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‘Rei Lear’: Adaptação de Shakespeare com Anthony Hopkins ganha trailer

A adaptação de Shakespeare, ‘Rei Lear’, da BBC e Amazon Studio, ganhou um novo trailer.

Confira:

A trama se passa em um presente ficcional e conta a história de Rei Lear, que comanda uma ditadura totalitarista militar na Inglaterra.

O elenco conta com Anthony HopkinsFlorence PughEmma Thompson e Emily Watson.

A produção estreia ainda neste primeiro semestre, no canal BBC Two.

‘A Família Addams’: Animação com Oscar Isaac e Charlize Theron ganha trailer; Assista!

A nova versão animada de ‘A Família Addams’ ganhou seu trailer oficial, que destaca esse sombrio e bizarro clã.

Assista:

A nova versão da animação, conduzida pela MGM, traz os astros Oscar Isaac e Charlize Theron como os intérpretes do casal Gomez e Mortícia Adams. Além deles, o elenco de dubladores é composto por outros grandes nomes como Chloë Grace Moretz, Finn Wolfhard, Nick Kroll, Bette Midler e Allison Janney.

A Família Addams’ é dirigido por Conrad Vernom, o mesmo responsável por ‘Festa da Salsicha’.

O longa estreia no dia 31 de outubro.

 

‘The Boys in the Band’: Filme de Ryan Murphy com Jim Parsons para a Netflix ganha primeiras imagens

O novo filme produzido por Ryan Murphy para a Netflix, intitulado ‘The Boys in the Band‘, ganhou suas primeiras imagens oficiais.

Confira:

A produção é uma adaptação da aclamada peça homônima da Broadway e traz Joe Mantello – diretor do revival teatral – de volta à direção na versão cinematográfica.

Na trama, em uma festa de aniversário na Nova York de 1968, um convidado surpresa e um jogo regado à bebedeira colocam sete amigos em uma espécie de acerto de contas, trazendo à tona sentimentos jamais revelados e verdades enterradas há muito tempo.

The Boys in the Band‘ traz de volta todo o elenco do revival do clássico musical, que fora lançado em 2019, sendo estrelado por Jim Parsons, Matt Bomer, Brian Hutchison, Zachary Quinto, Andrew Rannells, Tuc Watkins, Charlie Carver, Michael Benjamin Washington e Robin de Jesús. 

O longa estreia na Netflix no dia 30 de setembro.

‘O Retorno da Múmia’: Diretor de efeitos visuais explica porque o CGI do reboot foi um fracasso

A sequência ‘O Retorno da A Múmia‘, estrelada por Brendan Fraser, Rachel Weisz e Dwayne Johnson, se tornou um sucesso de bilheterias na época de seu lançamento, em 2001.

Feito com um orçamento de US$98 milhões, a produção faturou mais de US$ 433 milhões ao redor do mundo, mas nem mesmo o seu sucesso impediu que o longa recebesse duras críticas pela qualidade do seu CGI.

E um dos pontos mais criticados da sequência foram os efeitos visuais aplicados nas criaturas do filme, em especial, no gigante escorpião – que também é metade homem -, vivido por The Rock.

A captura facial para construir o híbrido bichano não funcionou como o esperado e o resultado nas telas foi decepcionante para os amantes do primeiro longa, lançado em 1999.

E durante uma entrevista recente ao canal do YouTube Corridor Crew, o diretor senior de Efeitos Visuais do longa, Alex Laurant, refletiu sobre o fracassado CGI do filme e explicou porque o resultado final não funcionou como o esperado:

“O problema foi o rosto e, se bem me lembro, nos comprometemos com uma técnica de captura facial extremamente subdesenvolvida na época. Todos nós sabíamos que isso estava aquém do que gostaríamos que fosse. E quando você se depara com uma situação assim, onde suas melhores esperanças e sonhos não estão dando certo, talvez seja hora de apelar para o clássico ‘menos é mais’. Eu sei que tentamos usar a iluminação como nosso melhor amigo para tentar corrigir”. 

Vale lembrar que a franquia ganhou um reboot, lançado em 2017. ‘A Múmia‘ seria o primeiro de uma trilogia a ser estrelada por Tom Cruise, que também teria ligação com o Dark Universe – saga de monstros que estava sendo planejada pela Universal Pictures.

Apesar de ter arrecadado US$ 408 milhões mundialmente, o longa só acumulou US$ 80 milhões nos EUA. Com o orçamento gigantesco de US$ 125 milhões, o retorno não justificou o investimento.

Por fim, tanto ‘A Múmia 2‘ quanto o Dark Universe foram cancelados.

‘Birdman’, vencedor do Oscar com Michael Keaton e Emma Stone, estreia no streaming; Saiba onde assistir!

O aclamado longa-metragem ‘Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)’ fez o seu retorno ao streaming. A produção está de volta à grade de programação da Netflix depois de anos.

O vencedor de quatro estatuetas do Oscar teve sua estreia na plataforma na última sexta-feira (16).

A trama acompanha Riggan Thomson (Michael Keaton), um ator que, no passado, fez muito sucesso interpretando Birdman, um super-herói que se tornou um ícone cultural. Entretanto, desde que se recusou a estrelar o quarto filme com o personagem sua carreira começou a decair. Em busca da fama perdida e também do reconhecimento como ator, ele decide dirigir, roteirizar e estrelar a adaptação de um texto consagrado para a Broadway. Entretanto, em meio aos ensaios com o elenco formado por Mike Shiner (Edward Norton), Lesley (Naomi Watts) e Laura (Andrea Riseborough), Riggan precisa lidar com seu agente Brandon (Zach Galifianakis) e ainda uma estranha voz que insiste em permanecer em sua mente.

Relembre o trailer:

O filme foi escrito e dirigido por Alejandro González Iñárritu.

O longa se tornou um sucesso considerável de bilheteria, ultrapassando os US$100 milhões mundialmente, e alcançou aclame crítico quase imediato, ganhando inúmeros elogios pela condução da obra, pelo roteiro, pelos aspectos estéticos e pela atuação do elenco protagonista e coadjuvante – além de levar quatro estatuetas do Oscar para casa, incluindo Melhor DireçãoMelhor Filme.

‘Black Mirror’: Episódio dirigido por Jodie Foster ganha emocionante trailer; Assista!

A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado da 4ª temporada de ‘Black Mirror’, mais precisamente do episódio ‘Arkangel‘, dirigido por Jodie Foster. Assista:

Arkangel‘ foi escrito por Charlie Brooker, o criador da série, o episódio conta com Rosemarie Dewitt, Owen Teague e Brenna Harding no elenco. Confira a arte:

O lançamento da 4ª temporada acontece em Dezembro na Netflix.

Recentemente, foram divulgadas as primeiras imagens: do episódio ‘Arkangel‘ e do ‘USS Callister‘.

Black Mirror foi criada por Charlie Brooker e exibida pelo canal britânico Channel 4 por duas temporadas. A Netflix comprou o programa e produziu a elogiada terceira temporada ano passado.

DC Universe: ‘Monstro do Pântano’ vai ganhar série de TV por James Wan

De acordo com informações da Variety, o ‘Monstro do Pântano’ vai ganhar uma série de TV live-action no DC Universe, futuro serviço de streaming da DC Comics.

A série será roteirizada por Mark Verheiden (‘Constantine’) e Gary Dauberman (‘It: A Coisa’) e contará com a produção da Atomic Monster, a produtora de James Wan (‘Invocação do Mal’), que também assumirá a produção executiva ao lado de Michael Clear (‘Quando as Luzes se Apagam’).

Na trama, quando a pesquisadora do Centro de Controle de Doenças, Abby Arcane, retorna à casa em que passou sua infância em Lousiana, para investigar um vírus mortal transmitido por um mistérios pântano, ela desenvolve um vínculo amoroso com o cientista Alec Holland. Mas enquanto forças poderosas descobrem o lugar, Abby descobrirá que o pântano guarda segredos místicos, horripilantes e maravilhosos.

A série do ‘Monstro do Pântano’ está prevista para 2019. Confira a primeira imagem oficial:

 

‘A Maldição da Residência Hill’: Diretor comenta desafios de assustar em vídeo da Netflix

A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de ‘A Maldição da Residência Hill’, série que adapta o clássico livro de terror da autora Shirley Jackson.

Nele, o diretor Mike Flanagan explica os desafios de assustar pessoas por mais de 10 horas, diferente de um filme de 2 horas.

Confira o cartaz junto do trailer:

A Maldição da Residência Hill é uma recriação moderna do icônico romance The Haunting of Hill House, sobre cinco irmãos que cresceram na casa mal-assombrada mais famosa dos EUA.

A estreia acontece dia 12 de Outubro na Netflix.

Carla Gugino, de ‘Jogo Perigoso‘, vai protagonizar a série.

O roteirista familiarizado com produções terror, Mike Flanagan, vai escrever e dirigir a série, além de também assumir o papel como produtor executivo. A produtora Amblin TV estará a frente da produção ao lado da Paramount Television.

O livro já deu origem a filmes como ‘A Casa Maldita’, de 1963; e ‘A Casa Amaldiçoada’, de 1999.

O elenco ainda conta com Lulu Wilson (de ‘Ouija: A Origem do Mal‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), Violet McGraw e Mckenna Grace.

 

Crítica | Fé Corrompida – Ethan Hawke questiona humanidade e religião

Já não é surpresa para ninguém o fato de que todo ano o Oscar acaba esnobando atuações memoráveis. Desta vez, de acordo com grande parte da crítica especializada e dos cinéfilos mais antenados,  o prejudicado foi Ethan Hawke – que merecia ter sido lembrado pela Academia por sua atuação em Fé Corrompida (ou First Reformed, no título original). Saído direto em vídeo no Brasil, o longa de Paul Schrader, que também escreveu o roteiro do aclamado Taxi Driver, pode até ter passado meio em branco por aqui (embora tenha sido lembrado na cerimônia na categoria de Melhor Roteiro Original); no entanto, serviu para confirmar todo o talento do ator para quem ainda tinha dúvidas.

Na trama, Hawke vive o Reverendo Ernst Toller – que, desde a primeira cena em que aparece, não mostra a firmeza e a serenidade esperadas em alguém que vive pela fé. Embora tenha a missão de guiar o “rebanho” da igreja à vida eterna tão pregada na religião, olhos mais atentos percebem que, na verdade, é ele quem precisa de um guia para sair da escuridão em que começa a adentrar e que só piora ao longo do filme. A perturbação inicial se deve à traumas do passado – como a perda do filho que incentivou a se alistar nas forças armadas nos tempos em que era militar – e à saúde que começa a se mostrar debilitada; mas, ao se aproximar de Mary (Amanda Seyfried) e seu marido Michael (Philip Ettinger), Toller começa a se fazer questionamentos que o afastam cada vez mais do caminho da luz para jogá-lo nas trevas, metaforicamente falando.

Com a tela em formato quadrado (4:3), narração em off com os pensamentos do Reverendo enquanto ele se confessa para o papel e longos diálogos com questionamentos religiosos e filosóficos – como na importante cena em que Ernst tenta mudar a cabeça do marido de Mary, um ativista radical que não acredita mais na humanidade -, Schrader consegue nos conduzir em uma jornada de tensão crescente. Muito bem demonstrada pela brilhante atuação de Ethan Hawke, a perturbação que aumenta ao longo do filme e que promove o embate entre luz e trevas faz com que o espectador assista à trama fazendo os mesmos questionamentos levantados pelo protagonista – que, embora tente parecer contido, demonstra com a inquietação do olhar que está prestes a explodir a qualquer momento com tudo o que leva em sua cabeça.

No entanto, ainda que o enredo se desenvolva a partir de uma crise interna do Reverendo, First Reformed consegue falar de forma global por mostrar um personagem que perde a fé na humanidade e sua própria fé – que, até então, era um dos seus maiores bens –  ao passar a refletir sobre as mazelas do mundo. Desde a conversa com Michael – que acaba desistindo da própria vida por não ver mais solução ou sentido em estar no planeta -, o personagem de Hawke passa a carregar as mesmas questões que, inicialmente, tentou combater. A morte física do marido de Mary acaba por se tornar uma espécie de morte espiritual para o pastor, e seus demônios internos fazem a trama ganhar peso com questionamentos que vão do intimista para o geral – como “onde vamos parar?” e “ninguém vai fazer nada quanto a isso?”, conforme expressa o próprio personagem em alguns diálogos. Mesmo sendo uma das figuras mais importantes da igreja, ele passa a questionar os interesses do sistema que faz parte e a repensar sua verdadeira missão ao se ver guiando pessoas que, no geral, não sabem valorizar a criação de Deus – tudo isso enquanto sua fé vai sendo cada vez mais corrompida, como muito bem sintetiza o título BR do filme.

Outro importante detalhe da trama é o envolvimento cada vez maior do Reverendo com Mary. Além de sua função na perturbadora cena final – aberta à diversas interpretações – , um destaque da personagem de Amanda Seyfried é o fato dela carregar um filho no ventre em meio a tantos questionamentos sobre valer ou não a pena estar em um mundo que está cada vez mais fadado ao fracasso. Para seu marido que desistiu da vida e de acordo com o lado pessimista do filme, colocar uma criança na Terra é um dos maiores erros que alguém pode cometer, enquanto os mais esperançosos podem enxergar esse gancho como um lembrete de que a humanidade sempre se renova, mesmo em seu estado quase apocalíptico.

Com tudo isso, no fim da jornada que termina em aberto, a nova produção de Paul Schrader aparece como uma aula de estudo de personagem com as tantas camadas do Reverendo protagonista e como uma profunda reflexão sobre a relação da sociedade atual com a religião e com o meio-ambiente como um todo – usando diálogos e elementos da mise-en-scène para isto. Já a brilhante atuação de Ethan Hawke, como mencionado no início, só confirma mais uma vez que a Academia não é lá muito justa mesmo… . Mas, felizmente, um bom trabalho não precisa de prêmios para ser reconhecido e devidamente lembrado. O público agradece.

Elenco se manifesta sobre cancelamento de ‘Demolidor’: ‘Surpresos e arrasados’

Ontem foi um dia duro para os fãs do Demolidor. O herói perdeu sua série na Netflix, justamente a mais elogiada entre as da parceria com a Marvel.

Após o anúncio que pegou todos de surpresa, parte do elenco da série se manifestou sobre o cancelamento no Twitter. Confira:

“Estou muito triste que não vamos continuar a história. Vou sentir muita falta de ver meus amigos todos os dias. Obrigado a todos que ajudaram a série ao longo dos anos. E para Erik Oleson que conseguiu elevar a história.”

“Muito triste de saber do fim de Demolidor. Fui muito sortudo de ter feito parte desse show excelente e ter trabalhado com uma equipe maravilhosa. Uma experiência que nunca vou esquecer. Obrigado pelo amor e apoio dos fãs. Vocês são incríveis. Até a próxima.”

“De coração partido e surpresa. Mas que jeito incrível de sair! Obrigado Steven DeKnight e Erik Oleson. Sentirei saudades de Marci terrivelmente, mas estou muito orgulhosa de ter feito parte desse mundo.”

A Netflix cancelou oficialmente a série ‘Demolidor‘ depois de três temporadas.

Já é a terceira produção em parceria com a Marvel que chega ao fim, incluindo ‘Punho de Ferro‘ e ‘Luke Cage‘.

Demolidor – Temporada: A mais violenta, sombria e melhor temporada que você respeita!

Segundo a descrição da trama do novo ciclo, após meses desaparecido, Matt Murdock (Charlie Cox) ressurge abalado e incerto sobre seu futuro como o vigilante Demolidor e o advogado Matthew Murdock. Mas, quando seu arqui-inimigo Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) sai da prisão, Matt precisa decidir entre se esconder do mundo ou aceitar seu destino de herói.

‘Capitã Marvel’: Brie Larson assinou contrato com a Marvel para SETE FILMES!

Segundo uma nova reportagem do site The Hollywood ReporterBrie Larson, que dá vida à Capitã Marvel no Universo Cinemático Marvel, assinou contrato com os estúdios em questão para sete longas-metragens.

A atriz havia negado que havia fechado acordo para todas essas produções, mas aparentemente os rumores eram verdadeiros, ainda mais considerando que essa não é a primeira vez que a informação insurge no meio cinematográfico.

Larson apareceu como Capitã Marvel em seu filme-solo e, pouco tempo depois, reaparecendo em ‘Vingadores: Ultimato’, ambos lançados neste ano. Larson também é uma das grandes porta-vozes defendendo a aparição de personagens LGBTQI+ no panteão de super-heróis.

Nenhuma outra informação foi revelada.

‘A Christmas Carol’: Minissérie com Tom Hardy ganha dois teasers arrepiantes; Assista!

‘A Christmas Carol’, nova minissérie da BBC One baseada no clássico conto de Charles Dickens, ganhou dois novos teasers arrepiantes.

Confira, junto com o trailer oficial:

A produção é dirigida por Nick Murphy, com roteiro assinado por Steven Knight.

A história gira em torno de Ebenezer Scrooge, um amargo homem que é visitado na véspera de Natal por três fantasmas que o guiam através de uma jornada pelo passado, presente e futuro.

Tom Hardy estrela a série, ainda em um papel não revelado. Guy Pearce será Scrooge, enquanto Andy Serkis viverá o Fantasma do Natal Passado. Stephen GrahamCharlotte RileyJoe AlwynVinette RobinsonJason FlemyngKayvan NovakLenny RushJohnny Harris completam o elenco.

‘A Christmas Carol’ terá três episódios de uma hora cada e estreia no dia 19 de dezembro.

‘Succession’: HBO lança trilha sonora oficial da 2ª temporada

HBO divulgou recentemente a trilha sonora oficial da 2ª temporada da aclamada série ‘Succession’, composta pelo musicista Nicholas Britell.

Você pode conferi-la clicando aqui!

Vale lembrar que a emissora também adiou as gravações da 3ª temporada em virtude da pandemia do novo coronavírus. As filmagens devem ser retomadas o mais breve possível.

Relembre o trailer da 2ª temporada:

A produção acompanha a história da família Roy, composta por Logan e seus quatro filhos. Logan controla um dos maiores conglomerados de meios de comunicação e entretenimento do mundo.

O elenco conta conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

Crítica | Lovecraft Country – 01×07: I Am.

‘Lovecraft Country’ estreou há quase dois meses na HBO e rapidamente tornou-se uma das produções mais aclamadas e adoradas do ano – chegando até mesmo a quebrar recordes de audiência. Com recepção bastante positiva por parte da crítica, a obra é baseada no romance homônimo de Matt Ruff e oferece uma perspectiva moderna sobre o envolvente e perigoso panteão de H.P. Lovecraft. Entretanto, as construções relativamente idílicas sobre as profundezas do universo e sobre os monstros que se escondem na escuridão não vieram como o esperado, mas sim infundidas com críticas sociais contemporâneas, travestidas com um panorama histórico pungente ao extremo. E, conforme nos aproximamos do season finale, percebemos que certas inflexões narrativas parecem oscilar demais para serem levadas a sério – por mais que as intenções sejam as mais benévolas possíveis.

Em “I Am.”, a showrunner e roteirista Misha Green resolve finalmente resgatar uma personagem que havia dado as caras de forma breve, Hippolyta Freeman (Aunjanue Ellis), viúva de George (Courtney B. Vance), que acabou falecendo depois da batalha em Arkham nos primeiros episódios. Apesar de sua sólida transformação ao longo das semanas, é inegável que os outros personagens ganhavam mais foco por parte do roteiro e da direção, colocando-a em segundo plano – até agora. Determinada a manter o trabalho de seu ex-marido vivo e de continuar a ajudar a comunidade negra a viajar pelos Estados Unidos com segurança e sem cair na garra de supremacistas raciais. Entretanto, ela também tem outro objetivo: descobrir exatamente os segredos acerca da morte de George e das coisas que seu sobrinho, Tic (Jonathan Majors), se recusa a contar. Munida de um antigo e misterioso planetário portátil, Hippolyta embarca em uma viagem transformadora que a apresenta a tudo aquilo que poderia ter sido (e que ainda pode ser caso se permita).

A verdade, por mais que a mais recente iteração venha recheada de incongruências e de escolhas estéticas que fujam da própria proposta da série, Green ainda consegue se respaldar em um fio condutor principal que une a arquitetura antológica a um panorama compartilhável que retrata a identidade – não qualquer identidade, e sim uma que reclame a forçada fragmentação pela qual a cultura afrodescendente passou desde o momento que foram retirados de sua terra natal para servir a preceitos ideológicos racistas e imperialistas. Mas o panfletarismo político, diferente do que poderia se imaginar, é mascarado e pincelado com aglutinações pessoais e cotidianas que refletem a época na qual a série se ergue – um período pós-Jim Crow marcado pela segregação e pela falta de empatia.

Chegou a vez de Hippolyta, assim como Tic, Leti (Jurnee Smollett), Ruby (Wunmi Mosaku) e Montrose (Michael K. Williams), enfrentar quem ela realmente é – e não quem as pessoas querem que seja. Tic encontrou sua verdadeira vocação ao quase servir de sacrifício humano para uma seita milenar, afastando-se até mesmo de suas condenáveis ações bélicas quando na Coreia; Leti, ao abrir uma espécie de refúgio para pessoas de cor em um bairro majoritariamente branco, lidou com ameaças e com fantasmas demoníacos até que conseguisse superar a si mesma e salvar a todos; Ruby enxergou o mundo com outros olhos em uma espécie de metamorfose, observando de que maneira seus direitos eram renegados; e, por trás de uma imagética dura e repreensiva, Montrose se mostrou como um homem que passou a aceitar sua sexualidade após perceber que a vida é muito curta – ainda que tenha um longo caminho a percorrer até estar em paz.

Como percebemos, “libertação” é a palavra-chave que une essas personas – e que ganha uma nova camada com Hippolyta. Finalmente com espaço de sobra para nos mostrar sua incrível performance, Ellis encarna uma mulher que não aceita mais ficar de cabeça baixa e, pela primeira vez na vida, pode seguir seus sonhos. É com essa vontade intrínseca de mostrar seu valor que ela descobre uma estranha máquina de viagem interdimensional que a manda para um cosmos diferente de tudo que conhece – e que exige dela apenas uma coisa: seu nome. Ela sabe quem é de verdade? Ela sabe o que quer? Ou ela apenas acha que sabe a partir do que os outros esperam? São essas questões que permeiam o arco da personagem, que ascende a um protagonismo necessário que atravessa diversos momentos históricos e que revela os desejos mais sombrios não só dela, mas sim do ser humano.

Hippolyta sabe que as pessoas contam com sua sagacidade e sua tranquilidade – principalmente a filha Diana (Jada Harris), que parece ter perdido a vontade até de criar depois da inexplicável morte do pai. Porém, ter apenas um vislumbre do que ela poderia ter sido (uma guerreira africana, uma dançarina de cabaré ao lado de Josephine Baker e até uma exploradora espacial) já lhe dá forças para reaver uma aliança consigo mesma há muito perdida. E é claro que nada disso seria possível sem uma camp estética visual, que drenou elementos de clássicos contos de Lovecraft, como ‘A Chave de Prata’ e até mesmo ‘A Cor que Caiu do Céu’ – apostando as fichas mais no semblante metafísico no que horror em si.

De qualquer modo, não podemos desviar a atenção de inúmeros deslizes que ocorrem nesse episódio, como a tardia exploração de Tic e Leti acerca do Livro de Nomes e das poderosas forças que ameaçam destruir tudo o que conhecem – isso sem mencionar mais um enfrentamento dramático entre Tic e Montrose, que vai de lugar nenhum a nenhum lugar em uma brevíssima e esquecível sequência. A verdade é que depois do impactante filler da semana passada e da aplaudível jornada de Ruby ainda mais atrás, a própria série se esqueceu de sua trama principal. E, visto que ‘Lovecraft Country’ já começa a dar sinais prematuros de um triste cansaço criativo, não podemos culpar quem não sente grandes expectativas para os episódios que virão – por mais esperançosos que permanecemos para que isso não aconteça.

Conheças todas as atrizes que já interpretaram Cruella de Vil no cinema e na televisão

Cruella de Vil é uma das personagens mais conhecidas de todos os tempos – e até seu nome causa arrepios. A vilã do romance e da animação ‘101 Dálmatas’ é uma das mais perigosas e bem construídas de todos os tempos e já apareceu em diversas listas de antagonistas históricas, principalmente por sua personalidade psicótica e sempre in fashion.

Cruella é uma socialite e uma guru da moda apegada a roupas feitas com peles de animais – e que, após cruzar caminho com Anita e Roger Dearly (donos de uma ninhada gigantesca de dálmatas), desejou mais que tudo costurar um casaco com o pelo desses adoráveis animais. Não é surpresa que ela tenha chocado todos com a decisão; afinal, usar a moda como uma declaração pode ser bastante controverso.

Aproveitando o recém-lançado trailer de ‘Cruella’, filme de origem da Walt Disney Studios estrelado por Emma Stone, fizemos uma breve lista com todas as atrizes que já encarnaram a icônica personagem tanto no cinema quanto na televisão.

Confira abaixo – e conte para nós qual foi a sua performance favorita:

BETTY LOU GERSON

Aparição: 101 Dálmatas (1961)

A primeira atriz a encarnar Cruella de Vil foi na clássica animação de 1961. O clássico longa-metragem da Casa Mouse é um dos mais artísticos visualmente, conseguindo dar espaço o suficiente para que Betty Lou Gerson trouxesse o melhor (e o pior) da vilã à vida, com seus maneirismos e sua voz gutural.

GLENN CLOSE

Aparições: 101 Dálmatas (1996), 102 Dálmatas (2000)

Facilmente uma das releituras mais conhecidas e memoráveis de todos os tempos, a versatilidade da lendária Glenn Close casou com perfeição com a personalidade contraditória de Cruella em um dos primeiros live-actions da Disney. Apesar dos dois longas-metragens terem falhado em recuperar a essência do original, as histórias valem à pena por Close e por sua louca performance.

APRIL WINCHELL

Aparição: 101 Dálmatas: A Série (1998-2000)

Era um grande costume da Casa Mouse investir em produções derivadas de seu imperioso panteão animado – e ‘101 Dálmatas’ não ficou de fora. Para a primeira leva seriada desse universo, April Winchell interpretou Cruella, carregando-a com maestria até o prematuro cancelamento da produção.

SUSAN BLAKESLEE

Aparição: O Point do Mickey (2001-2003), Mickey’s House of Villains (2002), 101 Dálmatas 2 – A Aventura de Patch em Londres (2003)

Susan Blakeslee foi uma das mais prolíficas atrizes que interpretaram Cruella no universo Disney e encarnou a vilã diversas vezes. Além de ‘O Point do Mickey’, que reunia os personagens para reapresentações de clássicos e estreias de originais, Blakeslee a dublou no filme ‘House of Villains’ e na sequência direta do original de 1961, ‘101 Dálmatas 2 – A Aventura de Patch em Londres.

VICTORIA SMURFIT

Aparição: Once Upon a Time (2014-2016)

A série ‘Once Upon a Time’ caiu no gosto popular por fornecer uma perspectiva bastante diferente e obscura para clássicos personagens de contos de fada. Foi apenas uma questão de tempo para Cruella entrar para a produção, agora na pele de Victoria Smurfit. Apresentando uma distorcida história de origem para a vilã, essa versão a mostrou como uma das Rainhas da Escuridão e lhe deu poderes mágicos de controle animal.

WENDY RAQUEL ROBINSON

Aparição: Descendentes (2015)

Em ‘Descendentes’, Cruella, encarnada por Wendy Raquel Robinson, se uniu a outros antagonistas icônicos do universo Disney (como Jafar, Rainha Má e Malévola) para enviar seus filhos para destruir a perfeição pós “felizes para sempre” de seus arqui-inimigos.

EMMA STONE

Aparição: Cruella (2021)

É claro que ‘Cruella’ ainda não estreou nos cinemas, mas Emma Stone não poderia deixar de fazer parte da nossa lista. A atriz vencedora do Oscar já mostrou um primeiro vislumbre de sua rendição como a vilã, uma psicótica e ambiciosa mulher no centro do cenário punk-rock londrino – e enfrentando a força descomunal da misteriosa Baronesa.

‘House of the Dragon’ contrata mais dois membros ao seu elenco

A aguardada série ‘House of the Dragon’, pré-sequência de ‘Game of Thrones’, contratou mais dois membros ao seu elenco (via ComicBook.com): Milly AlcockEmily Carey.

Ambas farão aparições recorrentes como artistas convidados na primeira temporada. Alcock dará vida à versão mais jovem da Princesa Rhaenyra Targaryen, primeira filha do rei, nascida do sangue valiriano mais puro e montadora de dragões. Carey, por sua vez, será a versão mais jovem de Alicent Hightower, filha de Otto Hightower, a Mão do Rei, e a mulher mais atraente dos Sete Reinos. Ela foi criada na Fortaleza Vermelha, próxima ao rei e ao seu círculo mais próximo.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; e Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado.

A história de ‘House of the Dragon‘ se passa 300 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e seguirá os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

‘Nasce Uma Estrela’: Aclamado remake protagonizado por Lady Gaga e Bradley Cooper estreia na HBO Max!

O aclamado remake ‘Nasce Uma Estrela’, estrelado pela vencedora do Oscar Lady Gaga e pelo indicado ao Oscar Bradley Cooper, estreou na HBO Max.

O filme foi lançado na plataforma de streaming no último dia 24 de novembro.

Relembre o trailer:

‘Nasce Uma Estrela’ fez a limpa na temporada de premiações, principalmente nas categorias musicais. A canção-tema “Shallow” levou um Oscar, um Globo de Ouro, dois Grammys, um BAFTA e um Critics’ Choice por Melhor Canção Original, eventualmente tornando-se a música mais premiada de todos os tempos. A trilha sonora também quebrou recordes de vendas, streamings e prêmios – e também se tornou a mais condecorada da história.

Gaga foi indicada na categoria de Melhor Atriz, enquanto Cooper recebeu a mesma honraria na categoria de Melhor Ator. O filme foi nomeado para as categorias de Melhor Fotografia, Melhor Mixagem de Som, Melhor FilmeMelhor Roteiro Adaptado.

Sam ElliottDave ChapelleAnthony RamosAndrew Dice Clay e Rafi Gavron também fizeram parte do elenco.

Bradley Cooper assina a direção.

Jackson Maine é um cantor no auge da fama. Um dia, após deixar uma apresentação, ele para em um bar para beber. Lá, Jackson conhece Ally, uma insegura cantora que ganha a vida trabalhando em um restaurante. Ele se encanta por ela e seu talento. Mais tarde, os dois acabam se casando. Ao mesmo tempo em que Ally desponta para o estrelato, Jackson vive uma crise pessoal e profissional devido aos problemas com o álcool. Os momentos opostos acabam por minar o relacionamento amoroso do casal.

‘RuPaul’s Drag Race’: Queens se divertem no novo clipe promocional do episódio 14×15; Confira!

A 14ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’ está prestes a acabar e, agora, a WoW divulgou mais um clipe oficial da Reunião das queens.

Lembrando que a vencedora será coroada no próximo dia 22 de abril.

Confira:

O novo ciclo conta com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jasmine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.

‘Desencantada’: Giselle está de volta no MÁGICO trailer da sequência; Confira!

Disney+ divulgou hoje (09) o primeiro trailer oficial da vindoura sequência de ‘Desencantada’.

O filme chega à plataforma de streaming no dia 24 de novembro de 2022.

Confira:

Adam Shankman entra como diretor.

A trama se passará 15 anos depois dos eventos de ‘Encantada‘ e nos leva de volta ao mundo de Giselle (Amy Adams) e de seu pragmático esposo, o advogada Robert (Patrick Dempsey). Com Morgan agora adolescente, Giselle e sua família se realocarão para o subúrbio de Monroeville, onde ela terá que enfrentar os desafios de uma nova casa, à medida que tenta redescobrir o verdadeiro significado do “Felizes para Sempre”.

A atriz Gabby Baldacchino dará vida à Morgan na adolescência. James Marsden (Príncipe Edward) e Idina Menzel (Nancy Tremaine) retornam, ao lado das recém-anunciadas Maya RudolphYvette Nicole BrownJayma Mays.

‘Encantada’ trouxe no elenco Adams como a princesa Giselle, que foi empurrada em um poço mágico e saiu de seu encantado mundo para as movimentadas ruas de Nova York. Susan Sarandon Timothy Spall também fizeram parte do longa.

‘DOM’ está de volta nas novas imagens OFICIAIS da 2ª temporada; Confira!

Prime Video divulgou novas imagens oficiais da 2ª temporada da série brasileira ‘DOM’.

Os novos episódios estreiam em 17 de março de 2023 na plataforma de streaming.

Confira, junto ao teaser trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Após os eventos finais da primeira temporada, Pedro Dom (Gabriel Leone) vai parar na cadeia, Jasmin (Raquel Villar) está grávida e Victor (Flávio Tolezani) acredita que dessa vez pode nunca mais reencontrar seu filho.

A trama gira em torno de Victor, um policial que dedicou sua vida à guerra contra as drogas, e de seu filho, Pedro, um dependente químico que se tornou um dos maiores criminosos do Rio de Janeiro.

O elenco conta com Gabriel Leone, Flavio Tolezani, Filipe Bragança, Raquel Villar, Isabella Santoni, Ramon Francisco, Digão Ribeiro, Fabio Lago, Julia Konrad e André Mattos.

No Olho do Tornado

Depois do temporal, vem a calmaria. Lembra dessa frase? Depois de dirigir o chatíssimo Premonição V, o diretor Steve Quale embarca em um projeto cheio de rajadas de ventos, personagens sem carisma, clichês das antigas que gera altas doses de sono. No Olho do Tornado tem efeitos especiais bem legais, até alguns lances de destruição impressionantes (estilo Michael Bay de destruir cenários) mas nada, absolutamente nada, consegue melhorar a fraca história. Outro ponto negativo é o uso de 2D apenas. Esse filme é para ser visto com o óculos 3D grudados nos olhos do espectador (a cabine de imprensa no RJ pelo menos foi em 2D).

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Na trama, conhecemos alguns caçadores de tornados. Sim, isso mesmo: pessoas que vivem andando em bando para capturar imagens inéditas dessa força da natureza. Certo dia, após várias investidas que não deram certo, acabam parando em uma cidadezinha que vira alvo do epicentro de um tornado de força 5, um daqueles jamais vistos. Nessa cidade mora o professor Gary (Richard Armitage, o Thorin da saga ‘O Hobbit’) e seus dois filhos que precisam se unir aos caçadores de tornados para juntos tentarem sobreviver em meio ao caos que vira a cidade.

Quando a gente pensa em tornado, cinefilamente falando, lembramos logo do ótimo Twister (1996). E como no cinema sempre analisamos filmes que se parecem, é até vergonhoso querer comparar o filme dos anos 90 com esse de 2014. Vamos apenas dizer que No Olho Tornado é um parente bem, mas muito bem distante do eletrizante filme protagonizado por Helen Hunt e Bill Paxton. O roteiro compromete muito. Os personagens não conseguem prender a atenção do público e as subtramas criadas (casal de jovens apaixonados presos nas ferragens, falecimentos com ações heroicas, viúvo e pai linha dura, etc…) não convencem, parecem artificiais ou fantasiosas demais.

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Pra quem gosta muito de filmes de ação, esse trabalho pode incomodar menos. Da maneira como foi filmado, deveria somente ter cópias em 3D, isso ajudaria um pouco pois o ponto alto do filme é exatamente os efeitos especiais. Essa produção deve passar na tela quente ou na temperatura máxima muito em breve. É o tipo de passatempo cinematográfico que pode receber vários tipos de edição das televisões, com dublagem até do vento. Tem filmes melhores em cartaz, bem melhores.

Crítica | ‘A Caverna’ – Uma relação fragmentada entre mãe e filha com toques alegóricos certeiros [2a Edição – Festival de Cinema de Xerém]

Conseguindo o efeito de uma poderosa bomba criativa que chega na raiz dos seus conflitos de forma acachapante, o filme A Caverna apresenta, de forma contundente, um recorte de uma relação intensa entre mãe e filha. A narrativa, com seus toques alegóricos certeiros, se liberta no denso terreno das emoções, formando uma experiência envolvente que facilmente fisga o olhar de quem enxerga algo próximo de alguma realidade.

Exibido na Mostra Competitiva de Curtas Nacionais da 2ª Edição do Festival de Xerém, esse interessante projeto parte do princípio de que tudo em cena importa, utilizando muitas vezes de um incomodar para chamar a atenção do público. Associado a isso, logo o temporal que se cruza, busca nas infinidades do cinema uma porta de entrada para o ‘fora da caixa’.

Mãe e filha se veem em momentos distantes, com a segunda prestes a sair da casa onde sempre morou e descobrir o mundo que se apresenta através do seu olhar como artista. Nesse conflito, que também tem lampejos do forte amor desse laço eterno, ambas buscam soluções para a relação já fragmentada por cuidados em excesso. Num lugar figurativo, cheio de possibilidades de entendimento – uma caverna – se torna o espaço onde soluções podem ou não serem alcançadas.

Um dilema aliado ao discurso – o ficar ou abandonar – guiados por duas inspiradas artistas em cena (Patrícia Saravy e Natália Garcia), se mostra uma base importante para pensarmos sobre a sociedade e os obstáculos na interrelação. Associado a isso, trazendo um olhar para o real através de um assunto que não se mostra completamente, a Síndrome do Pânico, vamos percorrendo embates fervorosos.

Escrito e dirigido por Louise Fiedler, esse curta-metragem dá margens para interpretações sem perder um ponto fixo onde seu desabrochar acontece.

 

[EXCLUSIVO] ‘Não Vamos Pagar Nada’: Samantha Schmütz fala sobre o filme e quer Juninho Play no cinema

Não Vamos Pagar Nada, comédia protagonizada por Samantha Schmütz (Vai que Cola) e Edmilson Filho (Cine Holliúdy), se tornou um dos primeiros grandes exemplos de produção nacional que precisou ser readaptada para o “novo normal”, trazido pela pandemia. Planejado para estrear nas telonas – os filmes de comédia são os que mais arrastam o público para as salas de cinema no Brasil -, a solução encontrada foi um lançamento direto no mercado de vídeo (streaming) em diversas plataformas digitais – incluindo no Telecine, um dos patrocinadores – no início do mês de outubro.

O filme é a adaptação da peça italiana Non Si Paga! Non Si Paga!, de 1974, escrita Dario Fo, ganhador do prêmio Nobel de Literatura. Na trama Schmütz vive Antônia, uma mulher desempregada e sem dinheiro que chega ao seu limite. Indignada pelo aumento do preço dos alimentos no mercado, ela promove que o local seja saqueado, ao lado de outras donas de casa. Após o feito, ela precisa esconder o ato e os mantimentos do marido, papel de Edmilson Filho, que apesar das dificuldades jamais concordaria com a ação da mulher.

O CinePOP visitou o set de filmagens do longa e conversou com a protagonista Samantha Schmütz nos bastidores. A entrevista foi realizada no dia 18 de março de 2019. Leia abaixo.

CinePOP: Fale um pouquinho sobre o filme e a sua personagem.

Samantha Schmütz: “Bom, o filme é uma adaptação de uma peça italiana escrita pelo Dario Fo. E por mais que a peça se passe na Itália, ela é muito universal, acho que ela poderia ser passada no Brasil ou em qualquer lugar do mundo. Ela trata de um assunto que, infelizmente, é universal, que é a fome. Então essas famílias, esses dois casais, eles estão vivendo esse momento de dificuldade financeira, demissão, falta de grana para pagar luz, aluguel, e até que acaba o dinheiro para comprar comida. E nesse momento, quando o dinheiro acaba para comprar até comida, realmente o desespero é muito grande. Isso causa uma revolta na Antônia, minha personagem, que chega no supermercado e vê que os preços estão aumentando, ela começa a ficar indignada e acaba passando um pouco este sentimento, “contaminando” com este sentimento as outras pessoas que estão no mercado. Acaba rolando uma revolta, uma revolução, as mulheres começam a saquear tudo e saem sem pagar nada. Daí o título Não Vamos Pagar Nada.

A Antônia não é uma mulher que pensou em fazer isso, acho que a situação a levou a esse desespero. Ela passa o filme inteiro tentando esconder do marido as compras que ela “roubou”, porque ele é um cara todo certinho e para ele é inadmissível, ele prefere ver ela presa do que ter uma mulher que roubou comida. Uma ladra de comida. Tem até uma frase dessa no filme. Então a Antônia é uma sobrevivente.”

CinePOP: Você falou um pouco sobre a adaptação da peça. Qual liberdade vocês tiveram de adicionar também na mistura, improvisos, coisas próprias dos atores no texto?

Samantha Schmütz: “O João Fonseca (o diretor) deu muita liberdade para a gente colocar as palavras de forma confortável na nossa boca e que ficasse de maneira mais orgânica. A gente mudou poucas coisas só para adaptar mesmo. Para a coisa ficar bem verdadeira, bem realista. Por mais que a gente esteja fazendo uma farsa, a gente tem que passar muita verdade nessa loucura, nesse surrealismo que é a peça. Então a gente adaptou coisas, o João dá muita liberdade para a gente, e tenta encontrar a maneira mais confortável para nós atores, porque isso se reverbera para o público.”

CinePOP: Se você pudesse levar um dos seus personagens para o cinema, qual você levaria?

Samantha Schmütz: Um dos meus personagens pessoais? Juninho Play.

Alguém da produção chega chamando Schmütz para voltar a gravar, interrompendo a última pergunta. Mas a atriz pede mais um tempinho para que terminemos a entrevista, demonstrando grande profissionalismo e respeito com nossa equipe.

CinePOP: Para terminar, fale um pouquinho sobre seus próximos projetos.

Samantha Schmütz: “Eu vou filmar agora o Vai que Cola. O segundo. Tenho também a série do Vai que Cola. No final do ano tem o projeto de fazer um filme do Juninho Play também. E… muitos filmes. Eu estou, graças a Deus, muito feliz de ter entrado nesse mercado do cinema. Tem o Cine Holliúdy que vai estrear agora dia 21 de março (a entrevista foi realizada em 2019, três dias antes da estreia de Cine Holliúdy 2 – A Chibata Sideral). Então eu acho que o cinema me abraçou, e eu espero que vocês continuem abraçando nossos filmes, porque a gente faz com muito prazer e muita dedicação.”

Acredite se Quiser! 10 Filmes Baseados em Histórias Reais Inacreditáveis

O cinema é uma fábrica de sonhos. A criação de mundos de fantasia. Viagens ao futuro e ao passado. Histórias fantásticas que só existem na imaginação dos artistas. Sim, o cinema é tudo isso. Mas também pode ser um retrato de uma realidade nua e crua. Isso porque alguns dos grandes filmes da sétima não saíram somente da cabeça dos roteiristas, mas também de algumas das histórias reais mais inacreditáveis de nosso mundo.

Sabe aquela história do “isso é coisa de filme, só acontece no cinema”? Pois bem, a realidade nos entrega situações tão absurdamente incríveis quanto a sétima arte. Muitas vezes até mais fantásticas. E caso não soubéssemos se tratar de uma história real, diríamos que tal situação jamais aconteceria. O cinema vira e mexe se mistura com a vida real, reflete e inspira a nossa realidade. Afinal, hoje temos drones voadores, robôs inteligentes e computadores pensantes. O que mais virá? Enquanto isso, ficamos com os acontecimentos mais inacreditáveis do cinema, que são baseados em histórias reais. Confira.

Na Natureza Selvagem (2007)

Já imaginou largar tudo, deixar sua vida confortável para trás, e se aventurar pelo mundo, “sem lenço e sem documento”? É uma ideia que parece loucura para a maioria, mas que uma parcela chamaria de liberdade, viver sem as amarras e obrigações sociais. Foi exatamente o que o jovem Christopher McCandless fez. Insatisfeito com sua vida, em especial junto à família, o rapaz decidiu sair em viagem pelo coração dos EUA, onde conheceu vidas e histórias, e nunca parou em um lugar. O problema foi o objetivo de chegar ao Alasca, local inóspito. E nessa luta do homem contra a natureza, o homem sempre perderá, ainda mais quando não conta com os artifícios necessários para a vida em um local tão selvagem e frio. O destino do jovem foi a morte. No cinema, Sean Penn nos entregou uma verdadeira obra-prima, que deveria ter recebido muito mais amor no Oscar.

127 Horas (2010)

Ainda na seara de “o homem testando seus limites perante a natureza”, temos mais uma história de humildade obrigatória perante forças que o homem jamais conseguirá domar. Assim como o protagonista do filme acima, Aaron Ralston (interpretado por James Franco) é um aventureiro independente. O jovem saía para trilhas e caminhadas, em lugares remotos, e sequer avisava a família, sem que ninguém soubesse de seu paradeiro. Numa dessas aventuras, ele terminou com a mão presa em uma enorme rocha, no cânion Blue John, em Utah. Durante cinco dias, as chamadas 127 horas do título, o rapaz quase pereceu, sem ajuda. Ele precisou salvar sua própria vida, e para conseguir isso, teve que tomar a decisão mais difícil: cortar a própria mão para se livrar da situação. Uma incrível história de superação.

Titanic (1997)

Tudo bem que o filme de James Cameron não é uma biografia específica de nenhum sobrevivente do Titanic, mas sim uma história fictícia que usa como pano de fundo uma das maiores e mais famosas tragédias relatadas na história dos EUA. Ocorrido em 1912, o navio de luxo, tido como “inafundável”, nem mesmo por Deus, provou que o egocentrismo do homem nunca deve ficar acima de sua capacidade intelectual. Ao colidir com um iceberg, o casco do navio foi cortado e a embarcação foi afundando gradativamente, matando 1.500 (a maioria) dos passageiros, e deixando vivos apenas 705 pessoas, que conseguiram escapar. É claro que Hollywood transformou tudo em um grande espetáculo visual, que se tornou um dos maiores filmes da história do cinema.

Sully – O Herói do Rio Hudson (2016)

Do mar, passamos para o ar. Muitas pessoas possuem um incrível medo de voar. Estar dentro de uma estrutura de metal a muitos metros do chão, sem ter o menor controle desta situação, pode ser algo realmente desafiador para nosso pânico interno. Seja como for, voar ainda é o método mais seguro e rápido de se viajar. Algumas pessoas podem possuir suas próprias histórias de pavor dentro de um avião, mas poucas passaram pelo que os passageiros do voo 1549 da US Airways passaram no dia 15 de janeiro de 2009. Esse era o voo pilotado pelo comandante Chesley “Sulley” Sullenberger, notoriamente conhecido como um herói. Ao decolar em Nova York, o avião se chocou contra um bando de gansos e perdeu todos os motores. A solução encontrada pelo piloto foi fazer um pouso forçado no rio Hudson. A história inspirou o filme ‘O Voo’, com Denzel Washington, de 2012, mas depois ganharia sua biografia oficial comandada por Clint Eastwood, e estrelada por Tom Hanks.

Capitão Phillips (2013)

Do ar, voltamos novamente para o mar, mas seguimos em um filme estrelado por Tom Hanks. São tantos grandes filmes que esse verdadeiro astro de Hollywood protagonizou, que daria várias listas falando só deles. Aqui, Hanks estrela em outra história real, desta vez como o Capitão de uma embarcação cargueira, que termina sequestrada por piratas somalianos em águas internacionais no Oceano Índico, no Golfo de Aden. O local é conhecido por ser uma zona perigosa de pirataria. Curiosamente, a incrível história também ocorreu em 2009, mesmo ano da história do filme acima, também estrelado por Hanks. Este longa tenso tem assinatura de Paul Greengrass.

O Terminal (2004)

Esse é o último filme de Tom Hanks na lista, eu prometo. Mas quem mandou o ator estrelar diversos ótimos filmes baseados em histórias reais. Certamente sua filmografia ainda possui outros. Aqui, ele interpreta um imigrante fugindo da guerra em seu país, o fictício Cracóvia, porém, impedido de adentrar nos EUA. O sujeito termina passando um tempo no “limbo” entre o país de onde fugiu e seu futuro local de moradia, até que a parte burocrática da imigração se ajeite, nesta comédia dramática de Steven Spielberg. Embora morar em um aeroporto possa parecer algo totalmente fora da realidade, o longa foi inspirado por uma história real, de um imigrante iraniano que terminou morando nada menos que 18 anos no aeroporto Charles de Gaulle, na França, por ter perdido seus documentos.

A Sociedade da Neve (2023)

O filme mais recente em nossa lista é baseado em mais uma história incrível, esta ocorrida na década de 1970, em 13 de outubro de 1972 para ser mais preciso, que já havia virado um filme de Hollywood em 1993 – chamado ‘Vivos’. Esta versão, no entanto, dirigida por J.A. Bayona para a Netflix, é mais fiel aos acontecimentos e em especial à nacionalidade das pessoas envolvidas. Novamente o tema aqui é a queda de um avião, porém, o local da queda foi bem mais inóspito, na Cordilheira dos Andes. O avião da força aérea Uruguaia de número 571 ainda hoje é marcado na história do país, com um museu dedicado à tragédia. 45 pessoas estavam no voo uruguaio, entre elas uma equipe de rúgbi. O caso se tornou notório porque para sobreviverem, os passageiros tiveram que recorrer ao canibalismo, e comer os mortos. Algo verdadeiramente perturbador.

O Impossível (2012)

Por falar em situações verdadeiramente perturbadoras, temos agora um filme que fala sobre uma das maiores tragédias naturais ocorridas em tempos recentes: o tsunami que devastou a Tailândia em 2004. Uma família de férias em um resort no local enfrentou toda a fúria da natureza, em uma tragédia que resultou em algo em torno de 230 mil pessoas mortas, em 14 países diferentes. Só na Tailândia, foram 8 mil mortos. No cinema, tivemos uma troca de nacionalidades, o que muitos chamariam de “white-washing”, já que no filme temos uma família branca britânica. Porém, a família original era espanhola. Na direção, temos novamente o espanhol J.A. Bayona, que comandou também o filme acima.

O Homem Elefante (1980)

Nem só de tragédias naturais e acidentes vive uma lista de histórias incríveis. Ela também pode falar sobre questões sociais. Nesse clássico absoluto, indicado ao Oscar, e dirigido pelo saudoso David Lynch, temos retratada a história real de Joseph Merrick, nascido com uma incrível deformidade em seu rosto e corpo, conhecido como síndrome de Proteus. Merrick nasceu em 1862, uma época em que ainda não se tinha muito conhecimento sobre esta tal condição. Justamente por isso, ele foi tratado como um animal, como uma aberração de circo, sendo renegado pela sociedade da época. Até finalmente conhecer a compaixão e ser acolhido por um hospital londrino e fazer amizade com um médico, no filme interpretado por Anthony Hopkins. Merrick é vivido por John Hurt, debaixo de uma impressionante maquiagem.

A Mula (2018)

Finalizando a matéria, temos agora um filme estrelado pelo lendário Clint Eastwood, que aparece aqui pela segunda vez, após ‘Sully’. Na trama, Eastwood interpreta um nonagenário com dificuldades financeiras que termina concordando em se tornar mula para um cartel de drogas mexicano – justamente por ser a última pessoa de quem a polícia iria desconfiar. Porém, sua nova carreira não ocorrerá de forma tão tranquila quanto ele imagina. Na vida real, Leo Sharp foi um veterano da Segunda Guerra Mundial e horticultor, que se tornou mula para o cartel de Sinaloa, aos 87 anos. Mais uma vez, o cineasta entrega um drama envolvente, que consegue criar empatia com a figura errática principal.

‘Narcos: México’: Vídeo apresenta novo protagonista da série; Confira!

Netflix divulgou um novo vídeo de ‘Narcos: México‘, apresentando o novo protagonista da série.

Confira, com o trailer:

A série será lançada no dia 16 de novembro de 2018.

A nova trama, ao deixar o território colombiano depois de três temporadas, explora a origem da atual guerra do tráfico na região ao voltar às suas raízes, um período em que o universo das drogas mexicano era protagonizado por uma gangue desorganizada de produtores e traficantes independentes.

Além de Michael Peña e Diego Luna, a nova temporada também conta com Tenoch Huerta, Joaquin Cosio, Teresa Ruiz, Alyssa Diaz e Jose Maria Yaspik.

As três temporadas de ‘Narcos’ estão disponíveis no catálogo do serviço do streaming.

Entidade ataca passageiros de avião no trailer do terror ‘Mayday’; Assista!

O terror ‘Mayday‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Massimiliano Cerchi.

O que começa como um aparentemente voo normal de Los Angeles para Londres, logo se transforma em um pesadelo quando os passageiros misteriosamente começam a desaparecer sem deixar rastros.

O elenco inclui Michael Paré, Crystal Santos, Sadie Katz e Chanel Ryan.

O terror será lançado direto em DVD e VOD no dia 10 de setembro.

Pacificado

(Pacificado)

Elenco:

Bukassa Kabengele
Cassia Gil
Débora Nascimento

Direção: Paxton Winters

Gênero: Drama

Duração: 100 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 11 de Agosto de 2022

Sinopse: 

Tati é uma menina introspectiva de 13 anos, que luta para se conectar com seu estranho pai, Jaca, libertado da prisão no momento turbulento das Olimpíadas do Rio. Enquanto a polícia “pacificadora” batalha para ocupar as favelas ao redor do Rio, Tati e Jaca precisam navegar entre as forças que ameaçam suas esperanças para o futuro.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Paxton Winters também é responsável pelo roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Monsterland’: Showrunners revelam detalhes sobre os monstros da antologia de terror

O Hulu divulgou um novo vídeo dos bastidores da série de terror antológica ‘Monsterland‘, com as showrunners Mary Laws e Kaitlyn Dever revelando detalhes sobre os monstros da produção.

Confira, junto ao trailer:

Criada por Mary Laws, a série é baseada na coletânea de contos ‘North American Lake Monsters‘, escrita por Nathan Ballingrud.

“Encontros com sereias, anjos caídos e outros monstros estranhos levam pessoas quebradas a atos desesperados na tentativa de consertar suas vidas, o que ressalta a fina linha que separa o homem do monstro.”

O elenco conta com Kelly Marie Tran, Jonathan Tucker, Kaitlyn DeverTaylor SchillingMike Colter.

A primeira temporada já está disponível no Hulu!

‘Em um Bairro de Nova York’: Confira os 8 primeiros minutos do longa!

A Warner Bros. divulgou um novo vídeo com os 8 primeiros minutos do musical ‘Em um Bairro de Nova York‘.

Confira:

O longa já está disponível nas principais salas de cinema nacionais.

Dirigido por Jon M. Chu (‘Podres de Ricos‘), o longa é baseado em uma peça original criada por Lin-Manuel Miranda em 2008.

As luzes se acendem em Washington Heights… O cheirinho de um cafecito caliente paira no ar, na saída da estação de metrô da Rua 181, onde um caleidoscópio de sonhos mobiliza essa comunidade vibrante e muito unida. No meio de tudo, temos o querido e magnético dono de uma mercearia, Usnavi (Anthony Ramos), que economiza cada centavo do seu dia de trabalho enquanto torce, imagina e canta sobre uma vida melhor.

O elenco também é formado por Anthony RamosLeslie GraceCorey HawkinsMelissa BarreraJimmy SmitsOlga MeredizGregory DiazNoah CatalaDaphne Rubin-VegaStephanie BeatrizDascha Polanco Marc Anthony.

‘You Won’t Be Alone’: Terror com Noomi Rapace no estilo ‘A Bruxa’ ganha novas imagens

O terror sobrenatural ‘You Won’t Be Alone‘, estrelado pela Noomi Rapace (‘Lamb’), ganhou novas imagens oficiais.

Confira:

(L to R) Sara Klimoska stars as “Nevena” and Anamaria Marinca stars as “Maria” in director Goran Stolevski’s YOU WON’T BE ALONE, a Focus Features release. Credit: Branko Starcevic / Focus Features
Noomi Rapace stars as “Bosilka” in director Goran Stolevski’s YOU WON’T BE ALONE, a Focus Features release. Credit: Branko Starcevic / Focus Features
Alice Englert stars as “Biliana” in director Goran Stolevski’s YOU WON’T BE ALONE, a Focus Features release. Credit: Branko Starcevic / Focus Features

O longa será lançado nos cinemas pela Focus Features no dia 1º de abril.

Goran Stolevsk é responsável pela direção, além de ter escrito o roteiro.

Ambientada em uma isolada vila nas montanhas durante o século XIX, a história segue uma jovem que é sequestrada e transformada em uma bruxa por um espírito ancestral. Curiosa sobre a vida como humana, a bruxa acidentalmente mata uma camponesa de uma vila próxima e assume sua forma. Enquanto ela curiosidade aumenta, ela continua a fazer novas vítimas para entender o que significa ser humano.

O elenco ainda conta com Anamaria MarincaAlice EnglertCarloto CottaFélix Maritaud e Sara Klimoska.

‘Ingresso para o Paraíso’: Comédia com Julia Roberts e George Clooney já arrecadou quase US$ 150 milhões mundialmente

A comédia romântica ‘Ingresso para o Paraíso‘ (Ticket to Paradise), estrelada por George Clooney (‘Onze Homens e um Segredo’) e Julia Roberts (‘Uma Linda Mulher’), já arrecadou quase US$ 150 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 56.5 milhões. No mercado internacional, onde o filme teve uma estreia antecipada, foram sólidos US$ 93.4 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 149.9 milhões mundialmente.

Atualmente, ‘Ingresso para o Paraíso‘ é a terceira maior comédia live-action do ano, atrás apenas de ‘Sonic 2‘ (US$402.6M) e ‘Cidade Perdida‘ (US$190.8M).

Vale lembrar que o jornalista Miguel Morales teve uma conversa com astros Maxime Bouttier e Kaitlyn Dever sobre o filme. Confira a entrevista:

Crítica | Ingresso Para o Paraíso – RomCom Traz Julia Roberts e George Clooney em TOTAL Sintonia

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Ol Parker (‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo’) é responsável pela direção.

Um casal de ex-namorados se unem novamente, desta vez na missão de impedir que sua filha apaixonada cometa o mesmo erro que eles mesmos cometeram uma vez.

O elenco ainda conta com Billie Lourd, Lucas Bravo, Amanda O’Dempsey, Rowan Chapman, Murran Kain e Vanessa Everett.

‘Sr. & Sra. Smith’: Série com Donald Glover é ADIADA para 2024 por causa das greves em Hollywood

De acordo com o Deadline, o Prime Video adiou oficialmente o lançamento da série ‘Sr. & Sra. Smith‘, que será estrelada por Donald Glover (‘Atlanta’) e Maya Erskine (‘Bob’s Burgers’).

Inicialmente prevista para novembro de 2023, a produção – baseada no filme clássico com Angelina Jolie e Brad Pitt – foi postergada para meados de 2024, por causa das atuais greves dos atores e roteiristas em Hollywood.

Além disso, o site também divulgou uma nova imagem oficial da série:

O elenco ainda contará com Wagner Moura (‘Agente Oculto’), John Turturro (‘Batman’), Paul Dano (‘Batman’) e Michaela Coel (‘Pantera Negra 2’).

Na trama, um casal entediado apresenta uma surpresa que seu cônjuge desconhece, ao saberem que ambos são assassinos contratados por agências competindo para matar uns aos outros.

Francesca Sloane é cocriadora da série ao lado de Glover.

David Lynch revela GRANDE arrependimento na direção de ‘Duna’

Em entrevista ao Wild Card with Rachel Martin, David Lynch (‘Coração Selvagem’) revelou o seu maior arrependimento na direção da adaptação original de ‘Duna‘.

O cineasta afirmou ter aprendido uma grande lição ao trabalhar no longa: a importância de ter controle sobre o corte final de seu projeto. Lynch declarou não ter incluído isso em seu contrato, e se arrependeu amargamente após ter o resultado tirado de suas mãos – sem que ele pudesse dizer nada sobre o produto final.

“Eu já sabia que era necessário ter controle do corte final de um filme antes de assinar o contrato para a direção de um longa-metragem. No entanto, por alguma razão, eu pensei que tudo ficaria bem, e não coloquei isso no meu contrato. No final das contas, a adaptação de ‘Duna’ não foi o filme que eu queria fazer porque eu não tinha nenhum poder de decisão sobre o corte final.”

Ele completa, “Essa é uma lição que eu sabia antes mesmo de dirigir ‘Duna’, mas agora não há dúvidas. Por que alguém trabalharia três anos em algo que não é seu? Por que alguém faria isso? E foi tudo culpa minha por não saber que eu tinha que colocar isso no meu contrato.”

Lembrando que ‘Duna: Parte 2‘ conquistou impressionantes 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e ultrapassou a marca dos US$ 710 milhões nas bilheterias mundiais.

Duna: Parte 2‘ está disponível no catálogo do Max.

Confira nossa crítica em vídeo:

O filme é dirigido por Denis Villeneuve.

Na trama, Paul Atreides se une a Chani e aos Fremen enquanto busca vingança contra os conspiradores que destruíram sua família. Enfrentando uma escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo, ele deve evitar um futuro terrível que só ele pode prever.

Timothée ChalametZendayaRebecca FergusonJosh BrolinAustin ButlerFlorence PughDave BautistaChristopher Walken e outros estrelam.