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‘Meu Animal’: Novo TERROR com Amandla Stenberg será para MAIORES

A atriz Amandla Stenberg (‘Morte Morte Morte’) está pronta para lançar seu próximo filme de terror intitulado ‘My Animal‘, que foi adquirido pela Paramount no prestigioso Festival de Cinema de Sundance deste ano. A informação é do Bloody Disgusting.

O longa-metragem recebeu oficialmente a classificação R (Maiores de 18 anos) nesta semana, devido ao seu conteúdo que inclui “linguagem imprópria, conteúdo sexual, nudez, uso de drogas e violência”.

My Animal‘ marcará a estreia na direção de Jacqueline Castel, e além de Amandla Stenberg, o elenco conta com nomes como Bobbi Salvör Menuez, Stephen Mchattie, Heidi Von Palleske, Cory Lipman e Joe Apollonio.

Confira o cartaz, juntamente com a sinopse:

A trama do filme gira em torno de Heather, uma adolescente marginalizada, que tem o sonho de jogar no time de hóquei de sua pequena cidade no norte. Sua vida toma um rumo inesperado quando ela conhece e se apaixona por Jonny, um carismático e atormentado patinador artístico. Apesar das lutas de Heather com sua mãe alcoólatra e sua orientação sexual escondida, o relacionamento com Jonny floresce. Porém, uma antiga maldição familiar transforma Heather em uma loba selvagem durante as noites de lua cheia, criando um conflito com a conformidade da pequena comunidade em que vivem. A trama se desenrola, expondo verdades perigosas e culminando em uma noite intensa de transformação pessoal.

O longa ainda não recebeu uma data de lançamento oficial.

‘007’: Aaron Taylor-Johnson desconversa sobre ser o próximo James Bond

Nos últimos dias, a internet foi tomada por rumores de que Aaron Taylor-Johnson, o astro de ‘Trem-Bala’, seria o favorito para ser o novo James Bond, o icônico protagonista da franquia 007.

Os rumores começaram após a saída de Daniel Craig da franquia007, deixando o papel vago, e se tornaram mais fortes após o jornal britânico The Sun (via People) afirmar que Taylor-Johnson foi convidado para o papel.

No entanto, o ator minimizou a possibilidade em uma entrevista recente à Rolling Stone UK. Quando questionado sobre a chance de assumir o papel de007, Taylor-Johnson desconversou:

“Só posso realmente falar sobre as coisas que vou mostrar e contar. Então, O Dublê, Nosferatu, Kraven, o Caçador. Estou aqui para promover esses”.

Ele se mostrou lisonjeado em ser associado ao papel, mas disse que não poderia abrir o jogo com um jornalista e completou: “Não sinto que preciso ter um futuro traçado para mim. Sinto que, seja o que for traçado para mim, posso fazer melhor”.

Lembrando que no ano passado, Johnson evitou as afirmações durante uma entrevista à Esquire, afirmando o seguinte:

“Preciso seguir o meu próprio caminho, o que parece intuitivo para mim e para minha carreira. Nunca tomei uma decisão com base nas perspectivas de outras pessoas, ou nos seus julgamentos, ou nas suas expectativas sobre mim.”

Anteriormente, a produtora Barbara Broccoli conversou com a Empire e deu alguns detalhes sobre a direção em que a franquia ‘007‘ irá seguir junto com o futuro protagonista.

“Quando você muda o ator, você precisa reimaginar a direção que o filme tomará. Quando você contrata um ator, espera passar pelo menos uma década com ele e fazer quatro, cinco ou seis filmes com ele. Então você tem que pensar: ‘Qual será a trajetória? O que esse ator vai trazer de novo? Como você vai levar a série uma direção diferente das anteriores?'”, argumentou Broccoli.

Ela continuou:

“Não se trata apenas de passar passar o bastão e dar foco a um novo rosto. Não se trata de escalar um cara alto e elegante. Vamos demorar o tempo que for preciso para termos uma noção de onde queremos ir com a franquia. E queremos fazer isso antes de escolher o novo James Bond. Começaremos o processo provavelmente com os roteiristas Rob Wade e Neil Purvis, e só então saberemos aonde estamos indo.”

Vale lembrar que ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘ é o filme mais recente da franquia, marcando a despedida de Craig como o icônico espião.

Apesar de ter sido lançado em um momento complicado durante a pandemia de COVID, o longa conseguiu arrecadar US$ 774.1 milhões mundialmente, além de ter sido aclamado pelos críticos com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Fernanda Torres é eleita ícone global do cinema

Fernanda Torres, a talentosa atriz brasileira, conquistou o mundo e se tornou um ícone global. Sua atuação emAinda Estou Aqui a colocou na disputa por um Oscar, e a revista Vanity Fair a consagrou como uma das descobertas mais adoradas dos Estados Unidos.

A reportagem destaca a versatilidade de Torres, que transita com maestria entre o drama e a comédia.

“Para ser um artista moderno hoje em dia, você tem que estar vivo em muitos lugares para sobreviver. Essa necessidade de reinvenção constante a impulsiona a buscar novos desafios e a se conectar com o público de diferentes gerações”, afirma a atriz.

Desde a infância, Fernanda Torres conviveu com a arte. Filha dos renomados atores Fernanda Montenegro e Fernando Torres, ela cresceu em um ambiente artístico que a inspirou a seguir seus passos. A atriz relembra com carinho os ensaios de seus pais em casa e a certeza de que seu destino era o palco.

“Eu realmente gostava de ficar lá depois da escola—eles estavam fazendo Eugene O’Neill, Arthur Miller”, lembra. “Ora, meu pai se chamava Fernando, ela se chama Fernanda, eu me chamo Fernanda. Freud deveria fazer um estudo sobre minha família”.

Lembrando que o trabalho de Fernanda Torres lhe rendeu um lugar na corrida liderada pelas também estrelas Nicole Kidman, Angelina Jolie e Demi Moore.

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A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas CONFIRMOU que a Ainda Estou Aquiestá ELEGÍVEL ao Oscar na categoria de Melhor Filme Internacional.

A Variety revelou que a categoria tem inscritos 31 longas-metragens de animação, 169 documentários e 85 longas-metragens internacionais, e incluiu o filme dirigido por Walter Salles.

A Sony Pictures está fazendo uma campanha milionária para o sucesso brasileiro e inscreveu o filme em OITO categorias para o Oscar 2025.

São elas:

Melhor Filme
Filme Internacional
Direção
Roteiro Adaptado
Atriz (Fernanda Torres)
Ator Coadjuvante (Selton Mello)
Fotografia
Montagem

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‘Vingadores: Apocalipse’: Marvel planeja retorno de Kang no filme, aponta rumor

‘Vingadores: Apocalipse’ chega ano que vem nos cinemas, prometendo uma guerra multiversal épica no UCM. Embora o filme apresente o Dr. Destino (interpretado por Robert Downey Jr.) como o principal vilão, rumores recentes indicam que Kang, o Conquistador, pode não ter sido totalmente descartado da trama.

De acordo com o Heroic Hollywood, a Marvel estaria planejando concluir o arco de Kang, um personagem que tem sido construído desde a série ‘Loki’ e o filme ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’. No entanto, a mesma reportagem ressalta que o estúdio não pretende recontratar Jonathan Majors, ator que interpretava o vilão e foi demitido após ser condenado por agressão a Grace Jabbari.

Detalhes sobre a possível participação de Kang em ‘Vingadores: Apocalipse’ ainda são escassos, mas muitos fãs especulam que ele poderia enfrentar o Dr. Destino e encontrar seu fim em um confronto direto com ele.

É importante lembrar que todas essas informações são apenas rumores e nada foi confirmado oficialmente pela Disney.

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Joe e Anthony Russo serão responsáveis pela direção.

Vingadores: Apocalipse‘ e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ chegarão aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026 e 17 de dezembro de 2027, respectivamente.

‘Stranger Things’: Jamie Campbell Bower revela segredos surpreendentes por trás da criação da maquiagem de Vecna

A 5ª temporada de Stranger Things já está disponível na Netflix e o ator Jamie Campbell Bower, que interpreta o temido vilão Vecna/One/Henry, falou recentemente sobre o complexo processo de criação do visual de seu personagem no novo ano.

Em entrevista ao Deadline, Campbell Bower detalhou que o visual de Vecna na 5ª temporada foi uma experiência mais colaborativa e menos dependente de maquiagem protética de corpo inteiro em comparação com a 4ª temporada.

O ator explicou a transição no uso de próteses e o foco na presença imponente do vilão: “Essa temporada, com certeza, é mais uma colaboração entre departamentos, o que para mim foi realmente divertido, porque obviamente adorei o processo de corpo inteiro na 4ª temporada. Foi fabuloso. Não é algo que você faz com frequência como ator”.

“Nesta temporada, o que você está vendo são predominantemente próteses, daqui para frente [gesticulando para o rosto]. A mão é protética… mas estou usando um traje morph pintado com vinhas também”, acrescentou.

Campbell Bower revelou que teve discussões ativas com a equipe de efeitos práticos e visuais (VFX) para garantir que a escala e o tamanho de Vecna permanecessem ameaçadores, apesar da mudança no figurino:

“Lembro de conversar com o Barry [Gower, da BGFX] depois que fizemos a primeira prova com a maquiagem e dizer para ele: ‘O que seria ótimo é se pudéssemos aumentar o tamanho dos ombros. Então talvez seja melhor pensar em usar algo como protetores de futebol americano,’ só para garantir que ele ainda seja imponente quando eu estiver enfrentando outra pessoa”, destacou.

Ele também mencionou soluções práticas para a performance:

“O Barry voltou e tinha incorporado no próprio traje dois blocos que eu podia simplesmente colocar os braços para baixo, então não precisava me preocupar em andar assim. Eu podia andar como Vecna sem muita preocupação. Depois, algo como altura também… Eu tinha elevações de seis polegadas nos meus sapatos”, afirmou.

Apesar do uso de CG em certas partes do corpo, o ator insistiu em manter sua performance física:

“O que você vê na tela sobre o jeito que ele se move, o que ele faz, como ele se move, isso ainda sou eu por baixo, por baixo do CG, até o ponto em que, antes dele aparecer no quarto episódio de 5, vemos ele em silhueta atrás da membrana”, ressaltou.

Ele concluiu que a equipe preferiu usar sua performance específica, mesmo para silhuetas:

“Eles dizem: ‘Bem, podemos fazer com um duplo ou só na pós-produção… Mas seria ótimo ter você, porque você se move de um jeito específico.’ Eu pensei: ‘Claro que vou estar lá. É meu trabalho. Eu amo estar aqui.’ Então foi legal. Foi um processo completamente diferente”, concluiu.

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

O segundo volume da última temporada de ‘Stranger Things‘ estreará no dia 25 de dezembro, às 22h. O capítulo final, no entanto, tem transmissão agendada para 31 de dezembro, às 22h.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

‘Next Life’: Emilia Clarke viverá cantora de jazz em novo romance

A atriz Emilia Clarke foi confirmada como a protagonista de ‘Next Life’, drama romântico que teve seus direitos de distribuição para o Reino Unido e a Irlanda adquiridos pela companhia britânica Vertigo Releasing.

De acordo com informações da revista Variety, Clarke dividirá as telas com Édgar Ramírez e Jack Farthing. A produção marca também a estreia no cinema de Femi Koleoso, baterista e líder da renomada banda de jazz britânica Ezra Collective.

Com roteiro e direção assinados por Drake Doremus, o longa-metragem é ambientado na vibrante cena musical de Londres. A trama acompanha Ivy (Emilia Clarke), uma aspirante a cantora de jazz que, de repente, passa a vivenciar duas realidades alternativas simultâneas, sendo forçada a reavaliar suas escolhas profissionais, sua vida e seus relacionamentos.

“Ao desenvolver as duas histórias simultaneamente, Next Life nos conduz por não um, mas dois caminhos dentro do complexo labirinto que chamamos de vida”, destaca a sinopse oficial da produção.

O filme terá sua estreia mundial no prestigiado Tribeca Festival no próximo dia 5 de junho, com lançamento comercial programado para os cinemas do Reino Unido e da Irlanda no segundo semestre de 2026.

Emilia Clarke revelou que o papel trouxe à tona uma paixão antiga, tornando as filmagens um marco em sua carreira: “Nunca senti esse nível de alegria em um trabalho. Quando eu era mais jovem, cantei jazz por bastante tempo, então ter a oportunidade de interpretar uma cantora de jazz foi algo realmente profundo”.

Ed Caffrey, diretor comercial da Vertigo Releasing, celebrou a aquisição do projeto e elogiou a sensibilidade do diretor e a entrega da protagonista:

“Estamos entusiasmados em levar Next Life ao público britânico. Drake Doremus criou uma história de amor emocionalmente inteligente e envolvente, ambientada no cenário vibrante do jazz londrino. E Emilia Clarke entrega uma atuação repleta de calor humano e complexidade”, concluiu.

‘Star Wars’: James Mangold tem liberdade para algo NOVO na franquia

O universo Star Wars‘ está se expandindo cada vez mais, e um dos projetos mais aguardados da saga é o filme que será dirigido e co-escrito por James Mangold (‘Logan’), que irá explorar a origem dos Cavaleiros Jedi.

Agora, o diretor revelou novidades sobre o seu projeto em uma conversa com o Movieweb, dizendo que deseja fazer algo novo na saga.

“Para mim, um dos aspectos que mais importam é a liberdade para fazer algo novo – Bo e eu temos trabalhado em um roteiro e vamos ver o que vai acontecer”, disse Mangold.

Vale lembrar que o longa está sendo escrito em parceria com o roteirista Beau Willimon, conhecido por House of Cards’, The First, Duas Rainhas eThe Ides of March’.

Embora ainda não haja uma previsão de estreia para o aguardado filme de James Mangold no universo ‘Star Wars‘, os fãs estão ansiosos para testemunhar sua visão e descobrir como ele trará uma nova perspectiva para a amada franquia.

Lembrando que o último longa-metragem da saga intergaláctica foi Star Wars: A Ascensão Skywalker, lançado em 2019.

Apesar das críticas mistas, o filme arrecadou mais de US$1,07 bilhão mundialmente e conquistou três indicações ao Oscar – Melhor Trilha Sonora OriginalMelhor Efeitos VisuaisMelhor Edição de Som).

Relembre o trailer:

Com o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), todos voltam a temer seu poder. Assim, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.

‘A Órfã 3’: Diretor fala sobre o que poderá abordar no TERCEIRO filme

Até o momento ‘Órfã 2 – A Origem‘ ainda nem chegou nos cinemas brasileiros, porém já há conversas sobre o terceiro filme da franquia. William Brent Bell comentou ao site Bloody Disgusting sobre essa possibilidade.

“Há 30 anos da vida de Esther que ainda não exploramos”, falou Bell.

Que continuou: “TEMOS QUE VER O QUE VAI SER. EU NUNCA FARIA MAIS UM SE ISABELLE FUHRMAN NÃO FIZESSE. E TAMBÉM TERIA QUE SER UM ROTEIRO MUITO LEGAL. MAS É UMA POSSIBILIDADE. HÁ 30 ANOS DA VIDA DE ESTHER QUE AINDA NÃO EXPLORAMOS. E HÁ TANTA EXPERIÊNCIA DE VIDA COM A QUAL PODEMOS BRINCAR”.

Lembrando que o aguardado ‘Órfã 2 – A Origem‘ abriu com bons 77% de aprovação da crítica especializada no site Rotten Tomatoes até o momento. Vale lembrar que o filme chega ao Brasil pela Diamond Films em 15 de setembro.

O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de setembro.

 

Busca Sangrenta

(Red Hill)

 

Elenco: Ryan Kwanteses, Steve Bisley, Tom Lewis, Claire van der Boom.

Direção: Patrick Hughes

Gênero: Ação

Duração: 95 min.

Distribuidora: Califórnia Filmes

Estreia: Direto em DVD – Janeiro de 2011

Sinopse: Shane Cooper é um jovem policial que se transfere para a pequena comunidade de Red Hill, onde espera começar com sua esposa grávida uma nova família. Mas quando chegam as notícias de uma fuga da prisão, os policiais do local entram em pânico, e o primeiro dia de Shane irá de mal a pior. Jimmy Conway é um assassino convicto que está buscando vingança. E agora, em meio a um terrível banho de sangue, Shane se verá obrigado a tormar a justiça em suas mãos se quiser sobreviver.

Curiosidades:
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Trailer:


Cartazes:

Fotos:

 

 

‘Deadpool’: Mutante de ‘X-Men’ aparece no set

Ryan Reynolds divulgou em seu Twitter a primeira foto de Brianna Hildebrand como a mutante Negasonic Teenage Warhead em Deadpool.

Introduzida na HQ ‘New X-Men’, a obscura personagem é uma telepata com habilidades precognitivas.

Veja Hildebrand e Reynolds no set do filme:

Ryan Reynolds surge com espadas de ‘Deadpool’ no set do filme

‘Deadpool’ é pego em momento íntimo na nova foto do filme

Proibido para menores de 18, o filme chegará aos cinemas em 12 de fevereiro de 2016.

Ryan Reynolds reprisará o anti-herói titular, ao lado da brasileira Morena Baccarin (‘Gotham’, ‘Homeland’), que fará a protagonista feminina, a mutante Copycat; de T.J. Miller (‘Transformers: A Era da Extinção’) como Fuinha; Gina Carano como Angel Dust; Brianna Hildebrand como a mutante Negasonic Teenage Warhead; e Ed Skrein (‘Game of Thrones’) como Ajax. O mutante Colossus aparecerá no filme, mas será reescalado.

Criador de ‘Deadpool’ compara filme com ‘Guardiões da Galáxia’ e ‘Homem de Ferro’

Rhett Reese e Paul Wernick, roteiristas de ‘Zumbilândia’, assinam a última versão do roteiro, que será dirigido por Tim Miller.

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Começam as filmagens do season finale de ‘DC Legends of Tomorrow’

DC’s Legends of Tomorrow’, a série derivada de ‘Arrow’ e ‘The Flash’, está filmando exatamente o último episódio da 1° Temporada.

Intitulado Tomorrow, o episódio teve a capa do roteiro liberada por Marc Guggenheim, um dos produtores do TV Show.

 

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A série estreia dia 21 de janeiro de 2016 nos EUA.

Quando os heróis não são suficientes, o mundo precisa de lendas. Depois de ter visto o futuro, um deles desesperadamente vai tentar impedir que isso aconteça: o viajante do tempo Rip Hunter, que recebe a tarefa de montar um grupo diferente, composto tanto por heróis quanto vilões, para enfrentar uma ameaça imparável, onde não só o planeta está em jogo, mas o próprio tempo também. Poderá este time desorganizado derrotar uma ameaça imortal diferente de tudo que já conhecemos?

Rip Hunter (Rory Williams), Mulher-Gavião (Ciara Renée), Jay Jackson (Franz Drameh), Capitão Frio (Wentworth Miller), Onda Térmica (Dominic Purcell), Átomo (Brandon Routh), Dr. Martin Stein (Victor Garber) e Canário Branco (Caity Lotz) integram o time de super-poderosos.

Greg BerlantiAndrew Kreisberg e Marc Guggenheim, criadores de ‘Arrow’, estão cuidando do spin-off.

 

‘Caça-Fantasmas’ deve ter arrecadação mediana nos EUA

Segundo o THR, a estimativa da Sony Pictures para a abertura de ‘Caça-Fantasmas‘ nas bilheterias norte-americanas ficará bem abaixo do esperado pelo estúdio.

O filme deve arrecadar entre US$ 40 e US$ 50 milhões em seu fim de semana de estreia, um valor baixo para um filme que custou US$ 146 milhões.

A expectativa é que a produção tenha mais êxito no mercado internacional.

O reboot feminino está programado para estrear no Brasil uma semana antes de chegar nos cinemas norte-americanos, em 14 de Julho de 2016.

Totalmente revitalizado, o filme conta com o astro Chris Hemsworth, dirigido pelo mestre da comédia, Paul Feig, e produzido por Ivan Reitman, que dirigiu ‘Os Caça-Fantasmas‘, e Dan Aykroyd , além de contar com outras participações muito especiais de parte do elenco original.

Recentemente, a comediante Melissa McCarthy concordou que o primeiro trailer foi muito confuso – leia mais!

Ontem, foi divulgado o áudio completo da nova versão para a clássica música tema de ‘Os Caça-Fantasmas‘. A música vem na voz de Fall Out Boy e Missy Elliot.

Ouça:

Elenco novo e antigo de ‘Caça-Fantasmas’ se reunirá em evento épico

Diretor pede que público de uma chance ao reboot de ‘Caça-Fantasmas’

 

Respeitada professora da Universidade de Columbia, Erin Gilbert (Kristen Wiig) escreveu um livro sobre a existência de fantasmas em parceria com a colega Abby Yates (Melissa McCarthy). A obra, que nunca foi levada a sério, é descoberta por seus pares acadêmicos e Erin perde o emprego. Quando Patty Tolan (Leslie Jones), funcionária do metrô de Nova York, presencia estranhos eventos no subterrâneo, Erin, Abby e Jillian Holtzmann (Kate McKinnon) se unem e partem para a ação pela salvação da cidade e do mundo.

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Ben Affleck no cartaz e trailer de ‘A Lei da Noite’

A Warner Bros divulgou o primeiro cartaz e o trailer do drama ‘A Lei da Noite‘ (Live By Night).

Situado em Boston, o filme segue a vida de um ladrão que se tornou o maior vendedor de rum do Costa do Golfo, tudo isso na década de 1920, em plena Lei Seca americana, período em que a produção, distribuição e venda de bebidas alcoólicas era completamente proibida.

Affleck roteirizou, dirigiu e estrela a produção. A estreia no Brasil acontece em Janeiro de 2017.

Confira:

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Fã de ‘The Walking Dead’ tenta viajar com réplica de Lucille e vira sensação em aeroporto

Bem, se você assiste, mas se você também não assiste ‘The Walking Dead’ também sabe que Lucille fez um estrago incrível no grupo de Rick no primeiro episódio da sétima temporada.

Ate aí, tudo bem!

Só que um fã da série, nos Estados Unidos, tentou embarcar no aeroporto de Atlanta com a réplica do taco de baseball com arame farpado.

Além de ter sido parado pelos policiais da área embarque para que o objeto fosse despachado, o rapaz virou sensação no local.

Confira:

 

Terminam as filmagens da 7ª temporada de ‘The Walking Dead’ 

Produtor confirma planos para ‘The Walking Dead – O Filme’ 

‘The Walking Dead’: [SPOILER] pode estar deixando a série!

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Precisamos falar sobre a polêmica da VIOLÊNCIA em ‘The Walking Dead’ 

Baseada na história em quadrinhos escrita por Robert Kirkman, ‘The Walking Dead‘ se transformou através de suas temporadas no maior sucesso mundial quando se trata de séries. A história, situada logo após um apocalipse zumbi, gira em torno de um grupo de sobreviventes liderados pelo policial Rick Grimes (Andrew Lincoln), que vai em busca de um lugar seguro para viver. Neste cenário, os conflitos pessoais dos sobreviventes representam um perigo tão maior do que o que os rodeia, que alguns estão dispostos a fazer o que for necessário para sobreviver.

[SPOILER] 

O episódio 6, intitulado Swear, será focado em Tara e Heath, que terminaram a sexta temporada em busca de suprimentos. Neste momento, ‘The Walking Dead‘ fará um retorno a temporada passada, somente na perspectiva dessa dupla, para explicar o que aconteceu com os dois. Em meio as tentativas de fugir dos Walkers, a dupla chegará em Oceanside, uma outra comunidade que até agora não foi vista na série.

Em Blazing Hell, título do 7º episódio, tudo indica que Negan vai atacar Alexandria com granadas, o que fará com que várias casas do alojamento peguem fogo e que alguns Walkers, novamente, entrem na comunidade.

Por fim, o título do episódio 8 é completamente explicativo. Chamado de Êxodo, o plot indica que Rick vai completar a transição dos moradores de Alexandria para Hilltop. Vale lembrar também que é no 8º episódio que a série entra em hiato e só retorna entre fevereiro e março de 2017.

The Walking Dead‘ contará com 16 episódios.

 

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Conheça as habilidades da Major no novo comercial de ‘A Vigilante do Amanhã’

A Vigilante do Amanhã‘ (Ghost in the Shell) ganhou um novo comercial, que foca nas habilidades da cyborg Major.

Assista:

O filme estreia em 30 de março de 2017.

Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell‘ é baseado na famosa série mangá homônima e inspirado na obra escrita e ilustrada por Masamure Shirow para a Kodansha Comics. Sua trama acompanha Motoko Kusanagi – conhecida como Major (Scarlet Johansson), uma híbrida de humano e ciborgue, que lidera um esquadrão de elite: a Seção 9. Dedicada a perseguir os mais perigosos criminosos e extremistas, ela precisa aniquilar um hacker, cujo objetivo é deter os avanços da tecnologia cibernética.

Michael Pitt (‘Violência Gratuita’, ‘Hannibal’) interpreta o vilão The Laughing Man, um hacker terrorista que é fascinado pelo livro ‘O Apanhador no Campo de Centeio‘, de J. D. Salinger.

Rila Fukushima, a Katana de ‘Esquadrão Suicida‘, completa o elenco.

A direção é de Rupert Sanders (‘Branca e Neve e o Caçador’).

UAU! ‘Viva – A Vida é uma Festa’ ganha novo trailer espetacular

A Disney e a Pixar Animation liberaram o novo trailer de ‘Viva – A Vida é uma Festa‘ (Coco), animação que trará o Dia dos Mortos mexicano como trama.

O filme estreia no Brasil dia 4 de janeiro de 2018.

Confira, com o cartaz:

A história será a respeito de garotinho de 12 anos chamado Miguel. Ele foi criado em uma vila mexicana que acredita ter sido amaldiçoada pela música. Dessa forma, o garoto vai em busca de seu ídolo Ernesto de la Cruz, já falecido, para que ele o ajude em busca de seus grande sonho de se tornar músico.

Para isso, Miguel vai até o mundo dos mortos e com a ajuda de um esqueleto chamado Hector, o garoto terá que encontrar De La Cruz, conseguir a bênção de sua família para o grande sonho e ainda conseguir voltar para o mundo dos vivos antes que seja tarde demais.

A direção é de Lee Unkrich, vencedor do Oscar por ‘Toy Story 3’.

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Nova e tensa imagem de ‘Jogos Mortais – Jigsaw’; Confira!

Jogos Mortais: Jigsaw‘ ganhou sua mais nova imagem, liberada pelo Yahoo!

A Paris Filmes lançará o filme no Brasil dia 2 de Novembro de 2017, uma semana após a estreia norte-americana (27 de Outubro).

Confira, com cartazes e trailer:

Uma série de assassinatos brutais começam a assustar a cidade. À medida que as investigações começam, todas as evidências apontam para um homem: John Kramer – O JIGSAW. Mas como isso poderia acontecer? O homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década! Teria um aprendiz assumido o manto do Jigsaw, ou alguém que está comandando as investigações?

O elenco conta com Laura Vandervoort (a Supergirl de ‘Smallville‘) e Hannah Anderson.

O filme é comandado por Peter e Michael Spierig, diretores de ‘2019 – O Ano da Extinção‘ (2009) e do sensacional ‘O Predestinado‘, ficção-científica estrelada por Ethan Hawke e lançada no Brasil direto em Home Vídeo.

Josh Stolberg e Pete Goldfinger, de ‘Piranha 3D‘ e ‘Pacto Secreto‘, roteirizam.

Vale lembrar que diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell, ambos do filme original, estão à bordo como produtores executivos.

Os sete filmes da franquia arrecadaram US$ 874 milhões em bilheterias do mundo todo e figuraram no Guinness Book como a “Franquia de terror de maior sucesso” de todos os tempos.

Vamos jogar um jogo?

Oi? Anitta vai estrelar ‘Tropa de Elite 3’

Parece notícia de 1º de Abril, mas não é.

Segundo o jornalista Léo Dias, do jornal O Dia, a cantora Anitta vai estrelar o terceiro filme da franquia milionária ‘Tropa de Elite‘.

Por anos, o diretor José Padilha afirmou que jamais faria ‘Tropa de Elite 3‘ por não encontrar uma boa história. Agora, o roteirista Rodrigo Pimentel parece ter criado um enredo para o projeto.

Na trama, Anitta será a policial Larissa, que entra na polícia não por vocação, mas por precisar de um emprego para se sustentar. Ela vai trabalhar na UPP (Unidade de Polícia Pacificadora), aonde vê o melhor amigo ser assassinado e decide lutar por justiça.

Além dela, Rodrigo Santoro foi convidado pro elenco, mas ainda não assinou contrato.

Pimenteu roteirizou o primeiro filme da franquia, lançado em 2007, e a sequência de 2010.

Ângelo Salvetti e Cosimo Valério serão os produtores.

Anitta só aceitou o papel com a condição de ser treinada por Fatima Toledo, conhecida por métodos agressivos e “não ortodoxos” de preparação. Ela quem treinou Wagner Moura para o primeiro filme.

Moura e José Padilha não estão envolvidos com o projeto.

Vale lembrar que Anitta estreou nos cinemas em ‘Copa de Elite‘, paródia de ‘Tropa de Elite‘.

‘O Peso do Passado’: Nicole Kidman IRRECONHECÍVEL em trailer violento

O suspense O Peso do Passado (Destroyer), estrelado por Nicole Kidman, ganhou um novo e violento trailer, que traz a atriz irreconhecível.

Assista:

Crítica | O Peso do Passado – Nicole Kidman destruidora em sua melhor atuação (Nota: 6.0)

Sebastian Stan (Vingadores: Guerra Infinita) e Tatiana Maslany (Orphan Black) completam o elenco.

O Peso do Passado acompanha a detetive Erin Bell que, ainda jovem, se infiltrou numa gangue californiana numa missão que teve resultados desastrosos. Anos depois, com o retorno do antigo líder da organização, ela tem que voltar a se relacionar com os membros que restaram daquele grupo e, consequentemente, enfrentar os demônios do seu passado.

A produção, com roteiro de Phil Hay e Matt Manfredi, será dirigida por Karyn Kusama, do ótimoThe Invitation’.

O Peso do Passado  estreia dia 17 de Janeiro de 2019 no Brasil.

Assista ao trailer DUBLADO do terror ‘Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro’

A Diamond Films divulgou o trailer DUBLADO do terror ‘Histórias Assustadoras Para Contar no Escuro‘, produzido por Guillermo del Toro e pela CBS Films.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de agosto.

Confira:

Dirigido por André Øvredal (‘A Autópsia‘), o filme é baseado em um livro de contos publicado em 1981.

A trama segue um grupo de adolescentes que precisa resolver o mistério por trás das repentinas e macabras mortes que estão acontecendo em sua pequena cidade.

O elenco inclui Zoe Colletti, Michael Garza, Gabriel Rush, Austin Abrams, Dean Norris, Gil Bellows, Lorraine Toussaint, Austin Zajur Natalie Ganzhorn.

‘Fuja’: Terror com Sarah Paulson é adiado devido ao Coronavírus

O terror Fuja, estrelado por Sarah Paulson, também foi adiado em vista do crescente número de infectados com o Coronavírus pelo mundo.

Anteriormente previsto para chegar aos cinemas em 08 de maio, a Lionsgate removeu o longa de seu cronograma e deve escolher uma nova data em breve.

A produção é dirigida por Aneesh Chaganty, responsável pelo excelente ‘Buscando‘.

Paulson interpretará uma mãe que cria sua filha adolescente em isolamento, apenas para ver sua vida começar a se desenrolar quando ela descobre o passado sinistro de sua mãe.

Kiera Allen e Pat Healy completam o elenco.

Além de dirigir, Chaganty coescreveu o roteiro ao lado de Sev Ohanian.

‘007 – Sem Tempo para Morrer’: Billie Eilish divulga o clipe da música-tema repleto de cenas do filme

A artista cinco vezes vencedora do GRAMMY® Billie Eilish acaba de lançar o videoclipe oficial de ‘No Time To Die’, sua música original escrita para ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, o 25º filme de James Bond.

Dirigido por Daniel Kleinman, o visual do vídeo mescla imagens de Billie Eilish com cenas tiradas do aguardado filme de James Bond.

Assista:

O filme estreia dia 12 de Novembro.

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

O último filme lançado – ‘007 Contra Spectre‘ – foi um sucesso global, abrindo em primeiro lugar em 81 territórios pelo mundo. O filme ainda quebrou recorde de bilheteria de todos os tempos no Reino Unido como a maior abertura em sete dias, com US$ 63,8 milhões. O longa anterior, ‘007 – Operação Skyfall‘, arrecadou US$ 1.1 bilhão em escala mundial.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

Crítica | A Vida Depois do Tombo, doc de Karol Conká, reacende fogueira do ódio para tratar crise de imagem

“Cancelada” antes mesmo do lançamento, a série documental A Vida Depois do Tombo não tem autorização para usar a música ‘Tombei’, que inspira o título, para contar a história da rapper Karol Conká após sua eliminação recorde do BBB21. O indício dos problemas de relacionamento da artista com ex-parceiros de trabalho, que impedem a série de usar este e outros hits, permeiam os quatro episódios, sem declarar um certo ou um errado. Aqui, não estão em jogo julgamentos de valor de um lado ou de outro, e a mesma postura é o que move a reflexão do material pela passagem de sua protagonista pelo reality. 

Gravado nos dias seguintes à saída de Karoline dos Santos Oliveira da casa do Big Brother Brasil, o documentário parece ser uma versão “ao vivo e a cores” do tal tribunal da internet, do qual ela virou algoz. E reprisa, talvez ironicamente, talvez não, todas as suas idiossincrasias — boas ou ruins.

De um lado, A Vida Depois do Tombo expõe todas as atitudes negativas da ex-sister em um telão que literalmente a cerca por todos os lados, escancarando fisicamente a metáfora de que ela não é capaz, ali, de fugir de encarar seus próprios erros. A isso, resta a Karol pedir desculpas, dizer repetidas vezes que se arrepende, chorar, afirmar que, se pudesse, voltaria no tempo e corrigiria o que fez de errado.

Do outro, está a Karol filha de Dona Ana e mãe de Jorge, em casa com a família, a cachorrinha e tentando voltar à vida normal, pedindo aos céus de São Paulo que a chuva limpe a maldade e o julgamento das pessoas para que ela possa seguir em frente. 

Com direção de Patrícia Carvalho e Patrícia Cupello, e roteiro de Malu Vergueiro e Valéria Amaral, ‘A Vida Depois do Tombo’ comete o mesmo equívoco do próprio tribunal da internet que parece ter tentado emular. Dedicado e muito feliz em sua pesquisa das origens da cantora curitibana, ele busca várias vertentes de narrativa. Mas assim como as threads de Twitter e textos raivosos do Instagram, não se debruça de verdade sobre nenhuma delas. A exposição, talvez preocupada em mostrar os “dois lados” — onde a Karol errou na casa e onde ela “tem uma carreira bem bonita aqui fora” — acaba ficando superficial pelo não comprometimento.

Existem, portanto, dois materiais dentro de um, e o problema é que eles pouco conversam entre si e trazem um resultado um tanto esvaziado. Quando se dispõe a contar a história de como Karol Conká saiu de Curitiba e alcançou a repercussão nacional e mundial que já tinha antes do programa, superou a pobreza, o racismo e o machismo para ganhar dinheiro vendendo sua arte e cantando suas lutas, faz um trabalho competente de mostrar sua riqueza complexa. Mais do que isso, busca não desassociar todas as vivências sobre as quais ela compõe de quem ela realmente é.

Desta forma, o documentário traz depoimentos da mãe e do filho de Karol, além de colegas de trabalho e do ex-namorado, o pai de Jorge, colocando sob uma perspectiva mais realista as explosões de humor e os comentários incômodos feitos pela rapper no confinamento. Ana diz que a filha é “bem brava”, mas que estava diferente dentro da casa, enquanto amigos e colegas de trabalho também deixam claro que a relação com a cantora permanece e que ela recebeu o devido acolhimento de quem a rodeava, ainda que alguns admitam terem tomado um certo susto.

Por outro lado, assuntos que poderiam ter sido explorados com mais clareza deixam apenas algumas informações no ar e outras coisas no campo do subjetivo. O produtor e empresário KondZilla cita que observou alguns artistas que, na visão dele, aproveitaram o momento para aumentar o coro de críticas a Karol Conká e capitalizar em cima do movimento vendendo publicidade. A declaração poderia ter sido ponte para uma reflexão maior sobre cultura de redes sociais e comportamento de manada, mas ficou apenas jogada como uma peça semi-solta desse quebra-cabeças gigantesco. 

Em outros momentos, o documentário traz à tona conflitos com figuras como Flora Matos, DJ Zegon, DJ Nave Beatz e Drica Lara, mas faz isso para que Karol possa contar suas versões dos fatos, sem que provocar qualquer conversa com a rejeição da cantora no reality global — que veio, a princípio, do público, e não de outros artistas. Boatos de uma “personalidade difícil” nos bastidores da música são brevemente explicados de forma circunstancial, e toda a cobertura midiática das possíveis consequências negativas do BBB para a sua carreira, seja ela de grandes veículos ou de repórteres de celebridades, é tratada como “fake news”.

Até mesmo a ‘cultura do cancelamento’, da qual Karol foi vítima, mas também sujeito agente, é vista apenas como o pontapé inicial, e ‘A Vida Depois do Tombo’ não enxerga necessidade de mergulhar no que realmente é, ou não, o cancelamento — ainda mais diante desta realidade em que os prejuízos financeiros, cancelamentos de contrato e desavenças na equipe são expostos como pura boataria. 

Isso não quer dizer que Karol deva ser alvo eterno de ódio coletivo e sofrer eternamente pelos seus pecados. Porém, embora o documentário se disponha a mostrar como a cantora está lidando com a rejeição e com a necessidade de refletir sobre seus erros, ele alcança dois resultados: minimizar a grande comoção pela saída de Karol a uma histeria coletiva sem fundamento e dar mais munição aos odiadores para que continuem odiando.

Em dois momentos, o material toca em pontos extremamente pertinentes, e talvez o resultado teria sido melhor se tivesse se debruçado com mais calma sobre eles. Quando a empresária Eliane Dias, que trabalha com os Racionais MCs, aborda o racismo estrutural, expõe que Karol foi vítima de ataques racistas por pessoas supostamente indignadas com seu tratamento a Lucas Penteado. Aqui, o documentário desperdiça mais uma oportunidade de transpor este caso a algo que fale sobre um assunto verdadeiramente universal, que é a perda desta linha tênue entre o Réu e a Acusação no Tribunal da Internet. 

Em outro momento, um dos mais fortes dos quatro episódios, Karol fala sobre a morte precoce do pai, vítima do alcoolismo, quando ela tinha 14 anos. A cantora faz um paralelo entre a sua memória traumática familiar e a maneira como reagiu a Lucas na casa em Curicica, sobretudo quando ele bebia nas festas.

É doloroso de se assistir, e o depoimento de Karol é extremamente delicado e genuíno. Mas, sem o contraponto do ator, acaba virando um relato unilateral.

O reencontro entre os dois, aliás, tratado como clímax por toda a série, não é realmente o clímax desejado em proporções, e apenas obriga Karoline a, mais uma vez, pedir desculpas. Ela o faz exaustivamente durante todo o documentário, enquanto a câmera observa de forma quase ameaçadora, dizendo sem dizer que o melhor a fazer, agora, é realmente pedir desculpas dezenas de vezes e chorar. 

Logo nos primeiros minutos do primeiro episódio, Karol reflete: “As pessoas acham que, pra gente se arrepender, a gente tem que aparecer definhando na frente das câmeras. Chorando, implorando, usando uma roupa muito simples, aparecer toda feia pra daí convencer o povo de que: ‘Sim, eu estou arrependida’.” [sic]

Apesar de ter consciência disso, o documentário muitas vezes parece ter um prazer sádico em pender para este lado — exceto, é claro, que Karol nunca deixa de se vestir como uma elegante vilã de desenho animado da Disney, no melhor dos sentidos. Quando ela precisa refletir falando com as paredes sobre a recusa de Carla Diaz e Arcrebiano de se encontrarem com ela, é como se estivesse realmente implorando por perdão a um deus abstrato, sem a alternativa de se arrepender e seguir em frente. O que mais ela pode fazer além disso?

Apesar de ter um material rico em mãos com a história da carreira de Conká, ‘A Vida Depois do Tombo’ peca na pressa de aproveitar a cauda longa do BBB 2021. Ao tentar resolver a crise de imagem da rapper curitibana antes de as chamas se apagarem completamente, acaba reacendendo a fogueira. Assim como Lucas Penteado e o público, Karol merece seguir em frente. Para isso, é preciso tempo. 

Alec Baldwin afirma que “NÃO PUXOU O GATILHO” da arma que matou a diretora de fotografiea d ‘Rust’!

O ator Alec Baldwin cedeu sua primeira entrevista pública após ser acusado de ter atirado no set do filme ‘Rust‘ mesmo que nenhuma cena no roteiro pedisse que ele tivesse puxado o gatilho da arma.

O ator revelou ao jornalista George Stephanopoulos durante uma prévia da entrevista que vai ao ar amanhã, dia 2, que ele “não puxou o gatilho”.

“O gatilho não foi puxado. Eu não puxei o gatilho”, alega o ator.

Assista:

Baldwin  foi processado pela supervisora de roteiro Mamie Mitchell, que trabalhava no set do filme na hora do disparo e quase foi atingida pela bala que matou a diretora de fotografia Halyna Hutchins e feriu o diretor Joel Souza.

Segundo Gloria Allred, advogada de Mamie, o roteiro de ‘Rust‘ não pedia que a arma fosse disparada na cena em que o incidente aconteceu:

“Eles iriam gravar três cenas de close após o almoço. Uma câmera estaria focada nos olhos do acusado Baldwin, uma estaria focada em uma mancha de sangue no ombro de Baldwin, e uma terceira focaria no torso do ator. NÃO HAVIA DISPARO DE ARMA NO ROTEIRO. O ator não precisava e nem devia ter atirado. Sendo assim, ele deveria ter assumido que a arma em questão estava carregada”, afirmou a advogada.

Mitchell alega ter se ferido no acidade, e processa o ator e os produtores por “agressão e perturbação emocional”.

Sobre o caso

A armeira responsável por garantir a segurança das armas cenográficas, Hannah Gutierrez-Reed, falou pela primeira vez sobre o assunto.

Por meio de um comunicado oficial emitido para revista EW, por parte de seus advogados, ela afirmou não fazer ideia de onde as balas verdadeiras teriam vindo. No documento, ela sustenta sua inocência, afirmando que “inverdades têm sido ditas à imprensa”. Na ocasião, ela ainda se diz “devastada e completamente fora de si com os eventos que ocorreram”.

A declaração dos advogados de Gutierrez-Reed, Jason Bowles e Robert Gorence, ainda pondera:

“A segurança é a prioridade número 1 de Hannah no set. Em última análise, este conjunto nunca teria sido comprometido se a munição real não tivesse sido introduzida. Hannah não faz ideia de onde as balas reais vieram. Hannah foi contratada para dois cargos neste filme, o que tornou extremamente difícil se concentrar em seu trabalho como armeira. Ela lutou para que houvesse treinamento, dias para manter as armas e tempo adequado para se preparar para o uso delas, mas acabou sendo anulada pela produção e seu departamento. Todo o conjunto de produção tornou-se inseguro devido a vários fatores, incluindo a falta de reuniões de segurança. Isso não foi culpa de Hannah. Ela também gostaria de estender suas mais profundas e sinceras condolências à família e aos amigos de Halyna”, uma mulher inspiradora no cinema que Hannah admirava”.

Recentemente, o xerife do condado de Santa Fé, Adan Mendoza, e a promotora distrital de Santa Fé, Mary Carmack-Altwies, realizaram uma coletiva de imprensa para atualizar o público sobre ao andamento dos trabalhos.

Na ocasião, a dupla de profissionais foi questionada a respeito da possibilidade do astro e produtor Alec Baldwin enfrentar acusações criminais pelos disparos acidentais que acarretaram na tragédia. Em reposta, Carmack-Altwies afirmou que a opção não está descartada.

“Neste momento, todas as opções estão na mesa. Não comentarei sobre acusações, se elas serão apresentadas ou não, ou sobre quem. Não podemos responder a essa pergunta até que concluamos uma investigação mais completa. Ninguém foi descartado neste momento”. 

Durante a coletiva, Mendoza também ponderou sobre a seriedade do trabalho da polícia, assegurando às vítimas que a operação segue de forma categórica – para que as perguntas sejam respondidas:

“Nos últimos dias, nossa equipe de investigação tem trabalhado diligentemente para conduzir entrevistas, executar mandados de busca e coletar e processar evidências do local. Quero garantir às vítimas, suas famílias e ao público que estamos conduzindo uma investigação completa e objetiva”.

Quanto às possíveis acusações criminais, a dupla salientou a importância de finalizar o processo investigativo, para então proceder para essa etapa.

Segundo a promotora distrital:

“Devo enfatizar que uma investigação completa é fundamental para a conclusão da polícia. Pegamos os fatos e as evidências corroborados e os conectamos à lei do Novo México. Ainda não chegamos a esse ponto. Se os fatos, as evidências e a lei sustentarem acusações criminais, então eu iniciarei o processo neste momento”. 

Recentemente, uma nova declaração juramentada feita pelo departamento de polícia do Condado de Santa Fé foi emitida para o público.

O documento detalha o que teria acontecido minutos antes dos disparos da arma, que acarretou no fatal incidente que tirou a vida da diretora de fotografia Halyna Hutchins.

De acordo com informações prestadas à polícia pelo diretor Joel Souza, conforme citado na declaração obtida pela EW, o ator Alec Baldwin estava ensaiando uma cena dentro do prédio da igreja, na Fazenda Bonanza Creek, quando o incidente ocorreu.

O ensaio envolveu Baldwin tentando uma manobra, “cruzando o saque de sua arma e apontando o revólver para a lente da câmera” antes da arma disparar, de acordo com os depoimentos.

Souza, que estava ao lado de Hutchins, ficou ferido, mas pouco depois teve alta do hospital. Já a artista não suportou os ferimentos e faleceu no Hospital da Universidade do Novo México.

Segundo o jornal New York Times, uma declaração juramentada emitida pelo escritório do xerife afirmou que um dos diretores assistente do filme garantiu ao astro Alec Baldwin que a arma entregue em suas mãos estava sem qualquer projétil verdadeiro.

Segundo o documento, ele pegou uma das três armas cenográficas preparadas pela equipe de armeiros, entregou em suas mãos e gritou “arma fria!”- termo usado em Hollywood que denota que o objeto não possui balas verdadeiras dentro de seu cartucho.

Ainda de acordo com a declaração, que foi emitida como parte de um pedido de mandado de busca, o diretor assistente “não sabia que havia balas verdadeiras na arma” quando fez isso.

Nenhuma acusação foi apresentada e a investigação está em andamento.

De acordo com uma reportagem do Los Angeles Times, o incidente ocorreu horas depois de meia dúzia de membros da equipe de filmagem sair do set para protestar contra as condições de trabalho.

Uma fonte disse ao Times que os membros da equipe que protestavam, que faziam parte da Alliance of Theatrical Stage Employees, foram substituídos por profissionais não sindicalizados.

O fatal acidente tirou a vida da diretora de fotografia Halyna Hutchins e feriu gravemente o diretor Joel Souza. Após ser levada para hospital da Universidade do Novo México, a profissional não resistiu aos ferimentos, falecendo aos 42 anos.

Horas depois, o astro emitiu um comunicado por meio de sua conta oficial do Twitter, lamentando o ocorrido e se colocando à disposição da família de Hutchins.

Na ocasião, ele disse:

“Não há palavras que possam descrever meu choque e tristeza pelo trágico acidente que tirou a vida de Halyna Hutchins: esposa, mãe e uma colega profundamente admirada por nós. Estou cooperando totalmente com a investigação policial para resolver como essa tragédia aconteceu.”

Em outra publicação, ele acrescenta:

“Estou em contato com seu marido, oferecendo todo o meu apoio a ele e sua família. Meu coração está partido por ele, pelo filho deles e por todos que conheciam e amavam Halyna.”

Confira:

Alec Baldwin divulgou um comunicado oficial sobre a morte da cineasta Halyna Hutchins, em quem ele atirou acidentalmente no set de ‘Rust’.”

Quem era Halyna Hutchins?

Aos 42 anos de idade, Hutchins trabalhava como diretora de fotografia desde 2012, e de lá para cá acumulou créditos em curtas, produções na TV e em filmes de pequeno alcance.

Ao longo da carreira, esteve por trás das lentes de ‘Archenemy‘ (2020), ‘Blindfire‘ (2020) e ‘The Mad Hatter‘ (2021).

Seu trabalho mais famoso foi A Luv Tale: The Series, exibida pla BET+ entre 2018 e 2021, e ‘Rust seria sua porta de entrada em grandes produções.

Nascida na Ucrânica, Hutchins estudou cinema em Los Angeles e também era formada em jornalismo pela Universidade Nacional de Kiev.

Inclusive ela trabalhou como jornalista investigativa em diversos documentários ao redor da Europa antes de ingressar em produções fictícias.

Em sua última publicação nas redes sociais, a cineasta compartilhou um vídeo andando a cavalo nos bastidores de Rust‘.

Na legenda, ela escreveu:

“Uma das vantagens de filmar um faroeste é andar a cavalo no seu dia de folga.”

Vale lembrar que o roteirista e diretor Joel Souza também foi atingido por Baldwin, mas já recebeu alta do Centro Médico Regional Christus St. Vincent, localizado em Santa Fé, no Novo México.

A informação foi divulgada pela atriz Frances Fisher, que também compõe o elenco.

Em seu perfil do Twitter, ela compartilhou a notícia sobre o tiroteio e disse que o próprio Joel conversou com ela.

Por enquanto, ainda não há muitos detalhes sobre a liberação do diretor, mas é possível que ele dê algumas declarações sobre o ocorrido assim que estiver recuperado do choque.

Confira a publicação de Fisher:

“O diretor Joel Souza me disse que já recebeu alta do hospital.”

Através de um comunicado, as autoridades responsáveis pelo caso detalharam o corrido:

“O gabinete do xerife confirma que dois indivíduos foram baleados nas filmagens de Rust. Halyna Hutchins, 42, diretora de fotografia, e Joel Souza, 48, diretor, foram baleados quando uma arma foi disparada por Alec Baldwin, 63, produtor e ator. A Sra. Hutchins foi transportada, de helicóptero, para o Hospital da Universidade do Novo México onde ela foi declarada morta pela equipe médica. O Sr. Souza foi transportado de ambulância para o Centro Médico Regional Christus St. Vincent, onde está fazendo tratamento para seus ferimentos. Esta investigação permanece aberta e ativa. Nenhuma acusação foi registrada em relação a este incidente. As testemunhas continuam a ser entrevistadas por detetives.”

Na trama de ‘Rust‘, Baldwin vive o bandido titular Harland Rust, cujo neto de 13 anos foi condenado por um assassinato acidental. O filme segue a tentativa de ‘Rust‘ de tirar seu neto da prisão.

Os detetives continuam entrevistando testemunhas.

‘Blade’: Marvel já tem um diretor em vista para substituir Bassam Tariq

Depois que o diretor Bassam Tariq desistiu de dirigir ‘Blade‘, o reboot da Marvel Studios teve que adiar suas filmagens – que estavam programadas para começar este ano.

Agora, o The Cosmic Circus afirma que o estúdio está em negociações com Elegance Bratton para que ele comande a produção.

Novato, Elegance tem no currículo como o diretor apenas o drama inédito ‘The Inspection‘, que estreará nos EUA em 18 de novembro.

The Inspection‘, da A24, narra a inspiradora e profundamente comovente própria história do diretor Elegance Bratton, um jovem negro gay, rejeitado por sua mãe e com poucas opções para seu futuro, decide se juntar aos fuzileiros navais, fazendo o que for preciso para ter sucesso em um sistema que lançaria ele de lado.

A estreia de ‘Blade‘ foi adiada de 03 de novembro de 2023 para 06 de setembro de 2024.

Anteriormente, o The Direct revelou que o roteiro vai ser reescrito do ZERO porque não satisfez o ator Mahershala Ali, que achou o texto ‘sem vida’ e as cenas de ação totalmente ‘sem graça’.

Beau DeMayo – que roteirizou ‘Cavaleiro da Lua‘ – foi contratado para reescrever o roteiro de Stacy Osei-Kuffour (‘Watchmen’).

O roteiro original mostraria a origem do Blade na década de 1920 e teria vários saltos temporais até os dias de hoje.

“Como meio-humano/meio vampiro, Eric Brooks (Ali) aprimorou suas habilidades para caçar os mortos-vivos que há muito aterrorizaram a humanidade. Um híbrido humano-vampiro desde seu trágico nascimento, Blade passou sua longa tentando livrar o mundo de vampiros como aquele que matou sua mãe. Ao longo dos anos, ele dominou seu próprio estilo para lutar contra monstros de todos os tipos.”

Milan RayAaron PierreDelroy Lindo também fazem parte do elenco.

reboot é intitulado Blade: O Caçador de Vampiros’ e faz referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói, criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.

Diretora de ‘Totally Killer: Dezesseis Facadas’ revela seus slashers FAVORITOS: “O Pânico original, com certeza”

O slasherTotally Killer‘, novo terror cômico estrelado por Kiernan Shipka (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), já está disponível no Prime Video, e se tornou um sucesso de público em crítica.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a diretora Nahnatchka Khan (‘Meu Eterno Talvez’) revelou seus filmes slashers preferidos. E é claro, ‘Pânico‘ foi o primeiro citado.

“O Pânico original, com certeza. Foi uma coisa importante para mim neste filme, a maneira como eles lidaram com o horror, mas também a comédia e a metalinguagem, como todos naquele filme sabiam sobre filmes de terror. Neste filme, foi a mesma coisa. Eu queria que Jamie viesse de 2023 com todas essas referências e fosse inteligente sobre como ela tenta comunicar o que está acontecendo com ela. Temos que destacar também o “Sexta-Feira 13” original. É um slasher incrível. Não sei se você consideraria Halloween um slasher, mas também adoro esse filme. Amo tantos elementos dele, mas gosto particularmente da cena quando Jamie Lee Curtis está voltando para casa durante o dia e Michael Myers está se escondendo na vizinhança. Vemos o ponto de vista dele.  É tão assustador e é de dia. Fazer uma cena de dia ser assustadora? Isso é genial.”, ela afirmou.

Assista a entrevista:

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa abriu com uma aprovação de 85% e uma nota média de 6.5/10.

Confira avaliações:

“O elenco é ótimo, os diálogos são rápidos e a história até faz sentido.” – Chicago Sun-Times

“Todo mundo está se divertindo muito em ‘Totally Killer’; esse elenco é mais que suficiente para evitar que o filme ceda sob o peso de suas muitas piadas internas.” – Inverse

“‘Totally Killer’ pode não estar destinado a se tornar um clássico por si só. Mas o lançamento na Amazon é divertido o suficiente para uma noite assustadora.” – Hollywood Reporter

“Há muita bobagem aqui, é uma pena que não haja tanta diversão.” – The Guardian

“Uma comédia fora da curva repleta de frases divertidas combinadas com ficção científica e viagem no tempo que realmente faz sentido.” – RogerEbert.com

Crítica | ‘Totally Killer: Dezesseis Facadas’ pode não ter muita originalidade, mas é um bom entretenimento

A mãe de Jamie (Shipka), Pam (Julie Bowen), é aterrorizada pelo ressurgimento de um assassino mascarado que massacrou um grupo de adolescentes nos anos 80. Com a ajuda de sua amiga Amelia (Kelcey Mawema), ela viaja no tempo para 1987, lutando ao lado de uma versão adolescente sua mãe (Olivia Holt) para derrotar o serial killer de uma vez por todas.

Nahnatchka Khan (‘Meu Eterno Talvez’) é responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Jen D’Angelo, baseado em uma ideia original de David MatalonSasha Perl-Raver.

O elenco ainda conta com Randall Park, Lochlyn Munro, Charlie GillespieStephi Chin-SalvoAnna Diaz, Jeremy Monn-Djasgnar e Troy Leigh-Anne Johnson.

Por que o trailer de ‘Gladiador 2’ teve recepção NEGATIVA?

O trailer de Gladiador 2’ chegou com força, mas as reações do público estão longe de ser unânimes. No canal oficial da Paramount Pictures no YouTube, o vídeo acumula mais deslikes (127 mil) do que likes (99 mil), evidenciando a divisão de opiniões entre os fãs.

De acordo com a Word Of Reel, a música “No Church in the Wild” de Jay-Z e Kanye West foi criticada por muitos por não se encaixar na temática do filme e destoar da atmosfera épica do original.

“‘Esta música do Jay Z menciona um coliseu'”, diz um comentário com 1000 curtidas.

Outro comentário com quase 7 mil curtidas critica: “Os produtores: Conseguimos o Denzel, vamos colocar uma música rap lá para enfatizar o império romano”.

Além disso, há fãs do filme original que não acham que ele merecia uma sequência. “Um filme que nunca precisou de uma continuação”, acrescenta outro comentário, com 5,3 mil curtidas.

Uma crítica adicional é que o trailer revela demais, “é praticamente o filme inteiro em 3 minutos”.

Lembrando que o novo filme estreia em 14 de novembro no cinemas nacionais.

Dublado

Legendado

Após a recepção negativa, um canal do YouTube chamado AD_edits reformulou o trailer, que, em vez de três minutos, conta com 1 minuto e 40 segundos, ao som de “Now We Are Free“, música composta por Hans Zimmer para o filme original.

Confira o resultado:

De acordo com o Deadline, um produtor de Hollywood afirmou que já assistiu ao filme de Ridley Scott e descreveu o longa como “algo fantástico”, e acredita que “é um forte concorrente ao Oscar 2025”.

O produtor também rendeu elogios às performances de Paul Mescal e Denzel Washington, que dão vida ao protagonista e ao vilão do novo filme, respectivamente.

Foi dito que “Mescal está ótimo no papel”, enquanto Washington “faz um trabalho extraordinário”.

Por fim, ele mencionou que ‘Gladiador 2′ e ‘Here‘, novo filme de Robert Zemeckis com Tom Hanks e Robin Wright, podem ser dois candidatos acirrados na disputa pelo Oscar de 2025.

A sequência do épico histórico conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).

Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ foi um dos filmes de maior bilheteria no ano em que estreou, ganhando o Oscar de melhor filme, bem como o prêmio de melhor ator para Russell Crowe. 

O filme original está disponível na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.

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Onde assistir ao Oscar 2025 e a que horas começa?

A cerimônia do Oscar 2025 acontecerá neste domingo, 2 de março, diretamente do icônico Dolby Theatre, em Hollywood, um local que já se tornou sinônimo de glamour e história no universo cinematográfico. O evento começará pontualmente às 21h (horário de Brasília), com a tradicional exibição do tapete vermelho, onde celebridades e convidados desfilam seus trajes elegantes. Às 22h, tem início a entrega dos prêmios, e a cerimônia deve durar cerca de três horas, com grandes expectativas para as disputas nas categorias mais relevantes, como Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Ator/ Atriz.

Para quem deseja acompanhar ao vivo a cerimônia, o Oscar 2025 será transmitido no Brasil por diferentes canais. A TNT e o Max farão a transmissão com tradução simultânea, permitindo aos telespectadores desfrutarem da premiação em tempo real, com a cobertura detalhada e comentários especiais. Além disso, a TV aberta no Brasil também irá exibir a cerimônia ao vivo, sendo a Rede Globo a responsável pela transmissão para todo o país, exceto no Rio de Janeiro, onde, devido à coincidência de datas, será mantida a exibição dos desfiles das escolas de samba, tradicional evento carioca que também atrai grande público.

Vale ressaltar que a Globo oferece seu sinal de TV aberta por meio da plataforma Globoplay, o que possibilita aos telespectadores de diversas regiões do Brasil assistirem à cerimônia gratuitamente pela internet, sem depender da TV tradicional. Isso significa que, independentemente de onde você esteja, pode acompanhar todos os detalhes do evento, desde a chegada das celebridades até os momentos de consagração dos vencedores.

O filme brasileiro Ainda Estou Aqui no Oscar 2025

Uma das maiores surpresas deste ano é a indicação de ‘Ainda Estou Aqui‘, um filme brasileiro que conquistou espaço entre as produções mais aclamadas pela crítica internacional e figura entre os indicados às principais categorias do Oscar 2025. Com uma história emocionante e uma atuação marcante de Fernanda Torres, a produção tem sido apontada como uma forte concorrente, trazendo uma representatividade importante para o cinema nacional na maior premiação do mundo.

O filme aborda questões sensíveis e universais, o que tem atraído a atenção não apenas de público brasileiro, mas também da crítica especializada mundial. Para os cinéfilos, a presença de ‘Ainda Estou Aqui‘ na disputa traz a esperança de que o cinema brasileiro continue a conquistar cada vez mais visibilidade no cenário internacional. Com grandes expectativas, o filme pode representar um marco para o cinema nacional e uma oportunidade de reconhecimento para o talento de Fernanda Torres, que já é reconhecida por seu trabalho no Brasil e agora recebe a chance de brilhar no maior palco do cinema mundial.

O Oscar 2025 promete ser uma noite repleta de emoção, surpresas e muitas estrelas, celebrando o melhor da sétima arte. Acompanhe a cerimônia e torça pelos seus favoritos, pois a cada edição, o Oscar se reinventa, e este ano, promete um espetáculo inesquecível.

E, enquanto os vencedores não são revelados, preparamos uma breve matéria especial ranqueando todos os longas-metragens indicados à categoria de Melhor Filme – que inclui, de forma histórica, a produção brasileira Ainda Estou Aqui, estrelada por Fernanda Torres e comandada por Walter Salles.

Confira e conte para nós qual o seu favorito:

10. EMILIA PÉREZ

emilia perez

Polêmicas envolvendo a protagonista Karla Sofía Gascón e o diretor Jacques Audiard à parte, ‘Emilia Pérez’ não tem qualquer elemento que justifique sua presença entre os indicados a Melhor Filme. O musical, que também traz Zoe SaldañaSelena Gomez no elenco protagonista, é uma mistura cansativa de gêneros e de canções esquecíveis, coreografias sem sentido e fracas atuações (com exceção de Saldaña, que continua como a favorita para levar o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante para casa) que narra uma história controversa e exaurível. Talvez o único aspecto que realmente chame a atenção seja a estética – que também não consegue se sustentar por muito tempo.

9. UM COMPLETO DESCONHECIDO

Bob Dylan é um dos nomes mais respeitados da história da música e, ano passado, ganhou uma cinebiografia intitulada Um Completo Desconhecido, com direção assinada por James Mangold. O filme é uma sólida investida cinematográfica, mas joga demais no seguro e não se arrisca em seus aspectos engessados, optando por seguir o libreto de convencionalismos de obras similares. Todavia, Timothée Chalamet faz um trabalho incrível ao incorporar Dylan, dividindo os holofotes com nomes como Edward NortonMonica Barbaro (igualmente em interpretações aplaudíveis).

8. WICKED

Wicked nos arrebata desde os primeiros minutos com performances aplaudíveis de Cynthia Erivo Ariana Grande. Ao encarnar Elphaba, Erivo consegue desfrutar de sua carreira no teatro (sendo detentora de um prêmio Tony, inclusive) e trazer novos aspectos àquela que se transformaria na icônica Bruxa Má do Oeste – singrando pelas complexidades de uma justiceira social que sabe o que é ser diferente e ser marginalizada pelos outros; Grande, por sua vez, explode como um hilário escape cômico, pintado na mais pura egolatria e vaguidão que, na verdade, esconde um coração benévolo que está apenas tropeçando ao se encontrar. E, para além dessas icônicas performances, é notável o trabalho memorável do diretor Jon M. Chu em capturar a essência do romance e do musical da Broadway em um espetáculo visual e sonoro de tirar o fôlego.

7. NICKEL BOYS

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Nickel Boys talvez seja o título menos conhecido dessa seleção de indicados, mas, desde sua estreia no Festival de Telluride em agosto do ano passado, tornou-se um queridinho da crítica – e não é por qualquer razão. O longa dirigido por Colson Whitehead é inspirado por eventos reais e traz um estilo estético único que se afasta das fórmulas dos dramas e apresenta uma perspectiva bastante original. Para além do sólido trabalho imagético, o elenco explode em rendições fabulosas, com destaque a Ethan HerisseBrandon Wilson em um comprometimento com seus respectivos papéis que nos deixa extasiados e emocionados.

6. A SUBSTÂNCIA

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Ninguém imaginaria que, em 95 anos dos prêmios da Academia, o terror finalmente conseguiria encontrar um espaço de apreciação por parte dos votantes. E foi graças a Coralie Fargeat que A Substância sagrou-se uma das produções mais aclamadas dos últimos anos, nos envolvendo com uma remodelagem do body horror e do terror sci-fi que quebrou as barreiras entre os gêneros e mereceu seu lugar dentre os indicados. Além dos impressionantes roteiro e direção encabeçados por Fargeat, essa visceral jornada pelo mundo do estrelato e da ambição contou com performances irretocáveis de Demi MooreMargaret Qualley.

5. CONCLAVE

Cardeais e freira em túnicas religiosas.

Depois de fornecer uma visão bastante diferenciada sobre os dramas bélicos com o vencedor do Oscar ‘Nada de Novo no Front’Edward Berger voltou aos holofotes com o suspense religioso Conclave. O filme poderia se render às fórmulas do gênero, porém, ao ter plena ciência dos limites que se autoimpõe, busca alternativas que prezam pela originalidade e que deixam que atores de altíssimo calibre convidem os espectadores a uma espetacular peça cinematográfica. Ademais, o longa reitera Berger como um dos grandes diretores da atualidade – e mostra sua sagacidade ao se aliar com nomes como Ralph FiennesStanley TucciJohn Lithgow e Isabella Rossellini em um elenco estelar.

4. DUNA: PARTE 2

Ambicioso, estupendo e majestoso são apenas alguns dos adjetivos que conseguem resumir, grosso modo, ‘Duna: Parte 2’. O mais recente longa de Denis Villeneuve é um deleite para os olhos, uma aula de como fazer cinema e, de forma imediata, posta-se como um dos melhores títulos não apenas da década, mas do século – expandindo o lendário universo arquitetado por Frank Herbert com esmero espetacular. Cada uma das sequências tira o fôlego do público, pinceladas com atuações esplendorosas de nomes como Timothée ChalametRebecca FergusonZendaya, investindo esforços em temáticas como fanatismo religioso, luta pelo poder e vingança.

3. ANORA

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Apesar de descrito como uma dramédia, Anora’ emerge como uma obra fílmica que consegue borrar os limites delineados entre os gêneros narrativos. Percebemos desde os primeiros minutos que o escopo atmosférico, pincelado com o hedonismo estético e artístico de um realismo mágico que divide os múltiplos atos. A ideia é fundir o prazer fugaz com a dureza de uma realidade sóbria, seja no proposital conflito imagética, seja em uma tour-de-force inenarrável de Mikey Madison, que desponta como uma das grandes estrelas de cinema da nova geração. No final das contas, não é possível colocá-lo apenas em um rótulo, conforme o escopo escala a níveis estratosféricos e aposta fichas na maximização das complicadas relações humanas.

2. AINDA ESTOU AQUI

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Mesmo em meados da década de 2020, há pessoas que rendem-se ao vira-latismo cultural ao acreditar que o Brasil não produz filmes bons. Walter Salles veio para provar novamente que isso não é verdade ao encabeçar o visceral e impactante drama Ainda Estou Aqui. Ambientado no obscuro período da Ditadura Militar, o longa funciona como um retrato cru de um dos momentos mais duros da história nacional – e, além de contar com uma soberba produção técnica e artística, é encabeçado por uma performance arrebatadora de Fernanda Torres, que se reitera como uma das melhores atrizes de todos os tempos.

1. O BRUTALISTA

Ninguém poderia nos preparar para o épico drama que Brady Corbet estava cozinhando com O Brutalista. Ao longo de três horas e meia de duração, o cineasta nos leva a uma jornada suntuosa de reflexão sobre as mentiras do inalcançável sonho americano ao colocar nos holofotes um imigrante que sobreviveu ao Holocausto e se mudou para os Estados Unidos para alcançar seus objetivos. Guiado pela performance quase etérea de Adrien Brody, o filme emerge como um clássico instantâneo que se vale bastante de elementos dos anos 1950 e 1960 – como a revitalização do formato VistaVision e o intervalo entre seus atos – em uma carta de amor à arte cinematográfica.

Crítica | Desejo Obsessivo – Minissérie CALIENTE da Netflix busca reflexões sobre uma obsessão

O estopim oriundo da obsessão e do desejo. Minissérie caliente que busca uma reflexão no campo emocional de um absurdo e obsessivo relacionamento em paralelo ao rompimento da linha tênue entre o controle e o descontrole, Desejo Obsessivo navega a um passo da tragédia.  Reunindo um protagonista com uma vida perfeita que encontra uma singular mulher, o roteiro levanta questões sobre desejo, a obsessão, onde os deslizes se tornam iminentes e a irrelevância de qualquer outro vira algo frequente. Esse embarque no desequilíbrio é o ponto de interseção que costura o roteiro para as ações e consequências dos personagens.

Na trama, conhecemos William (Richard Armitage), um cirurgião brilhante, de fala mansa, casado com uma advogada, com dois filhos que o idolatram, que vive seus dias com um enorme recente sucesso na carreira, fato que o leva a uma provável carreira política. Tudo ia na mais perfeita harmonia e equilíbrio na sua vida até que se vê envolvido, encantado, seduzido, obcecado, pela futura noiva do próprio filho, a enigmática Anna (Charlie Murphy). A partir do momento que ele se deixa levar por essa história, a vida apresentará duros golpes em seu caminho.

A verdade tem mil faces. A relação que se estabelece é por onde buscamos decifrar os momentos dos personagens. A dominação, controle psicológico, o proibido, a necessidade da submissão do outro nos jogos sexuais impostos, são alguns dos elementos que se tornam pólvoras para inconsequências. O controle e a submissão, aqui ligados ao desejo, moldam os calientes momentos como se a cada novo encontro um tijolo fosse colocado na bolha criada nesse tabuleiro de sedução. Será algum tipo de amor? Será a necessidade de preenchimento de um vazio ligado a desejos? Percorrendo milhas e milhas distante da linha que divide razão e a inconsequência somos testemunhas de atos impensáveis, onde há a troca do equilíbrio (razão) pelo descontrole (emoção).

A subtrama da família e toda exposição perante à situação não consegue ser tão profunda, ficando em total segundo plano. Esse poderia ser um elemento mais bem aproveitado. A deslealdade na relação com filho é o que deixa marcas no desequilíbrio do protagonista, mesmo esse dominado pela obsessão onde qualquer um que não seja Anna sejam jogados para escanteio. Na construção para a estrada da obsessão aqui nesse projeto, logo percebemos ser uma rua de mão dupla, onde um personagem se joga nesse oceano de inconsequências e o outro busca soluções para sair dessa bolha angustiante que já lhe trouxe tragédias no passado.

Mas afinal, quem tem mais culpa no cartório? Nessa minissérie de 4 capítulos disponível na Netflix, o lidar com as consequências dos próprios atos é a reta final de uma trama que busca ser envolvente e caliente, explorando os caminhos interpretativos do desequilíbrio.

Os Melhores Filmes do Primeiro Semestre de 2015

Passamos da metade do ano. Embora muita coisa boa (e ruim) ainda esteja para estrear, já podemos avaliar o que foi 2015 (pelo menos a sua metade), nos primeiros seis meses de seu ano. Pensando nisso resolvemos formular nossa lista com os destaques tanto positivos quanto negativos de 2015. A lista dos piores já está no site, e agora seguimos com o lado bom, a lista – Os Melhores Filmes de 2015 (por enquanto). Veja:

O Ano dos Blockbusters:

Vingadores: Era de Ultron

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Um dos filmes mais aguardados pelos fãs, marcou o fim da fase 2 da Marvel. Embora não tenha sido tão satisfatório quanto o primeiro exemplar (embora muitos achem inclusive superior ao primeiro), o filme cumpriu bem sua missão de levar adiante a saga dos maiores heróis da Terra (pelo menos na Marvel) e apresentar novos personagens, como Visão, Feiticeira Escarlate e Mercúrio.

Velozes e Furiosos 7

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Se eu tivesse que escolher mais um blockbuster para pôr na lista dos dez, este seria o filme. A franquia de Vin Diesel e companhia encontrou seu caminho entendendo bem e abraçando o que verdadeiramente é: diversão extrema e despretensiosa. É o melhor sabor de pipoca. De quebra, “a família” se tornou uma das propriedades mais lucrativas da Universal na atualidade. Além de tudo isso, Velozes 7 tem teor triste de despedida para o ator Paul Walker.

Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros

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O parque foi reaberto e se tornou um enorme sucesso. Os dinossauros voltaram a fazer parte do imaginário coletivo, capturando toda uma geração novamente. Chris Pratt demonstra que, embora o novo Jurassic não seja um sucesso de crítica como Guardiões da Galáxia, seu carisma para superproduções é inegável.

TOP 10:

10 – Kingsman: Serviço Secreto (Kingsman: The Secret Service)

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É sempre bom vermos sucessos inesperados ocorrerem. Kingsman foi um desses filmes unânimes, que emplacou tanto com o público quanto com os críticos. Ao ponto de uma continuação já estar sendo produzida. Tudo bem que não é um material original, já que foi baseado nos quadrinhos de Mark Millar e Dave Gibbons. Mas convenhamos, assim como Kick-Ass, quantos conheciam a obra fonte? Esse é um filme de ação tipicamente britânico (ironizando o cinema de espionagem), e em partes vem daí nosso encantamento. Colin Firth arrebenta em seu primeiro filme blockbuster, e o mundo foi apresentado ao carismático Taron Egerton, o protagonista Eggsy.

9 – Enquanto Somos Jovens (While We´re Young)

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Quem curte cinema de verdade (e não apenas se distrair por duas horas vendo qualquer coisa na tela), gosta de conhecer e aprender um pouco mais sobre a arte de fazer um filme. Para isso, filmes que falam sobre filmes são sempre pontos altos. É justamente em tal lacuna que se encaixa esta nova produção do cineasta Noah Baumbach, responsável por Frances Ha (um dos melhores filmes de 2013). Enquanto Somos Jovens acabou de estrear nos cinemas brasileiros, chegando enaltecido como um dos melhores do ano pela imprensa internacional. Ben Stiller e Naomi Watts são dois profissionais de cinema, que chegam à meia idade querendo se reinventar. Para isso, o jovem casal Adam Driver e Amanda Seyfried (na faixa dos vinte e poucos anos) se tornam a companhia perfeita. Quem já passou dos trinta começa a se identificar.

8 – O Amor é Estranho (Love is Strange)

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Sucesso em festivais de cinema pelo mundo, esta é mais uma produção pequena e independente, mas que possui mais sensibilidade do que a maioria dos filmes grandes e extremamente mecânicos que chegam aos montes. Aqui, o foco são os sentimentos e os personagens bem explorados, tão realísticos que parecemos estar assistindo a um documentário. Somos incluídos nessa história, como um dos amigos do casal afetuoso de terceira idade, vivido por John Lithgow e Alfred Molina. Vivendo juntos há quase quarenta anos, o casal é forçado a se separar por problemas financeiros, precisando se abrigar na casa de amigos. Além de ser uma bonita história de amor maduro, o filme aborda ainda um dos maiores pavores dos EUA, a crise econômica.

7 – Dois Dias, Uma Noite (Deux Jours, Une Nuit)

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Um filme francês está na lista, mas não se assustem. Esse é um filme protagonizado pela francesa número 1 em Hollywood, Marion Cotillard (A Origem e Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge). Cotillard inclusive foi indicada ao Oscar este ano pelo trabalho – novamente num filme falado em sua língua e não em inglês (isso que é moral). Este também é um filme que fala sobre um fantasma ou monstro adulto, mais assustador do que qualquer criatura de uma produção de terror – o fantasma do desemprego. Cotillard interpreta uma mulher que será cortada do trabalho numa fábrica, a menos que todos os seus colegas votem para que ela fique. O problema é que com a saída da protagonista, todos aumentariam seus salários. Agora, ela precisa ir de casa em casa pedir de forma humilhante para que seus companheiros permitam que ela mantenha o emprego. Cotillard está fantástica.

6 – Acima das Nuvens (Clouds of Sils Maria)

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Outro filme que escancara os bastidores do mundo do cinema para os fãs. Aqui, no entanto, é o relacionamento de atrizes e seus agentes que se torna o foco. A musa francesa Juliette Binoche interpreta uma atriz veterana, que já esteve no topo do mundo, mas agora começa a envelhecer, precisando aceitar papéis coadjuvantes. A mulher tem que aprender a lidar com seu ego inflado, e o faz com a ajuda da assistente e amiga, interpretada por Kristen Stewart (ótima no papel, se tornando a primeira atriz americana vencedora do César, o Oscar francês, pelo filme). Chloe Grace Moretz completa o elenco na pele de uma jovem estrela problemática do momento, que ficará com um papel que havia sido de Binoche no passado, em uma nova produção.

5 – Frank

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Quem assiste a muitos filmes gosta de receber coisas novas, já que em sua grande maioria vemos muito do mesmo. Por isso, Frank chega como ar refrescante, apresentando um filme de teor bem inusitado. O ótimo Michael Fassbender aceita o desafio e deixa o ego de lado para interpretar um personagem que não mostra o rosto em 90% da projeção. Você já deve ter visto imagens do personagem Frank, o líder de uma banda de indie rock e sua cabeçorra, uma grande máscara de papel machê. O filme nos leva por uma viagem musical ao lado de personagens interessantes e curiosos, que se exilam num retiro para a composição de seu novo disco. Domhnall Gleeson é o protagonista, que se torna nossos olhos e guia através dessa experiência única. Frank é divertido, engraçado e emotivo na medida certa.

4 – Mad Max: Estrada da Fúria (Mad Max: Fury Road)

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O ano dos blockbusters está sendo realmente bom para os blockbusters. Em sua maioria todos agradaram, e uma verdadeira bomba ainda não surgiu (embora tenham existido críticas um pouco mais duras a Vingadores: Era de Ultron, Terremoto e Jurassic World). Para incluir nesta lista, fiquemos com o melhor de todos, o quarto Mad Max. Mais uma vez centrado num futuro pós-apocalíptico, Max assumiu as formas de Tom Hardy desta vez. No entanto, os verdadeiros destaques desta superprodução foram a protagonista ultrafeminista de Charlize Theron (num filme de macho, o ponto alto foi uma mulher bem desenvolvida – ótimo e inusitado), e o uso de um cinema da velha guarda, numa era dominada pelos efeitos de computadores.

3 – Whiplash: Em Busca da Perfeição (Whiplash)

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Mais uma vez um filme que aborda o tema da música chega na lista, dessa vez numa posição privilegiada. E quem não gosta de filmes que falem de música também. A relação de professor e aluno nunca será vista da mesma forma após a briga pessoal e profissional de Andrew (Miles Teller) e Fletcher (J.K. Simmons – um dos melhores atores do ano). Numa aula de música, a bateria ganha os holofotes e o protagonista Andrew deseja superar seus limites para se tornar o melhor. A ambição é identificável para muitos, e o sacrifício (pondo em risco a vida pessoal) na maioria das vezes compensa. Mas quando pela frente se tem o exigente (para dizer no mínimo) Fletcher, nosso melhor pode não ser o suficiente. Edificante, surpreendente e simplesmente estarrecedor, Whiplash é bom em variados níveis. Esse é um roteiro majestoso do estreante Damien Chazelle.

2 – O Ano Mais Violento (A Most Violent Year)

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JC Chandor se confirma como um dos melhores cineastas da atualidade. São três trabalhos e três obras-primas, quantos diretores hoje podem ser definidos assim? Depois de Margin Call (2011) e Até o Fim (2013), Chandor retorna com este filme de máfia e crime bem diferente. Para começar não existem tiros ou mortes. A tensão é criada pela não violência, pelo desejo de legitimidade do protagonista. É o pós-máfia, o filme que mostra o que acontece quando ex-criminosos deixam a antiga vida para trás, e lutam com todas as forças para que ela não volte. O Ano Mais Violento é a antítese de todos os filmes de máfia, e Chandor cria em cima da sua desestruturação. Fora isso, temos protagonistas do nível de Oscar Isaac e principalmente “a monstruosa” Jessica Chastain, em provavelmente sua melhor atuação no cinema. A melhor homenagem ao cinema de máfia em tempos recentes.

1 – Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)

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Não tem outro. Birdman ganhou o Oscar merecidamente, no entanto, é correto dizer que não é um filme para todos. Ele faz parte do subgênero citado duas vezes antes nessa lista, filmes sobre o mundo do cinema e artístico em geral. Quem se interessa pelas dificuldades de montar uma peça de teatro na Broadway? Ou pela forma com que a crítica de um veículo importante pode influenciar uma carreira? E ainda pela discussão genuína de entretenimento versus arte? Bem, todos que dizem gostar de cinema deveriam, porque Birdman aponta o dedo justamente na sua cara. No mundo atual de jovens dispersos que ditam as tendências de filmes, sempre precisando de uma explosão a cada 15 minutos, ou brigas de super-heróis, Birdman é realmente “um animal em extinção”. Para começar, é válido dizer que é muito mais cinema do que as coisas que a maioria diz adorar. Michael Keaton se reinventa quebrando a quarta parede e interpretando basicamente a si mesmo. E o diretor Alejandro Gonzáles Inarritu resiste provando que o verdadeiro cinema, em toda a sua glória, ainda não morreu.

Menções Honrosas:

Para Sempre Alice (Still Alice), de Richard Glatzer e Wash Westmoreland.
A História da Eternidade, de Camilo Cavalcante.
Dívida de Honra (The Homesman), de Tommy Lee Jones.
Miss Julie, de Liv Ullman.
Corações de Ferro (Fury), de David Ayer.
Dois Lados do Amor (The Disappearence of Eleanor Rigby), Ned Benson.
O Duplo (The Double), de Richard Ayoade.
Branco Sai, Preto Fica, de Adirley Queirós.
Sniper Americano (American Sniper), de Clint Eastwood.
A Incrível História de Adaline (The Age of Adaline), de Lee Toland Krieger.

Lançamentos em Vídeo:

Complicações do Amor (The One I Love), de Charlie McDowell.
A Vida de Roger Ebert (Life Itself), de Steve James.
Sem Rumo (Rudderless), de William H. Macy.
The Babadook, de Jennifer Kent.
O Predestinado (Predestination), de Michael Spierig e Peter Spierig.
O Atalho (Meek´s Cutoff), de Kelly Reichardt.
Escudo de Palha (Hara No Tate), de Takashi Miike.
Histórias de Amor (Liberal Arts), de Josh Radnor.
Os Mais Jovens (Young Ones), de Jake Paltrow.
Uma Manhã Suave (Some Velvet Morning), de Neil LaBute.
Queria que Você Estivesse Aqui (Wish You Were Here), de Kieran Darcy-Smith.
Irmãos Desastre (The Skeleton Twins), de Craig Johnson.
Laços de Sangue (Blood Ties), de Guillaume Canet.
A Entrega (The Drop), de Michaël Roskam.
Canção para Marion (Song for Marion), de Paul Andrew Williams.
Histórias que Contamos (Stories We Tell), de Sarah Polley.

Martin Scorsese Completa 80 Anos | Elegemos os 10 Melhores Filmes do Mestre do Cinema

Hoje, dia 17 de novembro, Martin Scorsese completa nada menos que oito décadas de vida. Um dos mais importantes e influentes diretores de todos os tempos, ainda enaltecido como o melhor diretor em atividade por críticos e cinéfilos, Scorsese foi um dos cineastas responsáveis pela onda revolucionária que tomou os EUA na década de 1970, e ao lado de gente como Francis Ford Coppola, Steven Spielberg, Brian De Palma e George Lucas, fez parte do movimento conhecido como Nova Hollywood. Tal movimento consistia em implementar novas ideias que fugissem do padrão que se tinha no período, tanto no que diz respeito a narrativas mais realistas e temáticas mais subversivas. Apesar do grande prestígio que sempre o cercou e de ser o diretor preferido de muitos críticos renomados, além de em sua filmografia constarem algumas das maiores obras-primas do cinema dos últimos 45 anos (pelo menos), seu reconhecimento máximo junto ao Oscar veio meio a tropeções, fazendo de Scorsese um dos grandes injustiçados pelo prêmio da Academia.

Hoje a homenagem não poderia faltar a esta verdadeira lenda viva, obrigatório para todos aqueles que dizem gostar de cinema, e necessário para continuar abrindo mentes. Como forma de celebrar o diretor, resolvemos com a ajuda dos críticos e do grande público, eleger seus 10 melhores filmes na direção. Confira abaixo.

10 | O Lobo de Wall Street (2013)

Indicado para 5 Oscar, incluindo melhor filme, roteiro, direção, ator principal e coadjuvante para Leonardo DiCaprio e Jonah Hill respectivamente, começamos a lista em décima posição na opinião da crítica e dos fãs com O Lobo de Wall Street, que atualmente figura em número 133 dentre os 250 melhores de todos os tempos na opinião do grande público no maior banco de dados de cinema na internet, o IMDB. Favorito pessoal, se dependesse unicamente deste que vos escreve, o longa que retrata a ascensão e queda real de Jordan Belfort estaria em posição mais alta. O filme sobre o especulador de Wall Street ainda serviu para apresentar ao mundo o talento e a beleza de uma certa Margot Robbie. Em Cartaz no acervo da HBO Max.

09 | Depois de Horas (1985)

A arte é viva, e está em constante mudança. Se você dissesse que quase 40 anos depois do lançamento, Depois de Horas estaria figurando entre os 10 melhores de Scorsese na opinião dos fãs e dos críticos, nem mesmo o diretor acreditaria. Isso só mostra que muitos longas encontram seu público anos e até décadas depois de sua estreia, funcionando melhor para uma audiência nova, parte de uma geração futura. Ainda mais se formos pensar que sua classificação aqui eliminou obras do diretor muito queridas e comentadas, como Ilha do Medo, O Aviador, Cassino, A Época da Inocência, Cabo do Medo e Gangues de Nova York. Isso mostra a força que Depois de Horas tem atualmente com os críticos e cinéfilos, mesmo sendo um filme cult. Considerado uma das poucas comédias da filmografia de Scorsese, mesmo uma bastante sombria, a trama apresenta as desventuras de um sujeito solteiro tentando encontrar um flerte na noite de Nova York.

08 | O Rei da Comédia (1982)

É reportado pelo IMDB que a primeira exibição de O Rei da Comédia teria sido na Islândia no dia 18 de dezembro de 1982, e desta forma o filme estaria completando 40 anos de sua estreia em 2022. Mas a verdade é que para o resto do mundo, incluindo EUA e Brasil o longa chegou apenas em 1983 – o que inclui sua passagem pelo prestigiado Festival de Cannes. E se você nota semelhanças com o fenômeno Coringa (2019) não é mera coincidência, pois O Rei da Comédia serviu de modelo e inspiração para o thriller da DC protagonizado por Joaquin Phoenix – contando até mesmo com Robert De Niro e uma produção inicial de Scorsese, que depois desapareceu. Aqui, De Niro vive um aspirante a humorista que não recebe apoio de seu ídolo, papel do lendário Jerry Lewis, surta e o sequestra. Também se tornou um dos cults da carreira do diretor. Em cartaz no acervo do Star+.

07 | Caminhos Perigosos (1973)

Por falar em obras cult, Caminhos Perigosos é um dos primeiros longa-metragem da carreira de Martin Scorsese, e que foi redescoberto após seu nome ser alçado a um dos mais badalados da indústria. A verdade é que o filme, o terceiro longa de sua carreira, fez sucesso na época nos círculos de cinéfilos e críticos, apesar de ser uma produção bem pequena e de baixo orçamento, exibido em alguns festivais, como o de Nova York. Caminhos Perigosos serviu também para revelar nomes como Robert De Niro e Harvey Keitel, e começaria a trajetória de Scorsese pelo cinema criminal e de máfia. Segundo o diretor, muito do filme, com roteiro do próprio, relata suas experiências e o que viu no bairro onde cresceu, na parte pobre de Nova York.

06 | A Invenção de Hugo Cabret (2011)

Embora tenha ficado conhecido em especial pelos filmes de máfia, violência e temática mais subversiva, Martin Scorsese também dedicou uma parte de sua carreira a obras que fogem do que se pensa e se espera dele, demonstrando a versatilidade de um mestre. Esse talvez seja um dos filmes, quiçá “o” filme mais diferente em sua filmografia. Esta é uma história quase infantil, que faz uso de muitos efeitos visuais e chegou inclusive a ser lançado nos cinemas em 3D – levando o diretor a experimentar tal boom da tecnologia. A história mostra um menino órfão vivendo numa famosa estação de trem de Paris no ano de 1931. Mas como o cinema de Scorsese sempre precisa ter uma profundidade a mais, ele transforma esta inocente trama em uma bela homenagem ao cinema em si, seus primórdios e a algumas personalidades muito emblemáticas para o advento da sétima arte. Indicado para 11 Oscar, incluindo melhor filme e diretor, e vencedor de 5 prêmios técnicos, o filme faz parte do acervo do Telecine Play.

05 | O Irlandês (2019)

O último filme lançado com direção de Martin Scorsese até o momento (enquanto não ganhamos Killers of the Flower Moon, adiado deste ano para 2023), O Irlandês quebrou outro paradigma na carreira do cineasta: foi seu primeiro projeto em parceria com uma plataforma de streaming: a Netflix. O longa (e põe longa nisso) até chegou a ser exibido nos cinemas pelo mundo, para poder ser elegível ao Oscar, mas ficou pouco tempo em cartaz – com todos sabendo que se tratava de uma produção da Netflix (exclusiva). Projeto dos sonhos de Scorsese, anunciado há muito tempo, o diretor foi encontrar financiamento apenas longe dos grandes estúdios e junto a uma empresa que traduz os novos tempos e à nova maneira do público se relacionar com os filmes. Na trama, o relato do que aconteceu com o líder sindicalista americano Jimmy Hoffa, um dos grandes mistérios dos EUA. Indicado a 10 Oscar, incluindo melhor filme e direção, o longa serviu para reunir Scorsese a Robert De Niro e Joe Pesci, além de firmar a primeira parceria com o monstro Al Pacino. No acervo da Netflix, é claro.

04 | Os Infiltrados (2006)

Depois de muita delonga, este foi o filme responsável por finalmente presentear Martin Scorsese com a estatueta de melhor diretor do ano. Além de ser também seu primeiro filme a levar o Oscar de produção do ano nos prêmios da Academia. Bem, e é o melhor filme e direção de Scorsese? A maioria diria que não. Mas está valendo. A sensação de prêmio de consolação se fez presente, mas o ditado “antes tarde do que nunca” se fez prevalecer e ninguém reclamou, nem o próprio. Não me entenda mal, ninguém quer tirar os méritos de Os Infiltrados, um filmaço que chega agora em quarta posição – ou seja, quase pegando o pódio dos melhores na opinião geral de críticos e do grande público. Um time de primeira na frente das telas, do nível de Jack Nicholson (em sua primeira parceria com Scorsese), Leonardo DiCaprio e Matt Damon, ajuda e muito a contar a história de policiais infiltrados na máfia irlandesa de Boston, e criminosos infiltrados na polícia trabalhando como informantes. É o número 39 dentre os melhores de todos os tempos no IMDB, e levou 4 dos 5 Oscar aos quais estava indicado – incluindo os citados de melhor filme e direção.

03 | Touro Indomável (1980)

O filme que tirou Os Infiltrados do pódio para conquistar a medalha de bronze em terceiro lugar foi Touro Indomável, ainda hoje, 42 anos depois de seu lançamento, enaltecido como uma das grandes obras-primas da carreira de Martin Scorsese. Na época de seu lançamento, o filme fez muito sucesso no circuito de festivais e de premiações, logo conquistando uma aura de cult – mas começou a atingir mesmo o grande público com o passar dos anos e das décadas. Hoje, ao falarmos em Scorsese, a maioria dos fãs lembra logo desta produção de boxe, que narra sobre o tempestuoso Jake La Motta (interpretado por um Robert De Niro “tomado”, que ficou em forma para viver o lutador e depois engordou bastante para o mesmo papel), um sujeito agressivo e problemático dentro e fora dos ringues. Todo em preto e branco, o que dá um ar ainda mais cult, o filme está entre os 157 melhores de todos os tempos na opinião dos fãs e foi indicado para 8 Oscar, incluindo melhor filme e diretor, e levou o de melhor ator para De Niro. Atualmente no acervo da Amazon Prime Video.

02 | Taxi Driver (1976)

Em segunda posição do pódio, conquistando a medalha de prata, Taxi Driver talvez ainda seja até hoje o filme que imediatamente vêm à cabeça dos fãs, críticos e cinéfilos quando falamos de Martin Scorsese. Isso porque foi seu primeiro grande sucesso de crítica e público, numa época em que os blockbusters haviam sido inaugurados e apenas engatinhavam. Fora isso, Taxi Driver representa muito a época citada no início do texto, do movimento da Nova Hollywood, sendo um de seus símbolos e estandartes. Isso porque mergulha fundo na psique de uma ferida dos EUA, ainda muito aberta na época: a Guerra do Vietnã. O filme não é de guerra, mas sim dos reflexos da guerra, pois retrata a forma inadequada como um cidadão claramente perturbado ao retornar de tal conflito, não consegue se enquadrar mais na sociedade do período. Ele arruma trabalho como taxista à noite pois não consegue dormir, e quando acha que está fazendo o bem, termina sempre piorando as coisas. Taxi Driver é o filme de número 114 dentre os melhores de todos os tempos, e recebeu 4 indicações ao Oscar, incluindo melhor filme, ator para Robert De Niro (o protagonista) e coadjuvante para Jodie Foster (então com 14 aninhos). Parte do acervo atual da Netflix e imperdível.

01 | Os Bons Companheiros (1990)

Uma escolha talvez óbvia, mas muito sincera. Dentre todas as produções de excelência assinadas por Martin Scorsese, a maioria concorda (e eu me incluo nesta porcentagem majoritária) que Os Bons Companheiros é a melhor dentre suas obras-primas. Isso porque no gênero em que ficou mais conhecido, o cinema criminal e de máfia, consegue dar uma visão moderna e nunca antes apresentada deste submundo – de certa forma glamourizado, mas sem nunca perder de vista o perigo bastante real. E o fez de uma forma que nem mesmo o icônico O Poderoso Chefão (1972) conseguiu. Aliás, o único filme da história a fazer frente com o épico mafioso de Francis Ford Coppola e suas continuações, é, decididamente dirá a maioria, Os Bons Companheiros. Não por acaso é o filme de número 17 dentre os melhores de todos os tempos, e foi indicado a 6 Oscar, incluindo melhor filme e diretor, e levando o de melhor coadjuvante para a performance visceral de Joe Pesci como Tommy DeVito. Parte do acervo atual da HBO Max e, nem precisa ser dito, imperdível.

‘He’s Out There’: Terror com Yvonne Strahovski ganha novas imagens tensas; Confira!

O terror ‘He’s Out There‘, estrelado por Yvonne Strahovski (‘The Handmaid’s Tale‘, ‘Dexter‘), ganhou novas imagens tensas.

Confira:

Dirigido por Quinn Lasher, o terror será lançado direto em vídeo no Reino Unido, no dia 28 de setembro.

“De férias em uma remota casa no lago, uma mãe e suas duas filhas precisam lutar para sobreviver depois de entrarem em um pesado aterrorizante criado por um psicopata.”

Justin Bruening, Anna Pniowsky, Abigail Pniowsky, Julian Bailey e Ryan McDonald também estrelam.

Produzido pela Screen Gems, o roteiro, originalmente intitulado “Espantalho”, este presente na Blood List (uma lista de melhores roteiros não produzidos) de 2014.

‘Aterrorizados’: Terror argentino já está disponível na Netflix!

O elogiado terror argentino ‘Aterrorizados‘ (Aterrados) já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix!

Confira o trailer:

O longa foi escrito e dirigido por Demián Rugna.

Pessoas que desaparecem sem deixar rastros, mortos que voltam de seus túmulos, vozes nos canos d`água. Um policial tentará encontrar uma explicação para desvendar estes mistérios, com a ajuda de pesquisadores especializados no paranormal, antes que o mal destrua a sociedade que conhecemos. Mas a tarefa não será tão fácil quanto parece.

O elenco inclui Maximiliano Ghione, Norberto Gonzalo, Elvira Onetto, George L. Lew, Julieta Vallina, Demián Salo, Agustín Rittano e Natalia Señorales.

Vale lembrar que um remake americano está em desenvolvimento, com produção de Guillermo del Toro.