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Voldemort pode virar mulher na série de ‘Harry Potter’, afirma insider

Por essa ninguém esperava. Segundo o insider DanielRPK, a nova série deHarry Potter da HBO está procurando não só atores, mas também atrizes para interpretar o Lord Voldemort.

Isso indica que o personagem pode ter seu sexo trocado na adaptação da série. Nenhuma informação oficial foi divulgada a respeito da escalação.

O Lorde Voldemort foi interpretado por Richard Bremmer no primeiro filme da franquia ‘Harry Potter‘. Ralph Fiennes assumiu o personagem à partir de ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo‘.

Rumores antigos indicam que Cillian Murphy, conhecido por seus papéis em ‘Peaky Blinders’ e Oppenheimer, pode viver o personagem.

Segundo o Deadline, Murphy comentou a especulação: “Não, meus filhos me mostram essas coisas de vez em quando, mas não, não sei nada sobre isso”.

“Além disso, é muito difícil substituir qualquer coisa que o Ralph Fiennes tenha feito. Esse homem é uma lenda da atuação. Então, boa sorte para quem for ocupar esse lugar”, acrescentou.

Vale lembrar que Ralph Fiennes marcou o cinema ao dar vida ao terrível vilão na saga de filmes original.

Dramione!: Fanfic de ‘Harry Potter’ sobre Draco e Hermione vira filme milionário

Vale lembrar que o universo deHarry Potter ganhará uma nova adaptação em formato de série pela HBO.

O elenco também conta com:

Kit Harrington, Keira Knightley e MAIS são escalados para a versão audiobook de ‘Harry Potter’

Francesca Gardiner entra como roteirista e showrunner.

Sem data de estreia, a primeira e a segunda temporadas devem contar com seis episódios cada, segundo informações recentes.

J.K. Rowling, autora da saga de romances original, assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

Crítica 3 | La La Land – Cantando Estações

O MUSICAL POSSÍVEL PARA A NOSSA ÉPOCA

 

Em sua homenagem aos musicais, Damien Chazelle resgata a pureza do público ao ver… um musical!  Ou não era esse o estado de espírito do público na era de ouro de Hollywood? Se Hollywood era a indústria dos sonhos, nenhum gênero do período traduziu isso melhor do que os musicais. Nada poderia ser mais escapista do que Gene Kelly dançando na chuva – com tudo que esse escapismo tinha de bom e de ruim. E, para sonhar é preciso de uma dose inocência, ou não?!

Fato, que o mundo e o cinema mudaram. A relação do público com a tela grande deixou de ter aquele romantismo do período clássico. Não que os blockbusters atuais não sejam uma fuga da realidade ou não representem (ou imponham, dependendo de quem vê) ideais. Mudou foi que o público ganhou consciência de que tudo é um filme e, nesses primeiros anos de século XXI, nos tornamos mais cínicos. Hoje, o público quer que o superherói, uma criatura com super poderes!, seja realista…

Num ambiente assim, musicais que carregam uma dose (e só uma dose) de inocência, como La La Land – Cantando As Estações (La La Land), conseguirem cair no gosto de público é admirável. Chazelle recriou não só o estilo dos velhos musicais, mas a relação que o público tinha. A história simples de amor entre a garçonete aspirante à atriz e o pianista que sonha em abrir um bar de jazz atinge o emocional da plateia. E isto graças ao talento dos atores e à carpintaria com a qual o diretor desenha seu universo.

La La Land é um filme essencialmente sensorial. A história é quase uma desculpa para reconstruir a magia dos musicais. E Chazelle consegue reutilizar a linguagem do gênero na medida certa do gosto do público.

Não vá aguardando algo como Moulin Rouge! ou Chicago. La La Land abraça o simples e o natural. Exceto por dois momentos, os números musicais transcorrem em ambientes realistas ou mesmo em locações. Um dos primeiros números musicais entre Sebastian (Ryan Gosling) e Mia (Emma Stone) ocorre em uma estrada. Esse realismo contrasta com o clima romântico e onírico que Los Angeles ganha.  A cidade aparece como um lugar tão plácido, que um espectador desavisado pode se decepcionar com as diferenças entre a LA do filme e a LA original.

Um elemento forte nos musicais clássicos era a cor, muito porque o colorido era uma novidade nos cinemas. Na releitura de Chazelle, as cores explodem no figurino e no cenário; nada tão espalhafatoso que desagrade ao gosto do público atual, mas fortes suficientes para evocarem os velhos musicais.

Nenhum trabalho de cores – e de ambientação – é completo sem a fotografia. O diretor de fotografia Linus Sandgren foi o maior responsável pelo clima onírico da obra. Seja uma breve panorâmica em um píer, seja um close em Mia e Sebastian sentados ao piano, a fotografia de Sandgren transmite a carga emocional exata de cada cena, casando muito bem com as músicas.

Há outros elementos mais óbvios que evocam os velhos musicais. Nada disso, porém, seria suficiente sem Ryan Gosling e Emma Stone. Eles podem não ser os melhores dançarinos nem grandes cantores (nem o filme exige números de dança elaborados), mas ambos transmitem as emoções que cada instante pede, gerando no público uma cumplicidade essencial para reavivar a pureza dos velhos musicais.

Chazelle não quer reinventar o gênero. Assim como Sebastian com o jazz, ele quer reviver aquela magia, ainda quem tenha que fazer concessões (lê-se, modernizar o gênero). E no roteiro ele faz uma das atualizações mais curiosas. Cuidado que lá vem spoilers!

Por ser um filme de sensações, se o público for apenas focando no desenrolar do enredo, poderá se perguntar o que crítica e público viram nele para elogiarem tanto. La La Land fala de perseguir sonhos e de pessoas que conseguem realizá-los. Sim, a película é sobre aquele 0,5% da população mundial. Em boa parte, o filme vende a ideia de que você pode alcançar seus sonhos.

Isto incomodou parte da crítica, e provavelmente espectadores mais rabugentos. Acontece que o filme não é 100% cor de rosa. Sim, Sebastian abre seu bar e Mia virar atriz de sucesso, mas o preço é a separação. Em La La Land, o sucesso no jogo cobrou como pedágio o amor. Passados 5 anos da separação, Mia e Sebastian se encontram. Depois desse reencontro, acompanhamos uma sequência que representa o sonho dos dois, uma realidade alternativa na qual amor e sucesso andam juntos. Esta sequência é um estereótipo dos antigos musicais: cenários fantasiosos, cores explodindo na tela, cantoria incessante e final 100%.

Ao confrontar a história real de Mia e Sebastian e o que eles poderiam ter vivido, Chazelle reconhece os limites no resgate dos musicais clássicos e se filia aos musicais agridoces. O público não tem a inocência e pureza de antes. Finais felizes só são possíveis parcialmente.

E, aí, o que achou do filme? Também saiu cantando da sala de sessão? Ou acho um filme bobinho e superestimado? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:

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10 ÓTIMOS Filmes que debatem o papel da imprensa

O papel da imprensa em um mundo tão dinâmico e pós redes sociais vem se tornando algo fundamental para mantermos o equilíbrio nas reflexões sobre a sociedade e escapar da terrível onda de fake news que volta e meia mostra-se presente. Pensando sobre essa importância do jornalismo nas nossas vidas, separamos abaixo algumas indicações de ótimos filmes que circulam o tema:

 

Todos os Homens do Presidente

Baseado em fatos reais, esse clássico do cinema nos leva até a história de dois profissionais da imprensa que investigaram o caso Watergate para o jornal The Washington Post.

 

O Motorista de Táxi

A Taxi Driver conta a história de um pão duro mas carismático motorista chamado Kim (Kang-ho Song) que enfrenta as dificuldades do dia a dia como taxista na maior cidade da Coreia do Sul, Seul. Certo dia, após um almoço com seu amigo vizinho e também taxista, escuta um papo que um jornalista estrangeiro está pagando uma bela quantia em dinheiro para que alguém o leve de Seul até a cidade de Gwangju. Assim, Kim usa de suas habilidades para conseguir ser o motorista dessa corrida, conhecendo o jornalista alemão Peter (Thomas Kretschmann). Juntos vão viver dias intensos e mostrarão ao mundo um dos maiores massacres que o mundo oriental já viu em toda sua história.

 

Breslin and Hamill: Deadline Artists

Buscando resgatar a história marcante de dois dos maiores colunistas de jornais impressos dos Estados Unidos, que escreveram para diversos jornais de Nova Iorque, Jimmy Breslin e Pete Hamill, os diretores Jonathan Alter, John Block, Steve McCarthy conseguem em pouco menos de duas horas passar com bastante informação sobre fatos marcantes da história norte-americana que tiveram os dois jornalistas citados na linha de frente entre público e notícia. Produzido pela HBO.

 

Collective

O bom jornalismo está em muitos lugares, a fonte desse é a verdade. Prêmio de Melhor Longa-Metragem Documentário da Competição Internacional na edição 2020 do Festival É Tudo Verdade, Collective, de Alexander Nanau é um filme forte e corajoso. Um documentário investigativo mostrando quase em tempo real as chocantes descobertas e os desdobramentos de um fato que desencadeou uma crise feroz no Ministério da Saúde da Romênia. Um grupo de jornalistas tenta apurar e noticiar todas as portas que se abrem conforme vão avançando no caso. Detalhado e argumentativo, somos testemunhas de um golpe completo de um estado disfuncional, sua corrupção e seu sistema de saúde repleto de esquemas gananciosos.

 

Os Reféns de Gladbeck

Um dos sequestros mais absurdos e com desenrolares inacreditáveis da história da Europa.  Gravações feitas no mês de agosto do ano de 1988 se transformaram em um documentário que nos impacta do início ao fim. Os Reféns de Gladbeck, lançado na Netflix tem a proposta de apresentar os fatos de um sequestro onde, por mais de 50 horas, sem interrupção, telespectadores da Alemanha Ocidental acompanharam os desenrolares da ação criminosa que virou um grande circo midiático. Totalmente feito com gravações originais, mostrados em ordem cronológica, vamos acompanhando uma série de absurdos que se sucedem, desde um passivo comando das forças policiais até a interferência massiva de jornalistas ao longo de todos os fatos.

 

The Post

Nesse quinto trabalho dirigindo Tom Hanks, e o segundo dirigindo Meryl Streep, o mundialmente conhecido cineasta norte-americano Steven Spielberg voltou às telonas tempos atrás com o drama The Post. O roteiro, assinado pela dupla Liz Hannah e Josh Singer é cirúrgico ao analisar as sequências de acontecimentos que ficou conhecido como um emblemático episódio de vitória da democracia na figura da imprensa contra um governo cheio de segredos.

 

Uma Repórter em Apuros

Na trama, conhecemos a solitária Kim Baker (Tina Fey), uma editora que nunca teve nas frentes das câmeras e na necessidade de sua emissora de enviar alguém para cobrir a guerra no Afeganistão, acaba topando o desafio e embarca com sua chamativa mala para frente do conflito. Chegando lá, enfrenta muitas dificuldades que vão do alojamento precário da imprensa até um certo tipo de preconceito por ser uma das poucas mulheres cobrindo esse conflito. Mas aos poucos, Kim vai mostrando seu valor e conseguindo histórias muito interessantes que cercam esse conflito.

 

Spotlight – Segredos Revelados

Lançado no Festival de Veneza, o filme, baseado em fatos reais, gira em torno de uma equipe de jornalistas investigativos comandados Robby (Michael Keaton) que acabam descobrindo um escândalo ligado à igreja católica que escondia casos de abuso de menores por padres na cidade de Boston. Lutando contra grandes forças que sempre protegeram essa história, os jornalistas precisam lidar com muitas surpresas e bastante paciência para poder apurar todos os fatos e publicar a matéria. A reportagem rendeu aos jornalistas o prestigiado Prêmio Pulitzer de serviço público em 2003.

 

O Abutre

Na trama, conhecemos o debochado e confiante Louis Bloom (Jake Gyllenhaal), um homem solitário que adora ver televisão. Certo dia, é quase testemunha de um acidente rodoviário e percebe um homem filmando toda aquela tragédia na cena do crime. Depois disso, Bloom tem uma ideia, resolve vender sua bicicleta, comprar uma câmera, um rádio da polícia e vai atrás de conseguir fazer notícia com as tragédias dos outros. O problema é que o protagonista desta história é um psicopata, totalmente maluco da cabeça e fará de tudo para conseguir que suas matérias ocupem os principais jornais televisivos e sensacionalistas da cidade onde reside.

 

O Jornal

Comédia dirigida por Ron Howard, que foi o primeiro cineasta a dirigir Keaton nos cinemas anos atrás, nos mostra o intenso e conturbado cotidiano de um tabloide de Nova Iorque, os dramas pessoais e as notícias que chegam a todo instante. No elenco nomes como: Robert Duvall, Robert Duvall, Glenn Close e Marisa Tomei.

 

As Maiores DECEPÇÕES de 2019

Todo ano esperamos por aqueles filmes badalados. Superproduções, franquias de sucesso, longas de diretores renomados ou estrelados pelo astro/estrela que adoramos. Muitas vezes, no entanto, o resultado de tal espera termina por ser frustrante, porque o filme não corresponde às nossas expectativas. Cada vez mais, conforme ficamos mais velhos, precisamos aprender a lidar com nossas frustrações, afinal ser adulto é isso. E no cinema não é diferente.

Pensando em tais filmes, que terminaram por decepcionar mais do que agradar, o CinePOP resolveu criar uma lista com as produções mais esperadas do ano cujo resultado terminou sendo, digamos, no mínimo insatisfatório. Vem conhecer.

10) It – Capítulo 2

Stephen King sempre ficou entre erros e acertos quando o assunto é produção audiovisual. It: A Coisa (2017) foi uma tremenda surpresa, se tornando uma das produções mais elogiadas de seu respectivo ano – muito por investir em crianças carismáticas e no clima anos 1980 muito em voga atualmente. Mesmo para os nostálgicos de plantão, que reverenciam a não tão boa produção para a TV da obra, de 1990, esta reimaginação se mostrou superior.

O livro é gigantesco, e a minissérie já havia sido dividida em dois episódios. O caminho natural para a saga no cinema também foi essa e todos concordaram com a decisão da Warner, mesmo precisando esperar dois anos pela conclusão da história. E quando chegou a vez de seguirmos o clube dos perdedores adultos (mesmo os fãs tendo “participado” da escolha de alguns intérpretes, vide Jessica Chastain como Beverly), o resultado foi morno, um filme sem o brilho ou carisma do original, conseguindo até mesmo apagar a atuação fantástica de Bill Skarsgard como o palhaço assassino Pennywise, deixado em segundo plano aqui.

09) Star Wars – A Ascensão Skywalker

Recém-saído do forno, este é o exemplar mais “jovem” da lista. Star Wars sempre despertou a paixão dos fãs, e quando falamos em paixão, ela vai para os dois lados. O Despertar da Força e Rogue One parecem ter sido os dois únicos filmes relativamente unânimes da nova safra, já nas mãos da Disney. Foi depois de Os Últimos Jedi que a coisa realmente desandou, e os nerds mostraram sua vingança e sua face verdadeiramente raivosa em relação ao longa.

A Ascensão Skywalker, no entanto, está mais para Han Solo, no sentido de que é um filme que não fede e nem cheira, totalmente esquecível, desafiando o espectador a lembrar do que aconteceu já na semana seguinte. E este é justamente seu maior pecado, porque nem de longe é o que queremos vindo de um filme da franquia. Os realizadores estavam com tanto medo de ousar e desagradar, que entregaram um filme robótico, sem qualquer alma, numericamente criado para agradar perpassando todos os itens do que os fãs queriam. E vocês conhecem aquele ditado: “quem quer agradar todo mundo, termina…”

08) Os Mortos Não Morrem

Aqui adentramos outro território: o de diretores cultuados dando mancada. Este era um filme esperado, mas somente para os fãs cult do diretor Jim Jarmusch. Conhecido por seu estilo peculiar de narrativa letárgica, o cineasta decide entrar na brincadeira dos filmes de zumbis cômicos – que gente como Edgar Wright e Ruben Fleischer já havia desbravado com tamanha maestria. Uma escolha estranha para Jarmusch, mais acostumado a falar sobre as relações humanas. Porém, se formos pensar bem, a estranheza é a cara do diretor.

Ou seja, Os Mortos Não Morrem poderia ter dado muito certo. Jarmusch inclusive se deu bem ao abordar o subgênero dos filmes de vampiros com Amantes Eternos (2013), entregando uma pequena pérola. Seu novo filme, no entanto, carece de vigor e vontade. O humor é velho, soando reciclado. O diretor não consegue imprimir um insight que seja sobre este universo, deixando seu filme com jeito de sobra de produções melhores. A comédia não possui timing e o elenco de peso é desperdiçado. As tentativas mais ousadas terminam por morrer na praia, vide o arco de Tilda Swinton, e a piada que quebra a quarta parede. O resultado é um filme mais morto que seus zumbis.

07) Vidro

A conclusão da “trilogia” não intencional de M. Night Shyamalan até que foi bem de bilheteria. Mas a verdade é que após as semi obras-primas Corpo Fechado e Fragmentado, esperávamos um desfecho muito mais apoteótico – e que nem precisava ser um desfecho na verdade. A sensação que dá é a de um filme apressado, que precisou às pressas juntar as amarras entre os dois longas anteriores e pensar num final para a “saga”.

O que queríamos na verdade era uma produção menor, mais calma, criada nos moldes minimalistas dos anteriores. Nada de Shyamalan pensando que estava fazendo um filme da Marvel. Deixe isso para Kevin Feig. Qualquer vestígio de suspense ou intriga se esvai pelo ralo em prol de ação, efeitos e a insistência em dizer que essa é uma adaptação de quadrinhos. A graça de Corpo Fechado era justamente trazer este universo para o mundo real e não o oposto como temos aqui. O resultado se mostra uma HQ de quinta, deixando de lado qualquer seriedade proposta anteriormente.

06) A Família Addams

Por mais que não fossem filmes perfeitos, os dois live action da Família Addams se tornaram cult, guardados no coração e mente de diversas gerações. Assim, não é de se espantar que o anúncio de um novo filme, desta vez em animação, tenha despertado o interesse dos fãs. O elenco de dubladores então, com Charlize Theron, Oscar Isaac e Chloe Grace Moretz à frente, se mostrou um chamariz a mais.

O longa, porém, fica entre erros e acertos, mas no final termina deixando um gosto relativamente azedo em nossas bocas. Mais uma vez, a falta de ousadia aqui é o principal problema – uma constante na Hollywood atual. Você pensa: que diabos é essa falta de ousadia que tanto falam? Bem, é a vontade de entregar algo novo, diferente, se distanciando do famoso “mais do mesmo”. É essa repetição que temos presente aqui no novo longa, aquela sensação de que já vimos isso antes. O filme acerta de começo, mostrando como a família se conheceu, mas depois recai em tudo que já sabemos, adicionando uma trama que mistura um material garantido de ficar datado rápido, com um mote envolvendo um reality sobre reformas de casa – em voga agora, mas sabe-se lá até quando.

05) Shaft

O anúncio de um novo Shaft pegou todos de surpresa. Quando foi anunciado o lançamento direto para a Netflix, sendo que a ideia original não era essa, tivemos flashbacks de Aniquilação (um ótimo filme, não me entenda mal) e O Paradoxo Cloverfield. Ou seja, produções indesejadas, despejadas na plataforma de streaming.

Shaft é um personagem icônico, símbolo de uma era de representatividade, do cinema negro da década de 1970. De fato, Shaft é seu carro-chefe. O filme dirigido pelo saudoso John Singleton é uma grande homenagem subestimada para o personagem. E ela ocorreu há vinte anos. Não sabemos exatamente o que se passou pela cabeça dos produtores para tirarem o personagem da aposentadoria, a única coisa que sabemos é que esta não era a forma certa de fazê-lo. De um thriller policial dono de muito humor ácido, o novo Shaft se transformou numa comédia boba sobre choque de gerações – entre o policial durão e insensível e seu filho millennial delicado. Sério? Em pleno 2019?

04) As Panteras

Outro produto saído dos anos 1970 que viu seu esforço em se adaptar aos novos tempos morrer na praia. As Panteras falava sobre empoderamento feminino já na década de 1970, trazendo um trio de detetives particulares que detonava. Na década passada a opção foi por fazer dois filmes tão exagerados, que basicamente se mostravam um cartoon. Nada de errado com isso, e os filmes possuem seu charme.

Aqui, a diretora, produtora e roteirista Elizabeth Banks não sabia muito bem o que queria. Ela só sabia que queria criar um atestado com seu filme – um atestado feminista, sobre empoderamento. Bem, Elizabeth, vamos te contar uma coisa: você já começava ganhando, pois As Panteras sempre foi justamente isso. Não precisava se esforçar tanto, era só desenvolver uma boa história, e centrar num tom. O novo filme não consegue decidir se quer focar na ação, no suspense (se mostrando algo mais sério) ou no humor. Uma coisa é certa, o filme terminou sem identidade. E não ajuda ter uma trama pra lá de morna e personagens muito esquecíveis.

03) O Pintassilgo

Muitas vezes as mídias não conversam entre si. Por exemplo, podemos ter uma HQ elogiadíssima, e quando a mesma é traduzida para o cinema, resultar num filme ruim. E por aí vai, desde games, passando por séries e até mesmo brinquedos. Com livros isso ocorre muito também, sendo mais difícil ainda vermos uma boa adaptação cinematográfica de uma obra literária ruim.

Este não é o caso com O Pintassilgo, já que o livro da autora Donna Tartt é vencedor do Prêmio Pulitzer de literatura de ficção em 2014, entre outras honrarias. Ou seja, a não ser que estes eruditos estejam errados, é uma história poderosa. O filme, por outro lado, fica parecendo a definição de um termo muito usado em nossa sociedade: “White people problem”. Tudo bem, ele trata de perda e atentados terroristas, mas os personagens são todos tão pedantes e pretensiosos, frequentadores da alta sociedade que parecem saber falar somente de arte o tempo todo, que O Pintassilgo se torna muito fútil.

02) Projeto Gemini

Tudo bem que a presença do astro Will Smith já não é mais o que outrora foi. Em partes pelo ator ter envelhecido e ter começado a perder uma parcela do público jovem, que começa a enxergá-lo como tiozão, mas em especial por ter se envolvido em bombas homéricas como Esquadrão Suicida e Beleza Oculta. Mas quando foi anunciado que seu próximo projeto seria uma ficção científica sobre clonagem dirigida por ninguém menos que o mestre Ang Lee, os cinéfilos voltaram a ficar em polvorosa em relação ao astro.

Fora isso, um dos grandes atrativos era a tecnologia de rejuvenescimento, muito em voga na atualidade. O artifício já foi utilizado pelos estúdios Marvel algumas vezes em seus filmes, e mais recentemente no épico mafioso de Martin Scorsese, O Irlandês. Aqui, é Will Smith que volta à época de Um Maluco no Pedaço, deixando os fãs histéricos. É Will Smith jovem contra Will Smith atual, dois exímios assassinos lutando entre si – e gerando diversos paralelos de demônios internos e ego. Bem, podia ser grande, mas terminou mencionado apenas pela ação – o que nunca é um bom sinal.

01) MIB: Homens de Preto – Internacional

Por falar em Will Smith, a franquia que o ator ajudou a erguer também não ia exatamente bem das pernas. Depois do primeiro filme, o mais adorado, as continuações foram lançadas de forma bem espaçada e nenhum teve o apelo do original junto ao público. Foram cinco anos do primeiro pro segundo, e mais dez do segundo pro terceiro. Assim, a ideia foi por um reboot, mas antes quase passou por um crossover pra lá de inusitado.

A Sony percebeu que os encontros das franquias da Marvel rendiam rios de dinheiro e pensou: quais franquias temos que podem se encontrar? A resposta foi Homens de Preto e Anjos da Lei. As duas realmente quase se tornaram uma. Por mais louca que seja a abordagem, ela poderia ter sido melhor do que o que de fato fizeram com este Mib Internacional. Levar a agência para o mundo, saindo dos EUA, é uma ótima ideia, no mundo globalizado que vivemos, lutando contra novos muros e barreiras. Uma protagonista feminina também é super atual. Juntar Tessa Thompson e Chris Hemsworth (dupla de Thor Ragnarok)? Gostamos. Só estes elementos são suficientes para se criar um bom filme? Errado, e foi aí que os envolvidos escorregaram.

Fracassou! Os Grandes Flops do Cinema que Completam 30 Anos em 2025

Todo fã de cinema no fundo deseja que os filmes que tanto adoram sejam bons. Afinal, para nós cinéfilos, que assistimos a tantos filmes, não existe decepção maior do que investir duas horas de nossas vidas em algo que não nos apetece. A sétima arte é uma verdadeira incógnita, mas realmente só conseguimos avaliar se gostamos ou não de uma produção cinematográfica após esse investimento de tempo e vida. A experiência de assistir a um filme é única e bastante pessoal.

Porém, apesar de nosso desejo, nem sempre a coisa caminha dessa forma. Na verdade, em grande parte do tempo, nos deparamos com produções que não caem em nosso gosto. É claro que toda opinião é subjetiva, afinal tratamos de uma arte também subjetiva, e o que pode ser bom para mim, pode não ser para você e vice-versa.

Mas e quando o fracasso de um filme se torna consenso de crítica e público? São justamente destes filmes que iremos falar aqui nessa matéria. Mas não apenas isso, nossa viagem também será nostálgica, pois voltaremos 30 anos no passado para lembrarmos dos maiores flopes daquela época. Esses são os maiores fracassos do cinema que completam 30 anos em 2025.

Waterworld: O Segredo das Águas

Waterworld’ e ‘Titanic’ possuem muita coisa em comum, embora muitos sequer imaginem. Ambos são superproduções que mostraram aos seus estúdios que filmar na água é basicamente uma receita para o desastre. Ambos estouraram seus orçamentos e o tempo de produção. A grande diferença é que ‘Titanic’ superou todas as adversidades e se tornou o maior sucesso da história do cinema. ‘Waterworld’ não teve a mesma sorte. Espécie de ‘Mad Max’ na água, da Universal Pictures, o longa estrelado por Kevin Costner serviu para manchar um pouco a reputação do astro na época.

Showgirls

Showgirls’ entrou para a história como um dos piores filmes de todos os tempos. Hoje, transformado em filme cult, daqueles que de tão ruins viram a curva e se tornam bons de novo, o filme virou sucesso em exibições de meia noite. Mais do que isso, existem aqueles que juram de pés juntos que a intenção original foi fazer um filme propositalmente novelesco. É claro que essa história não cola para todo mundo. O fato é: na época o longa se tornou sinônimo de fiasco e virou motivo de piada. A intenção de Paul Verhoeven era elevar o jogo após ‘Instinto Selvagem’, e para isso foi preciso criar um novo tipo de classificação de censura para o longa – por motivo sexual e de nudez. Olhando hoje, ele é no máximo um soft porn.

Tank Girl: Detonando o Futuro

As adaptações de super-heróis de quadrinhos para o cinema não são uma coisa de agora. No entanto, por mais estranho que isso possa parecer, nos anos 80 e 90 era uma aposta mais segura para os estúdios levarem personagens desconhecidos, de editoras alternativas, para os cinemas, do que os heróis medalhões da Marvel ou DC. Um destes personagens undergrounds foi ‘Tank Girl’, uma espécie de Deadpool feminina (que atira piadas para todos os lados e vive quebrando a quarta parede), vivendo no universo de Mad Max. Se tivesse dado certo, ‘Tank Girl’ teria feito da sumida Lori Petty uma grande estrela.

O Juiz

No mesmo ano de ‘Tank Girl’, da MGM, a Disney resolveu tirar do papel os quadrinhos cult ingleses do ‘Juiz Dredd’. Passado num futuro totalitário, os juízes do título são oficiais da lei trabalhando para o governo, que são a força contra o crime e funcionam como juízes, júri e carrasco, podendo livremente executar bandidos ao seu bel prazer. O estúdio conseguiu até mesmo escalar como protagonista Sylvester Stallone, um dos maiores astros da ação da época. No entanto, uma vez tendo Stallone, é claro que qualquer um iria querer mostrar o rosto do ator (e provar que era verdadeiramente ele em cena). E daí começaram as muitas diferenças para os quadrinhos e as reclamações dos fãs.

A Ilha da Garganta Cortada

Não é todo dia que um filme consegue falir um estúdio. Isso já aconteceu outras vezes em Hollywood (quando ‘Portal do Paraíso’ faliu a United Artists na década de 80). Nos anos 90, foi a vez de ‘A Ilha da Garganta Cortada’, uma aventura de piratas à moda antiga, que custou caríssimo, que terminou fazendo a Carolco Pictures pedir falência e sumir de vez. Geena Davis era uma grande atriz vencedora do Oscar na época, mas devido ao fracasso desta aventura, terminou perdendo seu brilho na maior indústria do cinema. E foi só com ‘Piratas do Caribe’ em 2003 que as aventuras clássicas de capa e espada recuperariam seu prestígio.

A Letra Escarlate

Por falar em grandes estrelas dos anos 90 de Hollywood, a musa Demi Moore voltou com força aos holofotes recentemente graças ao sucesso do terror cult ‘A Substância’, que terminou indicado ao Oscar e rendeu para a atriz igualmente a primeira indicação de sua carreira. Moore, é claro, tem no currículo inúmeros sucessos, como ‘Ghost’, ‘Questão de Honra’ e ‘Proposta Indecente’. Assim, no auge de sua carreira, ela decidiu estrelar a adaptação de um famoso livro dramático de época, sobre uma mulher difamada e considerada adúltera, obrigada a usar uma letra A vermelha em sua roupa. O filme se tornou o primeiro grande fracasso de sua carreira após o estrelato.

Assassino Virtual

Outro astro irretocável da atualidade, Denzel Washington é um dos grandes intérpretes da história do cinema, adorado por todos. Hoje um veterano, Denzel já fez de tudo um pouco em sua carreira. Mas na década de 90, nem mesmo o ator estava livre dos fracassos retumbantes. Foi o que aconteceu em ‘Assassino Virtual’, tentativa de Washington em estrelar uma ficção científica passada inteiramente no futuro, sobre uma tecnologia avançada, uma inteligência artificial que se torna homicida. Bem, hoje o filme pode ter outro contexto, por estar mais próximo da realidade do que há 30 anos. Seja como for, o filme se tornou fracasso e mais de 10 anos depois, Denzel e Russell Crowe iriam protagonizar o muito superior ‘O Gângster’, de Ridley Scott.

Johnny Mnemonic – O Cyborg do Futuro

Há 30 anos o cinema resolvia investir pesado nas ficções científicas, temas como a internet e uma visão distópica do futuro. Temos inúmeras produções lançadas na época para lista, vide ‘A Rede’ com Sandra Bullock, e ‘Hackers’ com Angelina Jolie, por exemplo. Mas aqui resolvemos listar o fracasso de ‘Johnny Mnemonic’ com Keanu Reeves, filme que faz boa companhia de um futuro meio cyberpunk para ‘Assassino Virtual’. O tema aqui são as informações que podem ser carregadas diretamente no cérebro, como se nossa cachola fosse um HD de computador. O filme fracassou e foi o medo de muitos com ‘Matrix’ – na época achava-se que poderia ser um novo ‘Johnny Mnemonic’, coisa que ainda bem não aconteceu.

Um Vampiro no Brooklyn

Já imaginou um filme de terror com Eddie Murphy? Difícil de pensar em algo assim, né? Agora, imagine um filme de terror com Eddie Murphy dirigido pelo mestre Wes Craven, responsável por sucessos do gênero como ‘A Hora do Pesadelo’ e ‘Pânico’. Pois bem, isso realmente aconteceu, e no ano anterior ao sucesso original de Ghostface. Acontece que Craven fez uma parceria com Murphy, em um roteiro escrito pelo próprio astro que o transformava em um vampiro caribenho atacando em Nova York. Apesar do fracasso na época, ‘Um Vampiro no Brooklyn’ surge como prazer culposo cult.

Atração Explosiva

Finalizando a matéria, temos um thriller de ação cujo livro também serviu de base para o clássico ‘Cobra’, de 1986, com Sylvester Stallone. O livro foi adaptado uma segunda vez há 30 anos como este ‘Atração Explosiva’. O filme também serviu como porta de entrada na carreira da modelo Cindy Crawford, então uma das mais badaladas da época, como atriz. Infelizmente para ela, esse seria seu único papel de destaque no cinema. Acontece que na época o consenso foi que a moça como atriz era uma ótima modelo. Não ajudou ter como parceiro o “canastra” William Baldwin.

‘The Conners’: Ator afirma que Roseanne Barr ‘abriu mão de muita coisa’ pelo spin-off

Em entrevista ao Jimmy Kimmel Live, o ator John Goodman sobre o spin-off ‘The Conners‘, e a controvérsia envolvendo Roseanne Barr.

“Ela abriu mão de muita coisa para que a gente conseguisse fazer o spin-off, e não posso agradecê-la o suficiente. É muito estranho fazer essa série sem ela, porque é minha amiga.”

O ator não revelou o destino da personagem na trama, mas disse que “sentirão sua falta”, e que será basicamente a “mesma família, sem a mãe”.

O spin-off estreia no dia 16 de outubro e terá o retorno do elenco da série original, John Goodman, Laurie Metcalf, Sara Gilbert, Lecy Goranson e Michael Fishman.

O revival de ‘Roseanne‘, que havia sido renovado no começo do ano, foi a maior estreia de 2017, com 5.1 pontos na demo, e 18,16 milhões de espectadores no total. Apesar disso, a série foi cancelada depois de comentários racistas feitos pela atriz principal.

Na trama de ‘The Conners‘, especula-se que a protagonista original – vivida por Roseanne Barr – terá morrido.

‘Escape Room 2’: Sequência tem data de estreia ADIADA

Inicialmente previsto para chegar aos cinemas em abril, a sequência ‘Escape Room 2‘ teve sua data de estreia adiada em alguns meses e agora será lançado somente no dia 14 de agosto de 2020.

O diretor Adam Robitel irá retornar, assim também como o roteirista Bragi F. Schut.

Novas informações devem sair em breve.

Sucesso nos cinemas, o primeiro filme já arrecadou mais de US$ 154.3 milhões mundialmente.

‘Matrix 4’: Brian J. Smith, de ‘Sense8’, entra para o elenco da sequência

De acordo com o Deadline, Brian J. Smith (‘Sense8’) entrou para o elenco da sequência sequência ‘Matrix 4‘.

No entanto, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Confira os vídeos dos bastidores das filmagens do longa:

O próximo capítulo da franquia chegará aos cinemas no dia 21 de maio de 2021Lana Wachowski retorna como diretora.

Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss retornam. O elenco ainda conta com Jada Pinkett Smith, Jonathan Groff, Yahya Abdul-Mateen II, Lambert Wilson, Jessica Henwick e Neil Patrick Harris.

Anteriormente, o WGTC informou que a  Warner Bros está interessada em produzir mais uma trilogia da franquia, e a nova sequência dará início ao projeto.

A informação veio da mesma fonte que revelou o desenvolvimento das séries da ‘Mulher-Hulk’ e da ‘Miss Marvel’ para a Disney+.

Foi dito que a presença de Neo e Trinity emMatrix 4‘ será apenas uma forma de Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss passarem a tocha para a próxima geração de atores.

Além disso, os astros originais não devem retornar depois da sequência.

Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:

“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

‘Black-ish’: ABC encomenda seis episódios extras para a 7ª temporada

De acordo com o TVLine, a ABC encomendou seis episódios extras para a 7ª temporada da comédia ‘Black-ish‘, totalizando 21 episódios para o novo ciclo.

O sétimo ano estreou essa semana, registrando 0.6 na demo e um total de 3.1 milhões de espectadores. Em comparação, o resultado está acima da média da temporada anterior.

No Brasil, as cinco primeiras temporadas estão disponíveis na Amazon Prime.

Criada por Kenya Barris, a série principal já possui dois spin-offs intitulados ‘Grown-ish‘ e ‘Mixed-Ish‘.

Na trama, um homem negro de classe média alta luta para criar seus filhos com um senso de identidade cultural, apesar de constantes contradições e obstáculos vindos de sua esposa liberal, de seu pai de valores tradicionais e de suas próprias crianças, que enxergam o mundo de outra maneira. A série problematiza relações sócio-culturais com um humor conciso.

O elenco conta com Anthony Anderson, Tracee Ellis Ross, Marcus Scribner, Miles Brown, Marsai Martin, Peter Mackenzie, Deon Cole e Jenifer Lewis.

‘Joe Exotic’: Ator de ‘Twin Peaks’ entra para a série baseada em ‘A Máfia dos Tigres’

De acordo com o TVLine, Kyle MacLachlan (‘Twin Peaks’) entrou para o elenco da série ‘Joe Exotic‘, baseada na popular obra ‘A Máfia dos Tigres‘, da Netflix.

O ator interpretará Howard Baskin, marido da Carole. Ele uma presença calma e constante em sua vida e um grande defensor de seu trabalho na Big Cat Rescue.

A produção será estrelada por Kate McKinnon como Carole Baskin, uma grande entusiasta do mundo felino que descobre que seu colega também entusiasta Joe “Exotic” Schreibvogel (interpretado por John Cameron Mitchell) está usando seus grandes felinos para procriação e lucro. Ela se propõe a encerrar seu empreendimento, incitando uma rivalidade que aumenta rapidamente. Mas Carole tem seu próprio passado conturbado e quando suas garras aparecem, Joe não vai parar por nada para expor o que ele enxerga como hipocrisia.

O elenco ainda conta com William Fichtner como produtor do reality show, Rick Kirkham; Brian Van Holt como o gerente do zoológico, John Reinke; Nat Wolff como o primeiro marido do Joe, Travis Maldonado; e Sam Keeley como segundo marido do Joe, John Finlay.

A série terá oito episódios e será baseada no artigo ‘Joe Exotic: uma jornada sombria no mundo de um homem enlouquecido‘, de Leif Reigstad.

Vale lembrar que a série original foi assistida por mais de 34.3 milhões de contas diferentes nos EUA em seus 10 primeiros dias de lançamento.

‘Wendell & Wild’: Netflix anuncia elenco COMPLETO da nova animação do diretor de ‘Coraline’; Confira!

Netflix anunciou o elenco completo de ‘Wendell & Wild‘, animação em stop-motion dirigida por Henry Selick (‘Coraline e o Mundo Secreto’).

Keegan-Michael Key e Jordan Peele irão estrelar a produção, que ainda contará com as vozes de Lyric RossAngela Bassett, James HongTamara SmartNatalie MartinezTantoo CardinalGabrielle DennisIgal NaorDavid HarewoodMaxine PeakeRamona Young, Sam ZelayaSeema VirdiGary Gatewood e Ving Rhames.

Além de dirigir, Henry Selick também escreveu o roteiro ao lado de Jordan Peele.

A trama segue dois irmãos, os ardilosos demônios Wendell (Key) e Wild (Peele), que pedem a ajuda de Kat Elliot – uma adolescente cheia de culpa – para invocá-los à Terra dos Vivos. Porém, o que Kat exige em troca os leva a uma aventura bizarra e cômica como nenhuma outra em uma fantasia animada que desafia a lei da vida e da morte.

A produção ainda não possui previsão de lançamento.

‘Cross’: Ryan Eggold, de ‘The Blacklist’, se junta a Aldis Hodge na nova série de ação da Amazon

De acordo com o Variety, Ryan Eggold (‘The Blacklist’) entrou para o elenco da série ‘Cross‘, que está sendo desenvolvida pela Amazon Prime.

O ator interpretará Ed Ramsey, um charmoso jogador político com segredos sombrios. Ele começa como um admirador do Alex Cross (interpretado por Aldis Hodge), mas acaba se tornando seu adversário.

Isaiah Mustafa (‘Shadowhunters’) também foi confirmado como John Sampson, o melhor amigo de Cross.

A produção é baseada no romance homônimo escrito por James Patterson.

Na trama, o astro dará vida ao espião Alex Cross, descrito como “brilhante, mas falho e cheio de contradições. Um pai amoroso e homem de família, Cross nutre uma obsessão quando se trata de caçar assassinos. Ao mesmo tempo, ele é carente de amor, mas o assassinato de sua esposa o deixou muito magoado para aceitar qualquer demonstração de afeto.”

Além de estrelar, Hodge (‘Adão Negro’) também será um dos produtores.

O roteiro fica a cargo de Ben Watkins, que também será produtor executivo e showrunner.

Vernon Sanders, presidente de conteúdo global da Amazon Studios, comemorou a iniciativa, dizendo:

James Patterson está entre os melhores quando o assunto é cativar o público com seus romances inegavelmente inteligentes e estamos confiantes de que, com a visão artística de Ben Watkins, ‘Cross‘ fará o mesmo por nossos assinantes.

Ele continuou:

“Estamos orgulhosos de trabalhar com James e Ben ao lado da Paramount Television, da Skydance e com o extremamente talentoso Aldis Hodge, que sabemos que fará um trabalho excepcional ao dar vida a Alex Cross.”

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre diretores, restante do elenco e nem previsão de estreia.

Como o projeto está nas fases iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

CEO da Mattel afirma que o live-action de ‘Barbie’ não foi lançado “para vender mais brinquedos”

Em entrevista ao Semafor, Ynon Kreiz, CEO da Mattel, refletiu sobre o sucesso estrondoso do live-action de ‘Barbie‘ – que se tornou a maior bilheteria do ano após arrecadar mais de US$ 1.4 bilhão mundialmente.

O executivo declarou que o projeto não foi criado para que a empresa pudesse vender mais brinquedos, mas sim conduzido com cuidado para o desenvolvimento de uma produção que ressoasse com o público.

“Nós não fizemos este filme para vender mais brinquedos. Nós queríamos criar um conteúdo de qualidade que chamasse a atenção dos espectadores. Se o público quer assistir nosso conteúdo, se conectar com ele, coisas boas irão acontecer. Nós estamos colaborando com as melhores pessoas na indústria. É uma coisa dizer: ‘Nós vamos fazer um filme da Hot Wheels’, mas é outra coisa dizer: ‘J.J. Abrams fará o novo filme da Hot Wheels’.”

Ele completa, “Nós fizemos parte de todo o processo [no desenvolvimento do live-action de ‘Barbie’], mas demos controle criativo total para a Greta Gerwig. Ela merece. Nós confiamos que ela iria transformar essa propriedade em algo que ressoasse com as pessoas.”

Vale lembrar que ‘Barbie‘ retornou recentemente aos cinemas no formato IMAX.

Confira nossa crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

‘Bem-Vindo a Derry’: Novo ator é confirmado no elenco da pré-sequência de ‘It – A Coisa’

De acordo com o Deadline, Rudy Mancuso entrou para o elenco de ‘Bem-Vindo a Derry‘, série que vai servir como pré-sequência de ‘It – A Coisa‘.

Em caráter recorrente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

O ator é conhecido pela sua participação em ‘The Flash‘ e no recente musical do Prime Video, ‘Música‘. Apesar de ter nascido nos EUA, o artista tem mãe brasileira e sabe falar português fluente.

rudy mancuso

Bill Skarsgård retornará como o icônico Pennywise.

O elenco ainda contará com Alixandra Fuchs (‘Hatfields & McCoys’), Kimberly Guerrero (‘A Inglesa’), Dorian Grey (‘Star Trek: Discovery’), Thomas Mitchell (‘Spiral’), BJ Harrison (‘Family Law’), Peter Outerbridge (‘Jogos Mortais VI’), Shane Marriott (‘Fargo’), Chad Rook (‘Joe Pickett’), Joshua Odjick (‘Wildhood’) e Morningstar Angeline (‘Westworld’).

Os fãs da obra de Stephen King terão que esperar um pouco mais para mergulhar de volta em Derry.

A série, que inicialmente estava programada para estrear no Halloween de 2024, foi adiada para uma nova data ainda não definida, provavelmente apenas em 2025.

O presidente da HBO, Casey Bloys, confirmou o adiamento em uma declaração oficial à Variety:

“‘Welcome to Derry’ estava agendada para o Halloween de 2024. Provavelmente [chegará apenas] em 2025.” Os adiamentos são motivados pelas greves que afetam Hollywood este ano, impactando a produção de várias séries e filmes.

Taylour Paige (‘Zola’), Jovan Adepo (‘Watchmen’), Chris Chalk (‘Gotham’), James Remar (‘Dexter’), Madeleine Stowe (‘Revenge’) e Stephen Rider (‘Demolidor’) estrelam a série

Através do seu Twitter, a HBO Max confirmou que a série será lançada apenas em 2024.

Welcome to Derry‘ terá como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

Além da origem de Pennywise, a série contará a história da cidade Derry na década de 1960, anos antes dos eventos de ‘It – A Coisa’.

Assista nossa visita ao parque do Pennywise:

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Tatiana Maslany pode retornar como a Mulher-Hulk em ‘Vingadores: Apocalipse’

Após estrelar sua própria série no Disney+, Tatiana Maslany (‘Orphan Black’) pode finalmente retornar ao MCU como a Mulher-Hulk em ‘Vingadores: Apocalipse‘.

A atriz teve a sua participação na Comic-Con Liverpool cancelada por causa de “compromissos de filmagens”, e rumores indicam que ela estará ocupada gravando o próximo filme da icônica equipe de super-heróis da Marvel.

A teoria faz sentido se considerarmos que a Mulher-Hulk estava presente nas artes conceituais sobre o desenvolvimento inicial do longa.

Infelizmente, a informação ainda não foi confirmada pelo estúdio.

O elenco contará com Paul Rudd (Homem-Formiga), Simu Liu (Shang-Chi), Tom Hiddleston (Loki), Lewis Pullman (Sentinela), Florence Pugh (Yelena), Danny Ramirez (Falcão), Ian McKellen (Magneto), Sebastian Stan (Bucky), Winston Duke (M’Baku), Chris Hemsworth (Thor), Kelsey Grammer (Fera), James Marsden (Ciclope), Channing Tatum (Gambit), Wyatt Russell (Agente Americano), Vanessa Kirby (Sue Storm), Rebecca Romijn (Mística), Patrick Stewart (Professor X), Alan Cumming (Noturno), Letitia Wright (Pantera Negra), Tenoch Huerta Mejia (Namor), Pedro Pascal (Reed Richards), Hannah John-Kamen (Fantasma), Joseph Quinn (Johnny Storm), David Harbour (Guardião Vermelho), Robert Downey Jr (Doutor Destino), Ebon Moss-Bachrach (Coisa) e Anthony Mackie (Capitão América).

Assista à transmissão do anúncio e siga o CinePOP no Youtube:

Vingadores: Apocalipse‘ chegará aos cinemas no dia 1º de maio de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ tem estreia agendada para 7 de maio de 2027.

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

Charlize Theron luta pela sobrevivência nas imagens de ‘Apex’, novo thriller da Netflix

O site PEOPLE divulgou as primeiras oficiais oficiais de ‘Apex‘, novo thriller de sobrevivência estrelado pela Charlize Theron (‘Branca de Neve e o Caçador’).

O longa será lançado no streaming da Netflix no dia 24 de abril.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Taron Egerton (‘Kingsman: Serviço Secreto’) e Eric Bana (‘Livrai-nos do Mal’) também estrelam a produção.

Na trama…

“Uma alpinista experiente precisa lutar pela sobrevivência quando se vê sendo caçada na natureza.”

Escrito por Jeremy Robbins (‘The Purge’), o roteiro chegou a aparecer na The Black List (uma lista anual com os melhores roteiros não produzidos de Hollywood), de 2021.

Baltasar Kormákur (‘Dose Dupla’) é responsável pela direção.

“Os executivos da Netflix amaram tanto o roteiro que eles adquiriram os direitos apenas com o envolvimento dos produtores. Quando chegou a hora de escolher o elenco e diretor, Theron e Kormákur foram suas primeiras escolhas – e ambos concordaram em participar após lerem o roteiro,” declarou o site.

Freddie Highmore viverá gângster em nova série após ‘Bates Motel’

Freddie Highmore, o Norman de ‘Bates Motel‘, junto de Kerry Ehrin (principal roteirista do programa), entregaram a proposta do piloto de uma nova série para o A&E. Trata-se de ‘Baby Face‘, que contará a história de um dos gângsters mais famosos dos Estados Unidos.

Baby Face Nelson será vivido por Freddie, que também assina o roteiro, e na trama a série irá mostrar da ascensão no crime até a sua morte aos 25 anos.

A quinta – e última – temporada de ‘Bates Motel‘ irá recriar os eventos de ‘Psicose‘ (1960). A história irá introduzir a personagem Marion Crane, vivida por Janet Leigh no filme será interpretada por Rihanna na TV.

A série é baseada na história do filme Psicose, que completa 57 anos em 2017. A quinta temporada terá 10 episódios e estreia no início do próximo ano nos EUA. No Brasil o canal Universal, da TV por assinatura, transmite o programa.

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‘The Gifted’: Criador da série fala sobre aparição de Stan Lee

A série ‘The Gifted’ estreou com boas avaliações, uma audiência sólida e uma surpresa: a confirmação da participação especial do quadrinhista Stan Lee em um dos episódios.

E essa aparição, que segue os moldes das milhares que o artista já fez nas produções da Marvel, teve uma história de bastidores bem peculiar. Segundo o criador da série, Matt Nix, trazer Stan Lee para dentro da trama foi um desafio contra o tempo.

Disse ele:

“Nós movemos céus e terras para garantir que ele estivesse na série. No dia que conseguimos filmá-los, um dos nossos produtores executivos me avisou que ele Stan Lee estava na cidade para uma convenção de quadrinhos. Fomos até lá para convidá-lo para participar do episódio e ficamos sabendo que seu voo era às 16h do mesmo dia e só teríamos duas horas para gravar a cena! Mas nós não tínhamos o cenário e precisávamos arranjar um bar, tirar o ator da cama e trazê-lo para o set de filmagens pronto em seu figurino. E tínhamos que gravar a cena em 20 minutos! Fizemos o trabalho, Lee nos agradeceu e logo em seguida partiu para o aeroporto. Às vezes as pessoas subestimam o quão nós, que fazemos a série acontecer, também somos fanboys, tentando fazer algo se realizar”.

 

 

 

Petição para a Marvel recontratar James Gunn já tem mais de 164 mil assinaturas

O cineasta James Gunn continua ganhando o apoio popular e a petição feita por um grupo de fãs, que pede o retorno do diretor a ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’, cresce vertiginosamente.

Desde a sua criação, na última sexta-feira (20), o abaixo-assinado já contabilizou mais de 164 mil pessoas, tendo seu alvo final correspondente a 200 mil.

Não se sabe se a Walt Disney pretende considerar a iniciativa como um fator para a recontratação, mas é válido ressaltar que o apelo popular possui um grande impacto – principalmente considerando o sucesso pré-estabelecido pelo diretor quando à frente dos dois filmes da saga de ‘Guardiões da Galáxia’.

Confira!

‘Guardiões da Galáxia 3’: Dave Bautista critica demissão de James Gunn 

Atores apoiam James Gunn e pedem retorno do diretor a ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’

O diretor foi demitido depois que personalidades conservadoras reapareceram velhos tweets nos quais o cineasta brincou sobre assuntos polêmicos como pedofilia e estupro.

Em alguns tweets, Gunn escreveu coisas como:

“Eu gosto quando menininhos tocam em minhas partes íntimas. Shhh!”

“Filmes não românticos: Três homens e um bebê fazendo sexo”

“Meu novo filme ‘Jerkloose’ se passará em uma cidade pequena onde se masturbar é proibido e jovens fazem na frente de criancinhas para mostrar como é divertido”

“Rir é o melhor remédio. é por isso que eu rio de pessoas com AIDS”

“Acabei de fazer uma piada sobre sodomizar a minha amiga quando ela estava dormindo”

“Queria caçar animais de grande porte, mas sei que isso é moralmente questionável. Então estou indo atrás de caçar alguém para estuprar”

Depois das acusações, Gunn publicou uma série de mensagens no Twitter pedindo desculpas aos fãs:

“As pessoas que seguiram minha carreira sabem como comecei. Me via como um provocador, fazendo filmes e contando piadas que eram escandalosas e tabu para muitos. Como disse publicamente muitas vezes, na medida em que desenvolvi como pessoa, meu trabalho e meu humor também desenvolveram. Não posso dizer que sou melhor, mas sou muito diferente do que eu era  passado. A época em que falava coisas só para chocar e ver as reações de todos definitivamente já acabou. No passado, me desculpei pelo meu humor ácido. Me sinto arrependido e realmente quis dizer tudo que disse nas minhas desculpas. Eu sei que é uma declaração estranha e que pode parecer óbvia, mas estou aqui dizendo isso. Esta é a verdade completa: costumava fazer piadas ofensivas, não faço mais. Não culpo meu passado por isso, mas me sinto mais humano e mais criativo hoje. Amo vocês”.

O presidente da Walt Disney Studios, Alan Horn, anunciou a demissão em comunicado:

“As atitudes e declarações ofensivas descobertas no feed do Twitter de James são indefensáveis ​​e inconsistentes com os valores de nosso estúdio, e nós rompemos nosso relacionamento comercial com ele”.

‘Black and Blue’: Naomi Harris combate policiais corruptos em trailer de novo thriller

O novo filme estrelado pela atriz Naomi Harris, intitulado ‘Black and Blue‘ ganhou seu primeiro trailer.

Assista:

Na trama, Harris vive Alicia West, que se vê na mira de um grupo de policiais corruptos, após – acidentalmente – testemunhar esses colegas de profissão matarem um traficante de drogas. Capturando toda a cena com a sua câmera corporal, ela se transforma em um alvo em movimento e terá que entregar as evidência a tempo, se mantendo ilesa. Para isso, ela vai contar com a ajuda de Milo “Mouse” Jackson (Tyrese Gibson), o único de sua comunidade que está disposto a ajudá-la nessa perigosa missão.

Dirigido por Deon Taylor, o longa ainda conta com Mike Colter, Frank Grillo e Nafessa Williams.

Black and Blue‘ estreia dia 25 de outubro nos cinemas norte-americanos. O longa ainda não tem data de lançamento no Brasil.

‘Estado Zero’: Nova série com Cate Blanchett já está disponível na Netflix

A nova minissérie original da Netflix, estrelada e produzida por Cate Blanchett, já está disponível na plataforma de streaming. A produção chegou à grade de programação na última sexta-feira (10).

A história gira em torno de quatro pessoas: uma aeromoça fugindo de um culto; um refugiado afegão buscando uma nova vida com sua esposa e dois filhos; um jovem pai de três filhos que lutam para sobreviver; e um burocrata ambicioso preso entre suas aspirações profissionais e um escândalo terrível. Todas elas estão envolvidas em um sistema de imigração que afeta severamente suas vidas, com cada uma enfrentando questões de proteção e controle de fronteiras de uma maneira diferente. As quatro vidas eventualmente se cruzam em um centro de detenção imigratória no meio do deserto.

Yvonne Strahovski, Dominic West, Jai Courtney, Asher Keddie, Fayssal Bazzi e Soraya Heidari completam o elenco.

Estado Zero é composta por seis episódios e já está disponível na plataforma de streaming.

‘Peacemaker’ vai escalonar tudo que veremos em O Esquadrão Suicida’, revela John Cena

A série ‘Peacemaker‘, produção derivada do longa ‘O Esquadrão Suicida‘, promete surpreender os fãs dos quadrinhos, segundo o astro John Cena.

Em uma recente entrevista (via EW), o intérprete do personagem homônimo destacou que a trama vai escalonar tudo aquilo que o público verá na nova sequência do time de anti-heróis, dirigida por James Gunn.

“Eu ousaria dizer que ‘Peacemaker‘ na verdade aumentará o volume de tudo aquilo que você verá no Esquadrão Suicida. Eu quero que as pessoas gostem da sequência e eu realmente acho que elas vão. Assim que eles sentirem esses personagens, eles vão querer mais e é aí que Peacemaker entra na jogada”. 

Confira a mais recente imagem:

De acordo com o Deadline, Freddie Stroma (‘Bridgerton’) entrou para o elenco da série ‘Peacemaker‘, produção derivada do longa ‘O Esquadrão Suicida‘.

O ator interpretará o Vigilante/Adrian Chase, um promotor de Nova York que busca justiça de seu próprio jeito depois que sua esposa e filhos são mortos por mafiosos.

O personagem originalmente seria interpretado por Chris Conrad, que acabou deixando o projeto após “diferenças criativas”.

A série irá explorar a origem do personagem de John Cena, do filme ‘O Esquadrão Suicida‘, o Peacemaker, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas ele precisa matar para isso.

James Gunn, diretor de ‘O Esquadrão Suicida‘, escreveu o roteiro da série e comandou diversos episódios.

Além de estrelar, John Cena também servirá como produtor executivo do projeto.

O elenco ainda contará com Danielle Brooks, Robert Patrick e Nhut Le, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

Vale lembrar que ‘O Esquadrão Suicida‘ irá estrear no dia 6 de agosto.

Confira o trailer:

‘Classe dos Heróis Fracos 2’: Gangues violentas e muita porradaria no novo trailer da 2ª temporada de dorama; Assista!

Classe dos Heróis Fracos 2‘, sequência do popular dorama homônimo da Netflix, ganhou um novo e eletrizante trailer, que apresenta a Associação, um grupo que reúne todas as gangues escolares da região.

Nos vindouros episódios, Si-eun enfrentará novos desafios e terá que encarar um grupo ainda mais perigoso de adversários.

Confira:

Na 2ª temporada, temos uma escola nova, uma vida nova. Assombrado pelo passado, Si-eun enfrenta ainda mais brutalidade, mas se mantém ao lado dos amigos e se fortalece conforme vai se encontrando.

O vindouro ciclo estreia em 25 de abril na Netflix.

Confira o cartaz:

Park Ji-hoon, Choi Hyun-wook, Hong Kyung, Lee Yeon, Kim Su-gyeom e Cha Woo-min formam o elenco.

Lançado originalmente em 2022, ‘Classe dos Heróis Fracos‘ estreou na Netflix em 2025 e se tornou um grande sucesso do gênero K-drama.

No ciclo inaugural, com a ajuda de amigos inesperados, um aluno talentoso e introvertido decide enfrentar os valentões do colégio, sem fazer ideia do perigo que está correndo.

Diane Kruger enfrenta os assassinos de sua família no trailer de ‘Em Pedaços’

Em Pedaços’ (‘In The Fade’), drama estrelado por Diane Krugerque lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz em Cannes, ganhou seu primeiro trailer. Assista:

Crítica | Em Pedaços – Diane Kruger se vinga pelo assassinato de sua família

A trama gira em torno da vida de Katja (Kruger), que desaba após a morte de seu marido e filho em um ataque a bomba. Após um tempo de injustiça vivendo o luto, ela começa a procurar por vingança.

Fatih Akin (‘Do Outro Lado’) escreve e dirige a produção.

A estreia na Alemanha está marcada para 23 de novembro de 2017. Ainda sem previsão de estreia no Brasil.

Novo vídeo te leva para os bastidores de ‘Vingadores: Guerra Infinita’

A estreia de Vingadores: Guerra Infinita está chegando e a Marvel Studios divulgou um novo vídeo mostrando os bastidores do filme, além de breves cenas inéditas. Assista:

O novo filme da Marvel já está quebrando alguns recordes.

Só nos EUA, a pré-venda de ingressos no site Fandango já é maior do que a observada nos últimos sete lançamentos da Marvel combinados. De acordo com o The Wrap, em comparação com Pantera Negra, a nova produção do estúdio já vendeu mais do que o dobro de ingressos.

Ansiosos? O filme tem estreia marcada para 26 de abril.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o primeiro filme gravado inteiramente em IMAX

 

‘Hobbs and Shaw’: Derivado de ‘Velozes e Furiosos’ tem primeira imagem revelada

Dwayne Johnson divulgou a primeira imagem do set de ‘Hobbs and Shaw’, longa derivado da franquia Velozes e Furiosos focada na parceria do ator com Jason Statham. Confira:

O diretor David Leitch, o responsável por ‘Deadpool 2’ e ‘Atômica’, vai comandar o spin-off de ‘Velozes e Furiosos‘.

A trama vai acompanhar Luke Hobbs e Deckard Shaw, que unem forças para uma missão secreta. De acordo com fontes não reveladas, inicialmente o roteiro traria a dupla atrás da personagem Cypher, interpretada por Charlize Theron em ‘Velozes e Furiosos 8‘. No entanto, a participação da atriz não era dita como certa.

O roteiro é de Chris Morgan, responsável por todos os roteiros da franquia desde ‘Desafio em Tóquio‘.

A Universal agendou o lançamento do projeto para 26 de julho de 2019, seguido de ‘Velozes e Furiosos 9′ em 10 de abril de 2020.

10 curiosidades de ‘Liga da Justiça’, o filme mais caótico do extinto DCEU

Lançado em 2017, o filme da Liga da Justiça causou uma porção de comentários negativos e deu início à reformulação no Universo Estendido DC nos cinemas, que acabaria dando aquele final melancólico, deixando o planejamento do estúdio à deriva, até a chegada de James Gunn e seu reboot total nesse universo.

E como todo filme polêmico, a Liga da Justiça também trouxe uma série de histórias interessantes de bastidores. Pensando nisso, o CinePOP selecionou 10 delas para você conhecer ou relembrar. Confira!

Tragédia pessoal

O diretor original do filme era Zack Snyder, que trabalhava junto com a esposa, Deborah Snyder. Porém, os bastidores já estavam sendo muito caóticos, visto que os executivos da Warner não estavam felizes com o desempenho dos filmes da dupla. Em meio a ameaças de novas interferências no projeto, o casal passou por um drama pessoal muito pesado: o suicídio da filha. Diante dessa tristeza, eles até tentaram seguir trabalhando, mas decidiram deixar o projeto para focarem na família.

Troca polêmica

Como já havia cerca de 70% do filme gravado, os executivos do estúdio tiveram que contratar um substituto para finalizar o longa. Para o lugar, eles chamaram Joss Whedon, que havia se consagrado na rival como diretor dos dois filmes da franquia Os Vingadores, e estava trabalhando no filme da Batgirl, para concluir as filmagens. A escolha por Whedon escancarou que a Warner queria replicar o tom dos filmes da Marvel, o que desagradou os fãs da DC.

Decepção

Um ponto curioso é que na época em que Snyder ainda era diretor do filme, a produção fez uma brincadeira de Primeiro de Abril e anunciou que ele havia sido substituído por George Miller. Para a surpresa dos executivos, as reações do público foram muito positivas a essa suposta troca. E isso ajudou a maturar a ideia de que a visão de Zack era o grande problema desse universo. Porém, quando houve a troca oficial por Whedon, as reações não foram tão eufóricas dado o contexto da morte da filha do diretor. As pessoas estavam mais contidas e prestavam mais condolências do que comentavam efetivamente sobre a demissão.

O começo do fim

A escalação de Whedon foi, em muitas formas, o ‘começo do fim’ do chamado SnyderVerso DC. Três ano após o lançamento do filme, em 2020, o ator Ray Fisher, que interpretou o Ciborgue, fez graves acusações públicas contra Joss Whedon, que substituiu o drama do Ciborgue pelo arco de ressurreição do Superman no filme. Dentre as acusações, ele afirmou que o diretor deixou sua pele mais clara na pós-produção do filme, foi extremamente grosseiro e anti-profissional com o elenco e ainda disse que a direção do estúdio ignorava as denúncias feitas pelos atores para proteger o diretor. Algum tempo depois, a atriz Gal Gadot corroborou com as denúncias, dizendo ter sido forçada a gravar cenas mais intimistas que não estavam combinadas, e que foi ameaçada por Joss Whedon, que teria dito a ela que ‘infernizaria sua carreira’ caso não fizesse o que ele pedia. O diretor negou as acusações.

Grávida

A experiência da atriz Gal Gadot foi muito intensa nos sets. Isso porque ela terminou de gravar Mulher-Maravilha (2017) e já embarcou na rotina de filmagens de Liga da Justiça no dia seguinte, literalmente. Mais do que isso, as gravações foram tão extensas que ela engravidou nos últimos meses de filmagem, mas não quis revelar a ninguém. O que não adiantou de muita coisa, porque Jason Momoa percebeu o brilho na pele e no cabelo da atriz e já perguntou logo se ela estava grávida. O ator descobriu, mas manteve o segredo da amiga e não contou para ninguém.

Muito quente

Em entrevista à Variety, o ator Ben Affleck revelou que teve péssimas experiências com o traje do Batman. Ele reclamou do calor que sentia com ele.

“Eu odiava os trajes do Batman. São horríveis de usar. Eles são quentes, não respiram. São feitos apenas para parecerem bonitos, sem nenhuma consideração pelo ser humano. Então, você começa a suar imediatamente. E eu já suo naturalmente, sabe? Dentro daquele traje, era como se eu estivesse derramando água”.

Virou piada

A sequência de introdução do Aquaman no filme foi gravada na Islândia. Por conta disso, o ator Jason Momoa teve uma fala em islandês. O problema é que a pronúncia dele foi tão ruim que a sessão de teste feita na Islândia registrou uma gargalhada generalizada nesta cena porque ninguém entendeu nada do que ele disse. O resultado dessa reação foi que o filme chegou aos cinemas do país com a fala dele legendada no idioma local.

Bigode polêmico

Dentre tantas polêmicas nas refilmagens de Joss Whedon, nenhuma repercutiu tanto quanto o bigode do Superman. Isso aconteceu porque Henry Cavill já estava completamente envolvido nas gravações de Missão: Impossível – Efeito Fallout (2018), no qual seu personagem tinha um imponente bigode. Sabendo das refilmagens de Liga da Justiça, a Paramount proibiu Cavill de raspar o bigode, já que isso atrasaria suas cenas no filme. Então, ele gravou suas cenas como Superman com o bigode, que teve de ser removido digitalmente. O problema é que o resultado ficou terrível, principalmente depois de revelarem que as refilmagens custaram cerca de US$ 30 milhões de dólares a mais que o orçamento previsto.

Snydercut

Desde o lançamento do filme nos cinemas, Zack Snyder passou a compartilhar imagens de bastidores de seu filme. E como os fãs do Snyderverso simplesmente odiaram Liga da Justiça, eles passaram a defender que a Warner recontratasse Snyder e desse a ele um orçamento para concluir o filme como ele havia planejado. Após muita encheção de saco dos fãs, o HBO Max decidiu separar uma verba para que fosse feito o Liga da Justiça de Zack Snyder. Com mais de 4h de duração, o filme foi lançado exclusivamente no streaming, durante a pandemia, para arrecadar mais assinantes. O resultado foi que essa versão alternativa acabou sendo melhor avaliada por público e crítica do que o corte para o cinema.

Nunca assistiu

Ao longo dos anos da campanha pelo Snydercut, Zack Snyder respondia perguntas de fãs sobre os bastidores. E algumas perguntas sobre momentos específicos do filme do cinema fizeram o público especular que o diretor não tivesse assistido a versão lançada nos cinemas. Algum tempo depois, ele revelou que, seguindo os conselhos de Christopher Nolan, ele nunca assistiu o corte de Joss Whedon.  O diretor de Cavaleiro das Trevas disse que o filme ‘quebraria o coração’ de Snyder. Quem também não gostou nada do longa foi o roteirista Chris Terrio. Ele ficou tão revoltado com o projeto final que chegou a pedir para remover seu nome dos créditos do filme, mas não foi atendido.

Liga da Justiça está disponível no Max.

Crítica | Livros Restantes – A Melancolia da Despedida em Poético Filme Estrelado por Denise Fraga

O que fica para trás quando nós mudamos, quando nós nos mudamos? Como decidir o que fica e o que vai para nossa nova etapa, casa, fase, para o nosso novo eu? Pode ser que caiba tudo, pode ser que falte espaço. Pode ser, ainda, que o que faz sentido hoje não faça mais sentido no futuro, e tudo do hoje não precise ir para esse futuro. Parar para pensar esse questionamento é fundamental para não acumularmos coisas na vida – sejam essas coisas objetos, pessoas, memórias, lugares. Ainda mais nessa virada de ano – que, para a numerologia, implica no fim de um ciclo de 9 anos e o início de um novo a partir de janeiro –, uma das melhores dicas é o longa ‘Livros Restantes’, em cartaz nos cinemas.

Faltam poucos dias para Ana Catarina (Denise Fraga, de ‘O Auto da Compadecida’, totalmente distante da comédia, relembrando o público de seu potencial dramático) viajar de vez para Portugal. Ela já se desfez de quase tudo que possuía, restando apenas cinco livros, de autores distintos, dados por pessoas especiais ao longo de sua vida. Uma vez que sua viagem se aproxima, Ana Catarina decide marcar encontro com todas essas cinco pessoas, no intuito de lhes devolver o livro ganhado anos atrás, pois contêm dedicatórias emocionantes que a moldaram ao longo dos anos. Nesse processo de devolução, Ana Catarina vai encontrando formas distintas de fechar antigas portas de seu passado.

Entre outras características, ‘Livros Restantes’ é um filme-poema fora da curva. No seu tempo, no tempo da palavra ensaiada, o espectador vai acompanhando a protagonista em sua despedida à sua rotina, ao seu território e, acima de tudo, à sua vida anterior, enquanto, sem medo, espera a chegada de sua aguardada viagem onde, em novo local, espera viver diferente, mesmo que ela permaneça a mesma.

Escrito e dirigido por Marcia Paraiso, os eventos da vida são intercalados pela missão da entrega dos livros – cada um, à sua maneira, abordando questões e temáticas diferentes. Enquanto a personagem encontra antigos amores do passado e amigas ainda presente, é a literatura que conduz o desenvolvimento tanto da protagonista quanto de suas ações, o que torna até mesmo os momentos difíceis enfrentados por ela em algo mais poderoso, empoderado, e, portanto, humano. Assim, o filme constrói uma relação intimista com o espectador, passando-nos a sensação de não estarmos vendo uma ficção, mas sim de que estamos vendo cenas da vida real de alguém.

Toda essa atmosfera é favorecida pela excelente escolha de locação, uma ilha tão paradisíaca quanto bucólica. Uma vez que a protagonista vive nesse lugar com ares de férias, nosso imaginário nos conduz a outros filmes com proposta similar e de grande sucesso, como ‘Sob o Sol da Toscana’ e ‘Comer, Rezar, Amar’, com uma diferença crucial: ‘Livros Restantes’ é a jornada de reencontro de uma mulher consigo mesma – mas uma mulher brasileira, em território brasileiro, enfrentando questões e realidades comuns à gente.

Sensível, poético, nostálgico, melancólico, ‘Livros Restantes‘, inspirado pela leitura e pela literatura, propõe um movimento de desapego aos acúmulos da vida – sejam eles quais forem. Ou seja, uma boa proposta para um início de ano nos cinemas.

‘The Walking Dead’: Décima temporada irá explorar relação entre Alpha e Beta

A décima temporada de The Walking Dead’ irá revelar mais detalhes por trás da líder dos Sussurradores, Alpha (Samantha Morton) e seu braço-direito Beta (Ryan Hurst), além de aprofundar mais o relacionamento dos dois personagens.

“Temos essa cara gigante que a segue por todo lugar como um psicopata, mas por que ele faz isso?”, Hurst disse durante o painel da Walker Stalker Con London.

“Não posso falar muito, mas o que eu amo sobre o show é que ele demora para trazer respostas. No momento que você pensa que vai descobrir algo, eles já mudam para outra trama e te colocam em algo cheio de novos ganchos”, ele acrescentou. “Na próxima temporada, eu e [a showrunner] Angela Kang pensamos em explorar mais sobre a relação [de Alpha e Beta] e conseguir mais respostas. É o que posso dizer por enquanto”.

O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

‘The Unsound’: Diretor de ‘Shazam!’ vai comandar novo terror da Netflix

Segundo o Deadline, o diretor David F. Sandberg irá comandar o novo projeto de terror da NetflixThe Unsound.

A adaptação, que será baseada na HQ de Cullen BunnJack T. Cole, gira em torno de uma psiquiatra que viaja até um manicômio onde sua mãe costumava trabalhar. Entretanto, ela não visita o lugar como profissional, e sim como paciente. À medida que é admitida na instituição mental, ela descobre obscuros segredos sobre o hospital, sobre sua mãe e sobre si mesma.

O roteiro ficará a encargo de Skylar James.

Sandberg fez sua estreia diretorial nas telonas com o bem recebido Quando as Luzes se Apagam, lançado em 2016 e baseado em seu próprio curta-metragem que levou para casa diversos prêmios do circuito independente. Em 2017, o cineasta ganhou aclame novamente por Annabelle 2: A Criação do Mal, que se tornou a melhor entrada da franquia ‘Annabelle’. Neste ano, Sandberg mergulhou no mundo dos super-heróis com o sucesso de crítica Shazam!’, cuja sequência já foi confirmada.

Nenhuma outra informação sobre o filme foi divulgada.

Casa que inspirou ‘Invocação do Mal’ vai ganhar streaming ao vivo durante uma semana

Segundo o The Dark Zone, a casa mal-assombrada que inspirou o icônico longa-metragem Invocação do Mal ganhará um streaming ao vivo dos dias 09 a 16 de maio.

A transmissão irá documentar 24 horas por dias as vidas da família Heinzen, atualmente os donos da propriedade. A casa será equipada com múltiplas câmeras para que o público tenha uma experiência totalmente imersiva.

Confira o anúncio:

Além disso, informações indicam que a família irá conduzir investigações paranormais, fazer sessões com tabuleiros de Ouija e convidar alguns dos nomes mais famosos da comunidade sobrenatural para compartilhar as experiências mais arrepiantes da casa.

Para ter acesso, o público terá que contribuir com US$4,99 para assistir a um dia transmissão e US$19,99 para a semana inteira. Uma parte dos lucros será doada para as instituições de pesquisa contra o COVID-19.

Enquanto isso, a saga cinematográfica caminha para seu terceiro capítulo oficial (sem contar as iterações derivadas) e alguns detalhes sobre a história já foram revelados.

O roteirista David Leslie Johnson-McGoldrick comentou em seu perfil do Twitter que o novo longa irá expandir a mitologia de Invocação do Mal.

“Não estive envolvido extensivamente em ‘Malignant‘ [próximo filme de James Wan], tudo o que posso dizer é que vocês devem assistir assim que tiverem a chance. Sobre Invocação do Mal 3‘, é um filme completamente diferente dos dois primeiros. A franquia está se expandindo além da fórmula da de ‘casas mal assombrada’.”

Confira:

Apesar de não revelar detalhes, McGoldrick já havia adiantado ao The Wrap que o novo filme vai mostrar o casal Warren em uma intensa investigação para descobrir a origem do mal que enfrentam.

Lembrando que a Warner Bros. divulgou um misterioso teaser para anunciar a chegada do longa, que estreia em 10 de setembro.

Em clima de suspense, o vídeo apresenta algumas cenas dos filmes anteriores, e o silêncio deixa tudo mais tenso.

Assista:

O terceiro filme da franquia será inspirado em um dos casos mais assustadores e polêmico investigados pelos Warrens, e o CinePOP foi atrás para trazer mais informações sobre a possessão demoníaca do jovem Arne Cheyenne Johnson.

Confira os detalhes do caso conhecido como O Julgamento do Demônio Assassino

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Em 1981, Debbie Glatzel assistiu aterrorizada enquanto seu noivo de 19 anos, Arne Cheyenne Johnson, aproximou-se do proprietário de seu imóvel, Alan Bono, e cruelmente o esfaqueou várias vezes no peito, matando-o. Meses antes do assassinato, o irmão mais novo de Debbie, David, experimentou ataques violentos de raiva e comportamento inexplicável. Convencido de que David estava sob o domínio de algo mal, a família chamou os Warren para ajudar. Os Warren afirmaram que 43 demônios residiam no menino e eles começaram a visitá-lo regularmente. O casal realizou três pequenos exorcismos para livrar o menino da possessão.

Durante o exorcismo final, Cheyenne Johnson provocou o demônio para vir para ele e possuí-lo em seu lugar. A partir desse momento, Debbie e os Warren afirmaram que ele foi possuído pelos mesmos demônios. Os Warrens teriam avisado a polícia local que uma tragédia aconteceria em breve, mas foram ignorados. Durante sua defesa no tribunal, Cheyenne Johnson afirmou que estava possuído por demônios quando assassinou Bono. O caso, que ganhou grande atenção da mídia, se tornou o primeiro caso conhecido de um acusado usando possessão demoníaca como justificativa nos Estados Unidos, e foi apelidado de “O diabo me obrigou a fazer” pela mídia.

Assustador, não é mesmo?!

Além disso, o primeiro vídeo foi divulgado e trazemos a descrição para você:

O vídeo começa falando sobre o caso de um homem que esfaqueou vinte e uma vezes um colega em um canil e foi inocentado alegando uma possessão demoníaca. Os juízes chamaram dois peritos para estudarem o caso: Ed e Lorraine Warren. Vemos os dois recebendo uma ligação e viajando para uma cidade, aonde entram em um necrotério com um corpo carbonizado. A cena é aterrorizante. Quando Lorraine toca no defunto, as luzes se apagam e uma entidade assustadora surge em uma cena extremamente aterrorizante! O clima parece ser tão assustador quanto os primeiros filmes.

James Wan não retornará para a direção; Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona‘) assumirá em seu lugar.

Vera Farmiga e Patrick Wilson voltam como Lorraine e Ed Warren. 

‘One Night in Miami’: Aclamado filme dirigido por Regina King ganha clipe OFICIAL; Confira!

Amazon divulgou hoje (08) o primeiro clipe oficial de One Night in Miami, estreia diretorial da vencedora do Oscar Regina King..

Confira:

O filme estreou no Festival de Veneza 2020 e transformou King na primeira diretoria afro-americana a ter realizado tal feito em 77 anos do evento.

Mas isso não é tudo: King também recebeu aclame por sua obra, imediatamente colocando-a como umas das fortes concorrentes à cerimônia do Oscar 2021. Após críticas extremamente positivas, o filme pode concorrer nas categorias de Melhor Roteiro AdaptadoMelhor Ator para Eli GoreeMelhor Ator Coadjuvante para Aldis HodgeLeslie Odom Jr.Ben Kingsley-Adir. King também tem grandes chances de ser indicada na categoria de Melhor Direção.

Lembrando que uma diretora negra nunca foi indicada ou venceu na categoria em questão – o que poderia garantir a ela um espaço de extrema representatividade na esfera do entretenimento.

Ainda não se sabe quando o longa será lançado.

Confira a primeira imagem do filme:

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O filme é baseado na peça homônima assinada por Kemp Powers, que assina o roteiro da adaptação.

Ambientada na noite do dia 25 de fevereiro de 1964, a narrativa gira em torno de um jovem Cassius Clay – antes de ser conhecido por Muhammad Ali -, pouco depois de ter saído vitorioso na luta contra Sonny Liston para o título de peso-pesado, chocando o mundo do boxe. Entretanto, as leis de segregação da era Jim Crow dos Estados Unidos forçaram Clay a comemoração no Hampton House Motel em Overtown, Miami, se unindo a três amigos para discutir sobre suas vidas e sobre a responsabilidade de manter a vitória de um homem negro durante o movimento pelos direitos sociais.

Eli GoreeKingsley Ben-AdirAldis HodgeLeslie Odom Jr. estrelam o longa-metragem.

Terence Blanchard (Destacamento Blood) compôs a trilha sonora da releitura. Jody KelinKeith CalderJess Wu Calder entram como produtores.

Apesar de não ter estreia confirmada, credita-se que o filme será lançado a tempo da comemoração do Mês da História Negra em fevereiro de 2021 (a tempo de competir para o Oscar).

‘Sonic 2’: Filmagens começam em março, revela Tika Sumpter

Em uma recente aparição ao programa Live with Ryan and KellyTika Sumpter, que interpretou Maddie Wachowski em ‘Sonic – O Filme’ e reprisa o papel na continuação, revelou que as filmagens do próximo filme começam muito em breve.

Sumpter comentou que as gravações começaram em março de 2021 e acontecerão em Vancouver, no Canadá, e no Havaí.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Segundo o British Columbia Film Commission, o próximo capítulo da franquia será rodado sob o nome de ‘Emerald Hill’.

Em seu perfil do Twitter, Ben Schwartz, anunciou que o novo longa será lançado no dia 08 de abril de 2022.

O dublador do ouriço velocista na versão live action comemorou a notícia publicando um vídeo em que aparece em frente a um pôster gigantesco do filme.

Confira:

“‘Sonic 2‘ será lançado oficialmente em 08 de abril de 2022.“, escreveu ele. 

Lembrando que o longa terá o retorno do diretor Jeff Fowler e dos roteiristas Pat Casey e Josh Miller.

Jim Carrey também deve reprisar seu papel como o vilão Robotnik, e a sequência vai introduzir o Tails, um dos amigos corredores de Sonic.

A performance das bilheterias de ‘Sonic – O Filme’ foi interrompida por conta do Coronavírus, mas a adaptação conseguiu acumular US$ 306,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

E você, está ansioso para o próximo filme?