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Gal Gadot em novas imagens promocionais de ‘Mulher-Maravilha’

A seguir, você confere as novas imagens de Gal Gadot como a ‘Mulher-Maravilha‘.

As fotos são para as embalagens da Dr. Peppers, uma das grandes marcas de refrigerantes dos EUA.

Confira:

Antes de tornar-se Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas, treinada para ser uma guerreira invencível. Criada numa isolada ilha paradisíaca, Diana descobre que um grande conflito assola o mundo para além de suas fronteiras quando um piloto americano cai com seu avião nas areias da costa. Convencida de que é capaz de vencer a ameaça de destruição, Diana parte da ilha. Lutando lado a lado com homens numa guerra que pretende acabar de vez com todas as guerras, ela vai descobrir todos os seus poderes… e seu verdadeiro destino.

Diretora de ‘Mulher-Maravilha’ comenta sobre o futuro da personagem após 1º filme

Gal Gadot fala sobre a bissexualidade da ‘Mulher-Maravilha’ 

Chris Pine (franquia ‘Star Trek‘) será Steve Trevor, Robin Wright vive Antíope e Connie Nielsen será a Rainha Hipólita, mãe de Diana, também estão no elenco.

A direção ficará a cargo de Patty Jenkins, que dirigiu ‘Monster: Desejo Assassino’ e episódios das séries ‘The Killing’ e ‘Entourage’. Ela substitui Michele MacLaren (‘Game of Thrones’, ‘Breaking Bad’), que deixou o cargo por diferenças criativas com o estúdio.

A estreia do novo filme da personagem acontece em 2 de junho de 2017.

Filmagens dos próximos episódios de ‘Cloak & Dagger’ vão começar em breve

Depois que o piloto de ‘Cloak & Dagger‘ foi aprovado pelo canal Freeform, e o primeiro trailer foi conferido milhares de vezes no YouTube, Facebook e em outras plataformas, a série ganhou o aval para a produção e 10 episódios ainda em abril.

Assim, as filmagens dos outros 9 episódios estão programadas para serem iniciadas agora em julho.

Serão cerca de duas semanas para a gravação de cada um dos episódios.

Cloak and Dagger‘ é inspirada na dupla ‘Manto e Adaga‘, e que terá os os jovens Aubrey Joseph e Olivia Holt para interpretarem os personagens título.

Gina Prince-Bythewood, que escreveu e dirigiu ‘No Limite da Fama‘, dirigiu o episódio piloto da série. A Marvel TV vai desenvolver o programa, que será transmitido pelo canal Freeform, selo adolescente da ABC – a mesma emissora de ‘Agents of SHIELD‘.

A estreia deverá ficar para o primeiro trimestre de 2018.

As Grandes Polêmicas do Cinema!

No decorrer da história das artes, o cinema foi ganhando força e conquistando o público de todas as partes do mundo.

Do cinema, nascem os grandes ídolos: atores, diretores, roteiristas e tantos outros que ajudam a construir a opinião de cada um. Às vezes esse intuito passa dos limites e vira uma polêmica. O cinema já foi palco de inúmeros escândalos e polêmicas. Alguns trágicos, outros engraçados, mas a maioria são muito curiosos.

A seguir, deliciem-se com algumas das maiores polêmicas da história do cinema:

Igreja x Hollywood

A igreja sempre foi um alvo interessante para os diretores mais audaciosos, mas alguns filmes provocaram repercussões a mais dentro e fora da igreja. Martin Scorsese já foi alvo da ira dos religiosos e classificado como “herege”. Seu filme “A Última Tentação de Cristo“, baseado no livro de Nikos Kazantzakis, mostrava Jesus Cristo como um homem que sucumbia aos pecados humanos. Em “Agnes de Deus“, uma freira aparecia grávida dentro de um convento e no filme “O Padre“, o protagonista era um padre um pouco liberal, que frequentava boates e tinha casos sexuais, tudo abertamente. A última polêmica girou em torno do filme “A Paixão de Cristo“, de Mel Gibson, que mostrava a via cruxis de Jesus de uma maneira excessivamente violenta, além de semear pensamentos anti-semitas. Apelação? Exagero? Resultado: a polêmica só ajudou o filme, que teve uma bilheteria estrondosa no mundo todo.


Mel Gibson e Jim Caviezel no pôlemico ‘A Paixão de Cristo’

Pier Paolo Pasolini 

O diretor italiano figura entre os mais polêmicos até hoje. Em seus filmes ele não poupava nada, nem ninguém. Na maioria de seus filmes usava artistas amadores, analfabetos e pobres. Em “Teorema” ele fez um anjo cair do céu e desestruturar a base de uma família burguesa. Em “O Evangelho Segundo São Matheus“, Cristo era quase um Che Guevara, um homem revolucionário que criticava a hipocrisia humana. Pouca roupa se usava no filme “120 dias de sodoma“, baseado no livro do Marquês de Sade, que tratava de bizarrices sexuais, assim como em “Pocilga“. Resultado: Pasolini foi assassinado e seu corpo foi encontrada na rua no ano de 1975.

Politicagem

A política se fez forte no cinema também. No polêmico “JKF, A Pergunta que não quer calar“, de Oliver Stone, o assassinato de John Kennedy se transforma numa conspiração política maior do que se imaginava. O especialista em filmes de cunho políticos, o diretor francês Constantin Costa-Gavras viu seu excelente filme “Z” ser alvo de polêmica e ser proibido em diversos países, inclusive aqui no Brasil. O filme criticava aspectos da ditadura e mostrava como uma rede de corrupção pode ser armada por trás da máscara da democracia. Resultado: Ambos os filmes tiveram êxito nas bilheterias. Costa-Gavras foi trabalhar em Hollywood e fez outro filme político, “O Desaparecido” e além disso, ganhou o Festival de Cannes e dois Oscar.

Moralismo

Muitos filmes também mexeram com o imenso moralismo dos americanos, fazendo a censura de lá ter pesadelos. Roman Polanski, que já era mau visto pela sociedade americana, sofreu censura em cima de seu filme “Lua de Fel“. Mesmo sem mostrar cenas de sexo fora do limite, o filme mostrava um casal comportado sendo corrompido moralmente e sexualmente por um casal que estava decadente, diferente do diretor Bernardo Bertolucci que usou cenas de sexo ousadas pra época em “O Último Tango em Paris“, filme com Marlon Brandon, onde dois estranhos tinham uma ardente relação amorosa. Como se não bastasse, Bertolucci ainda fez “La Luna“, onde uma mãe e seu filho tinham um tórrido caso amoroso. E o que dizer da cruzada de pernas fatal de Sharon Stone em “Instinto Selvagem“? Além de ter 42 segundos cortados pela censura, o filme sofreu protestos por parte da comunidade homossexual americana. Outro polêmico foi “Calígula“, dirigido por Tinto Brass, e produzido pelo dono da revista Pentlehouse, a revista de sexo mais famosa da época. O filme mostrava as perversões do império romano sem nenhum pudor e chocou a todos na época em que foi lançado. Resultado: a polêmica só ajudou a aumentar a fama dos filmes e dos envolvidos. De todos os citados, a mais beneficiada foi Sharon Stone, que virou estrela internacional.


Sharon Stone na sequência do sexy ‘Instinto Selvagem’

Violência e Medo

A violência já foi, e ainda é, tema de inúmeros filmes. Só que em alguns, o tema foi tratado de maneira excessiva. Muita gente se arrepiou com uma cena de estupro no filme “Sob o domínio do medo“, de Sam Perckinpan. Aqui no Brasil, um rapaz entrou num cinema e atirou contra várias pessoas numa seção do filme “Clube da Luta“, de David Fincher. O filme mostra lados obscuros dos seres humanos de maneira bem original, além de tratar de manipulação cerebral e mensagem subliminar, provocando muitas discussões. Dessa sessão, além do filme já citado “A paixão de Cristo“, a mais recente polêmica gerou em torno do filme “Irreversível“, de Gaspar Noé, contado de trás pras frente, em que violência e estupro são mostrados em dose realista. Resultado: “Irreversível” causou um “terremoto” no Festival de Cannes. Algumas pessoas passaram mau ao ver o filme e algumas foram retiradas da sala de exibição usando balão de oxigênio.


Cena do Pôlemico ‘Irreversível’, com Monica Belluci

Outros filmes polêmicos:

Cassiopéia‘ – essa animação brasileira é a primeira feita completamente em computador em toda a história da animação. Mas, como os recursos daqui são baixos, o filme passou despercebido até mesmo aqui, para a ira dos animadores brasileiros. Resultado: A Disney fez Toy Story e passou uma rasteira nos brasileiros. Toy Story até hoje é considerada a primeira animação feita em computador da história do cinema.

Pixote‘ – o filme de Hector Babenco mostrou o lado negro das grandes cidades brasileiras através de alguns personagens. Resultado: O filme chega a ser apelativo em determinados momentos, mas a polêmica ajudou ao filme e ao diretor, que ganhou mais projeção internacional.

Astros e Estrelas

Muitas estrelas de cinema já provocaram polêmicas dentro e fora das câmeras. Só relembrando o currículo de algumas delas:

Marlon Brandon – rei da polêmica. Já recusou um Oscar, fez papéis polêmicos e aparições surpresas. Em “Superman – O Filme“, de Richard Donner, exigiu um cachê escandaloso pra fazer uma pequena participação como Jor-El, pai biológico de Clark Kent. Resultado: ele conseguiu. Afinal, ele era Marlon Brandon.

Kim Basinger – gerou polêmica quando desistiu de fazer o filme “Encaixotando Helena“, de Jenifer Chambers Lynch (filha do diretor David Lynch), depois de ter um contrato assinado. Ela alegou que o filme era forte demais e as cenas de sexo eram muito ousadas. Resultado: a polêmica não ajudou a suprir a falta de talento da filha de Lynch e o filme não foi bem recebido nem pela crítica e tampouco pelo público. O papel recusado ficou com a bela atriz Sheryl Fynn e o que se viu no filme foi uma grande decepção pra quem esperava ver um filme escandaloso.

Frank Sinatra – no início da década de 50, a carreira de Sinatra estava desabando. Numa atitude desesperada, ele praticamente implorou ao diretor Fred Zinemam (seu amigo) pra inclui-lo no filme “A Um Passo da Eternidade“. A muito custo ele conseguiu o papel e trabalhou praticamente de graça. Resultado: Sinatra ofuscou o resto do elenco, ganhou o Oscar, o Globo de ouro e o prêmio de Cannes de ator coadjuvante, além de voltar ao estrelato.

Heddy Lamar
– apareceu numa cena de Strip-tease muito arrojada pra época, no filme “Êxtase“. Resultado: a polêmica ajudou a carreira dela e alguns anos depois ela virou musa.

Bette Davis – a rainha da polêmica. Já largou um cargo na Academia de Hollywood depois de várias discussões com os membros, criou inimizades (a mais famosa delas era Joan Crawford), dizia o que pensava (inclusive com relação aos membros da academia) e tinha temperamento explosivo. Ela até já apareceu de vestido quadriculado no Oscar. Resultado: nenhum, Bette Davis é Bette Davis, ou você ama ou você odeia.

Esses são só alguns dos maiores exemplos dos rebuliços que o cinema pode fazer.

 

Matéria Por: Luiz Antonio R.

Jennifer Aniston diz que reunião de ‘Friends’ pode acontecer!

Há anos, especula-se sobre uma reunião do elenco da série ‘Friends’ para uma temporada comemorativa ou um filme. Vira e mexe, um retorno é especulado e os atores desmente.

Mas pela primeiras vez em muitos anos, existe uma luz de esperança.

A atriz Jennifer Aniston participou do programa The Ellen DeGeneres Show e foi esperançosa em um possível retorno de ‘Friends‘.

Questionada se existia esperança, ela disse:

“Tudo pode acontecer, Ellen. Absolutamente tudo! se o George Clooney se casou, tudo é possível. Qualquer coisa pode acontecer”, brincou.

Recentemente, Lisa Kudrow foi menos positiva em relação à reunião, e disse que seria mais triste do que divertido:

“Courteney Cox foi a primeira a ver o trailer falso que viralizou recentemente e me avisou. Realmente não sei o que pensar sobre. São claramente vários clipes estranhos que não tem nada a ver com ‘Friends’. Sei que estão fazendo vários reboots, mas não sei como isso funcionaria com ‘Friends’. A série era sobre pessoas nos seus 20, 30 anos. Não era sobre pessoas nos seus 40, 50 anos e, se tivéssemos os mesmos problemas agora, seria apenas triste e nada divertido.”, afirmou.


Assista também ao trailer falso:

 

No último ano, um boato afirmava que a série ganharia uma temporada comemorativa em 2014. A cocriadora da série Marta Kauffman veio a público para negar qualquer possibilidade de retorno da atração.

“Nunca vai acontecer, Friends é sobre aquela época da vida em que seus amigos são a sua família. Uma vez que você constrói uma família, a série perde a razão”, afirmou Kauffman.

O boato dizia que a história mostraria a vida dos personagens Rachel, Ross, Monica, Chandler, Phoebe e Joey dez anos depois do último episódio, exibido em 2004.

O último episódio do seriado atraiu uma audiência de 52,5 milhões de pessoas só nos Estados Unidos. Cada um dos atores ganhavam US$ 1 milhão por episódio da última temporada.

‘Cadáver’: Shay Mitchell, de ‘Pretty Little Liars’, em novo cartaz do terror

O terror ‘Cadáver‘ (The Possession of Hannah Grace), estrelado por Shay Mitchell (‘Pretty Little Liars‘), ganhou um novo cartaz sinistro.

Confira:

Dirigido por Diederik Van Rooijen, o filme foi escrito por Brian Sieve (‘O Pesadelo 2‘).

“Um exorcismo chocante perde o controle, tirando a vida de uma jovem. Meses depois, Megan Reed (Shay Mitchell) está trabalhando de noite no necrotério quando ela recebe um cadáver desfigurado. Trancada sozinha dentro dos corredores do porão, Megan começa a ter visões horríveis e a suspeitar que o corpo pode ter sido possuído por uma força demoníaca.”

O elenco ainda inclui Stana Katic (‘Castle‘), Grey Damon e Kirby Johnson.

O terror será lançado no Brasil dia 29 de Novembro.

‘Annabelle 3’ vira pegadinha do Silvio Santos; Confira o teaser!

Annabelle 3: De Volta para Casa‘ vai virar pegadinha nas mãos do Silvio Santos, em seu programa de auditório do SBT.

O canal divulgou um teaser anunciando que a pegadinha será exibida neste domingo, 30.

Assista:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2436166749748027?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

Gary Dauberman (roteirista de ‘A Freira, ‘IT: A Coisa‘ e ‘Annabelle‘) dirige o longa-metragem da franquia ‘Invocação do Mal‘, que marca também a sua estreia na direção.

Determinados a impedir que Annabelle crie ainda mais caos, os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre. Porém, o que os espera é uma noite de horror, à medida que Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que voltam suas atenções a um novo alvo – a filha de 10 anos dos Warrens, Judy, e suas amigas.

Os atores Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam ao Universo ‘Invocação do Mal‘, sendo esta a primeira aparição deles fora da franquia principal. O elenco ainda inclui McKenna Grace, Madison Iseman e Katie Sarife.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.

‘The Batman’: Filme terá muitas cenas no Asilo Arkham; Veja fotos!

Os fãs da DC podem se animar, pois o filme solo ‘The Batman‘ promete levar os fãs para o sombrio submundo do Asilo Arkham. A informação foi revelada pela revista Variety.

Segundo a publicação, embora a produção não se passe inteiramente no hospital psiquiátrico – conforme especulado no passado, muitas das cenas do longa serão em Arkham.

Essa não será a primeira vez que o Asilo Arkham aparecerá nas telonas, com o local fazendo parte da narrativa cinematográfico do vigilante desde os anos 90. A primeira vez que o hospital apareceu nos cinemas foi em ‘Batman Eternamente‘, lançado em 1995. A unidade psiquiátrica também teve um papel crucial em ‘Batman Begins‘ (2005), uma participação pontual em ‘Batman v Superman‘ (2016) e em ‘Liga da Justiça‘ (2017). Arkham também apareceu no filme solo do vilão ‘Coringa’, no formato de Hospital Estadual de Arkham.

Confira fotos do Asilo Arkham:

O elenco de ‘The Batman‘ conta com Robert Pattinson (Bruce Wayne), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), e Andy Serkis (Alfred Pennyworth). Colin Farrell também está em negociações para os papel de Pinguim.

John Turturro (O Grande Lebowski) interpretará Carmine Falcone, líder da lendária Família do Crime Falcone – uma organização do crime organizado que se tornou uma instituição do submundo de Gotham City.

Jayme Lawson  vai interpretar uma política chamada Bella, que irá concorrer a um importante cargo na promotoria de Gotham. Como Harvey Dent pode ter um papel importante na trama, é de se esperar que Bella seja uma espécie de rival e ambos estejam competindo pela função.

Lembrando que a adaptação tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

Saga ‘Animais Fantásticos’ pode ser cancelada após o 3º filme, aponta Forbes

Na última semana, a revista Forbes publicou uma crítica matéria acerca da franquia ‘Animais Fantásticos’ – e como o spin-off da saga ‘Harry Potter’ pode estar com os dias contados.

Desde a criação da nova franquia cinematográfica, que teve confirmação para cinco filmes, inúmeras controvérsias começaram a rodear a produção. A primeira dela foi a contratação de Johnny Depp para viver o vilão Grindelwald: Depp havia enfrentado um duro julgamento ao lado da ex-esposa Amber Heard, sendo acusado de abuso sexual e doméstico. Meses depois do lançamento do segundo longa-metragem, foi provado que ambas as partes haviam cometido os crimes.

A segunda insurgiu com Ezra Miller. O intérprete de Credence Barebone/Aurelius Dumbledore foi flagrado agredindo uma fã e, desde então, os fãs vinham pedindo sua retirada da saga.

Mais recentemente, a própria autora das narrativas puxou para si uma atenção bastante condenável ao fazer postagens transfóbicas em seu Twitter oficial, sendo rebatida por inúmeros astros da franquia original. Por causa disso, o renomado jornal analisou os números dos primeiros filmes de ‘Animais Fantásticos’ e realizou um prospecto nada favorável.

Os fatores em questão, aliados à oscilante construção narrativa e à fria recepção do público e da crítica para o último filme, podem ser indicativos de um término precoce da prequência. Afinal, ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ (2018) teve uma queda drástica de arrecadação, lucrando apenas US$614 milhões (com orçamento de US$200 milhões). A encargo de comparação, a primeira iteração teve uma bilheteria de US$814 milhões – o que também é um patamar alto para o Universo Mágico, considerando os números de ‘Harry Potter’.

Agora, o elemento principal que irá decidir o destino de ‘Animais Fantásticos’ é o público. Afinal, segundo a revista, “se os fãs pularem do barco, a franquia seguirá o mesmo destino de ‘X-Men’ e ‘Divergente’ (para aqueles que não se lembram, ambas as sagas tiveram uma terrível resolução ou cancelamento nos cinemas).

Durante uma entrevista para a Syfy Wire, o ator Dan Fogler foi questionado sobre os detalhes da trama de ‘Animais Fantásticos 3‘ e revelou que haverá uma guerra devastadora na sequência.

O intérprete de Jacob Kowalski também esclareceu que o novo filme será muito mais parecido com o primeiro, já que ‘Os Crimes de Grindelwald‘ se distanciou bastante da trama original.

“Eu já li o roteiro e adorei o que fizeram com o meu personagem, tive uma sensação adorável porque me lembrou muito o primeiro filme, o que eu acho ótimo porque ‘Os Crimes de Grindelwald‘ saiu um pouco dos trilhos. Mas este será ainda maior, terá cenas épicas de batalhas e momentos devastadores com o pano de fundo da Segunda Guerra Mundial.”

Fogler aproveitou para elogiar a produção e agradeceu pela oportunidade de atuar na franquia.

“Eu amo muito esse personagem. O mais legal de atuar em uma franquia é nós evoluímos junto com nossos personagens. Para mim, é como se Jacob estivesse amadurecendo, sabe? Os outros dois filmes afetaram sua personalidade e eu amei explorar esse lado… Para um ator, isso não tem preço.” 

As gravações da sequência deveriam começar a partir de 16 de março, mas foram adiadas por tempo indeterminado por ordem do governo local de Londres.

‘Animais Fantásticos 3’, ainda sem subtítulo oficial, tem estreia prevista para 12 de novembro de 2021.

Confira a nossa crítica do filme anterior:

 

Netflix lança suspense com Joel Kinnaman e atriz de ‘Eu Me Importo’; Confira as críticas!

O suspense criminal ‘O Informante‘, estrelado por Rosamund Pike, Joel Kinnaman e Common, já está disponível na Netflix e, apesar de divertido, dividiu a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção conquistou 62% de aprovação, com nota 5.80/10 baseada em 53 reviews. Segundo o consenso geral, “[o filme] pode ser uma diversão passável para fãs não tão apaixonados por thriller, mas a maior parte dos ingredientes foi reciclada de outras entradas superiores ao gênero”.

Confira os principais comentários abaixo:

“[O filme] não é ruim. Só não é nada de mais” – Los Angeles Times.

Joel Kinnaman está coletando nomes nesse divertido filme de ação” – Chicago Sun-Times.

‘O Informante’ é confuso quanto ao que deve canalizar sua atenção” – Globe and Mail.

“Nada novo para ver aqui, mas, considerando a curva da pandemia, é perfeitamente OK” – Fox 4 Kansas City.

“Outros filmes-B criminais conseguem fazer o trabalho muito melhor” – Decider.

Ana de Armas e Clive Owen completam o elenco.

Na trama, depois de uma missão fracassada, um informante do FBI é obrigado a continuar trabalhando infiltrado para desmantelar uma quadrilha, só que agora dentro da prisão.

O Informante‘ é dirigido por Andrea Di Stefano, a partir de um roteiro co-assinado por Rowan Joffe e Matt Cook.

Elenco fala sobre o novo ‘Pânico’ em vídeo com cenas inéditas exibido na CCXP

Pânico‘ (2022) ganhou um novo vídeo durante a CCXP que traz depoimentos do elenco e cenas inéditas.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O terror recebeu classificação indicativa “Rated R” pela MPAA.

Ou seja, nos EUA, menores de 17 anos só podem assistir ao filme na presença dos pais.

A classificação se deu por “Forte violência sangrenta, palavrões e algumas referências sexuais”.

Todos os quatro filmes anteriores receberam a classificação indicativa Rated R.

Lembrando que a Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

Confira o trailer, a sinopse e siga o CinePOP no YouTube:

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett são os diretores.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

Julianne Moore é uma artista golpista no trailer de ‘Sharper’

A Apple TV+ divulgou o teaser de ‘Sharper‘, filme da A24 estrelado por Julianne Moore e Sebastian Stan.

Assista:

Sharper‘ é ambientado na cidade de Nova York: das coberturas da Quinta Avenida aos cantos sombrios do bairro do Queens. Quando nada é o que parece ser, as motivações são suspeitas e as expectativas são viradas de cabeça para baixo.

Brian GatewoodAlessandro Tanaka são os roteiristas e os produtores do longa-metragem

Sharper‘ é dirigido por Benjamin Caron (premiado com o Emmy por ‘The Crown’).

A obra será supervisionada em parceria entre a Apple e a A24. Essa não é a primeira vez que Moore colabora com a Apple, visto que ela é uma das protagonistas da adaptação de ‘LOVE: A História de Lisey’, baseada no romance homônimo de Stephen King.

A plataforma de streaming conseguiu os direitos do filme depois de uma guerra complicada entre diversas outras produtoras.

Moore é uma das maiores atrizes de sua geração e é conhecida por diversos papéis. Além de ter participado das franquias blockbusters ‘Jogos Vorazes’‘Jurassic Park’, ela levou para casa o Oscar de Melhor Atriz por sua incrível performance em ‘Para Sempre Alice’. Seus outros créditos incluem o subestimado coming-of-age ‘Gloria Bell’, a fantasia ‘O Sétimo Filho’ e a aclamada distopia ‘Filhos da Esperança’.

‘Chucky’: Com 100% de aprovação dos críticos, 3ª temporada estreia no Star+ do Brasil

A 3ª temporada de ‘Chucky‘, série que dá continuidade à franquia clássica ‘Brinquedo Assassino‘, acaba de estrear no Star+ no Brasil.

O primeiro episódio está disponível nas versões dublada e legendada. A temporada conquistou impressionantes 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Os especialistas aclamaram o senso de humor da produção, elogiando a forma como o roteiro conseguiu equilibrar os momentos bobos, com dramas mais sérios e as cenas brutais de assassinatos.

Separamos os trechos das principais críticas:

Primeiras impressões | Terceira temporada de ‘Chucky’ chega COM TUDO ao Star+

“É divertido ver como essa série consegue encontrar o equilíbrio certo entre uma comédia sombria e um senso palpável de perda.” (Decider)

“Essa é a temporada mais insana até o momento.” (Slashfilm)

“Para uma série com tantas mortes, ‘Chucky’ ainda tem muita vida. Todo o elenco é impecável, os assassinatos são impressionantes e o humor está mais afiado do que nunca. O futuro do país pode parecer sombrio, mas esta série ainda tem um futuro brilhante pela frente.” (Collider)

“Esta temporada tem tudo o que os fãs do Chucky necessitam: mortes brutais e diálogos divertidos. Ao mesmo tempo, a série consegue alcançar o delicado equilíbrio em fazer o público torcer para os heróis enquanto espera que seus antagonistas encontrem uma forma de saírem impunes.” (io9.com)

“Apesar desta temporada se apoiar em muitas participações especiais e não contar com mortes muito extravagantes, ‘Chucky’ traz ainda mais humor campy, metalinguagem e exageros. Só por estar na Casa Branca, Chucky pode ter o potencial de dominar todo o mundo.” (Pop Culture Planet)

“Chucky ganha vida na tela com a primeira morte brutal da Season Premiere [da 3ª temporada]. O boneco sempre teve senso humor e frases de efeito durante seus assassinatos, mas agora usa apetrechos da Casa Branca para cometer os seus crimes.” (United Press International)

Vale lembrar que o novo ciclo será lançado no Brasil pela Star+ no dia 13 de outubro, nove dias depois da estreia nos Estados Unidos.

 

CHUCKY — “Murder at 1600” Episode 301 — Pictured: (l-r) Jackson Kelly as Grant Collins, Lara Jean Chorostecki as Charlotte Collins, Devon Sawa as James Collins — (Photo by: Shane Mahood/SYFY)

CHUCKY — “Murder at 1600” Episode 301 — Pictured: (l-r) Callum Vinson as Henry Collins, Chucky — (Photo by: Shane Mahood/SYFY)

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.

UAU! ‘Alien: Romulus’ ganha belíssimo cartaz final

Alien: Romulus‘ ganhou um novo cartaz nacional.

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Além disso, o diretor Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’) postou um vídeo mostrando como ele usou efeitos práticos ao invés de CGI.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de agosto.

Dirigido por Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’), o novo longa se passará entre os eventos do clássico ‘Alien: O Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens: O Resgate‘ (1986).

Além de dirigir, Fede Alvarez também assina o roteiro ao lado de Rodo Sayagues.

Enquanto vasculham as profundezas de uma estação espacial abandonada, um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, serve como produtor.

Há 16 anos, era CONFIRMADO o ‘Homem-Aranha 4’ de Sam Raimi! Estrelismo de Tobey Maguire foi uma das razões do filme ser CANCELADO…

Homem-Aranha 4‘ entrou em produção em 2010 e seria lançado em 2011, mas uma série de fatores fez o projeto ser cancelado e a Sony Pictures rebootar a franquia.

Há exatos 16 anos, era confirmado o quarto filme da franquia de Sam Raimi – que seria lançado em 6 de Maio de 2011.

Uma das principais causas do cancelamento foi as crises de estrelismo do protagonista Tobey Maguire.

Após o sucesso do ‘Homem-Aranha‘ em 2002, Maguire rapidamente se tornou uma das maiores estrelas do mundo. E ele sabia disso. O ator recebeu US$ 4 milhões pelo filme, queria um aumento salarial para a sequência. Mas mal sabia ele que suas táticas de negociação explodiriam em sua cara depois que a Sony o demitiu e procurou Jake Gyllenhaal para substituí-lo no papel.

Em 2003, depois de saber que a Sony estava avançando com a sequência, Maguire enviou seu médico para uma reunião com o diretor Sam Raimi e a produtora Laura Ziskin, alegando que ele havia se machucado durante as filmagens de ‘Seabiscuit‘ e não seria capaz de para realizar as acrobacias na sequência. Seu assessor chegou a divulgar a seguinte declaração: “Depois de fazer dois filmes fisicamente exigentes seguidos, Tobey sentiu um leve desconforto nas costas, que está nos estágios finais de cura. Com uma data de início em 12 de abril chegando, todos os envolvidos querem ter certeza de que ele é capaz de fazer as acrobacias intensas”.

De acordo com uma reportagem da Variety de 2003, Maguire estava descontente com o fato da produtora Laura Ziskin ter ganhado mais do que ele no primeiro filme: aproximadamente US$ 30 milhões.

Mas a Sony não gostou do ultimato e do comportamento de Maguire, e fez uma oferta a Jake Gyllenhaal para que ele substituísse o ator.

Gyllenhaal estava namorando a atriz Kirsten Dunst na época, que interpretou Mary Jane no primeiro filme do Homem-Aranha.

Nesse ponto, informou a Variety, os representantes de Maguire tiveram que intervir e salvar o dia. Eles garantiram à Sony que o ator ‘se comportaria’. O ator concordou em passar por exames médicos para provar que estava pronto para a sequência.

De sua parte, Maguire sempre sustentou que as reportagens sobre esta ser uma tática de negociação eram ‘ridículas’, mas ele admitiu ao Los Angeles Times que a situação havia chegado ao ponto em que ele teve que “olhar essas pessoas na cara e dizer: ‘Sinto muito. Eu vou fazer o que for preciso.’”

Ele recebeu um grande aumento por ‘Homem-Aranha 2‘ e recebeu US$ 17,5 milhões, junto com 5% da bilheteria do filme. O salário de Maguire baixou para US$ 15 milhões no terceiro e último filme da saga de Raimi.

Recentemente, o roteirista James Vanderbilt confirmou ao ScreenRant que o projeto tinha um roteiro pronto para ser filmado, antes da Sony Pictures CANCELAR o projeto.

“Sim, nós tínhamos um roteiro completo de Homem-Aranha 4 pronto para ser filmado e, como é o caso quando você é um roteirista, eles trouxeram alguns outros grandes escritores para melhorar. Eles mudaram algumas coisas, e eu acho que um ano depois, eles chegaram a um ponto em que – e eu não sei por que – mas eles chegaram a um ponto em que decidiram que não era o caminho que eles iriam seguir.”, afirmou. 

Sam Raimi, durante uma sessão de Q&A no Reddit, revelou que tinha planos para a quarta iteração da saga, mas que foi demitido da cadeira de direção após se desentender com a Sony Pictures.

“Eu queria fazer um filme que fosse incrível. Queria que fosse algo que vocês amassem. Mas não consegui chegar lá. Então, achei melhor parar naquele momento.” 

Ele ainda sonha em fazer o seu quarto filme da franquia. Em entrevista ao Yahoo, Raimi falou brevemente sobre seu filme nunca feito do ‘Homem-Aranha’:

“Eu penso nisso o tempo todo. É difícil pensar que eu não pude fazê-lo, ainda mais porque de tempos em tempos sai uma nova versão do Homem-Aranha! Então, como eu já tinha o filme pronto na cabeça, não consigo deixar de pensar no que poderia ter acontecido. Mas tento me concentrar sobre o que será, e não olhar para o passado”, afirmou.

O diretor queria inserir três vilões no filme: Abutre, Mystério e Gata Negra. Após a Sony vetar a ideia, o estúdio decidiu rebotar a franquia e realizar o insonso ‘O Espetacular Homem-Aranha‘.

#OscarSoWhite: Precisamos conversar sobre o Oscar ser acusado de racismo…

As opiniões que seguem são uma visão pessoal sobre a questão do racismo no Oscar, não representando, necessariamente, a opinião do CinePOP ou de seus integrantes. Certamente os frequentadores do site sabem do que estou falando, mas aí vai um resumo para quem chegou agora:

Pelo segundo ano consecutivo, a maioria dos indicados ao Oscar (não só na categoria de ator) são pessoas com a pela branca. Os primeiros a criticar foram o diretor Spike Lee e a atriz Jada Pinkett Smith, esposa de Will Smith, seguidos por George Clooney, Michael Moore, Mark Ruffalo, e, lógico, Barack Obama (vocês já viram político perder oportunidade de faturar?!), entre outros. Logo veio o boicote, com artistas recusando-se a ir à premiação, inclusive Spike Lee, laureado pelo prêmio honorário da Academia no mês de novembro. E como tudo hoje em dia (do combate ao Zika à divulgação de paçoca em supermercado), a polêmica ganhou a sua hashtag #OscarSoWhite.

Não vejo a Academia como racista. Não porque não haja racismo nos EUA, mas porque a ausência de negros não significa racismo por parte dos votantes ou um complô contra a negritude, ou qualquer coisa do gênero.

Will Smith

Vamos começar pelo básico. Chris Rock, ator negro, será o apresentador da cerimônia neste ano. Reggie Hudlin, produtor da cerimônia, é negro. Spike Lee, negro, ganhou o Oscar honorário da temporada. E a presidente da Academia, Cheryl Boone Isaac, é negra. Ora, alguém acredita que um bando de racistas colocaria uma negra como presidente da instituição da qual fazem parte? Ou permitiriam que um negro levasse um Oscar honorário enquanto outros dois organizam a festa?! Certamente, seriam racistas masoquistas.

Há outro dado básico, mas pouco conhecido. A revista The Economist comparou a proporção de indicados e vencedores do Oscar com a população dos EUA. Mesmo reconhecendo o problema de sub-representação de certos grupos, a revista constata que a proporção de negros indicados e vencedores do prêmio não diverge muito da proporção de negro na população norte-americana. A desproporção é maior entre latinos e asiáticos.

Os dados devem ser lidos com cuidado e contexto. A primeira indicação de um negro foi a atriz Hattie McDaniel, a Mammy, de …E o vento levou, no ano de 1939. O primeiro negro a levar a estatueta foi Sidney Poitier, por Uma voz nas sombras, em 1963. As proporções começaram a mudar fins da década 1990 e nos anos 2000, acompanhando as mudanças na sociedade norte-americana, após o abandonou do regime de segregação racial. Se as mudanças sócias nos EUA ajudam a explicar o porquê a maioria dos vencedores estão em anos recentes, também demonstra que a Academia pode estar à frente: no ano que Poitier venceu, vivia-se o auge dos movimentos negros.

Sidney Poitier

Os dados da The Economist apenas ajudam a perceber que o problema não passa pela representatividade nas indicações ao Oscar, muito menos que a solução seja cotizar a premiação, reservando espaço para cada grupo minoritário. O problema, se existe, não está em uma suposta Academia racista. A questão está mais embaixo, na forma como a Academia se organiza e na forma como a indústria se desenvolve.

Seguindo uma lógica toda sua, quando se começou a falar que o problema não estava na seleção dos indicados, rapidamente o #OscarSoWhite começou a ser, também, um discurso sobre a falta de oportunidades para os negros no mundo do cinema e o vídeo da Viola Davis viralizou. Nele, a atriz, visivelmente emocionada, falou das dificuldades dos negros para conseguirem espaço na indústria. Seu discurso tem o mérito de localizar melhor o problema.

Atacar a seleção, alegando racismo, é atacar o produto de um processo que lhe é anterior. Observando como Hollywood funciona, notamos a dificuldade para certos grupos de atores (ou de outros profissionais) para conseguirem posição. O problema não se limita aos negros. Além deles, vemos reclamações de mulheres (dá um Google nas últimas cerimônias pra você ver) e, com menos ressonância, de atores mais velhos. Podemos listar uma infinidade de pessoas que apontam dificuldades de arranjar trabalho no cinema por causa de um traço físico. Acontece que apenas alguns grupos mais organizados conseguem ressonância. Agora, não acredito que as dificuldades desses tantos grupos possa ser atribuída ao preconceito/racismo. Ao menos, não no sentido que muitos grupos querem passar ou que a geleia geral costuma entender.

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Em geral, os grupos mais organizados (como das mulheres e dos negros) apontam o machismo e o racismo como as causas de suas dificuldades, recorrendo, algumas vezes, a noção de que esses preconceitos são estruturais. Trocando em miúdos, que são preconceitos que se impõem de forma inconsciente, mas ele está lá, e você precisa assumir que é um machista e racista e se contentar em ser um eterno culpado por essas inconsciências. Por outro lado, o público que lê essas notícias no conforto da sua timeline, certamente irá pensar num homem, branco, heterossexual e produtor de cinema, que, guiado apenas por seus preconceitos, nega chance para esses grupos.

Sinceramente, se não temos uma força coercitiva impondo uma repressão contra certo grupo, não acho certo falar em “preconceito estrutural”. Sei que esses grupos de pressão têm outra coisa em mente quando falam em machismos e racismo estrutural. Eles pensam em elementos da cultura que privilegiam X e não Y. Contudo, da maneira como conduzem o debate, simplificam a vida, como se todos os problemas fossem frutos daquele traço que eles decidiram eleger como foco, e dão a um problema real uma resposta surreal e ineficiente – quando não, desejam apenas substituir um preconceito por outro.

No caso dos negros no cinema, reduzir tudo ao racismo implica em desconsiderar as dificuldades que outras pessoas passam (sabem aquele lance, a minha dor é maior que a sua?!, então!). Não quero aqui atacar a experiência pessoal da Viola Davis ou de qualquer outro ator. Estou questionando certo tipo discurso, que talvez a Viola Davis reproduza de forma inconsciente, assim como alguém que faz piada ofensiva sem perceber.

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Esse tipo de discurso esquece um elemento chave em Hollywood (e em todo o mundo): a grana! Na boa, meus amigos, vocês realmente acham que um produtor vai investir dinheiro e, só para oprimir um grupo, não irá colocar um ator negro de sucesso no filme? Ou ele vai patrocinar um filme machista só porque ele quer oprimir as mulheres?

Quem financia, mesmo quando tem sensibilidade artística, quer que o filme seja assistido pelo maior público possível. Se até em produções independentes rola isso, só que em outra escala, quanto mais em mega produções. A relação entre risco e dinheiro é inversa: quanto maior o risco, menos dinheiro; quando menor o risco, mais dinheiro. Resultado: os Estúdios vão fazer seus filmes atenderem ao gosto médio. Aqui, sim, podemos falar em preconceitos.

Encontrar o gosto médio do público alvo envolve encontrar preferências comuns em um universo de pessoas. Dependendo do público alvo, certos preconceitos aparecem. Certo público pode ser, realmente, racista com negros. Mas, nada impede que o público alvo tenha preconceitos com católicos. Além do mais, certas coisas nem podem ser vistas como preconceito. Pensem, a média dos fãs do Batman aceitaria um ator negro ou loiro interpretando Bruce Wayne? Ou lembrem da grita que foi a escolha de Daniel Craig como o novo James Bond; um absurdo um 007 loiro, falavam. Hoje, a ideia de um Bond negro sofre tanta resistência. Não é racismo, mas apego excessivo dos fãs ao material original. Enfim, as razões são infinitas.

Os olhos mais frios do Estúdio nem sempre permitem observar mudanças no público (ou mesmo fatias esquecidas dele). Daí, alguém com mais sensibilidade artística é importante para detectar mudanças no público. O problema é convencer o dono do dinheiro a apostar nessa sensibilidade. Poucos investiriam os tubos em um Star Wars baseado na intuição do artista. Pra isso, existe a câmera do iPhone 6.

Essa relação entre dinheiro e gosto médio ajuda a explicar a dificuldade de certos grupos para conseguirem espaço. Por outro lado, esse livre marcado cinematográfico também é uma chance. Se alguém provar que filmes só com atores negros dá retorno, os grandes estúdios vão correr atrás! Foi isso que aconteceu com as mulheres. O aumento de filmes protagonizados por atrizes, especialmente os de ação, ocorre porque se percebeu um nicho esquecido. Bato muito mais palmas para Reese Witherspoon, que com sua produtora, a Pacific Standard, vem focando em trabalhos protagonizados por mulheres. É uma forma mais inteligente e com melhores resultados do que o protesto de Spike Lee e companhia. Se o problema ainda fosse o Código Hays, o protesto teria alguma eficiência. Hoje, acaba ou sendo inócuo, ou gerando um clima de pressão nos votantes para sempre colocar negros na disputa. Pergunto, alguém ficaria realmente feliz em ser premiado em um ambiente assim?

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Outra coisa, a falta de oportunidades é de desconhecidos. Sinceramente, o filho do Will Smith tem menos chances do que um branco anônimo no interior dos EUA? Certamente, as pessoas que hoje protestam passaram dificuldades, como outros profissionais. Alguns mais, outros menos. Porém, elas se encontram em posição privilegiada. Para mim, soa até ofensivo com quem está começando a carreira a postura de certas estrelas. Sinceramente, Spike Lee e Jada Pinkett Smith fariam muitos mais pelos negros desconhecidos dos EUA se investissem seu dinheiro e prestígio em uma produtora que desse oportunidade aos iniciantes. Daí em diante, que as qualidades artísticas prevaleçam. Contudo, isso dá trabalho, custa dinheiro e não massageia o ego.

Assim como eu critico a visão simplista do #OscarSoWhite, não podemos achar que outras variáveis não influenciam na decisão dos produtores. Podemos, inclusive, encontrar quem coloque seus preconceitos acima dos negócios e da arte.

Apesar do cinema ser a sétima arte, a arte foi a maior vítima desse debate. O discurso do #OscarSoWhite empurrou para a sombra o mérito artístico dos indicados e não evidenciou o maior problema da Academia, a sua progressiva irrelevância artística.

Faz uns bons anos – lá pelo começo dos anos 2000 – que a Academia indica trabalhos comportados, que não desafiam os limites da linguagem cinematográfica. Quando não, são realmente filmes ruins. Isso vale para todas as categorias. Filmes inovadores como Drive foram esquecidos. Este ano, Sicário está em somente 3 categorias. Quentin Tarantino e P.T. Anderson, dois dos diretores mais importantes da atualidade, não levaram nenhuma estatueta de melhor diretor. E para citar um ator negro, Samuel L. Jackson fez atuações esplendidas em Django Livre e em Os Oito Odiados e não foi indicada.

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A Academia também não prestigia o melhor dos blockbusters, como a Trilogia Batman de Christopher Nolan, por exemplo. Ora, até os críticos enxergam méritos em muitas superproduções, mas a Academia não?? Mesmo reconhecendo que o nível de Hollywood já foi bem melhor, um prêmio da indústria esnobar os bons produtos dessa indústria causa espanto.

Poderia desfiar uma centena de grandes esquecidos e a conclusão seria a mesma: a Academia ao invés de liderar a inovação, torna-se um museu sem grandes novidades. Ao invés de focar no melhor de sua indústria, foca no mediano, fazendo do Oscar um merchan de filmes produzidos, muitos vezes, para ganhar… o Oscar! Raros são os anos nos quais os indicados, de ponta a ponta, eram filmes para a posteridade. Este ano, basicamente Mad Max: Estrada da Fúria pode ser chamado de ousado. A estrutura da Academia ajuda a explicar esse fenômeno.

São seis mil (isso mesmo, 6.000) membros, não só norte-americanos. São pessoas que atuam nas mais diversas áreas da indústria do cinema. No fundo, pessoas comuns, como eu e você, com suas singularidades, seus gostos, preconceitos, qualidades e defeitos. Para voltarmos ao ponto inicial deste texto, é surreal imaginar um complô desse pessoal contra os negros. Alguém poderia puxar o dado de que a maioria dos membros são homens e brancos, como se isso embutisse nessa gente um pensamento único. Indo além desse coletivismo tacanho, prefiro seguir outra lógica, a de que com seis mil membros, facilmente o gosto médio se sobressai. Claro que nem todos votam, é preciso estar com a anuidade em dia!

Com esse cenário, fica mais fácil perceber a raiz do processo de irrelevância pelo qual vem passando o Oscar. A presidente Cheryl Boone Isaac propôs algumas mudanças buscando uma academia com maior representatividade, em resposta à campanha #OscarSoWhite. Não acho que as propostas vão dar resultado no curto prazo. As propostas focam nas questões de raças, gêneros, idade, etc, e esquecendo a parte estética.

Não sei dar uma solução para essa progressiva irrelevância. Espero que os baixos índices de audiência da cerimônia do Oscar ajudem a Academia a achar a solução. Pessoalmente, torça para que as propostas tenham como efeito colateral a melhora da qualidade artística das indicações. O que não é necessário sinônimo de diversidade racial, sexual, religiosa, política, etc. Se amanhã, as melhores obrar foram de descendentes de latinos, que os latinos sejam a maioria entre os indicados.

O que certamente não contribui nem para melhoria dos padrões artísticos das indicações, nem para os profissionais iniciantes (de qualquer cor), muito menos para conscientizar alguém de algum erro, é a campanha #OscarSoWhite. Não se enganem, assim como a falta de negros entre os indicados tem múltiplas causas, certamente as motivações de Spike Lee, Jada Pinkett Smith e companhia vão além do sentimento de justiça social.

Spike Lee 2

Oscar não é só reconhecimento artístico. É prestígio, é bilheteria, são novas propostas de trabalho, é poder. A probabilidade de figuras como Spike Lee e Jada Pinkett Smith, cujas carreiras andas bastante irrelevantes, terem motivações pouco nobres não é descartável. Mesmo Will Smith pode pisar em falso. Ele vem de um período de vacas magras. Seu filme Um Homem Entre Gigantes parecia ser um novo gás na carreira. Com a quebra das expectativas de uma indicação, o filme murchou. Dificilmente poderemos confirmar, mas estamos falando de sentimentos bem comuns entre as pessoas.

Em qualquer competição artística, razões não artísticas invadem o juízo dos votantes. Ao invés de lutar para que o mérito estético prevaleça, a campanha #OscarSoWhite coloca mais coisa (a questão racial) para desviar a votação do que interessa: escolher quem produzir bons trabalhos. Também lançar dúvidas sobre futuros negros indicados. Se ano que vem o filme The Birth of a Nation, do diretor Nate Parker, levar muitos Oscars, mesmo que toda a crítica jure que o filme é esplendido, ficará a dúvida se o prêmio foi por merecimento ou por pressão de movimentos como o #OscarSoWhite. Parabéns, Spike, parabéns, Jada, vocês podem ter conseguido uma cota para vocês, mas também ganharam a sombra dessa dúvida.

Espero que a Academia encontre o rumo da relevância estética. Que nos próximos anos, os indicados sejam grandes filmes. E que as pessoas entendam que preconceito não é privilégio de branco. Todos temos preconceitos, alguns contra negros, outros até contra eleitores do Partido Republicano. Não se preocupe, você ainda vai achar o seu! Quando achar, tente pensar que as pessoas vão muito além de uma única característica. Não é fácil combater um preconceito, ao menos dá mais trabalho do que bolar hashtag.

Nota: Link da revista The Economist: http://www.economist.com/blogs/prospero/2016/01/film-and-race

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Por que ‘Beast Games’, baseado em Round 6, vem fazendo enorme sucesso na PRIME VIDEO?

Não é de hoje que o gênero televisivo – acho que podemos chamar dessa forma – ‘Reality Show’ se tornou uma verdadeira febre não só no Brasil mas em todo o mundo. Sem roteiros, mostrando a vida real em diversas situações, esse formato teve seu início em 1973 com a série norte-americana An American Family que, dividida em 12 capítulos, mostrou a vida de uma família na Califórnia.

Daqueles tempos até hoje muitos projetos nessa linha foram feitos, e com alguns estrondosos sucessos, como um dos programas mais populares do mundo: o BBB. Quem participa de um reality show sai completamente do anonimato para uma exposição total que tem seu lado positivo mas também negativo.

Baseado em um vídeo viral e também na série de ficção Round 6, chegou na Prime Video um reality show empolgante que leva competidores vindos de todos os lugares dos Estados Unidos na busca por um prêmio milionário. Mas a tarefa não é nada fácil! Provas em grupo, elos e confianças sendo quebrados, sorte, inteligência emocional são algumas das variáveis que encontramos em Beast Games.

Um dos influenciadores mais seguidos em todo o mundo nas redes Youtube e Tiktok, Jimmy Donaldson, também conhecido como MrBeast, criou uma vez no seu canal – na primeira rede mencionada – uma competição que virou um dos vídeos mais assistidos da plataforma ‘$456.000 Squid Game in Real Life!’. Algum tempo depois, ao lado dos amigos Tyler Conklin, Sean Klitzner e Mack Hopkins nasceu na Prime Video a ideia de criar uma série com as mesmas propostas.

A série, que teve seu último episódio exibido no dia 13 de fevereiro desse ano, colocou em prova a natureza humana numa mistura muitas vezes cruel deixando o emocional nas alturas e participantes incrédulos com atitudes tomadas. Longe de personagens e enredos de ficção, aqui é mostrada a vida real com um discurso que atravessa uma frase: O que você faria para ser milionário?

A base desse projeto é razoavelmente simples: reunir 1000 participantes em uma sequência de provas de todos os tipos, em cenários que vão desde um galpão enorme até uma cidade projetada (que custou milhões de dólares), em busca de um prêmio de 5 milhões de dólares. Ao longo desse caminho – e aqui talvez seja a chave de todo o negócio – vários dilemas vão sendo colocados a quem participa com outras oportunidades de sair com alguma grana.

Desde a primeira prova – em que alguém de uma enorme fila precisa se eliminar senão toda a fila sai do jogo – até a reta final, reviravoltas são vistas a cada episódio transformando heróis em vilões em frações de segundos. Quando vai afunilando, começamos a saber um pouco mais sobre a vida dos que conseguem sobreviver até as fases finais do jogo, algo feito também para as torcidas do lado de cá da tela nascerem.

Beast Games quebrou alguns recordes ao longo do show, parte deles mencionados no último episódio. Talvez o mais importante deles, ultrapassou a marca de 50 milhões de espectadores em menos de um mês no ar. A Prime Video deve ter ficado feliz com esses números, né? Pra você que se interessou, todos os 10 episódios já estão disponíveis na plataforma.

Os Bad Boys | Conheça a franquia estrelada por Will Smith e Martin Lawrence

Somos Bad Boys, isso não tem nada a ver, cante com a gente esse rap que você vai aprender”… . Calma. Esses são outros bad boys. Embora igualmente tenha sido lançada em 1995, a vergonha alheia conhecida como ‘rap dos bad boys’, “cantada” pelos jogadores Romário e Edmundo, não possui qualquer conexão com a franquia dos policiais Mike Lowerey e Marcus Burnett.

Aproveitando o lançamento do terceiro longa de uma das franquias mais rentáveis (e espaçadas) do cinema de ação Hollywoodiano, Bad Boys para Sempre, o CinePOP resolve recapitular para você todas as missões da dupla vivida por Will Smith e Martin Lawrence no cinema. Além de um spin-off para a TV, que talvez você não conheça. Sem mais delongas, vem com a gente acelerar pelas ruas ensolaradas de Miami.

Os Bad Boys (1995)

Talvez muitos não tenham conhecimento, mas fazer um filme é tão difícil que muitas vezes o resultado que vemos nas telas é um animal completamente diferente da concepção original. Feliz dos casos que dão certo, e muitas vezes se mostram melhores do que a primeira ideia lá atrás. Os Bad Boys é um destes casos. Originalmente, o projeto chamava-se Bulletproof Hearts (algo como ‘corações à prova de balas’) e teria Dana Carvey e Jon Lovitz como protagonistas de uma comédia escrachada – sim, eles já foram populares um dia (muito devido ao Saturday Night Live). O projeto, no entanto, foi cancelado quando o certinho Carvey pulou fora após ficar horrorizado com o comportamento selvagem do produtor Don Simpson numa viagem ao seu lado para Las Vegas a fim de discutir a produção. Assim, o conceito saía das mãos da Disney para a Columbia (hoje Sony). O mega produtor Simpson viria a falecer de overdose em 1996, um ano depois do lançamento de Os Bad Boys.

Jerry Bruckheimer e Don Simpson eram produtores parceiros, uma das duplas mais poderosas de Hollywood, tendo produzido sucessos como Flashdance (1983), Um Tira da Pesada (1984) e Top Gun (1986), por exemplo. E foi justamente a comédia policial estrelada por Eddie Murphy que inspirou a dupla a produzir um buddy cop – filmes de parceiros policiais – muito populares na década de 1980 (como 48 Horas e Máquina Mortífera). Inclusive, quando o projeto foi remodelado de forma representativa, sendo o primeiro buddy cop mainstream com dois protagonistas negros, os astros planejados pelos produtores eram Wesley Snipes e o próprio Murphy. Na abertura do longa, Martin Lawrence brinca ao derrubar um assaltante, dizendo ser Snipes em Passageiro 57 (1992).

Assim, os produtores escalaram não apenas dois, mas três jovens atores saídos da TV para estrelarem a produção. Martin Lawrence, o primeiro nome nos créditos, estava a toda na série cômica Martin (1992-1997), na qual interpretava diversos personagens. Will Smith igualmente fazia enorme sucesso com Um Maluco no Pedaço (The Fresh Prince of Bel-Air, 1990-1996). Os atores, que tinham respectivamente 30 e 27 anos, deram vida aos detetives Marcus Burnett, um pai de família que não está na melhor das fases com sua esposa, e Mike Lowrey – o completo oposto do parceiro: solteiro, “pegador” e endinheirado devido à grana de família. Enquanto Mike (Smith) é o homem da ação, garantindo a adrenalina e destruição na série, Marcus (Lawrence) providencia o alívio cômico. Dinâmica esta repetida por todos os filmes da franquia. No entanto, acima foi mencionado uma terceira parte nesta dinâmica, e ela atende pelo nome Téa Leoni. A loira (que aqui estava morena) lançava na época seu próprio seriado, The Naked Truth (1995-1998), e se mostra uma personagem feminina de forte presença no primeiro filme.

Na trama, uma equipe de criminosos, comanda pelo francês Fouchet (Tchéky Karyo), rouba com a ajuda de um ex-policial a maior quantidade de cocaína já apreendida pela polícia de Miami – e por seus melhores agentes, a dupla Mike e Marcus. A pedido de Mike, uma colega se infiltra para descobrir quem está por trás do roubo, mas termina morta pela gangue, deixando sua amiga Julie (Leoni) como testemunha e alvo dos bandidos. Assim, ela precisa ser protegida pela dupla. Ah sim, e como poderia esquecer. Os Bad Boys marcou o primeiro filme dirigido por Michael Bay, então um bem sucedido diretor de comerciais e videoclipes. Bay já era um profissional que gozava de um status invejável, pagando do bolso para filmar uma cena de ação que o estúdio se recusou e inclusive emprestando seus carrões para algumas das cenas. O diretor se apaixonou por Miami durante as filmagens e investiu em algumas propriedades no local, ficando ainda mais rico.

Bad Boys II (2003)

Os Bad Boys (1995) teve um orçamento de aproximadamente US$19 milhões e fez uma bilheteria de US$65 milhões só nos EUA, e US$141 milhões ao redor do mundo, tornando o filme policial um sucesso. O longa não foi um estrondo, mas ganhou status de cult nas locadoras, sendo redescoberto. Assim, com o hiato de 8 anos, chegava aos cinemas a continuação “bombada” de Os Bad Boys. Acontece que a esta altura, Will Smith e Martin Lawrence eram astros de cinema, e não mais da TV, tendo ambos protagonizado enormes blockbusters mundiais, vide Independence Day (1996), Homens de Preto (1997), Um Tira Muito Suspeito (1999) e Vovó Zona (2000).

O diretor Michael Bay igualmente havia se tornado uma estrela, com filmes como A Rocha (1996), Armageddon (1998) e Pearl Harbor (2001). Assim, para reunir este trio, o produtor Jerry Bruckheimer (agora sem a ajuda de seu parceiro falecido) precisou mexer seus pauzinhos e inflar o orçamento para US$130 milhões. Tudo ficou maior: a ação, as explosões, as perseguições, a violência, a censura e até a duração do filme, com 2h30min de projeção. Bay entrega aqui um verdadeiro épico da ação – para o bem e para o mal. Acontece que o diretor já estava muito ciente de seu estilo e de quem era, ou seja, Bad Boys II é mais exagerado em todos os sentidos – investindo mais na ação e se tornando mais cartunesco e caricato.

Curiosamente, Bay quase não dirigiu o filme, já que a continuação foi oferecida antes para cineastas como Tom Dey (Showtime) e a dupla Jonathan Dayton e Valerie Ferris (Pequena Miss Sunshine). Mas, a Sony finalmente deve ter oferecido o que Bay pedia e o diretor retornou para sacudir as coisas e destruir meia Miami e Cuba. Relatos afirmam, porém, que Bay chegou a parar a produção para acertar seu salário, e só retornou quando o dinheiro foi satisfatório a alguém tão talentoso quanto ele. Ou quem sabe tão rentável.

Na trama do segundo filme, temos um vilão verdadeiramente estereotipado, vivido de forma… (digamos com bondade) mais canastrona impossível pelo espanhol Jordi Mollà. No filme ele interpreta o cubano Johnny Tapia, um mega traficante de ecstasy, que “importa” seu produto dentro de cadáveres. Uma das cenas mais repugnantes do filme, envolve uma perseguição onde corpos são jogados a torto e a direito. A interpretação de Mollà faz Scarface, outro cubano que “conquistou o mundo”, vivido por Al Pacino, se tornar contida, por comparação. O segundo filme ainda conta com a adição de Syd (papel da bela Gabrielle Union), a irmã de Marcus, agente secreta infiltrada na mesma organização que a dupla quer desmantelar, e que, obviamente, está tendo um caso escondido com Mike. Fato adereçado no terceiro filme.

O barulho de Bad Boys II foi sentido, e o filme arrecadou só no seu fim de semana de estreia nos EUA, US$46 milhões, com uma bilheteria total de US$138 milhões no país. No mundo, o filme arrecadou mais de US$273 milhões. Mas seriam mais 17 anos até Marcus e Mike darem as caras de novo nas telonas.

L.A.’s Finest (2019)

Essa série podia muito bem ser chamada Bad Girls, mas aí seria muito clichê e poderia ser confundida com alguma coisa mais picante, fugindo do tópico policial. A verdade é que este derivado de Bad Boys é vendido com o mote de ser puro girlpower. O foco aqui é a personagem Syd Burnett, irmã de Marcus, que deu as caras em Bad Boys II. Novamente interpretada por Gabrielle Union – 16 anos depois – a agente da divisão anti-droga está trabalhando agora em Los Angeles, daí o título (genérico, confessamos) “Os Melhores (ou as melhores) de Los Angeles”. Além de Union, quem retorna impulsionando o programa é o produtor Jerry Bruckheimer, novamente responsável pelo projeto atrás das câmeras.

Ah sim, e como o tema desta franquia é o buddy cop, parceiros policiais, Syd é escalada para fazer seu trabalho ao lado de outra policial durona, Nancy McKeena. Para o papel, os realizadores precisavam de uma atriz de renome, e que tivesse conexão com este universo. A escolhida foi a musa dos anos 2000, Jessica Alba – a mulher mais “baixada” na internet em meados daquela década. Hoje, relativamente sumida, aos 39 anos, Alba ensaia um retorno aos holofotes com a série, voltando para a TV quase 20 anos após Dark Angel (2000-2002), série de ficção produzida por outro bamba, James Cameron.

L.A.’s Finest usa diversas referências aos filmes, como o relógio que Mike deu para Syd, e seus episódios possuem títulos de todos os filmes produzidos por Bruckheimer. A série estreou em 2019, e já exibiu sua primeira temporada, num total de 13 episódios. O programa já foi renovado para a segunda temporada, que tem estreia marcada para este ano. Quem sabe algum dos Bad Boys não dê as caras, afinal este ano eles saíram da aposentadoria.

Bad Boys para Sempre (2020)

Comemorando os 25 anos desde o primeiro Bad Boys, o terceiro filme – que soa como uma grande homenagem – finalmente chega às telonas. A produção passou por inúmeros atrasos, pelos mais variados motivos, e perdeu diretores – como Joe Carnahan (A Perseguição, 2011). Ah sim, este é o primeiro filme da franquia que não é dirigido por Michael Bay – e isto, de certa forma, é um alívio. Bay, no entanto, saiu amigavelmente, e inclusive faz uma ponta no filme como o mestre de cerimônias do casamento da filha de Marcus. Bay sequer produz o longa, mas aparentemente ocupará tal função no vindouro quarto capítulo.

Para termos uma ideia da demora, Martin Lawrence anunciou pela primeira vez o terceiro filme em 2013. Quem assume a direção é a dupla de cineastas belgas conhecidos como Adil & Bilall. Os diretores se dizem fãs de Michael Bay e emulam seu estilo em muitas cenas. Mas possuem uma vantagem – ou inúmeras – e acertam ao corrigirem as técnicas mais problemáticas do diretor (como o excesso de cortes por segundo). Na direção da dupla conseguimos dar boas olhadas nos rostos dos atores, sem cortes e correrias.

Além das inúmeras referências aos filmes anteriores, o roteiro de Bad Boys para Sempre – ou digamos, sua fórmula – pega emprestado de franquias como Os Mercenários e Velozes e Furiosos. Do primeiro adiciona uma equipe de novatos para contrabalancear os veteranos. O interessante deste terceiro filme é reconhecer a idade dos protagonistas, agora na casa dos 50 anos, sem tentar forçar a barra, como muitos heróis do cinema faziam no passado. Mike Lowrey está cansado, não possui a mesma velocidade ou agilidade, vive tomando surra dos criminosos, e sequer é tão “quente” quanto no passado (ou quanto acha), passando vergonha ao tentar cantar “as novinhas”, se comportando como o “tiozão”.

A equipe tática da polícia que ajuda a dupla é implantada para quem sabe pegar o gancho na vindoura e já confirmada continuação – o desfecho de Para Sempre deixa uma porta escancarada para isso. No entanto, do trio vivido por Charles Melton (o marrento Rafe – que vive batendo de frente com Mike), Alexander Ludwig (o nerd da informática grandalhão, subvertendo estereótipos e rendendo boas piadas) e Vanessa Hudgens (bem, a jovem sexy), é justamente a última, que por sinal é o terceiro nome nos créditos, a que menos se destaca e consegue sobressair. Por falar em créditos, pela primeira vez na franquia, neste filme o nome de Smith aparece antes de Lawrence.

Ainda falando na nova equipe tática, conhecida como AMMO, a melhor personagem de Bad Boys para Sempre é a chefe da gurizada, Rita, papel da belíssima, carismática e talentosa mexicana Paola Nuñez. Ela é um antigo caso que Mike deixou escapar, e Marcus não o perdoa por isso. Um excelente partido para o policial, os dois vivem em pé de guerra, muito devido ao jeito nada seguro de Mike fazer seu trabalho. Rita ocupa com muita graça uma grande lacuna deixada aberta ao desfecho do terceiro Bad Boys. Ah sim, e a moça é dona de um corte de cabelo bem estiloso.

Os vilões são outro destaque. Os mais cruéis e intensos que a franquia já viu, os antagonistas se mostram uma ameaça real, criando deixas para momentos pra lá de dramáticos, quando sentimos perdas reais que suas ações causam nas vidas da dupla. É tragédia atrás de tragédia para Mike e Marcus neste terceiro filme. E assim como os recentes Rambo – Até o Fim e O Exterminador do Futuro – Destino Sombrio, o México tem grande importância para a trama deste Bad Boys para Sempre. O matador de elite Armando (Jacob Scipio) e sua “patroa”, a poderosa Isabel Aretas (Kate del Castillo), são as ameaças do terceiro Bad Boys, e possuem laços íntimos com a dupla.

Bad Boys para Sempre começou bem sua carreira nos cinemas e já arrecadou para a Sony, com o orçamento mais modesto de US$90 milhões (em relação ao segundo), uma bilheteria de US$120 milhões em duas semanas nos EUA. Ao redor do mundo, o longa já soma mais de US$215 milhões. O que se traduz em definitivamente sinal verde para o quarto Bad Boys. Vida longa para Marcus e Mike.

‘Ne Zha: O Renascimento da Alma’ – Conheça a animação chinesa que teve a maior bilheteria da HISTÓRIA

E se eu te disser que a maior bilheteria de 2025 não foi de nenhum filme Hollywoodiano, você acreditaria? Pois sim. ‘Ne Zha: O Renascimento da Alma’ arrecadou US$ 2,2 bilhões mundialmente em 2025, valor bem acima do segundo colocado, ‘Zootopia 2‘, que fez US$ 1,8 bilhão mundialmente no mesmo ano.

O mundo presencia uma guerra tarifária entre os EUA e a China. Donald Trump voltou à Casa Branca e como um dos primeiros atos aumentou os impostos em cima dos produtos chineses vendidos para o seu país. A China por sua vez resolveu devolver a gentileza de forma equivalente. Mas o que a política exterior tem a ver com o mundo do cinema? Bem, bastante. Quem está mais atento aos números financeiros do mundo do cinema já percebeu que a China se tornou uma verdadeira potência nas bilheterias. E isso inclusive antes da pandemia.

A animação chinesa ‘Nezha 2’ é a maior bilheteria de 2025 até o momento e se tornou a oitava maior de todos os tempos.

Voltemos para o ano de 2019, o ano anterior à pandemia, e o ano de maior potência do cinema de Hollywood no que diz respeito à bilheteria. Neste ano específico, dentre os dez filmes mais rentáveis do ano, nove deles ultrapassaram a ridícula marca de US$1 bilhão ao redor do mundo. Nada havia chegado perto de tanto sucesso anteriormente, e muito menos no pós-pandemia (na realidade atual em que os cinemas ainda lutam para recuperar o que um dia tiveram – e talvez não consigam). Se formos olhar mais a fundo no ano de 2019, iremos reparar que a décima segunda posição do ranking ficou com uma produção cem por cento chinesa.

Mas não foi apenas ela, porque dentre o top 20 das maiores bilheterias de 2019, temos nada menos do que quatro produções cinematográficas inteiramente chinesas. O fato impressiona bastante, ainda mais se levarmos em conta que a China não exporta suas produções para o mundo da mesma forma que os EUA fazem. O cinema de Hollywood sempre dominou o mundo, inclusive o Brasil, afinal todos nós crescemos com os blockbusters da década de 1980 passando sem parar nas TVs abertas. Nos últimos anos isso foi mudando. A China, por exemplo, limita o número de produções americanas que chegam ao país, favorecendo assim seus próprios filmes para a população. Em países como a Argentina e a França, o número de produções Hollywoodianas sendo exibidas precisa ser igual ou menor do que o de produções próprias do país. O Brasil também regulamentou uma lei parecida, valendo também para os canais a cabo e agora os streamings.

O primeiro ‘Nezha’, de 2019, já havia quebrado recordes para a China, se tornando a maior bilheteria do país então.

Voltando a falar do ano de 2019 e da China, temos que pensar que a entrada de quatro filmes chineses no ranking dos 20 maiores do ano impressiona se pensarmos que todo esse dinheiro veio de dentro da própria China e de seus países asiáticos vizinhos. Ou seja, o dinheiro de dentro do próprio território foi o suficiente para superar certos filmes que passaram no mundo todo. ‘Meu Povo, Meu País’, ‘Terra à Deriva’, ‘O Comandante: Pânico nas Alturas’ e (olhem só) o primeiro ‘Ne Zha’ foram os blockbusters chineses que se posicionaram no top 20 mundial. A animação ‘Ne Zha’ foi o mais bem colocado, no citado décimo segundo lugar – arrecadando impressionantes US$726 milhões.

Voltando ainda mais no tempo, Hollywood já previa a importância do mercado asiático, em especial a China, como fator determinante de boas bilheterias dos filmes que exportavam. As superproduções da Marvel, por exemplo, desde 2013 começavam a gravar cenas extras passadas na China (alguns destes trechos eram destinados apenas para o público de lá, cortados da exibição em outros lugares do mundo), e a incluir personagens chineses em seus filmes, interpretados por astros conhecidos naquele país. Era uma forma de fazer a política da boa vizinhança, se certificando que o longa seria exibido nesse forte mercado consumidor.

A franquia chinesa ‘Terra à Deriva’ se tornou um enorme sucesso do país, figurando entre os maiores filmes pelo mundo em seus respectivos anos.

Com a Pandemia, o cinema chinês ganhou ainda mais força. Isso porque enquanto o vírus chegava por aqui, no resto do mundo, os chineses já estavam se reerguendo, uma vez que a coisa começou por lá. Em 2020, dentre os 10 maiores filmes do mundo, quatro eram chineses e um japonês. Em 2021, do top 10 três eram produções chinesas. Em 2022, quando Hollywood já se reerguia, do top 11 duas eram produções chinesas. Em 2023, do top 12 três foram produções chinesas. A mesa começou a virar em 2024, quando Hollywood não deu espaço no top 10 para as produções chinesas, mesmo assim, três filmes da China emplacaram nos números 14, 15, e 16 dos maiores filmes do ano. O que nos leva diretamente ao ano de 2025.

De todas essas produções chinesas, no entanto, nenhuma delas havia ultrapassado a ridícula marca de US$1 bilhão em bilheteria mundial. Isto é, até o lançamento de ‘Ne Zha 2’ em janeiro deste ano na China. E sobre o que o filme fala? ‘Ne Zha’ é uma mistura de ‘Dragon Ball’ com as animações da Disney/ Pixar. Ou seja, uma superprodução com um visual impressionante, capaz de atrair milhares de crianças chinesas simplesmente através de suas cores e estética. O filme original de 2019 conta sobre a lenda de um menino “amaldiçoado” de um vilarejo, hostilizado pela população, ele se mostrará um herói, e o único capaz de defender o local das verdadeiras ameaças.

‘Nezha 2’ foi o primeiro filme da China a ultrapassar a marca de US$1 bilhão e seu protagonista se tornou um ícone por lá (mesmo que o resto do mundo não o conheça muito bem).

Muito entranhado na cultura e no folclore chinês, com direito a inserir em sua trama lendas locais, como dragões, magia e bastante lutas, essa aventura é tipicamente tudo o que já consumimos do país em relação a este gênero. O original, de 2019, conquistou mais de US$700 milhões em bilheteria. Já a sua continuação, que contou com efeitos especiais mais detalhados e caprichados, e trouxe de volta o protagonista que todos por lá aprenderam a adorar, se beneficiou da familiaridade do país com a história, podendo caprichar na ação e nos efeitos. ‘Ne Zha 2’, que por aqui recebeu o subtítulo de ‘O Renascimento da Alma’ fez o que ninguém contava, foi a primeira produção chinesa a adentrar o seleto clube do bilhão.

Contanto os relançamentos nos cinemas (os Harry Potter, por exemplo, só conseguiram ultrapassar um bilhão de dólares devido a novos lançamentos dos filmes antigos nos cinemas), temos um total de 58 filmes no clube do bilhão. Para termos uma ideia, ‘Ne Zha 2’, mesmo sem ter estreado em grande parte do mundo, ocupa atualmente a oitava posição, ultrapassando sucessos como ‘Divertida Mente 2’, ‘Os Vingadores’, ‘Barbie’ e ‘Top Gun: Maverick’. Essa é uma das vantagens de se ter um país extremamente populoso.

Com esse fenômeno, a China dá mais um recado para o mundo e principalmente para Hollywood – de que as produções do país possuem esse tipo de força. Dos 58 filmes no clube do milhão, todas são produções dos EUA, exceto o citado oitavo lugar. Não sabemos quando a guerra “fria” entre China e EUA irá parar, ou onde irá levar. Mas o que sabemos é que o cinema chinês se tornou, de forma quieta e sorrateira, uma nova potência do entretenimento.

Ne Zha: O Renascimento da Alma‘ está disponível para aluguel em plataformas como o Prime Video.

‘Os Aventureiros do Bairro Proibido’: John Carpenter é BRUTALMENTE honesto sobre o reboot

Todos sabem que John Carpenter não tem papas na língua, e não tem medo de dizer o que pensa. Essa semana, em entrevista ao Cinema Blend, o cineasta foi brutalmente honesto quando perguntado o que ele achava sobre o reboot/sequência do clássico ‘Os Aventureiros do Bairro Proibido‘ (Big Trouble in Little China) que está sendo desenvolvido.

“Eles só querem fazer um filme com o Dwayne Johnson. É isso que eles querem. Então, eles apenas escolheram esse título. Eles não estão nem aí para mim, ou para meu filme. Aquele filme nem foi um sucesso.”

Não tem como ser mais honesto do que isso, não é mesmo?

Ao contrário do que se imaginava, o novo filme de ‘Os Aventureiros do Bairro Proibido’ será uma continuação que leva em consideração os eventos do original, e não um reboot.

Durante uma entrevista ao Collider, o produtor Hiram Garcia revelou que o plano sempre foi fazer uma sequência.

“Estamos no processo de desenvolvimento e a ideia não é refazer o original. Não se pode refazer um clássico como esse, não dá, então o que estamos fazendo é continuar sua história de onde parou.”

O original foi lançado em 1986 e acompanha um caminhoneiro que ajuda a resgatar a noiva de um amigo das garras de um antigo feiticeiro em uma batalha sobrenatural em Chinatown.

Vale lembrar que Dwayne Johnson é o único confirmado no elenco.

‘Annabelle 3’: Filha real dos Warrens revela ter medo da boneca; Assista ao vídeo!

O terror ‘Annabelle 3: De Volta para Casa‘ ganhou um novo vídeo dos bastidores com Judy Spera, a filha real dos Warrens.

Assista:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2436166749748027?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

Gary Dauberman (roteirista de ‘A Freira, ‘IT: A Coisa‘ e ‘Annabelle‘) dirige o longa-metragem da franquia ‘Invocação do Mal‘, que marca também a sua estreia na direção.

Determinados a impedir que Annabelle crie ainda mais caos, os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre. Porém, o que os espera é uma noite de horror, à medida que Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que voltam suas atenções a um novo alvo – a filha de 10 anos dos Warrens, Judy, e suas amigas.

Os atores Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam ao Universo ‘Invocação do Mal‘, sendo esta a primeira aparição deles fora da franquia principal. O elenco ainda inclui McKenna Grace, Madison Iseman e Katie Sarife.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.

Após ser massacrado pelos críticos, ‘Boneco do Mal 2’ FRACASSA nas bilheterias

Após ser massacrada pelos críticos (com uma tenebrosa marca de 0% de aprovação no Rotten Tomatoes), a sequência ‘Brahms: Boneco do Mal 2‘ (Brahms: The Boy II) fracassou em sua estreia nas bilheterias.

Nos EUA, o longa arrecadou fracos US$ 5.9 milhões em seu primeiro final de semana.

Internacionalmente, o terror acrescenta US$ 2.2 milhões ao seu montante, através de 22 mercados. Ao total, a produção teve uma estreia global de US$ 8.1 milhões.

Apesar da estreia fraca, o longa não deve ter problemas para recuperar o seu investimento, considerando o seu baixo orçamento de apenas US$ 10 milhões.

Confira as principais críticas:

“Este ‘Brahms’ é uma canção de ninar de horror, embalando você para dormir sem qualquer ameaça de pesadelo.”, Roger Moore – FilmNation

“Como seu antecessor, ‘Boneco do Mal 2’ é um espetáculo de terror bastante brega e cansativo”, Noel Murray – Los Angeles Times

“Um filme tão vazio quanto a expressão de Brahms.”, Brian Tallerico – RogerEbert.com

“Uma série de mentiras que apoiam uma história que, como se vê, poderia ter sido e é resolvida com uma pesquisa na web de dois minutos.”, Mark Dujsik – Mark Reviews Filmes

“É muito manso (isso não é coisa do PG-13) e genérico para os fãs de terror hardcore, e – bem, manso e genérico demais para qualquer outra pessoa.”, Michael Gingold – Rue Morgue Magazine

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de Março.

William Brent Bell retornará como diretor, e Stacey Menear como roteirista.

Na trama, “Sem saber da aterrorizante história da Mansão Heelshire, uma jovem família se muda para a propriedade, onde seu jovem filho logo faz um novo amigo perturbador, um boneco estranhamente real que ele chama de Brahms.”

O elenco inclui Katie HolmesRalph Ineson, Christopher Convery e Owain Yeoman.

‘Resident Evil’: Claire e Leon são destaque em novas imagens da série da Netflix

Netflix divulgou duas novas imagens da série animada ‘Resident Evil: No Escuro Absoluto‘, produção original baseada na franquia de games da Capcom.

Confira:

A série mistura ficção científica e terror e traz de volta os clássicos personagens Claire Redfield, que investiga um casarão abandonado que se assemelha bastante com o da propriedade Baker em ‘Resident Evil 7’, e Leon S. Kennedy, enfrentando um conhecido zumbi da saga.

Vale lembrar que a gigante do streaming também está desenvolvendo uma série live-action dos games, que terá 8 episódios.

Confira a sinopse:

A CIDADE DE CLEARFIELD, MARYLAND, ESTÁ HÁ MUITO TEMPO SOB A SOMBRA DE TRÊS GIGANTES NOMES APARENTEMENTE SEM RELAÇÃO — A UMBRELA CORPORATION, O DESATIVADO GREENWOOD ASYLUM E A CAPITAL WASHINGTON, D.C. HOJE, 26 ANOS APÓS A DESCOBERTA DO T-VIRUS, OS SEGREDOS GUARDADOS POR ESTES GRUPO COMEÇARÃO A SER REVELADOS COM OS PRIMEIROS SINAIS DE CONTAMINAÇÃO.

Ainda sem muitas informações reveladas, sabe-se que a produção estreia em 2021.

‘Chapelwaite’: Adrien Brody enfrenta vampiros no trailer COMPLETO da série; Assista!

O EPIX divulgou o trailer completo da série ‘Chapelwaite‘, baseada no conto Jerusalem’s Lot – que serve de pré-sequência ao livro ‘A Hora do Vampiro‘, de Stephen King.

Confira:

A produção irá estrear oficialmente no dia 22 de agosto.

Adrien Brody (‘Predadores’) estrela como o Capitão Charles Boone. Emily Hampshire (‘Schitt’s Creek’) interpreta uma personagem original, Rebecca Morgan.

A trama se passa na década de 1850 e segue o capitão Charles Boone, que muda com seus três filhos para a casa dos seus ancestrais, na pequena e aparentemente sonolenta cidade de Preacher’s Corners, Maine, depois que sua esposa morre no mar. No entanto, Charles logo terá que confrontar os segredos da história sórdida de sua família e lutar para acabar com a escuridão que tem atormentado os Boones por gerações.

Peter Filardi e Jason Filardi são os showrunners.

O conto Jerusalem’s Lot foi publicado pela primeira vez em 1978, em uma coleção intitulada ‘O Turno da Noite‘, que reúne 20 histórias distintas. Anos depois, ele voltou a ser lançado como parte de uma edição ilustrada de ‘A Hora do Vampiro‘, sendo considerado uma espécie de pré-sequência da clássica obra vampiresca.

‘The Cellar’: Elisha Cuthbert desperta entidade SINISTRA no trailer do terror; Assista!

O terror sobrenatural ‘The Cellar‘, estrelado pela Elisha Cuthbert (‘A Casa de Cera’), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Brendan Muldowney.

A trama segue Keira Woods (Cuthbert), cuja filha desaparece misteriosamente no porão de sua nova casa no campo. Keira logo descobre que existe uma entidade antiga e poderosa controlando sua casa, que ela terá que enfrentar ou arriscar perder as almas de sua família para sempre.

Eoin MackenAbby FitzDylan Fitzmaurice-Brady também estrelam a produção.

O terror será lançado em VOD pela RLJE Films no dia 15 de abril.

Pé Grande enfrenta tubarão ártico no trailer do novo terror chinês; Confira!

O terror chinês ‘Snow Monster vs. Ice Shark‘, que promete um confronto épico entre o Pé Grande e um Tubarão do Gelo, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Huang He é responsável pela direção.

“Com o rápido desenvolvimento da tecnologia no futuro, uma empresa de pesquisa envia Shen Yiqin e outros em uma misteriosa área deserta no canto do Ártico. Inesperadamente, eles são atacados por duas criaturas gigantes e desconhecidas.”

Juncheng Wu, Yongxian Zhang e Tang Xin estrelam a produção.

O roteiro foi assinado pela dupla Shengfan ZhangPianjia Leng.

Nos EUA, o terror já está disponível em DVD, VOD e na Amazon.

‘Blood and Snow’: Terror sci-fi estilo ‘O Enigma de Outro Mundo’ ganha trailer; Confira!

O terror sci-fi ‘Blood and Snow‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Jesse Palangio é responsável pela direção.

Dois cientistas descobrem o local do impacto de um meteorito na tundra ártica – o que resulta em um incidente que causa a morte de um cientista e a infecção do outro. Uma base próxima acolhe a única sobrevivente enquanto tenta entender o que aconteceu, mas pela pode não ser a pessoa que eles pensam que é.

O elenco conta com Vernon Wells, Simon Phillips, Anne-Carolyne Binette, Adam Huel Potter, Michael Swatton, Brooke Chamberlain e Blake Canning.

O terror será lançado em VOD no dia 6 de outubro.

‘O Rastreador’: Série de suspense com Justin Hartley estreia no Disney+; Confira o trailer!

A série de suspense ‘O Rastreador‘ (Tracker), estrelada por Justin Hartley (‘This is Us’), já está disponível no catálogo brasileiro do Disney+.

Na trama, Colter Shaw (Hartley) percorre o país como um “caçador de recompensas”, usando suas habilidades de rastreamento para ajudar cidadãos comuns e policiais a resolver todos os tipos de mistérios – tudo isso enquanto luta com sua própria família fragmentada.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

o rastreador poster

A série é baseada no livro ‘The Never Game‘, escrito por Jeffery Deaver.

O elenco ainda conta com Mary McDonnell, Robin Weigert, Abby McEnany, Eric Graise e Fiona Rene.

Além de estrelar, Hartley também serve como produtor executivo ao lado de Ken Olin e Ben H. Winters (que dirigiu e escreveu o episódio piloto, respectivamente).

‘Resgate Implacável’: Filme com Jason Statham abre com 59% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 17 críticas publicadas até o momento, o filme de ação ‘Resgate Implacável‘ (A Working Man) abriu com apenas 59% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Com uma recepção divisiva, o consenso geral critica a originalidade da narrativa e de algumas cenas de ação, enquanto aclama a performance de Jason Statham (‘Beekeeper: Rede de Vingança’) como um protagonista competente do gênero.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Sempre digo isso quando critico um filme estrelado pelo Jason Statham: eu o considero mais interessante em suas cenas sem ação do que quando ele está explodindo bandidos em pedacinhos. Este filme não é diferente.” (Boston Globe)

“Alguns filmes [do diretor David Ayer] são muito bons, mas, cada vez mais, parece que ele está reciclando tramas antigas, do mesmo jeito que os filmes de ação lançados direto em VHS faziam no final do século XX.” (Variety)

“Embora não seja tão insano ou absurdo quanto ‘Beekeeper: Rede de Vingança’, este filme prova que Jason Statham e o diretor David Ayer devem continuar fazendo filmes de ação​​pelo maior tempo possível.” (Discussing Film)

“‘Resgate Implacável’ é tão sombrio quanto sua cinematografia. Embora esses visuais certamente combinem com o conteúdo do filme, não há nada de bom nele em outros aspectos para compensar.” (AV Club)

“Não estamos assistindo este filme para aprender uma lição, estamos aqui para um pouco de ultraviolência. E ‘Resgate Implacável’ faz isso muito bem.” (Associated Press)

“O carisma brilhante de Jason Statham está amplamente em evidência neste filme. Apesar de não convencer como um cidadão comum, ele é mais do que convincente como alguém que um bandido nunca deveria querer ver chegando.” (The Hollywood Reporter)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de março.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

David Ayer (‘Esquadrão Suicida’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Sylvester Stallone – baseado no romance homônimo de Chuck Dixon.

Levon Cade, um ex-agente de operações secretas, leva uma vida pacífica com sua filha como trabalhador de construção civil. No entanto, Levon é forçado a usar seu antigo conjunto de habilidades para encontrar a filha adolescente de seu chefe e logo descobre uma conspiração criminosa que tem o potencial de causar estragos em sua vida tranquila.

O elenco ainda conta com David Harbour, Michael Peña, Jason Flemyng, Arianna Rivas, Noemi Gonzalez e Emmett J. Scanlan.

Homem sério com taco em cartaz de filme

BELEZA MORTAL! Confira o primeiro trailer de ‘The Beauty’, nova série de Ryan Murphy

O canal FX divulgou o primeiro trailer de ‘The Beauty‘, nova série criada pelo Ryan Murphy (‘American Horror Story’).

Os três primeiros episódios serão lançados no dia 21 de janeiro. No Brasil, a produção estará disponível através do serviço de streaming do Disney+.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Rebecca Hall se junta ao elenco de ‘The Beauty’, nova série do Ryan Murphy sobre “DST da beleza”

Os agentes do FBI Cooper Madsen (Evan Peters) e Jordan Bennett (Rebecca Hall) são enviados a Paris para descobrir a verdade. À medida que se aprofundam no caso, descobrem um vírus sexualmente transmissível que transforma pessoas comuns em visões de perfeição física, mas com consequências terríveis.

A investigação os coloca diretamente na mira de chefe da Corporação (Ashton Kutcher), um bilionário da tecnologia misterioso que secretamente criou uma droga milagrosa apelidada de “A Beleza”, e que fará de tudo para proteger seu império trilionário — inclusive liberar seu executor letal, o Assassino (Anthony Ramos).

Conforme a epidemia se espalha, Jeremy (Jeremy Pope), um forasteiro desesperado, se vê preso no caos, buscando um propósito enquanto os agentes correm por Paris, Veneza, Roma e Nova York para impedir uma ameaça que pode alterar o futuro da humanidade. O que você sacrificaria pela perfeição?

A produção é baseada na graphic novel Beauty, de Jeremy Haun e Jason A. Hurley.

‘Monstro: A História de Ed Gein’: Osgood Perkins detona série de Ryan Murphy

Murphy e Matt Hodgson são responsáveis pela cocriação, roteiro e produção executiva da série.

Artista da Broadway entra para o elenco de ‘Robin Hood – Origins’

Tim Minchin, conhecido como o gênio musical por trás das peças da Broadway baseadas em ‘Matilda’ e ‘Dia da Marmota’, viverá o Frei Tuck em ‘Robin Hood: Origins’.

Ele se junta a Taron Egerton, que irá interpretar o lendário fora da lei que retorna das Cruzadas e luta contra corruptos como o xerife de Nottingham (Ben Mendelsohn), ajudando os moradores locais a sobreviverem.

Origins’ tem construído um elenco bem heterogêneo até agora, incluindo Jamie Foxx como Little John, Eve Hewson como Maid Marian e Jamie Dornan, interpretando Will Scarlet.

Otto Bathurst vai dirigir o filme em Budapeste este ano, com o objetivo de lançá-lo nos cinemas norte-americanos em 23 de março de 2018.

 

 

 

Rian Johnson revela maior contribuição de Carrie Fisher em ‘Star Wars – Os Últimos Jedi’

Carrie Fisher teve um envolvimento especial em ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’, que ultrapassou sua interpretação da General Leia.

Durante uma entrevista ao site Comickbook.com, o diretor Rian Johnson pontuou que a atriz contribuiu com sua expertise na construção das piadas e das sacadinhas presentes no roteiro.

Disse ele:

“Você sabe que a Carrie sempre foi uma roteirista antes de tudo. Ela amava lidar com as palavras e nós costumávamos nos reunir para repassar as cenas. Ela não as reescrevia, mas sempre dava sugestões para as piadas, falas, além de outras ideias. A gente ficava nessa, indo e vindo. Há algumas cenas no filme que são frutos desse encontro que fazíamos, junto aos demais atores presentes na tomada em questão. Nós meio que moldamos alguns dos momentos da produção. E sabe, se você tem Carrie Fisher ali do seu lado, seria tolice não usar seus talentos na escrita. Essa foi provavelmente sua principal contribuição”.

 

Star Wars: Os Últimos Jedi‘ ganhou muitas novas imagens da produção, muitas inéditas e em alta resolução. Confira a nossa galeria:

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ deve fazer US$ 200 milhões na estreia nos EUA

‘Star Wars’: Além de nova trilogia, saga ganhará série de TV; saiba mais!

Lucasfilm anuncia nova trilogia ‘Star Wars’ sem relação à saga Skywalker; SAIBA MAIS!

Rian Johnson fala sobre a nova trilogia da franquia ‘Star Wars’

A Luz? A Escuridão? Rey e Kylo, duas pessoas que parecem estar no meio dos dois; um novo desenvolvimento chocante parece esperá-los em ‘Star Wars – Os Últimos Jedi’. Apesar do mundo ter ficado espantado ao ver que a mão oferecida a Rey era de Kylo Ren, o que espera os dois é a questão “a Luz ou a Escuridão?”, enquanto juntos são movidos pela poderosa Força. Rey, embora no filme anterior tenha despertado a Força, se sente perdida e insegura; ela será levada para a escuridão? Kylo, que matou Han Solo, apesar de ele ser seu pai; o que sobrou de luz no coração dele será capaz de desfazer sua escuridão? Essas duas figuras parecem se refletir; não podemos tirar nossos olhos deles.

O elenco é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

O filme chega aos cinemas em 15 de Dezembro.

 

‘The Conners’: Personagem de Roseanne Barr morrerá de “overdose”

O spin-off ‘The Conners‘, que marca o resgate do elenco principal do aclamado revival de ‘Roseanne’ – em virtude do repentino cancelamento devido a comentários racistas feitos pela personagem homônima – ganhou mais novidades.

Após o astro John Goodman revelar que a personagem de Roseanne Barr estaria morta na nova produção, a própria acabou anunciando como seria sua despedida na produção.

Durante sua participação em um programa político conservador do Youtube, apresentado por Brandon Straka, Barr comentou que sua morte será por uma overdose de opioides.

Ainda na ocasião ela comentou o que achou da decisão dos produtores, dizendo achar a alternativa ofensiva para os fãs da série original.

O spin-off da série ‘Roseanne‘, intitulado ‘The Conners‘, estreará no dia 16 de outubro, e terá o retorno do elenco da série original, John Goodman, Laurie Metcalf, Sara Gilbert, Lecy Goranson e Michael Fishman.

O revival de ‘Roseanne‘, que havia sido renovado no começo do ano, foi a maior estreia de 2017, com 5.1 pontos na demo, e 18,16 milhões de espectadores no total.

Crítica TIFF | História de um Casamento – A chance de Scarlett Johansson no Oscar 2020

Filme Assistido durante o Festival de Toronto 2019

Desavenças, desequilíbrio e uma inquietude gritante que resulta na clássica incompatibilidade de genes. A vida a dois talvez seja uma das coisas mais difíceis no que tange às relações humanas. Entre mudanças de humor e de comportamentos, existem duas percepções distintas da vida e um compilado de maneirismos, tradições, backgrounds familiares e até mesmo traumas. E o divórcio, fruto dessa explosiva colisão, se transforma em um doloroso processo de ruptura, gerando novas visões, defeitos, passados e traumas, em uma espiral em pleno declínio. Em Marriage Story, nova produção da Netflix, Scarlett Johansson e Adam Driver vivem as etapas desse desamor, quando seu inesperado casamento chega ao fim, dividindo bens, coisas e – acima de tudo – a atenção de um filho pequeno.

Percorrendo as veredas familiares de maneira confortável, Noah Baumbach é um cineasta capaz de alcançar os lugares mais escusos de lares e de famílias, trazendo relatos realmente identificáveis e francos. Deixando de fora todo o processo de se apaixonar, ele conta aqui uma narrativa relacional a partir do desamor, pincelando brevemente nos aspectos que fizeram de Nicole (Scarlett Johansson) e Charlie (Adam Drive) um casal feliz por muito tempo, apenas para capturar nossos corações, a fim de nos fazer sentir o penoso processo de separação, como se fôssemos aquela criança que testemunha tudo de perto, sendo também um fruto desse divórcio.

De maneira simbólica e realista, História de um Casamento percorre todo o processo de divórcio a partir da absorção e percepção de seus protagonistas, salientando de maneira palpável que há sempre um lado mais ferido nessa confusão. Expondo ainda as adversidades de se conciliar a vida a dois – em virtude de sonhos e ambições que parecem caminhar em direções opostas – o drama escrito e dirigido por Baumbach vai a fundo na temática relacional, colocando a audiência em uma posição desconfortável de tentar escolher um lado nessa jornada, mas penando nesse sentido, por compreender que relacionamentos são muito mais complexos e vão além do certo e errado.

Com uma expressividade absurda, seus protagonistas ainda ditam o nível de dramaticidade da produção, além de serem as peças chave que garantem pitadas suaves de humor, conferindo um equilíbrio ideal com leveza e simplicidade. Essa estratégia narrativa ainda se apresenta como uma perspectiva apurada sobre a vida, com Baumbach nos mostrando que entre lágrimas, dor e perda, há sempre um sopro de um riso, que ainda que tenha se perdido em meio à circunstâncias tão delicadas, sempre encontra sua brecha para surgir. E nesse contexto, ScarJo e Driver cativam nossos olhares, hipnotizando-os com sua densidade e entrega aos personagens. Vivendo os dramas e dissabores de Nicole e Charlie, ambos se tornam a combinação perfeita nas telonas, com uma química que extrapola, invadindo a mente da audiência que atenta observa duas pessoas ideais se perderem de si mesmas.

Franco e apaixonante, o filme nos leva a picos emocionais inimagináveis. Sensível, ele ainda se transforma em um porta voz dos filhos do divórcio, além de relatar com precisão as mazelas de duas pessoas que decidiram separar suas vidas terminantemente. Ao mostrar os contrastes que a separação traz na vida, alterando a rotina e as dinâmicas relacionais, a produção nos faz compadecer de seus protagonistas, à medida que mostra o fim do sentimento de pertencimento de um dos seus pares, apresentando-o como aquele que, ainda que tenha um vínculo eterno com a família que um dia foi sua, se vê sendo emocionalmente desligado dela. Emocionante e profundo, História de um Casamento é o passaporte da Netflix para o Oscar, prometendo uma linda jornada que pode (e deve) render indicações a Johansson e Driver.