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‘Sherlock Holmes 3’ é uma PRIORIDADE para Robert Downey Jr.

Há algumas semanas, o diretor Dexter Fletcher afirmou que um terceiro filme da franquia Sherlock Holmes‘, estrelada por Robert Downey Jr. e Jude Law, não está em desenvolvimento.

No entanto, o cineasta admitiu que já existe um roteiro.

E a produtora Susan Downey, esposa de Robert, deu mais detalhes sobre a produção.

Ao participar do UnWrapped podcast, Susan foi questionada sobre as atualizações da sequência e garantiu aos fãs que o longa ainda é uma prioridade para ela e seu marido.

“Bem, aqui está o que posso te dizer… E Amanda Burell [a co-produtora] pode confirmar. Antes disso, nós almoçamos com o Robert, nós três. E esse era um tópico muito específico da conversa. Então sim, o filme está se movendo. Vamos fazer quando for o momento certo, com as pessoas certas, mas é uma prioridade para a empresa e para Robert [Downey Jr.].”

No fim de março, o ator Eddie Marsan, que interpretou o Inspetor Lestrade em ‘Sherlock Holmes‘ (2009) e ‘Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras‘ (2011), revelou que adoraria retornar para o terceiro filme da franquia.

“Eu não sei nada [sobre o terceiro filme]. Continuo ouvindo algumas coisas sobre o projeto, e eu acabei de gravar um filme com o Jude [Law], mas ninguém nos abordou ainda. Não sei se vai acontecer. Eles continuam discutindo sobre um novo filme, mas já faz mais de 10 anos. Espero que aconteça. Acho que o Jude estava fantástico naquele papel. Eu adoraria retornar para o terceiro filme. Veremos.”

Anteriormente, o diretor Guy Ritchie, que comandou os dois primeiros longas, declarou que realização do terceiro filme dependeria da participação do astro Robert Downey Jr.“Bem, honestamente, deixei isso para Robert [Downey Jr.]. Ele queria ser responsável por isso. Então ele está no comando do roteiro e de todo o resto. Eu não vou me envolver nisso até que haja um momento para eu me envolver.”

Faz anos que a Warner está tentando tirar o terceiro filme da franquia ‘Sherlock Holmes‘ do papel.

Daisy Ridley (‘Star Wars’, ‘Assassinato no Expresso do Oriente’) estava sendo cotada para viver Sidney, a protagonista feminina do longa-metragem. Ela é descrita como uma repórter investigativa do San Francisco Herald, mas, na verdade, é uma agente estadunidense disfarçada.

Além disso, recentes boatos indicam que o principal vilão do longa será um senador chamado Cornelius Guest, descrito como um ambicioso empresário que tenta orquestrar um plano para roubar o ouro da nação americana para investir em seus negócios.

Maiores detalhes sobre a trama não foram mencionados e, com a saída do diretor Guy Ritchie do comando, é possível que a sequência tenha um tom mais surpreendente sob a direção de Dexter Fletcher… se o filme realmente for feito. 

Netflix bloqueia comentários no trailer de ‘Rainha Cleópatra’ após reações racistas; Confira!

Recentemente, a Netflix divulgou o primeiro trailer de ‘Rainha Cleópatra‘, série documental que narra a vida e as conquistas da icônica monarca egípcia.

O vídeo conta com pouco mais de 2 milhões de visualizações, mas a plataforma de streaming desativou os comentários depois de alguns usuários se revoltaram ao ver Cleópatra representada como um mulher negra.

De acordo com o Metrópoles, diversos internautas publicaram comentários negativos moderados, enquanto outros foram explicitamente racistas, o que motivou a restrição.

O debate acabou se estendendo para as redes sociais, com alguns insistindo que uma atriz branca deveria interpretar a figura histórica.

Por outro lado, há aqueles que defendem a escolha de Adele James no papel principal, já que o Egito é um país do continente africano.

Confira algumas reações:

Lembrando que a produção chegará ao catálogo da plataforma de streaming no dia 10 de maio.

Confira:

A série é produzida por Jada Pinkett Smith.

A trama é centrada em Cleópatra, a mulher mais famosa, poderosa e incompreendida do mundo – uma rainha ousada cuja beleza e romances ofuscaram uma habilidade ímpar: seu intelecto. A herança de Cleópatra tem sido assunto de vários debates acadêmicos, ignorado constantemente por Hollywood. Agora, a série redescobre esse fascinante capítulo de sua história.

‘Transformers: O Despertar das Feras’: Teaser com cenas inéditas destaca os principais heróis do novo filme; Confira!

A Paramount Pictures divulgou um novo teaser de ‘Transformers: O Despertar das Feras‘, destacando os principais heróis que se juntam a Optimus Prime na luta contra os Terrorcons, aliados dos Decepticons.

Confira:

Lembrando que os filmes dirigidos por Michael Bay para a franquia não eram muito queridos pelos críticos, mas atraiam o público e faziam mais de US$ 1 bilhão mundialmente cada.

Agora, a Paramount Pictures está fazendo outra tentativa na franquia com ‘Transformers: O Despertar das Feras‘. Aproveitando a nostalgia dos anos 90 e tentando fazer algo realmente novo ao apresentar os Maximals, a esperança é que esse novo começo possa inaugurar uma nova era de narrativa. A campanha de marketing atualmente parece um pouco silenciosa, e pode haver uma boa razão para isso.

Em entrevista ao The Hot Mic, o jornalista Jeff Sneider afirmou que há grandes problemas com o filme nos bastidores.

“Eles estão ficando um pouco preocupados com ‘Transformers'”, explica ele. “Isso é o que eles disseram, eles disseram que ‘Transformers’ passou por cerca de uma dúzia de diferentes equipes de edição que discutiram sobre diferentes cortes do filme.”

O co-apresentador do podcast, John Rocha, foi ainda além e afirmou que o filme está uma “bagunça” e que o estúdio está “tentando consertá-lo” para lançá-lo nos cinemas.

A Paramount Pictures pretende estrear o filme no dia 8 de junho.

O novo trailer será lançado na quinta-feira, 27 de abril. Trata-se do dia que acontecerá o painel do estúdio na CinemaCon em Las Vegas, que terá cobertura PRESENCIAL do CinePOP com novidades exclusivas.

Você está animado para o novo filme?

Assista ao trailer:

Transformers: O Despertar das Feras‘ será o primeiro filme de uma nova trilogia e se passará em 1994, mostrando dois humanos do Brooklyn que entram em um antigo conflito que se relaciona com três facções de Transformers.

O filme é dirigido por Steven Caple Jr.

Confira a sinopse:

Voltando à ação e ao espetáculo que capturou pela primeira vez os espectadores ao redor do mundo 14 anos atrás com o ‘Transformers‘ original, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público à uma aventura pelo mundo, ambientada nos anos 90, e apresentará os Maximals, Predacons e Terrorcons à batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons.

O grande vilão será o Scourge, que incorpora pedaços de Transformers derrotados em seu corpo. Também teremos o Optimus Primal, o gorila líder dos Maximals, confidente de Optimus Prime.   

A história se passará em Machu Picchu, no Peru, na América do Sul e nos Estados Unidos. 

Anthony Ramos (‘Em um Bairro de Nova York’) e Dominique Fishback (‘Judas e o Messias Negro’) são os astros do próximo filme da franquia, que teve roteiro escrito por Joby Harold (‘Rei Arthur: A Lenda da Espada’).   

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$4,3 bilhões, enquanto o spin-off Bumblebee, comandado por Travis Knight, conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$469 milhões.

CinePOP estará presente na CinemaCon em Las Vegas; Confira os destaques da programação!

O CinePOP estará presente na CinemaCon, a maior convenção do mercado de cinema, que acontecerá em Las Vegas entre os dias 24 e 27 de abril.

Separamos aqui alguns destaques da programação de cada dia.

No dia da abertura, serão realizados das 10h às 17h networking, reuniões e socializações entre os convidados, palestrantes e membros da imprensa, que serão levados ao salões preparados para sua conveniência.

Entre 15h e 16h vai acontecer a palestra Os cinemas não vão a lugar nenhum.

Mediada por Jeffrey Cole, diretor do Center for the Digital Future, a palestra vai discutir o futuro da indústria cinematográfica em meio ao avanço de mídias emergentes.

Confira abaixo a grade de programação do dias:

Dia 24 – 17h às 17h45

Bem-vindos à CinemaCon 2023: Uma recepção de pré-abertura

A CinemaCon recebe os convidados para uma recepção especial. Junte-se a seus amigos e colegas enquanto comemoramos o início do que sabemos que será uma ótima semana para o setor.

Dia 24 – 18h15 às 20h15

Noite de abertura

A Sony Pictures Entertainment dá o pontapé inicial com uma apresentação exclusiva destacando seus próximos lançamentos

Apresentado por:
Tom Rothman, presidente e CEO da Sony Pictures Entertainment Motion Picture Group
Josh Greenstein, presidente da Sony Pictures Entertainment Motion Picture Group
Steven O’Dell, presidente de lançamento internacional
Adrian Smith, presidente de lançamento doméstico

Dia 25 – 8h30 às 12h30

O estado da indústria e apresentação de novidades da Warner Bros Pictures

A Warner Bros. Pictures, comemorando 100 anos de magia do cinema, convida você para ‘The Big Picture’, uma apresentação especial destacando sua próxima lista de lançamentos

Dia 25 – 16h45 às 19h15

Exibição especial da Warner Bros. Pictures (Detalhes do filme a serem anunciados).

Dia 26 – 7h45 às 8h45

Construção de comunidade em seu cinema por meio de marketing criativo

Os cinemas servem como centro cultural para muitas comunidades e maximizar esse papel é crucial para aumentar a bilheteria. Este painel oferecerá conselhos práticos sobre como aumentar a fidelidade do cliente, gerar publicidade, certificar-se de que os representantes eleitos estejam cientes do impacto que seu negócio tem a fim de atrair mais público.

Dia 26 – 9H30 às 12H30

A Walt Disney Studios convida você para sua apresentação de 2023, destacando sua próxima programação de lançamento, seguida por um aexibição especial antecipada de ‘The Boogeyman‘, da 20th Century Studios.

Baseado no romance homônimo de Stephen King, ‘The Boogeyman‘ estreia em 02 de junho nos cinemas norte-americanos.

Na trama, a estudante do ensino médio Sadie Harper e sua irmã mais nova, Sawyer, estão sofrendo com a morte recente de sua mãe e não estão recebendo muito apoio de seu pai, Will, um terapeuta que está lidando com sua própria dor. Quando um paciente desesperado aparece inesperadamente em sua casa em busca de ajuda, ele deixa para trás uma terrível entidade sobrenatural que persegue famílias e se alimenta do sofrimento de suas vítimas.

Dia 27 – 7h45 às 8h45

Seminário ICTA: A tecnologia por trás do cinema e de eventos ao vivo

Os espectadores estão migrando para experiências premium no cinema, gerando bilheterias desproporcionais. Não perca esta sessão do ICTA enquanto especialistas do setor discutem oportunidades e tecnologias para ir além do PLF e oferecer experiências cativantes para o público com eventos ao vivo e cinema de eventos.

Dia 27 – 10h às 11h45

A Paramount Pictures convida você para uma apresentação exclusiva destacando sua próxima lista de lançamentos

Dia 27 – 12h15 às 14h

Programa especial de almoço para cineastas – Uma conversa com Martin Scorsese e a apresentação do prêmio ‘Legend of Cinema‘.

Junte-se a nós para um almoço muito especial enquanto o CinemaCon e a indústria cinematográfica global prestam homenagem a um dos cineastas mais icônicos, ousados ​​e inovadores de todos os tempos, Martin Scorsese. Além da apresentação do prêmio ‘Legend of Cinema‘, a programação incluirá uma conversa especial com nosso convidado de honra.

Dia 27 – 14h30 às 16h30

A Lionsgate convida você para sua apresentação em estúdio em 2023, incluindo uma exibição especial de ‘Joy Ride‘.

Dos produtores de ‘Vizinhos’, ‘Joy Ride‘ é estrelado por Ashley Park, Sherry Cola, Sabrina Wu e a indicada ao Oscar Stephanie Hsu como quatro amigas que embarcam em uma viagem internacional, repleta de aventura, adrenalina, loucuras e deboche. Dirigido por Adele Lim, o filme está previsto para ser lançado nos cinemas norte americanos em 07 de julho de 2023.

Dia 27 – 21h15 às 23h00

CinemaCon e a Coca-Cola Company convidam você para a festa de encerramento do evento. Junte-se a nós para uma noite de boa comida, diversão e entretenimento especial.

Dica de Filme | ‘Cuidado com o Slenderman’ é um potente documentário sobre um chocante caso da vida real

Surgido nas creepypastas da Internet – ou seja, em seus locais mais obscuros e perscrutados por contos sobrenaturais e histórias de terror – a figura do Slenderman percorreu os quatro cantos do cenário virtual e inspirou e aterrorizou diversas pessoas, incluindo duas jovens garotinhas a cometer uma das maiores atrocidades dos últimos anos: a tentativa de homicídio doloso de uma menina pré-adolescente.

O evento protagonizado por Morgan Geyser e Anissa Weier tornou-se um dos casos mais bizarros (por falta de outro adjetivo que harmonize o suficiente) a povoarem a cultura dos Estados Unidos – mais precisamente no condado de Waukesha, Wisconsin. Como já dito no primeiro parágrafo, todo o arco começa e termina em uma grande tragédia que permanece aberta e sem explicações palpáveis até hoje.

Primeiramente, precisamos entender que o Slenderman foi o maior mito a ser gerado dentro de um ambiente virtual, e sua “lenda”, por assim dizer, passou pelo mesmo processo da cultural oral e foi transmitida através de sites de redirecionamento e readaptações narrativas que sempre lhe acrescentavam novas perspectivas e releituras. A figura original foi criada durante um concurso de photoshop, no qual Eric Knudsen editou fotos antigas com o acréscimo de uma criatura alta, pálida e sem rosto, cuja deformidade assustadora sempre estava acompanhada de crianças desavisadas e situações do cotidiano.

Sua backstory, apesar de não tão profunda como a de outros personagens muito famosos da contemporaneidade, é pautada essencialmente no desejo de raptar crianças e/ou fazê-las sofrer com alucinações para que se tornem vítimas fáceis. Não se sabe se ele se alimenta da energia juvenil, mas seus alvos não poderiam ser mais claros. Recentemente, uma gama de jogos online e até mesmo fan-fics (contos de ficção publicados online) foram disponibilizadas para o público, gerando uma legião de fãs que sustentam a imagem do Slenderman até hoje – inclusive, os direitos de imagem deste personagem foram também adquiridos para a produção de longas-metragens e franquias cinematográficas.

Quando Irene Taylor Brodsky anunciou, em 2016, que seu próximo trabalho iria se aprofundar nas relações, nas causas e nas consequências do caso supracitado, causou bastante alvoroço por parte dos críticos e do próprio público, por dois motivos principais: idealizar um documentário analítico que envolva mitos de um ambiente virtual poderia se configurar como um “tiro pela culatra”, emergindo como uma produção desnecessária e sem objetivo aparente. Além disso, os eventos envolviam menores de idade, e a participação da família poderia ser revogada pelas autoridades e pela comunidade artística.

Entretanto, retomando suas obras anteriores (como The Final Inch’ e Hear and Now’), sabemos que Brodsky sempre teve uma mão muito firme para projetos complexos e contraditórios, nos entregando produções audiovisuais memoráveis e dignas de citação. E, apesar de seu longo tempo de exibição – quase 120 minutos -, Cuidado com o Slenderman’ (‘Beware the Slenderman’, no original), é uma ótima análise antropológica e sociopsicológica sobre a influência das mídias digitais na sociedade contemporânea e como distúrbios mentais podem dar margem a corolários terríveis.

É interessante já citar que o filme não procura encontrar um veredicto ou apontas culpados e inocentes: tudo gira em torno dos fatos apresentados e como eles estão relacionados. Obviamente, alguns dos entrevistados acusam as duas garotas – principalmente aqueles que não mantinham contato com elas ou que presenciaram ao massacre de forma passiva e indireta -, e outros defendem seu julgamento como realmente são – crianças. Toda a ambiência é tensa e causa um desconforto crescente no espectador, principalmente por tratar de assuntos delicados com uma profundidade lúdica.

Logo de cara, percebemos que Anissa e Morgan não são tratadas como crianças normais: suas personalidades introspectivas e extremamente devotas à família e aos valores que conhecem as transformaram em pré-adolescentes excluídas dos círculos sociais que frequentavam. A “descoberta” de uma figura como essa não veio com estranhamento, mas sim como a possibilidade de um refúgio para as duas garotas. Afinal, o constante bullying que sofriam na escola pode até tê-las aproximado, mas causou sérias consequências em sua vida psíquica, ainda que não tão aparentes. Brodsky faz questão de, através de uma montagem dinâmica e pontuada com explicações plausíveis e compreensíveis, explicar os motivos que as levaram a se conectar tanto com um personagem fictício a ponto de se tornarem suas “escravas”.

O documentário é uma mistura híbrida de ficção com acontecimentos reais, como podemos perceber logo no começo. A primeira sequência é uma gravação em found footage que mostra o encontro de uma menina com o personagem-título – um encontro tão efêmero quanto a certeza de sua existência. Os depoimentos são entrelaçados com recriações e até mesmo vídeos de YouTube que mostraram a aparição do Slenderman em diversas ocasiões. A veracidade de tais clipes não pode ser confirmada – e é questionada por autoridades e especialistas -, mas não podemos nos esquecer de que o principal foco do longa-metragem é analisar a crença e como seu extremismo pode levar a sérias consequências.

Vários estudos deste campo indicam que, quando a energia psíquica emanada pela crença ferrenha em algo ou alguma coisa – por exemplo, uma aparição -, a probabilidade de que ela passe a existir para determinados indivíduos aumenta consideravelmente. E, através destas mesmas análises, é que doenças neurológicas como esquizofrenia ou demência podem ser estudadas com mais afinco – inclusive, Anissa (responsável por esfaquear a vítima do evento) foi diagnosticada com tais problemas e foi levada para um hospital psiquiátrico. E, pelo que podemos concluir com o fechamento do documentário, foi exatamente isso o que aconteceu: as protagonistas se apegaram de forma quase transcendental a uma criatura imaterial, mas muito mais presente em suas vidas que outras figuras – como o pai e a mãe.

‘Cuidado com o Slenderman’ foi uma das surpresas mais chocantes e, ao mesmo tempo, agradáveis da década passada. Toda a análise sobre mitos da Internet é apresentada com uma estrutura sólida, tensa e que nos leva a refletir sobre nossa própria personalidade e se estamos sujeitos ou não a passar pela mesma coisa que as jovens garotas passaram.

SENSACIONAL! Conheça a série da A24 para a Netflix que é pura treta, confusão e diversão

Um retrato genuíno e hiperbólico da sociedade contemporânea, Treta é a consumação máxima da frustração humana em seus extremos. Entre a pobreza e a riqueza, a carreira que deu certo e a vida na malandragem e entre trambiques e negociações milionárias, a série original da A24 para a Netflix é uma profunda e caótica análise de personagem que mostra homens e mulheres em seu estado mais primitivo. E com as emoções à flor da pele, diante das circunstâncias mais adversas, dois estranhos que se cruzam no trânsito se tornam algozes um do outro, fazendo de uma fechada em um estacionamento de uma loja de departamento em uma jornada infindável de vinganças desmedidas e ira dilacerada.

Assista ao trailer:

Em alguns momentos até fazendo uma analogia ao animalesco, Treta é um relato cru sobre a psique em seu limite. Mostrando duas extremidades da esfera social – uma empresária talentosa prestes a fechar um acordo milionário e um homem que cresceu em meio à miséria e falta de oportunidades -, a série criada por Lee Sung Jin é uma tempestade perfeita e constrói visualmente o encontro entre um tornado e um furacão. Sempre trazendo à tona a fúria de duas pessoas emocional e profissionalmente frustradas, a original Netflix ainda consegue unir drama e comédia conforme passeia em meio a questionamentos existenciais reais e o humor nascido do inesperado.

Imprevisível a cada episódio, Treta é capaz de nos surpreender de forma crescente, suprindo nossas expectativas não apenas em relação aos personagens, mas também em relação à própria trama. Com Ali Wong e Steven Yeun em performances arrebatadoras, a produção mostra novas facetas de ambos os atores, evidenciando a versatilidade em suas atuações e a capacidade de oscilar em um cenário tragicômico. Estampando uma profundidade inigualável, os dois brilham com vigor e autenticidade e fazem da série uma união impecável entre um roteiro afiado, direção autoral e atuações hipnotizantes.

Com uma estética conceitual que emana a essência criativa da produtora A24, Treta ainda conta com uma direção habilidosa, que hora revela a beleza árida das regiões desérticas da Califórnia, hora favorece as luzes artificiais em contraste com ambientes que exalam a cultura Yuppie. E salpicando temáticas mais sérias como maldição hereditária, infidelidade e porte de armas, a original Netflix é feita de personagens falhos, imperfeitos e muitas vezes difíceis de digerir. Mas mesmo correndo o risco de não serem carismáticos o bastante, Amy (Wong) e Danny (Yeun) nos cativam em suas frustrações e tristezas, à medida em que nos fazem identificar com suas falhas morais, egocentrismo e egoísmo. Tudo isso se dá ao poderoso roteiro de Sung Jin, que muito mais do que humanizar a feiura que naturalmente nos faz torcer o nariz, nos convida a refletir sobre as próprias sombras que carregamos em nós.

E em 10 episódios curtos, dinamismo, suspense e caos sociocultural ganham vida diante das telas, em uma trama progressiva que nos tira o fôlego a cada episódio. Com uma trilha sonora adaptada bem noventista, Treta é uma vitrine de performances dignas de Emmy Awards, uma aula de originalidade e escrita criativa e um banquete de reviravoltas que nos revelam que nada é tão ruim que não possa piorar. Encapsulando o comportamento contemporâneo de insatisfação que rege a sociedade e que transcende raça e status social/ financeiro, essa é mais uma das riquezas que só a A24 tem a ousadia de nos presentear.

‘Thor: Amor e Trovão’: Russell Crowe brigou com a Marvel para usar sotaque GREGO no filme

No ano passado, Russell Crowe fez sua estreia no MCU como Zeus em Thor: Amor e Trovão‘…

E ele disse à Vanity Fair que a equipe da Marvel pediu a ele que Zeus tivesse o sotaque de Maximus, seu personagem em Gladiador‘.

Apesar de Crowe ter ganhado um Oscar pelo papel, ele não queria fazer um sotaque britânico para Zeus, já que ele é um deus grego.

“[Taika Waititi] meio que disse: ‘Escute, eu vim com essa coisa e não sei se você vai responder, mas quer saber, estou pensando em todos os papéis diferentes que você fez, você sabe, que tal um deus grego? Ah, e o pessoal da Marvel quer que você use seu sotaque de Maximus. Esse tipo de voz de classe alta, sabe?’ Então eu disse a Taika: ‘Você não pode me obrigar a fazer isso com sotaque inglês. Quero fazer isso com sotaque grego’. E todo mundo ficou tipo, ‘Do que você está falando?’ Zeus é um deus grego, ele não é de nenhuma outra civilização, ele é um deus grego’.”

Crowe continuou:

“Eles disseram o seguinte: ‘Só vamos deixar você fazer isso se você concordar em filmar simultaneamente todas as cenas com o sotaque que achamos que vai funcionar’. Foi divertido, mas trabalhei dobrado para fazer sotaque grego e depois britânico. Mas o estúdio disse na época que eles fariam as duas coisas juntas e exibiriam as duas, e a caracterização que obteve a maior resposta do público seria a escolhida. A caracterização grega esmagou absolutamente a britânica, esmagou-a por 10 ou 15 pontos, e fiel à sua palavra, eles fizeram o que prometeram.”

E aí, o que você achou da performance de Crowe como Zeus?

Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão‘ já está disponível na Disney+.

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

Intérprete de Chucky em ‘Brinquedo Assassino’ é investigado por pedofilia

De acordo com a emissora Fox11, o ator Ed Gale, que interpretou o boneco Chucky em ‘Brinquedo Assassino‘ (1988), foi acusado de pedofilia e está sendo investigado pela polícia dos Estados Unidos.

A investigação começou depois que um grupo de ativistas online contra a pedofilia identificou Gale em uma conversa de teor sexual com menores de idade em um bate-papo.

Os membros da organização Creep catchers unit (unidade de apanhadores de aberrações) costuma criar perfis falsos de crianças e adolescentes na tenativa de identificar pedófilos.

Foi assim que eles chegaram ao perfil de Gale, que entrou em contato com um dos membros achando que estava conversando com um adolescente.

Ao longo da conversa, o artista disse explicitamente que queria fazer sexo com a pessoa que ele acreditava ser um adolescente.

Depois disso, o grupo descobriu o endereço de Gale em Los Angeles e o confrontaram, mostrando as conversas a ele enquanto filmavam o encontro.

Confira:

No encontro, ele chegou a confessar que estava trocando mensagens com adolescentes, então o grupo acionou a polícia em seguida. Até o momento, o que se sabe é que o ator teve seu celular apreendido e está sob investigação, mas ainda não foi preso.

Atualmente com 59 anos de idade, Gale também teve participações em ‘Howard, o Pato’, ‘Bill & Ted – Dois Loucos no Tempo’, ‘SOS Malibu’, ‘O Natal da Família Monstro’ e ‘Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira’.

Seu último trabalho foi em 2020, no filme ‘Pandemonic‘, lançado diretamente em VOD.

Por falar em ‘Chucky, a atriz Jennifer Tilly confirmou que as filmagens da 3ª temporada da série serão iniciadas na próxima semana.

A atriz retweetou uma postagem que informava: “As gravações da terceira temporada de ‘Chucky’ começarão em uma semana. Fiquem ligados.” 

A notícia confirma o cronograma das filmagens que havia sido divulgado previamente. Como havia sido originalmente reportado, as gravações terão início no dia 27 de abril, em Toronto, e se estenderá até 28 de agosto.

A expectativa é que o terceiro ciclo seja lançado ainda em 2023.

O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.

‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’: Artes inéditas mostram as diferentes variantes do herói; Confira!

Uma página do Twitter dedicada a artes promocionais dos vindouros lançamentos do cinema divulgou diversas imagens de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso.

As artes destacam as diferentes versões do herói.

Confira:

Lembrando que a primeira parte de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ estreia em 02 de junho nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

O segundo filme seguirá o Miles Morales (Shameik Moore), que assumiu o manto do amigão da vizinhança do Brooklyn, enquanto ele se reúne com a Gwen Stacy (Hailee Steinfeld) para tentar navegar na complicada teia do multiverso em busca de um novo vilão e uma equipe de pessoas-aranha.

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Santos é conhecido por seu trabalho em ‘A Lenda de Korra’‘Avatar: A Lenda de Aang’, enquanto Powers co-dirigiu o aclamado ‘Soul’ ao lado de Peter DocterMike Jones.

Thompson, por sua vez, ficou responsável pelo design de produção do primeiro ‘Aranhaverso’.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Lançado em 2019, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ tornou-se um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 375 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 90 milhões.

Dica do fim de semana | Aventuras incríveis no Disney+

Mais um fim de semana chegou, trazendo novas dicas do que assistir. Dessa vez, separamos cinco produções disponíveis no Disney+ para você conferir. São quatro filmes e uma série que trabalham a aventura de forma instigante e divertida. Confira!

 

The Mandalorian

A terceira temporada de The Mandalorian chegou ao fim nesta semana e nada melhor do que aproveitar esse tempo para curtir a aventura de Din Djarin e Grogu pela galáxia de Star Wars. Nesta temporada, Din busca recuperar seu direito de ser um Mandaloriano, então vai até o planeta abandonado de Mandalore para tentar encontrar as águas sagradas, onde deve se banhar. No entanto, ao chegar lá, ele vai descobrir que as condições de vida são boas, dando início a um processo de retomar Mandalore.

Se Meu Fusca Falasse

Clássico responsável por marcar de vez o Fusca na Cultura Pop, esse longa dos anos 60 é uma aventura divertidíssima sobre Jim Douglas, um piloto de corridas que é dispensado de sua escuderia por ser considerado velho demais para o esporte. Assim, sem perspectiva de vida, seu caminho se cruza com o de um simpático fusquinha abandonado em um loja de carros. Juntos, porém, Jim e Herbie vão fazer história ao descobrirem uma conexão mágica que vai render um desempenho assombroso nas pistas de corrida, colocando os empresários doidinhos atrás da dupla.

Tico e Teco: Defensores da Lei

Surpresa positiva de 2022, a adaptação live action de Tico e Teco foi um grande sucesso lançado diretamente no Disney+. Misturando animação 3D com animação 2D e live action, o filme é uma sátira a Hollywood (zoando principalmente a própria Disney) partindo da premissa dos jovens talentos que são descartados quando crescem. Dessa forma, o longa conta a história da dupla Tico e Teco, que caíram no ostracismo após a série terminar. Porém, eles se reúnem novamente quando descobrem que seus antigos companheiros de show estão desaparecendo misteriosamente. Agora, eles irão atrás deste novo caso, enquanto lutam para não serem apagados.

A Lenda do Tesouro Perdido

Aventura clássica do início dos anos 2000, A Lenda do Tesouro Perdido tentou trazer de volta aquela estética meio Indiana Jones de mistério pela história, que estava em alta principalmente pelo sucesso dos jogos da Lara Croft. A trama acompanha um professor de história e criptologista fascinado por moedas e pela maçonaria. Em uma de suas aventuras, ele descobre que provavelmente há um enigma escondido na Declaração da Independência norte-americana que é a chave para um tesouro nacional. Só que ele não está sozinho nessa, e precisará desvendar o mistério antes dos outros se não quiser ser preso pelo FBI.

Meu Amigo, o Dragão

Remake de uma animação da Disney dos anos 70, Meu Amigo, o Dragão é uma aventura juvenil sobre Pete, um garotinho de 10 anos que cresceu sozinho na floresta, onde foi protegido e criou amizade com um imponente dragão capaz de se camuflar para não ser descoberto pelos humanos. Certo dia, porém, Pete acaba sendo encontrado por uma guarda-florestal que decide ajudá-lo e leva o menino para a cidade, onde vai descobrir todo um novo mundo. Só que as ameaças à floresta colocam em risco a vida do dragão, fazendo com que Pete peça ajuda dos adultos para evitar que seu melhor amigo seja morto pela ganância humana. E dá uma olhada nesse elenco: Robert Redford, Bryce Dallas Howard e Karl Urban.

‘Only Murders in the Building’: Meryl Streep e Paul Rudd dançam juntos em vídeo dos bastidores da 3ª temporada; Confira!

As filmagens da 3ª temporada de ‘Only Murders in the Building‘ já foram finalizadas, e os fãs não poderiam estar mais animados para rever Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short de volta à ação.

Junto com eles, Meryl Streep (‘Mama Mia’) e Paul Rudd (‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’) serão os destaques dos próximos episódios.

O personagem de Rudd foi revelado como a última vítima de assassinato no final da 2ª temporada, e o público mal pode esperar para ver como Streep se encaixa na história.

Enquanto aguardamos as respostas, o perfil da série no Instagram compartilhou um divertido vídeo dos bastidores, mostrando Rudd e Streep exibindo seus passos de dança.

Confira:

Além de Streep e Rudd, Jesse Williams (‘Grey’s Anatomy’) Ashley Park (‘Emily em Paris’), Don Darryl Rivera (‘Deixe Ela Entrar’), Allison Guinn (‘Maravilhosa Sra. Maisel‘) e Gerald Caesarto (‘Querido Evan Hansen‘) foram escalados como novos personagens do novo ciclo.

No Brasil, ela é exibida pela plataforma do Star+.

A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.

A série foi criada por Martin e John Hoffman.

‘Drácula’: Robert Pattinson pode estrelar adaptação da diretora de ‘Eternos’

De acordo com o insider Daniel Richtman, Robert Pattinson (‘Batman’) está em negociações para estrelar a nova adaptação de ‘Drácula‘, que será escrita e dirigida por Chloé Zhao (‘Eternos’).

Vale lembrar, obviamente, que Pattinson já interpretou um vampiro muito conhecido nas telonas: Edward Cullen, da saga ‘Crepúsculo‘.

Infelizmente, nenhum outro detalhe sobre a produção foi divulgado.

Anteriormente, a própria cineasta havia confirmado que o projeto ainda estava em desenvolvimento: “Eu, eu estou escrevendo o roteiro atualmente.”

Sobre o que podemos esperar da nova versão, Zhao declarou: “É o mesmo processo que eu passei ao ler o livro da Jessica Bruder [para adaptar ‘Nomadland’], e realmente analisar o que está por trás das páginas; descobrir o significado por trás de cada palavra e a essência da obra. Sou uma grande fã do livro, então eu queria ver qual essência eu encontraria [em ‘Drácula’] para poder reimaginar esse icônico personagem que eu amo.”

A nova adaptação não será apenas uma releitura do clássico romance de Bram Stoker, mas sim uma construção futurista, descrita como “um western de ficção científica”.

Em uma recente entrevista à Variety, a diretora falou sobre sua abordagem única para o icônico personagem e o motivo por tê-lo escolhido como projeto.

Ela continua: “Eu amo personagens complicados. Esse é um livro importante para mim. Imortalidade é algo que comecei a explorar em ‘Os Eternos‘, mas é algo que eu quero questionar a compreender”.

O filme está sendo desenvolvido pela Universal Pictures.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Crítica | Amor e Morte: Minissérie criminal não é ruim, mas Elizabeth Olsen e Jesse Plemons mereciam coisa melhor

Candy Montgomery é um marco popular e jurídico da cultura norte-americana. Uma perfeita dona de casa cristã, ela salta de uma pacata esposa e mãe de duas crianças para uma assassina em julgamento pelas 41 machadadas dilaceradas em Betty Gore, sua amiga e esposa de seu ex-amante. Mais estranho que a ficção, o famigerado caso desafia todas as obviedades de seus relatos e vai além de um simples assassinato à sangue frio. E revivendo esse terrível causo quase 23 anos depois, HBO Max, Nicole Kidman e David E. Kelley se unem para produzir e remontar esse peculiar quebra-cabeça. Mas assim como a ambição não comprometida de The Undoing foi sua ruína em seu episódio final, Amor e Morte deixa a desejar por permanecer em um nível confortável demais.

Isso não quer dizer que a vindoura minissérie não seja boa. Mas com um elenco de ponta encabeçado por Elizabeth Olsen, Jesse Plemons e Lily Rabe, Amor e Morte poderia ter sido muito mais profunda que a história superficial reproduzida e divulgada tantas vezes pela mídia. Se atendo excessivamente a um formato narrativo mais documental e linear, a minissérie original da HBO Max apenas pincela a psique de seus personagens, deixando a maior parte de suas complexidades à imaginação da audiência. Não explorando a densidade deles na intimidade, a produção não inova no gênero de drama jurídico e deixa meros resquícios de uma abordagem psicológica e cultural.

Embora seja dinâmica e não sem perder tempo em avançar sua trama, Amor e Morte perde a oportunidade de fazer uma análise de seu tempo. Com o caso unindo duas décadas tão socioculturalmente díspares – os anos 70 e 80 -, David E. Kelley tinha em mãos um excelente contexto histórico que serviria muito bem como alicerce para um enredo ainda mais sólido e produtivo. Em uma indústria onde já recebemos excelentes dramas jurídicos como American Crime Story: O Povo Contra O. J Simpson e Mare of Easttown, a produção acaba ficando no meio do caminho. Com a minissérie Candy, também baseada no mesmo crime, ainda sendo uma memória recente (a produção foi lançada em 2022 pela Star+ e é estrelada por Jessica Biel), a nova iteração parece um tanto perene e esquecível.

Mas mesmo em meio a suas fraquezas, o brilhantismo de Elizabeth Olsen e Jesse Plemons não é ofuscado e consegue carregar a trama onde ela precisa chegar. E ainda que Kelley se esqueça da estética setentista e oitentista em boa parte de seus sete episódios, a essência de uma boa história continua ali presente, só exige mais disposição da audiência. Conduzida por ótimas atuações e curiosa o suficiente para nos manter em seus episódios, Amor e Morte é mais feita para os fãs do formato e talvez seja pouco convidativa para os de fora. Com potencial para uma grandiosidade semelhante a de outro sucesso de E. Kelley, Big Little Lies, a nova original da HBO Max é vítima de uma instigante sinopse, de um excelente trailer e de um elenco bom demais para um roteiro tão…ok.

‘Mrs. Davis’: Série de suspense sci-fi tem 88% de APROVAÇÃO da crítica no RT; Confira avaliações!

A série Mrs. Davis, suspense sci-fi estrelado por Betty Gilpinestreou ontem (20) na plataforma de streaming Peacock e vem conquistando muitos elogios por parte da crítica.

A produção foi criada por Tara Hernandez e Damon Lindelof e conquistou 88% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes, com um consenso de que é “positivamente maluca enquanto sustentada por um design inteligente, a Mrs. Davis faz de Betty Gilpin uma heroína dos tempos modernos em uma mistura altamente imaginativa de espiritualidade e tecnologia”.

Confira algumas avaliações:

“Fortemente e delirantemente original.”The Hollywood Reporter.

“Mais do que tudo, é uma diversão incrível – uma história que reconhece o poder da narrativa e um meio jubiloso de se envolver com os medos contemporâneos.”IndieWare.

“Em sua inventividade, ‘Mrs. Davis’ atua como um antídoto para a programação por números e apaziguamento do algoritmo que está se tornando comum na era do streaming – mesmo quando tal loucura às vezes supera sua capacidade de contar uma história totalmente coesa.”Variety.

“Mas é fascinante, charmoso, frequentemente hilário e, às vezes, surpreendentemente comovente.”Rolling Stone.

“‘Diferente’ é bom, mas não é necessariamente melhor, ou o suficiente para justificar um comprometimento de oito horas.”CNN.

Confira o trailer:

A produção foi criada por Tara HernandezDamon Lindelof. No Brasil, ela deve ser exibida pela Lionsgate+.

Mrs. Davis é a inteligência artificial mais poderosa do planeta. Simone é uma freira devotada em destruí-la. Quem será que vai vencer?

O elenco também conta com Jake McDormanMargo MartindaleAndy McQueenBen ChaplinDavid ArquetteElizabeth MarvelChris DiamantopoulosAshley RomansKatja Herbers.

‘Hysteria!’: Bruce Campbell se junta ao elenco do novo thriller cômico do Peacock

De acordo com o Variety, Bruce Campbell (‘A Morte do Demônio’) entrou para o elenco da série de suspense cômico ‘Hysteria!‘, que está sendo desenvolvida pelo Peacock.

O ator interpretará o Xerife Dandridge, policial de uma cidade pequena cujo entendimento de sua comunidade é colocado à prova após uma série de assassinatos, desaparecimentos e atividades paranormais começam a acontecer.

O elenco ainda contará com Julie BowenAnna CampEmjay AnthonyChiara AureliaKezii Curtis Nikki Hahn.

Na trama…

“Quando um amado zagueiro do colégio desaparece durante o período do “pânico satânico” do final dos anos 1980, uma banda de heavy metal do ensino médio percebe que pode capitalizar o súbito interesse da cidade pelo ocultismo construindo uma reputação como uma banda de metal satânico, até que uma série de assassinatos bizarros, sequestros e atividades paranormais começam uma caça às bruxas cravejada que leva tudo diretamente de volta a eles.”

Jordan Vogt-Roberts (‘Kong: A Ilha da Caveira’) irá dirigir o primeiro episódio.

Matthew Scott Kane (‘Stitchers’) servirá como roteirista e produtor ao lado de John Francis Daley, Jonathan Goldstein, Chris Bender e Jake Weiner.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Série baseada em ‘A Lenda do Tesouro Perdido’ é CANCELADA pelo Disney+

O Disney+ cancelou oficialmente a série ‘A Lenda do Tesouro Perdido: No Limiar da História‘, baseada na franquia clássica estrelada por Nicolas Cage, depois de apenas uma temporada.

O serviço de streaming tem tido dificuldades em lançar produções originais fora dos universos da Marvel e Star Wars, o que também resultou no cancelamento recente de ‘A Misteriosa Sociedade Benedict‘ e ‘Virando o Jogo dos Campeões‘.

A trama da série seguia Jess Morales (Lisette Alexis), uma sonhadora em busca de respostas sobre sua família, que embarca na aventura de uma vida para descobrir a verdade sobre o passado e salvar um tesouro panamericano perdido.

A produção também contou com o retorno de dois atores dos filmes originais: Justin Bartha e Harvey Keitel, que reprisaram seus papéis como Riley Poole e Peter Sadusky, respectivamente.

Relembre o trailer:

O elenco ainda contou com Catherine Zeta-Jones (‘Wandinha’), Lyndon Smith (‘Parenthood’), Zuri Reed (‘Flatbush Misdemeanors’), Jake Austin Walker (’12 Mighty Orphans’), Antonio Cipriano (‘Jagged Little Pill’) e Jordan Rodrigues (‘Light as a Feather’).

O episódio piloto foi dirigido por Mira Nair (‘Rainha de Katwe’), a partir do roteiro de Marianne e Cormac Wibberley.

Lançado originalmente em 2004, ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘ (‘National Treasure’) conta a história de um caçador de riquezas perdidas (Nicolas Cage) procura um tesouro que ninguém acredita existir, tendo sido acumulado durante séculos e transportado por vários continentes para evitar que fosse roubado. Suas investigações o fazem descobrir a existência de um mapa codificado escondido na declaração de independência dos EUA.

O segundo filme, ‘A Lenda do Tesouro Perdido: Livro dos Segredos‘ (National Treasure: Book of Secrets), foi lançado três anos mais tarde e arrecadou mais de US$ 457 milhões de bilheteria.

‘Beau Tem Medo’ | 5 produções para conhecer Ari Aster, o expoente do terror atual

Vivendo uma ascensão meteórica em Hollywood, o diretor norte-americano Ari Aster está há cinco anos nas principais discussões sobre o futuro dos filmes de terror, principalmente por conta do sucesso estrondoso de Hereditário (2018). Desde então, ele fidelizou um fandom muito ativo na defesa do diretor, o que acaba incomodando alguns.

Crítica 2 | ‘Beau Tem Medo’ leva o BIZARRO a outro nível nas telonas

Agora, ele lança agora seu mais novo filme: Beau Tem Medo, que certamente dividirá opiniões. No entanto, sua carreira traz algumas obras interessantíssimas, que talvez alguns não conheçam. Por isso, separamos cinco produções dirigidas por Ari Aster para você conhecer mais do trabalho dele. Confira!

O primeiro trabalho de Ari Aster é esse curta criativo, bizarro e nojento sobre Herman, um farmacêutico aposentado, que deixou os negócios serem assumidos por seu filho, Harold. No ambiente de trabalho, o jovem é maltratado pelos clientes, até o dia em que vê uma gosma esquisita escorrendo do corpo do pai enquanto ele dormia em frente à TV. Embalado por “Garota de Ipanema”, esse curta de 2008 traz os primeiros indícios das temáticas que o diretor dominaria como ninguém nos anos seguintes: relações familiares conflituosas e bizarrices assustadoras. Quem quiser assisti-lo, pode encontrá-lo no YouTube.

The Strange Thing About the Johnsons

Com uma produção mais elaborada – por se tratar do ‘TCC’ do cineasta – e um elenco mais encorpado, The Strange Thing About the Johnsons foi o primeiro material de Aster a efetivamente fazer sucesso. Escrito e dirigido por ele, o curta foi lançado no Slamdance Film Festival, de Utah, mas ficou famoso mesmo após um vazamento on-line que fez o curta viralizar. A história mexe com um tabu muito complexo e acompanha uma família teoricamente perfeita dos subúrbios, os Johnsons. O problema é que eles estão envolvidos em uma série de abusos, envolvendo não apenas os pais, mas também o filho de 12 anos. É uma produção assombrosa, justamente por mexer com coisas cotidianas e o horror que pode estar atrás da porta de qualquer família por aí. O curta também pode ser assistido no YouTube.

Munchausen

O título deste curta de 2014 remete à Síndrome de Munchausen, que é um transtorno psicológico em que um dos pais começa a enxergar ou fingir que os filhos têm algum tipo de doença para conseguir a atenção exclusiva deles para si. Esteticamente, essa produção foi inspirada na sequência de abertura de Up – Altas Aventuras (2009), então há uma coloração que remete a memórias e não há diálogos. A história acompanha a vida de um garoto em crescimento que chegou à idade de deixar sua casa para começar a faculdade. Só que a mãe do rapaz não está pronta para deixá-lo ir. Assim, ela toma atitudes questionáveis para mantê-lo sob seus domínios. É um curta muito interessante que traz as temáticas familiares como centro do terror. A produção está disponível no YouTube.

Hereditário

A estreia do diretor em longas foi justamente em uma parceria com a A24, que rendeu um dos melhores – senão o melhor – filmes de terror da última década. Abordando o caos familiar e flertando com o ocultismo, Hereditário conta a história de uma família que entra em colapso após a avó materna falecer. Cheia de pressões e problemas para resolver, a mãe tenta seguir seus dias com o luto. Só que uma energia ruim toma conta da casa, intensificando todos os tipos de conflitos típicos entre mãe e filhos adolescentes. A coisa piora depois que uma nova tragédia assola o lar deles, deixando a mãe desolada, recorrendo a estudos de ocultismo para tentar entender o que está rolando. O grande mérito do filme é deixar o público pensativo se tudo aquilo é apenas uma grande desventura de uma mãe à beira de um ataque de nervos ou se tem realmente alguma coisa sobrenatural por trás. O longa foi um sucesso monstruoso de público e crítica, e hoje pode ser conferido na Netflix e no HBO Max.

Midsommar – O Mal Não Espera A Noite

Com o apoio da A24, Aster conseguiu atrair um elenco bem mais pomposo para Midsommar, com um elenco encabeçado pela talentosa Florench Pugh, Will Poulter e Jack Reynor. O grande diferencial desse longa é romper o padrão dos filmes de terror e ambientar a trama em um festival nórdico em comemoração ao solstício. Ou seja, ele é praticamente todo passado no claro. O diretor usa isso para criar uma experiência sensorial ampliada pela potência das cores. Dessa vez, a família ainda é um tema trabalhado como tabu, mas fica em segundo plano para dar lugar às polêmicas dos relacionamentos ao mostrar um casal em crise que tenta salvar seu relacionamento em uma viagem supostamente cultural à vila sueca do amigo de um deles. O problema é que o namorado já não queria levar a garota, ao mesmo tempo em que também não tinha coragem de encerrar a relação. Agora, eles tentarão resolver seus problemas em meio a um povoado cheio de tradições que forçam a barra do aceitável. Quem quiser ver Midsommar, precisará assinar o pacote Telecine do Globoplay.

Beau Tem Medo

Agora, o trabalho mais recente de Ari Aster enfim estreou nos cinemas. Beau Tem Medo é inspirado em outro curta do diretor, Beau (2011), que infelizmente não está mais disponível para assistir em lugar nenhum, mas se quiser saber mais sobre ele, basta clicar aqui. Já o filme, que está em cartaz nos principais cinemas do Brasil, é uma jornada abstrata de 2h59 sobre as desventuras da vida de Beau (Joaquin Phoenix), um homem de meia idade que está organizando uma viagem para visitar sua mãe e vê absolutamente tudo dar muito errado. Quem quiser assisti-lo, basta procurar a sessão no cinema mais próximo.

Insider afirma que ‘Transformers: O Despertar das Feras’ está “uma BAGUNÇA” e estúdio está tentando “consertá-lo”

Os filmes ‘Transformers‘ dirigidos por Michael Bay não eram muito queridos pelos críticos, mas atraiam o público e faziam mais de US$ 1 bilhão mundialmente cada.

Agora, a Paramount Pictures está fazendo outra tentativa na franquia com ‘Transformers: O Despertar das Feras‘. Aproveitando a nostalgia dos anos 90 e tentando fazer algo realmente novo ao apresentar os Maximals, a esperança é que esse novo começo possa inaugurar uma nova era de narrativa. A campanha de marketing atualmente parece um pouco silenciosa, e pode haver uma boa razão para isso.

Em entrevista ao The Hot Mic, o jornalista Jeff Sneider afirmou que há grandes problemas com o filme nos bastidores.

“Eles estão ficando um pouco preocupados com ‘Transformers'”, explica ele. “Isso é o que eles disseram, eles disseram que ‘Transformers’ passou por cerca de uma dúzia de diferentes equipes de edição que discutiram sobre diferentes cortes do filme.”

O co-apresentador do podcast, John Rocha, foi ainda além e afirmou que o filme está uma “bagunça” e que o estúdio está “tentando consertá-lo” para lançá-lo nos cinemas.

A Paramount Pictures pretende estrear o filme no dia 8 de junho.

O novo trailer será lançado na quinta-feira, 27 de abril. Trata-se do dia que acontecerá o painel do estúdio na CinemaCon em Las Vegas, que terá cobertura PRESENCIAL do CinePOP com novidades exclusivas.

Você está animado para o novo filme?

Assista ao trailer:

Transformers: O Despertar das Feras‘ será o primeiro filme de uma nova trilogia e se passará em 1994, mostrando dois humanos do Brooklyn que entram em um antigo conflito que se relaciona com três facções de Transformers.

O filme é dirigido por Steven Caple Jr.

Confira a sinopse:

Voltando à ação e ao espetáculo que capturou pela primeira vez os espectadores ao redor do mundo 14 anos atrás com o ‘Transformers‘ original, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público à uma aventura pelo mundo, ambientada nos anos 90, e apresentará os Maximals, Predacons e Terrorcons à batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons.

O grande vilão será o Scourge, que incorpora pedaços de Transformers derrotados em seu corpo. Também teremos o Optimus Primal, o gorila líder dos Maximals, confidente de Optimus Prime.   

A história se passará em Machu Picchu, no Peru, na América do Sul e nos Estados Unidos. 

Anthony Ramos (‘Em um Bairro de Nova York’) e Dominique Fishback (‘Judas e o Messias Negro’) são os astros do próximo filme da franquia, que teve roteiro escrito por Joby Harold (‘Rei Arthur: A Lenda da Espada’).   

Lançada em 2007, a saga cinematográfica Transformers sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$4,3 bilhões, enquanto o spin-off Bumblebee, comandado por Travis Knight, conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$469 milhões.

Dica do Fim de Semana | Festival Filmelier exibe filmes INÉDITOS nos cinemas brasileiros

É verdade que o circuito cinematográfico está repleto de opções, com novidade estreando todas as semanas, para todos os gostos dos cinéfilos de plantão. Mas nós, que amamos o cinema, sempre estamos atrás daqueeeeele filme especial, que passou naqueeeeele festival e que ainda não chegou por aqui, ou daqueeeeele título que estreou direto nos streamings, mas que ficaria muito melhor na tela grande de uma sala de cinema. Nessa pegada, surge o Festival Filmelier, que entre os dias 19 de abril a 10 de maio trará para a tela grande de diversas capitais brasileiras filmes que nunca antes foram exibidos na telona. Se você está buscando opções diferentes do que está em cartaz, se liga nessas dicas de 10 filmes imperdíveis do festival:

10 – ‘O Último Soldado’

Com Emile Hirsch (‘Na Natureza Selvagem‘), o longa fala sobre o papel do Japão na Segunda Guerra Mundial. A história acompanha Jack, um soldado americano que tem a missão de executar o primeiro bombardeio em Tóquio desde Pearl Harbor. Dirigido por Bille August, de ‘A Casa dos Espíritos‘.

9 – ‘Três Mulheres – Uma Esperança’

Na primavera de 1945, um trem deportando centenas de prisioneiros judeus fica preso perto de uma pequena vila alemã ocupada pelo Exército Vermelho. Surge, então, uma amizade inesperada entre a atiradora russa Vera (Eugénie Anselin), a garota da cidade Winnie (Anna Bachmann) e a mulher judia-holandesa Simone (Hanna van Vliet). Dirigido por Saskia Diesing.

8 – ‘99 Luas de Paixão’

O drama erótico, que faz um retrato das relações modernas, acompanha um casal, Bigna (Valentina Di Pace) e Frank (Dominik Fellmann), que luta contra uma atração obsessiva, tão forte que destrói a imagem de relacionamento sadio que eles imaginaram para si mesmos. Dirigido por Jan Gassmann. Para maiores de 18 anos.

7 – ‘Além do Tempo

Ambientado nos anos 1980, a história acompanha Lucas e Johanna, um casal apaixonado que, após um terrível acidente durante uma viagem de veleiro pelo Atlântico, acabam separados. Após trinta e cinco anos eles se reencontram. Dirigido por Theu Boermans, o longa é baseado em uma história real e venceu, em 2021, o Prêmio de Melhor Filme no Festival de Milão.

6 – ‘Barraco de Família

Depois de ficar famosa, uma funkeira (Lellê) rejeita suas raízes da periferia e sua família. Quando é cancelada com o vazamento de um vídeo, ela precisará da ajuda de sua mãe (Cacau Protásio) para recuperar sua vida e carreira. A comédia nacional é dirigida por Mauricio Eça.

5 – ‘Uma Noite em Haifa’

O premiado diretor israelense Amos Gitaï nos leva em uma noite pelas ruas agitadas de Haifa, onde testemunhamos as histórias entrelaçadas de cinco mulheres desafiando rótulos em seus relacionamentos e identidades pessoais. O filme participou da seleção oficial do Festival de Veneza, em 2020.

4 – ‘Blue Jean’

Premiado no Festival de Veneza, de 2022, o filme se passa em 1988 e tem como foco a personagem Jean (Rosy McEwen), uma professora lésbica de educação física que tem de levar duas vidas, já que o governo atual do Reino Unido está com uma campanha contra a população LGBT. Dirigido por Georgia Oakley.

3 – ‘Herói de Sangue’

Um pai senegalês fará de tudo para salvar seu filho de 17 anos, que foi recrutado à força para lutar pelos franceses na Primeira Guerra Mundial. A produção é estrelada por Omar Sy, de ‘Intocáveis‘ e ‘Lupin‘, e dirigida por Mathieu Vadepied. O filme foi exibido na Seleção Oficial do Festival de Cannes em 2022.

2 – ‘Tesla – O Homem Elétrico’

Inspirado na história real do celebrado inventor e cientista Nikola Tesla, o longa mostra o convívio de Tesla com Thomas Edison e a filha de J.P. Morgan, Anne, e seus avanços na transmissão de luz e energia elétrica. Dirigido por Michael Almereyda e protagonizado por Ethan Hawke. Filme vencedor do Prêmio Alfred Sloan, no Festival de Sundance, em 2020. Leia a crítica completa aqui.

1 – ‘Querida Zoe

Quando Tess (Sadie Sink, de ‘Stranger Things‘ e ‘A Baleia‘) sofre uma terrível perda em sua família, ela se aproxima de seu pai biológico e encontra nele um inesperado apoio. O drama coming of age é dirigido por Gren Wells.

 

Suspense erótico estilo ‘365 Dias’ é DETONADO pelos assinantes da Netflix; Confira as reações!

Mais uma produção ruim. A minissérie de suspense erótico ‘Desejo Obsessivo‘ finalmente chegou ao catálogo da Netflix, mas falhou em agradar os assinantes.

Nas redes sociais, as pessoas foram reclamar da história e falta de conteúdo da série.

Confira:

A minissérie foi lançada na plataforma de streaming hoje, 13 de abril.

Uma aventura proibida entre um respeitado cirurgião e a noiva do filho acaba virando uma obsessão que ameaça mudar suas vidas para sempre.

Relembre o trailer:

A série é baseado no clássico livro Damage’, escrito por Josephine Hart.

O elenco conta com Richard Armitage, Charlie Murphy, Indira Varma e Rish Shah.