Produzido pela Netflix, o especial ‘Power Rangers: Agora e Sempre‘ vai celebrar os 30 anos de estreia da série original com uma reunião que vai contar com o retorno de alguns membros do elenco.
O especial já havia sido filmado antes da morte de Frank, intérprete de Tommy Oliver, e ele revelou em entrevistas que não estava envolvido em nada do que estava acontecendo com a franquia.
Ainda assim, Tommy parece fazer parte deste episódio, já que o Ranger Verde é visto na filmagem.
Quanto à Trini, seu legado também parece ser uma grande parte do especial, já que sua filha Minh fará sua primeira aparição e provavelmente é quem está no traje da Ranger Amarela (a menos que seja um flashback).
Esperançosamente, é possível que o especial inclua uma homenagem à Frank e Trang através de cenas arquivo… Mas, de qualquer forma, é reconfortante para os fãs saber que o episódio seja dedicado a eles.
A trama acontece no meio de uma crise global, quando os Rangers são chamados para mais uma vez serem os heróis que o mundo precisa. Inspirado pelo lendário mantra ‘uma vez Ranger, sempre Ranger’, ‘Agora e Sempre‘ reforça a todos que, quando você se torna um ranger, você é sempre parte da família.
Abaixo você confere o teaser e as imagens de divulgação desse aguardado encontro:
Power Rangers: Agora e Sempre é meu novo especial para comemorar os 30 anos da franquia que marcou gerações. Com David Yost, Walter E. Jones e Barbara Goodson, estreia dia 19 de abril. pic.twitter.com/SEpipHIXlP
No fim do ano passado, a Disney+ revelou o traje usado pelo Demolidor em um teaser de ‘Eco’, série derivada de ‘Gavião Arqueiro’ que traz Alaqua Cox como a personagem titular.
A prévia traz um rápido vislumbre do herói, e muitos pensaram que ele vestia o mesmo traje vermelho de sua série cancelada pela Netflix.
No entanto, em entrevista para o Comic Book, o produtor Richie Palmer disse que, apesar de haver uma certa semelhança, o figurino é totalmente novo, sendo uma variação daquele que vimos na série da Netflix.
“Fizemos uma nova versão do traje usado por ele na Netflix. Foi projetado originalmente por Ryan Minorbing, o nosso chefe de desenvolvimento visual por uma década na Marvel Studios.”
Ele continuou:
“Nossa ideia era fazer um pouco distante daquele visual porque precisávamos da nossa própria identidade. Então Ryan fez alguns ajustes. Não posso entrar muito em detalhes sobre o traje, mas é incrível. Ryan fez um trabalho incrível. É um pouco mais próximo do traje da série visto em ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’, mas com ais tons em vermelho. Foi a nossa maneira de tentar trazer o Demolidor clássico para a série.”
Lembrando que todos os episódios serão lançados na plataforma de streaming em 10 de janeiro.
Confira:
De acordo com o Deadline, a aguardada série será lançada sob um novo selo na Marvel Studios.
As informações indicam que a produção fará parte de uma subcategoria chamada Marvel Spotlight, que conta com uma introdução inédita composta pelo vencedor do Oscar Michael Giacchino. A marca apostará fichas em narrativas solo, ou seja, que não estejam totalmente conectadas com a cronologia do Universo Cinemático Marvel.
Essas séries não terão importância na continuidade do MCU.
O nome da subcategoria vem de uma antologia de quadrinhos introduzida na Marvel em 1971, que trouxe personagens novos que não participariam de números seriados e que não precisariam de um comprometimento total por parte dos leitores.
Além de Alaqua Cox, a série também conta com Charlie Cox, reprisando seu papel de Demolidor, e Vincent D’Onofrio de volta como Rei do Crime.
Massacre da Serra Elétrica original é extremamente vital para o terror. Já suas sequências não.
A partir dos anos 70, Hollywood passou por diversas modificações no seu modo de produzir filmes que, consciente ou não, também refletiam as ansiedades sociais que o país vivia no período. Inevitavelmente o terror foi um dos gêneros mais influenciados ao longo do momento criativo, impulsionado sobretudo pela nova geração de cineastas que ganhava cada vez mais oportunidade.
Em 1974 o diretor iniciante, Tobe Hooper, cujo trabalho anterior havia sido um terror independente intitulado Eggshells, financiou uma nova empreitada. Com o nome de Massacre da Serra Elétrica (no qual a inspiração veio após Hooper imaginar como uma motoserra poderia acelerar sua espera em uma fila de loja) o diretor entregou não só um protótipo do que seria o subgenero slasher no final da década mas também uma obra consciente de seu tempo.
Sendo Hooper originário do movimento hippie, muito de seu processo criativo acabava por dialogar com as ideias dos manifestantes; foi assim com Eggshells, que pôs no centro da história uma comunidade hippie, e não foi diferente com Massacre. Não à toa o grupo de jovens protagonistas possuem maneirismo que dialogam com o mencionado estilo de vida.
“Eggshells” foi a estreia de Hooper no cinema
Apesar dos problemas que permearam a produção, muitos advindos da natureza apressado com o projeto foi realizado devido ao baixo orçamento disponível, nasceu algo verdadeiramente impactante para a época. O efeito granulado da fotografia garantiu ao filme um ar caseiro, deixando fácil para o espectador da época criar uma identificação com um produto de home video.
A violência apresentada e a forma com que ela era conduzida também foram um diferencial; Hooper deu uma atenção para o sujo ambiente da casa dos Sawyers de modo que apenas a visão do mesmo transmitia a ideia de que aquelas pessoas eram adeptas do canibalismo, bem como do provável cheiro predominante de morte dentro da casa.
O sucesso de Massacre da Serra Elétrica não foi instantâneo, muitas das críticas se apegaram ao choque das cenas de violência e o filme em si teve sua divulgação bastante combalida ao ser proibido em diversos países. Entretanto, quando comparado ao baixo valor investido no orçamento a bilheteria mais do que pagou a quantia original.
A violência em “Massacre” era brutal até para os padrões de um público pós “O Exorcista”
A sequência não viria até 1986, quando Tobe Hooperretorna para o universo criado por ele mesmo doze anos antes; sem levantar polêmicas mais uma vez. A grande questão é que, dessa vez, as discussões nada tiveram a ver com a violência do longa mas sim com sua abordagem. Massacre da Serra Elétrica 2 confere atenção especial para a comédia, muito mais do que o clássico de 1974 sequer considerou, a ponto de ter muito do elemento de horror diluído.
Essa foi queixa considerável e válida, pois a mesma tendência para o humor enfraqueceu um elemento importante do exemplar anterior, como a ameaça silenciosa imposta pelo assassino Leatherface, ao torná-lo um capanga forte, de baixa inteligência e submisso a seu novo “irmão” Chop Top. É evidente que Hooper não tenta desenvolver melhor os personagens apresentados anteriormente tanto como pretende, propositalmente, apresentar uma visão totalmente oposta à expectativa do público.
A duas sequências seguintes, de 1990 e 1994, tentaram em vão se aproximar mais da premissa original sem, no entanto, conseguir abandonar completamente a herança deixada pelo segundo filme. A altura dos anos 90 os filmes slasher, consciente ou não, reaproveitavam muitos elementos que se popularizaram nos anos 80, principalmente a tendência ao espetáculo; de não se preocupar em criar um ambiente assustadoramente possível mas sim elaborar formas criativas com que o vilão pode matar suas vítimas.
Definitivamente a sequência não era o que os fãs esperavam
Somente em 2003 que um reboot da série foi posto em prática, tendo no cineasta Michael Bay a figura de produtor. Ao contrário das versões anteriores, a nova abordagem reiniciou a franquia, resgatando a mesma trama de uma grupo de amigos que se perde no Texas e passam a ser perseguidos pela família Sawyer.
O design de produção também optou por abraçar o mesmo aspecto de sujeira e morte que tanto marcara o longa de 1974, utilizando até mesmo uma escolha de iluminação mais amarelada em várias situações para realçar o aspecto doentio de toda a trama.
Esse foi também o pontapé inicial para a franquia seguir por um novo rumo, indo muito pela esteira da revitalização de marcas famosas do terror nos anos 2000 (como Sexta Feira 13e Halloween) que não hesitavam em dosar as cenas violentas, ainda que nem sempre elas servissem à um propósito narrativo.
Inevitavelmente, como ocorreu com as outras propriedades mencionadas, o interesse do público por essas abordagens foi diminuindo até um nível em que a saga foi posta na “geladeira”. Foi somente após a segunda revitalização de Halloween em 2018, pelas mãos de David Gordon Green, no qual a franquia tomou como base apenas a obra original, que voltou-se o interesse para uma nova tratativa à Massacre.
Com data de lançamento inicial previsto para 18 de fevereiro, o projeto da Netflix seguirá fielmente a receita apresentada pela produção da Blumhouse em 2018 e isto fica claro pelo retorno confirmado de Olwen Fouéré, a atriz que deu vida à final girl Sally Hardesty em 74.
Os fãs da franquia ‘The Walking Dead‘ aguardam ansiosamente a estreia da série derivada centrada em Daryl Dixon, interpretado por Norman Reedus, e o showrunner da série, Greg Nicotero, prometeu que a nova produção capturará a essência original que tornou a série original tão icônica.
A produção seguirá as aventuras de Daryl Dixon em uma França apocalíptica, e Nicotero revelou em uma entrevista ao site Polygon que a abordagem da equipe criativa será semelhante à da primeira temporada da série original.
“Foi realmente como começar tudo de novo e fazer o que Frank Darabont e eu fizemos no primeiro ano de TWD”, disse Nicotero. “Acho que realmente foi mais importante Daryl de volta às raízes do que tornou as primeiras temporadas da série original tão boas. O que as manteve como histórias singulares foi Rick procurando sua família. [Então], voltamos por este caminho.”
A produção estreará oficialmente no dia 10 de setembro.
Daryl desembarca na França e luta para entender como chegou lá e por quê. A série acompanha sua jornada por uma França quebrada, mas resiliente, enquanto ele espera encontrar um caminho de volta para casa. Enquanto faz a jornada, porém, as conexões que forma ao longo do caminho complicam seu plano final.
Em meio ao sucesso estrondoso de ‘The Walking Dead’, uma das séries mais aclamadas do gênero zumbi, o criador da franquia, Robert Kirkman, recentemente reconheceu um dos maiores buracos na trama: a falta de foco nas necessidades básicas dos personagens em um cenário pós-apocalíptico.
Segundo o Screen Rant, Kirkman foi questionado sobre como os personagens se alimentavam e mantinham a higiene em um mundo devastado, onde a maioria dos recursos básicos se tornaram escassos.
Ao qual Robert Kirkman respondeu: “Admito que provavelmente deveria abordar isso, mas passamos muito tempo sem mencionar de onde estavam conseguindo papel higiênico ou mesmo se estavam usando”.
Lembrando que em uma página da edição #79 de ‘The Walking Dead Deluxe‘ (via Screen Rant), Kirkman aproveitou para responder a um fã que o questionou sobre quais filmes de zumbis ele indicaria como essenciais para quem está se aprofundando neste universo.
Para quem não sabe, as edições deluxe dos quadrinhos são republicações das versões originais, mas agora coloridas e com diversos extras utilizados por Kirkman e pela equipe de quadrinistas para se aproximarem do público, respondendo também algumas cartas na contracapa dos volumes.
Entre os filmes citados por Kirkman estão ‘Zumbi 2 – A Volta dos Mortos‘, dirigido por Lucio Fulci em 1979, ‘Stacy’, deNaoyuki Tomomatsu (2001) e ‘Canibais’, de Michael e Peter Spierig (2003).
Cada título mencionado corresponde aos principais elementos da narrativa de apocalipse zumbi, como o mistério por trás da origem do surto de zumbis, grupos de sobrevivência e a luta entre eles por recursos para se manterem vivos, assim como ‘The Walking Dead‘.
Por outro lado, cada filme explora uma mitologia própria, incorporando novos elementos ao gênero, até mesmo a introdução de alienígenas na guerra contra os mortos-vivos, como no caso de ‘Canibais‘.
Já em ‘Stacy’, o vírus zumbi afeta apenas adolescentes do sexo feminino.
Ao longo da carta, Kirkman explica cada ponto positivo e negativo que o influenciou até a criação de ‘The Walking Dead‘, concluindo que sempre há espaço para a explorar gêneros considerados saturados, desde que haja inovações na trama.
Lembrando que a primeira temporada de ‘The Walking Dead: Dead City‘, série derivada estrelada por Lauren Cohen e Jeffrey Dean Morgan, já está disponível no catálogo brasileiro do Prime Video.
Na trama, anos se passaram desde a última vez que vimos Maggie e Negan, e agora eles terão que formar uma aliança tênue para completar uma missão perigosa. Eles vão à ilha de Manhattan, que desenvolveu as ameaças únicas ao se manter isolada desde o início do apocalipse dos caminhantes.
Na cidade, Maggie e Negan encontram moradores de Nova York, fogem de um delegado com passado conturbado e caçam um famoso assassino. Mas à medida que a dupla se aprofunda na cidade infestada de zumbis, torna-se evidente que os traumas de seu passado tumultuado podem ser uma ameaça tão grande quanto os perigos do presente.
Apesar da dúvida de alguns fãs sobre a qualidade da produção, a trama está conquistando até mesmo aqueles que estavam saturados do universo criado por Robert Kirkman.
Entre os comentários, os internautas elogiaram a conexão entre os personagens e o poder da trama em renovar o desejo por novos episódios da franquia.
Confira as reações:
Gostei de Dead City, mas pensei q seria uma temporada pra dar desfecho aos dois, como era dito quando The Walking Dead terminou sem fazer isso, que teriam spin-offs pra isso. Preferia que acabasse logo, dito isso, apresentaram bons personagens e ótimo cenário novo, pode dar liga. pic.twitter.com/dXuAzcwvM5
The Walking Dead – Dead City, está longe, mas muito longe de ser o que The Walking um dia já foi, mas a atmosfera é muito foda ainda. NEgan e Meggie criando conexão, confiança, etc.. Fooooda demais
E o NEgan é o MELHOR anti-herói de todas as séries e foda-se quem pensa diferente
— Putinha do Léo Jardim ☭ ◤✠◢ (@Sa_Matheus_sa) April 13, 2024
‘Deadpool & Wolverine’, um sucesso estrondoso da Marvel, arrecadou impressionantes US$ 1,33 bilhão mundialmente. Com o êxito do filme, Ryan Reynolds comentou sobre o futuro do personagem no MCU.
Em entrevista ao IndieWire, Reynolds falou sobre o processo criativo por trás da produção:
“Eu devo ter sugerido para o Kevin umas doze, talvez 16, ideias de filmes do Deadpool. Um deles seria um Deadpool no estilo Sundance, algo como uma viagem de estrada com a Margo Martindale, filmado com baixo orçamento, sem efeitos especiais, apenas com o personagem”, explicou Reynolds. “Eu sugeri ‘Deadpool Está Caçando’, onde o caçador que matou a mãe do Bambi encontra o Bambi, eles se apaixonam e se tornam algo como Butch e Sundance. E claro, me disseram que não mexemos no Bambi da Disney, e com razão”.
Em outro momento da entrevista, o ator compartilhou uma atualização sobre os planos futuros para Wade Wilson no MCU:
“Posso dizer que ‘Deadpool’ funciona melhor com escassez e surpresa. Então, o personagem é mais eficaz como coadjuvante do que como protagonista central. E digo isso porque Deadpool brilha quando você tira tudo dele. Para fazer isso, você precisa centralizá-lo, o que já fizemos. Não posso continuar tirando tudo dele. No futuro, adoraria ter uma ideia para um elenco em que Deadpool não seja o foco principal, mas esteja acompanhado de Wolverine e outras combinações interessantes. Sempre acho que o mais simples é o melhor. Diga pouco. Estabeleça claramente os desafios logo de cara, sem muita trama. E então, estamos indo para algo como ‘Meu Jantar com André’ misturado com ‘X-Men’. Não, estou brincando”, concluiu.
‘Deadpool & Wolverine’ teve uma ótima recepção, conquistando 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, enquanto a aprovação do público é ainda maior, batendo os 94%.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
O astro brasileiro Wagner Moura continua a consolidar sua presença em produções audiovisuais internacionais. Após ser apontado como um dos principais candidatos a uma indicação ao Oscar, a revista Variety agora aposta que o ator também concorrerá ao Emmy.
A publicação acredita que Moura será indicado na categoria de ator coadjuvante em minissérie ou filme de TV por seu trabalho em ‘Ladrões de Drogas’, da Apple TV+. Na produção, Moura faz dupla com o ator americano Brian Tyree Henry, interpretando amigos que se fazem passar por agentes federais para roubar traficantes amadores.
Além de Moura, outros nomes apontados como fortes candidatos ao Emmy 2025 incluem Javier Bardem, por ‘Monstros – Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais’, e Owen Cooper, revelação da série ‘Adolescência’, ambos da Netflix.
Vale ressaltar que a lista oficial de indicados ao Emmy será divulgada na próxima terça-feira, 15 de julho.
Dois amigos de longa data na Filadélfia se apresentam como agentes da DEA para roubar traficantes de drogas de pequeno porte. É um golpe perfeito—até eles escolherem a vítima errada e se tornarem alvos de um grande grupo de traficantes.
O desfecho épico de ‘Stranger Things’ já está disponível na Netflix e, agora, o diretor Shawn Levy relembrou com carinho seu último dia no set de filmagens do fenômeno da plataforma.
Durante uma entrevista à Variety, Levy falou sobre os momentos mais marcantes da despedida.
“Como para todo mundo, o último dia foi extremamente emocionante. Os dois momentos que eu nunca vou esquecer foram a leitura final do último episódio, algo muito pequeno e íntimo. Estavam ali apenas o elenco e talvez meia dúzia de outras pessoas autorizadas a entrar naquela sala. Tive a sorte de ser um deles, por ter caminhado ao lado da série por uma década. Ver aqueles atores, especialmente os mais jovens, se emocionarem daquela forma durante a leitura foi algo muito bonito. Nunca vou esquecer isso”, afirmou.
O diretor também contou como se despediu silenciosamente de um dos cenários mais icônicos da série.
“Depois, no meu último dia de verdade, fui ao porão da casa dos Wheeler, que estava completamente vazio. Ninguém estava gravando ali. Sentei naquelas escadas, naquele sofá, e me deixei mergulhar em dez anos de memórias, dez anos de desafios e, acima de tudo, dez anos do privilégio de fazer parte dessa série como produtor executivo e diretor frequente. Isso me mudou para sempre. Fiquei ali, no silêncio daquele porão icônico, me sentindo profundamente grato”, concluiu.
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
‘X-Men ’97’ divulgou o mais novo teaser da 2ª temporada, que promete levar os mutantes a uma nova e icônica aventura envolvendo viagens no tempo. A prévia mostra os heróis reunidos mais uma vez em intensas batalhas, destacando a clássica dinâmica da equipe em ação.
Além de muita ação, o teaser antecipa novos desafios que colocarão os X-Men diante de diferentes épocas, expandindo ainda mais a mitologia da série.
A 2ª temporada estreará no dia 1º de julho na plataforma do Disney+.
Check out this exclusive clip from #XMen97: Season 2.
Os novos capítulos acompanham a equipe dos X-Men dispersa, enquanto tentam se reunir após o final da primeira temporada. Os heróis mutantes estão separados no tempo — alguns no futuro, outros no Egito Antigo, onde encontram um jovem Apocalipse — o que os força a navegar por diferentes eras para retornar aos anos 90 e deter o antigo vilão.
A nova temporada contará com 9 episódios.
Cal Dodd, Lenore Zann, George Buza, Catherine Disher, Chris Potter, Alison Sealy-Smith, Adrian Hough e outros estão no elenco de dublagem.
Outra série muito querida pelos fãs foi sumariamente cancelada hoje pela Netflix. Trata-se de ‘Outra Vida‘, série sci-fi estrelada por Katee Sackhoff, após duas temporadas.
A estrela e produtora Sackhoff compartilhou a notícia com os fãs nas redes sociais na tarde desta segunda-feira (21). Não foi divulgada a razão pelo cancelamento, mas confirmou que não teríamos mais novas temporadas de ‘Another Life‘ (no original).
Confira o post da atriz:
I’d like to thank everyone single person who watched & supported Another Life on @netflix To our crew & cast thank you for always working so hard & being prepared. I wish we could do more seasons but sadly it’s just not in the cards 🚀 See you on the next adventure ❤️ Love Niko
“Gostaria de agradecer a todas as pessoas que assistiram e apoiaram ‘Outra Vida’ na Netflix. Para nossa equipe e elenco, obrigado por sempre trabalhar tão duro. Eu gostaria que pudéssemos fazer mais temporadas, porém, infelizmente, não estamos nos planos futuros do estúdio. Vejo vocês na próxima aventura.”
‘Outra Vida‘ conta a história de um astronauta chamado Niko (Sackhoff) que lidera uma expedição em busca de um artefato alienígena. A série estreou em 2019, com a segunda temporada chegando em outubro de 2021. Foram 20 episódios da série no total, todos transmitidos na Netflix.
De acordo com o site CBR, o novo longa estrelado por Aaron Taylor-Johnson foi muito bem recebido em suas exibições teste, com destaque para a atuação do astro de ‘Tenet‘ (2020) como o vilão do universo ‘Homem-Aranha‘, veja só.
Quem viu o longa teria dito que o filme é “conciso”, indicando uma aventura contida e com qualidades. Outros detalhes da história não foram revelados sobre essa nova aventura.
O filme que deve sair em 2022 e compartilhar cronologia com ‘Venom‘ (2018) e ‘Morbius‘ (2022), vai trazer uma nova perspectiva para esse universo.
Kraven é um obsessivo caçador que foi introduzido como um vilão do Homem-Aranha em The Amazing Spider-Man #15, publicado em 1964. Nos quadrinhos, Kravinoff começou sua carreira usando as ferramentas típicas do caçador, mas com o tempo ele desenvolveu uma preferência para derrubar animais grandes com as próprias mãos.
Lembrando que o longa tem estreia marcada para janeiro de 2023.
Kraven, o Caçador é Sergei Kravinoff, um caçador obsessivo que foi apresentado como um vilão do Homem-Aranha em O Espetacular Homem-Aranha #15 (1964). Segundo o Fandom, Kravinoff começou sua carreira como um caçador típico, mas com o tempo desenvolveu uma preferência por abater animais de grande porte com as próprias mãos. Depois de conhecer um feiticeiro voodoo conhecido como Calypso, Kravinoff tomou uma poção de ervas que aumentou seus poderes físicos, dando-lhe força, velocidade e sentidos para combinar com um gato da selva. A poção também estendeu sua vida, mantendo sua saúde e vitalidade nos próximos anos.
J.C. Chandor (‘Operação Fronteira’) será responsável pela direção.
Inspirado no trabalho dos pintores viajantes do século XIX, o filme de Ricardo Naunberg conta a saga de dois garotos no Rio de 1808. José Trazimundo (Ícaro Silva) é um brasileiro mestiço, filho de uma escrava negra e de um artista europeu que não chegou a conhecer. Luis Bernardo (Miguel Thiré) é um jovem português, filho de um duque que chega ao país na comitiva do Rei de Portugal. O destino dos dois se cruza durante os 13 anos de permanência da Corte Portuguesa no Brasil. O “Inventor de sonhos” é uma história que revela as relações conturbadas entre europeus e brasileiros no período em que Colônia e Metrópole se fundiam na mesma cidade. Sheron Menezes, Stênio Garcia, Luis Carlos Vasconcelos, Ricardo Blat compõem o elenco que retrata esse período de formação da identidade brasileira.
O filme é baseado no livro ‘Seven Deadly Sins: My Pursuit of Lance Armstrong’, de David Walsh. A obra acompanha a jornada do jornalista para expor Lance Armstrong como usuário de substâncias proibidas para melhorar sua performance física.
Entre 1999 e 2005, Armstrong venceu a competição Tour de France sete vezes consecutivas, um recorde na época. No entanto, exames da Agência Anti-Doping dos EUA denunciaram o uso de doping. Ele foi banido por toda a vida da corrida e perdeu os sete títulos.
O elenco ainda conta com Lee Pace (‘O Hobbit: Uma Jornada Inesperada’), Chris O’Dowd (‘Missão Madrinha de Casamento’), Guillaume Canet (‘Os Infiéis’), Dustin Hoffman (‘Rain Man’) e Jesse Plemons (‘Battleship: A Batalha dos Mares’).
O filme é roteirizado por John Hodge (‘Trainspotting’, ‘Em Transe’).
A vida de Lance Armstrong também inspira um filme inédito que terá Jay Roach (‘Os Candidatos’) como diretor e o documentário ‘The Armstrong Lie’.
A 20th Century Fox divulgou um vídeo viral de ‘Independence Day: O Ressurgimento‘ (Independence Day: Resurgence), que traz várias informações sobre a ‘Guerra de 1996‘. Além de mostrar como a tecnologia alienígena foi usada para evoluir a nossa tecnologia, também vemos como as cidades foram recriadas e algumas cenas inéditas.
Nós sempre soubemos que eles voltariam. Depois de Independence Day redefinir o gênero de filmes de desastres, o próximo épico capítulo leva a uma catástrofe global em escala inimaginável. Usando a tecnologia alienígena recuperada, as nações da Terra têm colaborado em um programa de defesa imenso para proteger o planeta. Mas nada pode nos preparar para a força avançada e sem precedentes dos alienígenas. Somente a ingenuidade de alguns valentes homens e mulheres pode trazer nosso mundo de volta da beira da extinção.
O longa tem lançamento marcado para 24 de junho de 2016 nos EUA, exatamente 20 anos depois da estreia do primeiro filme. No Brasil, a sequência chega um dia antes: 23 de junho de 2016, uma quinta-feira.
Roland Emmerich, diretor do original, retoma a função no segundo filme.
Os veteranos Bill Pullman, Jeff Goldblum, Vivica A. Fox, Brent Spiner, Joey King e Judd Hirsch reprisam seus papeis originais, ao contrário de Will Smith, que não aceitou voltar após ter exigido um alto salário (especula-se US$ 60 milhões).
William Fichtner (Prison Break, As Tartarugas Ninja) será um general de alto escalão dos EUA, que deve ser expandido para as próximas duas sequências – sim, mais dois filmes estão sendo planejados.
Inicialmente, o plano do diretor Roland Emmerich e do produtor Dean Devlin era rodar de uma vez só duas sequências de ’Independence Day’, mas a Fox aprovou a produção de apenas uma continuação.
Se a Fox queria iniciar a nova temporada de ‘Os Simpsons‘ com criatividade, pode ficar certo que o canal conseguiu.
A empresa liberou em seu canal no YouTube um comercial em que Homer joga Pokémon GO em um zoológico, enquanto Lisa e Bart tentam chamar a atenção do pai.
Apesar da confiança da Fox em ’Os Simpsons’, a série vem sofrendo queda de audiência com o passar dos anos. Na temporada 2014-2015, tinha média de 7,3 milhões de telespectadores, audiência que baixou para média de 6,2 milhões na atual temporada.
A Fox renovou a animação para mais uma temporada, a 28ª, e o elenco principal já garantiu seu retorno em ambas – Dan Castellaneta (Homer Simpson), Julie Kavner (Marge Simpson), Nancy Cartwright (Bart Simpson), Yeardley Smith (Lisa Simpson) e Hank Azaria (Apu, Moe, Chefe Wiggum) assinaram contrato para mais dois anos.
Lançado em 1989 nos EUA, ‘Os Simpsons’ ganhou até agora 31 Emmys e foi indicado ao Oscar em 2012 pelo curta derivado ‘The Longest Daycare’.
Nesta comédia de ação, Kevin James é um pacato aspirante a escritor confundido com um assassino de aluguel quando seu romance fictício sobre um assassino internacional é publicado como se fosse uma história verídica. Após o sucesso do livro, ele é sequestrado, levado para fora do país e forçado a participar de um complô de assassinato.
Assista:
O elenco também inclui Andy Garcia (O Mensageiro) , Zulay Henao (Meet the Blacks), Maurice Compte (Narcos), Andrew Howard (Busca Implacável 3), Rob Riggle (Anjos da Lei), Kelen Coleman (The McCarthys), Leonard Earl Howze (Memphis Beat), Yul Vasquez (The Lottery) e Kim Coates (Sons of Anarchy).
Já pode marcar no aplicativo de séries ou no bloco de notas do celular…
Os episódios 13 e 14 de ‘The Flash‘ contarão com a presença mega especial do Gorila Grodd, um dos melhores vilões que já passaram pelo TV Show ao longo dessas três temporadas.
A novidade vem do produtor executivo Andrew Kreisberg. E outra, Andrew ainda disse que o primeiro episódio será ambientado em Gorila City, e o segundo na Terra-1.
Mas enquanto esses dois episódios não chegam, confira a prévia que marca o retorno ‘The Flash‘:
Em ‘Perfeita é a Mãe! 2’, Amy (Mila Kunis), Kiki (Kristen Bell) e Carla (Kathryn Hahn) lidam com o estresse familiar da época natalina e com as visitas de suas respectivas mães. Será que elas conseguirão jogar tudo para o alto novamente?
Em três semana, ‘It – A Coisa‘ já se tornou maior bilheteria de todos os tempos para um filme de terror nos EUA.
Em pouco menos de 15 dias em cartaz, a produção faturou US$ 228 milhões.
A quantia é menor do que os US$ 232,9 milhões de ‘O Exorcista‘, de 1974, mas pela projeção, ‘It – A Coisa‘ ultrapassará o clássico de hoje para amanhã.
Vale lembrar que o terror ultrapassou ‘Invocação do Mal 2‘ e se tornou a maior abertura da história para um filme de terror no Brasil! ‘Invocação do Mal 2‘ atraiu 997.629 mil espectadores em seu fim de semana de estreia, enquanto ‘IT – A Coisa‘ foi visto por 1.180.000 de pessoas.
‘A Coisa‘ mostra o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.
Porém, o diretor de 77 anos foi internado nesse final de semana após um acidente vascular cerebral e pode ser proibido de exibir seu filme noFestival de Cannes, que começou nesta terça-feira, 8.
Gilliam passa bem e está fora de perigo, mas está sofrendo uma ação civil que pede o cancelamento da exibição do filme em Cannes, processo criado pelo produtor português Paulo Branco – que afirma deter os direitos sobre a obra.
Há anos em gestação, Gilliam tentou tirar o longa do papel em 2000, com Jean Rochefort no papel de Quixote e Johnny Depp como Sancho Pança, mas o projeto não foi para a frente.
Na nova versão, Jonathan Pryce assume o papel que era de Rochefort e Adam Driver atua no lugar de Depp. Olga Kurylenko e Stellan Skarsgard completam o elenco.
Após ganhar dois trailers, ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ ganhou um divertido clipe com a cena do aeroporto, em que Peter diz para a policial da alfandega que o uniforme é seu pijama.
‘Uma Noite de Crime 5’ ganhou data de estreia nos cinemas nacionais: dia 9 de Julho de 2020, um dia antes da estreia norte-americana.
Além disso, o produtor Jason Blum revelou que a sequência pode trazer o icônico Sylvester Stallone na equipe.
O tweet revelou uma reunião entre Blum, Stallone e o criador da franquia James DeMonaco. É claro que nada foi confirmado e não se sabe se o ator irá interpretar um personagem ou servir como produtor executivo.
“Eu e esses dois brincalhões estamos prestes a nos encontrar com #slystallone. #jamesdemonaco estava tão paranoico sobre se atrasar que chegamos 20 minutos antes e não temos nada a fazer além de tweetar”, diz a legenda.
Everardo Gout, da série ‘Mars’, foi escolhido para comandar a produção.
Em entrevista ao EW, DeMonaco falou sobre o futuro da saga.
“A história que criei para o quinto filme é um ótimo jeito de terminar tudo. Nós queremos fazer um final com esse próximo [filme], e eu estou muito animado. Quando eu criei a ideia e contei para todos, eles ficaram empolgados, e eu acho que será um desfecho muito legal.”
Vale lembrar que, no final do terceiro filme, o expurgo foi banido e deu início a uma onda de revolta e violência, que provavelmente pode ser o gancho para a nova produção.
De acordo com o TVLine,Jon Bernthal (‘The Walking Dead’ e ‘O Justiceiro’) vai estrelar o reboot de ‘Gigolô Americano‘, que está sendo desenvolvido pelo canal Showtime.
A série, que recebeu apenas a encomenda de um piloto, está sendo descrita como uma “reimaginação atual” do filme de 1980.
A trama apresentará Julian 18 anos depois de ter sido preso por assassinato, lutando para se encontrar na indústria do sexo em Los Angeles. Em paralelo, ele procura quem armou sua prisão e espera se reconectar com Michelle, seu grande amor.
David Hollander será o roteirista, diretor e showrunner do projeto.
O longa original, estrelado por Richard Gere, acompanhava Julian Kaye, um gigolô para mulheres sofisticadas, ricas e entediadas, que se envolve com Michelle Stratton, uma cliente casada com um político. Enquanto está curtindo sua paixão, Julian é acusado do assassinato de outra cliente, mas devido à profissão que exerce torna-se vulnerável a pagar por um crime que não cometeu. Mesmo Michelle pagando excelentes advogados para defendê-lo, a situação de Julian é no mínimo delicada.
A Warner Bros. divulgou o logotipo oficial de ‘Those Who Wish Me Dead’ (‘Aqueles que me Querem Morto’, em tradução livre), que trará o grande retorno de Angelina Jolie aos filmes de ação.
Confira, com as primeiras imagens da atriz nos bastidores:
Baseado no romance de Michael Koryta, a história acompanha um menino de catorze anos que presencia um brutal homicídio e entra para um programa de proteção às testemunhas sob uma nova identidade. Enquanto isso, os assassinos partem em uma jornada para encontrá-lo, destruindo quem estiver em seu caminho.
A Netflix divulgou novidades sobre a pré-sequência de ‘Army of the Dead‘.
Com o título nacional ‘Exército de Ladrões: Invasão da Europa‘ (Army of Thieves), o filme será focado em Dieter – o divertido personagem interpretado por Matthias Schweighöfer.
A ação se passará antes dos eventos do filme de Zack Snyder, e a estreia acontece ainda no segundo semestre de 2021 – sem data definida.
“Army of Thieves será um filme muito divertido e muito legal. Terminamos e estou em pós-produção. Nathalie Emmanuel está fantástica naquele filme. E sim, será uma viagem e tanto. É tão engraçado. E você verá cenas nunca vistas antes. É muito divertido. Então, esperançosamente, todos nós podemos assistir a esse filme em breve. “, revelou Matthias Schweighöfer em entrevista ao ComicBook.
Confira as primeiras imagens:
O filme também ganhará uma pré-sequência em anime chamada ‘Army of the Dead: Lost Vegas‘, e uma sequência direta.
O diretor Zack Snyder disse que sabe para onde vai a história a partir daqui:
“Olha, se alguma vez houve o desejo de mais Army of the Dead, eu sei exatamente onde a história vai. Então, sim, estamos prontos para fazer a sequência”, disse Snyder ao Entertainment Tonight .
Após ser aclamado em diversos festivais pelo mundo, ‘Lamb‘, novo terror da produtora A24, chegou no Brasil direto pela plataforma de streaming MUBI.
Estrelado por Noomi Rapace, ‘LAMB‘ conta a história de um casal que acaba de perder a filha, María e Ingvar, e tem de lidar com um nascimento fora do comum em sua propriedade. Ada é uma criança especial, que eles decidem criar como filha deles. Mas, logo enfrentam as consequências de desafiar a vontade da natureza.
Para a crítica especializada, a produção estrelada por Noomi Rapace foi considerada uma experiência cinematográfica ousada e subversiva, conquistando 85% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Confira as principais críticas disponíveis no momento:
“Um filme que prova até que ponto a descrença pode ser suspensa, se você está nas mãos de um diretor, de um elenco e de um departamento de ficção científica/titeragem que realmente se compromete com a produção”. – Jessica Kiang, Variety
“A premissa de ‘Lamb’ é hilária em partes, mas Jóhannsson não está brincando”. – Eric Kohn, indieWire
“Lamb é uma experiência perturbadora, mas também uma abordagem altamente original da ansiedade de ser pai, uma história em que a natureza e a criação geram um pesadelo”. – David Rooney, Hollywood Reporter
“A maior parte do filme é forte o suficiente para satisfazer o público com um gosto por esquisitices do terror folk, mesmo que o final não seja tão vigoroso quanto se poderia imaginar”. – Wendy Ide, Screen International
“O filme então volta em sua jornada em direção à dor e tristeza inevitáveis, e todo o episódio do tio parece uma adição no meio do que poderia ter funcionado melhor como um curta-metragem”. – Elena Lazic, The Playlist
“Jóhannsson mostra grande domínio na atmosfera do filme e uma hipnótica economia narrativa que são ambos muito promissores”. – Zhuo-Ning Su, Awards Daily
A trama segue um casal sem filhos, María (Rapace) e Ingvar (Hilmir Snaer Gudnason), que mora em uma fazenda na Islândia. Na véspera de natal, eles encontram um recém-nascido que é metade humano e metade cordeiro. Querendo uma criança, o casal decide cuidar do híbrido como se fosse seu, independente das consequências. Essa perspectiva inesperada de uma nova família lhes traz muita alegria, antes de finalmente destruí-los.
“Um roteiro como esse é raro e eu senti que precisava participar,” afirmou Rapace em uma declaração oficial. “Eu nunca fiz algo assim antes e mal posso esperar para começar a filmar e voltar para a Islândia.”
A produção teve seus direitos adquiridos pela prestigiada A24, e deve ser lançada ainda em 2021.
‘Avatar: O Caminho da Água‘ conquistou mais uma impressionante marca nas bilheterias mundiais.
O filme ultrapassou ‘Titanic‘ e conquistou o posto de terceira maior bilheteria da história com um total global de US$ 2,20 bilhões. Foram US$ 642 milhões arrecadados nos EUA e US$ 1,54 bilhão no mercado internacional.
Também é uma grande vitória para o diretor James Cameron, que é o único cineasta a ter dirigido três filmes no TOP 5 das maiores bilheterias.
Confira o Top 6:
1 – Avatar – US$2,89 bilhões
2 – Vingadores: Ultimato – US$2,79 bilhões
4 – Avatar: O Caminho da Água – US$ 2,20 bilhões
3 – Titanic – US$ 2,19 bilhões
5 – Star Wars Ep. VII: O Despertar da Força – US$ 2,06 bilhões
6 – Vingadores: Guerra Infinita – US$ 2,04 bilhões
Assista nossa entrevista comZoe Saldana e Jon Landau:
Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.
Durante a conferência trimestral mais recente da Disney, Bob Iger, CEO da empresa, quebrou o silêncio sobre os fracassos de bilheteria nos lançamentos recentes do estúdio.
O executivo afirmou que leva a situação muito a sério, e se dedicará ainda mais nas futuras produções para garantir o melhor retorno financeiro e qualidade para os espectadores.
“Considerando a performance do nosso estúdio [nas bilheterias], temos que colocar algumas coisas em perspectiva. O estúdio teve um enorme sucesso na última década – talvez tenha sido o maior dentre todos os outros estúdios –, com diversos lançamentos bilionários. Dois deles relativamente recentes. Um em particular, ‘Avatar: O Caminho da Água’, e também tivemos uma forte performance com ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’, que arrecadou aproximadamente US$ 850 milhões mundialmente.”
Ele completa, “Dito isso, a performance de alguns dos nossos lançamentos recentes definitivamente tem sido decepcionante, e nós levamos isso muito a sério. Como todos podem esperar, estamos focados em melhorar a qualidade e a performance dos nossos futuros projetos. Eu estou trabalhando de perto com o estúdio nisso. Estou comprometido a dedicar mais tempo e atenção a esses projetos.”
Dentre os recentes fracassos de bilheteria do estúdio, inclui-se ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ (US$476M), ‘Indiana Jones e o Chamado do Destino‘ (US$369M) e ‘Mansão Mal-Assombrada‘ (US$61.5M).
Anteriormente, Iger havia expressado sua preocupação com as greves em Hollywood, considerando os desafios que a indústria do entretenimento ainda enfrenta devido à recuperação da pandemia de COVID-19.
“É muito perturbador para mim. Falamos sobre forças disruptivas neste negócio e todos os desafios que estamos enfrentando, a recuperação do COVID que está em andamento, não está completamente de volta. Esse é o pior momento do mundo para aumentar essa disrupção”, afirmou Iger.
“Nós entendemos o desejo de qualquer organização trabalhista de trabalhar em nome de seus membros para obter o máximo de remuneração e ser compensada de forma justa com base no valor que entregam. Conseguimos, como indústria, negociar um acordo muito bom com o sindicato de diretores, que reflete o valor de sua contribuição para esse grande negócio. Queríamos fazer a mesma coisa com os roteiristas, e gostaríamos de fazer a mesma coisa com os atores”, acrescentou.
“Há um nível de expectativa que eles têm, que não é realista. E estão somando ao conjunto de desafios que esse negócio já enfrenta. Francamente, é muito disruptivo”, concluiu o CEO.
Bob Iger recentemente estendeu seu contrato na Walt Disney Studios até 2026. Como parte de seu acordo, ele recebe um salário mensal de US$ 1 milhão, além de um “prêmio anual” de US$ 25 milhões e outras bonificações.
O Brasil é um dos países que mais possui pessoas que se identificam com a religião cristã e com o catolicismo. São mais de quinhentos anos desde a primeira chegada dessa religião nesse território, e a fé se mantém firme desde então.
E mais recentemente as histórias e exemplos oriundas dessa religião tem ganhado espaço na dramaturgia, seja na televisão aberta (com novelas inspiradas em passagens da Bíblia), seja nos cinemas, com histórias e personalidades da Bíblia ou de pessoas que tiveram suas vidas transformadas a partir do contato com a palavra de Deus.
Esse grande público foi ao cinemas em massa assistir ‘A Forja – O Poder da Transformação’, um drama evangélico que estreou em primeiro lugar nas bilheterias do Brasil.
A trama revela a história de Isaiaias, um jovem que, após concluir o ensino médio sem perspectivas, recebe apoio de sua mãe religiosa e de um empresário de sucesso, motivando-o a tomar melhores decisões para seu futuro
Se você gostou de ‘A Forja – O Poder da Transformação‘, provavelmente vai gostar do outro filme do diretor a Alex Kendrick, que também aborda uma bonita história lotada de religiosidade.
Seu outro filme se chama ‘Quarto de Guerra‘ (War Room) e está disponível na Netflix.
Na trama, Elizabeth (Priscilla Evans Shirer) e Tony (T.C. Stallings) formam um casal em crise de relacionamento. A filha pequena percebe que ambos estão à beira do divórcio, mas eles não conseguem chegar a um acordo. Um dia, Elizabeth conhece uma mulher idosa que lhe apresenta o poder da oração e, a partir deste momento, a jovem mãe decide depositar a sua fé nas preces divinas.
Diferentemente de ‘A Forja‘, ‘Quarto de Guerra‘ recebeu apenas 32% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
‘Invocação do Mal 4: Últimos Ritos’ teve uma estreia impressionante, arrecadando US$ 34,5 milhões nas exibições de sexta-feira e pré-estreias, conforme a Variety. Esse valor representa a maior arrecadação em um dia de estreia na história da franquia, superando os US$ 22 milhões de ‘A Freira’.
Com esse ritmo, o longa deve ultrapassar facilmente as projeções iniciais que apontavam para uma estreia de no máximo US$ 50 milhões
Com o novo filme nos cinemas, voltou a circular na internet um novo trecho das gravações da década de 70 referente à possessão de uma garota de 11 anos, em Londres, que inspirou ‘Invocação do Mal 2‘.
‘O Último Ritual’ não deve apenas ser a maior estreia doméstica de um filme de terror em 2025, mas também pode se tornar a sétima maior abertura do ano, com chances de superar até mesmo o desempenho de ‘Thunderbolts’ (US$ 74 milhões).
O fim de semana também marca mais um acerto para a Warner Bros., que acumula agora sete estreias consecutivas acima de US$ 40 milhões. Apesar das críticas medianas e de uma recepção morna do público, o CinemaScore atribuiu ao filme uma nota “B”, a mais baixa da série, o desempenho nas bilheteiras segue forte. Com um orçamento de US$ 55 milhões, o terror começa sua trajetória com excelente fôlego comercial.
O fim de semana também marca mais um acerto para a Warner Bros., que acumula agora sete estreias consecutivas acima de US$ 40 milhões. Com um orçamento de US$ 55 milhões, o terror começa sua trajetória com excelente fôlego comercial.
Se o ritmo se mantiver, ‘Invocação do Mal 4: Últimos Ritos’ deve ainda se tornar o quinto maior lançamento da história para o mês de setembro, ficando atrás apenas de:
‘It: A Coisa’ (US$ 123 milhões)
‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice’ (US$ 111 milhões)
‘It: Capítulo 2’ (US$ 91 milhões)
‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ (US$ 75,3 milhões)
O filme também deve assumir o posto de maior estreia de terror do ano, superando os US$ 51 milhões de ‘Premonição 6: Laços de Sangue’.
Vale lembrar que, inicialmente, as projeções apontavam para uma estreia em torno de US$ 40 milhões.
O terror psicológico é muito mais amplo do que imaginamos. É uma posição em qualquer tipo de situação onde a vítima é questionada sobre tudo o que fizer, deixando-a no limite, se sentindo presa, gerando um caótico universo de emoções que podem refletir durante toda uma vida. No mundo do cinema, várias histórias nos mostram paralelos com esse recorte. Assim, resolvemos criar uma lista com filmes bastante reflexivos sobre o tema, segue abaixo 10 filmes que abordam o terror psicológico:
Os Escolhidos
No suspense, somos apresentados a família Barret, os apaixonados Daniel (Josh Hamilton) e Lacey (Keri RusseIl) levam uma vida pacata numa cidadezinha do interior dos Estados Unidos. A paz e a calmaria terminam quando seu filho Jesse (Dakota Goyo) passa a agir de maneira esquisita. A partir daí, resolvem investigar e uma série de estranhos e misteriosos eventos passam a fazer parte de sua rotina.
A Queda
Na trama, conhecemos as amigas Becky (Grace Caroline Currey) e Hunter (Virginia Gardner), duas aventureiras que adoram praticar o alpinismo que em uma dessas aventuras acabam presenciando uma fatalidade com o namorado de uma delas. Um ano se passa e a dupla de amigas volta a se reunir, dessa vez para um novo desafio: subir até uma antena de transmissão que fica a mais de 600 metros do chão localizada em um deserto na Califórnia. Algo de inesperado acontece e as amigas precisarão se unirem ainda mais para buscar soluções nas alturas.
A Perfeição
Na trama, conhecemos Charlotte (Allison Williams), uma musicista brilhante que anos atrás teve que paralisar a carreira para cuidar da saúde de sua mãe. O tempo passa e ela reencontra seu mentor Anton (Steven Weber), seus professores, em uma apresentação da nova estrela da escola de música que fazia parte, Lizzie (Logan Browning). As duas de cara se entendem, sentem uma conexão forte e se aproximam bastante. Durante uma viagem, uma situação acontece fazendo com que imaginemos as razões das ações quando é apresentado ao público uma outra visão daquela mesma história.
Na trama, somos apresentados a arquiteta Cecília Kass (Elisabeth Moss), uma mulher que está em plena fuga de seu casamento obsessivo com Adrian (Oliver Jackson-Cohen) e busca refúgio em sua irmã Emily (Harriet Dyer) e na casa do amigo policial James (Aldis Hodge). Tudo ia indo bem até que após ser anunciado o suicídio de Adrian, Cecília passa a ser perturbada por situações inusitadas como se um homem invisível estivesse a perseguindo, fato que se mostra verdade quando descobrimos que seu ex-marido, um bilionário do ramo da tecnologia, vinha desenvolvendo um trajeto inovador que transformava a pessoa em um ser invisível. Lutando para provar seus argumentos, a protagonista embarca em uma perigosa jornada ruma novamente à liberdade.
Na trama, ambientada na década de 80, conhecemos Rory (Jude Law), um britânico que mora nos Estados Unidos junto da esposa Allison (Carrie Coon) e dos dois filhos do casal. Rory não está feliz e consegue um emprego na Inglaterra fazendo uma enorme mudança na vida de todos da família. Só que por lá, na terra da rainha, as coisas não saem conforme o planejado, o egoísmo e o ego do protagonista levam a abalos perceptíveis nos alicerces da família. Em meio a calorosas discussões e palavras fortes jogadas ao vento, a inconsequência toma as rédeas em ações descontroladas e distantes.
Ata-me
Na trama, conhecemos Ricky (Antonio Banderas) um jovem sedutor que passou grande parte do seu tempo em vida em instituições psiquiátricas. Quando enfim consegue a liberdade, não pensa duas vezes e vai atrás de sua atual obsessão, Marina (Victoria Abril) uma ex-atriz pornô que está atualmente rodando um longa-metragem. A perseguição começa e logo Ricky consegue prender Marina em seu próprio prédio buscando durante dias fazer com que ela o aceite como seu amado.
Na trama, conhecemos o publicitário Javier (Javier Gutiérrez), um homem que sempre teve bons empregos, morava em ótimos lugares que certo dia acaba perdendo todo esse status que conquistou após ser demitido e nunca mais conseguir um outro emprego muitas vezes por ser considerado velho demais para algumas empresas. Tendo que fazer uma nova engenharia financeira na sua vida, precisa vender o apartamento luxuoso que morava com a família. Só que os dias vão passando e Javier não consegue ficar longe do apartamento, inclusive invandindo-o várias vezes para saber mais detalhes da vida do novo morador, o vice-presidente de uma empresa de transportes Tomás (Mario Casas). Assim, começa uma obsessão que terá um destino trágico para alguns.
Obsessão Secreta
Na trama, que já começa a mil por hora, conhecemos uma jovem chamada Jennifer (Brenda Song) que está sendo perseguida por uma pessoa que não sabemos quem é. Após conseguir chegar ao hospital da pior maneira possível, acaba perdendo a memória. Acorda e é apresentada a seu marido Russell (Mike Vogel), que chega todo bondoso e com livros de fotos e com muitas referências de como era a vida deles juntos. Mas nem tudo é o que parece nessa história, paralelo aos descobrimentos da jovem, somos apresentados a Frank Page (Dennis Haysbert), um policial perto da aposentadoria e com traumas em seu passado que começa a desconfiar daquela situação.
Fuja
Na trama, conhecemos a jovem Chloe (Kiera Allen), uma estudante do último ano do high school mas que tem aulas em casa já que possui uma vida limitada, repleta de doenças. Quem cuida dela faz 17 anos é a sua mãe, a enigmática Diane (Sarah Paulson). Certo dia, algumas situações levam Chloe a descobertas aterrorizantes sobre as verdades que acontecem na sua casa.
Corra!
Na trama, conhecemos o jovem e apaixonado Chris (Daniel Kaluuya) que possui um relacionamento intenso com sua namorada Rose (Allison Williams) e adora fotografia. Certo dia, Rose convida Chris para conhecer sua família em uma cidade do interior. Chegando lá, é apresentado a família da namorada e coisas estranhas começam a chamar sua atenção e aos poucos o protagonista vai percebendo que nada é o que parece nessa família.
APERTEM OS CINTOS… O PILOTO SUMIU… MAS O TESÃO APARECEU
Os Amantes Passageiros é a nova comédia escrachada do cultuado cineasta espanhol, Pedro Almodóvar. Um dos mais prestigiados diretores da atualidade, o autoral Almodóvar tem o total processo criativo de suas obras, e sempre escreve o roteiro de seus filmes ao lado do irmão, Augustín (mesmo que extraoficialmente), o produtor de todos os seus filmes. Sem nunca ter filmado em Hollywood, ou sequer feito um filme falado em inglês, o cineasta possui um forte público nos Estados Unidos.
Diversos críticos por lá fazem questão de avaliar seus filmes, como fazem com diretores de renome, vide Woody Allen. Aliás, Allen é um cineasta a quem Almodóvar é deveras comparado. Seus projetos possuem, no entanto, um teor mais picante. Aqui, o diretor volta ao terreno das comédias escrachadas, que deixou de lado desde Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (1988), para se concentrar em obras mais densas e dramáticas.
Seja qual for o caminho escolhido por Almodóvar (já que suas produções cômicas possuem forte teor de dramaticidade, e seus dramas mais cruciais levam um teor irônico), ele conseguiu cativar uma verdadeira legião de seguidores. Sua volta ao terreno das comédias rasgadas agora acontece com a autoridade de um grande mestre em sua arte. O vencedor do Oscar, pelo roteiro de Fale com Ela, apresenta aqui uma espécie de Apertem os Cintos… O Piloto Sumiu com forte apelo sexual, e vibração de anos 1970.
Os filmes do diretor não possuem papas na língua, e Almodóvar deixa escapar mais uma vez seu grande lado libertino. A história começa com a participação de velhos colaboradores do cineasta, Antonio Banderas e Penélope Cruz, hoje atores de renome em Hollywood. A dupla vive León e Jessi respectivamente, e seu descuido na primeira cena do filme é o que desencadeia o possível destino trágico da tripulação do voo da companhia Peninsula, para a Cidade do México.
Somos jogados, meio que sem saber, numa crise aérea quando os pilotos e comissários de bordo tentam tranquilizar (a classe econômica literalmente) os passageiros do voo devido a um problema no trem de pouso. Problema esse que não permite que o avião faça a sua aterrissagem normal.
É durante esse momento extremo de aflição e luta por sobrevivência, que Pedro Almodóvar nos pede ao lado de seus passageiros, para relaxar e aproveitar 90 minutos de puro humor para maiores, em sua maioria, obviamente, fazendo uso de grande sexualidade. Três comissários homossexuais comandam o show, e para aliviar a tripulação da primeira classe distribuem bebidas alcoólicas com um “tempero” a mais. Logo todos estão numa literal viagem alucinada, talvez rumo aos últimos momentos de suas vidas. Os Amantes Passageirosé profano, insano, tarado, e acima de tudo hilário.
As situações criadas pelo diretor são bem exploradas e servem igualmente para definir seus personagens principais, e usá-los como motivo de risos. Temos elos com a trama fora da aeronave também, oferecidos através do personagem Ricardo Galán (Guillermo Toledo), um ator mulherengo que levou uma namorada à loucura, vivida por Paz Vega (Espanglês), e outra que está a caminho, papel da belíssima Blanca Suárez (A Pele que Habito).
O timing do diretor é perfeito, e sua trama fica no limite da caricatura, coisa que promete não ofender ou constranger os mais conservadores. Depois de ter ido ao “inferno” buscando inovar em seu chamado primeiro filme de terror, com A Pele que Habito, Almodóvar escolhe uma obra leve e divertida para conduzir, demonstrando que é um artista sem limites e que consegue navegar de forma extremamente eficiente por diversos gêneros, sempre aplicando sua marca.
Ao som de “I´m So Excited” (título do filme para os americanos) das Pointer Sisters, Os Amantes Passageiros é puro Almodóvar, renovado para toda uma outra geração. Assim fazem os grandes diretores, se adaptam aos novos tempos sem perder sua identidade.
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