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‘Amor, Sublime Amor’: Remake de Steven Spielberg ganha novo teaser trailer LEGENDADO; Confira!

20th Century Studios Brasil divulgou um novo teaser trailer legendado do vindouro remake de Amor, Sublime Amor (‘West Side Story’), comandado por Steven Spielberg.

Confira:

Lembrando que a nova versão do longa chegará aos cinemas no dia 10 de dezembro de 2021.

Amor, Sublime Amor‘ se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria dos Sharks, tudo inspirado em outro clássico, ‘Romeu e Julieta’ de Shakespeare.

O longa é protagonizado por Ansel Elgort (A Culpa é das Estrelas) e a estreante Rachel Zegler, nos papéis de Tony e Maria, respectivamente.

O roteiro fica por conta do premiado Tony Kushner, indicado ao Oscar e ganhador do Prêmio Pulitzer. Leonard Bernstein, Stephen Sondheim e Jerome Robbins cuidam da música, das letras e da coreografia. 

‘The Witcher: A Origem’: Michelle Yeoh, Sophia Brown e mais estampam as imagens oficiais da série derivada; Confira!

Depois do teaser, a Netflix divulgou novas imagens oficiais da série derivada ‘The Witcher: A Origem‘ (The Witcher: Blood Origin).

Com lançamento programado para 2022, a nova série contará com seis episódios.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

 

O elenco contará com Laurence O’Fuarain (Fjall), Sophia Brown (Éile), Michelle Yeoh (Scían), Lenny Henry (Balor) Jacob Collins Levy (Eredin, Rei da Caçada Selvagem), Mirren Mack (Merwyn), Lizzie Annis (Zacaré), Huw Novelli (Callan “Brother Death”), Francesca Mills (Meldof), Amy Murray (Fenrik), Nathaniel Curtis (Brían), Zach Wyatt (Syndril) e Dylan Moran (Uthrok One-Nut).

Sarah O’Gorman (‘The Last Kingdom’) e Vicky Jewson (‘Born of War’) serão responsáveis pela direção dos episódios.

A produção será ambientada em um mundo elfo, 1200 anos antes dos eventos protagonizados por Geralt de Rivia (Henry Cavill) – e mostrará a criação do primeiro Bruxo.

Blood Origin contará uma história perdida no tempo – a origem do primeiro Bruxo, e os eventos que levaram à crucial conjunção das esferas, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só.”

Andrzej Sapkowski, autor dos livros, servirá como consultor criativo da série.

‘Trem-Bala’: Diretor revela que Lady Gaga abandonou o projeto para participar de ‘Casa Gucci’

Em uma recente entrevista à Entertainment Weekly, o diretor David Leitch revelou que a atriz e cantora Lady Gaga abandonou o elenco de Trem-Bala, seu próximo filme, para trabalhar no recente drama criminal ‘Casa Gucci’, de Ridley Scott.

“Tudo se resumiu ao seu cronograma com o filme de Ridley [Scott]”, ele explicou. “Houve breves discussões e, então, não iria funcionar porque ela estava se preparando para o filme de Ridley, [Casa] Gucci. Eles começaram a rodar pouco antes de nós e realmente não funcionou”.

Apesar da recepção mista, Gaga recebeu aplausos por parte da crítica e do público, conquistando prêmios por sua performance como Patrizia Reggiani, bem como indicações ao BAFTA, ao Globo de Ouro, ao Critics’ Choice e ao SAG Awards.

Lembrando que a Sony Pictures adiou a estreia de Trem-Bala pela terceira vez nos Estados Unidos, mudando o lançamento de julho de 2022 para 05 de agosto deste ano.

Baseada no livro Maria Beetle de Kotaro Isaka, a trama acompanha “cinco assassinos que se encontram em um trem-bala em movimento indo de Tóquio a Morioka, com apenas algumas paradas durante a viagem. Eles descobrem que suas missões não estão relacionadas entre si, mas a questão é: quem conseguirá sair do trem com vida e o que os espera na estação final?”.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco também conta com Sandra Bullock, Joey King, Andrew Koji, Brian Tyree HenryMichael ShannonAaron Taylor-Johnson, Hiroyuki Sanada, Sandra Bullock e o cantor Bad Bunny.

‘O Príncipe Dragão’: 4ª temporada da aclamada animação ganha trailer INCRÍVEL e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial da 4ª temporada da aclamada animação O Príncipe Dragão, subtitulada ‘Mistério de Aaravos’.

Além disso, foi revelado que os novos episódios chegam à plataforma de streaming no dia 03 de novembro.

Confira:

Em entrevista ao ComicBook.com no ano passado, os criadores Aaron EhaszJustin Richmond falaram sobre o que podemos esperar da próxima temporada.

“Direi isso: não seria ótimo se retornar um ovo para uma mãe que perdeu o ovo ou retornar um bebê dragão trouxesse paz mundial? Não seria ótimo? Bom, é um passo na direção certa, mas os conflitos e as complicações de Xadia são progundas, e acho que podemos especular sobre personagens diferentes que têm níveis diferentes de idealismo e acreditam que a mudança deve aparecer rapidamente”, disse Ehasz.

Ele continuou: “e acredito que os temas são os mesmos. Acho que as esperanças e os sonhos de nossos personagens são os mesmos, mas o mundo vai se revelar mais complicado do que se mostrou nas primeiras três temporadas”.

Lembrando que a série já foi renovada até a 7ª temporada.

O Príncipe Dragão foi criado por Aaron Ehasz e Justin Richmond, roteiristas de Avatar: A Lenda de Aang.

Xadia e o reino dos humanos estão em pé de guerra. Será que Callum, Ezran e Rayla conseguirão vencer a magia negra e restaurar a paz no mundo? 

As três primeiras temporadas já estão disponíveis no serviço de streaming!

Pose | Os 5 anos de uma das melhores e mais importantes séries do século

Assim que Ryan Murphy conseguiu construir seu nome na indústria televisiva, utilizou de seus privilégios para dar voz às minorias sociais. Não é nenhuma surpresa que em suas séries, incluindo Glee e American Horror Story, apareçam inúmeros personagens descontruídos e livres de preceitos do entretenimento, com arcos dramáticos complexos e críveis em detrimento dos estereótipos tão conhecidos e condenáveis. Porém, não foi até 2018 que o showrunner abraçou o seu projeto mais ambicioso, ambientado na conturbada década de 1980 nos gueto da metrópole nova-iorquina, colocando em voga todos os tabus e as culturas que se multiplicavam nos escuros becos da marginalização.

Pose, antes de mais nada, é uma série essencial. Não apenas como produto audiovisual, mas também como uma aula de História didática que visa desmantelar a visão reacionária que até hoje acompanha a comunidade LGBTQIA+ e os estigmas sem fundamentos que seus membros são obrigados a carregar. Ao lado de Steve Canals e de seu companheiro usual Brad Falchuck, Murphy ousa mais uma vez dar a cara a tapa em meio à emergência de uma época retrógrada, desmistificando o cosmos em questão e dando mais voz a essa luta contínua: o ano é 1987; o cenário são os ballrooms do Brooklyn; o protagonismo é claro, mas a ênfase recais sobre as personagens transgêneros e sua exclusão até mesmo dentro do grupo ao qual pertencem. Voguingglamourfashion vão de encontro à crescente epidemia do HIV e da AIDS, aos movimentos de repulsa, ao forçoso mergulho no mundo da prostituição – e o resultado é uma via de mão dupla emocionante e extremamente empoderada.

O que sabemos da cultura dos bailes noturnos é meramente documental. Paris is Burning conseguiu nos fornecer uma perspectiva nova, partindo de dentro das lendárias famílias de drag queens que povoavam as festas semanais, mostrando que a arte não era apenas uma forma de expressão, como também um reforço para sua própria existência. A série mergulha ainda mais profundamente nessa ambiência e já começa nos levando para uma sequência hilária, na qual uma das mothers (as mães responsáveis por cuidar de uma pequena família de LGBTs expulsos de casa), a famosa Elektra Abundance (Dominique Jackson), arquiteta um plano para roubar os trajes históricos de um museu e usá-los em uma das apresentações. Murphy, ficando responsável pela direção de vários episódios, faz um ótimo uso de seus maneirismos, incluindo os longos planos, os cortes propositalmente bruscos e os enquadramentos holandeses que parecem criar um universo à parte.

Eventualmente, uma das filhas de Elektra, Blanca (Mj Rodriguez) se cansa do autoritarismo da mãe e decide sair do grupo, desejando provar sua capacidade de formar uma casa própria e vencê-las em todos os desafios do ball, construindo seu nome dentro da cena drag. O roteiro não poupa explicitações e mistura diálogos ácidos com jargões próprios da comunidade – inclusive, convido vocês a procurarem essas gírias. Com a compreensão, os episódios ficam ainda mais deliciosos de serem aproveitados -, mostrando que a irmandade também encontra obstáculos quando o assunto é vencer. Blanca e Elektra representam forças opostas que, conforme a trama principal se desenrola, mostram ser parte de uma mesma causa, encontrando uma convergência ideológica de tirar o fôlego.

Aqui não há espaço para suprimir assuntos de grande importância. As festividades funcionam como os poucos momentos em que os protagonistas fogem da cruel sociedade em que são obrigados a viver e encontrar os holofotes, sentindo-se pertencentes a alguma coisa. Entretanto, a vida real volta a encontrá-los. As subtramas são incontáveis, mas não pecam em saturação – muito pelo contrário: cada um tem seu momento de glória, seu espaço para ser ouvido. Temos, por exemplo, o caso “romântico” entre Angel (Indya Moore) e Stan (Evan Peters), denunciando o falso moralismo das famílias tradicionais norte-americanas e dando espaço para a criação de laços que existiam naquela época, mas eram ofuscados pela compulsória segregação; a luta pela autoaceitação de Damon (Ryan Jamaal Swain), expulso de casa aos dezessete anos, acolhido por Blanca e agora buscando o sonho de se tornar um bailarino profissional; as rixas e as traições entre Lil Papi (Angel Bismark Curiel) e Lemar (Jason A. Rodriguez).

Não há uma história a ser contada. Existem várias. Infinitas. Não é à toa que são as narrativas partem daqueles que têm voz para contá-las – aliás, esta é a série com maior números de transgêneros protagonistas de todos os tempos em uma produção audiovisual. Eles estão ali para colocar em cena o que foi apagado e estigmatizado com o tempo, livrando-se de amarras distorcidas para um bem maior. E é justamente por isso que a trama a mais conversar conosco resida na construção do apresentador e estilista-amador Pray Tell (Billy Porter). Além de manter uma atmosfera de competição semana após semana, ele lida com o namorado à beira da morte devido a todos os químicos que toma, bem como aceitar o recente diagnóstico de HIV. Ao lado de Blanca, os dois criam mágica em cada uma da sequências que estrelam, trazendo como pauta tudo o que a comunidade sofria naquela época – e ainda sofre.

Não é apenas nesse escopo que a série brilha: ao lado de um time extremamente competente, os criadores fazem questão de mostrar os dois lados da moeda. A paleta de cores vibrantes, chamativa, perscrutada pelos chiffons esvoaçantes e saltos altos, entra em choque constante quando posta lado ao lado à vida real, mecânica, desbotada, movida pelo cinza e pelo cobre. Até mesmo as emoções parecem se perder no dia a dia, engolfadas pela necessidade de seguir os padrões impostos e reencontrando um momento para respirar conforme a noite cai: até mesmo o uso das luzes neon difusas contribui para deixar claro que há muito mais do que nossos olhos podem ver.

Pose’ é o tapa na cara da sociedade, e os motivos não se resumem apenas a esse breve texto. Há muito a ser discutido sobre o show – e o anúncio de sua segunda temporada deixa ainda mais claro a necessidade de histórias contadas por pessoas de verdade e tendo a voz que sempre quiseram para expor seus medos, suas inseguranças e, principalmente, sua luta.

‘Pânico 7’: Jenna Ortega NÃO deve retornar para a sequência, aponta rumor

Segundo o famoso insider @mytimetoshinehelloJenna Ortega não deve retornar para a já confirmada sequência Pânico 7.

Os rumores, revelados no X, dizem o seguinte: “é improvável que Jenna Ortega retorna para Pânico 7. Eles querem começar a rodar [o filme] o mais breve possível depois do término das greves, mas Ortega é uma estrela agora, graças [à série] ‘Wandinha’ e está muito ocupada. ‘Pânico’ não é uma prioridade para ela”.

Visto que a Paramount Pictures não se pronunciou sobre o assunto, considere as informações, por ora, apenas como boato.

Segundo o Production Weekly, as gravações do novo filme da saga slasher estão agendadas para começar no começo de 2024, sendo encerradas no dia 19 de Abril.

O título da produção será ‘Blackbird‘ e as filmagens vão acontecer em Montreal, Canadá.

Trata-se da mesma locação de ‘Pânico 6‘, que maquiou Montreal para se parecer com Nova York, indicando que o próximo filme deve se passar na Big Apple.

Christopher Landon, conhecido por filmes como ‘Freaky – No Corpo de um Assassino‘ e ‘A Morte te Dá Parabéns‘, assumirá oficialmente a direção.

O cineasta irá substituir a dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que comandou os dois últimos filmes da franquia e seguirá envolvida como produtores executivos ao lado de Chad Villela.

Nas redes sociais, os fãs ficaram empolgados com a nova adição na franquia.

Confira:

Durante o lançamento de ‘A Morte Te Dá Parabéns‘ em 2017, o Renato Marafon perguntou para Christopher Landon se ele TOPARIA dirigir ‘Pânico‘ e se ele era fã da franquia…

Ainda não se sabe, no entanto, se James Vanderbilt e Guy Busick irão assinar o roteiro do novo filme.

Anteriormente, em conversa com o ComicBook.comJasmin Savoy Brown (Mindy), falou sobre suas expectativas para o sétimo filme.

Em suas palavras, Brown compartilhou suas ideias sobre o que gostaria de ver em uma continuação, incluindo um confronto mais direto com o icônico vilão Ghostface. “Eu gostaria de ver a Mindy na terceira parte”, ela comentou.

“Egoisticamente, eu só quero estar presente para isso, como ela disse no final de ‘Pânico VI’, ‘Ah, eu perdi o monólogo de novo?’ Eu gostaria de vê-la presenciando o monólogo. Seria interessante se ela tivesse uma ligação telefônica com Ghostface. Não tenho certeza do que ela faria com isso, poderia ser realmente engraçado. Qualquer uma dessas opções, eu ficaria feliz.”

Brown também abordou a possibilidade dos sobreviventes do quarteto principal enfrentarem ameaças individuais de Ghostface em futuros filmes da franquia.

“Bem, seria devastador, é por isso que isso vai acontecer em algum momento”, confessou a atriz. “É assim que essas franquias funcionam. O Dewey [David Arquette] morreu, admito, só aconteceu no quinto filme, mas ele morreu. Acho que é inevitável, mas estou curiosa para saber quem seria e como e por quê. É incrível que o Chad não tenha morrido, considerando que o cara foi basicamente eviscerado. Oh, meu Deus, foi insano, não consigo tirar aquela imagem da minha cabeça. Espero que não seja a Mindy a primeira a ir embora.”

‘Pânico VI‘ encerrou sua jornada nos cinemas com US$ 168.9 milhões arrecadados mundialmente. O longa original, lançado em 1996, arrecadou US$ 173 milhões mundialmente.

Vale lembrar que, com arrecadação de US$ 107.7 milhões nos EUA, o sexto capítulo se tornou a maior arrecadação doméstica da saga. Após quase 30 anos, o terror conseguiu superar o montante do longa original, que havia arrecadado US$ 103 milhões.

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

‘The White Lotus’: Astro de ‘O Silêncio dos Inocentes’ entra para o elenco da 3ª temporada

Segundo o DeadlineScott Glenn, conhecido por seu trabalho em produções como ‘O Silêncio dos Inocentes’‘Destruição Final: O Último Refúgio’‘The Leftovers’, foi escalado para a 3ª temporada da aclamada série The White Lotus.

Com poucos detalhes revelados, sabe-se que Glenn dará vida a um “homem a quem se referem como Jim, que está enfrentando problemas físicos, mas ainda tem a mente aguçada e é um pouco carrancudo”.

O ator se junta aos recém-confirmados Francesca Corney (‘Golpes de Vingança’), Nicholas Duvernay (‘Bel-Air’) e Arnas Fedaravičius (‘The Last Kingdom’).

O elenco ainda contará com Leslie Bibb, Carrie Coon, Dom Hetrakul, Jason Isaacs, Michelle Monaghan, Parker PoseyTayme Thapthimthong, Milos BikovicChristian FriedelMorgana O’ReillyLek PatravadiShalini Peiris.

Natasha Rothwell reprisará seu papel como Belinda Lindsey, personagem que foi introduzida na primeira temporada da série.

Vale destacar que a terceira temporada será ambientada na Tailândia.

“Foi uma ótima busca. Vimos locais absolutamente deslumbrantes por todo Honshu. O showrunner adorou tudo, e eu estava confiante de que tinha tudo sob controle”, disse a produtora Georgina Pope. “O governo tailandês acabara de anunciar uma renovação e melhoria em seu sistema de incentivos para filmes. Um reembolso de 30 por cento. Para o projeto deles, isso significava sozinho US$ 4,4 milhões. Todos olharam para mim com simpatia. Na época, no Japão, não tínhamos nenhum incentivo em vigor. Eu não pude responder com uma resposta concreta. Tudo o que pude ouvir foi o som de um projeto de US$ 35 milhões voando pela janela.”

Os 10 Melhores Filmes de Todos os Tempos

O cinema não possui a alcunha de sétima arte por qualquer motivo: afinal, é ele quem conflui todas as outras expressões artísticas em um mesmo lugar, seja nos enquadramentos e nas fotografias (emulando a própria pintura), seja no uso da música como potencializador narrativo.

E, desde a consagração do cinema como “arte” no sentido factual do termo, inúmeros títulos carregam o lendário título de revolucionários, por terem modelado diversas “regras” ou “formulações” a serem seguidas por cineastas, auxiliando-os inclusive a desmistificar convencionalismos em prol de impulsões que caem no gosto dos espectadores e dos especialistas.

Pensando nisso, tivemos a árdua tarefa de eleger os dez melhores longas-metragens da história do cinema.

Confira abaixo as nossas escolhas:

10. NOSFERATU (1922)

A história do cinema é acompanhada de diversas escolas fílmicas de importância inestimável para os vários gêneros que existem nos dias de hoje – e uma delas é a escola expressionista. E, nessa importante escola (que inclusive serve de base para incontáveis filmes de terror contemporâneos), Nosferatu é um dos títulos que mais se sobressai: dirigido por F.W. Murnau e inspirado no romance gótico ‘Drácula’, de Bram Stoker, o filme serviu de inspiração inúmeros cineastas, incluindo Alfred Hitchcock e Guillermo del Toro. A história gira em torno de um corretor de imóveis chamado Hutter (Gustav von Wangenheim) que precisa vender um castelo cujo proprietário é o excêntrico conde Graf Orlock (Max Schreck). O conde, na verdade, é um vampiro milenar que espalha o terror na região de Bremen, na Alemanha e se interessa por Ellen, a mulher de Hutter.

9. 2001: UMA ODISSEIA NO ESPAÇO (1968)

2001

Stanley Kubrick é conhecido por títulos que marcaram época e que reiteraram sua importância na sétima arte – incluindo ‘O Iluminado’‘De Olhos Bem Fechados’. Em 1968, o cineasta entregou o que apenas podemos considerar uma das marcas principais do gênero sci-fi com 2001: Uma Odisseia no Espaço. O épico tratou com precisão aplaudível os voos espaciais e se tornou pioneiro nos efeitos visuais e na imagética ambígua – motivo pelo qual Kubrick conquistou uma merecida indicação ao Oscar de Melhor Direção e faturou a estatueta de Melhores Efeitos Visuais.

8. O SENHOR DOS ANÉIS: O RETORNO DO REI (2003)

‘O Retorno do Rei’ traz uma história maravilhosa contada com detalhes impressionantes que honram o nome de J.R.R. Tolkien. Entretanto, ele não merece reconhecimento apenas por isso, e sim por representar a excelência em relação aos primores técnicos. Se o diretor Peter Jackson conseguiu criar mágica nas obras anteriores, aqui ele supera a seus próprios limites ao não apenas orquestrar coreografias perfeitas e fluidas, mas por unir investidas artísticas e metodológicas em uma só atmosfera: cada frame se assemelha a uma pintura barroca pela composição paradoxal de luz e sombra, seja nos momentos de glória dos personagens, nos reflexivos ou nos derradeiros. Em adição, os enquadramentos e movimentos de câmera são tão fluidos que parecem dançar conforme seguem os guerreiros em suas tentativas de prevalecer perante a ruína iminente.

7. CASABLANCA (1942)

O primor fílmico com o qual o diretor Michael Curtiz conduz o icônico Casablanca é impecável. Ele faz questão de mesclar sua habilidade fotográfica com estéticas expressionistas e melodramáticas equilibradas, sem ceder a exageros. Não é à toa que, em grande parte das sequências ambientadas no bar, o rosto dos personagens esteja à meia-luz: cada um deles, seja na pluralismo dos inúmeros outros refugiados que buscam se esconder dos comandos nazifascistas, seja na feição dos protagonistas em questão, esconde segredos complicados e que não podem ser revelados sob nenhuma circunstância. Para alguns, o ritmo da montagem e a arquitetura imagética podem parecer monótonos; entretanto, elas são de extrema importância para ratificar o peso dramático e até mesmo histórico do longa. 

6. CHINATOWN (1974)

Chinatown não é apenas um filme com uma narrativa redonda: ele é, na verdade, uma homenagem às tragédias gregas e shakespearianas que tanto influenciam realizadores e romancistas, cronistas e artistas, a delinear apresentações perfeitas que nos levem a um crescente estado de catarse cuja epifania é irreversível e irretocável. Essa representação neo-noir não apenas lançou a carreira de Jack Nicholson e reafirmou Faye Dunaway como um dos rostos mais prolíficos do entretenimento, mas mudou o espectro familiar e repetitivo dos contos de mistério e suspense, descontruindo e reerguendo estereótipos, como o fato da personagem de Dunaway dizer adeus do modo mais abrupto possível.

5. DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL (1964)

Três anos antes de ter encabeçado o ótimo ‘Terra em Transe’Glauber Rocha causou um impacto inestimável na cenário nacional com o lançamento de Deus e o Diabo na Terra do Sol. O longa-metragem, que trouxe nomes como Geraldo Del ReyYoná Magalhães e Othon Bastos no elenco, foi escolhido para representar o país no Festival de Cannes e indicado ao Grand Prix, e para o Oscar de Melhor Filme Internacional. O enredo acompanha Manuel, um vaqueiro que se revolta contra a exploração imposta pelo coronel Moraes e acaba matando-o em uma briga. Ele passa a ser perseguido por jagunços e foge com sua esposa Rosa, juntando-se aos seguidores do beato Sebastião, que promete o fim de qualquer sofrimento. Porém ao presenciar a morte de uma criança, Rosa mata o beato. Enquanto isso, Antônio das Mortes, um matador de aluguel que presta serviço à Igreja Católica e aos latifundiários da região, extermina os seguidores do beato.

4. METRÓPOLIS (1927)

O filme, um dos principais títulos do expressionismo alemão, é considerado um dos primeiros longas-metragens do gênero sci-fi e, embora tenha sido muito criticado em seu lançamento, construiu um legado inexplicavelmente aplaudível ao antecipar diversas incursões do gênero na atualidade – e foi revisitado por inúmeros especialistas, que perceberam seu memorável impacto. Ambientada na cidade futurística de Metrópolis, a trama acompanha uma população que se divide em dois patamares. No primeiro, uma elite dominante aproveita os prazeres da vida, enquanto os trabalhadores que mantém a cidade funcionando lutam para sobreviver no subterrâneo.

3. OS SETE SAMURAIS (1954)

os sete samurais

Akira Kurosawa não é considerado um dos melhores realizadores do cinema por qualquer motivo – e sua obra-prima, Os Sete Samurais, é referenciado até os dias de hoje em uma série de referências e homenagens. O filme insurge como um marco criativo e técnico não apenas no escopo japonês, mas no mundial, estendendo suas ramificações desde o drama épico ao steampunk dos videogames, passeando pelas space operas e culminando nos wuxias e nos pachinkos. Na trama, um samurai atende a um pedido de proteção contra bandidos à uma vila japonesa. Ele convida outros seis samurais para ajudá-lo a ensinar às pessoas a como se defenderem sozinhas. O povoado da vila fornece comida aos soldados. A grande batalha acontece quando 40 bandidos atacam a vila.

2. O PODEROSO CHEFÃO (1972)

O Poderoso Chefão, comandada pelo icônico cineasta Francis Ford Coppola e baseada no romance homônimo de Mario Puzo, é um épico criminal ambientado entre os anos de 1945 e 1955, que conta a história da família Corleone sob o patriarcado Vito Corleone (Marlon Brando), focando essencialmente na tranformação do filho mais novo, Michael (Al Pacino), de relutante forasteiro em um impiedoso chefe da máfia. Contando com um elenco estelar, que também incluiu James CaanRichard CastellanoRobert DuvallSterling HaydenJohn MarleyDiane KeatonRichard Conte, o filme se tornou um sucesso de crítica e de público e ditou as regras do gênero gângster ao longo de sua sequência O Poderoso Chefão – Parte II’.

1. CIDADÃO KANE (1941)

Escolher o melhor filme de todos os tempos não é uma tarefa fácil – especialmente com vários títulos que merecem o topo da lista. Todavia, é notável como Cidadão Kane carrega um legado que se estende até os dias de hoje, sagrando-se o suprassumo da sétima arte com uma técnica impressionante e um apreço artístico aplaudível e que permanece original mais de oitenta anos depois de sua estreia.

É importante ressaltar que o realizador Orson Welles tinha plena liberdade como diretor, autor e produtor com o longa-metragem: movido pelas vanguardas de final de século da Europa e pela busca de novas técnicas de filmagem que procuravam fornecer uma nova perspectiva para o cinema norte-americano, ele conseguiu transformar sua própria obra em uma investida avant-garde que influenciaria inúmeros outros nomes da esfera do entretenimento – e não, não estou exagerando ou fazendo apologias forçadas: ser considerado o melhor longa-metragem de todos os tempos é um título incontestável por uma série de razões.

Michael B. Jordan pode retornar como Killmonger nos próximos filmes dos Vingadores, aponta rumor

Dia após dias, rumores inéditos sobre os próximos filmes dos VingadoresVingadores: Apocalipse’Vingadores: Guerras Secretas’, despontam nas redes sociais.

O mais recente deles vem de uma reportagem do The Cosmic Circus, envolvendo ninguém menos que Michael B. Jordan.

Segundo as informações, o astro “pode retornar para um dos próximos filmes dos Vingadores. A matéria dá a entender que ele irá reprisar seu papel como Erik Killmonger, antagonista do aclamado ‘Pantera Negra’.

Todavia, não se sabe de que maneira ele voltaria como o personagem, visto que ele morreu no longa-metragem de 2018.

Anteriormente, o famoso insider Alex Perez afirmou que Stephen Strange/Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) será um dos antagonistas de Vingadores: Apocalipse’ ao lado do Doutor Destino (Robert Downey Jr.).

As informações indicam que o enredo pode trazer um embate entre os multiversos – algo que será abordado também em Vingadores: Guerras Secretas’ – e que um dos heróis irá “mudar de lado”, por assim dizer.

“É possível que [Doutor] Estranho seja o denominador comum entre essas realidades e a maneira como elas se conectam. Ele perceberia que cada uma de suas versões estaria ali para condenar o universo – sendo o único que escolheria salvar a Terra”, ele escreveu.

Anteriormente, Perez revelou que os Jovens Vingadores aparecerão em ‘Apocalipse’, o que inclui Kate Bishop, Cassie Lang, Ms. Marvel, Coração de Ferro e America Chavez.

Chris Evans também teve seu retorno confirmado no projeto.

Vale lembrar que ‘Vingadores: Apocalipse‘ estreia em maio de 2026, e, sua sequência direta, ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ em maio de 2027.

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Todo sonho tem um custo no cartaz INCRÍVEL de ‘Coração de Ferro’, nova série da Marvel

A Marvel divulgou o cartaz oficial de ‘Coração de Ferro‘ (Ironheart), nova série do MCU centrada na Riri Williams (Dominique Thorne).

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

A produção estreará no Disney+ no dia 24 de junho.

O elenco ainda conta com Anthony Ramos como o vilão Capuz, além de Lyric Ross, Shea Couleé, Zoe Terakes, Manny Montana, Shakira Barrera, Jim Rash, Cree Summer e Harper Anthony, todos escalados em papéis atualmente desconhecidos.

Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner da série.

Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.

‘Vought Rising’: Astro de ‘Task’ e ‘Once Upon a Time’ entra para a série derivada de ‘The Boys’

Segundo o Deadline, a Amazon MGM Studios contrato quatro novos membros ao elenco de ‘Vought Rising’, novo spin-off da aclamada série The Boys.

Raphael Sbarge (‘Once Upon a Time’, ‘Task’) foi um dos recém-escalados para o projeto, ao lado de Romi ShraiterAaron DouglasDavid Hewlett.

O grupo se junta aos previamente confirmados Cecily Strong (‘Saturday Night Live’), Mark Pellegrino (‘American Rust’), Eric Johnson (’50 Tons de Cinza’), Annie Shapero (‘A Casa do Dragão’), Jorden Myrie (‘Sherwood’), Nicolò Pasetti (‘Bel Canto’), Ricky Staffieri (‘O Urso’), Brian J. Smith (‘Sense 8’), Elizabeth Posey (‘Euphoria’) e Will Hochman (‘Blue Bloods’).

Mais detalhes não foram divulgados

Jensen Ackles e Aya Cash são os protagonistas, reprisando seus papéis como Soldier Boy e Tempesta, respectivamente.

Paul Grellong, produtor executivo de ‘The Boys‘, será o produtor executivo e showrunner.

Grellong e Eric Kripke (criador de The Boys) disseram: “Estamos empolgados em apresentar a próxima série provocadora do universo de The Boys. Trata-se de um mistério de assassinato retorcido que explora as origens da Vought na década de 1950, as primeiras façanhas de Soldier Boy e as manobras diabólicas de uma Super conhecida pelos fãs como Tempesta, que na época era chamada Clara Vought. Mal podemos esperar para surpreender e perturbar vocês com esta saga lasciva e macabra, imersa em sangue e Composto V”.

A série é produzida pela Sony Pictures Television e Amazon MGM Studios, em parceria com Kripke Enterprises, Point Grey Pictures e Original Film.

Crítica | ‘Lindas e Letais’ – Thriller com bailarinas do Prime Video é um desconjuntado suspense que não faz o MENOR sentido

Em Lindas e Letais, novo thriller do Prime Video, somos convidados a acompanhar uma trupe disfuncional de bailarinas profissionais que, viajando para se apresentarem em uma competição prestigiada em Budapeste, se veem obrigadas a encontrar abrigo em um hotel isolado após o ônibus que as levava até o destino quebrar. Apesar de serem bem recebidas, elas logo percebem que estão no centro de uma perigosa artimanha recheada de mafiosos e criminosos armados que a compelem a usar todo o treinamento no ballet para enfrentarem seus algozes e, com sorte, saírem vivas de lá.

Como bem sabemos, o catálogo da gigante do streaming tem um apreço significativo por produções do gênero – como é o caso das franquias ‘Citadel’ e ‘A Lista Terminal’, ou até mesmo a aclamada série pós-apocalíptica ‘Fallout’, que se tornou um dos títulos favoritos dos assinantes e encantou tanto a crítica quanto o público. Porém, é notável como a quantidade exacerbada de obras desse tipo implica na qualidade duvidosa de algumas delas; infelizmente, esse é o caso do longa-metragem dirigido por Vicky Jewson, que foi disponibilizado na grade de programação no último dia 25 de março. Afinal, apesar da interessante premissa, nenhuma das partes se encaixa e somos deixados em meio a um cenário caótico que não sabe em que direção seguir e que nos deixa mais frustrados do que entretidos.

O primeiro ato da produção é sólido o suficiente para nos fazer engajar nessa sangrenta jornada e nos apresenta às cinco protagonistas da narrativa: Bones (Maddie Ziegler), Princess (Lana Condor), Zoe (Iris Apatow), Chloe (Millicent Simmonds) e Grace (Avantika), cada uma nutrindo de uma certa rixa com a outra, colocando em voga as disputas de ego que acontecem nos bastidores do mundo da dança. Acompanhadas pela professora Thorna Davenport (Lydia Leonard), o quinteto percebe que está em um beco sem saída quando Devora Kasimer (Uma Thurman), uma lendária dançarina que agora é dona do Hotel Teremok e que, escondido dos olhos de todos, lidera uma organização criminosa baseada em ameaças e no pânico.

Quando um dos associados de Devora mata Thorna com um tiro na cabeça, as bailarinas são mantidas em cativeiro até que a antagonista decida o que fazer com elas e como proceder – o que não é nada surpreendente, considerando que Devora precisa manter as aparências e se livrar de quaisquer provas. O que ela não esperava é que Bones, movida por uma sede de vingança e de ódio, se uniria às suas colegas e utilizaria todo o treinamento clássico para destruir os vilões e colocar um ponto final no reino de caos que a ex-bailarina instaurou no inóspito interior da capital húngara.

Toda a estética propositalmente exagerada e que bebe de produções como ‘Abigail’, ‘John Wick’ e ‘Maus Momentos no El Royale’ se esvai pouco a pouco quando percebemos que o roteiro assinado por Kate Freund não possui força para se sustentar e sequer acredita nas hipérboles que constrói. Em outras palavras, a trama criada por Freund é vazia do começo ao fim e parece servir mais como uma frágil base para cenas de ação desconjuntadas e para uma inesperada e nada prática união entre suspense, lutas e dança. De fato, o trabalho corporal das atrizes é algo a ser exaltado – mas os equívocos são tamanhos que a tarefa de ignorá-los fica mais difícil sequência a sequência.

Se o bloco de abertura é bem estruturado o bastante para deixar que o elenco brilhe, as duas partes subsequentes do longa-metragem soam como um projeto diferente: Ziegler e Condor, funcionando como o principal fio condutor das disputas internas da trupe de bailarinas, são infundidas em diálogos ridículos e risíveis que não as ajudam em suas performances, enquanto Simmonds, Avantika e Apatow são imbuídas com pulsões cômicas que não tem espaço para serem trabalhadas como deveriam, quebrando a frenética atmosfera do enredo e desmantelando um caótico ritmo que transforma breves 90 minutos em um exaustivo jogo de gato e rato.

O que resta é uma tentativa falha de Jewson e Freund em apresentar algo novo a uma esfera que já contou todas as histórias possíveis – e nem mesmo o caráter recreativo é arquitetado com esmero. Thurman, que já imortalizou diversos personagens icônicos da cultura pop, é desperdiçada como uma vilã novelesca dos anos 1990 que, guiada por uma tênue backstory e por uma fraca motivação, não tem quaisquer chances de demonstrar seu talento e rende-se a mais do mesmo, a uma regurgitação de incontáveis antagonistas que convergiram para a personalidade de Devora.

Lindas e Letais já pode ser considerado um dos piores filmes do ano por não acreditar em si mesmo e não ter a mínima ideia de qual trajeto quer seguir, preferindo atirar profusamente para todos os lados em vez de “jogar no seguro” e entregar um filme despretensioso e, eventualmente, divertido.

Lembrando que o filme está disponível no Prime Video.

Crítica | Socorro! Virei uma Garota – Poucas piadas e muitos momentos vergonha alheia

Socorro! Virei Uma Garota chega nos cinemas em numa leva de produções nacionais, principalmente comédias, que tentam trazer para o público daqui histórias tipicamente americanas, mas com uma toque brasileiro, numa quase adaptação do que já vimos nos cinemas, na Sessão da Tarde na TV aberta, e agora, na Era do streaming.

E numa mistura de Meninas Malvadas com Garota Veneno, Socorro! Virei Uma Garota se apoia no timing cômico de sua protagonista, a engraçada e talentosa Thati Lopes que está muito bem, obrigado por existir no cenário humorístico nacional, mas que peca por tentar fazer um texto descolado cheio de momentos embaraçosos que falham em fazer rir.

A grande vontade de Socorro! Virei Uma Garota é tentar desesperadamente se conectar com público jovem, seja com referências de outros filme americanos nas falas dos personagens, nos figurinos com estampas e xadrez, ou nos locais onde a trama passa, mas soa descaradamente genérico. É o bullying no colégio, é o grupo dos perdedores, a menina popular, mas que tem outras camadas para serem exploradas, a amizade disfuncional entre o protagonista e seu melhor amigo (Leo Bahia, hilário) que fica de lado quando ele vira uma garota, as revelações que soam forçadas para alguns personagens. Tudo parece ser quadrado, e isso acaba por transparecer em tela, onde para o desenvolvimento do filme fica visivelmente artificial, como se o filme fosse feito uma forma completamente calculada, um algoritmo da Netflix.

O filme até que tem bons momentos, mas eles são muito rápidos, e curtos, e parecem ter sido colocados lá como forma de clipes de divulgação, sabe? São piadas que duram no máximo alguns minutos, como se fossem esquetes de programas de humor do canal do YouTube. Claro, para um filme que mira o público mais jovem, isso pode ser um diferencial, e até mesmo uma motivação para se ir ao cinema, mas tudo isso faz o longa ser um pouco problemático em sua execução e como essas partes se apresentam na história.

A ideia do personagem principal trocar de corpo após um pedido para as estrelas, trocar de gênero e parar no corpo de uma menina poderia gerar boas sacadas, mas tudo fica muito simples, como se realmente um jovem de 16 anos estivesse escrito as falas e o roteiro, o que acaba por ser difícil de se conectar com as aflições, angustias e momentos um pouco mais dramáticos que o longa oferece para alguns personagens.

A comédia até entrega uma jornada de amadurecimento para Julio (Victor Lamoglia, bem, e parecido com Tom Holland e seu Peter Parker) um pouco diferente do que esperávamos, o filme não acerta no seu ritmo alucinante de piadas batidas, e enfadonhas, onde boa parte delas são bem sem graça, e colocadas lá para efetivamente enrolar na conclusão da história e saber se ele vai ou não conseguir ficar com a menina (Manu Gavassi) que ele gosta.

Socorro! Virei Uma Garota parece ser um daqueles filmes que as boas intenções estão ali, só que teria dado mais certo se feito talvez com um formato diferente. Por mais que algumas partes até são entregues de uma forma extremamente cômica, tudo fica um pouco mais caricato do que o esperado, e isso fica cada vez mais claro quando juntamos tudo no pacote que o filme apresenta como um todo. Por mais que no final, Julio tenha saído mudado dessa experiência quase mística, no fundo parece que quem mais sofreu foi o espectador…

‘A Primeira Tentação de Cristo’: STF suspende censura contra o especial do Porta dos Fundos

De acordo com o Estadão, o ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), cancelou a decisão de censurar o especial de Natal do Porta dos Fundos.

Para quem não assistiu, a trama de ‘A Primeira Tentação de Cristo‘ acompanha a comemoração do 30º aniversário de Jesus, que é retratado como um personagem gay, o que vem causando revolta na comunidade cristã.

A medida aprovada por Benedicto Abigair, desembargador do Tribunal de Justiça do Rio, decretava a remoção da produção do catálogo da Netflix para “acalmar os ânimos” depois que diversos grupos religiosos protestaram contra os humoristas, além do ataque que causou o incêndio da sede do Porta dos Fundos.

No entanto, Toffoli apoiou a Netflix, que recorreu da decisão alegando que “a censura do TJ do Rio tem efeito equivalente ao da bomba utilizada no atentado terrorista à sede do Porta dos Fundos: silenciar por meio do medo e da intimidação.”

Os representantes da plataforma de streaming argumentaram que o especial é direcionado ao público adulto e é classificado como comédia, sátira e humor ácido.

Além disso, o requerimento aponta que a decisão do TJ estava ferindo o direito à liberdade de expressão, já que qualquer tipo de censura executada sem motivos concretos e sem bases institucionais é inválida.

“Por ser assim, as referidas ordens judiciais devem ser prontamente suspensas e, ao final, cassadas, de forma a resguardar a liberdade de expressão da reclamante, em sua dimensão de liberdade de criação artística e de programação.”, diz parte do apelo da Netflix.

Por fim, a Netflix garantiu que não seleciona o conteúdo assistido pelos assinantes e “se limita a disponibilizar os mais diversos temas, assuntos e gêneros para que os usuários optem livremente pelo que desejam assistir, concedendo-lhes total liberdade de escolha.”

Assista ao trailer:

Na trama, Jesus completa 30 anos e leva um convidado especial para conhecer sua família, mas a festa reserva outras surpresas.

‘Missão Impossível 7’: Tom Cruise dispensa equipamentos de segurança em vídeo dos bastidores; Assista!

Um fan page do Twitter compartilhou um vídeo dos bastidores de ‘Missão Impossível 7‘, mostrando Tom Cruise e a equipe de filmagem em cima de um trem em movimento na Noruega.

Além do astro, o diretor Christopher McQuarrie também é visto na locomotiva.

E o que mais chama atenção é que alguns membros estão presos em cabos de segurança, enquanto Cruise não usa nenhum equipamentos para se prender ao vagão.

Confira:

Anteriormente, algumas imagens mostraram o astro saltando de paraquedas após uma e insana acrobacia em uma intensa cena de ação.

As fotos mostram o instante em que Cruise salta de uma rampa em sua moto e se afasta do veículo, enquanto faz sua aterrissagem com a ajuda de um paraquedas – tudo com a maior naturalidade possível.

Confira as imagens:

Confira o video com a acrobacia:

A expectativa é de que a produção da sequência seja finalizada até maio de 2021.

Anteriormente previsto para julho de 2021, ‘Missão Impossível 7’ chegará aos cinemas em 18 de novembro de 2021.

Enquanto isso, Missão Impossível 8 será lançado no dia 3 de novembro de 2022, três meses depois de sua data original. 

Confira outras imagens dos bastidores:

 

‘Loki’ finalmente cumpre seu ‘Grandioso Propósito’ no intenso teaser da mid-season; Assista!

Agora que Loki já está na metade da temporada, a Marvel Studios divulgou um novo teaser da atração.

Além de recapitular a trajetória do Deus da Trapaça, o trecho mostra que ele finalmente vai cumprir seu ‘Grandioso propósito’… Seja lá qual for.

O interessante é que uma das cenas mostra o vilão vivido por Tom Hiddleston vestindo uma armadura asgardiana enquanto ergue seus braços numa pose ameaçadora.

Infelizmente, não dá para saber se ele irá recuperar sua glória ou se a cena é apenas uma ilusão criada por sua mente.

Assista:

Lembrando que o próximo episódio será lançado em 30 de junho.

Criada por Michael Waldron, a série se passa após os eventos do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, no qual uma versão alternativa de Loki cria uma nova linha do tempo.

Depois de roubar o Tesseract, uma versão alternativa de Loki é trazida para a misteriosa Autoridade de Variação Temporal (AVT), uma organização burocrática que existe fora do tempo e do espaço, e monitora a linha do tempo. Eles dão a Loki uma escolha: ser apagado da existência por ser uma “variante do tempo” ou ajudar a consertar a linha do tempo e impedir uma ameaça maior. Loki acaba preso em seu próprio thriller policial, viajando no tempo e alterando a história da humanidade.

Tom Hiddleston estrela a produção. O elenco ainda conta com Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi Mosaku e Richard E. Grant.

‘Doutor Estranho no Multiverso a Loucura’ ganha imagens INÉDITAS mostrando Strange e America Chavez presos

A revista Empire divulgou duas novas imagens de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

Uma delas mostra America Chavez (Xochtl Gomez) aprisionada numa jaula de vidro em uma espécie de masmorra enquanto Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) a encara.

A outra mostra o mago algemado momentos antes de ser levado para julgamento, como visto no trailer.

Confira, junto com as capas da próxima edição da revista:

Lembrando que ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ estreia nos cinemas nacionais em 05 de maio de 2022.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Há algumas semanas, a Marvel Studios divulgou uma nova sinopse, revelando mais detalhes da trama.

Confira:

Viaje para o desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário.

O insider KC Walsh também compartilhou no Twitter um rumor apontando que a narrativa terá diversas mortes.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ terá uma contagem impressionante de mortes – e vai usar suas variantes para um bem maior. Amo o que estou ouvindo”, ele escreveu.

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com o retorno de Chiwetel Ejiofor e Rachel McAdams.

 

‘Pantera Negra 2’: Arte conceitual revela design alternativo para o povo de Talocan

Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ apresentou ao MCU os membros do reino submarino de Talocan, dando a Namor e seu povo uma nova origem e um novo visual.

E, em seu perfil do Instagram, o artista Adi Granov compartilhou uma arte conceitual revelando uma design alternativo para os guerreiros aquáticos.

Na legenda, ele explicou sua inpiração para compor as artes:

“Explorações de design de personagens para ‘Wakanda para Sempre‘. Fiquei extremamente inspirado por minha viagem ao México e tentei fazer uma espécie de versão de realidade alternativa de designs antigos, como se eles tivessem se desenvolvido a partir de ramificações de centenas de anos atrás.”

Confira:

De acordo com o CBM, ‘Pantera Negra 2′ conseguiu manter a 1º posição nas bilheterias domésticas após quatro semanas consecutivas.

Com pouca concorrência, a sequência da Marvel Studios enfrentou no último fim de semana o filme ‘Noite Infeliz‘, que estreou nos EUA com US$ 13,3 milhões.

Internacionalmente, a produção ainda acrescentou US$ 7 milhões através de 73 mercados – totalizando uma sólida estreia global de US$ 20.3 milhões.

A trama acompanha um grupo de mercenários que invade uma mansão, mas acabam se arrependendo depois de se tornarem reféns de um louco fantasiado de Papai Noel, vivido por David Harbour.

Já ‘Pantera Negra 2‘ arrecadou US$ 17,6 milhões no mesmo período nos cinemas norte-americanos, totalizando US$ 394 milhões na região.

Pelo mundo, o longa já acumulou US$ 733 milhões, até o momento.

E aí, você já assistiu?

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

IMAGINA? Fan art realista mostra Oscar Isaac como Aranha 2099 em live-action de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’

Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ apresentou centenas de variantes do herói, incluindo Miguel O’Hara, o Homem-Aranha 2099, dublado por Oscar Isaac.

Criado por Peter David e Rick Leonardi em 1992, Miguel O’Hara é um geneticista da Terra-928, que ganha seus poderes depois de se envolver em uma emboascada no laboratório em que trabalhava, a Alchemax.

Quando uma de suas cobaias morre em um procedimento não autorizado, O’Hara pede demissão, mas é obrigado a continuar trabalhando depois que é envenenado com uma droga altamente viciante.

Na tentativa de criar um antídoto para a droga, O’Hara injeta em si mesmo uma dose do experimento que matou sua cobaia… No entanto, a injeção havia sido sabotada, e seu DNA foi misturado ao de uma aranha, dando origem aos seus poderes.

Diferente dos Aranhas mais conhecidos, O’Hara tem habilidades únicas, como regeneração, envelhecimento mais demorado e visão noturna e de longo alcance, além de ganhar garras e presas.

Como o personagem fez bastante sucesso na animação, muitos fãs gostariam de vê-lo se juntando ao universo live-action.

Pensando nisso, um artista do Instagram compartilhou uma incrível fan art realista mostrando Isaac como a versão em carne e osso do herói.

Confira:

Confira a nossa crítica de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’!

Assista ao trailer:

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Wolverine também vai quebrar a 4ª parede no novo filme do Deadpool? Diretor responde!

Apesar de um dos comerciais de ‘Deadpool e Wolverine‘ mostrar o mutante vivido por Hugh Jackman pedindo ao público do cinema para desligar os celulares, o personagem não vai quebrar a 4ª parede no filme.

A ideia foi vetada pelo diretor Shawn Levy, que queria manter a essência mal humorada e de poucas palavras do Wolverine, enquanto mantinha a quebra da 4ª parede como algo exclusivo do personagem de Ryan Reynolds.

Em entrevista para a Vanity Fair, Levy disse que:

“Tantos atores entram em um filme de ‘Deadpool’ e ficam tipo: ‘Ótimo, posso falar com a câmera e quebrar a 4ª parede’. E nós pensamos: ‘Não, não, não. Na verdade, existe um sistema aqui’. E isso mantém o tom de Deadpool exclusivo para ele.”

Reynolds também participou da entrevista e acrescentou:

“Há regras. Regras muito específicas. Você diminuiria as apostas no filme se todos — ou mesmo qualquer outra pessoa — também estivesse ciente da 4ª parede ou de qualquer tipo de metalinguagem. Deadpool é o único personagem que tem essa habilidade. Se todos fizessem isso, ele não teria tanta graça, porque isso faz dele único.”

De acordo com o Comic Book, ‘Deadpool e Wolverine‘ foi oficialmente classificado para maiores de 18 anos por “conteúdo com alto teor de violência, linguagem inapropriada, referências sexuais e abuso de sangue nas cenas”.

A informação não é bem uma surpresa, já que o trailer mostrou diversas cenas com palavrões e cenas de violência não censuradas enquanto os personagens cortavam e atiravam um contra o outro.

Além disso, a classificação segue o padrão dos dois filmes anteriores do Mercenário Tagarela.

Lembrando que a estreia está marcada pra 25 de julho.

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Marvel revela trailer de documentário sobre Stan Lee no Disney+; Assista!

O Disney+ e a Marvel Studios lançaram o trailer do documentário em comemoração aos 100 anos de Stan Lee.

O título será lançado no streaming no dia 16 de junho.

Confira:

Escritor e editor da Marvel Comics, Stan Lee se tornou o criador de quadrinhos mais famoso da história, se tornando conhecido ao ponto de rivalizar com seus próprios personagens. Sua carreira começou em 1941 ao publicar seu primeiro trabalho, uma história em prosa que apareceu no quinto volume de Captain America Comics. Na época, ele tinha apenas 17 anos.

Nos anos 1960, um Stan Lee já reconhecido cravou sua marca na história da cultura pop. A história do famoso quadrinista deve ser contada no documentário do Disney+, que ainda não tem uma data de lançamento, sendo divulgado apenas que chegará em algum momento de 2023.

‘Quarteto Fantástico’: Vanessa Kirby será a Mulher Invisível, afirma insider

O próximo filme do Quarteto Fantástico tornou-se um dos filmes de super-heróis mais aguardados do próximo ano, e de acordo com um recente rumor, a estrela Vanessa Kirby foi escolhida para interpretar a heroína Mulher Invisível no novo longa, ao lado de Pedro Pascal como Reed Richards/Sr. Fantástico.

No entanto, por enquanto, é importante tratar tudo como apenas um rumor.

Segundo o portal The Hollywood Handle, Vanessa Kirby teria assinado contrato com a Marvel Studios para dar vida à heroína Sue Storm/Mulher Invisível. O rumor também indica que o restante da equipe seria composto por Joseph Quinn como Johnny Storm/Tocha Humana e Ebon Moss-Bachrach como Ben Grimm/Coisa.

Vanessa Kirby é uma renomada estrela de Hollywood, tendo atuado em filmes como ‘Napoleão’, ‘Pieces of a Woman’, ‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw’, entre outros.

Quarteto Fantástico será dirigido por Matt Shakman e terá o roteiro de Jeff Kaplan e Ian Springer.

O filme será parte da Fase Seis do UCM e está programado para ser lançado em 2 de maio de 2025.

Confira uma fanart do ator Pedro Pascal como o protagonista do filme, Reed Richards/Sr. Fantástico.

A arte foi postada no Instagram oficial do artista 21xfour.