A polícia e o FBI lançam uma desesperada caçada para identificar e capturar um assassino em massa que está aterrorizando a população. Frustrado pelo comportamento enigmático e sem precedentes do criminoso, o investigador-chefe do FBI recruta Eleanor, uma talentosa policial que está lutando contra os demônios de seu passado, para ajudá-lo no caso. Mesmo inexperiente, Eleanor pode ser a única capaz de entender a mente desse assassino enigmático.
Quando um padre idoso falece, a chanceler encarregada da diocese, Charlotte, descobre que ele era uma mulher. Sem que ninguém suspeitasse, o padre estava praticando sua vocação por anos. Consternada, Charlotte decide iniciar uma investigação em meio a comunidade.
Curiosidades:
» O longa é baseado no livro homônimo escrito por Anne-Isabelle Lacassagne;
Em UMA ADVOGADA BRILHANTE, Michelle é um advogado em plena ascendência que precisa lidar com a inconveniente e constante confusão de seu nome, de origem italiana, com um nome feminino. Além da obrigação de garantir absolutamente todos os gastos de seu filho, caso contrário a ex-esposa vai se mudar do Brasil com o garoto. Quando sua empresa é comprada pelo maior escritório de advocacia do país, Mike se anima. Mas o escritório demite todos os advogados da empresa comprada, tentando equiparar o número de homens e mulheres. Salvo pela confusão com seu nome, Mike permanece no emprego, mas precisa se passar por mulher. Imaginando que bastará provar sua competência para garantir a permanência no escritório, Mike se veste como mulher e tenta seguir a frente dos casos que cuidava. Mas as coisas não são como ele imaginou e o trabalho fica bem mais complicado com sua nova identidade.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Ale Machado também assina o roteiro ao lado de Luiz Felipe Mazzoni;
De acordo com o Deadline, JD Pardo (‘Mayans MC’) foi confirmado no elenco da série ‘Trinity‘, novo thriller político que está sendo desenvolvido pela Netflix.
Em caráter regular, o ator interpretará Tom Reyes, tenente-comandante da Marinha dos EUA.
Mbatha-Raw interpreta a Comandante Katherine Decker, segunda em comando do submarino nuclear USS Kansas — uma das armas mais letais da Terra. Sua vida muda drasticamente quando se envolve com o carismático e inovador Secretário de Defesa Webb Preston, vivido por Madden. Conforme o relacionamento se aprofunda, Decker descobre que Preston pode estar no centro de uma conspiração perigosa que ameaça a segurança nacional.
A série marca o reencontro entre Mercurio e Madden após o sucesso de ‘Segurança em Jogo‘, que rendeu ao ator um Globo de Ouro e uma indicação ao Emmy. Agora, a dupla se junta a Gugu Mbatha-Raw, estrela de ‘Surface‘, ‘Loki‘ e ‘San Junipero‘ (Black Mirror), conhecida por performances intensas e multifacetadas.
‘Trinity‘ terá oito episódios, com os dois primeiros dirigidos por Michael Cuesta (‘Dexter‘, ‘Homeland‘). A produção é da 20th Television, com Mercurio atuando como showrunner e produtor executivo ao lado de Jimmy Mulville (HTM) e Wendy Mericle (Arrow).
Com um cenário militar, romance proibido e intrigas no coração do governo, ‘Trinity‘ chega com ambição de repetir o sucesso de ‘Segurança em Jogo‘ e ‘Linha do Dever‘. A união de talentos consagrados e uma trama repleta de tensão promete conquistar fãs de thrillers políticos e dramas militares de alto impacto.
A série ainda não tem data oficial de estreia, mas já é um dos lançamentos mais aguardados do catálogo da Netflix.
Em A REVOLUÇÃO DOS BICHOS, um grupo de animais de fazenda se rebela contra seu dono negligente, o Sr. Jones, e assume o controle da fazenda. Inspirados por uma porca chamada Bola de Neve, os animais inicialmente lutam por igualdade e uma vida melhor. No entanto, conforme a história se desenrola, o porco manipulador Napoleão ascende ao poder, expulsando sua rival Bola de Neve e violando os princípios da rebelião. Logo, um leitão chamado Sortudo, que precisa lidar com as complexidades da lealdade e da liderança à medida que ameaças externas surgem, e deve ajudar os outros animais a encontrar a coragem para derrubar Napoleão e retomar a Fazenda dos Animais.
» O longa é baseado no livro clássico escrito por George Orwell. Esta será a terceira adaptação do livro, após a animação britânica lançada em 1954 e a versão live-action norte-americana com animais, de 1999;
A Warner Bros. divulgou um rápido vídeo anunciando que o mais novo trailer de ‘Dunkirk‘, já tem data de lançamento, chegando à audiência nesta sexta-feira (05).
O lançamento do novo longa de Nolan acontecerá uma semana após a estreia da terceira película da franquia ‘Planeta dos Macacos (A Origem e O Confronto)‘ e uma semana antes do reboot da Marvel Studios ‘Homem-Aranha‘. A estreis de Dukirk foi agendada para 21 de Julho de 2017.
Eles fizeram de novo! ‘Os Simpsons’ previram mais um acontecimento mundial. Desta vez, os roteiristas da aclamada animação adivinharam que o time norte-americano de Curling derrotaria a Suécia, levando a medalha de ouro nas Olimpíadas.
O mais surreal disso tudo é que o time sueco era o grande favorito a conquistar a honraria maior e os Estados Unidos nunca tinham levado a melhor nesta modalidade, em uma edição dos Jogos Olímpicos de Inverno.
A versão para menores de ‘Deadpool 2‘, intitulada ‘Era Uma Vez Um Deadpool’ (Once Upon A Deadpool) estreia apenas no final de dezembro, mas a crítica especializada já pôde conferir e as primeiras avaliações estão entre nós!
Dividindo os jornalistas e amargando 58% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção recebeu críticas ácidas, sendo considerado uma versão desnecessária, à medida que também foi elogiado pelo seu humor e pelas piadas mais “clean”.
E se você ainda não sabe se vale a pena ou não conferir a produção nos cinemas, separamos as principais avaliações. Confira!
“É tudo uma casca por si só, com Fred Savage em mãos para, ocasionalmente, lembrar o quão estranho tudo isso é”. – Kate Erbland, indieWire
“Reynolds tem esse negócio friamente irônico da quarta parede e Savage serve como um papel alumínio de entretenimento” – Alonso Duralde, TheWrap
“No final, todo o projeto sem censura é um dar de ombros, como a maioria das “versões do diretor” que costumam para em home vídeo, prometendo mais nudez e sangue, mas consequentemente mudando bem pouquinho”. – John DeFore, Hollywood Reporter
“‘Era Uma Vez um Deadpool‘ prova que o anti-herói bocudo consegue trabalhar no confinamento do PG-13, mas só meio que funciona como uma nova versão de ‘Deadpool 2‘. – Molly Freeman, ScreenRant
“‘Era Uma Vez um Deadpool‘ não é necessariamente mal – só não é necessário”. – Matt Singer, ScreenCrush
O filme estreia no Brasil dia 27 de dezembro mostrando ‘Deadpool 2‘ em sua versão conto de fadas.
“A Fox pediu uma versão leve de Deadpool, basicamente, desde o começo de 2006”, disse Ryan Reynolds ao Deadline. “E eu disse ‘NÃO’ desde 2006. Agora, essa única vez, eu disse ‘SIM’ com duas condições. Primeiro, uma parte dos lucros tinha que ir para a caridade. Segundo, eu queria sequestrar Fred Savage. A segunda condição demandou algumas explicações…”, afirmou.
“Enquanto a minha participação neste filme foi tudo, menos voluntária, estou feliz em saber que alguma entidade séria será a beneficiária desse dinheiro sem vergonha”.
A 4ª temporada de ‘This Is Us‘ retorna em 14 de janeiro e na nova leva de episódios os fãs testemunharão a Rebecca à procura de ajuda médica, a fim de lidar com seus problemas de memória.
Criada porDan Fogelman, a série tem uma das maiores audiências da televisão aberta. A terceira temporada registrou uma média de 2.0 na demo, e um total de 8.3 milhões de espectadores.
A trama é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia e estão completando 36 anos, incluindo Rebecca (Moore) e Jack (Ventimiglia), um casal esperando trigêmeos; Kevin (Hartley), um ator que está cansado do que faz; Kate (Metz), uma mulher tentando perder peso e Randall (Brown) um homem rico à procura de seu pai biológico. Acompanhamos esse grupo de pessoas especiais cujos caminhos se cruzam através do tempo e suas histórias de vida nos envolvem de uma maneira única.
Os roteiristas da série ‘Riverdale‘ foram bastante receptivos à gravidez da atriz Vanessa Morgan e decidiram incluir essa grandiosa mudança na vida da artista dentro do roteiro da 5ª temporada.
A informação foi confirmada pela própria Morgan, por meio de sua conta oficial do Instagram.
Na ocasião, ela comemorou o início da sua licença maternidade, agradecendo ao showrunner e aos produtores por terem contribuído para esse momento, valorizando a sua gravidez como um processo natural que só contribui para o desenvolvimento da série.
Confira:
“Oficialmente em licença maternidade! Ah! Me sentindo muito grata ao meu showrunner e aos produtores por terem sido tão receptivos e por escrever minha gravidez dentro da série! Também estou orgulhosa do meu por corpo, por me permitir trabalhar por quase nove meses estando grávida. Agora é hora de ter um bebê! Feliza Natal e Feliz Ano Novo pessoal!”
Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.
A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.
A série de comédia romântica coreana ‘Nosso Eterno Verão‘ já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (24) na grade de programação.
Na trama, anos após filmarem um documentário viral na escola, dois ex-amantes voltam para a frente das câmeras e para a vida um do outro.
O novo longa da Searchlight Pictures, ‘Família de Aluguel‘, foi escolhido como apresentação do American Express Gala na 69ª edição do BFI London Film Festival. O longa é uma comédia dramática e traz Brendan Fraser como protagonista.
A première europeia acontece no dia 16 de outubro, no Southbank Centre’s Royal Festival Hall, com presença confirmada de Fraser e do diretor Hikari. O longa chega ao público geral apenas em 2026.
Antes de chegar no Reino Unido, o filme terá sua estreia mundial no TIFF, Toronto International Film Festival, no mês de setembro.
Kristy Matheson, diretora do BFI, destacou a generosidade e o humor do filme ao explorar a complexidade das relações humanas. Já Hikari disse sentir-se honrada em retornar ao evento, reforçando que a história, apesar de inspirada em um negócio real e peculiar do Japão, é sobretudo sobre amizade e conexão.
O 69º BFI London Film Festival acontece de 8 a 19 de outubro de 2025.
A dramédia chegará aos cinemas nacionais no dia 19 de fevereiro de 2026.
“Um ator deprimido que vive em Tóquio é contratado como um americano típico por uma empresa japonesa de aluguel familiar, o que o leva em uma jornada inesperada de autodescoberta através dos papéis que ele desempenha na vida de outras pessoas.”
Hikari, da aclamada série ‘Beef‘, é responsável pela direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Stephen Blahut.
De primeiro, O’Brien disse não conhecer muito do personagem da DC, até que um de seus colegas de elenco, Dexter Darden, explicou um pouco do personagem e como o ator se encaixaria bem no papel.
“Cara, Dylan seria uma escolha perfeita. O que acontece é que, Batman acaba envelhecendo em Gotham e Robin cresce com seus recursos, mas um pouco mais durão do que era antes. A idade do Asa Noturna é entre 25 e 30 anos, e ele tem essa roupa azul irada. Azul e preta, e ele é demais!”
Assista alguns clipes e trailers do final da trilogia:
O 3º e último filme mostrará Thomas embarcando em uma missão para encontrar uma cura para uma doença mortal conhecida como “Fulgor”. Goggins irá interpretar Lawrence, um personagem perigoso que é parte revolucionário, parte anarquista.
“Cara, foi muito empolgante, James Wan foi meu diretor de segunda unidade em algumas gravações extra para o filme. Tiveram noites nas quais ele estava gravando uma cena na floresta e eu estava gravando em interiores”
A revista EW divulgou novas imagens do aguardado terror ‘A Freira’, derivado de ‘Invocação do Mal 2’. Confira:
Parece que ‘A Freira’ será um daqueles filmes de terror cheio de histórias macabras dos bastidores, afinal, o longa foi filmado grande parte nos castelos, conventos e vilas rurais da Romênia.
Durante o painel da Warner Bros. na ScareDiego (evento voltado para filmes de terror dentro da San Diego Comic-Con) o diretor Corin Hardycontou que coisas estranhas acontecem por lá, como por exemplo, uma cena filmada totalmente no escuro de um castelo, ele entrou em uma sala e assistiu ao take em seu monitor, apenas para descobrir, quando gritou “corta!”, que sua equipe não estava mais lá com ele.
“Tivemos algumas experiências sobrenaturais no set, foi um pouco assustador”
O painel também contou com as atrizesTaissa Farmiga e Ingrid Bisu, que subiram ao palco para apresentar um vídeo ATERRORIZANTE.
Na primeira cena, vemos um homem sendo enterrado vivo e gritando por ajuda. Corta para uma freira se enforcando após ser assombrada pela Freira Valak. Vemos uma cobra saindo da boca de um garoto e muitas cruzes de ponta cabeça, com várias freiras assustadas. O vídeo se encerra assustadoramente.
Não foi revelado quando o vídeo será divulgado na internet.
Fique ligado no CinePOP para a cobertura completa da San Diego Comic-Con 2018.
“Quando uma jovem freira que vive enclausurada em um convento na Romênia comete suicídio, um padre com um passado assombrado e uma noviça prestes a fazer seus votos finais são enviados pelo Vaticano para investigar o caso. Juntos, eles desvendam o segredo profano da ordem. Arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas, eles confrontam a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”, à medida que o convento se torna um horripilante campo de batalha entre os vivos e os amaldiçoados.”
Já está em cartaz nos cinemas brasileiros a nova comédia do ator, diretor e roteirista Taika Waititi. Ganhador do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado porJojo Rabbit, Taika surgiu para o mundo com as comédias indie. A visão diferenciada do diretor, que abraçou o humor excessivamente expositivo como sua principal característica, chamou atenção dos grandes estúdios, que foram atrás dele para reinventar a franquia Thor nos cinemas. Até chegar à glória máxima da vitória na premiação mais cobiçada de Hollywood, Waititi conquistou uma base sólida de fãs com seu estilo irreverente e provocador. No entanto, desde o começo da pandemia, o artista vem sofrendo alguma dificuldade de emplacar novos sucessos.
O que inicialmente o levou ao estrelato começou a dar sinais de cansaço. Seu estilo de humor, antes inovador, caiu no lugar comum. E agora, o neozelandês embarca em um projeto menor para tentar voltar às raízes com uma dramédia esportiva sobre a pior seleção do mundo. Em Quem Fizer Ganha, (escrito, atuado, produzido e dirigido por ele) Taika leva o público para a ilha Samoa Americana, que ficou eternamente marcada pela maior derrota da história do futebol profissional de seleções – um vexatório 31×0 para a Austrália, nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002. Dez anos depois, diante de mais humilhações, a federação da ilha contrata um técnico estrangeiro para tentar fazer com que esse bando de perna de pau marque pelo menos um gol nas eliminatórias para a Copa de 2014. E aí começa um choque cultural gigantesco.
Pense num projeto que tinha absolutamente tudo para der certo. Inspirado em uma surpreendente história real, o longa chega com todo aquele jeitão de dramédia esportiva motivacional, ao melhor estilo Jamaica Abaixo de Zero (1993); Conta com um elenco composto por atores não conhecidos no cenário internacional, acompanhados de um medalhão de Hollywood; Traz um diretor que já chegou ao auge e agora busca voltar às origens em um projeto menor… Era uma daquelas situações que pareciam impossíveis de dar errado. Infelizmente, um desses elementos acabou mais complicando que ajudando e acabou tirando o filme dos trilhos.
A participação de Taika Waititi é um desastre. O diretor acerta em muitos momentos, principalmente na hora de abordar os dramas pessoais do time e exaltar, de forma irônica, as simplicidades da ilha, que é rica em cultura e aceitação. Mas lembra na introdução da crítica quando disse que o humor dele já dava sinais de desgaste? Neste filme, ele se desgasta de vez. No início, a abordagem expositiva da comédia até funciona, só que ele começa a repetir as piadas, explorar a comédia da mesma forma em todos os momentos, fazendo com que não haja uma crescente no humor. Ele estaciona na mesmice e isso cansa. É um filme de menos de 1h40 de duração, mas quando chega na terceira vez que ele zoa o treinamento da seleção, que é praticamente um pique-pega, o público já dá uma leve revirada nos olhos.
Taika Waititi comprometeu seu próprio projeto. Foto: Hilary Bronwyn Gayle. Divulgação/ Searchlight Pictures.
A direção de Taika é algo tão desgastado que há vários momentos em que fica a sensação de que ele está fazendo uma paródia não intencional de si mesmo. O que é uma pena, porque a história original é realmente muito boa e os personagens da ilha são apaixonantes.
O treinador estrangeiro, o holandês Thomas Rongen, tem a história contada por seu ponto de vista, mas é outro que sofre com o texto e a direção de Waititi. Esquentadinho, ele é um bad boy do futebol. Conhecido por seu descontrole nos campos, seja como jogador ou como treinador, ele chega ao cargo como um tipo de punição por não conseguir resultados comandando a seleção dos EUA. Em sua passagem na ilha, Rongen tinha tudo para ser mostrado no estereótipo do White Savior. Taika até faz uma piada com isso assim que o treinador desembarca na ilha. E parece haver um esforço tão grande para evitar que o filme tome esse rumo, que eles apenas desistem de tentar desenvolver melhor o personagem que dita o ritmo da história. Então, no sensacional ato final, quando vemos o time enfim jogar uma partida de futebol, o diretor corre atrás do tempo perdido e tentar resolver um desenvolvimento dramático enorme em um espaço de 10 minutos. Não dá nem para culpar o ator Michael Fassbender, que faz o possível dentro do que foi dado a ele para trabalhar. É algo que recai sobre o roteiro e a direção.
Dados os pontos negativos, Quem Fizer Ganha não é uma tragédia total. O filme consegue se salvar por conta dos personagens extremamente carismáticos e por um elenco, em grande maioria composto por neozelandeses e tailandeses, que dão a vida e para conquistar o público.
É divertido ver as várias profissões que os jogadores da seleção desempenham para manter vivo o sonho de jogar futebol. Ainda assim, eles não encaram o esporte como um obsessão, mas como um jogo. Afinal, a ilha sequer tem um campeonato profissional. E por mais irreverente – e por vezes, absurdo – que possa parecer, essa é uma realidade para muitos times e seleções pelo planeta. Na Copa do Mundo de 2018, por exemplo, a Seleção da Islândia se classificou para o maior torneio do planeta com um time incomum. Em meio a jogadores profissionais de ligas menores, o técnico do país também era dentista, e o goleiro era diretor de cinema. Todo mundo ama um azarão e o selecionado da Samoa Americana é a definição mais que perfeita desse conceito.
Divulgação/ Searchlight Pictures.
Os destaques são o ator Oscar Kightley, que interpreta o presidente da federação de futebol local, e a estreanteKaimana, tailandesa que dá vida a uma das principais vozes pelos direitos transexuais no esporte, que rouba a cena toda vez que aparece, em uma atuação realmente poderosa.
A abordagem dos costumes da ilha, por mais que sejam ridicularizados na maior parte do tempo, é interessante e deixa aquele gostinho de querer saber mais sobre o lugar. Na verdade, o grande mérito do filme é fazer esse outdoor para a Samoa Americana, quase desconhecida para o ocidente. É um ambiente acolhedor, compreensivo e religiosamente respeitoso. Além de trazer paisagens espetaculares e costumes curiosos desses povos originários.
O grande momento da história é o jogo pelas eliminatórias. Apesar de uma barriga na hora da convocação, que quebra o ritmo da trama, o clímax compensa em vinte minutos de pura emoção e diversão. É realmente engraçado e traz um humor mais criativo pela parte de Taika, o que deixa aquela dúvida: “por que ele não ousou mais no resto do filme?”.
Com personagens fantásticos e uma história real muito boa, Quem Fizer Ganha é o típico filme Sessão da Tarde, que cansa e diverte na mesma proporção. Prejudicado pela direção cansada e redundante de Taika Waititi, o longa não decola, mas também não afunda. Uma pena, porque tinha potencial para ser espetacular.
Ser taxativo é sempre muito delicado no âmbito das artes. Porém, quando encontramos uma conjunção tão perfeita de tantos departamentos que fazem parte de uma produção cinematográfica é irresistível não enxergar esta produção como um produto perfeito, mesmo correndo o risco de ser injusto como outros bons filmes. Portanto, não é exagero dizer que o longa ‘Nosso Sonho’ é o melhorfilme brasileiro do ano.
Era início dos anos 1990 quando Buchecha (Juan Paiva, em seu melhor trabalho) foi obrigado a deixar sua casa em São Gonçalo e ir morar com sua tia no Morro do Salgueiro, na mesma cidade. Lá ele reencontra seu grande amigo de infância, Claudinho (Lucas Penteado, brilhante), que o apresenta a todo mundo. Feliz por ter conseguido um trabalho de carteira assinada, Buchecha inicialmente nem dá bola para os comentários de seu amigo sobre montar uma dupla de MC para cantar funk. Porém, quando percebe o impacto que os MCs têm nas mulheres, Buchecha muda de ideia e topa participar de uma batalha para representar o Morro do Salgueiro. O que ele jamais poderia imaginar é que aquele seria o início da história da maior dupla de funk melody desse país.
Para quem teve a infância ou a adolescência na virada dos anos 1990 para os anos 2000, ouvir Claudinho e Buchecha era simplesmente algo do qual não se podia fugir. As músicas dos caras tocavam nas rádios, nos programas de televisão, nas festas da classe média, nos bailes de favela; eles estampavam capas de revista e chegaram a fazer parceria com cantores de renome como Lulu Santos e Adriana Calcanhoto. Tendo embalado toda uma geração, ‘Nosso Sonho’ também funciona como um registro de uma época e como apresentação para as atuais gerações.
A importância da dupla para a música brasileira é indiscutível, apesar de muita gente não reconhecer o funk como música. Essa é a beleza do roteiro de Eduardo Albergaria, Daniel Dias e Mauricio Lissovsky, que caminha lado a lado entre o drama e o musical(sob a direção dePlínio Profeta, que também foi responsável pela trilha de ‘Medida Provisória‘), colocando canções inteiras da dupla no filme justamente para estimular a nostalgia e a felicidade no público que conhece as letras. Vale apontar a dedicação da dupla Lucas e Juan que realmente canta todas as músicas, demonstrando toda a entrega e o potencial dos dois para realizar o filme. Mesmo sendo drama, o roteiro dosa com perfeição os momentos de humor, balanceados especialmente por Lucas Penteado, que constrói um Claudinho leve e carismático. Sua atuação confere homenagem e amor ao cantor e certamente lhe renderá muitos prêmios.
Com participação especial luxuosa deAntonio Pitanga, o longa conta com Isabela Garcia e Tati Tibúrcio no elenco principal. O enredo ainda encontra espaço para homenagear outra dupla muito querida da geração anos 1990: MC Cidinho e MC Doca. Talvez o único ponto que poderia ter sido melhorado é a montagem, que por mais de uma vez se demora para além do necessário em determinadas cenas, prolongando-a ao ponto de fazer quebrar o ritmo, tão ágil e de tão dinâmico da narrativa. Mesmo assim, não é o suficiente para cansar o espectador.
O projeto de contar a vida desses icônicos artistas encontrou as mãos certas na direção de Eduardo Albergaria, que imprimiu dinamismo nas cenas de baile e sem focar em nenhum tipo de tragédia que os dois possam ter vivido. Ao contrário, as duas horas de duração são sobre amizade e parceria na perseguição de um sonho improvável, mas que se tornou real na voz desses dois.
‘Nosso Sonho’ é um filmaço alegre, pra cima, para ver e rever muitas vezes e cantar alto na sala de cinema. É o funk gonçalense ganhando as telonas, como cantaram Claudinho e Buchecha.
Em uma entrevista à GQ Magazine, Willem Dafoe se recordou de sua época no místico panteão de super-heróis e falou sobre a primeira entrada do panteão de ‘Homem-Aranha’ no cinema, cuja direção ficou a encargo de Sam Raimi em 2002.
O ator, que recentemente ganhou grande aclamação por sua performance em ‘No Portal da Eternidade’, disse que o diretor “realizou um milagre. Ele fez uma espécie de filme pessoal, misturado com um filme de efeito”. Ele acrescentou que Raimi acabava de entrar no jovem mundo de adaptações de quadrinhos para o cinema e que, para isso, “não havia nenhum modelo a ser seguido”.
Logo depois, ele falou sobre o papel duplo de Norman Osborne e Duende Verde, e sobre como algumas das cenas o fizeram rir em retrospecto.
“Eu amei fazer esses dois personagens em ‘Homem-Aranha’. Todo mundo lembra do Duende Verde, e era muito divertido; mas o papel mais interessante era o de Norman Osborn. Porque você conseguia brincar em cenas onde precisava mudar do drama para a comédia com apenas uma fala.
Há algumas cenas que ainda me fazem rir, por serem ácidas e por oscilarem entre algo tenso e pesado e algo bobo. E o filme é cheio disso.”, afirmou.
Behr interpretou Max Evans na série ‘Roswell’, em 1999, mas seu papel na nova versão da história ainda será confirmado. Charles, conhecido por seus papéis nas séries ‘Friday Night Lights’ e ‘Grey’s Anatomy’, dará vida a Bronson, descrito como “um fazendeiro local com uma forte bússola moralista que permite que ele veja o melhor nas pessoas – e nos alienígenas”.
A primeira temporada registrou uma média de 0.28 na demo, e um total de um milhão de espectadores.
O drama contará a história de uma filha de imigrantes que, relutantemente, decide voltar à cidade de Roswell, no Novo México. Lá, ela descobre que sua antiga paixão adolescente, que hoje atua como um policial, é de fato um alien que tem escondido suas habilidades a vida inteira.
Ao descobrir seu segredo, ela volta a se aproximar do rapaz, o ajudando na busca por suas origens, à medida que ambos começam a se reconectar. No entanto, sua verdadeira identidade pode vir a tona, quando um governo sagaz inicia um trabalho violento para desvendar uma possível presença de vida alienígena na Terra. O medo e ódio pelo desconhecido podem colocar em risco a vida do policial e o romance que está surgindo entre os dois.
Alguns dias atrás, a The CW anunciou o adiamento dos novos episódios de ‘Supergirl’ e ‘Batwoman’ devido à pandemia do novo coronavírus – mas a emissora já divulgou quando as séries retornam com novos episódios.
Segundo o ComicBook.com, as série retornam no domingo, 26 de abril. Ainda não se sabe quantos novos capítulos serão exibidos a partir desse dia.
Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.
Madonna vive por suas próprias regras. Desde que conquistou fama e excelência no final da década de 1980 e retornou às glórias nos primeiros anos do novo milênio, a artista mostrou para o mundo que não precisa mais se provar para ninguém. A icônica rainha do pop continua a influenciar diversos cantores e, mesmo com os problemáticos ‘Hard Candy’ e ‘MDNA’, nunca deixou de experimentar coisas novas e se afastar dos convencionalismos da indústria musical. E partindo desse princípio, ela retorna quatro anos depois de seu último lançamento com o bizarro e envolvente ‘Madame X’, atirando para todos os lados e, eventualmente, alcançando uma beleza musical que oscila do visceral ao cínico – ainda que enfrente alguns obstáculos no meio do caminho.
Durante a promoção do novo álbum, a cantora havia nos presenteado com uma pequena prévia do que podíamos esperar em seu décimo quarto álbum. “Madame X é uma agente secreta. […] Ela é uma dançarina. Uma professora. Uma chefe de estado. Uma dona de casa”, comentou em entrevista ao site Rolling Stone no ano passado. Bom, sua sempre impecável narrativa resultou em uma múltipla aderência a diversos estilos, passeando entre o reggae, o synth-pop, o trap, ao longo de quinze faixas que de alguma forma se aglutinam organicamente em um único contexto.
A faixa de abertura já nos mostra que Madonna sempre pensa em sua renovação – e que fique bem claro que sua nova obra é apenas inovadora dentro de sua carreira, visto que os vários gêneros supracitados já foram explorados por outros artistas. “Medellín” une duas gerações diferentes em um delicioso reggaeton que seria muito melhor construído apenas com uma voz. Porém, visto que ela divide os holofotes com Maluma, é mais que natural que ambos desfrutem de um protagonismo igualitário, mas não é isso o que acontece: o cantor toma conta da composição e a lead singer, por sua vez, perde força por um abuso desnecessário do autotune que mancha a composição geral. De qualquer forma, o resultado final é aprazível, mergulhando em elementos que retornam com força para “La Isla Bonita” (vide ‘True Blue’).
“Dark Ballet” já enfrenta outros problemas. A concepção visual é impecável (o clipe facilmente entra para um dos melhores de toda a videografia da artista) e emprega referências seculares dentro de um microcosmo atual, navegando com destreza por críticas sociais. Musicalmente, ela não funciona: Madonna tenta com força seguir os passos de uma rapsódia, misturando o orquestral toque do piano e do violino a uma investida techno dissonante que logo se rende ao inexplicável ‘Quebra-Nozes’ de Piotr Tchaikovsky. Apesar da poderosa letra, a track nunca alcança o poder que almeja – ao menos não por conta própria. Quando aliada à investida imagética, sua completude é inenarrável e catártica, mas a proposta do álbum, de fato, não é esta.
A artista volta a nos surpreender nos momentos mais inimagináveis e, sem sombra de dúvida, longe de sua zona de conforto: “Crave”, seu mergulho no trap ao lado de Swae Lee é uma peça animalesca, primitiva, que, como a própria lead repete várias vezes, fala “sem medo” sobre os nossos anseios – isso sem perder sua originalidade e uma sutil sedução. Até mesmo em “I Rise”, faixa que se inicia com poderoso discurso da ativista Emma González, Madonna volta para uma desconstruída balada com uma força inspiradora cujo único mínimo obstáculo é a linearidade instrumental, a qual deixa de lado os ápices em prol de uma entrega mais retórica.
A necessidade de se manter num escopo chocante, beirando a excentricidade, encontra terreno fértil em, talvez, outra canção: “God Control” insurge como uma track que nos guia sensorialmente através de uma jornada psicodélica que se inicia com o retumbante piano e abraça um anacronismo funcional que nos lança direto para o dance e o disco-pop próprios da principal referência artística da cantora. Aqui, diferente das entregas anteriores, esse crescendo funciona mais do que imaginaríamos, alcançando um aplaudível nível de nostalgia.
Madonna não mede esforços para se conectar com a cultura latina, cultivando um apreço pela sonoridade indígena com “Batuka”, que segue uma delineação dialógica com a atmosfera mística dos tambores e do coro repetitivo, ambos aliados com a presença um tanto quanto fragmentária dos sintetizadores – cujo uso poderia ser um pouco mais comedido. Ela retorna com seus ritmos propositalmente dançantes em “Bitch I’m Loca”, retomando a parceria com Maluma com pesados e sensuais elementos que automaticamente tiram-nos os pés do chão e nos convidam para dançar. Até mesmo a colaboração com Anitta nos chama a atenção – muito mais pela incomparável rendição ao funk e ao samba e ao fato da lead arriscar versos em português que funcionam em quase sua completude.
Ela também não perde a oportunidade de voltar para suas origens mais de uma vez. Além de “God Control”, a artista encontra espaço o suficiente para arquitetar uma versão modernizada de uma Madonna no ápice de sua carreira nos primeiros anos da década de 1990 com “I Don’t Search I Find”, buscando elementos do dance e mantendo uma estrita relação com ‘Erotica’. A track já abre com a frase de impacto “finalmente, chega de amor” – ótima e memorável o suficiente para terminar esta mais nova jornada.
O álbum é praticamente um resumo frenético da eterna e irrefreável carreira de um dos pilares da música contemporânea, numa abrangência assustadora ao mesmo tempo que se mantém coeso e bem estruturado em sua maior parte. E, já que estamos falando da versão deluxe de ‘Madame X’, é imprescindível que os fãs se deliciem com a tétrica e confessional “Extreme Occident” – uma agridoce viagem mística e catártica.
O drama tour-de-force‘Nomadland’ foi um dos fimes mais aclamados do circuito de festivais do ano passado (conquistando massivos 97% de aprovação no Rotten Tomatoes). E, considerando as estupendas críticas, é bem provável que o longa seja um dos principais indicados ao Oscar 2021 – e que faça história.
O filme é estrelado por Frances McDormand, que já levou a estatueta de Melhor Atriz por ‘Três Anúncios para um Crime’ e que pode ser indicada mais uma vez. Mais do que isso, McDormand é uma das produtoras executivas da obra e, caso as previsões se concretizem, será nomeada também na categoria de Melhor Filme ao lado de Peter Spears, Mollye Asher, Dan Janvey e Chloé Zhao.
Dessa forma, será a primeira vez que uma mulher é indicada nas duas seções em um mesmo ano.
Confira o trailer legendado abaixo:
O filme recebeu o prêmio LEÃO DE OURO de MELHOR FILME durante sua estreia mundial na 77ª edição do Festival de Cinema de Veneza. O longa também foi apresentado na 45ª edição do Festival de Toronto e no Festival Telluride.
O filme é escrito e dirigido por Zhao (‘Eternos’).
Após o colapso econômico de uma colônia industrial na zona rural de Nevada (EUA), Fern (McDormand) reúne suas coisas em uma van e parte rumo a uma viagem exploratória, fora da sociedade dominante, como uma nômade dos tempos modernos. NOMADLAND, o terceiro filme de Chloé Zhao, apresenta nômades reais como Linda May, Swankie e Bob Wells como mentores e companheiros de Fern em sua jornada de exploração pela vasta paisagem do oeste americano.
‘Halston’, minissérie estrelada por Ewan McGregor, já foi lançada na Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo de bastidores mostrando o processo de transformação do ator no icônico estilista.
Confira:
A série foi criada por Ryan Murphy (‘Pose’, ‘Ratched’).
A obra gira em torno do icônico designer de moda Roy Halston Frowick, desde sua ascensão como um dos maiores nomes da indústria iconográfica até sua queda.
“O ensino médio parece o pior lugar imaginável, mas para Jess, Josh e Marco, a escola deles pode realmente ser o pior lugar neste mundo… ou de qualquer outro! Depois de um encontro casual com um criatura mortal vagando pelos corredores da escola, esses três alunos desavisados são levados para um reino horripilante além da sala da caldeira da escola, onde eles devem desvendar um mistério aterrorizante. Eles podem salvar as crianças que encontram lá e escapar de si mesmos, ou eles ficarão presos para sempre no Além?”
Mckenna Grace (‘Annabelle 3: De Volta Para Casa’) e Lexi Underwood (‘Pequenos Incêndios Por Toda Parte’) estrelam a produção.
Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios da produção.
Os três primeiros episódios serão lançados no dia 29 de março, com os capítulos seguintes sendo exibidos em caráter semanal.
Confira, junto às imagens promocionais:
The Girl From Plainville — “The Girl From Plainville” is inspired by the true story of Michelle Carter’s controversial “texting-suicide” case. Based on the Esquire article of the same name by Jesse Barron, the limited series explores Carter’s relationship with Conrad Roy III and the events that led to his death and, later, her controversial conviction of involuntary manslaughter. Michelle Carter (Elle Fanning), shown. (Photo by: Steve Dietl/Hulu)
Fanning viverá a jovem acusada de ter incitado o suicídio de seu namorado, Conrad Roy, por meio de sugestivas mensagens de texto.
A trama de ‘The Girl From Plainville‘ é baseada no caso real que chocou os Estados Unidos em 2014, e será baseado na matéria que Jesse Barron publicou na revista Esquire.
Chloë Sevigny, Cara Buono, Kai Lennox e Norbert Leo Butz completam o elenco.
A indústria do entretenimento nunca teve representatividade considerável em relação à comunidade LGBTQIA+ e, quando resolvia apostar em personagens que fugissem do padrão cis-heternormativo, normalmente falhavam em capturar a complexidade de tais pessoas, transformando-as em meros escapes secundários ou alívios cômicos que viviam à sombra de um protagonista aceito pela sociedade. Com o passar dos anos, esse cenário de desprezo foi mudando e, ainda que tenhamos um longo caminho pela frente, as coisas começaram a ganhar mais expressividade. E, nos anos 2000, uma importante série foi de suma importância para explorar a cultura queer – ‘Queer as Folk’.
A produção, tanto norte-americana quanto inglesa, serviu como divisor de águas para essa minoria social que não se sentia dignamente vista nas telas e, mesmo que não contemplasse a diversidade sexual que hoje vemos, serviu como avanço considerável para levar as pessoas a entenderem que a diferença deve ser aplaudida, e não diminuída. Agora, a Peacock resolve se manter na linha de reboots e remakes que vêm dominando o cenário do entretenimento contemporâneo e canaliza esforços para uma versão mais atualizada do clássico show – e garanto para você que o resultado, apesar dos óbvios deslizes, é absolutamente incrível, recheado de reviravoltas e de mensagens que vão para além do espectro político-ideológico, abrindo espaço para que as relações queer e as experiências individuais dialoguem com o que enfrentamos dia após dia.
Cada elemento da produção tem um propósito claro, a começar pela ambientação. O showrunner e produtor Stephen Dunn, que já comentou que teve seu “despertar sexual” ao assistir à obra original de Russell T. Davies, resolve prestar homenagem sem abandonar a clara ideia de que se dispõe nessa nova empreitada. Conhecido pelo elogiado ‘Closet Monster’, Dunn consegue migrar para a tragicomédia LGBTQIA+ com fluidez invejável e demonstra um olho para detalhes irretocável: afinal, a obra é ambientada em Nova Orleans, considerada a cidade mais gay-friendly do sul dos Estados Unidos, e aproveita para consagrar a saudosa Chi Chi DeVayne, que serviu como inspiração para várias das tramas na temporada de estreia. E, enquanto essa ambientação é de importância inegável para o desenrolar da história, são os personagens e seus relacionamentos e desejos que nos fazem acompanhar essa saga do começo ao fim.
Se em 2022 a luta pela igualdade vem ganhando mais voz, é claro que isso seria transportado para o universo de ‘Queer as Folk’. Temos, por exemplo, Mingus (Fin Argus), uma pessoa não-binária aspirante à drag queen que está no Ensino Médio e que é arrastada para um chocante evento em sua estreia como performer; Brodie (Devin Way), que abandona a faculdade de Medicina para retornar para casa e tentar descobrir quem é e o que realmente quer para seu futuro; Ruthie (Jesse James Keitel), uma professora de língua inglesa que acabou de ter dois filhos ao lado de Shar (CG), mas não consegue abandonar os traumas de um passado distante e dos múltiplos problemas que enfrentou e continua enfrentando sendo uma mulher trans; Julian (Ryan O’Connell), irmão mais novo de Brodie que tenta se reconectar com ele, mas percebe que a tarefa não é tão simples quanto parece; Noah (Johnny Sibilly), ex-namorado de Brodie que lida com luto, depressão e vício em drogas; e vários outros.
Todos eles, movidos por vontades diferentes e visões de mundo distintas, nutrem de uma linha em comum que mudou suas vidas para sempre: apesar de não estarem no mesmo lugar, a balada mais famosa do local, Babylon, se torna alvo de um atirador que mata várias pessoas e ecoa os contínuos crimes de ódio sofridos pela comunidade queer. A cena em questão, que conclui o episódio piloto, é feita com tanta pungência e necessidade para compreendermos que a realidade não é uma colher de açúcar, que Dunn, aliado a uma equipe talentosíssima, não precisa mostrar o que aconteceu, e sim induzir o espectador a compreender e a premeditar os eventos futuros.
Se a condução de Dunn é exímia, o elenco nos envolve com performances espetacular, oscilando do drama à comédia através de diálogos certeiros e de uma naturalidade assustadora. Afastando-se dos maneirismos novelescos, como encontramos em outras iterações do gênero, a ideia aqui é mostrar que o luto e o trauma não são sentidos da mesma maneira por todo mundo, e sim de formas diferentes que levam as pessoas a buscarem uma válvula de escape no sexo, ou em entorpecentes, ou até mesmo na arte – algo que acontece quando não há mais um prospecto palpável para os dias que virão. Brodie, por exemplo, se volta para a celebração da vida através de festas que irão unir a comunidade, enquanto Ruthie mergulha de cabeça na masturbação compulsória para tentar sentir alguma coisa; Mingus é arremessado para um arco de amadurecimento mandatório que distorce a realidade que vive com força inigualável.
O reboot de ‘Queer as Folk’ contraria as nossas expectativas ao se apresentar como uma ótima série. Mesmo que não chegue aos pés do original, a produção permite um outro olhar sobre a experiência LGTBQIA+ no mundo em que vivemos – e merece nossa atenção pela condução cautelosa, bela e impressionante de Dunn e de um elenco estelar.
Vale lembrar que a produção chegará, no Brasil, pela STARZPLAY no próximo dia 31 de julho.
Pegando referências do clássico do suspense ‘Janela Indiscreta’, de Alfred Hitchcock, a narrativa é centrada em Miranda (Nascimento), uma jovem hacker que passa o tempo espionando a vizinha Cléo (Araújo), uma prostituta de luxo que mora no prédio da frente.
Quando Cléo pede para que ela cuide de seu cachorro durante uma viagem, a vida de Miranda vira de cabeça para baixo e ela cruza caminho com o homem dos seus sonhos. Mas nada é o que parece ser.
Relembre o trailer:
Nikolas Antunes e Ângelo Rodrigues completam o elenco.
Fabrizia Pinto e Letícia Veiga ficam a encargo da direção, enquanto Marcela Citterio assina o roteiro.
O clássico filme-paródia ‘Todo Mundo em Pânico’, estrelado por Anna Faris, já está disponível na Paramount+.
A produção foi lançada hoje, 28 de maio, na plataforma de streaming.
Depois do assassinato de uma bela colega de classe, um grupo de adolescentes desorientados descobre que há um assassino entre eles. A heroína Cindy Campbell e a sua turma de amigos tentam se proteger do perigo, mas Gail Hailstorm, uma repórter irritante, simplesmente não os deixa em paz.
Relembre o trailer:
O filme foi dirigido por Keenen Ivory Wayans e ganhou grande popularidade ao satirizar diversos títulos de terror, como ‘A Bruxa de Blair’, ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, e especialmente a franquia ‘Pânico’.
Apesar de ter recebido críticas mistas e acumular apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes, a comédia foi um sucesso de bilheteria.
Orçado em apenas US$19 milhões, ‘Todo Mundo em Pânico‘ arrecadou US$280 milhões pelo mundo, o que garantiu a continuidade da franquia com quatro sequências, lançadas entre 2001 e 2013.
Lembrando que os ingressos do Lollapalooza Brasil 2024 já estão à venda.
INFORMAÇÕES: Dias 22, 23 e 24 de março de 2024 Local: Autódromo de Interlagos, Av. Sen. Teotônio Vilela, 261 – Interlagos, São Paulo Informações: https://www.lollapaloozabr.com/ Siga nas redes: @lollapaloozabr Valores:
Em seu perfil oficial no Threads, o realizador James Gunn comentou sobre uma recente teoria da conspiração envolvendo a reescalação de Henry Cavill como Superman, que não foi confirmado como o Homem de Aço na próxima aventura do super-herói.
A teoria em questão envolve comentários de Nathan Fillion, que interpretará Guy Gardner/Lanterna Verde no vindouro ‘Superman’. Fillion alegadamente declarou que Gunn disse a ele na festa de encerramento das gravações de ‘O Esquadrão Suicida’ que ele daria vida a Guy Gardner no longa-metragem – anos antes da Warner Bros. Studios sequer procurar nomes para remodelar o até então vivo DCEU.
Também foi revelado que isso aconteceu não na festa de encerramento de ‘O Esquadrão Suicida’, e sim na de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’. Gunn, então respondeu a essa teoria dizendo, basicamente, que nada dela faz sentido.
“Não entendo muito bem como isso se encaixa”, ele afirmou. “Além do fato de que eu não tinha interesse em dirigir a DC até que [o co-CEO Peter Safran] decidiu fazer isso comigo para que ele pudesse fazer as coisas executivas e eu pudesse me concentrar na criatividade. Quando fui contratado para escrever ‘Superman’, sempre foi planejado e lançado como um nova história do Superman, então por que eu mentiria sobre não planejar isso na estreia do ‘Esquadrão’, que teria resultado na mesma coisa no final do dia? Como essa teoria da conspiração em particular faz sentido?”.
Agendado para julho de 2025, o novo filme do ‘Superman‘ trará David Corenswet(‘Pearl’) no papel titular e marcará o início do DCU.
O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Wendell Pierce (Perry White), Nicholas Hoult (Lex Luthor),Anthony Carrigan (Metamorfo), Edi Gathegi (Sr. Fantástico), Isabela Merced (Mulher-Gavião), María Gabriela de Faría (Engenheira), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Skyle Gisondo (Jimmy Olsen), Pruitt Taylor Vince (Jonathan Kent), Neva Howell (Martha Kent), Terece Rosemore (Otis), Sean Gunn (Maxwell Lord) e Milly Alcock (Kara Zor-El/Supergirl)
Confira o novo símbolo do traje do herói, junto com a primeira foto dos bastidores:
“Quando terminei o primeiro rascunho do roteiro, chamei o filme de Superman: Legacy. Quando terminei o rascunho final, ficou claro que o título era SUPERMAN. Chegando até você em julho de 2025. Feliz aniversário, Clark!”, afirmou James Gunn.
Segundo o Deadline, a série ‘Abbott Elementary’ terá um crossover com a icônica comédia ‘It’s Always Sunny in Philadelphia’ em sua 4ª temporada.
De acordo com as informações, os astros Rob McElhenney, Danny DeVito e Charlie Day irão aparecer em um episódio do próximo ciclo.
O elenco de ‘Abbott Elementary’, inclusive, tem comentado sobre o crossover em questão por meses. A criadora e protagonista Quinta Brunson havia falado sobre o evento durante a San Diego Comic-Con em julho deste ano, afirmando que ele iria “mudar a televisão como a conhecemos”.
Lembrando que o próximo ciclo estreia em 09 de outubro.
A trama segue um grupo de professores dedicados e apaixonados – e um diretor ligeiramente surdo –, reunidos em uma escola pública da Filadélfia onde, apesar de se verem contra as probabilidades, estão determinados a ajudar seus alunos a obter sucesso na vida. Embora essas incríveis pessoas estejam em menor número e sem recursos, elas amam o que fazem, lutando contra um sistema que muitas das vezes atrapalha mais que ajuda.
Vale lembrar que, no Brasil, as três primeiras temporadas estão disponíveis no serviço de streaming do Disney+.
A trama é ambientada em um futuro alternativo onde humanos e robôs vivem juntos em harmonia relativa – e uma jovem adolescente (Brown) percebe que seu novo amigo robô, na verdade, foi mandado até ela por seu irmão desaparecido. Os dois, então, partem em uma missão para encontrá-lo, descobrindo uma gigantesca conspiração no caminho.
Após inúmeros trabalhos como atriz, Alison Brie está se preparando para ficar atrás das câmeras em seu próximo projeto (via Deadline).
A duas vezes indicada ao Globo de Ouro revelou recentemente que fará sua estreia diretorial com uma história de terror que coescreveu com Alice Stanley Jr. (‘Busy Tonight’), descrito como “feminino” e com “uma energia muito divertida”.
“Enquanto escrevíamos, senti como se estivesse escrevendo para dirigir”, disse ela à revista Marie Claire. “Eu conseguia visualizar cada cena na minha cabeça”.
Brie acrescentou: “acho que as mulheres carregam muitas dúvidas sobre si mesmas e temos o desejo de fazer tudo perfeito antes de tentar algo, ou de aprender tudo o que podemos aprender. Você quer realmente verificar os requisitos e pensar: estou preparada para isso? E chega um ponto em que você precisa simplesmente dar o salto e acreditar em si mesma”.
Infelizmente, qualquer detalhe sobre o projeto não foi revelado.
Vale lembrar que o projeto mais recente de Brie veio ao lado de seu marido Dave Franco na forma do terror corporal ‘Juntos’, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 14 de agosto.
Na trama, com uma mudança para o campo já testando os limites do relacionamento de um casal, um encontro sobrenatural inicia uma transformação extrema de seu amor, de suas vidas e de sua carne.
A HBOdivulgou um vídeo inédito de ‘O Cavaleiro dos SeteReinos‘ (A Knight Of The Seven Kingdoms), nova série derivada de ‘Game of Thrones‘.
O material nos leva aos bastidores da épica e ambiciosa produção, que é inspirada no romance ‘Dunk & Egg’, de George R.R. Martin, nos apresentando ao Príncipe Aegon Targaryen, também conhecido como Egg (Dexter Sol Ansell), uma criança que se torna escudeiro de Ser Duncan/Dunk (Peter Claffley).
A produção será lançada oficialmente no dia 18 janeiro na emissora e no catálogo da HBO Max.
Confira:
Na trama, um século antes dos eventos da série original, dois heróis improváveis percorreram Westeros… um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto, e seu diminuto escudeiro, Egg. Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.
Vale lembrar que ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ já está renovada para a 2ª temporada!
Edward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) fazem parte da série pré-sequência.
Dexter Sol Ansell, Finn Bennett, Bertie Carvel, Tanzyn Crawford, Daniel Ings e Sam Spruell também integram o elenco.
Sarah Adina Smith e Owen Harris dirigem os seis episódios da atração.
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