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Scarlett Johansson vai ser a protagonista do novo reboot de ‘O Exorcista’

O Exorcista‘ Vai ganhar um novo reboot após o fracasso do último filme, e a Blumhouse-Atomic Monster não está brincando.

O Deadline descobriu que Scarlett Johansson, duas vezes indicada ao Oscar, vai estrelar o próximo capítulo da icônica franquia de terror do escritor e diretor Mike Flanagan.

“Scarlett é uma atriz brilhante cujas atuações cativantes sempre parecem fundamentadas e reais, desde filmes de gênero até sucessos de bilheteria de verão, e eu não poderia estar mais feliz por tê-la participando deste filme Exorcista”, disse Flanagan.

O envolvimento de Johansson é um sinal claro de que o estúdio não está brincando com esta versão mais recente da franquia depois do último filme O Exorcista: O Devoto, fracassou.

Em entrevista durante a NYCC, Flanagan falou sobre o filme.

“Eu vi a oportunidade de fazer o filme mais assustador que já fiz”, ele afirmou.

O diretor revelou que pretende criar o filme mais assustador de sua carreira, com foco em trazer algo novo para a franquia ao invés de se apoiar na nostalgia dos capítulos anteriores.

“Não estamos em uma missão fácil, mas sempre senti que não há sentido em entrar em uma franquia consolidada sem trazer algo novo. Eu quis dirigir um novo filme da saga ‘O Exorcista’ porque estava convencido de que poderia adicionar algo significativo.”

Ele completa, “Essa é a oportunidade de fazer algo que nunca foi feito anteriormente na franquia – algo que honre o legado dos filmes anteriores, mas que não se apoie em nostalgia. Eu apenas vi a oportunidade de fazer o meu filme mais assustador. Sei que as expectativas são altas. Ninguém está mais intimidado do que eu.”

O novo reboot será lançado no dia 13 de março de 2026. Curiosamente, a data caiu em uma arrepiante sexta-feira 13.

O filme está sendo descrito como uma “radical nova visão para saga”, e não dará continuidade à narrativa de ‘O Exorcista: O Devoto‘ (2023).

Conhecido pelos fãs do gênero, o diretor já comandou filmes como ‘O Espelho‘, ‘Hush: A Morte Ouve‘, ‘O Sono da Morte‘, ‘Ouija: Origem do Mal‘ e ‘Jogo Perigoso‘, além das séries ‘A Maldição da Residência Hill‘, ‘A Maldição da Mansão Bly‘, ‘Missa da Meia-Noite‘ e ‘A Queda da Casa de Usher‘.

Massacrado pelos críticos, ‘O Devoto‘ arrecadou apenas US$ 133 milhões mundialmente. Apesar da sequência ter um orçamento relativamente baixo de US$ 30 milhões, a Universal Pictures ainda pode levar prejuízo, já que desembolsou US$ 400 milhões para adquirir os direitos da franquia – e o seu retorno financeiro dependerá o desempenho das futuras sequências.

Confira nossa crítica:

Na trama, um pai desesperado pede a ajuda de Chris MacNeil para tentar lidar com uma presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.

Leslie Odom Jr.Ann DowdJennifer NettlesNorbert Leo ButzLidya JewettOlivia MarcumEllen Burstyn estrelam.

Crítica | O Cidadão do Ano

A vingança procede sempre da fraqueza da alma, que não é capaz de suportar as injúrias. Dirigido pelo espetacular diretor norueguês Hans Petter Moland, cineasta que comandou um dos filmes mais lindos dos anos 2000 (chamado Uma Vida Nova, em 2004), a fita norueguesa O Cidadão do Ano conta com um excêntrico vilão, personagens envolventes, roteiro afiado, que deixam o nível de adrenalina lá em cima a cada nova sequência. É um filme violento que, antes de mais nada, mostra a dor de um pai e o incansável e ilimitado limite que o mesmo extrapola para vingar a morte de seu único filho.

Na trama, conhecemos Nils (Stellan Skarsgård), um homem de meia idade, bom trabalhador, honrado cidadão, que ganha a vida limpando a neve por meio de sua empresa familiar. Tudo ia bem em sua pacata vida até que uma tragédia acontece, seu único filho é encontrado morto. Não querendo acreditar nas causas ditas pelas autoridades sobre o falecimento, e afastando-se cada vez mais de sua mulher, resolve ir investigar por conta própria e acaba resolvendo combater uma poderosa gangue que domina a região faz anos. Assim, embarcamos no terrível universo da vingança.

O filme detalha muito bem a rotina de uma organização criminosa, sabemos detalhes sobre o dia a dia dos personagens, o que ajuda muito na hora de entendermos as ações que eles tomam ao longo da projeção. Há uma certa intolerância estúpida acoplada a uma falta de senso de justiça percorrendo todos os minutos deste belo trabalho. Além do ótimo roteiro e da direção quase impecável de Hans Petter Moland, O Cidadão do Ano é um desfile de ótimos atores. Destaque para o protagonista, interpretado pelo sempre competente Stellan Skarsgård e também para a participação especial do eterno Bruno Ganz.

O grande clímax do filme é o conflito pessoal que o personagem principal passa na hora de tomar as atitudes que necessita para consolidar seu plano de vingança. Sem saber direito como proceder em meio a uma guerra iniciada por ele mesmo, o protagonista abusa da arte do ‘achismo’ e sê vê posto em situações de extremo desconforto. A câmera de Moland escancara uma verdade tão nítida que os nossos olhos às vezes teimam em não acreditar. Com ou sem lição de moral em seu desfecho, semi-aberto e interpretativo O Cidadão do Ano cumpre seu papel e se coloca com uma das melhores estréias européias que veremos em nossos cinemas neste ano.

 

 

 

Crítica | ‘Benção’ – Singelo e poderoso filme baiano nos conduz ao reencontro de um jovem com suas raízes [Festival Cinemato]

Histórias que envolvem o elo entre netos e avós — figuras maternas em dobro — sempre carregam uma força especial, ainda mais quando exploradas com sensibilidade no audiovisual. Esse é exatamente o caso do curta-metragem baiano Benção, selecionado para a Mostra de Curtas-metragens do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – Cinemato.

Dirigido por Mamirawá e Tainã Pacheco, este singelo e poderoso curta de 11 minutos nos conduz ao reencontro de um jovem com suas raízes. Após ter saído ainda cedo da comunidade onde foi criado, ele retorna já adulto, em uma espera silenciosa para rever sua maior referência de vida: a avó. Nesse retorno, mais do que reencontrar uma pessoa, ele se reconecta com sua identidade e ancestralidade — marcas profundas que o tempo jamais conseguiu apagar.

O sentimento puro em relação aos avós é apenas o primeiro passo de um filme que ultrapassa as fronteiras de sua primeira camada fazendo uma reconexão com a terra, com a família, com ancestrais. Inspirada em uma história real, a narrativa preenche seu minutos com a força de imagens que dizem no olhar, nas entrelinhas pulsantes de sentimentos que parecem em conflito mas na verdade estão voltando a se alinhar.

Sem espaço para um aprofundamento mais amplo da relação, o projeto segue por uma estrada em linha reta rumo à própria história e raízes, deixando lacunas intencionais sobre o antes e o depois. Essas ausências, longe de afastar, acabam aproximando ainda mais o público da jornada apresentada. Fica uma vontade danada de mergulhar mais fundo e conhecer tudo o que há por trás dessa história.

10 Grandes FLOPS do Cinema que Completam 30 Anos em 2020

O revisionismo artístico é um conceito bem interessante. E quando pensamos em cinema, é um exercício saudável e necessário. Afinal, o mundo está o tempo todo em constante mudança, principalmente no que diz respeito a conceitos sociais. O que era regra antes, hoje pode ser a exceção. Mas nada de cancelamentos. O lance é utilizar este estudo antropológico como aprendizado. A cultura evoluiu muito ao longo dos séculos, e não existe melhor cápsula do tempo do que o cinema. O racismo, o preconceito e o machismo inerentes do passado são só alguns dos tópicos que podem ser encontrados em diversas produções, sem que precisemos voltar muito no passado. Tais elementos que descem extremamente “quadrados” hoje, são razões mais que justificáveis para a impopularidade de uma obra quando a visitamos atualmente. Mas existe também o efeito contrário, de filmes que passaram em branco em seu lançamento, e terminam ganhando status de cult a cada nova geração, terminando considerados à frente de seu tempo.

E aqui no CinePOP somos totalmente a favor de segundas, terceiras e até quartas chances para produções cinematográficas incompreendidas em seu tempo. No entanto, na coluna dos Grandes Flops apresentamos somente os fatos (que não podem ser mudados ou apagados) sobre o custo x bilheteria e opinião crítica de tais longas. A ideia é celebrar estes fiascos em sua totalidade, visando uma nova oportunidade a estas produções – que nem todos podem conhecer. Desta forma, vem com a gente lembrar destas obras ambiciosas, cujo resultado, ao menos na época, deixou a desejar. Estes são os Grandes Flops do Cinema que Completam 30 Anos em 2020.

A Fogueira das Vaidades

Começamos a lista com o que é provavelmente o maior fracasso do cinema de 30 anos atrás. E não apenas isso, A Fogueira das Vaidades pode ser considerado um dos maiores fracassos dos anos 1990, e quem sabe da história do cinema. Além disso se tornou uma verdadeira aula de como NÃO adaptar um livro de tremendo sucesso ao cinema. Baseado no best-seller de Tom Wolfe, o filme logo se tornou um baita investimento da Warner, que almejava levar para as telonas em grande estilo a história sobre um magnata e sua amante que atropelam um sem-teto e fogem sem prestar socorro, vendo sua vida de alta classe social ser virada do avesso graças a investigação de jornalista alcoólatra desacreditado.

Dá para ver por esta premissa que um suculento tema sobre luta de classes pode ser espremido daí – algo que não é novidade em Hollywood. A narrativa da obra literária, apesar do assunto trágico e sério, é levado na base da acidez e ironia, acrescentando muitas camadas ao texto. Para a empreitada, o estúdio tirou de seus cofres US$50 milhões para o orçamento e contratou para o comando o veterano prestigiado Brian De Palma – recém saído dos sucessos de Os Intocáveis e Pecados de Guerra, aderindo assim à sua primeira comédia.

Na frente das telas, um verdadeiro time de peso: Tom Hanks, Melanie Griffith e Bruce Willis dividindo as telas pela primeira vez. Além de uma ponta de Morgan Freeman. Uma das maiores críticas que o filme recebeu foi sobre a escalação equivocada de Willis para o papel do jornalista, e seu trabalho ligado no automático. Conclusão: o alto investimento viu o retorno de apenas minguados US$15 milhões em bilheteria, além de um verdadeiro massacre por parte da crítica.

Rocky V

Calma, por aqui também amamos a franquia Rocky. Mas mesmo dentre os fãs e aficionados, o quinto episódio é considerado o mais problemático e deslocado. De fato, até o próprio criador da franquia Sylvester Stallone confessa o erro que foi este Rocky V. O gosto amargo do filme deixou o ator inquieto por dezesseis anos, até tirar da cartola Rocky Balboa (2006) – simplesmente para poder ter um “encerramento” adequado para a franquia. A tentativa de voltar às origens aqui se mostrou um tiro no pé, com Rocky de volta ao seu velho bairro depois de ter perdido tudo. Mas o pior é a trama em si.

No quinto filme, Rocky não sobe aos ringues (coisa que poderia muito bem fazer, já que voltaria para lutar com tudo dezesseis anos depois)! A opção por uma “história mais humana”, mostra o protagonista treinando um novo talento promissor, a quem acolhe como um pupilo, enquanto renega o próprio filho e seus problemas. No entanto, seu lutador protegido irá se mostrar fraco de caráter, o traindo. O clímax ocorre com os dois saindo no braço no meio da rua, numa briga sem regras.

O fato faz de Rocky V o ponto fora da curva da franquia. Fracasso de crítica, o longa sequer se pagou em território norte-americano, custando US$42 milhões e arrecadando US$40 milhões. Graças ao mercado internacional, Rocky V conseguiu escapar por completo do desastre, retornando uma boa bilheteria mundial. Mas se levarmos em conta o desempenho do antecessor Rocky IV, que se tornou a segunda maior bilheteria de cinco anos antes, com absurdos US$300 milhões mundiais, e US$130 milhões só nos EUA, fica ainda mais evidente o mau desempenho deste sucessor.

A História Sem Fim 2

Por mais difícil que seja acreditar, a continuação da querida fantasia alemã foi um fracasso. E sim, eu disse alemã – por mais que seja falada em inglês e tenha atores americanos, o primeiro A História Sem Fim (1984) é uma produção da Alemanha, país de onde saiu o roteirista e diretor do longa Wolfgang Petersen. Mas a verdade é que apenas o filme original é visto e guardado com carinho pelos fãs. E bem que deveriam mesmo, já que é um marco para o cinema de fantasia infantil – reverenciado ainda hoje, como na série Stranger Things, da Netflix. O longa original, com um orçamento de US$27 milhões, arrecadou US$100 milhões mundialmente, se tornando um fenômeno para a época.

Querendo capitalizar no sucesso, mas esperando consideráveis seis anos para tirar a ideia do papel, a Warner (que já havia coproduzido o primeiro e o distribuído na América) confeccionou uma sequência, lançada há exatos 30 anos. Um dos detalhes mais notados pelos fãs foi a mudança do elenco principal, em especial do menino protagonista Bastian e o aventureiro mirim Atreyu – ambos reescalados. Curiosamente, com a saída de Petersen do projeto, outro diretor renomado pegaria a vaga: ninguém menos que o australiano George Miller – então com a trilogia Mad Max e As Bruxas de Eastwick já no currículo.

Quase uma refilmagem do original, a continuação custou ainda mais caro para o estúdio, com um orçamento de US$36 milhões. A arrecadação, no entanto, se mostraria insatisfatória com o retorno de apenas US$17 milhões nos EUA. Devido ao sucesso de sua mitologia e sua carreira internacional, a franquia seguiu para um terceira parte (1994), novamente trocando os atores, uma série em animação (1995) e uma série em live-action (2001).

Gremlins 2

Falando em continuações cujo resultado ficou bem aquém do original e do esperado em si, aqui temos a sequência de outra fantasia juvenil saída diretamente de 1984. Esta, com leves toques de terror. Gremlins, com produção de Steven Speilberg, roteiro de Chris Columbus (Esqueceram de Mim) e direção de Joe Dante (Meus Vizinhos São um Terror), entraria para a história como um dos filmes mais queridos e famosos dos anos 1980. Outra vez a Warner demorava para arquitetar a continuação, talvez esperando o roteiro certo. Com o mesmo time na frente e atrás das câmeras, Gremlins 2 sairia seis anos depois, abrindo a década de 1990.

A verdade é que alguns filmes, por mais queridos que sejam, terminam de uma forma que se torna um verdadeiro quebra-cabeça para os roteiristas bolarem uma continuação. Isso mostra que no passado, um longa tinha começo, meio e fim, sem a preocupação de planejar com antecedência uma segunda parte. Por mais louvável que fosse, o fato igualmente terminava colocando os envolvidos, muitas vezes, num beco sem saída, a fim de não deixar transparecer que a opção de continuar uma história era meramente financeira – o que em muitos casos é a mais pura verdade. E Gremlins foi um destes casos onde o “The End” significou o fim mesmo.

Ou será? Já que, um tempinho depois, tiraram da cartola um retorno para o fofucho Gizmo e seus irmãozinhos endiabrados que se transformam em monstrinhos escamosos. A opção para esta sequência foi mover a trama para Nova York, mas como filmar lá é caro, a ação se desenrola toda dentro de um prédio altamente hi-tech. Com um orçamento inflado de US$50 milhões, Gremlins 2 não conseguiu sequer se pagar, arrecadando US$41 milhões. O que colocou um ponto final na cultuada franquia. Desde então boatos sobre um terceiro filme circulam e agora podem estar de fato ganhando vida. Gremlins e Goonies são dois dos filmes que os fãs dos anos 1980 mais querem ver continuações atuais.

O Predador 2

Mais uma segunda parte estreava nos cinemas há trinta anos. E não será a última da lista. 1990 foi um dos anos com mais continuações na história do cinema, e você achando que era coisa de agora. O Predador (1987), veículo de ação para Arnold Schwarzenegger, embora detonado pela crítica, ganhou ares de cult e fez uma bilheteria decente – com um orçamento de US$15 milhões, recuperando para FOX US$98 milhões mundiais. A premissa era simples: quem enfrentará agora o musculoso protagonista, que já havia descartado tudo quanto era inimigo em seus filmes que exalavam testosterona? E foi assim que algum roteirista teve a ideia de coloca-lo para se digladiar com uma criatura vinda de outro planeta.

Nos anos 1980, filmes com criaturas faziam muito sucesso, com técnicos em efeitos e maquiadores se esbaldando em concretizar alguns personagens que se tornariam icônicos, entrando para sempre no imaginário popular dos fãs e para a história do cinema. Assim, o alienígena humanoide com cara de crustáceo era uma figura interessante demais em seu design para simplesmente desaparecer após um único filme. Ainda mais quando esse filme se mostrou um sucesso. Três anos depois, os executivos da FOX finalmente o tiravam da gaveta para mais uma caçada na Terra.

Porém, se deparavam com o primeiro grande empasse. Schwarzenegger tinha peixes maiores para fritar (como O Exterminador do Futuro 2) e se recusou a voltar. A solução foi mover a ação para uma selva diferente (a Los Angeles do “futuro” de 1997) e escalar Danny Glover (saído do sucesso de dois Máquina Mortífera) para viver o durão e escaldado detetive Harrigan. Embora não tenha o apelo do primeiro, O Predador 2: A Caçada Continua tem seus atrativos e pode ser considerada uma obra subestimada.

Com um orçamento três vezes maior que o original, o filme não se pagou nos EUA, arrecadando apenas US$30 milhões. A salvação do longa foi o mercado internacional, onde juntou outros US$30 milhões, mesmo assim ficando abaixo do esperado. Ah sim, se tornando também uma franquia da qual ninguém sabe o que fazer, já que ao menos outras três investidas – Alien vs. Predador (2004), Predadores (2010) e O Predador (2018) – deram com os burros n’água.

Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus

Por mais que A História Sem Fim e Gremlins tenham demorado a gerar continuações, nada se compara a esta animação da Disney – que criou uma lacuna geracional entre seus fãs. Afinal, qual criança ou adolescente em 1990 lembraria do sucesso Bernardo e Bianca, lançado em… 1977? A dupla que dá nome ao título são dois camundongos parte de uma agência de investigação e resgate, cuja última missão é encontrar uma garotinha sequestrada por caçadores. O filme, que teve US$7.5 milhões de orçamento, arrecadou US$71.2 milhões em bilheteria, algo muito impressionante.

Apesar do sucesso, na época a Disney não era essa máquina de gerar franquias e continuações que é hoje, acreditando muito mais em histórias originais. Pula para 1990, uma época que, como dito, viu uma enxurrada de continuações ser lançadas. Seguindo de perto a tendência, o estúdio do Mickey resolveu dançar conforme a música e orquestrar o retorno de dois outros ratinhos famosos de seu acervo. O problema? Talvez tenham esperado demais, já que a volta de Bernardo e Bianca demorou nada menos que treze anos. Desta vez, a ideia foi leva-los para a Austrália, onde um caso envolvendo um menino desparecido e uma rara águia dourada na mira de caçadores os aguardava. Com um orçamento de US$30 milhões, a animação sequer se pagou, rendendo em bilheteria US$27 milhões. O fato fez do filme uma das produções animadas da Disney mais obscuras de seu acervo.

Duck Tales – O Filme

Quem ouve falar da Disney hoje, uma mega corporação dona de propriedades como a Fox, a saga Star Wars, a Pixar e a Marvel, só pensa em monopólio e em domínio mundial. A geração atual pode até achar que a entidade multibilionária é perfeita e sem defeitos. Mas estes mesmos não imaginam o perrengue que o estúdio já passou, e para isso nem precisamos voltar muito no tempo, 30 anos no passado já está bom. No mesmo ano do fiasco Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus, a Disney lançava outra produção animada que visava cair no gosto dos pequenos, se tornando o novo fenômeno popular, mas tudo que viu foi despesas e dor de cabeça – já que as crianças da época só queriam saber de Batman e das Tartarugas Ninja: então dois sucessos recentes.

Aqui, falamos de Duck Tales – O Filme, adaptação para as telonas de um famoso desenho animado da casa. Duck Tales: Os Caçadores de Aventuras deu protagonismo nas telinhas pela primeira vez para o avarento Tio Patinhas, o tio ricaço, mas pão duro, do Pato Donald, e seus três sobrinhos: Huguinho, Zezinho e Luizinho (Hewey, Dewey e Louie). O seriado foi uma febre, e durou de 1987 a 1990 – terminando bem na época do lançamento de sua primeira versão em longa-metragem. No cinema, com ares de Indiana Jones, no entanto, ninguém quis pagar para ver os personagens. Apesar das críticas na maioria positivas, a animação não fez o barulho esperado pelo estúdio e mesmo com uma bilheteria de US$18 milhões, gerou um prejuízo de US$2 milhões para a Disney. Mas nem tudo está perdido, já que uma nova série animada com os personagens de Duck Tales foi lançada em 2017, e ainda está no ar.

Air America – Loucos Pelo Perigo

Com franquias como Mad Max e Máquina Mortífera em seu currículo, a carreira de Mel Gibson ia de vento em popa. Justamente no período, o ator australiano era alçado ao status de astro de Hollywood, com cada projeto tocado por ele se transformando em ouro imediato. Por outro lado, seu colega mais jovem Robert Downey Jr saía de uma leva de produções adolescentes, onde ele acumulou muito reconhecimento, e agora estava pronto para alçar voos mais altos (com o perdão do trocadilho). A união da dupla era por si só um evento, já que eram dois dos atores mais quentes da época, vindos de gerações diferentes.

E o projeto escolhido para protagonizar juntos foi a adaptação do livro de Christopher Robbins sobre audaciosos pilotos de helicóptero realizando entregas durante a Guerra do Vietnã. A produção ficou a cargo da extinta Carolco, com distribuição da Columbia / Sony. Mesmo com a diversão de termos Gibson e Downey Jr em cena, o filme rendeu abaixo do esperado para o estúdio – já que o público, a este ponto, talvez estivesse cansado de obras sobre o tema (a Guerra do Vietnã havia sido abordada consecutivamente em sucessos como Platoon, Nascido para Matar, Pecados de Guerra e Nascido em 4 de Julho, por exemplo, há pouco tempo). Com um orçamento de US$35 milhões, Air America rendeu US$31 milhões, e mais US$2 milhões internacionalmente, ainda assim sequer se pagando.

Graffiti Bridge

Voltando ao tópico das continuações, não são apenas os filmes de ação, fantasia, terror e animação que geram sequências, dramas musicais igualmente podem render uma franquia. Ou ao menos tentar. O mais curioso de algumas segundas partes de obras não é o fato de serem inferiores aos seus originais, ou sequer não atingir o resultado esperado, mas sim cair tão profundamente na obscuridade, que nem ao menos tomamos conhecimento que tais longas existem. Afinal, você já tinha ouvido falar na continuação de O Mágico de OZ, criada pela própria Disney, ou do cult máximo do cinema noir detetivesco Chinatown? Pois bem, mas saibam que elas existem, basta procurar na internet.

Exatamente no mesmo quesito podemos encontrar a continuação de Purple Rain, coincidentemente lançado seis anos antes de sua sequência – deu pra sentir uma temática aqui, certo? Mas antes, vamos responder à pergunta dos mais novos, que neste momento devem estar comentando: “que diabos é Purple Rain”? Bem, alguns podem até se lembrar da canção de mesmo nome do artista multifacetado e saudoso Prince. Pois a música foi criada pelo cantor para ser o carro-chefe de uma produção cinematográfica de mesmo nome, que fez grande sucesso e vendeu muitos discos de sua trilha sonora. No filme, Prince conta meio que a história de sua vida, como um aspirante a músico vindo de um lar abusivo, que precisa enfrentar o pai, e os desafios para se tornar um astro do rock. Com um orçamento de US$7 milhões, o musical dramático rendeu dez vezes mais, retornando aos cofres da Warner US$70 milhões.

Se deixando dominar por puro ego, como lhe era familiar segundo relatos, Prince não apenas protagoniza, como assina o roteiro e a direção desta dita “sequência não oficial”. Apesar de tal definição, o músico retorna na pele do personagem The Kid, desta vez um pouco mais velho e bem sucedido, dono de um clube noturno – que continua precisando lidar com problemas relacionados ao submundo do crime em sua cidade. Novamente lançado pela Warner, e contando com um disco de mesmo nome ligado ao projeto (que igualmente fez menos sucesso do que o anterior), Graffiti Bridge, o projeto de vaidade de Prince, fez uso de um orçamento mais reduzido em relação ao original, com US$2.4 milhões gastos. Porém, viu retornar igualmente menos dinheiro, apenas conseguindo se pagar com uma bilheteria de US$4.5 milhões – bem abaixo do que era esperado. Quem sabe foi a falta de sua musa Apollonia que lhe trouxe azar?

A Árvore da Maldição

O Exorcista (1973) é considerado por muitos um dos melhores filmes de terror da história do cinema, constantemente citado em listas de especialistas. O sucesso foi tanto que, além de indicações ao Oscar (inclusive de melhor filme, sabia desta?), a produção gerou quatro continuações (com o quarto filme sendo dividido em duas obras de diretores diferentes) e uma série de TV de sucesso. Ou seja, é prestígio para ninguém botar defeito.

Grande parte do sucesso de O Exorcista se deve ao seu diretor, William Friedkin – que igualmente foi indicado ao Oscar na categoria de direção pelo longa. Sendo assim, era somente natural que o retorno do cineasta ao gênero que o consagrou fosse extremamente aguardado. E ele ocorreria 17 anos após ter comandado O Exorcista, com este A Árvore da Maldição. Igualmente baseado num livro, desta vez escrito por Dan Greenburg, a obra fala sobre ocultismo, magia negra, sacrifícios e deuses druidas da natureza.

Na trama, um casal jovem pais de um bebê contratam uma babá para cuidar de sua pequena cria recém-nascida, somente para descobrir que a mulher faz parte de uma sociedade secreta, no melhor estilo A Profecia (1976), que planeja sacrificar a criança para uma árvore-demônio. Detonado pelos críticos, o longa, que teve bastidores problemáticos, subitamente se tornou um “filme maldito” na carreira de Friedkin e dos envolvidos, sobre o qual o cineasta se recusa a falar. Tanto que o diretor utilizou o infame pseudônimo de Alan Von Smithee em uma versão do filme editado para a TV a cabo (e pensar que Sam Raimi, o diretor originalmente vinculado ao projeto, se livrou de uma boa). Embora o orçamento do longa não seja divulgado pela Universal, o filme foi considerado um fracasso financeiro, arrecadando US$17 milhões.

Bônus: Dick Tracy

Tudo bem, esta adaptação dos famosos quadrinhos de Chester Gould capitaneada por Warrern Beatty (que produziu, dirigiu e estrelou o filme) está anos luz dos fracassos discorridos acima. Mas a verdade é que com o investimento que Dick Tracy recebeu, esperava-se que seu desempenho com o público fosse bem melhor. Com quase US$50 milhões em seu orçamento, a Disney viu o retorno do dobro nas bilheterias norte-americanas, e mais US$62 milhões internacionalmente, totalizando US$162 milhões.

É preciso lembrar que Dick Tracy foi levado às telonas para ser a resposta da Disney para Batman, da Warner, lançado no ano anterior. As semelhanças entre os blockbusters são muitas, incluindo uma direção de arte chamativa, grandes nomes no elenco (em especial interpretando os vilões – com Jack Nicholson em Batman, e Al Pacino em Dick Tracy) e a trilha sonora de Danny Elfman – que trabalhou em ambos os filmes. Batman provou (novamente, após Superman – O Filme) que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser uma ideia extremamente rentável, e a Disney quis sua fatia desta torta. Até mesmo um disco com músicas de um artista sensação do pop foram equivalentes para as produções, com Prince em Batman e Madonna (igualmente na frente das câmeras, no papel da corista Breathless Mahoney) em Dick Tracy. O que não fizeram igual foi a bilheteria, já que Batman deixou Tracy e Beatty comendo poeira – com um orçamento de US$35 milhões, arrecadou US$251 milhões somente nos EUA, e US$411 milhões mundiais, elevando os blockbusters a outro patamar.

Crítica | Sobrenatural: A Origem

Um filme de terror da nova safra meia boca, que deixa uma pulga na orelha de todo cinéfilo quando os créditos começam a rolar. Precisamos fazer alguns questionamentos. É esse o terror que queremos? É isso que visamos quando pensamos em um bom filme deste gênero? O que queremos assistir?

Faço essas perguntas por que a maioria dos realizadores convencionou que o que o público quer é susto e nada além disso. Desse jeito fica “fácil” fazer cinema. Um silêncio aqui, um barulho mais alto ali e… Voilà, temos um filme de terror. E não que eu queira atribuir a culpa disso ao espectador, a natureza disto me parece como um ciclo vicioso. Se há uma demanda para este cinema, haverá abutres dispostos a suprir esta demanda; o que quero dizer é que nós como espectadores, temos que observar este maniqueísmo barato, discuti-lo e rejeita-lo quando possível.

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É até injusto eu atentar para isto em ‘Sobrenatural: A Origem‘, já que o filme não é o melhor exemplo dessa safra, mas ele veio logo depois de alguns outros desta categoria. Nesse sentido, o filme até que apresenta certa atmosfera de terror, embora empurrada goela abaixo, e poucos sustos justificados, sendo a maioria aumentos de volume súbito, como quando esquecemos que o som está no volume máximo e colocamos alguma coisa para tocar.

O filme é o terror clássico de possessão. Quinn (Stefanie Scott) é uma garota que sente a falta da mãe, falecida há pouco tempo por um câncer, e que é assombrada por uma entidade misteriosa. Quinn mora com o pai e com um irmãozinho pequeno. A história tem um viés de superação, já que essa entidade ataca apenas o Pai, a filha e uma médium que entra na história após receber uma visita da jovem. Todos estes tentando tocar a vida pra frente após perder um ente querido.

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Esse aspecto não é explorado, de fato, para o que o filme se propõe. Não se vê uma associação ou simbolismo mais claro entorno disso, embora a transição do lamento para a aceitação seja facilmente identificável, não parece que o cineasta quer dizer isso, já que tudo funciona em função de alguns sustos; uns baratos e outros nem tanto, o que é uma pena, já que da metade do filme para frente criei expectativa de um desfecho que ressaltasse esse aspecto e apesar dos sustos, da agonia e repulsa, na maioria dos casos, que se imprime no espectador, a esperança fosse o sentimento final.

Embora hajam alguns sustos devidamente preparados por uma camada narrativa, como no grande acidente que é bem montado, antecedido por uma série de diálogos que te fazem esquecer que aquele filme é de terror (nesse momento pulei da cadeira), há diversos momentos em que o cineasta abre mão dessa preparação para simplesmente assustar com maçanetas e sinos que, convenientemente, fazem barulho após um momento de silêncio. Mas isso não é o que mais preocupa, os personagens e as situações são manjadas e não diferem em nada das convenções do terror.

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Alguns aspectos da história e caracterização são idênticos a ‘Jessabelle‘, um outro filme de 2015 do mesmo estilo meia boca de se fazer terror. A superstição, bem como a falta de luz nos lugares e o plano e contra plano Hitckockiano (quando vemos o personagem e logo em seguida o que ele vê) estão presentes nos dois. As situações batem exatamente uma com a outra. Os dois filmes contém meninas que acabaram de passar por uma perda, são assombradas por uma entidade e até ficam impossibilitadas de caminhar por conta dos mesmos acidentes.

As repetições estéticas de ‘Sobrenatural: A Origem‘ funcionam, em um primeiro momento, mas são utilizadas com tanta repetição que a partir de um momento, esses recursos acabam perdendo força e acostumando o espectador a sua utilização, tornando-se mais fracos no decorrer no tempo. O filme é escuro a todo o momento, mesmo nas ocasiões mais normais como nos diálogos mais simples, não possuindo nenhum momento de claridade.

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O filme chega tropeçando no final, embora as viagens “ao outro mundo” feitas pela médium, Elise (Lin Shaye), adicionem suspense e medo daquele universo, as repetições tratam de te puxar para fora, revelando um terror preocupantemente popular nesses últimos anos. Filmes sem personalidade, sensibilidade ou cuidado, em que seus realizadores se portam como abutres, contentando-se com a carcaça deixada por outros e nunca se preocupando em ir além disso (me desculpem os abutres pela comparação, acho-os animais fascinantes, mas não pensei em comparação melhor).

‘Cães de Berlim’: Nova série de ação da Netflix ganha trailer; Confira!

A Netflix divulgou o trailer da sua nova série de ação, ‘Cães de Berlim‘ (Dogs of Berlin).

Confira:

Todos os episódios serão lançados na plataforma no dia 7 de dezembro.

Após o assassinato de um astro do futebol, dois detetives de personalidades opostas embarcam em um intenso confronto com o submundo de Berlim.

Felix Kramer, Anna Maria Mühe Urs Rechn estrelam.

 

Patrick Wilson e Vera Farmiga revelam o motivo de terem voltado para ‘Annabelle 3’

A Warner Bros. divulgou um novo vídeo dos bastidores do terror ‘Annabelle 3: De Volta para Casa‘, com Patrick Wilson e Vera Farmiga revelando o que os fez retornar para o universo da franquia.

Assista:

Assista a crítica:

Crítica | Annabelle 3: De Volta para Casa diverte, mas não assusta

Determinados a impedir que Annabelle crie ainda mais caos, os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre. Porém, o que os espera é uma noite de horror, à medida que Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que voltam suas atenções a um novo alvo – a filha de 10 anos dos Warrens, Judy, e suas amigas.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘The Sinner’: Matt Bomer busca vingança no trailer do ÚLTIMO episódio da 3ª temporada

O canal USA Network divulgou trailer do último episódio da 3ª temporada de ‘The Sinner‘.

Confira:

O desfecho da temporada irá estrear no dia 26 de março.

Bill Pullman retorna como o detetive Harry Ambrose. Matt Bomer estrela o novo ciclo.

Na nova trama, Ambrose investiga um acidente de carro fatal em Nova York, o que o leva a um crime secreto que o coloca no caso mais perigoso e perturbador de sua carreira.

No Brasil, a série foi lançada pela Netflix e os dois primeiros anos estão disponíveis em seu catálogo.

‘The Sinner’: Elisha Henig revela os segredos sombrios da 2ª temporada em entrevista EXCLUSIVA 

‘Glow’: Atriz fala sobre o futuro da série após o cancelamento

Em entrevista ao EW, Alison Brie falou sobre o futuro de ‘Glow‘, após a série ter sido abruptamente cancelada pela Netflix, comentando a possibilidade de um filme para dar um conclusão digna à trama da produção.

“Acredito que um filme poderia dar conclusão à trama. Eu sou um pouco pessimista sobre as chances disso realmente acontecer, considerando tudo o que passamos nesse ano e as dificuldades de retornar à produção por causa do COVID. E eu também fiz parte do elenco de ‘Community’, que tem tentado desenvolver um filme por seis anos, então não estou segurando o meu fôlego. Se acontecer, levará algum tempo.”

Ele continua, “[O cancelamento] definitivamente foi uma pena. Vou sentir falta daquelas mulheres incríveis, e Marc Maron e Chris Lowell. Mas nós tivemos sorte porque fizemos três temporadas perfeitas. Eu amo muito essa série e ela viverá pra sempre na Netflix. As pessoas ainda podem reassisti-las.”

A série havia sido renovada para a 4ª (e última) temporada, mas a Netflix voltou atrás na decisão por causa da pandemia de coronavírus e cancelou a produção.

Crítica | GLOW – Temporada 3: O auge de uma das melhores séries da Netflix

Baseada na adorada série dos anos 80, ‘GLOW‘ conta a história fictícia de Ruth Wilder (Alison Brie). Ruth é uma atriz desempregada e batalhadora em Los Angeles nos anos 80, que encontra sua última chance de virar estrela ao entrar de cabeça no mundo do glitter e dos colãs da luta livre de mulheres.

‘New Amsterdam’: Atriz de ‘True Blood’ entra para o elenco da 4ª temporada

De acordo com o TVLine, Michelle Forbes (‘True Blood’) entrou para o elenco da 4ª temporada de ‘New Amsterdam‘, em caráter recorrente.

A atriz irá interpretar a Dra. Veronica Fuentes, uma médica calma e destemida que chega ao hospital para “reconstrui-lo”.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 5ª temporada!

Na série, que é inspirada por Bellevue, o hospital público mais antigo da América, o drama médico segue o brilhante e charmoso Dr. Max Goodwin, o mais recente diretor da instituição, que se propõe a acabar com a burocracia e oferecer atendimento excepcional. Como ele pode ajudar? Bem, os médicos e a equipe já ouviram isso antes. Não aceitando “não” como resposta, o Dr. Goodwin irá interromper a conjuntura atual e provar que não vai parar até poder dar nova vida a esse hospital carente, subfinanciado e subestimado – o único no mundo capaz de tratar pacientes de Ebola, prisioneiros de Rikers e do Presidente dos Estados Unidos sob o mesmo teto – e devolvê-lo à glória que o colocou no mapa.

O elenco inclui Ryan Eggold (‘The Blacklist’), Janet Montgomery (‘Salem’), Freema Agyeman (‘Sense8’), Jocko Sims, Anupam Kher e Tyler Labine.

 

Fofo! Ryan Reynolds parabeniza Walker Scobell por sua escalação em ‘Percy Jackson’

Através do seu Twitter, o astro Ryan Reynolds (‘Deadpool’) parabenizou Walker Scobell, com quem dividiu a cena no filme ‘O Projeto Adam‘, por ter sido escalado como o protagonista da série ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘, que está sendo desenvolvida pelo Disney+.

“Acho que isso me torna a versão mais velha do Percy Jackson? Parabéns, Walker Scobell! Para mim, você sempre foi um semideus,” comentou o ator.

A produção será baseada na popular saga de fantasia de Rick Riordan.

De acordo com a descrição oficial do personagem, divulgada pela Variety,  Percy é “um garoto inteligente e compassivo com um senso de humor afiado. Ele sempre se viu como um estranho, em grande parte por causa de como o mundo vê seu TDAH e dislexia. Ele é impulsivo e indisciplinado e se irrita rapidamente quando as coisas parecem injustas para ele. Mas por baixo de seu cinismo está um filho carinhoso e amigo leal que só quer fazer o certo por aqueles com quem se importa. Se ele pudesse encontrar um lugar onde ele se encaixa.”

A 1ª temporada da atração contará com oito episódios.

Lembrando que o roteiro da atração está sendo escrito pelo próprio Riordan, em parceria com Jon Steinberg (‘Black Sails’).

Como alguns fãs ficaram desapontados com o resultado dos dois filmes estrelados por Logan Lerman, Riordan garantiu no ano passado que a série não vai repetir os erros das adaptações anteriores e a espera vai valer à pena.

“Ter todos juntos para alinhar nossas visões para a série foi extremamente útil, e acho que muita confusão foi resolvida (falando pelo meu próprio eu confuso, de qualquer maneira!). A boa notícia é: a liderança está organizada sobre como fazer essa série… E fazê-la direito. Muitos deles têm filhos que cresceram lendo ‘Percy Jackson’ também, então eles entendem. Eles entendem que existem milhões e milhões de fãs esperando ansiosamente para ver ‘Percy Jackson’ ganhar vida de uma nova maneira. Nós nos sentimos apoiados e ouvidos, e estou mais confiante do que nunca de que o programa está avançando. Vocês todos fizeram a diferença. Sempre fazem. Aparecendo nas redes sociais, compartilhando sua empolgação com a série… A Disney enxerga vocês. Eles ouviram vocês e querem fazer o certo por vocês, fãs de Percy. Isso, para mim , é a prioridade número um, então estou feliz!” 

“A melhor parte é que James Bobin está à bordo como diretor do nosso piloto”, ele comentou. “James é uma pessoa incrível e um diretor incrivelmente talentoso, alguém que conhece bem os livros da saga ‘Percy Jackson’. Seus filhos são fãs dos livros,. então estamos em boas mãos. Agradeço a todos vocês por seu entusiasmo pela série. Vai ser incrível!”

Segundo o autor, a Disney vai investir alto na série e o orçamento será similar ao de ‘O Mandaloriano‘ e ‘WandaVision‘ – que custaram em média de US$ 100 milhões na primeira temporada.

A série ainda não tem previsão de lançamento.

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

‘1899’ é CANCELADA pela Netflix após uma temporada

A Netflix cancelou oficialmente a série ‘1899‘ depois de apenas uma temporada.

A notícia foi compartilha pelo cocriador Baran bo Odar, que declarou: “É com o coração pesado que anunciamos que ‘1899’ não foi renovada. Nós teríamos amado finalizar essa incrível jornada com uma segunda e terceira temporada, como fizemos com ‘Dark’. Mas, infelizmente, nem sempre as coisas saem como planejado. A vida é assim. Sabemos que essa notícia irá decepcionar milhões de fãs, mas agradecemos a eles do fundo do nosso coração por fazerem parte dessa incrível aventura. Nós amamos vocês. Nunca se esqueçam.”

Vale lembrar que a série passou por uma grande polêmica após o seu lançamento, sendo acusada de plágio pela ilustradora e quadrinista brasileira Mary Cagnin. A artista havia alegado que diversos elementos da série foram copiados de sua HQ ‘Black Silence‘, publicada em 2016.

A história da série gira em torno das circunstâncias misteriosas da viagem de um navio de imigrantes da Europa para Nova York. Os passageiros, todos com experiências e nacionalidades diferentes, são unidos pelas esperanças e pelos sonhos de um novo século e um futuro em outro país. Quando descobrem um segundo navio vagando no mar aberto que havia desaparecido meses atrás, a jornada toma um rumo inesperado. O que eles encontram a bordo vai transformar a passagem à terra prometida em um pesadelo mortal, conectando cada um deles a uma teia de segredos.

Palhaço Art toca o TERROR durante o Natal em novo cartaz de ‘Terrifier 3’; Confira!

O relançamento de ‘Terrifier 2‘ nos cinemas norte-americanos trouxe novidades exclusivas do terceiro capítulo da sangrenta franquia. Além do teaser do novo filme, que será exibido ao final das sessões, os espectadores também receberam o primeiro cartaz do terceiro capítulo.

A arte, que ainda não foi divulgada oficialmente na internet, destaca o psicótico Palhaço Art tocando o terror durante o Natal.

Confira:

Anteriormente, o diretor Damien Leone havia afirmado que a cena de abertura do novo filme será “muito controversa”: “Nos primeiros 5 minutos deste filme, um estúdio nunca me deixaria filmar o que planejo filmar.”

Leone também compartilhou sua decisão de produzir o filme de maneira independente, citando a natureza audaciosa e radical do conteúdo que ele deseja explorar.

“Então guarde minhas palavras, garanto que os primeiros 5 minutos desse filme serão muito controversos. Mas essa nem é a grande cena de morte. Então é por isso que eu pensei, eu preciso fazer esse filme sozinho, porque é muito… é muito insano.”

Embora a trama de “Terrifier 3” esteja sendo mantida em sigilo, é confirmado o retorno de membros chave da equipe e do elenco. David Howard Thornton e Lauren LaVera reprisarão seus papéis, enquanto o roteirista e diretor Damien Leone e o produtor Phil Falcone também estarão de volta para dar continuidade ao terror.

As filmagens de ‘Terrifier 3‘ têm previsão de início entre novembro e dezembro deste ano, e a expectativa é de que o filme chegue às telonas no final de 2024. Com um orçamento significativamente maior do que seu antecessor, a produção promete elevar o nível de terror e impacto visual.

Terrifier 2‘ surpreendeu ao arrecadar mais de US$ 15 milhões nas bilheterias globais, destacando-se com sua violência gráfica e efeitos práticos marcantes. Com uma pontuação de 85% e 80% entre críticos e público, respectivamente, no Rotten Tomatoes, o filme conquistou uma base sólida de fãs.

Anteriormente, o diretor Damien Leone confirmou que ‘Terrifier 3‘ está em desenvolvimento, afirma que o próximo capítulo será “o mais aterrorizante da franquia”:

“Um dos meus principais objetivos para Terrifier 3 é recapturar o fator de fluência presente no curta-metragem original. Isso tinha uma atmosfera genuinamente assustadora da qual ainda me orgulho. Se tudo correr como planejado, a parte 3 será o filme mais aterrorizante da franquia”, afirmou.

Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween.

Confira o trailer:

Damien Leone retorna à direção.

David H. Thornton retorna como o palhaço sádico. Lauren LaVera será a protagonista da continuação.

Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.

 

Megan Fox é uma androide assassina no trailer do terror ‘Subservience’; Confira!

O terror de ficção científica ‘Subservience‘, que traz a Megan Fox (‘Garota Infernal’) como uma androide assassina, ganhou o primeiro trailer.

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S.K. Dale (‘Até a Morte’) é responsável pela direção.

A trama segue um pai que compra uma androide para ajudar a cuidar da casa e sua família… até ela ganhar consciência e se tornar mortal.

Michele Morrone, da franquia ‘365 Dias‘, também estrelará a produção.

“Megan e Michele são perfeitos para esse thriller provocativo! Esse será o terceiro filme da Megan com a gente, que também contará com o talento de Michele para adicionar ainda mais profundidade aos nossos protagonistas. Também estamos ansiosos para ver a reunião entre a Megan e o diretor S.K.,” declarou Jeffrey Greenstein, presidente da produtora Millennium Media.

O roteiro foi assinado por Will Honley (‘Escape Room 2: Tensão Máxima’) e April Maguire (‘Lost Girls’).

Infelizmente, o terror ainda não possui previsão de lançamento.

A Longa Marcha: Caminhe ou Morra

(The Long Walk)

 

Elenco:

Judy Greer
Mark Hamill
Charlie Plummer

 

Direção: Francis Lawrence

Gênero: Terror

Duração: 108 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 18 de Setembro de 2025

Sinopse: 

Em A LONGA MARCHA: CAMINHE OU MORRA, 100 garotos devem caminhar por rodovias e estradas dos Estados Unidos acima de uma velocidade mínima estabelecida em um percurso anual que reúne milhares de espectadores em um jogo doentio. Para se manter na disputa, eles não podem diminuir nem um pouquinho o ritmo e nem parar. Cada infração às regras do jogo lhes confere uma advertência.

Crítica: 

Crítica | ‘A Longa Marcha: Caminhe ou Morra’ é um visceral e envolvente suspense distópico

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» O longa é baseado no romance homônimo do mestre do terror Stephen King, assinado sob o pseudônimo Richard Bachman;

» O roteiro da adaptação é assinado JT Mollner (‘Criminosos e Anjos’);

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Invencível’ enfrenta nova ameaça no trailer DUBLADO da 4ª temporada; Confira!

O Prime Video divulgou o trailer completo da 4ª temporada de ‘Invencível‘.

Além disso, foi confirmado que a próxima temporada estreará no dia 18 de março.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que a série já foi renovada para a 5ª temporada.

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

A produção conta com as vozes de Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

Em nova entrevista, Scarlett Johansson fala sobre a polêmica do “whitewashing” em ‘Ghost in the Shell’

Em uma nova entrevista para falar de ‘A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell‘, agora para a revista Playboy, Scarlett Johanson teve mais liberdade para falar sobre a polêmica do “whitewashing” em seu novo filme.

Scarlett Johansson fala sobre polêmica de “embranquecimento” em ‘Ghost in the Shell’

Acontece, que quando a atriz foi anunciada para protagonizar o longa, houveram muitas discussões e desagrados entre os fãs pela escolha de uma atriz branca interpretar uma personagem oriental. Nada foi contra Scarlet Johansson, que é uma das atrizes mais adoradas de Hollywood há anos, mas a polêmica se estabeleceu por conta dessa mudança de etnia da personagem.

Confira o que disse a atriz, novamente, sobre o assunto:

“Acho que a conversa sobre a diversidade em Hollywood é importante e devemos ter meu personagem como uma experiência única de ser uma pessoa cujo cérebro humano foi colocado no que era essencialmente um corpo robótico. Pensei que o personagem era universal, no sentido de que ela não tem identidade (étnica), e o coração desta história é a sua busca por identidade. Espero que quaisquer perguntas que as pessoas têm sobre o elenco neste filme será respondida por realmente ver como é difícil dizer algo, porque você ainda não viu o filme, e há uma parte dele que eu não posso falar porque é o ponto de virada do filme, mas eu acho que esse momento responde à essa pergunta. Como eu sou, quem eu era e qual é minha verdadeira identidade, isso não tem nada a ver com a aparência de meu personagem ou como você me vê.”, disse Scarlet Johansson.

A resposta foi bastante evasiva, e justificada sobre a personagem ser mais robótica do que humana, sendo assim não teria uma identidade (negra, oriental, entre outras), segundo a própria atriz.

Porém, a escolha de Johansson para a personagem parece mercadológica, já que apesar de famosa, a história de ‘Ghost in the Shell‘ teria dificuldade de levar um grande público aos cinemas, e colocar uma atriz do porte e prestígio de Scarlet Johansson poderia ajudar no quesito.

O filme estreia em 30 de março de 2017.

Michael Pitt (‘Violência Gratuita’, ‘Hannibal’) interpreta o vilão The Laughing Man, um hacker terrorista que é fascinado pelo livro ‘O Apanhador no Campo de Centeio‘, de J. D. Salinger.

Rila Fukushima, a Katana de ‘Esquadrão Suicida‘, completa o elenco.

A direção é de Rupert Sanders (‘Branca e Neve e o Caçador’).

Escrita e ilustrada por Masamure Shirow para a Kodansha Comics em 1989, ‘Ghost in the Shell’ acompanha Major Motoko Kusanagi (Scarlet Johansson), uma híbrida de humano e ciborgue, que lidera um esquadrão de elite: a Seção 9. Dedicada a perseguir os mais perigosos criminosos e extremistas, ela precisa aniquilar um hacker, cujo objetivo é deter os avanços da tecnologia cibernética.

Pronto para ser lançado, ‘Todo o Dinheiro do Mundo’ será refilmado para excluir Kevin Spacey

A polêmica envolvendo o veterano Kevin Spacey continua ganhando novas proporções e desta vez o premiado ator foi substituído na nova produção de Ridley Scott, a cinebiografia ‘Todo o Dinheiro do Mundo’. Quem vai assumir o seu papel será o vencedor do Oscar, Christopher Plummer.

A surpreendente mudança foi confirmada faltando apenas seis semanas para a estreia da produção nos Estados Unidos. Com todo a biografia já filmada, Plummer refará as cenas de Spacey em muito breve.

Scott ainda almeja um espaço nas premiações mais importantes do ramo e não pretende alterar o calendário de lançamento do drama, que permanece agendado para 22 de dezembro.

A decisão de substituir o também vencedor do Oscar é em virtude das inúmeras alegações de assédio sexual contra homens e menores de idade – configurando supostos casos de pedofilia. Em ‘Todo o Dinheiro do Mundo’, Kevin Spacey deu vida ao milionário J. Paul Getty, cujo neto foi sequestrado.

Todo o Dinheiro do Mundo‘ se centra nos anos 70 e conta um caso de sequestro envolvendo Paul Getty, neto do magnata J. Paul Getty.

Sequestrado durante a noite, o jovem foi mantido acorrentado em uma caverna por seis meses e um resgate equivalente a US$ 17 milhões foi solicitado da família

Na história real, o avô não acreditou no sequestro no princípio e supôs que o jovem Paul tivesse inventado e planejado tudo, o que fez com que ele se negasse a pagar o resgate. Nem o próprio clamor da mãe do rapaz, Gail Harris, que já estava divorciada do filho do milionário e havia recusado seu dinheiro para criar seus filhos sozinha, foi suficiente para convencê-lo.

Até que então uma das orelhas do Paul foi cortada e enviada para a família e eventualmente US$ 2,9 milhões foram pagos. O ocorrido afetou a vida inteira do jovem, que morreu com apenas 54 anos. Nove dos sequestradores foram presos.

‘O Juramento’: Confusão e gritaria no novo trailer de comédia com Tiffany Haddish

A comédia ‘O Juramento‘, estrelada por Tiffany Haddish, ganhou um hilário e insano trailer.

Assista:


Na trama, o jantar de Ação de Graças perde seu tom celebrativo e se transforma em um banquete de acusações, discussões e brigas familiares, todas motivadas pela nova lei instituída pelo governo americano, que obriga toda a população a fazer um ‘juramento patriótico” aos Estados Unidos, logo após as festividades do feriado nacional.

Com os ânimos aflorados, parentes se tornam agressivos, com uma pegada de ‘Uma Noite de Crime‘, regada por muito humor.

O Juramento‘ é dirigido e escrito por Ike Barinholtz, que também estrela a produção. O elenco ainda conta com John Cho, Carrie Brownstein, Billy Magnussen, Meredith Hagner, Jon Barinholtz, Nora Dunn e Chris Ellis.

‘Katy Keene’: Série derivada de ‘Riverdale’ ganha trailer completo; Assista!

Katy Keene, série spin-off da famosa Riverdale, ganhou seu primeiro trailer completo, que mostra os desafios de vencer na vida em Nova York.

Assista:

Confira o cartaz do show, compartilhado  pela atriz Lucy Hale, que viverá a protagonista.

O piloto ainda conta com Zane Holtz, Katherine La Nasa, Jonny Beauchamp, Julia ChamCamille HydeLucien Laviscount no elenco

Escrito por Roberto Aguirre-Sacasa (O Mundo Sombrio de Sabrina) e Michael Grassi, e dirigido por Maggie Kiley, o spin-off gira em torno de quatro personagens icônicos da Archie Comics, incluindo a futura empresária da moda Katy Keene e a cantora e compositora Josie McCoy (Ashleigh Murray), que lutam para conquistar seus sonhos na cidade de Nova York. A dramédia musical conta as origens e os obstáculos enfrentados pelo grupo.

‘The Right Stuff’: Série sobre astronautas produzida por Leonardo DiCaprio ganha data de estreia

A nova série original do National Geographic e da Disney+, intitulada ‘The Right Stuff‘, ganhou sua data de estreia oficial.

A produção estreia na plataforma de streaming no dia 09 de outubro.

The Right Stuff é a primeira obra original do National Geographic. Baseada no romance de não-ficção homônimo de Tom Wolfe, ela gira em torno de sete dos melhores pilotos militares que se tornam astronautas do programa espacial da NASA no auge da Guerra Fria. Competindo para serem os primeiros no espaço, esses homens comuns alcançam o extraordinário, inspirando o país a se voltar para um novo horizonte de ambição e esperança.

Disney+ divulgou o clipe oficial de The Right Stuff, sua nova série de drama que gira em torno dos primeiros astronautas dos Estados Unidos.

A produção tem estreia prevista para setembro deste ano na plataforma de streaming.

Confira:

A série é produzida por Leonardo DiCaprio, com Mark Lafferty entrando como showrunner.

A série é composta por oito episódios e traz no elenco Patrick J. AdamsJake McDormanColin O’DonoghueMichael TrotterAaron StatonMicah StockJames LaffertyNora ZehetnerShannon LucioEloise MumfordEric LadinPatrick Fischler.

A obra chegou a ser adaptada para as telonas em 1983, sob o título nacional ‘Os Eleitos‘. O drama foi estrelado por Ed Harris, Dennis Quaid e Sam Shepard.

‘The Batman’ será o filme mais emotivo do super-herói, revela Matt Reeves

Novas filmagens de ‘The Batman‘ foram divulgadas durante a CinemaCon (via EW) na última terça-feira (24) e os membros da indústria e da imprensa puderam conferir vislumbres da vindoura adaptação dos quadrinhos, dirigida por Matt Reeves.

E em meio às rápidas cenas reveladas, relances dos bastidores também foram compartilhados, trazendo ainda o diretor refletindo sobre sua visão para a nova versão do personagem.

E segundo Reeves, ‘The Batman‘ será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.”

Nas cenas apresentadas durante a convenção, é possível notar a sombria estética do filme, em meio a uma Gotham City chuvosa, jogada no caos. O Bruce Wayne de Robert Pattinson vagueia pelas ruas da cidade e temos vislumbres rápidos de Andy Serkis como Alfred. Batman surge espancando inimigos e temos explosões, policiais e mais caos.

Lembrando que a estreia de ‘The Batman‘ está agendada para 04 de março de 2022.

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

 

‘Malcolm’: Frankie Muniz reflete sobre o fim das gravações da série em emocionante publicação; Confira!

As filmagens do aguardado revival de Malcolm in The Middle’ foram encerradas e para comemorar o fim dos trabalhos, o astro Frankie Muniz fez uma sensível reflexão sobre seu retorno à atuação, depois de mais de 15 anos.

Por meio de sua conta oficial do Twitter, ele compartilhou seu entusiasmo com o vindouro projeto e ponderou sobre como os novos episódios seguem o mesmo nível de humor da série original.

Confira:

“Acabei de terminar as filmagens do reboot de Malcolm in the Middle e, cara, ainda estou me recuperando. Essa experiência foi simplesmente incrível — como voltar ao mundo selvagem de Malcolm, mas com todo o amor e o caos no máximo. Reencontrar o elenco, conhecer novos personagens, rir até doer e criar novas memórias no set foi como um sonho do qual eu não queria acordar. Passou tão rápido, como um borrão de momentos perfeitos. Queria que durasse para sempre.

Estou muito feliz por ter tido a chance de reviver a experiência de estar neste programa com uma apreciação ainda maior do que estávamos fazendo, sabendo quantas pessoas ao redor do mundo realmente amam Malcolm e sua família. Outra grande lição que estou levando dessa experiência é o quanto eu realmente amo ser ator. Nunca senti oficialmente que esse rótulo me convinha, mas agora o uso com orgulho e espero fazer muito mais disso no futuro. Estou muito triste por ter que me despedir da minha equipe do MITM. Amo cada um de vocês.

E PS: A vida ainda é injusta”

Eu tinha tantas fotos incríveis de todo o elenco que queria postar, mas a Disney não deixa… Então imagine uma foto de todos nós juntos, nos divertindo muito!

Bryan Cranston e Jane Kaczmarek retornam como os pais de Malcolm.

Conforme revelado previamente pela Variety, Christopher Masterson e Justin Berfield estão confirmados para reprisar seus icônicos papéis como Francis e Reese, respectivamente.

No entanto, Erik Per Sullivan não retorna como Dewey. Para ocupar o lugar, Caleb Ellsworth-Clark foi escalado para os quatro episódios do revival produzido pela Disney.

Além dos retornos e da nova adição, o elenco se expande com a chegada de Anthony Timpano, Vaughan Murrae e Keeley Karsten.

Timpano interpretará Jamie, o irmão mais novo de Malcolm, enquanto Murrae dará vida a Kelly, outro irmão. Karsten interpretará Leah, a filha de Malcolm.

Como previamente anunciado, Frankie Muniz retorna ao papel principal de Malcolm, com Bryan Cranston e Jane Kaczmarek reprisando seus inesquecíveis papéis como os pais Hal e Lois. Kiana Madeira completa o elenco como Tristan, a namorada de Malcolm.

A nova versão deMalcolm será supervisionada pelo criador original da série, Linwood Boomer.

De acordo com a sinopse oficial, Malcolm (Muniz) e sua filha se veem envolvidos no caos da família quando Hal (Cranston) e Lois (Kaczmarek) exigem sua presença para a festa de 40 anos de casamento deles”.

Malcolm teve sete temporadas e 151 episódios, de 2000 a 2006, e está disponível no Disney+.

O elenco original incluía Muniz, Cranston, Kaczmarek, Justin Berfield, Erik Per Sullivan e Christopher Masterson.

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‘Godzilla Resurgence’: Continuação da versão japonesa não pode acontecer até 2020; Entenda!

Godzilla Resurgence‘ (Shin Godzilla) foi o grande vencedor da Academia Japonesa de Cinema, (o Oscar japonês), levando sete prêmios – incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor para a dupla Hideaki Anno e Shinji Higuchi.

Agora, Higuchi contou ao Heroic Hollywood que o premiado filme não pode ter uma continuação até 2020 por conta de direitos autorais que a a produtora Legendary possui.

De acordo com o diretor, a produtora, que é responsável pela franquia americana atual nos cinemas, tem os direitos do personagem até final de 2020, impedindo assim que a franquia japonesa possa ganhar um novo longa.

‘Godzilla Resurgence’ foi o 29º longa-metragem da série e o primeiro do estúdio Toho sobre o monstro em 10 anos.

A inspiração para o novo longa da franquia foi o sucesso do remake norte-americano de Gareth Edward, lançado este ano, que faturou US$ 525 mundialmente – sendo US$ 26 milhões apenas no Japão.

Assista ao trailer:

Apesar disso, veremos o monstrão nos cinemas em breve, a continuação do longa de 2014 está em produção. Godzilla 2: O Rei dos Monstros, trará no elenco nomes como Millie Bobby Brown, Bradley Whitford, Elizabeth Ludlow, Thomas Middleditch, Charles Dance, O’Shea Jackson Jr., Aisha Hinds, Zhang Ziyi, Vera Farmiga e Kyle Chandler.

Dirigido por Michael Dougherty. O lançamento está marcado para para 22 de maio de 2019. Já o crossover Godzilla vs. Kong, terceiro longa da franquia, deve estrear em 22 de maio de 2020.

Crítica 2 | Vingadores: Guerra Infinita – O evento cinematográfico de uma geração

Planejamento é a chave para o sucesso. Essa frase define perfeitamente o Universo Cinematográfico da Marvel. Dez longos anos repletos de filmes solos de seus heróis mais famosos. Entre uniões de equipes e colaborações, nunca houve nada parecido na história do cinema e esse talvez seja o maior de todos os méritos do Marvel Studios. Todas as tramas e subtramas culminam em um único lugar: Vingadores: Guerra Infinita. Mas será mesmo que o desfecho faz jus ao empenho?

Na trama, os super-heróis mais poderosos e influentes do mundo precisam, mais uma vez, se unir para enfrentar uma ameaça vinda do espaço. Porém, dessa vez o inimigo é superior à todas as suas forças juntas. Thanos finalmente decide buscar as seis Joias do Infinito, espalhadas por diferentes planetas e lugares, incluindo a Terra, para completar a sua Manopla e restabelecer o equilíbrio do Universo, segundo sua visão destorcida da realidade.

Com a direção precisa e inteligente dos Irmãos Joe e Anthony Russo, que já mostraram toda sua maestria em Capitão América: Soldado Invernal, talvez um dos mais perfeitos filmes desse universo, o novo filme que une (quase!) todos os super-heróis da Casa das Ideias tem a difícil tarefa de encontrar espaço para que cada um possa ter sua relevância. Diferente de outros filmes do gênero, como o recente Liga da Justiça, por exemplo, isso é desenvolvido com cuidado para que todos possam brilhar, e brilham de fato, cada um em seu momento. O que parecia mais difícil foi vencido de forma satisfatória.

O roteiro inteligente dá mais foco aos heróis que estão diretamente envolvidos com a trama e deixa alguns em segundo plano, como foi o caso do Capitão América (Chris Evans), que não consegue se sobressair dessa vez, uma excelente escolha, que abre espaço para acontecimentos mais relevantes. Porém, vem do roteiro também algumas ressalvas. Apesar da possível ousadia em certos momentos, também existem falhas, principalmente quando se trata do fator surpresa. Sabemos que muito do que aconteceu no final da trama será desfeito futuramente, o que alivia a dor de algumas perdas e, consequentemente, a emoção por elas. Não há nenhuma decisão que não possa ser revogada. Onde está então a ousadia nisso?

Problemas à parte, ‘Guerra Infinita’ encontra seu tom desde os primeiros minutos, quando escolhe mostrar que a Marvel pretende seguir caminhos mais ousados e desafiadores, independente se os fãs vão se desesperar ou não. Tendo essa liberdade em mente, algo que foi sendo conquistado durante dez anos, vemos aqui um filme maduro e até mesmo sombrio dentro de seu contexto. Até as piadas, marca registrada, funcionam mais do que nunca como alívio cômico, algo que se perde em filmes que não possuem esse perigo eminente, rimos para espantar a angustia de saber que agora qualquer um dos personagens que gostamos podem partir dessa para melhor.

A empolgação sobressai aos pequenos deslizes da trama, e mergulhamos dentro de uma atmosfera de entusiasmo ao ver personagens que nunca se conheceram antes, interagindo uns com os outros, cada um desempenhando sua busca pessoal na luta contra o mestrão. Em um filme desse porte, é comum a total imersão e deslumbre, fato conquistado com esplendor, guiado pela épica trilha score que cresce conforme a seriedade que o filme alcança.

Os efeitos especiais estão melhores do que nunca e a captura de movimentos de Thanos (Josh Brolin), entre outros personagens, apresenta um realismo impecável, capaz de nos fazer acreditar por completo que aquele ser púrpura está ali como todos os outros personagens.

E como começar a falar de Thanos? Esse é o seu filme, talvez mais que isso, seu momento de mostrar ao mundo seus poderes e sua magnitude. Não há aqui um vilão clichê megalomaníaco, mas sim um personagem com alma, capaz de amar e que não esconde seu sofrimento, algo que não é visto no gênero desde o Magneto de Michael Fassbender na franquia X-Men. Seu poder é inigualável e ele sabe perfeitamente disso, assim como o espectador, e com isso o roteiro dedica seu tempo para mostrar sua jornada em busca das Joias do Infinito e as consequências de cada um dos seus atos. Thanos é agridoce, uma virada de jogo dentro do gênero de super-heróis, uma força da natureza, quase um “Godzilla” que surge para restabelecer o equilíbrio do planeta, ou no caso dele, do Universo.

É comum em um filme menor o ritmo crescer conforme a trama se desenrola, algo que acontece diferente aqui, ‘Guerra Infinita’ inteira soa como um grande clímax de quase 3 horas, e se por um lado tanta ação e pancadaria é bem-vinda, ainda mais considerando que todos os filmes anteriores levaram à isso, também fica aquela sensação de intermédio e insatisfação pelo o roteiro escolher não terminar de forma redonda e deixar um enorme gancho para o que vem à seguir. O que foi vendido como o final de tudo, na verdade, é apenas o começo de um fim que sabemos que está muito longe.

Mesmo imperfeito, Vingadores: Guerra Infinita é um deleite visual e sensorial, uma aula de como juntar tantos atores e ainda assim entregar perfeitas interações entre eles. E claro, mais um enorme passo que o Marvel Studios dá na direção certa, reafirmando que os super-heróis estão nos cinemas em peso e agora são um gênero novo para ser apreciado, quer gostem ou não, é um filme-evento, fruto de muita dedicação, fiel ao material de origem e, acima de tudo, o mais puro e assumido entretenimento audiovisual.

Obs: A cena pós-créditos é a mais empolgante desde o primeiro ‘Homem de Ferro’, mais uma vez mostrando que uma nova Era está para começar. As expectativas são altas.

‘Titãs’: Nova Série da DC chegará ao Brasil pela Netflix; Confira o trailer!

A Netflix adquiriu os direitos de exibição internacional de Titãs, série live-action dos Jovens Titãs, e vai transmiti-la fora dos EUA. Veja o trailer de anúncio:

A série será lançado nos EUA no DC Universe, o serviço de streaming da DC, dia 12 de Outubro e deve chegar a Netflix próximo a essa data.

A equipe da DC surgiu pela primeira vez em 1964, como uma equipe de jovens heróis, ainda com o nome de Turma Titã. A série, prevista para estrear em 2018, reunirá os justiceiros Asa Noturna, Estelar, Mutano, Ravena e a dupla Columba e Rapina.

O programa é de autoria de Greg Berlanti, produtor deArrow’, ‘The Flash’, ‘SupergirleLegends of TomorrowLindsey Gort também está no elenco. A série terá Akiva Goldsman (‘Star Trek: Discovery’) e Geoff Johns na equipe de roteiristas dos 13 episódios.

Brad Anderson (Fringe) dirigirá o piloto.

 

Por que os filmes adolescentes da Netflix têm feito tanto sucesso?

A Barraca do Beijo, Para Todos os Garotos que Já Amei e Sierra Burgess é uma Loser são os queridinhos da vez na plataforma de streaming

Ambiente de colégio, o garoto mais bonito da escola, as populares lindas e insuportáveis e uma garota alheia a tudo isso – quase sempre nerd, que não se arruma tão bem assim e tem uma melhor amiga ou um melhor amigo fiel para passar pelo pesadelo do high school. Essa é a premissa básica da maioria dos filmes adolescentes – e se você é dos meus, provavelmente tem um ou mais guilty pleasures desse estilo na sua lista de filmes favoritos. Como passei minha infância assistindo assiduamente a sessão da tarde, cresci amando os clássicos de John Hughes – como Curtindo a Vida Adoidado e Clube dos Cinco – e faço parte do time de adultos que adora Meninas Malvadas até hoje (a ponto de ter uma camisa com You can’t sit with us escrito e sair soltando frases marcantes do longa, como “Regina George trai o Aaron Samuels toda quinta na sala de projeção acima do auditório”, sempre que tenho oportunidade).

Então, por mais que meu gosto tenha mudado muito desse tempo para cá, confesso que não abro mão de parar para ver um filme teen uma vez ou outra, ignorando todos os clichês e me emocionando com os plots como se não soubesse o final só de ler a sinopse ou ver a primeira cena. Mas, tirando esses que vi na minha infância/adolescência e revejo sempre, fazia tempos que não ficava satisfeita com as novas produções que trazem essa temática – tirando, é claro, os que têm uma pegada mais séria, como os ótimos Quase 18 e Lady Bird. Até que aconteceu o seguinte: a Netflix resolveu dedicar 2018 para investir nesse nicho e acertou, fazendo um monte de adultos, como eu, voltarem a ser adolescentes para shippar os casais das histórias e se emocionar com os finais felizes.  Foram três produções até agora: A Barraca do Beijo, Para Todos os Garotos que Já Amei e Sierra Burgess é Uma Loser – e, pelo sucesso, provavelmente vem muito mais por aí.

Mas o que a plataforma de streaming fez de tão diferente para todo mundo voltar a falar dos filmes teen de novo? Bom, tenho meus palpites…

Para trabalhar com a nostalgia: referência a filmes dos anos 80

Se tem  uma década que originou filmes adolescentes incríveis, sem dúvidas, foi a dos anos 80. Não é à toa que grandes clássicos do gênero são desse período – como Namorada de Aluguel (1987) e Heathers (1988). Então, para brincar com a nostalgia de quem cresceu com esses filmes ou os viu anos depois e se apaixonou, a Netflix resolveu aproveitar algumas referências para suas produções. Em A Barraca do Beijo, por exemplo, o hino de The Breakfast ClubDon’t You, do Simple Minds – é tocado em uma das cenas; e, não por acaso, a atriz Molly Ringwald, musa dos filmes da época, foi escolhida para interpretar a mãe do melhor amigo da protagonista Elle (vivida por Joey King).

Uma referência clara à essa Era de Ouro para os filmes adolescentes também aparece em Para Todos os Garotos que Já Amei: em uma de suas conversas com Peter Kavinsky (Noah Centineo),  Lara Jean Covey (Lana Condor) cita Gatinhas e Gatões (1984), um dos clássicos de John Hughes. E quem assiste a tudo isso entendendo o que esses longas representaram se pega com um sorriso no rosto ao ver essa espécie de metalinguagem no meio da história…

Em Sierra Burgess é Uma Loser, mesmo sem referências claras, também lembramos dessas produções oitentistas pelo clima da história. Sierra (Shannon Purser) se passando por Veronica (Kristine Froseth) no telefone – e até ao vivo, em uma das partes mais inverossímeis do filme – é a cara dos anos 80, que aproveitava algumas situações absurdas para criar suas histórias (vide Namorada de Aluguel, em que o personagem de Patrick Dempsey paga a garota mais popular do colégio para sair com ele). Além disso, a preparação para o baile de formatura e o diálogo que o antecede também fazem os olhos e ouvidos mais atentos lembrarem dos filmes da época.

Um galã para virar crush: o apaixonante Noah Centineo de ‘Para Todos os Garotos que Já Amei‘ e ‘Sierra Burgess é uma Loser

Já fazia um tempo que as comédias românticas em geral – adultas ou adolescentes – não apareciam com um galã marcante, do tipo que faz todo mundo virar fã, seguir no Instagram e ficar torcendo pelo próximo filme logo para ver o rostinho bonito em ação. Aquela atitude bem teen mesmo, sabe? Que obviamente será negada até a morte se alguém perguntar se você que já passou dos 20 também está tendo por aí. Mas, aparentemente, agora temos um ator para amar: Noah Centineo, que a Netflix já usou em duas produções por ter percebido o potencial do jovem com o público.

Com apenas 22 anos, o astro que substituiu Jake T. Austin na série The Fosters e fez par romântico com Camila Cabello no clipe de Havana é a sensação do momento! Após interpretar Peter Kavinsky, uma das paixões de Lana Condor em Para Todos os Garotos que Já Amei, conquistou uma legião de fãs e já virou uma das principais estrelas da Netflix – tanto que também fez o par romântico de Sierra no terceiro filme lançado pela plataforma de streaming.

Para você ter uma ideia de como Noah conquistou o público: depois da estreia de Para Todos os Garotos que Já Amei, ele revelou que ganhou 1 milhão de novos seguidores no Instagram em apenas algumas horas (e eu fui uma delas, confesso). Sentiu o poder, não é? A Netflix também. Então, se prepare para ver muitas outras produções com o galã no papel principal. Depois do atleta popular Peter Kavinsky e do fofo e atrapalhado Jamey, resta esperar para ver o que vem por aí…

(Tenta ficar) Em dia com temais atuais: representatividade asiática, sororidade feminina e body positive

Os tempos são outros. Por isso, mesmo nos filmes com uma proposta mais leve, é importante trazer um discurso que caminhe junto com as discussões de hoje em dia para não correr o risco de cair no retrocesso. Em A Barraca do Beijo, Netflix deu algumas vaciladas quanto a isso – tanto que os mais problematizadores, com razão, criticaram o machismo do par romântico da protagonista, Noah Flynn (Jacob Elordi). Por mais que tentasse mostrar a personagem de Joey King como uma garota livre – como na cena em que ela entra no vestiário masculino e dança de calcinha e sutiã -, o filme traz um discurso que já não funciona hoje em dia: o do garoto superprotetor, que quer que a menina preserve a imagem para que não fiquem falando dela e que controla suas atitudes como se estivesse fazendo o bem. Antigamente, esse era o perfil do namorado perfeito; mas, agora, com o feminismo cada vez mais forte, não é esse tipo de companheiro que a gente quer na vida e nem nos filmes. Então, por mais que The Kissing Booth seja fofinho e tudo mais, podia ter passado sem esse deslize.

Já com Sierra Burgess é uma Loser, a Netflix acertou ao levantar duas questões importantes: o body positive, que é a cultura de amar e aceitar o corpo do jeito que ele é; e a sororidade entre garotas, um dos principais pilares do feminismo. Ao trazer uma protagonista totalmente fora dos padrões, o lugar comum dos filmes adolescentes contaria com uma personagem cheia de complexos se lamentando por não ser como as meninas “perfeitas” do colégio; no entanto, aqui, somos apresentados a uma Sierra que ignora todas as zoações e que é bem resolvida com a sua imagem. E a mesma quebra de expectativa acontece com as antagonistas do filme: Veronica, a patricinha vilã da história, e Sierra tinham tudo para se odiar do início ao fim. Porém, em vez de manter essa cultura da rivalidade, o longa faz com que as duas acabem criando um laço afetivo que se torna uma das melhores coisas da história – até mais que o romance.

Perfeito, não é? Quase. Porque, na reta final do filme, o roteiro dá uma vacilada e estraga a boa mensagem que tinha construído até então. Uma certa atitude da protagonista (que não vou mencionar para não dar spoiler para quem não viu) torna difícil não terminar o filme com total antipatia por ela, e o velho e errado discurso do “você é gorda, mas é inteligente e extrovertida” também dá as caras por aqui, como se só fosse possível ter valor fora dos padrões tendo uma personalidade marcante. Valeu pela tentativa de inserir esse tipo de discussão em uma produção voltada para adolescentes, época em que o bullying pela aparência física tem ainda mais força; mas, da próxima vez, espero que a mensagem venha completa, sem os “você é x, mas…” que acabam reforçando o preconceito.

Você já deve estar se perguntando: ao tentarem abordar temas relevantes, todas essas produções teen nadaram, nadaram e morreram na praia, então? Não, porque Para Todos os Garotos que já Amei – não por acaso o preferido da maioria – é irretocável nesse aspecto. Além de também falar de sororidade feminina em vários momentos, o filme ganha muitos pontos por contar com uma protagonista asiática, algo nada comum em produções americanas do gênero. A autora do livro homônimo que originou o longa, inclusive, já revelou em entrevistas que várias produtoras que tinham se interessado pelo roteiro queriam embranquecer a personagem. Mas, firme em sua decisão de representatividade, ela só quis fazer negócio com a única empresa que aceitou preservar a etnia da Lara Jean do livro – a Overbrook Entertainment, fundada por Will Smith, que depois vendeu os direitos para a Netflix. Agora, me responda: dá para não amar tudo que envolve este filme? Pois é.

Para deixar todo mundo com um sorriso no rosto: usa a dose certa de clichês na história

Problematizações à parte, não dá para negar que os três filmes – uns mais, outros menos – cumprem o objetivo de deixar um sorriso no rosto quando os créditos sobem no final. E isso acontece porque eles usam muito bem todos os clichês que a gente aprendeu a amar – e que caem como uma luva em um sábado preguiçoso ou naqueles dias em que bate a vontade de ver algo leve e descompromissado só para relaxar.

Trilha sonora nos momentos certos, um casal para torcer, uma protagonista para se identificar, amizades verdadeiras dos tempos de colégio e frases de efeito no diálogo final para – talvez, quem sabe – causar algumas lágrimas nos dias mais sensíveis… Todos eles seguem a fórmula perfeita para conquistar quem está passando pela mesma fase dos personagens e para mexer com a nostalgia daqueles que já viraram adultos. Afinal, como muito bem disseram algumas amigas minhas, que mal faz dar uma desacelerada nas coisas sérias para dar uma aquecida na parte adolescente do nosso coração? Pode mandar mais, Netflix!

‘Bumblebee’: Derivado de ‘Transformers’ ganha primeiro clipe com cenas inéditas

A Paramount Pictures divulgou o primeiro clipe de ‘Bumblebee‘, que estreia dia 25 de dezembro. O spin-off da franquia de sucesso ‘Transformers‘ acompanha a aventura solo do personagem na Califórnia dos anos 1980.

No vídeo, Bumblebee brinca de esconde-esconde com sua nova dona.

Confira:

Vale lembrar que a atriz Paolla Oliveira vai ser a voz oficial da vilã Shatter.

“Ter minha voz imortalizada numa franquia de tanto sucesso, ainda mais uma vilã, é muito bom, fiquei muito feliz com o convite. É um filme familiar, que todo mundo pode se divertir, tem ação, tem emoção e, apesar de eu fazer uma vilã, o filme tem uma bela mensagem de amizade e cumplicidade.”, revelou Paolla.

Veja fotos e confira os cartazes e clipes mais recentes:

 

O filme é ambientado em 1987, e começa com Bumblebee encontrando refúgio em um castelo em uma pequena cidade de praia californiana. Charlie (Hailee Steinfeld), uma garota à beira dos 18 anos, está tentando encontrar seu lugar no mundo quando descobre Bumblebee, com cicatrizes e quebras de batalha. Quando Charlie o revive, ela rapidamente descobre que não é um fusquinha amarelo comum.

Vale ressaltar que a Hasbro deseja trazer os personagens de ‘M.A.S.K’ para o universo expansivo de ‘Transformers’.

O elenco ainda conta com John Cena, Jorge Lendeborg Jr.Rachel Crow (do filme da Netflix ‘Deidra and Laney Rob a Train‘), Stephen Schenider, Jorge Lendeborg Jr., Jason DruckerKenneth ChoiRicardo HoyosAbby Quinn e Grace Dzienny.

Travis Knight, CEO dos estúdios Laika, especializado em animação de stop-motion, dirige.

A estreia no Brasil acontece dia 25 de dezembro de 2018.

 

 

‘Titãs’: Anna Diop divulga fotos do novo uniforme de Estelar; Confira!

Anna Diop, que dá vida a Estelar na série da DC Comics‘Titãs’, revelou novas fotos de bastidores da segunda temporada mostrando o novo uniforme de sua personagem, que busca inspiração direta nos quadrinhos originais.

Confira:

More photos of Kory’s S1 outfits from r/TitansTV

Foi revelado ao CinePOP durante o evento da CinemaCon que o novo ano da série estreia nos EUA no outono norte-americano, que acontece entre 23 de Setembro e 21 de Dezembro.

No Brasil, a série é exibida pela Netflix.

Joshua OrpinEsai Morales, Chella Man e Iain Glen foram elencados na nova temporada como Connor Kent/Superboy, Slade Wilson/Exterminador, Jericó e Batman respectivamente.

Ao que tudo indica, Devastadora também irá aparecer no próximo ano.

‘Titãs’ é estrelada pro Brenton ThwaitesAnna DiopTeagan CroftRyan Potter

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ ganha emocionante vídeo de bastidores; Confira!

O aguardado Star Wars: A Ascensão Skywalker’ chega muito em breve aos cinemas de todo o mundo e, agora, a Disney e a Lucasfilm divulgaram um novo vídeo de bastidores da produção.

Confira:

Segundo projeções do The Hollywood ReporterStar Wars: A Ascensão Skywalker’ terá a menor abertura comercial da nova trilogia.

As informações indicam que o nono filme da saga intergaláctica terá uma bilheteria inicial entre US$175 milhões e US$ 200 milhões, nos Estados Unidos – um número significativo para o final de semana de estreia, mas menor que as outras duas iterações.

Em dezembro de 2015, O Despertar da Força reviveu a franquia com abertura doméstica de US$248 milhões. Dois anos depois, Os Últimos Jedi mostrou uma queda de 12%, arrecadando US$220 milhões.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Malamander’: Adaptação em live-action será dirigida por Josh Cooley, de ‘Toy Story 4’

Segundo o The Hollywood ReporterJosh Cooley fará sua estreia diretorial no live-action com a adaptação do romance infantil best-seller ‘Malamander’.

Escrito por Thomas Taylor, a história é ambientada na cidade Eerie-on-Sea, um lugar recheado de figuras estranhas e diversos mistérios. Um jovem garoto chamado Herbert Lemon, que trabalha na seção de achados e perdidos de um hotel, se junta a Violet Parma, uma garota que procura pelos pais, e parte numa aventura que envolve uma criatura meio-humana e meio-monstro que diz que pode fazer sonhos se tornarem realidade – e um homem-gancho que está atrás deles.

Cooley começou como artista de storyboard na Pixar em animações como Os IncríveisCarros. Em 2015, foi promovido a roteirista, tendo no aclamado filme Divertidamente (pelo qual recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original). Em 2019, comandou o último capítulo da franquia Toy Story, seguindo os passos dos veteranos John LasseterLee Unkrich – ganhando o Oscar de Melhor Animação.

“Criar filmes e contar histórias na Pixar por 17 anos tem sido um sonho”, ele disse em uma declaração oficial. “A qualidade de nossas narrativas foi uma correlação direta com a qualidade das pessoas na Pixar que moldaram essas histórias juntos, e eles sempre serão minha família. E, apesar de ser uma dura decisão sair [da companhia], estou muito animado para criar novos mundos, com novos colaboradores e parceiros. Há várias histórias que quero contar e espero trazer um pouco da magia da Pixar comigo em qualquer lugar que eu vá”.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Avatar 2’: Humanos vão para a guerra nas novas fotos de bastidores da sequência; Confira!

Através do Instagram, o produtor Jon Landau, da franquia ‘Avatar‘, divulgou duas novas imagens dos bastidores da sequência, que chegará às telonas somente em 2022.

As fotos destacam sequências de guerra que devem aparecer na continuação.

Confira:

Anteriormente, Landau também divulgou em seu Instagram alguma imagens dos bastidores, trazendo Sigourney Weaver, Zoe Saldana, Sam Worthington e Sigourney Weaver nos bastidores das filmagens no Hawaii.

Além disso, ele divulgou fotos em um set de filmagens extremamente detalhado e que revelam laboratórios de última geração.

Confira:

Landau também revelou que três cenas de uma das sequências foram exibidas. Sem especificar a qual continuação elas pertencem, a expectativa é de que as tomadas em questão sejam de ‘Avatar 2′.

O produtor ainda salientou que as cenas estão praticamente finalizadas e já contam com os efeitos visuais desenvolvidos pela Weta Digital. Indo mais além, ele pontuou que a equipe de apoio está empolgada por poder retornar aos trabalho

Avatar 2‘ chegará aos cinemas apenas em 2022, após quatro anos de atraso.

Cameron também já agendou o lançamento dos demais capítulos da saga.

Confira:

AVATAR 2 – 16 de Dezembro de 2022
AVATAR 3 – 20 de Dezembro de 2024
AVATAR 2 – 18 de Dezembro de 2026
AVATAR 5 – 22 de Dezembro de 2028

Zoe Saldana, Worthington, Sigourney Weaver e Stephen Lang retornarão. 

Lily Rabe revela por que desistiu de participar da franquia ‘Jogos Vorazes’

Lily Rabe tornou-se uma icônica atriz conhecida principalmente por seu versátil trabalho na antologia American Horror Story, da qual participou em diversas temporadas. Entretanto, caso as coisas tivessem tomado um rumo diferente, ela também teria eternizado uma das personagens da famosa saga Jogos Vorazes.

Rabe participaria dos dois últimos filmes da franquia como a Comandante Lyme. Porém, o papel eventualmente foi passado adiante e encarnado por Gwendoline Christie (‘Game of Thrones’).

Em uma recente entrevista ao Collider, a atriz revelou o motivo pelo qual desistiu do papel – cuja explicação foi bastante compreensível.

“Estou muito feliz em poder falar sobre isso. Foi questionada sobre isso recentemente, porque creio que há certas coisas que saíram na época que não estavam certas. Foi tão simples o que aconteceu: eu estava participando da peça ‘Muito Barulho por Nada’ para [o evento] Shakespeare in the Park com [o dramaturgo] Hamish Linklater e foi algo que, por causa do planejamento, levaria tempo, talvez por alguns anos. E então estava acontecendo e estava decidindo. Quando fui elencada em Jogos Vorazes, as datas batiam”.

Rabe retorna em breve com a série Tell Me Your Secrets, que estreia no dia 19 de fevereiro.

Confira o trailer:

O thriller foi criado e escrito por Harriet Warner, com direção a encargo de John Polson.

Emma está pronta para começar sua nova vida sob proteção à testemunha. Quando Mary, uma mãe procurando por sua filha desaparecia, descobre que Emma pode ter sido a responsável pela tragédia, ela ontrata um ex-predador serial para encontrá-la. E ninguém estará a salvo.

Amy BrennemanHamish LinklaterEnrique Murciano completam o elenco.