Sucesso! Em menos de duas semanas, a sequência ‘Kung Fu Panda 4‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 170 milhões nas bilheterias mundiais.
Com US$ 30 milhões arrecadados em seu segundo final de semana nos EUA, o longa se manteve no topo das bilheterias, registrando uma queda de apenas -48.3%.
Ao total, a animação já soma US$ 107.7 milhões no território norte-americano. No mercado internacional, foram US$ 68.7 milhões – totalizando US$ 176.4 milhões mundialmente.
Vale lembrar que, apesar conquistado a menor média de aprovação da franquia no Rotten Tomatoes – com 70% de aprovação dos críticos –, o novo filme recebeu uma nota A- dos espectadores no CinemaScore.
Considerando que o orçamento do quarto filme foi de apenas US$ 85 milhões – significativamente inferior ao gasto dos filmes anteriores (orçados em torno de US$ 150 milhões) –, a nova sequência está no caminho certo para ser tornar um novo sucesso da franquia e do gênero em si.
Para efeito de comparação, ‘Kung Fu Panda 3‘ (2016) estreou com US$ 41 milhões e arrecadou US$ 521 milhões globalmente. ‘Kung Fu Panda 2‘ (2011) estreou com US$ 47.6 milhões e fechou com US$ 665 milhões. O filme original, Kung Fu Panda (2008), teve a maior estreia da franquia, com US$ 60 milhões, e finalizou sua bilheteria com US$ 632 milhões.
O novo longa será lançado nos cinemas nacionais no dia21 de março, duas semanas depois do lançamento no circuito norte-americano.
Nesta primavera, pela primeira vez em quase uma década, o astro da comédia Jack Black retorna ao papel de Po, o mestre de kung fu mais improvável do mundo, com um novo capítulo hilário da amada franquia de comédia de ação da DreamWorks Animation, ‘Kung Fu Panda 4‘.
Depois de três aventuras arriscando a vida para derrotar os mais poderosos vilões com sua coragem incomparável e incríveis habilidades em artes marciais, Po, o Dragão Guerreiro (Jack Black, indicado ao Globo de Ouro) é chamado pelo destino para… Ah, dá um tempo! Bem, para ser mais exato, Po foi escolhido para se tornar o Líder Espiritual do Vale da Paz.
A escolha é problemática por várias razões… óbvias. Primeiro, Po sabe tanto sobre liderança espiritual quanto sobre a dieta paleo(lítica). Além disso, ele precisa encontrar e treinar o mais rápido possível um novo Dragão Guerreiro antes de assumir sua nova imponente posição.
Pior ainda, recentemente, foi vista no Vale da Paz uma feiticeira perversa e poderosa, a Camaleoa* (Viola Davis, vencedora do Oscar), um pequeno lagarto-fêmea que pode se transformar em qualquer criatura, grande ou pequena. Camaleoa está de olho – com seus olhinhos brilhantes e gananciosos – no Cajado da Sabedoria de Po, que lhe daria o poder de trazer todos os vilões-mestres já derrotados por Po de volta ao reino espiritual.
Então, é claro, Po vai precisar de ajuda. Ele a encontra (mais ou menos?) na rápida e astuta ladra Zhen (Awkwafina, vencedora do Globo de Ouro), uma raposa-das-estepes que tira Po do sério, mas cujas habilidades serão inestimáveis. Em sua cruzada para proteger o Vale da Paz das garras reptilianas da Camaleoa, os dois vão formar uma inusitada dupla e aprender a trabalhar em parceria. Com isso, Po vai acabar descobrindo que os heróis podem surgir dos lugares e nos momentos mais inesperados.
‘Kung Fu Panda 4‘ tem direção de Mike Mitchell (Trolls, Shrek Para Sempre) e codireção de Stephanie Ma Stine (série She-Ra e as Princesas do Poder). Rebecca Huntley (Os Caras Malvados) assina a produção. Em 2008, ‘Kung Fu Panda‘, o capítulo inaugural indicado ao Oscar, tornou-se o filme de animação original de maior bilheteria da DreamWorks Animation e lançou uma franquia que arrecadou mais de US$ 1,8 bilhão nas bilheterias em todo o mundo.
A produção é baseada no romance de não-ficção ‘Say Nothing: A True Story of Murder and Memory in Northern Ireland’, assinado por Patrick Radden Keefe.
Contando a história de vários membros do Exército Republicano Irlandês (IRA), ‘Say Nothing’ explora os extremos a que algumas pessoas irão em nome das suas crenças, a forma como uma sociedade profundamente dividida pode subitamente cair num conflito armado, na longa sombra da violência radical para todos os afetados, e os custos emocionais e psicológicos de um código de silêncio.
Lola Petticrew, Hazel Doupe, Anthony Boyle, Josh Finan e Maxine Peake estrelam.
Em entrevista ao W Magazine, Julia Garner (‘A Hora do Mal’) confirmou que a cinebiografia da Madonna ainda está em desenvolvimento.
Em 2022, a atriz foi anunciada como a protagonista do longa. No entanto, um ano depois, a produção foi adiada e temporariamente retirada da agenda da Universal Pictures, quando Madonna decidiu focar em sua Celebration Tour mundial.
“Não posso falar muito sobre isso, mas, sim, é um trabalho em progresso,” declarou a atriz, que dará vida à rainha do pop nas telonas.
Sobre suas canções favoritas da artista, Garner declarou: “Eu amo ‘Borderline’, provavelmente é a minha favorita. Eu também amo ‘Papa Don’t Preach’ e ‘Burning Up’. Eu amo [o álbum] ‘Confessions on a Dance Floor’. Cresci ouvindo esse álbum. E, obviamente, ‘Vogue’ e ‘Ray of Light’.”
Anteriormente, contou sobre o processo de seleção para interpretar a Rainha do Pop: “Eu sabia que estavam fazendo um filme sobre [a Madonna] e fui atrás do teste. Queria ver se conseguiria, porque eu não era uma dançarina treinada. Tive que convencê-la de que eu sabia dançar. Basicamente, eu dancei e cantei com ela. Eu pensei: o que a Madonna faria? Ela se convenceria de que merece estar ali. Então foi isso que fiz. Tipo: ‘Você pode aceitar ou não, mas se não aceitar, a perda é sua’.”
O que esperar da cinebiografia?
Ainda sem título oficial ou data de lançamento, o longa está sendo descrito como uma jornada íntima da vida de Madonna — desde seus dias em Nova York antes da fama até o ápice de sua carreira como ícone da música e símbolo de liberdade feminina. O roteiro também conta com colaboração da premiada roteirista Diablo Cody (Juno), ao menos nas versões anteriores do script.
A produção promete não suavizar os altos e baixos da trajetória da cantora e incluirá sequências musicais marcantes.
Como disse Julia:
“Coisas grandiosas demoram para acontecer.”
E, para fãs de Madonna — e do talento camaleônico de Garner —, a espera pode muito bem valer a pena.
Vale lembrar que em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para promover ‘Lobisomem‘, Garner confirmou que o projeto estava acontecendo com seu envolvimento: “Sim [O filme está acontecendo]! Esse filme não é diferente do que qualquer outro. É um dia após o outro… Uma vez que eu estiver no set, veremos”, ela afirmou.
Madonna desabafou recentemente nas redes sociais sobre as dificuldades do projeto:
“Depois de lutar por dias em Los Angeles, ouvindo produtores e agentes me dizendo por que eu não poderia fazer meu filme — no qual venho trabalhando há 4 anos!!! Diminuir, reduzir, pensar menor, eles dizem — percebi que tudo na minha vida será desafiado”, escreveu Madonna.
Ela continuou: “Nada fácil para mim. Acho que deveria ser grata… Isso me força a pensar fora da caixa. Eu não tive uma vida normal. Não posso fazer isso de forma normal. Passar tempo com meus amigos criativos foi o combustível que eu precisava para continuar!”.
Desde o anúncio do adiamento da cinebiografia, Madonna tem provocado o projeto repetidamente, especialmente em suas interações com a atriz Julia Garner.
As filmagens devem começar ainda esse ano e especula-se que o projeto custará mais de US$ 100 milhões.
Para comemorar o sucesso da estreia de ‘Backrooms: Um Não-Lugar‘ – que se tornou a maior abertura da história da A24 –, o estúdio divulgou um clipe inédito da produção.
No vídeo, Chiwetel Ejiofor entra em uma nova dimensão de terror.
Vale lembrar que o terror arrecadou US$ 118 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.
Além de ter se tornado a maior abertura global da história da A24, o longa também superou o lançamento de ‘Pânico 7‘ (US$97.1M), tornando-se a maior estreia global do ano para um filme do gênero.
Para termos de comparação, o terror registrou um desempenho acima de outros sucessos recentes, como ‘A Hora do Mal‘ (+62%), ‘Pânico 7‘ (+22%), ‘Five Nights at Freddy’s 2‘ (+5%) e ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ (+4%).
Nos EUA, o filme abriu com sólidos US$ 81.4 milhões, tornando-se a maior estreia doméstica do estúdio – superando ‘Guerra Civil‘ (US$25.5M).
Kane Parsons ainda se consagrou como o diretor mais jovem da história a conquistar o topo das bilheterias norte-americanas. O recorde anterior pertencia ao cineasta Josh Trank, que havia conquistado o topo das bilheterias do país com ‘Poder Sem Limites‘ (US$22M), ao 27 anos.
Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 36 milhões através de mais de 30 territórios.
Com 89% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror recebeu uma nota B- do público no CinemaScore – uma média considerada boa para o gênero.
‘Backrooms: Um Não-Lugar‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!
A produção é baseada no curta original de Kane Parsons, que gira em torno de um jovem cineasta que vai parar em outra dimensão. Ele vaga por um escritório inquietantemente amarelo, vazio e labiríntico, que pode ou não abrigar seres sobrenaturais. O título e o cenário do filme são inspirados nas imagens de uma creepypasta (ou lenda urbana da internet) publicadas no site 4chan em 2019.
O elenco conta com Chiwetel Ejiofor (‘The Old Guard’), Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’) Mark Duplass (‘The Morning Show’), Finn Bennett (‘True Detective’), Lukita Maxwell (‘Shrinking’) e Avan Jogia (‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’).
Com apenas 20 anos, Kane Parsons faz sua estreia como diretor de longa-metragem, tornando-se o cineasta mais jovem a colaborar com a A24. Os detalhes do enredo estão sendo mantidos em sigilo absoluto, o que reforça o mistério que cerca o projeto desde o anúncio de sua adaptação para os cinemas.
A adaptação será coproduzida por James Wan, através da Atomic Monster.
Parsons assume a direção do longa, a partir de um roteiro assinado por Roberto Patino (‘Westworld’).
Shawn Levy, Dan Cohen e Dan Levine também servirão como produtores executivos ao lado da 21 Laps Entertainment.
O mais novo filme de Christopher Nolan, ‘Dunkirk’, vai contar com uma aparição do veterano Michael Caine.
A revelação partiu do próprio cineasta, durante uma entrevista com o site da Entertainment Weekly. A confirmação veio após várias especulações feitas pelos fãs, que julgavam ter ouvido a marcante voz do ator repassando informações ao personagem de Tom Hardy.
Segundo Nolan:
“Eu confesso que acho impressionante muitas pessoas não terem percebido, considerando que ele possui uma das vozes mais emblemáticas do cinema. E eu quis usá-lo de todas as formas possíveis aqui. É uma pequena conexão com seu filme ‘A Batalha da Grã-Bretanha’, de 1969. E afinal de contas, é o Michael. Ele precisa estar em todos os meus filmes”.
Dunkirk is thrilling, beautiful & a must in 70mm IMAX – but it’s also hard to ignore that it has zero distinctive personalities/characters.
“‘Dunkirk’ é empolgante, lindo e uma necessidade em IMAX 70 mm – mas também é difícil ignorar que não tem nenhum personagem ou personalidade notável”.
#Dunkirk is chaotic, relentless, thrilling & one of the most captivating movies you will see this year. A master class in craft. What a ride pic.twitter.com/7PUxG71KKZ
“#Dunkirk é caótico, implacável, empolgante e um dos filmes mais cativantes que você verá neste ano. Uma obra-prima. Que viagem”.
DUNKIRK: intense! 3 intercutting stories on 3 time frames. Almost a silent film, w/ incredible score. May be divisive. I LOVED. See 70mm! pic.twitter.com/E6Xga21Skm
“Dunkirk: Intenso! três histórias com flashbacks e outras tomadas em três quadros. Quase um filme mudo, com uma trilha sonora incrível. Pode ser divisor. Eu amei. Veja em 70 mm!”
DUNKIRK is fantastic. Truly thrilling from first to last second. A heartbreaking, heart-pounding, nail-biting offering. Nolan fans, rejoice.
“Dunkirk é fantástico. Realmente emocionante do primeiro ao último segundo. Uma entrega de acelerar e partir o coração e de roer as unhas. Fãs do Nolan, se regozijem”.
#Dunkirk packs a wallop but VERY different Nolan movie. Def see on IMAX. Tom Hardy has 10 lines & is amazing. Harry Styles can act people!!! pic.twitter.com/uyG6rR0NV1
“#Dunkirk traz uma bofetada, mas é um filme bem diferente do Nolan. Definitivamente veja em IMAX. Tom Hardy tem 10 falas e é incrível. Harry Styles sabe atuar pessoal!”
O elenco conta com o cantor Harry Styles, o recente vencedor do Oscar Mark Rylance (‘Ponte dos Espiões‘), Kenneth Branagh (‘Operação Valquíria‘) e Tom Hardy (‘O Regresso‘). Cillian Murphy, que viveu O Espantalho na trilogia ‘O Cavaleiro das Trevas‘, também volta a trabalhar com o diretor.
O lançamento do novo longa de Nolan acontecerá uma semana após a estreia da terceira película da franquia ‘Planeta dos Macacos (A Origem e O Confronto)‘ e uma semana antes do reboot da Marvel Studios ‘Homem-Aranha‘. A estreis de Dukirk foi agendada para 21 de Julho de 2017.
‘Han Solo: Uma História Star Wars‘ teve sua abertura nos cinemas bem abaixo das expectativas.
Segundo o Box Office Mojo, o spin-off dirigido por Ron Howard faturou apenas US$ 83,3 milhões nos Estados Unidos, em seus três primeiros dias nas telonas.
Esta arrecadação é a mais baixa de toda a franquia ‘Star Wars‘. ‘Rogue One‘ arrecadou US$ 155 milhões em seu fim de semana de estreia.
Para comparação, é menor que a de ‘Liga da Justiça‘, que em seu primeiro fim de semana nos Estados Unidos conquistou US$ 93,8 milhões.
Para anunciar o início da pré-venda nacional dos ingressos de ‘Vingadores:Ultimato’, a Marvel divulgou um novo teaser sensacional da produção, trazendo várias cenas inéditas.
No vídeo, testemunhamos o reencontro de Pepper Potts e Tony Stark, a união de Steve Rogers e o intérprete do Homem de Ferro, além de vermos o time de heróis frente a frente com Thanos.
Em uma das cenas, ainda é possível ver Stark segurando uma foto em que aparece ao lado de Peter Parker, em uma clara alusão à morte do personagem.
Dirigido por Joe e Anthony Russo, o longa trará Robert Downey Jr., Chris Hemsworth, Mark Ruffalo, Chris Evans, Scarlett Johansson, Don Cheadle, Tom Holland, Chadwick Boseman e inúmeros outros nomes familiares de volta às telonas, além de introduzir Brie Larson e Paul Rudd como Capitã Marvel e Homem-Formiga, respectivamente, na equipe.
Vingadores: Ultimato estreia no dia 25 de abril de 2019.
O diretor de ‘Godzilla 2: Rei dos Monstros‘, MikeDougherty, revelou qual foi sua inspiração para a criação do design de Rodan para o longa.
Por meio da conta oficial do Twitter da produção, Dougherty revelou que após avaliar tantos estilos de aves de rapina, uma escultura mais clássica, em especial, foi fundamental para a construção do visual do monstro.
Confira:
“Desenhar o Rodan foi uma das minhas partes favoritas do processo. Nós buscamos vários tipos diferentes de aves de rapina como referência, falcões, águias e até mesmo abutres. No final, foi uma escultura de barro old school feita por Tim Martin, um escultor do The Studio Adi, que arrasou”.
Designing Rodan was one of my favorite parts of the process. We looked at dozens of different kinds of birds of prey for reference, hawks, eagles, even vultures. In the end it was an old school clay sculpture by Tim Martin, a sculptor @theStudioADI that nailed it. pic.twitter.com/7KzUjmmbck
— Godzilla: King of the Monsters (@GodzillaMovie) April 24, 2020
Ao total, a produção arrecadou pouco mais de US$ 339.4 milhões mundialmente, a partir de um orçamento milionário de US$ 170 milhões.
Na sequência do sucesso mundial de ‘Godzilla‘, de 2014, e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘, lançado este ano, chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop. A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.
O elenco conta com Kyle Chandler, Vera Farmiga, Millie Bobby Brown, Bradley Whitford, Sally Hawkins, Charles Dance e Thomas Middleditch.
A produção da cinebiografia ‘House of Gucci‘ segue a todo vapor, mas a família Gucci não parece estar de acordo com alguns aspectos da produção e chegou a pontuar que o filme estaria “roubando a identidade família”.
Em uma entrevista à Associated Press, os bisnetos de Guccio Gucci – fundador da marca de luxo e avo de Maurizio Gucci (interpretado no filme por Adam Driver) – demonstraram o seu descontentamento quanto à escolha do figurino dos personagens.
Segundo a publicação, eles alegam tamanho mau gosto, que poderia até mesmo comprometer a reputação do nome Gucci como um ícone da indústria da moda. Os parentes ainda relataram que não foram consultados pelo cineasta Ridley Scott ou qualquer membro de sua equipe, quanto à adaptação da história da família.
Segundo Patrizia Gucci, uma das primas de segundo grau de Maurizio:
“Estamos muito desapontados e falo isso em nome da família. Eles estão roubando a identidade da nossa família para lucrar e aumentar a renda do sistema de Hollywood…Nossa família possui uma identidade, privacidade. Nós podemos falar sobre tudo, mas há um limite que não pode ser cruzado”.
Em um determinado momento da matéria, Patrizia pontua que o problema seria o figurino do longa, que “não se parece” com a estética da família. Ela salientou, particularmente, o visual de Aldo Gucci – interpretado no filme por Al Pacino.
‘Meu avo era um belíssimo homem, como todos os Guccis. Muito alto, olhos azuis e muito elegante. Ele está sendo interpretado por Al Pacino, que já não é muito alto. E essa foto o mostra como um homem gordo, baixo com costeletas, muito feio”.
Em se tratando da caracterização do seu pai, Paolo Gucci – vivido por Jared Leto -, Patrizia disse estar ofendida pela construção visual do personagem. “Horrível, horrível. Ainda me sinto ofendida”.
Jared Leto surpreendeu os cinéfilos, ao aparecer de forma irreconhecível no papel de Paolo Gucci.
Vale lembrar que apenas uma imagem oficial da produção fora divulgada até o momento e todas as demais fotos correspondem a registros dos bastidores, feitos por paparazzis.
Confira algumas delas:
A MGM comprou o longa-metragem por três milhões de dólares e, segundo os estúdios, tem estreia prevista para 24 de novembro de 2021.
Ridley Scott comanda o projeto.
Jeremy Irons, Jared Leto, Al Pacino, Jack Huston e Reeve Carney completam o elenco.
A trama será adaptada do romance de não-ficção ‘The House of Gucci: A Sensational Story of Murder Madness, Glamour, and Greed’.
“Eu e Ridley estamos apaixonados por esse filme”, disse Giannina Scott, esposa de Ridley e produtora do filme. “A trama é épica, as expectativas estão altas e os personagens serão construídos de forma rica”.
Scott recentemente dirigiu a sequência ‘Alien: Covenant’ e a ficção científica ‘Perdido em Marte’. Gaga, por sua vez, estrelou o aclamado ‘Nasce Uma Estrela’, trabalho pelo qual levou para casa 1 Oscar, 4 Grammys, 1 Globo de Ouro, 1 Critics’ Choice, 1 BAFTA e dezenas de outros prêmios.
Sob uma luz amarelada de uma antiga academia, Lou (Kristen Stewart) e Jackie (Katy M. O’Brian) trocam olhares e se encontram mental e emocionalmente. Completamente diferentes – uma franzina, a outra musculosa -, elas se encaixam em um tórrido e peculiar romance que poderia muito bem ser apenas uma tempestuosa e tumultuada história a dois. Mas o que Love Lies Bleeding – O Amor Sangranão nos revela logo de início é exatamente o que a torna uma das experiências mais originais e inusitadas do cinema recente. O que poderia se tratar apenas de um amor bandido, se transforma em uma caçada vingativa e sangrenta com ares de contos pulp, marcada por um plot twist absolutamente inesperado. E nem nas nossas maiores expectativas em relação à versatilidade da produtora A24 esperaríamos algo tão…divertidamente exagerado.
Se revelando como um thriller romântico surrealista, o longa de Rose Glass reitera o enorme talento e criatividade da cineasta, que sabe nos conduzir a uma espiral alucinante de efeitos dominó onde nada do que se espera genuinamente é o como parece. E nos convencendo facilmente de que estamos diante de um mero romance com um pequeno “twist”, ela se aproveita de nossa inocência perante a trama para nos tragar para dentro de um impensável e inusitado mistério, onde aquela mesma história de amor se torna apenas o elo de uma catarse familiar regada por traumas, relacionamentos quebrados e consequências caóticas.
E em apenas 1h44 de filme, Stewart lidera seu elenco com astúcia e brilhantismo, revelando uma face mais masculinizada e antissocial. Provando sua capacidade camaleônica enquanto artista, ela brinca em tela com sua personagem, se apropria de uma linguagem corporal mais rude e esconde sua beleza em um corte de cabelo mal feito e roupas surradas e desgastadas. Já O’Brian é a personificação da ostentação física e do culto ao corpo. Seus músculos sobressalentes causam inveja em qualquer maromba e rato de academia e seu sonho no fisiculturismo é o pilar de sustentação dessa rede anárquica de eventos que se desmorona como um castelo de cartas.
Juntas em uma excelente dinâmica relacional, elas fazem de Love Lies Bleeding – O Amor Sangraum suspense criminal/romântico com um toque de Thelma & Louise, onde o crime rege a jornada desse casal rejeitado pela sociedade, mas disposto a transcender a frivolidade daqueles que querem separá-las e destruí-las. E nesse rolo de lã infindável, outros arcos paralelos ajudam a encorpar a trama principal, como a disfuncional e abusiva dinâmica do casal J.J. e Beth, muito bem encarnado por Dave Franco e Jena Malone, e a vida de mafioso de Lou Sr., pai de Beth e Lou, vivido de maneira poderosa por um Ed Harris pavoroso e breguíssimo (e com um mullet invejável!).
E assim, o novo thriller da A24 vai se desenvolvendo como uma poderosa pulp fiction, transformando um conto inicialmente simples em uma gigantesca história onde o elemento fantástico se une à ação e ao mistério. Adentrando ainda no folclore urbano e POP, Love Lies Bleeding consegue romper todas as nossas expectativas, superando uma a uma conforme avançamos para o seu 3º e surreal (literalmente) ato. Flertando com o caricato e até mesmo com o universo dos quadrinhos da Mulher Hulk, a produção nos faz arregalar os olhos com seu plot twist e nos leva ao riso inesperado com as ousadas escolhas narrativas de Glass e sua co-roteirista Weronika Tofilska.
Desafiando nossa percepção enquanto audiência e nos convidando a experimentar algo genuinamente autêntico, Glass e Tofilska aproveitam as telas do Festival de Sundance para nos inundar com sua sanguinolência, juras de amor exageradas e mortes aleatórias, na certeza de que o primeiro público de seu filme está à espera desse tipo de cinema. Não se levando a sério demais e cumprindo a promessa de entregar um entretenimento da mais alta qualidade e insanidade, elas fazem de Love Lies Bleeding – O Amor Sangra uma aventura contagiante, chocante, divertida e cheia de surpresas. Feito para os exaustos de remakes, releituras e repetições de estereótipos, esse é aquele original A24 que comprova mais uma vez o quanto essa produtora veio para revolucionar a indústria cinematográfica.
Qual o seu maior medo? Esta é a pergunta-chave para mergulhar na extraordinária e perturbadora trajetória de Karoline (Vic Carmen Sonne) em A Garota da Agulha (The Girl with the Needle), do sueco Magnus von Horn (Suor). Lançado na competição pela Palma de Ouro em Cannes 2024, o longa dinamarquês recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Internacional e chega nesta sexta, dia 24 de janeiro, no MUBI Brasil.
Inspirado pelo expressionismo alemão, com sua estética lúgubre, expressões marcantes e o uso do preto e branco, Magnus von Horn cria um conto de fadas para adultos invertido. Em um universo povoado por maltrapilhos e desfigurados, o filme revela a sociedade como o verdadeiro monstro. Assim como o porteiro de hotel de luxo (Emil Jannings) em A Última Gargalhada(1924), de F. W. Murnau — cuja expressão reforça o horror ao ser forçado a abandonar seu posto por conta da idade e passar a limpar banheiros —, Karoline é uma mulher arrancada do tecido social. Sozinha, desempregada, grávida e rejeitada pelo “doador” de sêmen, ela é lançada em uma luta desesperada por sobrevivência.
Vic Carmen Sonne atua com forte semelhança do expressionismo alemão
Em um cenário caótico de Copenhague pós-Primeira Guerra Mundial, Karoline é obrigada a deixar o seu apartamento por falta de pagamento e acaba vivendo em condições sub-humanas de moradia: um galpão com vidraças quebradas, goteiras, mofos e ratos. A ambientação inicial já nos provoca desgosto e repulsa, algo cuidadosamente construído ao longo da narrativa para afastar cada vez mais os espectadores dos personagens. Vista como viúva — já que o marido não voltou da guerra —, a moça trabalha como costureira numa enorme fábrica têxtil.
O título A Garota da Agulha é, portanto, uma escolha literal em relação à sua profissão, mas também uma metáfora escondida sobre sacrilégio e desonra. Envolta em uma atmosfera sombria, Karoline consegue encontrar alguma luz ao despertar o interesse do dono da empresa, Jørgen (Joachim Fjelstrup). Em uma cena graciosa que homenageia Paris, Texas (1984), de Wim Wenders, o empresário a segue pelas ruas e conquista sua afeição. Promessas de casamento são trocadas, assim como de uma casa para substituir o ninho de ratos em que ela vive, e Karoline se rende aos braços do patrão, até que o fruto dessa união aparece em seu ventre.
Quando a fábula da Cinderela, escolhida pelo príncipe entre milhares de costureiras, parecia prestes a se realizar, o choque de realidade entra em cena. A mãe de Jørgen exige que ele escolha entre assumir o filho de uma operária ou manter sua posição como herdeiro em um bom casamento com uma jovem de alta classe. Entre a covardia, o capitalismo e o patriarcado, Karoline não tem nenhuma chance. Se antes a situação já era ruim, agora, sem emprego e com a barriga crescendo, ela se vê à beira do desespero.
É com esses contrastes entre o alívio momentâneo e a queda iminente no abismo que Magnus von Horn constrói, emA Garota da Agulha, uma narrativa envolvente e audaciosa sobre os limites do ser humano ao enfrentar os monstros sociais. Essa abordagem já tinha aparecido no seu filme anterior, Suor (Sweat, 2021) — também disponível na MUBI Brasil —, no qual um influencer fitness é perseguida por um dos seus admiradores e atormentada pela exposição online, enquanto o ódio virtual se manifesta na vida real através dela mesma.
Saindo da contemporaneidade para o início do século XX, Magnus von Horn concede muito mais camadas à sua protagonista, em um roteiro elaborado ao lado de Line Langebek Knudsen. A gravidez, no entanto, é apenas o início da odisseia emocional de Karoline — e do público. Nesse universo sombrio, o marido desaparecido retorna ao lar com uma máscara cobrindo o pedaço ausente de seu rosto, mutilado pela guerra. Embora aceite o filho que não é seu, Peter (Besir Zeciri) luta contra a ojeriza da esposa e seus próprios episódios psicóticos pós-traumáticos.
Sem conseguir emprego, a agulha do título volta para desempenhar um papel diferente, como no filme O Acontecimento (2021), de Audrey Diwan. Neste segundo momento de desespero, em um banho público, Karoline encontra acolhimento em outra mulher mais velha, Dagmar (Trine Dyrholm), que vive com sua filha Erena (Ava Knox Martin). Em tempos de vacas magras, Dagmar parece bem-sucedida no seu negócio clandestino de adoção.
Belíssimo enquadramento com a atriz Trine Dyrholm
Dividida entre formar uma família com o marido desfigurado e atormentado ou dar um futuro melhor para sua filha, Karoline recorre a Dagmar. Após entregar o bebê para outra família, ela se estabelece como cuidadora de outras crianças e ajudante na loja de doces de Dagmar. Quando parecia, entretanto, que Karoline finalmente encontraria redenção nas mãos de sua “fada madrinha”, o enredo expõe a realidade ainda mais cruel da sociedade em relação às mulheres.
A Garota da Agulha revela um mundo cruel e implacável, como a personagem da “fada madrinha” descreve. Ao retratar esse universo sem espaço para esperança ou cura, onde só restam destruidores e destroços, o filme afunda o espectador em uma lama sufocante, sem respiro. Magnus von Horn constrói uma fábula aterradora que, se você tem receio de confrontar o lado mais sombrio da natureza humana, pode ser melhor evitar essa experiência catártica.
Lançado no Mostra Competitiva do Festival de Cannes 2024, A Garota da Agulha estreia no streaming MUBI Brasil a partir de 24 de janeiro de 2025.
Na trama, quando o marido a abandona, Deanna decide recomeçar a vida e voltar aos estudos, entrando na mesma faculdade e curso de sua filha, que não gosta da ideia. Deanna muda o nome para Dee Rock, diverte-se como nunca e sente-se livre.
‘O Predador‘ ganhou uma nova imagem divulgada pela EW, mostrando um ótimo close do rosto do monstrengo. Confira:
O filme será, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original. O ator Jake Busey, viverá o personagem que será filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.
Shane Black é o diretor e o elenco conta com Boyd Holbrook (‘Logan’), Olivia Munn (‘X-Men: Apocalypse’), Jacob Tremblay (‘O Quarto de Jack’) e Kyle Strauts.
‘O Predador’ estreia em 13 de setembro de 2018 no Brasil!
Desenhos animados fascinam as pessoas desde que foram lançados nos anos 30. Na época, quem quisesse assistir às Silly Symphonies, da Disney, ou às Merrie Melodies, da Warner, teria que ir para um cinema, comprar ingressos e curti-los em uma clássica matinê. No Brasil, por exemplo, era bastante comum que os cinemas de rua exibissem uma sessão só com desenhos do Tom & Jerry nas manhãs dos finais de semana. Era sucesso entre a criançada e, convenhamos, os conteúdos eram tão criativos e bem feitos, que os pais também davam bastante risada. Quando a televisão se popularizou, alguns cinemas conseguiram manter as sessões até os anos 1980, mas a concorrência ficou desleal, já que as animações agora eram transmitidas gratuitamente pelas emissoras.
“Oswald, O Coelhinho Sortudo” foi o primeiro sucesso de Walt Disney, que ficou sob crédito da Universal por várias décadas.
Com o passar do tempo, as tecnologias de animação foram crescendo e os filmes da Disney já mostravam que o cinema era uma forma de lucrar ainda mais com personagens animados. Sem ter que gastar horrores com atores, os estúdios passaram a investir no gênero e foram achando seu caminho. Em 1988, Uma Cilada Para Roger Rabbit resgatou um conceito interessante, que fora usado nas animações soviéticas dos anos 40, e tinha ficado famoso em filmes da Disney, como Você Já Foi à Bahia? e Mary Poppins, que era mesclar a animação com o live-action. Produzido por Steven Spielberg e dirigido por Robert Zemeckis, o filme trazia um clima noir para a Hollywood dos anos 40, aonde um detetive humano deveria encontrar Roger Rabbit, um coelho em desenho animado que vinha sendo acusado de homicídio. À procura de Roger Rabbit, o detetive passa por diversos astros de animações famosos, como a Betty Boop, o Patolino, o Mickey, o Pernalonga e por aí vai. Cheio de piadas adultas, o longa conseguiu contar uma boa história sem perder a inocência das animações. O resultado foi um sucesso de crítica e bilheteria.
A única vez que os dois maiores ícones das animações interagiram foi nesta cena histórica de ‘Uma Cilada Para Roger Rabbit’.
Esse sucesso permearia a mente de Spielberg, que, anos mais tarde, voltaria a se envolver em um projeto baseado em desenhos animados clássicos. Após trabalhar com John Goodman, o diretor maturou a ideia de um filme dos Flintstones que deveria ser estrelado pelo ator. Assim, a Amblin (produtora de Steven Spielberg) investiu na ideia. O problema é que os envolvidos no filme não entenderam muito bem o que tinham em mãos. Dessa forma foi difícil encontrar uma história para contar em tela. Por conta disso, o roteiro passou por muita gente e acabou trabalhando uma trama bastante adulta, cheia de piadas sacanas e envolvendo temas como traição e corrupção. O retorno financeiro foi excelente, já que o filme custou menos de 50 milhões e arrecadou cerca de US$ 346 milhões. Já as críticas… A verdade é que o filme consegue adaptar elementos bem divertidos da animação. Mas justamente por adaptar um desenho tão querido e inocente como os Flintstones, o projeto acaba constrangendo ao te mostrar personagens até então bobinhos lidando com problemas adultos. Então, dá para dizer que ele sofreu bastante com um certo conservadorismo da crítica, mas também não é absurdo falar que o diretor, Brian Levant, perdeu completamente a linha na abordagem. A prova de que o público não comprou tanto a ideia veio no desempenho da sequência, lançada em 2000, que acabou sendo um fracasso homérico.
Muito dinheiro e problemas com a crítica. ‘Os Flintstones: O Filme” é quase uma paródia adulta da animação dos anos 60.
Essa virada do final dos anos 90 para o começo dos anos 2000 deveria marcar a consolidação dos live-actions das animações nos cinemas. Depois dos Flintstones, foram lançados alguns outros longas animados que foram verdadeiros sucessos de bilheteria e se tornaram fenômenos, marcando uma geração de crianças e adolescentes, mas que realmente sofreram nas mãos do conservadorismo da crítica da época. Todos eles abraçavam a essência dos personagens, mas ousavam ao não adaptar piamente os cartoons. O resultado foram projetos incríveis sendo abandonados. Vamos falar mais deles lá pra baixo. Aguarde. O ponto é que as críticas incomodaram e os estúdios adotaram o conservadorismo, a ideia de que live-actions que adaptavam animações precisava ser bobos e infantis, se distanciando completamente do ultraje dos Flintstones e da ‘maldade’ adolescente de Scooby-Doo: O Filme. O filho desse pensamento conservador foram os dois filmes do Garfield.
A franquia foi satirizada duas vezes pelo protagonista, Bill Murray, durante a franquia Zumbilândia.
Com dois longas indefensáveis, a franquia Garfield trouxe um elenco humano completamente insosso, com uma trama sem brilho e um protagonista que deveria ser sarcástico, mas acabou ficando insuportável, chega a ser uma surpresa que tenham insistido nesses filmes. Os pais levavam as crianças para verem um personagem marcante de suas infâncias e terminavam com uma competição para ver quem ficou mais de saco cheio. Depois de Garfield, os estúdios ficaram com um pé atrás na hora de dar sinais verdes para projetos envolvendo animações em carne e osso. O último suspiro do subgênero veio entre 2008 e 2009, com as duas últimas adaptações de grande investimento.
Prejudicado pela própria ambição, o filme do Speed Racer lucrou muito com merchandising, mas sofreu nas bilheterias.
A primeira foi Speed Racer, dirigido pelas Irmãs Wachowski, o longa é realmente interessante e destoante da animação original. E isso incomodou os fãs, que queriam algo mais próximo do desenho. Trazendo um visual recheado de neons e cores saturadas, o filme adota uma ótima infantil sobre o mundo das corridas, abordando a paixão pelo esporte, a noção simplista da corrupção e as relações familiares sob uma perspectiva bastante inocente. E isso é fantástico, porque, ao mesmo tempo em que vemos elementos clássicos ganhando vida – como os exóticos carros de corrida -, contemplamos uma abordagem diferenciada, quase nostálgica de quando os dias eram mais simples. O problema é que o investimento foi muito alto e a bilheteria sequer conseguiu que a produção se pagasse. Fora isso, o CGI da época não ajudou e algumas cenas ficaram absurdamente artificiais, dando aquela sensação de trabalho inacabado. Considero esse filme injustiçado, porque a crítica detonou principalmente os efeitos especiais cansativos. Outro ponto mal visto pela crítica internacional foi que o filme – sobre um piloto de corridas – tinha muita cena de corrida. E o elenco era fantástico, trazendo nomes como John Goodman, Susan Sarandon e Roger Allam.
Apesar de muito fofa, a dupla de ursos não conseguiu conquistar público e crítica.
O lançamento do ano seguinte foi a gota d’água. Apostando no sucesso de um dos personagens mais carismáticos dos EUA, a Warner investiu pesado no live-action de Zé Colmeia. Tudo nesse filme é errado. Seguindo a mesma linha de Garfield, que era inocente e trazia Bill Murray para fazer a voz do gatinho, Zé Colmeia trouxe Dan Aykroyd para dar voz ao personagem título e Justin Timberlake para o papel do Catatau. São nomes que levam público aos cinemas, principalmente se o estúdio apostasse na identificação do desenho e de Dan com as crianças dos anos 80. O ponto dessa estratégia é que filmes infantis costumam chegar aos cinemas do mundo com mais cópias dubladas do que legendadas, já que o público alvo muitas vezes sequer sabe ler. Então, o peso desses atores é completamente descartado, considerando que eles não aparecem fisicamente. Assim, o nome mais famoso a ser visto em tela foi Anna Faris, que fazia sucesso na franquia adolescente Todo Mundo Em Pânico, mas que não tinha nada a ver com esse longa. Sem ter o chamariz principal a nível mundial e indo pelo conservadorismo da trama estritamente infantil, o filme foi um verdadeiro sonífero. Diferentemente de Speed Racer, esse aqui conseguiu se pagar e ter um lucro considerável. Nada que justificasse uma sequência ou um derivado.
‘Pica-Pau’ é um clássico exemplo de como não se fazer um filme.
Depois de Zé Colmeia, o maior destaque foi o filme do Pica-Pau. Produzido pela Universal, o live-action do passarinho endiabrado foi completamente pensado para agradar o público brasileiro. Lançado sob forte campanha publicitária no Brasil e trazendo a brasileira Thaila Ayala no elenco, a aventura sequer foi lançada nos cinemas americanos. A ideia era surfar no enorme número de fãs que o passarinho tem aqui. Para evitar riscos de prejuízo, o filme contou com uma verba de apenas US$ 10 milhões, lucrando o dobro com bilheteria. Mas não se engane, nada se salva aqui. O filme é uma completa ofensa ao personagem, que é famoso por ser carismaticamente maldoso. Eles pegam o Pica-Pau e o transformam em um coadjuvante de luxo. O problema é que o elenco principal não tem o mínimo de carisma e a história realmente não é interessante, além de não ter a mínima graça. O visual ficou até legal, mas não compensa o fracasso retumbante que é esse longa.
Então é isso, não tem como adaptar um desenho para os cinemas?
Muito pelo contrário!
A primeira aventura dos Looney Tunes nos cinemas se tornou a maior bilheteria que um filme sobre basquetebol já conseguiu na história.
No final dos anos 1990 e comecinho dos anos 2000, tivemos quatros exemplares de como realizar essas adaptações. O primeiro é provavelmente o filme que mais é lembrado pela mistura de animação com live-action depois de Uma Cilada Para Roger Rabbit. Space Jam: O Jogo do Século chega aos cinemas trazendo o melhor que os Looney Tunes tinham a oferecer: muita criatividade e humor non-sense. A turma do Pernalonga é fantástica porque permite que a equipe criativa trate as situações mais absurdas de forma natural, já que 70% do filme é ambientado em um cenário animado em 2D e 3D. Dessa forma, o astro humano, o lendário Michael Jordan, que estava no auge de sua popularidade, pode ser tratado como um humano no mundo animado. Completamente diferente das outras tentativas, que traziam os desenhos para o mundo real. Dessa forma, o absurdo dos Looney Tunes pôde ser utilizado de forma divertida e em sua totalidade. Quando se abraça as regras dos desenhos animados, um mundo de possibilidades se abre.
Uma verdadeira viagem pela loucura dos Looney Tunes e pelos estúdios Warner.
Vários anos depois de Space Jam: O Jogo do Século, os Looney Tunes voltaram para as telonas. Dirigido por Joe Dante, Looney Tunes: De Volta à Ação é uma sátira dos filmes de espionagem que, divergindo de Space Jam, traz os desenhos para o mundo real. O interessante é que eles se inspiram bastante em Roger Rabbit. Ou seja, toda a insanidade do mundo animado passa a valer no mundo real, o que rende situações divertidíssimas. Os Looney Tunes são muito versáteis e permitem que a equipe criativa seja… Bem, criativa.
Com um humor adolescente e mantendo a essência dos personagens, ‘Scooby-Doo: O Filme” foi sucesso de bilheteria.
Outro longa que soube mesclar o original com a inovação foram os dois filmes do Scooby-Doo. Roteirizados por James Gunn e dirigidos por Raja Gosnell, os longas mantém a essência da trupe jovem, mas os coloca no século XXI, como jovens modernos e com comportamentos mais condizentes com adolescentes. O resultado é um primeiro filme que flerta com o terror, trazendo vários elementos macabros dentro de um parque de diversões, insere muitas piadas adultas na dose certa para entreter os pais, mas sem deixar na cara dos pequenos certos temas que eles só viriam a entender anos mais tarde. O primeiro filme tem um roteiro muito sagaz e conquistou o público, rendendo uma sequência.
A sequência volta com o humor ousado, mas presta uma grande homenagem aos desenhos clássicos.
A dupla criativa voltou para realizar a sequência, que foi um pouquinho mais conservadora que a anterior, mas sem perder o charme do humor adolescente. A diferença é que dessa vez o longa trouxe ainda mais elementos da animação clássica, resultando numa grande homenagem ao desenho dos anos 60. Um ponto muito importante para o sucesso dessa franquia, que também sofreu com algumas críticas conservadoras, foi realmente dar relevância e carisma para o elenco humano. Diferentemente de Garfield, Zé Colmeia, Pica-Pau e vários outros, os filmes do Scooby-Doo valorizam a parte de carne e osso, deixando muito mais interessante e divertido. Não depender exclusivamente do personagem título é um mérito enorme dessa franquia.
O anacronismo de ter personagens dos anos 60 jogando Guitar Hero é divertido demais.
Outro exemplo mais recente é o primeiro filme dos Smurfs, também dirigido por Raja Gasnell. Ele soube como trazer os pequetuchos azuis para o mundo real. A sensibilidade do diretor em utilizar uma visão anacrônica cai muito bem aqui, fazendo com que o filme se desenrole de uma maneira fofa, divertida e com piadas que não são nem adultas nem bobinhas. Ou seja, uma trabalho incrível de adaptação. O elenco humano, encabeçado por Neil Patrick Harris, também é divertido e carismático, proporcionando o casamento perfeito.
Enquanto os estúdios não entenderem muito bem as franquias que têm nas mãos e não permitirem que seus roteiristas e diretores possam se desprender do conservadorismo, as chances de um retorno tanto de crítica quanto de bilheteria são bem maiores. Vamos aguardar para ver como será.
Não tem conselho amigo que impeça uma pessoa de cometer uma irresponsabilidade se ela estiver determinada a fazê-lo. Vemos com frequência esse tipo de impulso em filmes nos quais os personagens decidem sair por aí sem avisar ninguém e algo dá errado no meio do caminho, de modo que eles têm que se virar sozinhos para sobreviver. Mas às vezes o que dá errado é simplesmente uma terrível coincidência, como ocorre no suspense dramático ‘Sem Ar’, estreia dessa semana nos cinemas brasileiros.
Drew (Sophie Lowe) e May (Louisa Krause) são irmãs que cresceram aprendendo a mergulhar em alto mar. Era o tipo de atividade que as duas praticavam juntas com o pai e que as conectava na irmandade. Porém, desde que May fora embora houve um distanciamento entre elas, de modo que a viagem anual que Drew organiza se torna uma tentativa de reaproximação dos laços fraternais com a irmã. Dessa vez Drew planejou que as duas mergulhassem em um local inédito para elas, perto de um costão. Tudo ia bem no passeio até que um acidente faz com que May fique presa no fundo do mar. Com um tanque de oxigênio quase acabando e as pernas presas, ela terá que contar com a agilidade da irmã para buscar ajuda ao mesmo tempo em que lhe entrega outros tanques de oxigênio, mas o relógio está correndo e as duas têm pouquíssimo tempo para sobreviver debaixo da água.
Refilmagem ensolarada do longa ‘Além das Profundezas’, de 2020, ‘Sem Ar’ é uma versão alemã da história com uma premissa interessante, porém seu maior desafio é fazer com que a trama preencha seus 90 minutos de duração. Logo de cara o espectador observa as protagonistas já chegarem no local de destino e realizarem o mergulho – tudo isso em menos de dez minutos de exibição. Talvez se a introdução fosse um pouco mais longa, desenvolvendo os desafetos familiares já nesse começo, o filme de Maximilian Erlenwein não passasse tanto a sensação de nada estar acontecendo.
O roteiro de Maximilian Erlenwein e Joachim Hedén se apressa em entrar logo no objetivo da história – o tal mergulho – porém não traz muitos elementos de desenvolvimento, assim, o primeiro e o segundo arcos ficam longuíssimos, e sendo constantemente interrompidos por flashbacks de um tempo (a infância das protagonistas) que não é apresentado no filme. Ou seja, o espectador tem que sozinho entender que as duas são irmãs e que as imagens que vemos são referentes a um passado (algo que não fica muito claro nas primeiras vezes que surge na telona). Por outro lado, é um roteiro que dá bastante espaço para que ambas as atrizes desenvolvam seus potenciais, pois as duas sozinhas carregam o filme que só tem elas como personagens.
‘Sem Ar’ entra na categoria de filmes angustiantes por colocar personagens presos em situações de difícil saída, que automaticamente causam a sensação de ansiedade no espectador. Não é terror e se desenvolve num leve suspense, focando mais na carga dramática da história. Um filme que, como diz o seu título, nos deixa ‘Sem Ar’.
As primeiras reações a ‘Capitã Marvel’, novo filme dos estúdios Marvel, devem sair amanhã, 19 de fevereiro.
A Disney irá realizar as primeiras exibições do longa-metragem nesta semana. As primeiras impressões, caso não haja nenhum outro embargo em vista, estão marcadas para serem publicadas a partir das nove e meia da noite. Críticas completas devem sair no começo de março, poucos dias antes do lançamento mundial do filme.
A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.
‘Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.
Vale lembrar que a 2ª temporada já está disponível na DC Universe.
A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.
O projeto foi criado por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).
O próximo ciclo introduz diversos personagens, incluindo Superboy (Joshua Orpin), Exterminador (Esai Morales), Jericó (Chella Man), Devastadora (Chelsea Zhang), Mercy Graves (Natalie Gumede) e Aqualad (Drew Van Acker). Jason Todd (Curran Walters), Donna Troy (Connor Leslie), Rapina (Alan Ritchson) e Columba (Minka Kelly) também irão retornar.
A National Geographic anunciou que ‘Genius: Aretha’, 3ª temporada de sua antologia que focará em Cynthia Erivo como a Rainha do soulAretha Franklin, foi adiada.
Ainda não há confirmação de quando a série retorna, mas sabe-se que a produção mudou a data devido à pandemia do novo Coronavírus.
Confira o primeiro teaser:
Cynthia Erivo (‘Harriet’, ‘As Viúvas’) interpreta a personagem-titular.
“Nos últimos meses, vim me preparando para encarnar a Rainha do Soul, desde re-ouvir sua música até descobrir raras entrevistas e ler livros incríveis sobre ela – tudo para capturar sua atitude e seu espírito”, ela disse em uma declaração oficial. “Estou realmente honrado em trabalhar ao lado de um time tão talentoso e musical quanto este. Juntos, vamos honrar a Rainha e criar algo especial”.
Courtney B. Vance e David Cross completam o elenco.
Suzan-Lori é a showrunner, enquanto Ron Howard e Brian Grazer entram como produtores executivos.
O já confirmado quinto filme da saga slasher‘Pânico’ levou os fãs do terror metalinguístico à loucura, ainda mais com o retorno certeiro de David Arquette e Courteney Cox como Dewey e Gale, respectivamente. Entretanto, há um pequeno detalhe faltando para que o próximo longa-metragem se complete: Neve Campbell.
Campbell interpretou a protagonista Sidney Prescott nas quatro primeiras iterações da saga e, apesar de ter conversado com os produtores do novo capítulo, ainda não há nada concreto sobre sua volta.
Em entrevista ao ET Online, Arquette falou sobre suas esperanças para o retorno de Campbell, dizendo que a atriz é o coração e a alma da franquia:
“Precisamos de Neve, é a verdade. Ela é o coração e a alma de ‘Pânico’, então ter Neve seria algo gigantesco. Tipo, eu a vi em convenções e essas coisas, e é como se fosse família. Todos passamos por aquela experiência juntos e – todos estamos realmente tristes pela perda [do diretor] Wes [Craven]. Eu adoraria que ela fizesse parte disso, ela é muito importante – o coração e a alma de tudo”.
Em outra entrevista, dessa vez para o ComicBook.com, o astro pareceu empolgado com o retorno à franquia e disse que adoraria repetir a experiência em mais filmes, além do 5º filme.
“Eu amo interpretar Dewey. Esse personagem teve um papel muito importante na minha vida e na minha carreira. Como ator, você tenta fazer filmes que funcionem, divirtam e que prendam a atenção do público… E eu sinto que a franquia ‘Pânico‘ causa essas sensações.”
Questionado sobre o que acha da expansão da franquia além de ‘Pânico 5‘, ele foi direto ao responder:
“Seria incrível. A base de fãs de terror é enorme, então quando você realmente se conecta com eles, e tem a possibilidade de ir além, é algo muito especial. Quando [os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett] me convidaram para o próximo filme, só eu tinha confirmado presença… Agora temos temos Courteney [Cox], espero que Neve [Campbell] se junte à equipe também. Acho que será um retorno triunfante.”
As filmagens da sequência vão acontecer no Spyglass Media Group, em Wilmington, Carolina do Norte.
O plano da Paramount Pictures é lançar o novo filme em 2021.
Em entrevista ao Comic Book, o produtor Kevin Williamson revelou que já leu o roteiro da sequência e afirmou que o novo capítulo da saga será “inventivo” e irá “honrar o legado de Craven“.
“Estou animado por voltar a trabalhar com os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt no próximo filme da franquia ‘Pânico‘. A visão deles para a sequência é original, inventiva e irá honrar o legado do Wes Craven de um jeito incrível. ‘Casamento Sangrento‘ foi um dos meus filmes favoritos do ano passado e mal posso esperar para ver o que o talento deles irá trazer ao universo ‘Pânico‘. Estou animado por fazer parte disso.”
Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillertt , do elogiado ‘Casamento Sangrento’, dirigem.
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
Depois do lançamento de ‘Pânico 4’ em 2011 e com a morte de Craven, a MTV resolveu produzir um reboot seriado da saga, reinventando o icônico personagem de Ghostface para as telinhas em 2015.
‘Pequenos Grandes Heróis’ estreou no último dia 25 de dezembro na Netflix e, para promover o filme, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo de bastidores em que o diretor Robert Rodriguez explica como construiu os vibrantes efeitos visuais do longa.
Confira:
Os super-heróis do planeta Terra foram raptados após uma invasão alienígena. Agora, os filhos deles estão sob a proteção do governo, que designou uma misteriosa babá (Priyanka Chopra Jonas) para ficar de olho neles em um lugar isolado. Mas nada nem ninguém vai impedir Missy Moreno (YaYa Gosselin) de resgatar seu pai, o super-herói Marcus Moreno (Pedro Pascal). Para isso, ela forma uma equipe extraordinária com outros jovens heróis com superpoderes, como elasticidade, controle do tempo e previsão do futuro.
Boyd Holbrook, Christian Slater, Chris McDonald e Adriana Barraza completam o elenco.
O elenco inclui Pedro Pascal, Priyanka Chopra-Jonas, Christian Slater, Yaya Gosselin, Boyd Holbrook, Chris McDonald e Adriana Barraza.
A Walt Disney Studios divulgou hoje (17) um novo vídeo de bastidores do aguardado live-action‘Cruella’, estrelado pelas vencedoras do Oscar Emma Stone e Emma Thompson.
O featurette explora detalhes sobre os icônicos figurinos da produção.
Confira:
Lembrando que o longa estreia em 28 de maio nos cinemas e no Premier Access da Disney+.
‘Cruella’, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella (Emma Stone), uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.
Paul Walter Hauser, Joel Fry, Emily Beecham e Kirby Howell-Baptiste completam o elenco.
Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).
‘Ghostbusters: Mais Além‘ é a mais nova entrada da clássica franquia sobrenatural – e parece que o título já está fazendo sucesso entre a crítica internacional.
No Rotten Tomatoes, o longa abriu com 88% de aprovação, com nota 7.60/10 baseada em 24 reviews até o momento. Apesar de apontarem a desnecessidade da produção, os especialistas comentaram que a obra é bem divertida e rasgaram elogios para o elenco.
Confira as principais reações abaixo:
“Um desnecessário, mas divertido filme” – Variety.
“[O filme] faz homenagem aos clássicos à medida que se constrói como único” – Nerd Reactor.
“Um tributo adorável para o primeiro filme que deve agradar os fãs da velha guarda e os mais novos” – JoBlo’s Movie Network.
“Os fãs finalmente ganharam uma sequência não vergonhosa para amar” – New York Post.
“Uma aventura divertida e adorável. […] McKenna Grace está espetacular” – The Movie Couple.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de novembro.
Além de dirigir, Jason Reitman também ajudou a escrever o roteiro em parceria com Gil Kenan (‘Poltergeist’).
Na trama, uma mãe solteira e seus dois filhos chegam em uma cidade pequena e começam a descobrir sua conexão com os caça-fantasmas originais, além do legado secreto que seu avô deixou para trás.
Finn Wolfhard (‘It: A Coisa’), Mckenna Grace (‘A Maldição da Residência Hill’), Carrie Coon (‘The Sinner’) e Paul Rudd (‘Vingadores: Ultimato’) estrelam. O elenco também conta com o retorno de Bill Murray, Dan Aykroyd, Annie Potts e Sigourney Weaver.
Os musicais sempre fizeram parte da nossa vida – quer seja no teatro, quer seja com as inúmeras adaptaçoes de contos de fada da Walt Disney Studios. Mas um deles entrou para a história ao chegar às telonas em 2002: ‘Chicago’.
Baseado na peça homônima de 1975, a produção, comandada por Rob Marshall, ajudou a reviver o gênero no cenário mainstream e se tornou um sucesso imediato tanto de crítica quanto de público.
Na trama, Catherine Zeta-Jones interpreta uma famosa dançarina que é também a principal atração da boate onde trabalha, Velma Kelly. Após matar seu marido, Velma entra em uma seleta lista de assassinas de Chicago, a qual é controlada por Billy Flynn (Richard Gere), um advogado que busca sempre se aproveitar ao máximo da situação. Ao contrário do se esperava, o assassinato faz com que a fama de Velma cresça ainda mais, tornando-a uma verdadeira celebridade do showbizz. Enquanto isso a aspirante a cantora Roxie Hart (Renée Zellweger) sonha com um mundo de glamour e fama, até que mata seu namorado após uma briga. Billy fica sabendo do crime e decide adiar ao máximo o julgamento de Velma, de forma a poder explorar os dois assassinatos ao máximo nos jornais. Assim como ocorreu com Velma, Roxie também se torna uma estrela por causa de seu crime cometido, iniciando uma disputa entre as duas pelo posto de maior celebridade do meio artístico.
Além de ter arrecadado mais de US$306 milhões mundialmente, o longa-metragem saiu vitorioso do Oscar 2003 com nada menos que seis estatuetas, incluindo Melhor Filme e Melhor Atriz Coadjuvante para Zeta-Jones.
Para celebrar seu legado e seu aniversário de vinte anos, comemorado em breve, o CinePOP preparou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:
‘Chicago’ se tornou o primeiro musical a conquistar o maior prêmio do Oscar em quase quatro décadas. A última vez que um filme do gênero havia alcançado tal feito havia sido em 1968, com ‘Oliver!’.
No começo da cena que introduz Mama Morton (Queen Latifah) às novas presidiárias, Roxie tem uma breve conversa com uma mulher fumando cigarro. Essa mulher é interpretada pela lenda da Broadway Chita Rivera, que viveu Velma Kelly na produção original da peça.
John C. Reilly, que interpretou Amor Hart na produção, é um entusiasta pelas artes circenses e pelos palhaços – e insistiu em criar a própria maquiagem para a sequência “Mister Cellophane”.
Marshall queria que Zeta-Jones usasse um cabelo naturalmente longo para viver Velma, mas ela insistiu em um corte mais curto. Ela explicou à revista People Magazine que não queria que o cabelo caísse em seu rosto e desse motivo para as pessoas duvidarem de que era mesmo ela dançando.
Gere teve aulas de sapateado durante três meses. A cena em que dança foi rodada em meio dia.
Charlize Theron havia inicialmente assegurado seu papel como Roxie, enquanto Nicholas Hytner seria o diretor. Quando Hytner abandonou o projeto e Marshall foi escalado para comandá-lo, Theron teve de fazer audições de novo para a personagem e perdeu para Zellweger.
No começo do filme, quando o bar é mostrado, uma pintura pode ser vista na parede, trazendo os rostos das mulheres que performam “Cell Block Tango”.
O papel de Billy Flynn foi oferecido a John Travolta diversas vezes, antes de, eventualmente, ir para Gere. Este foi o quarto filme que Travolta recusou e Gere aceitou, depois de ‘Gigolô Americano’, ‘Cinzas no Paraíso’ e ‘A Força do Destino’. Em várias entrevistas, Travolta comentou que se arrependeu de não ter aceitado o papel em ‘Chicago’.
Kathy Bates foi a primeira escolha de Marshall para interpretar Mama Morton, mas ela não pôde aceitar por conflitos de agenda com ‘As Confissões de Schmidt’. Latifah, que acabou ganhando o papel, e Bates, foram ambas indicadas ao Oscar na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em 2003.
Quando os direitos do filme foram adquiridos por Martin Richards nos anos 1970, Bob Fosse estava envolvido com o projeto, e Goldie Hawn, Liza Minnelli e Frank Sinatra seriam os protagonistas. Entretanto, Fosse morreu em 1987 e encerrou a tentativa de seguir em frente com a adaptação.
Selena Gomez começou sua carreira como uma das estrelas-mirins do Disney Channel, alcançando fama mundial ao interpretar Alex Russo na adorada série ‘Os Feiticeiros de Waverly Place’.
Entretanto, além de sua carreira como atriz (que vem ganhando novas camadas, principalmente com o protagonismo na aclamada ‘Only Murders in the Building’), Gomez também tem sólido sucesso no cenário musical – já tendo lançado três álbuns com a banda The Scene e outras quatro produções solo (incluindo o recente ‘Revelación’, que a levou de volta às raízes latinas).
Dona de hits como “Lose You to Love Me”, “Fallin’ Down” e “A Year Without Rain”, a artista completa 30 anos no dia de hoje, 22 de julho. E, para celebrar seu aniversário, montamos uma breve lista elencando suas dez melhores canções. Para tanto, não estamos levando em consideração faixas em que Gomez foi escalada como artista convidada (como “Taki Taki” e “Wolves”).
Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
10. COME & GET IT
Álbum: Stars Dance
Se os primeiros álbuns já começavam a colocar Selena Gomez no centro dos holofotes, “Come & Get It” viria para eternizar sua carreira em escala mundial. O lead single de ‘Stars Dance’, seu primeiro álbum solo, marcou uma drástica mudança em sua identidade sonora e, apesar de ser manter fiel ao electropop e ao synth-pop de músicas anteriores, apostou fichas no bhangra e nas referências a Bollywood para um espetáculo fonográfico e visual que, certamente, permanece na memória como uma de suas canções mais icônicas.
9. A YEAR WITHOUT RAIN
Álbum: A Year Without Rain
Em ‘A Year Without Rain’, segundo álbum de Selena Gomez com The Scene, a artista continuou a explorar a identidade que calcava desde sua estreia oficial no mundo fonográfico – e uma das canções que mais caiu no gosto do público foi a ótima balada “A Year Without Rain”. Trazendo referências inclusive do Eurodance, a track fala de um amor que, quando se vai, deixa um sentimento de vazio insuportável. Como se não bastasse,
8. NATURALLY
Álbum: Kiss & Tell
Em 2009, Selena fez seu début com o bem recebido ‘Kiss & Tell’, aliando-se com a banda The Scene para exaltar o poder do electropop com canções que ficariam marcadas na cultura pop e na memória de sua crescente legião de fãs. “Naturally”, dessa maneira, é uma das melhores representantes dessa era inicial da performer, discorrendo sobre um relacionamento que se desenrola com facilidade e com alegria – marcado pelo uso narcótico de sintetizadores e de um refrão bastante chiclete. A canção, inclusive, seria relançada em ‘A Year Without Rain’.
7. RING
Álbum: Rare
Seis anos depois de ‘Revival’, a artista voltou imbatível com o que podemos apenas encarar como a melhor entrada de sua discografia – o íntimo, sexy e poderoso ‘Rare’, que conta com uma das melhores faixas de sua carreira. “Ring” é um flerte com suas raízes latinas que move-se através de uma sensual e envolvente batida (e apostas em vocais que oscilam entre o contralto e o soubrette).
6. BANG BANG BANG
Álbum: When the Sun Goes Down
OK, pode ser honesto: você não esperava ver “Bang Bang Bang” ocupando o sexto lugar da nossa lista. Apesar de não ter o mesmo sucesso comercial de outras músicas desta lista, a faixa merece estar aqui por inúmeras razões, seja pela produção infundida com electro-disco (cortesia de nomes como Toby Gad e Priscilla Hamilton), seja por representar uma das primeiras inflexões da artista em uma roupagem mais atrevida e ousada, além de vir acompanhada de referências aos anos 1980 em uma mistura retrô, contemporânea e nostálgica, ao mesmo tempo.
5. HANDS TO MYSELF
Álbum: Revival
Facilmente uma das músicas mais icônicas de Selena Gomez, “Hands to Myself” foi lançada como terceiro single de ‘Revival’ e logo se tornou um sucesso gigantesco, tanto crítico quanto comercial. Cada elemento da faixa funciona com perfeição, desde a produção característica de Max Martin aos sensuais versos assinados pela cantora. Influenciada pelo estilo de nomes como Prince, a canção mistura dance-pop e synth-pop em um mergulho diferente do que já tínhamos visto até então na carreira da artista, falando abertamente sobre desejos sexuais e demonstrando um amadurecimento lírico bastante envolvente.
4. LOSE YOU TO LOVE ME
Álbum: Rare
Gomez encontrou um árduo amadurecimento identitário em 2014 e, desde então, a artista vem nos prometendo mais um compilado de rendições íntimas, bastante pessoais e marcados com uma sinestesia única. E, semanas antes da estreia de seu próximo álbum, Gomez nos entregou “Lose You To Love Me”, uma triste balada de autorreconhecimento e purgação que é pautada em incríveis metáforas líricas e uma ambiência ecoante.
3. SURVIVORS
Álbum: Revival
A década de 2010 foi marcada por inúmeras mudanças no cenário musical – e uma dessas mudanças foi o ressurgimento do electro-dance e synth-pop como estampa do cenário mainstream. E, enquanto diversos artistas de mantinham atados às tendências, Gomez fez a mesma coisa com ‘Revival’ – e com a subestimada “Survivors”. A belíssima e comedida produção dialoga perfeitamente com as rendições vocais da cantora e apenas acrescenta a uma antêmica narrativa de superação de obstáculos.
2. SOBER
Álbum: Revival
Em uma das muitas pérolas perdidas de ‘Revival’, nos deparamos com a impecável construção de “Sober” (que, infelizmente, Gomez desperdiçou como single oficial). Além de uma rendição surpreendente, a produção traz elementos do synth-pop dos anos 1980 e traça paralelos com o trabalho de diversas artistas, especialmente de Robyn e Sia, além de servir como um discurso de desabafo que parte das experiências da própria performer.
1. BAD LIAR
Álbum: Rare
Em 2017, Selena mergulharia em um novo capítulo de sua carreira com o lançamento da ovacionada “Bad Liar”. Aplaudida como não apenas uma das melhores músicas daquele ano, como da década passada, a faixa traz elementos novos à discografia da cantora e compositora – seja pela incorporação de um pungente baixo que homenageia a clássica “Psycho Killer”, seja pelos vocais mais sutis e midtempo (algo que não era utilizado anteriormente). Ademais, a mistura entre pop-rock e pop alternativo é irretocável e nos carrega ao longo de quase quatro minutos de pura explosão criativa.
A saga de ‘Jumanji’ nos cinemas começou em 1995 e foi imortalizada na persona de Robin Williams como Alan Parrish, um menino que foi sugado por um tabuleiro amaldiçoado e ficou preso dentro do mundo titular por quase trinta anos. Apesar de não ter feito um sucesso crítico considerável à época do lançamento, o longa-metragem entrou para um dos clássicos cult da nova geração e foi redescoberto em 2017 por Jake Kasdan, revivendo a produção com uma perspectiva moderna e investindo em uma repaginação brutal que conseguiu nos encantar com seu prospecto metalinguístico e uma das melhores adaptações cinematográficas de games dos últimos anos.
Não demorou muito para que a arrecadação estrondosa de ‘Jumanji: Bem-Vindo À Selva’ cultivasse um terreno fértil para mais uma sequência – cujo confirmado anúncio veio com certo receio. Afinal, não se deve mexer em algo que já está bom ou consideravelmente aprazível; entretanto, contrariando as expectativas de grande parte do público, Kasdan retornou para ‘Jumanji: Próxima Fase’ com mais um competente enredo e um escopo guiado por um elenco transbordante com química e quebras de expectativa ainda mais cômicas que a iteração predecessora. Expandindo a mitologia que já nos fora apresentada alguns anos atrás, o cineasta, colaborando mais uma vez com Jeff Pinkner e Scott Rosenberg e acrescentando elementos dramáticos para cada um dos protagonistas e coadjuvantes.
Distorcendo o escopo formulaico explorado no último filme, a narrativa mergulha nas consequências da inesperada união dos quatro jovens formados por Spencer (Alex Wolff), Martha (Morgan Turner), Fridge (Ser’Darius Blain) e Bethany (Madison Iseman). Depois de terem conseguido escapar e destruído os últimos resquícios do jogo, o grupo acabou seguindo caminhos diferentes, ainda que mantivessem um tênue relacionamento à distância: entretanto, enquanto Bethany, Martha e Fridge conseguiram superar seus próprios obstáculos e transcendido a uma autossuficiência saudável, Spencer viajou para Nova York e foi embebido por uma depressiva e solitária atmosfera que o fez se afastar de seus amigos – e de sua namorada. Não é surpresa que o jovem, ao retornar para casa, decide reconstruir Jumanji e reencarnar o intrépido Dr. Bravestone (cujo avatar é interpretado por Dwayne Johnson) e acaba entrando na aventura por conta própria.
O desenrolar da história pode até ser previsível – mas é essa proposital previsibilidade que serve de convite para o público e para uma jornada ainda mais divertida que a primeira. Eventualmente, o restante do grupo descobre o que aconteceu e decide salvar Spencer de uma morte iminente naquele mortal cenário; porém, não demora muito até que a primeira reviravolta tome forma. Por ter sido reconstituído pelas inábeis e desesperadas mãos do personagem de Wolff, o game adquiriu certos “defeitos” que logo são explicados pelo fato de outras duas pessoas entrarem no jogo: Eddie (Danny DeVito) e Milo (Danny Glover), dois ex-sócios que se reencontram décadas depois de uma despedida nada amigável.
Isso não é tudo: a única a retornar para o avatar escolhido é Martha, que encarna agora Ruby Roundhouse (Karen Gillan); Milo acabou sendo destinado para Franklin Finbar (Kevin Hart), enquanto Eddie encarnou o Dr. Bravestone. Fridge, ficando ainda mais frustrado, se torna o Professor Sheldon Oberon (Jack Black). Enquanto isso, Bethany é deixada de fora e recorre ao seu amigo de longa data Alex (Colin Hanks) para que consiga voltar a Jumanji e ajudar seus amigos. Como se não bastasse esses erros imprevisíveis, o objetivo principal também mudou: com fases ainda mais complicadas, novos aliados e um inimigo muito mais versado que o anterior, o grupo deve recuperar o Coração do Falcão e leva-lo de volta para uma comunidade montanhesa antes que uma terrível seca destrua toda a vida e os mantenha presos lá para sempre.
Mais uma vez, Kasdan e seu competente time arquiteta um enredo redondo, cuja coesão está no total afeto pelo qual nutre por videogames – os mais nostálgicos possíveis. Entretanto, para além do que foi diluído didaticamente em ‘Bem-Vindo À Selva’, nota-se uma preocupação imensurável para a complexidade dos seus personagens, seja com as construções jogáveis, seja com as da vida real. Esse aprofundamento inclusive é traduzido para certas fraquezas que não existiam e que, agora, devem ser trabalhadas como forma de cumprirem a missão a que lhes foi destinada.
Se Black nos roubou a atenção no longa de 2016, cabe a Hart e à adição de Awkwafina cuidar desse aspecto aqui. A atriz dá vida à sorrateira e hilária Ming Fleetfloot, mestra na arte de roubar e que tem uma engraçada alergia à pólen – equivalendo-se à fraqueza de bolos que Finbar possui (e que inclusive é recapturada com irreverência total aqui). O diretor aproveita os elementos originais para aperfeiçoar certos aspectos da jogabilidade virtual, contribuindo para a ascensão de uma subtrama de mistério recheada com ótimas sequências de ação e uma ingenuidade escabrosa que se estende nos três atos da obra.
Surpreendentemente mantendo o frescor de mais um chamado selvagem e resgatando a praticidade ficcional e aventuresca da franquia, ‘Jumanji: Próxima Fase’ prova que algumas sequências ainda têm muito para contar – e coisas novas para mostrar.
‘Doces Magnólias’ se tornou um dos grandes sucessos críticos e comerciais da Netflix e, agora, a plataforma de streaming anunciou quando a 3ª temporada chegará a seu catálogo.
Os novos episódios serão lançados no dia 20 de julho.
Além disso, foram reveladas as primeiras imagens oficiais do próximo ciclo.
Confira:
Sweet Magnolias Season 3 arrives on Netflix on July 20!
here’s your first look at stars JoAnna Garcia Swisher , Heather Headley and Brook Elliot in S3: pic.twitter.com/cYcMrTWHt3
Lembrando que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.
A trama acompanha as amigas Maddie, Helen e Dana Sue, que juntas, lidam com problemas amorosos, familiares e profissionais na pequena cidade de Serenity.
‘Doces Magnólias‘ conta com JoAnna Garcia Swisher, Brooke Elliott, Heather Headley, Chris Klein e Jamie Lynn Spears.
O Disney+ divulgou um clipe inédito da 2ª temporada de ‘Meu Papai (ainda) é Noel‘ (The Santa Clauses), série que dá continuidade à clássica franquia natalina ‘Meu Papai é Noel‘.
Lembrando que o próximo ciclo estreará no serviço de streaming no dia 8 de novembro.
Confira, junto ao trailer completo:
“Na segunda temporada, a família Calvin está de volta ao Polo Norte enquanto Scott continua seu papel de Papai Noel depois que os planos de aposentadoria foram frustrados ao não conseguir encontrar um sucessor digno na primeira temporada.
Agora que Scott e sua família salvaram o Natal com sucesso, Scott volta seu foco para treinar seu filho Calvin para eventualmente assumir o “negócio da família” como Papai Noel.”
Tim Allen e Elizabeth Mitchell reprisam seus papéis como Scott Calvin/Papai Noel e Carol/Mamãe Noel.
Austin Kane, Rupali Redd, Devin Bright e Laura San Giacomo também fazem parte do elenco.
Jason Winer, conhecido por seu trabalho em obras como ‘The Big Leap’ e ‘Modern Family’ (que lhe renderam indicações ao Emmy Awards), fica responsável pela direção e pela produção executiva.
“Scott Calvin está prestes a fazer 65 anos e percebe que não pode ser o Papai Noel para sempre. Ele está começando a não dar conta dos seus deveres como Papai Noel e, mais importante, ele tem uma família que poderia se beneficiar de uma vida no mundo normal, especialmente seus dois filhos que cresceram no Polo Norte. Com muitos elfos, crianças e família para agradar, Scott sai em busca de um Papai Noel substituto adequado enquanto prepara sua família para uma nova aventura em uma vida ao sul.”
Jack Burditt entra como showrunner, além de ser produtor executivo.
Lançado em 1994, o filme original arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente, garantindo duas sequências ‘Meu Papai é Noel 2‘ (2002) e ‘Meu Papai é Noel 3‘ (2006).
A organização do Rock in Rio, um dos maiores festivais de música do mundo, revelou mais nomes que participarão do line-up oficial da próxima edição.
Hoje (29), foi confirmado os nomes que farão parte do Dia Brasil, ou seja, o dia em que apenas artistas nacionais irão se apresentar nos palcos do evento em 21 de setembro.
Para além dos já escalados para performances que prometem encantar o público, tivemos a confirmação de nomes como: Alcione, Carlinhos Brown, Capital Inicial, Lulu Santos, Luísa Sonza, Jão, Margareth Menezes, MC Kevin o Chris, Tati Quebra Barraco, Zeca Pagodinho, Maria Rita, Chitãozinho e Xororó, Ludmilla e muitos outros.
Dentre outros artistas confirmados no evento, podemos citar a lendária Mariah Carey, fazendo seu retorno ao Brasil após catorze anos desde sua última apresentação em solo nacional. Carey, dona de nada menos que 18 #1s na Billboard 100, fará seu show no Palco Sunset em 22 de setembro.
Outros nomes que darão as caras no festival incluem a icônica Cindy Lauper, que cantará no Palco Mundo em 20 de setembro – mesmo dia e local que Katy Perry promete trazer o público à loucura com seu retorno ao país. Karol G, que conquistou o gramofone dourado de Melhor Álbum de Música Urbana por ‘Mañana Será Bonito’, também dará às caras no mesmo dia e no mesmo local.
Confira o line-up anunciado até agora:
13/09
PALCO MUNDO
Travis Scott
21 Savage
Ludmilla
Matuê feat. Wiu e Teto
PALCO SUNSET
MC Cabelinho & Coral das Favelas
Orochi, Chefin e Convidado
Veigh & Kayblack
Funk Orquestra convida MC Daniel, Rebecca e MC Soffia
NEW DANCE ORDER
DEADMAU5
14/09
PALCO MUNDO
Imagine Dragons
OneRepublic
Zara Larsson
Lulu Santos
PALCO SUNSET
NX Zero
James
Christone “Kingfish” Ingram
Pato Fu + Penélope
NEW DANCE ORDER
DJ Snake
ESPAÇO FAVELA
DJ Dennis
15/09
PALCO MUNDO
Avenged Sevenfold
Evanescence
Journey
Os Paralamas do Sucesso
O Prime Video divulgou recentemente o trailer oficial de ‘The Pradeeps of Pittsburgh’, sua mais nova série de comédia.
A produção chega à plataforma de streaming no próximo dia 17 de outubro.
Confira:
A série foi criada por Vijal Patel (‘The Middle’, ‘Black-ish’), baseada em sua experiência pessoal crescendo em Pittsburgh.
‘The Pradeeps of Pittsburgh’ segue a família Pradeep e os acontecimentos de seus primeiros meses após se mudarem da Índia para os Estados Unidos. Conforme contado por meio de flashbacks hilariantes (e muitas vezes conflitantes) de uma sala de interrogatório, os Pradeeps rapidamente se veem envolvidos – romântica, pessoal e profissionalmente – com uma família de vizinhança oposta, levando a uma situação difícil com muitas reviravoltas surpreendentes.
Sindhu Vee, Naveen Andrews, Sahana Srinivasan, Arjun Sriram, Ashwin Sakthivel, Pete Holmes e Romy Rosemont estrelam.
Segundo o Deadline, a Apple TV+ escalou três novos membros para a já confirmada 2ª temporada da série de mistério noir ‘Sugar‘, estrelada por Colin Farrell (‘Pinguim’).
As informações indicam que Jin Ha (‘Pachinko’), Laura Donnelly (‘The Nevers’) e Tony Dalton (‘Better Call Saul’) farão parte dos próximos episódios em caráter regular.
Mais detalhes não foram divulgados.
No novo ciclo, o detetive John Sugar (Farrell) retornará à Los Angeles, onde assumirá o caso de uma nova pessoa desaparecida ao mesmo tempo em que continua buscando respostas pelo sumiço de sua irmã.
Lembrando que a temporada de estreia já está disponível na plataforma de streaming.
A série foi criada por Mark Protosevich e conta com oito episódios. Fernando Meirelles fica a encargo da direção.
‘Sugar’ é uma abordagem contemporânea e única de um dos gêneros mais populares e significativos da história da literatura, do cinema e da televisão: a história de detetives. Farrell estrela como John Sugar, um investigador particular que acompanha o misterioso desaparecimento de Olivia Siegel, a querida neta do lendário produtor de Hollywood Jonathan Siegel. Enquanto Sugar tenta determinar o que aconteceu com Olivia, ele também descobrirá segredos da família: alguns muito recentes, outros há muito enterrados.
Kirby Howell-Baptiste, Amy Ryan, Dennis Boutsikaris, Alex Hernandez, Lindsay Pulsipher e outros também estrelam.
Em 2021, Adam McKay viria a lançar o que apenas podemos considerar como o filme mais popular de sua carreira – ‘Não Olhe para Cima’. O diretor, que já havia trabalhado no excelente ‘A Grande Aposta’ e comandado a cinebiografia ‘Vice’, resolveu manter-se fiel à identidade trabalhada em seus projetos anteriores para mergulhar numa comédia político-satírica que serviu como reflexo de uma fervilhante realidade enfrentada pelos Estados Unidos, em que a ascensão da extrema-direita e a derrota de Donald Trump em sua tentativa de reeleição transformou o país em palco para teorias conspiratórias, disseminação de fake news e até mesmo o negacionismo científico em meio à pandemia de COVID-19.
O complexo panorama em questão foi traduzido por McKay nessa épica ironia cinematográfica que contou com um elenco de peso e uma predileção por criticar absurdidades inacreditáveis através de uma alegoria que, apesar de ter sido explicada pelo realizador como metáfora para as mudanças climáticas, consegue servir de instrumento de análise para inúmeras vertentes. A trama gira em torno do Dr. Randall Mindy (Leonardo DiCaprio) e sua aluna de mestrado Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence), que descobrem que um meteoro conhecido como “assassino de planetas” está a caminho do planeta Terra e irá exterminar a raça humana caso o governo dos Estados Unidos não mobilize forças para impedir o impacto.
Com a ajuda do Dr. Teddy Oglethorpe (Rob Morgan), chefe do Departamento de Coordenação de Defesa Planetária, os astrônomos são convocados até a Casa Branca para explicar à presidente Janie Orlean (Meryl Streep) a necessidade de garantir que o Cometa Dibiasky, como fica conhecido, seja destruído. Porém, a urgência da situação é tratada sem muito interesse e importância por Janie e por seus assessores, que incluem o estranho filho Jason (Jonah Hill). Dessa forma, Randall e Kate tentam chamar a atenção da mídia para convencer os outros de pressionar as autoridades para tomarem uma atitude contra a mortal ameaça – incluindo o programa dos supercarismáticos e condescendentes apresentadores Brie Evantee (Cate Blanchett) e Jack Bremmer (Tyler Perry). Todavia, tudo o que conseguem é se tornarem piadas mundiais, levando-os em uma espiral de descrença na falta de atenção de todos.
Não demora muito até que a presidente resolva chamá-los de volta para a Casa Branca em meio a uma crise de imagem que, magicamente, a compele a recuperar sua aprovação em meio ao próprio partido e aos olhos dos eleitores. Assim, ela destina um orçamento de emergência e esquadrinha um plano de enviar uma frota de ônibus espaciais desativados e ogivas nucleares para destruir o corpo celeste e salvar o mundo. E é claro que as coisas não saem como o planejado: os planos mudam quando o magnata da tecnologia Peter Isherwell (Mark Rylance) descobre que o cometa está recheado de minérios imprescindíveis para o país e que tirariam o monopólio de outras grandes economias, reafirmando a onipresença estadunidense. Logo, ele e Janie firmam parceria para implodir o assassino de planetas pouco antes dele adentrar a atmosfera terrestre – levando Randall e Kate a uma luta para trazer a verdade à tona.
McKay constrói uma narrativa que, como percebemos, é fácil de ser acompanhada e faz um ótimo uso de sarcasmos inteligentes e propositalmente exagerados para garantir que as mensagens sejam transmitidas com clareza ao público. Em meio à simplicidade do enredo, erros técnicos são cometidos em uma constância maior do que poderíamos imaginar – mas ao menos os temas analisados carregam uma importância que, ano a ano desde seu lançamento, continuam atuais. Percebemos como uma das principais incursões exploradas é o negacionismo: afinal, desde a falta de aceitação da presidente frente a ameaça do cometa até a crescente aderência de grupos à defesa do que o governo deseja fazer, há uma onda que renega fatos científicos em prol de teorias conspiratórias que servem apenas como bode expiatório de um problema muito maior.
É dessa maneira que o realizador parte para outra exploração: o capitalismo predatório. Afinal, é notável como há um embate claro que satiriza de maneira jocosa e bastante ácida a mentalidade adotada pela extrema-direita de maximização dos lucros em detrimento do ser humano em si – e que, como podemos ver, compele Janie, uma clara representação caricata de Trump e de seus aliados republicanos, a apenas adotar medidas drásticas quando sua reputação está em jogo. E isso não é isso: no momento em que percebe que pode ultrapassar seus principais “inimigos” socioeconômicos (no caso, a China), ela volta atrás em sua decisão e visa a um acúmulo de riquezas que ultrapassa a questão máxima da sobrevivência, defendida pela presença categórica de Kate e de Randall (ainda que este tenha se rendido por um tempo às falsas promessas da fama e do reconhecimento).
As investidas sobre negacionismo, ultraindividualismo e ufanismo exacerbados partem de um princípio consciente de absurdez, como já mencionado alguns parágrafos acima, e remodela a estética non-sense para um equilíbrio entre comentários ao mesmo tempo autocríticos e alheios a como a realidade, de fato, é. Temos a descrença promovida por uma mídia sensacionalista e a preocupação dos grandes veículos em focar em uma política informativa à la “pão e circo” que promove cortinas de fumaça e uma supressão do que realmente deve ser defendido. E, à medida que o cometa se aproxima e o fim parece inevitável, há inclusive retaliações bélicas promovidas pelos apoiadores de Janie para impedir que os outros países tentem destruir o corpo celeste antes que ele extermine a Terra.
Por mais que não funcione o tempo todo, o irônico e despojado discurso promovido por McKay funcione em vários âmbitos e, mesmo quatro anos depois de seu lançamento, permanece com explorações que refletem a complexa e melancólica realidade em que nos encontramos.
‘Não Olhe para Cima’ está disponível no catálogo da Netflix.
‘De Férias com Você’, adaptação do romance best-seller de Emily Henry, acaba de chegar ao catálogo da Netflix.
Trazendo Emily Bader e Tom Blyth como os protagonistas, o longa foi lançado na plataforma de streaminghoje, 9 de janeiro.
Relembre o trailer:
A direção do longa-metragem fica por conta de Brett Haley (‘I’ll See You in My Dreams’), enquanto Yulin Kuang co-assina o roteiro ao lado de Amos Vernon e Nunzio Randazzo.
A comédia romântica acompanha a história de Poppy, uma jovem espontânea e aventureira, e Alex, um homem metódico e apegado à rotina. Apesar das personalidades contrastantes, eles são melhores amigos há uma década, mantendo a tradição de passar as férias de verão juntos todos os anos, mesmo morando em cidades diferentes. Contudo, a delicada dinâmica dessa amizade é posta à prova quando ambos começam a questionar o que todos ao seu redor já perceberam: seriam eles, na verdade, o par romântico ideal?
O elenco do filme ainda inclui nomes como Sarah Catherine Hook, Lucien Laviscount, Miles Heizer, Jameela Jamil, Tommy Do, Lukas Gage, Alice Lee, Molly Shannon e Alan Ruck.
O Adult Swim divulgou um novo teaser oficial de ‘Presidente Curtis’ (‘President Curtis’, no original em inglês), série derivada da aclamada animação adulta ‘Rick e Morty’.
O spin-off tem estreia prevista para julho deste ano, ainda sem dia confirmado.
Confira:
Além de Keith David retornando ao papel titular, a produção ainda contará com as vozes de Stephanie Beatriz (‘Brooklyn Nine-Nine’) e Jim Rash (‘Community’).
“Sempre foi muito divertido interpretar o Presidente Curtis”. declarou David. “Poder explorar melhor este universo neste derivado é como um sonho. Mal posso esperar para que os fãs possam conferir o caos que o presidente causa quando o Rick não está por perto para roubar os holofotes.”
A trama seguirá o presidente e sua equipe excêntrica enquanto tentam lidar com o tipo de crise que o Rick Sanchez nunca se importou – desde diplomacia interdimensional até investigação paranormal e fenômenos inexplicáveis.
Vale lembrar que a série original está disponível na HBO Max.
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