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KJ Apa estrelará como Jimmy Stewart em nova cinebiografia

De acordo com o Variety, KJ Apa (‘Riverdale’) será o protagonista de ‘Jimmy‘, cinebiografia baseada na vida do astro James Stewart.

“Sempre fui um grande fã do James Stewart e me sinto muito honrado por ter a oportunidade de dar vida à sua história,” declarou o ator. “Como alguém na Nova Zelândia, sempre admirei essa geração de homens americanos que defendiam o patriotismo, a integridade e um profundo senso de dever. É importante para mim retribuir a um país que me deu tanto. E que melhor maneira de fazer isso do que homenageando um homem que o serviu com tanta honra?”

O filme narrará a ascensão de Stewart, nascido na Pensilvânia, em Hollywood, incluindo a conquista de um Oscar por seu trabalho em ‘A Filadélfia‘, antes de se alistar no Corpo Aéreo do Exército dos EUA como piloto de combate no início da Segunda Guerra Mundial.

Aaron Burns (‘Segredos de Família’) será responsável pela direção.

O elenco ainda contará com Jason Alexander como Louis B. Mayer; Max Casella como Frank Capra; Sarah Drew como Hedda Hopper; Julian Works como Segundo Tenente Martinez; e Jen Lilley como a esposa de Stewart, Gloria.

Kelly Stewart-Harcourt, filha de Stewart, servirá como produtora executiva.

As filmagens estão programadas para setembro, na Irlanda.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘As Crônicas de Nárnia’: Adaptação da Netflix terá lançamento global nos CINEMAS; Confira a data!

De acordo com o Deadline, a nova adaptação de ‘As Crônicas de Nárnia‘ contará com um lançamento global nos cinemas – apesar de estar sendo produzida pela Netflix.

A nova versão chegará em IMAX no dia 10 de fevereiro de 2027, e fará sua expansão mundial dois dias depois, em 12 de fevereiro de 2027.

O longa só será lançado no serviço de streaming no dia 2 de abril de 2027 – dois meses após a abertura nas telonas, o que torna este projeto o primeiro lançamento tradicional da Netflix nos cinemas.

‘As Crônicas de Nárnia’: Ben Barnes, o Príncipe Caspian, opina sobre remake feito pela Netflix

As filmagens do ambicioso remake já começaram em Londres. O projeto, que terá um orçamento de mais de US$ 200 milhões para o primeiro filme, já teve suas primeiras imagens de bastidores divulgadas, mostrando a construção de um cenário no estilo dos anos 1950, período pós-Segunda Guerra Mundial.

Greta Gerwig está adaptando “O Sobrinho do Mago”, o sexto livro da série que funciona como um prelúdio. A história segue Digory e Polly, que descobrem mundos mágicos por meio de anéis encantados, presenciando o nascimento de Nárnia e o surgimento da feiticeira Jadis.

Os novatos David McKenna e Beatrice Campbell estrelam ao lado de Emma Mackey, Carey Mulligan, Kobna Holdbrook-Smith, Daniel Craig e Meryl Streep.

Netflix planeja fazer OITO filmes da saga ‘As Crônicas de Nárnia’

Diretor explica porque decidiu mudar o vilão Goldar em ‘Power Rangers’

Quem acompanhou a série ‘Power Rangers’ nos anos 90 deve se lembrar de uma versão mais animalesca do vilão Goldar.

No entanto, aqueles que foram ao cinema assistir o reboot se depararam com uma versão bem diferente e coberta com ouro.

Para explicar a escolha peculiar, o diretor Dean Israelite conversou com o site ComickBook e explicou que o objetivo era dar um destaque maior ao personagem, tirando-o das extremidades:

“Eu quis levá-lo a outros patamares, sempre voltando à mitologia que estamos criando. E nela, a Rita tem o controle de tudo aquilo que a cerca. Considerando esse poder de dominar os elementos que estão ao seu redor e criar coisas a partir deles, vemos ela montar seus exércitos naquilo que está diante dela na ocasião. E como a trama do filme se passa nesta mina de ouro, nós pensamos que seria lógico Goldar surgir a partir disso”.

Israelite também revelou que a escolha da matéria prima de Goldar é fruto do visual orgânico projetado para o filme:

“Honestamente, nós temos visto este vilão com aspecto de gárgula por muitos anos, desde o início da produção e eu quis criar a própria linguagem e estética do filme dos Power Rangers. E você consegue perceber que nos Zords e até mesmo em Zordon existe um design orgânico, bem vivaz, com uma vertente biomecânica”.

Lord Zedd pode ser o vilão de ‘Power Rangers 2’ – saiba mais!

‘Power Rangers 2’ pode ser CANCELADO após fracasso nas bilheterias 

Crítica | Power Rangers

 

 

‘Oito Mulheres e um Segredo’ ganha nova foto com todo o elenco; Confira!

Oito Mulheres e Um Segredo‘ (‘Ocean’s Eight’), a versão feminina de ‘Onze Homens e Um Segredo’, ganhou uma nova imagem, que traz todo o emponderado elenco.

Confira:

Na trama, Danny Ocean, personagem de George Clooney na franquia original, morreu e deixou uma mapa para sua irmã (Sandra Bullock) vingar sua morte.

O elenco conta com Rihanna, Sarah Paulson, Mindy Kaling, Cate Blanchett, Helena Bonham Carter, Matt Damon e Richard Armitage. Alguns famosos devem devem fazer participações, como Kim Kardashian, Kendall Jenner, Anna Wintour, Adriana Lima e Katie Holmes.

‘Oito Mulheres e Um Segredo’ tem estreia marcada para 8 de junho de 2018.

Confira o trailer e fotos:

EXCLUSIVO! Ricky Whittle quer ser o próximo Lanterna Verde nos cinemas

A 2ª temporada da aclamada série ‘American Gods‘ é uma das grandes promessas de 2019 e a jornalista Rafa Gomes teve a oportunidade de entrevistar o protagonista Ricky Whittle (Moon Shadow), durante a CCXP 2018.

E durante a entrevista, o ator revelou que quer interpretar John Stewart, o Lanterna Verde, nos cinemas.

Confira:


O canal Starz confirmou que o novo ano estreia dia 10 de março de 2019 nos EUA.

No Brasil, a série chega um dia depois, pela Amazon Prime.

O segundo ano enfrentou muitos problemas nos bastidores, com o afastamento dos showrunners originais, Michael Green e Bryan Fuller, e a demissão de seu substituto, Jesse Alexander. Um novo showrunner ainda não foi anunciado.

Gillian Anderson e Kristin Chenoweth já anunciaram que não retornarão para a 2ª temporada.

Inspirado no aclamado livro de Neil Gaiman, ‘American Gods‘ mostra que Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos, a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.

O elenco é composto por Ian McShane, Ricky Whittle, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.

American Gods‘ já está renovada para o terceiro ano.

Jogo Game of Thrones Beyond the Wall já está disponível gratuitamente para smartphones

O jogo para smartphones Game of Thrones Beyond the Wall já está disponível para download gratuitamente para usuários do sistema operacional IOS. O game chegará aos celulares com Android em 03 de abril.

Ambientando no universo da série ‘Game of Thrones’, o game pode ser jogado sem qualquer tipo de gasto financeiro, conforme revelado pela empresa desenvolvedora, Behaviour Interactive.

Ainda que os usuários tenham a opção de comprar algumas funcionalidades e ferramentas para aprimorar o seu jogo, a plataforma segue no formato free-to-play.

Confira o anúncio da chegada do game:

Lembrando que o universo de ‘Game of Thrones’ vai continuar através de ‘House of the Dragon’, série baseada no romance ‘Fogo & Sangue’, também assinado pelo criador da franquia original George R.R. Martin.

A história se passa trezentos anos antes dos eventos da série principal e gira em torno da Casa Targaryen.

Confira o anúncio oficial da HBO:

Miguel Sapochnik comandará o episódio piloto e alguns capítulos adicionais. Ele não é estranho à saga ‘Game of Thrones’, visto que já dirigiu episódios como ‘Battle of the Bastards’ e ‘The Long Night’.

Ryan Condal (‘Colony’) e Sapochnik serão co-showrunners da produção. Condal assina o roteiro.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A guerra dos tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

‘Homem-Aranha 3’: Imagens dos bastidores destacam novo uniforme de Peter Parker; Confira!

As filmagens da sequência Homem-Aranha 3 (Spider-Man 3: No Way Home)seguem a todo vapor na cidade de Atlanta e novas imagens dos bastidores estão circulando nas redes sociais e destacam o novo uniforme do Teioso.

A contar pelas fotos, compartilhadas por um usuário do Twitter, o figurino do herói traz características semelhantes ao traje que o próprio Peter desenhou para si mesmo, no terceiro ato de ‘Longe de Casa‘, com algumas texturas distintas por toda a peça.

Confira:

O título oficial em português será divulgado em breve.

Assista ao anúncio LEGENDADO:

O que você achou do título?

Confira o título e as primeiras fotos:

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 16 de dezembro de 2021, um dia antes da estreia nos EUA.

Alfred Molina teve seu retorno confirmado como Dr. Octo

ZendayaJacob BatalonMarisa Tomei também retornam.

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica do filme anterior:

Crítica | Continência ao Amor: Drama romântico com Sofia Carson é uma apaixonante surpresa da Netflix

Em um gênero que constantemente peleja pela falta de originalidade, Continência ao Amor surge como uma inesperada surpresa da Netflix – que se apropria dos clássicos clichês românticos para envolver um público mais diverso em uma história apaixonante sobre redenção e cura. A adaptação da obra de Tess Wakefield inicialmente aparenta ser um filme ultra feminino, perfeito para cativar os corações mais sonhadores. Mas ao alicerçar sua trama em uma premissa essencialmente masculina – a jornada de um problemático jovem no exército norte-americano -, o drama romântico encontra um fôlego novo e traz vida a um conto que vale a pena ser assistido por qualquer um.

Não se engane pelo título piegas, que naturalmente remete aos amados e elogiados doramas. Continência ao Amor, dirigido por Elizabeth Allen Rosenbaum, vai além de um romance sobre duas pessoas completamente opostas na esfera sociopolítica. Na trama, uma promissora e feminista cantora e um jovem fuzileiro de direita decidem forjar um casamento a fim de resolver seus problemas financeiros. Naturalmente, as inesperadas circunstâncias transformarão o arranjo firmado entre eles em um inesperado e sensível amor – nascido a partir do sofrimento e de suas diferenças.

Abordando as visões políticas de direita e esquerda de forma majoritariamente indireta, a produção ainda faz uma breve reflexão sobre posicionamentos extremistas de ambos os lados e sobre como a linha que separa os dois contrastes é mais tênue do que aparenta. Não desperdiçando tempo de tela em divagações desnecessárias a respeito deste assunto, o roteiro de Kyle Jarrow e Liz W. Garcia faz uma metáfora sobre o amor em tempos tão polarizados, à medida em que se dedica a contar uma história delicada e simbólica sobre restauração familiar, recomeços, cura e redenção.

Trazendo alguns elementos que compõem a tradicional jornada do herói, Continência ao Amor homenageia as tropas norte-americanas – constantemente levadas para guerras incompreensíveis – e faz da música um detalhe inesperado que dita o tom e o ritmo da trama. Com Sofia Carson estampando seu talento em canções originais, o drama faz uma justaposição entre duas figuras tão diferentes unidas por um amor jamais planejado.

E mesmo em meio a clichês batidos e alguns erros de roteiro que prejudicam o terceiro ato do filme com reviravoltas excessivas, o longa é capaz de emergir acima de todos os seus problemas a partir de uma contagiante dinâmica entre Carson e Nicholas Galitzine. Com uma química palpável, a dupla de atores nos faz ansiar por mais momentos de alívio e leveza entre eles e é capaz de transformar o previsível roteiro em uma jornada de autodescoberta focada no desenvolvimento de seus personagens.

E embalando a audiência até seus minutos finais, Continência ao Amor é um refrigério que ainda se permite trazer lições valiosas sobre a vida à dois e o significado de família. Formulaico, mas ainda assim identificável, o novo original Netflix pode até não inovar no gênero de drama romântico, mas é capaz de revigorar os maneirismos cafonas com preciosidade e muito carisma.

Crítica | The Worst Person in the World | Joachim Trier cria Encantadora Epopeia de uma Jovem Norueguesa

Julie (Renate Reinsve) representa a mim, a você ou a qualquer pessoa atualmente entre 26 e 40 anos, a geração millennials. Com um ritmo poético, rápido e fantasioso, Joachim Trier (Thelma) narra quatro anos na vida de uma jovem mulher, entre as suas angústias e dúvidas familiares, amorosas e profissionais. Ou seja, é uma busca por si mesma. 

A potência de The Worst Person in the World (Verdens verste menneske, em tradução livre A Pior Pessoa do Mundo) está na abordagem criativa e irreverente dos roteiristas Joachim Trier e Eskil Vogt (Oslo, 31 de Agosto) e uma competente montagem. A primorosa mise en scène nos faz enxergar o mundo por uma nova perspectiva (a de uma jovem norueguesa contemporânea) de modo a viajar em uma odisseia. 

Esta é a quinta parceria da dupla Joachim Trier e Eskil Vogt, sem contar outros três curtas. Ambos, portanto, trabalham afiados em tencionar o lado fantástico e os elementos do cotidiano em seus filmes. Como uma narrativa divertida, A Pior Pessoa do Mundo nos coloca em seus trilhos e explica tratar-se de uma história com um prefácio, doze capítulos e o prólogo. Todos com pontos chaves e discussões engraçadas e dramáticas, títulos provocativos e, também, dúbios. 

De modo dinâmico, o narrador apresenta a transformação de Julie, de uma adolescente estudiosa a uma universitária de Medicina, depois Psicologia, e, então, Fotografia até encontra-se como atendente numa livraria. Pelo prisma romântico, ela separa-se do namoradinho da escola, começa relações fugazes até encontrar abrigo em Askel (Anders Danielsen Lie), um cartunista 10 anos mais velho, pelo qual apaixona-se após a primeira noite juntos. 

A partir desse encontro, a narração desacelera e coloca luz sobre as questões do casal, a principal delas é ter ou não ter um herdeiro. Ele um quarentão, com amigos com filhos na primeira infância, deseja começar uma família. Ela, perto dos 30 anos, hesita a tomar qualquer decisão, ainda mais com uma vida profissional desestabilizada. O assunto vem à tona numa viagem com os casais de amigos de Askel, mas permeia toda a relação. 

Os capítulos seguem e um dos mais arrebatadores é o intitulado “infidelidade”, no qual cria uma expectativa sobre quem será o causador do tal enunciado. Ele? Ela? Os dois? Os acontecimentos dessa passagem são um ponto chave na vida de Julie, pois ela se permite apropriar-se de uma nova identidade e entra de penetra em uma festa de casamento. Lá, ela promove discussões com os convidados, apresenta-se como médica, dança, bebe e conhece uma pessoa. 

Ambos estão em relacionamento com outros indivíduos e dizem de cara que não desejam corromper suas relações. A magia de uma noite, no entanto, pode perpetuar-se ou torna-se apenas uma doce lembrança. Assim, os capítulos transcorrem, como o chamado: “Sexo Oral na era do #MeToo”, ou algo neste sentido, em que Julie começa a mostrar seu talento para escrita e a sua visão de cinismo do mundo. Seu aniversário de 30 anos chega como uma sombra do que é ser mulher no século XXI, já que ela compara-se a sua mãe e ancestrais, todas com filhos antes dos 30. 

O assunto volta à pauta, mas em seu itinerário surge o personagem da noite mágica em uma das cenas mais bonitas sobre encontros de olhares já registradas, mais forte que Lady Gaga e Bradley Cooper, em Nasce Uma Estrela (2018), ou Emma Stone e Ryan Gosling, em La La Land (2016). Dessa maneira, o diretor permite-se fantasiar e a gente é levado junto sem pestanejar, ao reencontro entre Julie e Eivind (Herbert Nordrum). Em contrapartida, há um chamado da realidade sobre como o término de uma relação pode ser a parte mais dolorida de qualquer vida, como todas as despedidas. 

O novo percurso de Julie não é uma chegada, é apenas uma mudança de rota. Ela atinge os 30 e poucos ainda buscando novas estradas, visto que tentativa e erro é o único modo de saber se existe algo para ser resgatado no caminho. De uma viagem psicodélica após a ingestão de cogumelos a uma dose de lirismo numa visita ao hospital para dizer adeus, os roteiristas conseguem captar a essência de Julie, suas relações, seus anseios e suas angústias para atravessar portas as quais ela não poderá simplesmente fechar.

Com o término dos 12 capítulos, o prólogo desenrola-se em um possível salto temporal em que vemos Julie em um set de filmagem. Lá, é onde o espetáculo se encerra e começa outro. A Pior Pessoa do Mundo é uma brilhante comédia romântica e o arremate da grande epopeia é a canção Águas de Março, composição de Antônio Carlos Jobim, interpretada em inglês por Art Garfunkel. As cortinas fecham ao som deA stick, a stone, it’s the end of the road, It’s the rest of a stump, it’s a little alone” (“É o pau, é a pedra, é o fim do caminho/ É um resto de toco, é um pouco sozinho”).

 

** Filme visto no Festival de Cannes 2021. 

‘Pantera Negra’ teria mais de 4 horas de duração, afirma compositor

Em uma entrevista recente ao Hollywood Reporter, o compositor Ludwig Goransson confirmou que o primeiro corte de ‘Pantera Negra’ teria um pouco mais de 4 horas de duração, confirmando rumores que haviam surgido na internet.

“Eu lembro que o primeiro corte de diretor tinha um pouco mais de quatro horas de duração, mas já tinha muito material escrito e gravado. Então, na verdade, compus as quatro horas de duração, o que é ótimo”

Sucesso absoluto! De acordo com o Box Office Mojo, ‘Pantera Negra’ deve arrecadar mais de US$ 100 milhões no seu segundo final de semana nos Estados Unidos.

Caso se confirme, o longa será o quarto a conquistar esse feito, além de se tornar a segunda maior bilheteria da semana seguinte da estreia, ficando atrás apenas de ‘Star Wars: O Despertar da Força’.

O novo filme da Marvel Studios já arrecadou US$ 202 milhões na bilheteria norte-americana. Mundialmente, já ultrapassou a incrível marca de US$ 500 milhões.

Os Melhores e Piores filmes da Marvel Studios – Incluindo ‘Pantera Negra’

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra’ é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar).

O longa já está em cartaz nos cinemas.

Ryan Reynolds produzirá filme inspirado em ‘Esqueceram de Mim’ para maiores de idade

De acordo com informações do Deadline, o astro de ‘Deadpool’Ryan Reynolds vai produzir e estrelar um filme inspirado na comédia ‘Esqueceram de Mim’ (1990), para a Fox, produtora do clássico que revelou Macaulay Culkin ao mundo.

O projeto se chamará ‘Stoned Alone’ (‘Chapado Sozinho’, em tradução livre) e deverá contar a história de um jovem rapaz cultivador de maconha e que passará por grandes apuros parecidos com os que Kevin McCallister passou ao ser deixado sozinho em casa pelos pais que viajam durante o Natal. Além disso, o filme será para maiores de idade.

Augustine Frizzell (‘Krisha’) cuidará da direção, com roteiro de Kevin Burrows e Matt Mider.

‘Stoned Alone’ ainda não possui data de lançamento.

Dica do fim de semana | Filmes do Oscar nos cinemas para fugir do Carnaval

Apesar de ser o principal feriado brasileiro, sabemos que há quem não goste da folia do Carnaval e prefira curtir esses dias com outras atividades, como ir ao cinema. Pensando nessa galera, o CinePOP selecionou cinco filmes indicados ao Oscar, que estão em cartaz nos cinemas, para você assistir enquanto os blocos e desfiles tomam as ruas do país. Confira!

Ah sim, vale a pena verificar a disponibilidade das sessões na sua cidade.

Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo

Lançado em 2022, esse filme deu o que falar em um ano marcado por produções sobre o Multiverso. Com as impressionantes 11 indicações ao Oscar, ele foi trazido de volta aos cinemas para que o público tivesse uma chance de conferi-lo antes da premiação. A trama é uma ficção dramática sobre uma mulher chinesa frustrada, cuja vida nos EUA está longe de ser a que sempre sonhou. Enquanto ela prepara uma festa em sua lavanderia e refaz os cálculos do Imposto de Renda para apresentar na Receita Federal, uma variante de seu marido, vinda de outra linha do tempo, entra em contato com ela para ajudá-lo a salvar o Multiverso de uma ameaça que quer por fim à vida de todos em todas as realidades existentes.

A Baleia

Lançado na última quinta (16), A Baleia é um filme que já nasceu polêmico. Este drama acompanha a complicada vida de Charlie (Brendan Fraser), um professor de inglês que sofre de transtorno de compulsão alimentar e com obesidade crônica. Assim, ele dá aulas on-line, mas por medo de ser julgado por sua aparência, ele nunca liga a webcam. Além disso, ele é atormentado pela culpa de ter largado sua filha quando ainda era criança. Então, ele decide tentar corrigir esse erro se aproximando da menina, que só aceita vê-lo novamente por precisar de ajuda em um trabalho da escola. Apesar de toda a controvérsia da trama, o longa chamou atenção pela atuação magistral de Fraser, que é um dos favoritos a levar o prêmio de Melhor Ator.

Gato de Botas 2: O Último Pedido

Grande sucesso da DreamWorks na temporada, a sequência de Gato de Botas (2011) dá uma enorme revitalizada na saga do espadachim felino mais amado das telonas ao mostrar suas aventuras pelo mundo após sua jornada com Shrek e os amigos. Nessa história original, o Gato viaja o globo bebendo leite, paquerando gatinhas e salvando comunidades mais carentes de criaturas mágicas e governantes tiranos. Porém, em um de seus duelos, o felino descobre que chegou à última de suas nove vidas. Então, caçado por mercenários e na mira de um caçador de recompensas muito sinistro, ele vai atrás do mapa da Estrela dos Desejos para tentar recuperar suas nove vidas.

Os Fabelmans

Dirigido por Steven Spielberg, Os Fabelmans é um dos filmes mais especiais da carreira do diretor que encantou o mundo com alguns dos maiores longas de todos os tempos. Isso porque a história desse longa é inspirada na própria vida do diretor, que traz muita dedicação a essa fábula biográfica. A trama acompanha um jovem que cresce no Arizona no período pós-Segunda Guerra Mundial. Sua vida muda de uma vez por todas ao ter contato com o cinema pela primeira vez. Assim, ele arruma uma câmera filmadora e começa a gravar seus próprios filmes. Então, ao descobrir um enorme segredo de família, o garoto decide usar a magia do cinema para encontrar a verdade em si mesmo e em seus familiares.

Avatar: O Caminho da Água

Assim como seu antecessor, Avatar: O Caminho da Água conseguiu uma série de indicações em categorias técnicas e até a Melhor Filme. A trama segue contando a história de Jake Sully, agora completamente convertido Na’Vi, enquanto aproveita a vida com sua família em Pandora. Só que uma nova interferência dos humanos no planeta colocará sua aldeia em risco. Então, buscando salvar seu povo e sua família em risco, os “Sullys” deixam as árvores e buscam abrigo em outro bioma de Pandora, junto com a tribo das águas. Agora, eles precisarão se adaptar a essa nova cultura marítima se quiserem sobreviver. É um daqueles filmes que vale a pena assistir nos cinemas, ainda mais se tiver a opção do 3D, que realmente acrescenta à história.

Crítica | Uma Quedinha de Natal – O Retorno de uma Enferrujada Lindsay Lohan às RomComs Natalinas

Nós esperamos muito, muito mesmo, para voltar a ver Lindsay Lohan atuando. Especialmente, voltando a atuar em filmes natalinos – razão pela qual ficamos quase que mensalmente assistindo a ‘Meninas Malvadas’, apenas para ver a clássica cena da apresentação do grupo de amigas na escola. Bom, depois de um grande hiato que pareceu durar uma eternidade, a Netflix anunciou ‘Uma Quedinha de Natal’, sua nova comédia romântica e carro-chefe das produções festivas desse fim de ano, e o longa incluía ninguém menos do que nossa malvada favorita Lindsay Lohan. Aí imediatamente a expectativa da galera foi lá em cima, porém, o resultado, que pode ser conferido desde ontem na plataforma, ficou bem aquém do que gostaríamos de ver, apesar de o filme de Natal estrear direto no Top 10.

Sierra Belmont (Lindsay Lohan) é herdeira de um luxuoso complexo de ski no interior dos Estados Unidos. Ela está prestes a ocupar a vice-presidência do ramo de turismo hoteleiro do seu pai, Beauregard Belmont (Jack Wagner), mas na verdade o que ela quer é ser influencer, tal qual seu namorado Tad Fairchild (George Young). Quando, às vésperas do Natal, ela e Tad se aventuram em um local inóspito nas geladas montanhas, Sierra acaba sofrendo um acidente, sendo encontrada mais tarde por Jake Russell (Chord Overstreet). Confusa e desmemoriada, Sierra não consegue se lembrar de nada de antes do acidente, nem mesmo do próprio nome ou do quanto era uma menina mimada. Sem ter para onde ir, Jake acolhe-a em sua pousada, Estrela do Norte, que, apesar de aconchegante, está perigando fechar as portas por conta da baixa procura dos hóspedes. Enquanto tenta se lembrar de quem é, Sierra passará por muito aprendizado com Jake e sua família.

Mastigado para ser uma romcom bem açucarada, ‘Uma Quedinha de Natal’ é aquele tipo de filme natalino que busca agradar a toda a família, focando bem nesse quesito, ainda que não faça muito sentido para o que ele mesmo se propõe. Aí o roteiro de Jeff Bonnett e Ron Oliver constrói, por exemplo, um pai sério super focado nos negócios da família, para, no final, torná-lo um bonachão que aceita com a maior facilidade o fato de sua filha jogar tudo pro alto. Incoerente.

Com uma hora e meia de duração, mais do que as frequentes incoerências do roteiro, o que mais gera incômodo é o elenco, engessado e sem nenhuma química. Janeen Damian não consegue fazer com que seus atores transmitam sentimentos verdadeiros, chegando a ser quase possível ouvir o “ação!” na introdução das cenas, com personagens entrando e saindo mecanicamente dos ambientes e com propósitos muito forçados. Apesar disso, no quesito técnico o longa não decepciona, construindo um ambiente natalino digno dos sonhos, que inclui muita neve, locações charmosas, decoração natalina para encher os olhos e um ambiente que quase tem cheiro de chocolate quente. Um mergulho de cabeça real para quem ama essa época do ano.

Sem química e engessada, ‘Uma Quedinha de Natal’ traz uma história clichê mal costurada, em um ambiente deslumbrante e imersivo nas festas de fim de ano. Apesar do desequilíbrio, traz um grande presente aos fãs: uma cena de Lindsay Lohan cantando música natalina e disputando no rádio para deixar a música rolar. Quem é fã vai pescar o easter egg.

Terminou o namoro? Selecionamos 10 filmes para você assistir e se sentir melhor!

O fim de um relacionamento nunca é fácil. E cada pessoa reage de forma diferente. Tem gente que fica na fossa, tem gente que leva de boa, mas precisa de um tempo, e tem gente que logo parte pra outra relação. De qualquer forma, o cinema é sempre um bom amigo para quem está precisando daquele apoio após o término de um namoro.

O CinePOP separou dez filmes perfeitos para quem está saindo de um relacionamento. É claro que tem gente que pode preferir afogar as mágoas num dramão ou assistir à uma ação sem cérebro, mas optamos por focar a atenção (com exceções) em obras leves, divertidas e que passam uma mensagem otimista sobre relacionamentos. Os longas, inclusive, quebram a ideia do que seria um final feliz. O que vale mesmo é a jornada dos personagens.

Confira nossa lista abaixo! E não deixe de dizer nos comentários quais seus filmes favoritos para lidar com o fim de uma relação.

(500) Dias com Ela

(500) Dias com Ela parece aquela comédia romântica tradicional, mas é mais que isso. É um filme que mostra o perigo de se idealizar uma relação e de achar que você pode mudar o outro. Também é um longa sobre a importância de ser honesto com suas intenções logo de cara. Joseph Gordon-Levitt vive um sujeito que aposta todas suas fichas em uma relação com Zooey Deschanel, que desde o início deixa claro que não está em busca do amor de sua vida. Ao final, mesmo diante de uma separação dolorosa, vemos que o importante é seguir em frente. Após o verão, há sempre o outono.

O Diabo Veste Prada

O romance está longe de ser o mais importante em O Diabo Veste Prada, embora a mensagem de evitar o boy que não te apoia esteja mais que presente. Mas a jornada de Andrea (Anne Hathaway) é perfeita para motivar quem está na fossa. É um filme sobre auto descoberta e reafirmação, coisas que muita gente precisa lidar após o fim de um relacionamento. Aqui, a protagonista rompe um ciclo de dependência e abuso profissional, algo facilmente transferível para um namoro. Às vezes, é melhor ficar sozinho(a) e o filme deixa isso bem claro.

O Casamento do Meu Melhor Amigo

Clássico das comédias românticas dos anos 90, O Casamento do Meu Melhor Amigo é mais um filme a falar sobre o perigo de se idealizar uma relação e sobre tratar uma pessoa como posse. Após idas e vindas, acaba sendo um longa sobre como, muitas vezes, é melhor acabar dançando com um amigo em uma festa. A personagem de Julia Roberts acaba construindo, em sua cabeça, uma relação que não existe, apenas pelo medo de ficar sozinha ou de não encontrar um outro alguém. O filme, no entanto, deixa claro que este não é o caminho. E que é melhor ficar sozinha.

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

O cinema, na maioria das vezes, trata a solidão como algo alienígena, como um problema que o/a protagonista tem que resolver. Mas, como na vida real, nem sempre é ruim ficar sozinho. Então, ao invés de embarcar numa história clichê em que uma mulher só se completa ao encontrar o príncipe encantado, nada melhor que assistir à O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. O drama francês mostra que é possível encontrar a felicidade nas pequenas coisas, sem depender do outro. Uma atuação delicada e emocionante de Audrey Tautou.

Legalmente Loira

Legalmente Loira apresenta o sonho de vingança de toda garota maltratada ou desvalorizada pelo boy lixo. Reese Witherspoon vive Elle Woods, uma jovem que entra para o curso de direito de Harvard para tentar reconquistar o ex-namorado, que a deixou por não ser “séria demais”. A comédia romântica tradicional talvez acabasse com Elle reconquistando o sujeito, mas aqui a personagem passa por uma jornada de redescoberta. E de desenvolvimento de uma autoestima. Algumas vezes, tudo o que você precisa é confiar mais em você. Se a pessoa ao teu lado te deixa pra baixo, melhor seguir em frente.

Ressaca de Amor

Ressaca de Amor… Está aí um título que pode servir para descrever muitos finais de relacionamento. E o filme também pode ajudar aquele coração mais desamparado. A comédia romântica estrelada por Jason Segel, Kristen Bell e Mila Kunis conta a história de um cara que é deixado pela namorada de vários anos. Para superar a separação, ele viaja para o Havaí. Lá, acaba encontrando a ex já com um novo parceiro. Em meio a crise, ele conhece uma nova mulher, mas mais que isso: ele descobre sua autoestima. E ainda passa a ser capaz de uma autocrítica, assumindo parte da responsabilidade pelo fim da primeira relação. Por trás da história está a mensagem que não adianta você amar uma pessoa e se esquecer de cuidar de você.

Sob o Sol da Toscana

Tudo bem que nem todo mundo pode lidar com o fim de uma relação comprando uma chácara na Itália (quem me dera!), mas esta não é a mensagem de Sob o Sol da Toscana. Na trama, Diane Lane vive uma escritora que entra em crise após descobrir a infidelidade do marido. Motivada pelas amigas, acaba aceitando uma viagem para a Itália. Lá, de forma impulsiva, acaba comprando uma propriedade, que terá que reformar com as próprias mãos. É uma jornada de redescoberta e, acima de tudo, uma vitória contra a visão de que é tarde demais para se viver. É belo, divertido e ainda com suas pitadas de romance. Ideal para quem procura seguir em frente.

Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças

Vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original, Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças é uma obra muito inteligente e madura sobre relacionamento. Fala sobre a possibilidade de se apagar pessoas de sua memória, algo com que muita gente recém-separada consegue se relacionar. Mas, ao final, mostra que por mais dolorosa que seja a separação e a falta daquela companhia, ainda é melhor ter vivido aquilo. O filme também aborda vários elementos de relacionamentos, como a noção de que um deve completar o outro ou mesmo a dependência que se forma em uma relação. O elenco conta com as ótimas participações de Jim Carrey, Kate Winslet, Kirsten Dunst e Mark Ruffalo.

La La Land

O belo musical estrelado por Ryan Gosling e Emma Stone parece a história de amor perfeita. Mas também é um tiro de “nem todo conto de fadas tem o final feliz”. Mas tudo bem! O filme, de certa forma, é uma adaptação da clássica frase “que seja eterno enquanto dure”. La La Land apresenta um romance de cinema, mas com uma conclusão de vida real. Nem sempre os casais terminam juntos, e isso não apaga a bela jornada que viveram. Para os recém-saídos de uma relação, talvez seja duro embarcar em uma história tão romântica, mas também mostra o valor que uma pessoa pode ter na vida da outra, mesmo que não acabem lado a lado.

Garota Exemplar

Fugindo bastante do perfil dos filmes anteriores, nos resta indicar Garota Exemplar para completar a lista. Este vai para aqueles que não querem saber de comédias ou romances. Então, nada melhor que esse belo thriller dirigido por David Fincher. Está aqui uma história que prova que é melhor estar solteiro(a) do que num relacionamento tóxico. Pensa só, você poderia estar com um sujeito que te trai. Ou com uma psicopata que forja a própria morte e coloca a culpa em você. Não há dúvida que, nos dois casos, a solteirice é o melhor caminho a se seguir. Não precisa ficar na bad.

Crítica | American Horror Story – 09×01: Camp Redwood

‘American Horror Story’ tem um complexo legado de altos e baixos ao longo de sua breve existência na televisão contemporânea. De fato, a obra idealizada por Ryan Murphy e Brad Falchuk começou com o pé direito em 2011, com o lançamento da adorada ‘Murder House’, atingindo seu ápice no ano seguinte com ‘Asylum’ e entregando a fan-favorite ‘Coven’ logo depois. É certo dizer que os elementos de terror, na verdade, se rendiam ao suspense e ao drama sobrenatural, encontrando um espaço interessante para a delineação de um saturado gênero – que depois se ramificou em diversas subtramas poéticas (como as vistas em ‘Freak Show’ e ‘Hotel’), o puro gore (‘Roanoke’) e restrições criativas que transformaram o panteão em questão em qualquer obra adolescente dos últimos cinco anos (‘Cult’ e, principalmente, ‘Apocalypse’).

Por sorte, o work-a-holic Murphy prometeu voltar às suas origens com o anúncio da nona temporada – a penúltima antes do infernal e desesperador ciclo chegar ao fim. Aqui, o showrunner, roteirista e diretor abria as portas para uma clara homenagem ao suis-generis dos longas slasher que tanto povoaram a imaginação dos aficionados por terror e por cinema nos anos 1980 (não é surpresa que o subtítulo do novo ano seja ‘1984’). Com a estreia do primeiro episódio, intitulado “Camp Redwood”, ficou bastante claro para os fãs do show que ‘AHS’ jamais voltará ao que era antes; mas isso não significa que outros elementos não possam ser explorados – e talvez esse seja o motivo fundamental da iteração supracitada funcionar dentro de seus propósitos e de suas narcóticas incredulidades.

Já mostrando sua considerável carga cultural, o capítulo abre com um costumeiro prólogo, digno de nos recordar dos múltiplos clássicos do terror das décadas passadas. Ainda que ambientada no ano-titular, é bastante claro o apreço da equipe criativa em preparar o terreno antes da história condutora se desenrolar – algo que nos recorda vagamente da franquia ‘Pânico’ e da icônica sequência de assassinato de Drew Barrymore. A construção aqui feita carrega consigo notáveis traços de originalidade, que acabam falando mais alto que os perceptíveis deslizes técnicos e performáticos (como o desenlace entre ação e reação dos personagens).

Se Ghostface serviu de inspiração para esses breves minutos introdutórios, Michael Myers insurge em uma deliciosa releitura nas cenas que os sucedem: em uma apresentação digna de qualquer vídeo fitness de Jane Fonda que você possa encontrar daquela época, somos apresentados ao elenco protagonista. Cada um deles se isola em um tipo social, um estereótipo proposital dos já vencidos arquétipos de filmes do gênero: de um lado, por exemplo, temos Emma Roberts encarnando Brooke Thompson, a cândida e ingênua virgem que deve funcionar como a final girl da saga; Billie Lourd, por sua vez, encontra-se na rebelde Montana Duke; Cody Fern retorna como o esnobe Xavier Plympton; e por aí seguimos.

O grupo decide trabalhar por um breve verão no Acampamento Redwood, reaberto anos depois do trágico massacre explorado no prólogo. Aliás, a única sobrevivente do infeliz evento, Margaret (Leslie Grossman), decidiu retomar as atividades para salvar o último suspiro de esperança que a sociedade vem perdendo das gloriosas décadas passadas – e deixa bem claro que não irá tolerar nenhum tipo de deslize. Aliás, Grossman se afasta consideravelmente de seus papéis anteriores e adota um semblante mais sério e rígido, digno de grandes reviravoltas nas próximas semana. É a partir daí (na verdade, logo depois que Margaret revela o sombrio passado do Acampamento) que as coisas começam a ficar um pouco mais complicadas.

Bradley Buecker, que fica a encargo da direção, não pensa duas vezes antes de emular uma quantidade absurda de obras bastante conhecidas da esfera cinematográfica; felizmente, ele opta por tais características cênicas em vez de simplesmente imitar o que não deve ser tocado, sem perder a oclusiva identidade da antologia: não é surpresa, pois, que encontremos enquadramentos invertidos, fluidas panorâmicas e alguns cortes bruscos que remontam a preferência quase cubista de seu criador.

No meio do caminho, entretanto, Buecker se depara com um frenético roteiro que vai para além da mera apresentação e parece deixá-lo perdido. É notável sua preocupação artística com a evidenciação dos figurinos e até mesmo dos pormenores que compõe os cenários; porém, por breves momentos, nos vemos dentro de uma anacrônica narrativa que se inicia com a fuga do assassino conhecido por Mr. Jingles (John Carroll Lynch) de seu eterno confinamento numa instituição psiquiátrica e termina com a abrupta aparição de um personagem quase esquecido, conhecido pelo nome de Richard Ramirez (Zach Villa). Em uma análise mais profunda, Ramirez esteve próximo de tirar a vida de Brooke em uma invasão, voltando para terminar seus negócios pendentes – e talvez tenha que lidar com a iminente chegada de Mr. Jingles.

Não se sabe exatamente como essas múltiplas camadas eventualmente irão se aglutinar em algo único, muito menos se os roteiristas conseguirão alcançar esse objetivo sem se valer de clichês formulaicos. Afinal, é muito cedo para ao menos deduzir de que modo a história irá prosseguir; há diversos temas para serem explorados em meio ao que nos foi mostrado, com potencial que oscila desde o mais puro trash até um competente e não tão complicado mistério a ser digerido pelo público e pelos personagens.

‘American Horror Story’ voltou em uma forma conhecida, porém aprazível. O resultado final, ainda que divirja de estreias anteriores pela quantidade inescrupulosa de acontecimentos e referências, é palpável o suficiente para nos manter envolvidos para as próximas semanas – um morno regresso cuja crua completude pode e deve amadurecer.

‘The Last of Us’: Compositor dos jogos entra para a nova série da HBO

Segundo o ComicBook.com, o compositor Gustavo Santaolalla entrou para ‘The Last of Us’, nova série da HBO baseada nos games homônimos da Sony, e ficará responsável pela trilha sonora.

Santaolalla não é estranho à franquia de jogos, visto que arquitetou a música dos dois capítulos da saga. Seus outros trabalhos incluem ‘O Segredo de Brokeback Mountain’‘Babel’, longas pelos quais levou para casa a estatueta de Melhor Trilha Sonora Original em 2005 e em 2006, respectivamente. Na televisão, seus créditos incluem ‘Making a Murderer’‘Jane the Virgin’.

Recentemente, o roteirista da nova produção, Craig Mazin, garantiu que manterá a identidade LGBTQ+ da protagonista Ellie.

A informação foi compartilhada por ele mesmo por meio da sua conta oficial do Twitter, ao ser questionado por um fã.

Confira:

“É melhor vocês manterem os gays gays. Por favor e obrigado. Não apaguem essa representatividade, por favor. De qualquer forma, estou empolgada com isso”.

“Você tem minha palavra”.

 

Uma outra fã respondeu ao comentário de Mazin, afirmando que usaria sua resposta como prova do seu comprometimento:

“Já está registrado, esse tweet agora é uma evidência”.

Em resposta, ele validou a sua observação, garantindo que a representatividade LGBTQ+ fará parte da série:

 

“Correto, isso aqui é um recibo”.

A produção é fruto de uma parceria entre a Naughty Dog, HBO, Sony Pictures Televison e a PlayStation Productions, que fará sua estreia na criação de séries de TV.

Ainda sem data de estreia, o projeto terá como produtores executivos Neil Druckmann, um dos criadores do aclamado game, e Craig Mazin, showrunner de ‘Chernobyl‘.

Confira o anúncio:

“Estamos muito empolgados por unir forças com a HBO para criar uma série TV baseada em ‘The Last of Us’ sob o comando de Neil Druckmann e Craig Mazin.”

Em entrevista para o The Hollywood Reporter, Mazin elogiou o trabalho de Druckmann e comemorou a parceria:

Neil Druckmann é sem dúvida o melhor contador de histórias que trabalha no mundodos games, e ‘The Last of Us‘ é sua obra-prima. Ter a chance de adaptar essa obra de arte de tirar o fôlego é um sonho que eu tenho há anos, e estou muito honrado em fazer isso ao lado de Neil.”

Além de Druckmann e Mazin, o projeto também contará com Carolyn Strauss e Evan Wells, presidentes da Naughty Dog, como produtores executivos.

Por enquanto, mais detalhes não foram revelados, e como a ideia está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas ao longo dos próximos meses.

Lançado em 2013, ‘The Last of Us’ se passa num futuro pós-apocalíptico e acompanha a jornada trilhada por pelo traficante Joel e a jovem Ellie, a única capaz de encontrar a cura da doença que devastou o mundo.

Lembrando que a sequência do game será lançada ainda este ano, em 29 de maio.

‘Muppets Now’: RuPaul, Kermit e Miss Piggy na nova cena divulgada da série; Confira!

Disney+ divulgou uma nova cena promocional da sua nova série original ‘Muppets Now’, revelando a presença ilustra do icônico apresentador e drag queen RuPaul Charles.

Confira:

Kermit, Miss Piggy, Beeker, Animal e o restante da gangue irão estrelar a série ao lado de inúmeras celebridades.

A primeira temporada é composta por seis episódios e gira em torno de Scooter, que tem a missão de entregar uma nova série de TV dos Muppets para a plataforma de streaming. Ele está atrasado para entregar o show, então deve enfrentar todos os obstáculos em seu caminho.

Os membros convidados da produção também incluem Linda Cardellini, Taye Diggs, Aubrey Plaza, Seth Rogen e muitos outros.

‘Muppets Now’ já está disponível na plataforma, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

 

60 Músicas Essenciais para Conhecer Taylor Swift

Taylor Swift é um dos nomes mais poderosos da indústria fonográfica contemporânea, tendo levado para casa centenas de prêmios ao longo de nove álbuns de estúdio.

Começando sua carreira ainda em 2006 com seu début homônimo, mas não seria até dois anos depois que Swift conquistaria o mundo ao se tornar a artista mais jovem a ganhar o prêmio de Álbum do Ano com ‘Fearless’ no Grammy Awards (recorde que foi quebrado este ano por Billie Eilish). Desde então, sua legião de fãs cresceu exponencialmente e, obra após obra, ela vem demonstrando uma versatilidade invejável que a coloca no mesmo patamar de Madonna, Lady Gaga e Beyoncé.

Para celebrar seu 31º aniversário, separamos uma extensa lista com 60 músicas essenciais para conhecer o estilo musical e as letras dessa artista inigualável.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

“TIM MCGRAW”

Álbum: Taylor Swift

A estreia de Taylor Swift no cenário musical se deu ainda em 2006, com apenas dezesseis anos de idade. Escrita por Swift e por Liz Rose, “Tim McGraw”, a faixa foi escrita durante os anos de colegial da cantora e da compositora e marca uma interconexão poderosa entre a música country e as tendências contemporâneas.

“TEARDROPS ON MY GUITAR”

Álbum: Taylor Swift

Um ano depois de seu primeiro single, Swift fez um sucesso ainda maior com a cândida melodia de “Teardrops On My Guitar”. Permanecendo fiel no trajeto do country pop, a artista se reuniu mais uma vez com Rose para uma história de amor não correspondida com um antigo colega de sala – e que, quando o jogo virou, ela o rejeitou.

“LOVE STORY”

Álbum: Fearless

O lead single de ‘Fearless’, aclamado álbum que rendeu a Swift sua primeira estatueta de Álbum do Ano no Grammy Awards, é uma das músicas mais conhecidas da princesinha do country-pop. Inspirada pela clássica peça ‘Romeu e Julieta’, de William Shakespeare, “Love Story” se torno um sucesso massivo no cenário internacional e foi a música country ano pela BMI.

“YOU BELONG WITH ME”

Álbum: Fearless

Produzida por Nathan Chapman, que viria a se tornar um grande colaborador de Swift, “You Belong With Me” já mostrava as tendências mais populares de Swift depois de suas incursões de enorme sucesso no classicismo do country. A canção foi um sucesso de crítica e de vendas, garantindo três indicações ao Grammy 2010, incluindo Música e Gravação do Ano.

“FIFTEEN”

Álbum: Fearless

“Fifteen” é uma das canções mais belas e pessoais de Taylor Swift e, como ficaria marcado ao longo de sua explosiva carreira, foi inspirada por seu primeiro coração partido, ainda no colegial. A balada country-pop traz mensagens de empoderamento e aconselha adolescentes a não se apaixonarem tão fácil – ainda mais quando as consequências podem ser drásticas.

“FEARLESS”

Álbum: Fearless

A música título de seu segundo álbum de estúdio é uma mudança drástica àquilo que Taylor havia nos apresentado desde então. Mergulhando de cabeça no pop rock, a temática gira em torno do destemor de se apaixonar e de lidar com o futuro, trazendo uma narrativa centrada no encontro perfeito. A canção debutou em nono lugar dos charts da Billboard.

“TODAY WAS A FAIRYTALE”

Álbum: Idas e Vindas do Amor (OST)

“Today Was a Fairytale” foi a primeira incursão de Swift no cenário cinematográfico, mais precisamente para a comédia romântica ‘Idas e Vindas do Amor’. Além de viver uma das personagens no longa-metragem, ela emprestou sua voz para uma das melhores faixas da trilha sonora – e uma música perfeita para quem está apaixonado.

“CRAZIER”

Álbum: Hannah Montana: O Filme (2009)

Enquanto milhões de pessoas já conheciam Taylor Swift de seus álbuns anteriores, a cantora ganhou mais um empurrãozinho na carreira ao ser chamada para performar em ‘Hannah Montana: O Filme’. Taylor apresentou a balada romântica “Crazier”, misturando elementos do country-rock e do pop.

“MINE”

Álbum: Speak Now

Mais uma vez colaborando com Chapman, “Mine” foi o lead single de ‘Speak Now’, terceiro álbum de Taylor, que recebeu críticas bastante positivas e pela perspectiva amadurecida que a cantora trazia para sua carreira. Apesar de cair em certas fórmulas, a canção foi um sucesso comercial e debutou em terceiro lugar na Hot 100.

“BACK TO DECEMBER”

Álbum: Speak Now

Aclamado pela crítica internacional e uma das favoritas do público, “Back to December” gira em torno de um relacionamento que chegou ao fim e que traz um eu lírico desesperado por perdão. A orquestral balada country-pop foi elogiada pelo pungente liricismo e pela apaixonante melodia.

“MEAN”

Álbum: Speak Now

“Mean” é uma das canções mais profundas da carreira de Taylor Swift – e uma entrada mais que digna para uma madura transição que havia iniciado com ‘Speak Now’. Trazendo as tendências do bluegrass, os versos foram pincelados por mensagens de empoderamento e renderam à artista duas estatuetas do Grammy Awards em 2011.

“THE STORY OF US”

Álbum: Speak Now

Mesmo com uma recepção mista por parte da crítica especializada, “The Story Of Us” mostrou que Taylor não tinha medo de explorar outros gêneros que não suas raízes country. Nesse power pop, Swift escreveu a canção depois de ter encontrado um ex-namorado em uma premiação musical.

“SPARKS FLY”

Álbum: Speak Now

Apostando numa configuração upbeat, “Sparks Fly” ganhou críticas positivas de especialistas internacionais à época de seu lançamento. Marcando uma evolução em suas incursões vocais, a faixa infundida com dopamina foi classificada como a iteração mais pura de Swift até o momento.

“SPEAK NOW”

Álbum: Speak Now

Resgatando os primeiros anos de sua carreira musical, “Speak Now” se respaldou em um marcante country-pop acompanhado de violões, guitarras e um ecoante piano em segundo plano. A lírica pode até ser familiar, mas a divertida aventura a que Swift nos convidou a ouvir é uma homenagem a uma de suas principais influências, Shania Twain.

“DEAR JOHN”

Álbum: Speak Now

São poucas as pessoas que, hoje, não conhecem Taylor Swift. E, se a conhecessem, sabem que uma de suas mais belas baladas é a poderosa e tocante “Dear John”. Passando longe de se tornar um sucesso comercial como os singles da era ‘Speak Now’, a canção merecia mais atenção do que recebeu – mas é interessante ver que caiu no gosto popular e, dessa forma, merecendo seu lugar nesta lista.

“ENCHANTED”

Álbum: Speak Now

“Enchanted” foi inspirado por um rapaz que Swift conheceu em Nova York mas que nunca o viu pessoalmente. Trocando e-mails entre si, a música é acompanhada por um tom agridoce de não saber se esse relacionamento sem precedentes seguiria em frente ou se encontraria obstáculos diversos. Uma platônica declaração amorosa que deixa a canção ainda mais polida do que já é.

“SAFE & SOUND”, feat. The Civil Wars

Álbum: Jogos Vorazes (OST)

Taylor Swift viria a ser indicada para seu primeiro Globo de Ouro com a música-tema de ‘Jogos Vorazes’, “Safe & Sound”. Performada e escrita ao lado do grupo The Civil Wars, a simples e arrepiante canção acabou levando o Grammy de Melhor Canção para Mídia Visual em 2013 e já começou a mostrar as recém-nascidas tendências do folk na carreira da performer.

“LONG LIVE”

Álbum: Speak Now World Tour – Live

Quando Taylor anunciou que colaboraria com a artista brasileira Paula Fernandes, poucos acreditaram que o resultado final seria bom. Entretanto, a canção caiu no gosto popular e se tornou um sucesso em território nacional – apesar de ter recebido críticas mistas que entraram em conflito com a produção demasiadamente densa, mas elogiaram a praticidade do single.

“WE ARE NEVER EVER GETTING BACK TOGETHER”

Álbum: Red

O momento pelo qual estávamos todos esperando veio com o anúncio de ‘Red’, quarto álbum de estúdio de Swift. A prematura transição para o pop começou com o viciante lead single “We Are Never Ever Getting Back Together”, assinado por ela, pelo lendário Max Martin e por Shellback. Garantindo o primeiro #1 de Taylor na Hot 100, a canção foi indicada na categoria de Gravação do Ano no Grammy 2013.

“I KNEW YOU WERE TROUBLE”

Álbum: Red

A nova incursão do pop rock e do electropop de Swift veio alguns meses depois com “I Knew You Were Trouble”. Facilmente uma de suas músicas mais famosas, o single uptempo traz influências do dubstep e detalham com um escopo totalmente contraditório as adversidades de um relacionamento tóxico. A faixa foi um majestoso sucesso comercial à época de seu lançamento.

“22”

Álbum: Red

É quase de praxe que, quando alguém completa 22 anos, imediatamente se relembra da faixa homônima de Taylor Swift. A divertida investida traz referências ao disco e ao dance-pop em uma celebração da vida e de uma nova era que se inicia. “22” teve recepção sólida por parte da crítica, a qual elogiou o conteúdo lírico e a liberdade criativa da artista.

“RED”

Álbum: Red

Voltando às raízes, Taylor Swift reabriu as portas para o country com a música homônima do álbum ‘Red’. Colaborando mais uma vez com Chapman e, dessa vez, com Dann Huff, a performer utilizou metáforas interessante para falar de um relacionamento tumultuoso e intenso – e, apesar das boas intenções, teve recepção ambivalente por parte da composição.

“ALL TOO WELL”

Álbum: Red

Em catorze anos de carreira, são poucas as canções que conseguiram ultrapassar a importância e a beleza de “All Too Well”. A melhor canção de ‘Red’ foi injustamente descartada como single, mas tornou-se uma das favoritas dos fãs pelo poder lírico de seus versos sussurrados e pela presença de um tocante baixo – culminando em um evocativo refrão.

“EVERYTHING HAS CHANGED”, feat. Ed Sheeran

Álbum: Red

Swift colaborou pela primeira vez com Ed Sheeran ainda em 2013, quando “Everything Has Changed” foi divulgado como single promocional de seu quarto álbum de estúdio. A combinação vocal de ambos os artistas pode até ter dado certo, ainda mais combinando a guitarra com as explorações do folk pop – mas a crítica não caiu de amores pela fraca composição.

“SHAKE IT OFF”

Álbum: 1989

‘1989’ marcou a transição completa do mundo do country para o pop de Taylor Swift – e veio da maneira mais viciante possível com o lead single “Shake It Off”. Recebida com moderada aclamação por parte dos críticos, a canção alcançou o topo dos charts da Billboard e foi indicada a três categorias do Grammy Awards em 2015.

“BLANK SPACE”

Álbum: 1989

Permanecendo sete semanas no topo da Hot 100, “Blank Space” foi um sucesso massivo de crítica e de vendas – e uma declaração satírica que se autorreferenciava em comparação à atenção duvidosa que vinha recebendo da mídia. Musicalmente, a faixa é uma mistura interessante de electropop com hip-hop minimalista.

“STYLE”

Álbum: 1989

“Style” é uma das poucas baladas de ‘1989’ – e, por essa razão, um dos destaques da produção. Trazendo elementos do dream-pop e do funk-pop para uma construção explosiva e sutil, ao mesmo tempo, a canção ganhou atenção do público e dos fãs, ainda mais por ser acompanhada de um belíssimo videoclipe.

“BAD BLOOD”

Álbum: 1989

Se você se lembra das múltiplas incursões musicais do Disney Channel, que juntavam suas estrelas mirins para rendições únicas de clássicos do cinema, talvez se sinta familiarizado com a ideia por trás de “Bad Blood”. A infecciosa canção, um dueto feito ao lado de Kendrick Lamar, ganhou o público com um videoclipe (literalmente) incendiário com aparições de Selena Gomez, Ellie Goulding, Hailee Steinfeld, Jessica Alba, Cindy Crawford e muitas outras mulheres poderosas.

“WILDEST DREAMS”

Álbum: 1989

A balada synth e dream-pop “Wildest Dreams” não poderia ficar de fora da nossa lista, ainda mais por ser um dos singles mais tocados e conhecidos de ‘1989’. Elogiado pelos vocais de Swift, a canção incorpora uma produção atmosférica belíssima que utiliza as batidas do coração da cantora como ponto inicial.

“OUT OF THE WOODS”

Álbum: 1989

“Out of the Woods” é, sem dúvida alguma, uma das melhores incursões de Taylor em toda a sua carreira musical, merecendo o mesmo patamar que a já mencionada “All Too Well”. Trazendo o indietronica para os holofotes ao lado da produção impecável de Jack Antonoff, a narrativa é centrada em um casal cujo amor é maior que qualquer obstáculo que possam vir a enfrentar na vida.

“ALL YOU HAD TO DO WAS STAY”

Álbum: 1989

“All You Had To Do Was Stay” pode não ser um single oficial de ‘1989’, mas é um de seus pontos altos depois de “Out of the Woods”. Trazendo Swift no melhor de sua composição pop, a semi-balada é construída com singelo crescendo que se envolve em um dançante refrão e uma análise de um amor que não foi correspondido e que, agora, é tarde demais para ser recuperado.

“I KNOW PLACES”

Álbum: 1989

Assim como tantos outros hinos esquecidos em ‘1989’, “I Know Places” se tornou uma das favoritas dos fãs por sua lírica temperamental e densa e pelo belíssimo uso dissonante de uma bateria contrasta com rendições emocionantes e uma paixão incendiária de Taylor. A narrativa é pincelada com críticas à perda de privacidade e a relacionamentos turbulentos.

“NEW ROMANTICS”

Álbum: 1989

Fazendo alusão ao movimento neorromântico musical, “New Romantics” é um ótimo synth-pop que trouxe referências do vanguardismo new wave dos anos 1970 e 1980. A nostálgica atmosfera e a exaltação da jovialidade levaram críticos ao redor do mundo a colocar a faixa, merecidamente, como uma das melhores da carreira de Swift.

“I DON’T WANNA LIVE ALONE FOREVER”, com ZAYN

Álbum: 50 Tons Mais Escuros (OST)

Com produção novamente a encargo de Antonoff, que se tornaria um frequente colaborador de Taylor, “I Don’t Wanna Live Alone Forever” integrou a trilha sonora de ‘50 Tons Mais Escuros’ e a colocou ao lado do cantor ZAYN em uma série de flertes românticos movidos pelo electro-R&B, além de conquistar críticas positivas à época do lançamento.

“LOOK WHAT YOU MADE ME DO”

Álbum: Reputation

“Look What You Made Me Do” abriu com êxito a era mais insana de Taylor Swift, ‘Reputation’. A mudança de ares e a atmosfera dark exalada pelos pesados versos misturo dance-pop e electroclash – e teve recepção polarizada por não ser nem um pouco parecida com qualquer coisa que a artista havia nos entregado até então. De qualquer forma, a canção se tornou o quinto #1 de Taylor nos charts da Billboard.

“…READY FOR IT?”

Álbum: Reputation

Fazendo homenagens visuais a clássicos do sci-fi em uma arquitetura audiovisual cyberpunk, “…Ready For It?” foi o segundo single de ‘Reputation’ e rendeu-se ao EDM e ao dubstep com força inigualável. A partir daí, todos já começavam a compreender exatamente o que a nova era representaria para a carreira de Taylor Swift.

“END GAME”

Álbum: Reputation

Em ‘Reputation’, Swift resolveu responder às injustas críticas recebidas pela mídia sobre sua vida pessoal. Elogiado por um refrão cativante e por sua colaboração com Sheeran, a canção foi ofuscada por suas conterrâneas, mas apresentou uma fusão interessante entre hip hop, R&B e até mesmo rap.

“DELICATE”

Álbum: Reputation

“Delicate” é a melhor música do sexto álbum de Swift, principalmente por resgatar um estilo musical do final do século passado e por retomar parceria com Martin e Shellback. O electropop, infundido com distorções vocais arrepiantes e envolventes, serviu como base para uma narrativa que voltava a demonstrar a vulnerabilidade de sua performer principal, ainda que contrastante com a produção restante do CD.

“DON’T BLAME ME”

Álbum: Reputation

Taylor Swift nos deu vida com as inflexões do dub de “Don’t Blame Me”, uma das faixas mais coesas de ‘Reputation’. Misturando elementos do gospel e do synth-pop, a canção merecia ter ganhado mais atenção da mídia, mas ao menos caiu no gosto popular. Os versos tratam do amor como se fosse uma droga viciante e perigosa, ainda que necessária.

“DRESS”

Álbum: Reputation

A semi-balada “Dress” também foi ofuscadas por singles mais impactantes da sexta produção de estúdio. Entretanto, os vocais sensuais e a lírica contemplativa de Taylor Swift abriu espaço para que a canção ganhasse uma legião de fãs e continuasse a ser ouvida mesmo depois de ter passado batido dos charts mundiais.

“ME!”, feat. Brendon Urie

Álbum: Lover

Depois de desabafar sobre praticamente tudo a que tinha direito em ‘Reputation’, estava na hora de Taylor alimentar sua próxima incursão musical, ‘Lover’. Em abril do ano passado, ela se uniu ao cantor Brendon Urie, do grupo Panic! At The Disco’ para um pop chiclete que fez grande sucesso comercial, mesmo com críticas negativas pela produção formulaica.

“YOU NEED TO CALM DOWN”

Álbum: Lover

Swift demorou para se colocar como uma defensora política da comunidade LGBTQ+, por mais que seu público fosse majoritariamente parte desta. Com “You Need to Calm Down”, a artista usou e abusou de sua ácida ironia para criar um “hino” pró-queer, zombando de homofóbicos e preconceituosos através de um videoclipe bastante colorido e eufórico.

“THE ARCHER”

Álbum: Lover

Seja com metáforas líricas on point, seja com uma produção bastante caprichosa e saudosista, “The Archer” foi lançada de surpresa e, mesmo assim, não se configurou com um dos singles principais de ‘Lover’. De qualquer forma, o dream-pop e o new wave se uniram em uma potente composição movida pelos sintetizadores e trazendo uma das rendições mais pessoais de Swift.

“LOVER”

Álbum: Lover

Taylor não poderia deixar de enfeitar seu sétimo álbum de estúdio com certas incursões do country – e fez isso de maneira belíssima ao contrastá-lo com o indie folk e o pop em “Lover”, uma semi-balada slowtempo que misturou inflexões do baixo com uma qualidade nostálgica sem igual.

“CRUEL SUMMER”

Apaixonar-se é sempre algo misterioso e que nos causa borboletas no estômago, talvez pela emoção de enxergar alguém de um modo bem diferente do comum. É através dessa básica premissa, digna de qualquer rom-com dos anos 1990, que Swift cria “Cruel Summer”. A envolvente canção de amor é recheada de versos criativos e um uso potente dos sintetizadores, que lhe garantiram adoração por parte dos fãs.

“MISS AMERICANA & THE HEARTBREAK PRINCE”

Enquanto a carreira de Taylor é recheada de explosivos e dançantes refrões, “Miss Americana & The Heartbreak Prince” prova que ela não tem medo de experimentar coisas novas. Apostando na suavidade de um synth-pop e num verborrágico enredo do medo de perder alguém, essa faixa é um dos estandartes que passaram longe do radar de ‘Lover’.

“BEAUTIFUL GHOSTS”

Álbum: Cats (OST)

Antes de continuar a promover seu sétimo álbum de estúdio, Swift deu uma pausa para trabalhar em um projeto que prometia bastante: a versão cinematográfica do aclamado musical ‘Cats’. O filme se tornou um fracasso de público e de crítica, mas ao menos arrancou um lado teatral de Taylor com a balada “Beautiful Ghosts”, que inclusive está indicada para uma das categorias do Grammy Awards 2021.

“CHRISTMAS TREE FARM”

Álbum: Lover

“Christmas Tree Farm” é uma das músicas de Natal mais adoráveis e bem escritas dos últimos anos e, por mais que não se equipare ao estrondoso sucesso que Swift fez ao longo da carreira, é uma celebração digna de fim de ano que merece entrar para nossa lista de festividades. A faixa foi produzida por Swift e pelo vencedor do Oscar Jimmy Napes.

“THE MAN”

Álbum: Lover

O quarto e último single de ‘Lover’ foi um grande divisor de águas na carreira de Swift e não tem o crédito que merece. Além de ter feito sua estreia diretorial com um elogiado videoclipe, “The Man” aflorou a presença política da performer com críticas ácidas aos privilégios masculinos da sociedade contemporânea e à necessidade do feminismo.

“ONLY THE YOUNG”

Álbum: Miss Americana (OST)

“Only The Young” veio em ótima hora e, como se não bastasse, é um dos mais poderosos hinos de empoderamento do repertório de Swift. Escrita para o documentário ‘Miss Americana’, da Netflix, a canção é uma declaração bastante política que deixa bem claro que são os jovens que têm o poder de mudar o mundo através de ideias novas, originais e que vão de encontro ao retrocesso e ao tradicionalismo.

“CARDIGAN”

Álbum: Folklore

Taylor Swift abria uma nova e inesperada era com “Cardigan”, lead single de ‘Folklore’, com potência e poesia como nunca vistos na carreira da cantora. A melódica composição, auxiliada pela produção magistral de Antonoff, é guiada essencialmente pelo piano e abre espaço para o folk, arquitetando uma narrativa mnemônica sobre um romance perdido nas memórias.

“EXILE”, feat. Bon Iver

Álbum: Folklore

“Exile” é uma das melhores músicas do século e uniu Swift à conhecida e grave voz de Bon Iver em uma tocante história de dois amantes separados por circunstâncias inexplicáveis. Emergindo como a melhor colaboração da artista de “Safe & Sound”, a canção é uma balada indie folk com elementos do gospel e com uma química apaixonante entre os dois vocalistas.

“BETTY”

Álbum: Folklore

Swift voltou a nos chamar atenção com seu forte retorno às raízes country com “Betty” uma triste canção que amalgama elementos do folk rock e que, liricamente, é centrado em James e Betty, dois dos personagens de um triângulo amoroso fictício que Taylor trouxe ao álbum, e em uma chocante revelação de infidelidade.

“THE 1”

Álbum: Folklore

A minimalista “The 1” funciona como abertura de ‘Folklore’ da forma mais cândida que conseguimos imaginar. Na profunda história que Swift arquiteta, em alguns dos versos mais curtos de sua carreira, ela reflete sobre um amor que nunca chegou e que estava para além de seu controle. “Se meus desejos se realizassem, teria sido você” é o verso que resume não apenas a música, mas talvez o mais emblemático do álbum.

“THE LAST GREAT AMERICAN DINASTY”

Álbum: Folklore

O indie pop alternativo que se apodera de “The Last Great American Dynasty” é o melhor aspecto de uma das canções mais poderosas de ‘Folklore’. Contada a partir de uma perspectiva em terceira pessoa, a história é inspirada na socialite Rebekah Harkness, dona prévia do estado em que Swift atualmente mora.

“SEVEN”

Álbum: Folklore

A melodia mágica entre o violão e o piano transforma “Seven” em uma das melhores entradas do trajeto trilhado por Swift até hoje. Aqui, ela se restringe a declamações poéticas e incomuns às incursões vocais a que estava acostumada. Seja pelo sutil prolongamento das vogais, seja por retomar as raízes de Pensilvânia, a música é saudosista e emocionante ao longo de seus três atos.

“AUGUST”

Álbum: Folklore

A dream-folk “August” provavelmente nunca verá a luz do dia como single, mas isso não apaga sua necessidade de redescobrimento. Falando sobre a efemeridade do tempo, Swift declama certos ápices e vales ao longo de quase quatro minutos e meios enquanto percebe que, por mais que tente, o homem pelo qual é apaixonada não lhe pertence, e sim à outra.

“WILLOW”

Álbum: Evermore

2020 se mostrou bastante prolífico para Taylor Swift e, menos de cinco meses de ‘Folklore’, ela deu início a uma nova era respaldada no indie folk e no rock alternativo. A melódica e burlesca “willow” serviu como pontapé inicial do adorável álbum ‘Evermore’ – e um dos melhores lead singles da artista.

“NO BODY, NO CRIME”, feat. HAIM

Álbum: Evermore

Taylor e country são uma combinação perfeita e, no momento em que ela resolve retornar para suas raízes, acerta em cheio. Em “no body, no crime”, a performer se une ao aclamado trio musical HAIM para uma narrativa movida pela guitarra e por uma atmosfera chocante que fala essencialmente sofre infidelidade.

“MARJORIE”

Álbum: Evermore

É difícil não se emocionar com a potência taciturna de “marjorie”. Um dos muitos ápices artísticos de Swift em ‘Evermore’, a faixa trata com carinho e com uma saudade imbatível Marjorie Finlay, falecida avó da performer que a encorajou a mergulhar no mundo da música. A própria cantora e compositora disse que Finlay a visita, ainda que em sonhos, para lhe dar inspiração e para segurar sua mão em momentos difíceis.

Ursinho de pelúcia psicopata ataca no novo trailer do terror trash ‘Benny Loves You’; Assista!

O terror trash ‘Benny Loves You‘, focado em um ursinho de pelúcia psicopata, ganhou seu novo trailer oficial.

Confira:

O longa é dirigido e estrelado por Karl Holt.

Apesar da morte acidental de seus pais, Jack deve vender a casa de sua família e começar uma nova vida. Limpando a casa, Jack joga fora alguns pertences familiares, incluindo o ursinho Benny. A decisão se torna mortal quando Benny ganha vida e tem apenas um objetivo em mente: proteger Jack a todo custo.

‘Benny Loves You’ será lançado em VOD no dia 11 de maio, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

‘The Black Phone’: Novo terror do diretor de ‘A Entidade’ ganha arrepiante cartaz oficial; Confira!

O terror ‘The Black Phone‘, novo filme do diretor Scott Derrickson (‘Doutor Estranho’ e ‘A Entidade’) para a Blumhouse, ganhou um belíssimo e aterrorizante cartaz oficial.

Confira, junto às imagens:

A Universal Pictures lançará o terror nos cinemas no dia 28 de janeiro de 2022.

Um garoto sequestrado por um sádico serial killer encontra um telefone antigo preto. Quando o aparelho toca, o garoto consegue ouvir a voz das vítimas anteriores do assassino, e elas dão dicas para evitar que ele sofra o mesmo destino.

Ethan Hawke (‘A Entidade’) e James Ransone (‘IT: Capítulo 2’) estrelarão a produção. O elenco ainda contará com Jeremy Davies (‘Hannibal’), Mason ThamesMadeleine McGraw.

O roteiro, baseado em um conto de Joe Hill, foi escrito por Robert Cargill.

O caos desperta no novo teaser DUBLADO da série ‘Cavaleiro da Lua’; Confira!

O Disney+ Brasil e a Marvel Studios divulgaram um novo teaser dublado da aguardada série ‘Cavaleiro da Lua’, estrelada por Oscar Isaac.

Confira, junto às recentes imagens e ao cartaz oficial:

Anteriormente,  o Cosmic Circus trouxe novos detalhes da trama, revelando e confirmando os poderes do super-herói titular (alter-ego de Steven Grant).

As informações afirmam que o personagem tem “um nível olímpico de atletismo” e também é “capaz de performar acrobacias complexas”, além de ser “um talentoso estrategista de combate” e ter um conhecimento sólido de uma “variedade de armas”.

“Grant sofre do distúrbio dissociativo de identidade, uma patologia psicológica que descobre ter através de flasher de outra vida. A partir daí, o mercenário Marc Spector, identidade paralela a ele, começa a se manifestar”, aponta o site. 

Com estreia marcada para 30 de março, a produção pode se tornar um grande sucesso de audiência para a Disney+, já que o trailer bateu recordes de visualizações.

De acordo com o The Hollywood Reporter, a prévia da série estrelada por Isaac alcançou 75 milhões de views durante suas primeiras 24 horas.

O número representa uma quantidade muito maior que a contagem dos trailer de ‘Loki’ e ‘WandaVision‘, que registraram 60 milhões e 52 milhões, respectivamente.

Apesar de ‘Falcão e o Soldado‘ se manter no primeiro lugar, com 125 milhões de visualizações no mesmo período, o hype para a estreia de ‘Cavaleiro da Lua‘ está nas alturas.

E aí, como estão suas expectativas?

Nos quadrinhos, o personagem tem múltiplas personalidades, sendo a do mercenário Marc Spector a principal delas.

No entanto, a sinopse aponta que Oscar vai atuar majoritariamente como Steven Grant.

Confira:

“A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.”

Em uma recente entrevista ao Good Morning Arizona (via ComicBook.com), Isaac, que interpreta o personagem titular, disse que esse foi o trabalho mais arriscado de sua carreira.

“Estou tendo uma explosão de sentimentos, acho que é o trabalho mais arriscado do qual eu participei. No início eu estava muito nervosos porque nunca fiz nada parecido com isso”, ele disse.

Isaac não revelou os motivos por trás de tais riscos, mas tudo indica que seja devido ao fato de ter que interpretar vários personagens dentro de um só.

Para quem não sabe, o protagonista Marc Spector é um mercenário com distúrbio de múltiplas personalidades – o taxista Jake Lockley e o milionário Steven Grant – que o ajudam a enfrentar o submundo do crime. Logo, ele se torna um canal para Khonshu, um deus egípcio da lua.

Criado por Doug Moench e Don Perlin, o Cavaleiro da Lua foi introduzido em Werewolf by Night #32, publicada em 1972.

Lembrando que o elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

‘A Fera do Mar’: Animação do diretor de ‘Moana: Uma Mar de Aventuras’ estreia na Netflix!

‘A Fera do Mar‘, nova animação de Chris Williams, diretor de ‘Moana: Um Mar de Aventuras’ e ‘Operação Big Hero‘, finalmente chegou à Netfllix.

A produção foi lançada hoje, 08 de julho, na plataforma de streaming, e é ambientada numa época em que as feras aterrorizantes ainda vagavam pelos mares e os caçadores de monstros eram considerados heróis — e o maior de todos eles era o valente Jacob Holland.

Agora, o famoso aventureiro encontrará em Maisie, uma garota que embarcou como clandestina em seu navio, uma aliada inesperada numa jornada épica por águas desconhecidas.

Relembre o trailer:

O elenco de dublagem conta com Karl Urban (‘The Boys’), Jared Harris (‘Morbius’), Marianne Jean-Baptiste (‘Ponto Cego’), Dan Stevens (‘A Bela e a Fera’) e Kathy Burke (‘As Aventuras de Kevin e Perry’).

O jogo continua nas imagens oficiais da 2ª temporada de ‘Alice in Borderland’; Confira!

A Netflix divulgou as imagens oficiais da 2ª temporada da série de suspense ‘Alice in Borderland‘.

Confira, junto ao trailer:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 22 de dezembro.

Na trama, um grupo de jovens delinquentes é transportado para um universo paralelo onde eles terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência.

A série foi dirigida por Shinsuke Sato.

Kento Yamazaki e Tao Tsuchiya estrelam a produção.

‘Fragmentado’: Elogiado suspense de M. Night Shyamalan reestreia na Netflix

O suspense ‘Fragmentado‘, dirigido por M. Night Shyamalan, reentrou para o catálogo brasileiro da Netflix.

O longa-metragem foi disponibilizado hoje, 16 de maio, na plataforma de streaming.

Na trama, um homem com personalidade múltipla sequestra três garotas, e elas precisam achar um meio de escapar antes que uma nova personalidade sinistra se manifeste.

Relembre o trailer:

Kevin (James McAvoy) possui 23 personalidades distintas e consegue alterná-las quimicamente em seu organismo apenas com a força do pensamento. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar.

O elenco ainda conta com Anya Taylor-Joy Casey, Betty Buckley, Haley Lu e Jessica Sula.

‘Um Lobo Como Eu’: Lobisomem ATACA no novo clipe da 2ª temporada; Confira!

O Peacock divulgou mais um clipe inédito da 2ª temporada da série de suspense ‘Um Lobo como Eu‘ (Wolf Like Me), estrelada por Isla Fisher (‘Truque de Mestre’).

O próximo ciclo estreou oficialmente hoje, dia 19 de outubro, na plataforma de streaming – ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

Abe Forsythe (‘Pequenos Monstros’) é responsável pela direção da série, que conta com seis episódios.

Todos trazem suas próprias bagagens ao começarem um novo relacionamento. Gary (Josh Gad) e Mary (Isla Fisher) não são diferentes. Gary está devastado e lutar para cuidar de sua filha após a morte de sua esposa. E Mary tem um segredo que não pode compartilhar com ninguém. O universo juntou os dois por uma razão, eles apenas precisam reconhecer os sinais.

As 10 Melhores Músicas de Alicia Keys

Dona de nada menos que quinze estatuetas do Grammy e um legado que se estende até os dias de hoje, consagrando-a como um dos maiores nomes da indústria da música, Alicia Keys é uma das maiores lendas da música contemporânea.

Pensando nisso, o CinePOP separou uma breve (e difícil) lista contendo as dez melhores músicas de uma das cantoras e compositoras mais importantes do século XXI.

De “Fallin'” “Time Machine”, confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

FALLIN’

Álbum: Songs in A Minor

single de estreia de Keys é uma de suas marcas registradas, principalmente por estampar seus belíssimos vocais, sua relação apaixonante com o piano e sua adoração ao R&B. Atingindo o topo da Billboard 100, a canção levou para casa nada menos que três estatuetas do Grammy, incluindo Música do Ano.

IF I AIN’T GOT U

Álbum: The Diary of Alicia Keys

Uma das baladas mais famosas de Alicia Keys é também uma de suas melhores construções narrativas. Inspirada pela lendária Aaliyah, a canção, que também foi condecorada com um prêmio do Grammy Awards, reflete sobre a superficialidade das coisas materiais em relação ao amor e às pessoas que sempre estarão conosco na nossa jornada de autodescobrimento.

GO AHEAD

Álbum: As I Am

Pegando referências do começo dos anos 2000, “Go Ahead” não se tornou single promocional do álbum ‘As I Am’, mas merece um lugar especial em nossa lista. A dinâmica e dark atmosfera mostra um apreço pela sensualidade musical de uma história centrada em um relacionamento marcado por mentiras e pela eventual descoberta delas.

NO ONE

Álbum: As I Am

Desde os propositais e crus vocais falhados até seu apelo comercial, “No One” é uma das melhores baladas já produzidas no cenário contemporâneo. Girando em torno da superação de críticas alheias acerca de um amor quase inalcançável, a faixa se tornou a mais ouvida de 2008 e levou para casa duas estatuetas do Grammy, incluindo a de Melhor Música R&B.

TRY SLEEPING WITH A BROKEN HEART

Álbum: The Element of Freedom

“Try Sleeping with a Broken Heart” coloca Alicia em viagem astral ao passado, mantendo-se firme à reverberação do presente e movida pela dissonância dos sintetizadores e de vocais estupendos. A simplicidade dos versos é erguida em virtude de dar protagonismo aos instrumentos e a uma história romântica atemporal.

BRAND NEW ME

Álbum: Girl on Fire

Começando sua jornada sociopolítica de empoderamento, a performer tem seu repertório a pungência clássica do piano a seu favor para “Brand New Me”. Exibindo seu amadurecimento artístico e criativo ao lado de Emeli Sandé, que viria a se tornar uma de suas frequentes colaboradoras, a faixa serve como denúncia a relacionamentos abusivos profissionais e pessoais – e como devemos tomar cuidado com os narcisistas que se escondem nas sombras.

GIRL ON FIRE

Álbum: Girl on Fire

Exaltando seu momento como mãe e homenageando o nascimento do primeiro filho, Egypt, a faixa-titular de seu 5º álbum é um microcosmos peculiar – e uma das mais marcantes e poderosas de sua explosiva carreira; tanto a versão original quanto a colaboração com Nicki Minaj exploram elementos de reafirmação como mãe, filha, esposa e artista – estendendo seu legado como um hino emancipatório até os dias de hoje.

PAWN IT ALL

Álbum: HERE

Através de uma pungente lírica (sua melhor até então), suas críticas à meritocracia e ao supremacismo racial aparecem com clareza apaixonante em “Pawn It All”. Um dos carros-chefe de ‘HERE’, seu sexto álbum de estúdio, a canção é conduzida por um pop-folk e R&B que condecora, acidental ou propositalmente, as cantigas laborais inglesas do século XVII – abrindo espaço inclusive para as populares transgressões do gospel.

TIME MACHINE

Álbum: ALICIA

Em “Time Machine”, uma das melhores canções que Alicia escreveu até hoje, temos a etérea atmosfera do retro-funk banhando uma narrativa que fala sobre a efemeridade do tempo e como devemos aproveitar o agora. Os sintetizadores e as batidas bem-demarcadas são uma ode a um passado não tão longínquo assim e servem de base para uma rendição irretocável.

PERFECT WAY TO DIE

Álbum: ALICIA

“Perfect Way To Die”, facilmente uma das mais potentes baladas do ano passado e das últimas décadas, é pungente e cruel, denunciando a brutalidade potencial e o crescente genocídio negro (resumido pelo impactante verso “ao menos você ficará jovem para sempre; acho que escolheu o jeito perfeito de morrer”).

O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder | Quem é o Mago Sombrio, personagem interpretado por Ciarán Hinds?

A 2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ segue a todo vapor – e introduziu um dos personagens mais misteriosos da narrativa até agora: o Mago Sombrio.

Interpretado por Ciarán Hinds (‘Belfast’), toda a construção do antagonista é rodeada por mistérios e por um mortal desejo de encontrar o Estranho (Daniel Weyman) para artimanhas condenáveis e que podem colocar o futuro da Terra-média em xeque. O personagem aparece no segundo episódio em uma breve cena e demonstra ter um poder inimaginável e um anseio de alcançar seus objetivos, seja como for. E, enquanto sua verdadeira identidade não é revelada, inúmeras especulações continuam a despontar nas redes sociais – com poucas informações que incluem sua localização, Rhûn, e que ele possui uma legião de acólitos a seu dispor.

Mas quem pode ser ele?

OS MAGOS AZUIS

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Uma das teorias mais consistentes é de que o Mago Sombrio, na verdade, seja um dos dois Magos Azuis mencionados na mitologia de J.R.R. Tolkien: Morinehtar ou Romestamo. Nos romances originais, ambos são exilados para o Leste e para o Sul da Terra-média para tentar impedir o retorno de Sauron. E, considerando que eles percorreram esse mundo antes de nomes como Gandalf, Saruman e até mesmo Radagast, é bem provável que tanto o Mago Sombrio quanto o Estranho configurem-se como essa dupla – e, dessa maneira, nos dando pistas controversas sobre a índole do personagem interpretado por Hinds.

SARUMAN

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Outra possibilidade é que o Mago Sombrio seja, na verdade, o icônico Saruman (que foi encarnado por Christopher Lee na trilogia original encabeçada por Peter Jackson). Saruman também é um Istar, da mesma maneira que o Estranho, é foi enviado à Terra-média na Terceira Era para ajudar a derrotar Sauron; porém, ele se voltou contra seus companheiros e tornou-se um dos asseclas mais poderosos do Lorde das Trevas. Porém, tal hipótese não é tão sólida quanto aparenta, considerando que o caminho percorrido por Saruman é de “mocinho a vilão”, grosso modo – e, em ‘Os Anéis de Poder’, ele já é pincelado com inúmeros trejeitos antagônicos e uma presença deliberadamente sombria.

O REI BRUXO DE ANGMAR

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Nas redes sociais, alguns fãs especularam que o Mago, na verdade, é o primeiro vislumbre do que os fãs viriam a conhecer como o Rei Bruxo de Angmar – braço-direito de Sauron que tem papel de importância significativa em ‘O Senhor dos Anéis’. Para aqueles que não se recordam, Angmar é o líder dos Nazgûl (homens que sucumbiram ao poder de Sauron e transformaram-se em espectros quase imortais pouco depois da forja do Um Anel) e, em ‘O Retorno do Rei’, foi derrotado por Éowyn (Miranda Otto).

Considerando a personalidade vilanesca do Mago Sombrio, é provável que ele, de fato, seja o Rei Bruxo. E, para aqueles não familiarizados com a história, o personagem em questão foi firmado no cânone de Tolkien como um humano que se rendeu ao poder de um dos Anéis de Poder, rendendo-se involuntariamente a Sauron. Aliás, é possível que o Mago Sombrio não seja um Istari, e sim um homem feiticeiro que finge ser imortal e que, por essa razão, pode estar atrás do Estranho para descobrir como alcançar a perpetuidade na Terra-média.

Lady Gaga divulga mais um vídeo de bastidores do clipe de “ABRACADABRA”, single de seu novo álbum de estúdio!

A titânica musicista Lady Gaga divulgou mais um vídeo nos levando aos bastidores do clipe de “ABRACADABRA”, que funciona como single promocional de seu próximo álbum de estúdio, ‘MAYHEM’.

Confira:

O compilado de estúdio, que tem lançamento agendado para 07 de março, também conta com as canções “Die With a Smile” “Disease”.

O último álbum de originais de Gaga foi o elogiado ‘Chromatica’, lançado em 2020 e que lhe rendeu uma estatueta do Grammy. Em 2021, ela se uniu a Tony Bennett para o elogiado ‘Love for Sale’, que rendeu a ambos os artistas mais um gramofone dourado – marcando o último disco da lenda do jazz antes de seu falecimento.

Em 2024, ela também lançou um álbum de covers de jazz e duas músicas originais intitulado ‘Harlequin’, que funcionou como um projeto-irmão do filme ‘Coringa: Delírio a Dois’. Além disso, uniu-se a Bruno Mars para uma das canções mais bem-sucedidas e aclamadas do ano, “Die With a Smile”.

Considerada uma das maiores artistas da história, Gaga já conquistou inúmeros prêmios ao longo de sua carreira, incluindo 14 Grammys1 Oscar2 Globos de Ouro2 Critics Choice Awards1 BAFTA. Ela também é uma das musicistas mais bem-sucedidas da indústria, tendo vendido 110 milhões de álbuns175 bilhões de streamings758 milhões de unidades ao redor do mundo.

‘Os Miseráveis’: Começam as gravações da nova adaptação do CLÁSSICO de Victor Hugo

Studiocanal revelou que as gravações da nova versão de ‘Os Miseráveis’ já começaram (via Deadline).

As filmagens tiveram início no último dia 17 de julho na cidade de Bordeaux, e irão se estender até novembro deste ano, terminando em Paris.

A adaptação inédita é dirigida por Fred Cavayé (‘À Queima Roupa’) e conta com um elenco protagonista de grande calibre.

Vincent Lindon estrela como Jean Valjean, o herói do icônico emblema do Romantismo francês assinado por Victor Hugo em 1862. O elenco contará com Tahar Rahim (Inspetor Javert), Benjamin Lavernhe (Monsieur Thénardier), Camille Cottin (Madame Thénardier) e Noémie Merlant (Fantine).

Studiocanal ainda afirmou que a versão de Cavayé irá abraçar o “clássico atemporal” de Hugo enquanto “transportará o público em um evento cinemático moderno em 2026”.

Mais detalhes não foram revelados.

“O filme manterá o lado literário e dramático, a profundidade dos personagens e as questões sociais que estão no cerne da história, o que infelizmente continua cada vez mais relevante hoje em dia. Mas há um aspecto do romance que, em última análise, o torna uma história de aventura, ainda que com profundidade”, disse Cavayé em uma entrevista ao Deadline. “Quero intensificar isso de uma forma que nunca foi realmente destacada em outras adaptações. O filme permanecerá fiel ao romance de Victor Hugo, ao mesmo tempo em que introduz códigos e dinâmicas de suspense, como a cena de perseguição em que Valjean rouba o pão”.

Na trama…

Na França do século XIX, o ex-prisioneiro Jean Valjean, perseguido ao longo de décadas pelo impiedoso investigador Javert por ter violado sua liberdade condicional, busca redenção pelo seu passado e decide acolher a filha da prostituta Fantine.

‘Widow’s Bay’: Série de MISTÉRIO com Matthew Rhys ganha teaser e data de estreia; Confira!

Apple TV divulgou o primeiro teaser trailer de ‘Widow’s Bay’, nova série de mistério estrelada por Matthew Rhys (‘Perry Mason’).

Além disso, foi revelado que a atração, que conta com dez episódios, chega à plataforma de streaming no dia 29 de abril de 2026.

Confira:

 

A série foi criada por Katie Dippold, com Hiro Murai responsável pela direção dos episódios.

Widow’s Bay é uma pitoresca cidadezinha insular a 64 quilômetros da costa da Nova Inglaterra. Mas algo se esconde sob a superfície. O prefeito Tom Loftis (Matthew Rhys) está desesperado para revitalizar sua comunidade decadente. Não há Wi-Fi, o sinal de celular é instável e ele precisa lidar com os moradores supersticiosos que acreditam que a ilha é amaldiçoada. Ele quer que essas pessoas o respeitem. Elas não o respeitam. Acham que ele é fraco e covarde. E ele é. Mas Loftis está determinado a construir um futuro melhor para seu filho adolescente e transformar a ilha em um destino turístico.

Milagrosamente, Loftis consegue: os turistas finalmente estão chegando. Infelizmente, os moradores estavam certos. Depois de décadas de calmaria, as antigas histórias que pareciam absurdas demais para serem verdade começam a acontecer novamente.

Kate O’FlynnStephen RootKingston Rumi SouthwickKevin CarollDale Dickey também estrelam.

Estrelada por J.K. Simmons, série CRIMINAL ‘Donos do Oeste’ ganha trailer DUBLADO; Confira!

MGM+ revelou o trailer dublado de ‘Donos do Oeste’ (‘The Westies’), drama criminal de época criado por Chris Brancato (‘Narcos’).

A série será lançada na plataforma de streaming no dia 12 de julho.

Confira:

Com oito episódios em sua primeira temporada, a trama segue a violenta gangue irlandesa que dá nome à produção e se passa durante a construção do Centro de Convenções Jacob Javitz, no território dos Westies, em Hell’s Kitchen.

Confira a sinopse:

Apesar de serem superados em número de cinquenta para um pelas Cinco Famílias da Máfia Italiana, a lendária brutalidade e astúcia dos Westies deram a eles a alavancagem necessária para dividir os despojos por meio de uma frágil distensão. Mas o conflito interno entre a geração mais jovem e impetuosa e a liderança da velha escola ameaça atiçar esse barril de pólvora, o que levará os Westies para dentro da investigação cada vez mais profunda do FBI sobre a máfia italiana.

Brancato assina a criação de ‘The Westies‘ ao lado de Michael Panes e ambos também assumem o papel de produtores executivos. As filmagens da série começam em julho, em Toronto.

Stanley Morgan (‘Argylle’), Sarah Bolger (‘Once Upon a Time’), J.K. Simmons (‘Whiplash’), Tom Brittney (‘Greyhound’), Titus Welliver (‘Bosch’), Jessica Frances Dukes (‘A Idade Dourada’), Aidan Wojtak-Hissong (‘Are You There God? It’s Me Margaret’), Jeremy Walmsley (‘Agente Cross’) e Dylan Taylor (‘Covert Affairs’) estrelam.

‘The Westies’ é a 3ª série desenvolvida por Brancato para a MGM+. Ele é o mesmo responsável por ‘Godfather of Harlem‘ e ‘Hotel Cocaine‘.

‘Quarteto Fantástico’: Astro de ‘Stranger Things’ pode viver o Tocha-Humana

De acordo com o We Got This Covered, Dacre Montgomery está sendo cotado pela Marvel Studios para o papel de Johnny Storm, o Tocha-Humana, no reboot de ‘Quarteto Fantástico’.

A informação veio da mesma fonte que revelou a produção da série da ‘Mulher-Hulk’.

Até o momento, o astro de ‘Stranger Things‘ é apenas um dos nomes da lista de desejos do estúdio, mas ainda não aconteceram audições para o papel.

Lembrando que ainda não se sabe em qual fase do MCU o ‘Quarteto Fantástico‘ será introduzido.

Espera-se que a equipe seja anunciada para as Fases 5 ou 6, junto com os ‘X-Men‘.

Dacre Montgomery

Diretora de ‘O Mandaloriano’ pode comandar futuro projeto da Marvel Studios

De acordo com o MCU Cosmic, a Marvel Studios está considerando contratar a diretora Debora Chow (‘O Mandaloriano‘) para comandar um futuro projeto na TV ou no cinema.

Foi dito que o estúdio já entrou em contato com a cineasta para falar “sobre várias ideias em potencial que entrarão em fase de pré-produção nos próximos meses”, mas não está claro quais são.

Vale lembrar que várias séries planejadas para a Disney+ ainda estão sem diretores, como ‘Cavaleiro da Lua’, ‘Gavião Arqueiro’, ‘Mulher-Hulk’, e ‘Miss Marvel’, além da vindoura sequência de ‘Capitã Marvel’.

Apesar de não haver nada confirmado, a notícia faz sentido já que Chow dirigiu alguns episódios de ‘Jessica Jones’ e ‘Punho de Ferro‘, as séries da Marvel em parceria com a Netflix.

E, após seu elogiado trabalho em ‘O Mandaloriano’, a Marvel Studios poderia estar interessada em se aproveitar de sua ascensão.

No entanto, Chow estará bastante ocupada a partir do início de 2021, quando serão iniciadas as gravações de ‘Kenobi‘.

Durante sua participação online na ATX Festival, a diretora confirmou que a Disney+ continua desenvolvendo a série live action focada em Obi-Wan Kenobi (Ewan McGregor).

Ela desmentiu os rumores de que a produção havia sido pausada e revelou que o roteirista Joby Harold (‘Rei Arthur: A Lenda da Espada’) está ajustando os detalhes da narrativa.

Para quem não sabe, Harold foi contratado depois que a Lucasfilm não aprovou o enredo escrito anteriormente por Hossein Amini.

No ano passado, McGregor revelou à Men’s Journal alguns detalhes sobre a trama, indicando que o personagem estará tentando superar a queda da Ordem Jedi.

Como a história se passa entre ‘A Vingança dos Sith’ e ‘Uma Nova Esperança‘, a Ordem Jedi está desmoronada, será interessante ver como ele irá lidar com esse trauma.”

Além disso, é de se esperar que a série mostre parte do treinamento do mestre Jedi para se tornar um fantasma da Força, como foi sugerido ao final do ‘Episódio III’.

Ainda sem previsão de estreia, ‘Kenobi’ terá seis episódios com 1 hora de duração.