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Traffik – Liberdade Roubada

(Traffik)

 

Elenco:

Dawn Olivieri

Paula Patton

Luke Goss

Direção: Deon Taylor

Gênero: Suspense

Duração: 96 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 8 milhões

Estreia: 20 de Setembro de 2018

Sinopse: 

Um casal e seus dois amigos vão a uma propriedade isolada nas montanhas para um final de semana romântico. Em pouco tempo, eles são abordados por uma gangue violenta de motoqueiros que guardam um importante segredo, eles fazem de tudo para se defenderem e lutam por suas vidas.

Curiosidades: 

» —

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Dica do fim de semana | Grandes lançamentos para ver nos principais streamings

Outubro começou oficialmente, e a semana de estreia já trouxe uma porção de novidades. Como de costume, o CinePOP fez uma breve curadoria para trazer o que de melhor foi adicionado aos catálogos das principais plataformas de streaming disponíveis no Brasil. Confira!

Como de costume, os streamings em que você poderá encontrar os filmes ou séries, estão indicados logo abaixo dos projetos.

Extermínio: A Evolução

Sucesso do primeiro semestre de 2025, Extermínio: A Evolução enfim chegou ao streaming. Terceiro capítulo da saga iniciada em 2002, esse thriller foi filmado com iPhones 15 Pro Max, o que dá a ele um visual bem específico. A trama segue acompanhando a Terra infectada pelo vírus que transformou a população mundial em zumbis. Quase 30 anos após o vazamento dessa ‘Raiva’ para humanos, os humanos não infectados sobrevivem sob uma forte quarentena em ilhas. Na história, após um dos sobreviventes fugir desta ilha de quarentena rumo ao continente, um grupo de humanos vai atrás dele e acabam descobrindo como é a vida dos infectados.

Onde assistir: HBO Max.

Chad Powers: O Quarterback

Nesta série original Hulu, Glen Powell é Russ Holliday, um quarterback de sucesso do futebol americano universitário, cuja carreira foi drasticamente afetada por uma polêmica na decisão do campeonato. Tendo seu futuro no esporte praticamente acabado, ele decide que não vai abrir mão daquilo que nasceu para fazer e procura uma alternativa pra lá de exótica: ele põe uma peruca, uma prótese no nariz e assume a identidade de Chad Powers. Com essa nova persona, ele consegue uma vaga num time mambembe, onde tentará se reerguer e reerguer a equipe.

Onde assistir: Disney+.

O Ônibus Perdido

Produzido por Jamie Lee Curtis, O Ônibus Perdido é uma história inspirada em um caso real. No filme, um motorista de ônibus escolar se vê em uma situação desesperadora, quando recebe um chamado para resgatar 22 crianças e uma professora em meio a um dos incêndios florestais mais mortais de toda a história dos Estados Unidos. O caso é inspirado nos incêndios de 2018 da Califórnia, que causaram estragos devastadores.

Onde assistir: Apple TV+.

Monstro: A História de Ed Gein

Seguindo com a bem sucedida franquia ‘Monstro’, que já surpreendeu o mundo com as histórias de Jeffrey Dahmer e dos Irmãos Menendez, essa nova série foca na história de Ed Gein, um dos mais brutais serial killers da história dos Estados Unidos. A série acompanha as desventuras da vida daquele que viria a ser conhecido como “o Açougueiro de Plainfield”, que ficaria famoso por matar suas vítimas com uma serra elétrica e depois confeccionar móveis e objetos com suas peles e outras partes dos corpos das vítimas.

Onde assistir: Netflix.

Jogo Sujo

Novo filme do diretor Shane Black, Jogo Sujo é uma clássica aventura de assalto. Recheada de suspense e comandada pelo estilo dinâmico de Black, ela acompanha um ladrão profissional que se prepara para sua missão mais arriscada da carreira ao ser contratado para realizar um roubo que ladrão nenhum teria coragem – ou burrice – de fazer. Junto a um novo aliado e a uma equipe exótica, ele precisará encontrar um meio engenhoso para roubar da máfia de Nova York. O problema é que imprevistos do caminho põem tudo em risco.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

YouTuber espanca feminista em ‘Red Dead Redemption 2’ e tem seu canal suspenso

Assim como em diversos games da Rockstar, ‘Red Dead Redemption 2’ oferece a liberdade para o jogador fazer o que bem entender dentro do universo do jogo.

Elevando a interação com NPCs (personagens não-jogáveis) dentro do game, o jogador pode ter breves conversas com praticamente todos os cidadãos que habitam o mapa.

Situado no fim do século XIX, ‘Red Dead Redemption 2’ possui uma breve missão envolvendo um protesto de feministas sufragistas que clamam o direito ao voto. Após isso, uma das personagens continua a protestar na maior cidade do game, Saint Denis.

Infelizmente, é exatamente aí que a polêmica começa, pois alguns jogadores estão socando, matando e até mesmo alimentando crocodilos com essa personagem em específico.

O responsável pela publicação dos vídeos exibindo as atrocidades cometidas contra a NPC é o youtuber Shikarro que, ontem, teve sua conta desativada pelo Youtube. Porém, após algumas reclamações, o youtuber conseguiu reaver seu canal.

Confira o vídeo no qual ele alimenta alguns crocodilos com a personagem:

Em ‘Red Dead Redemption 2’, o jogador controla Arthur Morgan, um fora da lei resistindo contra as forças sociais que domam o Oeste americano. Cavalgando ao lado da gangue de Dutch Van Der Linde, Arthur e seus comparsas fazem de tudo para sobreviver em um mundo cada vez mais inóspito para bandidos e trapaceiros.

O jogo já está disponível nas lojas para PS4 e Xbox One.

‘Blade: The Iron Cross’: Spin-off de ‘Mestre dos Brinquedos’ ganha data de estreia

Seguindo o sucesso de filmes sobre bonecos homicidas como Brinquedo AssassinoDollsMestre dos Brinquedos tornou-se uma das franquias mais memoráveis do final dos anos 1980. Os filmes giraram em torno de terríveis brinquedos que ganhavam vida e se voltavam contra os residentes de um hotel na Califórnia.

Apesar do tom propositalmente campesino, o público se conectou com a narrativa, permitindo que o longa original ganhasse onze sequências oficiais, um cross-over com a franquia ‘Brinquedos Diabólicos’ e um quase reboot intitulado Puppet Master: The Littlest Reich.

Agora, o estúdio por trás dos filmes resolveu entregar para os fiéis um spin-off chamado ‘Blade: The Iron Cross’, que já ganhou data de estreia: 14 de fevereiro de 2020. A história é baseada no maníaco boneco ventríloquo chamado Blade, e em seu triste passado que envolve um cientista sádico e nazista chamado Dr. Hauser.

Confira o cartaz oficial abaixo:

‘Raio Negro’: Anissa e Jefferson estampam as imagens do novo episódio; Confira!

O próximo episódio de ‘Raio Negro‘ (Black Lightning), intitulado “The Book of Resistante: Chapter One”, ganhou novas imagens promocionais.

Confira:

Vale lembrar que o novo ciclo estreou no dia 7 de outubro.

Criada por Salim Akil, a série não faz parte oficialmente do Arrowverse, mas a possibilidade de um futuro crossover não foi descartada.

A trama gira em torno de Jefferson Pierce, um pai de família que precisa voltar a atuar como o justiceiro Raio Negro quando a violência de gangues ameaça o futuro de sua comunidade e sua filha se torna obcecada com a execução da justiça. Ele precisa agir com cuidado, entretanto, pois a polícia está á sua procura.

O elenco conta com Cress WilliamsNafessa WilliamsChina Anne McClainChristine AdamsJames Remar Damon Gupton.

No Brasil, a série é lançada pela Netflix como uma produção original.

‘Supergirl’: Último episódio da 5ª temporada ganha sinopse oficial; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de “Immortal Kombat”, décimo nono e último episódio da 5ª temporada de Supergirl.

O capítulo será transmitido no dia 17 de maio.

Leia:

Supergirl percebe que, para impedir Lex Luthor e Leviathan, ela deve trabalhar com a última pessoa que imaginava: Lena. Nia continua sonhando com Brainy, mas luta para descobrir o que esses sonhos querem dizer. Enquanto isso, Brainy percebe que só há uma maneira de parar Lex”.

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘Falcão e Soldado Invernal’: Emily VanCamp nas imagens de bastidores da nova série do Disney+

Em seu Twitter oficial, a página Just Jared postou novas imagens de bastidores da série ‘Falcão e Soldado Invernal’, revelando o retorno de Emily VanCampGeorges St-Pierre para o set de gravações.

Confira:

Vale lembrar que as filmagens pretendem retornar em Praga, na República Tcheca, em outubro. Os episódios devem ser rodados entre outubro e novembro, procurando voltar para casa para os feriados de fim de ano e, caso isso realmente aconteça, é bem improvável que a série seja lançada neste ano.

Confira a sinopse oficial da série:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Estrelada por Anthony Mackie e Sebastian Stan, a produção será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho). Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

Marina lança remix de “Man’s World” junto com Pabllo Vittar

A cantora e compositora Mariana Diamandis, anteriormente conhecida como Marina and the Diamonds, lançou recentemente o remix de “Man’s World”lead single de seu próximo álbum de estúdio.

A faixa conta com produção de Empress Of e com participação da icônica drag queen Pabllo Vittar. Essa não é a primeira vez que a performer brasileira trabalha com atos internacionais, visto que já cantou ao lado de Rina SawayamaCharli XCX.

A nova versão já está disponível em todas as plataformas digitais.

Confira:

Vale lembrar que o álbum segue sem título oficial ou data de estreia confirmada.

Marina começou sua carreira em 2010 com o lançamento de The Family Jewels, que misturava indie-popnew wave. Desde então, fez fama com a divulgação de Electra Heart (2012), com os famosos singles “How to be a Heartbreaker”“Primadonna”, e Froot (2015), acompanhado da música epônima e “Blue”.

Seu último álbum, ‘Love + Fear’, foi lançado no ano passado e trouxe uma colaboração com o cantor Luis Fonsi. Ela também participou da trilha sonora da sequência de Para Todos os Garotos que já Amei.

‘Fronteiras do Universo’: Começam as gravações da 3ª e última temporada da série!

HBO anunciou recentemente que a 3ª e última temporada de Fronteiras do Universo já começou a ser rodada.

As boas-novas foram divulgadas através da página oficial da série no Twitter, trazendo os astros Dafne Keen (Lyra) e Amir Wilson (Will).

Lembrando que os novos episódios irão adaptar o romance ‘A Luneta Âmbar’, de Philip Pullman.

Confira:

A mais recente temporada acompanha os planos de Lord Asriel (James McAvoy) depois que ele abriu uma ponte para um novo mundo, enquanto Lyra (Dafne Keen) segue seus passos rumo ao desconhecido e tenta lidar com a morte do melhor amigo.

Criada por Jack Thorne, a série foi desenvolvida em parceria entre a HBO e a BBC One, e é baseada na saga literária escrita por Philip Pullman.

Lyra Belacqua é uma órfã, ela vive em um mundo na qual as pessoas estão ligadas diretamente com um daemon, que pode ser qualquer tipo de animal. Criada pelos catedráticos na Universidade Jordan, ela presencia uma revelação que pode mudar tudo. Contudo a sua vida é catapultada quando conhece a bela e misteriosa Sra Coulter.

O elenco inclui também inclui Ruth Wilson, Clarke Peters e Lin-Manuel Miranda.

‘Tiana’: Série baseada em ‘A Princesa e o Sapo’ ganha arte oficial e previsão de estreia; Confira!

Disney+ revelou hoje (12) a primeira arte oficial de Tiana, série baseada na aclamada animação A Princesa e o Sapo.

Além disso, foi revelado que a produção chegará à plataforma de streaming em 2023, ainda sem data confirmada.

Confira:

A trama será uma série de comédia musical com a extraordinária empreendedora que agora é a princesa do reino da Maldônia. As novas aventuras exploram tanto Maldônia, bem como a amada cidade natal de Tiana, Nova Orleans.

Tiana é a primeira princesa a ter sua própria série pela Walt Disney Animation Studios.

Stella Meghie (‘A Fotografia’) entra como diretora e roteirista.

Lembrando que o longa foi a última produção em 2D lançada pelo estúdio, que decidiu se concentrar em animações de CGI.

No filme, a trabalhadora e ambiciosa Tiana sonha em um dia abrir o seu próprio restaurante em Nova Orleans. Seus planos tomam um rumo diferente quando ela conhece o príncipe Naveen, o qual tinha se tornado um sapo pelo maldoso Dr. Facilier. Porém, o príncipe, que agora é um sapo, tem esperanças de ser um humano novamente se Tiana beijá-lo.

‘The Quest: A Missão’: Novo reality imersivo do Disney+ ganha trailer INCRÍVEL; Confira!

Disney+ divulgou hoje (04) o trailer dublado de The Quest: A Missão, novo reality show que envolve aventuras e desafios que fazem alusão aos grandes universos da fantasia.

A produção tem estreia agendada para o dia 11 de maio.

Confira:

Na produção, oito adolescentes enfrentam uma série de desafios como forma de restaurar o equilíbrio ao reino mágico de Everealm, levando os participantes a um mundo totalmente imersivo de magia e fantasia.

Mark OrdeskyJane FlemingDavid CollinsMichael WilliamsRob EricBertram van MunsterElise Doganieri entram como produtores executivos.

reality foi previamente exibido na ABC por uma temporada, em 2014, mas agora trará mais elementos interativos. Os episódios serão rodados em um castelo nos arredores de Viena, capital da Áustria.

J.K. Rowling revela que ela “NÃO quis” participar do especial de 20 anos de ‘Harry Potter’

Harry Potter: De Volta a Hogwarts‘, especial que comemora o 20º aniversário de lançamento de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘ nos cinemas, chegou no começo deste ano ao catálogo da HBO Max – e, apesar de ter reunido o elenco protagonista da franquia cinematográfica, não trouxe a polêmica autora dos livros originais, J.K. Rowling, às telinhas.

Agora, durante uma aparição ao programa Virgin Radio UK, apresentado por Graham Norton, ela revelou o motivo de estar ausente da reunião, dizendo que simplesmente não era algo que queria fazer (via Deadline).

“Me perguntaram se eu queria participar e eu decidi que não queria fazer”, ela contou. “Achei que fosse mais sobre os filmes do que sobre os livros, o que fez sentido, era sobre isso de que o aniversário se tratava”.

Ela continua: “ninguém me disse para [não fazer]… Me perguntaram se eu queria e eu decidi que não”.

O especial reúne Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson junto ao diretor Chris Columbus e outros membros do elenco e da equipe criativa, enquanto viajam de volta para Hogwarts pela primeira vez desde ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘.

Anteriormente, Watson se emocionou ao falar pela primeira vez sobre a produção.

Harry Potter era minha casa, minha família, meu mundo e Hermione (ainda é) minha personagem fictícia favorita de todos os tempos. Acho que um jornalista uma vez disse que era irritante quantas vezes durante uma entrevista eu mencionei como tinha sorte e comecei a contar … MAS EU SABIA BEM!!! E ainda sei Obrigado aos fãs que continuaram a mostrar seu apoio após o último filme. A magia do mundo não existiria sem você. Obrigado por lutar para torná-lo um lugar tão inclusivo e amoroso.

Ainda sinto falta da equipe que fazia esses filmes o tempo todo. Obrigado por todo o seu trabalho árduo também – sei que suas contribuições às vezes são esquecidas.

Feliz 20º aniversário, Potterheads! Esperamos que você aproveite o 20º aniversário de Harry Potter: Retorno a Hogwarts, que vai ao ar no dia de Ano Novo, 1º de janeiro na HBO Max. ⚡️ Muito pelo que esperar. 😊”, ela escreveu.

O especial também traz Helena Bonham Carter, Robbie Coltrane, Ralph Fiennes, Jason Isaacs, Gary Oldman, Imelda Staunton, Tom Felton, James Phelps, Oliver Phelps, Mark Williams, Bonnie Wright, Alfred Enoch, Matthew Lewis, Evanna Lynch e Ian Hart, entre outros.

‘O Sexto Sentido’ originalmente seria um filme como ‘O Silêncio dos Inocentes’, revela M. Night Shyamalan

M. Night Shyamalan tem diversos filmes icônicos em sua carreira – sendo O Sexto Sentido o seu mais aclamado.

Na trama, um garoto (Haley Joel Osment) vê o espírito de pessoas mortas à sua volta. Um dia, ele conta o segredo ao psicólogo Malcolm Crowe (Bruce Willis), que tenta ajudá-lo a descobrir o que está por trás dos distúrbios. Entretanto, a narrativa original não seria assim.

“Originalmente, O Sexto Sentido seria tipo uma versão de um filme de serial killer. Teria saído do meu amor por ‘O Silêncio dos Inocentes’ e pelo gênero, misturado com sobrenatural”, o diretor contou em entrevista ao Yahoo“Nas primeiras iterações do roteiro, havia um fotógrafo da perícia cujo filho via fantasmas. Então, foi assim que tudo começou. Mas então evoluiu… No meio do caminho, criei a ideia de um terapeuta e mudei tudo”.

Lembrando que o filme está disponível no Star+.

Ovacionado pela crítica, o longa-metragem foi lançado em 1999 e colocou Shyamalan como um dos grandes nomes do cinema contemporâneo. Como se não bastasse, a produção também fez um estrondo de bilheteria, arrecadando mais de US$670 milhões a partir de um orçamento de US$40 milhões.

No circuito de premiações, O Sexto Sentido foi indicado a nada menos que seis categorias do Oscar, incluindo Melhor FilmeMelhor RoteiroMelhor Ator para Haley Joel Osment Melhor Ator Coadjuvante para Bruce Willis – apesar de ter perdido todas as estatuetas.

The Eras Tour | Conheça ou relembre cada uma das músicas da aclamada turnê de Taylor Swift

Taylor Swift é um dos nomes mais poderosos da indústria fonográfica contemporânea, tendo levado para casa centenas de prêmios ao longo de dez álbuns de estúdio – e, agora, caminhando para ter a turnê mais bem-sucedida da história com a The Eras Tour.

As apresentações continuam a todo vapor pelo mundo e, em novembro deste ano, ela chegará ao Brasil com nada menos que seis shows (três no Rio de Janeiro e outros três em São Paulo).

Pensando nisso, preparamos uma lista separando todas as canções presentes no setlist de sua turnê – com exceção da “música surpresa” que ela coloca em cada show -, analisando brevemente a composição de cada uma delas. Para tanto, separamos a lista da mesma maneira que a artista (ou seja, em dez atos).

Confira:

ATO I – LOVER

MISS AMERICANA & THE HEARTBREAK PRINCE

Enquanto a carreira de Taylor é recheada de explosivos e dançantes refrões, “Miss Americana & The Heartbreak Prince” prova que ela não tem medo de experimentar coisas novas. Apostando na suavidade de um synth-pop e num verborrágico enredo do medo de perder alguém, essa faixa é um dos estandartes que passaram longe do radar de Lover.

THE MAN

O quarto single de Lover foi um grande divisor de águas na carreira de Swift e não tem o crédito que merece. Além de ter feito sua estreia diretorial com um elogiado videoclipe, “The Man” aflorou a presença política da performer com críticas ácidas aos privilégios masculinos da sociedade contemporânea e à necessidade do feminismo.

THE ARCHER

Seja com metáforas líricas on point, seja com uma produção bastante caprichosa e saudosista, “The Archer” foi lançada de surpresa e, mesmo assim, não se configurou com um dos singles principais de Lover. De qualquer forma, o dream-pop e o new wave se uniram em uma potente composição movida pelos sintetizadores e trazendo uma das rendições mais pessoais de Swift.

CRUEL SUMMER

Apaixonar-se é sempre algo misterioso e que nos causa borboletas no estômago, talvez pela emoção de enxergar alguém de um modo bem diferente do comum. É através dessa básica premissa, digna de qualquer rom-com dos anos 1990, que Swift cria “Cruel Summer”. A envolvente canção de amor é recheada de versos criativos e um uso potente dos sintetizadores, que lhe garantiram adoração por parte dos fãs.

YOU NEED TO CALM DOWN

Swift demorou para se colocar como uma defensora política da comunidade LGBTQ+, por mais que seu público fosse majoritariamente parte desta. Com “You Need to Calm Down”, a artista usou e abusou de sua ácida ironia para criar um “hino” pró-queer, zombando de homofóbicos e preconceituosos através de uma narrativa bastante colorida e eufórica.

LOVER

Taylor não poderia deixar de enfeitar seu sétimo álbum de estúdio com certas incursões do country – e fez isso de maneira belíssima ao contrastá-lo com o indie folk e o pop em Lover, uma semi-balada slowtempo que misturou inflexões do baixo com uma qualidade nostálgica sem igual.

ATO II – FEARLESS

LOVE STORY

O lead single de Fearless, aclamado álbum que rendeu a Swift sua primeira estatueta de Álbum do Ano no Grammy Awards, é uma das músicas mais conhecidas da princesinha do country-pop. Inspirada pela clássica peça ‘Romeu e Julieta’, de William Shakespeare, “Love Story” se torno um sucesso massivo no cenário internacional e foi a música country ano pela BMI.

FEARLESS

A música título de seu segundo álbum de estúdio é uma mudança drástica àquilo que Taylor havia nos apresentado desde então. Mergulhando de cabeça no pop rock, a temática gira em torno do destemor de se apaixonar e de lidar com o futuro, trazendo uma narrativa centrada no encontro perfeito. A canção debutou em nono lugar dos charts da Billboard.

YOU BELONG WITH ME

O lead single de Fearless, aclamado álbum que rendeu a Swift sua primeira estatueta de Álbum do Ano no Grammy Awards, é uma das músicas mais conhecidas da princesinha do country-pop. Inspirada pela clássica peça ‘Romeu e Julieta’, de William Shakespeare, “Love Story” se torno um sucesso massivo no cenário internacional e foi a música country ano pela BMI.

ATO III – EVERMORE

WILLOW

2020 se mostrou bastante prolífico para Taylor Swift e, menos de cinco meses depois do lançamento de Folklore, ela deu início a uma nova era respaldada no indie folk e no rock alternativo. A melódica e burlesca “willow” serviu como pontapé inicial do adorável álbum Evermore – e um dos melhores lead singles da artista.

CHAMPAGNE PROBLEMS

Taylor sabe exatamente de que forma decide entregar suas belíssimas canções – e “champagne problems” não é um caso à parte. Enquanto restringe-se a uma linearidade fabulesca guiada pela repetição proposital do piano, a artista brinca com certas notas, as quais, eventualmente, fornecem a profundidade requisitada para um anthem tão catártico quanto este.

MARJORIE

É difícil não se emocionar com a potência taciturna de “marjorie”. Um dos muitos ápices artísticos de Swift em Evermore, a faixa trata com carinho e com uma saudade imbatível Marjorie Finlay, falecida avó da performer que a encorajou a mergulhar no mundo da música. A própria cantora e compositora disse que Finlay a visita, ainda que em sonhos, para lhe dar inspiração e para segurar sua mão em momentos difíceis.

‘TIS THE DAMN SEASON

Apostando nos ecos dissonantes da guitarra e do baixo, “‘tis the damn season” encontra espaço de sobra para colocar certas batidas panorâmicas em uma invernal e narcótica ambientação que recorda de tempos que não vão voltar mais – mas cujas consequências sempre são sentidas em uma determinada época do ano.

TOLERATE IT

“tolerate it” mostra com vontade ígnea que Taylor Swift tem puro controle sobre suas incursões vocais e, por mais que seu alcance não seja espetacular, ela sabe como usá-lo a seu favor. Mais do que isso, a faixa prova novamente que a performer cria mágica com a melodia do piano e que tem um apreço gigantesco por unir tendências em um único escopo sonoro.

ATO IV – REPUTATION

DELICATE

“Delicate” é uma das melhores músicas do sexto álbum de Swift, principalmente por resgatar um estilo musical do final do século passado e por retomar parceria com Martin e Shellback. O electropop, infundido com distorções vocais arrepiantes e envolventes, serviu como base para uma narrativa que voltava a demonstrar a vulnerabilidade de sua performer principal, ainda que contrastante com a produção restante do CD.

…READY FOR IT?

Fazendo homenagens visuais a clássicos do sci-fi em uma arquitetura audiovisual cyberpunk, “…Ready For It?” foi o segundo single de Reputation e rendeu-se ao EDM e ao dubstep com força inigualável. A partir daí, todos já começavam a compreender exatamente o que a nova era representaria para a carreira de Taylor Swift.

DON’T BLAME ME

Taylor Swift nos deu vida com as inflexões do dub de “Don’t Blame Me”, uma das faixas mais coesas de Reputation. Misturando elementos do gospel e do synth-pop, a canção merecia ter ganhado mais atenção da mídia, mas ao menos caiu no gosto popular. Os versos tratam do amor como se fosse uma droga viciante e perigosa, ainda que necessária.

LOOK WHAT YOU MADE ME DO

“Look What You Made Me Do” abriu com êxito a era mais insana de Taylor Swift, Reputation. A mudança de ares e a atmosfera dark exalada pelos pesados versos misturo dance-pop e electroclash – e teve recepção polarizada por não ser nem um pouco parecida com qualquer coisa que a artista havia nos entregado até então. De qualquer forma, a canção se tornou o quinto #1 de Taylor nos charts da Billboard.

ATO V – SPEAK NOW

ENCHANTED

“Enchanted” foi inspirado por um rapaz que Swift conheceu em Nova York mas que nunca o viu pessoalmente. Trocando e-mails entre si, a música é acompanhada por um tom agridoce de não saber se esse relacionamento sem precedentes seguiria em frente ou se encontraria obstáculos diversos. Uma platônica declaração amorosa que deixa a canção ainda mais polida do que já é.

LONG LIVE

Quando Taylor anunciou que colaboraria com a artista brasileira Paula Fernandes, poucos acreditaram que o resultado final seria bom. Entretanto, a canção caiu no gosto popular e se tornou um sucesso em território nacional – apesar de ter recebido, à época do lançamento, críticas mistas que entraram em conflito com a produção demasiadamente densa, mas elogiaram a praticidade do single.

ATO VI – RED

22

É quase de praxe que, quando alguém completa 22 anos, imediatamente se relembra da faixa homônima de Taylor Swift. A divertida investida traz referências ao disco e ao dance-pop em uma celebração da vida e de uma nova era que se inicia. “22” teve recepção sólida por parte da crítica, a qual elogiou o conteúdo lírico e a liberdade criativa da artista.

WE ARE NEVER EVER GETTING BACK TOGETHER

O momento pelo qual estávamos todos esperando veio com o anúncio de Red, quarto álbum de estúdio de Swift. A vindoura transição para o pop começou com o viciante lead single “We Are Never Ever Getting Back Together”, assinado por ela, pelo lendário Max Martin e por Shellback. Garantindo o primeiro #1 de Taylor na Hot 100, a canção foi indicada na categoria de Gravação do Ano no Grammy 2013.

I KNEW YOU WERE TROUBLE

A nova incursão do pop rock e do electropop de Swift veio alguns meses depois com “I Knew You Were Trouble”. Facilmente uma de suas músicas mais famosas, o single uptempo traz influências do dubstep e detalham com um escopo totalmente contraditório as adversidades de um relacionamento tóxico. A faixa foi um majestoso sucesso comercial à época de seu lançamento.

ALL TOO WELL (10 MINUTE VERSION)

Em catorze anos de carreira, são poucas as canções que conseguiram ultrapassar a importância e a beleza de “All Too Well”. A melhor canção de Red(quiçá da carreira de Taylor) foi injustamente descartada como single à época do lançamento do álbum, mas tornou-se uma das favoritas dos fãs pelo poder lírico de seus versos sussurrados e pela presença de um tocante baixo – culminando em um evocativo refrão. Não é surpresa que, em novembro de 2021, Swift tenha dado um grande presente aos fãs com a prometida versão de dez minutos – que alcançou o topo da Billboard e levou inúmeros prêmios para casa.

ATO VII – FOLKLORE

CARDIGAN

Taylor Swift abria uma nova e inesperada era com “Cardigan”, lead single de Folklore, com potência e poesia como nunca vistos na carreira da cantora. A melódica composição, auxiliada pela produção magistral de Antonoff, é guiada essencialmente pelo piano e abre espaço para o folk, arquitetando uma narrativa mnemônica sobre um romance perdido nas memórias.

INVISIBLE STRING

“Invisible String” traz o retorno sólido do violão em uma descontruída balada romântica, uma história de amor que permitiu que o eu lírico (no caso a própria Taylor) pudesse se livrar das amarras de seu passado e encontrar paz interior, dialogando com basicamente tudo o que qualquer pessoa já quis.

BETTY

Swift voltou a nos chamar atenção com seu forte retorno às raízes country com “Betty” uma triste canção que amalgama elementos do folk rock e que, liricamente, é centrado em James e Betty, dois dos personagens de um triângulo amoroso fictício que Taylor trouxe ao álbum, e em uma chocante revelação de infidelidade.

THE LAST GREAT AMERICAN DYNASTY

O indie pop alternativo que se apodera de “The Last Great American Dynasty” é o melhor aspecto de uma das canções mais poderosas de Folklore. Contada a partir de uma perspectiva em terceira pessoa, a história é inspirada na socialite Rebekah Harkness, dona prévia do estado em que Swift atualmente mora.

AUGUST

A dream-folk “August” provavelmente nunca verá a luz do dia como single, mas isso não apaga sua necessidade de redescobrimento. Falando sobre a efemeridade do tempo, Swift declama certos ápices e vales ao longo de quase quatro minutos e meios enquanto percebe que, por mais que tente, o homem pelo qual é apaixonada não lhe pertence, e sim à outra.

ILLICIT AFFAIRS

É um fato dizer que Swift deixou Folklore de lado após lançar três músicas promocionais e um single oficial – esquecendo-se de dar mais atenção a gemas dentro da própria produção, como “Illicit Affairs”. A impecável faixa nos chama a atenção por destacar a infidelidade de um eu-lírico que faz de tudo para manter seu caso em segredo.

MY TEARS RICOCHET

Escrita apenas por Taylor, “My Tears Ricochet” é uma das grandes faixas de Folklore e, felizmente, faz parte do setlist oficial da The Eras Tour. Contando com a produção de Jack AntonoffJoe Alwyn, a faixa é embebida no arena rock e no gospel, incorporando elementos de coro e sintetizadores de forma apaixonante e dilacerante.

ATO VIII – 1989

SHAKE IT OFF

1989 marcou a transição completa do mundo do country para o pop de Taylor Swift – e veio da maneira mais viciante possível com o lead single “Shake It Off”. Recebida com moderada aclamação por parte dos críticos, a canção alcançou o topo dos charts da Billboard e foi indicada a três categorias do Grammy Awards em 2015.

STYLE

“Style” é uma das poucas baladas de 1989 – e, por essa razão, um dos destaques da produção. Trazendo elementos do dream-pop e do funk-pop para uma construção explosiva e sutil, ao mesmo tempo, a canção ganhou atenção do público e dos fãs, ainda mais por ser acompanhada de um belíssimo videoclipe.

BLANK SPACE

Permanecendo sete semanas no topo da Hot 100, “Blank Space” foi um sucesso massivo de crítica e de vendas – e uma declaração satírica que se autorreferenciava em comparação à atenção duvidosa que vinha recebendo da mídia. Musicalmente, a faixa é uma mistura interessante de electropop com hip-hop minimalista.

BAD BLOOD

Se você se lembra das múltiplas incursões musicais do Disney Channel, que juntavam suas estrelas mirins para rendições únicas de clássicos do cinema, talvez se sinta familiarizado com a ideia por trás de “Bad Blood”. A infecciosa canção, um dueto feito ao lado de Kendrick Lamar, ganhou o público com um videoclipe (literalmente) incendiário com aparições de Selena Gomez, Ellie Goulding, Hailee Steinfeld, Jessica Alba, Cindy Crawford e muitas outras mulheres poderosas.

WILDEST DREAMS

A balada synth e dream-pop “Wildest Dreams” não poderia ficar de fora da nossa lista, ainda mais por ser um dos singles mais tocados e conhecidos de 1989. Elogiado pelos vocais de Swift, a canção incorpora uma produção atmosférica belíssima que utiliza as batidas do coração da cantora como ponto inicial.

ATO IX – ACÚSTICO/MÚSICAS SURPRESAS

Para esse ato, fique ligado nas próximas matérias do CinePOP, pois iremos escolher dez canções que queremos que sejam cantadas no Brasil quando Taylor vier para cá.

ATO X – MIDNIGHTS

ANTI-HERO

“Anti-Hero”, uma grata surpresa do álbum, parte de uma configuração similar sem perder uma idiossincrasia interessante (a profunda aliteração) e servindo como um discurso confessional de autossabotagem, marcado por “sou eu… Oi… Eu sou o problema, sou eu”. A canção é irretocável, envolvente e ecoante, dialogando com qualquer um que já tenha passado por uma situação em que as “vozes internas” vieram à tona e nos fizeram duvidar do nosso próprio caráter.

LAVENDER HAZE

“Lavender Haze” almeja pelo minimalismo, principalmente por dar espaço para a rendição de Swift tomar forma. O segundo single de Midnights preza por uma repetitiva estrutura instrumental e uma cadência dos versos parecem homenagear artistas que se valem do mesmo aparato – como Lana Del Rey, que participa de uma das tracks do álbum, Selena Gomez e a recém-estreada Olivia Rodrigo. Em relação à composição não há muito o que falar: Taylor sempre foi uma força incomparável em relação à lírica (“eu fiquei sob escrutínio, você lidou com isso lindamente” é uma das várias entradas que nos chamam a atenção).

MIDNIGHT RAIN

Migrando para o electropop“Midnight Rain” se configura como uma reflexão em que Taylor contempla um amor perdido e a forma como ela resolveu escolher a própria carreira em detrimento de uma vida “doméstica” – e, por essa razão, atraindo comentários negativos sobre sua persona.

VIGILANTE SHIT

“Vigilant Shit”, sem sombra de dúvida a faixa mais ácida de Midnights, puxa aspectos de Reputation para um electro-synth comedido e uma história de vingança arrepiante (“eu não me visto para mulheres, não me visto para homens; ultimamente, me visto para vingança”), arrancando semelhanças de “Look What You Made Me Do” e pincelando-a com pulsões à la Charli XCX.

BEJEWELED

Ainda que a produção de “Bejeweled” não seja muito original, ela foi forte o suficiente para encantar os fãs da loirinha. Lançado como segundo single oficial de Midnights, a canção é envolta pelo bubblegum pop que a leva de volta às suas primeiras incursões no gênero e se consagra como uma música de empoderamento e de autolibertação.

MASTERMIND

A música de encerramento de Midnights é a ótima “Mastermind”, que foi desperdiçada como single oficial do álbum. A faixa é uma cândida história sobre um relacionamento amoroso e traz o melhor da colaboração entre Swift e Jack Antonoff à tona. Aqui, o que rege a estrutura da track é o incrível arranjo instrumental e o apreço pelo electropop.

KARMA

“Karma” foi oficialmente lançado como single em um dueto com a rapper Ice Spice – e mesmo sua versão solo foi o suficiente para conquistar os fãs. Misturando chillwave, disco, electroclash e synth-pop, a produção é regada a sintetizadores e fecha com chave de ouro a turnê.

Vídeo nos leva aos BASTIDORES de ‘Mergulho Noturno’, novo terror da Blumhouse; Confira!

A Universal Pictures divulgou um novo vídeo promocional de ‘Mergulho Noturno‘ (Night Swim), novo projeto da Blumhouse e da Atomic Monster.

featurette nos leva aos bastidores da produção.

Confira, junto ao trailer:

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de janeiro de 2024.

Dirigido por Bryce McGuire, o longa é baseado em seu curta homônimo de 2014, criado ao lado de Rod Blackhurst.

“Ray Waller é um ex-jogador da liga principal de beisebol que foi forçado a se aposentar precocemente em função de uma doença degenerativa. Ele muda para uma nova casa com sua preocupada esposa Eve, a filha adolescente Izzy e o filho Elliot. Ray, que no fundo ainda espera, contra todas as probabilidades, voltar à liga profissional, convence Eve de que a cintilante piscina do quintal da nova casa pode ser uma diversão para as crianças e uma ótima alternativa para as sessões de fisioterapia dele. Mas um segredo sombrio do passado da casa vai desencadear uma força malévola que levará a família ao terror mais profundo e inevitável.”

O elenco conta com Wyatt Russell, Kerry Condon, Amélie Hoeferle e Gavin Warren.

Crítica | ‘Sweet Tooth’ chega ao fim com uma 3ª temporada que beira a perfeição

Sweet Tooth chegou ao catálogo da Netflix em 2021 e, em pouco tempo, transformou-se em uma das produções mais elogiadas da plataforma de streaming. Inspirada nos quadrinhos homônimos de Jeff Lemire, a série é ambientada em um futuro pós-apocalíptico em que uma doença conhecida como Flagelo varreu boa parte das pessoas e coincidiu com o nascimento de uma geração de crianças híbridas entre humanos e animais. Nesse complexo cosmos, acompanhamos a jornada de Gus (Christian Convery), um jovem menino-cervo que perde o pai e que é encontrado por um ex-jogador de futebol americano chamado Jepperd (Nonso Anozie) – que aposentou sua “carreira” de caçar híbridos para ajudá-lo a sobreviver e a encontrar a mãe.

Três anos depois, caminhamos para a temporada de encerramento de uma das jornadas mais honestas e impactantes da Netflix da melhor maneira possível. É claro que, considerando que este é o ciclo de encerramento, estávamos com altas expectativas e esperávamos nada além da perfeição – o que não acontece, considerando alguns deslizes cometidos ao longo dos oito episódios, principalmente no tocante ao ritmo e a certas sequências que se arrastam mais do que deveriam. Entretanto, no geral, a iteração é muito positiva e deixa saudades imediatas desde quando as primeiras cenas se desenrolam ao momento em que os créditos de conclusão sobrem nas telinhas. E, com a introdução ou a reintrodução de personagens-chave para a trama, é notável como o terceiro ciclo é o mais brutal de todos – no melhor sentido da palavra.

Após enfrentarem o General Abbott (Neil Sandilands) no final da temporada anterior e darem adeus a Aimee (Dania Ramirez), que morreu após ser contaminada com o Flagelo, Gus, Jepper, Becky (Stefania LaVie Owen) e Wendy (Naledi Murray) deixam seus amigos e conhecidos a salvo em uma reserva e partem em uma missão perigosa que os levará ao Alasca para encontrar a mãe de Gus, Birdie (Amy Seimetz), que continua a pesquisar sobre uma possível cura. Mas isso não é tudo: Gus parece receber um chamado para voltar ao lugar onde tudo começou – o Sangue da Terra, uma caverna quase enterrada pelo gelo de onde o vírus do Flagelo escapou e destruiu o planeta. Como podemos imaginar, é a partir de agora que cada um dos personagens é forçado em um amadurecimento mandatório que ditará o futuro do mundo e que premedita sacrifícios dolorosos, mas necessários.

Os capítulos inéditos bebem consideravelmente da fonte da jornada do herói – mas não das etapas primárias em que o protagonista ainda está tentando entender o mundo em que vive ou os obstáculos que enfrentarão. Gus, na verdade, já passou por muita coisa e sabe que o caminho é mais árduo do que imaginava. Além da iminente destruição completa da humanidade com a nova variante do Flagelo (a variante do fim do mundo, como fica conhecida), ele se vê no centro de uma conspiração mortal que envolve a temível e sanguinária Helen Zhang (Rosalind Chao), uma das senhoras da guerra que é responsável pelo controle da agropecuária e da energia restantes nos Estados Unidos (uma mulher impiedosa que quer encontrar Gus e fazer o possível e o inimaginável para encontrar a cura através do menino-cervo).

Menino com chifres em cenário de neve.

Como bem nos lembramos, Gus foi a primeira criança híbrida a nascer após a liberação do Flagelo e, por essa razão, carrega um alvo nas costas. Zhang é acompanhada da filha mais velha, Rosie (Kelly Marie Tran), mãe de quatro híbridos lobos e que é manipulada pela própria mãe a cometer atos condenáveis para um “bem comum” (se é que podemos usar esse termo). Ambas as atrizes rendem-se de corpo e alma às personagens que interpretam e fazem trabalhos magníficos, colocando-as par a par com um elenco que aprendemos a amar desde os primeiros capítulos. Seimetz, tendo mais tempo de tela neste ciclo, é outra adição muito bem-vinda, juntando-se à Cara Gee e a Ayazhan Dalabayeva como Siana e Nuka, duas de suas aliadas mais próximas.

Convery é o nosso foco de maior atenção e demonstra um crescimento considerável desde sua estreia três anos atrás, conseguindo transformar os diálogos mais clichês previsíveis em discursos poderosos e recheados de uma sólida dramaticidade que aumenta sua complexidade. Da mesma maneira, Adeel Akhtar apresenta uma psique mais diversa ao Dr. Aditya Singh, que perdeu a esposa no ciclo predecessor e compartilha das mesmas visões de Gus – mas não sabe como navegar por elas a não ser pelo objetivo de erradicar o vírus, custe o que custar (e nada disso seria possível sem a nivelada performance do ator). E falar de Anozie parece redundante a esse ponto da narrativa, visto que rouba os holofotes a todo instante.

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Enquanto beira a perfeição, há pontos que não foram pensados com tanta cautela – mas que não têm força o suficiente para ofuscar as ótimas investidas. Há escolhas técnicas e criativas que, por vezes, se arrastam em repetições cansativas e que mancham o ritmo do enredo; há três linhas principais a serem acompanhadas e, no final das contas, todas convergem a fim de amarrar as pontas soltas e concluir. Porém, se pararmos para pensar, alguns acontecimentos teriam o mesmo resultado se elaborados com um pouco menos de demora.

A 3ª temporada de Sweet Tooth é o que queríamos para uma das sagas mais adoradas da Netflix e encerra uma potente aventura de maneira soberba. Acompanhar a jornada de Gus foi um dos melhores presentes oferecidos pela plataforma de streaming e, conforme nos aproximamos dos segundos finais, não podemos deixar de sentir um pungente gostinho agridoce que nos faz querer recomeçar tudo de novo.

‘DISCLAIMER*’: Vídeo explora a TENSA trilha sonora da minissérie estrelada por Cate Blanchett; Confira!

DISCLAIMER*‘, nova série de suspense psicológico escrita e dirigida pelo aclamado realizador Alfonso Cuarón (‘Roma’, ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’), chegou ao fim com a exibição do seu sétimo e último episódio.

Agora, a Apple TV+ divulgou um vídeo inédito de bastidores explorando a construção da trilha sonora – assinada pelo vencedor do Grammy e do Oscar Finneas O’Connell (irmão de Billie Eilish).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, “uma famosa documentarista descobre que é uma personagem proeminente em um romance que revela um segredo que ela tentou manter escondido”.

A produção é baseada no romance de mesmo nome assinado por Renée Knight.

Cate BlanchettKevin KlineSacha Baron CohenKodi Smit-McPheeLouis PartridgeLesley ManvilleHoYeon JungLiv HillGemma JonesAnya Marco HarrisLeila GeorgeAdam El HagarArchie GeorgeYoussef KerkourDaniele Nicoli estrelam a atração.

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‘Resident Playbook’: Série derivada de ‘Hospital Playlist’ chega ao streaming!

Resident Playbook, série derivada do k-drama ‘Hospital Playlist’, já está disponível no catálogo da Netflix.

A produção chegou à plataforma de streaming no último dia 12 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

spin-off foi criado por Shin Won-hoLee Woo-jung.

Ambientada na filial de Jongno do Centro Médico Yulje, a série acompanha a vida hospitalar e as amizades turbulentas de jovens residentes de obstetrícia e ginecologia que ingressam orgulhosamente no departamento impopular em uma época de baixas taxas de natalidade.

Go Youn-jungShin Si-ahHan Ye-jiKang You-seokJung Joon-won e outros estrelam.

Kim Song-hee assina o roteiro, enquanto Lee Min-soo fica responsável pela direção.

Avião é SEQUESTRADO no trailer de ‘Good News’, novo thriller sul-coreano da Netflix; Confira!

Netflix divulgou um teaser inédito de Good News, seu novo thriller de desastre sul-coreano.

O longa-metragem fez sua estreia no dia 5 de setembro, no Festival de Toronto, e chega à plataforma de streaming em 17 de outubro.

Confira:

O longa é dirigido por Byun Sung-hyun e é inspirado em eventos reais.

Em 1970, logo após deixar o Aeroporto de Haneda, em Tóquio, com destino a Itazuke, um avião de passageiros foi sequestrado por membros da Facção do Exército Vermelho, armados com armas de fogo e facas, exigindo ser levado para Pyongyang. Como o Japão e a Coreia do Norte não tinham planos para tal pouso, o plano dos sequestradores rapidamente começou a apresentar problemas.

Em Seul, uma figura obscura conhecida apenas como “Ninguém”, famosa por seu trabalho invisível, mas impactante, foi trazida para ajudar em um esforço secreto de resgate. Equipes de inteligência e militares do Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos tentaram táticas ousadas, desde bloquear a pista durante o reabastecimento até sequestrar sinais de rádio.

Sul Kyung-guHong KyungRyoo Seung-bumYamada TakayukiShiina KippeiKim Seung-o estrelam.

Charli XCX lança clipe de “Always Everywhere”, do álbum ‘Wuthering Heights’

Depois de ter conquistado a crítica e o públco com o aclamado álbum ‘Brat’, que lhe rendeu nada menos que três estatuetas do Grammy, a cantora e compositora Charli XCX está de volta com sua mais nova era musical.

Intitulado Wuthering Heights, o compilado de originais foi inspirado em seu trabalho com a cineasta Emerald Fennell no remake de O Morro dos Ventos Uivantes e foi lançado hoje, 13 de fevereiro, nas plataformas de streaming.

Agora, a aclamada performer divulgou o clipe oficial do single “Always Everywhere”, que sucede “House”“Chains of Love”“Wall of Sound”.

Confira:

“Liguei para Emerald e perguntei a ela o que ela esperava da minha leitura do roteiro”, a performer explicou por que decidiu criar um álbum inspirado no filme em entrevista ao Substack“Ela timidamente sugeriu: ‘uma música?’. E eu sugeri: ‘um álbum?’. Por que não? Eu queria mergulhar na persona, em um mundo que parecia inegavelmente cru, selvagem, sexual, gótico, britânico, atormentado e cheio de frases reais, pontuação e gramática. Sem um cigarro ou um par de óculos escuros à vista, era tudo completamente diferente da vida que eu estava vivendo. Eu estava totalmente imersa”.

Vale lembrar que o remake é estrelado por Margot Robbie (‘Barbie’) e Jacob Elordi (‘Frankenstein’). Fennell (‘Bela Vingança’) fica responsável pela direção e pelo roteiro.

‘Conviction’: Liza Colon-Zayas, de ‘O Urso’, é escalada para o novo DRAMA jurídico do Hulu

Segundo o Deadline, a vencedora do Emmy Liza Colón-Zayas (‘O Urso’) foi escalada em caráter convidado ao elenco de Conviction, novo drama legal do Hulu.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados.

A atriz se junta à vencedora do Globo de Ouro e do Emmy Elisabeth Moss (‘The Handmaid’s Tale’, ‘O Homem Invisível’), que será a protagonista. Sebastian De Souza (‘The Great’), Adam Godley (‘Mistério em Cemetery Road’) e Ella Anderson (‘Song Sung Blue’) também fazem parte do elenco.

A série foi escrita por David Shore, criador de ‘House’‘The Good Doctor’, para a 20th Television.

Moss e Shore entram como produtores executivos ao lado de Warren LittlefieldBert Salke.

Conviction, inspirada no romance best-seller homônimo de Jack Jordan, acompanha a advogada criminalista Neve Harper (Moss), uma profissional confiante que finalmente tem a chance de assumir um caso decisivo em sua carreira: um assassinato de grande repercussão, no qual o marido é acusado de matar a esposa incendiando a casa. Mas quando um misterioso estranho começa a chantageá-la, Neve é ​​forçada a comprometer todas as suas obrigações legais, morais e éticas para obter a absolvição — ou corre o risco de ter seus segredos obscuros expostos.

A sala de roteiristas da série deve abrir em dez dias, com o início da produção previsto para junho, em Nova York.

Conviction marca a terceira série de Moss e Littlefield para o Hulu, após a premiada ‘The Handmaid’s Tale’, e o spin-off ‘The Testaments’, com estreia agendada para 8 de abril.

Ator da franquia ‘007’ dá opinião sobre versão feminina de James Bond

Em entrevista para o The Express, John Rhys-Davies, intérprete do General Leonard Pushkin em ‘007: Marcado para a Morte’, foi questionado sobre o que acha de uma versão feminina de James Bond.

Em reposta, o ator não pareceu muito favorável, mas admitiu que adaptações precisam se adequar à atualidade.

“Meu coração palpita só de pensar em uma versão feminina de Bond. Eu acho que isso não é exatamente o que o criador do personagem pretendia, originalmente. Mas as artes cênicas precisam se adequar para não perder o interesse do público. Nós vivemos para agradar, essa é a regra do cinema.”

Davies também deu sua opinião sobre quem foi o melhor intérprete do personagem até agora, dizendo:

“Eu acho que cada um trouxe suas próprias qualidades individuais para Bond. Eu adorei Timothy Dalton, mas acho que o atual [Daniel Craig] também é maravilhoso.”

Diferente de Davies, Pierce Brosnan demonstrou total apoio em introduzir uma mulher como protagonista nos próximos da franquia.

“Acho que vimos homens fazendo isso nos últimos 40 anos. Saiam do caminho, caras, está na hora colocar uma mulher como protagonista. Eu acho que seria emocionante, de verdade…”, disse ele, segundo o The Hollywood Reporter.

No entanto, Brosnan reconheceu que a ideia pode não sair do papel enquanto produtor Albert Broccoli for responsável pela franquia.

“Acho que isso não vai acontecer tão cedo, não com o Broccoli no comando.”

Brosnan interpretou James Bond quatro vezes, em ‘007 Contra GoldenEye’ (1995), ‘O Amanhã Nunca Morre’ (1997), ‘O Mundo Não é o Bastante’ (1999), e ‘Um Novo Dia para Morrer’ (2002).

Lembrando queSem Tempo para Morrer’ será o último filme de Daneil Craig como James Bond

Confira o teaser:

https://www.facebook.com/266350353379883/posts/2823584880989738?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

Na trama, Bond deixou o serviço secreto e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz dura pouco quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista raptado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond para o rastro de um misterioso vilão armado com uma tecnologia mortal.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga e com roteiro de Neal Purvis e Robert Wade, o 25º quinto da franquia estrela Daniel Craig, Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Rory Kinnear, Ben Whishaw, Jeffrey Wright, Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

Apesar dos atrasos e do acidente com Craig, ‘Bond 25’ não será adiado e segue com estreia marcada para o dia 8 de abril de 2020. Confira o trailer:

Netflix divulga vídeo reunindo as mulheres mais duronas dos filmes e séries da plataforma; Assista!

A Netflix divulgou um vídeo incrível em seu canal do YouTube reunindo algumas as mulheres mais duronas dos filmes e séries disponíveis no catálogo.

Em cinco minutos, o vídeo mostra os melhores momentos da Eleven (Millie Bobby Brown) de ‘Stranger Things‘, Vanya Hargreeves (Ellen Page) de ‘The Umbrella Academy‘, Andy (Charlize Theron) de ‘The Old Guard’, entre muitas outras.

Assista:

E aí, qual é a sua heroína preferida?

Por falar em ‘The Old Guard‘, a adaptação continua sendo um sucesso absoluto de público e Theron, bem como o restante do elenco, estão empolgados para retornar para uma nova sequência.

Durante uma entrevista ao jornalista Marc Malkin, da revista Variety, ela foi categórica ao afirmar que todos realmente querem um novo capítulo na jornada dos imortais:

“Nós ainda estamos divulgando esse filme. Vamos tirar um pequeno período de descanso, mas considerando o fato de que todos nós realmente queremos fazer uma sequência, eu tenho certeza que na hora certa, nós começaremos essa conversa”.

Assista nossa crítica:

A direção fica a cargo de Gina Prince-Bythewod (‘Manto e Adaga‘).

O elenco conta com Charlize Theron (‘Mad Max: Estrada da Fúria‘), Chiwetel Ejiofor (‘Doutor Estranho‘), KiKi Layne (‘Se a Rua Beale Falasse‘), Harry Melling (A Balada de Buster Scruggs), Veronica Ngo (‘Star Wars: Os Últimos Jedi’), e Marwan Kenzari (Aladdin)

‘Cruella’: Revista divulga os belos vestidos usados por Emma Stone no filme; Confira!

A revista Marie Claire divulgou alguns dos figurinos que foram usados por Emma Stone no vindouro filme Cruella, da Disney.

As peças foram desenhadas pela figurinista Jenny Beavan, vencedora do Oscar por seus figurinos em ‘Mad Max: Estrada da Fúria’.

Confira:

Vestido drapeado vermelho e cetim com corte sereia, decote frente única e costas abertas, combinando com luvas de couro vinho e sandálias de tiras vermelhas.

Jaqueta com capa preta de tweed com detalhes prateados, combinando com botas de camurça preta com correntes Gianvito Rossi, luvas de couro pretas e gargantilha.

Vestido longo metálico com cauda e mangas oversized, combinando com pulseiras metálicas de fita flexível de Alexis Bittar e sapatos de salto baixo combinando com detalhe de arco no peito do pé de Christian Louboutin.

 

Vestido preto com decote halter e costas abertas, combinando com uma capa preta com ombreiras, luvas de couro pretas, gargantilha de couro e sapatos de camurça preta com silhueta de coração, de Roger Vivier.

Lembrando que o longa estreia em 28 de maio nos cinemas e no Premier Access da Disney+.

Assista ao trailer:

Cruella, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella, uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman, uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

Emma Thompson, Paul Walter Hauser, Joel FryEmily BeechamKirby Howell-Baptiste completam o elenco.

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

‘Não Olhe Para Cima’: Diretor comenta sobre ‘erro de edição’ após gafe viralizar online; Confira!

Não Olhe Para Cima‘ estreou na semana passada e já se tornou um dos filmes mais comentados entre os assinantes da Netflix por conta de suas críticas ao negacionismo.

No entanto, o longa estrelado por Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence também entrou para os topic trends das redes sociais devido a um ‘erro de edição’.

Acontece que alguns espectadores perceberam que a equipe de produção aparece aleatoriamente em uma cena do filme, que acabou viralizando no Tik Tok e no Twitter.

Os membros da equipe podem ser vistos por volta de 1h30 do longa, usando máscaras e equipamentos de gravação.

Por outro lado, o diretor Adam McKay se pronunciou sobre o ‘erro’ e garantiu que a cena foi editada dessa forma propositalmente.

Em seu perfil do Twitter, ele compartilhou uma notícia sobre e erro e rebateu a situação com humor.

Confira, junto com o exato momento da cena:

“Bom olho!. Nós deixamos aquela imagem da equipe de propósito para comemorar a experiência esquisita das gravações.”


Por falar nisso, a Netflix divulgou um novo vídeo com DiCaprio e Lawrence revelando detalhes sobre os bastidores da produção.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Vale lembrar que o longa já está disponível na Netflix!

Adam McKay (‘A Grande Aposta’) dirige.

O grande elenco conta com Leonardo DiCaprio, Jennifer Lawrence, Rob Morgan, Jonah Hill, Mark Rylance, Tyler Perry, Timothée Chalamet, Ron Perlman, Ariana Grande, Scott Mescudi, Himesh Patel, Melanie Lynskey, Michael Chiklis, Tomer Sisley, Cate Blanchett e Meryl Streep.

A estudante de astronomia Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence) e seu professor, Dr. Randall Mindy (Leonardo DiCaprio), descobrem que um cometa está prestes a colidir com a Terra, mas ninguém parece se importar. Alertar a humanidade sobre o impacto fatídico da rocha do tamanho do Monte Everest não será nada fácil. Com a ajuda do Dr. Oglethorpe (Rob Morgan), eles embarcam em um tour midiático que vai do gabinete da indiferente presidente Orlean (Meryl Streep) e seu filho bajulador Jason (Jonah Hill) até as ondas de rádio do The Daily Rip, um programa matinal bem-humorado apresentado por Brie (Cate Blanchett) e Jack (Tyler Perry). A apenas seis meses da colisão, chamar a atenção da mídia e de um público obcecado pelas redes sociais se mostra um desafio chocantemente cômico – o que será preciso fazer para o mundo apenas olhar para cima?  

DON’T LOOK UP, JENNIFER LAWRENCE as KATE DIBIASKY. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

DON’T LOOK UP, MELANIE LYNSKEY as JUNE MINDY Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

DON’T LOOK UP, TOMER SISLEY as ADUL GRELIO. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

DON’T LOOK UP, RON PERLMAN as COLONEL DRASK Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

DON’T LOOK UP, HIMESH PATEL as PHILLIP. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

DON’T LOOK UP, ROB MORGAN as DR. CLAYTON “TEDDY” OGLETHROPE. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

DON’T LOOK UP, MICHAEL CHIKLIS as DAN PAWKETTY. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

DON’T LOOK UP (L to R) SCOTT MESCUDI (KID CUDI) as DJ CHELLO, ARIANA GRANDE as RILEY BINA. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

DON’T LOOK UP, TIMOTHÉE CHALAMET as YULE. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

DON’T LOOK UP, MERYL STREEP as PRESIDENT JANIE ORLEAN. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

DON’T LOOK UP (L to R) CATE BLANCHETT as BRIE EVANTEE, TYLER PERRY as JACK BREMMER, LEONARDO DICAPRIO as DR. RANDALL MINDY, JENNIFER LAWRENCE as KATE DIBIASKY, Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

Aprovação de ‘Pearl’ sobe para 86%, mas ainda fica abaixo de ‘X – A Marca da Morte’; Confira as críticas!

Intitulada ‘Pearl‘, a pré-sequência do terror ‘X – A Marca da Morte’, abriu com 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

No entanto, a aceitação do longa estrelado por Mia Goth subiu para 86% agora que mais críticas foram agregadas ao portal.

Ainda assim, o novo filme de Ti West não conseguiu chegar perto do antecessor, que registrou incríveis 94% de avaliações positivas.

Dentre os comentários, os especialistas rasgaram elogios para a atuação de Goth, que reprisa o papel titular, apesar de dizerem não ser tão original quanto o filme predecessor.

Confira:

Pearl acaba realçando ‘X’ um pouco ao essencialmente narrar toda a repressão e os eventos que deixaram Pearl louca. Mas não sem seus próprios problemas” – Collider.

“Talvez eu não devesse ter gostado tanto de Pearl quanto eu gostei: mas é inteligente, ágil, tenebroso e brutalmente bem atuado. Uma joia” – The Guardian.

“É uma conquista impressionante da arte fílmica, mas uma que não revela nada de novo” – IndieWire.

“Um retrato arrepiante de mais uma jovem cobiçando por uma vida melhor do que a que tem, tornando-se uma companhia divertida a ‘X’” – THR.

Pearl se sustenta por conta própria, uma divertida ‘Imitação da Vida’ cheia de referências internas a clássicos do terror” – Variety.

Relembre o trailer:

Lembrando que West já está desenvolvendo o roteiro do terceiro filme, intitulado ‘MaXXXine‘.

“Sou muito grato à A24 por ter tido a oportunidade de fazer isso. Uma das partes mais legais desse filme é a noção que há algo maior por trás de tudo isso. O que eu posso dizer sobre [a pré-sequência] ‘Pearl’, que nós já filmamos, é que será focada nessa personagem. Nós iremos descobrir mais sobre ela. Terá uma estética muito diferente de ‘X’. Eles poderão ser assistidos de forma independente, mas os dois filmes se completam de uma forma específica.”

Ele completa, “O terror ‘X’ é influenciado pelos filmes independentes dos anos 70, enquanto ‘Pearl’ irá abordar uma era muito diferente do cinema. Se tivermos a chance de fazermos o terceiro filme, ele também será inspirado por uma era diferente.”

Em 1979, um grupo de cineastas viajam até a zona rural do Texas para gravar um filme adulto, mas sua anfitriã reclusa os pega no ato e eles logo precisam lutar desesperadamente por suas vidas.

O elenco conta com Brittany Snow (‘A Morte te Convida para Dançar’), Mia Goth (‘Suspiria’), Jenna Ortega (‘Pânico’), Scott Mescudi (‘Não Olhe para Cima’), Martin Henderson (‘O Chamado’), Owen Campbell (‘Tempos Obscuros’) e Stephen Ure (‘Máquinas Mortais’).

‘Pantera Negra 3’: Letitia Wright NÃO SABE quando Shuri irá retornar ao MCU

Um dos destinos mais surpreendentes dos personagens do MCU foi o de Shuri (Letitia Wright), a irmã de T’Challa (Chadwick Boseman), que se tornou uma parte de destaque da franquia ‘Pantera Negra‘.

Após a repentina morte do rei de Wakanda, Shuri acabou assumindo seu manto como governante e protetora do reino em ‘Pantera Negra 2: Wakanda para Sempre‘.

Na trama, ela ainda se provou uma habilidosa guerreira ao deter a invasão do povo de Talokan e derrotar Namor (Tenoch Huerta) em batalha.

Agora o público está se perguntando quando Shuri irá retornar ao MCU.

Em entrevista para o Comic Book, Wright foi questionada com a mesma pergunta, mas ela confessou que ainda não sabe qual será o futuro da personagem.

Em resposta, ela foi bem direta e não deu nenhum detalhe

“Eu não sei, não sei de nada. Eu saberei assim que vocês [os fãs] souberem.”

Considerando que Shuri agora veste o mando do Pantera Negra e continua fazendo suas pesquisas tecnológicas, ela deve ser uma importante personagem durante os eventos de ‘Vingadores: A Dinastia Kang’ eVingadores: Guerras Secretas’.

Lembrando que  ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ está disponível na Disney+.

Assista as entrevistas e siga o CinePOP no YouTube:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Novo filme do ‘Hellboy’ ganha previsão de estreia

Já faz meses desde a última atualização sobre o novo filme do ‘Hellboy‘, que será estrelado por Jack Kesy (‘Sem Remorso’).

A notícia oficial mais recente havia sido divulgada em maio de 2023, quando as gravações do longa foram finalizadas.

Mas, enquanto seu promovia seu novo quadrinho, intitulado ‘Bowling with Corpses’, Mike Mignola, criador do personagem, confirmou o lançamento do novo ‘Hellboy’ para este ano nos cinemas.

Em entrevista ao The Wrap, ele disse que a estreia vai acontecer entre setembro e novembro deste ano.

Anteriormente, o produtor Les Weldon revelou entusiasmo com a escolha de Kesy para o papel principal.

Em suas próprias palavras, o produtor explicou:

“Fizemos uma longa expedição para encontrar o Hellboy certo, e sabíamos que esse filme específico seria muito sombrio e assustador”, afirmou o produtor ao Collider.

“Não tem brilho, nada disso. E Jack (Kesy), olha, eu já tinha trabalhado com ele antes, assim como outros caras da nossa empresa, e meio que chegamos à mesma conclusão de que esse tipo de personalidade que ele tem funcionaria muito bem para a história”, concluiu.

O próprio Mignola disse que esta é a adaptação mais fiel de ‘Hellboy‘ até hoje.

Em seu perfil do Instagram, ele disse que:

“Então, eles terminaram a fotografia principal do novo filme do ‘Hellboy. Eu não estava no set para este, mas eles foram legais o suficiente para me enviar atualizações diárias e devo dizer que adorei o que tenho visto. Se os fãs estão esperando por um filme de Hellboy que seja na verdade uma adaptação de uma de minhas histórias, acho que finalmente vão conseguir um.”

O lendário quadrinista parabenizou os cineastas envolvidos na produção, incluindo o diretor Brian Taylor (‘Motoqueiro Fantasma 2’).

“Parabéns ao diretor Brian Taylor e a um elenco realmente maravilhoso – e ao co-roteirista Chris Golden, que fez muito para descobrir como dar ao estúdio o que eles queriam e ainda se manter fiel ao coração e à alma de ‘The Crooked Man‘, minha história favorita de ‘Hellboy. Gostaria que Richard Corben ainda estivesse por perto para ver isso – eles fizeram um trabalho maravilhoso dando vida a seu personagem realmente incrível.” 

Kesy também atuou em ’12 Heróis’, ‘Deadpool 2‘, ‘Desejo de Matar‘ ao lado de Bruce Willis, e nas séries ‘Claws‘ e ‘The Strain‘.

Jack Kesy é um ator dinâmico que tem a habilidade de se transformar em seus papéis. Seu talento e estatura são perfeitos para que ele interprete um jovem Hellboy. Fiquei muito impressionado com ele enquanto trabalhamos em ‘Posto de Combate’,” declarou o co-presidente da Millennium Media, Jonathan Yunger.

Na trama…

“Em 1956, nas montanhas de West Virginia, Hellboy encontra Tom, um homem que vendeu sua alma para um demônio da floresta conhecido como O Homem Torto. Juntos, eles viajam para o coração das montanhas sombrias para confrontar o demônio e tentar salvar a alma do Tom.”

Vale lembrar que o reboot de 2019 se tornou um enorme fracasso de bilheteria, tendo arrecadado apenas US$ 55 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 50 milhões.

HBO Max será RELANÇADO como um novo serviço de streaming; Saiba mais!

A Warner Bros. Discovery planeja relançar o HBO Max apenas como Max, oferecendo aos assinantes uma combinação de conteúdos do Discovery+ e do HBO Max. O anúncio será feito amanhã (12) em um evento realizado pela empresa (via IGN).

De acordo com três fontes com conhecimento do assunto, o Max deve estrear em maio ou junho nos EUA e custará US$16 por mês (o mesmo do plano atual da HBO Max), com vários níveis de preço, incluindo um mais barato com anúncios.

A nova plataforma de streaming combinará reality shows do Discovery, como ‘Do Velho ao Novo‘, ‘Dra. Sandra Lee – A Rainha dos Cravos e ‘Irmãos à Obra‘, com séries e filmes do HBO Max, como ‘Succession‘, ‘A Casa do Dragão‘, e ‘The Last of Us‘.

A ideia de unir os serviços de streaming surgiu com a fusão entre a WarnerMedia e o Discovery, que causou controvérsia ao cancelar projetos como ‘Batgirl‘ e o especial de Natal do Scooby-Doo, além de descontinuar séries animadas como ‘Close Enough‘, ‘Trem Infinito‘ e ‘OK K.O.! Let’s Be Heroes‘.

Recentemente, quatro legisladores democratas escreveram uma carta ao Departamento de Justiça dos EUA pedindo uma revisão do acordo, alegando que a fusão permitiu práticas potencialmente anticompetitivas que prejudicaram os consumidores e trabalhadores nos mercados afetados.

Ainda assim, a nova plataforma de streaming é vista como uma tentativa de competir com outros serviços de streaming, como Netflix, Disney+ e Amazon Prime Video, oferecendo aos assinantes uma variedade maior de conteúdo.

A fusão entre Warner Bros. Discovery tem sido um dos maiores negócios do setor de mídia recentemente, e a nova plataforma de streaming pode ser um passo importante para consolidar ainda mais sua posição no mercado.

Da Arquitetura para o Cinema: Os melhores filmes de Fernando Meirelles

Filho de um médico, Fernando Meirelles sempre viajou desde sempre para diversos lugares. Quando adolescente, seu pai o presenteou com uma filmadora, daí nasceu seu amor pelo cinema. Cursou Arquitetura e Urbanismo na USP. Após alguns trabalhos já dentro do audiovisual, no final da década de 90, Fernando ganhou o livro Cidade de Deus e resolveu produzir e dirigir o filme baseado na obra se tornando um longa-metragem impactante na história da filmografia brasileira de todos os tempos. Daí em diante sua carreira como cineasta decolou e em 2005 realizou sua primeira produção internacional, o Jardineiro Fiel.

Meirelles é um dos cineastas brasileiros mais conhecidos internacionalmente, com direito até uma indicação ao Oscar de Melhor Direção. Hoje, ele faz 66 anos e resolvemos indicar alguns dos ótimos filmes dele.

 

Cidade De Deus

Talvez a Obra-Prima da carreira de Meirelles, um filme que ficará marcado na memória de todos os cinéfilos e cinéfilas que já o assistiram, uma impactante produção do nosso audiovisual. Em 2002, chegou aos cinemas de todo o Brasil, Cidade de Deus, adaptado do livro homônimo de Paulo Lins. No filme conhecemos a trajetória da Cidade de Deus, desde a década de 60 até o início dos anos 80. Pelas histórias de personagens moradores da região, vamos vendo histórias que levaram o lugar a ser considerado uma das regiões mais violentas do Rio de Janeiro.

 

O Jardineiro Fiel

Um dos filmes de maior orçamento de todas as produções de Meirelles até hoje (25 milhões de dólares), e seu primeiro longa-metragem internacional do currículo, O Jardineiro Fiel é baseado no romance homônimo do escritor britânico (que tem muitas obras sobre espionagem) John le Carré. Na trama, conhecemos um diplomata britânico que trabalha em Nairóbi, no Quênia, que decide investigar as razões do assassinato de sua esposa, uma ativista de direitos humanos. O filme foi indicado a quatro Oscars, vencendo na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante (Rachel Weisz).

 

Ensaio sobre a Cegueira

No ano de 2008, Meirelles trouxe para as telonas a adaptação homônima da obra do vencedor do prêmio Nobel, José Saramago, Ensaio sobre a Cegueira. Rodado no Brasil, no Canadá e no Uruguai, o filme nos mostra uma epidemia conhecida como cegueira branca atinge uma cidade. A mulher de um médico é a única pessoa que ainda consegue enxergar. Ela vai para um abrigo com seu marido cego e encontra outras pessoas na mesma situação que a dele. O elenco é muito bom, nomes como: Julianne Moore, Mark Ruffalo, Gael García Bernal, Danny Glover, Sandra Oh e Alice Braga enchem a tela de emoção.

 

Dois Papas

Uma igreja que se casa com uma era ficará viúva na próxima era. Dois Papas é um contratempo do pensar, dois dos maiores artistas de suas gerações, o tango vs pretzel, tudo isso envolto em suposições de dias de diálogos entre duas mentes completamente diferentes mas que amam o mesmo Deus. Indicado em algumas categorias no Globo de Ouro e no Oscar, essa produção Netflix é um leve filme, onde nos diálogos a magia acontece.

 

Domésticas

Baseado na peça Domésticas de Renata Melo, conhecemos cinco personagens que são grandes mulheres batalhadoras. Todas têm sonhos distintos mas vivem a mesma realidade: trabalhar com empregada doméstica. O filme percorreu muitos festivais pelo Brasil e também foi exibido no Festival de Roterdã.

 

Crítica | ‘O Assassino do TikTok’ – Mais um macabro TRUE CRIME na NETFLIX

Um perigoso ex-condenado com o poder de um celular nas mãos é o ponto central de uma minissérie documental de apenas dois episódios, que reconstrói um desaparecimento inesperado na Espanha. Essa situação, que logo se transforma em um caso que intrigou a opinião pública e colocou na vitrine as ações das forças policiais. Essa assustadora história, vista em O Assassino do TikTok, é mais um macabro True Crime que chega à Netflix.

A primeira coisa que chama a atenção é o título, deveras sensacionalista, que busca chamar a atenção do público para uma história de crueldade e do comportamento manipulador de um assassino impiedoso. No entanto, a maneira como se conta essa história, sem grande desenvolvimento de suas figuras-chave, deixa muito a desejar. A narrativa atravessa detalhes superficiais em um ritmo lento que mistura as peças do quebra-cabeça de maneira não equilibrada, deixando principalmente a primeira parte do projeto documental confusa em diversos momentos.

Crítica | ‘Investigando Lucy Letby’ – Serial Killer ou vítima? Documentário da NETFLIX coloca em debate um perturbador TRUE CRIME

Sem perder tempo e apresentando a vítima através de depoimentos de familiares e amigos, nessa primeira parte vamos conhecendo Esther Estepa, uma mulher de 42 anos muito amada por seus amigos e pela família. Ela gostava de viajar, mas sempre estava em contato com a mãe. Do dia pra noite, desapareceu cerca de três anos atrás em uma região do litoral espanhol.

A partir de vídeos publicados na internet por um homem mais velho, descobre-se que seu destino se cruzou com o desse nômade que percorria vários lugares da Espanha, postando seus vídeos no TikTok. A questão é que esse homem, José Jurado Montilla (também conhecido como Dinamita Montilla), escondia um passado sombrio, repleto de acusações e condenações, sendo a última pessoa a vê-la com vida. Em uma investigação feita pela própria família, em partes, através dos vídeos disponíveis na rede Tiktok, o suspeito era bastante óbvio desde o início.

Na segunda parte do documentário, as lacunas permanecem com poucos preenchimentos, mas passamos a entender melhor alguns acontecimentos e aspectos sobre a investigação policial que se seguiu. Também cruzamos com o passado criminoso do provável assassino: nos anos 1980, Dinamita Montilla foi condenado a mais de 100 anos de prisão, cumprindo menos de 30, ficando solto e envolvido em mais um assassinato.

Crítica | ‘Um Amigo, Um Assassino’ – True Crime da Netflix de deixar o cabelo em pé!

Nesse ponto, surgem também algumas críticas em relação a como a polícia espanhola conduziu sua investigação, nos levando a crer que, se a família não tivesse se mobilizado para encontrar pistas sobre ocorrido, provavelmente não teria desfecho essa história.

O Assassino do TikTok é mais um caso chocante de feminicídio que coloca em evidência a atuação da investigação policial e a justiça de um dos principais países da Europa. Mas, acima de tudo, mostra como um monstro à solta pode destruir a vida de toda uma família, que nunca mais vai poder abraçar sua ente querida.

NOSTALGIA! Relembre as Maiores Franquias do Cinema nos anos 80…

Ah, os anos 80! Só quem viveu sabe…

A época mais que especial continua bastante viva na cultura popular. Hoje, diversos canais de Youtube (a TV moderna) são especializados em nostalgia desta década marcante, seja no Brasil ou internacionalmente, como nos EUA. Fora isso, é claro, diversos produtos da época cismam em querer voltar, através de continuações, reboots e remakes de filmes, séries e desenhos do período. Além, é claro, de intermináveis homenagens, sendo o programa Stranger Things, da Netflix, uma das mais populares da atualidade.

Pensando nisso, resolvemos voltar justamente para os anos 80, e relembrar das franquias cinematográficas que mais fizeram parte do período – seja devido a suas intermináveis sequências, sucesso monstruoso de seu marketing e peças de merchandising, ou abrangência para outras mídias (como cartoons, por exemplo). Confira abaixo.

Star Wars

Falar do domínio mundial de Star Wars – ou Guerra nas Estrelas para os íntimos – é chover no molhado. Porém, muito antes de se tornar propriedade da Disney e da Disney Plus, a franquia da Galáxia muito, muito distante já era uma febre entre os jovens da década de 80. Tudo bem, o filme original é de 1977, e logo no ano seguinte inclusive foi lançado o infame “especial de natal”. No entanto, Foi quando O Império Contra-Ataca (1980) estreou nos cinemas e tivemos a confirmação de uma trilogia que tudo atingiu novos níveis de histeria em massa.

Sim, a trilogia foi “concluída” em 1983, com O Retorno de Jedi. Mas não parava por aí. Logo no ano seguinte, em 1984, o próprio criador George Lucas produzia Caravana da Coragem, um filme passado no mesmo universo, protagonizado pelos ursinhos Ewoks, na época muito adorados. Esse filme chegou a receber uma continuação em 1985, intitulada Batalha de Endor. Acha que acabou? Os mesmos ursinhos se tornaram protagonistas de um desenho animado, que durou de 1985 a 1987, e fez a alegria de crianças da geração. Mas não parou por aí, e os robozinhos mais famosos do cinema, C3PO e R2D2 também viravam animação em uma série de desenhos com Droids, que durou de 1985 a 1986. Isso que é uma verdadeira febre.

Indiana Jones

Por falar em George Lucas, o cineasta estava no topo do mundo na época, sendo responsável por duas das franquias mais bem sucedidas dos anos 80. Além de Star Wars, Lucas também foi o produtor e criador de Indiana Jones, que entregou para o amigo Steven Spielberg dirigir. Tudo começou com Os Caçadores da Arca Perdida (1981), e o longa se tornou tão famoso e prestigiado (com direito inclusive a uma indicação de melhor filme no Oscar), que gerou duas continuações, reinando absoluto na década. Vieram O Templo da Perdição (1984) e A Última Cruzada (1989). Agora só nos resta esperar pelo quinto episódio das aventuras do arqueólogo mais famoso do cinema, que já tem Phoebe Waller-Bridge e Mads Mikkelsen confirmados no elenco, além do próprio Harrison Ford. Esse será o primeiro filme sem direção de Spielberg, que passa o comando para James Mangold (Logan). A estreia é em 2022.

Rambo

Pode não parecer tanto, mas as franquias Rambo e Indiana Jones possuem muito em comum. Primeiro, ambas reinaram na década de 80 com trilogias e só existiram por lá. Isso é, até a chegada de 2008, ano em que ambas lançaram suas quartas aventuras com os heróis, digamos, mais maduros. Quando falamos em quintos filmes, porém, Rambo saiu na frente e lançou Rambo – Até o Fim em 2019, enquanto a quinta aventura de Indy sai só ano que vem. Sylvester Stallone tirou a sorte grande ao protagonizar um livro que servia de crítica anti-guerra, e decidir não matar o protagonista, como na obra original. Rambo – Programado para Matar (1982) fez bastante sucesso e gerou uma continuação. Mas nada prepararia o ator ou o mundo para a chamada “Rambomania” que seria instaurada a partir de 1985, com o lançamento de Rambo II – A Missão.

Fenômeno de bilheteria, o personagem se tornava ícone da cultura pop e garoto propaganda da era Ronald Regan. Para termos uma ideia, Rambo virava inclusive desenho animado no ano seguinte, com Rambo – A Força da Liberdade. Além disso, vieram bonecos, lancheiras e todo tipo de merchandising. No Brasil, o saudoso Gugu Liberato comandava o concurso do Rambo brasileiro nos sábados à noite em seu programa Viva a Noite. Uma terceira parte era inevitável, e ela chegaria em 1988, com Rambo III.

Karatê Kid

Muitos fãs descobriram a franquia Karate Kid graças ao sucesso atual da série Cobra Kai, uma muito bem-vinda homenagem ao clássico dos anos 80, sua mitologia e à época em si. Voltando para 1984, Karate Kid – A Hora da Verdade era um coming of age diferente, falava sobre bullying, numa época em que tais questões não eram amplamente discutidas, e pegava carona na febre que eram as lutas marciais na época. O sucesso foi tanto que uma continuação era lançada dois anos depois, levando os personagens para o Japão. Três anos depois e quem conseguiria dizer não para o rio de dinheiro que entrava, mesmo no fundo sabendo que já deviam ter parado? Assim, um terceiro filme, repetindo muito os feitos do original, tirava mais alguns caminhões de dinheiro do nosso bolso. Assim como Rambo, embora não tão violento assim, Karate Kid virou bonecos de ação para a garotada e um desenho animado, que estreava na mesma época do lançamento do terceiro filme.

Loucademia de Polícia

Esquecida atualmente, a franquia de comédia Loucademia de Polícia era simplesmente a mais famosa e bem sucedida dos anos 80. Volumosa, a série cinematográfica lançou praticamente um filme por ano desde sua estreia em 1984, e ajudou muitos estrangeiros a aprenderem a falar inglês. É inegável também que o primeiro filme é o “mais sacana”, com diversas piadinhas sujas e miradas aos mais velhos, e que com o passar dos anos os filmes foram ficando cada vez mais bobinhos, mirados aos fãs de “Chaves” – os produtores devem ter percebido quem era seu público-alvo de verdade e decidido “pegar leve” nos temas picantes.

Assim, Loucademia de Polícia lançava: A Primeira Missão (1985), De Volta ao Treinamento (1986) e O Cidadão se Defende (1987) – todos protagonizados por Steve Guttenberg. Após a saída do ator, a franquia não quis saber de parar e seguiu com: Missão Miami Beach (1988) e Cidade em Estado de Sítio (1989). Na década seguinte, Loucademia de Polícia ainda estreou mais um filme e uma série de TV live action. Antes disso, ainda nos anos 80, é claro que os policiais atrapalhados viraram desenho animado, num programa que durou de 1988 a 1989.

Os Caça-Fantasmas

Todos os itens da matéria até agora ganharam várias continuações no cinema. Mas aqui, temos um caso raro, de filme que se tornou fenômeno logo com seu primeiro exemplar e rendeu apenas uma única continuação… até o momento. Muitos filmes faziam sucesso nos anos 80, mas quando falamos de Os Caça-Fantasmas, estamos falando de um verdadeiro fenômeno. Lançado em 1984, a obra é lembrada com enorme carinho até hoje. A prova disso é que segue constantemente homenageada, como na segunda temporada de Stranger Things, por exemplo. Dois anos depois do filme, os personagens se tornavam desenho animado, num programa para a criançada que durou de 1986 a 1991. Com a série animada ainda no ar, finalmente todos concordaram em retornar para a continuação Os Caça-Fantasmas 2 (1989), fazendo a alegria das crianças dos anos 80. Em 2021, uma espécie de terceiro filme, com o elenco original, será lançado. Não falta ansiedade.

007

Um verdadeiro ícone da cultura pop, o agente secreto britânico James Bond – 007 nasceu nos livros do autor Ian Fleming no início da década de 1950. No início da década seguinte, chegava às telonas nas formas do eterno Sean Connery. Ou seja, 007 é a franquia mais duradoura da sétima arte, com quase 6 décadas de estrada, 24 filmes oficiais (2 fora do “cânone”) e mais um a caminho (com estreia programada para 2021). Sendo assim, é claro que o espião faria parte dos anos 80 também. Já nas formas de Roger Moore e sua fase galhofeira (tudo a ver com a época), o herói estrelou 3 filmes: Somente para Seus Olhos (1981), Octopussy (1983) e Na Mira dos Assassinos (1985).

Além disso, passava o manto para o mais sisudo Timothy Dalton, que fechava a década com os filmes: Marcado para a Morte (1987) e Permissão para Matar (1989). Mas calma, não para por aí. Como dito, existem filmes fora da cronologia oficial da série e um deles é estrelado pelo homem em pessoa. Sean Connery protagonizou Nunca Mais Outra Vez doze anos após sua “aposentadoria” do papel, e em 1983 ocorria um verdadeiro duelo de 007 nos cinemas. Se isso não é overdose de James Bond…

Star Trek

Antes de Marvel vs DC, os nerds já se digladiavam para ver qual franquia de ficção científica era a melhor: Star Wars ou Star Trek. Antes do universo criado por George Lucas, Jornada nas Estrelas virava um programa televisivo cult, permanecendo no ar de 1966 a 1969, e ganhando seguidores graças às constantes reprises. Em 1979, tal universo ganhava vida nas telonas, com o primeiro filme de Jornada nas Estrelas (Star Trek), protagonizado pelos mesmos atores da TV. Assim a franquia seguiu com filmes melhores nos cinemas por toda a década de 80. Foram um total de 4 filmes no período: A Ira de Khan (1982), À Procura de Spock (1984), A Volta para Casa (1986) e A Última Fronteira (1989). Fora isso, na TV, a ideia ganhava sobrevida com A Nova Geração, que trazia uma nova tripulação, e durou de 1987 a 1994.

Sexta-Feira 13

Nem só de comédia, ação e aventura são feitas as franquias que dominaram os anos 80. Na década tivemos bons exemplares de terror também, que ainda são lembrados com muito carinho pelos fãs. E se os anos 80 são a casa do cinema slasher, duas franquias são perfeitos exemplares de sucesso no subgênero. A primeira é Sexta-Feira 13, “cópia” de Halloween que podemos dizer que elevou o conceito a um novo patamar. Lançado em 1980, o primeiro Sexta-Feira 13 gerou basicamente uma continuação por ano até o fim da década. Se isso não é moral…

Foram um total de 7 filmes lançados de 1980 a 1989, com apenas os anos de 1983 e 1987 órfãos do maníaco imortal Jason e suas vítimas, os adolescentes com hormônios à flor da pele. Para tentar “tapar esse buraco” e surfando em cima da popularidade da marca e nem tanto de Jason em si, era lançada a série de Sexta-Feira 13 ainda nos anos 80. Aposto que essa nem todos sabiam. Conhecida por aqui como A Loja do Terror, o programa trazia um casal dono de uma loja de antiguidades, precisando lidar com objetos amaldiçoados. Nem sinal de Jason, melhor para eles. O programa durou de 1987 (estreando na lacuna de um ano sem filme da franquia no cinema) a 1990.

A Hora do Pesadelo

E se Sexta-Feira 13 marcou um golaço logo no início da década de 80 para o terror, encontraria um rival à altura em 1984 – quando estreava o primeiro exemplar de A Hora do Pesadelo. Freddy Krueger, o psicopata queimado que faz suas vítimas no mundo dos sonhos, surgia para se tornar um dos personagens mais populares do cinema (e não apenas do terror), virando um verdadeiro símbolo da época. Depois de sua estreia em 1984, Krueger também bateu ponto por quase toda a década, se ausentando somente em 1986. Foram quatro sequências, que perduraram para além dos anos 80.

Na época, os fãs de terror também possuíam uma rivalidade para saber qual era a melhor franquia e quem era o assassino mais sádico e “competente”. Tudo que se falava na época era Freddy versus Jason, e a dupla chegou inclusive a “protagonizar” um álbum de figurinhas para os aficionados e entusiastas. Não é o máximo um produto voltado para as crianças estampando psicopatas sanguinários? Coisas que só os anos 80 proporcionavam para nós. Ah sim, Freddy também ganhou uma série de TV. Intitulada O Terror de Freddy Krueger (Freddy’s Nightmares), o programa trazia o serial killer celebridade (ainda interpretado por Robert Englund) como apresentador do programa de antologia, e às vezes se metendo nos episódios para atormentar novas vítimas. O programa durou de 1988 a 1990.

‘Rampage’ faz mais barulho que ‘Um Lugar Silencioso’ e estreia em #1 nas bilheterias

Aconteceu uma disputa acirrada este final de semana nas bilheterias dos EUA! ‘Rampage: Destruição Total‘ e ‘Um Lugar Silencioso‘ disputavam o topo, mas o primeiro acabou levando a melhor.

Rampage: Destruição Total‘ estreou com estimados US$ 34.5 milhões nos EUA. Ao redor do mundo, o filme se saiu muito melhor, aproveitando-se do poder carismático de Dwayne Johnson, com mais de US$ 114 milhões. Ao todo, a aventura cheia de destruição de Johnson arrecadou mais de US$ 148 milhões em seu primeiro final de semana, o que é um bom começo considerando o seu enorme orçamento de US$ 120 milhões.

Apesar de ter perdido o primeiro lugar, ‘Um Lugar Silencioso‘ não fez feio em sua segunda semana. Com estimados US$ 32.6 milhões, o terror da Paramount está a menos de US$ 400 mil para ultrapassar a marca de US$ 100 milhões nos EUA. Considerando a bilheteria total, o filme já arrecadou mais de US$ 151 milhões – um sucesso absoluto considerando o seu orçamento de apenas US$ 17 milhões.

Em terceiro lugar, com uma estreia surpreendentemente sólida, está ‘Verdade ou Desafio‘, que se beneficiou da sexta-feira 13, arrecadando mais de US$ 19 milhões em seu primeiro final de semana. Os números impressionam porque o terror da Blumhouse disputava diretamente o público com o da Paramount, e ambos os filmes tiveram um desempenho sólido. Semana que vem, ‘Verdade ou Desafio‘ estreia internacionalmente em mais 18 países, o que deve aumentar sua bilheteria internacional significantemente.