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Robert Downey Jr. encara a máscara do Doutor Estranho em nova foto

Após ser confirmado como o Doutor Destino do MCU, o ator Robert Downey Jr. postou fotos dele encarando a máscara do vilão. Em vez de interpretar o Homem de Ferro, ele interpretará o icônico vilão da Marvel.

Confira:

Nem todo mundo entendeu a escalação. A atriz Gwyneth Paltrow, a Pepper Potts do MCU, comentou no anúncio que não entendeu a notícia.

“Eu não entendi, você é um vilão agora?”, ela postou.

Confira:

Downey Jr. estará em ‘Avengers: Doomsday‘ e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘, quinto e sexto filme dos heróis

O anúncio foi feito durante a Comic Con San Diego.

Os diretores Joe e Anthony Russo voltam para comandar os dois filmes.

Confira:

Avengers: Doomsday‘ estreia em Maio de 2026, e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ em Maio de 2027.

‘Branca de Neve’ caminha para se tornar a 2ª maior abertura de 2025 nos EUA, atrás de ‘Capitão América 4’

A nova versão de ‘Branca de Neve‘ da Disney, dirigida por Marc Webb, está se destacando nas bilheteiras, alcançando um desempenho notável em seu final de semana de estreia.

O musical, estrelado por Rachel Zegler e Gal Gadot, arrecadou impressionantes US$ 16 milhões somente na sexta-feira, somando as exibições prévias em cerca de 4.200 locais.

Com esse início promissor, as projeções indicam que o filme pode alcançar mais de US$ 45 milhões em sua estreia de final de semana nos EUA, posicionando-se para ser a segunda maior estreia do ano, atrás apenas de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘, outro grande lançamento da Disney.

Apesar desse bom desempenho inicial, a jornada para a lucratividade de ‘Branca de Neve‘ será desafiadora. O filme, que traz uma reinterpretação moderna do clássico conto de fadas, carrega um orçamento de produção astronômico superior a US$ 250 milhões.

Isso coloca uma pressão significativa sobre a sua performance nas bilheteiras, já que, para se tornar rentável, precisa não apenas alcançar boas receitas no mercado interno, mas também se destacar globalmente. O conceito de “quatro quadrantes” – que significa atingir uma audiência ampla e diversa, incluindo crianças, adolescentes, adultos e idosos – é fundamental para o sucesso do filme, e a Disney espera que o filme consiga apelar para esses diferentes públicos, assim como outros sucessos da companhia no passado.

Vale destacar que, apesar das expectativas elevadas, ‘Branca de Neve‘ enfrenta uma competição acirrada. Filmes anteriores da Disney com orçamentos pesados, como ‘Mufasa: O Rei Leão‘, lançado em dezembro, também tiveram performances mistas. Embora o remake de Mufasa tenha estreado com críticas negativas e uma bilheteira inicial morna de US$ 35 milhões, ele se manteve estável e teve um desempenho global impressionante, arrecadando mais de US$ 250 milhões na América do Norte e superando US$ 700 milhões em todo o mundo. Isso mostra que, mesmo com um início abaixo das expectativas, alguns filmes da Disney podem ganhar força ao longo do tempo, especialmente com apelo internacional.

No entanto, nem todos os lançamentos tiveram um desempenho tão positivo. O remake de ‘Dumbo‘ de 2019, também parte da estratégia da Disney de reimaginar seus clássicos animados, teve uma estreia de US$ 45 milhões, mas viu seu total global cair para US$ 353 milhões, sendo considerado um desempenho decepcionante, especialmente considerando que o filme tinha um orçamento significativamente menor que o de ‘Branca de Neve‘ – US$ 170 milhões. Isso serve como um lembrete de que, mesmo com grandes nomes e orçamentos robustos, a bilheteira não é garantida, e a competitividade no mercado atual exige muito mais do que apenas um nome reconhecido.

Portanto, ‘Branca de Neve‘ enfrenta uma trajetória de alto risco. Embora as primeiras impressões nas bilheteiras sejam positivas, o filme precisará continuar a atrair grandes audiências e alcançar um desempenho estável ao redor do mundo para justificar seu orçamento colossal e alcançar o sucesso financeiro esperado pela Disney.

O filme recebeu a MENOR pontuação de audiência da CinemaScore para um remake live-action da Disney.

O público norte-americano deu a nota B+ para o filme. ‘A Bela e a Fera ‘ e ‘A Pequena Sereia‘ conquistaram nota A. Até mesmo ‘Aladdin‘ e ‘O Rei Leão‘, que tiveram sua parcela de críticos, também conseguiram nota A dos espectadores.

Um B+ para ‘Branca de Neve‘ não é terrível, mas é um passo abaixo do que estamos acostumados a ver. É o tipo de nota que diz que as pessoas não odiaram, mas também não ficaram impressionadas.

Crítica | ‘Branca de Neve’ recaptura a magia da animação original através da fabulosa atuação de Rachel Zegler

branca de neve poster

Crítica | Driveways – Uma Amizade Inesperada – Filme com indicada ao Oscar transborda delicadeza para mostrar recomeços

As descobertas pelos caminhos mais distantes. Com um ritmo lento, detalhista, deixando inteligentes pausas para reflexões sobre o enigmático universo do abstrato ligado aos sentimentos, chegou ao catálogo da Looke um filme que respira a amizade dentro de um contexto de recomeços e despedidas. Driveways – Uma Amizade Inesperada dirigido por Andrew Ahn com roteiro assinado pela dupla Hannah Bos e Paul Thureen é uma jornada rumo as escolhas que a vida nos permite e as oportunidades que se chegam quando escolhemos a porta certa para desbravar. Esse é um dos últimos trabalhos do veterano ator Brian Dennehy, falecido em 2020.

Na trama, conhecemos Kathy (Hong Chau), uma mulher batalhadora que trabalha com transcrições médicas e tem o sonho de ser enfermeira. Ela, junto o filho pequeno, o sensível Cody (Lucas Jaye), estão indo reformar, para uma possível venda, a casa de sua irmã recém falecida. Chegando no lugar, uma cidadezinha no interior dos Estados Unidos, acaba conhecendo aos poucos a vizinhança, principalmente seu vizinho de porta, o veterano da Guerra da Coreia Del (Brian Dennehy). Aos poucos começa a perceber que o sentido de casa, lar, pode estar bem próximo dali.

O reflexo daquele presente está em cada cena, junto com as diferentes formas de enxergar a vida. A protagonista, interpretada pela ótima e recente indicada ao Oscar Hong Chau, se vê perdida em um momento de escolhas para ele a e o filho, com a oportunidade de lucrar com a venda de uma herança que chega no seu colo com uma imensa carga emocional ligada aos desentendimentos com a irmã. Aos poucos vai descobrindo mais sobre essa parente que antes próxima, se tornou distante, como se o lugar contasse histórias que ela não sabia, além de mexer com momentos importantes na passado dessa relação.

A visão de Cody é um ponto fundamental na trama, um menino solitário, com poucos amigos, começa uma amizade com o vizinho, um homem mais velho que tem vive seus dias reclusos com o único passatempo de ir ao bingo onde se encontra com outros amigos veteranos do exército. O jovem começa a entender melhor a vida, tendo essa outra referência no seu cotidiano. O sentido de lar começa a fazer mais sentido para mãe e filho e toda essa transformação é muito bem apresentada pela narrativa.

O alzheimer, a solidão, as despedidas, as escolhas, a amizade, o amor entre mãe e filho, os arrependimentos, Driveways – Uma Amizade Inesperada parece um trem que estaciona em cada uma dessas estações o tempo suficiente para se refletir e como consequência faz emocionar mostrando que a simplicidade é o melhor caminho para decifrar o abstrato das emoções.

‘O Homem nas Trevas’ é a experiência mais angustiante e claustrofóbica do ano

O cineasta uruguaio, de Montevideo, Fede Alvarez era um ilustre desconhecido até lançar seu curta Ataque de Pânico (2009) na internet e chamar atenção de forma massiva. Não existe dúvida quanto ao poder da internet como ferramenta máxima do boca a boca atual. O diretor Neill Blomkamp, por exemplo, conseguiu emprego no próximo filme da franquia Alien colocando suas artes conceituais online e sendo ouvido pela Fox. Alvarez, por sua vez, se tornou um diretor de prestígio ao cair nas graças de um certo Sam Raimi, após este ter percebido seu quarto curta-metragem.

O emprego que Alvarez conseguiu foi como diretor do remake A Morte do Demônio (2013), produzido por Raimi – criador do original. O remake polarizou opiniões do público e crítica, mas o que não podia ser negado era o talento do marinheiro de primeira viagem, ao entregar momentos de plena tensão, bom uso de efeitos práticos combinados com  efeitos de CGI imperceptíveis, além de retirar da novata Jane Levy uma das melhores atuações dos últimos tempos dentro do gênero. E o melhor de tudo, apesar das opiniões mistas, A Morte do Demônio, mesmo com a censura alta, não foi um fiasco de bilheteria, dando continuidade para a carreira do uruguaio.

O Homem nas Trevas - CinePOP 2

Três anos depois e Alvarez reaparece no mundo do cinema, para entregar um filme bem diferente de seu debute. Este é um suspense, que não faz uso de elementos sobrenaturais, mas igualmente promete deixá-lo sem respirar (com o perdão do trocadilho com o título original) em seus 88 minutos de duração. O cineasta, que de bobo não tem nada, reafirma a parceria com a ótima Levy, e o entrosamento da dupla continua afiado. A menina de 29 anos (mas jeitinho de 20) segue demonstrando talento na pele da protagonista Rocky (muito mais charmosa do que o garanhão italiano de mesmo nome), sofredora heroína trágica, parte de um trio de ladrões de araque.

Daí O Homem nas Trevas, que possui roteiro do próprio Alvarez em parceria com Rodo Sayagues (usual colaborador nos textos do cineasta), começa a puxar suas referências e aplicá-las na trama de forma bem construída, confeccionando seu próprio produto. A primeira parada é em O Quarto do Pânico (2002), de David Fincher, no qual um trio de criminosos invade uma propriedade, com a dona dentro, para reaver um item no cofre da casa. Aqui, um dos bandidos possui inclusive trancinhas no cabelo – como Jared Leto no filme de Fincher. Substitua apenas um dos sujeitos pela loirinha Levy, e o objetivo final, simplesmente dinheiro.

O Homem nas Trevas - CinePOP 5

Momento dois: Um Clarão nas Trevas (1967). Essa a garota talvez não pegue. Trata-se de um filme antigo, no qual a musa Audrey Hepburn estrela em seu único suspense da carreira, na pele de uma cega, vítima de criminosos que desejam um objeto implantado em sua casa. Aqui, também temos uma “vítima” cega, na pele do militar aposentado, papel de Stephen Lang, em seu papel mais marcante desde Avatar (2009) – o ator veterano impressiona e rouba o filme.

É aqui também que a criatividade do roteiro sobressai ao simples “pegar emprestado”, adicionando elementos verdadeiramente excitantes, enervantes e assustadores na mistura. A “vítima” não poderia estar mais longe da definição, a cada momento se tornando o verdadeiro antagonista da história e rendendo um dos vilões mais memoráveis do ano – ou dos últimos anos. Diabos, o personagem sequer possui nome, ele é tratado apenas como The Blind Man, ou o Homem Cego. Se queriam marcá-lo em nossas mentes, objetivo alcançado.

O Homem nas Trevas - CinePOP 3

O Homem nas Trevas cria uma boa atmosfera claustrofóbica, centralizando quase toda a ação dentro da casa macabra, cenário explorado detalhadamente pelo cineasta. Ganhamos a dimensão exata do ambiente, passando junto aos personagens de um local para o outro, esgueirando-nos pelas estantes do porão, saindo pela janela e através da claraboia voltando.

E, como os personagens, quando achamos finalmente estar fora do local, somos tragados novamente para o pesadelo interminável. Definitivamente estes assaltantes azarados escolheram o sujeito errado para roubar. Invocação do Mal 2 pode ser sido o maior sucesso de 2016 no gênero, mas num ano em que tivemos obras mainstream como Quando as Luzes se Apagam (Warner), Águas Rasas (Sony) e este O Homem nas Trevas (Sony), a concorrência não fica muito atrás.

O Massacre da Serra Elétrica (1974) estreia nos cinemas | Conheça TODOS os filmes da franquia!

Antes de Atividade Paranormal, Jogos Mortais e Premonição, antes mesmo de Jason, Freddy, Chucky ou até Michael Myers, existia Leatherface e sua família de canibais psicopatas. O Massacre da Serra Elétrica pode ser considerado uma das franquias de terror mais antigas da história do cinema, e uma que continua gerando frutos – para o bem ou para o mal.

O filme dirigido por Tobe Hooper (‘Poltergeist – O Fenômeno’) e lançado em 1974 estreia pela primeira vez nos cinemas nacionais hoje, dia 16 de fevereiro de 2023, com distribuição de Synapse Distribution.

Atualmente indisponível nas plataformas de streaming, o clássico do terror slasher poderá ser visto em cópias restauradas somente nos cinemas.

Pegando carona no lançamento, resolvemos fazer uma retrospectiva destrinchando (com o perdão do trocadilho) todos os filmes que levaram até o público o pavor da sonoridade da serra do maníaco “cara de couro”. Portanto, pegue sua motosserra, ou serra elétrica se preferir, e vamos lá.

O Massacre da Serra Elétrica | Entenda a COMPLICADA Cronologia da Franquia de Terror – Incluindo o filme da Netflix

O Massacre da Serra Elétrica (1974)

Foi em 1974 que tudo começou, sem a mínima aspiração de transformar esta obra crua, visceral e com ares de documentário em uma franquia. Dirigido pelo saudoso Tobe Hooper em início de carreira (este foi seu segundo longa), o filme é livremente baseado na vida do psicopata real Ed Gein, que também rendeu assunto para o clássico Psicose (1960), de Alfred Hitchcock.

Gein gostava de roubar túmulos e foi um dos assassinos em série mais notórios da história dos EUA. Em sua casa, a polícia encontrou diversas partes, órgãos e membros decepados de suas vítimas, que o sujeito insano usava como objetos de decoração no local. Este fato serviu como inspiração para o interior da casa da família deste filme, mostrado no desfecho. Além disso, Leatherface, como viria a ficar conhecido o personagem de Gunnar Hansen, o maníaco mudo, usava a pele de suas vítimas para confeccionar as máscaras que vestia ao longo do filme.

O Massacre da Serra Elétrica foi vendido na época como um filme real, muito antes de A Bruxa de Blair (1999), e serviu para assombrar uma geração inteira, sendo proibido em diversos países por anos. Devido a seu baixo orçamento, a obra ganhou contornos de amadorismo (principalmente nas atuações), o que somaram ao teor realista. Bastou um filme para Leatherface se tornar um ícone dos slasher e Marilyn Burns, a mocinha, ser catapultada ao status de musa rainha do grito no gênero.

O Massacre da Serra Elétrica 2 (1986)

Sabe tudo que eu disse no item acima, sobre o realismo e tom quase documental? Pois bem, jogue tudo isso fora para a sequência. Mais de dez anos depois (doze para ser bem preciso), o mesmo Tobe Hooper decide revisitar o universo da família canibal do Texas. Nesta época, já tendo passado pela epopeia de Poltergeist –O Fenômeno (1982) – filme pelo qual é creditado, mas jura de pé junto ter sido dirigido por Steven Spielberg -, Hooper optou pelo caminho inverso, e com um orçamento bem mais folgado, entrega uma orgia do nonsense, numa viagem lisérgica.

Os personagens são os mesmos, mas em 1986, década bem propícia para a “farofada”, eliminam bastante do fator medo, recaindo voluntariamente no humor e na sexualidade. Logo na primeira cena de morte, quando uma dupla de “machões” decide despejar muita obscenidade numa ligação para a DJ de uma rádio, percebemos que Hooper estava muito mais em sintonia com a época do que de fato com sua obra original. É um caminho ousado, mas que demonstra originalidade ao não tentar se repetir.

O Massacre da Serra Elétrica 2, no entanto, não é um filme ruim qualquer – como viriam a se mostrar os outros episódios vindouros desta franquia – é uma obra de muito estilo, seja na estética ou narrativa, ambas muita apuradas. O que Hooper cria é uma grande brincadeira com o gênero e com sua própria mitologia. A confecção por trás de tudo, por exemplo, é muito viva, e a direção de arte se faz tão presente – em especial o cenário da rádio – que além de o sentirmos como um personagem, temos a dimensão exata de sua arquitetura. Aqui é também aonde Leatherface começa a surgir como anti-herói, representado como figura enfatuada pela mocinha; a grotesca e libertina cena da serra na virilha de shortinho da protagonista demonstra isso de maneira deturpada.

O filme cria ainda uma das heroínas de maior fetichismo na franquia, a locutora de rádio Vanita ‘Stretch’ Brock, papel da belíssima Caroline Williams, imortalizada igualmente pelo papel. A falta de desfecho, a cena da competição do chilli, e alguns momentos com o grande Dennis Hopper (como quando ele adquire sua motosserra para combater os vilões) fazem da Parte 2 o exemplar mais Twin Peaks de toda a franquia.

O Massacre da Serra Elétrica 3 (1990)

Sabemos que o dinheiro sempre falou mais alto em Hollywood, mas também a vontade dos fãs, afinal sem eles não existiria filme. Assim, a terceira parte de O Massacre da Serra Elétrica já exibia seu trailer antes mesmo de um roteiro, e um diretor ser contratado. Com um lançamento programado para 1989, o filme chegava aos cinemas em 1990 sem qualquer dos envolvidos nas produções anteriores.

Sem o impacto do original e sem o estilo estético do segundo, O Massacre da Serra Elétrica 3 adentrava os anos 1990 se tornando apenas um slasher qualquer, numa década em que tais filmes já pereciam. Assim, a história aqui era o que menos importava, já que era confeccionada como uma produção rotineira do subgênero. Originalmente planejado para a volta de Tobe Hooper na direção, o cineasta de fato chegou a enviar o tratamento de sua ideia para a New Line, mas optou por desistir, em nome de Combustão Instantânea, o filme que lançava no mesmo ano. Assim, Jeff Burn assumia em seu lugar.

O anúncio do trailer já credita o longa a seus nomes mais famosos, os produtores de A Hora do Pesadelo, agora que Leatherface recaía nas mãos da New Line, mesmo estúdio de Freddy Kruger, saindo da falida Cannon. Peter Jackson e o maquiador Tom Savini foram oferecidos o filme. Jackson começou a carreira em produções de horror, como Trash – Náusea Total (1987) e Fome Animal (1992); e Savini estrearia na direção de um longa no mesmo ano, com o remake de A Noite dos Mortos Vivos (1990).

A cada novo exemplar, a família se reestruturava e mudava seus membros. O único elemento imutável é Leatherface. Bem, ao menos no roteiro, já que o intérprete, depois de Gunnar Hansen no primeiro e Bill Johnson no segundo, assume os contornos de R.A. Mihailoff. O desejo por impulsionar o psicopata na cultura pop, ao ponto de querer torna-lo o novo Jason ou Freddy (tardiamente), era tanto que a New Line não hesitou em intitular o longa como Leatherface: Texas Chainsaw Massacre III no original. Curiosamente, o mais recente exemplar da franquia traz de novo Leatherface como título original de Massacre no Texas (2017).

Fora isso, o terceiro filme traz ainda um então desconhecido Viggo Mortensen, como o rosto mais famoso do elenco (pelo menos agora), na pele de um dos membros desta peculiar família, e o retorno de Caroline Williams reprisando o papel de Stretch numa ponta. O desejo do diretor era mostrar que a personagem havia subido na vida, de DJ ela agora é uma repórter dando as notícias das mortes – o diretor pensou que Stretch estaria investigando por conta própria os assassinatos, mas o longa não foca nisso.

O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno (1994)

É claro que a New Line não iria deixar sua recém-adquirida franquia apenas sentar na prateleira sem uso. Assim, quatro anos depois do malfadado Leatherface, o quarto exemplar da franquia chegava aos cinemas. Mas a coisa mais assustadora aqui é a atuação caricata e exagerada de um então iniciante Matthew McConaughey como o alucinado psicopata Vilmer. Dizem as más línguas que os produtores sabiam que a carreira do ator estava para decolar (em 1996 ele lançaria o divisor de águas Tempo de Matar) e esperaram sua explosão para soltar um relançamento do filme. Além disso, a mocinha é interpretada por ninguém menos do que Renée Zellwegger em início de carreira, igualmente vindo a explodir em Jerry Maguire – A Grande Virada em 1996.

Mais uma vez, Leatherface passou a máscara e a serra adiante, e quem assume aqui é Robert Jacks – estranhamente creditado como “Leatherface Slaughter”. A direção ficou a cargo de Kim Henkel, parceiro (sim, não deixe o nome te enganar, se trata de um homem) de Tobe Hooper no roteiro do filme original. Ele assume o texto e o comando do quarto exemplar. A trama, a mais idiota até então – e estamos levando em conta a “viagem de ácido em forma de filme” que foi o segundo – apresenta um grupo de adolescentes a caminho do baile de formatura, cujo infortúnio os joga diretamente na fazenda da famosa família canibal.

Como forma de homenagear o original, no qual esteve envolvido como roteirista, o diretor entregou a reunião de alguns atores do clássico em pontas neste quarto episódio. Na cena do hospital, John Dugan, o vovó do filme de 1974, interpreta um policial; Paul A. Partain (o deficiente Franklin) vive um funcionário, e a lendária Marilyn Burns é uma paciente na maca. Outro detalhe é que nesta continuação, Leatherface incorpora sua veia drag de forma mais intensa, com diversas cenas do maníaco se maquiando em frente ao espelho, usando perucas e roupas femininas, e até mesmo no pôster do filme sua aparência lembra bastante as formas físicas de uma mulher, com meia arrastão e salta alto. O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno colocaria um grande hiato na franquia, por nove anos.

O Massacre da Serra Elétrica (2003)

A refilmagem O Massacre da Serra Elétrica (2003) foi a produção responsável por abrir as portas de vez para a febre de remakes de filmes de terror que assola Hollywood nos últimos anos. É claro que refilmagens já existiam, mas aqui elas se apossaram de alguns dos maiores ícones do gênero no cinema. Foi depois desta obra que vieram A Profecia (2006), Sexta-Feira 13 (2009), Halloween (2007), A Hora do Pesadelo (2010), Carrie – A Estranha (2013), A Hora do Espanto (2011), entre outros.

Tudo, é claro, culpa de Michael Bay e sua Platinum Dunes, a produtora responsável, sob a tutela da New Line. O curioso é perceber que o filme não é ruim, muito pelo contrário, consegue sobressair à maioria de reimaginações que seguiram. Este foi também o primeiro filme com o selo da franquia que este amigo que vos fala assistiu na telona. O Massacre da Serra Elétrica é uma modernização do clássico de 1974 que, ao mesmo tempo em que respeita os conceitos, estrutura, cenas e a época retratada (todo o clima dos anos 1970 está lá, embora não seja obrigatoriamente passado em tal década), o longa inova com sua edição e visual chamativo – longe do clima “cru” do original.

A história é a mesma, e mostra cinco amigos aterrorizados em uma viagem ao Texas por uma bizarra família de canibais. No elenco, destaca-se a estonteante Jessica Biel, em seu primeiro papel de protagonismo no cinema, fazendo as vezes da Marilyn Burns moderna. O gigante Andrew Bryniarski vive Leatherface, e a direção ficou com Marcus Nispel, exalando todo seu estilo saído de videoclipes. Nispel viria a comandar produções maiores como o citado remake Sexta-Feira 13 (2009) e Conan – O Bárbaro (2011). A história termina de tal forma, com a protagonista arrancando o braço do psicopata a machadadas, que esta linha narrativa jamais foi seguida.

O Massacre da Serra Elétrica – O Início (2006)


Para onde correr após o desfecho da refilmagem? Porque deixar o filme sem continuação, jamais, não é mesmo? A opção então se mostrou por uma prequel (uma pré-sequência), apostando em eventos passados antes da refilmagem, e assim antes do primeiro filme (1974) também. Nesta reintrodução à franquia, lançada em 2006, uma trama envolvendo a Guerra do Vietnã é adicionada, narrando a história de dois irmãos que, antes de partirem para seu serviço militar, resolvem viajar ao lado das namoradas. No lugar da mocinha Jessica Biel, entra a filha de brasileira Jordana Brewster (antes de seu retorno para Velozes e Furiosos).

Essa é a primeira vez também que a franquia repete o intérprete do maníaco Leatherface, com o gigante Andrew Bryniarski reprisando o papel do filme anterior. Quem também volta é o saudoso R. Lee Ermey (falecido recentemente), no papel do sádico patriarca da família Hewitt. O elenco conta ainda com Matt Bomer como um dos irmãos protagonistas. A direção é de Jonathan Liebesman, que havia dirigido o terror No Cair da Noite (2003) e seguiu para blockbusters como Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles (2011), Fúria de Titãs 2 (2012) e As Tartarugas Ninja (2014).

O Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua (2013)

Este filme com título imenso em nosso país, foi a tradução que demos para Texas Chainsaw 3D – título original que dispensa o “Massacre” do nome, acrescenta o caça-níquel do 3D, sendo o primeiro filme da franquia dentro a utilizar tal tecnologia. Aqui ocorre mais uma troca de batata quente entre estúdios: depois da Cannon, da New Line e da Platinum Dunes, a Serra Elétrica cai nas mãos da Lionsgate e da Millenium Films – o que causa o encontro curioso (mas não oficial) entre Leatherface e Jigsaw, assassino da maior franquia da casa, Jogos Mortais. Encontro este no qual numa cena Leatherface dá um chega pra lá em um Jigsaw wannabe – mostrando o respeito dos produtores pelo clássico.

Depois de beldades como Marilyn Burns, Caroline Williams, Renée Zellwegger, Jessica Biel e Jordana Brewster no comando dos “pulmões” protagonizando, é a vez de Alexandra Daddario deixar seu legado nesta longa história de terror. A trama, joga fora todas as continuações e segue direto após os eventos do longa original, artifício utilizado também pelo mais recente Halloween (2018).

Só existe um pequeno grande problema com este roteiro, detalhe que foi apontado na maioria das críticas da obra. Enquanto Halloween irá acertar utilizando a mesma Jamie Lee Curtis, uma adolescente de 18 anos no original e agora uma senhora de 60 anos, a premissa deste filme quer que acreditemos que em 1974 Daddario ainda era um bebê e hoje, uma jovem em seus 27 anos. O problema? Neste tempo se passaram 39 anos! E esta deveria ser a idade dela. Bem, isso se resolveria se a trama estivesse ocorrendo até o início da década passada, mas os carros, celulares com câmeras e outros aparatos centram o filme em seu ano de lançamento de 2013.

Na história, a personagem de Daddario é cria da bizarra família, adotada por um casal do interior, já que após os eventos ocorridos no filme de 1974, os canibais são inteiramente dizimados pelos habitantes locais. Ou quase todos, já que Leatherface, o único sobrevivente (interpretado aqui por Dan Yeager), vive inerte durante esses anos todos no porão de uma idosa, sua parente. Quando a mulher morre, Daddario herda a casa e viaja para a propriedade com um grupo de amigos. O elenco traz Scott Eastwood na pele de um policial e direção de John Luessenhop (Ladrões).

Mais uma vez transformado em anti-herói, Leatherface não deu mais as caras em sua versão famosa e a série ficaria mais alguns anos na geladeira.

Massacre no Texas (2017)

Falei recentemente sobre esta produção, lançada direto em vídeo no Brasil (ao contrário da anterior e da refilmagem de 2003), que marca o oitavo longa com a marca “O Massacre da Serra Elétrica”. Bem, ou quase, como podemos notar no título – este é o primeiro filme da franquia a não exibir o nome original aqui no Brasil. No original, ficou apenas Leatherface.

Os rostos mais famosos aqui são os de Stephen Dorff e Lili Taylor, vivendo personagens coadjuvantes. O roteiro criativo tenta (sem sucesso) soprar novo ar para dentro da franquia, ao contar os verdadeiros primórdios do assassino “cara de couro” e sua ligação com a família. Taylor vive a matriarca, e logo no início Leatherface ainda criança é tirado dos cuidados dela e levado pelas autoridades até uma instituição psiquiátrica, aonde fica até se tornar um jovem rapaz.

A grande jogada do filme é nos fazer adivinhar qual dentre alguns possíveis candidatos irá se tornar Leatherface. Durante uma rebelião no manicômio, alguns pacientes fogem e saem numa jornada criminosa, levando consigo uma enfermeira sequestrada. Acompanhamos seus atos, o que transforma este exemplar mais em um drama criminal do que num filme de terror em si. Isto é, até seu desfecho apoteótico.

O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface (2022)

E finalmente, após oito filmes, chegamos ao último filme da franquia lançado pela Netflix. Esse é o segundo filme da série que não recebeu um lançamento nos cinemas brasileiros, depois de Massacre no Texas (2017), e o primeiro que estreia diretamente numa plataforma de streaming. O vilão Leatherface se junta ao boneco Chucky (em sua série) como os dois primeiros ícones do terror a receberem estreias em plataformas de streamings, abrindo os horizontes para os novos tempos. A ideia por trás de O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface era reiniciar a franquia mais uma vez. Assim como o filme em 3D de 2013 havia feito, a proposta é esquecer todas as continuações, e emendar diretamente após o original de 1974.

Com produção e roteiro dos mesmos realizadores de A Morte do Demônio (2013) e O Homem nas Trevas (2016), a trama mostra um grupo de jovens tentando reerguer e modernizar uma cidade abandonada no Texas. No local, eles terminam entrando no território do maníaco Leatherface, cinquenta anos após os eventos do original – toma essa Michael Myers! E assim como Halloween, que trouxe a heroína original Laurie Strode de volta, em O Massacre da Serra Elétrica também temos a mocinha Sally Hardesty retornando de 1974 para se vingar do psicopata de seus pesadelos. Aqui, porém, não temos a mesma atriz interpretando, já que Marilyn Burns (que atuou no reboot de 2013) faleceu em 2014. Burns foi substituída por Olwen Fouéré no filme deste ano.

No Rotten Tomatoes, a produção amargou míseros 38% de aprovação, com nota 4.80/10 baseada em 16 reviews até o momento. Os especialistas comentaram sobre as inúmeras falhas em relação ao projeto e, principalmente, ao fato de ninguém compreender o motivo de fazerem uma sequência.

‘Mayans MC’: Spin-off de ‘Sons of Anarchy’ ganha novo trailer; Confira!

Mayans MC‘, spin-off de ‘Sons of Anarchy‘, ganhou um novo trailer.

Assista:

“Ambientado em um mundo pós-Jax Teller, Ezequiel “EZ” Reyes (JD Pardo) acaba de sair da prisão e é uma promessa no Mayans M.C., localizado na fronteira entre a Califórnia e o Méxio. Agora, EZ deve esculpir sua nova identidade em uma cidade onde ele já foi o menino de ouro com o sonho americano em mãos”.

A série também é estrelada por Clayton Cardenas, Edward James Olmos, Sarah Bolger, Michael Irby, Carla Baratta, Antonio Jaramillo, Raoul Max Trujillo, Richard Cabral e Danny Pino. Os personagens com aparições regulares incluem Emilio Rivera, Frankie Leal, Joseph Lucero, Vincent Rocco Vargas, Maurice Compte, Gino Vento, Tony Plana e Ada Maris.

Mayans MC‘ foi co-criado por Kurt Sutter e Elgin James.

Norberto Barba dirige os dois primeiros episódios. A série é produzida por Sutter e Barba, com James como co-produtor executivo. A primeira temporada de 10 episódios é produzida pela Fox 21 Television Studios e pela FX Productions.

Kurt Sutter, criador da série, vai funcionar como roteirista, sobretudo, para ajustar os textos das refilmagens, deixando assim o cargo de diretor dos episódios.

Co-criado por Kurt Sutter e Elgin James, ‘Mayans MC’ acompanha Bishop, presidente do motoclube Mayans, na fronteira entre o México e a Califórnia.

O ator Michael Irby, conhecido pelo papel em ‘True Detective’, estrela.

Mayans MC irá estrear no canal FX no dia 4 de setembro.

‘Se Joga, Charlie’: Idris Elba vive DJ fracassado na nova série da Netflix; Assista ao trailer!

A Netflix divulgou o trailer da série de comédia ‘Se Joga Charlie‘, estrelada por Idris Elba.

Confira:

A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 15 de março.

A trama gira em torno de um DJ tentando dar a volta por cima enquanto trabalha como babá da filha de 11 anos de sua amiga famosa.

O elenco ainda conta com Frankie Hervey, Guz Khan, Cameron King e Zak Holland.

‘Pearson’: Spin-off de ‘Suits’ é CANCELADO depois de apenas uma temporada

O canal USA cancelou oficialmente a série ‘Pearson‘, derivado de ‘Suits‘, depois de apenas uma temporada.

A primeira temporada registrou uma média de 0.1 na demo e um total de 513 mil espectadores – sendo a produção de menor audiência do canal.

Criada por Aaron Korsh, a série será estrelada por Gina Torres, a Jessica Pearson da série original.

A trama irá girar em torno de Jessica Pearson (Torres), uma poderosa advogada de Nova York recentemente desalojada, enquanto se ajusta à política suja de Chicago. Recém-nomeada como a mão direita do prefeito de Chicago Bobby Novak (Spector), Jessica rapidamente se envolve em um novo mundo perigoso, onde cada ação tem consequências a longo prazo. Com sua compulsão de vencer, Jessica é forçada a conciliar sua unidade imparável com seu desejo de fazer a coisa certa – duas coisas muito em desacordo.

O elenco ainda conta com Morgan Spector, Bethany Joy Lenz, Simon Kassianides, Eli Goree, Isabel Arraiza e Chantel Riley.

‘Viagem das Garotas’: Comédia já está disponível na Netflix!

A comédia ‘Viagem das Garotas‘ (Girls Trip) finalmente estreou no catálogo da Netflix.

Apesar de ter sido um sucesso nos EUA, arrecadando mais de US$ 100 milhões no país, o longa foi lançado direto em vídeo no Brasil, sem muito destaque.

A trama acompanha a viajem de quatro amigas para participar do Essence Music Festival, que acontece todos os ano em Nova Orleans com muita farra e bebida, e elas estão para aproveitar e despertar os seus desejos mais selvagens.

Confira o trailer:

Recentemente, a comediante Tiffany Haddish afirmou que, ao lado de suas colegas de elenco – Queen Latifah, Regina Hall e Jada Pinkett Smith –, ela adoraria retornar para uma sequência, mas alertou que a continuação pode não sair do papel.

“Talvez a sequência de ‘Viagem das Garotas’ nem aconteça. Talvez nós façamos uma história diferente, caso ninguém realmente queira uma sequência.”

Um dos produtores do longa original, Will Packer, confirmou que as conversas com o elenco já foram iniciadas.

“Definitivamente estamos falando sobre isso. A única coisa mais difícil do que fazer uma comédia com um grande estúdio é estrear uma sequência de comédia feita por um grande estúdio. Ainda é um pouco cedo, o filme ainda está nos cinemas, mas é algo que estamos pensando.”

Tiffany Haddish, Queen Latifah, Regina Hall e Jada Pinkett Smith estrelam.

‘Space Jam: Um Novo Legado’: Zendaya dublará a Lola Bunny no filme

De acordo com o Entertainment Weekly, a Zendaya (‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ e ‘Euphoria‘) dublará a Lola Bunny no filme ‘Space Jam: Um Novo Legado‘.

Ela irá substituir Kath Soucie, que dublou a personagem no longa de 1996. A personagem é o interesse amoroso do Pernalonga, e é descrita como a jogadora mais talentosa do time.

Confira o novo trailer:

O filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas nacionais.

Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastro LeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.

O elenco conta com LeBron James, Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’‘Star Trek: Discovery’) e Don Cheadle.

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

‘Finding Magic Mike’: Competição de strippers baseada no filme ganha trailer; Assista!

A HBO Max divulgou o trailer legendado do seu reality show ‘Finding Magic Mike‘, uma competição de strippers baseada no filme ‘Magic Mike‘.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

A produção deve estrear no primeiro semestre de 2022.

Channing Tatum e Steven Soderbergh servirão como produtores executivos.

Dez homens que ‘perderam sua mágica’ irão se unir em uma competição chocante. Enquanto eles tiram suas roupas, eles terão que se livrar de suas bagagens emocionais e recuperar seu ritmo. No final, dois homens irão ganhar a oportunidade de performar no espetáculo Magic Mike Live, em Las Vegas, mas apenas um deles irá vencer e ganhar US$ 100 mil.

Adam Rodriguez, ator da franquia, será o apresentador do programa.

Vale lembrar que ‘Magic Mike 3‘ já foi confirmado, e contará com o retorno do astro Channing Tatum e do diretor Steven Soderbergh.

No Twitter, o ator mostrou uma foto da primeira página do roteiro, intitulado ‘Magic Mike’s Last Dance‘ (A Última Dança do Magic Mike).

Confira:

Segundo o Deadline, o filme será lançado exclusivamente no serviço de streaming HBO Max. A data de estreia ainda não foi definida.

Magic Mike‘ foi o filme mais lucrativo da carreira do diretor Steven Soderbergh: custou apenas US$ 7 milhões e arrecadou US$ 167 milhões mundialmente. Já a sequência, ‘Magic Mike XXL‘, fez US$ 122 milhões no mundo todo.

‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado’ revela conexão CHOCANTE com ‘Riverdale’

*SPOILERS ABAIXO*

O sexto episódio do reboot ‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado‘ pegou os espectadores de surpresa ao revelar uma conexão chocante com a série ‘Riverdale‘.

Foi revelado que ambas as séries se passam no mesmo universo.

Em determinado momento do episódio, Tabby (Chandler Kinney) e Imogen (Bailee Madison) viajam para Rosewood para tentar descobrir o que realmente aconteceu com a Angela Waters. Lá, as duas visitam Radley, um hotel que costumava ser conhecido como Sanatório Radley – o mesmo da série original, ‘Pretty Little Liars‘.

Ao chegarem no hotel, Tabby e Imogen fingem ser estudantes locais trabalhando em uma tarefa da escola. Elas interagem com Eddie Lamb, o gerente do hotel, que já trabalha no prédio há anos. Os fãs vão lembrar que ele era um personagem da série original.

Eddie explica que a mãe da Angela Waters foi uma paciente do Sanatório Radley por anos, até o seu fechamento. Quando o local fechou as portas, ele revelou que “alguns dos pacientes foram enviados para o lar das Irmãs da Serena Misericórdia, em Riverdale”.

Com isso, ‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado‘ estabelece uma conexão direta com ‘Riverdale‘ – colocando-as no mesmo universo –, o que não é uma grande surpresa, considerando que o criador Roberto Aguirre-Sacasa também é o showrunner do seriado da CW.

Vale lembrar que os três capítulos finais da temporada vão ao ar no dia 18 de agosto.

Confira o trailer:

Vinte anos atrás, uma série de eventos trágicos quase destruíram a cidade de Millwood. Agora, nos dias atuais, a trama segue um grupo de adolescentes – as novas mentirosas – que se encontram atormentadas por uma pessoa misteriosa que quer fazê-las pagar pelos pecados que os seus pais cometeram duas décadas atrás… assim como os seus próprios pecados.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Roberto Aguirre-Sacasa, criador de ‘Riverdale‘, será o showrunner da nova versão.

O novo grupo de protagonistas é formado por Noah (Maia Reficco), Minnie (Malia Pyles), Tabby (Chandler Kinney), Faran (Zaria) e Imogen (Bailee Madison).

O elenco também conta com Mallory Bechtel (Karen) e Carson Rowland (Chip).

Produtor revela planos ORIGINAIS para ‘Independence Day 2’ com o retorno do Will Smith

Em entrevista ao Yahoo! Entertainment, o produtor Dean Devlin revelou quais eram os planos originais para a sequência do clássico ‘Independence Day‘, que contaria com o retorno do Will Smith.

O produtor afirmou que havia planejado até mesmo um terceiro filme antes do astro se recusar a retornar para a franquia.

“Eu e o [diretor] Roland [Emmerich] escrevemos o roteiro da sequência por conta própria – não fomos pagos pelo estúdio. Antes de começarmos, nos encontramos com o Will Smith e contamos a nossa ideia. Ele amou e estava muito empolgado para participar. Nós escrevemos duas sequências [com o retorno dele] como protagonista e entregamos ao estúdio. Eles adoraram e deram sinal verde imediatamente. Eles disseram: ‘Essa é a melhor primeira versão de um roteiro que já lemos’.”

Ele completa, “A sequência seria como ‘Rocky III’. O protagonista teria ficado rico e famoso, mas estaria se sentindo muito confortável e teria sua chance para sair de sua aposentadoria. Mas, de repente, [o Will Smith] decidiu não retornar. Nós ficamos chocados. Naquela época, eu me senti um pouco desprezado porque ele tinha acabado de estrelar um filme sci-fi que não tinha performado muito bem. No final das contas, ele se recusou a retornar, mas o estúdio queria seguir em frente e fomos jogados em um desenvolvimento infernal por algum tempo.”

Vale lembrar que, além de ter sido massacrada pelos críticos (conquistando apenas 29% de aprovação no Rotten Tomatoes), a sequência ‘Independence Day: O Ressurgimento‘ também fracassou nos cinemas – tendo arrecado apenas US$ 389.7 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 165 milhões, o que rendeu um prejuízo grandioso para a 20th Century Fox.

Anteriormente, o diretor Roland Emmerich (‘Midway – Batalha em Alto Mar’) confessou que produzir a sequência foi um erro: “Eu só queria fazer um filme exatamente como o primeiro, mas no meio da produção Will decidiu deixar o projeto, pois queria fazer ‘Esquadrão Suicida’. Eu devia ter interrompido o longa ali, porque nós tínhamos um roteiro muito melhor. Mas então eu acabei tendo que providenciar um outro roteiro remendado, feito às pressas.”

Netflix confirma série derivada baseada no filme ‘Um Romance do Além’

A Netflix anunciou que está desenvolvendo uma série que dará continuidade aos eventos do filme taiwanês ‘Um Romance do Além‘ (Marry My Dead Body).

Intitulado ‘GG Precinct‘, o derivado contará com o retorno de Greg Hsu, que reprisará seu papel como um detetive determinado que já esteve casado com o espírito de outro homem.

Na trama do filme, após encontrar um envelope estranho, a vida do policial Ming-Han toma um rumo sinistro. Agora ele está casado com um fantasma e os dois precisam resolver um crime.

Relembre o trailer:

O elenco ainda inclui Po-Hung Lin, Gingle Wang, Chen-Nan Tsai, Man-Chiao Wang e Chung-Hua Tou.

Wei-Hao Cheng é responsável pela direção.

‘Sr. e Sra. Smith’: Ator de ‘Anora’ se junta ao elenco da 2ª temporada

De acordo com o Deadline, Mark Eydelshteyn (‘Anora’) foi confirmado no elenco da 2ª temporada da série ‘Sr. e Sra. Smith‘.

O ator interpretará o protagonista masculino do próximo ciclo, dando vida ao titular Sr. Smith.

O site ainda revelou que a cantora Billie Eilish estava cotada para assumir a protagonista feminina da nova temporada, mas as negociações não foram para frente, uma vez que a artista entrou em tour.

Vale lembrar que a produção deve assumir um caráter antológico, e Donald Glover e Maya Erskine não devem retornar.

Glover ainda é creditado como co-criador e produtor executivo da série ao lado de Francesca Sloane, que retornará como showrunner.

“Estamos empolgados em anunciar que uma segunda temporada de nossa inovadora série de espionagem, ‘Sr. e Sra. Smith’, está em produção para nossos clientes globais do Prime Video, disse Jennifer Salke, chefe dos Estúdios MGM da Amazon.

“O sucesso da primeira temporada, com sua reinvenção incrivelmente moderna e sexy do filme original, é um testemunho dos brilhantes criadores Donald Glover e Francesca Sloane. Estamos orgulhosos em trazer para vocês outra temporada cheia de jornadas inesquecíveis e novas aventuras”.

“Dois estranhos solitários conseguem empregos em uma misteriosa agência de espionagem que oferece a eles uma vida gloriosa de espionagem, riqueza, viagens pelo mundo e uma bela casa em Manhattan. A pegadinha? Novas identidades em um casamento arranjado como Sr. e Sra. John e Jane Smith. Agora casados, John e Jane enfrentam uma missão de alto risco toda semana, ao mesmo tempo em que enfrentam um novo marco no relacionamento. Sua complexa história de cobertura se torna ainda mais complicada quando eles desenvolvem sentimentos reais um pelo outro. O que é mais arriscado: espionagem ou casamento?”.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Jared Harris se junta ao elenco da sequência ‘Noite Infeliz 2’

De acordo com o Deadline, Jared Harris (‘Chernobyl’) entrou para o elenco da sequência ‘Noite Infeliz 2‘ (Violent Night 2), que está sendo desenvolvida pela Universal Pictures.

Além dele, Joe Pantoliano (‘Bad Boys: Até o Fim’) também foi confirmado na produção.

Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

O novo filme estreará nos cinemas nacionais no dia 3 de dezembro de 2026 – um dia antes do lançamento no território norte-americano.

David Harbour (‘Stranger Things’) reprisará seu papel como Papai Noel.

O elenco ainda contará com Kristen Bell (‘The Good Place’) e Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’).

Vale lembrar que, apesar de ter sido anunciada há dois anos, a continuação teve o seu desenvolvimento interrompido por causa da greve de atores e roteiristas em Hollywood.

Tommy Wirkola retornará à direção.

Anteriormente, o cineasta havia revelado o que podemos esperar da sequência: “Há mais coisas para serem exploradas neste universo, como a Sra. Noel e os elfos. Em termos de narrativa, acredito que temos uma ideia muito legal que irá expandir este universo enquanto mantém o tom que amamos do primeiro filme.”

Pat CaseyJosh Miller também irão retornar para escrever o roteiro do novo filme.

No primeiro filme, uma equipe de elite de mercenários invade um complexo familiar na véspera de Natal, deixando todos reféns. No entanto, eles não estão preparados para um combatente surpresa: Papai Noel está no local.

Além de ter conquistado 73% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Noite Infeliz‘ conseguiu arrecadar US$ 75.6 milhões mundialmente – a partir de um orçamento de US$ 20 milhões.

‘Todo Mundo em Pânico 6’ e ‘Backrooms’ devem brigar pelo TOPO das bilheterias nos EUA

De acordo com o Variety, a sequência ‘Todo Mundo em Pânico 6‘ e o terror ‘Backrooms‘ devem travar uma luta épica pelo topo das bilheterias nos EUA.

Projeções recentes indicam a paródia estrelada por Anna Faris e Regina Hall deve registrar uma abertura em torno de US$ 45-50 milhões no território norte-americano, batendo de frente com o terror da A24 – que está previsto para arrecadar a mesma quantia em seu segunda final de semana.

O site ainda destaca que ‘Todo Mundo em Pânico 6‘ pode surpreender e tem chances de quebrar o recorde de maior estreia doméstica da história da franquia, que atualmente pertence ao quarto capítulo (US$49.7M).

Em terceiro lugar e fora da disputa pelo topo, está o live-action de ‘Mestres do Universo‘, que deve abrir em torno de US$ 30-35 milhões no país. Orçada em US$ 200 milhões, o sucesso da produção vai depender de sua estabilidade nas telonas.

Vale lembrar que a franquia ‘Todo Mundo em Pânico‘ já arrecadou US$ 896.3 milhões mundialmente. Com o lançamento do novo filme, a expectativa é que a saga supere a marca histórica de um bilhão em arrecadação.

Todo Mundo em Pânico 6‘ e ‘Mestres do Universo‘ serão lançados nos cinemas nacionais no dia 4 de junho.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

SAIBA MAIS » Todo Mundo em Pânico 6

Marlon Wayans comenta sobre SEQUÊNCIA de ‘As Branquelas’: “Se ‘Todo Mundo em Pânico 6’ for um sucesso”

O 6º filme da franquia irá parodiar filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.

CinemaCon: Teaser de ‘Sonic 4’ com Amy Rose, Johnny Depp no trailer de ‘Um Conto de Natal’, ‘Todo Mundo em Pânico 6’; Assista aos comentários do painel!

Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) será responsável pela direção.

Jonathan Glickman, da Miramax, servirá como produtor do novo filme.

Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.

‘Glass’: M. Night Shyamalan termina terceiro rascunho da sequência de ‘Fragmentado’

Os fãs de ‘Corpo Fechado’ e ‘Fragmentado’ podem ficar ainda mais animados, pois o cineasta M. Night Shyamalan finalizou o terceiro rascunho da sequência, intitulada ‘Glass’.

Segundo o próprio diretor, que revelou a informação em sua conta do Twitter, a nova versão recém-finalizada é conduzida pela perspectiva do próprio personagem.

Confira:

“Terminei o terceiro rascunho de #Glass. Olhei pela perspectiva do personagem dessa vez. Os deixei bagunçarem a trama do jeito que quisessem”.

 

Com estreia marcada para 18 de janeiro de 2019, ‘Glass‘ mostrará o que aconteceu com os personagens Kevin (James McAvoy) e Elijah Price (Samuel L. Jackson), internados em uma instituição psiquiátrica.

 

Fragmentado‘, protagonizado por James McAvoy e Anya Taylor-Joy, foi um dos maiores sucessos comerciais do ano até o momento.

O filme custou US$ 9 milhões e arrecadou US$ 275 milhões mundialmente até o momento.

 

 

‘O Exterminador do Futuro 6’: Gabriel Luna vira o exterminador em arte de fã; Confira!

Após o anúncio de que Gabriel Luna viverá o exterminador no reboot ‘O Exterminador do Futuro 6‘, o artista conceitual BossLogic decidiu imaginá-lo no aguardado papel.

O resultado é surpreendente.

Confira:

O ator Diego Boneta (‘Scream Queens‘)  também foi recentemente confirmado em um papel misterioso.

Recentemente, o reboot teve sua estreia adiada para 22 de novembro de 2019.

O diretor James Cameron  retorna como produtor na nova trilogia e afirmou que dará sequência aos eventos dos filmes de 1984 e 1991, ignorando os demais.

Linda Hamilton, atriz que imortalizou a personagem Sarah Connor nos dois primeiros filmes da franquia, também retorna.

Tim Miller, de ‘Deadpool, assume a direção.

Poucos pessoas sabem, mas Cameron perdeu os direitos da franquia ‘O Exterminador do Futuro’ em seu acordo de divórcio com a atriz Linda Hamilton, protagonista dos dois primeiros filmes. A atriz foi casada com o diretor de 1997 a 1999, com quem teve uma filha, Josephine Archer Cameron, nascida em 1993.

Quando se separaram, ela prontamente vendeu os direitos da franquia para a Carolco Pictures, e os direitos passaram de empresa a empresa até acabar nas mãos da Skydance Productions e Annapurna Pictures, produtoras da nova trilogia.

Os direitos voltam para sua propriedade, em 2019, vinte anos após sua venda.

‘O Exterminador do Futuro’: Relembre os 4 filmes da franquia em 10 minutos 

Schwarzenegger conta que passou dificuldades antes de ‘O Exterminador do Futuro’ 

A franquia ‘O Exterminador do Futuro‘ foi lançada em 1984 com Schwarzenegger interpretando o personagem principal e teve três filmes na sequência, que arrecadaram mais de US$ 1 bilhão em bilheterias de todo o mundo.

‘As Aventuras de Paddington’ vai ganhar série animada pela Nickelodeon

As Aventuras de Paddington se tornou uma franquia de sucesso de público e crítica e, além de ter sua terceira sequência confirmada para as telonas, a produção vai ganhar sua própria série de TV animada.

A produção foi confirmada pela StudioCanal e Nickelodeon, que se uniram para desenvolver o projeto. Com sua estreia agendada para 2020, a série será dirigida por Adam Shaw, a partir de um roteiro escrito por Jon Foster e James Lamont.

David Heyman, produtor dos filmes, também assume a mesma função com a animação, que ainda trará o ator Ben Whishaw novamente reprisando a voz do amado ursinho.

A trama da animação vai trazer uma versão mais jovem de Paddington, que escreve cartas para sua tia Lucy, direto de Windsor Gardens, relatando as experiências que tem vivido em Londres. A série terá a mesma combinação de “coração, gentileza, humor circense, diversão e generosidade, como os próprios filmes”.

A série ainda ganhou sua primeira imagem oficial.

Confira:

 

Vale lembrar que As Aventuras de Paddington 2’ foi destaque por ter se tornado o filme mais bem avaliado no Rotten Tomatoes.

 

 

 

 

Cinemas americanos querem plano de resgate do governo para não fecharem as portas

Em tempos de reclusão social, as redes de cinema têm se tornando alguns dos setores comerciais mais impactados financeiramente. E após a determinação do governo de que as salas de exibição deveriam ser fechadas, em virtude do alto risco de proliferação do coronavírus, uma situação caótica acabou sendo instalada no ramo, acarretando em perdas inimagináveis.

E segundo a Fox News, a Associação Nacional de Proprietários de Cinemas dos Estados Unidos está solicitando apoio do governo federal para evitar que as empresas corram o risco de falência.

Representando as principais cadeias de cinemas do país, a instituição pontua que 10 das maiores redes tiveram que fechar suas portas e encerrar as atividades temporariamente. Em virtude disso, a organização decidiu pedir ajuda para as respectivas empresas e os 150 mil funcionários diretamente impactados.

Pontuando que a indústria cinematográfica se encontra em um caso ‘único de vulnerabilidade’, a instituição solicitou a garantia de empréstimos, benefícios nos impostos para os funcionários e fundos que compensem a drástica perda na venda de ingressos e concessões. E segundo a associação, a expectativa é de que os cinemas permaneçam fechados por dois ou até três meses.

Em sua argumentação, o presidente da associação, John Fithian, pontuou sobre a gravidade do problema:

“Este é um desafio sem precedents para o nosso ramo. Nós estamos contando com a compreensão do Congresso e a Casa Branca, para que eles entendam que estamos falando de uma instituiçãi cultural onde as pessoas se juntam”.

 

‘Homem-Aranha 3’ terá a cena de luta mais “impressionante” do gênero de super-heróis, diz Tom Holland

As expectativas em relação ao filme ‘Homem-Aranha 3‘ estão cada vez maiores e segundo o astro Tom Holland, a produção contará com a cena de luta mais “impressionante” do gênero de filmes de super-heróis.

Em uma recente entrevista ao Yahoo!, o intérprete do Amigo da Vizinhança também revelou que esta cena em questão demorou cerca de quatro semanas para ser filmada:

“Há três ou quatro dias atrás, eu assisti a uma edição de uma cena de luta que demorou cerca de um mês para ser gravada e é – facilmente – a cena de luta mais impressionante que eu já vi em um filme se super-herói. Eu fiquei surpreendido”.

E em outro bate papo com o site Den of Geek, Holland ainda reforçou sua admiração pelo vindouro filme, se dizendo muito satisfeito com os resultados que estão sendo alcançados coma produção:

“O filme é incrivelmente ambicioso e eu estou encantado por poder dizer que estamos sendo bem sucedidos em fazê-lo. Ele está indo muito bem. Nós assistimos a uma cena de luta que filmamos há algumas semanas atrás e eu nunca vi algo do tipo no MCU. Eu estou realmente empolgado para que as audiências vejam”.

Lembrando que Tom HollandJacob Batalon divulgaram nas redes sociais dois “títulos oficiais” da vindoura sequência Homem-Aranha 3, chocando os fãs ao redor do mundo pelas surpreendentes chamadas: ‘Phone-Home’ (Ligar para Casa) e ‘Home-Wrecker’ (Destruidor de Lares).

Confira, com as primeiras imagens:

Tom Holland está atualmente promovendo o drama criminal ‘Cherry‘ e foi questionado mais uma vez se Maguire e Garfield estarão em ‘Homem-Aranha 3‘.

“Não, não, eles não aparecerão neste filme. A menos que eles tenham escondido a maior parte das informações de mim, que eu acho que é um grande segredo para eles esconderem de mim. Por enquanto, não. Será uma continuação dos filmes do Homem-Aranha que temos feito.”, disse Holland à Esquire

O ator já havia negado o envolvimento dos astros, e também de Kirsten Dunst.

“Nunca conheci Kirsten Dunst. Eu conheci Andrew uma vez, eu o conheci nos BAFTAs. Ele é adorável. Ele é um cara muito legal e nós tivemos uma boa conversa. Foi logo após o lançamento do Homem-Aranha: De Volta ao Lar. Ele foi muito positivo e legal. Eu estive com Tobey algumas vezes em diferentes festas em LA. Ele foi muito legal. Eles parecem ser amáveis, pessoas muito legais. Espero que gostem de nossos filmes. Espero que gostem do meu Homem-Aranha.”, afirmou. 

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 16 de dezembro de 2021, um dia antes da estreia nos EUA.

Alfred Molina teve seu retorno confirmado como Dr. Octo

ZendayaJacob BatalonMarisa Tomei também retornam.

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica do filme anterior:

Primeiras Impressões | Señorita 89: Série produzida por Pablo Larraín é uma ótima pedida para os fãs de suspense

Em meio à perfeição compulsiva existente no universo da beleza, paira um submundo pavoroso que faz de jovens e belas mulheres, escravas não apenas de suas aparências, mas também de uma indústria corrupta e perversa que esconde segredos horripilantes. É sob essa premissa subversiva que Señorita 89 constrói seus alicerces narrativos. Explorando o contexto da escolha da próxima Miss México, a nova série original da Starzplay é uma eletrizante e intrigante jornada, que ainda conta com a produção do indicado ao Oscar Pablo Larraín (Jackie).

Em poucos episódios, Señorita 89 já consegue mostrar a que veio, concentrando nossas atenções de forma enfática. Levando a audiência para os tenebrosos bastidores dos concursos de miss, a produção aborda questões reais –  como o machismo e os abusos sexuais que imperam nesses cenários -, à medida em que confabula seus próprios mistérios e conspirações. Trazendo um glamouroso contexto, a série faz disso o pano de fundo para uma sucessão de subtramas excepcionais, que retratam os crimes presentes nessa cultura de belezas plásticas e inatingíveis.

Com um elenco talentoso de atrizes, a nova série latina possui os elementos que mais amamos no gênero thriller: personagens bem elaborados, um mistério indecifrável e um roteiro que sabe elaborar o suspense, sempre mantendo o público instigado. Esses aspectos são incorporados ainda por uma produção técnica impecável, que entrega um design suntuoso, figurinos exuberantes e uma estética que contrasta com os seus artifícios sombrios.

Expondo as atrocidades enfrentadas por modelos entre as décadas de 80 e 90, a série dirigida por Lucia Puenzo ainda faz um paralelo com o contexto sociocultural e econômico vivido não apenas pelo México, mas por toda a América Latina. Abordando ainda o boom da mídia televisiva, a chegada do neoliberalismo e o surgimento das cirurgias plásticas, Señorita 89 se baseia em um tempo genuíno para relatar sua ficção e nos revela um mundo profundamente obsceno e doentio, escondido por trás de maquiagens caras, cintas e muito paetê. 

Crítica Netflix | Série Boca a Boca – Estética e Mensagem Provocantes a Serem Saboreadas num só Fôlego

Após uma mágica noite de festa na floresta, Fran (Iza Moreira) acorda com o choro desesperado da sua amiga Bel (Luana Casta) vindo do chuveiro. Debaixo d’água, a jovem apresenta uma mancha roxa na boca e um olhar assustador. Assim começa o mistério da nova série brasileira da Netflix, Boca a Boca. Criação e direção geral de Esmir Filho, conhecido pelos longas Alguma Coisa Assim (2018), Os Famosos e Os Duendes da Morte (2010), e os curtas Saliva (2007) e Tapa na Pantera (2006), o seriado é uma envolvente mistura sinestésica de todas as obras do cineasta ao tratar de sexualidade, conservadorismo e hiperconectividade por trás de uma cortina de suspense e medo rumo ao desconhecido. 

Ambientada na cidadezinha rural pecuarista de Progresso, a narrativa apresenta os personagens jovens por meio das telas dos seus celulares e computadores. Grande parte da fluência da obra é advinda dessa linguagem inteiramente conectada ao atual mundo adolescente, no qual eles se comunicam e expressam-se por meio de vídeos, imagens e textos curtos. Desse modo, o caso da estudante Bel logo torna-se o assunto do momento, assim como as consequências da festa daquela noite. 

O contraponto deste mundo dinâmico e colorido é representado pelos pais, principalmente pela diretora da Escola Modelo, Guiomar (Denise Fraga). Ela começa a sua própria investigação estudantil para saber o que ocorreu na noite anterior. Os acontecimentos são revelados aos poucos por flashbacks de cada um dos interrogados, entre eles Alex (Caio Horowicz) e o novato na cidade Chico (Michel Joelsas). A partir da primeira detenção juntos, Fran, Alex e Chico unem-se para descobrir o que ocorreu com Bel, ao mesmo tempo que outras pessoas começam a apresentar os mesmo sintomas e eles podem ser os próximos. 

Ao imaginar um vírus transmitido através do beijo na boca como desencadeador de diversas questões particulares, Esmir Filho não previa o momento de tensão atual causado por conta da pandemia da Covid-19. Evitar as possíveis relações, no entanto, é quase impossível, uma vez que o comportamento social dos personagens, entre a negação, o pânico e o isolamento forçado é um forte retrato social de 2020. 

Para transmitir toda uma leitura de questões sociais e medo do desconhecido, Boca a Boca  apoia-se em um inspirado elenco de jovens, os quais brilham em suas idiossincrasias. Com um forte trio de protagonistas, o ator Michel Joelsas (Que Horas Ela Volta?) se sobressai na pele de um rapaz de 17 anos a lidar com a adaptação em novo lar ao lado do  pai e do irmão autista, e o desejo latente por um viril peão (Thomás Aquino, o Pacote de Bacurau). De maneiras distintas, Fran e Alex também lidam com as suas questões sexuais e os embates dos relacionamentos familiares. 

Envoltos numa estética deslumbrante e um mistério mórbido, é difícil não deixar-se seduzir pela ambientação e os dilemas dos jovens da cidadezinha. Em um piscar de olhos, os seis episódios voam em uma crescente zona de mistério e nos abarca cada vez mais à história de Progresso. A cidade tem igualmente um papel fundamental na solução de alguns quebra-cabeças, ainda mais por guardar a ambiguidade de uma moralista nação pecuarista, ao mesmo tempo que anseia pela liberdade de novas experiências. 

Boca a Boca tem uma produção exuberante e meticulosa, acima do nível de séries nacionais da Netflix, como Reality Z (2020), Ninguém Está Olhando (2019) e 3% (2016-). Semelhante à Sex Education (2019 -), que faz um recorte de uma cidadezinha do interior da Inglaterra, e à Dark (2017-2020), na pequena cidade de Winden, o seriado brasileiro consegue captar reflexões juvenis mundiais e jogar com a nossa percepção, dentro do estreito reduto de Progresso. 

Apesar das possíveis comparações, Boca a Boca é peculiar na sua composição e, principalmente, na sua amálgama de cores entre o rosa e o azul em néon. Sendo possível traçar um paralelo com produções que nos conduzem a essas falsas dualidades, algo constantemente presente na obra do dinamarquês Nicolas Winding Refn, a exemplos Drive (2011) e O Demônio de Néon (2016). 

Após os seis episódios, sendo os dois últimos dirigidos por Juliana Rojas, do intrigante As Boas Maneiras (2017), alguns dilemas desta temporada encontram resoluções, entretanto, provocam tremores de terras e abrem fissuras em outras planícies. Ou seja, há fôlego para a elaboração de uma sequência. A dúvida no ar é se a obra será capaz de provocar esta trepidação no público e deixá-lo sedento por um elixir que nos desperta do sonambulismo de uma existência sem questioná-la.

Você pegou esses easter eggs de ‘Lost’ em ‘The Cloverfield Paradox’?

Existe uma teoria chamada “Slushoverse” que, basicamente, coloca todos os projetos de J.J. Abrams no mesmo universo, sendo conectados pela marca fictícia “Slusho!”, presente em quase todos os seus filmes e séries.

Seguindo essa teoria, alguns fãs no Reddit citaram possíveis easter eggs do seriado Lost, um dos grandes projetos na carreira do produtor, presentes em The Cloverfield Paradox, da Netflix.

1 – O nome de Jack:

O acelerador de partículas de The Cloverfield Paradox se chama “Shepherd”. Esse nome é familiar? Sim, o protagonista deLost é o médico Jack Shephard. Apesar da ortografia diferente, parece uma homenagem ao famoso personagem, não acham?

2 – Eletromagnetismo

Se tem uma coisa que marcou o seriadoLost’, com certeza foi o mistério por trás do eletromagnetismo na ilha, o que causou até mesmo a queda do voo 815 da Oceanic Airlines. E em ‘Paradox’ há uma clara referência ao incidente eletromagnético.

Quando o personagem Mundy (Chris O’Dowd) morre, sufocado com uma espuma magnética contra uma parede, vemos claramente objetos metálicos indo de encontro a parede, sendo atraídos por algo magnético.

Talvez, o acelerador de partículas possa ter alguma ligação com a escotilha de Lost e seus mistérios magnéticos. Será?

3 – “Não é o barco da Penny!”

Uma das mortes mais marcantes de Lost sem dúvida foi a morte de Charlie (Dominic Monaghan), em uma escotilha, se afogando porém avisando que o barco que estava se aproximando da ilha não seria o barco da Penny.

Há um momento muito semelhante em The Cloverfield Paradox, quando a personagem Tam (Ziyi Zhang) encontra seu fim em um acidente bem macabro, se afogando antes de congelar dentro de uma sala. Há um momento em que ela põe a mão no vidro, o que os fãs viram como um clara homenagem à morte de Charlie, emLost.

E você, acha que todas as tramas acontecem no mesmo multiverso de J.J. Abrams?

Além dessas referências, ambas as propriedades certamente têm um DNA geral entre elas, sempre lidando com viagens no tempo, reuniões alternativas e outros fatores misteriosos.

Há também algumas referências a Lost no primeiro ‘Cloverfield’, quando o símbolo da Iniciativa Dharma aparece no canto do vídeo em determinada cena, no começo do filme:

Será que o Shepherd também foi o culpado por todo o drama vivido pela turma em Lost?

The Cloverfield ParadoxeLost estão disponíveis na Netflix.

Bizarra coincidência conecta ‘Cloverfield: Monstro’ com ‘The Cloverfield Paradox’; Assista!

10 conexões de ‘The Cloverfield Paradox’ com os filmes anteriores

‘Aquaman’: Amber Heard diz que direção de Zack Snyder e James Wan são ‘completamente diferentes’

Que Zack Snyder e James Wan são diretores com estilos completamente diferentes, isso nós já sabemos, porém, parece que essa “mudança” de ares está sendo o diferencial para que Aquaman se afaste do fracasso que foi Liga da Justiça.

Em entrevista ao Collider, a atriz Amber Heard contou que as direções são diferentes e cada um tem sua visão peculiar sobre o Universo da DC.

“Foi um papel muito pequeno em ‘Liga da Justiça’, Mera é introduzida, então meu papel era muito limitado. E James Wan é muito diferente de Zack Snyder. Sua maneira de contar a história, de abordar os personagens, de gravar. É tão diferente que teria dificuldade em encontrar abordagens mais diferentes que essas. James faz de tudo para honrar a integridade original dos personagens dos quadrinhos e é simplesmente outra experiência trabalhar com ele”

O diretor James Wan revelou uma imagem do trailer. O vídeo de 2 minutos e 30 segundos será exibido durante a San Diego Comic-Con, que acontece de 19 a 22 de Julho.

A apresentação da Warner acontece sempre no terceiro dia do evento, ou seja, o trailer provavelmente estará disponível dia 21 de Julho.

Confira:

O filme chegará aos cinemas nacionais em 13 de dezembro, ou seja, uma semana antes da estreia americana, que acontece em 21 de dezembro.

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

O elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

 

Star Wars | O que esperamos de “Andor”?

Ultimamente, para o fã de Star Wars, falar sobre Star Wars não vem sendo uma experiência exatamente agradável, por assim dizer. Além da nova trilogia cinematográfica não ter sido unânime, a decisão da Disney de encher o catálogo de seu streaming com produções originais em Live Action do universo Star Wars, que animou muito gente quando foi anunciada, ainda não conseguiu justificar aquele ânimo inicial que muitos sentiram.

Para falar a verdade, nessa fase sob comando da Disney, o único acerto inquestionável da saga Star Wars é a série The Mandalorian, que explora as aventuras de um Mandaloriano caçador de recompensas e um simpático amiguinho superpoderoso que ganhou a alcunha de Bebê Yoda. Ao explorar mais da mitologia Star Wars sem se prender necessariamente à trama Skywalker, apesar de algumas pontas fazerem conexões muito interessantes, a série conseguiu trazer um ar de inovação para a franquia e logo cativou os fãs.

Nos cinemas, a produção que mais agradou a fãs e não fãs foi Rogue One: Uma História Star Wars. Lançado em 2016, no intervalo entre os filmes da nova saga principal, o longa explorou o passado da Aliança Rebelde ao contar a história da tripulação que se sacrificou para roubar e transferir os planos da Estrela da Morte, dando início à trilogia original. No entanto, apesar de ter essa forte ligação com a saga clássica, o grande mérito do filme foi justamente focar em contar sua história, deixando de lado os dramas de pai e filho, e investindo em um grupo de rebeldes que acaba se unindo de forma inesperada e entendem sua importância em um plano muito maior que suas meras existências.

Essa pegada de filme de guerra, com conflitos políticos e agentes infiltrados foi uma prova de que havia novos caminhos a serem explorados nesta galáxia tão, tão distante.

O problema é que as produções que vieram depois não conseguiram inovar tanto ou até mesmo imprimir certa personalidade às tramas, fazendo delas filmes ou séries marcantes, com exceção de The Mandalorian, é claro. E com as novas séries chegando, como O Livro de Boba Fett e Obi-Wan Kenobi, essa sensação de falta de personalidade enorme. As duas séries contaram com muitos episódios que apenas enchiam linguiça, criando produções que sequer justificaram sua própria existência.

Com Andor, fica a expectativa de que a produção volte a apostar naquela pegada de Rogue One. Para criar a série, eles trouxeram Tony Gilroy, que foi justamente o roteirista de Rogue One.


E ao trazer um protagonista mais “pé no chão”, uma pessoa comum que está focada apenas em derrotar um regime totalitário, fica a expectativa de uma trama mais politizada, abordando não apenas as dualidades de seu protagonista, mas também do próprio Império, que reúne todo tipo de gente embaixo das armaduras de Troopers.

Em outras palavras, nossa expectativa é que Andor saiba investir mais em sua própria história e não se preocupe tanto com easter eggs, referências e piadinhas nostálgicas. Já passou da hora de Star Wars esquecer um pouquinho do passado e olhar com mais carinho para seu futuro, deixando os Skywalker descansarem e apostando mais na vasta gama de personalidades interessantes que há nesse universo.

Andor estreia nesta quarta-feira (21), somente no Disney+.

Crítica | Amor e Gelato – Romance Teen da Netflix é Tão Ruinzinho, que nem as Paisagens da Itália Salvam…

Tem uma coisa que todo fã de livro sabe: não devemos nos apegar a um livro do qual gostamos muito, pois, caso os direitos autorais sejam vendidos, corremos o risco de nos decepcionarmos se a coisa não for bem-feita. E não são poucos os exemplos de grandes histórias que ganharam o formato audiovisual em projetos truncados. Infelizmente, ‘Amor e Gelato’, lançado pela Netflix nessas férias, é mais um exemplo que recai nessa vasta lista de produções mal adaptadas.

Lina (Susanna Skaggs) é uma jovem adolescente que acaba de terminar a escola, ao mesmo tempo em que perdeu a mãe para um câncer. Sozinha no mundo, ela decide fazer a última vontade de sua mãe: ir para a Itália, refazendo os passos que sua própria mãe fizera quando era jovem. A contragosto – uma vez que Lina é uma jovem introvertida que só quer saber de ler e nunca teve muita vida social – ela faz a viagem à Itália, na esperança de conhecer um pouco mais essa mãe. Entretanto, uma vez lá, lhe é entregue o diário de viagem de sua genitora, e ela começa a descobrir paralelos entre sua própria experiência na viagem e à de sua mãe, especialmente no quesito amoroso.

Baseado no livro homônimo de Jenna Evans Welch, ‘Amor e Gelato’ é desses filmes de romance adolescente que tenta trazer uma vibe meio ‘Sob o Sol da Toscana’ mas o resultado é um apanhadão de situações desconexas e de continuidade frágil, que exigem que o espectador pule etapas da história e simplesmente aceite as ações dos personagens sem questionar. O típico erro de um roteiro que quer adaptar um livro sem se preocupar que um longa-metragem tem outro formato, e, portanto, não pode simplesmente pegar a história e filmá-la, sem desenvolver um contexto que otimize o enredo a caber em uma hora e meia de filme. Resultado da falta de experiência de Brandon Camp, que, embora seja responsável pelo sucesso ‘O Mistério da Libélula’ (2002), não demonstra ter domínio em adaptações literárias para o audiovisual.

O mesmo vale para Brandon Camp como diretor desse projeto, cujo resultado comprova que o diretor não orientou seus atores a demonstrarem sentimentos e expressões condizentes com o que os personagens deveriam estar sentindo. Pensando que a faixa etária desse elenco deveria ser entre os dezoito e vinte e poucos anos, fica esquisito ver os atores interpretando esteticamente esses personagens com ares e desenvoltura de trinta e poucos. Além disso, o envolvimento da protagonista com os dois gatinhos que irão disputar seu coração – o ricaço Lorenzo (Tobia De Angelis) e o cozinheiro Alessandro (Saul Nanni) – é tão superficial, tão sem profundidade, que é impossível ao espectador criar qualquer conexão com eles, que dirá torcer pelo final feliz.

O livro ‘Amor e Gelato’ fez sucesso entre os leitores jovens, mas sua adaptação fílmica é um completo fiasco. Nem mesmo o fato de ter sido filmado na Itália é um ponto positivo, pois são poucas as cenas de plano aberto ou gravadas em pontos turísticos, resumindo-se quase a apenas cenas de transição de estátuas. Ou seja, ‘Amor e Gelato’ é desses exemplos que é melhor ler o livro que ver o filme.

Crítica | O Traidor – Filme pré-indicado ao Oscar retrata julgamento da máfia italiana

Cultuado diretor de Vencer, Sangue do Meu Sangue e Belos Sonhos, o italiano Marco Bellocchio escolheu a máfia italiana como tema de seu mais novo filme, O Traidor. Na verdade, o foco está nos processos judiciais que prenderam centenas de mafiosos nos anos 80 e 90, após delações de importantes nomes da organização criminosa. 

Coprodução entre Itália, Brasil, França e Alemanha, o longa conta a história real de Tommaso Buscetta (Pierfrancesco Favino), importante mafioso que foge para o Brasil diante de uma disputa entre duas famílias na Itália. No país, ganha muito dinheiro com o tráfico de drogas até que é preso e deportado. De volta à terra natal e motivado pelo assassinato de várias pessoas próximas, ele é convencido pelo juiz Giovanni Falcone (Fausto Russo Alesi) a colaborar com a justiça.

Desde o início, Bellocchio toma a decisão de humanizar Buscetta. Na verdade, ele vai além, colocando-o muitas vezes como vítima na tentativa de fazer o público ficar ao seu lado. Logo de cara, o vemos como um sujeito preocupado com o filho, que se envolve com drogas, e que sofre com os abusos da polícia brasileira. Por outro lado, seus crimes não são muito explorados. Sua relação com o tráfico e a origem da fortuna no Brasil é algo apenas sugerido, e mesmo os crimes mais graves na Itália são deixados de lado, ou tratados pelo viés mais humano, como sua recusa em matar um pai na companhia de seu filho.

Apesar de maniqueísta, não dá para dizer que o diretor errou em sua opção, afinal o público acaba se envolvendo com o carisma do personagem e passa até a torcer para ele. Além do que, no ato final, a produção passa a dar um tom mais melancólico a Buscetta e mostra alguns de seus atos brutais como integrante do crime.

Embora derrape nas cenas mais intimistas, e invista em flashbacks e sonhos de forma errática, O Traidor ganha muita força nas cenas de tribunal. Ali, Bellocchio cria uma verdadeira ópera e se assume como regente clássico. As sequências ajudam a desconstruir um pouco o glamour recorrente por trás da máfia, além de oferecerem um tom humorístico interessante ao longa. Estamos diante de um verdadeiro circo judicial e o cineasta mostra isso com precisão. Neste sentido, cabe valorizar ainda os trabalhos de design de produção e direção de arte.

A fotografia do filme, de responsabilidade de Vladan Radovic, captura bem o cenário cinzento da Itália e o “paraíso” de fuga que é o Brasil. Por sua vez, o roteiro peca em alguns momentos deixando a trama confusa, e não é ajudado pela montagem. Em alguns momentos, o filme conta com informações demais na tela. Temos cartelas na abertura e no final, e temos até uma cena com uma contagem, que busca retratar o número de assassinatos cometidos pela máfia, embora isso não esteja muito claro. Em outros, temos uma total falta de informação. Uma cena de tortura nos anos 70, no Brasil, é retratada logo após a prisão do mesmo personagem nos anos 80, dando a clara impressão de continuidade. 

A brasileira Maria Fernanda Cândido vive Maria Cristina, esposa de Tommaso Buscetta. A atriz é a figura feminina principal em cena, mas quase sempre é deixada em segundo plano diante dos homens. É natural se pensarmos que o foco está na máfia e no sistema político e judicial dos anos 70 e 80, mas ao mesmo tempo o filme parece passar oportunidades de estabelecer a força da personagem, mesmo quando menciona que ela está sustentando a casa em um momento.

Il Traditore (no original) é uma obra interessante e envolvente, mas irregular. O espectador acompanha a trama de forma atenta e curiosa, mas os 145 minutos de duração parecem exagerados. Marco Bellocchio conseguiu fazer um grande filme de tribunal. Pena que o tribunal só ocupa 50% do tempo.

Filme visto durante o 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

‘Fargo’: Uzo Aduba entra para o elenco da 4ª temporada

Segundo a VarietyUzo Aduba foi elencada na 4ª temporada da aclamada série Fargo. Seu papel ainda não foi revelado.

A atriz é conhecida por seu papel como Suzanne “Crazy Eyes” Warren na produção Orange Is the New Black. Por sua performance, levou para casa duas estatuetas do Emmy.

Aduba se junta aos previamente anunciados Chris Rock, Ben Whishaw, Jessie BuckleyJack Huston, Jason Schwartzman, Salvatore Esposito, Andrew Bird, Jeremie Harris, Gaetano Bruno , Anji White, Francesco Acquaroli, E’myri Crutchfield e Amber Midthunder.

Na produção de Noah Hawley, após duas grandes ondas de imigrantes chegarem nos Estados Unidos, uma família italiana e uma negra comandam o crime organizado de Kansas City. Para conseguir alcançar a paz entre as duas organizações, os chefes de cada família trocam seus filhos mais velhos. Rock será o líder de um dos grupos grupos.

As gravações da 4ª temporada de ‘Fargo estão agendadas para setembro deste ano e a previsão de lançamento é somente para 2020.

‘The Nightingale’: Dakota e Elle Fanning vão estrelar drama sobre a 2ª Guerra Mundial

Segundo o Deadline, as irmãs Dakota Elle Fanning irão atuar juntas no novo drama de guerra The Nightingale, filme da diretora Mélanie Laurent.

Originalmente programado para ser comandado por Michelle MacLaren (Breaking Bad), o longa será baseado no romance homônimo best-seller de Kristin Hannah.

A narrativa gira em torno de “duas irmãs, separadas por anos e experiências, por ideais, paixões e circunstâncias, que embarcam em suas próprias jornadas para sobreviveram em uma França ocupada pelos alemães e dividida pela guerra”. As informações também indicam que a história foi inspirada pelas “corajosas mulheres da resistência francesa que ajudaram os aliados a escaparem dos nazistas e a esconder crianças judias”.

A obra sofreu diversos adiamentos, tendo a data de lançamento alterada de agosto de 2018 para janeiro de 2019. Agora, The Nightingale chegará aos cinemas no dia 25 de dezembro de 2020 e irá competir com filmes como ‘Amor, Sublime Amor’ Duna.

Dana Stevens assina o roteiro.

‘O Grande Ivan’: Elenco animal estampa nova imagem oficial do longa; Confira!

Walt Disney divulgou em seu Twitter oficial uma nova imagem de ‘O Grande Ivan’ (The One and Only Ivan), adaptação do livro best-seller infantil assinado por Katherine Applegate.

O filme será lançado diretamente no Disney+ no dia 14 de agosto, nos EUA.

Confira:

Thea Sharrock comanda o projeto.

Ivan é um gorila gigantesco que divide um habitat em um shopping suburbano com Stella, a elefanta, Bob, o cachorro, e muitos outros. Ele tem poucas memórias da selva onde foi capturado – mas quando uma jovem elefanta chamada Ruby, algo toca em seu interior. Ruby foi separada de sua família e o leva a questionar sua própria vida, de onde ele vem e onde ele quer estar.

O longa apresenta as vozes de: Sam Rockwell como o gorila Ivan; Angelina Jolie como Stella, a elefanta; Danny DeVito como Bob, o cachorro; Helen Mirren como Snickers, a poodle; Chaka Khan como Henrietta, a galinha; Mike White como Frankie a foca; Brooklynn Prince como Ruby, o bebê elefante; Ron Funches como Murphy, o coelho; Phillipa Soo como Thelma, o papagaio; e as estrelas Ramon Rodriguez, Ariana Greenblatt e Bryan Cranston.

‘Snake Eyes’: Henry Golding fala sobre sua relação com o personagem em novo vídeo

Durante o painel da Paramount Pictures na CCXP Worlds, os astros de ‘Snake Eyes’ Henry Golding e Samara Weaving conversaram sobre a vindoura adaptação.

Weaving perguntou a Golding se ele já conhecia a franqui antes de ser chamado para o papel e, como resposta, o ator revelou sua profunda relação com o personagem titular.

Confira:

Lembrando que o derivado será lançado em 22 de outubro de 2021, um ano após a data original.

Confira a primeira imagem oficial:

Golding estrela a produção. O elenco ainda conta com Samara Weaving (Scarlett), Ursula Corbero (A Baronesa), Iko Uwais (Hard Master), Andrew Koji (Storm Shadow) e Haruka Abe.

Snake Eyes‘ é dirigido por Robert Schwentke, diretor dos dois últimos filmes da série ‘Divergente‘, com um roteiro de Evan Spiliotopoulos, de ‘A Bela e a Fera‘.

Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na HQ intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.

Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia.