Site Página 2349

‘O Irlandês’: Robert De Niro estampa novas imagens oficiais do drama; Confira!

A Netflix divulgou novas imagens oficiais do novo longa-metragem de Martin Scorsese‘O Irlandês’ (The Irishman).

Confira:

O filme de máfia terá 3 horas e 30 minutos de duração (210 min), se tornando o filme mais comprido do diretor.

Mirando nas grandes premiações de 2020, a produção será lançada no dia 01 de novembro nos cinemas. Na plataforma, a obra tem estreia marcada para o dia 27 de novembro (quase um mês depois).

Assista ao trailer:

Robert DeNiro, Al Pacino, Joe Pesci, Harvey Keitel, Ray Romano, Anna Paquin e Bobby Cannavale estrelam o drama.  

A trama apresenta um mafioso conhecido como o Irlandês (De Niro), lembrando do seu possível envolvimento com a morte do sindicalista Jimmy Hoffa (Al Pacino).

‘Westworld’: Segundo episódio da 3ª temporada ganha imagens oficiais; Confira!

HBO divulgou as imagens oficiais de “The Winter Line”, segundo episódio da 3ª temporada de Westworld que vai ao ar no dia 22 de março.

Confira, junto à promo:

O novo ciclo abriu com 73% no Rotten Tomatoes, com nota 6.86/10 baseada em 22 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “[a série] alcança sucesso em rebootar si mesma à medida que abre o escopo do parque de diversões titular, enquanto clareia algumas narrativas – apesar de algumas parecerem sem alma”.

Confira algumas críticas:

“Como Maeve diz, nada disso importa, porque nada parece real… Como resultado, tudo parece legal, mas soa vazio” – Rolling Stone.

“Este é um Westworld mais bobo e louco, e muito mais divertido” – The Atlantic.

Westworld quer gerar uma nova conversa existencial na terceira temporada, mas mesmo quando o show introduz novos rostos, os detalhes que vêm à vida são perfunctórios” – Observer.

“Esse recomeço parece incrível, mas, se a segunda temporada nos ensinou algo, foi: apenas assista, não pense” – Newsday.

Westworld retorna com as baterias recarregadas e um começo enérgico” – Espinof.

Confira os títulos e as premissas dos novos episódios:

  • “Parce Domine”

Direção: Jonathan Nolan

Roteiro: Lisa Joy & Jonathan Nolan

Data de exibição: 15 de março

Se você está preso em um looping, tente andar em linha reta.

  • “The Winter Line”

Direção: Richard J. Lewis

Roteiro: Matthew PittsLisa Joy

Data de exibição: 22 de março

As pessoas constroem muros. Traga um martelo para sua vida.

  • “The Absence of Field”

Direção: Amanda Marsalis

Roteiro: Denis Thé

Data de exibição: 29 de março

Se você não gosta do que vê no espelho, não o culpe.

  • “The Mother of Exiles”

Direção: Paul Cameron

Roteiro: Jordan Goldberg Lisa Joy

Data de exibição: 05 de abril

A verdade nem sempre irá te libertar.

A produção estreia no dia 15 de março de 2020.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

Crítica | Madonna entrega um dos melhores álbuns da história com ‘Ray of Light’

Depois de dar luz à sua primeira filha e seguindo o sólido lançamento de Bedtime Stories, Madonna já estava pronta para seguir para sua próxima empreitada na indústria fonográfica. E é claro que o mundo aguardaria ansiosamente para que a rainha do pop, já bem estabelecida na esfera mainstream e tendo aberto portas para suas conterrâneas de uma forma nunca antes vista, voltasse ao topo do mundo mais uma vez.

Apesar de ter iniciado sua carreira nos primeiros anos de 1980, a década seguinte se provou bastante prolífica para Madonna. Depois de declarar seu amor e seu apoio para a comunidade LGBTQ+ ao reapropriar-se do estilo de dança vogue com as melhores intenções possíveis, a cantora e compositora provou estar em outro patamar artístico que não conhecia limites e que não se prendia ao que se esperaria de uma sociedade conservadora, homofóbica, segregativa e machista. Com Erotica, ela havia quebrado tabus de gênero e idolatrado seu próprio corpo sem quaisquer desculpas, enfrentando um de seus primeiros grandes backlashes e sendo tachada de revolucionária anos depois; com Bedtime Stories, o recuo para o R&B foi uma bela máscara para criticar aqueles que vieram atacá-la; mas e a agora? O que o futuro aguardava para a performer?

Depois de incursões fracassadas com Babyface e Patrick Leonard, este último já tendo colaborado em True Blue, Madonna resolveu dar uma repaginada em seu visual fonográfico. Mantendo sua reputação de “camaleão”, bastante adaptável a basicamente quaisquer tendências que surgiam ao redor do mundo, ela se aliou a William Orbit, um dos maiores produtores de todos os tempos, para introduzir um novo elemento à sua discografia: o intelligence dance music (IDM). Ao contrário do EDM, que prezo por dançantes construções instrumentais, o estilo IDM é adepto ao minimalismo, à irreverência e à sinestesia melancólica, optando por progressões que devem ser ouvidas em ambientas mais familiares e reflexivos, dentro de um prospecto quase espiritual. E foi a partir daí que surgiu Ray of Light.

Considerado por muitos, inclusive por esse que vos fala, como o melhor álbum da rainha do pop, Ray of Light foi lançado em 1998 e representa um dos ápices do fin-du-siècle. O sucesso do CD foi tamanho que Madonna foi indicada a nada menos que seis categorias do Grammy Awards, levando para casa quatro estatuetas (as primeiras nas categorias musicais de Madonna); mais do que isso, a obra carrega um legado tão extenso quanto Like a Prayer, lançado em 1989, e, segundo a própria artista, é uma de suas evoluções mais satisfatórias. E não é por menos: em um momento em que as boybands e os girlgroups ganhavam força, e com a insurgência de nomes como Christina Aguilera e Britney Spears no cenário adolescente, Madonna precisava manter-se ativa e, depois de seu sétimo lançamento de estúdio, credita-se a ela a globalização da música eletrônica, que, até então, restringia-se às inventivas inflexões europeias.

Do mesmo modo que introduziu o dub à atmosfera noventista em sua produção anterior, a performer fez o mesmo com o trip hop e com o house dance, misturando poderosas letras às culturas orientais que vinham pincelando sua personalidade há alguns anos. Não é surpresa que, ao longo de treze faixas impecáveis, o público é presenteado com algo bastante diferente do que ela já havia mostrado: afastando-se por completo da mercadológica pós-disco “Borderline”, de seu “Act of Contrition” e até mesmo da agridoce “Secret”, Madonna abriu espaço para um compilado de originais chocantes e convidativas. No geral, Ray of Light rende-se ao épico orquestral do techno-pop, implicando elementos considerados “fora do contexto” a um universo único, marcado pelas delineações pós-apocalíptica de “Drowned World/Substitute for Love”, pela espiritualidade de “Swim”, pelo synth-grunge de “Candy Perfume Girl”.

A primeira forte influência do electro-dance aparece na propositalmente dissonante “Skin”, uma rendição dark que resgata a utilização dos sintetizadores em construções que premeditariam o EDM dos anos 2000. O anseio da artista em se provar necessária no panorama da época é, de fato, a força-motriz que garante estabilidade e coesão para cada track – e, na verdade, ela não precisaria de muito para entregar mais uma joia fonográfica. O principal fator que permite a construção de laços entre os ouvintes e as canções exibidas é, talvez, a mudança vocal da lead singer: diferente do soubrette explorado em “Like a Virgin” e o comodismo pop de “Express Yourself”, percebe-se que Madonna alcança uma tecedura apaixonante, cultivada ainda em ‘Evita’ e trazida para uma das maiores arquiteturas musicais de todos os tempos. “Nothing Really Matters” explora isso em todas as suas camadas, ainda mais por ser acompanhado por pinceladas instrumentais divertidas e envolventes.

É um fato dizer que Ray of Light serviria de base a todas as outras investidas da performer, incluindo Music e o recente Madame X. Madonna, como nenhuma outra artista de sua época, baseava-se bastante em sua história para permanecer viva na cultura mainstream e nunca deixava de mencionar a si mesma em cada construção. Versada numa poesia única que reflete a grandiosidade de peças como a upbeat “Sky Fits Heaven” e a evocativa “Shanti/Ashtangi”, ela mostra que não se preocupa com o que os outros pensam de sua arte: ela está ali para colocá-la em boa vista, doa a quem doer.

Retomando os solilóquios amorosos, a cantora leva a paixão para o espectro indiano de “Frozen”, uma das melhores canções de sua carreira; guia-nos através do consumismo exacerbado e da falta de perspectiva do mundo na faixa-título, fazendo um apelo para que as pessoas apreciem as pequenas coisas da vida; joga-se na teatralidade sintética e na acre sensação de um coração partido com a irretocável “The Power of Good-Bye”; eventualmente, não há uma música que destoe do que Madonna pretende nos entregar – e essa cautela explosiva e ambiciosa é o que coloca este provocativo álbum na lista dos melhores não só da década de 1990, mas da história.

Nota por faixa:

  • Drowned World/Substitute Love – 4,5/5
  • Swim – 5/5
  • Ray of Light – 5/5
  • Candy Perfume Girl – 5/5
  • Skin – 5/5
  • Nothing Really Matters – 4,5/5
  • Sky Fits Heaven – 5/5
  • Shanti/Ashtangi – 5/5
  • Frozen – 5/5
  • The Power of Good-Bye – 5/5
  • To Have and Not to Hold – 4,5/5
  • Little Star – 4,5/5
  • Mer Girl – 5/5

Artigo | A breve história e o legado social de Ma Rainey, a Mãe do Blues

Depois de Selena Quintanilla Perez ganhar sua própria série através da Netflix, chegou a vez da plataforma de streaming nos apresentar a outro ícone da música – dessa vez, viajando algumas décadas no passado para relembrar um dos episódios mais incríveis e complexos da história fonográfica em A Voz Suprema do Blues. A nova cinebiografia, que já conquistou o coração da crítica e estreou hoje (18) no catálogo do serviço, trouxe ninguém menos que a vencedora do Oscar em mais uma corrida pela estatueta ao interpretar Ma Rainey, a Mãe do Blues. Acompanhando-a, temos também Chadwick Boseman em sua última performance antes de seu trágico falecimento, dando vida a um jovem trompetista que deseja fundar sua própria banda e ganhar um mundo movido pela supremacia e pelo lucro.

Entretanto, falaremos aqui sobre Ma Rainey. A lendária musicista nasceu em 1886 numa pequena cidadezinha da Geórgia, Estados Unidos, e ascendeu à fama a partir de 1915, quando abraçou o blues e trouxe o gênero para o cenário mainstream. É claro que Rainey não criou o gênero em questão, visto que ele foi construído e trazido à vida quase trinta anos de seu nascimento por descendentes afro-americanos que incorporaram cantigas de trabalho, baladas de narrativas e rimas simples à complexidade do jazz e do R&B, que vieram ainda antes. De qualquer forma, ela, ao lado de outro clássico nome – Bessie Smith, a Imperatriz do Blues – forjaram uma amizade inigualável para levarem essa incursão sonora para além das comunidades negras no sul do país, invadindo o norte dominado por brancos e deixando fortes marcas na história que seriam resgatadas muitos anos depois (por Tony Bennett e Amy Winehouse, por exemplo).

Nascida Gertrude Pridgett, a jovem adotou um alter-ego que representasse seu poder nos palcos: Rainey sugava, de um jeito positivo, o ar de qualquer lugar que passasse, por sua presença majestosa, por suas vestimentas exageradas e, principalmente, pela potência de densos e roucos vocais. Ela se montava com perucas feitas com pelos de cavalos selvagens, moedas douradas que formavam um colar em seu pescoço; uma pena de avestruz era exibida em suas apresentações para deixá-la ainda mais misteriosa, enquanto implantes dentários de ouro reluziam toda vez que abria a boca. Mas seu principal marco foi fornecer um significado diferente da melancolia do blues, guiando enredos ácidos sobre traição, empoderamento e sexo de uma forma como ninguém mais fazia.

Afinal, a cantora e compositora insurgiu como um arauto do passado e, ao mesmo tempo, do futuro: seu estilo tradicional se mesclava com características originais, ainda mais por incorporar os elementos expressivos do folk e do jazz. Ma Rainey, sem perceber ou até mesmo sem ter em mente esse objetivo, utilizou um dom invejado por muitos para dar origem a um pastiche fonográfico que serviria de base para as várias e inesperadas misturas de gênero que encontramos na sociedade contemporânea – como vemos em tantos artistas do escopo internacional.

Abrindo espaço para as experiências da comunidade negra centralizada num continente castigado pela Era Jim Crow e pelas consequências segregativas da escravidão – que, de certa forma, se tornara enraizada na mentalidade daqueles que se sentiam superiores -, suas canções até podiam estender reflexos para os ecos dos trompetes e para as melódicas teclas do piano, mas tais rendições apenas mascaravam tristes estórias de vida que ajudaram na popularização entre os ouvintes. O próprio título de “Black Bottom”, que inspirou o longa-metragem da Netflix, já se vale da irreverência para nos preparar a uma jornada quase mística por uma dança sensual e popular, remontando, de certa maneira, a uma época em que escravos encontravam um pouco de liberdade nas expressões corporais e nos rituais eternizados por seus antepassados. Em “Prove It On Me Blues”, Rainey parece se referenciar ao criar uma personagem com personalidade difícil que perde seu parceiro, mas não desanima e não aceita a culpa por ele ter fugido.

A performer fechou seu primeiro contato em 1923 com a Paramount, quatro anos depois do primeiro disco de blues ser gravado por Mamie Smith. Rainey não encontrou resistência por parte do público, visto que já tinha uma experiência quase vaudeviliana no circuito teatral, tendo se apresentado em diversas casas sulistas de espetáculo antes de finalmente viajar para Chicago e começar a expandir seu “império” para o restante do país. Em sua primeira sessão, ela nos entregou clássicas iterações como a incomparável “Bo-Weevil Blues” e a famosa “See See Rider”, uma das mais conhecidas de todos os tempos – e uma das principais quando deseja-se aprender sobre o gênero supracitado.

Diferente de tantos outros músicos conterrâneos, principalmente aqueles que almejavam uma carreira seguindo as inúmeras ramificações do blues e do jazz-country, Rainey conquistou sua reputação não apenas como profissional, mas também como empreendedora. Ma Rainey sabia exatamente o que queria e quando queria – o que explica suas mais de noventa gravações com o estúdio, um número muito maior até mesmo que os artistas brancos da época. Sua carreira com a Paramount durou breves cinco anos, mas foi o suficiente para cimentar seu legado sem ao menos perceber, ainda mais por ter arrastado Smith consigo através dessa montanha-russa. Direta, simples e honesta, as canções traziam temáticas cotidianas e abriam discussões prévias sobre sexualidade, promiscuidade, vícios, a odisseia do wanderlust, magias e superstições, e até mesmo o ato de se fazer música.

Oscilando entre a metalinguagem e a evocação histórica – utilizando o cenário afro-estadunidense na era pós-reconstrução da América do Norte, conforme William Barlow explicou em seu ensaio sobre a emergência da cultura do blues ‘Looking Up at Down’. Não é surpresa que sua importância tenha ressoado em nomes como Langston Hughes e Sterling Brown, na poesia, e na ativista Alice Walker, que a caracterizou como um modelo cultural da mulher afrodescendente e a usou como inspiração para a peça vencedora do Pulitzer ‘A Cor Púrpura’. Em ‘Black Pearls’, livro documental que retrata as rainhas do blues, a autora Daphne Harrison sumarizou com perfeição o que Ma Rainey representou e continuou representando décadas depois de sua prematura morte: uma corajosa e determinada reafirmação do que é ser negro.

‘Animais Fantásticos 3’: Mads Mikkelsen diz que tentar copiar Johnny Depp como Grindelwald seria “criativamente estúpido”

Em entrevista ao ColliderMads Mikkelsen, que foi recentemente escalado para viver a nova versão de Gellert Grindelwald no vindouro e problemático Animais Fantásticos 3, falou um pouco sobre as tentativas de replicar o que Johnny Depp havia construído com o antagonista nas investidas anteriores, dizendo que copiá-lo seria “criativamente estúpido”.

“Ninguém está interessado em tentar copiar alguma coisa, isso seria um suicídio criativo imediato, especialmente quando já foi feito de forma incrível antes. Então todos estão esperando que sigamos um caminho diferente. Dito isso, precisamos de uma ponte entre o que [Depp] fez e o que eu irei fazer, então essas pontes devemos encontrar juntos – o que implica um certo visual, certas atitudes em certas situações, mas deve ser feito de um modo único. Tudo o mais seria criativamente estúpido”.

A estreia foi adiada de novembro de 2021 para 15 de julho de 2022.

O elenco também conta com Eddie RedmayneDan FoglerJude LawKatherine WaterstonAlison SudolEzra Miller.

David Yates comanda o projeto a partir de um roteiro assinado por Steven Kloves e J.K. Rowling.

Confira a nossa crítica do filme anterior:

‘LEGO Star Wars: Contos Aterrorizantes’: Especial de Halloween do Disney+ ganha novo teaser divertido; Confira!

Disney+ divulgou um novo teaser oficial de LEGO Star Wars: Contos Aterrorizantes, especial de Halloween da icônica franquia intergaláctica, que chega à plataforma de streaming em 01 de outubro.

Confira:

A produção será composta por três histórias de terror, narradas pelo servo de Darth Vader, Vaneé (Tony Hale): “The Lost Boy”, a história de como o jovem Ben Solo conhece Ren pela primeira vez; “The Dueling Monstrosities”, que imagina como seria o renascimento de Darth Maul e o General Grievous; e “The Wookiee’s Paw”, que mostra o que poderia ter acontecido se todos os maiores desejos de Luke Skywalker imediatamente se tornassem realidade.

Após os acontecimentos de A Ascensão Skywalker, Poe e BB-8 devem realizar um pouso de emergência no planeta vulcânico Mustafar, onde encontram o ganancioso e conivente Graballa, o Hutt, que comprou o castelo de Darth Vader e está reformando-o para criar o primeiro hotel de luxo da galáxia inspirado nos Sith e com tudo incluso. Enquanto esperam que o X-Wing seja consertado, Poe, BB-8, Graballa e Dean (um corajoso e determinado garoto que trabalha como mecânico de Graballa) aventuram-se nas profundezas do misterioso castelo com o servo leal de Vader, Vaneé. Ao longo do caminho, Vaneé conta três histórias assustadoras ligadas a artefatos antigos e vilões icônicos de todas as eras de Star Wars. À medida que Vaneé gira os contos e atrai nossos heróis cada vez mais para o interior do sombrio castelo, surge um plano sinistro. Com a ajuda de Dean, Poe e BB-8 terão que enfrentar seus medos, impedir a ascensão de um antigo mal e escapar para reencontrar seus amigos.

LEGO Star Wars: Contos Aterrorizantes apresenta um talentoso elenco de vozes que inclui Jake Green como Poe Dameron; Raphael Alejandro como Dean; Dana Snyder como Graballa, o Hutt; Tony Hale como Vaneé; Christian Slater como Ren; Trevor Devall como o Imperador Palpatine; Mary Elizabeth McGlynn como NI-L8; e Matt Sloan como Darth Vader.

Ken Cunningham assina a direção do especial, a partir de um roteiro escrito por David Shayne

‘RuPaul’s Drag Race’: Queens performam “One Way Or Another” no icônico lip-sync do episódio 14×07; Confira!

Cuidado: muitos spoilers à frente.

O sétimo episódio da 14ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’ já foi exibido – e se tornou o mais bem avaliado pelo público no IMDb e um dos melhores de todo o reality show

Uma das grandes surpresas do capítulo foi o fato de nenhuma competidora ser mandada embora e, dessa forma, levando Ru a condecorar duas queens como as melhores da semana para disputarem pelo prêmio de US$5 mil.

No lip-syncLady CamdenDaya Betty performaram a clássica canção “One Way Or Another”, do grupo de rock Blondie – e tirara o fôlego dos espectadores e de suas colegas.

Confira:

O próximo episódio será exibido no dia 25 de fevereiro.

O novo ciclo conta com as participantes: Alyssa Hunter, Angeria Paris Vanmichaels, Bosco, Daya Betty, Deja Skye, Jasmine Kennedie, Jorgeous, June Jambalaya, Kerri Colby, Kornbread ‘The Snack’ Jete, Lady Camden, Maddy Morphosis, Orion Story e Willow Pill.

Dentre as confirmadas no painel de jurados convidados, estão a aclamada atriz Taraji P. Henson, bem como Andra DayDove CameronTS MadisonLizzoAlicia Keys e outras.

‘The Last of Us’: Presidente da HBO revela QUANDO a série será lançada…

As gravações de The Last of Us, adaptação seriada da aclamada franquia de jogos, chegaram ao fim nas últimas semanas e, desde então, poucas informações sobre a produção foram reveladas.

Agora, em entrevista ao THRCasey Bloys, presidente da HBO, falou sobre a data de estreia do show e confirmou que os episódios serão exibidos no início do ano que vem.

“É perto do começo de 2023”, ele disse.

Anteriormente, a PlayStation Productions divulgou a primeira imagem oficial da série destacando Joel (Pedro Pascal) e Ellie (Bella Ramsey) escondidos dos infectados, conhecidos como estaladores.

Confira:

Em entrevista ao Holod, o diretor Kantemir Balagov, que comandou o episódio piloto da adaptação de ‘The Last of Us‘, revelou que a produção será lançada “no começo do próximo ano”.

Apesar da data oficial não ter sido divulgada, a previsão de estreia já é uma ótima notícia para os fãs.

O elenco ainda contará com Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘Fronteiras do Universo’: Lyra está em perigo no trailer dos próximos episódios da 3ª temporada; Confira!

A 3ª e última temporada de Fronteiras do Universo (‘His Dark Materials’) finalmente estreou na HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou o trailer dos próximos episódios.

O quinto e o sexto capítulo vão ao ar no dia serão exibidos em 19 de dezembro.

Confira:

O novo ciclo conta com a adição de Adewale Akinnuoye-Agbaje (‘Esquadrão Suicida’) como o Comandante Ogunwe; Jamie Ward (‘Tyrant’) como o Pai Gomez; Kobna Holdbrook-Smith (‘Liga da Justiça de Zack Snyder’), Simon Harrison (‘No Man’s Land’) e Chipo Chung (‘Into the Badlands’) como os anjos rebeldes Balthamos, Baruch e Xaphania; Amber Fitzgerald-Woolfe como Ama; Sian Clifford (‘Fleabag’) como o Agente Salmakia; e Jonathan Aris (‘Sherlock’) como o Comandante Roke.

Lembrando que os novos episódios irão adaptar o romance ‘A Luneta Âmbar‘, de Philip Pullman.

Criada por Jack Thorne, a série foi desenvolvida em parceria entre a HBO e a BBC One, e é baseada na saga literária escrita por Philip Pullman.

Lyra Belacqua é uma órfã, ela vive em um mundo na qual as pessoas estão ligadas diretamente com um daemon, que pode ser qualquer tipo de animal. Criada pelos catedráticos na Universidade Jordan, ela presencia uma revelação que pode mudar tudo. Contudo a sua vida é catapultada quando conhece a bela e misteriosa Sra Coulter.

Dafne Keen, Amir Wilson, Ruth Wilson, Clarke Peters e Lin-Manuel Miranda estrelam.

‘Casamento às Cegas’: Reality show da Netflix é RENOVADO para a 5ª temporada

O reality showCasamento às Cegas‘ (Love is Blind) foi oficialmente renovado para a 5ª temporada pela Netflix.

Nenhum outro detalhe foi revelado.

A ideia do programa é juntar 15 homens e 15 mulheres que se comunicam se ver uns aos outros, conversando através de espécies de cápsulas que se assemelham a salas. No final, os casais que tiveram uma real conexão se unem em matrimônio (e se veem pela primeira vez).

Lembrando que os quatro primeiros ciclos estão disponíveis na plataforma de streaming.

 

 

O reality queridinho do público, Casamento às Cegas, está de volta! Solteiros que querem ser amados pelo que realmente são, e não pela aparência, esperam conhecer a pessoa com quem poderão passar o resto da vida sem jamais tê-la visto antes. Sem as distrações do dia a dia, os solteiros conversam com possíveis pretendentes. Quando surge uma conexão verdadeira, o pedido de casamento acontece e, então, eles se veem primeira vez. Noivos e de volta ao mundo real, os casais começam a planejar o casamento e vão descobrindo se conseguem transformar a conexão emocional em física antes do dia da cerimônia.

Nick Lachey Vanessa Lachey apresentam o programa.

‘A Queda da Casa de Usher’: Astros reagem às suas MORTES na nova série de terror da Netflix; Confira!

A Queda da Casa de Usher, série de terror comandada por Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), chegou recentemente à Netflix e já se tornou uma das melhores produções do ano.

A história acompanha o declínio da Família Usher, um proeminente clã que dominava a indústria farmacêutica e que tinha como patriarca o impiedoso Roderick Usher (Bruce Greenwood), que observou, impotente, cada um de seus filhos morrer das maneiras mais grotescas possíveis.

Agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional em que o elenco protagonista reage às suas mortes na obra.

Confira:

A produção conquistou 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as análises:

“Mesmo que assuma uma previsibilidade semelhante a de um slasher, empurrando os personagens para mortes inventivas, um por um, ‘A Queda da Casa de Usher’ também se torna mais sombria à medida que avança e enfrenta as ofensas do mundo real espelhadas na história.” – TV Guide.

“Embora a minissérie de Mike Flanagan tenha recebido muitos elogios, “O que Edgar Allen Poe teria pensado da família Sackler?” prova ser um arremesso substancial, elevado por um elenco que nunca esteve melhor.” – Consequence.

“‘A Queda da Casa de Usher é uma fatia ferozmente divertida do gênero televisivo que você não deve perder.” – Guy at the Movies.

‘”Um elegante redemoinho de opulência, ganância, sangue e horror com vibes góticas, ‘A Queda da Casa de Usher‘ é a melhor criação de Flanagan até agora.” – TNM.

“Uma jornada intensa e cheia de suspense pela história de uma família realmente confusa e com muitos segredos de família. Não economiza sangue e sangue coagulado, o que é uma coisa muito boa.” – Mama’s Geeky.

Flanagan criou uma família Usher tão atraente quanto as lendas da TV ‘The Ewings’ ou ‘The Sopranos’. Alguns são tão desagradáveis ​​que sua punição é deliciosa, mas muitos também são simpáticos.” – United Press International.

Crítica | ‘A Queda da Casa de Usher’ é mais uma obra-prima do terror assinada por Mike Flanagan

Apesar de detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, o conto titular foi publicado originalmente em 1893 e analisa temas como loucura, família, isolação e identidades metafísicas. A história acompanha um narrador sem nome que viaja para a Casa de Usher em um “dia sombrio, sem som e monótono”. A casa, pertencente a um amigo de infância chamado Roderick Usher, é misteriosa e arrepiante – e o narrador percebe que a casa absorveu um mal inenarrável e uma atmosfera doentia de tudo o que a cerca.

Carla Gugino, Mark HamillCarl LumblyMary McDonnell estrelam a produção.

Henry Thomas, T’Nia Miller, Kyleigh Curran, Samantha Sloyan, Rahul Kohli, Sauriyan Sapkota, Zach Gilford, Michael Trucco, Paola Núñez, Katie Parker, Malcolm Goodwin, Crystal Balint, Aya Furukawa, Daniel Jun, Matt Biedel, Ruth Codd, Annabeth GishRobert LongstreetKate SiegelWilla Fitzgerald e Bruce Greenwood completam o elenco.

Flanagan também entra como produtor executivo ao lado de Trevor MacyEmmy GrinwisMichael Fimognari. Ele também dirige quatro episódios da série, enquanto Fimognari fica responsável pelos outros quatro.

O projeto é o sexto do acordo entre Flanagan e a Netflix, precedido por Missa da Meia-Noite, pelos elogiados A Maldição da Residência Hill‘A Maldição da Mansão Bly’, pelo thriller Jogo Perigoso e a cancelada The Midnight Club.

‘Garotos Detetives Mortos’: Série da Netflix derivada de ‘Sandman’ estreia ESTE MÊS na Netflix!

Garotos Detetives Mortos‘ (Dead Boy Detectives), série baseada na HQ homônima assinada pelo lendário Neil Gaiman, estreia este mês na Netflix.

A produção tem estreia marcada para o próximo dia 25 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/U1wrfTyd2mU?si=N5D34YZaYyngqA46

Inicialmente desenvolvida para a HBO Max, a adaptação dos quadrinhos homônimos de Gaiman (‘Sandman’) encontrou um novo lar na Netflix – e será lançada como um derivado de ‘Sandman‘.

Tem um fantasma insistente que não sai do seu pé? Um demônio roubou suas memórias? Chame os Garotos Detetives Mortos! Nesta série sobrenatural ambientada no universo de Sandman, dois adolescentes se conhecem na morte e fazem de tudo para continuar juntos, incluindo escapar de bruxas más e do Inferno e da Morte em pessoa. Com a ajuda da clarividente Crystal (Kassius Nelson), eles trabalharão juntos para resolver os casos paranormais mais misteriosos do reino mortal.

O novo capítulo da DC, intitulado Gods and Monsters, trará uma conexão entre os filmes nos cinemas e as séries que eventualmente serão lançadas pela HBO Max – como já foi feito com ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série do ‘Pacificador‘.

Jayden Revri (‘O Chalé’), Kassius Nelson (‘Noite Passada em Soho’) e o novato George Rexstrew serão os protagonistas.

Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente.

Além do trio, a série também vai contar com Lukas Gage (‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.

O roteiro da adaptação é escrito por Steve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).

Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.

Kylie Minogue divulga prévia de “Lights Camera Action”, lead single de ‘Tension II’; Ouça!

A icônica e lendária Kylie Minogue divulgou uma prévia inédita de “Lights Camera Action”lead single de seu 17º álbum de estúdio, Tension II.

A canção será disponibilizada na íntegra nesta próxima sexta-feira, 27 de setembro.

O compilado de original, por sua vez, contará com nove faixas e será lançado em 18 de outubro – além de servir como sequência do aclamado ‘Tension’.

Confira:

‘Tension’ rendeu à Minogue uma estatueta do Grammy na categoria de Melhor Gravação Pop Dance pela faixa “Padam Padam” e se sagrou como um dos melhores discos de sua carreira.

Crítica | Kylie Minogue entrega um dos melhores álbuns de sua carreira com o explosivo ‘Tension’

A artista, que ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performers dos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete.

Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”“In Your Arms”“Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado Fever (2001). Em 2009, concorreu na categoria de Melhor Álbum Dance/Eletrônico por ‘X’.

Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.

kylie minogue

‘Dexter: Ressurreição’: Krysten Ritter, de ‘Jessica Jones’, entra para o elenco da série

Segundo o DeadlineKrysten Ritter (‘Jessica Jones’, ‘Orphan Black: Echoes’) foi escalada para o elenco da série Dexter: Ressurreição’, série que dá continuidade aos eventos de Dexter: New Blood’.

Ritter dará vida à personagem recorrente Mia Lapierre, uma sommelier renomada que pode estar escondendo um segredo de matar.

A atriz se junta aos previamente confirmados Ntare Guma Mbaho MwineKadia SarafDominic FumusaEmilia Suárez.

O elenco também conta com Peter Dinklage (‘Game of Thrones’), que será o grande vilão da narrativa. Seu personagem, Leon Prater, é um capitalista bilionário. Para o mundo, ele é um filantropo generoso, mas por trás de sua aparência polida esconde-se uma figura sombria.

Uma Thurman também integra o time, dando vida a Charley, Chefe de Segurança de Leon. Uma ex-agente de Operações Especiais, Charley trabalhou em vários empregos de segurança privada de alto nível antes de assumir sua posição como a engenhosa e meticulosa mão direita de Prater.

Vale lembrar que, além de Michael C. Hall no papel titular, a produção ainda contará com o retorno de David Zayas (‘O Urso’), Jack Alcott (‘The Good Lord Bird’) e James Remar (‘IT: Bem-vindos à Derry’), reprisando seus papéis como Detetive Angel Batista, Harrison Morgan (filho do Dexter) e Harry Morgan (pai do Dexter), respectivamente.

Relembre o teaser e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | Netflix nos dá ADEUS a ‘Sandman’ com os novos episódios da 2ª temporada

Em meio a tantas produções memoráveis, Sandman é, com certeza, um dos títulos mais conhecidos da prolífica carreira de Neil Gaiman. Construindo uma mitologia infinita e bastante sincretista, a série de quadrinhos do icônico autor e romancista conquistou os fãs e a crítica ao redor do mundo – e ganhou uma ótima adaptação por parte da Netflix. Agora, fomos convidados a revisitar esse panteão sobrenatural e fantástico com a leva final de episódios da 2ª e última temporada, que chegou recentemente ao catálogo da plataforma de streaming.

A trama se inicia pouco depois dos chocantes que levaram Morpheus, o Mestre dos Sonhos e um dos Perpétuos (vivido por Tom Sturridge), a derramar sangue de sua própria família em um nobre ato de redenção e de perdão – colocando um fim à miserável existência do filho, Orpheus (Ruairi O’Connor). Ainda que mergulhada em um momento solene e de despedida, a atitude cometida por Morpheus é encarada como sacrilégio pelas Bondosas, um trio de deidades também conhecido como as Fúrias ou Erínias, personificações da vingança (e interpretadas por Nina Wadia, Dinita Gohil e Souad Faress). Inconformadas com a demonstração de blasfêmia cometida pelo Perpétuo, elas juram corrigir os pecados cometidos.

Mas isso não é tudo: consciente dos planos de retaliação das Bondosas, Morpheus se vê em uma missão para encontrar um substituto para o trono de Rei dos Sonhos após sua provável ruína – achando-o no infante Daniel, filha de Lyta Hall (Razane Jammal). Entretanto, o potencial da criança também atrai a atenção de Loki, o Deus da Trapaça (Freddie Fox), e Puck (Jack Gleeson), uma criatura do Reino das Fadas – que desejam transformá-lo em alguém que possam moldar. Não demora muito até que a dupla leve Lyta a acreditar que Daniel foi levado e morto pelo Mestre dos Sonhos, compelindo as Bondosas a utilizarem a devastada mãe como “avatar” na destruição de seu alvo principal.

Os cinco capítulos finais dessa incrível empreitada são sólidos o bastante para fornecer a conclusão que precisávamos – e que, de certa maneira, consegue abordar boa parte dos quadrinhos originais. Em comparação aos episódios anteriores, alguns problemas técnicos e artísticos falam mais alto, como uma pressa frenética em finalizar alguns arcos (ainda que as iterações se desenrolem por mais ou menos uma hora cada) e desequilíbrios rítmicos que influenciam na nossa experiência como um todo. Ficando responsável pela temporada completa, o diretor Jamie Childs permanece à par com o trabalho que já nos entregou e sabe manejar a câmera de maneira a nos deixar curiosos e interessados para o que acontecerá – além de singrar entre o suspense e o drama de maneira formidável.

É notável como o realizador fornece momentos tocantes que incluem uma breve interação entre Morpheus e seus pais, Tempo (Rufus Sewell) e Noite (Tanya Moodie), o retorno de rostos bastante familiares, incluindo Morte (Kirby Howell-Baptiste), Delírio (Esmé Creed-Miles), Nuala (Ann Skelly), e uma predileção pela complexidade de personagens que representam cada lado da psique humana – motivo pelo qual os nomes dos Perpétuos são imbuídos com o abstracionismo de conceitos intangíveis. E, enquanto algumas escolhas não encontram o sucesso prometido, ao menos partem de uma boa intenção e não querem dar um passo maior que a perna, preferindo se valer de convencionalismos confortáveis que têm seu valor.

O elenco, novamente, é o nosso grande foco e o aspecto de maior triunfo dos episódios de encerramento. Sturridge nos surpreende ao trazer mais profundidade à atmosfera taciturna que acompanha Morpheus, colocando-o frente a frente com a iminência de uma ruína e nos encantando cena a cena. É claro que o astro não está sozinho nessa jornada, dividindo os holofotes com os nomes mencionados dos parágrafos, além de Vivienne Acheampong despedindo-se do papel de Lucienne, assistente de Morpheus e guardiã do reino dos Sonhos; Jenna Coleman em um glorioso retorno como Johanna Constantine; e Boyd Holbrook nos encantando em uma inesperada volta como uma versão bondosa do Coríntio, que torna-se um grande aliado de Morpheus e dos outros.

É quase impossível não mencionar o gostinho agridoce que permanece desde o lançamento da leva anterior de episódios, visto que a produção foi terminada cedo demais para aqueles que gostariam de mergulhar ainda mais fundo na mitologia criada por Gaiman. Porém, é necessário afirmar que tanto Childs quanto os showrunners David S. Goyer e Allan Heinberg unem forças para fazer o máximo para entreter os fãs e finalizar a jornada de Sandman de maneira aprazível e coesa – mesmo enfrentando alguns deslizes aqui e ali.

Lembrando que o episódio bônus chega à Netflix no dia 31 de julho.

 

Produtora de ‘Bridgerton’ promete conflitos SABOROSOS para a 4ª temporada

Bridgerton retorna em breve à Netflix com uma 4ª temporada que promete ser a melhor da série até agora – e com a showrunner Jess Brownell afirmando que os novos episódios estarão recheados de “conflitos saborosos” na “adaptação mais fácil” dos romances originais de Julia Quinn.

O novo cicloacompanhará o romance entre o boêmio Benedict (Luke Thompson) e a sensata empregada Sophie (Yerin Ha), cuja trajetória segue uma releitura da história da Cinderela.

“[A temporada] se inclina muito perto da estrutura televisiva de uma história de amor”, disse Brownell, que também atua como produtora executiva e roteirista, à Entertainment Weekly“Há muitos cenários ricos que nos dão conflitos saborosos e altos riscos. Acho que os fãs ficarão felizes em ver alguns dos cenários do livro na série”.

showrunner observou que a série explorará a dinâmica de classes entre a posição elevada de Benedict como herdeiro da família Bridgerton e o sustento de Sophie como trabalhadora da alta sociedade, trazendo uma “sensibilidade totalmente nova” para a série ambientada na Era da Regência.

“Conversamos muito sobre ‘descer as escadas’ e como isso afetaria o tom geral da série e acho que, na verdade, se encaixa perfeitamente nos temas que estávamos tentando explorar nesta temporada”, ela explicou. “Benedict vive em um mundo de fantasia. Sophie vive em uma realidade muito mais dura. A ideia é que, para nenhum dos dois, nenhum desses mundos é onde eles precisam estar para encontrar o amor verdadeiro”.

Lembrando que a próxima temporada será dividida em duas partes: a primeira tem estreia agendada para 29 de janeiro, enquanto a segunda, para 26 de fevereiro.

A série já foi renovada para a 5ª e a 6ª temporadas.

Taylor Swift anuncia a INÉDITA “I Knew It, I Knew You” para a trilha sonora de ‘Toy Story 5’

Toy Story 5’, vindoura sequência da aclamada franquia da Disney/Pixar, terá uma música inédita da vencedora do Grammy e do Emmy Taylor Swift.

Intitulada “I Knew It, I Knew You”, a canção inédita será lançada nesta sexta-feira, 5 de junho.

Confira:

Lembrando que longa contará com sessões antecipadas no dia 17 de junho.

Nesta nova aventura, a personagem Jessie ganhará um papel de destaque central ao lado de Woody e Buzz. A trama promete um embate atual e relevante: os amados brinquedos enfrentarão o desafio de reconquistar a atenção das crianças em meio à crescente dominância da tecnologia e dos dispositivos eletrônicos no cotidiano infantil.

‘Toy Story 5’ deve arrecadar US$ 150 milhões e se tornar a MAIOR estreia da franquia nos EUA

Maisa vai dublar Lilypad, o novo smart tablet em formato de sapo da Bonnie. Para o desespero dos brinquedos de verdade, Lilypad se torna a nova favorita da garota. Completamente despreocupada que sua presença esteja estressando Jessie e os demais brinquedos, Lilypad está sempre muitos passos à frente dos brinquedos tradicionais e tem as próprias ideias para ajudar a garota a se conectar com amigos. A altamente tecnológica Lilypad e a atemporal Jessie parecem completas opostas, mas elas têm um grande ponto em comum: elas farão qualquer coisa para ajudar sua criança. No áudio original, em inglês, a personagem é dublada pela atriz Greta Lee.

Rafael Infante dará voz ao Amigo Rolinho, um desbocado dispositivo tecnológico de treinamento de troninho com todo o glamour de um rolo de papel higiênico e uma atitude que faz jus a seu nome. Com sua criança Blaze tendo passado, há muito, seus dias de treinamento, Rolinho passou anos esquecido, em modo de descanso, na velha cabana de brinquedos dela. Mas, quando ele é inesperadamente recrutado para uma missão importante, esse sabichão consegue pilhas novinhas e uma oportunidade de mostrar do que é capaz. No áudio original, em inglês, o personagem é dublado pelo comediante Conan O’Brien.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 18 de junho.

A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).

Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.

George Takei aprova ‘Star Trek’ de Quentin Tarantino

Há muita especulação em torno do ‘Star Trek‘ dirigido por Quentin Tarantino e, até o momento, foi revelado apenas que o filme será para maiores de 18 anos.

Muitos fãs ficaram preocupados com a notícia, mas até William Shatner, intérprete original do Capitão Kirk, já deu sua benção ao filme.

Outro astro da franquia original que parece positivo quanto à adaptação é George Takei, intérprete de Hiraku Sulu. Como um fã do Tarantino, Takei acredita que ele tem uma imaginação ousada para tirar ‘Star Trek‘ da zona de conforto.

Durante a divulgação da série ‘The Terror‘, na San Diego Comic Con, Takei disse à Entertainment Weekly:

“Eu sou um fã de Quentin Tarantino, eu acho que ele tem uma mente muito criativa, e é sobre disso que Star Trek‘ tratava – ir onde ninguém foi antes. E a ideia de Tarantino em ambientar uma história no século 23 é terrivelmente excitante.”

É claro que alguns fãs podem se incomodar com mudanças no tom da franquia, mas levando em conta a genialidade de Tarantino, é possível dizer que o filme está em boas mãos e ele vai respeitar o legado construído pela tripulação da Enterprise.

E você, concorda com Takei?

‘Duna’: Astro de ‘O Tigre e o Dragão’ é destaque em nova imagem da adaptação

A Warner Bros divulgou uma nova imagem do remake de ‘Duna‘, destacando o Dr. Wellington Yueh, personagem vivido por Chang Chen (‘O Tigre e o Dragão‘).

No romance de Frank Herbert, Yueh é o médico de confiança da Casa Atreides, e foi condicionado para que seja incapaz de causar danos.

Apesar de não ser um personagem principal, ele desempenha um papel muito importante na história.

Confira, junto com a imagem do restante do elenco:

 

A Warner Bros. lançará o filme no dia 18 de dezembro de 2020.

Dirigido por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049‘), o longa deve adaptar apenas a primeira metade do livro.

Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothee Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome‘) será o protagonista. Oscar Isaac, Rebecca FergusonJason MomoaDave Bautista, Javier Bardem e Charlotte Rampling completam o elenco.

‘O Exorcista’: HBO Max divulga trailer moderno para o clássico do terror; Assista!

Para comemorar a chegada de ‘O Exorcista‘ ao seu catálogo, a HBO Max divulgou um trailer moderno para o clássico do terror dirigido por William Friedkin em 1973.

O vídeo reúne as cenas do filme original, com gráficos atualizados que resumem o enredo, enquanto Regan MacNeil (Linda Blair) é cada vez mais dominada pelo demônio e as legendas indicam que a trama foi inspirado em eventos reais.

O trailer assustador termina com Regan totalmente possuída pulando da cama e gritando diretamente para a câmera.

Assista:

Falando nisso, o Observer confirmou que o longa vai ganhar uma sequência produzida pela Blumhouse.

Jason Blum, David Robinson e James Robinson atuarão como produtores executivos do filme, que ainda não tem data de lançamento.

O filme será dirigido por David Gordon Green – que comandou o ‘Halloween‘ de 2018 e suas duas sequências inéditas.

A ideia é seguir os passos do ‘Halloween‘ de 2018, que ignorou as sequências e continuou a história a partir do original, abraçando elementos do material de origem sem ser uma reinicialização direta.

A trama será focada na neta de Regan McNeil (Linda Blair) e sua luta para se livrar do demônio Pazuzu, que atormenta a família desde que foi expulso do corpo de Regan pelo padre Damien Karras (Jason Miller).

Sendo assim, o novo filme deve desconsiderar ‘O Exorcista II: O Herege‘ (1977) e ‘O Exorcista III’ (1990) para contar uma história ligada diretamente ao original.

Recentemente, Friedkin esclareceu rumores recentes e foi bastante categórico ao afirmar que não está envolvido com o novo filme.

“Há um rumor no IMDB que eu estou envolvido com a nova versão de ‘O Exorcista’. Isso não é um rumor, é uma mentira descarada. Não há dinheiro ou motivação suficientes que façam com que eu me envolva com esse projeto,” declarou o cineasta.

Como o projeto ainda está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Morgan Creek será responsável pela nova versão ao lado da Blumhouse. O estúdio é responsável pela pré-sequência do clássico, intitulada ‘Domínio: Prequela do Exorcista‘, lançada em 2015.

Eles também realizaram ‘A Reconquista‘ e ‘Ace Ventura‘.

Dirigido por William Friedkin e estrelado pela Linda Blair, o primeiro longa segue uma garotinha de doze anos que está tendo um comportamento completamente assustador. Deste modo, sua mãe pede ajuda a um padre, que é também um psiquiatra, e este chega a conclusão de que a garota está possuída pelo demônio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina desta terrível possessão.

A franquia original rendeu quatro filmes, além de uma prequel “alternativa”, intitulada ‘Domínio‘. Recentemente, a FOX lançou uma série que se passava no mesmo universo que o filme original, que durou por 2 temporadas.

‘Homem-Aranha 3’: Sam Raimi está empolgado com retorno de Alfred Molina como Dr. Octopus

Os fãs de longa data do ‘Homem-Aranha‘ forma à loucura quando o trailer do novo mostrou o retorno de Alfred Molina como o Dr. Octopus.

E parece que não foram apenas os fãs que ficaram empolgados com a prévia.

Durante uma entrevista para a SyFy Wire, Sam Raimi, o diretor da primeira trilogia do Cabela de Teia, disse que está animado para rever Molina interpretando o vilão.

Questionado sobre o que sentiu ao rever o personagem desde ‘Homem-Aranha 2‘, o cineasta respondeu:

“Foi lindo. Ele está ótimo, os efeitos ficaram incríveis. E eu amei que eles mantiveram aquele sobretudo dele. Acho que vai ser um ótimo filme.”

Ele também comentou sobre os tentáculos do vilão.

“Suponho que as garras não sejam marionetes, nesse filme mas o resultado ficou demais. Quando fizemos [o filme de 2004], tínhamos marionetes dos tentáculos e depois animávamos por computação. Era algo simples, mas poderoso.”

Vale lembrar que o filme de 2004 mostrou o Dr. Octopus se sacrificando para impedir a destruição de Nova York, que seria consumida por conta de um erro seu.

No entanto, ninguém o viu morrer de verdade, apenas afundando do East River…

Por conta disso, muitas teorias vem surgindo sobre o assunto.

Durante uma entrevista para a Variety, Molina foi questionado sobre a ‘ressurreição’ do vilão e foi direto ao dizer que:

“O novo filme vai explicar o que aconteceu com ele enquanto estava afundando.”

Apesar de não entrar em detalhes, o astro sugere que Octavius nunca se afogou e conseguiu escapar do rio com vida, mas só em dezembro é que o fãs terão a resposta definitiva.

Lembrando que Homem-Aranha: Sem Volta para Casa terá nada menos que duas horas e meia, e chegará aos cinemas nacionais em 16 de dezembro.

Assista ao trailer:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Thor: Amor e Trovão’: Chris Hemsworth elogia a performance de Russell Crowe como Zeus

Pela primeira vez, o MCU vai abordar um pouco da mitologia grega em ‘Thor: Amor e Trovão‘, que conta com a presença de ninguém menos que Zeus, regente do Monte Olimpo e deus do trovão.

Vivido por Russell Crowe, Zeus deve ser uma das vítimas de Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale).

E, a julgar pelo trailer, o personagem deve ser retratado de forma um tanta cômica.

Durante uma entrevista para o site oficial da Disney (via The Direct), Chris Hemsworth comentou sobre a presença de Zeus e rendeu elogios à atuação de Crowe.

“Eu nunca pensei que veria o dia em que Russell apareceria no set com aquele visual estilo ‘Gladiador’, mas com um jeitão meio autodepreciativo. Ele não se conteve em fazer piadas sobre si mesmo.”

Ele continuou

“Foi divertido porque há tanto peso e seriedade em suas performances, mas ao conhecê-lo, percebi que ele tem um grande senso de humor e fez tudo o que Taika [Waititi] pediu no set, o que foi alucinante E foi muito divertido brincar com a mitologia, indo da mitologia nórdica à mitologia grega – Taika junta todos esses mundos de forma brilhante.”

Em abril, Waititi também elogiou o trabalho de Crowe na sequência, dizendo:

“Considero Russell um amigo e esqueço que tenho alguns amigos que são realmente incríveis no que fazem”, disse Waititi à EW. “Quando eu estava no set com Russell, eu estava tipo, ‘Minha nossa, é isso mesmo! Você é Russell Crowe! Você é um ator realmente incrível.”

Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão‘ será lançado em 07 de julho nos cinemas nacionais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa se passa após os acontecimentos de ‘Thor: Ragnarok‘ e traz a volta de Jane Foster (Natalie Portman), que se transforma na versão feminina de Thor. Os Guardiões da Galáxia também terão papel importante na história…

Anteriormente, o diretor e roteirista Taika Waititi revelou que o longa-metragem é tão insano que “não deveria ter sido feito”.

“Bom, entre eu e você e os leitores, eu fiz várias coisas insanas na minha vida. Eu vivi dez vidas diferentes. Mas esse é o filme mais bizarro que eu já fiz. Se você separasse todos os elementos desse filme, não deveria fazer sentido. É como se quase não deveria ser feito. Se você entrasse em um quarto e dissesse: ‘eu quero isso e isso e isso’. Quem está nele? Esse tipo de pessoa. Do que vamos chamá-lo? ‘Amor e Trovão’. Digo, você nunca iria trabalhar de novo. Talvez eu não vá, depois disso”.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

Bruce Willis já não reconhece a própria mãe e tem comportamentos agressivos devido à demência

Os fãs de Bruce Willis (‘O Sexto Sentido’) foram pegos de surpresa quando sua família revelou que seu quadro de afasia, doença que afeta o sistema nervoso e motor, evoluiu para demência frontotemporal.

E o caso é mais grave do que o público pensava, pois o astro já não reconhece a própria mãe, Marlene Willis, e está apresentando comportamentos agressivos.

As informações foram reveladas por Wifried Gliem, primo de Marlene, em entrevista ao site alemão Bild (via Terra).

“Ela já não tem certeza de que ele a reconhece e sua coordenação está muita lenta. Ele também sempre tem uma ligeira agressividade, então já não é possível ter uma conversa normal com ele.”

Ele acrescentou que:

“Apesar de que esse comportamento seja comum na condição clínica dele, é inevitável o sofrimento que Marlene está passando.”

Gliem disse que Marlene está extremamente preocupada com as netas, mas tem esperança que a família vai superar os momentos de dificuldade.

A demência é uma condição ou grupo de distúrbios causados ​​pela perda progressiva de células nervosas nos lobos frontal ou temporal do cérebro. Como Willis já vinha tratando a afasia e não obteve melhoras, isso indica uma progressão constante da deterioração futura.

Nas redes sociais, os fãs do astro estão desconsolados sobre a notícia, já que não é apenas uma grande perda para o cinema, mas também uma situação bem triste para qualquer pessoa.

Confira as reações:

A família de Willis divulgou uma declaração conjunta da esposa de Bruce, Emma, ​​ex-esposa Demi Moore, e filhas, Rumer, Scout, Tallulah, Mabel e Evelyn.

“Como uma família, queríamos aproveitar esta oportunidade para agradecer a todos pelo derramamento de amor e compaixão por Bruce nos últimos dez meses”, escreve a família Willis. “Sua generosidade de espírito foi impressionante e estamos tremendamente gratos por isto. Por sua gentileza e porque sabemos que você ama Bruce tanto quanto nós, gostaríamos de atualizá-lo.

Desde que anunciamos o diagnóstico de afasia de Bruce na primavera de 2022, a condição de Bruce progrediu e agora temos um diagnóstico mais específico: demência frontotemporal (conhecida como FTD). Infelizmente, os problemas de comunicação são apenas um sintoma da doença que Bruce enfrenta. Embora isso seja doloroso, é um alívio finalmente ter um diagnóstico claro.

FTD é uma doença cruel da qual muitos de nós nunca ouvimos falar e pode atingir qualquer pessoa. Para pessoas com menos de 60 anos, a FTD é a forma mais comum de demência e, como o diagnóstico pode levar anos, a FTD provavelmente é muito mais prevalente do que sabemos. Hoje não há tratamentos para a doença, uma realidade que esperamos que possa mudar nos próximos anos. À medida que a condição de Bruce avança, esperamos que qualquer atenção da mídia possa se concentrar em lançar uma luz sobre esta doença que precisa de muito mais conscientização e pesquisa.

[Bruce] sempre acreditou em usar sua voz no mundo para ajudar os outros e aumentar a conscientização sobre questões importantes, tanto pública quanto privadamente. Sabemos em nossos corações que — se ele pudesse hoje — ele gostaria de responder trazendo atenção global e uma conexão com aqueles que também estão lidando com esta doença debilitante e como ela afeta tantos indivíduos e suas famílias.

Bruce sempre encontrou alegria na vida – e ajudou todos que ele conhece a fazer o mesmo. Significa o mundo ver esse sentimento de cuidado ecoado de volta para ele e para todos nós. Ficamos muito comovidos com o amor que todos vocês compartilharam por nosso querido marido, pai e amigo durante este período difícil. Sua compaixão, compreensão e respeito contínuos nos permitirão ajudar Bruce a viver uma vida tão plena quanto possível.”

Foi revelado pelo seu próprio advogado que Bruce Willis queria continuar trabalhando após o seu diagnóstico de afasia – com o ator ainda fazendo alguns papéis já com a doença.

Nos últimos dois anos, Bruce Willis engatou 12 filmes diferentes que estreiam ainda est ano.

Veja abaixo a lista com todos esses filmes, inclusive o primeiro já estreou:

Gasoline ALley
‘Vendetta’
‘Fortess 2’
A Day to Die
‘The Wrong Place’
‘Soul Assassin’
Corrective Measures
‘White Elephant’
Paradise City
‘Wire Room’
‘Fortress 3’
‘Hair of the Dog’ 

‘Deadpool 3’: Rumor aponta participação de SURPREENDENTE personagem ligado ao Wolverine

Mesmo antes do início das gravações de ‘Deadpool‘, rumores apontaram que diversos personagens farão participações especiais no longa, como a X-23, com Dafne Keen reprisando papel que interpretou em ‘Logan.

E, de acordo com o CBM, mais um personagem ligado ao Wolverine fará uma ponta na trama, e será ninguém menos que Daken, o filho rebelde do mutante com garras de adamantium.

Para quem não conhece, Daken, cujo verdadeiro nome é Akihiro, apareceu pela primeira vez em ‘Wolverine: Origins’ #10, em 2007.

Ele é filho de Wolverine com sua esposa Itsu, e possui muitas das habilidades do pai, incluindo um fator de cura, garras retráteis e sentidos aprimorados.

Daken tem um relacionamento complicado e conflituoso com Wolverine e tem alternado entre ser antagonista e anti-herói, nutrindo ódio por seu pai ausente.

Manipulador, astuto e moralmente ambíguo, Daken foi membro de várias equipes, incluindo os Vingadores Sombrios.

Apesar de não haver nada confirmado, a informação foi publicada originalmente pelo insider do perfil CanWeGetSomeToast, que vem publicando divesos furos que se comprovaram verdadeiros sobre os bastidores de diversas produções.

De acordo com o DisInsider, o filme também vai contar com surpreendentes participações especiais dos X-Men e do Quarteto Fantástico, todos da extinta 20th Century Fox.

Ao que parece, Julian McMahon também irá reprisar su papel como Doutor Destino e haverá uma participação especial de Taron Egerton (‘Kingsman’) como uma variante do Wolverine.

E não para por aí…

O terceiro filme também contará com a presença de Stefan Kapičić como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular.

Com estreia marcada para 25 de julho de 2024,Deadpool 3’ será a única produção de super-heróis da Disney agendada para o próximo ano.

Liga da Justiça | As mudanças que o corte do diretor Zack Snyder pode trazer

Nova versão do crossover da DC Comics promete entregar muito material que ficou de fora do filme de 2017

Com a data de estreia marcada para as 5 horas da manhã desse dia 18 de Março nas plataformas de Video on Demand, Liga da Justiça de Zack Snyder sem dúvida conquistou o posto de um dos mais aguardados lançamentos para o início de 2021 sem ter uma previsão de lançamento nos cinemas. O contexto geral, fora do campo de entretenimento, também intensifica a presença de produções como o corte de Zack Snyder; afinal o mundo foi virado de cabeça para baixo pela pandemia de Covid-19, todos os setores foram afetados e uma grande produção de super-heróis pode ser um bom remédio temporário.

É claro que a dúvida sobre o que essa nova versão, apelidada pela internet de Snydercut, pode trazer de novidade; afinal de contas, se está discutindo um filme que já foi para os cinemas em 2017, sofreu diversas críticas e já foi lançado no mercado de home video. A história sobre como o Snyder Cut surgiu começou ainda durante a produção de Liga da Justiça, quando o diretor ao mesmo tempo em que gravava o filme de acordo com as exigências do então chefe da DC para o cinema, Geoff Johns, também produzia materiais relacionados à sua ideia do que era para ser o filme final.

Os boatos de um afastamento do Zack Snyder já não eram novidade àquela altura visto que desde a complicada estreia de Batman vs Superman: A Origem da Justiça muitas pessoas da mídia especializada e do público em geral defendiam abertamente a demissão do diretor e um replanejamento drástico da sua visão para o universo da DC nos cinemas. Tanto por ter um contrato com o cineasta quanto pelo filme da Liga da Justiça já estar em pleno andamento, a Warner segurou a ideia da demissão e aguardou pelo momento certo.

A má recepção de “Batman vs Superman” já havia colocado o diretor em uma situação complicada

Acontece que ele veio da pior forma imaginável. No final de maio de 2017, Snyder se afastou da produção devido a uma tragédia familiar; sua filha, Autumn Snyder, tirou a própria vida e o diretor precisou se concentrar em amparar a família (uma esposa e sete filhos). Em uma entrevista dada ao Hollywood Reporter no mesmo ano ele disse como a agenda da produção dificultou sua aproximação com a família.

“As demandas desse trabalho são bastante intensas. Te consomem completamente. Nos últimos dois meses, eu tenho percebido… eu decidi me afastar do filme para estar com a minha família, estar com meus filhos, que realmente precisam de mim. Todos eles estão passando por um momento difícil. Eu estou passando por um momento difícil”.

Dessa forma, o diretor anunciou seu afastamento da pós-produção e o estúdio imediatamente contatou Joss Whedon para fazer as devidas modificações que a diretoria desejava. Whedon foi a escolha óbvia, até então, por ter dirigido os dois primeiros Vingadores; para o comando da Warner uma aproximação com o tom narrativo oferecido pelos filmes da Marvel Studios seriam um sucesso garantido com o público e afastaria de vez o formato mais “sombrio e realista” projetado por Snyder e Christopher Nolan ainda em Homem de Aço.

A contratação de Whedon veio para retrabalhar quase que completamente o filme

Junto com a mudança na liderança vieram decisões técnicas, como a substituição do compositor Junkie XL por Danny Elfman e diversas refilmagens que retiraram alguns conteúdos e inseriram outros tantos (diminuindo o tempo de exibição para duas horas, copiando o modelo Marvel), justamente para se afastar o máximo possível da concepção original de Zack Snyder

O que se viu foi um performance insatisfatória nas bilheterias com pouco mais de US$ 657 milhões (o plano original era de que o primeiro crossover com alguns dos maiores nomes da DC Comics atingisse no mínimo US$ 1 bilhão) feitos mundialmente, mediante a um orçamento de US$ 300 milhões. Domesticamente a situação foi bem pior, pois o filme conseguiu fazer apenas US$ 229 milhões, não conseguindo assim cobrir os custos de produção. 

Eventualmente todo o pós lançamento de Liga da Justiça foi marcado por críticas negativas, que se apoiaram sobre o péssimo vilão, desenvolvimento insatisfatório dos personagens estreantes e excesso de CGI; com isso marcando o filme com uma avaliação de 40% por parte da crítica especializada. Outro fator bastante negativo que repercutiu após a estreia foram as denúncias feitas pelo ator Ray Fisher (o Ciborgue) sobre como Joss Whedon e Geoff Johns lidavam com a equipe do filme, chamando a atenção para momentos envolvendo abusos de poder feitos por ambos.

As acusações de Ray Fisher encontraram apoio em outros atores que trabalharam com Whedon no passado

Isso eventualmente levou a uma grande investigação interna aberta pela Warner e o surgimento de mais denúncias contra Joss Whedon feitas por atrizes que trabalharam com ele na série Buffy, a Caça-Vampiros. Em meio a todo esse caos, Zack Snyder começou a se movimentar bem mais que o usual na rede social Vero, liberando com certa frequência diversas imagens com CGI inacabado e storyboards de cenas nunca vistas antes em Liga da Justiça.

Não foi até janeiro de 2018 que as primeiras informações sobre o estado avançado com que o material guardado por Snyder estava começaram a repercutir, levantando a possibilidade de que com investimento necessário esses materiais poderiam receber o devido acabamento. Na mesma proporção o movimento Release Snyder Cut foi ganhando força nas redes sociais ao passo que personalidades como Kevin Smith e Jason Momoa (Aquaman) empolgaram os fãs afirmando que essa versão existia e poderia ser liberada algum dia.

Por volta de 2020, Snyder anunciou que sua versão seria finalizada e lançada no serviço de streaming HBO Max. Ainda segundo o diretor, o custo dessa “pós-produção” giraria em torno de US$ 20 a US$ 30 milhões, além da possibilidade do filme ser lançado como um longa de quatro horas (opção que foi escolhida) ou como uma minissérie de seis episódios.

Em busca de chamar mais atenção para seu catálogo a HBO Max decidiu apostar no projeto

Mas, afinal, qual vai ser a diferença entre essa nova versão e aquela vista em 2017? A primeira é uma participação maior do vilão Darkseid, que já havia sido confirmado em storyboards divulgados no passado mas, conforme visto no último trailer, terá ao menos uma participação rápida, coisa que não ocorreu anteriormente. Um redesign do vilão Lobo da Estepe também já se sabe que irá acontecer, afastando o rejeitado visual de 2017.

Zack Snyder já havia dito anteriormente, além de que o material divulgado nos últimos dias dá a entender isso, que o futuro pós-apocalíptico (apelidado de Knightmare) introduzido em Batman vs Superman vai ter uma parcela de duração importante no corte do diretor; dessa forma trabalhando melhor o Batman esteticamente semelhante a Mad Max, o Superman ditador abertamente inspirado pelos quadrinhos de Injustice, o Ciborgue, cuja participação foi bastante reduzida anteriorment,e e introduzindo uma nova visão do Coringa interpretado por Jared Leto em Esquadrão Suicida.

Em entrevista concedida à Borys Kit para o The Hollywood Reporter em 2020, ele disse que o filme “será uma uma coisa totalmente nova, e, especialmente falando para aqueles que viram a versão do filme lançada, uma nova experiência à parte daquele filme. Você provavelmente assistiu a um quarto do que eu fiz”. 

O retorno do Coringa de Jared Leto vai ser um dos diferenciais da nova versão

Outras potenciais mudanças que podem surgir são: uma participação, não se de que tamanho, do Caçador de Marte (sua presença no filme havia sido confirmada por Snyder por meio de uma postagem de um storyboard mostrando a composição da cena em que o herói revela quem ele era quando disfarçado; ninguém menos do que General Swanwick presente em ambos Homem de Aço e Batman vs Superman); o famoso traje negro usado pelo Superman nas HQs após voltar à vida também vai fazer uma aparição no corte do diretor – anteriormente ele havia ficado relegado a uma cena excluída presente nos extras do DVD de 2017.

No campo da especulação de possíveis participações aparecem nomes que vão desde o Lanterna Verde de Ryan Reynolds até Jason Todd (Robin morto pelo Coringa) em um flashback mas sem qualquer sinalização positiva do diretor. Sobre a história do filme em si é esperado que a essência ainda seja a mesma: a busca do Lobo da Estepe para reunir as caixas maternas e assim transformar a Terra em uma nova Apokolips, ao mesmo tempo que Batman reúne um grupo de pessoas extraordinárias para impedi-lo. 

Ainda assim, o caminho para o fim e o final em si devem diferir do que já se conhece até pelo tempo de exibição que a película terá e o número de personagens envolvidos. Zack Snyder’s Justice League não é o primeiro filme a ter uma reimaginação do diretor (Blade Runner teve sete versões desde a estreia em 1982 e Superman II teve um corte do Richard Donner) mas é primeiro cujo corte foi promovido exclusivamente pelo público e que pode muito bem sinalizar a chegada de novos tempos para Hollywood, em que os estúdios tenderão a ouvir as redes sociais com muito mais atenção. 

 

‘Rebel Moon’: Zack Snyder confirma data de lançamento do primeiro trailer

O diretor Zack Snyder confirmou a data de lançamento do trailer de seu novo filme, ‘Rebel Moon‘, ficção científica de ação que será lançado na Netflix em dezembro.

Através do Twitter, o cineasta confirmou que o novo trailer será revelado na próxima terça-feira, dia 22 de agosto.

Confira:

Em uma recente entrevista à Empire, Snyder revelou que não consegue ver um “fundo” em relação a quanto conseguirá explorar desse universo sci-fi – indicando que o filme pode ter mais sequências além das duas já confirmadas e, quem sabe, uma série de televisão.

“Quando eu mostrei a ideia para a Netflix, a escala era algo que eles queriam”, Snyder conta. “Eles disseram: ‘bom, o quão grande pode ser? Quantos filmes?’. Eles me fizeram dizer: ‘OK, se nós realmente vamos fazer isso, podemos mergulhar bem fundo. Não podemos atingir o fundo, realmente”.

Conversando com a mesma revista, Snyder revelou que o filme teve uma origem interessante no universo ‘Star Wars‘.

Em uma reunião com a Lucasfilm, logo após a aquisição da empresa pela Disney em 2012, surgiu a ideia original para o projeto. Snyder expressou seu desejo de criar uma história independente, sem utilizar personagens já estabelecidos.

“A venda tinha acabado de acontecer. Havia uma janela ali em que ninguém sabia o que era possível, sabe? Eu cheguei para a reunião e disse: ‘Não quero nenhum dos seus personagens. Não quero fazer nada com figuras que o público reconheceria. Quero fazer a minha própria história ali do lado'”, compartilhou Snyder.

No entanto, o diretor também expressou seu desejo de que ‘Rebel Moon‘ fosse um filme para maiores de idade, o que se tornou um obstáculo na negociação.

“Eu ainda disse a eles: ‘Acho que será um filme para maiores!’. E isso foi um grande problema. Eu sabia que era muita coisa para pedir, e quanto mais eu tentava convencê-los, mais percebia que eles nunca iam deixar eu fazer o que queria.”

Lembrando que a produção será lançada na Netflix em 22 de dezembro.

Tropas comandadas por forças tiranas ameaçam acabar com a paz de uma colônia localizada nos confins de uma galáxia, e Kora (Sofia Boutella), uma jovem com um passado misterioso, passa a ser a esperança de sobrevivência de todos. Com a missão de encontrar guerreiros de outros planetas que possam ajudar a defender a colônia, Kora monta um pequeno grupo formado por forasteiros, rebeldes, camponeses e órfãos de guerra com algo em comum: a necessidade de redenção e vingança. Com a sombra de um reino se aproximando da mais improvável das luas, uma batalha que decidirá o futuro de uma galáxia se iniciará, dando origem a um exército de heróis.

Snyder reuniu diversos nomes que já colaboraram com ele em seus filmes, como Ray Fisher, o Ciborgue de ‘Liga da Justiça’, e Jena Malone, a Rocket de ‘Sucker Punch‘.

Além disso, o cineasta convidou astros de destaque, incluindo o vencedor do Oscar Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’) e o indicado ao Oscar Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’).

Confira o elenco completo:

Sofia Boutella (‘A Múmia’) será Kora, uma ex-membro do “Imperium”, que agora vive na lua Vedt e monta uma equipe para enfrentá-los.

Charlie Hunnam (‘Sons of Anarchy’) será Kai; descrito como o “piloto de nave Mercenária”.

Michiel Huisman (‘Game of Thrones’) será Gunnar; um fazendeiro recrutado para a causa.

Hounsou será o General Titus.

Staz Nair (‘Supergirl’) será Tarak; um ferreiro trabalhando para pagar uma dívida como servo contratado, anteriormente comparado a Tarzan.

Doona Bae (‘A Viagem’) será Nemesis, descrito como “mestre da espada”, e que se revela como metade homem, metade máquina.

Fisher e Cleopatra Coleman (‘Dopesick’ serão Darrian e Devra, irmãos lutadores que se juntam à resistência.

E. Duffy (‘Girlfriends’) será Milius; o último membro do grupo reunido.

Malone é descrita apenas como “um ser-aracnídeo etéreo”, enquanto Hopkins será “um robô ornamentado com séculos de idade chamado Jimmy”.

Ed Skrein (‘Deadpool’) será o Almirante Noble.

Fra Fee (‘Gavião Arqueiro’) será o Regente Balisarius

Outros membros do elenco também foram confirmados para o filme, ou talvez sua sequência, mas ainda não tiveram os detalhes de seus personagens confirmados, incluindo: a novata Charlotte Maggi, Sky Yang (‘Halo’), Corey Stoll (‘Homem-Formiga 3’), Cary Elwes (‘A Princesa Prometida’), Alfonso Herrera (‘O Exorcista’), Rhian Rees (‘For All Mankind’) e Ray Porter, que dublou o Darkseid em ‘Liga da Justiça‘.

Em entrevista exclusiva à Vanity Fair, Snyder confirmou que o filme será lançado em duas partes, cada uma delas contando com dois cortes diferentes: um PG-13 (adequado para maiores de 13 anos) e outro Rated R (restrito para maiores de idade).

“Um corte é um filme que qualquer um pode assistir e curtir. O outro é mais explícito e é estritamente para adultos. Acho que esse segundo corte será mais divertido para os meus fãs e para as pessoas que estão preparadas para um mergulho mais profundo e intenso”, afirmou Snyder.

Rebel Moon inicialmente foi concebido como um único filme de mais de três horas. No entanto, a Netflix solicitou a divisão em duas partes, baseando-se na constatação de que “por algum motivo, filmes com cerca de duas horas têm um desempenho melhor no streaming”.

Confira as imagens divulgadas:

Além de dirigir, Snyder assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead’) e Kurt Johnstad (‘300’).

Rebel Moon‘ é descrito como uma grande aventura de fantasia que segue uma jovem enigmática vivendo em uma colônia pacífica nos arredores da galáxia. Ela recebeu a tarefa de encontrar guerreiros que possam se defender de uma invasão iminente do despótico regente Balisarius.

O elenco inclui Sofia Boutella, Charlie Hunnam, Djimon Hounsou, Ray Fisher, Doona Bae, Jena Malone, Staz Nair, E. Duffy e Michiel Huisman.

‘Knuckles’: Produtor está “realmente EMPOLGADO” com a série derivada de ‘Sonic’

A série Knuckles, derivada de Sonic 2: O Filme’, estreia neste mês na Paramount+. O produtor executivo da série, Toby Ascher, compartilhou recentemente detalhes sobre o primeiro spin-off da bem-sucedida franquia do cinema.

Durante uma entrevista a Paste, Ascher expressou entusiasmo: “Ficamos realmente empolgados com a ideia de expandir nossos personagens e nosso mundo para a televisão, especificamente, porque nos dá uma plataforma para realmente fazer estudos de personagens”.

Ele continuou: “Sabíamos que, com a entrada de Shadow em ‘Sonic 3’ e algumas das coisas maiores que queremos fazer, a franquia Sonic nos filmes será como esses eventos de nível Vingadores. Serão essas histórias emocionantes e grandes que têm muitos personagens diferentes. Então, o que a televisão fez por nós é nos dar tempo para explorar alguns dos personagens secundários em profundidade e desenvolvê-los realmente de maneiras interessantes”.

Ascher também revelou um pouco do tom da série, destacando seu caráter humorístico, impulsionado em parte pelo talento de Adam Pally e pela contribuição notável de Idris Elba: “Achamos que poderíamos traduzir isso para uma série completa. Acho que é de longe a versão mais engraçada que tivemos em qualquer um dos filmes do Sonic até agora. Ela mergulha na comédia estranha parcialmente por causa de Adam Pally e por causa do que Idris traz de uma maneira realmente incrível”.

Sobre os planos futuros, Ascher afirmou que estão abertos a expandir o universo de Sonic na televisão: “Também gostamos muito da ideia de seguir linearmente pelos jogos, e então no terceiro filme, ser capaz de fazer um super easter egg de Sonic 3 e Knuckles. Em primeiro lugar, o objetivo ao entrar na série foi: como replicamos a qualidade do filme em um prazo muito mais condensado? Sabíamos que se, de repente, isso parecesse uma série derivada ou algo que foi realmente mal feito, não apenas os fãs a rejeitariam, mas isso prejudicaria o que fizemos.”

Ele continuou: “No final, tivemos algumas vantagens. Uma delas é que, à medida que íamos fazendo esses filmes, fomos aprimorando os ativos e os modelos de personagens à medida que avançamos. Então, realmente, criamos uma boa máquina neste ponto. Sabemos os personagens, como eles precisam parecer, e sabemos como animá-los muito rapidamente. O show do Knuckles tem cerca de 1600 efeitos visuais, o que são 300 a mais do que Sonic 1.”

Ele concluiu afirmando: “Se algo estiver funcionando realmente bem, e tivermos uma história realmente ótima para contar, definitivamente vamos expandir isso. Acho que não há portas fechadas para futuras televisões, futuras temporadas de Knuckles, então tudo está aberto. Acho importante para nós que não estamos apenas fazendo coisas por fazer”.

A produção estreia no dia 26 de abril na Paramount+.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série é estrelada por Idris Elba (‘Luther: O Cair da Noite’), e conta com Adam Pally, que retorna como Wade Whipple. A trama é situada entre ‘Sonic 2‘ e ‘Sonic 3‘, programado para chegar aos cinemas em 20 de dezembro de 2024.

Na série, Knuckles “concorda em treinar Wade como seu protegido e lhe ensinar os caminhos do guerreiro Echidna”.

Edi Patterson (‘The Righteous Gemstones’), Julian Barratt (‘Mindhorn’), Scott Mescudi (‘Não Olhe para Cima’) e Ellie Taylor (‘Ted Lasso’), Christopher Lloyd (‘De Volta para o Futuro’), Cary Elwes (‘Esquema de Risco: Operação Fortune’), Stockard Channing (‘Maryland’), Paul Scheer (‘The League’) e Rob Huebel (‘Childrens Hospital’) também estrelam.

Além disso, Rory McCann (‘Game of Thrones’) faz parte do elenco convidado, ao lado de Tika Sumpter, que retorna como Maddie.

A versão final do roteiro é assinada por John Whittington, auxiliado por Brian Schacter e James Madejski. Jeff Fowler, responsável pelos dois filmes de ‘Sonic‘, cuida da direção do episódio piloto.

A equipe de diretores inclui Ged Wright, Brandon Trost, Jorma Taccone e Carol Banker. Neal H. Moritz e Toby Ascher, da Original Film, e Toru Nakahara – todos membros da equipe criativa dos filmes – são produtores executivos da série.

Ator indiano Allu Arjun é preso após morte de fã em tumulto

O ator indiano Allu Arjun, uma das maiores estrelas de Bollywood, foi preso nesta sexta-feira, 13 de dezembro, em decorrência de um trágico incidente ocorrido durante a estreia de seu último filme.

Segundo o Reuters, uma mulher de 39 anos morreu e seu filho de nove anos ficou gravemente ferido em meio à multidão de fãs que se aglomerou para vê-lo.

A tragédia aconteceu no dia 4 de dezembro, em um cinema em Hyderabad, na Índia. A aparição surpresa de Arjun causou um tumulto generalizado, e a vítima fatal foi esmagada pela multidão.

Além do ator, o proprietário do cinema também foi detido. Arjun foi liberado sob fiança, mas as investigações continuam em andamento.

De acordo com a polícia, os seguranças de Arjun foram responsáveis por tentar dispersar à multidão próxima a ele, o que teria causado a morte da mulher, que ficou sem ar.

O advogado de Arjun nega qualquer culpa e afirma que o ator está profundamente abalado com o ocorrido.

allu arjun 02 (1)

‘Segundas Intenções’: Joshua Jackson relembra cena de sexo gay e revela REENCONTRO inusitado com colega de elenco

Joshua Jackson, conhecido por seu trabalho em Segundas Intenções, relembrou recentemente seu período no filme, revelando que, mesmo após mais de 25 anos do lançamento, ainda sente vergonha de uma de suas primeiras cenas de sexo nas telas.

Segundo o Deadline, o ator recordou um reencontro inusitado com o colega de elenco Eric Mabius “anos” depois de dividirem uma breve cena de sexo gay no longa.

“Eu não participei muito de ‘Segundas Intenções’, mas acredito que meu primeiro dia nesse filme foi fazendo sexo oral em um homem”, contou ele. “E isso pode ser estressante para um garoto heterossexual de 19 anos, sentar numa sala e fazer sexo oral em outro homem”.

Jackson disse que seu “teste de estresse” no papel foi “se comprometer de verdade com o trabalho que tinha assumido, e garantir que… eu estava completamente dentro da proposta, por assim dizer”.

No filme, seu personagem, Blaine, leva o atleta do armário Greg McConnell (interpretado por Mabius) para a cama como parte de um plano arquitetado com o amigo Sebastian Valmont (Ryan Phillippe) para chantageá-lo.

“Então, passam-se anos, e eu não vejo o Eric por muito tempo depois daquela experiência, e um dia estou tirando o lixo, e ele e a esposa passam, porque acabaram de se mudar para a mesma rua”, continuou Jackson.

“Ela vê a gente se reconhecendo, tendo aquele momento de ‘E aí, tudo bem?’ E então ela pergunta: ‘Ah, como vocês se conhecem?’”, contou o ator. “E nós dois, já com trinta e poucos anos, ficamos completamente vermelhos. Tipo, como você explica o que foi aquela conexão?”.

Segundas Intenções’ está disponível no Prime Video.

Filhos de Rob e Michele Reiner rompem o silêncio após morte dos pais

Romy e Jake Reiner, filhos do cineasta Rob Reiner e da fotógrafa Michele Reiner, manifestaram-se publicamente pela primeira vez após a trágica morte de seus pais e a prisão de seu irmão, Nick Reiner, acusado pelo crime.

Conforme o Deadline, os irmãos descreveram o luto profundo que enfrentam: “Palavras não conseguem sequer começar a descrever a dor inimaginável que estamos vivendo a cada momento. A perda horrível e devastadora de nossos pais é algo que ninguém jamais deveria vivenciar. Eles não eram apenas nossos pais; eram nossos melhores amigos”.

Romy e Jake também agradeceram as mensagens de solidariedade: “Somos gratos pela enxurrada de condolências, carinho e apoio que recebemos. Agora, pedimos respeito e privacidade. Que as especulações sejam moderadas com compaixão e que nossos pais sejam lembrados pelas vidas incríveis que viveram e pelo amor que dedicaram”.

A declaração foi divulgada no mesmo dia em que Nick Reiner compareceu ao tribunal. Ele foi formalmente acusado pela Promotoria de Los Angeles de dois homicídios em primeiro grau.

Filho de Rob Reiner pode enfrentar PENA DE MORTE pela morte do pai

Os corpos do casal foram encontrados por volta das 15h30 (horário do Pacífico) pela filha do casal, acompanhada de outra pessoa.

Em comunicado, a polícia confirmou: “A investigação revelou que Nick Reiner, filho de Robert e Michele Reiner, de 32 anos, foi o responsável pelas mortes. Ele foi localizado e preso por volta das 21h15, indiciado por homicídio e permanece sob custódia”.

Nick Reiner é um dos três filhos do casal e havia se mudado recentemente de volta para a casa dos pais. Ele também tem uma meia-irmã adotiva, fruto do casamento anterior de Rob Reiner com Penny Marshall.

Caso seja condenado pelas acusações, Nick Reiner poderá enfrentar a pena de prisão perpétua ou, eventualmente, a pena de morte.

Os 10 Melhores Filmes de Rob Reiner

Oliver Tree, cantor e compositor, falece aos 32 anos em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro

O cantor, compositor e produtor norte-americano Oliver Tree, conhecido mundialmente pelos sucessos “Life Goes On”, “When I’m Down” e “Miss You”, morreu na manhã de domingo (14) após um grave acidente de helicóptero no Rio de Janeiro. O artista tinha 32 anos.

Segundo informações da Variety, o acidente ocorreu na região sudoeste da capital fluminense e envolveu duas aeronaves, resultando na morte de seis pessoas. Horas antes da tragédia, no sábado, o músico havia compartilhado vídeos em suas redes sociais registrando sua passagem pelo Brasil.

Das seis vítimas fatais, cinco ocupavam o mesmo helicóptero, enquanto a outra aeronave era ocupada apenas pelo piloto. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) Afrânio Peixoto, no Centro do Rio. A lista de passageiros e tripulantes confirmada pelas autoridades locais inclui:

Famoso por seu visual excêntrico, marcado pelo característico corte de cabelo estilo tigela e roupas coloridas inspiradas nos anos 1980, Oliver Tree iniciou sua trajetória na música eletrônica e no dubstep na região de São Francisco sob o codinome “Tree”. Em 2013, lançou seu primeiro EP, “Demons”.

A virada em sua carreira aconteceu em 2016 com o hit pop “When I’m Down”, em parceria com o produtor Whethan, que o levou a assinar com a gigante Atlantic Records. Dois anos depois, o EP “Alien Boy” consolidou sua imagem na cultura da internet. Seu clipe duplo para “All That x Alien Boy”, roteirizado e dirigido por ele mesmo, ultrapassou a marca de 50 milhões de visualizações.

Tree tornou-se uma das figuras mais populares do TikTok, plataforma onde acumulava mais de 15,4 milhões de seguidores. Seu maior sucesso, “Life Goes On” (2021), viralizou globalmente e foi trilha sonora de mais de 3,7 milhões de vídeos na rede social, seguido de perto pelo hit dançante “Miss You”, usado em 1,5 milhão de publicações.

Atualmente, o cantor estava no meio da turnê mundial de seu quarto álbum de estúdio, “Love You Madly, Hate You Badly”, projeto totalmente produzido por ele. A turnê havia começado no dia 30 de maio na Cidade do México e tinha apresentações previstas na China, Japão, Nova Zelândia, África do Sul e até na Antártida.

A cantora e compositora Melanie Martinez, que namorou Oliver Tree no passado, utilizou suas redes sociais para prestar uma emocionante homenagem ao artista horas após a confirmação do óbito.

“Hoje foi um dia devastador para mi”, escreveu Martinez em seus Stories no Instagram. “É muito difícil compreender como alguém com quem você compartilhou um período tão específico e importante da sua vida pode simplesmente partir de repente. Ele era extremamente dedicado à sua arte, algo que eu admirava e respeitava profundamente. Acho que todos que o conheceram vão se lembrar dos momentos de alegria e das risadas que ele provocava com tanta facilidade. Seu riso era contagiante e acolhedor. Sua capacidade de liderar criativamente e agir, mantendo ao mesmo tempo um senso de encantamento e curiosidade infantil, era inspiradora. Ele tinha um grande coração e era um verdadeiro artista em todos os sentidos”.

A artista encerrou a publicação desejando paz ao ex-companheiro: “Descanse em paz, Oliver. Tenho certeza de que você está fazendo os anjos sorrirem. Ficarei aqui imaginando quais acrobacias e projetos criativos você está planejando no céu. Todo o meu amor”.

‘Superman’ ganha estande ESPECIAL na Bengaluru Comic Con; Confira!

Superman chega este ano como o primeiro filme do DCU sob a direção de James Gunn, gerando grandes expectativas entre os fãs.

Com o lançamento se aproximando, a DC Studios levou uma estande especial do filme diretamente para a Índia, na Bengaluru Comic Con.

O belo estande deSuperman está chamando a atenção dos fãs ao redor do mundo nas redes sociais.

Confira:

Vale lembrar que, segundo o The Hollywood Reporter, Milly Alcock vai estar no filme do ‘Superman‘. Ela interpreta a Supergirl do novo universo da DC.

Além disso, o ator David Corenswet foi supostamente visto em Londres, no Reino Unido, poucos dias antes do início das filmagens de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã.’

A informação foi compartilhada por uma página, porém não foram divulgadas fotos para comprovar a presença do ator em Londres.

Caso David Corenswet realmente esteja no Reino Unido, isso pode indicar que o astro aparecerá como Clark Kent/Superman no filme da Supergirl.

Lembrando que Mille Alcock será a personagem titular de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’.

Superman, o longa de James Gunn que marca o início do DCU, ganhou uma nova versão do trailer em IMAX, agora disponível online em qualidade 4K.

Entre as novas cenas, podemos ver Lex Luthor (Nicholas Hoult) e Sr. Incrível (Edi Gathegi), além de uma breve aparição do Homem de Aço (David Corenswet), enquanto ele luta para escapar do forte de Luthor.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que ‘Superman’ será lançado em julho de 2025.

Confira o trailer dublado:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Cyberpunk 2077’ ganhará expansão ‘Phantom Liberty’ com personagem de Keanu Reeves

Foi anunciado pela CD Projekt RED uma nova expansão para ‘Cyberpunk 2077‘, chamada ‘Phantom Liberty‘, que contará com o retorno de Keanu Reeves, como Johnny Silverhand. Principal marketing do jogo.

O que se sabe é que ‘Phantom Liberty‘ apresentará um novo elenco de personagens, com quem o protagonista V entrará em contato dentro de um novo local em Night City. Keanu Reeves também vai reprisar seu papel como o roqueiro rebelde.

Confira o trailer abaixo:

A CD Projekt RED comentou que a atualização Edgerunners será o último “grande conteúdo” implementado nas versões de PS4 e Xbox One. Com pouco mais de 12 GB de tamanho no PlayStation 5, o arquivo já está disponível para download em todas as plataformas.

Phantom Liberty‘ será lançado em 2023 para PlayStation 5, Xbox Series, PC e Stadia.