool 2‘, ‘Trem Bala‘ e ‘Atômica‘.

O roteiro está a cargo de David Koepp, o escritor do Jurassic Park original de 1993.

O roteiro já está sendo finalizado e deve iniciar a “nova era jurássica” com uma história totalmente diferente, sem o retorno dos personagens interpretados pelas estrelas de Jurassic World, Chris Pratt e Bryce Dallas Howard.

Além disso, os personagens dos filmes originais de Jurassic Park, interpretados por Sam Neill, Laura Dern e Jeff Goldblum, aparentemente não estarão envolvidos.

Os produtores Frank Marshall e Patrick Crowley, que trabalharam em Jurassic World, estão encarregados da produção do novo filme. Steven Spielberg será o produtor executivo por meio de sua produtora, a Amblin Entertainment.

A franquia ‘Jurassic’ é uma das mais bem-sucedidas na história do cinema. O filme da Universal, lançado em 1993, redefiniu os efeitos especiais e teve um impacto duradouro na cultura pop. Ao longo de três décadas, foram produzidos seis filmes, arrecadando mais de US$ 6 bilhões em todo o mundo.

Além de Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros’, David Koepp também é o roteirista do filme original ‘Missão: Impossível’ (1996), do primeiro filme do ‘Homem-Aranha’ (2002), ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal’ (2008) e do mais recente ‘Indiana Jones e o Medalhão do Destino’ do ano passado.

O longa mais recente da franquia Jurassic World: Dominio’ já está disponível no Prime Video.

Relembre o trailer:

Polícia INVADE sede da Netflix em investigação de fraude fiscal

Autoridades holandesas e francesas realizaram buscas nos escritórios da Netflix em Amsterdã e Paris como parte de uma investigação sobre fraude fiscal, informaram as autoridades francesas à Reuters.

As buscas fazem parte de uma investigação preliminar sobre lavagem de dinheiro e fraude fiscal.

A subsidiária francesa da Netflix teria pago apenas US$ 1,06 milhão em impostos sobre lucros em 2019-2020.

No entanto, o faturamento local declarado aumentou significativamente, de US$ 51,3 milhões em 2020 para US$ 1,3 bilhão em 2022.

Não há informações sobre apreensões ou prisões. As polícias holandesa e francesa trabalham juntas na investigação desde novembro de 2022. A Netflix ainda não se manifestou sobre o assunto.

‘Harry Potter e o Cálice de Fogo’ reestreia em 2º LUGAR nas bilheterias brasileiras!

A força da franquia ‘Harry Potter‘ continua gigante mesmo passando mais de duas décadas. ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo‘ foi relançado nos cinemas nacionais pela Warner Bros. em comemoração aos 20 anos do lançamento original, e conquistou o segundo lugar nas bilheterias.

O filme foi exibido apenas um dia no fim de semana, no sábado (15), e arrecadou R$ 7,14 milhões nas bilheterias em seu relançamento. O primeiro lugar ficou com ‘Truque de Mestre – o 3º Ato‘ (R$ 9,79 milhões), e o terceiro lugar ficou com ‘O Agente Secreto‘ com R$ 4,14 milhões.

Confira os dados da Comscore:

Harry Potter e o Cálice de Fogo’ representa o VERDADEIRO amadurecimento dos bruxinhos

Em 2004, a franquia Harry Potter passava por uma profunda mudança em sua estética com o lançamento de ‘O Prisioneiro de Azkaban’, adaptando o terceiro romance da saga assinada por J.K. Rowling. É notável como, através de uma sólida direção de Alfonso Cuarón, toda a imagética antes infantil que rodeava Harry, Rony e Hermione começou a transformar em um profundo conto de terror e suspense que apenas ganharia mais camadas nos capítulos seguintes. Todavia, enquanto o filme em questão deu os primeiros passos nesse amadurecimento compulsório, não foi até ‘O Cálice de Fogo’ que as temáticas receberiam uma roupagem ainda mais densa e chocante.

Lançado um ano depois de ‘Prisioneiro de Azkaban’, a quarta iteração da franquia mágica se inicia com uma tenebrosa e arrepiante sequência que dá continuidade aos eventos anteriores. Após escapar de uma possível prisão, Rabicho (Timothy Spall) reúne-se com outros asseclas de Lord Voldemort para trazê-lo de volta à vida, esquadrinhando um plano temeroso cujos corolários são inimagináveis. Pouco depois, percebemos que o retorno d’Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado está intrinsicamente ligado aos constantes pesadelos sofridos por Harry (Daniel Radcliffe), indicando que o perigo está cada vez mais perto e premeditando reviravoltas que mudariam para sempre a perspectiva do protagonista acerca da própria vida e do que irá acontecer.

Durante a Copa Mundial de Quadribol, Harry, Rony (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson) ficam cara a cara com os Comensais da Morte, seguidores ferrenhos de Voldemort, pela primeira vez – e têm certeza de que, talvez, Hogwarts não seja mais tão segura (não que fosse uma fortaleza impenetrável, para início de conversa). Assim que conseguem se desvencilhar das garras do Ministério da Magia, que acreditam que os três jovens foram responsáveis por dessacralizar o mundo dos bruxos com a invocação da Marca Negra, eles voltam à escola para descobrirem que ela será palco do Torneio Tribuxo – uma competição árdua que reúne os melhores alunos para digladiarem pela honra eterna, enfrentando obstáculos mortais em três provas quase impossíveis. E, como podemos imaginar, Harry é selecionado para participar do Torneio, tornando-se uma presa fácil para forças externas encontrarem-no e matarem-no.

É notável a mudança artística que acomete o filme: se no capítulo anterior tínhamos sido engolfados na melancolia do azul e do verde, aqui ambos os tons são camuflados com pinceladas mais obscuras e de pura desesperança. É claro que tais conceitos seriam explorados com firmeza maior nos títulos subsequentes, mas o diretor Mike Newell e o diretor de fotografia Roger Pratt compõe um contraste significativo de cores que permeia as tramoias de Voldemort e seus asseclas, o coming-of-age dos personagens principais, que agora adentram a adolescência e as significativas mudanças hormonais, o Baile de Inverno e as tarefas do Torneio Tribruxo. Mesmo com uma quantidade exacerbada de tramas e subtramas, a estética identitária une os pontos em uma letargia que se sagra nos momentos finais do terceiro ato.

O motivo é simples: esta é a primeira vez que Harry e seus amigos lidam, de fato, com o conceito da morte. É claro que o nosso herói já tinha presenciado a morte dos pais, mas era muito novo para sequer se lembrar de alguma coisa. Agora, ele tem a maturidade o suficiente para não apenas sofrer com as angústias de sua idade – como o amor não correspondido, os traumas de um passado que se recusam a ir embora e uma necessidade de se provar para todos -, mas com uma desesperadora tragédia à qual ele é impotente para impedir.

Como bem nos lembramos, a terceira tarefa do Torneio é ambientada em um labirinto metamorfo recheado de criaturas perigosas – algo que não vemos no filme, mas que está presente no romance original. Eventualmente, Harry e Cedrico (Robert Pattinson) encontram a Taça da Vitória no centro do labirinto e, ao tocarem-na, são transportados para um cemitério amedrontador, coberto por uma densa névoa e onde Lord Voldemort seria trazido de volta à vida por Rabicho. Mas, antes disso acontecer, Cedrico tenta proteger seu amigo ao enfrentar Rabicho, apenas para ser atingido pelo feitiço Avada Kedavra e transformar-se em um cadáver gélido e inexpressivo. Depois de enfrentar Voldemort e os Comensais com a ajuda da energia psíquica daqueles que já se forma, incluindo seus pais, Harry consegue levar o corpo de Cedrico de volta a Hogwarts e anunciar que o Lorde das Trevas, enfim, retornou.

Enquanto nas iterações anteriores os personagens tinham apenas esbarrado em situações mortais e sofrido ameaças constantes, não foi até ‘Cálice de Fogo’ que as adversidades explodiram em sucessão e confirmaram o que todos estávamos esperando – que eles, de fato, não estavam mais seguros. Harry, estando presente no momento da morte de Cedrico, começa a lidar com mais um trauma a partir de ‘A Ordem da Fênix’, em que as criaturas conhecidas como Testrálios aparecem para ele como uma forma de reconfortá-lo e de trazer uma certa “beleza” distorcida a uma imensurável; entretanto, Hermione, Rony e os outros também enfrentam a materialização do conceito de morte pela primeira vez, compreendendo o que os aguarda em um futuro não muito distante.

Lembrando que a saga Harry Potter está disponível no catálogo da HBO Max.

 

Atores que criticaram seus próprios filmes

Hollywood pode ser referência em glamour, riqueza e luxo, mas toda indústria tem seus podres. De vez em quando, um filme não sai como esperado, e até mesmo os astros mais bem pagos do cinema se envergonham de algo em suas carreiras.

Alguns defendem até o fim certos filmes que desagradaram o público, como Eric Bana fez com ‘Hulk’. E outros realmente acham que fizeram parte de produções horríveis. Em meio a tanta elegância, surgem atores decididos a revelar suas opiniões negativas ao público.

Os alvos desses profissionais insatisfeitos são variados, incluindo desde bombas até clássicos do cinema. As críticas vão de comentários cômicos até ofensas violentas.

Cada um pode decidir se essas declarações são amostras de honestidade ou ingratidão, mas uma coisa é certa – os astros listados abaixo odiaram certas experiências em suas carreiras e não guardaram segredo:

 

Ben Affleck

batman_3

‘Demolidor – O Homem Sem Medo’:

“Eu fiz um monte de filmes que não funcionaram”, declarou o ator, dando como exemplo o longa do super-herói da Marvel.

Por outro lado, a recepção da crítica e a bilheteria não foram tão ruins. O próprio Affleck estrelou uma bomba muito maior, ‘Contato de Risco’, ao lado de Jennifer Lopez.

 

Nicole Kidman

nicolekidman_1

‘Austrália’:

“Eu não consigo ver esse filme e ter orgulho do que fiz… Para mim, é simplesmente impossível me conectar emocionalmente com [o filme].”

Kidman afirmou, porém, que adorou o trabalho dos atores Hugh Jackman e Brandon Walters.

 

Sylvester Stallone

Stallone-Creed

‘Pare, Senão Mamãe Atira!’:

Eu fiz alguns filmes realmente horríveis. ‘Pare, Senão Mamãe Atira!’ foi o pior. Se você quiser que alguém confesse um assassinato, faça essa pessoa assistir àquele filme. Eles vão confessar qualquer coisa em 15 minutos.

 

Arnold Schwarzenegger

arnoldschwarzenegger_1

‘Guerreiros de Fogo’: Schwarzenegger também fez um filme que considera um instrumento de tortura.

É o pior filme que eu já fiz. Agora, quando meus filhos aprontam, eles são mandados para o quarto e forçados a ver ‘Guerreiros de Fogo’ 10 vezes. Assim eu nunca tenho problemas com eles.

 

Marlon Brando

Brando CinePOP

‘O Calouro da Máfia’:

É horrível. Vai ser um fracasso, mas depois desse eu vou me aposentar. Eu estou cansado demais. Esse filme, com exceção da equipe canadense, foi uma experiência extremamente desagradável. Eu preferia não ter terminado com uma bomba.

Co-estrelada por Matthew Broderick, a comédia foi bem nas bilheterias, e Brando voltou atrás em sua decisão de se aposentar.

 

Brad Pitt

world-war-z-2013-brad-pitt

‘Inimigo Íntimo’: Pitt não poupou críticas à produção do thriller.

Nós não tínhamos um roteiro. Bom, nós tínhamos um ótimo roteiro, mas ele foi descartado por várias razões. Ter que inventar as coisas no ato – Jesus, que pressão. Foi ridículo… Eu não sei por que alguém gostaria de continuar fazendo aquele filme. Nós não tínhamos nada. O filme foi vítima desse chefe de estúdio [Mark Canton], que disse, ‘Eu não me importo. Nós vamos fazer [o filme]. Eu não me importo com o que vocês têm. Filmem algo.’ Eu tentei [sair do filme] quando faltava uma semana para as filmagens e nós tínhamos 20 páginas de porcaria. E o roteiro que eu amava não existia mais.

O ator afirma que foi “a mais irresponsável produção cinematográfica – se é que você pode chamar assim – que eu já vi.” Harrison Ford, que também estrelou o filme, concordou com as críticas. No entanto, após a polêmica que os comentários geraram, Pitt tentou voltar atrás. Mas não foi o bastante para impedir que o filme fosse um fracasso de crítica e de bilheteria.

 

Peter O’Toole

peterotoole

‘Tróia’: O veterano afirmou que o épico do diretor alemão Wolfgang Petersen foi um “desastre… O diretor, aquele chucrute, que palhaço que ele era.”

 

Matthew Goode

matthewgoode_1

‘Casa Comigo?’: Goode descreveu a má recebida comédia romântica como “inchada” e acrescentou: “Eu sei que muita gente vai dizer que esse é o pior filme de 2010.” O ator deixou claro que não participou do filme por causa do roteiro. Então, por que ele aceitou? “A principal razão para eu pegar [o trabalho foi] a possibilidade de voltar para casa nos fins de semana.” As locações eram próximas de sua residência, na Inglaterra, e a comodidade se provou irresistível.

Se eu sinto que me decepcionei? Não. Se foi um trabalho ruim? Sim, foi. Mas, você sabe, foi divertido e eu fui pago.

 

CLÁSSICOS INTOCÁVEIS?

A situação pode ficar ainda mais desagradável quando a crítica, o público e até mesmo a Academia concordam que o filme foi bom, mas um dos astros discorda.

Richard Gere

lindamulher_1

‘Uma Linda Mulher’:

As pessoas me perguntam sobre esse filme, mas eu me esqueci dele… Aquela foi uma comédia romântica boba.

Gere criticou a imagem positiva que o filme pintou dos empresários de Wall Street, como o que ele interpreta. “[O filme] fez esses caras parecerem atraentes, o que é errado. Que bom que, hoje, nós somos mais céticos com esses caras.”

 

Burt Reynolds

burt reynolds mustache 2

‘Boogie Nights – Prazer Sem Limites’: Reza a lenda que o astro odiou o longa de Paul Thomas Anderson quando o viu pela primeira vez. Sua reação foi tão negativa que ele despediu o agente que o indicou para o trabalho. Ironicamente, o ator foi indicado ao Oscar pelo papel, e, claro, apareceu na cerimônia.

 

Alec Guinness

alec_guinness5

‘Guerra nas Estrelas’: Ainda no set do filme, o intérprete de Obi-Wan Kenobi declarou:

Não é um trabalho de ator. Os diálogos – que são lamentáveis – são mudados o tempo todo, e só melhoram um pouco.

 

Matt Damon

matt_damon

‘O Ultimato Bourne’: Segundo o astro da franquia, a primeira versão do roteiro de Tony Gilroy era “ilegível.” Damon acrescentou:

Isso seria o fim de sua carreira. Digo, eu poderia colocar essa coisa no eBay e seria fim do jogo para aquele cara. Era terrível. Era realmente vergonhoso.

O longa foi um grande sucesso de público e crítica e venceu três Oscars.

CURIOSIDADE: Os créditos do roteiro não foram apenas para Gilroy. A versão final contou com o trabalho de Scott Z. Burns e George Nolfi.

 

ERRAR É HUMANO, PERSISTIR NO ERRO É UM BOM NEGÓCIO

Muitos atores devem ter passado mais de uma vez por más experiências no cinema, mas só alguns deram voz a suas insatisfações tantas vezes.

 

Christopher Plummer

Christopher_Plummer

‘A Noviça Rebelde’: Plummer descreveu o clássico musical como “horrível e sentimental e meloso”, e afirmou que “Você tinha que trabalhar muito duro para tentar colocar um toque minúsculo de humor [no filme].”

‘O Novo Mundo’: 40 anos mais tarde, o veterano teve outra experiência insatisfatória, com o cineasta Terrence Malick.

O problema com Terry [Malick], que eu logo percebi, é que ele precisa de um roteirista, desesperadamente… Ele insiste em escrever, e escrever mais, e mais, até que tudo soa terrivelmente pretensioso, e você tem que trabalhar duro para fazer aquilo parecer real. E então ele edita seus filmes de tal forma que corta todo mundo deles.

O ator veterano fez questão de mandar uma carta para Malick com suas críticas, e inclusive admitiu que admira alguns de seus filmes. Mas ele foi categórico: “Eu nunca mais trabalharei com ele.” Plummer também citou a insatisfação de Colin Farrell, que reclamava que o diretor preferia filmar aves a filmar atores.

CURIOSIDADE: Sean Penn fez críticas semelhantes ao filme seguinte do diretor, ‘A Árvore da Vida’:

Uma narrativa mais clara e convencional teria ajudado o filme sem, na minha opinião, diminuir sua beleza e seu impacto… Francamente, eu ainda estou tentando descobrir o que estou fazendo lá, e o que eu deveria acrescentar naquele contexto! Para piorar, o próprio Terry nunca conseguiu me explicar com clareza…

Edward Norton

hulk-bruce-banner-by-edward-norton

‘Uma Saída de Mestre’:

Meus fãs de verdade deveriam ignorar este [filme].

‘O Incrível Hulk’: Conhecido por ser um ator difícil de se trabalhar, Norton teve discussões com a Marvel para definir a montagem final do filme. O estúdio o descartou de ‘Os Vingadores’ e de qualquer filme centrado no Hulk.

 

Shia LaBeouf

Shia LaBeouf

‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal’:

Eu sinto que eu falhei com o legado que as pessoas amavam e estimavam… Você vê os macacos nos cipós e coisas assim e você pode colocar a culpa no roteirista e pode colocar a culpa em Steven [Spielberg]. Mas o trabalho do ator é dar vida [ao filme] e fazê-lo funcionar, e eu não consegui. Então é minha culpa. Simples… Eu acho que o público é bem inteligente. Eu acho que eles sabem quando você fez [um filme ruim].E se você não admitir, então por que eles confiariam em você da próxima vez em que você estiver promovendo um filme?

LaBeouf afirmou que adora Spielberg e nunca o desrespeitaria, mas “ele precisa ouvir isto.”

‘Wall Street – O Dinheiro Nunca Dorme’:

[O diretor Oliver Stone] estava tentando agradar. Mas para um filme como ‘Wall Street’, que tinha tanta acidez da primeira vez, vir sem as presas de fora e pregar uma mensagem de esperança não é o que as pessoas esperam.

‘Transformers: A Vingança dos Derrotados’:

Quando eu vi o segundo filme, eu não fiquei impressionado com o que fizemos. O filme tinha algumas acrobacias incríveis, mas o coração não estava lá. Nós nos perdemos… Perdemos um pouco dos relacionamentos. Se você não tem esses relacionamentos, o filme não importa. São apenas robôs lutando entre si.

LaBeouf fez a declaração enquanto promovia o terceiro filme, desta vez com muita empolgação.

CURIOSIDADE: Megan Fox também fez várias críticas à franquia. Ela afirmou que o primeiro filme “não é um filme focado nas atuações”, e, na continuação, malhou o diretor Michael Bay, dizendo que ele era como Adolf Hitler durante as filmagens. O conflito resultou na saída da atriz da franquia.

 

CHUTANDO CACHORRO MORTO

Certos filmes são malhados pela crítica, odiados pelo público ou fracassam nas bilheterias, e às vezes naufragam nas três categorias, mas mesmo assim um ator pode se pronunciar e jogar uma pá de cal no desastre.

George Clooney

georgeclooneybatman

‘Batman & Robin’:

Era um daqueles filmes em que era difícil atuar bem. Pensando bem, é fácil olhar para trás e dizer ‘Uau, esse [filme] foi uma merda e eu estava muito ruim nele’.

O filme foi (e continua sendo) tão criticado que até Clooney imaginou que o dano era irreparável: “Eu acho que nós matamos a franquia”, disse, na época do lançamento.

 

Mark Wahlberg

fimdostempos_2

‘Fim dos Tempos’:

Foi um filme muito ruim. Foda-se. [O filme] é o que é. Malditas árvores, cara. As plantas. Foda-se. Vocês não podem me culpar por não querer interpretar um professor de ciências.

Fracasso de crítica, o terror foi mais um passo do cineasta M. Night Shyamalan na direção do descrédito popular. Seus longas seguintes não foram menos achincalhados.

 

James Franco

James Franco

‘Sua Alteza?’: Direto e resolvido, Franco disse sobre a malfadada comédia medieval: “Aquele filme é uma droga. Não tem como ignorar.”

 

Sean Connery

aligaextraordinaria

‘A Liga Extraordinária’:

Eu estou cansado dos idiotas… [Existe] um abismo cada vez maior entre as pessoas que sabem fazer filmes e as pessoas que aprovam a produção dos filmes.

Connery odiou tanto seu papel que ele se aposentou logo em seguida.

 

Halle Berry

mulhergato_4

‘Mulher-Gato’: Mais do que admitir que o filme era ruim, a atriz fez isso em público. Ela foi uma das poucas a subir ao palco do Framboesa de Ouro, que “premia” os piores filmes do ano. Em seu discurso, Berry disse:

Eu gostaria de agradecer a Warner Bros. por me escalar nessa merda, nesse filme horroroso… “Era exatamente disso que a minha carreira precisava – eu estava no topo, agora estou no fundo do poço.

CURIOSIDADE: Sandra Bullock também teve uma participação memorável na cerimônia de entrega do Framboesa de Ouro. Apenas um dia antes de receber o Oscar por ‘Um Sonho Possível’, ela foi nomeada Pior Atriz do ano por ‘Maluca Paixão’. Porém, ela teve uma postura bem diferente da de Berry: ela levou um carrinho cheio de cópias do filme para a plateia, pois queria que todos reconsiderassem sua opinião.

 

CONSERTANDO ERROS

Nem sempre é tarde para corrigir um comentário desastroso ou uma parceria profissional que não deu certo. Estes astros conseguiram, ou pelo menos tentaram, retratar os erros que cometeram em relação a seus filmes.

 

Mel Gibson

melgibson_2

‘O Hotel de um Milhão de Dólares’: Tudo começou com um comentário bizarro de Gibson sobre o longa de Wim Wenders: “Eu achei [o filme] chato como a bunda de um cachorro.” Algum tempo depois, o astro tentou se retratar:

Eu pensei, ‘Deus, por que eu disse aquilo? Eu sou um idiota! Eu produzi o filme. Eu estou distribuindo o filme!’ Foi muito imprudente da minha parte, porque muitas pessoas trabalharam duro naquele filme… Então eu realmente me arrependo de dizer aquilo. Eu escrevi muitas cartas de desculpas por conta daquilo.

O astro disse que o comentário desastroso foi resultado de um dia lotado de entrevistas.

 

Sean Penn

landscape-1426804589-the-gunman-sean-penn

‘Jogo de Poder’: O problema de Penn não foi com o filme, mas com o diretor, Doug Liman, com quem tinha uma relação conflituosa. Em represália, o ator se negou a participar da campanha de divulgação do longa.

 

Jim Carrey

kickass2_34

‘Kick-Ass 2’: Num dos casos mais recentes, Carrey criticou o excesso de violência no filme de heróis, e também não quis participar de sua divulgação.

Eu gostaria de pedir desculpas aos outros envolvidos com o filme. Eu não tenho vergonha de tê-lo feito, mas eventos recentes me fizeram mudar de opinião.

O ator explicou que mudou de ideia após o massacre na escola Sandy Hook, em dezembro de 2012. “Eu fiz ‘Kick-Ass’ um mês antes de Sandy Hook, e agora eu não posso suportar em sã consciência esse nível de violência”, declarou.

10 filmes pra ficarmos de olho no segundo semestre de 2025!

2025 chegou com tudo quando o assunto é cinema! Até o final do ano várias aguardadas obras cinematográficas vão encher as salas de cinema de todo o planeta. Para relembrarmos a vocês algumas dessas – para você já ir marcando em sua agenda – segue abaixo uma lista com filmes imperdíveis que chegam no segundo semestre desse novo ano:

 

Jurassic World: O Recomeço

Aguardado novo filme da conhecida franquia, Jurassic World: O Recomeço vai nos mostrar uma expedição com o objetivo de extrair DNA de algumas criaturas pré-históricas. O projeto é dirigido por Gareth Edwards e tem Scarlett Johansson, Mahershala Ali e Rupert Friend no elenco.

 

Superman

Um dos mais aguardados filmes desse ano é sem dúvidas nenhuma Superman. Dirigido por James Gunn e baseado na série de quadrinhos All-Star Superman – ainda sem sinopse oficial – voltaremos a encontrar o inesquecível herói, seus conflitos e dilemas.

 

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos

Dirigido por Matt Shakman, um aguardado retorno de queridos super-heróis será visto em Quarteto Fantástico: Primeiros Passos. Na trama acompanharemos pontos chaves da trajetória da família mais conhecida da Marvel, seus poderes, as responsabilidades de serem heróis e a luta para proteger a terra contra ameaças terríveis.

 

Michael

Com direção de Antoine Fuqua e roteiro de John Logan, acompanharemos uma cinebiografia repleta de recortes de momentos importantes da vida pessoal e profissional de um dos maiores artistas que esse mundo já viu: Michael Jackson.

 

Avatar 3: Fogo e Cinzas

Terceiro filme de uma das mais famosas franquias da história recente do cinema, Avatar 3: Fogo e Cinzas – ainda sem sinopse oficial – será a continuação da saga iniciada em 2009, novamente dirigida por James Cameron.

 

Wicked Para Sempre

Segundo filme, que fecha a adaptação cinematográfica adaptada da peça homônima da Broadway, Wicked Para Sempre nos guiará para os acontecimentos finais desse prelúdio de O Mágico de Oz.

 

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (2025)

E tem clássico do cinema de terror adolescente ganhando nova vida em 2025? Tem sim! Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado , uma provável continuação baseada nos acontecimentos do filme original deve contar com a presença de Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr.

 

Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda

Nessa aguardada continuação de um filme que fez muito sucesso no Brasil 20 anos atrás, vamos voltar a acompanhar Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsey Lohan). De acordo com a sinopse oficial: Nesse novo filme, Anna tem uma filha e uma futura enteada. Enquanto elas enfrentam os desafios que surgem quando duas famílias se unem, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.

 

Silvio Santos vem aí

Crédito: Fernando Pastorelli

Trazendo um olhar para os bastidores do Programa Silvio Santos, Silvio Santos vem aí é mais um filme sobre o maior apresentador da história da televisão brasileira. No papel principal, o ótimo Leandro Hassum.

 

A Empregada

Baseado no livro da médica e escritora norte-americana Freida McFadden, nesse aguardado suspense que promete muitas reviravoltas, acompanharemos uma jovem que vai trabalhar como emprega doméstica para a família de um casal rico. Logo, segredos começam a aparecer pelo seu caminho.

 

10 Franquias que Foram Drasticamente Interrompidas

Não é novidade que a Hollywood atual investe pesado em franquias. A era dos astros foi finalmente suplantada pela era das marcas. Cada grande estúdio deseja sua fatia do mercado, tentando criar aquele nome reconhecível que acerte o alvo, seja revivendo o que deu certo no passado ou adaptando de outra mídia de sucesso (a originalidade é cada vez um item mais raro).

No entanto, ter um produto que ressoe junto ao público não é tudo. É necessário ter o mínimo de qualidade em seu filme. Pense, por exemplo, em Guardiões da Galáxia (2014), que pegou um produto obscuro e trouxe para os holofotes graças ao esforço do time responsável. Com a máxima “nem tudo que Hollywood toca vira ouro” em mente, o CinePOP cria uma nova lista com as potenciais franquias que não decolaram. Reunimos os primeiros, segundos, ou terceiros filmes que foram interrompidos pelos mais variados motivos, sendo seu objetivo lucrar rios de dinheiro para seu respectivo estúdio, na forma da mais nova mania mundial. Vamos a eles.

Boa leitura, bom divertimento e não esqueça o comentário.

#10) A Série Divergente (2014, 2015 e 2016)

Este é um caso curioso. Divergente é baseado numa série literária juvenil de sucesso, que claramente bebe na fonte de títulos como Harry Potter e Jogos Vorazes. O problema foi justamente quando sua contraparte cinematográfica também tentou trilhar pela mesma estrada. As aventuras de Tris e seus amigos foram a cada exemplar decaindo no gosto da crítica e público. O fato bastou para que os produtores decidissem lançar o quarto e último filme, que fecharia a série, direto para a TV.

O que acontece foi que assim como as franquias citadas acima, Divergente dividiu seu último livro em dois filmes – aqui claramente uma façanha visando apenas o lucro financeiro. Como resultado, a produção está embargada, com sua protagonista Shaielene Woodley afirmando que não participará se o lançamento não ocorrer nos cinemas. Que sirva de lição para a ganância corporativa acima da qualidade. Que tal fazer um filme e se ele der certo, pensar na continuação? Quem sofre são os fãs.

Solução: um meio termo precisa ser achado. Ou Woodley aceita protagonizar a produção para a TV, em respeito unicamente aos fãs, ou os produtores devem arcar com as consequências e realizar o último longa nos cinemas, doa a quem doer.

#9) Super Mario Bros (1993)

A primeira adaptação de um vídeo game para o cinema também não teve a vida fácil. Super Mario Bros era uma febre nos anos 1980 e 1990. Não existia uma criança na época que não conhecesse o jogo do encanador descendente de italiano Mario e seu irmão Luigi, que se aventuravam em mundos estranhos de fantasia com o objetivo de resgatar uma princesa. Entre escorregar por um cano aqui, e pisar em tartarugas ali, Super Mario se tornou uma das franquias mais conhecidas, rendendo de tudo, desde desenho animado até todo tipo de merchandising.

Na hora de realizar a transição para o cinema, a empolgação não podia ser maior. O trailer jogou as crianças da época na lua, afinal, quantas vezes seus personagens favoritos dos games que passavam horas jogando já tinham aparecido nos cinemas? Nenhuma. O resultado, no entanto, foi menos do que satisfatório, criando, ao invés de um filme mágico com o visual próximo ao que todos estavam acostumados, uma produção soturna, suja e depressiva, numa espécie de Mad Max encontra Gotham City. Nem um Dennis Hopper caricato e parecendo se divertir de verdade na pele do Rei Koopa consegue salvar a produção da apatia. Super Mario Bros se tornou cult, mas naquela categoria de prazer culposo, o que não é o que nenhum fã deseja. Está mais do que na hora de ser revitalizado.

Solução: pegando carona no sucesso de Uma Aventura LEGO (2014) e Angry Birds – O filme (2016), um novo longa do Mario poderia ser criado todo em animação. Foi a solução encontrada para o terceiro Smurfs (lançado recentemente nos cinemas), que se mostrou a melhor investida da franquia.

#8) O Espetacular Homem-Aranha 2 (2014)

Quando a notícia de que a Sony iria realizar o reboot da franquia Homem-Aranha, após o malfadado terceiro episódio de 2007, ao invés de seguir a série com Tobey Maguire e Sam Raimi na direção – ambos interessados em participar de um quarto filme – a maioria dos fãs achou que a proposta era um disparate. O fato é que Homem-Aranha (2002), um dos longas responsáveis por esta era de ouro dos super-heróis no cinema, havia sido lançado há apenas dez anos, tempo insuficiente para formar uma geração que não o conhecia.

A verdade é que após o encerramento da era Raimi, com divergências fervorosas entre o cineasta e o estúdio, negadas hoje em dia, a Sony não queria perder os direitos do personagem e sua galinha dos ovos de ouro, que seriam revertidos para a Marvel, propriedade da Disney. A solução foi realizar este reinício, com outro diretor e outro protagonista. O Espetacular Homem-Aranha (2012) foi um filme bem morno, no qual fica difícil destacar elementos que satisfaçam. Mas foi com esta sequência de 2014, que tudo foi para o ralo. A Ameaça de Electro é ruim, caindo no quesito prazer culposo e sendo comparável a Batman & Robin (1997) em questão de vergonha alheia. O pior foi ter o plugue puxado sem uma conclusão. Pobre Andrew Garfield, tão empolgado ao ganhar o papel. Pobre Shailene Woodley, a Mary Jane que nunca foi.

Solução: já temos um novo Homem-Aranha nas formas de Tom Holland, um novo diretor nas formas de Jon Watts, e um novo filme em parceria com a Disney/Marvel. A estreia de Homem-Aranha: De Volta ao Lar ocorre em julho.

#7) O Último Mestre do Ar (2010)

Recentemente falei sobre O Último Mestre no Ar na maratona Shyamalan que fiz para o CinePOP. Uma vez um mestre da sétima arte, em pleno domínio de sua forma, M. Night Shyamalan deixou seu ego falar mais alto, travou uma batalha contra os críticos e os fãs e caiu em desgraça. O ápice desta fase negra, como muitos apontam, foi este filme, onde Shyamalan resolveu adaptar para o cinema o famoso desenho Avatar, objeto de paixão de seus filhos. Com a obra, o cineasta entregava sua primeira superprodução, um blockbuster bem diferente do que estava acostumado a fazer, geralmente longas mais autorais e intimistas.

Um dos motivos do fracasso de O Último Mestre do Ar foi a falta de bom humor, presente no material original. Shyamalan cria um filme sorumbático, longe do tipo de sentimento geralmente associado a uma produção mirada ao público infantil. Este é um épico sério e enfadonho, sem alívios ou beleza visual – até os efeitos são carregados na sobriedade. O carisma dos protagonistas não são o suficiente para livrar o filme da apatia. O curioso é que, assim como muitos que tentam agarrar com unhas e dentes a chance de uma continuidade, O Último Mestre do Ar deixa a porta escancarada para uma sequência – que nunca viria, obviamente.

Solução: com a salvadora Netflix resgatando tudo que é série e filme de status cult do ostracismo, bem que o colosso do audiovisual poderia dar mais uma chance para a franquia Avatar. A história poderia ser continuada ou reiniciada através de uma série em live action, como a empresa fez com Desventuras em Série ou Os Instrumentos Mortais.

#6) O Besouro Verde (2011)

Mesmo quando achamos que nada pode dar errado em produções que parecem nascer vencedoras, o acaso entra em jogo, subvertendo tudo. Seth Rogen estava na crista da onda na época, como um dos humoristas norte-americanos de maior proeminência, saído dos sucessos consecutivos de Ligeiramente Grávidos, Superbad, Segurando as Pontas e do aclamado Tá Rindo do Que? (2009). Ao lado de seu parceiro de roteiro usual Evan Goldberg, criar um roteiro para a série cult O Besouro Verde soava como ideia genial. No elenco, o vencedor do Oscar Christoph Waltz e o astro asiático Jay Chou.

Se na frente das câmeras, o elenco era mais do que convidativo, atrás tínhamos o cineasta francês cultuado Michel Gondry, que colocou seu nome no coração dos cinéfilos graças a Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (2004). A proposta aqui era realizar um filme de super-herói diferente, apostando mais no humor e rindo do ridículo da coisa. Comparando, era mais para o Batman galhofeiro da década de 1960 e menos para o próprio Besouro Verde, uma série da mesma época levada num tom mais sóbrio. Apesar de escolhas técnicas criativas, o roteiro capenga e a falta de química entre os atores e seus personagens, deixou o público a ver navios e o filme naufragou. Rogen e sua turma fazem inclusive piadas sobre a desgraça da produção atualmente. Uma pena, pois poderia render uma franquia divertida e nostálgica.

Solução: a mesma do item acima poderia ser aplicada, já que dificilmente algum estúdio iria investir novamente um orçamento de dezenas de milhões de dólares em uma aposta arriscada, que mostrou não dar certo. A solução aqui seria por algo menor, como uma série de TV, com novo elenco e novos envolvidos, revitalizando o material, sob novo aspecto.

#5) O Poder e a Lei (2011)

Nem só de super-heróis de quadrinhos, vídeo games, desenhos animados, séries antigas de TV e literatura infanto-juvenil vivem as franquias que não deram certo no cinema. Esta aqui, no entanto, é uma das que mais dói no coração cinéfilo não ter emplacado, impossibilitando os fãs e amantes do cinema de verem novas aventuras jurídicas do advogado malandro Mick Haller (Matthew McConaughey), um dos melhores personagens criados no cinema mainstream nos últimos anos. E dói principalmente por sabermos que O Poder e a Lei (The Lincoln Lawyer) é, no mínimo, um ótimo filme.

O filme adapta o livro homônimo, parte de uma série criada pelo autor Michael Connelly, protagonizado pelo personagem escorregadio, um advogado cheio de artimanhas que tem como escritório o carro Lincoln (daí o título original) e com ele percorre toda a cidade atrás de clientes. Além disso, O Poder e a Lei figura como primeira produção da chamada “McConaissance”, a renascença de Matthew McConaughey, resgatado de filmes ruins. O Poder e a Lei infelizmente não atingiu o esperado pelo estúdio e melou os planos de outros filmes, mesmo uma continuação sendo de grande interesse do astro e dos envolvidos.

Solução: quem sabe agora que Matthew McConaughey voltou às boas com o sucesso de crítica e público (embora tenha sofrido um novo leve declínio pós Oscar), algum produtor ou estúdio não desenvolva interesse em levar os livros de Connelly e o personagem de volta aos cinemas. Se McConaughey desse uma de Ryan Reynolds e investisse no lobby, a coisa poderia sair do papel.

#4) Sombras da Noite (2012)

Uma das produções mais broxantes desta nova década, que nos fez perder bastante fé em Johnny Depp e no diretor Tim Burton. Anunciado por anos como um projeto dos sonhos de Depp, um aficionado pela série original da década de 1960, sobre uma família para lá de estranha – cujos membros eram desde vampiros até outras criaturas sombrias – que fazia de sua missão levar Barnabas Collins e sua trupe para as telonas. As primeiras notícias sobre a produção enchiam o coração cinéfilo de esperança. O tom de terror de mentirinha pedia a direção de Burton, que por sorte é um grande amigo de Depp e parecia ter nascido para desenvolver o projeto.

Além disso, Sombras da Noite marcava a tão aguardada reunião de Burton com a veterana Michelle Pfeiffer, depois de icônico Batman – O Retorno (1992). Se tivesse dado certo, poderíamos ver a cada par de anos novas confusões desta família disfuncional. O maior problema do longa foi a falta de compromisso com um tom, oscilando entre cenas saídas tipicamente de um filme de horror (como quando Barnabas mata um grupo de hippies) e uma comédia, que não funciona com piadas seguras demais e muito velhas (como a cansada dinâmica do peixe fora d´água, o personagem vindo do passado não conhece a televisão e por aí vai).

Solução: uma paixão antiga não morre assim tão fácil. Desta forma, ainda reside dentro de Depp e Burton a frustração de não terem sido bem sucedidos com a obra. Isso pode mudar se a dupla propuser para um destes veículos de streaming ou canal a cabo, uma série sobre o tema, produzida por eles. E quem sabe, protagonizada pelos mesmos atores, já que o filme não é tão antigo assim e todos estão em perfeita forma para retornarem a seus personagens.

#3) Lanterna Verde (2011)

A Warner, dona dos direitos dos personagens da DC Comics, via o início da construção do universo cinematográfico da rival Marvel nesta época. Se com a rival deu certo investir num personagem do escalão B de seu acervo, como o Homem de Ferro, trazer o Lanterna Verde como protagonista de seu próprio filme parecia ser uma opção acertada. A proposta de tirar o foco dos medalhões da casa, Superman e Batman, poderia até ter dado certo, caso os envolvidos estivessem verdadeiramente empenhados. O diretor Martin Campbell, por exemplo, confessa ter sido apenas um diretor de aluguel, sem qualquer apreço pelo material.

A Warner sentiu também que tentar replicar o clima descontraído e colorido da rival, em um personagem que não pedia, não era a solução. Pior para o ator Ryan Reynolds, que com o longa participou de sua terceira incursão malfadada pelo subgênero (depois de Blade Trinity, de 2004, e X-Men: Origens – Wolverine, de 2009), sendo resgatado somente com o sucesso de Deadpool (2016). Reynolds inclusive fez questão de tirar sarro do personagem no longa citado, e de positivo do projeto levou apenas o casamento com sua colega de cena, Blake Lively. Este é outro filme que deixou tudo encaminhado, como mostra sua cena pós-créditos, para uma sequência e uma possível franquia, que não vingou.

Solução: muitos já queriam ver Hal Jordan, ou outro Lanterna Verde, no filme da Liga da Justiça, que será lançado no final deste ano. Muitos acreditam inclusive que a Warner está escondendo o jogo, e que o personagem estará sim presente no longa. Seja como for, outros projetos envolvendo o personagem não param de salpicar nas notícias. Um novo filme solo tendo o Lanterna Jon Stewart é mencionado, mas a certeza parece ser um filme com o time inteiro dos Lanternas, intitulado Tropa dos Lanternas Verdes (Green Lantern Corps), que possui data de estreia anunciada para 2020.

#2) Dredd (2012)

A primeira faz tchan, a segunda faz… O que acontece quando tentamos mais de uma vez, de diferentes formas e não atingimos nosso objetivo? Continuamos tentando ou desistimos? Se o projeto envolve muitos milhões de dólares, talvez seja o caso de repensar muito bem a ideia. Foi o que ocorreu com o personagem Juiz Dredd, dos quadrinhos obscuros ingleses criados por John Wagner e Carlos Ezquerra. A primeira incursão do personagem pelos cinemas aconteceu em 1995, numa era pré-boom do gênero, aonde foi protagonizado por Sylvester Stallone, num filme que entre outras coisas descaracterizou não apenas o personagem, como a proposta do material, criando um blockbsuter mundano.

A tragédia que foi O Juiz (1995) seria o suficiente para enterrar de vez o personagem. No entanto, em 2012, novo fôlego foi dado ao policial do futuro, que é juiz, júri e carrasco dos criminosos. Mais intimista, contando com um orçamento mais justo e uma história que misturava Operação Invasão, Cidade de Deus e filmes de ficção e ação, Dredd acertou em cheio, criando um cult instantâneo. Desta vez, no lugar de Stallone e seu ego, tínhamos o eficiente Karl Urban, que aceitou participar do filme inteiro usando o capacete do personagem, sem mostrar o rosto. No entanto, como nem tudo é perfeito, o filme não se mostrou um sucesso financeiro, apesar das críticas em sua maioria favoráveis, já que fazia uso de uma censura alta e nenhum humor.

Solução: até hoje Karl Urban e os envolvidos fazem campanha para a volta de Dredd, e uma espécie de crowdfunding, donativos do público para o orçamento da produção, entrou em vigor. A solução pode estar com a Netflix ou outro veículo de streaming, que poderia bancar a produção de um novo longa lançado direto em tal mídia. Não seria nada mau.

#1) Millennium  (2011)

E a posição de número 1 da lista é The Girl with the Dragon Tattoo, de David Fincher. Este é o item que deixa o coração cinéfilo mais triste e chorando por uma franquia que infelizmente não virá, ao menos não como queríamos. O filme é a versão norte-americana dos livros de suspense protagonizados por uma das melhores personagens femininas dos últimos anos, Lisbeth Salander, escritos por Stieg Larsson, já falecido. O autor escreveu uma trilogia, que foi adaptada na forma de produções cinematográficas suecas (país de origem das obras literárias), embora uma série maior tenha sido planejada. Na trilogia sueca, Noomi Rapace deu vida à personagem.

No entanto, foi com a adaptação de David Fincher que a história atingiu novos níveis de excelência. Tudo foi aumentado em relação às produções suecas no longa de Fincher, inclusive o comprometimento da atriz principal – Rooney Mara tem um desempenho vertiginoso, até mesmo colocando piercing de verdade nos mamilos, e como resultado recebeu uma indicação ao Oscar. Mara é a Liesbeth Salander definitiva. Infelizmente, devido ao seu orçamento inflado, para uma produção de suspense de censura alta e temas para lá de polêmicos – como estupro, assassinato e abuso de mulheres – o filme deu certo prejuízo para a Sony, apesar das críticas extremamente positivas e de figurar na maioria das listas de melhores de seu respectivo ano.

Solução: aos poucos foi ficando cada vez mais distante o sonho de vermos Rooney Mara na pele de Lisbeth novamente, assim como uma continuação para o filme de Fincher. Agora, já está decidido que o caminho a ser tomado será um reboot, adaptando A Garota na Teia de Aranha, quarto livro da saga, escrito por David Lagercrantz desta vez. Fede Alvarez (O Homem nas Trevas) vai dirigir, e Claire Foy estrelar como Lisbeth!

Zod, Lex Luthor e Beijo do ESQUECIMENTO – Revisitando o clássico ‘SUPERMAN II: A Aventura Continua’ (1980)

Superman, o maior super-herói de todos os tempos, ganhou um novo filme nas telonas recentemente. Esse, no entanto, não é apenas mais um filme do Homem de Aço, e sim o reinício de todo um universo nos cinemas – o universo dos personagens da DC na Warner, agora debaixo do selo de qualidade do diretor e produtor James Gunn (o homem que entregou a emocionante trilogia dos ‘Guardiões da Galáxia’).

Com o filme chegando no streaming, resolvemos revisitar agora o segundo longa para o cinema do Super-Homem, importante para cimentar de vez o gênero e o personagem como um dos mais queridos da época.

zod cinepop

Leia também: ‘Superman: O Filme’ (1978) – Revisitando o PRIMEIRO super-herói do cinema e (para muitos) ainda o melhor!

Em 1978, o mundo acreditou. E não em uma pirâmide financeira ou em duendes, e sim que um homem podia voar — era Superman. O filme estrelado por Christopher Reeve não só fez a humanidade acreditar que um homem podia voar, como também provou que adaptações de quadrinhos podiam ser épicas, sérias e, ainda assim, divertidas. ‘Superman – O Filme foi um estouro: aclamado pela crítica, arrecadou mais de US$ 300 milhões ao redor do planeta e inaugurou uma nova era de super-heróis no cinema. Naturalmente, uma sequência era questão de tempo. E assim nasceu ‘Superman II – A Aventura Continua(1980) — um filme que deveria ter sido simples… mas virou uma verdadeira batalha nos bastidores, quase digna de um crossover com o Batman (sem direito a Martha como arrego).

Rio de Janeiro receberá Milly Alcock para a turnê global de ‘Supergirl’

Desde o início, os produtores Alexander e Ilya Salkind tiveram uma ideia megalomaníaca: filmar ‘Superman’ e sua continuação ao mesmo tempo, como se fazer um filme gigantesco já não fosse complicado o suficiente. O diretor Richard Donner, perfeccionista e visionário, comprou a briga. Durante a produção do primeiro longa, cerca de 75% deSuperman IIjá havia sido filmado, o que teoricamente facilitaria a vida de todo mundo. Teoricamente.

paper cinepop

Mas Donner e os Salkind entraram em colisão mais rápido do que uma bala. O diretor queria manter o tom épico e respeitoso ao personagem, enquanto os produtores queriam mais leveza, mais ação e menos discussões filosóficas sobre Krypton. Resultado? Brigas, gritos e, claro, a demissão de Donner antes que ele pudesse concluir o segundo filme.

Para terminar o trabalho, os Salkind chamaram Richard Lester, conhecido por seu trabalho com a maior banda do mundo, na aventura dos Beatles em ‘Os Reis do Ié-Ié-Ié‘ (A Hard Day’s Night) e por sua habilidade em misturar ação com comédia. E Lester fez jus à fama: regravou boa parte do material já pronto, injetou mais humor e transformou a continuação em algo mais leve, com piadinhas visuais e tom pastelão.

supermanii cinepop

O resultado é uma obra híbrida — parte do estilo épico de Donner, parte da leveza de Lester. E é exatamente isso que dá charme (ou confusão) ao filme, dependendo de quem assiste. Acredite: tem cena do General Zod flutuando ameaçadoramente… e tem cena de Clark Kent tropeçando no carpete como se estivesse num esquete do ‘Chaves. Tudo, é claro, parte do charme inocente que Reeve trouxe ao personagem.

Apesar do caos, o elenco principal voltou firme como aço reforçado. Christopher Reeve assumiu o manto (ou melhor, a capa) do Superman mais confiante do que nunca — agora mais forte fisicamente e mais afiado no papel. Margot Kidder voltou como Lois Lane, com um timing cômico ainda maior e uma química com Reeve mais refinada. Quem retorna também é Lex Luthor, Gene Hackman volta como o vilão careca mais sarcástico da história — mas só aparece em cenas dirigidas por Donner, já que se recusou a participar das refilmagens com Lester.

luthor cinepop

E, claro, temos o destaque do filme: os três kryptonianos banidos da Zona Fantasma. Terence Stamp rouba a cena como o autoritário General Zod — dono da frase mais icônica do filme: “Ajoelhe-se perante Zod!”. Ao seu lado estão Ursa (Sarah Douglas), a guerreira com olhar fulminante, e Non (Jack O’Halloran), o brutamontes silencioso com cara de poucos amigos e força de muitos.

O enredo começa exatamente onde o primeiro parou. Superman salva o mundo, mas está apaixonado por Lois. Na Fortaleza da Solidão, ele toma a decisão mais polêmica de sua carreira: abre mão dos poderes para viver um amor comum com a repórter. Claro que, no melhor estilo “o universo não colabora com casais felizes”, os três vilões escapam da Zona Fantasma e invadem a Terra, conquistando o planeta com a facilidade de quem chega antes do feriado.

clark cinepop

Enquanto isso, Lex Luthor dá um jeitinho de fugir da prisão e se aliar aos kryptonianos, só para tentar roubar a cena (e o mundo). No final, Superman precisa recuperar seus poderes e enfrentar os vilões em uma batalha que envolve socos voadores, vitrines quebradas e uma cena no Planeta Diário digna de novela mexicana. E como bônus, temos um beijo que apaga memórias, porque… por que não, né?

Antes de Reeve se tornar o Superman definitivo, nomes como Robert Redford, James Caan, Nick Nolte e Sylvester Stallone foram cogitados para o papel. Após o primeiro filme, Reeve quase desistiu de voltar, insatisfeito com a direção que o estúdio tomava. Mas após um reajuste de salário e algum convencimento, ele retornou — e ainda melhor. Para a direção, Guy Hamilton (de 007) chegou a ser considerado, mas não pôde por questões legais. Outros nomes bizarros como Sam Peckinpah chegaram a surgir, o que poderia ter tornado ‘Superman II um “faroeste ultraviolento”.

kiss cinepop]

Superman II foi recebido positivamente pela crítica na época, embora muitos notassem o contraste de tons entre Donner e Lester. O consenso era de que o filme oferecia mais ação e humor do que o original, mas perdia um pouco do peso dramático. O The New York Times elogiou o desempenho de Reeve e a dinâmica entre os personagens, enquanto outros veículos, como a Variety, apontaram a direção de Lester como “mais leve, mas funcional”.

Alguns críticos torceram o nariz para as mudanças de tom e para o humor exagerado. Outros adoraram a ação e o carisma dos vilões. No geral, o filme manteve a boa reputação do primeiro e consolidou-se como uma das melhores sequências de super-heróis já feitas — mesmo com todo o caos nos bastidores.

sups cinepop

Apesar dos problemas internos, ‘Superman II foi um sucesso comercial. Lançado no Reino Unido em dezembro de 1980, assim como no Brasil (e nos EUA apenas em junho de 1981), o filme arrecadou cerca de US$ 190 milhões mundialmente, com um orçamento estimado entre US$ 54 e 60 milhões. Nos EUA, estreou em primeiro lugar e ficou entre as maiores bilheterias do ano, provando que o público ainda queria — e muito — ver o Homem de Aço em ação.

Anos depois, em 2006, os fãs finalmente puderam ver ‘Superman II como Donner o imaginou. O Richard Donner Cut” incluiu cenas inéditas, refilmagens descartadas e uma narrativa mais próxima da visão original. Com um tom mais coeso ao primeiro filme, essa versão ganhou status cult e mostrou que, sim, existe uma linha do tempo alternativa onde Superman podia ser mais sério e menos pastelão.

zodsu cinepop]

Superman II se tornou um clássico. É uma das raras sequências que conseguem manter o nível do original, mesmo com turbulências criativas, egos inflados e diretores trocados no meio do caminho. O filme estabeleceu o General Zod como um dos maiores vilões da cultura pop e consolidou Christopher Reeve como o Superman definitivo — insuperável até hoje, em muitos corações por aí.

Superman II – A Aventura Continua poderia ter dado tudo errado. E, honestamente, quase deu. Mas graças ao talento do elenco, ao charme do protagonista e à paciência dos editores, o filme entregou um espetáculo que mistura ação, romance, comédia e destruição em massa com estilo. Pode não ser perfeito, mas é icônico. E se você ainda não se ajoelhou perante Zod… bom, melhor começar a ensaiar.

‘Halloween’: Produtor fala sobre sequência que nunca aconteceu; Saiba mais!

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o produtor Malek Akkad falou sobre as sequências da franquia ‘Halloween‘ que nunca foram feitas, incluindo ‘Halloween 9‘, que teria continuado os eventos do culto sinistro dos Thorns.

“Nós estávamos desenvolvendo o nono filme. O roteiro tinha tudo, desde o Homem de Preto até a sobrinha, e nós começamos a ter que responder questões de diferentes narrativas. É preciso ser um ótimo roteirista para fazer todos esses elementos se encaixarem, mas nós tentamos. Tínhamos alguns rascunhos do roteiro de ‘Halloween 9’.”

Infelizmente, depois que um bombardeio tirou a vida do produtor Moustapha Akkad e sua filha, a produção da sequência ficou no limbo. Seu filho, Malek, precisou tirar um tempo para si mesmo.

“Levou bastante tempo para eu conseguir me recuperar. Então, eu percebi que era hora de parar. Já tínhamos feito oito filmes. Se não fizéssemos mais nenhum, aquela seria a era dele. Pensei em um recomeço. É aí que entram os filmes do Rob Zombie. Nós fizemos dois filmes com o Rob. E, depois deles, não conseguia imaginar nenhum outro diretor que pudesse continuar o tom do Rob em um terceiro filme, usando os personagens que ele desenvolveu.”

Ele continua, “Eu ouvi muitos conceitos ruins sobre o que fazer com a franquia e o Michael Myers, alguns foram até engraçados. Às vezes eu brinco dizendo que posso escrever um livro com todos os conceitos ruins que já me apresentaram.”

Crítica | Halloween – Michael Myers retorna em sequência clichê e frustrante

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax, e tem estreia prevista para 25 de outubro de 2018.

Recentemente, o órgão de classificação indicativa americano classificou o filme como sendo para maiores de 18 anos, por conter “violência e imagens sanguinárias, linguagem ofensiva, uso de drogas e nudez”.

“Uma equipe britânica de documentaristas vem aos Estados Unidos para visitar Michael Myers na prisão, na intenção de relatar os acontecimentos da noite de terror do maníaco ocorrida há 40 anos, mas seu projeto se torna ainda mais interessante quando Myers escapa, recolhe sua máscara e procura se vingar de Laurie (Jamie Lee Curtis), deixando uma trilha de corpos pelo caminho. Nas décadas que se seguiram, Laurie se preparou para o retorno inevitável de Michael, para proteger principalmente sua filha Karen (Judy Greer) e sua neta Allyson (Andi Matichak).”

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things‘), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle‘), Dylan Arnold (‘Mudbound‘), Virginia Gardner (‘Os Fugitivos‘) e o retorno de Nick Castle, que interpretou Michael Myers em Halloween: A Noite do Terror’, que voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

 

Última temporada de ‘Lucifer’ terá 10 episódios

Através de seu Twitter, um dos produtores de ‘Lucifer‘, Ildy Modrovich, confirmou que a 5ª (e última) temporada terá 10 episódios, assim como o ciclo anterior.

“Serão 10 episódios [para a última temporada]. E nós faremos cada minuto valer a pena!”

Criada por Tom Kapinos, a série foi cancelada pela FOX depois de três temporadas, mas foi resgatada pela Netflix depois da forte reação dos fãs.

A trama gira em torno de Lucifer Morningstar, que está entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco conta com Tom Ellis, Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.

‘Bad Boys para Sempre’ ultrapassa US$ 400 milhões mundialmente

Consolidando-se como o maior sucesso da franquia, a sequência ‘Bad Boys Para Sempre‘ ultrapassou a impressionante marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa acumula US$ 197.3 milhões. No mercado internacional, são US$ 208 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 405.3 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

A dupla Adi El Arbi e Bilall Fallah é responsável pela direção.

A trama é focada na polícia de Miami e no grupo de elite AMMO em sua tentativa de derrubar Armando Armas, chefe de um cartel de drogas. Armando é um assassino de sangue frio com uma natureza cruel e provocadora. Ele está comprometido com o trabalho do cartel e é enviado por sua mãe para matar Mike (Smith).

Will Smith e Martin Lawrence retornam. Vanessa Hudgens, Alexander Ludwig, Charles Melton, Jacob Scipio e Paola Nuñez completam o elenco.

‘Cães de Caça 2’: Diretor afirma que a sequência ainda pode acontecer

Em entrevista ao Den of Geek, o diretor Neil Marshall revelou que ainda tem interesse em fazer uma sequência para o clássico ‘Cães de Caça‘, filme de lobisomem lançado em 2002, afirmando que ainda há chances do projeto sair do papel.

“Há mais chances atualmente do que nunca para fazermos uma sequência. Nós estamos desenvolvendo algumas coisas e vendo o que podemos fazer. Eu, Kevin McKidd e o produtor Chris Figg queremos voltar para esse universo. Nos últimos 18 anos, já ouvi incontáveis vezes as pessoas me perguntarem ‘Onde está a sequência de Cães de Caça?’.”

Ele completa, “Parte minha quer voltar e revisitar esse mundo de alguma forma. E, se Kev tiver interesse, então iria valer a pena. Veremos. Nunca se sabe.”

Escrito e dirigido por Neil Marshall, a trama do filme original acompanha um grupo de soldados ingleses que é mandado para treinamento na floresta e precisa lida com criaturas inusitadas, que já mataram outra equipe e continuam em busca de mais vítimas, aterrorizando e deixando um rastro de sangue por onde passam.

Confira o trailer:

Vale lembrar que, em 2004, um sequência intitulada ‘Dog Soldiers: Fresh Meat‘ havia sido anunciada, mas o projeto nunca saiu do papel.

‘iCarly’: Revival é renovado para a 2ª temporada pela Paramount+

A Paramount+ renovou oficialmente o revival da série ‘iCarly‘ para a 2ª temporada.

As filmagens do próximo ciclo estão programadas para começarem durante o outono norte-americano, em Los Angeles.

Dan Schneider, criador da série original, retorna para o revival.

A produção se passa 10 anos após o término da série original e acompanha Carly Shay, a influencer original, e seus amigos tentando equilibrar trabalho, amor e família em seus vinte e poucos anos.

O elenco conta com o retorno de Miranda Cosgrove (Carly Shay), Nathan Kress (Freddie Benson) e Jerry Trainor (Spencer Shay), além de introduzir Laci Mosley, como a melhor amiga da Carly, e Jaidyn Triplett, como a enteada do Freddie.

‘O Homem do Norte’: Terror do diretor de ‘A Bruxa’ será para MAIORES por “violência EXTREMA”

O épico ‘O Homem do Norte‘ (The Northman), novo filme do diretor Robert Eggers (‘A Bruxa’ e ‘O Farol’), recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPA por “violência extrema, cenas sangrentas, conteúdo sexual e nudez”.

Confira o trailer, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de abril.

A história é descrita como uma saga viking ambientada na Islândia por volta do século X, que envolverá uma jornada por vingança.

O elenco conta com Alexander SkarsgårdNicole KidmanAnya Taylor-JoyEthan Hawke, Claes Bang, Kate Dickie, BjorkWillem Dafoe.

Eggers também fica a encargo do roteiro ao lado do poeta e novelista Sjón.

‘Animaniacs’ retornam no divertido trailer da ÚLTIMA temporada; Confira!

o Hulu divulgou o trailer completo da 3ª (e última) temporada de ‘Animaniacs‘, revival da clássica série animada dos anos 1990.

Confira:

O ciclo final estreará oficialmente no dia 17 de fevereiro. No Brasil, a produção está disponível através da HBO Max.

Yakko e Wakko, os irmãos Warner, e Dot, a irmã Warner, inseparáveis e irritáveis, se divertem muito causando estragos e caos na vida de todos que encontram.

Steven Spielberg’s Animaniacs foi uma série de desenhos animados distribuída pela Warner Bros., produzida pela Amblin Entertainment e inspirada no filme Uma Cilada para Roger Rabbit.

A produção foi inicialmente exibida na emissora ABC, entre 1993 e 1994. Com os demais episódios sendo exibidos no Kids WB!, entre 1994 e 1998. O desenho é ambientado no universo dos Looney Tunes.

John Carpenter confirma teoria CHOCANTE sobre o final de ‘O Enigma de Outro Mundo’

O desfecho do clássico ‘O Enigma de Outro Mundo‘ tem sido tópico de discussão entre os fãs do gênero desde o seu lançamento, em 1982. Considerado uma obra-prima do terror e ficção científica, a produção se encerra com os dois últimos sobreviventes se encarando – uma conclusão sombria onde nem os personagens, nem o público, sabem se um deles não é mais humano.

Anteriormente, o diretor de fotografia Dean Cundey havia dado uma pista sobre esse debate, revelando que há uma iluminação específica nos olhos dos personagens que pode entregar quem ainda é humano e quem já se tornou a coisa.

Agora, o próprio diretor John Carpenter, em entrevista ao ComicBook, confirmou que um dos personagens é a coisa no final do filme.

“Sim, eu sei. Eu sei quem é a coisa e quem é humano no final do filme,” revelou o cineasta.

Quando perguntado se ele poderia dizer quem não era mais humano, ele apenas respondeu: “Não… Não posso contar. Sinto muito.”

Apesar de não sabermos qual dos dois personagens era a coisa no final do filme, a confirmação de que um deles não era mais humano torna o desfecho da produção muito mais sinistro, não é verdade?

Anteriormente, Carpenter indicou a possibilidade de uma sequência.

No ano passado, o renomado cineasta mencionou que havia atualizações sobre o assunto, mas não estava autorizado a revelá-las: “Veremos, veremos. Nunca diga nunca no ramo do cinema, nunca diga nunca.”

Para quem não sabe, ‘O Enigma de Outro Mundo‘ também ganhou outra adaptação em 2011, estrelada por Mary Elizabeth Winstead e Adewale Akinnuoye-Agbaje.

No entanto, a versão mais popular foi estrelada por Kurt Russell, que interpreta um pesquisador tentando sobreviver ao ataque de um alienígena que estava congelado há milênios na região da Antártida.

ABC anuncia data de estreia da 8ª temporada de ‘9-1-1’

A ABC finalmente confirmou quando a 8ª temporada de ‘9-1-1‘ será lançada.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 26 de setembro.

Anteriormente, o showrunner Tim Minear havia comentado sobre a possibilidade de matar um dos protagonistas: “Eu não acho que os personagens são imortais. Houve algumas vezes em que eles estiveram perto de realmente morrer. Só não quero matar nenhum deles. Um dia, quando isso acontecer, será um dia triste para mim”.

Lembrando que o episódio final da 7ª temporada deixou Bobby Nash (Peter Krause) entre a vida e a morte após explorar seu passado e traumas.

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por ABC (@abc)

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco conta com Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Ryan Guzman, Corinne Massiah e Gavin McHugh.

Glen Powell participa de jogo MORTAL no trailer do reboot ‘O Sobrevivente’; Confira a descrição!

O primeiro trailer do reboot de ‘O Sobrevivente‘, baseado no livro homônimo de Stephen King, foi exibido exclusivamente na CinemaCon 2025.

Na nova versão, Glen Powell (‘Todos Menos Você’) é forçado a participar de um jogo mortal em que ele é caçado por assassinos. Colman Domingo (‘Euphoria’) interpreta o apresentador do gameshow doentio.

Confira a descrição e siga o CinePOP no Youtube:

“O trailer começa com o personagem de Glen Powell andando em uma América distópica e futurista. Ele logo se encontra em um jogo mortal – comandado por Colman Domingo em uma performance fenomenal –, onde é caçado por diversos assassinos.”

“O vídeo destaca diversas sequências de ação de tirar o fôlego, incluindo uma briga em um avião em queda, Powell enfrentando diversos assassinos em um longo corredor e um jogo de batatinha quente com uma granada em um elevador.”

“Antes do título ser exibido, o trailer termina com Powell dizendo ‘Eu ainda estou aqui, seus idiotas’, enquanto levanta o dedo do meio.”

O reboot está programado para estrear nos cinemas nacionais no dia 20 de novembro – um dia antes do lançamento no território norte-americano.

O elenco ainda contará com Josh Brolin, Karl Glusman, Katy O’Brian, Colman Domingo, William H. Macy, Daniel Ezra, Lee Pace, Jayme Lawson, Michael Cera e Emilia Jones.

Edgar Wright (‘Em Ritmo de Fuga’) é responsável pela direção.

Baseada no livro homônimo de Stephen King, publicado através do pseudônimo Richard Bachman, a trama é ambientada em uma América distópica em 2025 e gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O Sobrevivente, para ganhar dinheiro e salvar sua filha gravemente doente.

A direção fica a cargo de Edgar Wright (‘Baby Driver – Em Ritmo de Fuga’), que escreveu o roteiro em parceria com Michael Bacall, seu colaborador em ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘.

Além de dirigir e escrever, Wright serve como produtor ao lado de seus parceiros Nira Park e Simon Kinberg.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Conheça o novo k-drama de HERÓIS que está fazendo SUCESSO na Netflix

A série coreana ‘Cashero‘, que explora um improvável universo de super-heróis, está fazendo sucesso na Netflix.

Com todos os oito episódios já disponíveis no serviço de streaming, a produção alcançou o TOP 2 das séries mais assistidas na plataforma brasileira – atrás apenas do fenômeno ‘Stranger Things‘.

Na trama, a capacidade de extrair poder do dinheiro transforma um assalariado em herói. Entre vilões e aliados bizarros, será que ele consegue vencer o mal sem sair do orçamento?

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série é dirigida por Lee Chang-min.

Lee JaneJeon Chan-ho assinam o roteiro, que é baseado na webtoon homônima.

Em ‘Cashero‘, Kang Sang-ung (Lee Jun-ho) é um funcionário comum de um centro comunitário que, de repente, adquire superpoderes que variam de acordo com a quantidade de dinheiro que ele tem em mãos. A cada uso de seus dons, seus fundos se esgotam, e a vida modesta e os sonhos de Sang-ung são virados de cabeça para baixo, enquanto ele se vê envolvido em um mundo de poderes ocultos e atos heroicos de alto custo.

Kim Hye-junKim Byong-chulKim Hyang-gi coestrelam.

Diretor compara a trama de ‘Thor: Ragnarok’ com ‘Capitão América: Guerra Civil’

Taika Waititi , diretor de ‘Thor: Ragnarok‘, conversou com o A. V. Club sobre o terceiro filme do asgardiano.

Na entrevista, Waititi compara os problemas enfrentados por Thor (Chris Hamsworth) e Hulk (Mark Ruffalo) no novo filme da Marvel, com a disputa em ‘Capitão América: Guerra Civil‘. Confira:

“Guerra Civil é só sobre os seres humanos, com problemas humanos. O nosso (Thor Ragnarock) é com criaturas e outros seres, e outros tipos de personagens realmente diferentes. Novamente mostrando problemas humanos, mas no espaço e em outros mundos.” O diretor ainda disse que gravou um cameo no filme, “Não é uma coisa que eu planejei, mas agora estou em todos os meus filmes em um pequeno papel. Eu provavelmente vou continuar fazendo isso. É como uma coisa tola que eu faço agora.”, disse o diretor.

Em ‘Thor: Ragnarok‘, Thor é preso no outro lado do universo sem seu martelo poderoso. Ele encontra-se em uma corrida contra o tempo para voltar a Asgard e parar Ragnarok – a destruição de seu mundo natal e o fim da civilização Asgardiana – nas mãos de uma nova ameaça todo-poderosa, a implacável Hela. Mas primeiro ele deve sobreviver a uma disputa mortal de gladiadores que o coloca contra seu ex-aliado e companheiro dos Vingadores – o Incrível Hulk!

Hulk e Thor de armadura em cartaz de ‘Thor – Ragnarok’

Cate Blanchett viverá Hela, a deusa asgardiana da morte. Senhora de Hel e Niffleheim, é uma tenaz inimiga de Thor. Quando atingiu a maioridade, Odin nomeou-a Deusa da Morte, dando-lhe domínio sobre os mortos nos reinos de Hel e Niffleheim. Nos quadrinhos, ela chega a matar Thor.

Jeff Goldblum (‘Independence Day: O Ressurgimento’) viverá o Grão-Mestre, e Karl Urban (‘Star Trek: Sem Fronteiras’) será o Executor.

Chris Hemsworth compartilha nova imagem nos bastidores de ‘Thor – Ragnarok’

Thor: Ragnarok‘ chegará aos cinemas em 2 de Novembro de 2017.