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‘Sequestro no Ar’: Apple TV+ escala TRÊS novos membros ao elenco da 2ª temporada

Segundo o Deadline, a Apple TV+ contratou três novos membros para o elenco da 2ª temporada do suspense Sequestro no Ar (Hijack), estrelado por Idris Elba.

As informações revelam que Toby Jones (‘O Espião que Sabia Demais’), Lisa Vicari (‘Dark’) e Christiane Paul (‘FBI: International’) farão parte dos novos episódios. Detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

Vale lembrar que as filmagens do próximo ciclo já estão ocorrendo no Reino Unido.

Na primeira temporada, quando um avião é sequestrado em seu caminho para Londres, Sam Nelson (Elba) precisa dar o melhor de si e usar toda a sua astúcia para tentar salvar a vida dos passageiros.

Relembre o trailer:

George Kay (‘Lupin’) é responsável pela série.

Elba e Kay também entram como produtores executivos ao lado de Jim Field Smith, Jamie Laurenson, Hakan Kousetta e Kris Thykier.

Archie PanjabiChristine AdamsMax BeesleyEve MylesNeil MaskellJasper BrittonHarry MichellAimee KellyMohamed Elsandel e Ben Miles completam o elenco.

De ‘Gravidade’ a ‘Roma’: As Melhores Produções de Alfonso Cuarón

Alfonso Cuarón é um dos nomes mais prestigiados e respeitados do cinema contemporâneo e, desde sua estreia oficial em 1991, ascendeu a uma carreira aplaudida por cinéfilos e especialistas ao redor do mundo.

Detentor de nada menos que cinco prêmios do Oscarsete BAFTAs, Cuarón eternizou um estilo próprio que começou a ser emulado por realizadores mais jovens da atualidade – e sagrou-se um dos principais nomes por trás da sétima arte como a conhecemos hoje.

Recentemente, ele comandou e roteirizou a minissérie de suspense DISCLAIMER*’, estrelada por Cate Blanchett e que caiu no gosto do público assim que estreou no catálogo da Apple TV+. E, para celebrar sua mais recente incursão no escopo audiovisual, preparamos uma breve lista elencando suas cinco melhores produções.

Confira:

5. DISCLAIMER* (2024)

disclaimer 1

“À medida que o roteiro explora as camadas dessa densa análise da condição humana, Cuarón lança-se a uma divisão certeira de técnicas que variam da sobriedade melancólica de uma paleta de cores quase monocromática (movida pela unilateralidade dos tons frios) ao pseudo-onirismo de algo que, como descobrimos, nunca aconteceu (marcado pelo uso constante de cores mais quentes e de uma luminosidade paradisíaca). O diretor, inclusive, promove referências a diversas produções pelas quais ficou responsável, seja com longos planos-sequências, seja com momentos que trazem paisagens oceânicas como reflexo de emoções primordiais e inescapáveis” – Thiago Nolla

4. GRAVIDADE (2013)

Gravidadeé recheado de tensão, e embora não faça uso de muito diálogos, é um daqueles filmes que conseguem nos prender do começo ao fim de seus 90 minutos de exibição, sem perder o ritmo ou nos deixar ir. Nos torna reféns logo de início, somente com o uso de suas imagens, e isso é uma grande qualidade de um contador de histórias. Cuarón pega um material de difícil acesso para o grande público, e cria uma grande identificação e plausibilidade, sem que por momento algum o público se sinta enganado, acreditando ser impossível qualquer cena mostrada na obra. O clima criado é de puro nervosismo, e nos mantém à beira da cadeira” – Pablo Bazarello

3. ROMA (2019)

“Mais ciente do que nunca, Cuarón reconstitui os fatos. Com uma apuração pontual das experiência vividas pela babá, ele reconstrói o primeiro e doloroso amor de Libo, remonta o divórcio de seus pais e homenageia a mulher que tantas vezes assumiu a figura materna em sua vida. Como uma carta de amor, o roteiro é simples, uma crônica da vida real. Permanecendo nas extremidades, ele e seus irmãos são os coadjuvantes de uma história de amor de uma jovem que tentou se descobrir, conforme fazia parte das mesmas descobertas da família a qual servia. E sob uma fotografia minimalista, completamente em preto e branco, o filme se desenrola, de fato, como um anagrama. Muito mais que trazer os relatos de uma família do subúrbio mexicano, Roma na verdade é uma história sobre o amor” – Rafaela Gomes

2. FILHOS DA ESPERANÇA (2007)

filhos da esperanca

“Cuarón é não considerado um dos melhores cineastas de todos os tempos por qualquer razão – e seu longa pós-apocalíptico Filhos da Esperança é mais um lembrete de seu poder narrativo e técnico dentro da sétima arte. Navegando por um planeta devastado pela derradeira extinção da raça humana, Cuarón sagra-se um autor cinematográfico de calibre inexplicavelmente irretocável. A trama nos leva ao ano de 2027, em que a infertilidade é uma ameaça real para a civilização – e o último humano a nascer em anos acaba de morrer. Frente a um cenário pessimista sobre o futuro, um burocrata desiludido se torna o herói improvável que pode salvar a humanidade. Para isso, ele enfrenta seus próprios demônios e tenta proteger a última esperança do planeta: uma jovem mulher milagrosamente grávida, descoberta pela ativista inteligente com quem fora casado” – Thiago Nolla

1. E SUA MÃE TAMBÉM (2001)

“No cenário mainstream, Cuarón ganhou aclame e fama mundiais ao comandar títulos como Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban e Filhos da Esperança. Porém, em 2001, ele lançou a obra-prima de sua carreira com a espetacular dramédia coming-of-age E Sua Mãe Também. Indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original, o filme acompanha Julio e Tenoch, dois adolescentes que, junto com Luisa, uma mulher mais velha, embarcam em uma jornada para uma praia paradisíaca. Em uma viagem de carro pelo México, os três acabam se envolvendo e aprendem muito sobre si mesmos e suas relações” – Thiago Nolla

MENÇÃO HONROSA: HARRY POTTER E O PRISONEIRO DE AZKABAN (2004)

“Foi com o longa de 2004 que Cuarón provou ter uma sagacidade invejável e admirável para blockbusters, imprimindo uma estética muito diferente tanto dos capítulos anteriores quanto dos seguintes. É claro que, ao contrário de outras incursões, esta aqui carrega uma importância no escopo mainstream e permite que seu nome caia em dezenas de milhões de pessoas apaixonadas pelo universo mágico – e, apesar das limitações impostas pelo estúdio e talvez por J.K. Rowling, ele conseguiu construir algo único, guiado por peculiaridades que explodem em um divisor de águas importante inclusive para o arco das personagens” – Thiago Nolla

2ª temporada da série de viagens ‘Conan O’Brien Vai Nessa’ ganha TRAILER e data de estreia!

A Max divulgou o trailer oficial da 2ª temporada da série sobre viagens inusitadas estrelada por Conan O’Brien, intitulada ‘Conan O’Brien Vai Nessa’.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo tem estreia marcada para o dia 08 de maio na plataforma de streaming.

Nos novos episódios, O’Brien visita a Nova Zelândia, Áustria e Espanha. Já no primeiro ciclo, o comediante visitou lugares como Noruega, Argentina e Tailândia.

Além de estrelar a série de variedades, o também apresentador assume a função de produtor executivo.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

 

Emmy Awards 2025 | Nossas previsões para as categorias de COMÉDIA

Os vencedores da 77ª edição do Emmy Awards, que visa premiar o melhor da televisão e dos streamings, serão revelados hoje, 14 de setembro.

A cerimônia tem início agendado para as 21h (horário de Brasília), com transmissão pelo canal TNT e pela plataforma da HBO Max no Brasil. E, enquanto os ganhadores não são anunciados, é sempre interessante imaginar quem levará a cobiçada estatueta para casa.

Pensando nisso, preparamos uma breve matéria com as nossas previsões de quem sairá vitorioso nas principais categorias de comédia da cerimônia – que incluem Melhor SérieMelhor AtrizMelhor AtorMelhor Atriz CoadjuvanteMelhor Ator Coadjuvante.

Confira:

MELHOR SÉRIE

Quem deve ganhar: O Estúdio

A seleção deste ano de produções indicadas a Melhor Série de Comédia se configuram entre uma das melhores das últimas décadas – e contam não apenas com títulos bastante populares e prestigiados, como estreias que merecem seu lugar na categoria.

‘Abbott Elementary’‘O Urso’‘Hacks’‘Only Murders in the Building’ são alguns dos títulos que regressam para mais um ano – e que têm chances sólidas de levar a estatueta para casa. Nas últimas edições, ‘O Urso’‘Hacks’ se mostraram as favoritas entre os votantes da premiação, digladiando para faturar mais uma condecoração. Porém, não podemos deixar de citar o sucesso inenarrável de ‘O Estúdio’, comédia criada por Seth Rogen para a Apple TV+.

A produção, que nos leva aos bastidores de Hollywood e acompanha um estúdio falido que tenta permanecer aberto ao se render às engrenagens do capitalismo e do cinema mercadológico, ganhou a atenção dos especialistas e do público e roubou os holofotes da temporada de premiações. Logo, é bem provável que a série seja condecorada com o prêmio – e, caso isso realmente aconteça, o prêmio será mais que mrecido.

MELHOR ATRIZ & ATRIZ COADJUVANTE

Quem deve ganhar: Jean Smart (Atriz); Catherine O’Hara (Atriz Coadjuvante)

As categorias de Melhor AtrizMelhor Atriz Coadjuvante são duas das mais disputadas da noite, principalmente por contarem com nomes de aclame inegável no cenário da comédia. Em Melhor AtrizJean Smart desponta mais uma vez como a favorita por seu contínuo trabalho incrível em ‘Hacks’. Afinal, ela conquistou a estatueta por todas as temporadas da atração – e levar para casa mais um prêmio não seria nenhuma surpresa. Acompanhando-a de perto, temos Ayo Edebiri, que também conquistou a condecoração na mesma categoria por ‘O Urso’, tornando a disputa pelo prêmio ainda mais interessante.

Já na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante, é possível que os votantes da Academia sigam os passos de Melhor Atriz e voltem a premiar nomes que já conquistaram a estatueta, como Liza Colín-Zayas (‘O Urso’) ou Sheryl Lee Ralph (‘Abbott Elementary’). Ambas as atrizes são merecedoras de levar para casa o prêmio, mas terão competição contra Catherine O’HaraKathryn Hahn por ‘O Estúdio’. O’Hara já conquistou um Emmy por seu papel protagonista em ‘Schitt’s Creek’, com altas chances de sair vitoriosa; Hahn, por sua vez, já recebeu algumas indicações, mas não foi premiada até então.

MELHOR ATOR PRINCIPAL & ATOR COADJUVANTE

Quem deve ganhar: Jeremy Allen White  ou Seth Rogen (Ator); Ike Barinholtz (O Estúdio)

Jeremy Allen White vem se mostrando como um dos grandes atores da nova geração e já foi condecorado com inúmeros prêmios por seu trabalho em ‘O Urso’ – e a quarta temporada da atração, por mais que tenha deslizado aqui e ali, serviu mais uma vez para reiterar seu poder performático. E, ainda que seja um dos favoritos para o prêmio de Melhor Ator, ele agora enfrenta o poder de Seth Rogen, estrela e criador de ‘O Estúdio’, cuja atuação foi considerada uma das melhores do ano.

Já em Melhor Ator CoadjuvanteIke Barinholtz, integrando a série ao lado de Rogen e nomes como Catherine O’HaraKathryn Hahn (indicadas nas categorias de atuação também), emerge como o favorito para conquistar o Emmy. Entretanto, Ebon Moss-Bachrach, já condecorado anteriormente por ‘O Urso’, tem chances de levar sua segunda estatueta na categoria.

Wuthering Heights | As MELHORES músicas do álbum de Charli XCX inspirado em ‘O Morro dos Ventos Uivantes’

Depois de ter se tornado um ícone do PC music e do hyperpopCharli XCX solidificou sua presença no cenário do entretenimento como uma powerhouse musical e uma experimentalista por natureza – razão pela qual conquistou três estatuetas do Grammy Awards no ano passado pelo aclamado disco ‘BRAT’, que inclusive se transformou em um movimento cultural ao redor do mundo.

Três anos mais tarde, a cantora e compositora britânica anunciou seu próximo projeto – Wuthering Heights, inspirado no remake de O Morro dos Ventos Uivantes dirigido por Emerald Fennell e estrelado por Margot RobbieJacob Elordi.

Baseado no romance clássico de Emily Brontë, o longa acompanha o Sr. Earnshaw, que encontra um órfão nas ruas e decide adotá-lo, levando-o para o sombriamente isolado Morro dos Ventos Uivantes, onde vive com sua família. O órfão recebe o nome de Heathcliff, e enquanto ele é bem recebido por Catherine, a filha do senhor Earnshaw, seu irmão mais velho, Hindley, sente ciúmes e desprezo, e faz de tudo para humilhá-lo.

À medida que crescem, nasce uma paixão avassaladora entre Catherine e Heathcliff, o que só alimenta o ódio de Hindley. Após a morte do pai, a família entra em uma profunda crise financeira, e Catherine sente-se pressionada a se casar com Edgar Linton, um homem rico, para manter sua posição social. Heathcliff não aceita o casamento e, devido ao seu amor obsessivo, decide partir com a intenção de voltar para se vingar de todos.

Explicando o motivo que a fez querer se envolver com o longa, Charli disse em entrevista ao Substack: “liguei para Emerald e perguntei a ela o que ela esperava da minha leitura do roteiro. Ela timidamente sugeriu: ‘uma música?’. E eu sugeri: ‘um álbum?’. Por que não? Eu queria mergulhar na persona, em um mundo que parecia inegavelmente cru, selvagem, sexual, gótico, britânico, atormentado e cheio de frases reais, pontuação e gramática. Sem um cigarro ou um par de óculos escuros à vista, era tudo completamente diferente da vida que eu estava vivendo. Eu estava totalmente imersa”.

Para celebrar o lançamento de Wuthering Heights preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores músicas do álbum.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

5. “WALL OF SOUND”

Lançada como segundo single oficial do álbum, “Wall of Sound” se vale de um arranjo urgente de cordas e de sintetizadores que se aglutinam em caráter derradeiro, melancólico e fabulesco. Responsável pelos repetitivos versos – que, de certa maneira, refletem a complexa relação entre Catherine e Heathcliff – ao lado de Finn Keane, a artista singra pelas pulsões da psique humana e das turbulências de um amor proibido, traduzindo a temática em uma experiência sensorial prática e que entrega o que promete.

4. “SEEING THINGS”

Um dos aspectos que mais nos chama a atenção no disco é a forma como as canções são uniformizadas nos vários estilos de que se dispõe, mas borram as conhecidas divisões de uma peça sonora em expressivas distinções que vão desde a lírica até a produção. Em “Seeing Things”, os violoncelos e violinos respaldam uma ambientação que une a elegância orquestral às distorções vocais que transmuta o sentimento em uma experiência universalizante, pautada numa melancólica esperança que é pincelada pelas várias camadas de vozes.

3. “ALTARS”

Unindo forças a nomes como Lewis Pesavoc e Justin Raisen, Charli sabe exatamente como orquestrar cada uma das pequenas gemas, forjando peças que, à medida que se complementam em capacidade técnica, se afastam pela temática e por um movimento de introspecção e expansão que traz dinamismo ao álbum – e essa ideia é concretizada principalmente com “Altars”, uma das faixas mais bem escritas do projeto, em que o amor ultrarromântico se destitui das próprias máscaras e cede a uma dura realidade (talvez tarde demais).

2. “MY REMINDER”

Como já pudemos perceber, a cantora e compositora transforma seu compilado de originais em uma exploração constante dos altos e vales do amor, acompanhando de perto a conhecida narrativa de Brontë. Nesse quesito, Charli mergulha sem pensar duas vezes em um terreno agridoce que reflete uma experiência universal “My Reminder”. A track se ergue em um nostálgico electro-rock que se apodera, em breves três minutos meios, de uma apoteose fonográfica que coloca a abstração intocável do amor em uma verdade pungente, mas fundamental.

1. “CHAINS OF LOVE”

“Chains of Love” não é apenas a melhor faixa de Wuthering Heights, como é uma das melhores entradas da carreira de Charli. Funcionando como o lead single oficial do compilado de originais, a faixa se mantém fiel à estrutura que a performer tinha nos apresentado com “House”, porém, nos infundindo em uma atmosfera mais palpável e “mercadológica”, por assim dizer.

É impossível colocar um rótulo de mainstream à faixa, mas é notável como Charli e seu colaborador de longa data, Finn Keane, procuram um retrato dialógico que usa e abusa do chamber-pop e de uma fantasmagórica distorção eletrônica para falar sobre as mazelas de um amor controverso que a torna prisioneira de um sentimento, a princípio, puro e imaculado. Dessa forma, a música se transforma em uma impecável e antêmica balada pop que se esquiva das fórmulas sem abandoná-las por completo – abraçando o que é necessário para nos envolver por menos de três minutos em uma declamação profunda e tocante.

‘Women Like Us’: Whoopi Goldberg e Vanessa Williams irão estrelar nova COMÉDIA da Netflix

Netflix anunciou recentemente a nova série de comédia ‘Women Like Us’ (via Deadline).

A produção será estrelada por Whoopi GoldbergJenifer LewisVanessa WilliamsVivica A. Fox.

Com filmagens previstas para o outono norte-americano em Nova York, ‘Women Like Us’ acompanha uma mulher recém-viúva que é levada aos Hamptons por suas melhores amigas de longa data e por sua irmã, na data em que ela celebraria seu 30º aniversário de casamento. O fim de semana transforma-se em um momento de acerto de contas — com o luto, com o casamento, com a irmandade que as sustentou ao longo dos anos e com a descoberta de que sonhos não têm prazo de validade.

Tasha Smith, diretora conhecida por seu trabalho em séries como ‘Bel-Air’ e ‘Harlem’, assume a direção do projeto.

O roteiro fica a encargo de Ali Kinney (‘Love Life’), baseado na história de Tracy Oliver (‘Viagem das Garotas’).

James Lopez e Poppy Hanks estão produzindo pela Macro Film Studios, ao lado de Anikah McLaren e Mark R. Wright, da Higher Ground — empresa que tem Michelle Obama como produtora executiva. Charles D. King atua como produtor executivo pela Macro.

Mais detalhes não foram divulgados.

‘Vingadores: Ultimato’: Katherine Langford fala sobre cena deletada com Tony Stark

Durante uma entrevista para o The Tonight Show, Katherine Langford falou sobre a polêmica cena final deletada de ‘Vingadores: Ultimato‘, quando ela aparece como a versão adulta de Morgan Stark após o sacrifício de Tony (Robert Downey Jr).

Questionada por quê a cena foi finalmente revelada na Disney+, a estrela de ‘13 Reasons Why‘ disse que:

“O público estava ansioso para ver. Ouvi dizer que é por isso que decidiram revelar. Bom, foi o que me disseram. Literalmente, porque as pessoas queriam ver. E eu achei isso muito legal”.

Apesar do momento sentimental ter sido removido da versão para os cinemas, ela também deixou claro que que está feliz pela oportunidade de fazer parte do filme.

“É uma coisa estranha, porque eu me senti aterrorizada com medo de estragar algo, sabe? Quero dizer, sou grande fã dos filmes da Marvel e dos irmãos Russo, então quando me procuraram para interpretar a filha do Homem de Ferro, isso foi uma honra. Agora as pessoas sabem que eu estou no filme. É uma lembrança que vou guardar para sempre.”

Confira a cena em questão:

‘Os Novos Mutantes’: Comercial de TV revela a presença do Lockheed

Um fan page do Twitter publicou um novo comercial de TV de ‘Os Novos Mutantes‘, que revela a presença do pequeno dragão Lockheed.

Nos quadrinhos, Lockheed é adotado por Kitty Pryde depois que ela viaja a um planeta distante, mas parece que sua origem será alterada no filme e ele terá ligação com a Magik (Anya Taylor-Joy).

Confira:

Lembrando que ‘Os Novos Mutantes‘ chega aos cinemas nacionais em 10 de setembro.

Confira o cartaz:

Neste tenebroso filme recheado de ação e baseado nos quadrinhos da Marvel, cinco jovens que demonstram ter poderes especiais são levados a uma instituição secreta para passar em tratamentos que podem curá-los dos perigos de suas habilidades. Fazendo parte desse grupo estão Danielle Moonstar/Miragem, que cria ilusões a partir do medo de outras pessoas; Rahne Sinclair, que se transforma na lobisomem Lupina; Sam Guthrie, que, como o Míssil, pode voar em velocidades incríveis enquanto é protegido por um campo de força; Roberto da Costa/Mancha Solar, que absorve e canalizar poder solar; e Illyana Rasputin/Magik, irmã mais nova de Colosso que se transforma em uma armadura humana por conta própria e carrega uma espada de almas que amplifica suas habilidades sobre-humanas e psíquicas.

A convite da Dra. Cecilia Reyes para compartilhar as histórias de quando seus poderes primeiro se manifestaram, os cinco “pacientes” começam a entender que fazem parte de um grupo de pessoas conhecido como mutantes, que foram historicamente marginalizados e temidos. Conforme revivem suas origens, as memórias começam a se tornar realidade. Logo, eles começam a questionar o que é real ou não, e fica claro que a instituição não é o que parece. Agora a questão é: por que estão sendo mantidos em cativeiro? E quem está tentando destruí-los? A tensão e o terror regem essa aventura arrepiante dirigida por Josh Boone e co-escrita por Boone e Knate Lee.

Em entrevista ao Collider, Boone revelou que o longa-metragem terá 98 minutos (1 hora e 38 minutos) de duração – e que sua ideia para a adaptação nunca foi muito longa.

“Creio que são 98 minutos ou algo assim. Nunca foi mais que 104, até mesmo no primeiro corte. Lembro que o corte inicial tinha 20 minutos a mais que o final, mas você verá tudo isso no conteúdo especial – juntamos todas as cenas deletadas para vocês verem”.

Boone também falou sobre os planos que ele tinha para toda uma trilogia, chegando até a adaptação da saga Inferno.

“Tínhamos planos, obviamente, de trazer novos personagens para o próximo filme. O Warlock estava nas versões iniciais do roteiro, mas era muito caro inseri-lo. Então, quando o retiramos na narrativa, pudemos fazer o filme”, conta.

“A ideia era serem gêneros de terror diferentes”, continua. “O primeiro seria uma espécie de terror de rubber reality [em que se mistura realidade e fantasia], o segundo seria uma invasão alienígena com Warlock, e o terceiro reuniria todos os elementos do crossover dos X-Men do fim da década de 80 e início dos anos 90, chamado Inferno, e seria um terror sobrenatural apocalíptico. Esse era o plano.”

O longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

‘Brooklyn Nine-Nine’: Melissa Fumero se emociona ao falar sobre o fim da série; Confira!

As gravações da 8ª e última temporada de ‘Brooklyn Nine-Nine‘ estão a todo vapor e a atriz Melissa Fumero garantiu aos fãs que a série terá um final bastante satisfatório.

No entanto, a intérprete da policial Amy Santiago não conseguiu segurar as emoções ao lembrar que as gravações estão na metade e ela já está com um sentimento de despedida.

“Essa sensação de despedida é inevitável, mas será um final realmente satisfatório par nós e principalmente para os fãs. Já estamos no episódio cinco, no meio do caminho e não consigo para de pensar que vou me afogar em lágrimas quando estivermos gravando o último episódio.”

Ela continuou:

“O clima nos bastidores está assim, estamos apenas tentando nos divertir, como se estivéssemos filmando qualquer temporada da série, sabe? E espero que os fãs também enxerguem dessa forma, tudo chega ao fim, mas que seja um fim divertido e cheio de sorrisos e lágrimas de felicidade.”

Lembrando que o ciclo final terá apenas 10 episódios, sendo o mais curto de toda a produção.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para a última temporada.

“Sou muito grato pela NBC e a Universal Television por nos permitirem dar o final que os espectadores e esses personagens merecem,” afirmou o produtor executivo Dan Goor. “Eu me sinto muito grato por ter tido a oportunidade de trabalhar com esse elenco e equipe incríveis por oito temporadas. Eles não apenas são as pessoas mais talentosas na indústria, como também são ótimas pessoas que se tornaram uma família.”

Criada por Daniel J. Goor e Michael Schur, a série havia sido cancelada pela FOX, mas foi resgatada pela NBC.

Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.

O elenco inclui Andy Samberg, Andre Braugher, Stephanie Beatriz, Terry Crews, Melissa Fumero, Joe Lo Truglio, Chelsea Peretti, Dirk Blocker e Joel McKinnon Miller.

Criador do ‘Justiceiro’ diz que ODIOU o que fizeram com o personagem nos cinemas

Durante uma entrevista para o podcast Endless Thread, Gerry Conway, co-criador do Justiceiro, dise que odiou o que fizeram com o personagem nos cinemas.

Apesar de dizer que sente muito orgulho por ver que sua criação é um grande sucesso entre o público, o quadrinista disse que não tem interesse em ver os filmes.

“Veja bem, Castle foi reduzido a um sanguinário sem código moral. Ele é um sanguinário, mas há muito mais profundidade no personagem, e eu nem quero ver os filmes porque conheço as histórias. O legal dos quadrinhos, é que nunca envelhecem, e você pode ter várias versões de um mesmo personagem no cinema através dos anos, mas sinto que deixaram a desejar quando se trata de Castle, o que é uma pena.”

Por outro lado, ele disse que gostou bastante da atuação de Jon Bernthal quando deu vida ao anti-herói na 2ª temporada de ‘Demolidor‘.

“Acho que Jon Bernthal foi o único que conseguiu dar ao Justiceiro o sentimento que está coberto por aquela pose de durão… E eu realmente gosto disso”, afirmou ele.

Criado em parceria com John Romita Sr. e Ross Andru, Frank Castle fez sua primeira aprição nos quadrinhos da Marvel como um mercenário em ‘Amazing Spider-Man’ #129 (1974).

No cinema, o personagem foi adaptado pela primeira vez em 1979, sendo interpretado por Dolph Lundgren (‘Os Mercenários’).

O filme era esperado como uma grande estreia da Marvel nas telonas, mas acabou sendo lançado em em VHS quando a produtora New World Pictures passou por problemas financeiros.

Além disso, o filme recebeu uma resposta mista dos fãs, que ficaram desapontados com a falta de precisão dos quadrinhos.

Em 2004, o Justiceiro ganhou outra chance com o filme estrelado por Thomas Jane, que acabou se tornando outro fracasso.

Dirigido por Jonathan Hensleigh, o longa recebeu péssimas avaliações e registrou míseros 28% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Além disso, acumulou apenas US$ 54,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 35 milhões.

Quatro anos mais, Ray Stevenson (‘Black Sails’) interpretou Frank em ‘Justiceiro: Em Zona de Guerra‘, que seguiu o mesmo caminho das versões anteriores.

Também orçado em US$ 35 milhões, o longa faturou apenas US$ 10 milhões pelo mundo e registrou apenas 29% de avaliações positivas no RT.

2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ será mais intensa e sombria, diz produtora

A 1ª temporada de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ chegou ao fim revelando que Sauron estava escondido todo esse tempo entre os heróis da atração, já que Halbrand (Charlie Vickers) assume sua vilania nos momentos finais da trama.

Por conta disso, os próximos episódios prometem ser ainda mais densos e sombrios, como garantiu a produtora Lindsey Weber (‘Star Trek: Sem Fronteiras’).

Em entrevista para o Deadline, a cineasta disse que a presença de Sauron obriga a narrativa a ganhar um tom mais assustador, mas também mais corajoso e intenso.

“A 2ª temporada é fundamentalmente diferente, pois é ambientada na época em que nosso principal vilão está assumindo sua vilania. Eu acho que, de certa forma, vai ser mais corajosa, mais intensa, e talvez um pouco mais assustadora. Uma vez que Sauron está abertamente em movimento, as coisas ficam bastante interessantes.”

Lembrando que a 2ª temporada já começou a ser rodada e, em entrevista à Variety, a chefe-executiva da Amazon Studios, Jennifer Salke, revelou que a plataforma de streaming pretende lançar os próximos episódios o mais rápido possível.

“Queremos o menor tempo possível entre as temporadas, mas queremos manter as expectativas altas”, ela disse. “Então, vai levar o tempo que for preciso. Mas tem havido alguma urgência em se mover rapidamente, e é por isso que esses caras têm escrito durante todo o hiato. Estamos nos agilizando”.

Enquanto isso, relembre o trailer do último episódio da atual temporada:

Lembrando que a 2ª temporada já começou a ser rodada e, em entrevista à Variety, a chefe-executiva da Amazon Studios, Jennifer Salke, revelou que as gravações estão a todo vapor e que pretende-se lançar os próximos episódios o mais rápido possível.

“Queremos o menor tempo possível entre as temporadas, mas queremos manter as expectativas altas”, ela disse. “Então, vai levar o tempo que for preciso. Mas tem havido alguma urgência em se mover rapidamente, e é por isso que esses caras têm escrito durante todo o hiato. Estamos nos agilizando”.

O novo drama épico traz às telas pela primeira vez a lendária história da Segunda Era da Terra-média de J.R.R. Tolkien. Começando em uma época de relativa paz, milhares de anos antes dos eventos dos livros O Hobbit e O Senhor dos Anéis de Tolkien, a série segue um elenco de personagens, tanto familiares quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média.

“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

É bom ou ruim? Terror que DIVIDIU a crítica chega ao catálogo da Amazon Prime; Confira!

Chegou recentemente ao catálogo da Amazon Prime o terror ‘O Desejo Final‘, um conto de fadas gótico sobre Aaron Hammond (Michael Welch), um advogado passando por dificuldades, que volta para casa após o falecimento de seu pai, para ajudar sua mãe devastada e confrontar seus demônios dos passados.

Vasculhando os pertences de seu pai, Aaron se depara com uma urna que é muito mais do que parece. À medida que seus desejos começam a se tornar realidade, Aaron acha que suas orações foram respondidas até que ele descobre o preço sinistro que vem junto com o desejo final.

Escrito por Jeffrey Reddick (‘Premonição’) e dirigido por Timothy Woodard Jr. em 2018, ‘O Desejo Final’ dividiu os críticos, acumulando apenas 64% de aprovações no Rotten Tomatoes.

Entre as análises, há quem defenda, como o Eye for the Film, que diz:

“Focado principalmente no terror psicológico, mas também lidando com um bom número de sustos e momentos de tensão, ‘O Desejo Final‘ é um filme bem elaborado que provavelmente atrairá uma ampla gama de fãs do gênero.”

Por outro lado, o Vulture Hound aponta que:

“‘O Desejo Final‘ é uma produção visualmente monótona e narrativamente sem imaginação, com uma história que qualquer fã de terror já viu dezenas de vezes antes.”

 

‘Operação Lioness’ é renovada para a 2ª temporada

De acordo com o Comic Book, ‘Operação Lioness‘, série de ação estrelada por Zoe Saldaña e Nicole Kidman, foi renovada para a 2ª temporada na Paramount+.

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre o enredo e nem previsão de estreia.

Através de um comunicado, Chris McCarthy, CEO da Showtime/MTV Entertainment Studios comemorou a novidade, dizendo:

“‘Operação Lioness‘ cativou o público em todo o mundo como uma das estreias de séries globais mais assistidas da Paramount+ no ano passado. Impulsionada pela narrativa magistral de Taylor Sheridan e pelas atuações notáveis de Nicole Kidman e Zoe Saldaña, a segunda temporada promete mergulhar o público em mais uma jornada fascinante e cheia de adrenalina.”

A primeira temporada de trouxe Saldaña como Joe, uma oficial da CIA que dirige uma unidade operacional especial especializada chamada Lioness. Essa unidade utiliza mulheres operativas altamente treinadas para se infiltrarem em organizações terroristas e transformarem os seus membros em aliados da CIA – aliados dispensáveis que enfrentam a morte antes de serem capturados.

Joe tem que manter sua vida de espionagem em segredo e separada de sua vida doméstica como esposa e mãe de duas filhas – uma tensão que muitas vezes pesa sobre ela.

A série é uma criação de Taylor Sheridan (‘Yellowstone’).

A trama acompanha Cruz Manuelos (Oliveira), uma jovem fuzileira recrutada para ajudar a derrubar uma organização terrorista interna. A produção é baseada em eventos reais.

Jill Wagner, Dave Annable, LaMonica Garrett, James Jordan, Austin Hébert, Hannah Love Lanier, Stephanie Nur, Jonah Wharton, e Morgan Freeman completam o elenco.

Saldaña e Kidman também entram como produtoras executivas do projeto.

‘Bird Box Barcelona’: Spin-off ganha primeiro teaser ANGUSTIANTE; Confira!

A Netflix revelou o primeiro teaser de ‘Bird Box Barcelona‘, spin-off do filme de 2018 que mostrará os eventos apocalípticos que aconteceram no mundo, dessa vez usando a Espanha como pano de fundo.

O filme estreia na Netflix em 14 de julho.

Confira:

O elenco contará com Mario Casas, Georgina Campbell, Diego Calva, Alejandra Howard, Naila Schuberth, Patrick Criado, Celia Freijeiro, Lola Dueñas, Gonzalo de Castro, Michelle JennerLeonardo Sbaraglia.

Confira a sinopse oficial:

“Após uma força misteriosa dizimar a população mundial ao fazer com que todos que a veem cometerem suicídio, Sebastian e sua jovem filha Anna irão enfrentar sua própria jornada de sobrevivência através das desoladas ruas de Barcelona. Enquanto eles formam uma aliança incerta com outros sobrevivências e buscam um lugar seguro, uma ameaça mais sinistra do que as criaturas que não podem ser vistas começa a crescer.”

Alex e David Pastor serão responsáveis pela direção, além de escreverem o roteiro.

Vale lembrar que uma sequência oficial de ‘Bird Box‘ também está em desenvolvimento. Detalhes sobre o projeto não foram divulgados, mas é provável que adapte os eventos do romance ‘Malorie‘. A continuação do livro gira em torno da personagem-título, que nas telinhas foi encarnada por ninguém menos que Sandra Bullock, oito anos depois dos eventos originais.

Em seu primeiro dia, o filme ‘Bird Box‘ alcançou 3.5 milhões de visualizações na Netflix. Comparativamente, ‘Bright‘, com Will Smith, foi visto por 5.4 milhões de pessoas. Essa dinâmica não se sustentou, no entanto, como ‘Bright‘ acumulou apenas 20 milhões de espectadores até o final de sua própria primeira semana.

Diretor fala sobre a série baseada em ‘Cidade de Deus’ da HBO Max

O filme Cidade de Deus se tornou um clássico do cinema nacional ao explorar os conflitos entre traficantes na cidade do Rio de Janeiro. Agora, está prestes a ganhar uma série spin-off pela HBO Max. Recentemente, o diretor comentou sobre dirigir o clássico.

O diretor Aly Muritiba teceu comentários sobre a série: “Quando eles me chamaram para dirigir e assumir esse legado, sabia que era um grande desafio, mas veio uma história de potência, comunidade, de moradores da comunidade se juntando não pra correr, mas para resistir. Eu me juntei a esse time para contar essa história de resistência e existência em Cidade de Deus [a série].”

Em seguida, o ator Alexandre Rodrigues, aproveitou para destacar a importância das mulheres na obra: “As mulheres faziam parte da virada de diversos personagens homens. Vinte anos depois, a gente tá decidindo o nosso próprio rumo e o mundo só vai mudar de verdade quando as mulheres estiverem no controle.”

Segundo o jornal O Globo (via Na Telinha), a produção trará cenas nunca vistas do longa-metragem original. As informações ainda indicam que as sequências serão em flashback e que a contratação do elenco teve início há aproximadamente uma semana.

Roberta RodriguesThiago Martins, que interpretaram Berenice e Lampião na obra original, confirmaram retorno para a série.

Vale lembrar que a trama será ambientada duas décadas após os eventos anteriores.

Por enquanto, ainda não há muito detalhes sobre a trama e nem quais personagens serão retratados, mas os fãs já estão empolgados.

Fruto de uma parceria com a O2 Filmes, o projeto vai contar com Fernando Meirelles, diretor do filme, e Andrea Barata Ribeiro como produtores.

A equipe de roteiristas é formada por Sérgio Machado, Armando Praça, Renata Di Carmo, Estevão Ribeiro e Rodrigo Felha.

Já a direção fica a cargo de Aly Muritiba.

Lembrando que o filme é inspirado no romance homônimo escrito por Paulo Lins, fazendo um retrato realista da batalha entre o bem e o mal que é travada todos os dias pela população periférica da cidade do Rio do Janeiro, focada em questões como tráfico de drogas, pobreza extrema e violência de todos os tipos. Os emblemáticos personagens Buscapé, Zé Pequeno, Bené e Mané Galinha foram inspirados em pessoas reais.

O longa concorreu ao Oscar de 2004 em quatro categorias, incluindo Melhor Direção.

Diretor de ‘É Assim que Acaba’ NÃO quer dirigir a sequência e revela o motivo

‘É Assim que Acaba’ já está em cartaz nos cinemas nacionais. A adaptação do best-seller de Colleen Hoover, estrelada por Blake Lively, tem conquistado o público, que agora se pergunta se haverá uma continuação.

Embora o livro tenha uma sequência, o diretor do longa, Justin Baldoni, surpreendeu ao afirmar que não se considera adequado para dirigir a próxima parte.

“Acho que há pessoas mais indicadas para essa tarefa”, disse ele à Entertainment Tonight. “Acho que Blake Lively está pronta para dirigir, é o que eu penso”.

“Esta não é minha noite — é uma noite para todas as mulheres para quem fizemos este filme”, disse Baldoni no tapete vermelho enquanto celebrava a estreia do filme. “Esta é uma noite para Blake, uma noite para Colleen. Estou tão grato por estarmos aqui, após cinco anos de trabalho”.

Quando questionado sobre o que ele lembrará da experiência de dirigir e atuar no filme, Baldoni afirmou:

“O que vem à mente não é tanto o trabalho que foi feito, mas o porquê por trás disso. O porquê é que, se uma Lily Bloom da vida real puder sentar neste teatro e talvez fazer uma escolha diferente para si mesma do que a que foi feita por ela, talvez ela se veja na tela e saia do teatro escolhendo algo diferente para si mesma. É por isso que fiz o filme”.

‘É Assim que Acaba’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

No Rotten Tomatoes, o longa dividiu opiniões, com 54% de aprovação, baseado em 28 avaliações.

é assim que acaba

Os críticos se dividiram: alguns elogiaram o trabalho do cineasta Justin Baldoni na adaptação do romance, enquanto outros consideraram o filme fraco.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“O que o diretor Justin Baldoni consegue transmitir com precisão, assim como no romance, é a narrativa de como muitos relacionamentos, que começam com todo o amor, podem infelizmente se deteriorar com o tempo”, disse Dessi Gomez do Deadline.

“O roteiro, escrito por  Christy Hall, tenta suavizar alguns clichês do romance com piadas iniciais que fazem uma referência autoconsciente. No entanto, a adaptação não consegue escapar das artimanhas presentes no texto original”, disse Lovia Gyarkye do The Hollywood Reporter.

“Um filme envolvente e emocional que te prende imediatamente. Se você assistir sem saber do que se trata e, portanto, ficar ainda mais surpreso com o rumo que ele toma, pode ser ainda mais impactante”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“Uma mistura de tons que nem sempre funciona, mas frequentemente remete a uma época diferente do cinema, onde o filme de médio orçamento disposto a explorar questões era um modelo de negócio viável. Nesse sentido, é um empreendimento bem-sucedido”, disse Esther Zuckerman da Rolling Stone.

“‘É Assim que Acaba’ tem boas intenções e Lively está dedicada ao papel. No entanto, é uma adaptação no estilo Hallmark, com uma abordagem sem rumo e pouco marcante, além de uma trilha sonora cheia de músicas pop melancólicas. A duração de 130 minutos também é exagerada”, disse Chris Wasser do Irish Independent.

“O melodrama exuberante de Baldoni exibe uma superficialidade que pode ser facilmente alvo de críticas. No entanto, quando se trata dos ataques que sua heroína enfrenta, a abordagem se revela admiravelmente perspicaz”, disse Neil Smith da Total Film.

“Não é culpa de Lively que sua personagem seja tão mal definida, mas sua atuação ainda beira o vazio, enquanto a direção de Baldoni é excessivamente opressiva”, disse Tim Robey do Daily Telegraph.

“No geral, o trabalho de direção de Baldoni não é voltado para os fãs atraídos pelo triângulo amoroso, mas sim para aqueles que se conectam com a jornada de Lily. E talvez isso seja algo positivo”, disse Isabella Soares da Collider.

A produção é baseada no romance homônimo da Colleen Hoover.

Brandon Sklenar, Jenny Slate e Hasan Minhaj completam o elenco da produção.

Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall (‘I Am Not Okay With This’).

Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.

Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.

À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.

Aristas brasileiros assinam carta CONDENANDO à resposta da Academia ao ataque a Hamdan Ballal

A Academia do Oscar se reuniu hoje mais cedo para definir sua posição após as críticas que recebeu pelo seu silêncio diante do ataque ao cineasta palestino Hamdan Ballal, um dos diretores do documentário No Other Land, vencedor do Oscar deste ano.

Na ocasião, o cineasta Yuval Abraham, co-diretor do documentário, criticou a omissão da Academia em relação ao tratamento cruel que Ballal recebeu das autoridades israelenses.

Ballal foi agredido por colonos israelenses em sua casa na vila palestina de Susiya, na Cisjordânia, e, ao tentar buscar atendimento médico, foi detido pela polícia israelense. Durante sua prisão, ele teria sido agredido e zombado pelas autoridades, que ainda debocharam de sua vitória no Oscar, liberando-o somente no dia seguinte.

Enquanto isso, de acordo com o Deadline, uma nova declaração foi assinada por membros importantes da Academia, incluindo os atores Olivia Colman, Joaquin Phoenix, Javier Bardem, Penélope Cruz, Emma Thompson, e os diretores Ava DuVernay, Errol Morris, Adam McKay, Jonathan Glazer, além do roteirista Tony Kushner.

Esses artistas se posicionaram contra o silêncio da Academia em relação ao ocorrido, especialmente após uma carta previamente emitida pela instituição, que foi amplamente criticada por Yuval Abraham.

A nova carta foi assinada por mais de 600 membros da Academia, representando todas as divisões da AMPAS. Ela critica a presidente da Academia, Janet Yang, e o CEO Bill Kramer pela carta tardia e superficial emitida sobre o ataque a Ballal, que não mencionava nem o nome do cineasta nem o título do filme.

A lista de assinantes também inclui alguns votantes brasileiros, como Anna Muylaert, Alice Braga, Alê Abreu, Daniel Rezende, Lais Bodanzky, Maria Augusta Ramos, Paula Barreto, Petra Costa, Pedro Kos, Rodrigo Teixeira, Sara Silveira e Vania Catani.

Confira a carta na íntegra:

“Nós nos posicionamos em condenação ao brutal ataque e à detenção ilegal do cineasta palestino vencedor do Oscar, Hamdan Ballal, por colonos e forças israelenses na Cisjordânia.

Como artistas, dependemos da nossa capacidade de contar histórias sem represálias. Cineastas documentais frequentemente se expõem a riscos extremos para iluminar o mundo. É indefensável que uma organização reconheça um filme com um prêmio na primeira semana de março e, depois, falhe em defender seus cineastas poucas semanas depois.

Ganhar um Oscar não é uma tarefa fácil. A maioria dos filmes em competição conta com ampla distribuição e campanhas exorbitantemente caras direcionadas aos membros votantes. O fato de No Other Land ter vencido um Oscar sem essas vantagens demonstra o quanto o filme é importante para os membros votantes.

O ataque a Ballal não é apenas um ataque a um cineasta — é um ataque a todos aqueles que ousam testemunhar e contar verdades inconvenientes.

Continuaremos a acompanhar esta equipe de cineastas. Ganhar um Oscar colocou suas vidas em perigo crescente, e não vamos poupar palavras quando a segurança de nossos colegas artistas estiver em jogo”.

A nota enviada por Yang e Kramer, na quarta-feira, fez apenas uma menção vaga a Ballal, dizendo:

“A Academia condena prejudicar ou suprimir artistas por seu trabalho ou seus pontos de vista.” A carta seguiu dizendo: “Estamos vivendo em um momento de mudanças profundas, marcadas por conflitos e incertezas — ao redor do mundo, nos EUA e dentro de nossa própria indústria. Compreensivelmente, somos frequentemente solicitados a falar em nome da Academia em resposta a eventos sociais, políticos e econômicos. Nesses casos, é importante notar que a Academia representa quase 11.000 membros globais com muitos pontos de vista únicos”.

Membros do comitê executivo da divisão de documentários da Academia, que pediram anonimato, declararam que acharam a carta de Yang e Kramer “embaraçosa e vergonhosa”.

“Foi realmente um erro”, disse um membro do comitê. “Todos nós achamos completamente horrível. Isso gerou muitas pessoas entrando em contato e escrevendo cartas diretamente para Bill e Janet, dizendo: ‘Isso não nos representa. Isso é horrível. Como vocês puderam emitir esse tipo de comunicado?’ E especialmente porque não mencionava o nome de Ballal nem o nome do filme, o que parecia ainda mais insensível.”

Lembrando que anteriormente Yuval Abraham, co-diretor do documentárioNo Other Land, expressou profunda decepção com a postura da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos (Academia do Oscar) diante da prisão e agressão sofrida por seu colega, o cineasta palestino Hamdan Ballal.

Segundo o Deadline, Abraham criticou a inação da Academia, afirmando: “A Academia dos EUA, que nos concedeu um Oscar há três semanas, recusou-se a apoiar publicamente Hamdan Ballal enquanto ele era espancado e torturado por soldados e colonos israelenses”.

O cineasta contrastou essa postura com a da Academia Europeia e de “inúmeros outros grupos de premiação e festivais”, que demonstraram solidariedade.

Abraham revelou que, apesar da pressão de vários membros da Academia do Oscar, especialmente na área de documentários, um comunicado de apoio foi negado.

A justificativa apresentada foi que, como outros palestinos também foram agredidos no ataque dos colonos, o caso poderia ser considerado “irrelevante” para o cinema, e, portanto, não haveria necessidade de uma resposta.

O co-diretor apelou à Academia para que reconsiderasse sua posição e condenasse o ataque:

“Embora Hamdan tenha sido claramente alvo por fazer ‘No Other Land’ (ele se lembrou dos soldados brincando sobre o Oscar enquanto o torturavam), ele também foi alvo por ser palestino – como inúmeros outros todos os dias que são desconsiderados. Isso, aparentemente, deu à Academia uma desculpa para permanecer em silêncio quando um cineasta que eles homenagearam, vivendo sob ocupação israelense, mais precisava deles. Não é tarde demais para mudar essa postura. Mesmo agora, emitir uma declaração condenando o ataque a Hamdan e à comunidade de Masafer Yatta enviaria uma mensagem significativa e serviria como um obstáculo para o futuro”.

Lembrando que Hamdan Ballal foi liberto recentemente após ser detido e espancado por colonos judeus em sua casa, próxima à aldeia de Susiya. Ele relatou ter sido severamente agredido na presença de soldados israelenses armados.

“Foi um ataque muito, muito forte”, disse Ballal. “Eu senti que ia morrer, porque o ataque foi tão forte, eu sangrava de todos os lugares. Eu estou chorando profundamente do meu coração. Eu sinto dor em todo o meu corpo. Então, eles continuaram me atacando por uns 15-20 minutos”.

As Forças de Defesa de Israel e a Polícia de Israel negaram envolvimento na agressão. As autoridades israelenses afirmaram que Ballal foi detido sob suspeita de jogar pedras, danificar propriedades e comprometer a segurança da área.

A polícia informou que a investigação está em andamento, mas Ballal nega as acusações.

“Eu não joguei pedras, eu não fiz problemas com os colonos”, disse Ballal.

TRETA! Tatiana Maslany, estrela de ‘She-Hulk’, pede boicote ao Disney+ após polêmica com Jimmy Kimmel

A atriz Tatiana Maslany, famosa por interpretar a heroína Mulher-Hulk na série da Marvel Studios, gerou controvérsia ao usar seu Instagram para pedir que seus seguidores cancelem suas assinaturas de plataformas de streaming como Disney+, Hulu e ESPN.

Segundo o ComicBookMovie, o pedido, direcionado aos seus mais de 500 mil seguidores, veio como uma reação à decisão da Disney de suspender por tempo indeterminado o programa de entrevistas de Jimmy Kimmel, exibido pela emissora ABC.

A suspensão teria ocorrido após Kimmel fazer um monólogo em seu programa que criticava figuras políticas e apoiadores do ex-presidente Donald Trump.

A atitude de Maslany vem após rumores de seu retorno ao papel de Mulher-Hulk no futuro filme ‘Vingadores: Doomsday’.

‘She-Hulk’: Atriz fala sobre possível retorno ao MCU; “Um verdadeiro milagre”

Lembrando que durante um episódio de seu programa, Kimmel iniciou seu monólogo dizendo que a “gangue MAGA” estava “desesperadamente tentando caracterizar o garoto que matou Charlie Kirk como qualquer coisa, menos como um deles”. 

Kimmel acusou aqueles do lado direito de “fazerem de tudo para tirar proveito político” da situação e “trabalharem arduamente para capitalizar sobre o assassinato”, antes de exibir um clipe de um repórter perguntando ao presidente Donald Trump como ele estava lidando com a morte de Kirk.

Quando Trump desviou o assunto para a construção de uma nova sala de baile na Casa Branca, Kimmel brincou dizendo que Trump havia entrado “na quarta fase do luto: construção”.

Kimmel também relembrou os manifestantes que, em 6 de janeiro de 2021, “queriam enforca”, o vice-presidente Mike Pence por certificar a vitória de Joe Biden nas eleições de 2020.

Após isso, um porta-voz da ABC anunciou que o Jimmy Kimmel Live! Seria suspenso por tempo indeterminado. Mais tarde, foi relatado que Brendan Carr, presidente da FCC e apoiador de Trump, ameaçou “tomar medidas” contra a Disney e a ABC.

Programa de Jimmy Kimmel é SUSPENSO por tempo indefinido após comentários sobre Charlie Kirk

She-Hulk‘ (‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’) está disponível no Disney+.

Relembre o trailer legendado e o cartaz nacional.

Confira:

Nicole Kidman revela ritual antes do Oscar 2026: “Pode parecer loucura”

A cerimônia do Oscar 2026 acontece hoje, e a estrela Nicole Kidman compartilhou recentemente como funciona sua preparação para a noite mais importante do cinema. Conforme à Variety, a atriz revelou um hábito curioso: ela não abre mão de sua rotina espiritual, mesmo em dias de premiação.

“Pode parecer loucura, mas eu vou à igreja pela manhã. Vamos encaixar isso na agenda… Isso me centra. É o que eu costumo fazer aos domingos”, afirmou Kidman, que está confirmada como uma das apresentadoras da noite.

Apesar de suas filhas, Sunday e Faith, terem participado de eventos pré-Oscar, como o jantar da Chanel, elas não acompanharão a mãe na cerimônia nem nas festas oficiais.

Kidman explicou que, por ser uma noite de domingo, a prioridade será o descanso da família: “Elas estão de férias de primavera, então basicamente vamos para casa, tomar um banho e dormir”, disse a atriz, embora tenha admitido, entre risos, que talvez mude de ideia e passe em uma ou duas festas após o evento.

Para o público brasileiro, a edição deste ano tem um peso especial. O cinema nacional vive um momento histórico com o longa O Agente Secreto, que conquistou quatro indicações: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator para Wagner Moura e Melhor Elenco, esta última, uma categoria inédita na premiação.

Além disso, o Brasil marca presença na categoria de Melhor Fotografia com Adolpho Veloso, reconhecido por seu trabalho em Sonhos de Trem’.

Oscar 2026 | Confira nossas previsões FINAIS para a maior premiação do cinema!

No Brasil, a cerimônia será transmitida ao vivo pela Rede Globo neste domingo, 15 de março, a partir das 21h (horário de Brasília), logo após o Fantástico. A cobertura na TV aberta será comandada por Maria Beltrão, com comentários especializados de Waldemar Dalenogare e a participação da atriz Dira Paes.

A Gangue

O CINEMA SURDO-MUDO

 

A comparação mais aproximada da experiência de ver ao filme ucraniano A Gangue (Plemya) é a de assistir um filme estrangeiro sem legenda. Nele, só teríamos as imagens para nos ancorar. Em A Gangue, para a grande maioria do público, só restam as imagens.

Em seu longa de estreia, o diretor Myroslav Slaboshpytskiy optou por um filme inteiramente falado na linguagem de sinais. Exceto as legendas no começo da projeção que explicam a concepção do filme, nenhuma outra palavra será escutada ou legendada. O filme conta a história do jovem Sergey, que ingressa em um internato para surdos-mudos, no qual alguns estudantes formam uma rede de crimes e prostituição. Em pouco tempo, Sergey irá fazer parte desse grupo.

Impressiona a capacidade do diretor de nos conduzir por uma narrativa só com as imagens, mesmo sendo um filme com diálogos e com a maioria dos espectadores não conhecendo essa linguagem. E, pensando no público brasileiro, isso fica mais impressionante. Enfim, somos jogados em um universo sem um tradutor simultâneo.

A Gangue consegue a compreensão do público por causa de um procedimento usado nas origens do cinema. No começo, os filmes eram exaustivos na exposição de suas imagens. Seja pelo baixo desenvolvimento da montagem, seja pela novidade do cinema, que não contava com uma linguagem difundida entre o público, os fatos eram expostos por inteiro. Se havia um assalto a um trem, então era preciso mostrar todos os seus passos. Com o tempo, e com a ajuda do som, os filmes ficaram mais sugestivos; bastava ver o começo e o final da ação para se entendê-la. O corte da cena produz uma ausência que o espectador preenche graças aos elementos que o restante do filme fornece.

Sabendo que seu público não conheceria a linguagem dos sinais, Myroslav Slaboshpytskiy é exaustivo em suas imagens, explorando as cenas ao máximo possível, muitas vezes reiterando a ação, de forma que o público compreenda o que está acontecendo. Se um crime será cometido, acompanhamos todas as etapas. Isto explica, no filme, a presença constante do plano-sequência – quando a câmera mostra a ação sem cortes.

Como o corte exige que o espectador complete o espaço vazio, e como não temos outro apoio além da imagem, a solução é o plano-sequência. Quando Sergey paga para transar com uma amiga prostituta, assistimos tudo, as posições, a recusa de beijar Sergey e o beijo apaixonado de ambos no final. A garota já gostava de Sergey? Ela percebeu sua paixão durante o sexo? Foi um beijo encenado?

Ambiguidade e violência dominam o filme. Ambíguo porque, mais do que em outros, não temos grandes certezas sobre os fatos e personagens. Violento, bem, vá e veja!

Alguns podem falar – e terão certa dose de razão – que a opção por um filme todo em linguagem de sinais é uma extravagância, uma forma de um diretor estreante ganhar divulgação fácil. Fato, se o filme fosse falado, seria apenas mais um filme violento de festival. Sua força está em sua opção estética, que não se limita ao mero fetichismo.

A Gangue nos coloca em um universo particular, que a maioria de nós ignora, desafiando nossos preconceitos. Ele não apresenta suas personagens como pobres coitados, ou como pessoas angelicais por causa de um problema físico. O filme trata suas personagens de maneira adulta. Os alunos do internato são figuras humanas que expõem o pior que temos. Isto desafia tanto o preconceituoso que costuma rir de uma deficiência, quanto aquele seu conhecido que adora levantar “a bandeira da causa justa”.

Por tudo isso, o longa de estreia de Myroslav Slaboshpytskiy merece nossa atenção. Já na espera de seus próximos trabalhos!

Observação: Texto originalmente publicado em 2014, em razão da cobertura da 38ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Esta semana, o filme entrou em circuito, em um número limitado de salas de cinema no Brasil.

10 Dicas de Filmes Não-lineares que são um verdadeiro ESPETÁCULO!

As estratégias na forma de contar uma história é fundamental para qualquer produção. E falando em narrativas, as que não seguem uma ordem cronológica são muito vistas por aí. E muitas dessas, acertam em cheio! Pensando nesse recorte, resolvemos criar uma lista abaixo com 10 filmes não-lineares que são um verdadeiro espetáculo!

 

Efeito Borboleta

Na trama, conhecemos Evan (Ashton Kutcher), um jovem já perto da fase adulta que ao longo de sua vida manifesta falhas de memórias sempre em momentos de alto estresse. Certo dia, por meio de diários que escrevia, consegue voltar no tempo para momentos em que nunca pensara mais encontrar. Buscando consertar determinadas situações traumáticas no passado, acaba criando novas variáveis tão ou mais complicadoras, muitas dessas que envolvem a vida de seu grande amor Kayleigh (Amy Smart).

 

Pulp Fiction – Tempo de Violência

Na trama, conhecemos uma série de personagens ligados de alguma forma ao mundo do crime. Assassinos, traficantes mafiosos, esportista corrompido, psicopatas, assaltantes descontrolados. Acompanhamos por meio de um roteiro longe de qualquer linearidade um desfile macabro e contundente pelo espelho caótico da natureza humana que percorre as linhas da inconsequência. Vincent Vega (John Travolta), Mia (Uma Thurman), Jules (Samuel L. Jackson), Sr.Wallace (Ving Rhames), Butch (Bruce Willis) entraram para a galeria de personagens inesquecíveis do cinema.

 

Irreversível

Exibido pela primeira no Festival de Cannes, 20 anos atrás, o longa-metragem dirigido pelo cineasta Gaspar Noé possui uma das cenas mais chocantes das duas últimas décadas no cinema. Na trama, que tem uma narrativa com cronologia inversa, vamos vendo os desenrolares na vida de alguns personagens após um ato violento.

 

Os 12 Macacos

Nesse filmaço do cineasta norte-americano Terry Gilliam, acompanhamos num mundo com sérios problemas um condenado que é enviado de volta no tempo com o objetivo único de descobrir a origem de um vírus que destruiu grande parte do planeta. O projeto é inspirado no curta-metragem La jetée, do fotógrafo e cineasta francês Chris Marker.

 

Precisamos Falar sobre Kevin

Baseado no livro homônimo escrito por Lionel Shriver, o aterrorizante Precisamos Falar sobre Kevin apresenta a história de uma mãe que busca não se entregar ao fundo do poço após traumáticos acontecimentos provocados por seu filho Kevin.

 

Vanilla Sky

Lançado no já no longínquo ano de 2001, e remake do longa-metragem espanhol Abre los ojos (1997), Vanilla Sky nos mostra as reviravoltas na vida de um milionário após um acidente, onde aos poucos vamos buscando as peças por meio de lembranças para entendermos melhor esse quebra-cabeça imposto. Dirigido por Cameron Crowe.

 

O Lobo Atrás da Porta

Na trama, conhecemos Bernardo (Milhem Cortaz), um fiscal de uma empresa de ônibus, casado com Sylvia (Fabiula Nascimento) com quem tem uma filha. Quando a garota desaparece misteriosamente após ser pega por alguém na creche em que estava, Bernardo e Sylvia vão até a polícia onde um tenso interrogatório acontece. O delegado de plantão (Juliano Cazarré) começa a desconfiar de algumas versões da história e logo se descobre que Bernardo tem uma amante chamada Rosa (Leandra Leal) que também é convocada para prestar depoimento. O tempo passa e as verdades começam a aparecer.

 

8 e ½

Na trama, conhecemos Guido (Marcello Mastroianni), um diretor de cinema já bem famoso que se encontra no meio da concepção de produção do seu novo e mirabolante longa-metragem. Em paralelo, memórias de toda uma vida e personagens marcantes dela começam a afrontá-lo, num misto de fantasia e realidade, em meio a um bloqueio na imensa criatividade esperada por todos.

 

O Sexto Sentido

Na trama, ambientada no sul da Filadélfia, conhecemos Malcolm (Bruce Willis) um psicólogo infantil que após um trauma com um antigo paciente vê seu casamento entrar em uma crise profunda, sua esposa nem mais o olha sequer. No outono depois, apresentado a um novo paciente, um jovem com diversos conflitos e repleto de medos de algo que não conta a ninguém e por isso tem um cotidiano conflituoso com a mãe. Aos poucos, paciente e psicólogo vão embarcando em uma jornada onde um ajuda o outro quando as surpresas pelo caminho começam a serem reveladas.

 

Forrest Gump – O Contador de Histórias

Na trama, conhecemos Forrest Gump (Tom Hanks), um homem nascido e criado em Greenbow no Alabama, que está sentado em um banco de praça à espera de um determinado ônibus. Conforme outras pessoas vão surgindo do outro lado desse banco, Forrest e seu carisma contagiante relembra para cada um deles, partes de toda sua fantástica história até ali. O primeiro amor, a forte ligação com a mãe, o serviço militar, os dramas, a saudade, os empreendimentos de sucesso, encontros e desencontros que marcaram toda sua vida.

 

‘A Ilha da Fantasia’, ‘As Panteras’ e os filmes que Mudaram os gêneros de suas Séries Originais

Ontem, os fãs do cinema puderam conferir em primeira mão o trailer de A Ilha da Fantasia – que você pode assistir no link abaixo. Como prometido pelo produtor Jason Blum e sua Blumhouse, a nova roupagem da série clássica da década de 1970 se tornou um terror barra-pesada.

‘A Ilha da Fantasia’: Terror da Blumhouse com Lucy Hale ganha trailer LEGENDADO

O fato, no entanto, pode ter pego muita gente de surpresa, em especial os fãs do programa televisivo. Pensando nisso, o CinePOP criou esta nova matéria lembrando de algumas séries que se transformaram em filmes de estilo, teor ou gêneros diferentes de sua contraparte original. Vem conhecer.

A Ilha da Fantasia

Começamos a lista com o terror que acaba de divulgar seu trailer. Para os que não sabem, A Ilha da Fantasia foi um dos programas televisivos mais populares do fim da década de 1970. Protagonizado por Ricardo Montalban na pele do enigmático Mr. Rourke, que tinha como fiel escudeiro o anãozinho Tattoo (Hervé Villechaize) – que gritava sempre que um avião chegava à ilha – o seriado ficou no ar por sete temporadas, de 1977 a 1984.

A trama mostrava uma ilha misteriosa na qual seus visitantes tinham seus desejos mais impossíveis atendidos. Por mais elementos sobrenaturais que a série pudesse conter, tudo sempre ocorria em meio a comédia, o drama e a aventura. Agora, temos Michael Peña mais macabro do que nunca como o novo Mr. Rourke, mas por enquanto nada de Tattoo. A jovem Lucy Hale é a protagonista do filme, na pele de uma das visitantes.

As Panteras

Outro seriado antigo que acaba de ganhar nova roupagem. O novo As Panteras estreia nesta quinta-feira e traz Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska como o trio de detetives sensuais, resolvendo as mais intrincadas missões. Aqui voltamos mais uma vez para a década de 1970, mais precisamente para 1976, quando estreou o programa sobre três detetives particulares, parte de uma agência, desvendando todo tipo de caso. Farrah Fawcett, Kate Jackson e Jaclyn Smith foram o trio original, e depois disso, a formação foi se alterando ao longo das cinco temporadas, até 1981.

No cinema, a primeira roupagem saiu em 2000, com um novo trio de panteras vivido por Cameron Diaz, Drew Barrymore e Lucy Liu. O tom policial de crime dava lugar a uma aventura cômica e cartunesca, que se intensificou na sequência As Panteras Detonando (2003), com direito a pulos, pausas no ar e piruetas mirabolantes. Agora, ao invés de seguir com mais um filme, a Sony optou por resetar a franquia, apostando num tom mais sóbrio, porém, sem esquecer o bom humor.

Um detalhe pouco conhecido do público, é que As Panteras tentou sobrevida em 2011, retornando à TV. A investida com Annie Ilonzeh, Minka Kelly e Rachael Taylor, no entanto, apesar da produção de Drew Barrymore, não deu certo e o programa durou apenas 8 episódios – se tornando quase uma destas lendas urbanas.

Perdidos no Espaço

Por falar em programa clássico, este é um dos seriados mais cult da história da TV. Apesar da verdadeira legião de fãs que se mantém até hoje, a série ficou no ar apenas por três temporadas, de 1965 a 1968. O charme desta história sobre uma família de colonizadores espaciais estava no teor camp da produção, onde tudo soava extremamente artificial, desde o robô que nada mais era do que uma pessoa vestida, aos cenários e objetos de cena. Ah, e claro, nos personagens, como o acovardado Dr. Smith (Jonathan Harris), o alívio cômico.

Para a versão cinematográfica do programa, lançada em 1998, a história ganhou contornos bem mais sombrios e temas pra lá de complexos, como a relação entre pai de filho, do Dr. Robinson (William Hurt) e Will (Jack Johnson). Este clima mais pesado terminou por afastar os fãs. Nem mesmo as presenças de Gary Oldman como o Doutor Smith (agora transformado num vilão completo) e Matt Le Blanc, o Joey da série Friends, como o Capitão Don West, trouxeram carisma ao longa, que fracassou.

Ano passado, a Netflix estreou uma nova versão da série, levada no mesmo tom do filme, mas com um roteiro melhor desenvolvido. Em dezembro chega a segunda temporada do programa.

Missão: Impossível

Quem vê Tom Cruise realizando suas próprias cenas de ação sem dublês em um filme repleto de adrenalina atrás do outro, pode não imaginar que a franquia Missão: Impossível nasceu lá atrás, na TV, ainda na época da Guerra Fria. Tudo começou em 1966, num período muito propício para tramas de espionagem envolvendo governos. Assim nascia a equipe de agentes secretos americanos, se arriscando nas missões mais, bem, impossíveis. O programa durou sete temporadas até 1973.

Na década de 1980, o seriado ganhava sobrevida, reformulado. Porém, terminou durando apenas duas temporadas, de 1988 a 1990. Nesta nova roupagem, foi mantido apenas o chefe Jim Phelps, vivido pelo mesmo Peter Graves. E foi justamente este personagem que voltou a aparecer na primeira versão cinematográfica da série, lançada em 1996, e protagonizada por Tom Cruise. No filme, Jim Phelps foi vivido por Jon Voight e teve sua personalidade alterada – quem já viu o filme sabe.

O primeiro longa, dirigido por Brian De Palma, é o único a tentar manter vivo o espírito do programa, entregando mais suspense e tramas de espionagem. A partir do segundo filme, tais elementos deram espaço para a ação desenfreada e climão de blockbuster. Já são cinco continuações, com mais duas prometidas até 2022.

Anjos da Lei

O programa que ajudou a impulsionar a carreira de Johnny Depp, mostrava jovens policiais, com aparência de adolescentes, infiltrados em colégios e faculdades a fim de desvendar crimes pertencentes a este universo. A premissa curiosa era levada num tom sério, com dramas e elementos investigativos. O programa durou cinco temporadas, de 1987 a 1991. Depp, que vivia o detetive Tom Hanson, deixou a série na última temporada.

Mas como rir de si mesmo pode ser o melhor remédio, quando foi a hora de levar o produto ao cinema, os amalucados e hilários diretores e roteiristas, Phil Lord e Christopher Miller, decidiram transformar tudo numa verdadeira galhofa, sabendo que o que tinham em mãos seria muito melhor trabalhado como comédia. E não deu outra, com Jonah Hill e Channing Tatum protagonizando, o longa de 2012 se tornou um sucesso e rendeu uma continuação ainda mais engraçada em 2014. É claro que Depp, e o resto do elenco fazem participações especiais.

Baywatch – SOS Malibu

Tudo bem, é verdade que ninguém levava este programa sobre um grupo de salva-vidas nas praias de Malibu a sério. Até mesmo Friends tirava sarro com a série, mostrando que muitos só assistiam por causa das belas atrizes em trajes de banho apertados, correndo em câmera lenta pelas praias, vide Pamela Anderson. Apesar disso, suas tramas eram pseudo dramáticas e o clima era de aventura e certo suspense.

O caminho a seguir foi acertado, e o longa baseado na série, lançado em 2017, foi puro escracho. O problema é que os realizadores miraram em Anjos da Lei e acabaram acertando em Loucademia de Polícia. As piadas e o humor ficaram abaixo da linha da cintura por mais tempo do que deveriam e terminaram não funcionando muito. Nem a presença do sempre carismático Dwayne Johnson, vivendo um Mitch Buchannon bombado, consegue trazer vida ao projeto, muito devido à sua falta de química com o parceiro de cena Zac Efron.

O programa de TV durou inacreditáveis onze temporadas (de 1989 a 2001), gerou um derivado (Baywatch Nights – 1995 a 1997), mas o filme morreu na praia.

CHIPs

Esta série sobre dois guardas rodoviários e suas possantes motos ficou muito popular no Brasil. O sucesso também foi grande em seu país de origem, os EUA, garantindo o status de galã de Erik Estrada – que na série viveu o oficial Frank Poncherello. O programa durou seis temporadas, de 1977 a 1983, e era basicamente um drama policial sobre patrulheiros de estrada, que combatiam o crime, em tramas com doses de suspense.

Seguindo de perto a cartilha do filme Anjos da Lei, e lançado no mesmo ano de Baywatch, CHIPs: O Filme teve uma recepção ainda pior do público e dos críticos. Isso porque por trás do projeto, a Warner deu aval para Dax Shepard, um dos sujeitos mais sem talento do ramo cinematográfico de Hollywood (mas pelo visto bem relacionado). Tendo Shepard envolvido é claro que o material se tornou uma comédia escrachada e escatológica, enfatizando seu humor adolescente. Resultado: o filme sequer foi exibido nos cinemas brasileiros, chegando por aqui direto no mercado de vídeo. Merecido.

Miami Vice

Para terminar a lista, um dos maiores clássicos modernos da TV, saído diretamente da década de 1980. Miami Vice ficou no ar por cinco temporadas, de 1984 a 1989, e trouxe semanalmente as investigações da dupla de detetives descolada (para a época) James Crockett (Don Johnson) e Ricardo Tubbs (Philip Michael Thomas) pelas ruas e mares de Miami. Tudo na série grita anos 80, desde a trilha sonora repleta de música eletrônica com batidas de sintetizadores, até os figurinos de cores berrantes e blazers de ombreiras – hoje considerados brega. Além disso, a série serviu como porta de entrada no mercado para diversos atores hoje consagrados, vide Julia Roberts, Bruce Willis e Liam Neeson.

Quando foi a hora de transformar o programa de TV cult num longa-metragem para o cinema, não existia ninguém melhor do que o cineasta Michael Mann, consagrado por dramas policiais intensos como Fogo Contra Fogo (1995) e Colateral (2004). Isso porque Mann foi um dos produtores do programa em seu início de carreira, ou seja, conhecia o material fonte como poucos. Assim, coube a ele o roteiro, a direção e a produção também do filme, que surgiu com um viés bem mais real e cru, quase um docudrama sobre operações policiais. Vestindo as personas dos protagonistas, Colin Farrell foi Crockett e Jamie Foxx assumiu Tubbs.

‘Clube dos Cinco’ completa 40 ANOS | Por onde anda o elenco?

Uma questão que constantemente permeia o pensamento de muitos cinéfilos pelo mundo é: por onde anda o elenco daquele filme que adoram? E as respostas podem ser as mais variadas. Pensando nisso, nós aqui no CinePOP decidimos responder tais dilemas intrigantes para você, nosso caro leitor e razão de ser. Retomando nossa coluna “Por Onde Andam”, investigaremos o paradeiro do elenco e envolvidos de um dos maiores clássicos adolescentes da década de 1980, Clube dos Cinco (The Breakfast Club) – que completou 40 ANOS essa semana.

Não deixe de conferir também a primeira edição da coluna, com As Patricinhas de Beverly Hills, clicando neste link.

Vem com a gente.

 

Molly Ringwald (Claire Standish)

Musa máxima da década de 1980, você pode não associar o nome à pessoa, mas com certeza lembra da menina ruivinha, tida como a namoradinha adolescente da América nesta época. Ringwald foi também a musa do diretor John Hughes, e com ele fez Gatinhas e Gatões (1984) e A Garota de Rosa-Shocking (1986). Nesta época, protagonizou ao lado de Robert Downey Jr. o clássico da Sessão da Tarde, O Rei da Paquera (1987).

Na década seguinte, Ringwald se enveredou pelo terror e suspense, a fim de mudar um pouco de ares e gênero. Neste período a atriz participou de A Dança da Morte (1994), minissérie baseada num livro de Stephen King – cuja refilmagem começa a ser planejada – e Tentação Fatal (1999), primeiro e único filme como diretor do roteirista estrela Kevin Williamson (Dawnson´s Creek e Pânico). Recentemente, esteve na série A Vida Secreta de uma Adolescente Americana (2008 – 2013), protagonizada por Shailene Woodley, e em Jem e as Hologramas (2015), malfadada adaptação (porém elogiada pela crítica) de um desenho da década de 1980.

 

Ally Sheedy (Allison Reynolds)

Ally Sheedy viveu a anti-social Allison, que fazia desenhos com a caspa de seu cabelo. Alternativa e toda vestida de preto, a personagem não tinha muito prazer com a interação humana. Sheedy não foi lançada pelo longa de Hughes, no entanto, e em 1983 havia participado do cult adolescente Jogos de Guerra, ao lado de Matthew Broderick – outra estrela jovem da época. Sheedy também foi um dos membros do Clube dos Cinco que figurou em O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas (1985), ao lado de Estevez e Nelson.

No ano seguinte, a atriz protagonizou Short Circuit: O Incrível Robô, clássico cult sobre um robô (Johnnie 5), que desenvolve inteligência artificial, se tornando altamente consciente. Ainda nos anos 1980, seguiu com Cinderela às Avessas (1987) – outro clássico da Sessão da Tarde. Na década seguinte estrelou O Casamento de Betsy (1990), protagonizado pela amiga Molly Ringwald; Mamãe não quer que Eu Case (1991), com o saudoso John Candy; e o terror B Max – Fidelidade Assassina (1993). Assim como a maioria dos membros da trupe, ficou esquecida nos últimos vinte anos. Suas participações mais marcantes neste período foram na série Psych (2009 – 2013), no elogiado indie Irmã (2016) e uma ponta em X-Men: Apocalypse (2016), no qual interpretou a professora de Scott Summers, o Ciclope.

Emilio Estevez (Andrew Clark)

Alguns podem não saber, mas Emilio Estevez é irmão de Charlie Sheen na vida real, e filho de Martin Sheen. Na época, um jovem de 23 anos, Estevez interpretou o esportista certinho Andrew Clark, que vivia batendo de frente com o rebelde Bender, e com a experiência de um dia de castigo na escola, aprendeu a “sujar” um pouco as mãos.

Na época, Estevez protagonizou filmes de certa repercussão, como O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas (1985), Comboio do Terror (1986), dirigido por Stephen King, Tocaia (1987), Os Jovens Pistoleiros (1988) e Freejack: Os Imortais (1992). Apesar disso, o ator nunca emplacou verdadeiramente no time A de Hollywood, ou teve sucesso como o irmão. Estevez fez parte da geração conhecida como Brat Pack – referência ao Rat Pack, grupo de amigos de Frank Sinatra no cinema – jovens atores que decolavam na década de 1980. Hoje, com 55 anos, o ator tem trabalhado mais como diretor, entregando produções interessantes como Bobby (2006) e O Caminho (2010).

Judd Nelson (John Bender)

John Bender era o rebelde, o delinquente, que estava a um passo de se tornar um criminoso. No filme, o personagem foi interpretado por Judd Nelson, que acabou pegando para si a persona e se tornando um bad boy do cinema na época, fato que impediu sua carreira de decolar verdadeiramente. Na trama, Bender é o meio que os outros jovens seguem para se libertar e sair de suas zonas de conforto.

Após o sucesso do filme, Nelson também fez parte do chamado Brat Pack, participando igualmente de O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas e cedendo a voz para a animação Transformers – O Filme (1986). Na década seguinte, esteve no violento New Jack City – A Gangue Brutal (1991), filme que causou furor na época, hoje tratado como obra cult. Alguns anos depois, Nelson estrelou, ao lado de Brooke Shields (outra musa 80´s esquecida pelo tempo), a série cômica Suddenly Susan, que durou de 1996 a 1999. Atualmente, o nome de Nelson é sinônimo de produções do cinema B.

Anthony Michael Hall (Brian Johnson)

Toda história de escola precisa ter um nerd, desde que o tempo é tempo. Assim, Anthony Michael Hall ocupa essa vaga na pele de Brian Johnson. Hall também pode ser considerado um ator fetiche de John Hughes, tendo participado de outras produções do diretor, como Gatinhas e Gatões (1984) e Mulher Nota Mil (1985). Antes, havia participado da comédia icônica Férias Frustradas (1983) como o primeiro Rusty Griswold do cinema – a cada filme o personagem era interpretado por um ator diferente. Nos anos 1990, seu trabalho mais conhecido foi com o diretor Tim Burton, no filme Edward – Mãos de Tesoura.

Na década passada, Hall descolou o papel protagonista na série O Vidente (2002 – 2007), baseado no livro de Stephen King, que havia virado um longa-metragem de 1983 chamado Na Hora da Zona Morta, protagonizado por Christopher Walken. Hall também participou do fantástico O Cavaleiro das Trevas (2008), de Christopher Nolan, e Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo (2014). Este ano foi visto ao lado de Ben Affleck no drama de máfia A Lei da Noite, baseado num livro de Dennis Lehane e dirigido pelo próprio Affleck.

Paul Gleason (Richard Vernon)

O ator Paul Gleason ficou imortalizado no consciente da geração 80´s como a figura severa e quase ditatorial de Richard Vernon, diretor do colégio Shermer High School, em Illinois. O “vilão” nada mais era do que um educador que pretendia colocar nossos “heróis”, alunos infratores, nos eixos. O ator fez carreira com personagens dentro deste padrão, em filmes como Trocando as Bolas (1983) e Duro de Matar (1988).

Gleason, no entanto, sempre ficou preso ao status de coadjuvante, se tornando um ator-personagem, daquele tipo que muitas vezes não sabemos de onde conhecemos. Seus últimos trabalhos de maior relevância foram em comédias no início da década passada, como Não é Mais um Besteirol Americano (2001), sátira descerebrada de filmes adolescentes, no qual reprisou o papel de Richard Vernon, e O Dono da Festa (2002), protagonizado por Ryan Reynolds. Gleason faleceu em 2006, aos 67 anos.

John Hughes (diretor)

Citado até hoje como referência de cinema adolescente de qualidade, aonde conhecemos verdadeiramente as angústias e aspirações dos jovens, o cineasta John Hughes continua a marcar gerações. Falecido em 2009, aos 59 anos, o diretor parece ter existido, ou sido mais relevante, na década de 1980, na qual seus filmes entraram verdadeiramente para a história. É curioso quando um cineasta imprime tamanho significado em uma geração, para ficar marcado mesmo tendo atuado durante apenas uma década.

Como diretor, Hughes criou apenas 8 filmes, sendo 7 deles ainda na década de 1980, de 1984 a 1989. As críticas não muito favoráveis que seu último filme recebeu, A Malandrinha (1991), apontavam que a sintonia de Hughes talvez não estivesse mais tão clara com o público. Seja como for, no papel de produtor e roteirista, Hughes ainda tem no currículo o sucesso de Esqueceram de Mim (1990). A presença do cineasta foi tão impactante para a cultura, que seus filmes seguem sendo lembrados em sucessos atuais como Deadpool (Curtindo a Vida Adoidado) e Power Rangers (Clube dos Cinco).

Leia nossa crítica de Power Rangers (2017)

‘Shameless’: Cameron Monaghan também vai sair da série

Tilda Swinton mata zumbis em novo vídeo de ‘Os Mortos Não Morrem’; Assista!

O terror cômico ‘Os Mortos Não Morrem‘ (The Dead Don’t Die) ganhou um novo vídeo divertido.

Confira, com o trailer:

O filme foi escrito e dirigido por Jim Jarmusch.

A rotina de uma cidadezinha de ruas tranquilas é abalada com a chegada de um grupo de zumbis. Resta a um trio de policiais acabar com esta epidemia e restaurar a paz.

O grandioso elenco conta com Bill Murray, Adam Driver, Tilda Swinton, Chloë Sevigny, Steve Buscemi, Danny Glover, Caleb Landry Jones, Rosie Perez, Iggy Pop, Sara Driver, RZA, Carol Kane, Selena Gomez e Tom Waits.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de julho.

‘Entre Facas e Segredos’ ganha HILÁRIO trailer honesto; Assista!

O aclamado suspense ‘Entre Facas e Segredos‘ (Knives Out) ganhou um trailer honesto hilário.

Confira:

Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou US$ 302.9 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas US$ 40 milhões.

‘Jovens Bruxas – Nova Irmandade’: Reboot ganha novo trailer DUBLADO; Assista!

A Sony Pictures divulgou o novo trailer dublado do reboot ‘Jovens Bruxas – Nova Irmandade‘.

Confira:

A nova versão será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de novembro.

O longa foi escrito e dirigido por Zoe Lister-Jones.

Um eclético quarteto de adolescentes aspirantes à bruxas recebem mais do que jamais esperavam ao se aprofundar no uso de seus recém descobertos poderes.

Cailee Spaeny, Gideon Adlon, Lovie Simone e Zoey Luna estrelam a nova versão.

‘Velozes e Furiosos 9’ se torna o filme mais rápido a ultrapassar US$ 100 milhões nos EUA após a pandemia

Em apenas 8 dias, a sequência ‘Velozes e Furiosos 9‘ ultrapassou a impressionante marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias dos EUA – o que representa o período mais rápido que um filme alcançou a marca no país desde o início da pandemia de COVID.

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 125.9 milhões. No mercado internacional, foram arrecadados US$ 335.5 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 461.4 milhões mundialmente – o que representa a MAIOR bilheteria global desde a pandemia, superando a arrecadação de ‘Godzilla vs Kong‘ (US$ 444.1m).

Confira nossas entrevistas de ‘Velozes e Furiosos 9′:

No mercado internacional, o novo filme da franquia já ultrapassou US$ 400 milhões, incluindo R$ 12.7 milhões arrecadados no Brasil – o que também representa a maior estreia desde a pandemia em nosso país.

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Outer Range’: Série com Josh Brolin produzida por Brad Pitt ganha trailer LEGENDADO; Assista!

A Amazon Prime divulgou o trailer legendado da série ‘Outer Range‘, estrelada por Josh Brolin (‘Vingadores: Ultimato’).

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 15 de abril.

Criada por Brian Watkins, a série é produzida pelo astro Brad Pitt.

No Oeste Americano, o fazendeiro Royal (Josh Brolin) está lutando por sua terra e família quando entra em um confronto com os limites da realidade e do mundo cósmico em uma batalha com o desconhecido.

O elenco ainda conta com Lili Taylor, Tamara Podemski, Tom Pelphrey, Imogen Poots, Lewis Pullman, Noah Reid, Shaun Sipos, Isabel Arraiza e Olive Abercrombie.

Freddie Prinze Jr. revela o POLÊMICO motivo por ter recusado voltar em ‘Scooby-Doo 3’

Em entrevista ao Esquire, Freddie Prinze Jr. (‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’) revelou o motivo não retornar para a franquia live-action do ‘Scooby-Doo‘. O ator afirma que havia uma grande diferença salarial entre eles e os seus colegas de elenco.

Na sequência, seu pagamento foi cortado para ser possível um aumento no salário dos outros atores, o que enfureceu o artista.

“Eu me lembro de pensar: ‘Espera um momento, quem vai dar um aumento para eles? Eu ou vocês?’ Tipo, nós ajudamos a arrecadar três quartos de um bilhão de dólares, e eles não podem pagar [aos outros integrantes do elenco] o mesmo que me pagavam? Que se dane! Meu ego estava tão furioso.”

Vale lembrar que a HBO Max está desenvolvendo uma série animada adulta focada na ‘Velma‘, que trará Mindy Kaling (‘The Mindy Project’) como dubladora da personagem.

Confira o trailer:

A personagem também será vista em um novo filme animado do ‘Scooby-Doo‘, aonde será LGBTQIA+.

No clipe abaixo, a Velma (dublada por Kate Micucci) é confirmada LGBTQIA+ ao admitir estar interessada em uma nova personagem, Coco Diablo (Myrna Velasco), a notória líder de um sindicato de crime de fantasia.

Confira:

Vale lembrar que, anteriormente, o diretor e roteirista James Gunn havia revelado que a personagem Velma, vivida por Linda Cardellini, seria lésbica na versão original do roteiro live-action de ‘Scooby-Doo‘, lançado em 2001.

A Warner Bros., no entanto, acabou descartando essa ideia.

‘Big Mouth’: Trailer da 7ª temporada traz novas mudanças e monstros hormonais; Confira!

Netflix divulgou o trailer completo da 7ª temporada da aclamada animação ‘Big Mouth‘.

O próximo ciclo irá introduzir a cantora Megan Thee Stallion, que dará voz ao novo monstro hormonal.

Confira:

A próxima temporada será lançada na plataforma no dia 20 de outubro.

Lembrando que a produção já está renovada para uma 8ª e última temporada.

A série foi criada por Nick Kroll, Andrew Goldberg, Mark Levin e Jennifer Flackett.

A animação conta a história de um grupo adolescentes enfrentando a puberdade após a chegada dos Monstros dos Hormônios.

A produção conta com as vozes de Nick Kroll, John Mulaney, Jessi Klein, Jenny Slate, Jason Mantzoukas, Fred Armisen, Maya Rudolph e Jordan Peele.

Ligação Sombria

(Sympathy for the Devil)

 

Elenco:

Nicolas Cage
Joel Kinnaman
Alexis Zollicoffer

 

Direção: Yuval Adler

Gênero: Suspense

Duração: 90 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 19 de Setembro de 2024

Sinopse: 

Em LIGAÇÃO SOMBRIA, depois de ser forçado a conduzir um passageiro misterioso sob a mira de uma arma, um homem se vê envolvido em um jogo de gato e rato onde fica claro que nem tudo é o que parece.

Curiosidades: 

» Luke Paradise, de ‘Cidade dos Deuses‘ assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

sympaty

Fotos: 

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June e John

(June and John)

 

Elenco:

Matilda Price
Luke Stanton Eddy
Ryan Shoos

 

Direção: Luc Besson

Gênero: Suspense

Duração: 92 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 12 de Junho de 2025 – No streaming do Prime Video

Sinopse: 

Em JUNE E JOHN, John, um homem comum cuja vida é marcada pela monotonia, é transformado ao conhecer a enigmática June, que rouba sua atenção. Fascinado por ela, John se vê imerso em um romance intenso, que o arrasta para uma jornada imprevisível, repleta de reviravoltas e surpresas. A cada dia, ele se vê diante de novas situações e desafios, e começa a descobrir um lado de si mesmo que jamais imaginou que existisse.

Crítica | June e John – Paixão Fulminante é Combustível em Novo Romance Desenfreado de Luc Besson

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Luc Besson também assina o roteiro;

» Do mesmo diretor de ‘O Quinto Elemento‘, ‘Lucy‘ e ‘Valerian e a Cidade dos Mil Planetas‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: