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‘The Boys’ ganha teaser HILÁRIO com as únicas cenas “leves” do ‘Herogasm’, orgia dos heróis

Através do Twitter, foi divulgado um novo vídeo do próximo episódio de ‘The Boys‘, que focará no infame evento Herogasm – literalmente uma orgia de super-heróis. O teaser, extremamente curto, ressalta que essas são as únicas cenas “leves” do episódio.

O vídeo ainda dá uma dica (e aviso) sobre as loucuras que podemos esperar: “Este episódio mostrará uma super orgia de heróis, penetração aérea, mutilação com vibradores, lubrificante de força extra, falos de gelo e xingamentos. Não é adequado para qualquer público.”

Confira:

Intitulado Herogasm, o episódio será lançado no dia 24 de junho.

Na HQ original, o Herogasm acontece quando os ‘heróis’ alertam aos fãs que a Terra será invadida por um ameaça alienígena e que precisam viajar para o espaço sideral na tenativa de combater os vilões antes que cheguem ao planeta… Mas, na verdade, eles vão para uma ilha secreta por uma semana para praticarem orgia.

O novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Criador revela restrição inesperada na série antológica ‘Clube do Terror’

Em entrevista ao Bloody Digusting, D.J. MacHale, criador do revival da série antológica ‘Clube do Terror‘ (Are You Afraid of the Dark?), revelou a única restrição que foi pedida pelo canal Nickelodeon no desenvolvimento da série.

E, surpreendentemente, não envolve as cenas de terror da produção.

“Nós tivemos carta branca no desenvolvendo das histórias. Eu me considero uma pessoa responsável, então sabia exatamente qual seria o nosso limite. Às vezes, nós até fomos além, e a Nickelodeon confiou completamente no nosso trabalho. A única restrição que eles pediram não teve nada a ver com as cenas de terror. Como em qualquer outra série, o canal está sendo preocupado como certas coisas podem afetar o comportamento dos espectadores mais jovens.”

Ele completa, “É por isso que você nunca vê os personagens acendendo a fogueira. Você nunca vê os personagens acendendo um fósforo porque o canal não queria incentivar crianças a brincarem com fogo.”

A série é baseada na antologia de terror homônima lançada em 1992.

‘Planetquake’: Novo filme desastre da produtora de ‘Sharknado’ ganha trailer; Confira!

O filme desastre ‘Planetquake‘, da infame produtora The Asylum – responsável pela franquia ‘Sharknado‘ –, ganhou o primeiro trailer.

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Monroe Robertson é responsável pela direção.

Uma mudança tectônica nas profundezas da Fossa das Marianas causa uma série de terremotos cada vez maiores. Se uma equipe de sismólogos não conseguir impedir o desastre, os acontecimentos irão desintegrar a Terra, resultando em milhares de milhões de vítimas.

Michael ParéErica Duke e Anthony Jensen estrelam a produção.

O longa será lançado em VOD no dia 26 de janeiro.

Trailer FINAL de ‘Sorria 2’ promete ser o “terror mais ASSUSTADOR do ano”; Confira!

A Paramount Pictures divulgou o trailer final do terror ‘Sorria 2‘, que estreará nos cinemas nacionais na próxima quinta-feira (17).

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De acordo com jornalistas e fãs que já puderam assistir, a sequência tem escala ainda maior que o primeiro filme, com mais cenas sangrentas e perturbadoras.

Confira:

Naomi Scott lidera um triunfo em três atos como Skye Riley no excepcionalmente bem dirigido Sorria 2’, de Parker Finn. Uma diversão imperfeita, mas violenta, sangrenta e angustiante, com doses bem-vindas de humor e pequenas, mas fortes performances secundárias de Lukas GageKyle Gallner“.

“Achei Sorria 2’ ótimo! Começando com uma abertura brutal, é uma montanha-russa de arrepios com uma atuação estelar de Naomi Scott como Skye Riley. [O filme] é muito longo e os jump scares ficam cansativos, mas gostei bastante de como Parker Finn escalou as coisas em relação ao primeiro filme”.

Sorria 2’ é maior que o primeiro. Ele sabe como se divertir! Naomi Scott entrega a melhor performance em um filme de terror neste ano. Os enquadramentos são incríveis. O final é tão grandioso que você ficará animado com o que virá a seguir”.

“Eu fiquei muito impressionado com o filme. As atuações são incríveis, a escolha dos enquadramentos, o ritmo do filme, a ação e o terror, os jumpscares foram ótimos – especialmente uma cena sobre a qual eu não vou falar. Mas direi apenas duas palavras: dance, house. Lindamente feito!”.

“Experiência épica na estreia de Sorria 2’ ontem à noite. Uma montanha-russa de terror divertida e Naomi Scott está gloriosa em uma performance tour-de-force”.

O novo filme será consideravelmente mais longo do que o terror original (1h55m), com 2 horas e 12 minutos de duração (2h1min + créditos).

Na trama…

Prestes a embarcar em uma turnê mundial, a cantora pop Skye Riley começa a viver experiências aterrorizantes e inexplicáveis. Tomada pelo horror e pela pressão da fama, Skye é forçada a confrontar seu passado para retomar o controle de sua vida antes que seja tarde demais.  

Parker Finn retorna à direção.

Kyle Gallner é o único que reprisa o papel do primeiro filme. O elenco ainda contará com Lukas Gage (‘The White Lotus’), Dylan Gelula (‘O Homem dos Sonhos’), Rosemarie DeWitt (‘La La Land: Cantando Estações’) e Peter Jacobson (‘Dr. House’).

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‘Lilo & Stitch’ já arrecadou quase UM BILHÃO mundialmente

Sucesso! O live-action de ‘Lilo & Stitch‘ já arrecadou quase US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

O longa conseguiu ultrapassar a bilheteria total de ‘Um Filme Minecraft‘ (US$955.1M), subindo para o TOP 2 das maiores arrecadações do ano – atrás apenas do fenômeno chinês ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B).

O live-action deve se tornar o primeiro filme hollywoodiano a superar a marca bilionária em 2025.

Nos EUA, a produção arrecadou US$ 415 milhões. No mercado internacional, foram US$ 579 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 994 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$66.5M), Reino Unido (US$48.3M), França (US$40.6M), Brasil (US$36.5M) e Alemanha (US$31M).

Vale lembrar que o live-action abriu com US$ 183 milhões em seu primeiro final de semana estendido nos EUA. O valor representa a maior estreia da história do Memorial Day no território norte-americano, superando ‘Top Gun: Maverick‘ (US$126M em 3 dias; US$160M em 4 dias).

Com o sucesso, a sequência do live-action já foi confirmada pela Disney.

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Confira o divertido trailer dos próximos episódios da ÚLTIMA temporada de ‘Hacks’

A HBO Max divulgou o trailer dos próximos episódios da 5ª (e última) temporada da aclamada série de comédia ‘Hacks‘.

O segundo capítulo irá ao ar na próxima quinta-feira, no dia 16 de abril.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Mark Indelicato, Carl Clemons-Hopkins, Rose Abdoo, Susie Essman, Devon Sawa, Ming-Na Wen, Laurie Metcalf, Martha Kelly e Margaret Cho também estão no elenco.

O show é uma criação de Paul W. Downs, Lucia Aniello e Jen Statsky.

Hacks conta a história de Deborah Vance (Smart), uma comediante pioneira que agora enfrenta a decadência e a falta de humor. Embora ainda tenha uma porção de contratos milionários em seu nome, sua maior conquista profissional – uma residência em Las Vegas – parece estar por um fio. Determinada a salvar sua carreira, ela contrata uma jovem de Los Angeles para ajudá-la a atualizar seu repertório e, assim, atrair um público mais novo. A roteirista Ava Daniels (Einbinder), de 25 anos, é uma espécie de pária que, assim como Deborah, se vê à beira do abismo. Após ter feito uma piada com o filho gay de um congressista no Twitter, ela perdeu seu emprego e acabou “cancelada” em Hollywood. É exatamente por isso que aceita o convite para trabalhar com Deborah. No início, a mentoria não vai muito bem: Deborah acredita que Ava não tem disciplina nem referências suficientes; já Ava considera Deborah uma mulher grossa, cafona e sem humanidade. Mas elas logo percebem que precisam uma da outra e que esse embate é o ingrediente ideal para uma boa parceria.

Lynda Carter pode aparecer futuramente em ‘Mulher-Maravilha’

Lynda Carter quase fez uma aparição em ‘Mulher-Maravilha’. Embora a vontade não faltasse, o conflito de agendas e indisponibilidade de tempo da veterana comprometeram o revival da heroína dos anos 70 na nova versão.

No entanto, nada está perdido. Respondendo a um seguidor do Twitter, que afirmou ter aguardado ansiosamente pela aparição, a diretora Patty Jenkins foi pontual em dizer ela continuará insistindo até conseguir:

“Oh, nós tentamos, tentamos, tentamos. E não vamos parar de tentar”.

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganha data de estreia chinesa

A Marvel Studios divulgou a data de estreia de Vingadores: Guerra Infinitana China.

Conforme publicado previamente pelo The Hollywood Reporter, a produção chegará aos cinemas chineses no dia 11 de maio.

 

Chris Pratt, o Senhor das Estrelas, virá ao Brasil para divulgar ‘Vingadores: Guerra Infinita’

Vingadores: Guerra Infinita já quebrou seu primeiro recorde no Brasil. De acordo com informações do site Ingressos.com, em apenas 12 horas de pré-venda, o filme já superou em 25% a produção até então com maior venda antecipada na plataforma, Star Wars: O Despertar da Força, em 2015.

Nos EUA, nas primeiras 72 horas de vendas de ingressos antecipados para Vingadores: Guerra Infinita, o filme já quase triplicou a marca de Pantera Negra, antigo recordista dos filmes de super-heróis.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o primeiro filme gravado inteiramente em IMAX

A estreia acontece dia 26 de Abril.

‘A Morte te Dá Parabéns 2’: Data de estreia é antecipada em respeito à vítimas de tiroteio

A Universal Pictures decidiu alterar a data de estreia da sequência ‘A Morte te Dá Parabéns 2‘ (Happy Death Day 2U), antecipando o lançamento para a quarta-feira, 13 de fevereiro.

Anteriormente agendada para a quinta-feira, 14 de fevereiro, o lançamento do longa sofreu essa mudança em virtude do tiroteio na escola Marjory Stoneman Douglas High School, em Parkland (Flórida), que aconteceu na data em questão, há um ano atrás.

Após algumas reclamações de pais das vítimas, que consideraram a escolha da data inapropriada – por ser um filme de terror com alusão à aniversário de morte -, o estúdio decidiu fazer a mudança, emitindo um comunicado em solidariedade a todos que padecem até hoje com o ataque.

Por meio do Twitter, um pai, cuja filha fora uma das 17 vítimas, expressou sua tristeza com a escolha da data, pedindo para que a Universal reconsiderasse a estreia do filme. Sua publicação foi retweetada mais de 1.600 vezes, com 4.393 curtidas – até o momento -, além de 318 comentários em apoio à mudança.

Confira:

“Minha filha e outros 16 foram mortos em 14 de fevereiro. Universal Studios está lançando um filme chamado A Morte te Dá Parabens 2? Eu entendo o trocadilho no Dia dos Namorados, mas para mim sempre será o dia em que minha filha fora assassinada. Por favor, reconsiderem isso!”

Em resposta aos apelos, a Universal emitiu o comunicado em questão, onde ainda reflete sobre a importância da data do ocorrido, assumindo a responsabilidade de ser um agente positivo no processo de cura da comunidade local.

Confira:

“Quando a Universal Pictures ficou ciente, na semana passada, de que o aniversário de um ano dos trágicos eventos em Parkland, Flórida, caiam no mesmo dia da estreia de ‘A Morte Te Dá Parabéns 2‘, o estúdio –  com os advogados das vítimas – imediatamente iniciou o processo de alteração da data de lançamento do filme. A partir de conversas com seus parceiros de exibição, a Universal mudará a data de estreia norte-americana para 13 de fevereiro. Além disso, o estúdio decidiu não exibir o filme em Parkland e suas áreas adjacentes. Outdoors e peças publicitárias digitais e expostas nos cinemas serão suspensas do mercado. O estúdio entende a importância de transformar em memória a data de 14 de fevereiro, como uma oportunidade de continuar a permitir que a comunidade de Parkland se cure”.

No Brasil, a data de lançamento permanece inalterada, com o longa estreando em 21 de fevereiro.

Jessica Rothe, que interpretou a protagonista do primeiro filme, Tree Gelbman, retorna para a sequência.

Israel Broussard (Carter), Ruby Modine (Lori) e Rachel Matthews (Danielle) também retornam. Os novatos Suraj Sharma e Sarah Yarkin completam o elenco.

 

 

 

 

Misteriosa série baseada em ‘Tron’ é cancelada pelo Disney+

A plataforma de streaming Disney+ está investindo em novos títulos originais e para a surpresa dos fãs, a Casa do Mickey estava desenvolvendo uma misteriosa série baseada em ‘Tron‘ para o serviço.

No entanto, o projeto secreto acabou sendo cancelado pela empresa, conforme fora revelado pelo site The Hollywood Reporter. Segundo a publicação, a série estava sendo desenvolvida pelo vencedor do Oscar John Ridley, responsável pelo aclamado ‘12 Anos de Escravidão‘.

A produção da série de Tron’, cujo o nome oficial não fora divulgado, fazia parte de um acordo firmado entre Ridley e ABC e estava em desenvolvimento há meses pelo estúdio, conforme pontuado pelo THR.

O motivo do cancelamento do projeto não fora revelado.

O sci-fi Tron foi lançado em 1982 como uma ambiciosa produção do gênero, no entanto, o longa fracassou nas bilheterias, faturando meros US$ 50 milhões, a partir de um orçamento de US$ 10 milhões.

Em 2010, a produção ganhou uma sequência, intitulada ‘Tron: O Legado‘, que faturou US$ 400 milhões nas telonas.

 

 

‘Law & Order: Organized Crime’: Episódio de estreia terá crossover com ‘Law & Order: SVU’

A vindoura série spin-off ‘Law & Order: Organized Crime‘ já ganhou data de estreia e seu episódio inaugural fará um crossover com a popular ‘Law & Order: SVU‘. A novidade foi anunciada pela emissora NBC.

A estreia acontece no dia 01 de abril, logo após a exibição de ‘Law & Order: SVU‘. O astro Christopher Meloni – que protagonizou a série criminal ao lado da atriz Mariska Hargitay até a su 12ª temporada, retorna no papel de Elliot Stabler para a nova produção.

Em ‘Organized Crime‘, Stabler está se recuperando de uma perda pessoal e volta à Polícia de Nova York para liderar uma força-tarefa de elite que enfrentará o crime organizado. Ele descobre que – após a sua ausência de uma década da instituição – o sistema e a cidade já não são mais os mesmos que eram e agora ele terá que se adaptar a um diferente modelo de justiça criminal, em meio ao seu próprio momento de ajuste de contas.

Confira o trailer da 22ª temporada de ‘SVU‘:

Mariska Hargitay, Ice T, Kelli Giddish, Peter Scanavino, Jamie Gray Hyder e Demore Barnes estrelam.

O spin-off ‘Law & Order: SVU‘ é um sucesso sem precedentes, ultrapassando até mesmo o nível de popularidade de sua série materna, ‘Law & Order‘, exibida entre os anos de 1990 e 2010.

SVU‘ conquistou 6.4 milhões de espectadores, entre a faixa etária de 18 e 49 anos, com sua temporada mais recente.

 

‘Whindersson Nunes: É de mim mesmo’: Especial de comédia da Netflix ganha hilário trailer oficial; Assista!

O especial de comédia original da Netflix, ‘Whindersson Nunes: É de mim mesmo‘, ganhou um hilário trailer oficial.

No vídeo, o famoso comediante faz diversas imitações de cantores de forró, sempre trazendo uma sacada cômica.

Confira:

No especial, Whindersson Nunes faz rir mesmo tocando em temas delicados como depressão e pandemia. Do jeitinho dele, levou o público a uma imersão ao seu mundo como nunca tinha feito antes em um stand up.

Whindersson Nunes: É de mim mesmo‘ estreia na Netflix no dia 03 de março.

Crítica | Lady Bird: A Hora de Voar – 99% no Rotten Tomatoes e aqui não é diferente!

Dirigido e escrito por Greta Gerwig (Frances Ha), Lady Bird é uma ode à cidade de Sacramento, além de uma jornada sobre amadurecimento da adolescência ao início da juventude, mas muito mais uma relação calorosa entre mãe e filha. Esta é a primeira vez que Greta assume sozinha as funções de roteirista e diretora, e não poderia ter tido melhor desempenho.

É evidente que a artista traz muito da sua própria trajetória no enredo, o que faz dele uma história totalmente tocante, verossímil e divertida. Aos 23 anos, Saoirse Ronan está perfeita no papel da dinâmica adolescente em busca de emoção e um sentido mais amplo para vida, ou nas palavras da personagem, ir para bem longe de sua cidade natal. Sua primorosa atuação deve lhe render uma terceira indicação ao Oscar, após os elogiados Desejo e Reparação (2007) e Brooklyn (2015).

A cena inicial de mãe e filha ouvindo uma história no rádio do carro e derramando lágrimas é um prólogo genial. A partir dali se desenvolve um veemente diálogo sobre como Christine “Lady Bird” McPherson (Saoirse Ronan) deseja se livrar das suas raízes em Sacramento e buscar algo mais colorido para sua vida, enquanto Marion McPherson (Laurie Metcalf), sua mãe, tenta contra-argumentar realisticamente os voos da menina.

Para encerrar o assunto, Lady Bird simplesmente salta do carro em movimento. Um simples gesto que mostra muito de sua personalidade intempestiva e sonhadora. Seu apelido já é uma alelo a sua idealizada fuga de casa. Como um pássaro, a adolescente deseja alçar voo, entretanto, para isso, ela necessita encarar o último ano do ensino médio em um colégio católico.

Nessa conjuntura de expectativas e dura realidade, Lady Bird vive as experiências da juventude como relacionamentos, sexo e amizade. Apesar de não demonstrar nenhum talento especial ou ser uma estudante excepcional, a jovem aspira estar rodeada de pessoas criativas e inquisidoras, isto é, ir para uma universidade em Nova York, ou pelo menos alguma província ao norte da costa oeste dos Estado Unidos.

Um dos pontos fortes da obra é como essa jornada de transição é mostrada de forma simples, mas ao mesmo tempo visceral. Cada cena – como a escolha de um vestido na loja com mãe – é uma visão única e sistemática na vida da personagem. O competente roteiro de Greta entrega dezenas de belíssimas sequências, imagens que te transportam para a percepção do mundo da jovem, com todas as suas frustrações e criatividade para driblá-las.

Desde o início, a narrativa é perfeitamente desenhada com culminantes momentos de tensão entre mãe e filha, mas de ternura e carinho em relação ao pai (Tracy Letts). Freud explica? Algumas discussões são tão fortes que alfinetam nosso coração, já outras nos transportam para os nossos próprios dilemas filiais.

A veterana atriz Laurie Metcalf (conhecida pelo papel de mãe de Sheldon no seriado The Big Bang Theory) tem uma química impecável com Saoirse, numa contundente demonstração de tensão do amor materno. Não me surpreenderia algumas indicações ao prêmio de melhor atriz coadjuvante.

Aliás, os coadjuvantes dessa história são encantadores. Todos, ao seu momento, tem uma mágica participação no caminho de Christine. Um dos seus interesses amorosos, Kyle, com quem temos um dos mais divertidos momentos do filme, ou seja, a descoberta do sexo, é vivido por Timothée Chalamet, aclamado pela atuação em Me Chame Pelo Seu Nome (2017).

Assim como em Frances Ha (2012), nos sentimos reconfortados pela protagonista, porque, de uma forma ou de outra, ela consegue realizar o seu sonho e se encontrar. Lá, Frances transitava entre os sonhos juvenis e a maturidade da vida adulta. Aqui, Christine descobre que crescer é saber reconhecer a necessidade do outro, não apenas olhar para si mesma.

Sacramento é um personagem ao fundo observando toda essa jornada. Quando Lady Bird escreve sua carta para universidade, ela descreve a cidade, e a diretora da escola aponta como a estudante demonstra abertamente o seu amor por Sacramento. O que ela imediatamente rebate ao dizer que não queria expressar nenhum sentimento, mas apenas “prestou atenção” ao redor.

Dessa mesma forma, Greta transformou sua “atenção” ao redor nesta majestosa obra sobre caminhos a percorrer, expressar gratidão, se colocar no lugar do outro e, sobretudo, ser dona das suas escolhas. Com diálogos energéticos e atuações excepcionais, Lady Bird é um fabuloso filme sobre transição e amadurecimento, em que o importante é viver, aprender e seguir em frente.

 

 

‘O Grinch’, com Benedict Cumberbatch, ganha novo teaser trailer

A animação ‘O Grinch‘, que contará com Benedict Cumberbatch (‘Doutor Estranho’) como o personagem principal, ganhou um novo teaser durante a abertura das Olimpíadas de Inverno 2018. Confira:

A estreia acontece dia 9 de novembro de 2018.

Após a ótima adaptação aos cinemas estrelada por Jim Carrey e dirigida por Ron Howard em 2000, ‘O Grinch‘ voltará aos cinemas com uma animação dirigida pelo descon hecido Peter Candeland.

A animação seguirá a mesma linha de ‘Horton e o Mundo dos Quem‘ e ‘O Lorax‘, outras adaptações do Dr. Seuss. Vai acompanhar Grinch enquanto tenta bolar um plano para estragar o Natal de todos os habitantes de Quemlândia. Pete Candeland dirige.

"The Imitation Game" New York Premiere

 

Anima Mundi 2018 – Saiba o que vai rolar no maior festival de animação da América Latina

Ele está de volta! Criado em 1993, no Rio de Janeiro, para um público de um pouco mais de 7 mil pessoas, o Anima Mundi foi crescendo e aparecendo, ganhando exibições em outros estados do Brasil, como São Paulo, e não demorou muito para se tornar o maior festival de animação da América Latina, oferecendo experiências para animadores, educadores, produtoras e, claro, animaníacos.

E o mês de julho e agosto de 2018 marca a sua 26ª edição, ainda maior e mais premiado do que nunca, com 405 produções das mais variadas técnicas e temas, vindas de 40 países. Além disso, o festival vai apresentar um panorama do que há de melhor no mundo dentro dos mais diversos gêneros da animação e trará convidados sensacionais, como o brasileiro Carlos Saldanha, diretor deA Era do Gelo eRio.

Na última quinta-feira (12), nosso redator e crítico Thiago Muniz pôde acompanhar uma sessão exclusiva para imprensa de 10 curtas animados, de variados países, que serão destaques da edição desse ano do Festival.

Ficou interessado? É apaixonado por animação? Então confira essa lista com os curtas mais imperdíveis.

Guaxuma:

Abrindo a lista com um brasileiríssimo, que mostra a simplicidade da amizade, utilizando técnicas de stop-motion e mesclando live-action com animação 2D, o curta narra a história de duas amigas que cresceram juntas na praia de Guaxuma, no Nordeste do Brasil, e todas as aventuras e desventuras de um amor que atravessou o tempo.

Por que é imperdível?

Além de ser extremamente bem dirigido, filmado e ter uma fotografia fantástica, o curta é um dos destaques brasileiros do Festival, não fica para trás em nada no quesito qualidade das animações gringas. E leve um lencinho, o tom melancólico e nostálgico vai te fazer chorar.

 

 Fins de Semana (Weekends):

Essa animação americana narra a delicada história de um menino que vive se deslocando entre as casas de seus pais recém-divorciados, vivenciando suas novas rotinas e relacionamentos e utilizando a imaginação para escapar da realidade dura e difícil que é ter que lidar com o afastamento dos pais.

Por que é imperdível?

De uma forma encantadora, momentos surreais e oníricos se misturam com as realidades domésticas de uma família nos anos 80 em Toronto. Sem dúvida um dos filmes mais belos do Festival.

 

Comportamento Animal (Animal Behaviour):

O representante canadense do Festival é um curta hilário, que mostra uma icônica sessão de terapia de grupo orientada por Dr. Clement, um psicoterapeuta canino e seus quatro pacientes: uma gata com compulsão em se lamber, uma Louva-a-deus viciada em redes sociais, uma sanguessuga que não dá certo em relacionamento nenhum e um urso que não tem controle de sua raiva. O resultado, como vocês podem imaginar, beira ao desastre.

Por que é imperdível?

Imagina a reunião de cinco animais diferentes contando sobre como é ser o que são. É muito divertido e merecia uma versão em longa-metragem. #FicaADicaDisney

 

A Mulher Canhão (La Femme Canon):

Esse curta poético é uma coprodução entre Canadá, Suiça e França e mostra a complicada história da jovem Madeleine, uma bala de canhão humana, que faz um espetáculo itinerante com o marido que só pensa nele mesmo. Apesar da loucura de sua profissão, em casa, todos os dias são iguais.

Por que é imperdível?

Com uma pegada mais adulta, a animação explora, de forma interessante, a rotina de um relacionamento desgastado e a perda do amor entre o casal. Tudo isso sem apelar para os clichês do romance, muito pelo contrário, se apegando a originalidade em sua bela narrativa.

 

Felicidade (Happiness):

O diretor inglês Steve Cutts nos presenteia com um dos curtas mais incríveis e profundos do Festival. Sem sombra de dúvidas o melhor desta sessão. A premissa é bem simples: ratos representando humanos em sua incansável busca pela felicidade, passando por cima de tudo e todos para chegar onde deseja, tudo isso ao som de ‘Habanera’, de Bizet.

Por que é imperdível?

Adulto, cruel e poético. Uma tapa na cara de realismo que a sociedade precisa enxergar. Dificilmente irá esquecer desse curta após assistir. Destaque também para a união de animação 2D com 3D, em um dos momentos mais hilários do filme. Esse é para assistir na primeira oportunidade que tiver.

 

Rolê (Ride):

Portugal apresenta um curta que mescla de, forma surpreendente, live-action com animação stop-motion, mostrando a jornada de um motociclista rumo ao futuro.

Por que é imperdível?

O curta é uma homenagem ao icônico design de motos dos anos 1950 e 60, ou seja, amantes de motos e carros não podem deixar de assistir esse.

 

A Origem do Som (The Origin of Sound):

O curta Belga se destaca pela enorme produção. Uma mistura de live-action com atores, stop-motion e animações de diversos formatos, mostra a criativa história de um cientista (representando Deus) que se esqueceu de adicionar som ao mundo, logo, começa a consertar o erro usando sua estranha coleção de desenhos animados macabros e desagradando suas cobaias humanas.

Por que é imperdível?

Violento, sexual e macabro. O curta é voltado para o público adulto e, mesmo causando desconforto pelo seu som exageradamente alto, chama a atenção pela belíssima direção, grande produção e narrativa complexa. Esse é para os fortes. 18+

 

Leve a Coelha (Take Rabbit):

O Reino Unido apresenta esse curta poético e bem-humorado, que narra a história de um senhor que tenta transportar uma raposa, um coelho e um repolho em seu pequeno barco pelo rio.

Por que é imperdível?

Repleto de metáforas e dilemas, a animação diverte com uma narração deliciosa de ser ouvida e ainda nos faz refletir sobre temas como relacionamentos, amor próprio e solidão.

 

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Este curta da Coreia do Sul, dirigido por OH Seo-ro, narra os eventos que ocorrem nas narinas de uma pessoa quando ela espirra.

Por que é imperdível?

Simples, singelo e muito bem realizado, a animação é realmente curta, tendo um pouco mais de 1 minuto de duração, porém, é divertida e bem desenhada. Até a incrível sensação de desconforto ao ver um espirro é real e honesta.

 

As Cores do Cuco (Coucouleurs):

A Suíça está representada com esse importante curta infantil que mostra uma ilha repleta de pássaros, cada espécie possui uma cor específica, que determina também em que pedaço da ilha devem habitar. Porém, quando surge um pássaro de duas cores, surgem também os problemas para se encaixar no lugar onde ninguém o aceita.

Por que é imperdível?

Voltado para o público infantil, o curta é um prato cheio para se trabalhar diversidade, bullying e compaixão com as crianças. Além do mais, é extremamente fofo!

 

Se animou? Então coloca aí na agenda as datas do Anima Mundi 2018: O evento acontece no Rio de Janeiro de 21 a 29 de julho e, em São Paulo, de 1º a 5 de agosto. Para mais informações, acesse o site oficial neste link.

Há um ano, o MCU ganhava seu novo Capitão América | Relembre ‘Falcão e o Soldado Invernal’

Há exatamente um ano, o episódio final da série Falcão e o Soldado Invernal estreava no Disney+ trazendo Sam Wilson (Anthony Mackie) como o novo Capitão América do MCU. A mudança foi a primeira de peso dessa nova para o núcleo dos Vingadores nos cinemas. Afinal, agora o time terá um novo líder que sequer poderes terá. Mas é interessante reparar como a condução da série pode ser analisada por duas perspectivas. Ah, caso você ainda não tenha percebido, esse texto contém SPOILERS da série. Caso você ainda pretenda assisti-la, recomendamos que só leia a matéria depois de finalizar a produção.

Falando em níveis de continuidade e de acompanhar o MCU como um todo, a Marvel trabalhou essa série como um filler de luxo. Porque um fã que não tenha assistido a Falcão e o Soldado Invernal vai conseguir entender quando o Sam Wilson aparecer nas telonas com seu traje e escudo de Capitão América, já que sua última participação nas telonas foi justamente aceitando o escudo de Steve Rogers (Chris Evans) das mãos idosas do próprio Steve, lá em Vingadores: Ultimato (2019).

Esse momento já dava a entender que ele aceitaria o título e o “cargo”. No entanto, a série aprofunda a questão em um momento no qual a uma guerra racial ocorre sem tanto alarde nos Estados Unidos. Diante de tantos casos de racismo e xenofobia no país, faz muito sentido que a mudança de um símbolo histórico dos EUA ser substituído por um herói negro causaria polêmica.

E nesse ponto, a série tem dois méritos indiscutíveis. O primeiro é mostrar o governo americano enganando Sam Wilson para que ele desista de um escudo que sequer é de propriedade do governo, dando a entender que a arma será preservada em um museu, para logo em seguida dá-la a um soldado branco que jamais teve o aval do próprio Steve Rogers e que escondia crimes de guerra em seu currículo.

O outro mérito foi trazer a trágica e fantástica história de Isaiah Bradley, o Capitão América apagado da história para encobrir os crimes do governo americano, para as telas. Como fã do personagem nos quadrinhos, jamais esperei que a Marvel fosse ter coragem para trazer essa história para o MCU. Não só pelo forte caráter racial dela, mas porque ela afeta diretamente o “American Way of Life” e toda aquela propaganda mascarada pró-América que alguns de seus personagens carregam. E a adaptação foi de uma fidelidade emocionante, adicionando um elemento importante que não constava nas HQs: o rancor. Nos quadrinhos, Isaiah ficou mentalmente debilitado, tendo dificuldade de expressar emoções, deixando toda a tristeza e o rancor pela injustiça para que sua esposa carregasse. Ao efetivamente dar voz a esse personagem, a série trouxe questionamentos pertinentes e canonizou um de seus maiores acertos recentes. E terminar a produção com ele sendo honrado e inserido na história, obrigando o governo a reconhecer seus erros, foi de um impacto enorme.

Além disso, a dualidade entre Bucky (Sebastian Stan) e Sam, que esbanjam carisma juntos em tela, foi importante para o desenvolvimento de ambos os personagens. Maltratado ao longo de sua vida, privado de existir e de ter uma consciência, Bucky se fechou em uma casca que o impediu de entender questões alheias. Bloqueio esse que também o afetava, já que passou a guardar seus tormentos para si, existindo como homem traumatizado e fora de seu tempo, extremamente apegado ao passado.

E ao ver Sam abrindo mão do escudo, do legado de seu melhor amigo, o Soldado Invernal vê sua melhor parte, a única memória positiva que tinha em sua cabeça, sendo entregue para um qualquer. Isso o cega a ponto de não entender as questões raciais que sondavam seu amigo e o faziam relutar em aceitar o legado do Capitão América.

A partir do momento em que ele, com a ajuda de Sam, entende a situação e consegue se resolver com os fantasmas do passado, Bucky percebe que o amigo precisa de apoio e não mais questionamentos, ainda mais tendo que limpar o legado do Capitão América, que sofreu uma mancha inapagável com o assassinato de um apátrida cometido aos olhos do mundo por John Walker (Wyatt Russell). A cena do Sam, em lágrimas, limpando o sangue do escudo após recuperá-lo é muito forte, porque ele entende que se ceder ao que os inimigos querem, coisas piores podem acontecer. É uma escolha dolorida para ele, que aceita carregar o fardo de ser o Capitão América por algo muito maior que ele.

Sam sabe que as coisas serão mais difíceis para ele, que na figura de um homem negro assumindo um símbolo historicamente branco, ele não poderá cometer um errinho sequer, senão vão cair matando em cima, assim como alguns fãs fizeram nas redes sociais ao jogar hate na escolha do personagem para assumir esse manto.

E essa mudança de postura fica nítida no poderoso discurso final que ele faz para os senadores e políticos, que acaba sendo transmitido pela TV para diversos cantos do mundo. Esse momento é fantástico e representa a essência revolucionária do Capitão América, que cansou de enfrentar seu próprio governo nos quadrinhos e até mesmo nos cinemas, mostrando que o certo precisa estar acima de conceitos como fronteiras e países. É um momento típico do herói e feito de forma pacífica, por meio de um discurso de alguém que reconhece sua importância e aproveita para mandar o aviso de que não vai se curvar para as más expectativas que nutrem sobre ele apenas por estar ali com aquela roupa.

“Quer saber? Tem razão. E isso é uma coisa boa. Finalmente temos uma luta em comum agora. Pensem só nisso. Pela primeira vez, todos que estão implorando e digo, literalmente implorando para vocês sentirem como cada dia é difícil. Agora vocês sentem. Como é se sentir desamparado? Se vocês se lembrassem como é se sentir desamparado e se deparar com uma força tão poderosa a ponto de apagar metade do planeta, vocês saberiam que teria exatamente o mesmo impacto. Ninguém disse que é uma decisão fácil, senador. Sou um homem negro usando as estrelas e listras. O que eu não entendo? Sempre que eu levanto essa coisa, eu sei que há milhões de pessoas por aí que vão me odiar por isso. Até agora, exatamente aqui, eu sinto… Os olhares, os julgamentos. E não tem nada que eu possa fazer para mudar. Mas ainda estou aqui, sem super soro, sem cabelo loiro ou olhos azuis. O único poder que eu tenho é acreditar que podemos fazer melhor. Não podemos esperar que as pessoas façam alguma coisa sem que a gente dê algo em troca. Vocês controlam os bancos! Vocês podem até mover fronteiras! Podem derrubar uma floresta com um e-mail, podem alimentar milhões de pessoas com um telefonema. Mas a pergunta é: ‘Quem está com vocês quando tomam essas decisões?’. São as pessoas que vocês vão impactar? Ou são só mais pessoas como vocês? Essa garota morreu tentando impedir vocês, e ninguém parou para se perguntar o porquê. Vocês têm que fazer melhor, senador! Vocês têm que se impor! Porque se não, a próxima Karli vai, e não vão querer ver a versão 2.0… As pessoas acreditavam tanto naquela causa, que a ajudaram a desafiar os governos mais fortes do mundo. E por que acham que isso aconteceu? Vocês aqui têm tanto poder quanto um deus insano ou uma adolescente desorientada. A pergunta que devem se fazer é: ‘Como vamos usá-lo?'”, disse Sam Wilson, o Capitão América.

Desse momento em diante, qualquer um que tivesse o mínimo de dúvida acerca da escolha do homem para expandir o legado do Capitão América se rendeu ao novo líder dos Vingadores, que promete comandar uma equipe ainda mais poderosa do que o time original. Fora isso, mesmo sem os poderes de super força do Steve, o Capitão agora terá asas e o escudo, o que permitirá novos golpes e combos de ataques interessantíssimos. Mas o atrativo mesmo é ver como a personalidade pacificador de Sam vai ditar os rumos da nova versão dos Heróis Mais Poderosos da Terra, já que Steve tinha um perfil confrontador, enquanto Sam procura mais entender o outro lado e resolver as coisas na conversa em vez de iniciar uma guerra a qualquer momento. Ele é mais racional que passional e isso promete uma abordagem muito interessante para o futuro do herói nas telonas.

Falcão e o Soldado Invernal está disponível no Disney+.

‘O Cavaleiro da Lua’ estreou na Disney+! Confira 10 Curiosidades da Série da Marvel…

Você já estava com saudade de um novo produto do universo da Marvel, né? Depois de um 2021 com sucessos como ‘Falcão e o Soldado Invernal’ e ‘WandaVision’, o ano de 2022 começou meio devagar para os fãs…até agora, com a chegada da aguardada série ‘O Cavaleiro da Lua’ na plataforma da Disney+. E como sabemos que você é do tipo curioso, deixamos aqui uma listinha com 10 curiosidades da série para você ficar atento antes da chegada do segundo episódio.

10 – Quadrinho da Marvel

Não é demais lembrar que ‘O Cavaleiro da Lua’ é baseado em história em quadrinho da Marvel, e a primeira aparição do personagem foi na edição de número 32, de agosto de 1975, intitulada ‘Werewolf by the Night’.

9 – Easter eggs

Em se tratando de Marvel, é cla-ro que a gente pode esperar um monte de easter eggs e referências à cultura pop na série, e o primeiro capítulo já nos provou isso! Na cena em que Steven conversa com Harrow dentro do British Museum e o vilão fala que quer se tornar um avatar mortal de Ammit, Steven pergunta se Harrow se refere ao filme ou ao anime – fazendo clara referência à duas das maiores produções da cultura pop dos anos 2000: a franquia de James Cameron, que ganha seu segundo filme este ano, e o anime japonês da Nickelodeon, que ganhará uma versão live-action na Netflix em breve.

8 – Lunático religioso

Em entrevista, o ator Ethan Hawke comentou que baseou seu personagem – o vilão Arthur Harrow – no líder religioso . Pregando interpretações do Livro do Apocalipse da Bíblia, David fundou uma seita religiosa em Waco, no Texas, onde tinha quinze esposas, uma das quais com apenas 12 anos. A seita começou a comprar armamento pesado, o que levantou a desconfiança da Agência de Controle (ATF) nos EUA; os agentes fizeram um cerco em Waco e trocaram tiros com os seguidores de Koresh. Dessa ação, 80 mortes foram registradas.

7 – Sem ligações prévias

Talvez você não tenha se dado conta, mas esta é a primeira série da Marvel que não traz ligações prévias com nenhum outro personagem já apresentado no MCU. Ou seja, todo mundo em ‘O Cavaleiro da Lua’ é zero quilômetro no universo da Marvel.

6 – Já pode pedir música!

Esta é a terceira vez que o ator Oscar Isaac interpreta um personagem no Universo Cinematográfico da Marvel. Antes de ser ‘O Cavaleiro da Lua’ ele já foi o Apocalypse em ‘X-Men: Apocalipse’ (2016) e o Miguel O’Hara/Homem-Aranha 2099 em ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ (2018). Já pode pedir música, né?

5 – Hannibal na Marvel

Da mesma forma, também os atores que interpretam o psicopata ‘Hannibal’ têm tendência a aparecer nas produções da Marvel. Foi assim com o Anthony Hopkins (que faz o Odin nos filmes do Thor), Brian Cox (que foi William Stryker em ‘X-Men 2’, em 2003), Mads Mikkelsen (que fez o Kaecilius em ‘Doutor Estranho’, de 2016) e agora com Gaspard Ulliel, que fez o Hannibal Lecter em ‘Hannibal A Origem do Mal’, em 2007, e agora interpreta Anton Mogart.

4 – Último projeto de Gaspard Ulliel

Infelizmente, ‘O Cavaleiro da Lua’ foi o último projeto que o ator francês Gaspard Ulliel conseguiu gravar antes de sofrer um grave acidente esquiando. O ator veio a falecer em 19 de janeiro deste ano de 2022, aos 37 anos.

3 – Atores considerados no elenco

Antes da produção ser realizada, alguns nomes surgiram na mesa para interpretar o protagonista da série, dentre os quais Oliver Jackson-Cohen, Ross Marquand, Pedro Pascal, CM Punk, Max Theriot, Daveed Diggs e Nick Kroll. Também o nome de Rami Malek foi considerado para o papel de Marc Spector.

2 – Uma série para maiores

O Cavaleiro da Lua’ é a segunda série da Marvel a receber classificação indicativa para maiores de 16 anos fora dos Estados Unidos. Seria esse um indicativo de que a Marvel está planejando ficar mais séria?

1 – É do Egito!

Você, que já assistiu ao primeiro episódio, viu que a história é sobre um agente estadunidense que ganha superpoderes ao entrar em contato com um deus egípcio, né? E que a série toda tem essa pegada. Dizem até que algumas cenas chegaram a ser gravadas secretamente no país árabe, embora isso não tenha sido confirmado. Além disso, o diretor da série, Mohamed Diab, é egípcio, assim como a atriz May Calamawy.

‘Shazam!’: Diretor justifica tom leve e inocente do filme

Shazam!’ é um filme mais distinto da DC adotando um tom bem mais leve e cômico do que o habitual. Agora, em entrevista para a Variety, o diretor David F. Sandberg justificou o tom da produção.

“É o tom certo para o personagem. É a realização de um desejo de uma criança que se torna um super-herói. A maioria dos super-heróis ganha seus poderes quando são adultos, então eles são pressionados pela responsabilidade, de salvar pessoas. Enquanto um garoto de 14 anos pensaria, ‘Eu posso ser um super-herói! Eu posso tentar fazer todas essas coisas malucas’. Então acho que fica mais inclinado a um senso de alegria.”

Crítica | Shazam! – A DC volta a sorrir com filme que é diversão pura

Nas críticas, o consenso geral é que a produção traz uma mistura natural de humor e emoção, sendo um filme de super-heróis que nunca esquece o poder real do gênero: a realização de um desejo alegre.

Separamos trechos das principais críticas para vocês:

The Wrap:

“O longa captura a combinação dos quadrinhos originais com heroísmo ventoso e uma trama maluca, transferindo-a da década de 40 para a era moderna com grande habilidade.”

Guardian:

“Flutuante e despretensioso, ‘Shazam!’ tem objetivos baixos e, em sua maioria, bem-sucedidos. Uma brincadeira divertida para crianças, alimentada com energia suficiente para manter seu público-alvo envolvido com um conceito central divertido, que funciona como um cruzamento entre Big e Superman.”

EW:

“Sempre que [Zachary] Levi está na tela, impressionado com seu novo físico adulto (seus músculos parecem ter músculos) e chocado com seus poderes recém-descobertos, o filme realmente acerta.”

We Got This Covered:

Shazam! é a palavra mágica no que diz respeito a estabilidade do Universo da DC, já que David Sandberg prova que os super-heróis da Warner podem ser engraçados, cheios de coração e eletrificados com muita ação – tudo isso ao mesmo tempo.”

AV Club:

“O que muitas vezes é a parte mais comercial de uma história de origem de super-heróis – estabelecendo os poderes do herói –, acaba se tornando a parte mais divertida de ‘Shazam!’, carregada pelo encanto inquietante e infantil de [Zachary] Levi.”

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril.

‘Riverdale’: Episódio tributo a Luke Perry ganha primeiras imagens; Confira!

The CW divulgou hoje (03) as primeiras imagens do episódio tributo a Luke Perry, que faleceu em março deste ano. O capítulo abrirá o quarto ciclo e é intitulado “Chapter Fifty Eight: In Memoriam”.

Confira:

Riverdale foi criado por Roberto Aguirre-Sacasa e traz no elenco Lili Reinhart, Camila Mendes, Madelaine Petsch, Madchen Amick, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles MeltonVanessa MorganCole SprouseSam Witwer.

A quarta temporada estreia no dia 09 de outubro deste ano.

‘Jurassic World 3’: Mais um membro do elenco original deve retornar para a sequência!

Jurassic World 3 promete trazer o melhor dos dois mundos para as telonas, visto que, nos últimos meses, vários membros da franquia original confirmaram presença no spin-off – incluindo Sam NeillLaura Dern Jeff Goldblum, que se unem a Chris PrattBryce Dallas HowardJustice SmithDaniella PinedaJack JohnsonOmar Sy.

Agora, parece que mais um ator da saga Jurassic Park irá retornar para as telonas: recentemente, Joe Mazello (que deu vida a Tim Murphy no primeiro longa-metragem) parece ter confirmado presença na próxima iteração.

O ator postou uma críptica e convidativa mensagem em seu Twitter oficial, dizendo: “acho que está na hora de voltar ao trabalho. O que vocês acham, pessoal?”.

Confira:

Anteriormente, o diretor Colin Trevorrow conversou com a Empire sobre o aguardado retorno dos personagens originais da franquia – Neill, Dern e Goldblum.

“O próximo filme permitirá que os personagens originais da franquia façam parte da história de uma forma orgânica. Eu e a [roteirista] Emily Carmichael chamamos esse filme de ‘Jurassic Park 6’, porque ele realmente é.”

Ele completa, “Você começa perguntando as questões mais básicas: quem são essas pessoas agora? O que eles fazem neste novo mundo em que vivem e como eles sentem sobre ser parte da história? No final das contas, é uma colaboração entre os atores. Eles conhecem e amam esses personagens. E eles retornarão juntos.”

Agora que os astros originais foram confirmados ao elenco da sequência, os fãs estão empolgados para descobrir como eles irão se encaixar na trama.

Em entrevista para o Games Radar, Laura Dern não escondeu sua empolgação ao participar do novo filme:

“Estou muito animada para ver como tudo irá se conectar. Eu sei que Colin [Trevorrow, o diretor], Steven Spielberg, e toda a equipe estão preparando algo especial. Será uma homenagem ao filme original, vai ser muito bonito e realmente incrível.”

Por enquanto, o enredo do longa ainda permanece um mistério, mas novas atualizações devem surgir em breve.

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

‘Sputnik’: Terror estilo ‘Alien’ ganha novo cartaz INCRÍVEL; Confira!

O terror ‘Sputnik‘ ganhou um novo pôster oficial.

Confira, junto ao trailer:

O longa foi dirigido por Egor Abramenko.

O único sobrevivente de um incidente no espaço não retornou para casa sozinho – escondida dentro do seu corpo há uma criatura perigosa. Sua única esperança é uma médica determinada a fazer o que for preciso para salvar seu paciente.

Pyotr Fyodorov, Oksana AkinshinaFedor Bondarchuk estrelam.

O terror será lançado direto em VOD no dia 14 de agosto.

‘Euphoria’: Rue está de volta nas imagens oficiais do episódio especial; Confira!

O primeiro episódio especial da aclamada série Euphoria ganhou belíssimas imagens promocionais.

O capítulo chegará ao HBO Max no dia 4 de dezembro, dois dias antes da estreia oficial na televisão.

Confira, junto ao teaser:

Zendaya fez história na última edição do Emmy 2020 ao se tornar a atriz mais jovem a conquistar a estatueta de Melhor Atriz em Série Dramática por sua performance na produção – e a 2ª atriz negra a conquistar tal feito ao lado apenas de Viola Davis.

Criada por Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

O elenco conta com Zendaya, Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Barbie Ferreira, Hunter Schafer e Storm Reid.

‘Sem Remorso’: Vídeo de bastidores revela detalhes sobre o novo filme com Michael B. Jordan; Confira!

IMDb divulgou com exclusividade um novo vídeo de bastidores de Sem Remorso(Without Remorse), thriller de ação estrelado por Michael B. Jordan (‘Pantera Negra’).

featurette leva o público a conhecer detalhes e segredos do longa-metragem.

Confira:

O filme será lançado no catálogo da Amazon Prime Video em 30 de abril.

Dirigido por dirigido por Stefano Sollima (‘Sicário: Dia do Soldado’), o filme é baseado no livro homônimo de Tom Clancy.

A trama acompanha John Clark (Jordan), um fuzileiro naval dos EUA, busca vingança pelo assassinato de sua esposa, mas acaba se encontrando dentro de uma conspiração muito maior.

O elenco ainda conta com Jodie Turner-Smith, Jamie Bell, Guy Pearce, Lauren London e Jacob Scipio.

‘A Casa Sombria’: Terror com Rebecca Hall recebe 86% de aprovação dos críticos; Confira as reações!

O terror sobrenatural ‘A Casa Sombria‘ (The Night House), estrelado por Rebecca Hall (‘Godzilla vs Kong’), chega em breve aos cinemas brasileiros (30 de setembro) – mas já ganhou inúmeros elogios por parte da crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, o longa conquistou surpreendentes 86% de aprovação, com nota média 7.10/10 baseada em 183 reviews. Segundo o consenso geral, “liderado pela performance arrepiante de Hall, [o filme] oferece um horror atmosférico que nos envolve intelectual e emocionalmente”.

Confira os principais comentários abaixo:

“A performance de Hall […] sustenta e eleva esse incrível filme de terror do diretor David Bruckner” – San Jose Mercury News.

“Hall está em cena em quase todos os minutos do filme, e está sempre interessante” – Minneapolis Star Tribune.

“Hall comanda cada momento desse thriller psicológico – e me fez olhar para trás no estacionamento” – The Curvy Film Critic.

“Hall é a responsável pelo clímax. […] Ela suaviza todos os problemas. Ela vai te guiar [pelo filme]” – Times (UK).

“Hall intensifica o que poderia ser apenas outra mulher com uma lanterna em uma casa mal-assombrada” – Chicago Tribune.

David Bruckner (‘O Ritual’) fica responsável pela direção.

Ainda abalada pela morte inesperada de seu marido, Beth (Hall) fica sozinha numa casa à beira do lago que ele construiu para ela. Tentando se estabelecer na casa, ela começa a surtar por conta de estranhos pesadelos. Sentindo-se atraída por visões uma figura que chama por seu nome, Beth começa a vasculhar os pertences do marido na busca por respostas.

O elenco também conta com Sarah Goldberg, Evan Jonigkeit, Stacy Martin e Vondie Curtis Hall.

‘Comer, Rezar, Amar’: Drama estrelado por Julia Roberts estreia na Netflix!

‘Comer, Rezar, Amar’, drama estrelado pela vencedora do Oscar Julia Roberts, já está disponível na Netflix.

O longa foi lançado na plataforma de streaming hoje, 01 de fevereiro.

Lançado em 2010, o drama romântico biográfico é baseado no livro de memórias best-seller homônimo de Elizabeth Gilbert e é centrado em Liz (Roberts), uma escritora que acreditava ter tudo na vida: uma casa, um marido e uma carreira de sucesso. Porém recém-divorciada e de frente para um momento de mudança, ela se sente confusa sobre o que é importante em sua vida. Ousando sair da sua zona de conforto, Liz embarca em uma busca de auto-descoberta que a leva à Itália, à Índia e a Bali.

Relembre o trailer:

O filme foi dirigido por Ryan Murphy (‘American Horror Story’).

Javier BardemViola DavisJames Franco e outros também fizeram parte do elenco.

Para o bem ou para o mal, o longa tornou-se um dos mais famosos da carreira de Roberts – e fez um enorme sucesso nas bilheterias mundiais.

Joey King é uma princesa GUERREIRA no trailer dublado de ‘A Princesa’; Assista!

O Star+ divulgou o trailer dublado do filme de ação medieval ‘A Princesa‘ (‘The Princess’), estrelado por Joey King (‘A Barraca do Beijo’).

O filme chega à plataforma de streaming no dia 22 de julho.

Confira:

Le-Van Kiet (‘Furie’) é responsável pela direção.

Descrita como uma mistura de ‘Rapunzel’‘The Raid’, o longa acompanha uma jovem princesa (King) que se sente muito mais confortável com uma espada do que com uma coroa – e cabe a ela salvar o reino de mercenários impiedosos.

O elenco ainda conta com Dominic Cooper (‘Preacher’), Olga Kurylenko (‘Viúva Negra’) e Veronica Ngo (‘The Old Guard’).

Artigo | Os 80 anos de ‘Casablanca’, um dos maiores filmes de todos os tempos

Em sua didática obra Story’, o guru da escrita criativa para cinema Robert McKee cita mais de uma vez a importância de Casablanca para a compreensão de uma boa história, fragmentando seu complexo roteiro em pequenos blocos para analisar de que forma a jornada de Rick e Ilsa consegue se conectar com o público até mesmo nos dias de hoje – analisando coerentemente que um romance de guerra travestido de crítica política, por mais afastado que se mostre das novas gerações, é capaz de nos transportar para um cosmos de aparência específica, mas essência milenar. Não é surpresa que o longa-metragem dirigido por Michael Curtis no início da década de 1940 ainda seja considerado um dos melhores feitos em toda a História da indústria cinematográfica, estando lado a lado com clássicos como O Poderoso Chefão’ e Cidadão Kane’. 

À época de sua produção e lançamento, Curtis mergulhou ousou sair do lugar-comum e afastar-se das investidas fílmicas propagandísticas que visavam criar um panorama otimista em meio aos anos mais ferrenhos da II Guerra Mundial – a exemplo de Walt Disney que, com a bruta construção de seu futuro império, realizava animações de “boa-vizinhança” que buscavam polarizar ainda mais uma sociedade movida pelo medo e pela insegurança constantes. Em Casablanca, as coisas tomam um rumo inesperado ao insurgirem como crítica sociopolítica, visando até mesmo ao debate, mesmo que não tão profundo, do que realmente estava acontecendo em territórios de terceiro mundo e que eram excluídos das páginas do jornal e das frequências radiofônicas. 

Rick Blaine (Humphrey Bogart) é gerente de um modesto e pitoresco café de Casablanca. Desde os primeiros momentos em cena, o personagem se mostra com uma construção reservada, introvertida, que já passou por poucas e boas e carrega consigo o mote de “não colocar o pescoço em risco por nenhum homem”. É claro que tal amargura não é ocasional e tem origens recentes, cujas consequências são vistas em sua paixão fervorosa pela bebida, capaz de matar seu antigo eu iludido pelo falso amor verdadeiro. Entretanto, essa linearidade que o mantém fora do perigo é colocada em xeque quando Ilsa Lund (Ingrid Bergman) e seu marido Victor Laszlo (Paul Henreid) adentram no estabelecimento com intenções muito mais mortais do que aparentam. 

E por que tudo isso é impactante para a vida de Rick? Simplesmente pelo fato de Rick e Ilsa terem uma história tão comovente quanto trágica. Rick era líder da resistência antifascista e conheceu a sedutora expatriada norueguesa Ilsa em Paris. Após terem iniciado um caso, o nome do rebelde entra para a lista da Gestapo e ele arquiteta uma fuga com sua amante para longe da Cidade-Luz, para um lugar onde podem recomeçar do zero. Eles, pois, combinam de se encontrar na estação de trem, mas Ilsa nunca aparece, mandando um mensageiro entregar-lhe uma carta dizendo que o ama, mas que nunca mais poderá vê-lo. Desde então, Rick submeteu-se ao apaziguamento de sua rebelião e vê tudo desmoronar quando os sentimentos reacendem. 

Se prestarmos bastante atenção na personalidade do protagonista, é possível deduzir o que irá acontecer em cada um dos atos. Porém, não pense que a trama de Casablanca se move através de convencionalismos narrativos, pois tudo é orquestrado com uma sutileza aplaudível e emocionante, cuja conexão interpessoal (seja com o público, seja entre os personagens) é sua principal força-motriz. A química de Bogart e Bergman é inegável, alcançando altos e baixos que mostram a irreversibilidade de uma chama que nunca se apagou – Rick ainda a ama, e isso se mostra de modo mais claro quando Ilsa o implora para conseguir enviá-los para fora de Casablanca: afinal, Laszlo é um refugiado, também líder de um dos grupos rebeldes, e que está prestes a ser capturado pelo inimigo. 

A figura do antagonista é dúbia e pode ser encarada tanto pela superficialidade cênica quanto pelo intimismo microcósmico arquitetado por Curtis e pelo incrível trio de roteiristas formado por Julius e Philip Epstein e Howard Koch. À medida em que introduzem o Major Heinrich Strasser (Conrad Veidt) para tornar a trama principal mais interessante e até brincar com a ideia de gato-e-rato entre a resistência e a repressão, os próprios Rick e Ilsa tornam-se inimigos não entre si, mas para si mesmos: enquanto esta declara novamente seu amor pelo ex-amante e diz que o que sente por Viktor não passa de uma mera ajuda, aquele não consegue acreditar na estória, e a deprecia para se proteger e não se envolver com alguém que quase lhe custou a vida. Mesmo com as negações desenfreadas, a mudança atmosférica é respaldada pelo diálogos que travam em diversos momentos, incluindo numa cena específica. 

Toda a premissa é concentrada na cena do Bazar, em que Rick se mostra determinado a conseguir Ilsa de volta: ambos passeiam pelos vendedores ambulantes, adentando o mercado negro em busca de passaportes falsificados que garantirão a saída do casal de Casablanca. Culpa, arrependimento e obrigação movem-nos pelas ruas, até que segredos são revelados – e a própria mulher admite o arrependimento irreconciliável de ter iniciado o caso. Afinal, desde Paris, Laszlo era seu marido – e é justamente essa quadra de palavras que marca o clímax principal, mostrando como Rick, apesar de amá-la e deseja-la com todas as forças, não poderá tê-la por razões muito maiores do que julgou e julga. 

O primor fílmico com o qual Curtis conduz a sua obra é impecável: é claro, ele não ousa tanto quanto poderia com a direção, mas faz questão de mesclar sua habilidade fotográfica com estéticas expressionistas e melodramáticas equilibradas, sem ceder a exageros. Não é à toa que, em grande parte das sequências ambientadas no bar, o rosto dos personagens esteja à meia-luz: cada um deles, seja na pluralismo dos inúmeros outros refugiados que buscam se esconder dos comandos nazifascistas, seja na feição dos protagonistas em questão, esconde segredos complicados e que não podem ser revelados sob nenhuma circunstância. Para alguns, o ritmo da montagem e a arquitetura imagética podem parecer monótonos; entretanto, elas são de extrema importância para ratificar o peso dramático e até mesmo histórico do longa. 

Casablanca encontra seu fim em uma das cenas mais clássicas do Cinema: o adeus de Rick e Ilsa, na qual a mulher dá adeus ao único homem que amou embarcando em um avião rumo à liberdade. Ela desaparece na névoa, e tal momento é tão simbólico para uma variedade infinita de assuntos, que é muito difícil não se comover. E, parafraseando McKee, essa jornada dramática é crítica e fundamental para compreender não apenas uma importante parte da nossa História, mas também para nos encontrarmos. 

Crítica | ‘Sweet Tooth’ retorna com uma 2ª temporada ainda melhor que a primeira

Quando Sweet Tooth estreou na Netflix lá em 2021, tornou-se não apenas uma das melhores entradas do catálogo da plataforma de streaming, como uma sensação sem igual pelo planeta. A trama, baseada nos quadrinhos homônimos da DC, é ambientada em um mundo pós-apocalíptico acometido pelo Flagelo, uma doença mortal que varreu quase toda a humanidade – e que, de alguma maneira, influenciou no nascimento de crianças híbridas, com características animais (chifres, caudas, penas ou outras), causando um caos generalizado que acreditava que essas inocentes criaturas tinham alguma coisa a ver com o vírus.

Agora, dois anos depois de uma grandiosa estreia, estamos de volta ao cosmos criado por Jeff Lemire como uma segunda temporada que mantém a originalidade e a qualidade da anterior, por vezes superando-a – principalmente no quesito dramático. Continuando de onde paramos, Gus (Christian Convery) foi raptado pelos Últimos Homens e levado sob custódia para o Zoológico de Essex, onde Aimee (Dania Ramirez) e seus filhos híbridos moravam antes da invasão do General Abbot (Neil Sandilands). Agora, Gus se vê na companhia dos outros prisioneiros, incluindo a sábia Wendy (Naledi Murray), aguardando um futuro sombrio que pode acabar com a vida de cada um deles. Afinal, Abbot, em uma vendeta mais pessoal do que heroica, quer encontrar uma cura para o Flagelo e acredita que os híbridos sejam a chave para salvar o que resta dos humanos.

Enquanto isso, Aimee e Jepp (Nonso Anozie) arquitetam um complexo plano que envolve a força de outros justiceiros para enfrentar Abbot e seu séquito, movidos por um desejo de reparação que serve como um dos motes do mais recente ciclo. E, por fim, temos a presença do Dr. Aditya Singh (Adeel Akhtar), que trabalha incessantemente para encontrar uma vacina e garantir a sobrevivência da esposa, Rani (Aliza Vellani), que convive com a doença há quase uma década e só não perece através de um tratamento paliativo. Assim como todos os outros – e trabalhando para o odioso antagonista interpretado por Sandilands -, o Dr. Singh está desesperado para garantir o próprio futuro, agindo com cautela em uma corda bamba entre o que é certo e o que é prático.

É notável como o showrunner e criador Jim Mickle consegue navegar por uma estrutura que se difere em diversos aspectos da iteração anterior. Em um passado não muito remoto, Gus era apenas uma criança sem conhecimento palpável sobre o que o esperava longe de sua confortável cabana; movido pela curiosidade e pela necessidade de pertencer a algum lugar, o adorável menino-cervo descobriu que as coisas não são tão simples e que, por ser diferente dos outros e estar intimamente ligado a uma catástrofe planetária, ele é caçado por algozes perigosos. E, após enfrentar tantos obstáculos, ele se vê pronto para emergir como um herói e garantir a continuidade de uma espécie que representa o futuro, e não a destruição.

Aliado a um time habilidoso de roteiristas, Mickle se vê dotado de tempo de sobra para finalizar arcos valiosos e abrir brechas para incursões futuras – como o coming-of-age de Gus, Wendy e as crianças híbridas, obrigadas a amadurecer e a enfrentar aqueles que lhe causaram mal; a redenção de Jepp e dos crimes que cometeu quando fazia parte dos Últimos Homens; a compreensão de Aimee acerca de seu papel como mãe e protetora; e o enfrentamento dos demônios anteriores por parte do Dr. Singh, que, em uma constância angustiante, coloca uma pesquisa sem frutos concretos à frente de um casamento quase falido, que só pode ser salvo por sua empatia. Todas essas tramas e subtramas são tratadas com o carinho e o respeito que merecem.

Apesar de pontuais deslizes ocorrerem no tocante ao ritmo, nada é forte o suficiente para ofuscar a quase impecável obra-prima que se ergue aqui. Mickle também investe esforços em pontos de importância dramática ímpar, não pensando duas vezes antes de sacrificar personagens e nos guiar em uma montanha-russa de emoções, por vezes nos fazendo crer que as coisas estão bem, por vezes nos arremessando em um vórtice de inquietação que premedita um futuro nebuloso. O que será que vai acontecer a Gus? E a cura, ela será achada? São muitas as perguntas a ganharem com essa espetacular leva de episódios – e o fato de nos deixarem animados para o próximo ciclo já diz muito sobre a qualidade da série.

Sweet Tooth volta com mais força do que nunca e nos entrega uma mistura explosiva, vibrante e emocionante de comédia, drama, aventura e magia – apoiando-se em um elenco cuja química cresce ano após ano e uma estrutura visual de tirar o fôlego. A Netflix volta a acertar com um de seus títulos originais de maior sucesso e faz questão de que sejamos parte ativa dessa jornada que ainda tem muito para contar.

‘O Exorcista: O Devoto’: Vídeo nos apresenta às novas VÍTIMAS da sequência; Confira!

‘O Exorcista: O Devoto’, sequência direta do clássico de 1973 e agora sob o comando da Blumhouse, ganhou um novo vídeo promocional apresentando as jovens vítimas da narrativa.

Vale lembrar que o filme chega aos cinemas nacionais em 12 de outubro.

Confira:

De acordo com informações do Deadline, o longa está previsto para arrecadar aproximadamente US$ 30 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos.

A estimativa de arrecadação é considerada ótima, especialmente por se tratar de um filme de terror.

O valor é o mesmo que o soft reboot de ‘Pânico‘, que arrecadou US$ 30 milhões em sua estreia nos EUA em 2022.

Embora o orçamento exato da produção ainda seja desconhecido, é importante lembrar que a Universal Pictures e a Blumhouse gastaram cerca de US$ 400 milhões para adquirir os direitos da franquia ‘O Exorcista‘.

Conhecido por seu trabalho na nova trilogia de ‘Halloween‘, Green compartilhou sua abordagem cuidadosa em relação à icônica voz demoníaca na franquia clássica do terror.

Em entrevista para o SyFy Wire, ele expressou seu desejo de não decepcionar os fãs, reconhecendo o papel crucial que essa característica desempenha na série.

Green revelou que a versão final do filme pode diferir do que foi apresentado no trailer oficial.

“Estamos na parte de voz demoníaca do processo agora, e explorando vários conceitos. Outro dia, nós trouxemos cinco pessoas muito, muito diferentes para uma sala, com um microfone e pedi que dissessem coisas”, explicou o diretor.

“Talvez eu queira que seja cada uma dessas vozes e muito mais. Talvez eu queira que esse demônio seja um monte de coisas”, concluiu.

Anteriormente, conversando com o IndieWire, o produtor Jason Blum comentou sobre a expectativa pelo lançamento e disse que este é o filme mais arriscado de sua carreira.

“O filme mais arriscado que já fiz com certeza ainda não foi lançado. É ‘O Exorcista‘. Só porque é muito caro. Normalmente, a barreira para o sucesso em tudo o que fazemos é incrivelmente baixa porque fazemos filmes baratos. Para ‘O Exorcista’, a aposta é alta.”

Ele acrescentou que:

“Não é um alto risco para a Blumhouse. Obviamente, já fomos pagos, mas é um risco alto para nossos parceiros. Então, quando você me pergunta qual é a coisa mais arriscada em que já trabalhamos, considero isso como para nós ou nossos parceiros financeiros. No caso de ‘O Exorcista’, esse seria o maior, porque é um risco alto para a Universal.”

Na trama, um pai desesperado pede a ajuda de Chris MacNeil para tentar lidar com uma presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.

Leslie Odom Jr.Ann DowdJennifer NettlesNorbert Leo ButzLidya JewettOlivia MarcumEllen Burstyn estrelam.

‘Família Upshaw’: 5ª temporada da comédia com Wanda Sykes ganha trailer HILÁRIO; Assista!

Netflix divulgou o trailer completo da 5ª temporada de Família Upshawsitcom estrelada por Wanda SykesMike Epps.

Os novos episódios chegam à plataforma de streaming no dia 18 de abril.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A história gira em torno de uma família negra da classe trabalhadora que luta, com muito bom humor, para pagar as contas e se sustentar – ainda que ela não faça ideia de como conseguir isso.

Além de protagonizarem, Sykes e Epps são os produtores executivos da série, ao lado de Regina Y. Hicks (‘Insecure’). Hicks e Sykes também compartilham o cargo de showrunners.

Kim Fields, Page Kennedy, Diamond Lyons, Khali Daniya-Renee Spraggins, Jermelle Simon, Gabrielle Dennis e Journey Christine completam o elenco.

Beyoncé – 43 Anos | 10 músicas da LENDÁRIA artista que deveriam ter sido singles

No dia de hoje, 04 de setembro, celebramos o aniversário de um dos maiores nomes não apenas da música contemporânea, mas da história da indústria fonográfica: Beyoncé Knowles-Carter.

Dona de algumas músicas de maior sucesso de todos os tempos, Beyoncé começou sua carreira como membro do girl group Destiny’s Child, lançando-se à carreira solo a partir de 2003, com o lançamento de Dangerously in Love. Desde então, quebrou inúmeros recordes de vendas e de aclamação, eventualmente tornando-se a mulher mais premiada do Grammy Awards e consagrando um legado infindável e imortal.

Para comemorar esse dia tão especial, o CinePOP montou uma lista elencando dez canções da performer que mereciam mais destaque e que deveriam ter virado singles oficiais (todavia, estamos focando em sua carreira solo, o que significa que não integraremos a discografia do trio mencionado no parágrafo acima).

Veja abaixo e conte para nós qual a sua favorita ou qual deixamos de fora:

“FREAKUM DRESS”

Álbum: B’Day

Em ‘B’Day’, seu segundo álbum de estúdio, Beyoncé demonstra uma capacidade invejável de construir um universo próprio que nos conquista desde os primeiros toques e que revela seu apreço por adotar riscos. Dentro desse escopo, temos a divertida “Freakum Dress” que, apesar de ter ganhado um clipe, não foi lançada como single oficial. Aqui, a canção nos conquista pela assertividade e pela força com que os versos são entregues, com um crescendo para o refrão próprio da época em que o disco foi lançado.

“I WAS HERE”

Álbum: 4

Em uma de suas várias reinvenções, Beyoncé deu vida a 4, um de seus álbuns mais memoráveis (se bem que é difícil não adotar todos seus lançamentos como memoráveis). A conclusão dessa aventura sonora vem acompanhada da aplaudível “I Was Here”, facilmente uma das melhores músicas do catálogo da Queen B – cujas mensagens ultrapassam o mero conceito de exaltar quem você é, atravessando uma linha etérea que discorre sobre a própria existência (“eu estava aqui, eu vivi, eu amei, eu estava aqui”) e movendo-se por uma pessoalidade emocionante.

“1+1”

Álbum: 4

Beyoncé já provou inúmeras vezes ter uma capacidade invejável de criar belíssimas baladas – e neste álbum, as coisas não seriam diferentes. Além das tracks supracitadas, temos a presença de “1+1”, que parte de um princípio bem estruturado de diminuir a potência dos instrumentos, valendo-se do baixo, dos sintetizadores e de uma eventual guitarra, para deixar espaço aos potentes vocais da cantora.

“DADDY LESSONS”

Álbum: Lemonade

“Daddy Lessons” é um dos vários ápices de Lemonadee uma das canções que merecia mais reconhecimento que tem.. Com a música em questão, a lead singer eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como premedita o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.

“ALIEN SUPERSTAR”

Álbum: Act I: Renaissance

Beyoncé voltou com força total em 2022 ao lançar o aguardado e antecipadíssimo ‘Act I: Renaissance’. O projeto, primeiro capítulo de uma ambiciosa trilogia sonora, já ascendeu ao patamar dos melhores do ano e da década (ao menos na opinião desta que vos fala) e honrou a cultura negra com uma celebração antêmica do house e do disco. E, dentre as várias canções, “Alien Superstar” nos chama a atenção pela produção impecável e pelo caráter explosivo de suas texturas, mergulhando no poder dos sintetizadores, do voguing e dos ballrooms do Brooklyn dos anos 70 e 80 (“olhos em você quando performa, olhos em mim quando eu coloco”).

“HEATED”

Álbum: Act I: Renaissance

Em ‘Renaissance’, a performer permite que as faixas tragam temáticas importantes para discussão e que tomaram fortes proporções ao viralizarem nas redes sociais – como as pautas sociais que emergem com a vibrante impecabilidade de “HEATED” (repaginada com um hedonismo diabolicamente apaixonante e energizante). Como se não bastasse, a track também abre espaço para que ela celebre a comunidade LGBTQIA+ e honre uma de suas maiores inspirações – seu Tio Johnny, a quem inclusive agradeceu ao receber a estatueta de Melhor Álbum Eletrônico no Grammy Awards.

“PURE/HONEY”

Álbum: Act I: Renaissance

‘Act I: Renaissance’ tornou-se um evento ao finalmente ser divulgado para os fãs de Beyoncé, reiterando, mais uma vez, a versatilidade invejável de uma das maiores artistas da história. E, como já é de se esperar, escolher as melhores músicas dentro deste imaculado e testamentário compilado não é um trabalho fácil; de qualquer forma, é notável como “Pure/Honey” é uma das entradas que nos roubam a atenção por sua construção ostensiva e elegante, pautada no electro-house e neo-disco (que é resumida pelo honrável verso “deve custar um bilhão para parecer tão bem”).

VIRGO’S GROOVE

Álbum: Act I: Renaissance

“Virgo’s Groove” foi considerada não apenas uma das melhores músicas da produção, mas uma das melhores entradas da carreira de Beyoncé. A construção, movida pela explosão constante de disco e funk, é uma homenagem aos anos 70 e 80 sem se valer de um cansado anacronismo – mas sim de uma originalidade nostálgica sedutora. Os aplausos também vão ao produtor The-Dream, que faz um trabalho memorável na track.

AMERIICAN REQUIIEM

Álbum: Act II: Cowboy Carter

O compilado abre com a espetacular faixa “Ameriican Requiem”, cujo título faz alusão à litúrgica declaração de re-empoderamento que deseja promover; através de um coro arrepiante e saudosista, ela navega por uma conceitualização do problema identitário ao nos presentear com versos como “eles costumavam dizer que eu falava muito country; então a rejeição veio, disseram que eu não era country o bastante”. Cada trecho dos quase cinco minutos e meio da faixa é pensado sob uma ótima específica, trazendo a dissonância da guitarra elétrica ao impacto da bateria e à sutileza do piano em uma vibrante e urgente jornada.

YA YA

Álbum: Act II: Cowboy Carter

Como bem sabemos, Beyoncé é um gênio no tocante a construir baladas que ficam marcadas como algumas de suas melhores canções – procurando uma atmosfera cândida para declamar e explorar angústias internas. Mas seu lado mais insano e indesculpável explode em avidez quando ela se apropria de arquiteturas uptempo e dançantes – como é o caso da vibrante “Ya Ya”. Seguindo uma menção à lendária Linda Martell, a track é uma amálgama dançante de country-popcountry-rock e go-go, cujas notas iniciais buscam referência na clássica “These Boots Are Made For Walkin’”, de Nancy Sinatra – e que nos carregam em uma aventura frenética e inescapável.

Critics Choice Awards 2025 | Jarin Blaschke leva o prêmio de Melhor Fotografia por ‘Nosferatu’

Sucesso! O remake de ‘Nosferatu‘ foi um dos principais títulos relembrados na cerimônia de vencedores da 30ª edição do Critics Choice Awards.

Jarin Blaschke foi condecorado com o prêmio de Melhor Fotografia por seu impecável trabalho.

Crítica | Robert Eggers cria uma carta de amor ao terror gótico com o estupendo ‘Nosferatu’

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

O filme recebeu uma classificação etária alta (R), o que significa que só poderá ser assistido por maiores de 18 anos ou menores acompanhados de um responsável, devido a “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.

O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).

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Benjamin Wainwright investiga crimes VIOLENTOS em Paris no trailer da série ‘Maigret’; Confira!

PBS Masterpiece divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Maigret’, drama criminal inspirado nos romances assinados por Georges Simenon.

A produção tem estreia agendada para o dia 5 de outubro na emissora e na plataforma de streaming, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

A série foi adaptada por Patrick Harbinson, que também entra como diretor ao lado de Faye GilbertDavid Evans.

Na trama, o Inspetor-Chefe Maigret e sua equipe de detetives rebeldes e leais, conhecida como Les Maigrets, solucionam uma série de crimes complexos em Paris. Os métodos pouco convencionais e o senso de justiça único de Maigret o colocam em conflito com seus superiores e com o sistema judiciário que ele supostamente representa. Ele, então, precisa superar alguns dos criminosos mais astutos e violentos de Paris, enquanto lida com seu próprio passado conturbado.

Benjamin WainwrightStefanie MartiniNathalie ArminBlake HarrisonReda ElazouarKerrie HayesShaniqua OkwokRob Kazinsky estrelam.