George R.R. Martin, autor da icônica saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, falou recentemente sobre a possibilidade de séries derivadas que se passariam após os eventos de ‘Game of Thrones’, com foco em personagens como Jon Snow e Arya Stark.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Martin comentou sobre uma ideia de continuação centrada em Jon Snow.
“Harington, ao lado de dois roteiristas de sua série dramática Gunpowder, demonstrou interesse em desenvolver uma história que mostrasse Jon Snow vivendo em completo isolamento, como um homem emocionalmente destruído e lidando com transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). Ao se afastar de seu lobo gigante, Fantasma, e abandonar sua espada Longclaw, Jon passaria os dias construindo cabanas apenas para incendiá-las em seguida. Harington também desejava que o personagem morresse, evitando que fosse retratado como um herói”, afirmou.
A HBO, no entanto, teria considerado a premissa “deprimente demais”e acabou descartando o projeto. Agora, o canal teria recorrido ao roteirista Quoc Dang Tran, de ‘Drops of God’, para desenvolver uma nova série derivada.
Desta vez, uma das possibilidades seria transferir a narrativa para Essos, uma região com inspiração mediterrânea, e incluir outro personagem extremamente popular da franquia: Arya Stark. Ainda não se sabe se Kit Harington estaria envolvido de alguma forma.
Uma fonte interna afirmou: “Estamos muito interessados e empolgados com a perspectiva de uma sequência, mas também plenamente conscientes de quão alto precisa ser o nível de execução”.
Outras ideias de spin-offs incluem um projeto animado sobre o Serpente do Mar, de ‘A Casa do Dragão’, pensado para reduzir custos, e a história da conquista de Westeros pelo rei Aegon Targaryen, que pode se transformar em um filme “do porte de Duna”.
“Nove famílias nobres lutam pelo controle sobre as terras míticas de Westeros, enquanto um antigo inimigo retorna depois de estar adormecido por milhares de anos”, diz a sinopse.
O astro e criador de ‘The Righteous Gemstones’ (HBO), Danny McBride, vai assumir a direção o novo filme ainda sem título da franquia ‘G.I. Joe’, atualmente em desenvolvimento pela Paramount Pictures.
De acordo com o The Hollywood Reporter, na prática, McBride apenas mudará de função no projeto, já que ele também assina o roteiro do longa baseado na famosa linha de brinquedos da Hasbro. Caso sua contratação seja confirmada, este será o primeiro longa-metragem de sua carreira como diretor, após comandar diversos episódios aclamados da série da HBO.
O novo filme de ‘G.I. Joe’ é tratado como prioridade máxima dentro do estúdio, que, sob a gestão de seu novo proprietário, David Ellison, intensificou o desenvolvimento de suas principais propriedades intelectuais, incluindo também ‘Tartarugas Ninja’ e ‘Star Trek’.
Antes de McBride assumir a liderança criativa, o projeto de ‘G.I. Joe’ chegou a ter um roteiro escrito por Max Landis no início deste ano, mas a versão acabou descartada. Agora, os detalhes da trama desenvolvida por McBride estão sendo mantidos sob absoluto sigilo.
A marca surgiu originalmente na década de 1960 como uma linha de bonecos militares realistas, mas ganhou o mundo nos anos 1980 com o relançamento ‘G.I. Joe: A Real American Hero’. Foi essa versão que popularizou o grupo de elite liderado por heróis como Duke, Roadblock e Snake Eyes, em eterno combate contra a organização terrorista Cobra.
A relação do público com a dublagem no Brasil é um caso especial e diferente de que em qualquer outro país, já que, como diria o próprio ator e diretor Nelson Machado: “a dublagem vira clássica junto com o filme”. E isso é a mais pura verdade, tanto que os atores que atuam na dublagem são hoje tratados como verdadeiras celebridades, ao contrário de outros lugares, em que a profissão é apenas tratada como uma espécie de serviço de utilidade, devido a barreira do idioma ou servirem para pessoas que não conseguem ler legendas.
A admiração pelos dubladores brasileiros é tamanha que temos hoje várias wikis de registros, onde vemos a ficha completa dos filmes que foram dublados, como elenco, direção e toda parte técnica. Bem como sites e páginas dedicadas aos mais variados profissionais da área crescem aos montes, com muitos desses artistas indo a programas de TV e concedendo entrevistas que geram ótimos altos números de audiência. Isso sem falar nas redes sociais ou mesmo no YouTube, onde diversos dubladores se tornaram verdadeiras web-celebrity.
Wendel Bezerra
Vale salientar que casos como esses acontecem nos dois maiores polos de dublagem do Brasil, ou seja, tanto em São Paulo quanto no Rio de Janeiro. Figuras expoentes capazes de gerar milhões de views e acessos, a exemplo de Wendel Bezerra, conhecido por dublar os personagens Bob Esponja e Goku, fazendo até, recentemente, a voz do Batman de Robert Pattinson. Wendel possui um canal no YouTube com mais de 2 milhão de inscritos e administra o conceituado estúdio UniDub, na capital paulista.
No Rio, temos o hit pop Guilherme Briggs, a voz de ícones culturais como Superman, Buzz Lightyear e Optimus Prime. Atuando pela Delart, Briggs poderia hoje estampar um poster de qualquer filme em forma de marketing que atrairia público, tamanho é o seu alcance, onde suas redes sociais abrigam centenas de milhares de seguidores. E esses são apenas dois exemplos claros de onde vai a paixão do brasileiro para com a dublagem, e essa admiração se estendendo para vários desses artistas.
Guilherme Briggs
Contudo, imagine então a seguinte situação, em que você coloca um filme para ver e está acostumado a ouvir tal voz característica do seu personagem ou ator favorito, porém, de repente, percebe e escuta uma entonação completamente diferente, chegando ao ponto de causar estranheza… Pois é, tenho certeza que, nesse momento, muita gente não pensa nem duas vezes e desiste de conferir a produção em questão. Quando não, reclama e faz questão de ir às redes sociais falar sobre sua insatisfação. Sim, já tivemos casos de dublagens serem mudadas após divulgarem o trailer e os fãs reclamarem.
E é justamente sobre isso que falaremos nessa matéria; lembraremos algumas trocas de dublagem que deram o que falar ou, pelo menos, causaram insatisfação e fizeram com que o público ficasse reclamasse tal mudança. Vale destacar que, em quase todos os casos, a qualidade não é o X da questão, pois os outros profissionais que assumiram a nova tarefa também fizeram um ótimo trabalho ao seu modo. O lance aqui é a troca feita pelas produtoras e a falta de respeito com o fã. Não esquece de citar nos comentários outros casos também; bora pra lista!
Capitão América (Steve Rogers)
Começando com um dos heróis mais famosos e queridos, que ganhou destaque na última década nos cinemas, sendo interpretado original por Chris Evans, o Capitão América. No Brasil, o ator sempre foi vivido por Clécio Souto, que começou dublando Evans ainda como o Tocha Humana no ‘Quarteto Fantástico’, ou em outros filmes, vide ‘Os Perdedores’ e ‘Código de Honra’. E como o Capitão América, Clécio fez ‘Capitão América: O Primeiro Vingador’, ‘Os Vingadores’, ‘Thor: O Mundo Sombrio’, ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal’, ‘Vingadores: Era de Ultron’ e ‘Homem-Formiga’.
De repente, após entrar em desacordo sobre valores com a Disney, Clécio Souto foi sumariamente trocado por Duda Espinoza, que manteve o nível e até seguiu o mesmo tom, mas isso foi o suficiente para causar revolta nos fãs de Steve Rogers, que pediram a volta de Souto, mas de nada adiantou.
Os Incríveis (Senhor Incrível)
Outro caso de desacordo entre partes aconteceu em ‘Os Incríveis’, onde o dublador original do Senhor Incrível, Marcio Seixas, casou como uma luva no personagem, já que a voz imponente e impostada – que também é a do Batman na série animada – combinou perfeitamente com o chefe da família de super-heróis da Pixar, porém, devido a uma série de embates envolvendo Seixas e Disney, a Casa do Mickey não pensou duas vezes em, não apenas troca-lo no segundo filme, como redublou o original com o atual dublador de Sylvester Stallone, Luiz Feier Motta. Que fez um excelente trabalho, diga-se de passagem, mas nada que fizesse os fãs esquecerem a voz icônica de Marcio Seixas.
Superman (Clark Kent)
Falando em super-herói e Luiz Feier Motta, temos que falar também do Superman, em especial do clássico feito por Christopher Reeve, que foi primeiramente dublado pelo saudoso André Filho, mas logo depois foi inteiramente redublado pelo próprio Feier Motta. Não obstante, Guilherme Briggs, que desde o início dos anos 2000 dubla o personagem nas animações da DC, e até dar voz a Henry Cavill nos recentes ‘O Homem de Aço’ e ‘Liga da Justiça’, também dublou Reeve na Directors Cut de ‘Superman 2’. Quer dizer, é difícil saber hoje quem realmente é a voz oficial do Superman de Reeve.
Indiana Jones (Professor Jones)
E de novo sobre um herói clássico, temos o caso de Indiana Jones, que também envolve Guilherme Briggs, já que Júlio Cézar Barreiros já havia feito a dublagem dos quatro filmes da cinessérie dirigida por Steven Spielberg, saindo até mesmo o box em DVD com sua voz. No entanto, a pedido da Paramount, todos os filmes foram redublados por Briggs, com o Blu-ray saindo já com a sua dublagem.
Júlio Cézar faleceu em 2014, com Guilherme Briggs assumindo definitivamente o personagem, ou melhor, o ator Harrison Ford, já que também dublou Han Solo, tanto na trilogia clássica quanto na última lançada. Pelo menos, na edição em Blu-ray de Indiana, a Paramount deixou tanto a dublagem de Júlio quanto a de Briggs como faixas de áudio opcionais disponíveis – movimento correto que deveria ser seguido.
Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips (toda Liga)
Por trabalhar muito e ser sempre solicitado, Guilherme Briggs geralmente se envolve em muitos desses casos peculiares, como, por exemplo, um que teve final feliz: ‘Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips’. A animação da DC que fechou a fase dos Novos 52 deu o que falar quando a Warner/Google Play divulgou o primeiro trailer e os fãs notaram que os dubladores que foram as vozes dos personagens por quase duas décadas não estavam presentes no longa – e para piorar, viram que apenas um único dublador deu voz a vários personagens principais, com dobras sendo utilizadas em protagonistas e sem disfarce.
O filme foi lançado assim mesmo e caíram matando em cima da Warner! Tanto os fãs quanto Guilherme Briggs se manifestaram nas redes sociais, onde o dublador dizia que não havia sido contactado pelo estúdio. Após muitos pedidos, ameaça de boicote e abaixo assinado, a Google Play anunciou que iria redublar a animação e, felizmente, hoje, a versão disponível nas plataformas é a nova redublada.
Pânico 5 (Sidney, Dewey e Gale)
Um caso parecido aconteceu com ‘Pânico 5’, quando a Paramount havia divulgado o trailer do quinto filme da saga com dubladores diferentes daqueles que atuaram nos filmes anteriores. Os fãs ficaram fulos da vida e foram à internet cobrar a presença dos dubladores antigos, com a produtora, pouco tempo depois, solicitando a troca dos profissionais e um novo trailer sendo divulgado já com as vozes clássicas de Mariza Leal, Andrea Marucci e Marco Antônio Costa.
O estúdio responsável por essa dublagem foi a UniDub, que, como mencionamos, é comandada por Wendel Bezerra. Inclusive, ele postou, em seu canal no YouTube, um vídeo especial falando sobre a dublagem de ‘Pânico 5’. Confira abaixo:
Piratas do Caribe 5 (Jack Sparrow)
Um fato em especial aconteceu com o dublador Marco Antonio Costa, conhecido por emprestar sua voz para galãs como George Clooney, Brad Pitt e Val Kilmer, e que também é um dos principais dubladores de Johnny Depp. Antonio Costa divulgou uma nota falando a respeito da discrepância dos valores que eram pagos aos dubladores, em relação aos chamados star talents (famosos chamados para dublar). Na época, o ator alegou que dois youtubers receberam 40 vezes (!) mais que o valor do seu cachê para dublar ‘Procurando Dory’, da Disney Pixar.
Pouco depois, em ‘Piratas do Caribe 5’, Marco Antonio Costa pediu a Disney um novo cachê para dublar o personagem Jack Sparrow, como havia feito, brilhantemente, nos quatro filmes anteriores, porém o estúdio não aceitou a proposta e decidiu substituí-lo pelo dublador Jorge Lucas, que já havia dublado Depp em outras ocasiões e é a voz de Ben Affleck como o Batman da ‘Liga da Justiça’. Os fãs se revoltaram, mas dessa vez a Disney não voltou atrás e a voz que permaneceu no pirata canastrão foi a de Lucas.
O Senhor dos Anéis e O Hobbit (Gandalf e Legolas)
Outra questão que irrita bastante nessa troca de dubladores é o descaso de alguns clientes, e isso não é culpa do estúdio de dublagem, já que eles acatam o que é determinado pelas produtoras. Em franquias como ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘O Hobbit’, tivemos algumas mudanças bruscas com os personagens Gandalf e Legolas.
A primeira trilogia trazia Hélio Vaccari como o dublador do velho mago interpretado por Ian McKellen; já quando fizeram a dublagem na nova trilogia do ‘Hobbit’, colocaram Luiz Carlos Persy em seu lugar – vozes bem diferentes. Com Legolas a coisa foi pior, já que o primeiro e o segundo filme do cinema foram dublados por Sergio Moreno, no entanto o terceiro que passou nas telonas ganhou a voz de Alexandre Marconatto – ainda que a versão em home video seja inteiramente dublada por Moreno.
Não satisfeitos com toda confusão, na nova trilogia, Legolas foi dublado por Philippe Maia, um terceiro dublador. Foi alegado que isso aconteceu devido a mudança de estúdio e de estado, onde a primeira trilogia foi feita em São Paulo e a segunda no Rio de Janeiro, mas nós sabemos que profissionais podem gravar em estúdios de outros estados, caso as produtoras solicitem.
De Volta para o Futuro (Marty McFly e Dr. Emmett L. Brown)
De todos que falamos aqui, ‘De Volta para o Futuro’ deve ter sido o primeiro caso a ganhar destaque sobre a questão de troca das dublagens. A trilogia que trouxe Marty McFly sendo dublado por Orlando Viggiani e o Dr. Emmett L. Brown pelo saudoso Eleu Salvador é endeusada pelos fãs até hoje, e quando box da saga saiu em DVD com as vozes sendo substituídas por Manolo Rey e Mauro Ramos os fãs foram a loucura. Pediram que a Universal lançasse um box com uma faixa de áudio extra. Na época, isso nunca havia ocorrido, então o estúdio não deu muita bola e deixou assim, não tocando no assunto nunca mais. Uma pena, pois de fato a dublagem de Viggiani e Salvador é maravilhosa – não que a da nova dupla seja ruim.
Matrix Resurrections (Neo e Trinity)
Por fim, um dos últimos casos que tivemos foi com a dublagem do quarto filme de Matrix, já que nas dublagens dos três primeiros, Keanu Reeves (Neo) tinha a voz de Reinaldo Buzzoni, e Carrie-Anne Moss (Trinity) a de Fátima Mourão. Em ‘Matrix Resurrections’ os dois personagens tiveram as vozes alteradas, mesmo a dublagem sendo feita na mesma distribuidora (Warner) e no mesmo Estado (Rio de Janeiro).
Sim, Buzzoni está se dedicando hoje ao trabalho dos bastidores do futebol, mas ainda dubla o Keanu quando é chamado, a exemplo do que fez em ‘Bill & Ted: Encare a Música’. Já Fátima, que agora mora em Brasília, sempre que é acionada para algo especial também se coloca disponível, como aconteceu em ‘Mestres do Universo’, quando ela fez a Rainha. Enfim, fica então o nosso alerta para que as produtoras tenham mais consideração pelos profissionais da dublagem e pelo público.
O time do Cine POP já está na CCXP 2022 fazendo a nossa tradicional cobertura anual, onde vemos diversos painéis de grandes estúdios como Warner, Netflix, Disney, entre outros poderosos, que montaram stands belíssimos de suas novas produções.
Um dos que mais chamou atenção foi o do filme da ‘Barbie‘, filme que será estrelado por Margot Robbie (‘Esquadrão Suicida’) e Ryan Gosling (‘Drive’) , onde vemos o clássico carro da boneca mais famosa do mundo, além de uma bela psicina de bolinhas.
Confira logo abaixo as fotos registradas:
O elenco de ‘Barbie‘ também é formado por Kate McKinnon, Simu Liu, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-Adir, Alexandra Shipp e Marisa Abela.
Segundo o jornalista Kyle Buchanan, do The New York Times, o longa-metragem trará diversas versões da boneca e de seu companheiro.
Buchanan revelou através do Twitter que o longa-metragem não apresentará apenas Robbie e Gosling como a dupla supracitada, mas também Rae e Neg como Barbies diferentes, além Liu e Gatwa como Kens diferentes.
Além disso, o site The Sun revelou que o elenco contará com a estrela pop Dua Lipa.
Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’, ‘Adoráveis Mulheres’) será responsável pela direção, além de assinar o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.
O longa chega aos cinemas no dia 21 de julho de 2023.
‘Barbie‘ é baseada na icônica boneca da Mattel, que ajudou a definir a infância das crianças por décadas. Anteriormente, a companhia estava desenvolvendo uma versão satírica da propriedade, que seria estrelada pela Amy Schumer. A versão atual, no entanto, parece acolher o tom alegre e animado da marca.
Após dois filmes live-action lançados nos cinemas e um terceiro direto em Home Video, a Warner Bros. pretende ressuscitar a franquia ‘Scooby-Doo‘.
Os produtores Charles Roven e Richard Suckle, de ‘Scooby-Doo‘ (2002) e ‘Scooby-Doo 2: Monstros à Solta‘ (2004), estão trabalhando com o estúdio em um novo filme
Segundo o Deadline, novos atores vão substituir Sarah Michelle Gellar (Daphne), Freddie Prince Jr. (Fred), Linda Cardellini (Velma) e Matthew Lillard (Salsicha) no reboot, que também será em live-action.
Matt Lieberman (‘Dr. Dolittle 4’) foi contratado para roteirizar.
Os dois filmes lançados nos cinemas arrecadaram US$ 455 milhões mundialmente, apesar das críticas negativas. O desenho animado criado por Hanna-Barbera estreou na TV originalmente em 1969, e é exibido até os dias de hoje.
Mais conhecido pela série cômica ‘Key and Peele‘, o longa de terror de Jordan Peele, intitulado ‘Get Out‘, já estava em andamento desde outubro de 2014. Inclusive, com o roteiro em desenvolvimento pelas mãos de Jordan. No entanto, faltava uma produtora que pudesse colocar o projeto à frente.
O próprio Peele confirmou, durante as entrevistas no Emmy Awards, que seu longa virá pela Blumhouse Productions, a empresa que melhor realiza o gênero atualmente. Tanto que é a casa de franquias como: ‘Invocação do Mal‘ e ‘Atividade Paranormal‘.
‘Get Out‘ será um terror que discutirá questões raciais, segundo dito por Peele.
Isso para mim é um mundo que ainda não foi explorado. Especificamente, os medos de ser um homem negro hoje. Os medos de qualquer pessoa que se sente como se eles (os negros) fossem um estranho em qualquer ambiente. Trata-se de um protagonista que não vejo nos longas de terror.
Nós sempre soubemos que a edição Blu-ray de ‘Batman Vs Superman: A Origem da Justiça‘ viria recheada de extras, e graças ao ComicBook agora sabemos quais serão.
o Blu-ray e DVD estará disponível para venda nos EUA dia 16 de julho.
Não foi revelado se os extras virão para o Brasil. A versão Ultimate de ‘Batman Vs Superman: A Origem da Justiça‘ terá 181 minutos (3 horas e 1 minuto) e também chega no dia 16 de Julho. O Blu-ray está à venda por US$ 35,99.
O Celine a Scene reeditou uma importante cena de ‘Batman Vs Superman‘ adicionando My Heart Will Go On, música-tema de ‘Titanic‘ cantada por Celine Dion.
O corte estendido já está disponível para venda e explica várias coisas que não ficaram claras no cinema, e traz um final diferente. Na nova cena, Luthor revela a Batman que ele sabe sobre sua identidade, e Batman tem a resposta perfeita. Confira a descrição!
‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ arrecadou US$ 872 milhões mundialmente.
O canal AMC liberou o título e a sinopse do primeiro episódio da sétima temporada de ‘The Walking Dead‘.
Título: The Day Will Come When You Won’t Be
A última temporada terminou com Rick e seu grupo ajoelhados, de forma impotente, diante de Negan e seu grupo. O que Negan vai fazer para assombrar aqueles que sobrevivem para sempre?
O terror de zumbis ‘Paciente Zero’ (Patient Zero) teve sua sua estreia cancelada nos cinemas norte-americanos.
Produzido pela Screen Gems, da franquia ‘Resident Evil‘, o terror estava pronto desde 2015.
O filme foi retirado do calendário e deve ser lançado direto em Home Video.
O elenco conta Matt Smith, ex-protagonista da série ‘Doctor Who’, e Natalie Dormer (‘Game of Thrones’, ‘Jogos Vorazes: A Esperança’). Stanley Tucci (‘O Diabo Veste Prada’) interpreta o vilão.
Confira fotos:
Situada em um mundo pós-apocalíptico, a história trará uma mistura de ‘The Walking Dead‘ com ‘Meu Namorado é um Zumbi‘.
Uma pandemia global sem precedentes resultou na evolução de uma nova espécie. Uma forma agressiva da raiva transforma o infectado em predador, viciado em violência. Um sobrevivente humano inexplicavelmente dotado com a capacidade de falar a sua língua nova lidera uma caçada ao Paciente Zero, a fim de encontrar uma cura para salvar sua mulher infectada e da humanidade.
A direção é do austríaco Stefan Ruzowitzky, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro ‘Os Falsários‘.
O teaser trailer de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘ já ultrapassou as 25 milhões de visualizações no Youtube e os espectadores atentos que são os fãs da saga perceberam um erro de continuidade: a cicatriz de Kylo Ren mudou de lugar.
No filme anterior, ele foi atingido por Rey no meio da testa, mas o diretor Rian Johnson achou que alterar a cicatriz daria um efeito estético melhor.
“Foi minha decisão de ajustá-la um pouco, e essa é minha justificativa. Honestamente, ele ficou com cara de pateta com a cicatriz em linha reta até a ponte de seu nariz”, afirmou.
O elenco de ‘Star Wars – Os Últimos Jedi‘ é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.
A estreia de Os Últimos Jedi acontecerá dia 15 de Dezembro.
A 69ª edição do Emmy, cerimônia que elege os melhores da TV americana, divulgou seus indicados. ‘Westworld‘ e ‘Stranger Things‘ lideram.
A cerimônia de entrega dos prêmios acontecerá no dia 17 de setembro, em Los Angeles.
Confira os indicados:
Melhor Série – Drama
Better Call Saul
The Crown
The Handmaid’s Tale
House of Cards
Stranger Things
This is Us
Westworld
Melhor atriz em Série – Drama
Viola Davis – How to Get Away with Murder
Claire Foy – The Crown
Elisabeth Moss – The Handmaids Tale
Keri Russel – The Americans
Evan Rachel Wood – Westworld
Robin Wright – House of Cards
Melhor Ator em Série – Drama
Sterling K. Brown – This is Us
Anthony Hopkins – Westworld
Bob Odenkirk – Better Call Saul
Matthew Rhys – The Americans
Liev Schreiber – Ray Donovan
Kevin Spacey – House of Cards
Milo Ventimiglia – This is Us
Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Drama
Uzo Aduba – Orange is the New Black
Millie Bobby Brown – Stranger Things
Ann Dowd – The Handmaid’s Tale
Samira Wiley – The Handmaid’s Tale
Chrissy Metz – This is Us
Thandie Newton – Westworld
Melhor Ator Coadjuvante em Série – Drama
Jonathan Banks – Better Call Saul
Michael Kelly – House of Cards
John Lithgow – The Crown
Mandy Patinkin – Homeland
David Harbour – Stranger Things
Ron Cephas Jones – This is Us
MelhorAtriz Convidada em Série – Drama
Cicely Tyson – How to Get Away with Murder
Laverne Cox – Orange is the New Black
Shannon Purser – Stranger Things
Alison Wright – The Americans
Alexis Bledel – The Handmaid’s Tale
Ann Dowd – The Leftovers
Melhor Ator Convidado em Série – Drama
Ben Mendelsohn – Bloodline
BD Wong – Mr. Robot
Hank Azaria – Ray Donovan
Brian Tyree Henry – This is Us
Gerald McRaney – This is Us
Denis O’Hare – This is Us
Melhor Direção em Série – Drama
Vince Gilligan pelo episódio “Witness” – Better Call Saul
Lesli Lika Glatter pelo episódio “America First” – Homeland
The Duffer Brothers pelo episódio “Chapter One: The Vanishing of Will Byers” – Stranger Things
Stephen Daldry pelo episódio “Hyde Park Corner” – The Crown
Reed Morano pelo episódio “Offred (Pilot)” – The Handmaid’s Tale
Kate Dennis pelo episódio “The Bridge” – The Handmaid’s Tale
Jonathan Nolan pelo episódio “The Bicameral Mind” – Westworld
Melhor Roteiro em Série – Drama
Gordon Smith pelo episódio “Chicanery” – Better Call Saul
The Duffer Brothers pelo episódio “Chapter One: The Vanishing of Will Byers” – Stranger Things
Joel Fields e Joe Wesberg pelo episódio “The Soviet Division” – The Americans
Peter Morgan pelo episódio “Assassins” – The Crown
Bruce Miller pelo episódio “Offred (Pilot)” – The Handmaid’s Tale
Lisa Joy e Jonathan Nolan pelo episódio “The Bicameral Mind” – Westworld
Melhor Série – Comédia
Atlanta
Black-ish
Master of None
Modern Family
Silicon Valley
Unbreakable Kimmy Schmidt
Veep
Melhor Atriz em Série – Comédia
Pamela Adlon – Better Things
Jane Fonda – Grace & Frankie
Allison Janney – Mom
Ellie Kemper – Unbreakable Kimmy Schmidt
Julia Louis-Dreyfus – Veep
Tracee Ellis Ross – Black-ish
Lily Tomlin – Grace & Frankie
Melhor Ator em Série – Comédia
Anthony Anderson – Black-ish
Aziz Ansari – Master of None
Zach Galifianakis – Baskets
Donald Glover – Atlanta
William H. Macy – Shameless
Jeffrey Tambor – Transparent
Melhor Atriz Coadjuvante em Série – Comédia
Leslie Jones – Saturday Night Live
Kate McKinner – Saturday Night Live
Vanessa Bayer – Saturday Night Live
Kathryn Hahn – Transparent
Judith Light – Transparent
Anna Chlumsky -Veep
Melhor Ator Coadjuvante em Série – Comédia
Louie Anderson – Baskets
Ty Burrell – Modern Family
Alec Baldwin – Saturday Night Live
Tituss Burgess – Unbreakable Kimmy Schmidt
Tony Hale – Veep
Matt Walsh – Veep
Melhor atriz convidada em Série – Comédia
Wanda Sykes – Black-ish
Carrie Fisher – Catastrophe
Becky Ann Baker – Girls
Angela Bassett – Master of None
Melissa McCarthy – Saturday Night Live
Kristen Wiig – Saturday Night Live
Melhor Ator convidado em Série – Comédia
Matthew Rhys – Girls
Riz Ahmed – Girls
Lin-Manuel Miranda – Saturday Night Live
Dave Chappelle – Saturday Night Live
Tom Hanks – Saturday Night Live
Hugh Laurie – Veep
Melhor Direção Série – Comédia
Donald Glover pelo episódio “B.A.N.” – Atlanta
Jamie Babbit pelo episódio “Intellectual Property” – Silicon Valley
Mike Judge pelo episódio “Server Error” – Silicon Valley
Morgan Sackett pelo episódio “Blurb” – Veep
David Mandel pelo episódio “Groundbreaking” – Veep
Dale Stern pelo episódio “Justice” – Veep
Melhor Roteiro em Série – Comédia
Donald Glover pelo episódio “B.A.N.” – Atlanta
Stephen Glover pelo episódio “Streets On Lock” – Atlanta
Aziz Ansari e Lena Waithe pelo episódio “Thanksgiving” – Master of None
Alec Berg pelo episódio “Success Failure” – Silicon Valley
Billy Kimball pelo episódio “Georgia” – Veep
David Mandel pelo episódio “Groundbreaking” – Veep
Melhor Minissérie
Big Little Lies
Fargo
Feud: Bette and Joan
Genius
The Night Of
Melhor Minissérie ou Telefilme
Black Mirror: “San Junipero”
Dolly Parton’s Christmas of Many Colors: Circle of Love
Sherlock: “The Lying Detective”
The Immortal Life of Henrietta Lacks
The Wizard of Lies
Melhor atriz em Minissérie ou Telefilme
Carrie Coon – Fargo
Felicity Hoffman – American Crime
Nicole Kidman – Big Little Lies
Jessica Lange – Feud: Bette and Joan
Susan Sarandon – Feud: Bette and Joan
Reese Whitherspoon – Big Little Lies
Melhor Ator em Minissérie ou Telefilme
Riz Ahmed – The Night Of
Benedict Cumberbatch – Sherlock: “The Lying Detective”
Robert DeNiro – The Wizard of Lies
Ewan McGregor – Fargo
Geoffrey Rush – Genius
John Turturro – The Night Of
Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme
Regina King – American Crime
Shailene Woodley – Big Little Lies
Laura Dern – Big Little Lies
Judy Davis – Feud: Bette and Joan
Jackie Hoffman – Feud: Bette and Joan
Michelle Pfeiffer – The Wizard of Lies
Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme
Alexander Sarsgard – Big Little Lies
David Thewlis – Fargo
Alfred Molina – Feud: Bette and Joan
Stanley Tucci – Feud: Bette and Joan
Bill Camp – The Night Of
Michael Kenneth Williams – The Night Of
Melhor roteiro em Minissérie ou Telefilme
David E. Kelley – Big Little Lies
Charlie Brooker – Black Mirror: “San Junipero”
Noah Hawley pelo episódio “The Law of Vacant Places” – Fargo
Ryan Murphy pelo episódio “And the Winner Is… (The Oscar of 1963)” – Feud: Bette and Joan
Jaffe Cohen, Michael Zam e Ryan Murphy pelo episódio “Pilot” – Feud: Bette and Joan
Steven Zailian e Richard Price pelo episódio “The Call of the Wild” – The Night Of
Melhor direção em Minissérie ou Telefilme
Jean-Marc Vallée – Big Little Lies
Noah Hawley pelo episódio “The Law of Vacant Places” – Fargo
Ryan Murphy pelo episódio “And the Winner is… (The Oscars of 1963)” – Feud: Bette and Joan
Ron Howard pelo episódio “Einstein: Chapter One” – Genius
James Marsh pelo episódio “The Art of War” – The Night Of
Steven Zaillian pelo episódio “The Beach” – The Night Of
A Mauricio de Sousas Produções revelou o elenco principal do live-action da ‘Turma da Mônica’.
São eles: Giulia Barreto (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Gabriel Moreira (Cascão) e Laura Rauseo (Magali).
Confira:
Daniel Rezende vai comandar o primeiro filme live-action baseado nos gibis, que será focado na história de ‘Turma da Mônica: Laços‘.
Ele trabalhou como editor nos filmes ‘Cidade de Deus‘ (2002), ‘A Árvore da Vida‘ (2011) e ‘RoboCop‘ (2014).
O filme se passará nos anos 80 e seguirá a linha dos clássicos norte-americanos ‘Os Batutinhas‘, ‘Os Goonies‘ e ‘Conta Comigo‘.
Lançada em 2013, graphic novel ‘Laços‘ foi criada pelos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, que levaram os clássicos personagens de Mauricio de Sousa a uma aventura repleta de emoção, lembrança e perigos.
Na história, o Floquinho desapareceu. Para encontrar seu cachorro de estimação, Cebolinha conta com os amigos Cascão, Mônica e Magali e, claro, um “plano infalível”.
Avançando para os anos 80, a próxima grande aventura da super-heroína ‘Mulher-Maravilha‘ teve seu título oficial confirmado: ‘Mulher-Maravilha 1984′.
As filmagens da sequência já começaram, novamente dirigida pela aclamada diretora Patty Jenkins, com a estrela Gal Gadot no papel principal.
O filme também é estrelado por Kristen Wiig no papel da super-vilã Mulher-Leopardo e Pedro Pascal.
Charles Roven, Deborah Snyder, Zack Snyder, Patty Jenkins, Stephen Jones e Gal Gadot produzem o filme.
A produção será filmada em Washington, D.C. e Alexandria (Virgínia), nos EUA, e também em locações no Reino Unido, Espanha e Ilhas Canárias.
Com lançamento previsto para os cinemas brasileiros em 31 de outubro de 2019, Mulher-Maravilha 1984 é baseado na personagem criada por William Moulton Marston, aparecendo nos quadrinhos publicados pela DC Entertainment.
O editor-chefe Renato Marafon traz a Crítica em VÍDEO do sensacional drama ‘Green Book: O Guia’, estrelado por Viggo Mortensen (‘O Senhor dos Anéis‘) e Mahershala Ali (‘Moonlight‘).
Dirigido por Peter Farrelly (‘Debi & Loide‘), o drama é baseado na amizade, da vida real, desenvolvida por dois homens após uma difícil jornada. O roteiro do filme foi escrito por Farrely, Brian Hayes Currie e Nick Vallelonga, filho de Tony.
O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.
Por mais que as pessoas pudessem imaginar que ‘Coringa‘ seria um sucesso, ninguém imaginou que o filme seria tão bem sucedido.
O filme já acumulou US$ 548,2 milhões desde sua estreia, e é a maior bilheteria da Warner Bros. em 2019. Para se ter uma ideia, o sucesso é maior que o de ‘Liga da Justiça‘, filme que reunia vários heróis da DC.
‘Coringa‘ foi vendido como um filme independente que não faria parte do DCEU. Mas agora com o sucesso comercial monstruoso, será que a Warner pretende dar início a um Universo Compartilhado?
Segundo o site We Got This Covered, a Warner Bros. está “definitivamente interessada” em produzir uma sequência para o já icônico longa-metragem. É claro que, apesar dos rumores, isso não significa que a continuação irá acontecer com certeza.
Ao total, a produção já arrecadou US$ 543.9 milhões mundialmente.
Considerando o seu baixo orçamento de US$ 55 milhões, o longa já pode ser considerado um dos maiores sucessos do ano.
Você gostaria de ver uma sequência de ‘Coringa‘?
Lembrando que ‘Coringa‘ já está em exibição nos cinemas.
‘Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.
A Blumhouse e a Universal Pictures divulgaram o trailer de seu novo thriller psicológico, intitulado ‘You Should Have Left‘.
Escrito pelo lendário roteirista David Koepp (‘Jurassic Park’, ‘Missão Impossível’), o suspense traz Kevin Bacon e Amanda Seyfried como um casal em busca de umas férias tranquilas em uma casa isolada do mundo, apenas para descobrir que esses segredos exigem um acerto de contas…
Assista:
Neste conto aterrador e perturbador, um pai luta desesperadamente para salvar sua família de uma bela casa que se recusa a deixá-los sair. Theo Conroy (Bacon) é um homem de meia idade bem-sucedido, cujo casamento com sua esposa atriz muito mais jovem, Susanna (Seyfried), está sendo destruindo por mentiras, ciúme e sombras do passado.
Em um esforço para reparar o relacionamento deles, Theo e Susanna reservam férias em um cenário impressionante, casa moderna remota na zona rural de Gales para si e sua filha de seis anos, Ella (Avery Essex). O que a princípio parece um refúgio perfeito se transforma em um pesadelo perfeito, quando Theo se apega à realidade e ele suspeita que uma força sinistra dentro da casa saiba mais do que ele ou Susanna revelaram, até um ao outro.
A estreia nos EUA acontece direto em Home Video no dia 19 de Junho.
Em entrevista ao The Late Show, Scarlett Johansson falou sobre o filme solo de ‘Viúva Negra‘ e confirmou oficialmente o período em que o longa se encaixa na timeline do Universo da Marvel.
“O filme se passa depois dos eventos de ‘Guerra Civil’ e antes de ‘Guerra Infinita’. Muitas pessoas me disseram que o filme devia ter acontecido antes… e eles se perguntam se é tarde demais para esse filme agora, mas eu nunca poderia ter feito esse filme há dez anos quando começamos nossa jornada com a Marvel.”
Ela completa,“Minha jornada com a Natasha levou a essa filme, que agora é uma personagem completa e cheia de complexidade, o que é absolutamente incrível. Podemos fazer várias coisas atualmente que são incríveis.”
A divulgação de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ ainda não começou, mesmo com a estreia ainda agendada para Dezembro, mas uma nova imagem dos bastidores vazou na internet.
Ela mostra Peter Parker (Tom Holland) e o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) na frente do Sanctum Sanctorum.
Confira:
A new photo from the set of #SpidermanNoWayHome features Doctor Strange greeting Spidey in front of what seems to be the New York Sanctum Santorum.
— Spider-Man: No Way Home News (@spideysnews) August 1, 2021
Como algumas imagens já mostraram Parker no interior do que parecia ser o Sanctum Sanctorum, os artistas do Boss Logic divulgaram um belo pôster do Homem-Aranha visitando o templo.
Confira:
Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ estreia em 16 de dezembro de 2021:
Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado deFeige, representando a Sony e aMarvel, respectivamente.
Um clássico filme de ação precisa necessariamente ter um protagonista carrancudo, frio, sem sentimentos, cujo objetivo supera sua própria vontade. Assim é a maioria dos filmes do gênero desde os anos 1980, quando tiveram seu ápice em Hollywood, acompanhados por cenas mirabolantes, muita pancadaria e, às vezes, sobrando até espaço para uma boa história. Com tudo isso na medida certa, chegou no catálogo do Amazon Prime Video o longa ‘Infiltrado’.
H (Jason Statham) acaba de ser contratado para trabalhar como segurança de transporte de valores da empresa Fortico, onde é bem recebido por Bullet (Holt McCallany), que mostra como tudo funciona na rotina de transportar e guardar os bens de outras empresas. H tem um objetivo secreto maior nisso tudo, e seu ar carrancudo imediatamente desperta a inimizade de Dave (Josh Hartnett) e de outros colegas. Porém, quando os assaltos aos carros-fortes passam a se tornar mais frequentes e H começa a ter uma reação excepcional contra os bandidos, sua presença na empresa começa a se destacar, mas também levanta algumas suspeitas.
O principal elemento que se destaca em ‘Infiltrado’ – e, aliás, é o elemento condutor da trama toda – é a montagem do filme, forma esta que já se tornou a assinatura do diretor Guy Ritchie. Essa montagem é toda calcada no ritmo do filme, e, consequentemente, é ela que dá a super agilidade em todos os momentos do longa, até mesmo nas cenas mais parados. Guy Ritchie se inspira nas técnicas de videoclipe e mescla sons banais do cotidiano, como o fechar de uma gaveta ou o engatilhamento de uma arma de fogo, com socos, explosões e pontapés, tornando toda cena de luta um momento frenético e hipnotizante.
Outra sacada genial do diretor é relocar a câmera em locais neutros, como ocorre na primeira sequência de ‘Infiltrado’. Nela, a câmera está na parte de trás do carro-forte, como se fosse uma sacola de dinheiro, e vemos parcialmente o motorista do carro e a lateral do acompanhante, para, em seguida, vermos os bandidos abrirem a porta e realizarem todo o assalto. Assim, o espectador é colocado na posição do surpreendido naquilo tudo, como se fosse o objeto mais valioso da produção. Isso é uma homenagem muito legal do roteiro do diretor com colaboração de Ivan Atkinson e Marn Davies, inspirado no longa ‘Le Convoyeur’, de Nicolas Boukhrief e Éric Besnard.
Jason Statham dá um show com seu semblante de psicopata sem emoções, fazendo parecer que soltar o dedo no gatilho é a coisa mais fácil do mundo. O filme conta ainda com uma participação especial de Andy Garcia como chefão do crime paralelo e o resgate de Josh Hartnett, queridinho das comédias românticas dos anos 1990 mas que andava sumido das telonas.
‘Infiltrado’ é um ótimo filme de ação, com muita potência e agilidade em cenas de assalto grandiosas a ‘La Casa de Papel’ (inclusive, com aquele estilo de narrar o plano enquanto o atraco se desenrola). Para quem curte filmes do gênero, é uma excelente pedida que vale o ingresso do cinema, pois ‘Infiltrado’ traz adrenalina do começo ao fim.
O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o trailer do novo reality show brasileiro Original Amazon ‘Caravana das Drags‘.
O vídeo a atmosfera divertida e acirrada da competição apresentada por Xuxa Meneghel e Ikaro Kadoshi em que dez artistas drags viajam por oito cidades brasileiras a bordo de um ônibus extravagante.
O time que ajuda a treinar as drags é formado por Daniela Mercury, Fabiana Karla, Fafá de Belém, Gretchen, Ingrid Guimarães, Juliette, Lázaro Ramos, Lellê, Mateus Carrilho, Nicole Bahls, Ronaldo Fraga, Bráulio Bessa, Rodrigo Gorky, Puma Camille, Bibiu, Alexia Twister, Penelopy Jean e Rita Von Hunty. Alguns convidados participam de provas específicas, os “mini challenges”, e outros são jurados do grande show de cada episódio, em que uma participante é eliminada até restarem as finalistas.
Com desafios únicos e performances inesquecíveis, Chandelly Kidman, DesiRée Beck, Enme, Frimes, Gaia do Brasil, Hellena Borgys, Morgante, Ravena Creole, Robytt Moon e Slovakia vão competir pelo título de “Drag Soberana” do reality show.
Caravana das Drags terá oito episódios de 45 minutos, além de um episódio especial com a reunião das participantes. A série estreia exclusivamente no Prime Video em 14 de abril, em mais de 240 países e territórios.
A Netflix divulgou a primeira foto de Cameron Diaz e Jamie Foxx no filme ‘Back in Action’, que estreia ainda em 2024.
Anos depois de abandonarem a vida na CIA para constituir família, dois ex-espiões são arrastados de volta ao mundo da espionagem quando seus disfarces são descobertos.
Confira:
Produzido pela Netflix, ‘Back in Action’ também conta com Andrew Scott (‘Fleabag’), Jamie Demetriou (‘Cruella’) e Rylan Jackson (‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes’).
Este é o primeiro trabalho de Cameron Diaz desde 2014, quando se aposentou. A atriz expressou empolgação ao anunciar que estaria de volta para atuar novamente.
‘Back in Action‘ é dirigido por Seth Gordon com roteiro de Brendan O’Brien e, por enquanto, não foram divulgados detalhes do enredo e nem previsão de estreia.
‘Megalópolis‘ já está em exibição nos cinemas nacionais e o CinePOP conversou com EXCLUSIVIDADE com o icônico diretor Francis Ford Coppola.
Questionado sobre o que ele acha dos filmes terem seu sucesso medido pelo Rotten Tomatoes, ele disse:
“Bem, o Rotten Tomatoes e o CineScore e todo o sistema de pontuação são uma forma de tentar controlar o cinema, que é arte e não deve ser controlado, tratando-o como esporte. Em outras palavras, todos nós sabemos que nos esportes os times jogam e alguns ganham, alguns perdem, e essa é uma forma de controlar se os fãs vão ver o filme. E a indústria cinematográfica moderna quer controlar como as pessoas vão ao cinema porque não querem perder dinheiro, eles não querem risco, mas a arte real tem risco.”, ele afirmou.
Segundo ele, essa monopolização é prejudicial à arte.
“Eu sempre disse que fazer arte sem risco é como fazer bebês sem sexo. Não é possível. Você tem que pular para o desconhecido porque é aí que você prova que é livre, que é outra coisa que o filme explica. E isso é um anátema para o sistema moderno que está em ação hoje. Então a indústria cinematográfica não quer risco. Eles querem que os filmes sejam como Coca-Cola ou algo assim. Você continua comprando a mesma coisa repetidamente.”, concluiu.
A trama do filme acompanha a reconstrução de uma metrópole após sua destruição acidental, com duas visões concorrentes – a de um arquiteto idealista (Adam Driver) e a de um prefeito pragmático (Giancarlo Esposito) – entrando em conflito durante o processo. O filme tem uma duração de duas horas e 15 minutos e apresenta abundantes referências à Roma Antiga, incluindo cortes de cabelo estilo César nos personagens masculinos.
O filme traz um elenco repleto de estrelas como Giancarlo Esposito (‘Once Upon a Time’), Forest Whitaker (‘O Último Rei da Escócia’), Nathalie Emmanuel (‘Game of Thrones’), Jon Voight (‘Ray Donovan’), Laurence Fishburne (‘Matrix’), Aubrey Plaza (‘The White Lotus’), Shia LaBeouf (‘Transformers’), Talia Shire (‘O Poderoso Chefão’), Jason Schwartzman (‘A Crônica Francesa’), Grace VanderWaal (‘A Extraordinária Garota Chamada Estrela’), Kathryn Hunter (‘A Tragédia de Macbeth’) e James Remar (‘Era Uma Vez… Em Hollywood’).
A cinebiografia de Michael Jackson, intitulada ‘Michael‘, ganhou seu primeiro e emocionante teaser trailer.
O filme agora chega aos cinemas em 24 de Abril de 2026.
Assista ao trailer:
LEGENDADO
DUBLADO
Recentemente, o longa passou por 22 dias adicionais de gravações.
Michael é o retrato cinematográfico da vida e do legado de um dos artistas mais influentes que o mundo já conheceu.
O filme conta a história da vida de Michael Jackson além da música, acompanhando sua jornada desde a descoberta de seu talento extraordinário como líder dos Jackson Five, até se tornar o artista visionário cuja ambição criativa impulsionou uma busca incansável para ser o maior artista do mundo.
Destacando tanto sua vida fora dos palcos quanto algumas das performances mais icônicas do início de sua carreira solo, o filme oferece ao público um lugar na primeira fila para ver Michael Jackson como nunca antes. É aqui que sua história começa.
Michael é estrelado por Jaafar Jackson em sua estreia no cinema, Nia Long (Empire, O Melhor Amigo da Noiva), Laura Harrier (Infiltrado na Klan, Homem-Aranha: De Volta ao Lar) e Juliano Krue Valdi (The Loud House, Arco), com Miles Teller (Top Gun: Maverick, Whiplash) e o duas vezes indicado ao Oscar® Colman Domingo (Sing Sing, Rustin).
Dirigido por Antoine Fuqua, cineasta premiado de Dia de Treinamento, Invasão à Casa Branca e da franquia O Protetor, a partir de um roteiro do três vezes indicado ao Oscar® John Logan (Gladiador, O Aviador), o filme é produzido pelo vencedor do Oscar® Graham King (Os Infiltrados, Bohemian Rhapsody), John Branca (produtor executivo de This Is It, Thriller 40) e John McClain (produtor executivo de This Is It, Michael Jackson Live at Wembley July 16, 1988).
O cinema tem um poder muito grande na arte do refletir, do fazer entender, do explorar recortes de culturas diferentes, apresentar ao espectador novas formas de ver o mundo. A nossa sociedade, como seres humanos em escala global, vive com muitos conflitos faz muito tempo, alguns trazidos por pensamentos conservadores que não encontram diálogos em um mundo que busca ser feliz da maneira como quiser, outros pela polarização política cada vez mais evidente, entre outras questões.
Como as produções cinematográficos possuem um papel muito importante para trazer reflexões sobre assuntos que estão no cotidiano de muitos, resolvemos criar essa lista com sugestões de filmes que são verdadeiras críticas sociais.
Um Divã na Tunísia
As quebras de paradigma e as aberturas para reflexões através de conversas. Dirigido pela cineasta francesa Manele Labidi, em seu primeiro longa-metragem, Um Divã na Tunísia nos mostra a saga de uma mulher forte, destemida, corajosa e deveras solitária. O roteiro mantém-se em tom reflexivo, o riso chega mais para os que alcançam as entrelinhas dentro de um contexto sobre problemas, feridas emocionais e razões/emoções sobre a indefinição do destino. A trilha sonora assinada pelo dinamarquês Flemming Nordkrog dita o ritmo desse recorte cultural com tons em vertente da psicologia.
Não Olhe para Cima
O retrato da polarização que remete à uma quarta parede. Um dos mais polêmicos filmes de 2021 está no catálogo da Netflix. Não Olhe para Cima é um retrato apocalíptico, com pitadas de humor ácido, que no campo das reflexões gera inúmeras interpretações de quem acompanha as mais de duas horas desse novo trabalho do cineasta Adam McKay. Indicado em quatro categorias no Globo de Ouro 2022 e contando com um elenco de estrelas como: Leonardo DiCaprio, Meryl Streep e Jennifer Lawrence, Não Olhe pra Cima se aproxima muito do cenário político do Brasil.
O Jovem Caçador de Baleias
A realidade de alguns, longe de muitos. Exibido na Mostra de SP 2021, a Co-produção Rússia, Polônia, Bélgica, O Jovem Caçador de Baleias (Kitoboy) busca seus objetivos na sensibilidade dos porquês, nas inconsequências, que podem ser interpretadas como ato de coragem por alguns. As relações de um vilarejo no estreito de Bering (que liga os oceanos Pacífico e Ártico, entre a Rússia e os Estados Unidos.) com a tão sonhada vida na América é marcada aqui pelo conflito emocional de uma paixão imaginária. Dirigido pelo cineasta russo Philipp Yuryev, O Jovem Caçador de Baleias é uma saga reflexiva sobre o universo globalizado.
A Odisseia dos Tontos
A revolta dos atingidos pela canalhice de alguns. A Odisseia dos Tontos, filme estrelado pelo grande ator argentino Ricardo Darín, é antes de mais nada uma crítica social importante que gira em torno da enorme crise financeira vivida pela Argentina no início do século. Baseado na obra La noche de la Usina escrito pelo escritor Eduardo Sacheri, o projeto aborda o caos de maneira inteligência, com ótima trilha e generosas pitadas cômicas. Mais um bom filme de um dos maiores recordistas de público no Brasil, Darín.
Uma Noite
Mambo e ChaChaChá mas também lágrimas que enchem o mar. E vem diretamente da famosa ilha de Fidel uma das grandes surpresas do Festival do RJ de cinema anos atrás, o destemido longa-metragem de Lucy Mulloy, Uma Noite. Baseado em fatos reais, o filme conta, de forma poética, a vida de personagens carismáticos, recheados de sonhos, incertezas e desilusões. Em pouco mais de 90 minutos, a direção (absolutamente maravilhosa), encontra seu brilho nas lindas capturas da alegria cubana em meio a tristeza de uma terra muitas vezes esquecida.
Terra Firme
Com a pomposa frase “jamais deixarei uma pessoa no mar” é aberta a discussão sobre o bom longa-metragem italiano Terra Firme. O diretor Emanuele Crialese consegue desenvolver muito bem seus personagens nesse drama que promete agradar a muitos amantes da sétima arte. A direção de arte é impecável e a história comove, um prato cheio para qualquer pessoa que gosta de filmes do velho continente. O longa é um sinal de alerta, uma crítica social aos confins da pobreza e consequentemente a fuga ilegal para uma nova terra com oportunidades.
Um Toque de Pecado
O filme ganhador do prêmio de melhor roteiro no Festival de Cannes mostra a verdadeira identidade de uma China perdida em suas desilusões emocionais, sendo esse o foco deste belo e violento trabalho de Jia Zhangke. Em pouco mais de duas horas de fita, entramos em um quebra-cabeça social modelado primorosamente pelo diretor (que assina também o roteiro). A qualidade no modo de contar essa história transforma Um Toque de Pecado em um dos melhores filmes orientais dos últimos tempos. Os visões dessas histórias são extremamente pessimistas mas não deixa de ser uma crítica ao que ocorre longe dos holofotes da mídia quando o assunto é o desenvolvimento chinês.
O Poço
Uma das coisas que mais escutamos como desculpas para filmes não terem boas bilheterias, ou visualização (no caso dos lançamentos diretos em streamings), é que não acertaram a data de lançamento e acabaram fracassando. Nada disso pode ser associado ao filme O Poço, El Hoyo no original. Mais exata na data impossível. Assim falemos do projeto, uma utopia de ideias já vistas em outros filmes, até mesmo de formas diferentes, o trabalho tem força suficiente no seu clima de tensão imposto e fala através das pesadas e inconsequentes ações de seus personagens. Debutando em longas-metragens, o cineasta Galder Gaztelu-Urrutia, indicado ao prêmio Goya de Melhor Diretor Revelação, mostra competência na direção e deixa margens para argumentos e teorias sobre o desfecho desse impactante roteiro.
O Paraíso deve ser Aqui
O sentido de um filme visto pelas entrelinhas. Câmeras estáticas em lugares em movimento, um observador calado que testemunha as coisas simples e novas tendências do mundo em relação ao trato social, preconceito, política, imigração e outros assuntos. Fruto da mente visionária do cineasta palestino Elia Suleiman (do excelente O Que Resta do Tempo), onde ele mesmo faz o papel de observador protagonista, O Paraíso deve ser Aqui explica sentimentos por imagens e situações cotidianas com pitadas saborosas de comédia em muito dos casos. É uma saga de um calado protagonista e suas percepções do mundo tentando entender e encontrar um lugar para descansar.
No Topo do Poder
As mais loucas distopias futurísticas podem estar mais perto do que pensamos. Baseado no livro homônimo, publicado na década de 70 pelo escritor J.G. Ballard, High-Rise é quase um sci-fi social que se baseia única e exclusivamente em como um desproporcional crescimento tecnológico da classe mais rica pode ser um caos no convívio e no relacionamento de toda um planeta que praticamente é banido de não ter o que uma minoria tem. Com locações quase que totais na Irlanda, o filme possui uma pegada bem forte (com cenas bem impactantes) e consegue ao longo dos seus intensos 120 minutos passar toda uma ideia que muito se parece, se traçarmos um paralelo, com várias etapas de ascensão e declínio de classes sociais que o mundo já passou.
Nosso cinema está nos brindando frequentemente com produções maravilhosas que nos levam a uma série de reflexões sobre o nosso país. Em 2026, um leque de aguardadas produções vão chegar aos cinemas e streamings, e você terá a oportunidade de conferir. Abaixo, segue uma lista para você colocar na agenda e prestigiar o nosso audiovisual:
Perto do Sol é Mais Claro (Estreia dia 14 de maio nos cinemas)
O projeto nos apresenta Regi (Reginaldo Faria), um gestor de obras que sonha em também ser escritor – um homem cheio de histórias para contar, mas que atravessa um presente repleto de dúvidas e se sentindo cada dia mais sozinho. Contornando passado e presente, por meio de memórias e acontecimentos contemporâneos, ele começa a enxerga as questões ao seu redor de várias formas.
A Fabulosa Máquina do Tempo (Estreia em breve)
Trazendo o sonhar acoplado ao infinito de possibilidades que a linguagem cinematográfica oferece, o documentário A Fabulosa Máquina do Tempo é um projeto inventivo em que o lúdico e o concreto do real se chocam, revelando histórias através do olhar de jovens de uma cidade do interior do Brasil.
Bernadete Dinorah de Carvalho Cidade. Se você ouvir esse nome por aí, talvez não sabia de quem se trata. No entanto, se falarmos Baby do Brasil – ou mesmo Baby Consuelo, como foi conhecida boa parte de sua carreira – as lembranças logo chegam. 18 anos depois do início do projeto, o documentário Apocalipse Segundo Baby, chegou às telonas brasileiras antes da sua estreia em circuito, através do Festival É Tudo Verdade.
Zico, o Samurai de Quintino (Entra em cartaz nos cinemas dia 30 de abril)
Hoje, aos 73 anos, o galinho de quintino tem recortes de sua vida apresentados ao público no documentário Zico, o Samurai de Quintino, com estreia marcada para o próximo dia 30 de abril nos cinemas. Dirigido por João Wainer, o projeto busca um olhar amplo, construído desde seus primeiros passos na carreira até sua passagem pelo Japão, mostrando sua importância para a profissionalização do futebol naquela região – um legado visto até hoje -, com um recheio saboroso revisitando sua história profissional no Brasil.
Sempre que pensamos sobre a violência, automaticamente já nos chega à cabeça palavras como medo, desespero e ansiedade, além de automaticamente lembrarmos de situações vividas em nosso país – que presenciamos ou que nos foram contadas. Pegando esse gancho como representação desse estado de desconforto, o longa-metragem Cinco Tipos de Medo investe suas fichas em um roteiro criativo, cheio de possibilidades – e também provocador – para revelar, de forma direta, a barbárie implacável, sem possibilidade de fuga.
Um artista beira ao genial quando é único – e, quando passa o tempo, sempre está em movimento. Do interior de Pernambuco até alcançar muitos corações que pulsam quando o assunto é cultura popular, Alceu Valença, hoje com 79 anos, tem mais uma obra cinematográfica que revisita parte de sua história e chega em breve aos cinemas.
Ato Noturno (Tem para aluguel em algumas plataformas)
Matias (Gabriel Faryas) é um jovem ator que consegue uma oportunidade num grupo famoso da cena teatral. Prestes a estrear a peça, acaba conhecendo um outro homem, Rafael (Cirillo Luna), por meio de um aplicativo de encontros. Com a intensidade amorosa ficando cada vez mais constante, Matias descobre que Rafael é um político em ascensão que vai concorrer ao cargo de prefeito. Dessa relação, que acompanhamos sob a perspectativa de Matias, a ambição e os desejos vão chegando a superfície das ações.
Ary (Estreia em breve)
Trazendo um pouquinho do Brasil por meio das peculiaridades que circulam entre as ironias e o bom humor de um dos mais conhecidos compositores das história da música brasileira, o longa-metragem Ary, dirigido por André Weller, acerta em cheio ao construir uma narrativa com camadas simbólicas, emocionais e também sociais. Misturando documentário com pitadas de ficção, somos convidados a participar como observadores de um deslumbrante tour pela capacidade inventiva de um artista idolatrado, que abraçou em suas criações a cultura brasileira.
Pequenas Criaturas (Estreia em breve)
Ambientada numa Brasília de quase quarenta anos atrás, conhecemos Helena (Carolina Dieckmann) e seus dois filhos – uma criança e um adolescente – que chegam à capital do Brasil e se mudam para um prédio numa região central. Frustrada pela partida do marido, que logo viaja a negócios, ela se vê perdida e aflita, enquanto marcas do passado e inesperadas aventuras do presente se chocam, nos levando a um recorte cheio de conflitos, não só pra ela, mas para seus dois filhos.
Tudo começa pela educação. Um dos vencedores do Festival É Tudo Verdade 2026, o longa-metragem Sagrado abre seu importante leque de reflexões sobre a educação em nosso país. Aqui, ela é representada por uma escola fruto da luta popular, preenchendo a tela com temas sociais relevantes, a partir de um olhar de dentro pra fora – de dedicados profissionais da educação pública brasileira.
Uncharted – Fora do Mapa está em cartaz nos cinemas mundiais, e já se tornou um sucesso de crítica e público. O primeiro blockbuster de 2022 é a nova aposta da Sony Pictures, pegando carona no sucesso do recente Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. O novo filme conta inclusive com o mesmo ator que interpreta o herói escalador de paredes: Tom Holland, visando engajar o mesmo público. Uncharted é a adaptação de um famoso game adorado pelos fãs, que narra as aventuras do jovem Nathan Drake, um caçador de tesouros moderno atrás de uma fortuna de 500 anos.
Uncharted faz parte de um subgênero conhecido como “aventuras de matinê”, cujos filmes no cinema datam dos primórdios da sétima arte e tiveram influência de outras mídias, como a literatura. Em geral tais tipos de filmes apresentam exploradores aventureiros atrás de tesouros históricos escondidos, conhecidos somente através de mapas, se deparam com todo tipo de perigo, em especial armadilhas mortais. Essas jornadas ocorrem em lugares exóticos e escondidos do mundo, seja nas pirâmides do Egito, ou nas selvas da América Central ou Latina.
Uncharted é baseado num game, mas sua história pega emprestado deste subgênero da sétima arte. Entrando no clima desta nova superprodução à moda antiga, recomendada para toda a família, resolvemos separar outros treze filmes, entre clássicos e filmes mais recentes, criados nestes moldes da aventura de matinê. Confira abaixo e não esqueça de comentar.
Cidade Perdida (2022)
Não são apenas Tom Holland e Mark Wahlberg que irão se aventurar no subgênero das aventuras de exploração neste ano. A estrela Sandra Bullock irá se juntar ao sumido Channing Tatum para seu próprio filme de matinê na selva. Aqui, a inspiração parece ser o clássico dos anos 80, Tudo por uma Esmeralda(1984), que veremos mais para frente na lista. No filme, Bullock vive uma escritora de sucesso. Seus livros são justamente obras de tal gênero – aventuras passadas na floresta e em locais exóticos. Ela é recrutada por um milionário que acredita que o tesouro apresentado nos livros da autora exista realmente. Para resgatá-la, um modelo que interpreta o herói dos livros da escritora, papel de Tatum. Cidade Perdida mistura ação e comédia, e estreia em março.
Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981)
Não dá para falar dos filmes de aventura de matinê sem mencionar o maior e melhor deles. O filme de Steven Spielberg revitalizou o subgênero em 1981, e desde então se mantém como referência para todos que vieram depois dele. Antes do primeiro Indiana Jones, os clássicos em preto e branco de Tarzan e Robin Hood não eram muito levados a sério. Mas o filme de Spielberg mostrou que as produções do gênero não eram brincadeira, os elevando a um novo patamar. E pensar que tudo nasceu da vontade do diretor em comandar um filme de 007. O primeiro Indiana Jones foi inclusive indicado ao Oscar de melhor filme. Nas formas de Harrison Ford, o herói gerou mais três continuações (em 1984, 1989 e 2008). Um quinto filme já está sendo gravado para o lançamento em 2023.
Os Goonies (1985)
Quando foi lançado nos EUA, por ter produção do mesmo Steven Spielberg do item acima, Os Goonies foi muito definido como uma versão mirim de Indiana Jones. Afinal, tínhamos um mapa do tesouro, cavernas, pedras que caem e todo tipo de armadilha. Além, é claro, de vilões no encalço dos heróis. Era como se Indiana Jones e E.T. se unissem em um único filme – com uma turminha muito esperta de crianças se metendo a aventureiros exploradores. Com o tempo, o status de culto de Os Goonies foi apenas aumentando junto ao seu público-alvo, ou seja, as crianças – que fizeram do longa um dos mais adorados do gênero. Na trama, um grupo de amigos sai em busca do tesouro desaparecido de um pirata, escondido debaixo de sua cidade. Atrás dos pequenos estão uma família de bandidos.
Tudo por uma Esmeralda (1984)
Quando Indiana Jones foi lançado, se tornou uma febre. E em Hollywood, quando um filme faz sucesso, logo todos os estúdios e produtores começam a se mexer para criar diversos outros produtos nos mesmos moldes – é daí que temos esta verdadeira enxurrada de filmes de super-heróis na atualidade. Seja os filmes slasher, ou as aventuras de matinê, quando uma produção acertava no alvo, podemos ter certeza que a fórmula será reprisada. E no início dos anos 80, Indiana Jonesmexeu neste caldeirão para a fórmula das aventuras de matinê. Um dos mais famosos “clones” da época foi este longa estrelado por Michael Douglas e Kathleen Turner. A história fala sobre uma escritora de romances aventurescos viajando até uma selva da América Latina para ajudar a irmã sequestrada por criminosos. No local, ela irá se deparar com o aventureiro mercenário Jack Colton. O filme fez sucesso e no ano seguinte, Douglas e Turner reprisavam seus papeis em A Joia do Nilo, aventura que levava o casal desta vez para Oriente Médio.
As Minas do Rei Salomão (1985)
Tudo por uma Esmeralda(1984) pode ser um clone de Indiana Jones, mas é uma “cópia” digna, feita com esmero, com um grande estúdio bancando (a 20th Century Fox) e bons diretores por trás (Robert Zemeckis e Lewis Teague). Mas quando falamos em As Minas do Rei Salamão – embora seja baseado no livro clássico de H. Rider Haggard -, falamos de uma produção da “picareta” Cannon Films, dos primos israelenses Yoram Globus e Menahem Golan. Feito a toque de caixa, com efeitos mambembes até para a época, As Minas do Rei Salomão trazia Richard Chamberlain como o aventureiro Allan Quatermain, e uma jovem Sharon Stone em início de carreira, como sua sidekick Jesse. A proposta, sem papas na língua, era uma cópia deslavada de Indiana Jones. O filme deu certo lucro e dele foi gerado a continuação Allan Quatermain e a Cidade do Ouro Perdido, logo em 1986.
Os Aventureiros do Fogo (1986)
Por falar na picareta Cannon Films, o estúdio apostou forte para ter seu próprio Indiana Jones na década de 1980. Acontece que a esta altura, a produção da LucasFilm e da Paramount já havia gerado dois filmes de muito sucesso, que haviam se tornado fenômenos mundiais. Assim, a Cannon achou por bem investir pesado para tirar da cartola algo tão lucrativo quanto. Depois dos filmes de Allan Quatermain, a proposta do estúdio era introduzir seu menino de ouro Chucky Norris no gênero. O imortal Norris sempre fez filmes policiais ou de guerra com muitos tiros e explosões, mas aqui se aventurava de forma inédita nos filmes de exploração de matinê. Fazendo parceria com o vencedor do Oscar Louis Gossett Jr., a dupla caça no deserto um tesouro maia-asteca-egípcio-apache.
O Fantasma (1996)
Com o fim dos anos 80, Indiana Jones descansava e outros tipos de filmes eram os que arrastavam multidões aos cinemas. Mas alguns produtores ainda viam lucro a ser tirado do subgênero. Aqui, a mesma Paramount resolveu investir de novo na temática ao levar para as telonas pela primeira vez um dos mais antigos personagens de quadrinhos da história: o espírito que anda Fantasma. O herói que é o protetor da floresta foi criado por Lee Falk, e publicado pela primeira vez ainda em 1936. Na forma de uma superprodução, o personagem clássico ganharia as formas de Billy Zane num filme que não atingiu o seu potencial, mas que viraria cult. Esse é um personagem que merecia nova chance, seja nas telonas ou nas telinhas, com uma série moderna.
A Múmia (1999)
Quando falamos em herdeiros de Indiana Jones, talvez nenhum outro filme seja tão querido pelos fãs quanto a franquia A Múmia. Em especial o primeiro filme, de 1999, conseguiu resgatar o espírito das aventuras de matinê trazido ao mainstream por Indiana Jones. Ou seja, definitivamente, A Múmia foi para a geração seguinte, o que o citado filme de Spielberg havia causado nos anos 80. A Universal acertou em cheio, e o diretor Stephen Sommers foi o responsável por recauchutar o clássico de terror da década de 1930, o transformando em um filme ágil, leve e divertido, repleto de aventura à moda antiga, e um tempero de terror de mentirinha. Com efeitos especiais de primeira, A Múmia elevava ainda mais o subgênero o transformando num verdadeiro blockbuster. O longa gerou uma sequência imediata, em 2001 – que não obteve o mesmo efeito -, e uma sequência tardia em 2008. Brendan Fraser se mostrou um herói à altura para filmes do estilo.
Lara Croft – Tomb Raider (2001)
Antes de Nathan Drake e Uncharted, outro famosíssimo game era criado nos mesmos moldes de Indiana Jones. A personagem Lara Croft foi uma das primeiras musas dos videogames, e ainda hoje mantém este título. A heroína transcendeu os jogos e ganhou imensa popularidade na cultura pop. Mistura de Bruce Wayne e Indiana Jones, Lara Croft é uma milionária herdeira de uma fortuna, que possui como hobby caçar tesouros em países exóticos, se envolvendo em todo tipo de aventura. O game ganhava as telonas pela primeira vez em 2001, numa superprodução bancada pela mesma Paramount (de Indiana Jones e O Fantasma), e protagonizada pela estrela Angelina Jolie (que vestiu a personagem como uma luva). Uma continuação foi lançada em 2003 – sem o mesmo impacto. Em 2008, a personagem ganhou um reboot nas formas da mignon Alicia Vikander.
A Lenda do Tesouro Perdido (2004)
O subgênero das aventuras de matinê foi sacudido novamente nos anos 2000 com o lançamento de Lara Croft – Tomb Raider (2001). Fora isso, os produtores começaram a mexer seus pauzinhos para o retorno de Indiana Jones no fim da década, em 2008. Neste meio tempo, a Disney tirou do papel sua própria versão desta aventura – sem saber que alguns anos mais tarde seria a dona do próprio Indiana Jones. Aproveitando o status de astro da ação de Nicolas Cage – na época um dos grandes nomes do cinema entretenimento -, a Disney lançava este misto de Indiana Jones e O Código da Vinci (2006), com Cage desvendando os mistérios ocultos dentro de seu próprio país, os EUA. O filme gerou uma continuação em 2007, e em breve irá estrear como série de TV na plataforma Disney+, protagonizada por Catherine Zeta-Jones.
Sahara (2005)
Para toda “imitação” de um filme criado com alto nível, temos também os “clones sem-vergonha”, com o perdão do palavreado. Não que esta aventura da Paramount seja sem seus atrativos, com grandes nomes no elenco, cenas de tirar o fôlego e valores de produção de primeira. O que acontece é que o filme veio e foi tão rápido, que muitos rapidamente esqueceram de sua existência, ou talvez nem mesmo lembrem que o filme tenha sido lançado. O Indiana Jones da vez aqui era vivido por Matthew McConaughey, que parece ter nascido para viver este tipo de herói aventureiro canalha e piadista. Steve Zahn é o sidekick perfeito, e a musa espanhola Penélope Cruz também acerta em cheio vivendo a parceira de aventuras do protagonista. Segundo as más línguas, McConaughey e Cruz tiveram um romance na vida real durante as gravações. Este é outro filme que merecia nova chance, ou ao menos ressurgir como cult.
Expedição Kon-Tiki (2012)
Todos os filmes apresentados na lista até agora são obras do cinema entretenimento, aventuras de ação com elementos fantásticos em sua trama. Mas existem também filmes mais sérios que abordam o gênero do cinema de aventura e exploração. E os dois últimos itens desta lista são justamente exemplares deste segmento. Para os que curtem um estilo de aventura mais adulta e realista, Expedição Kon-Tikié uma grande pedida. Produção norueguesa, o longa foi indicado ao Oscar de filme estrangeiro em 2013. A trama relata a aventura biográfica do explorador Thor Heyerdahl, que viajou 4.300 milhas numa balsa de madeira no Pacífico, em 1947. A jornada fazia parte de um experimento para provar que os sul-americanos foram capazes de colonizar a Polinésia na era pré-colombiana.
Z – A Cidade Perdida (2016)
Dirigida pelo prestigiado James Gray, esta aventura à moda antiga é séria e adulta, e relata a expedição real do explorador britânico Percy Fawcett, vivido por Charlie Hunnam. Em sua jornada na Amazônia na virada do século XX, sua missão era encontrar a tal cidade perdida, que segundo ele mostraria uma civilização avançada que habitou a região. Este ótimo exemplar do gênero, que precisa ser descoberto por mais gente, conta com um elenco renomado – que inclui Robert Pattinson, Tom Holland e Sienna Miller.
A franquia absurda da produtora Asylum irá continuar; com uma cabeça a mais. ‘O Ataque do Tubarão de 6 Cabeças‘ ganhou o seu primeiro cartaz e a data de estreia.
Confira:
“O que deveria ser um casamento em uma ilha remota se torna um verdadeiro teste pela sobrevivência quando um tubarão de 6 cabeças começa a atacar a praia. Isolados com poucos recursos, os sobreviventes tentam lutar contra o tubarão, mas logo irão descobrir que ninguém está a salvo na água ou na terra.”
O filme estreará direto na TV no dia 28 de agosto.
Apesar da saída de Andrew Lincoln e Lauren Cohan da série, Lincoln vai estrelar uma trilogia de filmes no mesmo universo do programa, e os produtores já deixaram claro que as portas estão abertas para o futuro retorno de Cohan.
O elogiado ‘Era uma Vez em Hollywood‘ ultrapassou a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais, consolidando-se como um dos maiores sucessos de Tarantino.
Nos EUA, o longa acumula US$ 134.3 milhões. No mercado internacional, são US$ 176.2 milhões.
Ao total, o derivado já arrecadou US$ 310.5 milhões mundialmente.
Em termos de comparação, ‘Era uma Vez em Hollywood‘ já é a terceira maior bilheteria da carreira do Quentin Tarantino, ficando atrás apenas de ‘Django Livre‘ (US$ 425.4m) e ‘Bastardos Inglórios‘ (US$ 321.5m).
O longa foi escrito e dirigido por Quentin Tarantino, sendo esta a 9ª produção sob o seu comando.
Um ator de televisão e seu dublê embarcam em uma odisseia para se fazer um nome para si na indústria cinematográfica durante os assassinatos de Charles Manson em 1969, na cidade de Los Angeles.
O elenco grandioso conta com Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Al Pacino, Margot Robbie, Kurt Russell, Dakota Fanning, James Mardsen, Bruce Dern, Michael Madsen, Tim Roth, Timothy Olyphant, Damian Lewis, Lena Dunham, Emile Hirsch, Luke Perry, Scoot McNairy e James Remar.
O ator Richard Herd, que recentemente participou do elogiado terror ‘Corra!‘, morreu aos 87 anos. O artista faleceu devido a complicações do câncer, em Los Angeles.
Herd interpretou o vilão Roman Armitage no terror dirigido por Jordan Peele.
Confira um clipe de sua participação:
Sua carreira começou em 1970 e, desde então, o ator teve mais de 150 créditos em seu currículo. Dentre os destaques em sua carreira, Herd participou de ‘Seinfeld‘, ‘Buffy the Vampire Slayer‘, ‘V‘, ‘Dallas‘, ‘Star Trek: The Next Generation‘, entre outros.
O ator morava com sua esposa, Patricia Crowder Herd.
Durante uma sessão de perguntas e respostas no Twitter, o ator Jeffrey Dean Morgan falou sobre o fim de ‘The Walking Dead‘, declarando que os 30 episódios finais da série serão especiais.
“Saber que a série está terminando é difícil para nós que trabalhamos nela há algum tempo. Nós realmente somos como uma segunda família. Vai ser difícil processar isso. Mas tenho muita sorte por termos tido esse tempo juntos. Os próximos 30 episódios serão especiais.”
lots of stuff I think. But I’ll tell ya… KNOWING it’s ending? is rough for those of us that have been around a minute. Really is a second family. Going to be difficult to wrap head around. But? Very lucky to have had this time together. And next 30 eps are gonna be special.
Vale lembrar que os seis episódios extras da 10ª temporada serão lançados no dia 28 de fevereiro.
Confira as imagens promocionais:
Confira a sinopse oficial de cada um dos vindouros episódios:
“Home Sweet Home” (Episódio 17): Maggie retornou com uma história que ela não está preparada para contar, mesmo quando o passado a alcança. A segurança do Negan está em risco. Daryl e Maggie enfrentam uma ameaça desconhecida.
“Find Me” (Episódio 18): Uma aventura do Daryl e da Carol se complica quando eles encontram uma velha cabana. O lugar faz o Daryl lembrar do passado, quando ele deixou o grupo após o desaparecimento do Rick, enquanto ele revive um tempo que apenas o apocalipse poderia manifestar.
“One More” (Episódio 19): Gabriel e Aaron procuram por comida e suprimentos para levar de volta para Alexandria. Pequenas tragédias ganham grandes proporções uma vez que a fé é destruída e o otimismo é fragmentado quando eles são colocados à prova.
“Splinter” (Episódio 20): Eugene, Ezekiel, Yumiko e a Princesa são capturados e separados. Princesa luta contra as memórias do seu passado traumático e tenta escapar a todo custo com a ajuda do Ezekiel.
“Diverged” (Episode 21): Daryl e Carol seguem caminhos separados. Cada um deles entra em seu próprio modo de sobrevivência e os desafios mais simples se tornam os mais complicados. Será que a jornada individual deles será o elemento necessário para consertar suas amizades ou a distância entre eles será permanente?
“Here’s Negan” (Episódio 22): Carol leva o Negan em uma jornada, na expectativa de abafar a tensão crescente. Negan reflete sobre os eventos que o levaram até esse ponto e chega a uma conclusão sobre o seu futuro.
A Netflix divulgou um novo clipe da minissérie mexicana ‘Maya e os 3 Guerreiros‘.
Confira:
A produção será lançada na plataforma no dia 22 de outubro.
A produção foi escrita e dirigida por Jorge R. Gutiérrez, mesmo nome por trás do aclamado ‘Festa no Céu’.
Em um mundo mítico, onde a magia é real e quatro reinos governam, vive uma princesa guerreira, corajosa e rebelde chamada Maya. Ela embarca em uma aventura fantástica para cumprir uma antiga profecia, mas será que vai conseguir derrotar os deuses e salvar a humanidade?
O elenco conta com Zoe Saldaña, Gabriel Iglesias, Allen Maldonado, Stephanie Beatriz, Diego Luna, Gael García Bernal, Alfred Molina, Kate del Castillo, Danny Trejo, Cheech Marin, Rosie Perez, Queen Latifah, Wyclef Jean, Gutiérrez, Sandra Equihua, Isabela Merced, Chelsea Rendon, Joaquín Cosío, Carlos Alazraqui e Rita Moreno.
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