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Crítica | Meu Malvado Favorito 3 – Diversão para os baixinhos, e referências para os grandinhos

Irmãos Gêmeos

Embora muita gente não saiba, fazer um filme de sucesso é quase um milagre. Ter centenas de milhões de dólares em mãos nada significa sem a empatia do público. E isso, obviamente, vale para as animações também. Ou você duvida que o sonho da maioria é se tornar uma franquia rentável. Nem todas conseguem, porque, caso você também não saiba, fazer um filme custa muito e o retorno precisa corresponder ao investimento. Então, da próxima vez que você se perguntar cadê a continuação daquele filme que você tanto gostou, saiba que se ela não saiu do papel, muito provavelmente a maioria do público não compartilhou de seu entusiasmo.

Esse não é o caso com Meu Malvado Favorito (2010), produção da Illumination Entertainment, braço de animação da Universal. O filme, além de marcar o debute do estúdio, caiu nas graças do público, gerando uma sequência em 2013 e um derivado, protagonizado pelas criaturinhas amarelas que roubaram o show nos dois primeiros filmes, Os Minions (2015). Existem estudos e palestras sobre a “fórmula do sucesso”, mas a verdade é que o público pode ser tão imprevisível quanto as marés e o fracasso de determinada obra será explicado exaustivamente, enumerando seus percalços.

A própria Illumination já viu uma de suas produções “flopar”, vide O Lorax (2012). A prata da casa, no entanto, segue sendo Gru, suas filhas e seus Minions. Para quem pegou o bonde andando, Gru (voz de Steve Carell no original) é um autointitulado mestre do crime, clamando o posto de maior vilão do mundo. Até que em sua porta, aparecem três pequenas meninas, dispostas a derreterem seu coração. Essa paternidade inesperada é o tema do primeiro filme. Na continuação, o gelo do músculo mais forte de Gru segue derretendo, e o sujeito se apaixona por Lucy (Kristen Wiig). Totalmente reabilitado, Gru abandona a vida de crime, e agora trabalha para os mocinhos. É onde o encontramos no início de Meu Malvado Favorito 3.

A trama aqui, escrita pelos mesmos Ken Daurio e Cinco Paul dos filmes anteriores, é bem simples e talvez seja a menos interessante da franquia. Se fosse uma série de TV, este seria o momento de usarmos o conhecido termo “jumping the Shark”, ou “forçar a barra” para os íntimos. Sendo uma animação mirada aos pequeninos, certamente relevamos. Aqui, Gru descobre um irmão gêmeo que nunca soube possuir – isso mesmo! O contraponto de personalidades entre os irmãos é ironicamente adereçado, através de suas aparências físicas e mais ainda pelos comportamentos. Enquanto Gru é o sósia do Tio Funério da Família Addams, Dru, com seus cabelos loiros esvoaçantes e visual clean, parece viver na terra do arco-íris.

Ao interagir com o irmão perdido, Gru deixa de exercer a dinâmica com as filhas e com os Minions, parte do charme do original. Porém, para não se tornarem totalmente obsoletos para o longa, a turminha ganha suas próprias subtramas. Assim, temos o trecho em que Lucy aprende a se tornar mãe (depois de Gru, agora é a sua vez) e outro no qual os Minions abandonam Gru e acabam presos (o momento de menos brilho aqui – acreditem, mesmo sendo os Minions). O charme cafona de Meu Malvado Favorito 3 é provido pelo chamado “vilão da semana” (termo usado em séries que mostravam o mocinho a cada episódio combatendo uma nova ameaça). O antagonista da vez é Balthazar ‘Evil’ Bratt, uma explosão alucinada e hilária, na forma de festa dos anos 1980. É ver para crer. Os baixinhos por outro lado, não pegarão as inúmeras referências direcionadas para os papais e os que já passaram dos trinta.

Na versão dublada, Leandro Hassum (Dru e Gru), Maria Clara Gueiros (Lucy) e Evandro Mesquita (Bratt) dão o recado, adaptando de forma mais que eficiente as gags para o nosso país, sem que nada se perca na tradução. Um momento específico, colocando especialmente para o cantor líder da Blitz trará sorriso para os nostálgicos. Isso sem perder o timing e a essência do personagem preso ao passado. Meu Malvado Favorito 3 é diversão leve e despretensiosa, que garante o entretenimento dos pequenos, sem ofender os grandinhos.

Os 10 Filmes Mais “Adultos” do Cinema

Para aquecer essas noites frias de inverno, nós do CinePOP decidimos formular uma nova lista para você, envolvendo um tema bem caliente.

Portanto, peguem o caderninho para anotar nossas dicas e prepare aquela noite especial com a pessoa desejada. Esses são os dez filmes mais eróticos de anos recentes.

PS. Para a lista deixamos de fora clássicos do cinema erótico, como Calígula (1979), para enfatizar novas produções, talvez pouco mencionadas pelos cinéfilos, e que você provavelmente não conheça.

10) Anticristo, 2009

O primeiro item da lista não é tão sensual quanto é desconfortável. Deixe para o polêmico dinamarquês Lars von Trier criar um filme de terror de arte, cuja mensagem certamente não será entendida por todos. Na época, o diretor havia saído de um hospital psiquiátrico para ajudar em sua depressão, sem completar o tratamento. O resultado é o que vemos na tela. A trama apresenta um casal sofrendo pela morte do filho pequeno, que como forma de terapia resolve viajar para uma cabana na floresta. No local, estranhos acontecimentos se desenrolam. Só a capa do filme já dá ideia do que nos aguarda, mostrando o casal fazendo sexo embaixo de uma árvore assombrada. No longa, von Trier foca nas genitálias do casal (vivido por Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg, musa do cineasta) e as castiga de forma torturante.

9) Brown Bunny, 2003

Todos conhecem a atriz Chloë Sevigny, indicada ao Oscar por Meninos Não Choram (1999) e protagonista de séries como Big Love (2006 – 2011) e American Horror Story (2012 – 2016). O que talvez nem todos saibam é que ela tem uma cena de sexo oral verdadeira em seu currículo, realizada neste filme escrito, dirigido e protagonizado por Vincent Gallo, cineasta e ator independente. A cena ocorre nos minutos finais do longa e foi realizada com apenas Gallo e Sevigny no recinto. A história fala sobre um piloto profissional de corridas de moto, numa viagem onde encontra diversas mulheres, mas apenas uma é capaz de curá-lo de sua solidão. Pelo filme, Gallo entrou em atrito com o celebrado crítico Roger Ebert, e os dois trocaram ofensas públicas, quando o jornalista acusou o filme de ser o pior já exibido no Festival de Cannes. Aparentemente, Winona Ryder (paixão do diretor) e Kirsten Dunst também faziam parte do elenco, mas foram demitidas por Gallo. Será que recusaram cenas explícitas como a de Sevigny?

8) Um Estranho no Lago, 2013

Suspense dramático francês, o longa do diretor Alain Guiraudie aborda relações homossexuais de forma explícita, contando a história de um lago onde homens gays vão para encontros de sexo casual. O cineasta francês usa muitas de suas experiências pessoais, utilizando inclusive como cenário um lago real que conhece. As cenas de sexo, no entanto, não foram protagonizadas pelos atores do longa, já que o diretor achou que seria pedir demais dos artistas, assim utilizando dublês para os momentos explícitos. Guiraudi disse ainda que tentou adaptar o roteiro modificando os personagens para heterossexuais, mas que não ficou bom, só funcionando desta forma. O filme ganhou o prêmio de direção no prestigiado festival de Cannes.

7) Zonas Úmidas, 2013

Produção alemã que deixou o público de diversos festivais por onde foi exibido, como Sundance, transtornado, em saber exatamente ao que haviam assistido. A trama focada numa protagonista excêntrica, papel de Carla Juri, que tenta reaproximar os pais divorciados, choca por fazer uso de cenas sexuais intensas, mas, principalmente, por polemizar com momentos repulsivos envolvendo a higiene pessoal de sua protagonista. O filme, também conhecido pelo título Wetlands, é dirigido por David Wnendt, da comédia sobre Hitler, Ele está de Volta (2015).

6) Deite Comigo, 2005

Baseado no livro de Tamara Berger, com roteiro assinado pela própria, a trama apresenta uma jovem mulher sexualmente agressiva, interpreta pela bela Lauren Lee Smith, que encontra seu páreo nas formas de um sujeito com as mesmas características, papel de Eric Balfour. O curioso é que ambos os atores tiveram carreiras, de certa forma, significativas após o longa, com participações em séries de TV e filmes. Segundo um dos produtores, o único motivo do filme ter sido produzido foi realmente para se beneficiar da polêmica, alavancando em festivais de cinema as carreiras dos envolvidos, e sendo a produção canadense que inspirou o controverso e cultuado Shortbus (2006), no ano seguinte, segundo os envolvidos. De acordo com o cineasta Clement Virgo, as cenas de sexo do longa não são simuladas, mas sim reais, envolvendo os próprios atores, que não foram pedidos para realizar os atos, apenas sugeridos. Marketing ou não, o fato é que as ditas cenas reais não são mostradas no filme, que não foca no sexo explícito, não fazendo uso de momentos de penetração ou sexo oral realmente consumado. O fato do casal protagonista não estar em uma relação durante as filmagens corrobora que tudo pode não ter passado de propaganda.

5) 9 Canções, 2004

Ao contrário do item acima na lista, 9 Canções, apesar de igualmente ter como protagonistas dois atores que não se conheciam antes das filmagens, exibe suas cenas explícitas, com foco em situações sexuais. Tanto que o filme foi a primeira obra cinematográfica contendo cenas de sexo explícitas a receber um certificado na República da Irlanda. Esta produção britânica, do cultuado cineasta Michael Winterbottom (Código 46), tem como proposta o relacionamento amoroso iniciado entre uma estudante americana e um jovem inglês, intercalando momentos sexuais entre os dois, com cenas de shows de rock em que compareceram. O título resume o número de ambos os itens citados presentes no longa. Kieran O´Brien e Margo Stilley são os protagonistas e únicos atores presentes no filme.

4) Ninfomaníaca (Parte 1 e 2), 2013

Novamente o polêmico Lars von Trier marca presença na lista, com um filme que vai ainda mais longe no quesito sexual que Anticristo. Nesta epopeia da luxúria, novamente saída por completo da mente do distorcido artista, conhecemos Joe, a ninfomaníaca do título e acompanhamos sua trágica história. Na primeira parte, a protagonista assume as formas da bela Stacy Martin, e na sequência, Joe é vivida pela musa do cineasta Charlotte Gainsbourg. Aqui, o diretor utiliza a mesma técnica que Alain Guiraudie em Um Estranho no Lago, e para as cenas de sexo explícito usa dublês de corpo substituindo seus atores, ou através de computação gráfica mesclando corpos com rostos dos famosos. O elenco é de nomes conhecidos, mas o interessante é notar que apesar do conteúdo, Ninfomaníaca não é uma obra sensual ou atraente, pelo contrário, causa repulsa ao tratar do lado negro, feio e sujo do sexo, apresentando-o como uma doença.

3) A Criada, 2016

O item mais recente desta lista é também uma das melhores produções cinematográficas a chegar ao Brasil neste ano. Baseado na obra literária da britânica Sarah Waters, intitulada Fingersmith, e dirigido pelo cultuado coreano Park Chan-wook (Oldboy) é um conto sobre vingança e traição, montado como uma peça de teatro, contando com três atos, cada qual devidamente recheado de reviravoltas em seu desfecho. Além disso, a belíssima produção traz momentos de sexo tórrido entre suas protagonistas, a herdeira rica Lady Hideko (Kim Min-hee) e sua dúbia criada (Kim Tae-ri). A intensidade das cenas é tamanha que aguça nossa curiosidade para saber como de fato tais trechos foram filmados, embora não tenha sido anunciado que se trata de cenas reais.

2 ) Love 3D, 2015

Outro item recente que chamou atenção por sua originalidade e inovação, ao menos no quesito técnico, já que se trata do primeiro filme contendo sexo explícito a utilizar também a técnica do cinema 3D. No Brasil, infelizmente, foram poucos os cinemas que exibiram o longa escrito e dirigido pelo argentino Gaspar Noé desta forma. Ao mesmo tempo, ao contrário de Ninfomaníaca, Love é o filme mais bonito, sofrido e nostálgico da lista, que fala do amor de uma forma pura e doce. A trama apresenta o casal Murphy (Karl Glusman) e Electra (Aomi Muyock), que decide incluir em suas aventuras sexuais uma nova vizinha, papel de Klara Kristin. Quando Electra viaja, Murphy cai em tentação novamente com a vizinha, somente para descobri-la grávida um tempo depois. Assim a vida do casal é arruinada e Electra some. Uma impactante história de amor trágico, que usa o sexo real como pano de fundo, somando para a trama e não sendo apenas o único artifício.

1) Azul é a Cor Mais Quente, 2013

O primeiro lugar da lista é outro filme que não utiliza de fato o sexo explícito. Bem, ao menos foi isso que os realizadores passaram para a gente, através de notas e entrevistas. De qualquer forma, as cenas de sexo contidas no longa, que narra o amor florescendo entre duas jovens francesas, são quentes o suficiente e foram comentadas à exaustão para garantir a polêmica. Acima disso, as atrizes Léa Seydoux e Adèle Exarchopoulos vieram a público reclamar das inúmeras tomadas que precisaram protagonizar e da forma com que foram tratadas pelo diretor Abdellatif Kechiche. Depois de vencerem a Palma de Ouro em Cannes a coisa mudou um pouco de figura. Apesar de tudo, o que foi reportado é que para as intensas cenas, as francesas usaram uma espécie de tapa sexo que reproduz a genitália feminina, como forma de segurança.

BÔNUS:

 Shame, 2011

O elogiado filme de Steve McQueen (12 Anos de Escravidão), que chegou a gerar certo falatório de Oscar na época, serviu para impulsionar a carreira do astro Michael Fassbender. No longa, o ator interpreta Brandon, um jovem bem sucedido, atraente, que parece ter a vida perfeita, a não ser por um pequeno detalhe: é um viciado em sexo a um passo da disfunção. O polêmico longa deu o que falar no seu lançamento, abordando um tópico delicado e funcionando como obra quintessencial sobre o assunto. Apesar do tema, Shame não contém sexo explícito, apenas simulado, mesmo assim garantindo a nudez frontal de Fassbender, Carey Mulligan (que interpreta sua irmã) e da bela Nicole Beharie, entre outros.

Guerra dos Streamings! Amazon passa a Netflix como plataforma mais popular nos EUA – Confira a lista

É seguro dizer que os streamings substituíram a forma de transmissão de programas de TV. A maneira tradicional de se assistir televisão em casa, ou seja, com a transmissão de canais convencionais, está basicamente morta e enterrada.

Esse fenômeno moderno ocorreu em grande parte do mundo evoluído, deixando pouco espaço para a concorrência. Tanto que colossos como a rede Globo no Brasil, percebendo a mudança inevitável, resolveu investir em sua própria plataforma de streaming, a Globo Play, disponibilizando todo o seu acervo televisivo (ou grande parte dele), como programas jornalísticos, e até mesmo as famosas novelas, sejam antigas ou as novas. Além disso, investiu também em programação original para os assinantes da plataforma, como o recente sucesso de audiência ‘Os Outros’.

E se no Brasil está assim, no resto do mundo nem se fala. Nos EUA, com uma maior diversidade de opções de streamings, as grandes redes de TV se associaram aos maiores estúdios formando assim produtivas parcerias. Ou seja, cada vez mais estas plataformas agregam outros tipos de conteúdo, para além de filmes e séries (como também esportes, programas de auditório, documentários e jornalismo, por exemplo).

Esse é apenas o próximo passo do advento da internet, conteúdo para ser consumido no próprio tempo de cada espectador. E se os streamings já fazem frente ao cinema, o que dirá para a programação tradicional da TV.

O que presenciamos agora é uma guerra destas plataformas pelo número de assinantes, cada uma oferecendo mais vantagens do que a outra – medida principalmente por seu conteúdo exclusivo.

A Netflix foi a primeira e a que durante 10 anos dominou o mercado, mas agora estamos diante de uma grande mudança que simboliza uma troca de hierarquia. Isto é, ao menos nos EUA, onde a Amazon acaba de ultrapassar em popularidade a concorrente.

Através de uma matéria de pesquisa do veículo JustWatch, divulgada também pelo 9to5Mac, foi notada uma reviravolta nessa guerra. Confira abaixo os números das porcentagens das principais plataformas de streaming nesta segunda metade de 2023 nos EUA.

01) Amazon Prime Video – 21%

No início de 2023, uma pesquisa realizada pelo mesmo veículo (JustWatch) havia revelado que a Amazon Prime Video se tornou a plataforma de streaming favorita dos americanos. Agora, para essa segunda metade do ano, a plataforma mantém sua posição, com exato 1% acima da ex-campeã Netflix. A Amazon atualmente domina a preferência em seu país de origem, com 21% do mercado.

Isso se deve pelo fato da loja virtual da Amazon, uma verdadeira gigante do mercado de e-commerce, estar atrelada à sua plataforma de streaming. Ou seja, os membros deste serviço nos EUA automaticamente possuem a assinatura da Prime Video e podem fazer bom uso dela – dona de um dos custos mais baratos do mercado. No catálogo da plataforma, grandes sucessos como a série ‘The Boys’ e filmes elogiados, recém-saídos dos cinemas, como ‘Creed III’, ‘Air – A História por Trás do Logo’, ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ e ‘Triângulo da Tristeza’.

02) Netflix – 20%

A primeira plataforma de streaming a realmente dar certo e se tornar extremamente popular, a Netflix fez história. Do começo como serviço de entrega de filmes em mídia física (algo como uma locadora express), a Netflix se tornou um verdadeiro colosso do audiovisual, com a iniciativa também de produzir seu próprio conteúdo, primeiro com séries de TV e depois com filmes. A empresa fez o mundo do cinema se curvar perante ela.

A Netflix ainda domina o mercado pelo mundo, sendo o streaming mais popular – mesmo com decisões polêmicas, como o recente corte no compartilhamento de senhas para pessoas que não se encontram na mesma residência. Porém, em relação apenas aos EUA, o país de origem da companhia, a Netflix foi superada (em 1%) pela então vice-líder do mercado, a Amazon Prime Video. O que podemos dizer é que esta é uma disputa acirrada, cabeça a cabeça. Em seu acervo, o maior em programação original, o streaming disponibiliza sucessos como ‘Stranger Things’, ‘Black Mirror’, ‘Wandinha’, e no terreno dos filmes o recente e badalado ‘Resgate 2’.

03) HBO Max (ou Max) – 15%

Outra reviravolta ocorreu na hierarquia de poder das principais plataformas de streamings: a HBO Max, ou simplesmente Max (nos EUA, e em breve também no Brasil e no mundo) ultrapassou a Disney+ e se tornou a terceira em preferência para os americanos. Aqui, no entanto, presenciamos uma diferença de dois pontos percentuais, o que neste mercado competitivo se torna uma boa diferença.

A Max passa por um momento transitório, não apenas pela mudança de marca, mas também devido aos principais produtos cinematográficos da Warner Bros. (de onde sai sua maior receita). Falamos do universo DC, grande fonte de matéria para os maiores filmes da casa. Veremos um renascer a partir de 2025, o que deve trazer ainda mais popularidade para a plataforma. No entanto, os pontos adquiridos se devem pela parceria com a Sony e à qualidade de suas séries.

04) Disney+ – 13%

E se a Max se vê em um momento transitório, onde algumas de suas maiores produções se encontram em fase terminal, a Disney passa por crise similar, precisando reestruturar seus programas originais para o streaming. Ao que parece, a plataforma “despeja” os filmes que não são bons o suficiente para o cinema em seu acervo e igualmente vem recebendo duras críticas quanto a suas séries – em especial do universo Marvel – de onde ocorre o maior fluxo de audiência e monetário.

Esses fatores podem ter sido responsáveis por fazer a Disney+ cair para quarta posição na preferência do público norte-americano, um dos que mais consome o serviço. Os analistas se surpreenderam com essa segunda alteração no ranking, nessa que é a segunda maior rivalidade entre as plataformas de streaming (Amazon vs. Netflix e Max vs. Disney+). É claro que mesmo com a queda, a Disney+ ainda conta com algumas das maiores marcas da cultura pop mundial, como a Marvel, a LucasFilm (‘Star Wars’ e ‘Indiana Jones’), o acervo da extinta Fox (agora 20th Century Studios), a Pixar, além, é claro, do acervo do próprio estúdio Disney.

05) Hulu – 11%

Outro às na manga que a Disney possui é ser o único streaming que na verdade são dois. Ou seja, se formos contar os 13% da Disney+ somados aos 11% do Hulu, a Disney seria a líder de mercado com 24% do domínio. Tudo bem que precisamos levar em conta que são empresas diferentes, com outra administração e independentes, ou seja, você pode assinar uma e não a outra.

O Hulu é o streaming “adulto” da Disney, onde consta o acervo de produções de censura mais alta. No Brasil e algumas partes do mundo, a plataforma recebeu o nome de Star+. O streaming é focado também em esportes, e conta com grande parte do acervo da Fox, além de produções da Hollywood Pictures e da Touchstone Pictures, subsidiárias da Disney nos anos 80 e 90 justamente focadas em filmes de teor não recomendado para toda a família.

06) Paramount+ – 7%

Outra novidade no ranking foi o crescimento da Paramount+, o streaming do estúdio Paramount. Anteriormente havia sido reportado que a empresa estava encontrando dificuldade de penetração no mercado e que possivelmente iria começar a distribuir seu conteúdo para outras plataformas num esquema de “leilão” para quem oferecesse mais por suas produções. Porém, com essa mudança, mesmo que pequena (mas significativa), a Paramount+ aos poucos melhora seu status no ranking e agora se apresenta acima da Apple TV+, por exemplo.

Além das produções para o cinema do estúdio, como ‘Top Gun Maverick’ e as sagas ‘Missão Impossível’ e ‘Star Trek’, a Paramount+ tem como chamariz o universo em parceria com o roteirista Taylor Sheridan, onde se encaixam ‘Mayor of Kingstown’, ‘Tulsa King’ e a saga de ‘Yellowstone’ e seus derivados, vide ‘1883’, ‘1923’ e mais dois vindouros projetos. Fora isso, em breve irá estrear ‘Operação Lioness’, série de ação, suspense e espionagem protagonizada por Zoe Saldana, Nicole Kidman e Morgan Freeman.

07) Apple TV+ – 6%

Com a menor fatia do mercado dentre os principais streamings da atualidade, temos a Apple TV+. A plataforma foi ultrapassada recentemente pela Paramount+, mesmo com mais tempo de atividade. Segundo o porta-voz da empresa, a proposta é investir na qualidade das produções e não na quantidade, conquistando a fidelidade do público e crescendo a longo prazo. Tal prestígio vem sendo reconhecido já que o streaming conseguiu emplacar algumas produções no Oscar e possui em seu acervo algumas das séries mais queridas e elogiadas da atualidade, como ‘Ted Lasso’, ‘Ruptura’, ‘Falando a Real’, ‘Silo’ e ‘The Morning Show’. Fora isso, a Apple é uma das maiores empresas do mundo e possui todos os recursos para investir em um streaming de qualidade, estudando bastante o mercado, sem precisar apressar os resultados. O resto dos demais streamings somam 7% da preferência nos EUA.

‘MegaTubarão’ ganha novos cartazes e um comercial insano

MegaTubarão‘ ganhou novos cartazes individuais, destacando o seu elenco, e um comercial cheio de ação.

Confira:

A produção estreia no Brasil dia 9 de Agosto de 2018, um dia antes da estreia norte-americana.

O elenco conta com Jason StathamRuby RoseLi BingbingCliff Curtis e Page Kennedy.

Em ‘MegaTubarão‘, um submarino de águas profundas – parte de um programa internacional de observação subaquática – foi atacado por uma criatura gigantesca, que se pensava estar extinta. Agora, ele se encontra incapacitado no fundo da fossa mais profunda do Oceano Pacífico… com a tripulação presa dentro dele. Com o tempo se esgotando, o mergulhador especializado em resgates em águas profundas Jonas Taylor (Jason Statham) é recrutado por um visionário oceanógrafo chinês (Winston Chao), contra a vontade de sua filha Suyin (Li Bingbing), para salvar a tripulação – e o próprio oceano – desta ameaça incontrolável: um tubarão pré-histórico com mais de 20 metros de comprimento conhecido como Megalodon. O que ninguém poderia imaginar é que, anos antes, Taylor já havia encontrado esta mesma criatura aterrorizante. Agora, junto com Suyin, ele deve confrontar seus medos e arriscar sua própria vida para salvar todos os tripulantes… ficando frente a frente com o maior e mais poderoso predador de todos os tempos.

filme é dirigido por Jon Turteltaub e roteirizado James Vanderbilt (‘O Espetacular Homem-Aranha‘).

Amizade entre ‘A Menina e o Leão’ ganha trailer belíssimo; Assista!

A Paris Filmes divulgou o trailer nacional do filme ‘A Menina e o Leão‘.

Confira, dublado e legendado:

Dirigido por Gilles de Maistre, o longa demorou três anos para ser filmado, pois o diretor precisou cultivar uma amizade real entre a protagonista Daniah De Villiers e o leão Thor.

Mia, de dez anos de idade, tem sua vida virada de cabeça para baixo quando sua família decide deixar Londres para administrar uma fazenda de leões na África. Quando nasce um lindo leão branco, Charlie, Mia encontra a felicidade mais uma vez e desenvolve um vínculo especial com o filhote. Quando Charlie chega aos três anos, a vida de Mia é abalada mais uma vez quando ela descobre um segredo perturbador mantido por seu pai. Atormentada pelo pensamento de que Charlie poderia estar em perigo, Mia decide fugir com ele. Os dois amigos partem em uma incrível jornada pela savana sul-africana em busca de outra terra onde Charlie possa viver sua vida em liberdade.

O elenco ainda inclui Mélanie Laurent, Langley Kirkwood, Ryan Mac Lennan, Lionel Newton e Lillian Dube.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de maio.

Mark Ruffalo diz que ele e Chris Hemsworth improvisaram quase toda a trama de ‘Thor: Ragnarok’

Durante o painel na Comic-Con de Tóquio, Mark Ruffalo revelou que ter improvisado boa parte do roteiro de ‘Thor: Ragnarok‘ ao lado de Chris Hemsworth, o que ajudou a criar o tom cômico e espontâneo da sequência.

“Nós nos divertimos muito. Na verdade, eu e o Chris Hemsworth fizemos ‘Thor: Ragnarok’ juntos e nós basicamente improvisamos o enredo todo. Nós nos divertimos muito com o Taika Waititi e foi incrível.”

Ele completa, “Nós filmamos na Austrália e brincávamos muito. Fazíamos muitas piadas. Foi muito divertido.”

O próximo filme do deus do trovão, intitulado ‘Thor: Amor e Trovão‘, tem estreia prevista para 5 de novembro de 2021.

Taika Waititi retornará à direção.

O elenco conta com Chris Hemsworth, Tessa Thompson, Natalie Portman e Kat Dennings.

‘Avatar: A Lenda de Aang’ ganha HILÁRIO trailer honesto; Assista!

Para celebrar o aniversário de 15 anos da série ‘Avatar: A Lenda de Aang‘, o pessoal do Screen Junkies compartilhou o trailer honesto da animação.

Confira:

O 1º episódio de ‘Avatar: A Lenda de Aang‘ foi exibido na Nickelodeon em 2005, mas a animação continua bastante popular entre o público de todas as idades por conta de sua mitologia única.

Durante uma entrevista para o The Washington Post, o co-criador Michael Dante DiMartino disse que o principal motivo do sucesso de ‘Avatar’ é que as críticas inseridas na trama são reflexos do mundo real.

“De certa forma, estou surpreso com o quão relevante a animação ainda é para as pessoas, não só para as crianças, mas para adolescentes e adultos. Acho que é porque a trama carrega fortes críticas ao genocídio, totalitarismo, injustiça sistêmica, abusos… Bryan [Konietzko] e eu criamos ‘Avatar‘ como um reflexo do nosso mundo. Mas agora, estamos vivendo em uma época em que todos esses problemas foram agravados.

Konietzko também comentou sobre assunto, acrescentando que ficou emocionado depois de que perceber que os fãs continuam interessados pela história depois de tantos anos.

“Os feedbacks que recebemos dos pais ao longo desses sempre me deixaram emocionado. Alguns pais já me disseram que reúnem a família e criam seus filhos se baseando na ética dos personagens. Para mim, como criador de conteúdo, isso é muito comovente e inspirador.”

DiMartino e Konietzko na San Diego Comic Con em 2014

Lembrando que a trama da animação é ambientada num mundo parecido com o nosso, no qual as pessoas podem manipular os elementos da Terra, da Água, do Fogo e do Ar (conhecidos como dobradores) e, durante muito tempo, viveram em paz em suas próprias regiões – até uma delas dar início a uma guerra. Um desses dobradores, conhecido como Avatar, era o único que poderia impedir o conflito, mas desapareceu pouco depois e retornou 100 anos no corpo de Aang.

Além de ser uma queridinha do público, Avatar: A Lenda de Aang levou para casa diversas estatuetas do Emmy e diversos Emmy Awards por sua competente história e seu design. Em 2010, ganhou uma versão em live-action dirigida por M. Night Shyamalan que, apesar de ter feito quase US$320 milhões nas bilheterias, foi um fracasso de crítica devido à narrativa absurda e à superficialidade de seus temas.

‘House of the Dragon’: Produção do spin-off de ‘Game of Thrones’ já começou!

Através do Twitter, a HBO anunciou o início da produção de ‘House of the Dragon‘, spin-off de ‘Game of Thrones‘, confirmando o lançamento da série para 2022.

Além disso, também foram divulgadas as primeiras imagens do elenco durante a mesa de leitura.

Confira:

O elenco contará com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; e Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono.

A história de ‘House of the Dragon‘ se passa 300 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e seguirá os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

‘The Walking Dead’: Maggie quer vingança em nova imagem da última temporada; Confira!

O site TVLine divulgou a primeira imagem oficial da segunda parte da última temporada de ‘The Walking Dead‘.

Confira:

O ciclo final retornará com episódios inéditos no dia 20 de fevereiro – vale lembrar que os episódios são lançados uma semana antes no streaming da AMC+.

Ao total, a última temporada contará com 24 episódios, divididos em três partes.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Lauren Cohan, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Cooper Andrews, Callan McAuliffe e Jeffrey Dean Morgan.

Benedict Cumberbatch se junta ao suspense APOCALÍPTICO estrelado por Jodie Comer; Confira a 1ª imagem!

De acordo com o Deadline, Benedict Cumberbatch (‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’) entrou para o elenco de ‘The End We Start From‘, suspense apocalíptico estrelado pela Jodie Comer (‘Killing Eve’).

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Além disso, o site também divulgou a primeira imagem oficial da produção. Confira:

O elenco ainda contará com Mark Strong (‘1917’), Joel Fry (‘Cruella’), Gina McKee (‘My Policeman’) e Nina Sosanya (‘His Dark Materials’).

Dirigido por Mahalia Belo, longa é baseado no livro homônimo de Megan Hunter.

Na trama…

“Ambientada durante uma crise ambiental que resultou em Londres alagada pelas águas de uma enchente, a trama de sobrevivência focará em uma jovem família despedaçada pelo caos. Jodie Comer interpretará a mãe de um recém-nascido, que precisa enfrentar em jornada desafiadora e apocalíptica da maternidade.”

Alice Birch (‘Succession’) assina o roteiro da adaptação.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Evan Peters se junta ao elenco da sequência ‘Tron 3’

De acordo com o Deadline, Evan Peters (‘American Horror Story’) entrou para o elenco do terceiro filme da franquia ‘Tron‘ (Tron Ares), que está sendo desenvolvido pela Disney.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

O longa será estrelado por Jared Leto (‘Morbius’), que interpretará Ares, a manifestação do programa Tron.

Joachim Rønning, que comandou ‘Malévola: Dona do Mal‘, dirige a produção – que deve servir de sequência direta para os filmes de 1982 e de 2010.

Lembrando que, em 2022, o diretor Joseph Kosinski explicou ao Vulture que o terceiro título da franquia não iria acontecer por conta das aquisições da Marvel e de Star Wars pela Disney.

“Em 2015, a Disney já era diferente. Quando eu fiz Tron: O Legado, eles não tinham comprado a Marvel. Não tinham comprado Star Wars. Tron era a melhor jogada de fantasia e sci-fi que eles tinham”, falou o cineasta.

Kosinki contou que o filme mostraria uma inversão da premissa dos anteriores – ao invés de humanos entrarem no videogame, seria o videogame que começaria a “vazar” para o mundo real.

Após quase ter sido cancelada, ‘S.W.A.T.’ é RENOVADA para a 8ª temporada

Surpresa! Após quase ser encerrada no sexto ciclo, a CBS voltou atrás em sua decisão de cancelar ‘S.W.A.T.‘ e renovou a série para a 7ª e última temporada.

No entanto, parece que a emissora não está pronta para dizer adeus.

De acordo com o Deadline, o seriado foi renovado para a 8ª temporada, que contará com 22 episódios. Shemar Moore retornará como protagonista, além de também servir como produtor executivo.

O site ainda afirma que o desfecho do sétimo ciclo, cujas filmagens ainda estão acontecendo, foi planejado para dar uma conclusão satisfatória à narrativa. E, apesar da renovação, não há planos para alterações do último episódio.

Criada por Shawn Ryan e Aaron Rahsaan Thomas, a produção é baseada na clássica série homônima de 1975.

A trama segue um tenente da SWAT que está dividido entre a lealdade às ruas e o dever com seus colegas quando lhe é dada a oportunidade de liderar uma unidade altamente qualificada para resolver crimes em Los Angeles.

O elenco conta com Shemar Moore, Alex Russell, Kenny Johnson, David Lim, Patrick St. Esprit, Rochelle Aytes e Jay Harrington.

‘Mufasa: O Rei Leão’ deve assumir o TOPO das bilheterias dos EUA no 1º final de semana de 2025

Os leões da Disney prometem fazer barulho! De acordo com o Deadline, ‘Mufasa: O Rei Leão‘ deve desbancar ‘Sonic 3‘ e assumir o topo das bilheterias norte-americanas no primeiro final de semana de 2025.

A pré-sequência de ‘O Rei Leão‘ deve arrecadar em torno de US$ 23-24 milhões nos EUA, contra US$ 20 milhões do ouriço velocista – que cairá para o TOP 2 após três finais de semana seguidos no topo das bilheterias do país.

O site ainda afirma que o TOP 5 deve somar US$ 78 milhões em arrecadação nas bilheterias domésticas – o que representa US$ 22 milhões a mais do que foi registrado neste mesmo período em 2024.

Apesar da estreia morna no território norte-americano, ‘Mufasa: O Rei Leão‘ tem surpreendido com uma excelente estabilidade nas telonas e já ultrapassou a marca dos US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais.

Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Dora e o Mundo Mágico das Sereias

(Dora’s Magical Mermaid Adventure)

 

Elenco:

Fatima Ptacek
Christina Milian
Eduardo Aristizabal

 

Direção: Allan Jacobsen, George Chialtas

Gênero: Animação

Duração: 55 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 2 de Outubro de 2025

Sinopse: 

Em DORA E O MUNDO MÁGICO DAS SEREIAS, Dora e Botas se transformam em sereias após tocarem um instrumento mágico, embarcando em desafios subaquáticos para salvar a Enseada das Sereias. Acompanha um episódio especial de aniversário da Dora.

Curiosidades: 

» O longa é baseado na clássica série animada;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Cara Delevingne confirma NAMORO com Amber Heard após divórcio com Johnny Depp

Durante o podcast Louis Theroux, Cara Delevingne (‘Esquadrão Suicida’) abriu o jogo sobre seu relacionamento romântico com a atriz Amber Heard (‘Aquaman’).

A atriz esclareceu os rumores, confirmando o envolvimento das duas após o conturbado e infame divórcio com o Johnny Depp (‘Piratas do Caribe’).

“Devo comentar sobre isso? Nós fizemos um filme juntas, chamado ‘London Fields: Romance Fatal’. [Johnny Depp] também participou do filme. Acho que ele ficou louco de ciúmes. Nada havia acontecido [entre nós duas] naquela época. Depois do divórcio, no entanto, aconteceu.”

Ela completa, “Nós ficamos próximas por um bom tempo e, então, com o processo do divórcio, nós nos envolvemos. Mas ela também se relacionou com outras pessoas.”

Anteriormente, Heard havia retornado aos holofotes como uma das figuras centrais de ‘Silenced‘, documentário que investiga como processos por difamação têm sido utilizados por homens influentes para silenciar mulheres que denunciam abusos.

Dirigido por Selina Miles e pela advogada de direitos humanos Jennifer Robinson, o filme traça um paralelo entre o caso de Heard e de outras mulheres, como a jornalista Brittany Higgins e a editora Catalina Ruiz-Navarro.

Robinson, que auxiliou Heard no processo de 2018 contra o jornal britânico The Sun, destaca o “efeito intimidatório” que processos milionários causam na liberdade de expressão.

“No mundo pós-#MeToo, vimos mulheres romperem o silêncio cultural, falando publicamente sobre violência de gênero. O que vimos depois foi o suposto agressor movendo um processo por difamação dizendo: ‘Isso não é verdade, é difamatório, e eu vou processar você por muito dinheiro'”, disse Robinson.

Em seu primeiro projeto desde ‘Aquaman e o Reino Perdido’ (2023), Heard adotou um tom confessional:

“Isso não é sobre mim. Eu perdi minha capacidade de falar. Não estou aqui para contar minha história. Eu não quero contar minha história. Na verdade, não quero mais usar minha voz. Esse é o problema”, desabafou a atriz.

O documentário também resgata a hostilidade enfrentada por Heard durante o julgamento no Reino Unido (Depp v. The Sun), onde era alvo constante de ataques físicos e verbais por parte de fãs de Depp.

“O resultado do julgamento dependia da minha participação, e eu dependia do resultado do julgamento. Quando conheci [Robinson], percebi imediatamente que ela entendia o panorama geral. O que aconteceu comigo é uma versão amplificada do que muitas mulheres passam”, disse Amber Heard.

“Lembro-me de que, ao final do julgamento, surgiu a ideia de que eu poderia falar algo à imprensa. [Robinson] perguntou se eu tinha certeza disso. [Pensei], ‘Se eles jogarem coisas em mim, isso deixará o ponto mais claro’. Eu não entendia que poderia piorar tanto para mim como mulher, usando minha voz”, acrescentou.

Apesar do trauma, a atriz encerra sua participação com uma mensagem de esperança.

“É fortalecedor ver outras pessoas assumirem a luta. Mulheres corajosas o suficiente para enfrentar o desequilíbrio de poder. Olhar para o rosto da minha filha enquanto ela cresce e lentamente começa a entrar neste mundo… Eu acredito que pode ser melhor”, concluiu.

‘Gotham City 1889’: Batman persegue Jack, o Estripador em nova animação

Batman vai perseguir Jack, o Estripador, em sua próxima animação. A produção vai adaptar a aclamada HQ ‘Gotham 1889’ (‘Gotham by Gaslight’), que se passa na Era Vitoriana.

Publicado em 1989, os quadrinhos foram escritos por Brian Augustyn e desenhada por Mike Mignola.

A animação ainda não possui data de estreia.

‘Shazam!’: Asher Angel encerra suas filmagens; Confira a imagem!

O jovem astro Asher Angel encerrou suas filmagens da adaptação dos quadrinhos ‘Shazan!‘.

E para marcar o momento, ele compartilhou uma nova imagem ao lado do astro Zachary Levi.

Confira:


Dirigido por David F. Sandberg. Com Asher Angel, Zachary LeviJack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong. O roteiro fica por conta de Henry Gayden (‘Terra Para Echo’).

Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.

Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.

‘O Menino Que Descobriu o Vento’: Conheça a EMOCIONANTE história real do drama da Netflix

O drama que marca a estreia na direção do ator Chiwetel Ejiofor (‘12 Anos de Escravidão‘), ‘O Menino Que Descobriu o Vento‘, traz a fascinante história de um garoto que mudou a história de uma comunidade inteira. O emocionante filme é uma produção original na Netflix, que teve sua estreia mundial no Festival de Sundance 2019.

Baseada em fatos reais, a narrativa reconta a história de William Kamkwamba, que desafiou todas as intempéries para proporcionar um pouquinho de dignidade à sua família e à vila onde morava. Habilidoso e inteligente, ele usou sucata e o auxílio de alguns livros de ciência para desenvolver uma turbina eólica que fornecia energia para sua casa, mantendo os aparelhos funcionando.

Indo mais além, pouco depois ele construiu uma bomba d’água movida à energia solar, possibilitando o abastecimento de água potável para toda a comunidade onde morava. Sua trajetória de superação é marcada por desafios. Sendo obrigado a deixar a escola ainda cedo, em virtude de uma grande crise familiar, William sempre foi inventivo e passou a dedicar seus dias estudando física na biblioteca local, o que o levou a consertar os eletrônicos da vizinhança.

Assista nossa crítica:

Em 2006, sua história foi parar nos jornais, com o então adolescente se apresentando em uma conferência do TED, na Tanzânia. Chamando a atenção de empresários, ele teve a oportunidade de retomar seus estudos – que foram financiados por eles, conseguindo futuramente ingressar em uma universidade na África. Após conseguir uma bolsa de estudos nos Estados Unidos, ele se formou em Estudos Ambientais, na aclamada Universidade de Dartmouth, em 2014.

William, hoje com 31 anos, contou sua incrível jornada em uma autobiografia – que rendeu o longa da Netflix.

Confira o trailer do filme, que já está disponível na Netflix:

The Rock canta rap de ‘Moana’ para ensinar a filha a lavar as mãos; Assista!

Para enfrentar a reclusão social em família com mais leveza, o ator Dwayne Johnson está recorrendo à animação ‘Moana – Um Mar de Aventuras‘.

E a fim de ensinar uma de suas filhas a lavar as mãos corretamente e a ficar livre de qualquer contaminação, o ator decidiu fazer isso usando o rap que ele mesmo canta na canção ‘De Nada’, da popular animação.

Por meio de sua conta oficial do Instagram, ele compartilhou o fofo vídeo com seus seguidores.

Confira:

“Agora, antes dos meus banhos, a bebê Tia (Mama mia) demanda que eu cante o rap da minha canção ‘De Nada’, de Moana, enquanto eu lavo suas mãos. Nós percebemos, há algumas semanas, que o rap da música é um timing perfeito quando você quer que os seus pequenos se divirtam enquanto lavam as mãos. Fiquem saudáveis e seguros, meus amigos. D.

E amo como no começo do vídeo a bebê Tia está tipo: ‘Apenas feche a boca e cante papai'”.

Moana – Um Mar de Aventuras’ foi lançado nos cinemas em 2017.

Moana‘ traz para as telonas a história sobre uma adolescente polinésia de 16 anos (voz de Auli’i Cravalho na versão original) que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (voz de Dwayne Johnson na versão original) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.

moana

‘Febre do Rato’: Drama brasileiro já está disponível na Netflix

O drama brasileiro ‘Febre do Rato‘, estrelado Nanda Costa e por Matheus Nachtergaele, já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia na grade de programação na última segunda-feira (22).

Na trama, Zizo é um poeta inconformado e anarquista, que preenche seus dias com seus poemas subversivos até conhecer a bela Eneida, que injeta uma história de amor em sua vida mundana.

Confira o trailer:

Febre do Rato‘ é dirigido por Cláudio Assis, a partir de um roteiro assinado por Hilton Lacerda.

Irandhir Santos e Juliano Cazarré completam o elenco.

Crítica | Freeridge: Série da Netflix derivada de On My Block apela para estereótipos e hipersexualização de adolescentes

Teoricamente bebendo da mesma fonte, Freeridge caminha sob a sombra da cativante comédia dramática On My Block, reprisando a mesma estética, diante de um mesmo esqueleto narrativo que pouco se distingue da produção original. Entre semelhanças e pequenas mudanças, a nova série do trio Lauren Iungerich, Jamie Dooner e Eddie Gonzalez tem em seu horizonte a expectativa de suprir o vazio deixado pela original – que contou com quatro temporadas. Mas sem o mesmo tempero cômico e profundidade que se tornaram a marca registrada da antecessora, a nova tentativa da Netflix de reavivar OMB é apenas um compilado de vergonhas alheias, atuações ruins e falta de carisma em todos os aspectos.

A beleza por trás de On My Block vai além de sua abordagem juvenil de uma pequena comunidade latina dentro dos Estados Unidos. Com personagens mais complexos, dilemas familiares e a pressão do gueto que tenta tragar a juventude diariamente para a criminalidade, essa é uma dramédia que sabe unir a imaginativa mente dos adolescentes com a dura realidade de um contexto social esquecido pelos governantes. Já Freeridge peca por não beber dessa mesma fonte, que fez de sua série materna a ótima jornada que foi. Com personagens extremamente caricatos e sem qualquer tipo de profundidade, a produção é incapaz de construir protagonistas que exalem carisma. Ao invés disso, ela nos ofende com seus tropos repetitivos de Hollywood, que reforçam estereótipos preconceituosos e vulgares.

Com censura +12, a produção teoricamente se encaixa dentro do escopo PG-13, mas não poderia estar mais longe. Hipersexualizando seus protagonistas adolescentes com excessivas conversas e piadas sobre sexo, Freeridge faz o que muitas vezes temos visto em Hollywood: adultização e vulgarização da infância e adolescência, vendendo uma cultura e comportamentos perigosos para uma audiência incapaz de lidar com as consequências de uma sexualidade hiper aflorada no auge de seus 12-13 anos. Sem qualquer responsabilidade com seu público, Freeridge reduz seus protagonistas a objetos vulgares e esquece de contar uma boa história. Com uma premissa fraca – “uma caixa misteriosa que pode trazer uma maldição” -, a original Netflix é incapaz de tirar proveito dos melhores aspectos de On My Block e ainda nos exige uma paciência monstruosa para suportar um grupo juvenil tão intragável.

Com o papel de maior destaque e carisma sendo exatamente do coadjuvante Rusty (Michael Solomon), Freeridge é infelizmente uma oportunidade perdida. Ainda que tente pincelar algumas questões mais dramáticas e delicadas, o roteiro não consegue sustentar a densidade dos problemas apresentados, reduzindo-os a pseudo esquetes cafonas, que não convidam a audiência para a dor de seus personagens. E sem qualquer identificação, eles passam despercebidos diante dos nossos olhos, como rascunhos assombrosos de protagonistas que poderiam ser reais. Apelando ainda para estereótipos latinos e até mesmo LGBTQIA+, a série reforça caricaturas preconceituosas como “a latina de sangue quente” e o “gay espalhafatoso”, à medida em que flerta com um sincretismo religioso, usando-no como uma muleta para justificar os diversos furos em sua trama.

Rasa em sua proposta, sem clímax e com uma construção de personagem irregular e até mesmo desconexa, a derivada de On My Block se apropria de seu nome para vender um produto sem rótulo, sem identidade e sem propósito. Com oito episódios mal desenvolvidos em sua temporada de estreia, Freeridge abre mão dos detalhes mais cativantes de sua série original, tornando seu resultado uma cópia mal feita. Com a mesma montagem dinâmica que se tornou a marca registrada da franquia, a mais nova original Netflix ainda assim consegue ser lenta, mal elaborada e pouco desenvolvida. Em capítulos que começam de qualquer lugar para chegar a lugar nenhum, Freeridge é a prova de quem nem toda boa história merece um spin-off.

Cannes 2023 | Dia 6 – Karim Aïnouz apresenta ‘Firebrand’ na Competição pela Palma de Ouro

Brasileiro concorrendo à Palma de Ouro? Temos o cearense Karim Aïnouz com a sua estreia internacional com o filme histórico Firebrand (O Jogo da Rainha) ao lado da sueca Alicia Vikander e o britânico Jude Law. Eles interpretam o casal monárquico Katherine Parr e Henrique VIII. 

Esta é a primeira vez do brasileiro na Mostra Competitiva, o cineasta já esteve duas vezes como diretor na mostra Un Certain Regard, com os filmes Madame Satã (2002) e A Vida Invisível de Eurídice Gusmão (2019). Além disso, Karim Aïnouz apresentou na Sessão Especial do Festival, em 2021, o documentário Marinheiro das Montanhas, ainda inédito no Brasil e previsto para o segundo semestre deste ano.

Na noite de hoje, dia 21 de maio, o diretor brasileiro foi longamente aplaudido apos a sessùao de Firebrand e gritou entre agradecimentos: “Viva o Brasil! Viva o cinema brasileiro! Viva o Lula!”. Veja no vídeo abaixo os nossos comentários sobre Firebrand e outros filmes conferidos hoje.

  1. May December (Maio Dezembro), de Todd Haynes
  2. Banel & Adama, de Ramata-Toulaye Sy
  3. Only The River Flows (Somente o Rio Corre), de Wei Shujun
  4. Firebrand (O Jogo da Rainha), de Karim Aïnouz

Jennifer Lawrence revela que fez teste para ‘Crepúsculo’: “não sabia realmente o que era”

Durante sua participação no programa The Howard Stern Show, para divulgar o seu mais novo filme, Operação Red SparrowJennifer Lawrence contou sobre a vez que fez teste para fazer parte de Crepúsculo.

“Eu não sabia realmente o que era [o teste]. Quando você faz uma audição, você ganha cinco páginas e e eles só mandam: ‘Atue’. Quando o filme saiu, fiquei tipo: ‘Caramba, UAU!'”

Apesar disso, a atriz disse que não se arrependeu nem um pouco. O papel eventualmente ficou com Kristen Stewart, que marcou sua carreira.

Operação Red Sparrow já está em exibição nos cinemas.

Confira nossa crítica:

Crítica | Operação Red Sparrow – Jennifer Lawrence fica nua em thriller erótico arrastado

‘Doutor Estranho 2’: Diretor faz anúncio misterioso sobre a sequência

Após os eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, pouco se sabe sobre o futuro do Marvel Studios, já que metade de seus heróis morrem pelas mãos de Thanos, e entre eles, o Doutor Estranho.

Porém, o diretor Scott Derrickson publicou uma mensagem misteriosa em seu Instagram, indicando o possível anúncio da sequência em setembro. Na legenda, ele escreveu:

“Não é a minha vontade, mas a tua será feita… Nos vemos em setembro”.

“Not my will, but thine be done…” See you in September.

Uma publicação compartilhada por Scott Derrickson (@scottderrickson) em

Recentemente, durante uma conversa com o Cinemablend, Kevin Feige afirmou que Benedict Cumberbatch voltará ao papel de Stephen Strange:

“[…] Doutor Estranho, quando fizermos um novo filme dele, será alguns anos depois do primeiro filme, mas ainda assim, ele é uma grande parte de Guerra Infinita. Então é um problema, quando você tem muitos personagens amados que as pessoas esperam ver mais sobre eles…”

Sucesso do estúdio Marvel, Doutor Estranho arrecadou US$ 675,8 milhões pelo mundo. Doutor Estranho 2’ segue sem data de estreia definida ou confirmação oficial.

Benedict Cumberbatch será temporariamente substituído em ‘Vingadores – Guerra Infinita’

Assista nossa crítica em vídeo:

‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ | Como Donald Glover influenciou na criação de Miles Morales?

Fazendo sua estreia nos quadrinhos em agosto de 2011, o jovem Miles Morales não demorou para assumir o manto do Homem-Aranha no Universo Ultimate (uma dimensão paralela ao universo principal, o 616, que trazia versões mais atuais dos heróis clássicos da Marvel e que foi bastante popular nos anos 2000). Sendo um jovem negro de origem latina, o garoto conseguiu repetir o feito de Peter Parker nos anos 60 ao dialogar, por meio de histórias muito bem escritas, com as situações e problemas típicos dos jovens da época, criando um vínculo forte de identificação entre personagem e leitor. E quatro anos mais tarde, com o fim da linha Ultimate, a Marvel se viu incapaz de “se livrar” do personagem e encontrou um meio de convergir esses universos, mantendo alguns heróis. E foi assim que Miles chegou ao Universo 616, onde se tornou amigo de Peter e vem trilhando sua própria história na ‘Série A’ das HQs desde então.

E desde 2018, com o lançamento do espetacular Homem-Aranha no Aranhaverso, Miles conseguiu furar a bolha das histórias em quadrinhos e começou a conquistar o público que não se liga tanto nas mirabolantes tramas das HQs. E para um personagem de quadrinhos, nada melhor que cativar públicos diferentes, porque isso costuma significar uma popularidade ainda maior para si. E foi o que aconteceu. Atualmente, o Homem-Aranha segue como um dos três super-heróis mais populares de todos, mas já começa a haver uma certa dualidade quanto a sua identidade secreta. Se perguntar para algumas crianças mais jovens, é bem capaz que respondam à pergunta “quem é o Homem-Aranha” com “Miles Morales” e não “Peter Parker”. E isso é muito legal, porque mostra que realmente qualquer um pode ser o Homem-Aranha, que é a grande mensagem por trás do icônico traje aracnídeo que domina a Cultura Pop desde os anos 60.

Essa parceria icônica vem dando tão certo que já é possível encontrar essa relação de mentoria e amizade em diversas mídias, como os quadrinhos, os videogames, as séries animadas e até nos cinemas. Ainda não houve um crossover em Live Action. Porém, parece ser apenas questão de tempo para que isso ocorra, já que Miles foi indiretamente citado em dois filmes do Aranha no MCU. Em Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017), o tio de Miles, Aaron Davis, o Gatuno, foi interpretado por Donald Glover e estrelou uma cena em que foi interrogado pelo Aranha (Tom Holland). Já em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021), ele é indiretamente citado quando o Electro (Jamie Foxx) brinca com o Peter de Andrew Garfield, dizendo que deve haver um Homem-Aranha negro por aí em algum lugar.

O mais curioso de terem escolhido Donald Glover para viver a versão Live Action do tio de Miles é que ele é um tipo de padrinho do personagem na vida real, sendo intrinsecamente ligado ao herói em diferentes mídias. A primeira, e talvez mais importante, ligação dele foi ter servido de inspiração para a criação do próprio Miles Morales.

Donald Glover interpretou o tio de Miles, Aaron Davis, em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”

Para entender melhor, é necessário voltar para a década passada. Na época, a Sony passava por uma crise financeira e, após o cancelamento de Homem-Aranha 4, de Sam Raimi, anunciou que haveria um reboot na franquia do herói, que seria interpretado por um novo ator e se passaria em um outro universo. Com essa notícia, em maio de 2010, o jornalista, roteirista e quadrinista Marc Bernardin escreveu um artigo para o Gizmodo entitulado: “A última coisa que o Homem-Aranha deveria ser é outro cara branco“, em que questionava se não era hora do mundo ver um Cabeça de Teia sendo interpretado por um ator negro ou de origem latina.

Isso rendeu uma série de comentários racistas e xenofóbicos, mas também inspirou o jovem humorista Donald Glover, que brilhava como o Troy da série Community, a lançar uma campanha nas redes sociais para que ele interpretasse o próximo Homem-Aranha nos cinemas. Para reforçar a campanha do ator, os produtores da série o colocaram com um pijama do Homem-Aranha em uma cena logo no primeiro episódio da segunda temporada. Com a #donald4spiderman, o ator queria chamar a atenção da Sony, o que não aconteceu, já que o escolhido para iniciar a nova franquia foi Andrew Garfield, mas definitivamente atraiu olhares que mudariam de uma vez por todas a trajetória do herói.

Essa cena aparece como um easter egg em “Homem-Aranha no Aranhaverso”

Originalmente, já havia um debate interno na Marvel desde 2008, quando Barack Obama assumiu como presidente dos EUA, de trazer mais heróis negros para esse universo alternativo, mas não havia um consenso. Com a repercussão da campanha de Glover e sendo fã da série, a principal mente por trás do Universo Ultimate, Brian Michael Bendis, assistiu ao episódio e teve uma ideia ousada. Como a linha Ultimate era mais permissiva a mudanças, Bendis decidiu matar Peter Parker, que já estava desgastado naquele universo, e revolucionar o Homem-Aranha inserindo um jovem que parecesse com Donald Glover, mais jovem que Peter, para assumir o manto e preencher os roteiros com problemas mais próximos aos dos jovens da época.

E assim, com inspiração direta, assumida pelo quadrinista, no ator, Miles Morales nasceu e rumou ao estrelato, rompendo a ideia original de mantê-lo apenas nesse universo alternativo e ganhando seu espaço no Universo 616. Mas a ligação de Glover com o personagem não parou por aí.

Na primeira aparição de Miles Morales em séries animadas, que aconteceu em Ultimate Homem-Aranha – exibido no Brasil pelo antigo Disney XD, os produtores convidaram o próprio Donald Glover para interpretá-lo na animação. Ou seja, além de ser a inspiração para a criação do personagem, Glover foi o primeiro a interpretá-lo em uma produção oficial da Marvel.

E como já dito no começo do texto, tudo indica que ele também será responsável pela introdução do herói no MCU. Em De Volta ao Lar, inclusive, havia uma cena em que ele conversaria com o sobrinho por telefone, justificando seu atraso por estar preso no carro pela teia do Homem-Aranha, encerrando sua participação com a frase: “Não vou conseguir chegar a tempo, Miles”. A cena foi gravada e está nos bônus do Home Video do filme. Infelizmente, ela não entrou no corte final.  O mais legal de toda essa relação é que Glover é um grande fã do universo do Homem-Aranha e por meio de seu trabalho, conseguiu inspirar uma mudança radical no cânone do herói, que passou a ter dois ícones carregando o manto, cada um com seu ideal e forma de agir, mas ambos se tornando lendas do Universo Marvel.

A nova aventura de Miles Morales está em cartaz nos cinemas em Homem-Aranha: Através do Aranhaverso.

 

Crítica | Chef Jack: O Cozinheiro Aventureiro – Animação 100% Nacional Para a Galerinha Ligada nos Reality

Gostando ou não, os reality show já são uma febre de audiência, atendendo a todos os públicos, inclusive as crianças. Os pequenos também andam consumindo esse tipo de entretenimento oferecido tanto na tv aberta quanto nos streamings, em programas muitas vezes estrelados pela própria garotada, como o ‘The Voice Kids’ e o ‘Panela de Pressão’, da Ana Maria Braga. De olho nesse novo formato que vem fazendo sucesso com a galerinha na última década, a animação ‘Chef Jack: O Cozinheiro Aventureiro’ chega a partir de hoje nas salas de cinema do país.

Chef Jack (dublado por Danton Mello) é um dos melhores cozinheiros do mundo, super requisitado dentre as pessoas mais importantes. Sempre querendo aprimorar seus pratos, Chef Jack gosta de misturar ingredientes, mas, quando faz isso em um pedaço de quiche oferecido ao filho de uma importante liderança, a criança tem uma forte reação alérgica, o que faz com que Chef Jack caia em desmérito. Decidido a recuperar sua reputação, Chef Jack decide se inscrever no reality “Convergência de Sabores”, o mais importante programa desse tipo no mundo gastronômico, realizado nas Ilhas Culinárias. Porém, muito mais do que uma mera competição pelo prêmio, o programa envolve sobrevivência na selva, elaboração de pratos em condições extremas e muita, muita disputa entre os participantes, que têm que levar consigo um assistente. Assim, o que inicialmente parecia uma boa ideia aos poucos vai se tornando um desafio ainda maior para Jack, especialmente porque seu assistente é uma criança, o jovem Leonard (Rodrigo Waschburger). 

Com uma hora e vinte de duração (tempo suficiente para contar uma história que prenda a molecada na sala de cinema), ‘Chef Jack: O Cozinheiro Aventureiro’ é, como anuncia seu título, uma aventura, antenada na nova demanda de uma geração que já nasce imersa no mundo virtual. Para isso, o filme de Guilherme Fiúza Zenha mescla influências de programas como ‘No Limite, ‘Master Chef’, ‘Mestre do Sabor’ e até mesmo ‘Big Brother’, já que a coisa toda é transmitida ao vivo em tempo real para quem assiste pela tv.

O roteiro escrito por Artur Costa, Roger Keesse e Matheus B. Oliveira interage bem com a contemporaneidade, fazendo trocadilhos para provocar o riso (todos os lugares são gastronômicos no filme, como Ilhas Culinárias e Reino de Bisteca), personagens que atendam a diversos  tipos de raças (negra, asiática, europeia), uma mensagem importante conjunta com um bom aprendizado (a amizade prevalece acima de tudo, e é importante estar atento a isso; numa competição, nem sempre o prêmio é o principal, e nem sempre o importante é competir: na maioria das vezes, o que se aprende na jornada é o mais valoroso dos prêmios). Tudo isso corroborado por uma boa técnica de animação e de traço, produzido pela Immagini Animation Studios.

Para refrescar a garotada nesse verão escaldante, ‘Chef Jack: O Cozinheiro Aventureiro’ é uma aventura leve para uma tarde no cinema. Curto e divertidinho, é uma boa opção para esse público cada vez mais jovem e mais antenado nos reality show.

‘Splash – Uma Sereia em Minha Vida’: Remake está em desenvolvimento e estreia em breve nos cinemas

Já faz alguns anos desde que o remake do clássico ‘Splash – Uma Sereia em Minha Vida’, de 1984, está em nos planos da indústria cinematográfica e, ainda que estivesse esfriado, isso não necessariamente é uma coisa ruim.

De acordo com Jillian Bell, uma das atrizes cotadas para o remake, disse que bastante progresso já foi feito e o filme pode chegar aos cinemas bem em breve.

“[O roteiro] está em constante escrita, então esperamos conseguir lançá-lo em uns dois anos”, Bell disse em entrevista ao site IndieWire. “Está acontecendo. Estou bem animada para isso”.

O filme original estrelou Tom Hanks como um homem que se apaixona por uma sereia – interpretada por Darryl Hanna. Os dois se apaixonam após ela salvá-lo quando era uma criança e os dois se reúnem anos depois.

Na mais nova versão, Bell e Channing Tatum darão vida aos personagens principais.

‘Splash’ recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e foi dirigido por Ron Howard, o qual está também por trás do remake.

‘Tell Me a Story’: 2ª temporada ganha data de estreia

CBS All Access anunciou hoje a estreia da 2ª temporada de sua série de thriller psicológico Tell Me a Story: o novo ano, que contará com 10 episódios, será lançada no dia 05 de dezembro de 2019.

O próximo ciclo trará uma nova versão de personagens clássicos, como a Cinderela, Bela Adormecida e a Bela e a Fera.

Odette AnnableNatalie Alyn Lind irão interpretar uma versão moderna da Cinderela e da Bela, respectivamente. Carrie Anne-Moss também fará parte dos novos episódios.

O elenco do novo ciclo ainda conta com Paul Wesley, Matt LauriaEka Darville e Ashley Madekwe.

A série foi criada por Kevin Williamson (‘The Vampire Diaries‘).

‘Premonição’ completa 20 anos; Relembre a franquia!

Em 2020, a icônica franquia Premonição completa vinte anos desde o seu lançamento original. Para aqueles que não se recordam, o capítulo inicial da saga de terror sobrenatural teve início em 2000 e estendeu-se até 2011 com cinco longas-metragens, duas HQs e nove romances. Mas você sabe exatamente como a narrativa teve início?

A história do primeiro filme, que gira em torno do jovem Alex Browning (Devon Sawa) e sua subsequente atitude histérica para salvar um grupo de alunos de uma explosão premeditada por uma terrível visão, na verdade funcionaria como um episódio da aclamada série Arquivo X (o que faz bastante sentido, considerando o teor fantasioso da produção). Arquitetada por Jeffrey Reddick, o pano de fundo revolucionário chamou atenção das produtoras e acabou sendo transferido para as telonas através do comando de James Wong e do roteiro de Wong, Reddick e Glen Morgan.

A princípio, o resultado final passou longe de agradar a crítica especializada – mas alavancou uma legião de seguidores que transformou a obra num clássico cult, principalmente por suas reviravoltas inteligentes, suas cenas bem arquitetadas e uma renovação do já batido gênero slasher que vinha perdendo força desde o lançamento de Pânico. Afinal, os personagens aqui lidam com um inimigo invisível (a Morte) em vez de lidar palpavelmente com um serial killer aos moldes de Ghostface, Freddy Krueger e Jason Voorhees. Com o passar dos anos, a recepção tornou-se mais calorosa e provocou uma sólida arrecadação nas bilheterias (ultrapassando a marca de US$665 milhões sem ajuste de inflação).

No geral, a franquia insurge como uma inteligente alternativa para os adeptos ao terror, passando longe de funcionar como apenas um gore-porn como veríamos com Jogos Mortais (com exceção da iteração de 2004). É claro que temos as terríveis e arrepiantes cenas de morte elaboradas com cautela extrema, arcos de personagens bastante críveis e cliffhangers poderosos que mantiveram o sucesso e a adesão do público a cada nova entrada – mesmo com as claras falhas e os furos de roteiro que vão para além de uma mera falta de credibilidade; porém, estamos lidando com a Morte (cuja identidade toma proporções míticas a cada novo capítulo). Não é surpresa, também, que os personagens (ou apenas a menção a eles) sejam relembrados constantemente em um ciclo interminável de vingança do além-mundo – começando com Alex e retornando a ele mesmo com uma revitalização do conceito ocultista de Ouroboros, a serpente que engole a si mesma.

Se em Premonição a mitologia começa a ser cultivada pelos protagonistas, que se completam nos rostos de Ali Larter, Kerr Smith, Seann William Scott e outros, Premonição 2’ abre espaço para uma exploração interessante – e recheada de algumas das mortes mais chocantes de toda a saga. Aqui Kimberly (A.J. Cook) tem a visão de um acidente de carro que resulta na morte de dezenas de pessoas, postando-se para impedir a passagem de vários veículos e salvar algumas delas. À medida que a Morte vem para coletar as vidas que lhe pertencem por direito, eles descobrem que o acidente em questão viria como forma de quitar as dívidas criadas no primeiro filme com o intrometimento de Alex no curso natural das coisas – descobrindo também que apenas uma nova vida pode quebrar esse inevitável ciclo.

É claro que a New Line Cinema poderia terminar suas investidas apenas com duas iterações; mas seu sucesso irrefutável culminou no lançamento de Premonição 3’ em 2006, “rebootando” a trama e levando-a um passo para a frente. No novo longa, Wong retorna como diretor de uma história que envolve um grupo de graduandos que vai a um parque de diversões e acaba se envolvendo numa tragédia irreparável – exceto pela presença de Mary Elizabeth Winstead como Wendy Christensen. A premissa segue o passo das anteriores, mas traz um elemento diferenciado: Wendy consegue descobrir de que forma os sobreviventes serão caçados através de fotografias e de coincidências que alimentam o escopo iniciado seis anos antes.

Em 2009, a série ganharia uma fraca continuação, cujos poucos pontos positivos circulariam em torno da revitalização técnica, tornando-se o primeiro a ser filmado inteiramente em HD 3D. Felizmente, Premonição 5’ encontraria espaço de sobra para trazer todos os aspectos que nos envolveram anteriormente, fosse pelo emprego on point do CGI, das cenas de morte, do tom mais dramático da obra, representando uma surpreendente mudança de ares – e fechando definitivamente o ciclo com uma prequela inesperada e um final de tirar o fôlego.

Agora, caminhamos em direção a uma nova história, cujos detalhes começam a sair das sombras aos poucos.

E você? Está preparado para enfrentar mais uma vez o mais temível inimigo de todos?

‘Phineas e Ferb’: Filme do Disney+ ganha trailer COMPLETO; Confira!

Walt Disney divulgou o trailer completo de Phineas e Ferb, filme baseado na icônica série animada do Disney Channel.

O longa tem estreia marcada para o dia 28 de agosto, no Disney+.

Confira:

O filme, produzido pelos criadores do show original, Dan PovenmireJeff Marsh, é uma história de aventura que gira em torno dos meio-irmãos Phineas e Ferb, que saem pela galáxia para resgatar sua irmã mais velha, Candace, que foi abduzida por alienígenas.

O elenco traz o retorno de Ashley Tisdale como Candace Flynn; Vincent Martella como Phineas Flynn; Caroline Rhea como Linda Flynn; Dee Bradley Baker como Perry, o ornitorrinco; Alyson Stoner como Isabella; Maulic Pancholy como Baljeet; Bobby Gaylor como Buford; Olivia Olson como Vanessa Doofenshmirtz; Tyler Mann como Carl; David Errigo Jr. como Ferb Fletcher; Povenmire como o Dr. Heinz Doofenshmirtz e Marsh como o Majoro Monograma.

Ali WongWayne BradyDiedrich BaderThomas Middleditch completam o time.

‘Pose’: 2ª temporada estreia em janeiro na Netflix!

Netflix anunciou recentemente que a 2ª temporada da aclamada série Pose, criada por Ryan Murphy, chegará no dia 01 de janeiro de 2021 ao seu catálogo.

Exibida internacionalmente pela FX, a produção examina com cuidado a vida dos LGBTQ+ da Nova York dos anos 1980, em meio à epidemia de HIV/AIDS e de que forma essa comunidade se uniu para um bem maior.

Relembre o trailer da temporada anterior:

Criada por MurphySteven Canals e Brad Falchuk, a série entrou para a história com o maior elenco de atores transsexuais da história da televisão americana e o maior elenco LGBTQ de uma série já produzida.

A TRAMA SE PASSA NO FINAL DOS ANOS 80 E OBSERVA A JUSTAPOSIÇÃO DE VÁRIOS SEGMENTOS DA VIDA E DA SOCIEDADE EM NOVA YORK: A ASCENSÃO DO UNIVERSO DE LUXO, A CENA SOCIAL E LITERÁRIA DO CENTRO E O MUNDO E CULTURA DOS BAILES.

O elenco inclui Mj RodriguezDominique JacksonBilly PorterIndya MooreRyan Jamaal SwainHailie SaharAngelica Ross e Angel Bismark Curiel.

‘Benedetta’: Filme de Paul Verhoeven sobre freira lésbica ganha cartaz oficial; Confira!

Depois do trailer, foi divulgado o cartaz oficial do novo filme do polêmico cineasta Paul Verhoeven, que retoma sua parceria com a atriz francesa Virginie Efira para ‘Benedetta’ (Blessed Virgin).

A trama acompanha uma freira lésbica.

Confira:

A produção vai adaptar o trabalho acadêmico ‘Immodest Act: The Life of a Lesbian Nun In Renaissance Italy’, que conta a história da abadessa do século XVII, Benedetta Carlini.

Benedetta entrou para um convento na cidade de Pescia, na Toscana, quando era criança. Já na vida adulta ela começou a relatar uma série de visões perturbadoras em que homens estavam tentando matá-la. Temendo pela vida da freira, as demais irmãs designaram Bartolemea para acompanhá-la. A situação acabou chamando a atenção do Papado, que na época atuava na Contrarreforma. Após algumas visitas ao convento, seguidas por intensos interrogatórios, descobriu-se que as duas freiras de fato tinham um caso e até Bartolemea, chegou a admitir que elas mantinham relações sexuais há anos.

A estreia acontece em 2021.

‘Love Life’: 2ª temporada da série de comédia romântica da HBO Max ganha trailer oficial; Confira!

A HBO MAX divulgou hoje (29) o trailer oficial da 2ª temporada de Love Life, que tem estreia marcada para o dia 28 de outubro.

Confira:

A série continuará ambientada na cidade de Nova York, mas agora a narrativa se concentrará na jornada do personagem Marcus Watkins, vivido pelo ator William Jackson Harper.

Harper viverá o protagonista que sai de uma relação de muitos anos com uma mulher, e retorna para o mundo dos solteiros. O personagem se vê mergulhado de volta na busca pela realização romântica que ele pensava que já havia encontrado.

As personagens da primeira temporada, interpretadas pelas atrizes Anna Kendrick, Zoë Chao, Peter Vack, Sasha Compére e Nick Thune, também aparecerão nos novos episódio.

A narração fica sob responsabilidade do ator Keith David.