Intitulado ‘Slaughterhouse Rulez‘, a produção também trará a mesma atmosfera caótica, com um tom humorístico bem peculiar, no estilo do ator.
E em uma entrevista ao Digital Trends, Pegg conferiu alguns detalhes sobre o que vem por ai.
Disse:
“Vai ser um filme bem divertido, uma espécie de comédia de terror. Eu acho que essa era a abordagem certa para eu e Nick Frost usarmos em nossa primeira colaboração com a Stolen Pictures. A trama será sobre uma escola privada no Reino Unido, que vende partes de seu terreno para uma empresa de fraturamento hidráulico. Ela acaba soltando um monstro subterrâneo que acaba aterrorizando a escola. É uma grande metáfora das privatizações que estão acontecendo no Reino Unido e é mesclada como um terror desleixado e ridículo. É bem o que amamos fazer”.
O remake ‘Cemitério Maldito‘ ganhou seu último e intenso trailer. Com muito suspense e tensão, o novo vídeo ainda reúne algumas das críticas feitas à produção.
O médico Louis Creed muda com a mulher e dois filhos pequenos para uma casa de campo em Ludlow, Maine. Em frente à casa passa uma rodovia movimentada e, atrás, há um cemitério de animais. Por meio do velho Crandall, seu vizinho, Creed descobre também perto dali um antigo cemitério indígena, que tem o poder de mandar de volta à vida os corpos enterrados nele. Quando sua filha Ellie morre atropelada, Creed resolve enterrá-la no cemitério indígena e esperar por sua ressurreição.
A nova série de super-heróis da emissora The CW, intitulada ‘Stargirl‘, estreia no mês de maio e seu episódio inaugural ganhou várias imagens.
Confira:
Lembrando que a atração estreia em 19 de maio na CW, e um dia antes no catálogo da DC Universe.
A série contará a história de Courtney Whitmore, uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.
Amy Smart interpretará a mãe da heroína homônima, Barbara. Na trama, ela fará o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).
O ano de 2011 entrou para a história do mundo do entretenimento por ter tido uma mais polêmicas edições do Oscar, graças à estranha e caótica performance dos atores Anne Hathaway e James Franco – apresentadores da premiação.
Com o objetivo de cativar o público mais jovem, a dupla de populares atores subiu ao palco do Dolby Theater para protagonizar o que seria uma das premiações mais peculiares e desconfortáveis do cinema. Enquanto Franco se mostrava apático, desajustado e desconfortável – sem saber muito como proceder -, Hathaway assustou a todos por seu estilo exageradamente animado e alegre, que lhe renderam comparações a uma líder de torcida.
Já o ator que também era um dos grandes indicados o Oscar por sua performance na aclamada cinebiografia ‘127 Horas‘, chegou a ser acusado de estar sob o efeito de drogas – em virtude do seu comportamento.
E 10 anos desde a famigerada premiação a verdade do que de fato aconteceu veio à tona. Em uma recente entrevista ao portal Ringer, os roteiristas da edição de 2011 do Oscar revelaram detalhes e salientaram que o evento já estava fadados ao fracasso antes mesmo do grande dia:
“Foi tipo o encontro às cegas mais desconfortável do mundo, entre o garoto roqueiro e drogado e a adorável líder de torcida do acampamento de teatro”, disse David Wild, um dos roteiristas daquele ano sobre o monólogo de Franco e Hathaway.
Durante os meses de preparação, “Anne se colocou à disposição“, disse Jordan Rubin, outro roteirista da premiação. “Fui até a casa dela e trabalhei no roteiro e ela estava em uma série de vídeo conferências, além de estar respondendo e-mails. E mesmo assim, ela foi uma grande colaboradora”.
Já Franco, estava filmando um filme enquanto também estava mergulhado em seus estudos (ou ele estava ensinando ou tendo aulas em três faculdades diferentes, incluindo Yale).
“Ele sempre parecia estar em um vôo e foi muito difícil para poder falar com ele”, disse Rubin. “Isso já foi uma bandeira vermelha”.
E uma vez que a dupla começou a trabalhar junta, ficou óbvio que eles tinham personalidades completamente diferentes. Segundo os roteiristas, os dois não conseguiam se conectar e desenvolver uma química atraente durante o processo de preparação e ensaios, o que afetou diretamente na apresentação do Oscar, resultando em uma estranha noite, que entrou para a história da indústria.
‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo‘ já está em exibição nos cinemas e menos de duas semana, já conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.
Estreando com sólidos US$ 45.2 milhões nos EUA, ‘Apocalipse de Gelo‘ superou o lançamento do antecessor ‘Ghostbusters – Mais Além‘, que em 2021 faturou US$ 44 milhões em seu primeiro final de semana nos Estados Unidos.
Mas será que a nova sequência vale a pena? Dividindo opiniões, o longa abriu com apenas 44% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoes, enquanto conquistou 83% da validação do público.
Em 2024, a jornada retomada por Jason Reitman apresenta um novo capítulo pelas mãos de Gil Kenan – onde passado e presente formam um amálgama colorido e divertido que anuncia o futuro da saga dos Caça-Fantasmas para uma outra geração.
E ainda que Ghostbusters: Apocalipse de Gelo se apegue à memorabília oitentista que fez do longa de 1984 o marco cinematográfico que até hoje é, a verdade é que Kenan visa conduzí-la de maneira um pouco mais independente, ainda que não saiba muito bem como fazê-lo. Mantendo a conexão entre passado e presente bem viva, a produção se compromete a reverenciar os originais, mas tenta consolidar seu próprio humor, seu próprio ritmo narrativo e até mesmo sua própria carga dramática – o que pode ser um pouco confuso para os mais nostálgicos.
Infelizmente, a produção dividiu a opinião dos críticos. No Rotten Tomatoes, o longa alcançou somente 43% de aprovação com base em 216 publicações até o momento. A encargo de comparação, o filme anterior conquistou 64% de avaliações positivas.
Confira os principais comentários:
“A mistura desajeitada de nostalgia, sustos, cenários, sinceridade e piadas nunca se concretiza, levando à conclusão de que talvez seja a hora da Sony desistir desse fantasma em particular” – Screen International.
“Tudo no filme é cru e preguiçoso, e podemos esperar que esta franquia seja congelada por muito tempo” – Little White Lies.
“‘Apocalipse de Gelo’ é uma melhoria notável em relação a ‘Mais Além’ – engraçado, bobo e um pouco assustador, com seus bolsos cheios de bugigangas feitas à mão e excursões ocasionais ao reino da pseudo-mitologia e da parapsicologia” – Independent (UK).
“‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo’ corre sobre gelo fino, sobrecarregado com ideias díspares e sem inspiração” – IGN Movies.
“‘Apocalipse de Gelo’ é arrastado por sua obsessão pelo passado” – Cleveland Plain Dealer.
A família Spengler retorna para onde tudo começou – a icônica estação de bombeiros em Nova York – para se unirem com os caça-fantasmas originais, que desenvolveram um laboratório ultra secreto de pesquisa para levar a caça aos fantasmas a outro nível. Mas quando a descoberta de um artefato antigo libera uma força do mal, os Ghostbusters originais e os novos precisam unir forças para proteger suas casas e salvar o mundo de uma segunda Era do Gelo.
Você lembra do eletrizante triângulo amoroso de Zendaya, Mike Faist e Josh O’Connor em Rivais (Challengers), lançado em abril deste ano? Agora, a dupla responsável — o diretor Luca Guadagnino e o roteirista Justin Kuritzkes — está de volta aos cinemas com a audaciosa adaptação de Queer, baseada no romance homônimo de William S. Burroughs.
Lançado no Festival de Veneza em agosto, em meio a controvérsias, Queer chegou às telonas brasileiras no último dia 12 de dezembro e chama atenção pelas performances de Daniel Craig e Drew Starkey. O ex-intérprete do agente 007 recebeu, no dia 9 de dezembro, a indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator pela obra e é apontado como um forte candidato ao Oscar, assim como o filme, na categoria Roteiro Adaptado.
A trama segue William Lee (Daniel Craig), uma versão ficcional do próprio Burroughs, em sua jornada por obsessões e vícios durante sua estadia na Cidade do México no pós-Segunda Guerra Mundial. Com astúcia, o roteiro de Justin Kuritzkes não se prende a uma sequência linear de acontecimentos, mas explora profundamente as experiências e a intensidade emocional do protagonista.
Uma Adaptação Delicada e Desafiadora
Adaptar Queer não foi tarefa fácil. A obra original, publicada postumamente, apresenta uma narrativa densa e fragmentada. “A maioria dos elementos que constituem uma narrativa está ausente no livro. (…) Não há realmente uma trama. É a história de alguém que persegue outro em uma jornada obsessiva e solitária. O desafio foi dar uma forma cinematográfica a isso.”, declarou Kuritzkes em entrevista ao Los Angeles Times.
Já em conversa com o CinePOP na apresentação do filme em Paris, no mês passado, Luca Guadagnino declarou que Queerera um projeto de longa data. Ele conta que descobriu o livro aos 17 anos, pelo título, em uma livraria, e, ao lê-lo, sentiu-se reconhecido em uma obra pela primeira vez. Portanto, a vontade de transformar a narrativa literária em filme perdurou anos, mas ele somente teve coragem de realizar o projeto ao encontrar Justin Kuritzkes.
O diretor de Me Chame Pelo Seu Nome (2017) e Até os Ossos (2022) ficou impressionado com a habilidade do roteirista de capturar as nuances do desejo e das relações humanas em Rivais, quando o roteiro lhe foi apresentado pela produtora Amy Pascal. Para o italiano, Kuritzkes sabia exatamente como mesclar amor e competição, além de simplificar as complexas regras das competições de tênis e torná-las interessante para o público em geral.
O convite ocorreu ainda durante as filmagens de Rivais, nas quais — a pedido de Guadagnino — Kuritzkes esteve presente todos os dias. De acordo com o cineasta, a beleza de Queer está na maneira como a obra lida com a alienação, o libido e a autopercepção. “Justin tem um raro entendimento sobre o desejo e como ele molda nossas vidas”, elogiou o diretor durante o encontro em Paris.
Algumas partes apenas mencionadas no livro se tornam cenas emblemáticas no filme devido à estrutura narrativa de Kuritzkes. O roteiro, por exemplo, incluiu viagens e experiências não relatadas no livro de Burroughs, como a reação dos amantes após tomarem ayahuasca juntos. Embora seja ambientado no México e nas florestas da América do Sul, Queer foi completamente rodado nos estúdios de Cinecittà, em Roma.
Kuritzkes: Parcerias Promissoras
Adepto à dramaturgia, Rivaisfoi o primeiro trabalho de Kuritzkes para o cinema e Queer, seu primeiro roteiro adaptado — ambos cotados ao Oscar. Casado a quase uma década com Celine Song, diretora e roteirista de Vidas Passadas, o talentoso casal promete ser presença recorrente em Hollywood nos próximos anos. Quem sabe veremos os dois trabalhando juntos no futuro, como os casais Justine Triet e Arthur Harari (Anatomia de Uma Queda); Greta Gerwig e Noah Baumbach (Barbie)?
O próprio roteirista confessou que acompanhar as filmagens de Rivaisfoi uma escola de cinema. Portanto, não seria surpreendente vê-lo atrás da câmera como a esposa. “É um testemunho da generosidade e da confiança de alguém como Luca em ter seu roteirista presente o tempo todo”, declarou ao Los Angeles Times. O roteirista também participou lado a lado da edição do filme.
Enquanto Celine Song prepara-se para lançar a comédia romântica Materialistas, em fase de pós-produção para o primeiro semestre de 2025, com Dakota Johnson e Pedro Pascal, Justin pode ter mais parcerias com Guadagnino futuramente. Entusiasmado com a colaboração, o italiano revelou que novos projetos com Kuritzkes já estão em discussão. “É raro encontrar alguém tão apaixonado por contar histórias quanto Justin”, afirmou o cineasta.
Conhecido mundialmente por seu papel como James Bond, Daniel Craig entrega uma das performances mais marcantes de sua carreira em Queer. A indicação ao Globo de Ouro é uma confirmação da profundidade e vulnerabilidade que Craig traz ao papel de William Lee. Sua interpretação é intensa e captura com precisão a angústia e a obsessão do personagem.
“Ele trouxe uma humanidade crua e uma vulnerabilidade que é rara de se ver. A performance dele é o coração do filme.”, elogia Guadagnino ao lado de Daniel Craigdurante a apresentação em Paris. Timidamente, o ator britânico de 56 anos declarou sempre ter tido vontade de trabalhar com o cineasta italiano e brincou sobre a construção do seu personagem ter “rolar no chão com o colega de cena Drew Starkey durante uma semana” antes de começar as filmagens.
Se Rivaisexplorou as tensões do amor como uma competição, Queermergulha nas profundezas da alienação pessoal sob a sombra do desejo. Apesar dos ritmos completamente diferentes entre as duas obras, ambas entregam sensualidade e ousadia estética. Com esses dois trabalhos, a dupla Luca Guadagninoe Justin Kuritzkesconsolida-se como uma das mais aguardadas incursões cinematográficas, seja em roteiro original, seja em roteiro adaptado.
Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana (Mark Strong).
A nova adaptação da Sony da lenda urbana da internet, ‘Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’, não teve uma boa recepção da crítica internacional. O terror, até o momento, conta com apenas 11% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de uma nota média de 3.7.
Das 19 críticas presentes, 17 são negativas e apenas 2 são positivas. Confira alguns exemplos:
Variety:
“Apesar das imagens ocasionalmente assustadoras, ‘Slender Man’ é um filme de terror fundamentalmente derivativo e sem imaginação”
IndieWire:
“Um serviço insípido e mal-passado da creppypasta mais badalada da internet, ‘Slender Man’ aspira ser ‘O Chamado’ da era do YouTube.”
Newsweek:
“‘Slender Man’ é tão ultrapassado quanto qualquer meme de algum ano passado, tentando explicar o que foi engraçado na década passada”
Segundo o ComicBook, uma rede de cinemas dos EUA decidiu por não exibir o terror ‘Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’, que estreia por lá na próxima sexta (10).
O site afirma que todas as salas da rede Marcus Theatre, em Winsconsin, não exibirão o novo filme da Sony para não remeter aos eventos trágicos no qual o longa é levemente inspirado.
Vale lembrar que duas garotas de 12 anos tentaram matar uma colega da escola e culparam a lenda urbana da internet como “mandante” do assassinato.
A Sony Pictures divulgou um novo trailer perturbador do terror ‘Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’, além disso, o filme chega ao Brasil em 23 de agosto de 2018.
[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]
Se você ainda não assistiu o quinto episódio da segunda temporada de Loki, evite esta matéria, pois ela contém spoilers
O episódio começa com Loki acordando do que seria a “morte certa” da colisão das linhas do tempo. Ele está na sede da AVT, mas o lugar está vazio. Ele percorre os corredores até ver ele mesmo em uma sala. Confuso, ele tem novamente os Deslizes Temporais e retorna para alguns minutos antes dele entrar na sala. Por lá, ele pega um manual da AVT e põe no bolso. Neste momento, um Loki entra na sala. É aí que ele percebe que o Loki que ele havia visto anteriormente era ele mesmo. A realidade começa a se desfazer, com tudo se desintegrando ao seu redor. O Deus da Trapaça tem outro Deslize Temporal e vai parar na Califórnia de 1962.
Por lá, vemos um grupo de prisioneiros escapar de uma prisão. Loki aparece e vê que é Casey, só que o rapaz não o reconhece e segue com a fuga. É aí que o episódio revela: eles foram mandados para suas vidas reais em suas ramificações. E na vida pré-AVT, Casey foi Frank Morris, um dos três fugitivos da lendária prisão de Alcatraz.
Como o rapaz não reconhece Loki, ele tem outro deslize e vai parar na Nova York de 2012, onde descobre que a B-15 era uma médica muito cuidadosa e simpática. Ela vê Loki, que tem outro deslize e vai para Ohio, em 2022, onde para em uma loja de motos aquáticas. Ele vê Mobius, que é um vendedor dessas máquinas e acha que Loki é apenas um cliente querendo comprar um jet-ski. Eles conversam e o Deus da Trapaça tem outro deslize temporal.
Então, Loki vai parar na Pasadena de 1994. Lá, vemos que Ouroboros é um físico promissor que decidiu largar a carreira na ciência para escrever livros de ficção científica. Então, quando Loki aparece para ele, OB acredita em tudo que é dito. Loki tenta explicar seus Deslizes Temporais, mas OB diz que a resposta talvez não esteja na ciência, mas sim na ficção. É que Loki precisa entender como controlar esses deslizes, já que ele aparentemente está se movendo através do Tempo e do Espaço, inconscientemente indo atrás das pessoas que ele procura. Ou seja, se Loki aprender a controlar isso, ele poderá viajar para onde quiser.
No galpão de OB, Loki começa a treinar seu deslizes, mas não consegue. Ele põe como meta salvar a AVT, mas não sai do lugar. Loki tenta buscar uma explicação científica, mas OB diz que ele deve “juntar” seus amigos em um só lugar, usando a aura temporal coletiva deles como coordenadas. Então, Loki entrega o manual da AVT para o cientista e sofre outro deslize temporal.
Loki vai parar na casa de Mobius, ou melhor: Don. Ele descobre que o amigo era um pai de dois meninos, cuja mãe faleceu. Loki vai até Don e o pai e pergunta se ele ainda quer comprar a moto aquática. Ele o leva até a garagem, onde tenta vender um dos Jet-skis. Loki corta o assunto e tenta convencê-lo de que são amigos há muito tempo e que precisa de sua ajuda para salvar o Multiverso. Quando Don ia bater em Loki, OB aparece em uma janela temporal com o Temp-Pad que construiu com o manual da AVT. Loki promete a Don que se for com ele, será trazido de volta para o exato momento em que foi tirado de sua realidade, garantindo a segurança dos filhos.
Então, o trio usa o Temp-Pad de OB para ir atrás de B-15 e de Casey. Com quase todos reunidos na sala de OB, Loki diz que falta uma pessoa. Ele viaja até a ramificação da Sylvie, onde tenta convencê-la a ir com ele. Só que Sylvie, diferentemente dos outros, se lembra de Loki e de tudo que aconteceu. Ela leva o Deus da Trapaça para um bar, onde ele conta tudo que aconteceu com os amigos. Ela diz que esse era o destino deles, suas vidas de verdade. Loki argumenta que eles devem ter o livre-arbítrio para escolher suas vidas de verdade ou a da AVT.
Sylvie diz que é egoísta por querer viver sua própria vida, e que Loki também é. O Deus da Trapaça começa a refletir sobre o real motivo de estar nessa jornada e percebe que não é pra salvar a AVT, mas para recuperar os únicos amigos que já teve e deixar de ser uma pessoa sozinha. Ele diz que não tem para onde ir e Sylvie diz para ele procurar um lugar para construir sua própria história. Com isso, Loki volta para o galpão de OB, completamente desiludido. Já Sylvie vai para uma loja de discos, onde diz que teve um dia difícil e começa a ouvir um vinil. Enquanto ela escuta, sua ramificação começa a se destruir.
Com Loki desiludido e prestes e levar seus amigos de volta para suas ramificações, Sylvie aparece desesperada dizendo que errou e que as realidades realmente estavam sendo destruídas. Ela diz que a AVT é fundamental para reverter isso. Loki diz que, juntos, eles podem voltar no tempo e consertar o colapso do Tear. Só que a realidade em que eles estão começa a desmoronar. Um por um, os personagens na sala vão se desintegrando. Quando vê que a Sylvie está se desfazendo, Loki revive todos os seus traumas e fracassos e enfim volta no tempo por vontade própria. Ele aprendeu a dominar os Deslizes Temporais, podendo reescrever a história. Ele deixou de ser o Deus da Trapaça e virou o Deus das Histórias. Então, ele retorna para o momento em que Victor Timely estava levando a máquina o Tear Temporal, momentos antes dele ser desintegrado.
Quase quinze anos atrás a comédia ‘Se Beber Não Case’ estreou nos cinemas e causou uma verdadeira revolução com o seu jeito sem freio de construir uma narrativa envolvendo quatro homens brancos adultos em uma sequência de situações hilárias que fizeram com que o público mundial caísse na gargalhada, e resultou numa franquia homônima. Mas, era uma história um bocado machista, e uma das principais piadas do filme era em cima de um personagem asiático, Senhor Chow, interpretado por Ken Jeong, que sempre era retratado como um personagem diminuído perante os protagonistas. Como contraponto a essa proposta, estreia na primeira semana de agosto a comédia ‘Loucas em Apuros’, uma resposta feminina e asiática a ‘Se Beber Não Case’.
Audrey (Ashley Park) é uma advogada de sucesso focada em conseguir uma promoção que vai torná-la representante da empresa em Los Angeles. Desde pequena sua melhor amiga é Lolo (Sherry Cola), que é seu extremo oposto: artista liberal e despreocupada com a vida, atualmente ela vive na garagem de Audrey. Quando Audrey recebe uma proposta de viajar para a China para fechar um grande negócio para a empresa, ela topa na hora, e decide levar Lolo junto como intérprete, afinal, embora asiática, ela fora adotada ainda pequena por um casal branco e não fala nada em mandarim. O que era para ser uma viagem de negócios rapidamente desanda ladeira abaixo quando a prima de Lolo, Olho de Peixe (Sabrina Wu), é agregada à viagem ainda no aeroporto, e a amiga de faculdade de Audrey, Kat (Stephanie Hsu), entra no grupo, causando ciúme em Lolo.
É bem verdade que as comparações com ‘Se Beber Não Case’ sejam recorrente ao longo de ‘Loucas em Apuros’, porém o filme é tão bom, que as semelhanças ficam em segundo plano. O roteiro de Teresa Hsiao e Cherry Chevapravatdumrong é bem costurado em cima de clichês padrões desse tipo de comédia, mas sempre inserindo um contexto crítico-social que traz o contraponto asiático – mais particularmente, chinês – para dentro das cenas. Assim, boa parte da comicidade se baseia no contraste entre a branquitude e seu olhar limitado e xenofóbico sobre a comunidade asiática e como estas personagens perlaboram essas questões constantemente em suas vidas.
Os diálogos são construídos de maneira tão inteligente, que surpreende por conseguirem ser inseridos em contextos tão aleatórios como os que as personagens se metem. Por outro lado, embora evidentemente Olho de Peixe seja uma personagem trans, o longa de Adele Lim não aprofunda o debate, deixando a personagem meio abobalhada e deslocada do grupo.
Ainda assim ‘Loucas em Apuros’ encontra espaço para construir cenas de comicidade escatológica típicas desse tipo de produção e que atrai o grande público. Nesse sentido, o longa não só recupera o gênero, encabeçado por produções como ‘American Pie’, como entrega uma versão feminina de situações que quando protagonizadas por homens não causaram tanto espanto quanto aqui, protagonizada por mulheres – e esse é o grande mérito de ‘Loucas em Apuros’: ocupar com mulheres um espaço do gênero da comédia bobeirol reservado apenas para atores homens e histórias masculinas.
Inteligente, colorido, hilário e surpreendentemente crítico, ‘Loucas em Apuros’ consegue produzir entretenimento com consciência social. No meio de uma aventura muito inesperada de quatro mulheres longe de suas raízes ancestrais, não se espantem se em alguns momentos um par de lágrimas escorrer dos seus olhos, pois debaixo da camada da comédia há uma profunda e bela mensagem sobre ter orgulho de se ser quem é.
Aproveitando o finzinho do recesso, ‘Loucas em Apuros’ está com sessões de pré-estreia em muitos cinemas. É um filme para rir com as amigas e abraçá-las ao final da sessão.
De acordo com o site We Got This Covered, ‘The Walking Dead’ perderá outro personagem importante: Khary Payton, que dá vida a King Ezekiel no show, irá deixar a série ainda na nona temporada ou no começo da décima. Segundo informações, esta é uma decisão provinda dos roteiristas, não do desejo do ator de dar adeus à sua família pós-apocalíptica.
King Ezequiel há bastante tempo tornou-se um aliado dos personagens principais. Ele eventualmente ajudou Rick em suas batalhas contra Negan e os Salvadores, e até mesmo se casou com Carol. E ainda que nenhuma confirmação sobre sua partida tenha sido feita, alguns fãs já começaram a criar inúmeras teorias.
Nos quadrinhos originais, o povo de Alexandria entra em conflito com os Sussurradores e Ezekiel acaba decapitado pela líder do culto. E, ao que tudo indica, esse pode ser seu trágico fim, ainda mais levando em conta que os medonhos novos personagens já apareceram nos previews dos próximos episódios.
Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.
A The CWanunciou hoje o título oficial do primeiro episódio da 7ª e última temporada de ‘The 100’: segundo a emissora, o capítulo é intitulado “From the Ashes” e vai ao no dia 20 de maio.
Vale lembrar que, no Brasil, a série é transmitida pela Warner Channel.
A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.
Rachel Lee Goldenberg comanda a adaptação, que foi baseada no romance homônimo de Ted Caplan e Jenni Hendricks.
Caplan e Hendricks assinam o roteiro junto a Goldenberg, Jennifer Kaytin Robinson e William Parker.
Veronica (Richardson), uma jovem de dezessete anos prestes a se formar, descobre que está grávida e é forçada a tomar uma complicada decisão sobre o futuro – uma que nunca imaginou ter que tomar. Sua escolha, eventualmente, a leva para uma jornada gigantesca para o Novo México com sua ex-melhor amiga, Bailey (Ferreira). Juntas, elas descobrem o verdadeiro significado da amizade.
‘UNpregnant’ estreia no dia 10 de setembro na plataforma.
A Disney+ divulgou uma nova imagem oficial da vindoura e promissora série ‘WandaVision’.
Confira:
A série estreia no dia 15 de janeiro de 2021.
‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.
A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth Olsen, Paul Bettany e Teyonah Parris.
Assim como diversos outros artistas musicais que resolveram voltar à ativa entre 2020 e 2021, Birdy saiu de seu hiato de cinco anos para dar aos fãs um presente bastante aguardado: seu quarto compilado de originais.
O alter-ego de Jasmine Lucilla Elizabeth Jennifer van den Bogaerde, que vinha despontando no cenário independente desde 2011, já havia entregado algumas das canções mais subestimadas da década, como as incríveis “Wild Horses” e “Keeping Your Head Up”, ambas da obra predecessora, ‘Beautiful Lies’. Agora, tempos depois de ter investido em uma nova era, Birdy resolveu apostar suas fichas num cândido amadurecimento lírico, talvez como forma de se curar de um coração partido e seguir em frente. ‘Young Hearts’, como ficou intitulada a nova incursão, é uma belíssima e longa expedição em busca de uma independência romântica, cujas explorações se estendem por nada menos que dezesseis faixas que parecem se dividir em dois álbuns distintos. Aliando-se aos produtores Ian Fitchuk, Daniel Tashian e James Ford, a construção musical pode até não soar tão original e envolvente quanto as anteriores, mas certamente não deve passar batido das playlists.
O principal ponto positivo do CD é, sem sombra de dúvida, sua coesão. Ficando responsável por cada uma das tracks, em companhia aos colaboradores, é notável como Jasmine se preocupa com minúcia em amarrar as pontas entre as músicas e permitir que os ouvintes tenham uma experiência completa, migrando de investida em investida para descobrir os sutis elementos que escondeu em meio aos acordes do violão e à sinestesia clássica do piano – mesmo quando coloca em profusão a “Valsa em A Menor” de Chopin como interlúdio. É nesse escopo que reside a faceta mais verdadeira de uma performer que merecia mais reconhecimento: entre altos e baixos, ela se mantém verdadeira às mensagens que quer entregar e, por esse motivo, calca laços fortes com qualquer um que deseje apreciá-la em toda a sua complexidade sonora.
As duas faixas de abertura já dão o espetacular tom do álbum, ao menos em sua primeira metade. “The Witching Hour” é uma ótima forma de começar a jornada a que Birdy se propõe, mostrando uma versatilidade invejável através do dinamismo pungente do piano de cauda – preparando terreno para a envolvente country-folk“Voyager”, cujas reminiscências nos arremessam para os anos com 1990 com Natalie Imbruglia e para o despontar de Taylor Swift com seu début homônimo. A diferença está na teatralidade arrepiante dos vocais e na criação de um enredo poético que, ao contrário do que poderíamos imaginar, fala essencialmente sobre liberdade. Isso acontece também com a impecável “Surrender”, uma das melhores rendições do ano, que resolve descobrir o sentido da vida através do amor e através de uma reflexiva contemplação sobre o que já se foi.
No capítulo inicial, Birdy tem uma afeição monumental pela melancolia sensorial – algo que imprime com cautela aplaudível ao menos no capítulo inicial dessa aventura. A linha identitária que orquestra com maestria alastra-se para a potente “Nobody Knows Me Like You Do”, que parece pegar uma página das obras confessionais de Adele, e para a repaginação country e bluegrass com “Lighthouse”, outro dos ápices da produção – cuja presença dos violinos é fantástica e muito bem demarcada. Aliás, o que mais nos chama a atenção é a delicadeza com que o trio por trás da produção maneja cada uma das iterações, permitindo que Jasmine tenha toda a soberania criativa possível para, ainda que faça menções a seus contemporâneas, almeje a uma estética única ou ao menos diferente do que já existe no cenário mainstream.
A verdade é que a última canção mencionada poderia facilmente encerrar um dos melhores álbuns de 2021 – mas Birdy resolve ir além, como precisasse de mais um tempo para se livrar daquilo que guardara na garganta. Pouco depois do resgate de Chopin, temos início a uma espécie de segundo capítulo fragmentado e repetitivo que esbarra no esquecimento mais de uma vez. “Evergreen” soa familiar demais para trazer quaisquer inovações que não tenhamos ouvido antes, dentro até das próprias composições da artista; “Celestial Dancers” retoma o piano e pega influências do chamber folk e do soul que Jessie Ware imprimira no irretocável ‘What’s Your Pleasure?’ – exceto pelo respiro inventivo; “Little Blue” e “New Moon”, por sua vez, parecem reciclarem instrumentais já visto nas tracks anteriores, numa mimética performance que não diz muito mais que o óbvio.
Felizmente, os equívocos não conseguem ofuscar por completo a densidade dramática dos pontos altos, como é o caso de “Deepest Lonely”. O evocativo crescendo é o que, no final das contas, a transforma na inflexão mais mercadológica – mas isso não importa quando lidamos com uma interpretação poderosa. Há, também, um flerte com o experimentalismo em “The Otherside”, enquanto “River Song” bebe da mesma fonte folk que o recente ‘evermore’, de Swift – tudo amalgamado e amarrado em uma espiritualidade bastante consistente.
‘Young Heart’ pode não ter o mesmo frescor que os outros álbuns de Birdy, mas sem dúvida é uma boa entrada à sua discografia. Com uma bagagem cultural que transparece em cada uma das músicas, o único grande defeito da obra é sua longa e cansativa duração.
Nota por faixa:
1. The Witching Hour – Intro – 5/5 2. Voyager – 5/5 3. Loneliness – 4/5 4. The Otherside – 4,5/5 5. Surrender – 5/5 6. Nobody Knows Me Like You Do – 4,5/5 7. River Song – 4/5 8. Second Hand News – 2,5/5 9. Deepest Lonely – 4,5/5 10. Lighthouse – 4,5/5 11. Chopin Waltz in A Minor (Interlúdio) – 5/5 12. Evergreen – 2,5/5 13. Little Blue – 2,5/5 14. Celestial Dancers – 3/5 15. New Moon – 2/5 16. Young Heart – 4/5
A Apple TV+ revelou hoje (07) que ‘Foundation‘, série sci-fi baseada nos romances do lendário Isaac Asimov, foi oficialmente renovada para a 2ª temporada.
Ainda não se sabe quando o novo ciclo será lançado.
David S. Goyer e Josh Friedman são os criadores da produção.
A trama gira em torno de um grupo de exilados que parte em uma jornada monumental para salvar a humanidade e reconstruir a civilização após a queda do Império Galáctico.
A animação vencedora do Oscar ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’, uma das mais aclamadas da década passada, finalmente chegou à Netflix.
O longa-metragem foi lançado no último dia 27 de fevereiro na plataforma de streaming.
Miles Morales é um jovem negro do Brooklyn que se tornou o Homem-Aranha inspirado no legado de Peter Parker, já falecido. Entretanto, ao visitar o túmulo de seu ídolo em uma noite chuvosa, ele é surpreendido com a presença do próprio Peter, vestindo o traje do herói aracnídeo sob um sobretudo. A surpresa fica ainda maior quando Miles descobre que ele veio de uma dimensão paralela, assim como outras versões do Homem-Aranha.
Lançado em 2019, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ tornou-se um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 375 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 90 milhões.
Nos últimos dias, Zack Snyder voltou a ganhar os holofotes em virtude de uma nova matéria da Rolling Stone, que denunciava inúmeras controvérsias do diretor.
Uma das polêmicas envolve Snyder com o lançamento de ‘Godzilla vs. Kong’, que chegou à HBO Max uma semana depois de ‘Liga da Justiça’. À época, os fãs estavam comentando sobre a possibilidade de ver Snyder retornar ao DCEU, ampliando a campanha #RestoretheSnyderVerse nas redes sociais e incluindo críticas de uma estrela na página do IMDb de ‘Godzilla vs. Kong’.
Agora, a Warner Bros. comentou que o diretor Adam Wingard entrou em contato com Snyder para pedir a ele que os fãs parassem de bombardear seu projeto, mas ele deliberadamente recusou fazer isso. Em contrapartida, Snyder nega que a conversa tenha acontecido e acrescentando:
“Além disso, eu não controlo meus fãs. Eles têm seu próprio livre-arbítrio e suas próprias opiniões; você realmente me dá muito crédito”.
Lembrando que ‘Godzilla vs. Kong 2’ chegará aos cinemas em 15 de março de 2024, com Dan Stevens no papel principal e Wingard de volta à cadeira de direção.
O longa-metragem será rodado na cidade de Gold Coast, na Austrália, e em outras locações no sudeste do estado de Queensland, marcando a terceira vez que uma iteração do universo monstro será gravada na região – depois de ‘Godzilla vs. Kong’, em 2021, e ‘Kong: Ilha da Caveira’, em 2016.
Durante uma entrevista para o Screen Rant, o roteirista Max Borenstein adiantou que “coisas emocionantes já estão acontecendo nos bastidores” da sequência.
“Eu ouvi coisas interessantes que estão acontecendo, mas não posso falar sobre o assunto, por enquanto. Eles [da Legendary Pictures] têm um ótimo controle sobre as coisas e eu certamente tenho pensamentos e sempre fico animado quando trabalho com eles. Acho que a franquia está em boas mãos e com o sucesso de ‘Godzilla vs Kong‘, haverá algumas novas e interessantes sequências chegando.”
Ele continuou:
“Não estou autorizado a falar nada disso oficialmente, mas o fato de que a reação do público foi extremamente positiva construiu garantias para o etsúdio. Eu acho que foi num momento maravilhoso porque o filme chegou perto do fim do aumento de casos da pandemia e o público realmente estava ansioso para ver algo que fosse divertido e alegre no cinema. Foi muito emocionante lançar nosso filme assim.”
“O que pode acontecer quando o filho da presidenta dos Estados Unidos se apaixona pelo príncipe da Inglaterra? Quando sua mãe foi eleita presidenta dos Estados Unidos, Alex Claremont-Diaz se tornou o novo queridinho da mídia norte-americana. Bonito, carismático e com personalidade forte, Alex tem tudo para seguir os passos de seus pais e conquistar uma carreira na política, como tanto deseja. Mas quando sua família é convidada para o casamento real do príncipe britânico Philip, Alex tem que encarar o seu primeiro desafio diplomático: lidar com Henry, irmão mais novo de Philip, o príncipe mais adorado do mundo, com quem ele é constantemente comparado ― e que ele não suporta. O encontro entre os dois sai pior do que o esperado, e no dia seguinte todos os jornais do mundo estampam fotos de Alex e Henry caídos em cima do bolo real, insinuando uma briga séria entre os dois. Para evitar um desastre diplomático, eles passam um fim de semana fingindo ser melhores amigos e não demora para que essa relação evolua para algo que nenhum dos dois poderia imaginar ― e que não tem nenhuma chance de dar certo. Ou tem?”
Matthew López é responsável pela direção, além de também ter escrito o roteiro da adaptação. O projeto marca sua estreia diretorial.
A Utopia divulgou recentemente o trailer para maiores de ‘Divinity’, thriller de ficção científica estrelado por Stephen Dorff e Bella Thorne.
O filme, que estreou em meados de outubro nos Estados Unidos, ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Confira:
O longa é escrito e dirigido por Eddie Alcazar (‘Perfect’).
Situado numa existência humana sobrenatural, o cientista Sterling Pierce dedicou a sua vida à busca pela imortalidade, criando lentamente as fundações de um soro inovador chamado Divindade. Jaxxon Pierce, seu filho, agora controla e transforma o sonho outrora benevolente de seu pai em um pesadelo malicioso.
A Netflix está prestes a dar um ambicioso passo em seu catálogo de produções originais com a vindoura adaptação em live-action de ‘As Crônicas de Nárnia’ – que trará ninguém menos que a indicada ao Oscar Greta Gerwig como diretora.
Agora, segundo o ComicBook.com, as gravações do primeiro capítulo da suposta saga devem começar ainda este ano, entre o fim do verão estadunidense e o começo do outono.
Mais informações não foram reveladas.
Durante uma entrevista para a BBC Radio 4 (via Deadline), Gerwig, que também ficará responsável pelo roteiro das adaptações, prometeu que dará um cuidado extra às obras:
“Como uma cidadã não britânica, tenho uma sensação particular de querer fazer isso corretamente… É meio como os americanos adaptando as peças de Shakespeare, há um leve sentimento de reverência como se talvez devêssemos tratá-las [as adaptações] com um cuidado extra. Não é um material da nossa pátria [EUA] e devemos ainda mais respeito.”
A Apple TV+ divulgou o trailer oficial de ‘Before’, série de mistério sobrenatural estrelada por ninguém menos que o icônico ator e escritor Billy Crystal (‘Harry e Sally’, ‘Monstros S.A.’).
Além disso, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming no próximo dia 25 de outubro.
Confira:
A série foi criada por Sarah Thorp, que também entra como produtora executiva ao lado de Crystal e de Eric Roth.
‘Before’ traz Crystal como Eli, um psiquiatra infantil que, depois de perder recentemente sua esposa, Lynn (Judith Light), encontra um menino problemático, Noah (Jacobi Jupe), que parece ter uma conexão assustadora com o passado de Eli. Enquanto Eli tenta ajudar Noah, o vínculo misterioso entre eles se aprofunda.
Segundo o Deadline, Dylan Walsh (‘Blue Bloods’), Seth Green (‘Family Guy’) e Charlie Weber (‘How To Get Away With Murder’) irão estrelar o suspense ‘The Highest Stakes’.
Na trama, cinco estranhos são convidados para um jogo de pôquer de alto risco, mas conforme a noite avança e segredos enterrados vêm à tona, eles descobrem que o jogo não é sobre vencer, mas sobre sobrevivência.
O longa é dirigido por Tony Dean Smith, com um roteiro assinado por Gary Preisler.
A história original foi escrita por Steven Paul, que também assume a cadeira de produtor. A Paramount Global Content Distribution ficará responsável por distribuir o longa.
“Como todo grande jogo de pôquer, esta é uma batalha de inteligência, engano e sobrevivência”, disse Paul em um comunicado oficial. “Reunimos um elenco tremendo, mas neste jogo, a casa não apenas vence – ela decide quem sai vivo”.
‘The Highest Stakes’ tem previsão de lançamento para 2026.
A 2ª e última temporada de ‘Sandman’ chegou ao fim recentemente, deixando um gostinho agridoce para os fãs da elogiada série da Netflix e para os apreciadores das HQs homônimas assinadas por Neil Gaiman. Os episódios de encerramento finalizaram com esmero a saga de Morpheus (Tom Sturridge), um dos Sete Perpétuos que rege o equilíbrio cosmológico do universo, e apostou em um profundo drama metafísico e reflexivo que nos engajou e nos comoveu – mesmo com alguns probleminhas aqui e ali. Porém, a gigante do streaming não nos deixaria sem um pequeno presente, que chegou ao seu catálogo neste último dia 31 de julho.
Assim como o ciclo de estreia nos apresentou a dois episódios extras, este também guardaria uma pequena joia audiovisual para encantar os espectadores. Intitulado “Death: The High Cost of Living”, o capítulo bônus é centrado em ninguém menos que a Morte, irmã mais velha de Morpheus/Sonho que é interpretada pela incrível Kirby Howell-Baptiste. E, contrariando a expectativa de alguns, o resultado é sólido o bastante para nos relembrar de que Gaiman construiu uma complexa obra-prima sem precedentes que conseguiu mesclar inúmeros estilos narrativos em um explosivo e vibrante cosmos. Essa essência eternizada na cultura pop foi abraçada com força e respeito por Allan Heinberg e David S. Goyer – e alcançou um novo ápice com uma de suas melhores iterações.
A Morte apareceu pela primeira vez na primeira temporada da série, no sexto capítulo (“The Sound of Her Wings”), e logo caiu nas graças do público por um retrato cândido e que transformou essa temível entidade em uma velha amiga que nos acolhe quando nosso tempo no plano terreno se esgota – por mais inesperado e triste que isso seja. Personificada em uma profundidade espetacular e tocante, o episódio bônus serve para apresentar um outro lado da personagem e a coloca no caminho de um homem desiludido com a realidade e com a mesquinhez humana chamado Sexton (Colin Morgan). O rapaz, prestes a se matar com pílulas para dormir, acidentalmente cruza com a Morte, que está em seu dia de folga (o único que recebe de cem em cem anos) e decidiu saborear a sensação de ser humano.
A princípio, Sexton não acredita quando ela, que apelida de Didi, afirma ser uma imaterialidade encarnada – e chega a pensar que está louca. Mas as coisas tomam um rumo inesperado quando a nada ortodoxa mulher o leva a uma jornada para que ele possa se reencontrar, não condenando o que pensou em fazer, e sim se permitindo apreciar as pequenas coisas que destituem as linhas maniqueístas entre o bem e o mal, analisando as áreas acinzentadas que existem em qualquer um. Deixando-se levar pela imprecisão da vida e dos estranhos que nos passam despercebidos minuto a minuto, a Morte abre espaço para que Sexton compreenda que incertezas e dúvidas são o que fazem o mundo girar.
Jamie Childs conduz a breve iteração de maneira fenomenal, arquitetando um cosmos intrincado e vibrante no meio do caos londrino – seja no apartamento de Sexton, nas ruas movimentadas da metrópole ou em uma balada eletrônica que esconde segredos inimagináveis. E, à medida que fecha utiliza a individualidade temática para chegar a pulsões universais e comuns a cada um de nós, ele se alia ao roteiro de Gaiman e Heinberg, que reúne os clássicos elementos dos quadrinhos e dos capítulos anteriores conforme nos traz para a multidimensionalidade de uma realidade cruel e benévola, ao mesmo tempo.
Falar do trabalho de Howell-Baptiste é redundante: conhecida por títulos como ‘The Good Place’, ‘Why Women Kill’ e ‘Cruella’, a atriz tem um inexplicável magnetismo em cena que a torna automaticamente o centro dos holofotes – e, papel a papel, ela vem mostrando uma versatilidade considerável e que merece nossa total atenção. Ao interpretar a Morte, a performer imortaliza uma de suas incursões mais aplaudíveis e que, finalmente, ganha destaque por completo. Em meio a uma condução magistral, Howell-Baptiste é acompanhada da letargia apática que Morgan emprega em Sexton, transformando-o num cético que se vê rodeado de dor e destruição; e de John Davies como Theo, promoter de uma balada que invoca a Morte para persuadi-la a ressuscitar sua amada.
“Death: The High Cost of Living” parece, de fato, uma despedida memorável para uma série que com certeza deixará saudades. Unindo os elementos de maior sucesso da narrativa principal, o episódio bônus da 2ª temporada de ‘Sandman’ faz jus a uma de suas personagens mais marcantes – e dá adeus da melhor maneira possível.
‘De Férias com Você’, adaptação do romance best-seller de Emily Henry, é um dos principais títulos da Netflix para janeiro de 2026 – trazendo Emily Bader e Tom Blyth como protagonistas.
Com estreia agendada para esta próxima sexta-feira (9), a comédia romântica acompanha a história de Poppy, uma jovem espontânea e aventureira, e Alex, um homem metódico e apegado à rotina. Apesar das personalidades contrastantes, eles são melhores amigos há uma década, mantendo a tradição de passar as férias de verão juntos todos os anos, mesmo morando em cidades diferentes. Contudo, a delicada dinâmica dessa amizade é posta à prova quando ambos começam a questionar o que todos ao seu redor já perceberam: seriam eles, na verdade, o par romântico ideal?
Segundo o Deadline, a vencedora do Oscar Geena Davis (‘Thelma & Louise’, ‘The Boroughs’) foi escalada para o elenco de ‘The Kellys’, novo longa de ação da Amazon MGM Studios.
De acordo com informações do portal Nexus Point News, a narrativa acompanha a trajetória de Jack Kelly, um jovem policial cuja vida vira de cabeça para baixo ao ser lançado no epicentro de uma sofisticada trama terrorista. À medida que as ameaças escalam e a situação foge ao controle das autoridades, Jack se vê em uma corrida contra o tempo para proteger sua integridade, resgatar sua esposa e salvar sua reputação profissional.
O grande diferencial do roteiro, no entanto, reside na presença da família Kelly. O protagonista precisa gerenciar a interferência constante de seus parentes, um grupo caótico de policiais veteranos descritos como figuras instintivas, imprevisíveis e implacáveis. Essa mistura de ação frenética com elementos de comédia de costumes promete ser o ponto alto da produção.
‘The Kellys’ marca um reencontro aguardado pelos fãs: Schwarzenegger e Hemsworth já dividiram a tela anteriormente em ‘Os Mercenários 2’.
Brad Peyton (‘Rampage: Destruição Total’) comanda o projeto.
De acordo com o Lrm Online, Tom Shippey, o consultor da série baseada em ‘O Senhor dos Anéis‘, revelou que a primeira temporada da produção deve ter em torno de 20 episódios.
Ao ser questionado quando começam as gravações, Shipey revelou ao Deutsche Tolkien, que:
“Em teoria, deve haver 20 episódios programados para a primeira temporada. Então, até que decidam qual será o final, eles não podem começar a filmar.”
Mesmo assim, é bom deixar claro que nada foi confirmado oficialmente e até o início das gravações, o cronograma de episódios pode sofrer alterações.
Os dois primeiros episódios serão dirigidos por Juan Antonio Bayona (‘Jurassick World: Reino Ameaçado’), que também será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza.
Assista ao primeiro teaser da produção:
A atriz australiana Markella Kavenagh é a primeira confirmada no elenco. Mais conhecida por sua participação na minissérie ‘The Cry’, Kavenagh dará vida a uma personagem chamada Tyra.
A trama da série acontecerá antes dos eventos mostrados no primeiro livro da trilogia escrita por J. R.R. Tolkien.
Por enquanto, mais detalhes não foram informados e a série estreia em meados de 2021.
Lembrando que a trilogia de romances de J.R.R. Tolkien foi adaptada para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre eles o Oscar de melhor diretor para Peter Jackson e Melhor filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um prequel com ‘O Hobbit’, também deu origem a três filmes, lançados a partir de 2012.
De acordo com o Comic Book, o roteirista John Lafia (‘O Brinquedo Assassino’: 1988), faleceu aos 63 anos depois de cometer suicídio na última quarta-feira (29 de abril), em Los Angeles.
A notícia foi divulgada pela família de Lafia, que não quis entrar em detalhes sobre a tragédia.
Don Mancini, co-roteirista e criador da franquia ‘O Brinquedo Assassino‘, se despediu do amigo através de uma declaração à imprensa.
Confira:
“Estamos arrasados ao saber da morte do nosso amigo John Lafia. Ele foi uma parte crucial da família Chucky desde o início. Ele co-escreveu o roteiro original de ‘O Brinquedo Assassino’, juntamente com o diretor Tom Holland e eu. John dirigiu a sequência e mostrou que era muito versátil, porque o 2º filme se tornou o favorito entre os fãs de Chucky. Ele era um artista incrivelmente generoso e me ensinou mais sobre cinema do que qualquer curso que eu fiz. Ele também era a pessoa mais criativa e talentosa que eu conheci… Ele estava sempre tirando fotos e escrevendo novas ideias.”
Além de participar dos dois primeiros filmes da franquia, Lafia também foi consultor criativo do reboot de 2019, dirigido por Lars Klevberg (‘Morte Instantânea‘).
Confira nossa crítica:
No longa, a Kaslan Corporation, fabricante dos bonecos Buddi, é uma empresa que investe cada vez mais em tecnologias inteligentes. Para anunciar a chegada do boneco, o fundador da corporação explicou um pouco mais a respeito desse produto que promete encantar as crianças de todo o mundo. “Nós nos comprometemos a desenvolver o maior e mais interativo brinquedo do mercado, mas criamos algo muito mais especial. Toda criança é importante para nós e todas elas merecem uma companhia. Um amigo que nunca te deixaria para baixo. É uma honra apresentar a você o nosso brinquedo mais inovador até hoje: Buddi. Ele é mais que um brinquedo, ele é seu melhor amigo!”, afirma o CEO da empresa. No entanto, é quando Karen (Plaza) presenteia seu filho, Andy (Bateman), com um boneco Buddi, que crimes estranhos começam a acontecer pela vizinhança, revelando a natureza sombria do brinquedo.
De acordo com Deadline, Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Longe de Casa’) está em negociações para compor o elenco da série sequência de ‘Willow – Na Terra da Magia‘, clássico filme de fantasia da Lucasfilm.
Até o momento, não foi revelado qual será o possível personagem do astro e nem em qual estágio estão as negociações.
Caso o acordo seja fechado, Revolori se junta a Ellie Bamber (‘Animais Norturnos’), Cailee Spaeny(‘The Craft: Legacy’) e Erin Kellyman (‘Solo: Uma História Star Wars’), além de Warwick Davis como o titular Willow Ufgood.
Erin Kellyman, Cailee Spaeny e Ellie Bamber.
Bamber dará vida a Dove, descrita como uma humilde ajudante de cozinha que prova ser ‘a escolhida’ ao embarcar numa misteriosa jornada.
Spaeny será Kit, a princesa cujo irmão gêmeo foi sequestrado. Determinada e destinada a ser uma líder… Ela também pode acabar se tornando a rainha.
A personagem de Kellyman será Jade, serva e melhor amiga de Kit, agindo como sua bússola moral. Corajosa e atlética, ela tem potencial se tornar a melhor jovem guerreira do reino.
Por enquanto, não há muitos detalhes sobre a trama, mas tudo indica que a aventura irá acompanhar o trio numa missão para resgatar o príncipe desaparecido.
Lembrando que a produção segue à procura de um diretor depois que Jon M. Chu (‘Podres de Ricos’) anunciou sua saída por conta de conflitos na agenda.
Ron Howard, diretor do original, retorna como produtor executivo, enquanto o roteirista Bob Dolman entra como produtor consultante.
Para quem não se lembra, ‘Willow – Na Terra da Magia’ foi um épico de fantasia lançado em 1988, com roteiro assinado por George Lucas.
Willow Ufgood é um anão e aprendiz de mágico que conta com a ajuda de Madmartigan, um exímio espadachim, numa guerra contra feiticeiros e monstros. Juntos eles terão de vencer todos esses seres para salvar um bebê (que mais tarde será princesa) das mãos de uma terrível rainha, Bavmorda. Bavmorda usa de magia negra para controlar o reino e teme a criança, pois uma profecia diz que será o motivo de sua derrota.
A 5ª temporada de ‘Rick e Morty’ chegou ao fim recentemente, mas o Adult Swim decidiu presentear os fãs da animação com um curta de Halloween.
Intitulado ‘The Great Yokai Battle of Akihabara’, o curta mostra a dupla viajando ao Japão na tentativa de encontrar peças para uma torradeira feita com inteligência artificial.
No entanto, as coisas tomam um estranho rumo enquanto eles partem em buscas de peças de reposição para o aparelho.
Assista:
Lembrando que o último episódio da 5ª temporada de já está disponível na HBO Max!
Compilando dois capítulos em um só, o especial de uma hora é composto pelos títulos “Forgetting Sarick Mortshall” e “Rickmurai Jack”.
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
‘Deadpool 3’ já foi confirmado pela Marvel Studios e os fãs estão bastante curiosos para descobrir como será a introdução do Mercenário tagarela ao MCU.
Durante uma entrevista para o The Post Credit Podcast, o roteirista Rhett Reeseadiantou que o próximo filme vai zombar de vários filmes do MCU.
“Quantos filmes eles nos deram para tirar sarro? 25? 26? 28? Algo assim, não é?”, brincou ele. Nós temos um tesouro de coisas para zombar agora… E Deadpool é um oportunista sem igual, mas eu acho que será um negócio benéfico para todos.”
Anteriormente, ele disse ao BroBible que a estreia do anti-herói será uma completa loucura.
“‘Deadpool 3‘ é uma oportunidade maravilhosa para peixes fora d’água. Deadpool é um cara lunático no centro de um filme. E colocar um lunático em um mundo muito certinho seria um desperdício. Vai ser uma loucura e muito divertido.”
Lembrando que parte da diversão nos filmes anteriores do ‘Deadpool’ foram as cenas sangrentas, os palavrões, a quebra da quarta parede e as piadas aos filmes dos ‘X-Men’.
Por conta disso, alguns fãs temem que o personagem perca suas características agora que seus direitos pertencem àDisney.
No entanto, Reese e o co-roteirista Paul Wernick já haviam confirmado ao Den of Geekque o estúdio não vetou nenhuma piada infame no novo filme.
Desde que aconteceu a fusão entre Walt Disney Company e 20th Century FOX, diferentes executivos e o próprio Kevin Feige afirmaram que ‘Deapool‘ iria continuar firme e forte.
“Não se preocupe. O estúdio têm sido muito favorável em relação a isso. Agora, quando se trata de uma piada em particular, se cruzarmos uma linha, talvez possamos ouvir em algum momento, ‘Talvez não essa piada.’ Mas acho que eles têm sido incrivelmente favoráveis ao que estamos fazendo, porque obviamente nós trabalhamos nisso distantes (da Disney) por um longo tempo. Então, nós definitivamente temos o apoio, e isso é importante”, disse Wernick.
Com Reese falando: “É emocionante ter a banda de volta, ter um novo cenário no Universo Cinematográfico Marvel com novos personagens, vilões, esse tipo de coisa”.
Vale lembrar que trata-se de uma nova colaboração entreRyan Reynolds e o diretor Shawn Levy, após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘. Rhett Reese ePaul Wernick vão retornar como roteiristas, após se afastarem no início do desenvolvimento, ainda sob gerência da 20th Century FOX.
‘Deadpool 3‘ não tem data de estreia definida, mas tornará o primeiro filme do Universo Cinematográfico Marvel com classificação indicativa R (+18).
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