O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de Setembro.
Dirigido por Zachary Wigon (‘The Heart Machine’), o filme é baseado no romance de Virginia Feito, que assina o roteiro.
A trama gira em torno de Winifred Notty, uma jovem governanta excêntrica que é contratada para trabalhar em uma mansão gótica isolada, a Ensor House. Suas funções incluem ensinar boas maneiras às crianças e instruí-las sobre a história da família. No entanto, Notty esconde tendências psicopatas — e, à medida que ela se adapta à nova rotina, membros da equipe da casa começam a desaparecer misteriosamente, levantando suspeitas sobre sua verdadeira natureza.
O elenco ainda conta com Jason Isaacs (‘The White Lotus’), Ruth Wilson (‘The Affair’), Thomasin McKenzie (‘Noite Passada em Soho’), Evie Templeton (‘Wandinha’), Amy De Bruhn (‘Borderline’) e Jacobi Jupe (‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’).
A 8ª temporada de ‘Game of Thrones’ pode vir a encerrar o ciclo da série de forma bem épica, segundo o site Deadline. Segundo o portal, ela poderá ter os episódios mais longos, com aproximadamente 1h30 de duração!
A informação foi sugerida neste fim de semana, durante a primeira convenção de fãs de ‘GOT’, intitulada Con of Thrones.
Durante o evento, voltado para celebrar a trama e os personagens, a design de som da produção original da HBO, Paula Fairfield, comentou sobre o formato da última temporada. De acordo com ela, embora o sétimo ciclo tenha episódios com a duração média padrão, a oitava pode se estender um pouco mais.
Embora as filmagens ainda não tenham sido iniciadas, é possível que os últimos seis episódios tenham esta duração de quase 80 minutos. É claro que mudanças futuras podem ocorrer, mas vale a pena se agarrar a esta esperança, principalmente considerando que teremos quatro episódios a menos.
Em ‘The Wife‘, Glenn Close viverá Joan Castleman, que deixou a vida de escritora para ser uma boa e dedicada esposa para Joe Castleman (Jonathan Pryce), um literário renomado e mulherengo. Mas tudo está prestes a mudar no dia do Prêmio Nobel de Literatura, em que Joan decide se separar do marido.
“Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.”
Para distrair os fãs da Marvel durante o período de reclusão social, a Disney iniciou uma série de aulas on-line com seus artistas conceituais, que vão ensinar os internautas a desenharem alguns de seus personagens mais populares.
E dessa vez, a Casa do Mickey está ensinando como fazer o Capitão América. A aula é ministrada pelo artista Ryan Meinerding, responsável pelas artes conceituais de filmes como ‘Vingadores: Ultimato‘, ‘Guerra Infinita‘ e mais.
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Assista à nossa crítica do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, capítulo que marca a despedida de Robert Downey Jr. da franquia:
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
A adaptação solo da heroína ‘Zatanna‘ parece estar ganhando forma e durante um evento interno realizado pela Warner Bros. a logo oficial da produção foi divulgada.
A marca aparece cercada pelas demais logos oficiais de outros projetos cinematográficos e televisivos que já estão em desenvolvimento ou até mesmo prontos, como ‘The Batman‘, ‘Supergirl‘ e ‘Aquaman 2‘.
Confira:
O anúncio da logo confirma os antigos rumores de que uma série ou filme baseado na heroína já está nos planos da DC. No entanto, ainda não há detalhes precisos a respeito do projeto, nem em que está de desenvolvimento ele se encontra.
Para quem não conhece, Zatanna é uma feiticeira que herdou seus poderes dos pais, John Zatara e Sindella, descendentes da raça homo magi.
Entre suas principais habilidades, ela é capaz de conjurar magia, materializar objetos com o pensamento, teletransportar, curar ferimentos e manipular o tempo e o espaço.
A personagem já fez parte da Liga Justiça Sombria ao Lado de John Constantine, até que é convidada como membro honorário da Liga da Justiça original.
Uma fotografia solar sob um filtro mais fosco torna os primeiros minutos de Baby Ruby em uma materialização impecável do que é a vida na era digital, onde cada instante de nossos dias é pautado a partir da possibilidade de se tornar um momento instagramável. E com uma decoração simplista e um olhar mais apurado para registrar tudo ao seu redor pelos ângulos mais favoráveis, Jo é uma blogueira famosa e mãe de primeira viagem que está preparando os detalhes finais de sua gestação, com uma chá de bebê digno de Pinterest e uma comemoração intimista que exala os ares de influencer gringa low profile – que deixou a França para viver a vida nos Estados Unidos com seu belo esposo.
Mas o que o glamour de uma gravidez perfeita não lhe revelou foi a espiral do famoso puerpério, termo que muita gente até hoje nunca ouviu falar. E sob uma alucinante psicose pós-parto, Jo começa a questionar sua sanidade e até mesmo a de sua nova e lindíssima bebê, que parece ser a extensão de um enorme pesadelo na vida de uma mulher já submetida ao mais profundo estresse. Baby Ruby marca a estreia na direção de Bess Wohl, que faz de seu primeiro longa um genuíno posicionamento cultural sobre como a arte pode ser usada de forma tão original para iniciar conversas tão fundamentais e ainda tão raras na sociedade contemporânea. Com um roteiro perspicaz e dinâmico, a nova cineasta brinca com sua protagonista em tela, aguçando tanto os seus sentidos como as nossas sensações, nos imergindo em uma jornada de efeitos colaterais inesgotáveis.
Usando os estereótipos do gênero de thriller psicológico de maneira precisa para nos absorver na jornada de Jo e de sua recém-descoberta maternidade, Wohl ainda abre espaço para a atriz Noémie Merlant brilhar em cena, mostrando o seu talento para além do que fora mostrado em Retrato de uma Jovem em Chamas. Entre a loucura absoluta e a neurose, a francesa traz um retrato audacioso da maternidade da vida real, quando o brilho da tela dos smartphones se apaga. E entregando uma experiência completa e ofegante para a audiência, a diretora ainda faz de seu thriller dramático uma aterrorizante análise social crítica, que nos mantém em estado de alerta e de questionamento por toda sua duração.
Surpreendente e bem dirigido, o thriller ainda faz uma metáfora impressionante da depressão pós-parto, se privando de explicações exaustivas e desnecessárias – que naturalmente atrapalhariam a experiência do público. Desafiando a nossa compreensão a respeito das reais origens e motivações que regem a caótica jornada da protagonista, o filme nos mantém em dúvida a todo momento, guardando seu plot twist para os instantes finais, sempre deixando um rastro de questionamentos que nos acompanham na saída da sessão. Com toques serenos de humor – que agregam um valor diferente à trama -, Baby Rubyé do tipo que não prometeu nada, mas entregou tudo.
Protagonizado pela genial Laure Calamy (Minhas Férias com Patrick), Contratempos é uma leitura contemporânea sobre a precarização do trabalho.
Amparado na realidade do caos urbano vivido pelos franceses entre dezembro/2019 e janeiro/2020, o diretor e roteirista Eric Gravel nos coloca no turbilhão de emoções de alguns dias na vida de Julie Roy (Laure Calamy). Durante a greve de transporte público na capital francesa, a governanta e mãe solo de dois filhos se vira do avesso para cumprir suas tarefas diárias.
Sem entrar nos detalhes da paralisação de transportes, Contratempos (no original, À plein temps) se concentra na luta de Julie por comparecer ao seu trabalho em um hotel de luxo e cuidar dos filhos. Se com o transporte do subúrbio para o centro de Paris já era difícil, com a eclosão da greve as coisas tornam-se quase insuportáveis.
Então o que Julie faz? Usa as pernas. Corre de um lado para outro. Seu trabalho é o sustento da família, mas não sua verdadeira área de atuação. Entre passar aspirador nos carpetes e limpar fezes das paredes, ela tenta encontrar uma vaga numa empresa de qualidade de alimentos. Sua real área de estudos.
Vale ressaltar que em 2020 houve uma outra greve na França: a das camareiras. Com horários inflexíveis, salários pouco compensatórios e exigência de rapidez máxima, a profissão tornou-se símbolo de uma luta de classe. A semana que acompanhamos Julie é o começo dos protestos contra a reforma da previdência e a precarização do trabalho proposta pelo então presidente francês.
Se por um lado, a greve perturba a vida dos trabalhadores, por outro, ela está sendo colocada em prática para ajudá-los no futuro. Somos, no entanto, seres imediatistas e queremos resolver nossos perrengues de hoje sem pensar no amanhã. A brilhante atriz Laure Calamy — conhecida pela divertida Noémie da série Dix Pour Cent (2015-2020) da Netflix — tem um domínio de tela e uma força de sobrevivência intensa ao representar todas as pessoas que vivem neste limiar.
Cada olhar da protagonista transmite dezenas de sentimentos. Como mãe, ela não tem tempo para estafa, sua rotina matinal é um misto de tentativa de diálogo e comando. Carinhosa e batalhadora, ela dosa a educação dos filhos com algumas restrições e realizações de suas vontades. Ela compra, por exemplo, uma cama elástica e leva os filhos ao parque de diversões, mesmo com o orçamento apertado.
E o pai das crianças? Apesar dos insistentes pedidos de Julie, ele nem liga no aniversário do filho. Com a greve, ela não chega a tempo em casa para buscar as crianças na vizinha e, assim, perde também uma de suas redes de auxílio. Em busca de um emprego com relação aos seus estudos, Julie se dobra em quatro para correr de salto alto nas ruas de paralelepípedo de Paris e chegar a tempo em uma das suas entrevistas.
Esta é a semana chave da vida de Julie, tudo que pode acontecer acontece e o mundo ao redor não para para ajudá-la. A gente percorre com ela cada escolha, carona e obstáculo durante essa semana de transtorno nos perguntando: se fosse comigo, eu faria a mesma coisa?
Contratempos é um filme catártico e libertador. Ele expõe os superpoderes de pessoas normais — como eu e você — em busca de seus objetivos. O roteiro é enxuto por apresentar um momento chave de tensão das grandes cidades e, assim, nos provoca uma explosão de emoções neste pequeno espaço de observação. O final é redentor, pois nos transmite a sensação de que lutar por nossos ideais vale a pena.
Contratempos foi lançado no Festival Varilux de Cinema Francês 2022. Distribuído pela Bonfilm, o longa chega aos cinemas nacionais dia 10 de novembro de 2022.
Com o sucesso de ‘Pantera Negra’, o mais recente filme da Marvel Studios, a “casa das ideias” ultrapassou a incrível marca de US$ 14,22 bilhões apenas em bilheteria com seus filmes, em 10 anos.
Vale lembrar que, em 2009, a Disney comprou a empresa por “apenas” US$ 4 bilhões. O sucesso absoluto de público e a boa aceitação da crítica, transformaram os filmes de super-heróis em um gênero cinematográfico e a Marvel Studios líder no mercado.
Após ter sido adiado pela Fox e os inúmeros boatos de que seria cancelado após o acordo com a Disney, ‘X-Men: Fênix Negra’ vem passando por uma série de refilmagens nos últimos meses, e parece que a equipe de produção está se preparando para retornar ao set mais uma vez. Pelo menos é o que garante o site Revenge of the Fans.
De acordo com a reportagem, o elenco completo vai se reunir em Montreal, no Canadá, agora em agosto, e o processo será finalizado nos últimos dias de setembro. Nesse momento, os cenários estão sendo reconstruídos para as novas cenas.
Enquanto isso, um novo vídeo divulgado no YouTube pode ter revelado os trajes de três heróis de ‘X-Men: Fênix Negra’. Nas imagens, vemos Fênix, Ciclope e Fera vestidos com o uniforme clássico: roupa preta com o “X” amarelo no peito e ombro. Confira:
Recentemente, a 20th Century Fox apresentou o primeiro trailer de ‘Fênix Negra’ no CineEurope 2018 e a primeira reação ressalta um tom mais leve em comparação com os filmes anteriores da franquia.
Artur Chachelov, escritor do Kinometro, contou que o trailer mostrou um tom menos sombrio do que o que tem sido visto em ‘Novos Mutantes’, por exemplo.
“O suspense de ação ‘Fênix Negra’ parece bem melhor que o esperado. Na apresentação, seu novo trailer foi exibido, livrando-se da escuridão excessiva do teaser e posicionando claramente o projeto como uma continuação direta dos X-Men”
O filme é situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse’. Agora, Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Mercúrio (Evans Peters) são considerados heróis nacionais. Charles Xavier (James McAvoy) consegue a capa da revista Time. Mas esse ego coloca a equipe em risco. Depois de serem despachados para uma missão no espaço, um raio solar atinge o X-Jato e esse aumento de energia desperta uma força maligna em Jean: a Fênix.
Para os fãs dos filmes sem-noção, essa semana que se inicia é uma das mais aguardadas do ano. Isso porque finalmente chega aos cinemas o insano O Urso do Pó Branco.
O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do filme, que é divertidíssimo.
Dirigido por Elizabeth Banks, o filme conta a história de uma ursa que vivia sua vida em um parque natural dos Estados Unidos, quando uma carga colossal de cocaína é arremessada de um avião e acaba caindo próximo ao animal, que vai até a carga e passa a consumir a droga, se transformando em uma verdadeira máquina de matar. Bizarro, né? Mas, como indicam os trailers e pôsteres, por mais absurdo que pareça, o roteiro foi inspirado em uma história real.
Essa história se passa no estado da Geórgia, em 1985. Para dar um contexto maior, os EUA sofreram uma crise gravíssima na década de 1980 com uma epidemia de usuários de drogas ilícitas, sendo as principais a cocaína e o crack. Nesse cenário, o tráfico internacional ganhou muita força no país, rendendo fortunas a quem conseguisse entrar e sair do país com as cargas dessas substâncias, como já foi retratado em diversos filmes e séries que conquistaram o público nos últimos anos.
Pois bem, um desses traficantes era Andrew Thornton, que por si só já tem uma história que renderia um filme. Natural do Kentucky, o rapaz frequentou boas escolas e ingressou na reserva das Forças Armadas para conseguir frequentar a faculdade. Só que ele largou os estudos para entrar efetivamente para o exército, onde se especializou em paraquedismo e chegou a atuar na invasão à República Dominicana, recebendo condecorações por seus serviços prestados. Depois das missões, ele voltou a estudar, mas não concluiu, largando a faculdade novamente para treinar cavalos de corrida com o pai.
Andrew Carter Thornton II
No fim dos anos 60, ele entrou para a polícia e começou a cursar aulas noturnas de Direito. Formado, ele foi transferido para o departamento de narcóticos na década de 1970, e aí que o bicho pegou de verdade. Tendo experiência com voo e saltos de paraquedas, além de ser um conhecedor das leis e estar em contato constante com traficantes, suspeitos e vítimas, ele passou a integrar o esquema de tráfico internacional, transportando armas e drogas. Ele deixou oficialmente a polícia em 1977 e começou a advogar na região de Lexington, no Kentucky. Quatro anos mais tarde, ele foi acusado de tráfico de armas e drogas, e foi preso após tentar fugir para a Carolina do Norte. No entanto, ele passou apenas seis meses na cadeia, pagou uma multa de 500 dólares e foi impedido de exercer o Direito, mas nada o impediu de seguir ganhando a vida com o tráfico com uma gangue local conhecida como “A Companhia”.
Então, em 1985, aconteceu a fatídica viagem que renderia o filme mais surtado de 2023. Thornton e seu copiloto foram buscar um carregamento de cocaína na Colômbia. Na época, a carga valia milhões de dólares, uma verdadeira fortuna. Porém, na viagem de volta, ele acreditou estar sendo seguida pela polícia e decidiu despachar a droga do alto do avião. Assim, uma carga milionária de cocaína em pacotes foi arremessada do bimotor, que acabou colidindo na Carolina do Norte.
As bolsas com os pacotes de cocaína caíram na floresta de Chattahoochee-Oconee, na Geórgia. E não foi só a droga que caiu, não. É que essa viagem selou o destino de Andrew, que tinha a experiência como paraquedista, mas acabou vítima da própria ganância. Antes de saltar do avião, ele pegou uma mala com cerca de 35 kg do pó branco e pulou rumo à morte. Isso porque o peso extra fez com que o paraquedas enrolasse e perdesse a utilidade. Assim, o traficante caiu com tudo na garagem de uma família em Knoxville, morrendo aos 40 anos de idade.
Parte da droga arremessada por ele foi encontrada no entorno. Só que as notícias de que um carregamento ainda maior que supostamente teria caído no parque nacional de Chattahoochee-Oconee levou policiais e curiosos (afinal, a carga valia muita grana) a se aventurarem pelas matas, como caçadores da droga perdida. E aí que entra o tal urso.
Divulgação/ Universal.
Durante essas buscas, um corpo em decomposição de um Urso Negro foi encontrado, cercado por mais de 40 pacotes de cocaína destroçados. É, o urso não chegou a matar ou atacar ninguém, ele só comeu e cheirou o entorpecente, ficou doidão e praticamente explodiu por dentro. O legista afirmou que o estômago do animal ficou lotado de cocaína, tornando sua sobrevivência impossível. Acontece que, por conta da decomposição, a necropsia encontrou apenas 4g da droga ainda presente na corrente sanguínea do pobre animal.
Segundo o médico o urso sofreu horrores com uma série de sintomas que o levaram à morte. “Hemorragia cerebral, insuficiência respiratória, hipertermia, insuficiência renal, insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral. O que você pensar de problema de saúde, aquele urso tinha”, afirmou ao The Guardian na época.
A história que era trágica “viralizou” e acabou virando piada na imprensa local. Não demorou para associarem a morte do animal ao lançamento das cargas feito pelo traficante morto, e logo o coitado do urso passou a ser chamado “carinhosamente” de Pablo Eskobear, tirando sarro de seu destino ao associá-lo ao lendário traficante colombiano, Pablo Escobar.
O animal foi recolhido e após a necropsia, foi empalhado e está preservado até hoje. Quem quiser ver o verdadeiro Urso do Pó Branco pode ver seu corpinho exposto no Kentucky for Kentucky Fun Mall. Sim, o bicho está exposto em um shopping, que conta com uma loja dedicada a ele. E como essa história bizarra rendeu assunto no hemisfério norte inteiro, o urso virou um dos símbolos da região, e claro que esse caso atraiu um grande número de visitantes para o parque nacional em que a droga caiu e o urso morreu.
O “Urso do Pó Branco” está exposto em um shopping até hoje.
Claro que o filme teve muita liberdade criativa na hora de adaptar a trama, transformando o animal numa clássica ameaça dos filmes slasher. Em entrevista à Variety, a diretora do filme, Elizabeth Banks, disse que teve acesso aos laudos do legista e confirmou que realmente era uma história trágica, mas que resolveu imaginar um cenário de em que o pobre animal pudesse fazer justiça com as próprias mãos.
“Eu entendo como foi uma situação terrível esse urso ter se envolvido nessa trama e acabar morrendo no fim. Para mim, fazer esse filme foi encarado como uma chance de pensar em uma história de vingança para o urso”, disse.
O Urso do Pó Branco chega aos cinemas brasileiro nesta quinta-feira, 30 de março.
São muitas as histórias de guerra. São tantas quanto o número de guerras que o mundo já criou. A maioria delas é desconhecida pelo público, até porque até muito recentemente os livros e os filmes só contavam as versões dos vencedores e heróis dessas batalhas. Ainda que continue contando essas versões também, alguns pontos começaram a mudar de uns anos para cá, fosse o perfil do herói, fosse o perfil do tal vencedor, questionando, inclusive, estas alcunhas dadas a indivíduos e situações que, muitas vezes, não os mereciam. Em outras ocasiões, os feitos simplesmente não chegaram ao público, por motivos múltiplos. Uma dessas histórias chega a partir dessa semana aos cinemas brasileiros com o longa ‘Irmãos de Honra’.
Tom Hudner (Glen Powell) acaba de ser transferido para uma base da marinha nos EUA, onde conhece Ward (Joseph Cross), Buddy (Boone Platt), Mohring (Nick Hardgrove), Bo Lavery (Spencer Neville), Goode (Joe Jonas), Koening (Daren Kagasoff) e o introvertido Jesse Brown (Jonathan Majors), único piloto negro do esquadrão naquela década de 1960. Era para ser só um treinamento de rotina, mas o grupo acaba sendo enviado para o outro lado do mundo, num esforço de Washington em se aliar com a Coreia do Sul na guerra contra a Coreia do Norte. Nesse período, Hudner irá aprender que a guerra, a marinha e as regras impactam na vida de Jesse Brown de uma maneira diferente do que ele mesmo tinha vivido em sua experiência. E que o que torna os homens herói vai muito além do que guerras e batalhas sem sentido.
Inspirado em eventos reais da vida do marinheiro Jesse Brown, ‘Irmãos de Honra’ é desses filmes que buscam engrandecer o orgulho estadunidense, construindo narrativas que enobrecem os feitos de militares e marinheiros. Para contar a história desse único piloto negro do esquadrão, o roteiro de Jake Crane eJonathan Stewart – baseado no livro de Adam Makos – parte do ponto de vista de Tom Hudner, um piloto branco que, supostamente, aprende um monte de coisas sobre o racismo estrutural vigente na marinha, ainda que esse ponto não seja debatido abertamente. Com o protagonismo em Hudner, todos os preconceitos que Brown sofre são suavizados na telona porque Hudner parece não entender o porquê de as coisas serem pesadas de maneira diferente, e essa inocência extrema pode impacientar o espectador.
J. D. Dillard (da série ‘The Outsider’) estende o tom dramático-biográfico de seu filme por tempo demais (o filme tem duas horas e vinte de duração), focando a maior parte de sua película nos episódios cotidianos da vida na marinha em vez de na ação propriamente dita. Estas, quando ocorrem, já no terceiro arco de quatro do longa, são bem imersivas, de modo que o espectador que gosta de filmes como ‘Top Gun: Ases Indomáveis’, ‘Con Air’ e ‘Questão de Honra’ será bem contemplado com as sequências de voo no ar; porém, até que estas ocorram, o filme se desenvolve mais como um ‘Pearl Harbor’, ou seja, com ares de Oscar, mas sem envolver tanto a quem assiste. Com Joe Jonas em seu primeiro filme sério da carreira, ‘Irmãos de Honra’ vale pelas cenas de ação dos caças, ainda que não sejam muitas.
À medida que Locke & Key ganha mais espaço dentro do escopo da Netflix, a gigante do streaming continua a anunciar novos membros para o elenco de sua mais nova adaptação.
De acordo com uma notícia do site Deadline, a série trará Griffin Gluck (American Vandal) e Steven Williams (The Leftovers) para a equipe. Gluck será um personagem chamado Gabe, um estudante que vai para a Academia Matheson – a mesma escola de Kinsey Locke (Emilia Jones); Williams, por sua vez, será Joe Ridgeway, um professor da mesma insituição.
Connor Jessup e Jackson Robert Scott também foram elencados, dando vida a Tyler e Bode Locke, respectivamente.
A adaptação em live-action dos clássicos quadrinhos assinados por Joe Hill já está em desenvolvimento por quase uma década, e o projeto já passou pela Fox e pela Hulu, sendo abraçado pela Netflix poucos meses atrás.
Carlton Cuse entra como showrunner da série ao lado de Hill. André Muschietti, responsável pelo remake de It – A Coisa, havia sido cotado para dirigir os episódios, mas saiu do projeto, apesar de continuar como produtor executivo.
A organização do Lollapalooza Brasil resolveu tomar medidas de segurança acerca da pandemia do Coronavírus e, como resultado, os shows deste ano foram adiados para o final de 2020
O evento agora acontecerá entre os dias 04 e 06 de dezembro de 2020. Guns N’ Roses, Travis Scott e The Strokes permanecem no lineup oficial. O restante das atrações deve ser confirmada ou cancelada nos próximos meses.
Vale lembrar que o local permanece o mesmo: Autódromo de Interlagos, mais precisamente na Avenida Senador Teotõnio Vilela, 261, em São Paulo.
Em 2002, o crítico literário Fredric Jameson definiu o conceito de pós-modernidade como uma resposta ao consumismo exacerbado na sociedade capitalista. Segundo ele, cada produto cultural se “coisificava-se”, transformando-se em moeda de troca e em uma ambivalente massificação até mesmo do mais puro dos objetos – como a própria pop-art, que utilizava potencializava a produção de retratos propositalmente repetitivos para criticar a homogeneidade do mundo. As delineações de Jameson são, talvez, retratadas com mais força no cenário musical – e não apenas nos anos de hoje, mas desde os momentos finais da Guerra Fria em que a ideia de globalização recuperada era a mandatória.
Um dos grandes ícones dessa pós-modernidade e de suas múltiplas ramificações é Madonna. A rainha do pop começou a buscar sua identidade artística logo no segundo álbum de estúdio, ‘Like a Virgin’, misturando o mainstream com os ídolos que circundavam sua história – como Marilyn Monroe. Madonna reapropriava elementos clássicos da Era de Ouro do cinema hollywoodiano e acrescentava-lhes pinceladas de sua própria perspectiva, como mimesis, como sátira irônica. Mais para frente, em ‘Erotica’, resgataria Dita Parlo para se infiltrar em um novo alter-ego digno de suas incursões e que se afastaria dos conceitos de “boa moça” que apresentava em construções mais mercadológicas. Suas homenagens continuariam em ‘Bedtime Stories’, com a introdução do dub na Inglaterra, em ‘Confessions on a Dance Floor’, que iriam recuperar os anos 1970 e 1980 com poder monumental, e até mesmo em ‘Madame X’, seu mais recente álbum de estúdio que encarnava a pluralidade experimental na fonografia.
Uma outra grande representante desse pastiche contemporâneo é Lady Gaga. Alcançando fama imperial após sua estreia em 2008, Gaga revolucionou a indústria como a conhecíamos após apresentar um lado mais versátil do que se entendia como diva, repreendendo acusações machistas e sem fundamentos que tentavam destruir sua carreira. A performer infiltrou-se no mainstream para fornecer uma voz renovadora à supracitada “coisificação” dos produtos, criando uma identidade própria que, ao mesmo tempo, funcionava como mosaico do que já havia sido explorado. As convergências científicas e futuristas de músicas como “Born This Way” e “Poker Face”, a quebra de tabus imprimida em “Judas”, a destruição dos engessamentos maniqueístas da arte em ‘ARTPOP’, pavimentavam caminho para qualquer um que ousasse desafiar preceitos datados.
Agora, chegou a vez de Beyoncé se jogar de cabeça na pós-modernidade e, assim como suas conterrâneas, procurar uma forma de reencontrar a aura do “único”. A icônica deusa do R&B já havia se permitido fugir da massificação da esfera musical a partir de 2013, com o lançamento de seu álbum homônimo. Em 2016, dava origem ao seu primeiro álbum visual, ‘Lemonade’, entrecruzando as diversas linguagens artísticas para uma estética irretocavelmente sinestésica, permitindo que tanto os ideários sonoros quanto os visuais se fundissem em uma obra-prima que recriava e se criava, ao mesmo tempo. Agora, quatro anos depois, Beyoncé ousou reverenciar um passado marcado por angústias e traumas enquanto amadurecia, mais uma vez, em um ciclo eterno sobre o qual ela própria tem noção.
‘Black Is King’ talvez seja a representação máxima de uma década (e até mesmo de um século) marcado pelos ecos pós-modernos. A constante reprodução da premissa compra-venda dos primórdios da sociedade capitalista continua a drenar a separação das artes (cinema, música, literatura, artes visuais, arquitetura e afins), forçando as barreiras que se impuseram entre elas nos séculos passados e enevoando fronteiras outrora erguidas como gigantescos muros. No ano passado, Beyoncé havia lançado uma curadoria especial em comemoração ao remake em live-action de ‘O Rei Leão’, intitulada ‘The Gift’; poucos dias atrás, sua parceria com o Disney+ deu origem à ficção proprioceptiva mencionada no início do parágrafo, transformando as faixas do álbum em uma tradução imagética sem restrições e com inatingível teor criativo.
Em sua nova produção visual, a performer reorganiza os cenários culturais e cria uma mitologia numa proporção equilibrada entre o contemporâneo e o clássico, entre o moderno e o atemporal. Anacronismos à parte, ‘Black Is King’ é infundido com inflexões que variam, em uma naturalidade surpreendente, da mitologia católica à egípcia, das influências etíopes às sul-africanas, retomando seus projetos anteriores de celebração à ancestralidade sem deixar de comentar, através de canções ácidas e dinâmicas, como a história reflete no presente. Como já dito em nossa crítica sobre o longa-metragem, Beyoncé encarna Hathor, deusa celestial do Antigo Egito que se conectava com a realeza e com a benevolência da dança, da alegria, do amor e da sexualidade; ao mesmo tempo, aparece pintada numa transgressora releitura de ‘A Virgem do Cravo’ ou ‘A Virgem do Fuso’, posando como as Madonas de Leonardo da Vinci e Lorenzo di Credi ao lado de seus filhos recém-nascidos.
Do mesmo modo que se rende às estéticas renascentistas, ela se posta ao lado do marido, o rapperJay-Z, em uma vibrante paleta de cores tanto dos cenários quanto das estampas dos figurinos, resgatando o conceito da identidade outrora fragmentada do pan-africanismo nas flâmulas que permeiam a frenética montagem. Em outras palavras, o eurocentrismo se rende ao continente que deu origem ao mundo – inclusive às religiões que hoje proliferam como as mais adeptas das sociedades. Não é surpresa que Beyoncé também dê vida a Joquebede, mãe de Moisés, e reviva Oxum com flamejantes vestidos amarelos e as influências da cultura ijexá nessa nova fase de sua carreira.
As simbologias também estão alastradas por todo lugar: a artista promove o renascimento através do contato dos personagens que cria com a água, seja em caudalosos rios, seja em lagos idílicos; outrossim, invade a etnoastronomia africana ao redescobrir os significados dos astros, principalmente da lua, que parece reger relacionamentos ou problemáticos ou românticos de cada protagonista e coadjuvante; a flor, ressignificada e mascarada dentro de um contexto fora do convencional, se inclina para o povo ganês – mais precisamente com a presença do símbolo adinkra bese saka, que representa afluência, poder, abundância e unidade.
Entre tantas e infindáveis aventuras artísticas, Beyoncé permite que os ecos dessa identidade pós-moderna existam em ‘Black Is King’; mas, com sagacidade aplaudível, não deixa que o materialismo consuma a obra-prima que constrói, tomando as rédeas com força descomunal e entregando apenas o que podemos encarar como um dos melhores filmes do século.
Sabemos que a Netflix foi o primeiro grande serviço de streaming da história contemporânea e, apesar de agora estar concorrendo ao lado de outros crescentes nomes, mantém seu império quase intacto com centenas de títulos que chamam a atenção (e que tomam conta da mídia).
Entretanto, em meio a tantos títulos originais e adições diárias feitas a seu extenso catálogo, algumas produções passam despercebidos pelo público mainstream – e perdem a chance de nos encantar com histórias maravilhosas, coesas e sólidas o bastante para nos prender do começo ao fim.
Por isso, o CinePOP separou dez títulos que foram esquecidos pelos usuários ou nem mesmo apareceram no radar.
Confira as nossas escolhas abaixo e conte para nós qual mais chamou sua atenção:
O PRÍNCIPE DRAGÃO
Sinopse: Os irmãos e príncipes humanos Callum e Ezran começam uma inesperada parceria com Rayla, uma elfa assassina enviada para matá-los. Trabalhando em conjunto, eles embarcam em uma jornada épica na busca de paz para seus reinos em guerra.
Sinopse: Os aclamados irmãos Joel e Ethan Coen idealizam uma antologia faroeste em seis segmentos focada na fronteira americana. Acompanhando pistoleiros cantores, colonizadores, mineiros, homens condenados à forca, caçadores de recompensa e todo tipo de personalidade do Velho Oeste, estes seis contos curtos vão da mais profunda reflexão até o mais completo absurdo.
LOVE, DEATH AND ROBOTS
Sinopse: Uma coleção de contos animados que mistura ficção científica, fantasia e terror. Histórias sobre as aventuras de lobisomens soldados, caçadores de recompensas de cyborg e até mesmo de aranhas alienígenas.
Sinopse: Esta série documental seguem os altos e baixos da equipe de cheerleaders da Universidade Navarro, que treina para conquistar um cobiçado título nacional.
Sinopse: Sheila (Drew Barrymore) e Joel (Timothy Olyphant) são dois corretores de imóveis que compartilham muito mais do que a mesma profissão. Casados e com uma filha adolescente, eles estão descontentes com a vida que levam em Santa Clarita, no subúrbio de Los Angeles. O destino deles começa a mudar quando Sheila passa por uma mudança radical.
Sinopse: Barbie, personagens de Star Wars, He-Man, naves espaciais e tanques de guerra fizeram a cabeça de muitas crianças na infância. Agora, os criadores desses brinquedos discutem o sucesso e, às vezes, o fracasso dessas criações que giraram um mercado bilionário.
Sinopse: A cartunista Laerte passou quase 60 anos se expressando e sendo identificada como homem, até que decidiu revelar sua identidade de mulher transexual. Uma das artistas mais reconhecidas do Brasil, Laerte teve três filhos e passou por três casamentos.
(DES)ENCANTO
Sinopse: Bean é uma princesa alcoólatra que vive no reino mágico da Terra dos Sonhos ao lado de Luci, seu demônio pessoal, e de Elfo, seu melhor amigo. Além dos problemas com a bebida, essa jovem da realeza está disposta, juntamente com sua turminha, a viver as mais inusitadas aventuras, nem que para isso tenha que encarar terríveis ogros ou tolos humanos.
Sinopse: A batalha por Ostia, uma cidade litorânea perto da Itália, está prestes a começar. Tudo começa quando um gângster promete transformar o local na nova Las Vegas. Agora, máfias, políticos e famílias poderosas entram na disputa por esse paraíso dos cassinos.
Sinopse: Carolina (Alejandra Onieva) e Eva (Ivana Baquero) são duas irmãs que partem da Espanha rumo ao Rio de Janeiro em um navio transatlântico à procura de um futuro melhor. Na mesma viagem, está presente o oficial Nicolás Salas (Jon Kortajarena), um homem que surge na hora e no lugar errados.
Pouco depois do início das gravações da 2ª temporada, a Amazon Studios anunciou através do Twitter a escalação de oito novos membros ao elenco do próximo ciclo.
Os novos episódios ainda não têm previsão de lançamento.
Parte drama de sobrevivência, parte festa do pijama distópica, The Wilds segue um grupo de meninas adolescentes de diferentes origens que devem lutar pela sobrevivência depois que um acidente de avião as deixa em uma ilha deserta. As garotas brigam e se unem enquanto aprendem mais umas sobre as outras, os segredos que guardam e os traumas que todas enfrentaram. Há apenas uma reviravolta neste drama emocionante… Essas meninas não acabaram nesta ilha por acidente.
O aguardado ‘Ghostbusters: Mais Além‘ ganhou duas novas imagens oficiais, divulgadas com exclusividade pela revista Empire.
Confira:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de novembro.
Além de dirigir, Jason Reitman também ajudou a escrever o roteiro em parceria com Gil Kenan (‘Poltergeist’).
Na trama, uma mãe solteira e seus dois filhos chegam em uma cidade pequena e começam a descobrir sua conexão com os caça-fantasmas originais, além do legado secreto que seu avô deixou para trás.
A história é centrada em um pai desesperado com o iminente casamento de sua filha, contada pelo prisma de múltiplos relacionamentos dentro de uma família grande e cubano-americana.
O cineasta tem sido uma força importante na indústria cinematográfica mexicana, criando a série original da Netflix ‘Club de Cuervos‘.
Vale relembrar que o primeiro ‘O Pai da Noiva‘ foi lançado em 1991, e traz a história de Banks, um pai de família de bem com a vida que surta ao receber que sua filha Annie vai casar em três meses. Banhado por ciúmes, George cria inúmeras confusões com medo de perder sua “filhinha” para sempre.
Apesar do sucesso de bilheteria do primeiro filme, ‘O Pai da Noiva 2‘ foi alvo de inúmeras críticas e de uma baixíssima bilheteria.
Através das redes sociais, o showrunner, criador, diretor e roteirista Mike Flanaganrevelou que as gravações de ‘A Queda da Casa de Usher’, sua nova série baseada nos contos do lendário escritor Edgar Allan Poe, finalmente chegaram ao fim.
Na postagem, Flanagan escreveu: “alguns minutos atrás, terminamos as gravações de ‘A Queda da Casa de Usher’, finalizando um capítulo gigantesco da minha vida. Eu tenho trabalhado em Vancouver quase sem parar desde ‘A Maldição da Mansão Bly’, em 2019. Fizemos quatro séries em três anos, tirando uma breve pausa por causa [da pandemia] de COVID-19″.
A few minutes ago we wrapped production on THE FALL OF THE HOUSE OF USHER, closing a huge chapter of my life. I’ve worked in Vancouver almost nonstop since BLY MANOR in 2019. We made 4 series in 3 years, only taking a short break for the COVID lockdown in early 2020.
Em entrevista ao SlashFilm, o astro Henry Thomas revelou alguns detalhes sobre a aguardada e ambiciosa série e comentou sobre qual será a abordagem adotada por Flanagan.
“As três coisas sobre o que estamos falando, que são ‘A Maldição da Residência Hill’, ‘A Maldição da Mansão Bly’ e ‘A Queda da Casa de Usher’, todas são minisséries baseadas em obras literárias de um autor”, ele disse. “Shirley Jackson para ‘Residência Hill’, Henry James e seus contos para ‘Mansão Bly’ e, para ‘Casa de Usher’, são trabalhos compilados de Edgar Allan Poe, contados a partir da perspectiva de ‘A Queda da Casa de Usher’“.
Thomas continua: “então, cada um dos episódios funciona como um, ou dois, ou um conglomerado de histórias de Edgar Allan Poe. Os vários personagens são baseados em personagens diferentes. Mas, sim, será muito divertido e uma comédia bastante ácida, e creio que será algo que o público realmente vai adorar”.
Em entrevista ao The Boo Crew Podcast, Flanagan revelou que a série será extremamente sangrenta.
“Muitas das minhas produções têm um ritmo lento, mas ‘A Queda da Casa de Usher’ será como uma explosão. Será uma série agressiva, exagerada, violenta, insana e diferente de tudo o que eu já fiz. Nós queremos litros de sangue escorrendo pela tela desde o começo. Esse é o novo objetivo. É a nossa chance de criar algo insano. Todo o catálogo do Edgar Allan Poe está em domínio público. Podemos escolher o que quisermos e criar nossa própria visão. Será uma jornada intensa depois de cinco anos muito emocionais. Será muito divertido.”
Ele completa, “Nós começaremos a filmar em janeiro. Eles irão anunciar o elenco em breve. O elenco é incrível.”
Apesar de detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, o conto titular foi publicado originalmente em 1893 e analisa temas como loucura, família, isolação e identidades metafísicas. A história acompanha um narrador sem nome que viaja para a Casa de Usher em um “dia sombrio, sem som e monótono”. A casa, pertencente a um amigo de infância chamado Roderick Usher, é misteriosa e arrepiante – e o narrador percebe que a casa absorveu um mal inenarrável e uma atmosfera doentia de tudo o que a cerca.
Thomas, T’Nia Miller, Kyleigh Curran, Samantha Sloyan, Rahul Kohli, Sauriyan Sapkota, Zach Gilford, Michael Trucco, Paola Núñez,Katie Parker, Malcolm Goodwin, Crystal Balint, Aya Furukawa, Daniel Jun, Matt Biedel, Ruth Codd, Annabeth Gish, Robert Longstreet, Kate Siegel, Willa Fitzgerald e Bruce Greenwood completam o elenco.
Flanagan também entra como produtor executivo ao lado de Trevor Macy, Emmy Grinwis e Michael Fimognari. Ele também dirige quatro episódios da série, enquanto Fimognari fica responsável pelos outros quatro.
O Prime Video divulgou o teaser trailer oficial da 2ª e última temporada de ‘Hunters’.
Os novos episódios estreiam no dia 13 de janeiro de 2023.
Confira:
Sobre o última temporada, o criador David Weil revelou que deseja reparar a frustração por Adolf Hitler nunca ter respondido pelos seus crimes contra a humanidade: “‘Hunters’ é uma série sobre catarse, sobre empoderamento e sobre a realização de desejos para crianças judias como eu, que cresceram querendo recuperar o poder. Eu espero que a segunda temporada seja a conclusão que merecemos.”
Vale lembrar que Udo Kier (‘The Kingdom’) interpretará Hitler na segunda temporada.
A série tem produção executiva de Jordan Peele (‘Corra!‘ e ‘Nós‘).
A trama segue um grupo diversificado de caçadores de nazistas em 1977, na cidade de Nova York. Os Caçadores, como são conhecidos, descobriram que centenas de oficiais nazistas de alto escalão estão vivendo entre nós e conspirando para criar um Quarto Reich nos EUA. A equipe eclética dos Caçadores partirá em uma sangrenta busca para levar os nazistas à justiça e frustrar seus novos planos genocidas.
Atwood é uma colaboradora de longa data do diretor Tim Burton, tendo trabalhado ao lado dele em produções como ‘Marte Ataca!’, ‘Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet’, ‘Edward Mãos de Tesoura’, ‘Alice no País das Maravilhas’ e ‘Dumbo’. Recentemente, ela colaborou com Burton na adorada série ‘Wandinha’, estrelada por Jenna Ortega.
Atwood é uma respeitada figurinista no cenário do entretenimento e já levou para casa quatro estatuetas do Oscar, por seu memorável trabalho nas obras ‘Chicago’, ‘Memórias de uma Gueixa’, ‘Alice no País das Maravilhas’ e ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’.
Lembrando que Michael Keaton retornará como o icônico Bettlejuice ao lado de Winona Ryder e Catherine O’Hara.
Ortega (‘Pânico’) interpretará a filha da Lydia Deetz, personagem da Ryder no longa original. O elenco ainda contará com Justin Theroux, Monica Bellucci e Willem Dafoe.
O novo filme estreará oficialmente no dia 6 de setembro de 2024 – 36 anos após o lançamento do longa original.
A produção será lançada no final de semana estendido do Dia do Trabalho – um feriado lucrativo para o estúdio e filmes do gênero. Neste mesmo período, a Warner Bros. já lançou a duologia ‘It: A Coisa‘ (US$1.17B) e ‘A Freira‘ (US$365.5M).
Em 2023, o estúdio irá apostar na sequência ‘A Freira 2‘ para este feriado.
Anteriormente, Burton havia comentado sobre o projeto: “Só sei se estou fazendo um filme quando estou no set filmando. Tento voltar à raiz de tudo. Brota de uma semente e depois cresce, e não dessas declarações. Estou trabalhando em ideias e coisas, mas é tudo muito cedo. Vamos ver como vai ser. Que tal essa resposta sem resposta?”
Lançado em 1988, o filme original acompanha a vida após a morte do casal Adam (Alec Baldwin) e Bárbara (Geena Davis), que sofrem um acidente de carro e ficam presos em sua casa de campo como fantasmas, assombrando-a.
Quando uma família rica e arrogante compra a propriedade, o casal faz de tudo para expulsá-los com a ajuda de uma assombração conhecida como Beteugeuse (Keaton).
A produção estreará oficialmente no dia 14 de novembro.
Corrin dará vida a Darby Hart, uma detetive amadora da Geração Z, que tenta resolver um assassinato em um retiro isolado.
Confira as imagens oficiais:
Brit Marling (‘The OA’) também participará o elenco, além de ser responsável pelo roteiro e direção da produção ao lado de Zal Batmanglij.
Na trama…
“Darby e 11 outros hóspedes são convidados por um bilionário recluso para participar de um jogo. Quando um dos convidados é encontrado morto, Darby deve lutar para provar que se trata de um assassinato antes que o assassino ataque novamente.”
Nos últimos dias, a aguardada e ambiciosa adaptação de ‘Fallout’ finalmente chegou ao catálogo do Prime Video e, em pouco tempo, conquistou a crítica e os assinantes da plataforma de streaming ao redor do mundo – principalmente por se consagrar como uma ótima homenagem ao cânone arquitetado por Tim Cain.
A trama nos leva para um futuro pós-apocalíptico em que os sobreviventes de uma guerra nuclear que destruiu o planeta se escondem em Refúgios subterrâneos até que a Terra volte a condições mínimas para ser reabitada. Entretanto, o que eles não contavam era com os perigos que ainda existiam no mundo da superfície – desde criaturas conhecidas como necróticos, outrora pessoas que sofreram com os problemas da radiação e, em pouco tempo, transformaram-se em carcaças impulsivas e mortais; monstros mutantes que esperam o momento certo para atacar; e, é claro, facções criminosas que espalham-se pelos escombros do mundo e digladiam pelo controle do que sobrou da “sociedade”.
Contando com nomes como Ella Purnell, Aaron Moten, Walton Goggins e outros no elenco, a trama não é apenas uma celebração de uma das maiores franquias de game da contemporaneidade, mas explora o que acontece quando o indivíduo é levado ao limite em situações de pura barbárie e desolação – e é claro que a narrativa, funcionando como uma história única dentro desse cosmos retrofuturista, viria acompanhada de uma forte reviravolta para nos preparar a um possível segundo ciclo.
Uma das grandes perguntas envolve a verdadeira identidade do pai de Lucy MacLean (Purnell), Hank (Kyle MacLachlan), o supervisor do gigantesco bunker, após ele ser raptado pela rebelde Lee Moldaver (Sarita Choudhury). Ao longo dos episódios, somos levados a acreditar que Moldaver é a verdadeira antagonista e que ela possui algum plano maquiavélico para invadir os outros Refúgios, forçando Hank a trabalhar sob suas vontades condenáveis. Mas, como vemos no capítulo de encerramento da temporada, nem tudo é o que parece ser.
Assim que Lucy consegue encontrar o “esconderijo” de Moldaver em Shady Sands, uma das áreas mais devastadas dos Ermos, ela revela que Hank, na verdade, não nasceu nos Refúgios assim como Lucy e o irmão. Na verdade, o supervisor está vivo há alguns séculos (desde que as bombas atômicas foram lançadas) e que foi congelada em uma câmara de criogênio para ser reanimado e ser responsável por um dos abrigos antirradioativos. E isso não é tudo: ao perceber que o marido estava escondendo alguma coisa, Rose MacLean (Elle Vertes) resolveu fugir com Lucy e seu filho caçula, Norm (Moisés Arias) para Shady Sands – uma espécie de paraíso em meio à devastação que foi fundado pela República da Nova Califórnia, uma das facções formadas após o primeiro evento apocalíptico-nuclear.
Como vemos no sexto episódio da série, Shady Sands se tornou capital da RNC em 2198. Logo, era apenas questão de tempo até que se firmasse como uma das forças-motrizes dos principais acontecimentos de ‘Fallout’ – incluindo a ida de Rose, Lucy e Norm à cidade. Rose, inclusive, descobriu que Hank não era apenas o líder do Refúgio em que moravam, mas ficava responsável por acompanhar, de perto, uma profunda experiência social que tinha como base a meritocracia, comandando seus moradores como ratos de laboratórios para um bem-maior. Não é surpresa que elas tenham fugido juntas para uma efêmera liberdade – que, em 2277, chegou ao fim quando Hank deu aval para um ataque nuclear a Shady Sands, temendo perder os filhos para sempre e deixando que a esposa se tornasse uma das necróticas.
A verdade é que Hank sempre esteve a par do que estava acontecendo. Sendo um dos funcionários da Vault-Tec, organização que ficou responsável pela construção dos Refúgios, ele, assim como os outros membros que foram criogenados, tinham a função de conquistar o que restou dos Estados Unidos após os ataques nucleares à par da controversa índole da corporação. Em contraposição, Moldaver lançou-se a uma ofensiva ao lado de seus seguidores para não apenas capturar Hank, como colocar as mãos de volta em um aparelho de fusão fria que a ajudaria a recuperar Shady Sands à sua glória original.
Eventualmente, Lucy se recusa a aceitar o pai de volta, compelindo-o a roubar uma das armaduras da Irmandade do Aço (a mesma usada pelo personagem de Moten, Maximus) e fugir para a Nova Vegas, enquanto a protagonista une-se com Cooper Howard (Goggins), necrótico que ainda possui todas as faculdades mentais intactas e jurou vingança contra a Vault-Tec e seus asseclas, para encontrar a família que perdeu tantos anos atrás. Moldaver, por sua vez, acaba falecendo, mas não antes de trazer o “poder ilimitado” a Shady Sands e, com sorte, ajudá-la a prosperar novamente.
‘Feios’, adaptação da famosa saga sci-fi jovem-adulta que é estrelada por Joey King, já está disponível no catálogo da Netflix– e, agora, foi divulgado um vídeo promocional inédito nos levando aos bastidores da produção.
Em um mundo futurista que impõe cirurgias plásticas aos 16 anos, Tally está ansiosa para passar pelo processo e juntar-se ao resto da sociedade. Até que uma amiga foge, e Tally embarca em uma jornada para salvá-la, subvertendo tudo o que ela pensava que queria.
O filme é baseado na saga homônima assinada por Scott Westerfeld e é dirigido por McG.
‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, série histórica baseada no clássico da literatura homônimo assinado por James Clavell, se tornou uma das melhores produções dos últimos anos – e fez bonito durante a cerimônia de vencedores da 31ª edição do Emmy Awards.
Anna Sawai conquistou a condecoração de Melhor Atriz em Série de Drama por sua espetacular performance.
Lembrando que a atração já foi renovada para a 2ª e a 3ª temporadas.
‘Xógum’ se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimiô astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que deve provar seu valor e sua lealdade .
A obra conquistou nada menos que 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseada em 132 críticas.
Confira os principais comentários:
“As sequências de ação e batalha são absolutamente impressionantes, repletas de violência brutal e reviravoltas de tirar o fôlego” – Primetimer.
“Com um elenco bem atuado de personagens coloridos, cenários inesquecíveis e um enredo político emocionante, ‘Xógum’ é um dos primeiros candidatos a melhor nova série de 2024″ – That Shelf.
“‘Xógum’ é um drama adulto rico, texturizado e até sensível que sabe como encontrar o equilíbrio tênue entre espetáculo e espetacular” – Inverse.
“‘Xógum’ deveria ser algo prioritário, pois nos deslumbra com intriga política, cultura e uma intensidade que reúne tudo muito bem” – Screen Rant.
“A série é mais do que outro drama histórico elegantemente encenado, usando três perspectivas distintas para transformá-la em uma reflexão sobre a vida e a morte” – Slant Magazine.
A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.
Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.
Foi divulgado um teaser inédito de ‘Washington Black’, nova minissérie original do Disney+.
A produção chega à plataforma de streaming no dia 23 de julho.
Confira, junto ao trailer completo:
A série foi criada por Selwyn Seyfu Hinds e baseada no romance homônimo de Esi Edugyan.
A trama nos leva ao século XIX e acompanha as aventuras de George Washington “Wash” Black, um garoto de 11 anos de uma plantação de açúcar em Barbados que precisa fugir depois que uma morte horrível ameaça virar sua vida de cabeça para baixo.
A notícia veio acompanhada de um vídeo promocional em que o autor da novela e do livro original, Raphael Montes, anuncia a renovação do projeto.
Confira:
Depois de muitas fofocas e rumores, viemos esclarecer que… É REAL! A segunda temporada de #BelezaFatal está confirmada na HBO Max, my love! 💅 pic.twitter.com/eGaFMxYikS
Sofia (Queiroz) vê a vida desmoronar após a mãe, Cléo (Vanessa Giácomo), ser presa injustamente por um crime que não cometeu. Acusada por sua prima, Lola (Pitanga), Sofia é acolhida pela família Paixão, liderada por Elvira (Antonelli). Juntas, elas lutam por justiça contra Lola e Benjamín Argento, herdeiro de um império de beleza.
O Apple TV divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘Last Seen’, novo drama estrelado pelo vencedor do Gotham Award Patrick Brammall (‘O Diabo Veste Prada 2’).
A produção tem estreia marcada para o dia 9 de setembro na plataforma de streaming, com a exibição dos dois primeiros episódios. O restante dos capítulos será exibido em caráter semanal até 7 de outubro.
Confira:
A police dispatcher intercepts a distress call he believes to be his missing daughter.
Gotham Award winner Patrick Brammall stars in #LastSeen.
A série é baseada no romance ‘The Dispatcher’, de Ryan David Jahn.
Na trama…
A vida do detetive Ian Ridley (Brammall) desmoronou há 11 anos, quando sua filha, Maggie, desapareceu sem deixar rastro. Agora trabalhando como despachante da polícia, a única coisa que o mantém firme é sua recusa implacável em aceitar que ela possa ter ido embora para sempre. Quando recebe um pedido de socorro de uma adolescente que ele tem certeza ser Maggie, ele fará de tudo para encontrá-la e reunir sua família despedaçada, custe o que custar.
De acordo com o Cinema Blend, ‘Vingadores: Ultimato’ continua em cartaz em 110 cinemas dos EUA e já atingiu uma bilheteria de US$ 2.796.247.239, cerca de US$ 7 milhões a mais que ‘Avatar’.
É de se esperar que o filme continue arrecadando, já que ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ permaneceu em cartaz por quase um ano.
Apesar de um crescimento lento depois de bater o recorde de ‘Avatar‘, é impressionante que a adaptação dos irmãos Joe eAnthony Russo continue atraindo espectadores.
Assista a nossa crítica sobre o filme:
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
Depois de trabalhar em ‘Sense 8‘ para a Netflix em 2015, a diretora Lilly Wachowski (‘Matrix’) decidiu abandonar Hollywood e as produções cinematográficas sem dar explicações.
Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, ela foi questionada sobre o assunto e decidiu revelar o motivo de uma vez por todas.
“Ainda tenho vontade de retornar [ao mundo do cinema]. Mas estou ressentida porque sinto que desperdicei tempo e criatividade. Quando eu entrei no ramo, eu tinha liberdade para fazer as coisas como eu gostaria. Era o auge do cinema. Agora os cineastas precisam obedecer executivos, patrocinadores e publicitários.”
A cineasta disse que ficou cada vez mais insuportável trabalhar ouvindo conselhos de quem prioriza o lucro em vez da arte.
“No fim das contas, eu não podia trabalhar de forma artística porque todas esses executivos começaram a ganhar cada vez mais influência na indústria. Em pouco tempo, eles apareciam ao seu lado no set, atrás das câmeras, e principalmente nas reuniões criativas. Depois disso, comecei a me sentir pressionada a criar com base em interesses que não eram os meus. Cheguei ao meu limite e tive que sair.”
Infelizmente, Lilly não estará retornando para a direção de ‘Matrix 4‘, mas a sequência está em boas mãos com sua irmã Lana, co-diretora da trilogia.
Anteriormente, a Variety divulgou que a Warner Bros está planejando retomar a produção da sequência a partir de 06 de julho, caso a pandemia do Coronavírus esteja mais controlada até lá.
Como diversos países da Europa estão afrouxando as ordens de isolamento social, o estúdio já está se preparando para uma possível abertura dos sets de gravação em Berlim, na Alemanha.
Antes da produção ser interrompida, o elenco já estava gravando na capital, mas as cenas não foram concluídas em respeito às medidas de proteção determinadas pelo governo local.
Até o momento, não se sabe em que estágio estavam as gravações e maiores detalhes não foram revelados, mas as atualizações devem ser divulgadas até o fim de junho.
Lembrando que ‘Matrix 4‘ tem previsão de estreia para 21 de maio de 2021.
Foi dito que a presença de Neo e Trinity em ‘Matrix 4‘ será apenas uma forma de Keanu Reevese Carrie-Anne Moss passarem a tocha para a próxima geração de atores.
Além disso, os astros originais não devem retornar depois da sequência.
Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:
“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.
‘Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.
Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.
Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.
Parece que os fãs do Superman ainda não estão conseguindo aceitar o fato de que a Warner Bros está investindo em um novo filme do herói sem a presença de Henry Cavill.
E, pelo visto, o diretorZack Snyder também resolveu alfinetar o estúdio em uma recente publicação em seu perfil do Vero.
No post, ele compartilhou uma nova imagem promocional do Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘, dizendo que Cavill é “o nosso Superman”… Sugerindo que o astro é o único Homem de Aço para ele e para os fãs.
Para os desavisados, pode ser apenas uma simples legenda, mas os fãs mais devoto de Snyder sabem que o cineasta utiliza o Vero para expressar suas críticas à Warner há um bom tempo.
E como foi ele quem escolheu Cavill a dedo para interpretar herói, não é difícil enxergar a frase como um atestado de decepção contra a decisão da Warner.
A imagem traz o Superman em uma pose messiânica no centro de alguns elementos marcantes de sua jornada desde ‘Homem de Aço‘ (2013) até a nova versão de ‘Liga da Justiça‘.
Confira:
“A jornada do herói do nosso Superman… Veja mais dessas incríveis artes no IGN Fan Fest.”
Há alguns dias, diversos alguns internautas apoiaram a ideia de trazer Clark Kent e o novo Superman ao mesmo tempo no DCEU.
Da mesma forma que diversas versões do Batman (Robert Pattinson, Ben Affleck e Michael Keaton), do Coringa (Joaquin Phoenix e Jared Leto) e do Flash (Ezra Miller e Grant Gustin) podem coexistir, os fãs acreditam que isso também pode se aplicar ao Superman.
Confira as reações:
gostaria que continuassem com dois universos de superman, assim como aparentemente será ben affleck e robert pattinson. seria massa dms, a continuação do henry e ainda com o nosso desconhecido e novo ator do superman.
Teremos 3 #Batman nos cinemas (Pattinson, Keaton e Affleck), qual o problema de termos dois #Superman nos cinemas também? Vocês parem de protestar coisa mascarando racismo, hein?
“Se podemos ter três filmes do Batman ao mesmo tempo com Robert Pattinson, Michael Keaton e Ben Affleck, então podemos com certeza ter Henry Cavill e outro filme Superman ao lado dele.”
If we can have 3 movie Batmen at once with Robert Pattinson, Michael Keaton, and Ben Affleck, then we can sure as hell have Henry Cavill and another movie Superman standing alongside him. pic.twitter.com/UntWQZ40VB
A Warner pode muito bem fazer um filme com dois Superman colocando o Henry Cavil e o M.B. Jordan ! Mas cortar o Henry sabendo dos fandom vem pedindo um MOS 2 há anos é um tiro no pé!
gente, não precisa ser um OU outro. Podem ser os dois. Na animação reinado do superman não temos só 1, como temos 6 superman’s.
E será introduzida a Supergirl, quem sabe venham outros kryptonianos sobreviventes também. Teríamos o Kallel, a Kara e o Calvin. https://t.co/GRZwiCeG8V
Lembrando que o novo filme será produzido por J.J. Abrams.
Há anos a Warner vem conversando com o ator Michael B. Jordan (‘Creed’) para que ele assuma o traje que será deixado por Henry Cavill.
“Há uma história nova, poderosa e comovente do Superman ainda a ser contada. Não poderíamos estar mais entusiasmados em trabalhar com o brilhante roteirista Ta-Nehisi Coates para ajudar a levar essa história para a tela grande e estamos muito gratos à equipe da Warner Bros. pela oportunidade ”, disse JJ Abrams.
“Ser convidado para o DC Extended Universe pela Warner Bros., DC Films e Bad Robot é uma honra”, disse Coates em um comunicado ao site Shadow and Act , um site dedicado à diáspora africana nas artes. “Estou ansioso para adicionar de forma significativa ao legado do herói mítico mais icônico da América.”
Apesar das negociações, o ator avisou ao estúdio que ele só toparia se comprometer ao papel de Superman caso ele percebesse o real comprometimento do próprio estúdio ao personagem.
Em entrevista à apresentadora Oprah Winfrey, Jordan revelou qual versão do Homem de Aço gostaria de viver nos cinemas.
Ele disse que preferiria dar vida a Calvin Ellis (o Superman da Terra-23) a interpretar Clark Kent:
“É complicado. Eu odeio ser um empresário e entender ambos os lados da situação. Há uma enorme vantagem dentro disso, mas estar sob esse microscópio e ser comparado com tantas versões diferentes do Superman… Eu gostaria de fazer algo original. Eu seria Calvin Ellis. Há outro Superman da Terra-23. Uma versão […] em outra dimensão que é negro nos quadrinhos… Isso existe.”
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