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‘Homem-Aranha’: Trailer anuncia RETORNO de Tobey Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland nos cinemas

A Sony Pictures anunciou o relançamento de todos os 8 filmes em live-action doHomem-Aranha nos cinemas dos Estados Unidos. A iniciativa começa com a estreia deHomem-Aranha (2002) em 15 de abril.

No Brasil, ainda não há confirmação de que os filmes serão relançados.

Confira o trailer divulgado hoje e as datas de lançamento!

Os filmes da franquia Homem-Aranha têm sido consistentemente sucesso de bilheteria ao longo dos anos. Em 2002,Homem-Aranha arrecadou impressionantes US$ 825 milhões, seguido por Homem-Aranha 2’ em 2004, que conquistou US$ 789 milhões. O encerramento da trilogia, Homem-Aranha 3’ (2007), foi o mais lucrativo da saga arrecadando US$ 895 milhões.

Em seguida, ‘O Espetacular Homem-Aranha (2012) manteve a tradição de sucesso com uma arrecadação de US$ 758 milhões, enquanto sua sequência, ‘O Espetacular Homem-Aranha 2 – A Ameaça de Electro’ (2014), alcançou um respeitável total de US$ 709 milhões.

A saga do Homem-Aranha teve um rejuvenescimento com Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ (2017), que conquistou US$ 880,2 milhões em bilheteria. Seu sucessor, Homem-Aranha: Longe de Casa’ (2019), superou as expectativas, alcançando um feito ainda maior com uma arrecadação de US$ 1,132 bilhão.

Por fim, o mais recente capítulo, Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ (2021), elevou a franquia a novas alturas, reunindo as três versões do herói e arrebatando impressionantes US$ 1,916 bilhão em bilheteria.

Tubarões assassinos atacam destroços de um navio da 2ª Guerra Mundial em clipe de ‘The Last Breath’

O terror ‘The Last Breath‘, que trará tubarões assassinos atacando nos destroços de um navio da 2ª Guerra Mundial, ganhou um novo clipe tenso.

Joachim Hedén (‘Além das Profundezas’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Nick Saltrese (‘Tubarão: Presas Humanas’).

Cinco amigos decidem mergulhar nos destroços de um recém-descoberto navio da 2ª Guerra Mundial, mas acabam cercados por mortais e famintos tubarões brancos.

O elenco contará com Jack ParrKim Spearman, Alexander Arnold, Erin Mullen, Arlo Carter e Julian Sands.

Confira, com o trailer legendado:

last breath art

 

Jovens usam artefato amaldiçoado no trailer LEGENDADO do terror ‘O Som da Morte’, com Dafne Keen

A Paris Filmes divulgou o trailer legendado de ‘O Som da Morte‘ (Whistle), novo terror estrelado por Dafne Keen (‘Deadpool e Wolverine’).

Na trama, um grupo de estudantes desajustados do ensino médio acidentalmente se depara com um antigo apito fúnebre asteca. Ao soprá-lo, suas futuras mortes os caçam.

À medida que o número de corpos aumenta, eles investigam a história do artefato na esperança de interromper a sequência de eventos que desencadearam.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais para 5 de Fevereiro de 2026.

Corin Hardy (‘A Freira’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Owen Egerton.

Sophie NélisseSky YangJhaleil SwabyAli SkovbyePercy Hynes WhiteMichelle FairleyNick Frost completam o elenco.

Crítica | ‘Geografia Afetiva’ – Um poético registro familiar sobre encontros e desencontros [CINEPE 2024]

Poético, tocante, através de memórias recriadas por lembranças. Falaremos agora do ótimo documentário Geografia Afetiva. Exibido no último dia de sessões do CINEPE 2024, o longa-metragem paulista encontra sentido nas descrições dos sentimentos, nos encontros e desencontros de uma família com conexões entre Brasil, Canadá e El Salvador. Contando parte da sua própria história, a cineasta Mari Moraga leva ao público de forma cativante e honesta os desabafos dos tempos de guerra, o sofrimento da distância, a satisfação dos reencontros. Marcas que acompanham toda uma vida.

Pessoas sentadas em calçada de rua residencial.

O primeiro recorte, logo na abertura, é a base do discurso, algo que a narrativa preenche com poesia, imagens e movimentos que fazem total sentido, uma busca por respostas após a dor de uma perda. Aos poucos, passando por dilemas, dramas e escolhas, algumas lacunas são preenchidas, algo que a realizadora divide com o espectador de forma honesta e delicada, abrindo a porta da sua família para que todos possam refletir sobre muitas questões. Em certo momento entendemos que nem todas as respostas seriam ditas mas o que viesse já era o suficiente.

Mulher segurando medalha com a bandeira de El Salvador.

Junta-se à narrativa um olhar curioso que mostra o elo da geografia com as descobertas, algo feito de forma elegante, sucinta, também trazendo um interessante paralelo com a natureza. A aparente superficialidade em alguns temas na verdade se mostra um convite à pesquisa, o início de um refletir, um exercício que o espectador pode se aprofundar futuramente. Através de uma espécie de road movie, onde cada ponto no mapa afetivo é detalhado através de relatos objetivos dos entrevistados, entendemos contextos mais amplos, políticos, sociais, econômicos, de décadas atrás e os reflexos hoje.

Pessoa na praia com pano branco na cabeça.

A planta da emoção chega como um registro. Vou explicar: uma folha de cartolina com detalhes de lugares onde familiares fixaram raízes no início de trajetória. Uma mapa que mostra uma história. Nesse ponto, marcas de um passado difícil que logo flertam com o adeus se tornam o combustível de um dia caminharem de volta. Logo, estamos de frente para o passado e o presente, um choque que traz suas questões, um momento esperado por décadas no coração de cada integrante dessa família.

Pessoa segurando carta com endereço a caminho.

Geografia Afetiva encontra a beleza no reencontro, na necessidade de um registro definitivo de uma história familiar que começa num lugar e avança para outros. Um ciclo que nada mais é do que a jornada de uma vida, com altos e baixos, mas com a vontade de voltar mais uma vez e relembrar.

 

 

Crítica | Liga da Justiça – Filme de Super-heróis é bem humorado e recheado de ação

O Melhor Filme de Vídeo Game de Todos

Os tempos mudaram, e o cinema mudou também. Bem, ao menos o cinema de entretenimento. Fundos verde, efeitos especiais mil e uma montagem tão picotada que muitas vezes não conseguimos entender o que está se passando na tela – tenho pena dos mais velhos. Esse é basicamente o alicerce do cinemão pipoca atual, e pouquíssimos vão contra esta fórmula estrutural – na maioria das vezes os que vão não encontram público (Blade Runner 2049, alguém?).

O jeito é abraça-lo e tentar distinguir os mais bem produzidos. Liga da Justiça é um deles. Ao mesmo tempo, é impossível falar dos filmes da DC no cinema sem mencionar a rival Marvel, pioneira quando o assunto é construção de universo compartilhado. O que o estúdio nos ensinou, e fez muito bem, foi: para que ter apenas uma franquia, se você pode ter várias conectadas. Pense só, Homem de Ferro (2008, 2010 e 2013) é uma franquia milionária. E ela está entrelaçada com várias outras franquias milionárias – Thor, Capitão América, etc. – criando um verdadeiro universo cinematográfico. Foi a deixa para outros estúdios perceberem a grande jogada e tentarem entrar nessa. Por enquanto nenhum se saiu bem.

Mas por que estou falando da Marvel e seu universo compartilhado se o assunto aqui é Liga da Justiça? Eu não deveria estar avaliando o filme? E vou. Mas é preciso contextualizar. Num ponto meramente de entretenimento, Liga da Justiça funciona. É divertido, mesmo que muitas piadas não entrem no gol (a melhor é a do Cemitério Maldito), se move rápido, tem boa ação e interação entre os personagens – o ponto alto aqui.

O ponto negativo é justamente a estrutura de seu roteiro e o núcleo da trama, copiado diretamente do primeiro Os Vingadores (2012), e o seu vilão, nem de longe tão interessante e sarcástico quanto o Loki de Tom Hiddleston. Veja só esta história: um ser maligno vindo de outro planeta chega à Terra e deseja conquistá-la, forçando assim super-heróis relutantes a se unirem para combater tal ameaça. Muito se fala que Os Vingadores teve êxito por ter apresentado anteriormente seus personagens em filmes solo, dispensando assim a história de origem deles no longa que os uniu. Bem, até que esta afirmação não é falsa, mas não podemos tirar o mérito daquele filme, que funciona que é uma beleza por si próprio. Liga da Justiça é Os Vingadores sem os filmes solo dos heróis. O problema é: já vimos isso antes, cinco anos atrás.

O Lobo da Estepe (Ciarán Hinds), o vilão, é uma vergonha, tanto em sua criação digital – que faz do personagem uma mistura de boneco de massa com o inimigo em algum vídeo game (daí o título do meu texto) – quanto em sua personalidade robótica – basicamente uma máquina de proferir frases de efeito e destruir tudo em seu caminho. Mas tudo bem, isso não tira muito do brilho do filme, este é apenas mais um vilão genérico (ainda digo que para um primeiro filme era necessário chegar grande). Talvez o que incomode mais seja a falta de substância, algum sentido ou mensagem no filme. Para tal afirmação pode-se contra-argumentar que muitos filmes do subgênero não as possuem, vide o recente Thor: Ragnarok, é verdade. E isso não nos evita de apreciá-los.

Liga da Justiça é menos sombrio, muito mais bem humorado (como dito, são piadas a torto e a direito, em especial com o personagem Flash, vivido por Ezra Miller) e faz mais sentido em sua narrativa do que BVS (2016). É incrível como o cineasta Zack Snyder parece ter ouvido as reclamações e conseguido aparar as arestas para entregar um produto mais palatável aos fãs. Talvez não incrível, mas admirável.

No elenco, Ben Affleck entrega outro desempenho sólido como Batman, mas sofre por ser o único intérprete do personagem no cinema a não ter personificado o herói em um filme só seu, mostrando realmente como se comportaria como dono pleno dos holofotes. Já Gal Gadot teve essa oportunidade e brilhou. Aqui, continua extremamente carismática no papel, dando corda para nosso romance com ela. Das novas adições destacaria o truculento Jason Momoa como o bad boy Aquaman. Temos ainda o dramático Cyborg (Ray Fisher), bem explorado, e o piadista Flash (Ezra Miller), um pouco over.

É difícil saber também o que foi criado na tela por Snyder e o que foi criado por Joss Whedon, já que apenas o primeiro recebeu crédito como diretor. Dessa mescla saiu um prato saboroso, que serve bem como entrada enquanto ficamos esperando o prato principal.

Ps. Fiquem para as cenas pós-créditos. São duas!

http://youtu.be/GxDzd49Pb9E

 

Crítica | Benzinho – Karine Teles brilha em mais uma obra da ótima safra nacional

Mãe Só Há Uma

Já faz tempo que o cinema nacional engatou uma boa fase, entregando a cada nova temporada ao menos uma obra que desperta o mesmo nível de culto entre o cinéfilo mais erudito e o espectador casual. O que chama atenção, no entanto, é que a cada ano uma enxurrada cada vez maior de produções acima da média nos é entregue, enfatizando o lote que, acima de prêmios, nos dá orgulho pelo reconhecimento e prestígio mundial.

O próximo passo é o domínio do cinema de gênero. Só este ano tivemos, por exemplo, os elogiadíssimos As Boas Maneiras e O Animal Cordial – ambos ainda em cartaz. Voltando para um tipo de filme mais abrangente, Benzinho se tornou um dos longas nacionais de maior expectativa, muitos meses antes de sua estreia. O motivo pelo hype em relação ao novo filme de Gustavo Pizzi (Riscado) se deve por sua passagem por diversos festivais de cinema internacionais – nos quais gerou repercussão extremamente positiva.

O começo desta trajetória de sucesso foi no Festival de Sundance (o mais prestigiado do lote do qual fez passagem), casa do cinema independente norte-americano, de onde saem diversos indicados ao Oscar e no qual foi aplaudido. E aqui é onde devemos dizer que tamanha bajulação é justificada. Benzinho coroa a safra positiva dos longas nacionais, desde já se tornando um forte candidato a representar o Brasil por uma chance de indicação no maior prêmio da sétima arte e, quem sabe, estar presente entre os postulantes à estatueta.

Gestado como obra em família, sentimos a afeição dos realizadores pelo projeto. A paixão floresce, exalando da tela o comprometimento dos envolvidos ao espectador. Nascido da complacência de companheiros, a protagonista Karine Teles (Que Horas Ela Volta?) escreveu o roteiro ao lado do diretor Pizzi, transpondo para as telas parte de suas experiências juntos – quando ainda eram casados. Parte desta credibilidade é acrescentada com os filhos do casal, os gêmeos Arthur e Francisco, elencados como parte da prole familiar, filhos da personagem Irene, a protagonista.

Benzinho é um filme simples, cuja força está acima de tudo na mensagem que passa. Nos sentimentos que transparece. Nas sensações que desperta. A identificação é imediata quando nos deparamos com produções que almejam nos conectar, fazendo a ponte perfeita com nossa humanidade. Com o que nos faz humanos. Com problemas do cotidiano com os quais precisamos lidar, ao mesmo tempo em que não paramos de sentir e experimentar.

Benzinho apresenta uma família de classe média baixa da serra carioca. Constituída por pai (Otávio Müller), mãe (Karine Teles), tia (Adriana Esteves), filho mais velho (Konstantinos Sarris), filho do meio (Luan Teles), caçulas (Arthur e Francisco Teles Pizzi) e sobrinho (Vicente Demori). A convivência mundana desta trupe varia de jantares, jogos de handball, problemas financeiros, obras na casa nova, até um caso de violência doméstica envolvendo a irmã da protagonista (Esteves) com o marido, papel do uruguaio César Trancoso.

Tudo muda nesta dinâmica – que em comum com o sucesso citado de Anna Muylaert tem a devoção incontestável de uma mãe por sua cria e a dor da separação, do passado ou futuro, com o único propósito da melhoria de vida – quando Fernando, o primogênito da família recebe a proposta de ir jogar o esporte na Alemanha. Os problemas burocráticos não são nada perto da muito citada “síndrome do ninho vazio”, na qual durante o cerne da projeção, a progenitora precisa se fazer aceitar e lidar com a perda de uma parte sua.

Extremamente emotivo e de aquecer o coração de mães, pais e filhos, Benzinho traduz com perfeição o processo da ausência. Karine Teles é dona do filme, imprimindo um trabalho nunca antes atingido em sua carreira. O domínio de cena em singelos momentos, que transitam entre alegria e tristeza, anunciam um dos grandes desempenhos de 2018. Benzinho é um filme feito com amor, de mãe para filho. Quem recebe o presente somos nós, mas tenho certeza que Teles e Pizzi serão retribuídos.

Dakota Johnson não deu sorte em ‘Madame Teia’! Conheça Outros Filmes que a atriz QUASE estrelou

A maior polêmica do mundo do cinema nesse início de 2024 se chama ‘Madame Teia’. O filme de super-heróis (ou heroínas) se tornou um fracasso retumbante de crítica e bilheteria, e pode acabar com a carreira de jovem estrela que protagonizou.

Você conhece Dakota Johnson, filha dos atores Melanie Griffith e Don Johnson, de filmes como a trilogia ‘Cinquenta Tons de Cinza’ – quem também foram excessivamente massacrados pela crítica, com a grande diferença de que foram também grandes sucessos de bilheteria. Para um filme se dar bem, é preciso atingir uma dessas duas coisas, ou uma bilheteria favorável, ou o prestígio de avaliações impecáveis.

Dakota Johnson demitiu seu empresário assim que ‘Madame Teia’ foi lançado nos cinemas – o que ligou um sinal de alerta em Hollywood de que as coisas não iriam bem para a atriz. Ela inclusive já deu entrevistas dizendo que será difícil se recuperar de um fracasso tão estrondoso em sua carreira. Será que a carreira de Dakota Johnson chegou mesmo ao fim? Acreditamos que não, é só uma questão de escolher os próximos projetos certos.

Enquanto Dakota Johnson não aparece em seu próximo filme, iremos voltar um pouco no tempo para dar uma olhada em sua trajetória nas telonas, mais especificamente nos filmes que quase protagonizou e quais atrizes desbancou nos projetos que estrelou. Confira abaixo.

Mulher-Gato

Não sabemos especificamente em qual projeto isso ocorreria, mas Dakota Johnson já expressou publicamente algumas vezes o desejo de viver a personagem Selina Kyle, o alter-ego da Mulher-Gato, nos filmes da DC/Warner. Pela idade da atriz, que completou 34 anos em outubro passado, ela se encaixaria mais no reboot da franquia do Homem-Morcego que ocorreu em 2022, com Robert Pattinson protagonizando ‘Batman’.

Como sabemos, a personagem terminou nas mãos de Zoë Kravitz, também de 34 anos e também filha de pais famosos. Kravitz se tornou a segunda Mulher-Gato negra do cinema (depois de Halle Berry) e a terceira do audiovisual (depois de Eartha Kitt do seriado dos anos 60). Resta saber se Dakota Johnson ainda mantém esse interesse após o fiasco que se tornou sua primeira incursão em uma personagem do gênero.

O Mistério de Silver Lake

Existem diretores que se tornam famosos depois de apenas um filme. Basta que esse filme atinja um lugar muito almejado na cultura pop ou no zeitgesit. Mesmo que seja um lugar cult. Foi o caso com David Robert Mitchell – cineasta que achou ouro com o lançamento de ‘Corrente do Mal’, um dos melhores filmes de terror da última década. Os melhores filmes do gênero são aqueles que não são apenas terror, mas que se preocupam em entregar alguma conexão humana.

Sendo assim, é claro que todos estariam de olho no próximo passo do sujeito, e todo ator de Hollywood disputava um papel em seu projeto seguinte. ‘O Mistério de Silver Lake’ sem dúvidas foi uma obra ambiciosa e uma que havia escalado Dakota Johnson no elenco. A atriz tem a cara do filme, mas precisou sair do projeto por motivo de agenda – ela lançou no mesmo ano o remake de ‘Suspiria’, o terceiro ‘Cinquenta Tons de Cinza’ e o thriller ‘Maus Momentos no Hotel Royale’. Ou seja, seu tempo estava apertadíssimo.

No fim das contas, Dakota Johnson terminou sendo substituída por Riley Keough, a neta de Elvis Presley, amiga da atriz. Johnson foi inclusive madrinha do casamento de Keough em 2015.

O Som do Silêncio

Você lembra do filme indicada ao Oscar sobre o baterista de uma banda de rock que começa a ficar surdo e precisa repensar todo o seu estilo de vida? O filme fez bastante sucesso em 2020, mas quatro anos depois quase ninguém mais fala nele. É claro que teve o prestígio de algumas indicações ao Oscar, mas o que quase ninguém sabe é que o longa quase teve Dakota Johnson protagonizando no papel feminino de destaque.

O que acontece é que durante as gravações de ‘Um Mergulho no Passado’, thriller dramático passado no universo da música, Dakota Johnson fez grande amizade com seu colega de elenco, o belga Matthias Schoenaerts, e desde então procurava um projeto para estrelar ao lado dele novamente. Esse projeto chegou muito perto de ser ‘O Som do Silêncio’ – no qual o belga viveria o baterista e Dakota seria sua ex-namorada. Por motivo de agenda os dois precisaram deixar a produção, sendo substituídos por Riz Ahmed e Olivia Cooke. O filme foi indicado ao Oscar, assim como Ahmed, e o longa receberia mais 4 nomeações e duas vitórias.

Uma Estranha Amizade

Starlet movie review & film summary (2012) | Roger Ebert

Filme indie não muito conhecido de 2012, o cult traz na direção Sean Baker, que se tornaria famoso nas rodinhas de cinéfilos poucos anos depois graças a produções como ‘Tangerina’ (2015) e ‘Red Rockett’ (2021), mas principalmente ‘Projeto Flórida’ (2017), filme indicado ao Oscar de ator coadjuvante para Willem Dafoe. ‘Uma Estranha Amizade’, como diz o título, mostra uma relação afetuosa nascendo entre uma jovem de 21 anos e uma idosa, que talvez tenha motivos escusos por trás.

O diretor Sean Baker chegou muito perto de escalar Dakota Johnson para viver Jane, a jovem de 21 anos no cinema, e de quebra trazer também a estrela clássica de Hollywood Tippi Hedren (‘Os Pássaros’), avó de Dakota na vida real, para viver Sadie, a idosa do filme. Por algum motivo a escalação não rolou, e Baker terminou optando por Dree Hemingway para a jovem e Besedka Johnson para ser a idosa – a senhora viria a falecer um ano depois da estreia do filme.

Girls

Agora falamos da série cult sensação da HBO criada e estrelada por Lena Dunham. A proposta do programa era ser um relato nu e cru sobre jovens mulheres americanas na faixa dos vinte e poucos anos, suas aspirações profissionais, sociais e de relacionamentos no início da década passada. O programa chamou atenção por ter criação de uma mente jovem brilhante como a de Dunham.

Do elenco de ‘Girls’, os atores que obtiveram maior destaque na atualidade são Adam Driver e Allison Williams. O que muitos talvez não saibam é que o programa teve produção de Judd Apatow, e que o próprio produtor testou Dakota Johnson para um dos papeis no programa. Johnson não foi aprovada, mas no mesmo ano estrelaria sua própria sitcom ‘Ben and Kate’.

Dakota Johnson derrubou meia Hollywood para ‘Cinquenta Tons de Cinza’

Quando foi anunciado que o best-seller apimentado ‘Cinquenta Tons de Cinza’ seria transformado em um longa-metragem de um grande estúdio, o fato parou Hollywood. Toda jovem atriz e jovem ator queriam estar no filme, e correram atrás dos papeis principais da polêmica produção. Como toda escalação de filme, as audições começam com basicamente todos os atores trabalhando em Hollywood, para finalmente ser cada vez mais afuniladas até chegar na intérprete escolhida.

As finalistas para ser Anastasia Steele tiveram gente do porte de Kristen Stewart, Shailene Woodley, Alicia Vikander, Felicity Jones, Imogen Poots, Lucy Hale e Elizabeth Olsen. Mas como sabemos, Dakota Johnson derrotou todas elas e ficou com o papel para si – que viria a se tornar, até o momento, o mais famoso de sua carreira.

Dakota Johnson substituiu Margot Robbie

Substituir Margot Robbie, a estrela mais “quente” de Hollywood na atualidade não é uma tarefa das mais fáceis. Mas é claro que não falamos do blockbuster ‘Barbie’. Isso foi em uma época em que Margot Robbie não era o tsunami que se tornaria logo no ano seguinte. Aqui falamos de uma Margot Robbie que havia “causado” em sua estreia em ‘O Lobo de Wall Street’, de Martin Scorsese.

Com uma estreia desse nível, as atenções de Hollywood estavam voltadas para a australiana. Assim, em um de seus primeiros trabalhos de destaque, Margot Robbie foi escalada para um papel em importante em ‘Um Mergulho no Passado’, remake de ‘A Piscina’ (1969), do diretor italiano Luca Guadagnino, o mesmo de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’. Poucos dias antes do início das filmagens, Robbie precisou deixar a produção, que correu desesperadamente atrás de uma substituta e encontrou Dakota Johnson.

Dakota confessou nervosismo em entrar em um projeto de maneira tão súbita, mas entregou um excelente trabalho, criando uma interessante parceria com Guadagnino, que se estendeu para seu trabalho vindouro, o remake de ‘Suspiria’.

‘Downton Abbey’: Imelda Staunton entra para o elenco do filme

A Focus Features e Carnival Films anunciaram que Imelda Staunton se juntou ao elenco do filme ‘Downton Abbey‘, que será uma extensão da aclamada série.

Além da atriz, Geraldine James, Simon Jones, David Haig, Tuppence Middleton, Kate Phillips e Stephen Campbell Moore também foram contratados.

Gareth Neame, o presidente da Carnival e produtor do filme, falou sobre o começo da produção:

“Estamos empolgados em começar o trabalho de fotografia deste aguardado filme e mais ainda por saber que estes amados personagens principais serão incrementados com a chegada de atores excepcionais, que interpretarão novos e únicos papéis na produção”.

O filme será produzido pela Carnival Films, com a Focus Features e a Universal Pictures cuidando da distribuição. Julian Fellowes, criador da série, escreveu o roteiro e também irá produzir.

Brian Percival, que dirigiu o piloto da série, será responsável pela direção.

O elenco conta com o retorno de Maggie Smith, Hugh Bonneville, Michelle Dockery, Elizabeth McGovern, Laura Carmichael e mais.

Sobre o projeto, o produtor Gareth Neame disse: “Quando a série chegou ao fim, nosso sonho era trazer aos milhões de fãs um filme e, agora, depois de todas as estrelas se alinharem, estamos prestes a entrar em produção. O roteiro de Julian é encantador, emocionante e entretém.”

‘The 100’ é renovada para a 7ª temporada

A CW renovou oficialmente a série ‘The 100‘ para a 7ª temporada.

“Estou animado em anunciar que ‘The 100’ foi renovada para a 7ª temporada! O fato da sexta temporada não ter estreado ainda torna essa decisão da CW ainda mais ousada! Todos nós envolvidos na série estamos honrados e impressionados com isso. Obrigado a todos! E não se esqueçam de assistir a premiere no dia 30 de abril,” disse o criador da série, Jason Rothenberg.

Criada por Jason Rothenberg, a série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.

A trama se inicia noventa e sete anos após uma guerra nuclear ter destruído a civilização, quando uma nave espacial que aloja os sobreviventes solitários da humanidade envia cem delinquentes juvenis de volta à Terra, na esperança de possivelmente repovoar o planeta.

O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Richard Harmon, Tasya Teles, Shannon Kook e Henry Ian Cusick.

A sexta temporada irá estrear no dia 30 de abril.

Chefão da Disney afirma que séries do Disney+ podem se tornar filmes

Em entrevista ao The Star Wars Show, o chefão da Disney, Bob Iger, declarou que séries originais do streaming Disney+, como a popular ‘O Mandaloriano‘, podem se tornar filmes, eventualmente.

“Eu não vejo para [‘O Mandaloriano’] apenas como televisão, mas sim como uma extensão da narrativa da saga ‘Star Wars’. O streaming da Disney+ nos deu a habilidade de fazer coisas assim: trazer histórias de ‘Star Wars’ de novas formas. A série não gira em torno dos mesmos lugares ou personagens que os filmes. Obviamente, há um universo muito rico para ser explorado e eu amo isso.”

Ele completa, “Adoro a capacidade de sermos realmente independentes. E, no futuro, essas séries podem se tornar filmes e os filmes podem se tornar séries. Não estou fazendo nenhum anúncio aqui, mas acho que é importante sermos agnósticos.”

A 2ª temporada irá estrear durante o outono norte-americano, no segundo semestre de 2020.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama vai se passar depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Station 19’: Showrunner afirma que a 4ª temporada será ‘mais leve’

Em entrevista ao TVLine, a showrunner Krista Vernoff afirmou que a 4ª temporada de ‘Station 19‘ será mais “leve que as anteriores”, apesar de abordar a pandemia atual de COVID-19.

“Apesar da quarta temporada abordar a pandemia de coronavírus, o próximo ciclo será mais leve que os anteriores. A terceira temporada foi muito pesada – muitas mortes.”

Ela continua, Esse novo ano será sobre os protagonistas se reerguendo e encontrando felicidade apesar do peso do mundo.”

Criada por Stacy McKee, a série é um spin-off de ‘Grey’s Anatomy‘.

A trama segue um grupo de bombeiros heroicos do Departamento de Bombeiros de Seattle na Estação 19, mostrará desde o capitão até o recruta mais novo, contando as histórias de homens e mulheres corajosos que arriscam suas vidas e seus corações, no trabalho e fora dele.

Jaina Lee Ortiz, Jason George, Barrett Doss, Grey Damon, Alberto Frezza, Jay Hayden, Okieriete Onaodowan, Danielle Savre, Boris Kodjoe, Stefania Spampinato e Miguel Sandoval estrelam.

‘Lanterna Verde’: Série da HBO contrata diretor de ‘Superman & Lois’

De acordo com o THR, Lee Toland Krieger, que dirigiu o piloto de ‘Superman and Lois‘, foi contratado para comandar os dois primeiros episódios da série do ‘Lanterna Verde‘, que está sendo desenvolvida pela HBO Max.

O cineasta também servirá como produtor executivo do projeto.

Produzida por Marc Guggenhein, roteirista do ‘Lanterna Verde‘ estrelado por Ryan Reynolds em 2011, a série será ambientada em múltiplas linhas do tempo entre os anos 1940, 1980 e nos dias atuais.

Jeremy Irvine interpretará Alan Scott, o primeiro membro da tropa de policiais intergalácticos apresentado como um homem gay, em 1941. Finn Wittrock viverá Guy Gardner na narrativa dos anos 80.

Outra Lanterna confirmada na série será Bree Jarta, que é metade humana e metade alienígena.

A produção será supervisionada pelo produtor e roteirista Geoff Johns.

O projeto também trará Greg Berlanti, produtor de diversas adaptações da DC Comics, como ‘Arrow‘, ‘The Flash‘ e ‘Supergirl‘.

‘Ghostbusters: Mais Além’ já arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente

Sucesso de público e crítica, o longa ‘Ghostbusters: Mais Além‘ já arrecadou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou impressionantes US$ 128 milhões. No mercado internacional, foram US$ 68 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 196 milhões mundialmente.

Assista nossa crítica:

Crítica | Ghostbusters: Mais Além é a Sequência PERFEITA que a franquia merecia!

Além de dirigir, Jason Reitman também ajudou a escrever o roteiro em parceria com Gil Kenan (‘Poltergeist’).

Na trama, uma mãe solteira e seus dois filhos chegam em uma cidade pequena e começam a descobrir sua conexão com os caça-fantasmas originais, além do legado secreto que seu avô deixou para trás.

Finn Wolfhard (‘It: A Coisa’), Mckenna Grace (‘A Maldição da Residência Hill’), Carrie Coon (‘The Sinner’) e Paul Rudd (‘Vingadores: Ultimato’) estrelam. O elenco também conta com o retorno de Bill Murray, Dan Aykroyd, Annie PottsSigourney Weaver.

Novo terror traz mistura entre ‘A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça’ e ‘Motoqueiro Fantasma’; Confira o trailer!

O terror ‘Headless Horseman‘, que traz uma mistura entre ‘A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça‘ e ‘Motoqueiro Fantasma‘, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Jose Prendes, o longa é o mais recente “mockbuster” da The Asylum.

À segundos da morte, um homem faz um acordo com o diabo para proteger o amor de sua vida e buscar vingança do traficantes que quase o matou.

O elenco conta com Michael Paré, Sean Whalen, Nic Caruccio, Amanda Jones e Ethan Daniel Corbett.

Nos EUA, o terror será lançado direto em VOD amanhã (14).

Gatos no Museu

(Cats in the Museum)

 

Elenco:

Jordan Worsley
Stephen Peter Krisel
Maria Smakhtina

 

Direção: Vasiliy Rovenskiy

Gênero: Animação

Duração: 83 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 2.5 milhões

Estreia: 10 de Agosto de 2023

Sinopse: 

Em uma de suas aventuras, o gato Vincent acaba indo parar em um museu do outro lado do mundo. Acompanhado de seu fiel amigo, o ratinho Maurice, ele conhece um esquadrão de gatos dedicados a proteger as valiosas obras de arte do museu contra roedores e outras ameaças. Agora, Vincent precisará mostrar toda a sua coragem e enfrentar desafios emocionantes para proteger seu amigo Maurice e também um tesouro de valor inestimável: a Mona Lisa.

Crítica: 

Crítica | Gatos no Museu – Animação Russa Leva Aventura ao Museu The Hermitage, de São Petesburgo

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Vasiliy Rovenskiy também assina o roteiro ao lado de Elvira Bushtets e Fyodor Derevyanskiy;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Novo ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ ganha data de estreia

A Sony Pictures finalmente anunciou quando o novo filme da franquia ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ será lançado.

Descrito como uma “sequência legado”, o longa está programado para 18 de julho de 2025.

Jennifer Love HewittFreddie Prinze Jr., protagonistas dos filmes originais, devem retornar para a nova iteração.

Jennifer Kaytin Robinson (‘Justiceiras’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Leah McKendrick (‘M.F.A.’).

Anteriormente, Hewitt havia comentado sobre seu possível retorno como a sobrevivente Julie James no novo filme: “Eu não posso confirmar, nem negar. Que tal isso? [No novo filme, Julie James] hipoteticamente deve estar muito mais velha, porém ainda continua forte. A verdade é que eu não sei o que eles estão planejando para o novo filme. Acredito que terá muita gritaria e perseguição, mas espero que a minha personagem tenha uma camiseta maior do que a que eu vesti no primeiro filme.”

Escrito por Kevin Williamson (franquia ‘Pânico’) e dirigido por Jim Gillespie, o filme de 1997 acompanha quatro adolescentes – vividos por Jennifer Love HewittSarah Michelle GellarRyan Phillippe e Freddie Prinze Jr., até então atores desconhecidos – e um assassinato que muda a vida de todos.

Eles atropelaram e supostamente mataram um desconhecido. Com medo das consequências, o quarteto decide se livrar do corpo e o joga no mar. Um ano depois, eles se reencontram na mesma cidade e uma das jovens recebe um bilhete dizendo: “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado”. A partir deste momento, um por um começa a pagar caro pelo que fez.

Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘ faturou US$ 125 milhões pelo mundo e teve uma continuação em 1998, ‘Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘. Um terceiro filme, ‘Eu Sempre Vou Saber o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, foi lançado diretamente em home vídeo em 2006.

Relembre o trailer:

Criador de ‘Deadpool’ não quer mais trabalhar com a Marvel: “Kevin Feige não trata bem os criadores de HQs”

Em entrevista ao podcast Robservations, Rob Liefeld, criador do Deadpool, revelou que não quer mais trabalhar com a Marvel após o lançamento de ‘Deadpool e Wolverine‘.

O artista revelou não ter sido convidado para a festa após da estreia do filme, e confessou ter se sentido esnobado pelo estúdio, incluindo o chefão da Marvel Studios, Kevin Feige, que esteve ao seu lado do tapete vermelho e o ignorou completamente.

“O tratamento da Marvel com seus criadores nunca foi o seu ponto forte. Sem estes universos, os personagens e conceitos que criamos – e, neste caso em específico, o mundo do Deadpool –, não havia filme para ser gravado. Nenhum blockbuster para ser lançado. Criadores de quadrinhos não podem ser tratados desse jeito, e, a menos que eu comece esta discussão, isso nunca será manifestado. Kevin Feige não trata bem os criadores de HQs. Essa é a minha experiência pessoal.”

Ele ainda afirma o contraste de tratamento nos dois primeiros filmes da franquia do mercenário tagarela, que foram desenvolvidos pela 20th Century Fox: “Eles me incluíram no processo e eu não causei nenhum drama. Eu estava feliz por estar lá.”

Com 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Deadpool e Wolverine‘ arrecadou US$ 1.33 bilhão nas bilheterias mundiais – o que representa a segunda maior arrecadação de 2024, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.6B).

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘As Bruxas Mayfair’: Ator de ‘A Maldição da Residência Hill’ se junta ao elenco da 3ª temporada

De acordo com o Variety, Michiel Huisman (‘A Maldição da Residência Hill’) foi confirmado no elenco da 3ª temporada de ‘As Bruxas Mayfair‘.

O ator interpretará Michael, um carpinteiro que construiu a pousada que ele mesmo administra. Embora esconda um segredo sombrio, sua vida cuidadosamente construída começa a desmoronar quando ele se apaixona por Rowan Mayfair (Alexandra Daddario).

Além dele, o próximo ciclo ainda irá introduzir Betsy Brandt (‘Breaking Bad’). Infelizmente, detalhes sobre sua personagem não foram divulgados.

A próxima temporada deve se aprofundar ainda mais na mitologia das bruxas, introduzindo novos feitiços familiares enquanto explora os acontecimentos históricos de Salem – o que inclui a infame caça às bruxas e o seu folclore.

Thomas Schnauz assumirá como coshowrunner ao lado de Esta Spalding.

Sem previsão de lançamento, o terceiro ciclo deve estrear em 2026.

Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) são responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.

A trama foca em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.

Alexandra Daddario (‘The White Lotus’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Harry Hamlin, Annabeth Gish, Tongayi Chirisa, Beth Grant, Erica Gimpel, Jen RichardsMaura Grace Athari.

Bandidos enfrentam fantasmas no trailer do terror cômico ‘Haunted Heist’; Confira!

O terror cômico ‘Haunted Heist‘ (Roubo Assombrado, em tradução livre) ganhou o primeiro trailer.

Quando uma viagem de reencontro se transforma em um assalto, quatro amigos descobrem que os proprietários da mansão — fantasmas da década de 1950 — nunca foram embora. Encurralados pelos espíritos, que planejam um sacrifício demoníaco, os amigos precisam enfrentar o terror sobrenatural para sobreviver à noite.

Confira:

Rel Howery, ator de ‘Corra!‘, faz sua estreia diretorial.

Ele também estrela o longa ao lado de Tiffany Haddish, Andrew Bachelor, Karlous Miller, Ari DayanBrett Gelman.

Carl Reid (‘Senhor Crocket’) assina o roteiro, a partir de um história criada por Josh Feldman e Sean King O’Grady.

O terror cômico será lançado em VOD amanhã, no dia 4 de agosto.

Stan Lee desfila ao lado de Gwen Stacy e Mary Jane em convenção nerd

O quadrinhista Stan Lee roubou a cena durante a Dragon Con, uma das maiores convenções de cultura POP dos Estados.

Ao longo da edição 2017, eu aconteceu em Atlanta (Geórgia), o veterano artista foi homenageado, desfilando ao lado de duas das suas mais famosas personagens das HQs, Gwen Stacy e Mary Jane.

Confira:

Henry Cavill se desculpa após dizer que não flerta com medo de ser acusado de assédio

Henry Cavill faz comentário sobre o movimento #MeToo e foi duramente criticado nas redes sociais

O ator, que estrela ‘Missão Impossível: Efeito Fallout’, foi duramente criticado por uma série de comentários vinculados ao movimento #MeToo, feito para a revista GQ Australia.

Na ocasião, ele criticou o posicionamento das mulheres, ao afirmar que não flerta mais por medo de ser tachado como estuprador.

Após pontuar que se solidariza às mulheres que já foram vítimas, ele se expressou sobre o comportamento dos homens, dizendo:

“As coisas precisam, absolutamente, mudar. É importante manter aquilo que é bom, que eram qualidades no passado, e se livrar daquilo que é ruim”.

No entanto, ao se posicionar como se sente em relação ao atual contexto – onde mulheres têm se posicionado abertamente sobre as práticas abusivas que já sofreram -, ele se expressou mal, reduzindo o movimento à pessoas que não sabem diferenciar um flerte de um assédio.

Disse:

“Há algo de maravilhoso em um homem indo atrás de uma mulher. Eu acho que ela deveria ser cortejada e perseguida, mas acho que eu sou tradicional por pensar assim. […] É muito difícil fazer isso se há certas regras no lugar. Porque hoje funciona assim: ‘Bem, eu não quero levantar e ir falar com ela, porque eu serei chamado de estuprador ou algo do tipo. Então você fica pensando: ‘Esquece, eu vou chamar uma ex-namorada e depois voltar para um relacionamento que nunca funcionou de verdade’. Mas é mais seguro do que eu me jogar nas chamas de um incêndio, porque eu sou uma pessoa que está sendo observada pelo público e se eu flertar com alguém, quem sabe o que pode acontecer?”

Ele ainda salientou que o homem não tem mais o direito de investir em uma mulher, ainda que ela tem rejeitado suas investidas de início, dizendo que isso poderia resultar até mesmo na sua prisão:

“Agora você não pode tentar persuadir alguém que disse ‘não’. É tipo: ‘Ok, tá certo’. E então fica aquilo: ‘Ah, por que você desistiu?’, e eu penso: ‘Bem, porque eu não queria ir pra cadeia?”

Após as afirmações feitas por Cavill, uma série de usuários reagiram negativamente e em resposta, a assessora do astro, Dany Garcia, emitiu um comunicado oficial por meio do Twitter, com um pedido de desculpas.

Confira:


“Comunicado de Henry Cavill: Tendo visto a reação a um artigo em particular a respeito dos meu sentimentos sobre namoro e o movimento #metto, eu só quero me desculpar por qualquer confusão e mal entendido que isso possa ter criado. Intensidade jamais foi minha intenção”.

 


“Em virtude disso, eu gostaria de esclarecer e confirmar a todos que sempre tive e continuarei a ter as mulheres com a maior estima, não importa o tipo de relacionamento, seja amizade, profissional ou qualquer outro tipo significativo”.

 

“Eu nunca teria a intenção de desrespeitar de qualquer maneira, forma ou jeito. Esta experiência me ensinou uma lição valiosa quanto ao contexto a nuance das liberdades editoriais”.

 


“Aguardo ansiosamente para poder esclarecer minha posição no futuro em relação a um assunto que é tão vitalmente importante e cujo o qual eu apoio de todo o coração”.

Crítica | Black Mirror 5×02 – Smithereens: É bom, mas é ruim

É tudo tão plástico, artificial. A realidade criada pelas redes sociais é quase como um filtro em si. Esconde as marcas, suaviza os traços e promove uma ilusão admissível e compartilhada. Assim como o leque de opções que o Instagram e o Facebook oferecem tornam as fotos mais harmônicas, mídias digitais como essas tentam tornar a vida mais fácil e e bem resolvida do que de fato é. E essa quase realidade alternativa/virtual é o que tem proporcionado uma percepção turva do que realmente é genuíno. De repente, ninguém tem problemas, os boletos já estão todos em dias e a rotina é uma sucessão de lugares incríveis em fotos forçadamente espontâneas. Smithereens é um episódio de Black Mirror que joga isso na cara da audiência, entregando um capítulo contrastante: Ainda que seja muito bom, faltou aquele futuro caótico amedrontador que odiamos amar.

O recado foi dado. Não estamos preparados para lidar com a revolução tecnológica, que nos engole em suas grandes ondas. Completamente absortos em tudo aquilo que nos é introduzido no mercado, vivemos vidas paralelas, que atualmente parecem fazer mais sentido dentro do espelho negro, do que fora. E essa inversão, onde a maior parte do nosso tempo é consumida em redes sociais, tem fragmentado as mentes, mudando valores e tornado nossa percepção de realidade social tumultuada e equivocada. E em Smithereens, uma tragédia anunciada – ocorrida em decorrência do uso excessivo da rede social homônima, parte a alma de Chris Gillhaney (Andrew Scott). Sem saber administrar suas emoções, ele padece em um estado absoluto de luto, onde recomeços não existem e os falsos conceito da vida virtual impregnaram qualquer direito a uma nova chance.

Dirigido por James Hawes, o capítulo é excelente por saber construir a tensão necessária, tratando de um tema tão atual que é o vício que a tecnologia digital gerou na maioria de nós. Com sua narrativa se desabrochando a cada cena, Smithereens é progressivo, o que ajuda a concentrar nossas forças a cada novo fato apresentado em tela. E trazendo Scott com uma atuação explosiva e poderosa, o episódio é uma experiência viva e pulsante, nos traga para dentro da narrativa, à medida que promove uma angústia crescente. E como alguém que pretende provar seu argumento até o último minuto, Charlie Brooker segura a revelação final com vontade. A estratégia segue a mesma premissa sempre tão Black Mirror e faz de sua reflexão de encerramento a cereja de uma intensa descarga emocional que visa muito mais que nos incomodar, mas também nos confrontar.

E nesse ponto, Smithereens acerta bem. Questionando a forma como essa atual dinâmica tecnológica nos tornou mais egocêntricos, sensíveis e principalmente instáveis, o episódio faz o que Ingrid Vai Para o Oeste faz com perfeição. Mas enquanto este é uma sucessão de surras dilaceradas, aquele é…desconfortável. De fato nos leva a refletir sobre as pessoas que nos rodeiam e como estamos lidando com elas e suas circunstâncias, mas deixa um gostinho realmente amargo que os episódios mais complexos de Black Mirror sempre foram capazes de suprir. E embora seja um bom capítulo, ele aparenta um tanto incompleto. Sua mensagem tem começo, meio e fim. Mas seus confrontos param na metade, não exploram com mais acidez e dureza o peso que essas redes sociais trouxeram sobre a nossa psique. Nos deixa reflexivos, mas não perplexos. E é esse sentimento que um fã da produção busca.

Com atuações impressionantes, que ainda destacam Topher Grace como um personagem diferente do que já vimos ele interpretar, o segundo episódio da produção peca também em seu horizonte futurista. Deixando o caos de um futuro tecnológico incerto de lado, ele é um retrato genuíno do presente, um relato alarmante que visa nos alertar sobre como passamos a nos comportar em virtude das novas mídias digitais, além dos problemas nascidos a partir deste distúrbio. Válido, o episódio é impactante – ainda que efêmero, muito bem produzido, mas falha em suprir as expectativas por algo que seja mais estrondoso. Seu resultado ainda fica bem atrás de Ingrid Vai Para o Oeste, que com 27 minutos a mais promoveu um choque sócio cultural que ainda reverbera, dois anos depois de seu lançamento. Uma promessa cumprida pela metade, Smithereens é bom, mas poderia ser infinitamente melhor.

 

 

‘Stateless’: Minissérie da Netflix criada por Cate Blanchett ganha trailer poderoso; Assista!

A minissérie ‘Stateless‘, co-criada pela vencedora do Oscar Cate Blanchett, ganhou seu primeiro e poderoso trailer.

Assista:

STATELESS (L to R) FAYSSAL BAZZI as AMEER and SORAYA HEIDARI as MINA in episode 102 of STATELESS Cr. BEN KING/NETFLIX © 2020

Baseada em fatos reais, a trama acompanha um grupo de quatro estranhos cujas vidas acabam se cruzando em um centro de detenção de imigração, localizado no meio do deserto australiano.

A produção permaneceu sete anos em desenvolvimento e possui uma conexão muito pessoal com o trabalho de Blanchett. A atriz, que aqui também assume o papel de produtora do projeto, é embaixadora da Comissão de Refugiados das Nações Unidas e está em constante contato com casos como aqueles que serão abordados na minissérie.

Stateless‘ foi co-criada também por Tony Ayres e Elise McCredie.

O elenco conta com Yvonne Strahovski, Jai Courtney, Asher Keddie, Fayssal Bazzi, Dominic West, and Cate Blanchett e Soraya Heidari.

A minissérie conta com seis episódios e estreia na Netflix no dia 08 de julho.

 

Lily Collins será a boneca Polly Pocket em live-action dirigido por Lena Dunham

A atriz Lily Collins, da série ‘Emily em Paris‘, será a boneca Polly Pocket em um filme live-action dirigido por Lena Dunham (‘Girls‘).

A novidade foi anunciada pela Mattel Films e faz parte da sua nova empreitada em Hollywood, que vista trazer às telonas algumas das suas principais linhas de brinquedos.

Segundo a descrição oficial divulgada, a história segue “uma jovem e uma mulher do tamanho de um bolso, que fazem amizade”.

Por meio de um comunicado oficial, Dunham refletiu sobre o novo projeto, ponderando a importância dos brinquedos da linha Polly Pocket para a sua formação.

“Polly Pocket foi responsável por incontáveis ​​horas de escapismo infantil para mim – Polly me deu um pequeno mundo de magia e autonomia para narrar, então é muito poético abordar essas mesmas ideias agora como diretora, colaborando com a brilhante Lily Collins, com Robbie Brenner [da Mattel Films] e com a Mattel e a MGM. Estou muito emocionada por demonstrar meu amor por esta propriedade histórica e também minha crença arraigada de que as mulheres jovens precisam de filmes inteligentes e divertidos, que falem com elas sem condescendência”. 

Collins, que também co-produzirá o filme, também destacou sua empolgação em interpretar Polly Pocket de “uma maneira divertida e moderna”.

“Como uma criança obcecada por Polly Pocket, este é um verdadeiro sonho que se tornou realidade e mal posso esperar para trazer esses minúsculos brinquedos para às telonas”.

O live-action da Polly é mais um da leva de adaptações cinematográficas de brinquedos Mattel, que já incluem o longa da Barbie, estrelado por Margot Robbie, Hot Wheels, American Girl, UNO, Masters of the Universe e muito mais.

A linha Polly Pocket está presente no mercado há mais de 30 anos, com conjuntos de bonecas em miniatura e vários mini ambientes. A Mattel atualizou os brinquedos em 2018 para uma nova geração.

Polly Pocket também possui uma série em animação, lançada em 2018, disponível na Netflix.

‘Thunderbolts*’: Elenco faz entrada GRANDIOSA em painel da CinemaCon 2025; Assista!

O painel da Disney segue a todo vapor na CinemaCon 2025 e para conduzir apresentação de ‘Thunderbolts*‘, a Marvel Studios trouxe parte do elenco principal para o palco da convenção.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de maio.

A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.

O elenco também conta com, Sebastian Stan (Soldado Invernal), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Wyatt Russell (Agente Americano).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Nova imagem de Finn e Rose é revelada; Confira!

Nova imagem liberada de Star Wars: Os Últimos Jedi mostra a personagem Rose, vivida pela atriz Kelly Marie Tran. Confira:

Rose será uma mecânica de manutenção da Resistência, com um comportamento prático e pragmático, a personagem deve desenvolver uma relação de amizade muito grande com Finn.

Star WarsOs Últimos Jediganhou uma nova sinopse misteriosa em que sugere que a Rey ficará tentada a ir para o lado sombrio da Força.

“A Luz? A Escuridão? Rey e Kylo, duas pessoas que parecem estar no meio dos dois; um novo desenvolvimento chocante parece esperá-los em Star WarsOs Últimos Jedi. Apesar do mundo ter ficado espantado ao ver que a mão oferecida a Rey era de Kylo Ren, o que espera os dois é a questão “a Luz ou a Escuridão?”, enquanto juntos são movidos pela poderosa Força. Rey, embora no filme anterior tenha despertado a Força, se sente perdida e insegura; ela será levada para a escuridão? Kylo, que matou Han Solo, apesar de ele ser seu pai; o que sobrou de luz no coração dele será capaz de desfazer sua escuridão? Essas duas figuras parecem se refletir; não podemos tirar nossos olhos deles”.

Será que a Rey vai mesmo ceder e se juntar ao Kylo?

 

O elenco é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

O filme chega aos cinemas em 15 de Dezembro.

 

‘3%’: Assista ao trailer completo da segunda temporada

A 2ª temporada de ‘3%’ está chegando e Netflix divulgou um trailer completo. Assista:

A Netflix também confirmou que a nova temporada estreia dia 27 de Abril, e mostrará o Processo 105 – uma nova ameaça para os protagonistas.

Assista ao teaser:

A série é dirigida pelo indicado ao Oscar®, Cesar Charlone (Cidade de Deus, Ensaio sobre a Cegueira, O Banheiro do Papa), e protagonizada por João Miguel (Estômago, Xingu, Felizes Para Sempre?) e Bianca Comparato (Avenida Brasil, Sete Vidas, Irmã Dulce). Zezé Motta (Xica da Silva, Chiquinha Gonzaga), Rodolfo Valente (Chapô, Sítio do Picapau Amarelo, Malhação), Vaneza Oliveira, Michel Gomes (Cidade de Deus, Última Parada 174, Salve Geral), Rafael Lozano (Sessão de Terapia) e Viviane Porto (Babilônia, Garotas do ABC) completam o elenco.

‘Game of Thrones’: Série derivada já tem data para início das filmagens

A primeira das cinco séries spin-offs de ‘Game of Thrones‘ planejadas pela HBO já tem data para início das filmagens.

De acordo com o ScreenRant, a série derivada, que se passará antes dos eventos que acompanhamos no seriado principal, começará suas filmagens, na Irlanda, em fevereiro de 2019 e adotará o nome de produção ‘The Long Night’ (A Longa Noite, em tradução livre).

No fim do primeiro semestre de 2017, em seu Live Journal, George R.R. Martin explicou em detalhes como que os projetos vão funcionar.

Separamos os principais pontos:

  • Não serão spin-offs tradicionais. Martin diz que nenhum dos personagens presentes em Game of Thrones será visto nas séries porque tudo o que está em desenvolvimento são prequels, ou seja, são histórias que se passam antes de GoT;
  • Não serão apenas 4 spin-offs, serão 5. George diz que a HBO deverá anunciar em breve o novo projeto bem como o roteirista que vai encabeçar a produção;
  • Não necessariamente as cinco séries serão levadas ao ar. George explica que não necessariamente todas chegarão de uma só vez a HBO. A ideia é que cada uma ganhe um desenvolvimento particular.
  • Martin revelou que ainda quer escrever sete a dez histórias envolvendo o mundo de As Crônicas de Fogo e Gelo, mas nenhuma delas será adaptada para TV e Cinema sem antes ele ter terminado. George diz que não quer repetir o que aconteceu com Game of Thrones, em que a série ficou mais a frente do que os livros de origem.

Com relação aos spin-offs anunciados até então, os roteirista envolvidos são: Max Borenstein, de ‘Kong – A Ilha da Caveira’; Jane Goldman, de ‘Kingsman’; Brian Helgeland e Carly Wray, de ‘Mad Men’, e ‘The Lefftovers’. O mais interessante é que Goldman e Wray trabalharão em histórias diretamente com George R. R. Martin, o criador dos livros As Crônicas de Fogo e Gelo, que originaram a série.

Outro ponto importante é que Dan Weiss e David Benioff, criadores de Game of Thrones, serão listados como produtores executivos e supervisores das possíveis séries, mas nenhum deles vai escrever qualquer episódio.

Com relação a cronograma, o canal informou que as séries demorarão o tempo que for necessário para que seus roteiristas encontrem a história certa.

 

 

Crítica | ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ é um filme morno, mas de entretenimento honesto

Faz seis anos que Steve Rogers (Chris Evans) voltou no tempo e decidiu viver sua merecida vida como civil, deixando o escudo e o manto do Capitão América para Sam Wilson (Anthony Mackie). Nesse espaço de tempo, o que parecia ser uma despedida digna de um ícone das telonas e o nascimento do novo símbolo que lideraria essa nova fase do Universo Cinematográfico Marvel acabou se perdendo diante de fatores completamente improváveis, como a pandemia de Covid-19 e o desinteresse crescente dos fãs de filmes com super-heróis por essas produções, muito por conta do bombardeio de produções que a própria Marvel promoveu em seu universo.

Esse intervalo abriu uma crise sem precedentes no Marvel Studios, que viu suas críticas sempre positivas descambarem para longas decepcionantes e sofrerem com campanhas de ódio antes mesmo dos filmes estrearem, como ocorreu com Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis (2021), que foi boicotado na China por conta de posicionamento do protagonista em relação ao regime da República Popular, assim como As Marvels (2023), que já nasceu fadado ao fracasso com fake news, atrasos e uma forte antipatia do público pela protagonista. Além disso, a grande quantidade de séries lançadas no streaming reduziram o interesse do grande público, que deixou de acompanhar o desenvolvimento do MCU de forma tão fervorosa quanto nas primeiras fases deste universo compartilhado.

captain america: brave new world

Pois bem, tendo de enfrentar fracassos pela primeira vez desde 2008, quando lançou O Incrível Hulk, a Marvel redefiniu seu calendário de lançamentos, deixou apenas Deadpool & Wolverine para estrear nas telonas em 2024, o que resgatou o interesse do público por assistir produções da casa novamente. Com esse ‘intervalo’, o estúdio chega a 2025 com três filmes de cinema por vir, cabendo a Capitão América: Admirável Mundo Novo abrir o calendário. Era uma aposta segura, com título forte e dando prosseguimento a uma das séries de maior sucesso do estúdio: Falcão e o Soldado Invernal (2021). Porém, o filme novamente já chega aos cinemas com uma campanha de ódio promovida por pessoas que sequer assistiram o longa e usam de notícias falsas de supostos insiders para vender a ideia de que o projeto teve bastidores caóticos, com demissão de diretor – que não aconteceu – e uma suposta refilmagem de 50% do filme, o que jamais foi comprovado.

Diante dessa campanha negativa, muitos sequer querem dar uma chance para o longa, já achando que será uma bomba. No entanto, o filme passa longe de ser essa tragédia anunciada por portais do exterior. A trama dá prosseguimento aos eventos de Falcão e o Soldado Invernal, já em uma realidade na qual Sam Wilson é inquestionavelmente o Capitão América. Ele não perde tempo tentando se provar para as pessoas, porque todos sabem que ele é o ‘Caps’ e o respeitam como tal. Nesse meio tempo, os EUA elegeram o General Ross (Harrison Ford) como presidente do país, trazendo mais conservadorismo para a Casa Branca. O antigo rival dos Vingadores, porém, entende que sua visão sobre os heróis, intensificada em Capitão América: Guerra Civil (2016), se provou errada. Então, ele convida Sam para trabalhar junto a ele em uma reconstrução dos Vingadores. O problema é que ele sofre um atentado que é atribuído a Isaiah Bradley (Carl Lumbly), o ‘Capitão apagado da história’, que foi apadrinhado por Sam durante a série de 2021. Ele é mandado para a prisão, mas o Capitão América não se convence de um possível surto, dando início a uma investigação que o leva a uma trama conspiratória envolvendo velhos conhecidos do presidente dos EUA.

Vale destacar que o filme é uma típica aventura do Capitão América. Quem já pegou um gibi regular do herói, naquelas revistinhas que não integram grandes sagas e estão nas bancas apenas por conta do compromisso mensal de lançamento, vai sentir a mesma sensação da leitura. Dito isso, por mais que o longa flerte com o thriller político em certos momentos, ele nunca se desenvolve nesse molde. Ele é essencialmente uma aventura voltada para dois heróis, cujas habilidades incluem voar e bater. Sabendo disso, o filme não tenta ir além, criando uma trama ridiculamente simples, mas eficaz.

Entretanto, diante dos coadjuvantes e do núcleo que permeia Sam Wilson, o longa parece mais uma sequência de O Incrível Hulk do que dos filmes do Capitão América. O filme retoma várias pontas soltas da aventura de 2008 e as conclui de forma satisfatória. O ponto aqui é que muitos fãs não faziam questão de revisitar esse núcleo, ainda mais em uma aventura do Capitão América, que tem seus personagens, como a Sociedade da Serpente, reduzidos a meras participações sem relevância. Neste ponto, a série do Falcão lidou melhor com a construção de vilões e coadjuvantes que dialogassem melhor com o protagonista.

Ao fim do filme, de todos os personagens abordados, fica a sensação de que o público só deveria se importar mesmo com o Capitão América e o novo Falcão. É a única relação efetivamente desenvolvida no entorno do herói, e isso se deve muito à química de Anthony Mackie e Danny Ramírez, que parece amigos de longa data. Com essa relação de amizade entre mestre e aprendiz, eles desenvolvem esse núcleo do Capitão América de forma competente e divertida.

Também há muita química entre Mackie e o lendário Harrison Ford. O carrancudo mais amado de Hollywood assume o papel de Presidente Ross, substituindo o falecido William Hurt. E essa provavelmente foi a primeira vez que o personagem conseguiu extrair sentimentos não-odiosos do público. Em sua nova empreitada, agora na política, Ross tenta ser mais diplomático e aberto a ideias. Acima de tudo, ele quer provar para a filha que é um homem mudado, deixando que sua obsessão por prender o Hulk e os outros heróis desse espaço a sentimentos mais importantes. Sua relação com Sam é interessante, porque envolve uma clara briga de egos. O entendimento de Mackie e Ford em cena é fundamental para o desenrolar da trama, segurando o interesse do público em momentos de menor inspiração narrativa, por assim dizer.

Outra grande preocupação criada no público, e aí a culpa recai sobre os próprios trailers, era quanto o uso de CGI no filme. As versões divulgadas oficialmente não estavam finalizadas e traziam cenários incomodamente artificiais. O resulto final está bem melhor do que aquilo prometido nos trailers, com um melhor acabamento nos efeitos visuais, ficando dentro dos padrões recentes de CGI de Hollywood. O problema mesmo é o uso de cores pastéis e da baixa saturação, que dão um resultado esteticamente feio, pouco inspirado. A batalha final é tão opaca que parece ter saído diretamente de Wicked. É meio decepcionante, porque é um filme que traz alguns bons elementos dos quadrinhos, então poderia trabalhar um pouco melhor essa coloração dos cenários e contrastes visuais.

Falando sobre essa inspiração dos quadrinhos, os fãs do Hulk vão sentir um alívio. Após a Marvel apostar no Professor Hulk, a versão grosseirona e irracional deixou saudades nos apaixonados pelo monstrão. O Hulk Vermelho de Harrison Ford vem para ocupar esse espaço, causando uma destruição gigantesca e utilizado golpes de luta icônicos do Hulk das HQs. O mesmo se aplica ao Capitão América, que combina o lançamento do escudo com suas asas de vibranium, criando combos visualmente interessantes e bem cartunescos. É muito legal de ver Sam Wilson lutando com o novo traje.

Por fim, é uma pena que dois atores de altíssimo calibre tenham sido desperdiçados em papéis menores. Tim Blake Nelson, que interpreta o Líder, não tinha muito o que fazer. Ele foi escalado para o papel em 2008 e apenas retornou para continuar a desenvolvê-lo em tela. Mesmo sem ter muito o que fazer, ele segue com uma boa presença e até chega a ser ameaçador em alguns momentos, mas merecia um destaque muito maior. O mesmo acontece com Giancarlo Esposito, que interpreta o mercenário líder da Sociedade da Serpente. Não que ele esteja mal no papel, mas a verdade é que é um vilão tão genérico que poderia ser interpretado por qualquer um. Gastar um ator desse calibre em um personagem assim é extremamente frustrante.

No fim das contas, o grande problema do filme é essa falta de foco. Ao mesmo tempo que há uma trama do Capitão América, o universo do Hulk toma conta de tempo demais de tela, o que surpreendentemente acaba diminuindo a sensação de urgência, de ameaça. Porque por mais que haja um vilão maligno ali, todos sabem que o clímax será a luta contra o Hulk Vermelho, e como o Capitão será parte central dos próximos filmes dos Vingadores, todos sabem que não vai acontecer nada de ruim para o herói. É engraçado lembrar que o próprio Steve Rogers sofreu com isso em seu primeiro filme. Ele foi o último longa antes de Os Vingadores (2012), então Capitão América: O Primeiro Vingador (2011) também teve de lidar com essa redução da sensação de urgência, só encontrando o ‘tom certo’ no segundo capítulo da saga.

Mesmo com tanto pontos conflitantes, Capitão América: Admirável Mundo Novo passa longe de ser um filme ruim, um fracasso ou uma bomba, como muitos previam antes do lançamento. É uma aventura bastante honesta, que consegue entreter de forma eficaz. Também passa longe de ser um excelente filme, bom dizer. É um típico entretenimento ao estilo Sessão da Tarde, que certamente passará a ser mais valorizado quando estiver sendo exibido na TV aberta daqui a uns dois anos. Vale a pena ser visto com um saco de pipocas, doces superfaturados e um copão de refrigerante. Um entretenimento despretensioso que consegue agradar mesmo sem ousar ou trazer algum diferencial.

Crítica | Um Filme Minecraft – Aventura com Jack Black e Jason Mamoa Inicia Franquia do Famoso Jogo

Não há dúvidas de que ‘Minecraft’ é um verdadeiro fenômeno mundial. É possível até mesmo não saber o nome do fenômeno, mas certamente todo mundo já viu por aí os desenhos quadrados de bichinhos e objetos que fazem parte do universo desse jogo que virou uma grande febre principalmente entre a garotada. Era questão de tempo até que a trama ganhasse uma versão audiovisual, e em grande estilo, claro. Assim, a partir de hoje os fãs de Minecraft poderão ver nos cinemas de todo o país ao primeiro longa baseado na história do game – a aventuraUm Filme Minecraft’.

Henry (Sebastian Hansen) e Natalie (Emma Myers) acabam de perder a mãe e, por conta disso, se mudam para uma pequena cidade do interior. Lá, tentam recomeçar suas vidas, mas o único amigo que Henry consegue fazer é Garrett, O Lixeiro (Jason Momoa), um ex-jogador de videogames que fizera sucesso no passado, mas que hoje é um adulto falido com uma loja de jogos às moscas na cidade. É nesta loja que Henry sem querer encontra uma orbe mágica que, após ativada, acaba levando aos dois (junto com Natalie e a agente imobiliária Dawn [Danielle Brooks]) para um mundo paralelo, mágico, todo feito de blocos. Lá, os quatro precisarão contar com a inesperada ajuda de Steve (Jack Black) para conseguir escapar da terrível Malgosha e, assim, voltar pra casa.

Considerando que o público do jogo tem uma faixa etária bem reduzida (ali na faixa dos 7 anos), a história que o filme apresenta é complexa e longa (uma hora e quarenta de duração, com dois pós-créditos). Os primeiros momentos dão a sensação de estar sempre começando o filme: primeiro, conhecemos Steve e como ele foi parar no outro mundo; depois, conhecemos Garrett e seu passado; por fim, iniciamos a trajetória de novo com os irmãos sendo apresentados ao espectador. Até que todos esses núcleos se conectem, já se passou bem uns vinte minutos de longa.

Visualmente, ‘Um Filme Minecraft’ entrega o universo tal qual os fãs veem no jogo, com direito a pequenos easter eggs e aparições especiais (como um certo porquinho de coroa). Neste quesito de produção e design gráfico, o filme acerta em deixar evidente os símbolos mais famosos do jogo, como os homens de nariz comprido, as abelhas quadradas e as ovelhas rosas. Para quem não conhece nada da trama, essas pequenas gentilezas do roteiro fazem a diferença para a compreensão da trama.

Por outro lado, é o roteiro que acaba desviando o filme de seu propósito. Com muitas sub tramas para serem apresentadas e resolvidas, o mundo de possibilidades de Minecraft acaba em segundo plano, de modo que o espectador tem que quase aceitar que aquele lugar é livre para imaginação e para criação, ainda que isso não fique evidente quando Steve ou Henry ficam jogando cubos aleatoriamente.

Outro ponto que destoa no roteiro é a recorrência de piadinhas de cunho sexual – ao menos na versão dublada, o que acaba confundindo sobre qual seria o público-alvo efetivo do filme, uma vez que a classificação é de 10 anos.

Ao menos, fica evidente, ao fim de ‘Um Filme Minecraft’, que este deve ser apenas o primeiro de uma franquia que deve ser longeva, o que faz deste um filme inicial para apresentar personagens e trama ao público geral. Nesse sentido, o filme entretém, deixando a promessa de nos próximos se aproximar com mais dedicação dos blocos que são literalmente a base do sucesso de Minecraft no mundo.

‘Os Eternos’: Angelina Jolie é reimaginada como Sersi; Confira!

A internet foi à loucura nos últimos dias com a revelação de que Angelina Jolie estava em negociações para participar do novo filme da MarvelOs Eternos. Criado por Jack Kirby em 1976, tais personagens são seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens conversam com diversos conceitos que os estúdios já introduziram em seus filmes, desde os Celestiais (que deram as caras em Guardiões da Galáxia até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

Sabemos que Jolie é uma artista de incrível potencial. Logo, há diversos papéis aos quais ela poderia dar vida, incluindo Sersi, a protagonista e par romântico de Ikaris. Dentre outros nomes possíveis, temos Thenas, filha de Zuras e Cybele e um dos nomes mais conhecidos da mitologia grega, ou até mesmo a própria Cybele.

De qualquer forma, alguns fãs já estão imaginando como Jolie ficaria caso realmente entrasse para o projeto. Uma recente imagem, inclusive, já nos deu um possível spoiler de seu look como Sersi. Confira:

Kevin Feige, presidente dos estúdios Marvel, declarou que o filme poderá ter um lapso no tempo de “dezenas de milhares de anos”.

Tudo depois de ‘Vingadores: Ultimato’ e depois de Homem-Aranha: Longe de Casa’ será diferente e único, como tentamos fazer com cada um dos filmes [da Marvel]. Mas trazer personagens conhecidos é algo que vamos e queremos fazer. Porém, também queremos introduzir personagens que a maioria dos fãs nunca ouviu falar, como fizemos com Guardiões da Galáxia e até mesmo os Vingadores antes de eles se tornarem os Vingadores.

Os Eternos são um desses grupos. Temos a ideia de introduzi-los como parte de algo maior antes de fazer um filme do começo. E você está me perguntando se a narrativa se passa antes dos anos 1970 ou 1960. [O desenhista] Jack Kirby fez um trabalho gigante e épico com Os Eternos que dá um salto de dezenas de milhares de anos – algo que nunca fizemos e que parece muito interessante.

Ainda que nenhuma sinopse oficial do filme tenha sido divulgada, alguns detalhes já foram revelados:

A história envolve o enlace romântico entre Ikaris, um homem movido pela energia cósmica, e Sersi, que vive entre os humanos.

Nos quadrinhos, os Eternos são personagens ficcionais e bastante evoluídos que outrora pertenceram à raça humana, mas que agora têm superpoderes e um tempo de vida bem maior que o dos mortais. Criados pelos Celestiais há mais de um milhão de anos, esses seres são resultados de experimentos genéticos que culminaram na criação de dois grupos divergentes: os Eternos e os Deviantes.

Os Eternos será dirigido por Chloe Zhao, baseado em um roteiro assinado por Matthew FirpoRyan Firpo.

O próximo lançamento da Marvel será Capitã Marvel no dia 8 de março, seguido por ‘Vingadores: Ultimato’ em 24 de abril e Homem-Aranha: Longe de Casa, marcado para o dia 05 de julho. 

Crítica de Trilha Sonora | As Panteras (2019) – Atirando para todos os lados

Na última década (mais precisamente nos últimos três anos), a indústria do entretenimento mergulhou num constante movimento nostálgico que decidiu reviver os clássicos atemporais para apresentá-los dentro de uma perspectiva modernizada ao novo público. É claro que o maior expoente desse grupo foi o Walt Disney Studios, com seus remakes em live-action que, no geral, falharam em recapturar a magia das animações originais; mas a ideia de revitalizar histórias amadas pelo público não se restringiu apenas à Casa Mouse, resolvendo espalhar-se para outras grandes produtoras – incluindo a Sony Pictures, que ficou responsável pelo reboot do longa-metragem As Panteras.

E isso não foi tudo: Elizabeth Banks, que ficou responsável pela direção do projeto, também anunciou que trabalharia ao lado de Ariana Grande para a produção de uma nova trilha sonora, cujo objetivo era unir em um mesmo lugar o saudosismo do filme e da série originais e as tendências musicais que se tornaram expressivas com a repaginação dos vários gêneros fonográficos. O primeiro single, intitulado “Don’t Call Me Angel”, foi lançado em novembro deste ano e auxiliou no gigantesco marketing do filme; agora, o breve álbum oficial foi lançado em todas as plataformas digitais – mas o resultado não é muito bem o que esperávamos.

Grande, que roubou os holofotes no final de 2018 e no começo de 2019 com o lançamento de Sweetener e ‘Thank U, Next’, ficou responsável pela produção da OST ao lado de seus já conhecidos colaboradores Scooter Braum e Savan Kotecha. Entretanto, apesar da limitada equipe técnica, a jovem artista não pensou duas vezes antes de chamar o máximo de nomes possível para auxiliá-la nessa nova jornada, contratando desde as lendas da música até a proeminente geração de realizadores que está chegando agora. Infelizmente, as onze canções que compõe a obra são destoantes entre si e parecem não se encontrar, chafurdadas dentro de uma árdua organização instrumental e tentando ao máximo transformar-se em algo sólido ou aprazível o suficiente; na verdade, a desordenada coesão é o obstáculo principal enfrentado pela conjuntura completa, ainda que carregue consigo alguns momentos interessantes.

Dentro de um paralelo cauteloso, Grande segue a mesma linha de raciocínio da qual Beyoncé se nutriu em The Lion King: The Gift: em ambos álbuns, Bey e Ariana funcionam como curadoras e acabam se preocupando muito mais do que deveriam com a estética sonora, sendo ofuscadas pelos vários nomes convidados para acompanhá-las. Quando justapostas, por exemplo, o single supracitado “Don’t Call Me Angel” traz três poderosos nomes – Grande, Miley Cyrus e Lana Del Rey – que nunca se encontram em harmonia e se entregam a uma fragmentada peça musical cuja coexistência é explosiva (por todos os motivos errados). Já em “How It’s Done”, a coadjuvação de Kim Petras, ALMA, Kash Doll e Stefflon Donn, por mais previsível que seja, é divertida do começo ao fim e não externa nada além do que nos promete desde o começo: uma peça pop influenciada pela sonoridade mainstream do rap contemporâneo.

Como já mencionado, o principal problema enfrentado pela OST é sua obviedade: se você esperava por algo muito diferente do que nos foi apresentado pela carreira da artista principal, sinto lhes informar que a decepção é certeira; entretanto, se sua expectativa residia em músicas “chiclete” e comerciais o bastante para fazerem sucesso momentâneo, mas não para perdurarem nos próximos anos, então está no lugar certo. São poucos os momentos de originalidade que a trilha de As Panteras guarda em suas mangas: temos, como um desses poucos exemplos, o bombardeio do techno-pop e do disco aglutinadas com deliciosa construção em “Eyes Off You”, mesmo que se perca no último ato; Chaka Khan empresta sua arrepiante voz para a magnética familiaridade de “Nobody”; e até mesmo o remix da música-tema, cortesia das interessantes habilidades de Black Caviar, traz seu charme jocoso para os ouvintes.

Enquanto isso, Grande opta por se valer bastante do trap na maior parte das tracks às quais empresta sua voz. Em “Bad to You”, o suis-generis é travestido com um bem demarcado minimalismo instrumental que inexplicavelmente explode em alguns versos e recua para a sensualidade performática em outras; em “How I Look on You”, o trap volta com força, sem sombra de dúvida resguardando um apreço descomunal por ‘Thank U, Next’, perdendo-se com a presença descartável da guitarra e rendendo-se a uma fórmula pré-fabricada qualquer – talvez com breves exceções que se restringem exclusivamente à voz da lead singer (também não muito diferente de canções como “break up with your boyfriend”; a colaboração com Victoria Monét consegue superar a insistência de Ariana em reciclar suas próprias, e ainda assim esbarra numa miscelânea insana.

Com bastante surpresa, Anitta e Danielle Bradbery são as melhore adições da antologia musical. Bradbery nos apresenta à única balada da obra, “Blackout”, faixa para a qual se rende com precisão incrível e emocionante, imprimindo sua marca country em um pano de fundo sutilmente inclinado para o synth-pop; Anitta, por sua vez, traz a latinidade sul-americana no single “Pantera”: apesar da sonoridade similar a outras músicas da artista, ela se entrega à sexy atmosfera caribenha e funde os elementos mais expressivos da salsa com os da eletrônica.

A OST de As Panteras fica no meio do caminho; do mesmo jeito que traz algumas tracks interessantes e envolventes, torna-se repetitiva e inconclusiva ao não saber para que direção seguir: o classicismo exorbitante e glamoroso dos anos 1980 ou a experimentação de estilos da contemporaneidade. De fato, Ariana Grande, entrando como produtora executiva, parece não ter ideia do que fazer com tanto material – e sua indecisão reflete na bagunçada composição da obra.

Nota por faixa:

  • How It’s Done – 3,5/5
  • Bad to You – 3/5
  • Don’t Call Me Angel – 1,5/5
  • Eyes Off You – 4/5
  • Bad Girls (Gigamesh remix) – 2,5/5
  • Nobody – 4/5
  • Pantera – 4,5/5
  • How I Look on You – 1/5
  • Blackout – 4,5/5
  • Got Her Own – 2,5/5
  • Charlie’s Angels Theme (Black Caviar remix) – 3/5

‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’: Elenco jovem estampa novas imagens de bastidores; Confira!

Hulu divulgou recentemente novas imagens de bastidores da sensação ‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’, as quais estampam o talentoso elenco jovem da série.

Confira:

Os oito episódios já estão disponíveis na plataforma de streaming.

A produção é estrelada por Reese Witherspoon e Kerry Washington.

Little Fires Everywhere‘ é a adaptação homônima do livro escrito por Celeste Ng, que conta a história de um incêndio e os fatos que sucedem a controversa adoção de uma criança com descendência chinesa, no subúrbio de Ohio.

Liz Tigelaar é a showrunner da série.