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’47 Meters Down’: Terror de tubarões com Mandy Moore surpreende nas bilheterias

O terror ‘47 Meters Down‘ teve uma trajetória inusitada. Pronto para ser lançado direto em Home Video nos EUA com o título ‘In the Deep‘, o filme foi adquirido pela recém-inaugurada Entertainment Studios, que decidiu lançá-lo nos cinemas.

Decisão acertada: O filme estreou nos EUA nesse fim de semana e surpreendeu nas bilheterias, arrecadando ótimos US$ 11 milhões em 2.270 cinemas e abrindo na frente de ‘A Noite é Delas‘ (Rough Night), comédia estrelada por Scarlett Johansson e Kate McKinnon.

O filme é estrelado por Mandy Moore e Claire Holt e foi elogiadíssimo nos festivais internacionais.

Assista aos vídeos:

47 Meters Down‘ mergulha no mundo de duas irmãs (Mandy Moore e Claire Holt), que ficam presas no fundo do oceano quando uma expedição de mergulho para observar tubarões acaba saindo terrivelmente errada. Quando o cabo que prende a gaiola de observação no barco quebra, a gaiola afunda até o fundo do oceano. As irmãs precisam descobrir uma maneira de voltar a lutar contra a segurança de ferimentos, falta de oxigênio e, pior de tudo, sede de sangue dos grandes tubarões brancos.

Johannes Roberts (‘O Outro Lado da Porta’) dirige.

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De Volta para Casa

(Home Again)

 

Elenco:

Reese Witherspoon
Michael Sheen
Lake Bell

Direção: Hallie Meyers-Shyer

Gênero: Comédia Romântica

Duração: 87 min.

Distribuidora: H2O Films

Orçamento: US$ 4 milhões

Estreia: 19 de Outubro de 2017

Sinopse: 

Recém separada do marido, Alice Kinney (Reese Witherspoon) decide recomeçar a sua via se mudando para sua cidade natal com as suas duas filhas. Durante uma comemoração noturna do seu aniversário de 40 anos, Alice conhece três aspirantes a cineastas que precisam de um lugar para morar. Ela deixa os rapazes permanecerem em seu quarto de hóspede temporariamente, mas o acordo gera situações inesperadas. A nova família de Alice e um novo amor em vista chegam a um ponto crucial quando seu marido aparece.

Crítica | De Volta para Casa – Reese Witherspoon em boa comédia romântica (Nota: 6.0)

Curiosidades: 

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Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Robert Pattinson e Kristen Stewart podem retornar na série baseada em ‘Crepúsculo’

Em novembro, o primeiro ‘Crepúsculo‘ vai completar 10 anos. E a Lionsgate já está pensando em várias maneiras de reiniciar a franquia, sendo a principal delas uma série de TV.

Segundo o pouco confiável Hollywood Life, os astros Robert Pattinson e Kristen Stewart estão em negociação para fazer uma participação na série, que servirá como reboot para a franquia.

Eles viveriam outros personagens, é claro, dando espaço para jovens atores desconhecidos interpretarem Edward e Bella.

O site afirma que a série está em desenvolvimento na Lionsgate.

“Eles estão dispostos a fazer pelo menos uma pequena participação na série”, garante a fonte.

Pattinson já havia afirmado ao Yahoo! interesse em retornar.

“Será que vou ganhar meu próprio spin-off. Sempre tive uma curiosidade em saber como a franquia continuaria. Eu gosto da ideia de subverter as expectativas das pessoas em coisas que tenham uma grande audiência. Então poderíamos fazer algo meio radical. Seria bastante divertido”, afirmou.

Crepúsculo‘, o livro, foi publicado inicialmente nos Estados Unidos em 2005 e originou a série best-seller mundial e uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um fenômeno cultural de abrangência então inédita.

O último filme da franquia, ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – O Final‘, foi lançado há seis anos e arrecadou US$ 829,7 milhões no mundo inteiro, um ponto alto para a franquia.

Kristen Stewart recusou proposta para voltar em novo ‘Crepúsculo’, afirma revista 

 

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‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Quando o trailer será lançado na internet?

O jornalista DanielRPK acertou todas as datas de trailers que ele vazou na internet, incluindo o de ‘Capitã Marvel‘ e ‘Vingadores: Ultimato‘.

Ele também acertou a data que o trailer de  ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ foi lançado, só não sabia que o conteúdo seria exibido apenas na CCXP e não cairia na internet no mesmo dia.

Bem, parece que os fãs terão que esperar um pouco mais para assistir ao trailer. Um novo relatório afirma que a data do trailer foi adiada e deve ser lançado oficialmente na internet no dia 18 de dezembro, apenas alguns dias após o lançamento de ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.

Confira, com nossa descrição do trailer:

O trailer começa com Peter e Tia May em um evento dentro de um ginásio. Ele está trajando o uniforme do herói. Em seguida eles encontram Happy, que flerta com May.

Peter está planejando uma viagem de férias com os amigos da escola, prepara sua mala e deixa o uniforme em casa, alegando que só quer passar um tempo com seus amigos.

Uma rápida cena traz Peter emitindo seu passaporte, pegando suas coisas e embarcando para a Europa. Em seguida o vemos em Veneza, em um passeio de gôndola, a câmera corta para Michelle. Pouco depois Peter fala que parece estar se conectando com a colega de escolae um clima surge entre os dois, com constrangidas trocas de elogios dentro de um teatro.

Peter e Ned estão no quarto de hotel, quando seu amigo é surpreendentemente atacado por um dardo. O projétil veio de uma arma disparada por Nick Fury, que estava sentado em uma poltrona, no escuro. Ele é convocado para uma missão.

Uma rápida cena traz o Aranha trajando o uniforme furtivo.

Em seguida uma sucessão de cenas traz explosões na emblemática ponte de Londres, pessoas em fuga e muita destruição.

Em seguida, o Homem-Hídrico emerge das águas, em Veneza, travando uma batalha épica com o Homem-Aranha. Pouco depois, o vilão Mystério surge inesperadamente, uniformizado, como uma espécie de herói, encerrando o trailer. 

História de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ se passará antes de ‘Guerra Infinita’?

A direção será mais uma vez de Jon Watts, e também terá o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

‘Homem-Aranha 2’: Herói ganhará novo traje, afirma figurinista

Homem-Aranha: Longe de Casa chega aos cinemas em 4 de julho de 2019.

 

‘Carnival Row’: Orlando Bloom, Cara Delevingne e criaturas em vídeos da série de fantasia

A nova série de fantasia estrelada por Orlando Bloom e Cara Delevingne, intitulado ‘Carnival Row‘, ganhou novas prévias, que apresentam algumas das peculiares criaturas que serão introduzidas à produção.

Confira:

Criada por René Echevarria e Travis Beacham, a trama foi originalmente escrita como um filme, mas posteriormente foi adaptada para o formato de série.

A trama é situada na vitoriana Burgue, cidade de atmosfera noir habitada por humanos e criaturas mágicas, como fadas, onde crimes em série começam a acontecer. Um detetive se põe em busca do serial killer dessas figuras místicas e acaba se tornando o principal suspeito dos homicídios.

O elenco conta com Orlando Bloom, Cara Delevingne, David Gyasi, Tamzin Merchant, Andrew Gower e Karla Crome.

A série vai estrear na plataforma no dia 30 de agosto.

 

Demônios invadem a internet no trailer INSANO de ‘Nekrotronic’

Você já se perguntou o que aconteceria se os demônios pudessem possuir pessoas da internet?

Em ‘Nekrotronic‘, um homem vê sua vida mudar ao descobrir que é parte de uma seita secreta de seres mágicos que caçam e destroem demônios que invadem aplicativos e redes sociais para possuir as pessoas.

Confira o trailer:

Dirigido pelo cineasta australiano Kiah Roach-Turner, o filme estreou no Festival Internacional de Toronto, no ano passado, e não agradou os críticos. Misturando fantasia e ficção, ‘Nekrotronic’ mais parece um filme trash com um toque de Quentin Tarantino. 

O elenco é formado Monica bellucci, Dave Beamish, Caroline Ford, Ben O’Toole, Tess Haubrich, e Charmaine Bingwa.

O lançamento não tem previsão de estreia no Brasil.

 

‘TENET’: Chefona da Warner não se arrepende de ter lançado o filme durante a pandemia

Não é segredo que ‘Tenet‘ não arrecadou o esperado pela Warner Bros., a bilheteria que ele teria se fosse lançado em circunstâncias normais em todo o mundo.

O longa de Christopher Nolan chegou aos cinemas em meio a uma pandemia global, enquanto muitos cinemas ao redor do mundo, especialmente nos Estados Unidos, permaneceram fechados.

Mesmo assim, a presidente-CEO da WB, Sarnoff, revelou à Variety que o estúdio não se arrepende de ter lançado o filme.

“Estamos muito satisfeitos com os resultados da Tenet. Algumas coisas: sabíamos que iria ser sobre a arrecadação nos mercados internacionais. Christopher Nolan tem um grande número de seguidores, é claro, nos Estados Unidos, mas seus outros filmes costumam ser super indexados nos mercados internacionais. Se você se lembra, em junho, julho, agosto, os mercados internacionais eram mais abertos. Fizemos esse filme incrível, não sei se vocês já viram, que realmente merecia ser visto na tela grande.”, ela afirmou.

Por enquanto, ‘Tenet‘ arrecadou US$ 52 milhões nos EUA, mas deve ser levado em consideração que, apesar de 75% dos cinemas estarem abertos, grandes cidades, como Nova York e Los Angeles, permanecem de portas fechadas.

Assista a crítica:

Vale destacar ainda que o longa não enfrentará nenhum tipo de concorrência, pois os estúdios, temendo fracassos de bilheterias, adiaram seus grandes lançamentos pelos próximos meses, o que deve fazer ‘Tenet‘ manter um reinado absoluto e gradual nas bilheterias norte-americanas.

Ao total, o longa já arrecadou US$ 341 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o filme tem estreia prevista para 29 de Outubro no Brasil.

Crítica | Tenet é TUDO que se espera de um filme do Christopher Nolan

Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real. Não viagens no tempo. Inversões.

John David Washington, Robert Pattinson, Elizabeth Debicki, Michael CaineKenneth Branagh estrelam.

Keanu Reeves day! ‘Matrix 4’ e ‘John Wick 4’ seriam lançados nos cinemas HOJE!

Keanu Reeves nunca esteve tão em alta em Hollywood, mesmo tendo uma carreira invejável nas últimas décadas repleta de blockbusters e filmes aclamados.

Aos 55 anos, o ator tem causado briga entre os estúdios, incluindo uma disputa entre Marvel e DC – ambas querem contratá-lo.

A agenda do astro está tão disputada, que em 2021 teríamos Reeves em DOSE DUPLA nos cinemas NO MESMO DIA, no chamado Keanu Reeves Day.

Por conta da pandemia de coronavírus e por decisão comercial óbvia dos estúdios, os lançamentos não acontecerão mais na mesma data.

Matrix 4‘ e ‘John Wick 4‘ seriam lançados hoje, dia 21 de maio de 2021, mas foram adiados.

John Wick 4‘ agora estreia apenas em 27 de maio de 2022. ‘Matrix 4‘ está agendado para 21 de dezembro de 2021.

O 3ª filme da franquia ‘John Wick‘, ‘Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias e já arrecadou US$ 321,6 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo. Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003. Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

Vídeo reúne todas as mortes de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’

Rumores indicam que a Batgirl e a Supergirl vão substituir o Batman e o Superman na ‘Liga da Justiça’ do DCEU

Com estreia marcada para o ano que vem, ‘The Flash‘ promete uma épica aventura de viagem no tempo quando o herói decide voltar ao passado na tenativa de impedir a morte da mãe… e com isso ele vai mudar todo o Universo da DC que conhecemos.

Segundo um insider do ComicBook, o filme vai permitir que a Warner construa a franquia cinematográfica do zero mais uma vez. Para ser exato, o boato dominante diz que os eventos de ‘The Flash‘ vai tirar do cânone oficial da franquia os filmes dirigidos por Zack Snyder, substituindo em grande parte a equipe existentes do DCEU.

A ideia é substituir o Batman e o Superman, vividos por Ben Affleck e Henry Cavill, pela Batgirl (Leslie Grace) e pela Supergirl (Sasha Calle) – formando uma nova ‘Liga da Justiça‘.

Por enquanto, trate a informação como um boato.

Confira:

“The Flash vai estabelecer a Supergirl como a principal Superheroína da Terra. Keaton é o Batman e a Batgirl se tornará o novo Batman após seu filme. O filme termina com Flash, Supergirl e Shazam formando uma nova Liga da Justiça.”, afirmou.

 

Prevista para 04 de novembro de 2022, a adaptação vai mostrar Barry Allen/Flash (Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

‘Barbie’: Teaser do live-action estrelado por Margot Robbie será lançado amanhã; Veja o anúncio!

Após vazar na internet, o primeiro teaser trailer de ‘Barbie‘ será lançado amanhã. O anúncio foi feito pela Warner Bros. após o vídeo circular nas redes sociais.

Margot Robbie (‘Esquadrão Suicida’) e Ryan Gosling (‘Drive’) estrelam a produção como Barbie e Ken.

Confira:

O elenco de ‘Barbie‘ também é formado por Kate McKinnon, Simu Liu, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela. Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’, ‘Adoráveis Mulheres’) será responsável pela direção, além de assinar o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

O longa chega aos cinemas no dia 21 de julho de 2023.

Barbie‘ é baseada na icônica boneca da Mattel, que ajudou a definir a infância das crianças por décadas. Anteriormente, a companhia estava desenvolvendo uma versão satírica da propriedade, que seria estrelada pela Amy Schumer. A versão atual, no entanto, parece acolher o tom alegre e animado da marca.

Trailer de ‘Meninas Malvadas’ tenta ESCONDER que o filme é um musical?

A adaptação musical de Meninas Malvadas‘ ganhou seu primeiro trailer, que apresenta a nova geração das garotas de plástico.

O novo filme é escrito e produzido por Tina Fey e adapta a versão musical da Broadway.

Porém, no Twitter, vários fãs repararam que o vídeo não traz nenhuma cena musical e nem deixa claro que se trata de um filme musical.

Confira as reações:

O elenco conta com Angourie Rice (Cady Heron), Auli’i Cravalho (Janis Ian), Jaquel Spivey (Damian Leigh), Busy Philipps (June George) e Ashley Park.

Tina Fey e Tim Meadows, que interpretaram respectivamente, a professora de matemática Sra. Norbury e o diretor da escola Sr. Duvall, retornam.

Jon Hamm voltará a trabalhar com Tina Fey após ‘30 Rock‘. Ele foi confirmado como o Coach Carr na adaptação musical de Meninas Malvadas’. Para quem não se lembra, o treinador do colégio foi acusado de ter um caso com duas alunas.

A estreia foi agendada para o dia 11 de Janeiro de 2024 nos cinemas brasileiros.

Lançado há dezessete anos, Meninas Malvadas tornou-se um clássico do gênero comédia adolescente e trouxe no elenco nomes como Lindsay LohanRachel McAdams Amanda Seyfried.

Relembre o trailer:

MAIOR BILHETERIA da história para um anime na China está disponível na Netflix

A maior bilheteria chinesa da história já está disponível na Netflix.

Suzume‘ (Suzume no Tojimari) se tornou uma sensação nas bilheterias chinesas.

O filme de Makoto Shinkai arrecadou US$ 110 milhões e estabeleceu um novo recorde histórico ao se consagrar como a maior bilheteria da história para um anime na China. O filme também conquistou a maior bilheteria para qualquer outro filme internacional lançado no país em 2023, incluindo super-heróis americanos como ‘Homem-Formiga 3‘ (US$ 39 milhões).

Mundialmente, fez gigantes US$ 316,8 milhões.

A trama acompanha Suzume, de 17 anos, que começa sua jornada em uma pacata cidade quando ela encontra um jovem que lhe diz: “Estou procurando uma porta”. O que Suzume encontra é uma única porta desgastada em pé no meio de ruínas, como se estivesse protegida de qualquer catástrofe. Aparentemente hipnotizada por seu poder, Suzume alcança a maçaneta… As portas começam a se abrir uma após a outra em todo o Japão, desencadeando destruição sobre qualquer um que esteja por perto. Suzume deve fechar esses portais para evitar mais desastres.

Tanto a direção quanto o roteiro são de Shinkai (que ficou conhecido pelo mega hit ‘Your Name‘) com desenho de personagens de Masayoshi Tanaka (‘O Tempo com Você’, também de Shinkai), Takumi Tanji na direção de arte e Kenichi Tsuchiya na direção de animação. O estúdio é novamente o CWF, e a distribuição é da TOHO.

Confira o trailer:

Olhar de Cinema! Festival Internacional de Curitiba divulga filmes selecionados para sua 14ª edição

Chegando em sua 14ª edição, o Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba anunciou os longas e curtas-metragens que compõem a programação deste ano.

Com realização de 11 a 19 de junho, o evento contará com sessões em espaços emblemáticos da capital paranaense, ocupando de forma inédita o MON – Museu Oscar Niemeyer (Auditório Poty Lazzarotto), um dos principais pontos turísticos da cidade. A Ópera de Arame, outro local imponente da capital, receberá por mais um ano a exibição do Filme de Abertura. As sessões também ocorrem no Cine Passeio, no Teatro da Vila, Cine Guarani, que pela primeira vez será local de exibição após passar por um processo de reforma e reestruturação, e a Cinemateca, que completa 50 anos de história com novos equipamentos de projeção e som.

Composto por 10 mostras, sendo Competitiva Brasileira, Competitiva Internacional, Novos Olhares, Mirada Paranaense, Exibições Especiais, Olhar Retrospectivo, Olhares Clássicos, Foco, Pequenos Olhares, Filme de Abertura e Encerramento, o festival promove diferentes olhares sobre determinados segmento, pauta, idade, diretor ou estilo de produção, contando com mais de 80 produções para a edição deste ano.

“Estamos muito felizes em anunciar os selecionados para a 14ª edição do Olhar de Cinema. São mais de 80 filmes que completam a nossa programação, entre estreias mundiais, nacionais, de cineastas de destaque, novos nomes da sétima arte, diretores e diretoras paranaenses, produções para a criançada, entre outros. Para este ano, abrimos ainda mais o nosso leque de locais de exibição, ocupando também o MON, O Cine Guarani e a Cinemateca”, comenta Antonio Gonçalves Jr, diretor do Olhar de Cinema.

Os ingressos para as sessões estarão à venda a partir do dia 16 de maio, com valores que vão de R$8 (meia-entrada) a R$16, disponíveis pelo site oficial: www.olhardecinema.com.br. O Olhar de Cinema ainda contará com sessões gratuitas no Teatro da Vila, na CIC, e no Cine Guarani, no bairro Portão.

 

Filme de abertura

O longa-metragem que abrirá a edição 2025 do Festival Internacional de Curitiba é o “Cloud” (“Kuraudo”), assinado pelo diretor japonês Kiyoshi Kurosawa, um dos mais cultuados cineastas contemporâneos, conhecido por produções como “Pulse” (2001), “Creepy” (2016), e “A Cura” (1997).

O filme, que estreia no Brasil dentro do evento, representou o Japão na corrida do Oscar deste ano, na categoria “Melhor Filme Internacional”, e passou por outros renomados festivais internacionais, como o de Veneza, Toronto e Chicago.

Inspirado em uma história real, a produção é um suspense que aborda a história de um grupo de justiceiros formado na internet que se rebela contra Yoshii (Masaki Suda), que usa o pseudônimo Ratel, um revendedor online de produtos baratos a preços elevados. Apesar de trabalhar como operário em uma pequena fábrica, o jovem se dedica a revender todos os tipos de mercadorias online, desde roupas a equipamentos médicos. Após negar uma promoção no local onde trabalha, ele decide viver com sua namorada em uma casa afastada da cidade.

Ao se sentir lesada, sua clientela é dominada por um sentimento de raiva, levando até mesmo pessoas não diretamente prejudicadas a se unirem contra ele, motivadas por ressentimentos pessoais.

O Filme de Abertura será exibido em uma sessão exclusiva na Ópera de Arame, em uma tela especial de mais de 400 polegadas montada especialmente para a exibição.

Confira todos os filmes que fazem parte da 14ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba

Mostras Competitivas

As produções selecionadas para as Mostras Competitivas, tanto a Internacional quanto a Brasileira, concorrem pelos prêmios de Melhor Filme, Direção, Roteiro, Atuação, entre outros, concedidos pelo Júri, além das premiações do público, responsável por eleger o Melhor Longa e Melhor Curta nas duas mostras.

 

Competitiva Brasileira – Longas

“Apenas Coisas Boas” (Dir. Daniel Nolasco | Brasil | 2025 | 108’)

Sinopse: Catalão, interior de Goiás, 1984. Antonio vive sozinho e isolado cuidando dos afazeres de sua pequena fazenda até o dia em que seu destino cruza com o de Marcelo, um motoqueiro solitário que sofre um acidente atravessando a região. Antonio cuida das feridas de Marcelo. Os dois se apaixonam e vivem uma história que transforma, desestabiliza e provoca rupturas em cada um deles.

– “Aurora(Dir. João Vieira Torres | Brasil, Portugal, França | 2025 | 130’)

Sinopse: Aurora foi a avó do diretor. Sem saber ler ou escrever, ela foi parteira e curandeira por mais de quarenta anos no sertão profundo da Bahia. De um encontro a outro, com os vivos e os mortos, o filme segue seus rastros, confrontando a violência estrutural de gênero e racial, presentes na formação histórica do Brasil.

 “A Voz de Deus” (Miguel Antunes Ramos | Brasil | 2025 | 85’)

Sinopse: Duas crianças pregadoras buscam uma vida melhor através da fé. Daniel,17, lida com a frustração paterna: ele era a criança pregadora mais famosa do Brasil, mas à medida que cresce há cada vez menos interesse. João, por sua vez, está no auge: com 12 anos, possui um milhão de seguidores no Instagram, e prega para multidões. Um ciclo que termina e outro que começa. Um país que não é mais o mesmo.

– “Cais (Dir. Safira Moreira | Brasil | 2025 | 69’)

Sinopse: Dois meses após o falecimento de sua mãe Angélica, viaja em busca de encontrá-la em outras paisagens. Num curso fluvial, o filme percorre cidades banhadas pelo Rio Paraguaçu (Bahia) e pelo Rio Alegre (Maranhão), para imergir em novas perspectivas sobre memória, tempo, nascimento, vida e morte.

–  “Explode São Paulo, Gil” (Dir. Maria Clara Escobar | Brasil, Portugal | 2025| 97’)

Sinopse: Gil sempre quis ser cantora. Ela se mudou para São Paulo com sua esposa quando tinha 20 e poucos anos. Agora, aos 50, é faxineira. Maria Clara lhe propõe fazer um filme no qual Gil será CANTORA. Ela também quer explodir São Paulo. Gil não quer, mas aceita para que o filme aconteça. Gil se torna uma famosa, elas explodem duas cidades e refletem sobre sonhos, trabalho, envelhecimento e esquecimento.

“Glória & Liberdade” (Dir. Letícia Simões | Brasil | 2025 | 73’)
Sinopse: 2050. O continente Pau-Brasil celebra 200 anos das Revoltas Regenciais que dividiram o Brasil em nações. Azul, documentarista da República da Bahia, viaja pelo Norte e Nordeste para investigar o colapso da unidade brasileira. Entrevistando líderes, camponeses, pajés e hackers, ela explora revolução e identidade. Em casa, enfrenta uma insurreição que desafia suas certezas sobre história e luta.

“Paraíso(Dir. Ana Rieper | Brasil | 2025 | 76’)

Sinopse: Documentário de longa-metragem sobre as heranças da condição colonial brasileira na vida diária hoje. A partir de uma narrativa musical e do uso de material de arquivo de naturezas diversas, o filme propõe uma viagem inquieta por relações forjadas pela posse de terras e de pessoas. Uma sinfonia popular sobre violência, resistência, força e afeto.

– “Torniquete(Dir. Ana Catarina Lugarini | Brasil | 2025 | 75’)

Sinopse: Uma família multigeracional de três mulheres enfrenta as marcas de mais uma invasão traumática, revisitando o passado, reconstruindo o futuro e curando suas feridas.

 

Competitiva Brasileira – Curtas

“A Nave que Nunca Pousa” ( Dir. Ellen Morais | Brasil | 2025 Z 15’)
Sinopse: A Nave que Nunca Pousa paira sobre uma comunidade quilombola no sertão da Paraíba. Os moradores locais precisam lidar com as consequências desse acontecimento. Uma ficção científica documental nas terras de Aruanda.

– “Americana(Dir. Agarb Braga |Brasil | 2025 | 20’)

Sinopse: Cinco amigas são detidas após uma briga em praça pública motivada por uma traição. Na delegacia, durante os depoimentos, segredos vêm à tona, revelando verdades inesperadas.

 “Fronteriza” (Dir. Rosa Caldeira, Nay Mendl | Brasil, Paraguai | 2025 | 20’)

Sinopse: Lucca, um jovem trans da periferia de São Paulo, viaja até Foz do Iguaçu, no limite entre Brasil, Paraguai e Argentina, em busca do pai que nunca conheceu. Lá conhece Diego, um paraguaio, que o apresenta os segredos da fronteira.

– “Girassóis (Dir. Jessica Linhares, Miguel Chaves |Brasil, Paraguai |2025 |20’)

Sinopse: Em um Brasil de escala 6×1, Girassóis narra o cotidiano de Zé, um homem negro idoso, que ainda é obrigado a trabalhar. Abordando a realidade que sobrecarrega os trabalhadores brasileiros, a trama reflete sobre os desafios do trabalho, desde a rotina diária até o impacto no relacionamento familiar e nas esperanças para um futuro inóspito. Livremente baseado em fatos reais

– “Maira Porongyta – O Aviso do Céu” (Dir. Kujãesage Kaiabi |Brasil |2025 | 21’)

Sinopse: Itaarió, criador do mundo, é o mais poderoso entre os Mait, os deuses do povo Kaiabi. Ele convoca os outros Mait para uma reunião em sua casa no céu para transmitir um aviso inquietante. Ficção baseada em fatos.

“Mais Um Dia” (Dir. Vinícius Silva | Brasil | 2025 | 21’)

Sinopse: A artista Leonora Maia, mais um dia na Amazônia.

“Ontem Lembrei de Minha Mãe” (Dir. Leandro Afonso | Brasil | 2025 | 23’)

Sinopse: Um episódio da infância retorna à memória de um homem sem terra.

– “Seco(Dir. Stefano Volp | Brasil | 2025 | 17’)
Sinopse: Após terminar seu testamento, horas antes de morrer, um ex-militar viúvo percebe que não se recorda da última vez que chorou. Para encontrar suas lágrimas, ele provocará suas emoções correndo atrás de gestos e sentimentos soterrados.

 

Competitiva Internacional – Longas

“A Árvore da Autenticidade” (“L’arbre de l’authenticité” | Dir. Sammy Baloji | Bélgica, Congo |2025 | 87 min’)

Sinopse: No coração da floresta tropical do Congo, os restos de um centro de pesquisa dedicado à agricultura tropical revelam o peso do passado colonial e seus vínculos indissociáveis com as mudanças climáticas contemporâneas.

– “Ariel (Dir. Lois Patiño | Espanha, Portugal | 2025 | 108’)

Sinopse: Ariel é um filme de teatro dentro do teatro, sobre uma atriz argentina que desembarca em uma ilha estranha e encantadora, onde os habitantes transcenderam em personagens shakespearianos.

“Fire Supply” (“Fire Supply” | Dir. Lucía Seles | Argentina | 2024 | 156’)

Sinopse: Por que os podcasts têm um limite? Uma pessoa que ama sua mãe e seu pai gostaria de fazer gelo ou aço ou ter um cemitério para que sua mãe não sofresse por ninguém

“Medidas para um Funeral” (“Measures For A Funeral”|Dir. Sofia Bohdanowicz|Canadá|2024|142 min)

Sinopse: De Toronto a Oslo, seguimos a jornada de uma jovem acadêmica, Audrey Benac. Audrey embarca em uma busca por uma mulher — a renomada violinista canadense do início do século XX, Kathleen Parlow — enquanto, ao mesmo tempo, foge de outra: sua mãe, uma musicista fracassada.

“Quando o Telefone Tocou” (“Kada je Zazvonio Telefon”|Dir. Iva Radivojević|Sérvia, Estados Unidos|2024|73 min)

Sinopse: Por meio da reconstrução íntima de um telefonema importante, When The Phone Rang investiga o deslocamento e a natureza da memória. Na mente da protagonista de onze anos, a ligação apaga todo o seu país, sua história e identidade.

 “Um Corpo Para Habitar” (“A Body To Live In”|Dir. Angelo Madsen|Estados Unidos|2025|98’)

Sinopse: Entrelaçando fotografias estáticas deslumbrantes com as vozes de pessoas idosas queer, A Body to Live In traça as comunidades, filosofias e histórias controversas que cercam o movimento de Modificação Corporal, iniciao pelo artista underground Fakir Musafar.

 

Competitiva Internacional – Curtas

“As Loucas do Sótão” (“Locas del Ático”| Dir. Tamara García Iglesias|Espanha|2024|16’) 

Sinopse:  Marguerite Duras pode nos curar da loucura? Pode essa mulher que é muda na alma ser louca? Este filme, por meio de um elenco analógico, explora as representações da loucura nos filmes mudos das décadas de 20 e 30.

 

“Barco dos Tolos” (“ىقمحلا ةنيفس | Dir. Alia Haju | Líbano, Alemanha | 2024 | 30’)

Sinopse: Este anima-doc costura os fragmentos da vida pessoal de Alia, uma mulher libanesa. Crescendo enfrentando a guerra e o deslocamento, ela forma uma amizade com um possível super-herói na costa de Beirute, chamado Abu Samra. Ela treina com ele e seus monstros se encontram. Alia e Abu Samra sobrevivem encontrando conforto na insanidade que a cidade semeou neles. Então, a revolução libanesa começa.

 

 “Conseguimos Fazer um Filme” (Dir. Tota Alves | Portugal | 2024 | 15’)
Sinopse: Maria Inês vive as primeiras brisas de amor numas férias de Verão. Acompanhada das amigas, passeia pelo bairro onde vive passando o tempo entre missangas e a rodagem de um filme.

 

 “Coração Azul” (“Coeur Bleu“| Dir. Samuel Suffren | Haiti, França | 2025 | 15’)

Sinopse: Marianne e Pétion vivem no Haiti e aguardam impacientemente uma ligação de seu filho nos EUA. À medida que o silêncio se instala, seus medos e preocupações crescem, revelando as fraturas em suas próprias vidas. A promessa do sonho americano agora parece escapar-lhes, à medida que a linha entre esperança e realidade se torna cada vez mais tênue.

 

 “Después del Silencio” (Dir. Matilde-Luna Perotti | Canadá | 2024 | 14’)

Sinopse: Em um curta-metragem profundamente comovente, uma cineasta retorna à sua avó após seis anos de silêncio para confrontar o tabu familiar: o abuso sexual que ela sofreu.

 

 “Esportes Aquáticos” (“Water Sports” | Dir. Whammy Alcazaren | Filipinas | 2024 | 15’)

Sinopse: Jelson e Ipe, estudantes profundamente apaixonados, enfrentam provas da mente e do corpo enquanto se preparam para sobreviver a um mundo devastado pelas mudanças climáticas. Jelson e Ipe logo descobrem que talvez a melhor maneira de sobreviver ao fim do mundo seja simplesmente viver, rir e amar.

 

 “Ídolo Evanescente” (“ليخنلا تابس” | Dir. Majid Al-Remaihi | França, Kuwait, Catar | 2025 | 19’)

Sinopse: Enquanto o céu azul se encontra com os mares ao redor, o nativo convertido em arqueólogo Hassan AlFailakawy retorna à ilha abandonada de Failaka, na costa do Kuwait. Entre a desolação e as diferentes ruínas da ilha após a Guerra do Golfo, Hassan se depara com questões sobre retorno, restituição e pertencimento.

 

“O Reinado de Antoine” (“El Reinado de Antoine” | Dir. José  Luis Jiménez Gómez | Cuba | 2024 | 19’)

Sinopse: Em uma cidade cubana, Visman, um jovem obcecado por fantasias históricas, se refugia nelas para explorar a complexidade de seus laços familiares e seu ambiente social. Responsável pelo cuidado exclusivo de seu pai deficiente, ele se empenha em dar vida à sua narrativa épica O Reinado de Antoine, enfrentando adversidades diárias e buscando uma fuga em um mundo em ruínas.

 

Mostra Olhar Retrospectivo – Agnès Varda

 

A Mostra Olhar Retrospectivo é um espaço dedicado a um grande nome do cinema mundial, apresentando um panorama de suas produções e uma reflexão sobre sua trajetória. Quem integra a mostra na 14ª edição do Olhar de Cinema é a cineasta Agnès Varda, cujo trabalho é referido como um dos marcos do cinema moderno, do cinema realizado por mulheres, dos filmes-ensaios e dos documentários subjetivos.

 

Foram selecionados 10 filmes da cineasta francesa, sendo seis longas e quatro curtas-metragens, em uma temática intitulada “Derivas por Varda”, em referência aos personagens “em deriva” da realizadora e ao percurso do público pela mostra.

 

– “Saudações aos Cubanos” (“Salut les Cubains / Dir Agnès Varda | França / 1964 / 29’) Sinopse: A partir de mais de mil fotografias tiradas por ela mesma em uma viagem a Cuba em 1963, Agnès Varda monta um documentário vibrante que celebra a cultura cubana pós-revolução. Com narração envolvente e ritmo dinâmico, o filme mistura informação, simpatia e crítica em um olhar afetuoso sobre o povo cubano.

 

“La Pointe-Courte” (“La Pointe-Courte | Dir. Agnès Varda | França | 1955 | 81’) 

Sinopse: No vilarejo pesqueiro de La Pointe Courte, um casal em crise revisita sua relação enquanto os habitantes locais enfrentam dificuldades cotidianas. Primeiro longa de Agnès Varda, o filme combina elementos documentais e ficcionais, antecipando a estética da Nouvelle Vague com um olhar lírico e social.

 

“A Ópera-Mouffe” (“L’Ópera Mouffe” | Dir. Agnès Varda | França | 1958 | 17’)

Sinopse: Neste curta-metragem documental-poético de Agnès Varda, uma mulher grávida caminha pelas ruas do bairro Mouffetard, em Paris, observando cenas da vida cotidiana com sensibilidade e estranheza. Misturando realidade e sonho, o filme capta personagens marginalizados e revela o olhar terno e crítico da cineasta sobre a condição humana.

 

“Cléo das 5 às 7” (“Cléo de 5 às 7” | Dir. Agnès Varda | França | 1962 | 90’)

Sinopse: Em tempo quase real, o filme acompanha duas horas na vida de Cléo, uma jovem cantora que espera ansiosamente o resultado de um exame médico. Enquanto vaga por Paris, confronta sua vaidade, seus medos e sua visão da morte. Um retrato sensível da feminilidade e da existência, marcado pelo estilo inovador de Agnès Varda.

 

“Tio Yanco” (“Oncle Yanco” | Dir. Agnès Varda | França | 1967 | 19’) 

Sinopse: Neste documentário leve e encantador, Agnès Varda encontra um tio artista que vive em uma casa-barco em Sausalito, Califórnia. A reunião entre os dois, que não se conheciam, dá origem a um retrato afetuoso e lúdico sobre identidade, arte e laços familiares.

 

“Documentira” (“Documenteur” | Dir. Agnès Varda | França | 1981 | 65’) 

Sinopse: Ambientado em Los Angeles, este filme mistura ficção e realidade para retratar a solidão de uma mulher francesa que vive com seu filho nos Estados Unidos após o fim de um relacionamento. Com tom melancólico e poético, Agnès Varda explora o exílio emocional e a busca por pertencimento em terras estrangeiras.

 

“Uma canta, a outra não” (“L’une chante l’autre pas” | Dir. Agnès Varda | França | 1977 | 122’) 

Sinopse: O filme segue a amizade entre duas mulheres, uma cantora e ativista política e a outra, dona de casa, que vivem experiências muito diferentes durante a Revolução Sexual e os movimentos feministas dos anos 1970. Agnès Varda explora temas de liberdade, feminismo e a complexidade da escolha e da identidade feminina.

 

“Ulysse“ (“Ulysse” | Dir. Agnès Varda | França | 1983 | 22’) 

Sinopse: Agnès Varda revisita a ilha grega de Chios, onde filmou seu marido, o cineasta Jacques Demy, no passado. Em uma reflexão sobre o tempo, a memória e o cinema, ela explora o legado da obra de Demy e sua própria jornada como cineasta. Através de imagens poéticas, Varda investiga as conexões pessoais e culturais com  o mito de Ulisses.

 

“Os Catadores e Eu“ (“Les glaneurs et la glaneuse” | Dir. Agnès Varda | França | 2000 | 82’)
Sinopse:
 Agnès Varda percorre a França filmando catadores — pessoas que recolhem sobras, objetos ou alimentos descartados. Ao mesmo tempo, reflete sobre o envelhecimento, o consumo e sua própria condição de cineasta que também “colhe” imagens.

 

“As Praias de Agnès“ (“Les Plages de Agnès” | Dir. Agnès Varda | França | 2008 | 108’) – Sinopse: Neste documentário autobiográfico, Agnès Varda revisita sua vida e carreira por meio de memórias afetivas e lugares marcantes — especialmente praias. Com humor, sensibilidade e invenção visual, ela costura passado e presente em um autorretrato lírico e criativo.

 

Mostra Pequenos Olhares

 

Este espaço reúne uma seleção de produções voltada às crianças, entre longas e curtas-metragens, com o intuito de promover aos pequenos uma experiência única dentro do festival.

 

“Dentro da Caixinha – Mundo de Papel” (Dir. Guilherme Reis | Brasil |2025 | 83’)
Sinopse: O menino Lúcio está no hospital quando recebe da palhaça Parafina uma misteriosa caixinha que transporta ele e sua família para o Sertão da Memória – um mundo esquecido, habitado por personagens das cantigas de roda brasileiras.

 

“A Lenda de Zamu” (Dir.Ana Clara Mancuso, Marina Okamoto, Mayara Mello, Ronaldo Yoshio, Theo Souza | Brasil | 2025 | 5’)

Sinopse: Um garoto sonhador e uma jovem inventora contam diferentes versões da história da fundação de sua cidade, que envolve um monstro marinho. Enquanto eles brigam sobre qual é a versão verdadeira, uma tempestade começa, e eles terão a oportunidade de conhecer a lenda de perto.

 

 “A Viagem de Tetê” (Dir. Betânia Furtado | Brasil | 2025 | 10’)
Sinopse: A história de Tetê, uma teta cheia de leite, e Jojô, um bebê que ama mamar dia e noite. Mas o tempo passa e as coisas precisam mudar na vida dos dois.

 

– “Abraços (Dir. Barcabogante | Brasil | 2025 | 10’)
Sinopse: Nanai, uma menina de seis anos, percebe que sua mãe está triste. Para alegrá-la, Nanai desenha em seu diário um universo onírico onde ambas vivem aventuras juntas. As peripécias do sonho transbordam para a realidade, afastando a tristeza, culminando em um abraço.

 

– “Mahuru(Dir. Vitor Ferraz | Brasil | 2025 | 12’)

Sinopse: Mahuru, uma jovem indígena, é escolhida para representar a paz em sua ilha. Em meio a rituais ancestrais e decisões importantes, ela precisa seguir seu próprio caminho buscando a liberdade e o direito de amar. Mahuru é uma jornada sobre coragem, amor e a força de ser fiel aos seus sentimentos.

 

“No Início do Mundo” (Dir. Camilla Osório de Castro| Brasil |2024 | 7’)
Sinopse: Maíra aprende o ofício de sua avó.

 

“Rosetta” (Dir. Isabela Paulovic |Brasil | 2025 | 7’)

Sinopse: Rosetta foi criada no ambiente de um circo, seu sonho é seguir os pais e se tornar uma palhaça, mas quando é oferecida a oportunidade de se apresentar em público pela primeira vez, fica nervosa e erra seu número.

 

“Três Vírgula Catorze” (Dir. Joana Nogueira, Patrícia Rodrigues |Portugal | 2024 | 11’)

Sinopse: Uma jornada interna sobre a condição de crianças diagnosticadas com TDAH, que lutam com sua própria visão de mundo e com o que é esperado delas. Uma alegoria sobre a mente e o comportamento dessas crianças.

 

“Um Monstro e Meia” (Dir. Rama Rambo, Mariana Leal | Brasil | 2025 | 22’)
Sinopse: Lola é uma garotinha de 8 anos que, após seu melhor amigo se mudar, enfrenta desafios emocionais lidando com frustrações, solidão e um travesso monstrinho chamado Tufo, que adora roubar suas meias.

 

 

Mirada Paranaense

 

A Mirada Paranaense promove um panorama da produção audiovisual do Paraná, com um olhar dedicado a filmes de todo o estado.

 

“Notas Sobre um Desterro” (Dir. Gustavo Castro | Brasil | 2025 | 80’)

Sinopse: Filmagens do encontro com uma família palestina-brasileira na Cisjordânia de 2018 são revisitadas após 7/10/23. O que era para ser um filme sobre as possibilidades de coexistência em uma terra ocupada, se transforma em uma reflexão sobre colonização, apartheid, genocídio e a recente proliferação de imagens de guerra produzidas pelas próprias vítimas de um massacre que se repete no curso do tempo.

 

“A Mão Invisível” (Dir. Fernando Moreira | Brasil | 2024|16’)
Sinopse: Na rua de um prédio público, Guilherme abre um estacionamento e Claudio cuida dos carros na rua. Quando o mundo real se comporta de forma diferente das palestras americanas que ele assiste no youtube, Guilherme toma uma atitude drástica.

 

“Areia” (Dir. Ive Machado, Gustavo Ribeiro | BRasil | 2024 | 7’)

Sinopse: Em uma jornada por um deserto distante, percorremos nossos desejos e medos mais íntimos a procura de uma resposta. Porém, a vida sempre nos reserva uma surpresa. Você se solta quando a chance aparece?

 

 “Bem Me Quer, Mal Me Quer” (Dir. Victoria Spitzner, Gabrielle Santana |Brasil| 2025| 14’)

Sinopse: Diretora e sua mãe revisitam o passado buscando curar feridas que atravessam gerações. Acompanhamos a história de uma menina do litoral envolta em perguntas sem resposta enquanto lida com a culpa e o fim de sua infância. De volta a Paranaguá, mãe e filha conversam sobre os amores que moldam uma mulher e, por meio da câmera, enfrentam as fragilidades de uma família marcada pelo abuso.

 

– “Dança dos Vagalumes” (Dir. Maikon Nery | BRasil | 2025 | 25’)

Sinopse: Joana retorna ao assentamento onde passou sua infância para trabalhar como professora. Sua volta obriga a confrontar partes esquecidas de sua memória, incluindo a perda de seu pai assassinado por fazendeiros em decorrência da luta pela terra na região. Dança dos vagalumes é um ensaio sobre paisagens afetivas, lampejos históricos, fragmentos da memória coletiva e da luta social no campo.

 

– “Entre Sinais e Marés” (Dir. João Gabriel Ferreira, João Gabriel Kowalski |Brasil |2025|14’)

Sinopse: Mari e Ana são duas surdas que se conhecem em uma festa e decidem fazer uma loucura: uma viagem com destino à Ilha do Mel. Ao chegarem, as duas buscam por um guia que fale a língua delas.

 

“Fabulosas – Operação Aranha” (Dir. Th Fernandes, Lua Lambertti | Brasil | 2025 | 15’)

Sinopse: Em uma cidade gelada, a jornalista travesti Leôncia busca justiça pelo assassinato de uma amiga, descobrindo uma teia de segredos e uma enigmática figura com poderes sobrenaturais. Fabulosas: Operação Aranha explora a força de uma comunidade unida para sobreviver e fazer justiça em seus próprios termos, mesmo que para isso seja preciso enfrentar o sobrenatural — ou ser parte dele.

 

 “Guairacá” (Dir. Luan Rodrigues | Brasil | 2025 | 18’)

Sinopse: Guairacá é um documentário sobre a história do indígena Guairacá, personagem que ganhou destaque no cenário paranaense graças ao movimento artístico paranista. O filme se debruça sobre a forma como a figura e a história do indígena é lida por indígenas e pessoas do Movimento Sem Terra da região, trazendo importantes reflexões sobre a ocupação territorial do Paraná.

 

“Interior, Dia” (Dir. Luciano Carneiro, Paulo Abrão| Brasil | 2025|20’)

Sinopse: Após o funeral de sua avó, Paulinho retorna à sua cidade natal no interior do Paraná. Um mal-entendido e uma fotografia perdida iniciam uma busca.

 

Mostra Exibições Especiais

 

Esse espaço é dedicado a obras inéditas no Brasil de grandes nomes do cinema mundial, assim como filmes brasileiros incontornáveis da última temporada que estrearam em outros eventos, mas chegam para Curitiba no Olhar de Cinema.

 

“Batguano Returnos – Roben na Estrada” (Dir. Tavinho Teixeira, Fred Benevides |Brasil | 2025 | 84 min)

Sinopse: Há anos na estrada, Roben se desespera quando uma presença desincorporada invade seus dispositivos eletrônicos: é Batma, seu ex-companheiro. Enquanto discutem as possibilidades de uma relação mediada pela nuvem, Roben precisará se confrontar com sua origem desprezada por ser apenas um coadjuvante, e descobrir se resta algo para além do desejo de dominação de Batma.

 

“Canções de uma Terra Ardente” (Dir. Olha Zhurba | Ucrânia, França, Suécia, Dinamarca | 2024 |95 min)

Sinopse: Um diário audiovisual da imersão da Ucrânia no abismo dos dois primeiros anos da invasão total da Rússia, composto por lugares, personagens ocasionais, diálogos raros, sons e silêncios dentro do quadro que, reunidos, capturam a cronologia da normalização da guerra. Tendo como pano de fundo essa paisagem (meta)física de desastre coletivo, uma nova geração de ucranianos aspira a imaginar o futuro.

 

 “Hot Milk” (Dir. Rebecca Lenkiewicz | Reino Unido, Grécia | 2024 | 92 min)
Sinopse: Com uma doença estranha, mãe e filha embarcam em uma jornada para a costa espanhola para encontrar uma cura, e ao longo do caminho a filha descobre outra realidade longe de sua mãe controladora.

 

– “Nem Toda História de Amor Acaba em Morte(Dir. Bruno Costa | Brasil | 2025 | 84’)
Sinopse: Sol se apaixona por Lola, uma jovem atriz surda, e elas iniciam um romance. Tudo se complica quando Lola passa a conviver sob o mesmo teto que o ex-marido de Sol, Miguel. Nesse curioso triângulo, eles irão descobrir que a morte de um amor pode ser o nascimento de outro.

 

“Relâmpagos de Críticas, Murmúrios de Metafísicas” (Dir. Júlio Bressane, Rodrigo Lima |Brasil |2025 | 147’)

Sinopse: Montagem de 48 filmes brasileiros realizados entre 1898 e 2022. Os momentos, os fotogramas, onde sentimos aparecer uma clareira, uma inovação, alguma experimentação e emotividade que chega até nós em tempos diversos. Um fio fino que percorre o cinema desde o seu nascimento, e até antes.

 

– “Salomé(Dir. André Antônio | Brasil | 2024 | 118’)
Sinopse: Cecília, uma jovem modelo de sucesso, retorna ao Recife para passar o natal com a mãe. Certa noite, um vizinho que ela não vê há muito tempo, João, lhe mostra um misterioso frasco contendo uma substância verde tóxica. Cecília começa a se apaixonar por João, mas também descobre que ele está envolvido com uma estranha seita ao redor da figura de Salomé, a sanguinária princesa bíblica.

 

 “Tardes de Solidão” (“Tardes de Soledad” | Dir Albert Serra| Espanha, França, Portugal| 2024|125’)

Sinopse: Retrato de uma estrela ativa da tourada, Andrés Roca Rey, que nos permite refletir sobre a experiência íntima do toureiro que assume o risco de enfrentar o touro como um dever pessoal — por respeito à tradição e como um desafio estético.

 

Novos Olhares

 

A Mostra Novos Olhares é voltada a produções ousadas, que flertam com o risco, a invenção e caminhos desconhecidos em seu uso da linguagem cinematográfica, optando pela radicalidade e desprendimento das convenções do cinema.

 

“Aoquic iez in Mexico! O méxico Não Existirá Mais” (“¡Aoquic iez in Mexico! ¡Ya México no existirá más!|Dir. Annalisa D. Quagliata Blanco | México | 2024 | 80’)

Sinopse: Uma visão frenética percorre uma Cidade do México convulsionada, uma colossal metrópole sustentada pelo mito do “mestizaje” e outras formas de violência colonial. Passado e presente tecem uma série de imagens; memórias fragmentadas dessa terra. Deidades antigas se encarnam, enquanto os sonhos se desenrolam através da intimidade, cumplicidade e tumulto.

 

 “Em vez de Árvores” (“En vez de árboles” / “Anstatt Bäumen” | Dir Philipp Hartmann |Alemanha, Argentina | 2024 | 79’)

Sinopse: Um filme que oscila entre a ficção e o documentário, questionando a natureza da natureza — e do cinema.

 

– “Invenção” (“Invention” | Dir. Courtney Stephens| Estados Unidos | 2024 | 72’)
Sinopse: Após a morte inesperada de um pai obcecado por teorias da conspiração, sua filha recebe a patente de um dispositivo experimental de cura. Com imagens de arquivo do verdadeiro falecido pai da atriz Callie Hernandez, Invenção explora o processo de luto por um pai complicado, e a própria realização do filme se torna parte desse processo.

 

“Na Passagem do Trópico” (Dir. Francisco Miguez| Brasil |2025 | 86’)
Sinopse: Um topógrafo mapeia áreas de risco de deslizamento na cidade de Ubatuba, em uma região de encosta na mata atlântica. Obcecado por medir e organizar, ele se depara com um território de ocupação humana caótica e repleta de conflitos. A história da cidade cruza seus passos, e através de seu teodolito, vê imagens do passado

 

“Os Lobos” (“Les Loups” | Dir. Isabelle Prim| França | 2024 | 96’)

Sinopse: No meio do século XVIII, a Besta é caçada ao redor do Château de Saint-Alban. No meio do século XX, um novo tipo de psiquiatria é inventado lá. Teatro e loucura atravessam os séculos.

 

 “Voz Zov Vzo” (Dir. Yhuri Cruz | Brasil | 2025 | 51’)

Sinopse: Voz Zov Vzo é um musical sobre os silêncios que acontece inteiro em um estúdio, numa noite de quarta-feira no ano de 1975, enquanto Jade aquece a sua voz. A chegada inesperada de uma velha amiga, traz de volta para Jade sua irmã – na forma de uma carta. Uma série de silêncios entram em seguida e ecoam pelo espaço. Jade se encontra com eles e com eles conversa.

 

Olhares Clássicos

 

Este espaço reúne uma seleção diversa de filmes de todo o mundo que marcaram a história da sétima arte, integrando a mostra como uma homenagem a seus realizadores, assim como por seus posicionamentos inovadores em relação às produções contemporâneas da edição.

 

“A Grande Cidade” (Dir. Carlos Diegues | Brasil| 1966 | 80’)
Sinopse: Luzia vem do sertão do Nordeste do Brasil para o Rio de Janeiro, em busca de seu noivo. Mas logo ela descobrirá que ele se tornou um criminoso perigoso e está sendo procurado pela polícia.

 

– “A Greve” (“Stachka” | Dir. Sergei Eisenstein | URSS | 1925 | 82’)
Sinopse: Stachka (1925), primeiro longa-metragem de Sergei Eisenstein, retrata a organização e a repressão de uma greve operária em uma fábrica russa no início do século XX. Através de uma estrutura narrativa inovadora e da montagem dialética, o filme apresenta a luta coletiva dos trabalhadores contra a exploração capitalista, destacando a brutalidade das autoridades e o poder da ação unificada.

 

“Carta Camponesa” (“Kaddu Beykat” | Dir. Safi Faye | Senegal | 1975 | 98’)

Sinopse: No vilarejo senegalês de Fad’jal, Kaddu Beykat retrata o cotidiano de camponeses enfrentando dificuldades econômicas e sociais, enquanto denunciam as consequências do colonialismo e das políticas agrícolas injustas.

 

“Desapropriado” (Dir. Frederico Fullgraf | Brasil | 1983 | 59’)
Sinopse: 1983. Após 1 ano e meio de filmagens, Frederico Füllgraf lança este longa-metragem documental atento às famílias desapropriadas de suas terras, condenadas à submersão pelo futuro lago da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Registros importantes de movimentos sociais e lideranças envolvidas na luta pela vida e por terras produtivas para aqueles que tiveram seus destinos duramente alterados pela Usina se seguem em um trajeto fundamental para a memória de um dos grandes desastres da história paranaense.

 

 “Eraserhead” (Dir. David Lynch | Estados Unidos | 1977 | 89’)

Sinopse: O filme segue Henry Spencer, um homem que vive em um ambiente industrial e desolado, enquanto enfrenta a paternidade de um bebê deformado e a pressão de sua própria sanidade. O filme mistura elementos de horror psicológico, com cenas oníricas e imagens abstratas, criando uma atmosfera única de angústia e desconforto.

 

“Eu, A Pior de Todas” (“Yo, La Peor de Todas”| Dir. Maria Luisa Bemberg | Argentina | 1990 |105 min)

Sinopse: Yo, la peor de todas retrata a vida da escritora e freira mexicana Sor Juana Inés de la Cruz, abordando sua luta por liberdade intelectual e sexual no século XVII. O filme explora sua relação com a Igreja, o amor proibido e seu legado literário, destacando o conflito entre a fé, o desejo e a razão.

 

“Meu Nome é Oona” (“My name is Oona” | Dir. Gunvor Nelson | Estados Unidos | 1969|10’)
Sinopse: Curta-metragem experimental que mergulha na experiência da infância por meio de imagens sensoriais e sonoras. A cineasta Gunvor Nelson utiliza filmagens de sua filha Oona, combinadas com gravações de sua voz dizendo seu nome e os dias da semana, criando uma estrutura rítmica e repetitiva que acompanha a dinâmica visual do filme.

 

“Plantar nas Estrelas” (Dir. Geraldo Sarno | Brasil | 1978 | 17’)

Sinopse: Moçambique, ex-colônia portuguesa na África, independente desde 1975, é um país que busca seu próprio caminho lutando pela erradicação do analfabetismo e a reconquista de seus valores culturais. A prática da discussão comunitária e a educação pelo cinema são amplamente utilizadas nas aldeias, no funcionamento da escola, no trabalho comunitário e nas manifestações culturais deste povo.

 

“Quarup Sete Quedas” (Dir. Frederico Fullgraf | Brasil | 1983 | 14’)
Sinopse: Quarup é um ritual de homenagem aos mortos. As Sete Quedas eram as maiores cachoeiras, em volume de água, do mundo. Em 1982, foi concluído o violento processo de alagamento das cachoeiras e das terras de comunidades tradicionais da região para a inauguração do lago da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Neste curta, o cineasta Frederico Füllgraf registra os últimos dias desta maravilha natural paranaense, acompanhado pelos versos de Carlos Drummond de Andrade (escritos em alusão a destruição das cachoeiras) e do ritual quarup Avá-Guarani.

 

 “Yeelen – A Luz” (“The Light” | Dir. Souleymane Cissé | Mali | 1987 | 105’)

Sinopse: Em “Yeelen – A Luz”, um jovem, dotado de poderes mágicos, busca a ajuda de seu tio para confrontar seu pai, um feiticeiro poderoso que busca a morte do próprio filho. A história é uma exploração de conflitos entre o novo e o tradicional, a vida e a morte, e a luz e a escuridão, inspirada na mitologia africana, como a do Mande.

 

Mostra Foco

 

Neste ano, a Mostra Foco leva o tema “Arquivos Desobedientes: O Cinema e as Rasuras da História”, promovendo um recorte de filmes e diálogos entre comunidades do Sul Global, com obras de diferentes contextos e épocas, que convocam e elaboram arquivos a partir de posturas contestatórias.

 

“A Fidai Film” (Dir. Kamal Aljafari | Alemanha, Catar, Brasil, França |2024 | 78 min)
Sinopse: Durante a invasão de Beirute em 1982, o exército israelense confiscou o acervo visual do Centro de Pesquisa Palestina. Em “A Fidai Film”, Kamal Aljafari recupera essas imagens, criando uma narrativa que resiste ao apagamento da memória palestina.

 

 “A Zerda e os Cantos do Esquecimento” (“La Zerda et Les Chants de l’Oubli” | Dir. Assia Djebar |Algeria | 1983 | 60’)

Sinopse: Usando imagens de arquivo colonial, o filme revela a vida cotidiana dos povos do Magrebe sob o domínio francês, resgatando, com sensibilidade e poesia, as vozes silenciadas da história.

 

 “Dahomey” (Dir. Mati Diop| Senegal, França, Benim | 2024 | 68’)
Sinopse: O filme acompanha o retorno de 26 tesouros reais do antigo Reino do Daomé, saqueados por tropas coloniais francesas em 1892, ao atual Benin. Misturando realidade e ficção, a obra dá voz a uma das estátuas repatriadas e promove reflexões sobre identidade, memória e os impactos do colonialismo.

 

“Ngupelngamarrunu, Tempo da Noite Vamos” (“Ngupelngamarrunu, Night Time Go” | Dir. Elizabeth Povinelli | Austrália| 2017 | 31’)

Sinopse: Documentário experimental que revisita um episódio histórico da Austrália durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1943, um grupo de ancestrais Karrabing escapou de um campo de internamento em Delissaville, onde haviam sido confinados pelo governo australiano devido ao medo de que se tornassem espiões japoneses.

 

“Notas Sobre a Tortura e Outras Formas de Diálogo” (“Apuntes sobre la tortura y otras formas de diálogo” | Dir. Patricio Guzmán | Espanha | 1968 | 15’)
Sinopse: Curta-metragem experimental que denuncia a repressão política na América Latina. Através de uma dramatização de tortura a um prisioneiro, o filme critica a brutalidade dos regimes militares e a passividade de certos intelectuais de esquerda. Utilizando uma estética que parodia a publicidade institucional, Guzmán combina elementos de humor negro e sátira para questionar a moralidade e a eficácia da resistência intelectual frente à opressão.

 

 “O Grito” (“El Grito” | Dir. Leobardo López Arretche | México | 1968 | 120’)

Sinopse: Documentário que registra o movimento estudantil mexicano de 1968, capturando manifestações, repressões e a tragédia de Tlatelolco, oferecendo um testemunho visual único desse período turbulento.

 

– “Recorrências Perpétuas” (“Perpetual Recurrences” | Dir. Reem Shilleh | Palestina | 2016 | 60’)
Sinopse: Documentário experimental que examina quatro décadas de cinema palestino e filmes sobre a Palestina. Em vez de apresentar filmes inteiros, Shilleh monta uma seleção de cenas recorrentes, identificando padrões visuais e narrativos que se repetem ao longo do tempo. Essas cenas incluem imagens de salas de aula, militantes discursando em campos abertos, jovens discutindo política revolucionária e tomadas de ruas e campos de refugiados. Ao reunir essas sequências, o filme questiona como a memória histórica e as narrativas políticas são construídas e perpetuadas no cinema palestino.

 

“Sobrenome Viet, Nome Próprio Nam” (“Surname Viet Given Name Nam” | Dir. Trinh T. Minh-ha | Estados Unidos | 1988 | 108’)
Sinopse: Documentário experimental que investiga as experiências de mulheres vietnamitas, tanto no Vietnã quanto nos Estados Unidos. Utilizando entrevistas encenadas, imagens de arquivo, poesia popular e dança, o filme questiona as representações tradicionais e as fronteiras entre realidade e ficção, explorando temas como identidade, memória e tradução cultural.

 

“Yõg Ãtak: Meu pai, Kaiowá” (Dir. Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero, Luisa Lanna | Brasil | 2024 | 90’)
Sinopse: O filme narra a jornada de Sueli e Maísa Maxakali em busca de seu pai, Luis Kaiowá, de quem foram separadas durante a ditadura militar no Brasil. Além de retratar esse reencontro, a obra aborda as lutas dos povos indígenas Tikmũ’ũn e Kaiowá na defesa de seus territórios e modos de vida.

 

Filme de Encerramento

 

O longa selecionado para encerrar a 14ª edição do Festival Internacional de Curitiba é o “Verde Oliva”, do diretor Wellington Sari, um suspense político inspirado no filme de Brian de Palma, “Um Tiro na Noite”.

 

João, interpretado por Jean Guilherme, trabalha com edição e realização de vídeos, e está em busca de um novo trabalho. Ele consegue um job em uma agência de investigação, sendo contratado para captar imagens de drone de um caso de adultério, porém fica intrigado com as imagens que obtém. O jovem acaba registrando um suposto assassinato. Embora não haja corpo, nem um assassino, João fica cada vez mais obcecado e precisa enfrentar um exército de mentiras.

 

1º MECI – Mercado do Cinema Independente

 

A programação do Olhar de Cinema deste ano ainda conta com o 1º MECI – Mercado do Cinema Independente, um evento que nasce com o objetivo de fortalecer o cinema independente, criando um espaço dedicado à conexão entre realizadores, distribuidores, exibidores, plataformas de streaming, canais e profissionais do setor audiovisual.

 

Com realização de 16 a 18 de junho, no MON – Museu Oscar Niemeyer, o MECI é a primeira iniciativa no Brasil focada em longas-metragens independentes, visando ampliar oportunidades, fomentar parcerias estratégicas e impulsionar negócios que movimentam e fortalecem a sétima arte.

 

“O MECI é o momento ideal para trocas e construção de novos caminhos para a indústria cinematográfica independente no país, facilitando a comercialização de longas e oferecendo um espaço para rodadas de negócios, pitchings, masterclasses e painéis, viabilizando ainda filmes brasileiros para o mercado nacional e internacional”, explica Antonio Gonçalves Jr.

 

Entre alguns dos nomes confirmados para o 1º Mercado do Cinema Independente, estão as produtoras Fernanda Lomba e Ana Camila Esteves; o executivo de aquisição e coprodução de conteúdo nacional do Telecine, Gabriel Cohen; o chefe de estratégias de conteúdo da Disney, Cristiano Lima; a pesquisadora de cinema alemã, Barbara Wurm; e os cineastas Aly Muritiba e Marcelo Caetano.

 

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A 14ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba tem produção da Grafo Audiovisual, com realização do Ministério da Cultura – Governo Federal. O projeto foi aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná. A edição é apresentada pela Rumo Logística, com patrocínio master do Itaú, patrocínio ouro do TCP – Terminal de Contêineres de Paranaguá, patrocínio prata da Solvay Peróxidos e apoio da Sanepar, Adami S/A, do Instituto Rumo, do Projeto Paradiso, do Teatro da Vila, da Cinemateca, do Cine Passeio, ICAC, Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura de Curitiba. Verifique a classificação indicativa de cada filme e as sessões com acessibilidade de audiodescrição e intérpretes de Libras.


Serviço
:
14º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba
Data
: 11 a 19 de junho de 2025
Site oficial: www.olhardecinema.com.br
Redes Sociais: Instagram: www.instagram.com/Olhardecinema
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                          Tik Tok: @olhardecinema,
X/Twitter: @Olhardecinema_
Realização: Ministério da Cultura – Governo Federal
Apresentação: Rumo Logística
Patrocínio Master: Itaú
Patrocínio Ouro: TCP – Terminal de Contêineres de Paranaguá
Patrocínio Prata: Solvay Peróxidos
Apoio: Sanepar, Adami S/A, Instituto Rumo, Projeto Paradiso, Teatro da Vila, Cinemateca, Cine Passeio, ICAC, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura de Curitiba
Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná
Produção: Grafo Audiovisual

Crítica | Nocaute

O drama é uma vida da qual se eliminaram os momentos aborrecidos. Depois de diversos trabalhos na telona, sempre (ou quase sempre) buscando reproduzir histórias dramáticas profundas que focam exatamente na escolha dos protagonistas em seus destinos, o cineasta norte-americano Antoine Fuqua volta ao tema, desta vez para reproduzir uma história que muito se parece com o drama de Clint Eastwood, ‘Menina de Ouro‘, mas que ao longo dos 124 minutos não consegue ter luz própria.

Nocaute‘ é um filme interessante se levarmos em conta a mais uma ótima atuação de Jake Gyllenhaal, mas se torna logo desinteressante por ter momentos de clímax pouco satisfatórios e acabar entrando no terreno perigoso dos clichês.

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Na trama, conhecemos o famoso boxeador Billy Hope (Jake Gyllenhaal) um homem que vive intensamente sua fama mas sem nunca esquecer de ser um devoto por sua linda família. Explosivo e sem muito instrução, certo dia se envolve em uma briga tola com um provável futuro adversário e nas consequências desse ato acaba perdendo sua empresária, amiga, batalhadora e esposa Maurren (Rachel McAdams) tragicamente. A partir disso, começa a ver sua carreira ir por ralo abaixo até que vai parar em uma modesta academia em um subúrbio norte-americano e começa a tentar reconquistar sua carreira, a guarda da filha e acender uma luz no fim do túnel que ele mesmo cavou.

Nocaute é uma história sobre superação, muito parecida com outros filmes, um já até citado acima. O roteiro é bem honesto e a construção do personagem principal muito bem feita por Gyllenhaal. O andamento da história que vai se tornando sonolenta por sempre criar expectativas e acabar não superando as mesmas. É um avião que não pista de pouso não consegue decolar. O foco principal é mal distribuído, as subtramas foram pouco exploradas. Quando entra na história o personagem de Forest Whitaker, Tick Wills, o longa-metragem volta a ter uma direção mas logo nos minutos seguintes se perde. Pode ter havido interferência, a sensação é que houve uma mexida em algumas partes para tornar a história mais com cara de filme comercial, um erro que nós cinéfilos não perdoamos e que muitos produtores adoram executar.

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Outro fator que chama a atenção negativamente são as cenas de luta de boxe. Longe de sermos especialista nessa arte que Éder Jofre e Popó dominam mas ao longo dessas sequências de ação percebemos uma falta de sintonia. Não passa verdade essas cenas. Um Rocky Balboa teria feito muito mais em menos minutos. Se Stallone assistir a esse filme, acho que terá essa impressão também. Mas o campeão em incômodo desse filme é a velha, chata, e quem sabe algum dia obsoleta arte dos clichês. Não é preciso nem enumerar, são claros e evidentes durante toda a projeção. Poxa, porque não podemos tentar inovar, ser mais criativos? A história, Jake e sua atuação mereciam bem mais.

Mesmo com uma atuação de gala do excelente ator que faz o protagonista (ele vai ganhar o Oscar e muitos outros prêmios ao longo da carreira), nesse ‘Menina de Ouro‘ com um protagonista masculino, faltou talvez um pouco da força cênica de ‘Warriors’ (um filme que absurdamente nunca foi lançado nos cinemas brasileiros) e um pouco do tom dramático bem executado que encontramos perfeitamente em ‘Hurricane‘.

Durante o Bonito CineSur, o cineasta Aurélio Michiles destaca: ‘O cinema documentário é um dos fenômenos mais importantes do cinema brasileiro’

Neste ano, o Bonito CineSur incorporou à sua programação uma bela e significativa iniciativa: a homenagem ‘As Pegadas da Memória do Cinema Sul-Americano’. Dividida em dois momentos — um na abertura e outro na reta final do festival —, a ação foi realizada em parceria com a Prefeitura de Bonito e propõe uma união simbólica entre arte, meio ambiente e preservação da memória, reverenciando grandes nomes do audiovisual sul-americano.

Aurélio Michiles ao lado das outras personalidades homenageadas no Bonito CineSur. Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Aurélio Michiles ao lado das outras personalidades homenageadas no Bonito CineSur. Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Entre os homenageados desta edição do Bonito CineSur está o veterano documentarista Aurélio Michiles. Com mais de quatro décadas de trajetória dedicadas a retratar a região e os povos amazônicos, o cineasta de 72 anos marcou presença no festival realizado em Mato Grosso do Sul. Diretor de obras marcantes como Davi contra Golias, Brasil Caim (1993), O Cineasta da Selva (1997) e Segredos do Putumayo (2020), Michiles construiu uma filmografia potente, marcada por denúncias sociais e mergulhos profundos na identidade brasileira. Em uma conversa breve, mas intensa, ele compartilhou reflexões valiosas sobre os rumos e desafios do documentário no Brasil contemporâneo.

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Um dos fenômenos mais importantes do cinema brasileiro é, sem dúvida, o movimento do documentário”, afirmou logo de início o veterano cineasta. “Tínhamos uma tradição mais voltada ao cinema ligeiro, de reportagem, mas essa linguagem foi evoluindo. Não se trata de negar o passado, e sim de reconhecer uma transformação. Temos grandes documentaristas, realizadores transgressores, que trabalham com narrativas híbridas entre ficção e documentário. Dois nomes que me vêm imediatamente à cabeça, verdadeiros pilares dessa arte, são Jorge Bodanzky e Eduardo Coutinho — cineastas com estilos distintos, mas autores de obras fundamentais para que possamos nos reconhecer enquanto brasileiros.”

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Sobre o papel do documentarista brasileiro, Aurélio Michiles é direto: “O papel do documentarista é revelar o Brasil, mostrar quem somos. Aqui no Bonito CineSur, que também é uma mostra de cinema ambiental, essa missão ganha ainda mais força ao trazer à tona uma ameaça urgente: a crise ambiental. Muitos filmes sul-americanos exibidos abordam um tema em comum — a água. E isso é surpreendente, porque afinal, o que somos senão feitos de água? E o que mais nos falta? Água potável, de qualidade. Nossos mananciais estão sendo destruídos. O cinema documental, nesse contexto, pode ser uma poderosa ferramenta de denúncia e mobilização em defesa de um bem comum.”

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

O Bonito CineSur segue até o dia 2 de agosto, exibindo uma seleção expressiva de filmes que representam a força e a diversidade do cinema sul-americano. Com presenças ilustres e uma curadoria cuidadosa, o festival se consolida como uma das mostras cinematográficas mais relevantes e plurais do Brasil.

Terror Slasher | Os 40 Anos do Auge do Subgênero no Cinema

Você que, como nós, é fã de terror conhece muito bem o subgênero slasher. Para os não familiarizados com esta vertente tipicamente oitentista, ela consiste basicamente em obras onde um assassino usa um objeto cortante para massacrar suas vítimas, em geral jovens e adolescentes. Exemplos são as franquias Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo, por exemplo, as mais bem sucedidas do lote.

Existe certa discussão sobre o ponto de origem e qual filme de fato criou o subgênero. Obras como O Massacre da Serra Elétrica (1974), Halloween (1978) e até mesmo Psicose (1960) e A Tortura do Medo (1960) são citadas como marco zero dos slashers. O fato é que, apesar de não ter sido o primeiro, o citado Halloween, de John Carpenter, popularizou este estilo de filme, o elevando a se tornar uma forte tendência no período. Como resultado, o longa sobre o maníaco Michael Myers se tornou a produção independente (leia-se não lançada por um grande estúdio e feita à toque de caixa) mais rentável do cinema e assim permaneceu até 1990 – com o lançamento de As Tartarugas Ninja (concorrência desleal, já que este produto estava consolidado na cultura pop previamente ao filme).

É claro que o sucesso assombroso de Halloween fez todo e qualquer produtor em Hollywood perceber o quão rentáveis podiam ser as obras do tipo – onde gastava-se pouco para produzir e lucrava-se muito. Assim “gregos e troianos” queriam a sua parcela desta torta e dois anos depois a enxurrada de produções do tipo começava. A própria Jamie Lee Curtis, estrela do filme de Carpenter, seria chamariz para obras do tipo logo em 1980, vide Baile de Formatura e O Trem do Terror – daí o título de Rainha do Grito. Mas nenhum marcaria o subgênero tanto quanto Sexta-Feira 13 – um filme ordinário (no melhor sentido da palavra) cujo sucesso ninguém, nem seus criadores, seria capaz de prever; inclusive, tendo um grande estúdio por trás (a Paramount, com distribuição internacional da Warner), sobressairia à fama de Halloween. O mais curioso: Sexta-Feira 13 foi criado propositalmente como cópia (barata) de Halloween, cujo único propósito era duplicar seu sucesso. E, bem, ele triplicou.

Assim, chegamos à 1981,  época que ficaria muito conhecida pelos fãs como o “ano do slasher”. Tendo Halloween e Sexta-Feira 13 para se espelhar, uma verdadeira febre de filmes do tipo tomava os cinemas há quarenta anos. Todo tipo de abordagem e roteiro dentro deste segmento era tentado. O principal, no entanto, era sempre trazer jovens em perigo, muitas mortes, sangue, uma trama que fizesse sentido minimamente e, claro, um vilão assustador e icônico para chamar de seu. Afinal, era desta forma que tais filmes conseguiriam sua longevidade, devido a aceitação do assassino por parte do público.

Com esta longa introdução, trazemos uma nova matéria nostálgica. Aqui, separamos os slasher mais interessantes que estão completando 40 anos e que tentavam pegar carona descaradamente em fenômenos como Halloween e Sexta-Feira 13 – no percurso criando um subgênero próprio, repleto de clichês e regras únicas. Confira abaixo e não esqueça de procura-los.

O Dia dos Namorados Macabro

Começamos a lista com um filme relativamente famoso, que viveu para se tornar uma produção cult. Um dos motivos de ser um dos mais conhecidos dos fãs no período é devido à sua data comemorativa do título. Um elemento que todo produtor de slasher buscava também na época para o sucesso de seu filme era uma data reconhecível para estampar no título – mais uma vez repetindo a fórmula de Halloween e Sexta-Feira 13. Fora isso, O Dia dos Namorados Macabro, apesar de não ter feito sucesso suficiente na época para gerar uma sequência, permaneceu no imaginário dos fãs e ganhou um remake em 2009 – inventivo ao ponto de não apenas recriar o original, mas igualmente adicionar tempero próprio e guinadas de roteiro inéditas.

O longa é na realidade uma produção canadense e ficaria conhecido como um “slasher operário” ou “slasher da classe trabalhadora” (blue collar). A história se passa numa pequena cidade onde a maioria dos personagens trabalha numa mina de carvão. O vilão, inclusive, usa o uniforme de um mineiro de carvão, com direito a capacete, máscara, lanterna e picareta. Assim como o Sexta-Feira 13 original, este é um whodunit, onde precisamos descobrir a verdadeira identidade do assassino.

Pague para Entrar, Reze para Sair

Tobe Hooper se tornou um dos nomes mais marcantes do terror na década de 1970 ao entregar O Massacre da Serra Elétrica (1974), produção polêmica e pra lá de explícita. Visando repetir o sucesso, o diretor lançava este slasher, seu terceiro longa para o cinema (além da minissérie Os Vampiros de Salem, baseada em Stephen King). Este é outro item da lista bem marcante para toda uma geração, especialmente devido ao seu título em português. E se você está se perguntando por que diabos ‘The Funhouse’ (no original) se tornou ‘Pague para Entrar, Reze para Sair’, é simples. Foi devido a sua “tagline”, ou sua frase de efeito, que estampava o pôster. Definitivamente esta tradução brasuca tem mais impacto que seu original.

The funhouse é como são conhecidas as atrações em parques de diversão similares ao trem fantasma que temos, ou tínhamos, por aqui. E a trama é justamente essa. Dois casais de jovens vão parar num parque de diversão e tem a “brilhante” ideia de se esconder no trem fantasma após o passeio, para passar a noite no local. Lá, eles terminam testemunhando o assassinato de uma prostituta cometido por um funcionário da atração, se tornando alvo dele logo após. A sacada é que o sujeito é um deficiente mental, extremamente deformado e com grandes tendências homicidas. Para esconder sua aparência, ele usa uma fantasia de Frankenstein. E acreditem que o disfarce o torna mais simpático. É reportado que Hooper recusou a proposta de Steven Spielberg para dirigir E.T. – O Extraterrestre (1982) em prol deste longa. No ano seguinte, a dupla colaboraria em Poltergeist (1982).

Chamas da Morte

Também conhecido por seu título original, The Burning é outro que, apesar de não ter feito o sucesso devido em sua época de lançamento, ganhou enorme status de cult ao longo dos anos, vindo inclusive a ser considerado um dos melhores exemplares dos slashers dos anos 1980. E um dos mais subestimados. Assim como Sexta-Feira 13, este é um representante dos slasher de acampamento, e dá para perceber a forte influência que o filme citado teve neste. De fato, o artista Tom Savini, responsável pelos efeitos práticos e o gore em Sexta-Feira 13 (1980), recusou participar de sua sequência para vir trabalhar em Chamas da Morte.

Na trama, aqui também temos o famoso artifício da “tragédia prévia”, onde um evento trágico do passado irá desencadear toda a trama do que vemos no presente. Em Halloween foi Michael matando a irmã na infância; em Sexta-Feira 13 o afogamento de Jason e os assassinatos que interditam o campo Cristal Lake. Aqui, uma brincadeira sai terrivelmente errado quando um bando de adolescentes tenta assustar o zelador de um acampamento, um sujeito chamado Cropsy. O pobre coitado termina queimado vivo e passa cinco anos hospitalizado. Ainda incrivelmente deformado por queimaduras, Cropsy retorna ao local para exercer sua vingança. Sua arma de escolha são enormes tesouras de jardineiro. The Burning foi influência para American Horror Story 1984, por exemplo, e é levemente baseado numa lenda americana. Fora isso, marcou a estreia de gente como Holly Hunter e Jason Alexander no cinema. Ah sim, como se não bastasse, o roteiro e a produção são de Harvey Weinstein em início de carreira – Urrrg.

Quem Matou Rosemary?

O diretor Joseph Zito impressionou tanto os produtores da franquia Sexta-Feira 13 com esta bela imitação do próprio, que viria a ser convidado a comandar a parte quatro, Capítulo Final (1984). Mas este não é o único elo que o filme possui com a famosa franquia de Jason Voorhees. Novamente cuidando dos efeitos práticos de um slasher lançado há quarenta anos, o especialista Tom Savini mostrou que trabalho não era problema para ele, e porque se tornou referência na área no cinema do gênero. De fato, o próprio Savini afirma que este é seu melhor trabalho cuidando do gore e dos efeitos práticos de um terror slasher, o que sem dúvida aumentou e muito a estima de obra cult deste The Prowler (no título original) – cuja tradução seria alguém que espreita, que ronda.

Sua semelhança mais evidente é com o citado O Dia dos Namorados Macabro, lançado no mesmo ano. Na trama, um soldado da Segunda Guerra Mundial é abandonado por sua noiva Rosemary. Então, o sujeito desequilibrado logo de cara a mata junto com seu novo companheiro. E assim, inteiramente paramentado com equipamento de guerra, botas, capacete e faca de baioneta, o psicopata insano persegue novas vítimas trinta e cinco anos depois: jovens realizando um baile. Este também é um whodunit, onde o público precisa descobrir qual dentre os personagens é o assassino.

Noite Infernal

Este slasher, particularmente um dos mais bizarros do pacote, é impulsionado pela presença da atriz Linda Blair, ainda colhendo os louros de sua participação em O Exorcista (1973), pelo qual foi indicada ao Oscar, e sua continuação O Exorcista II: O Herege (1976). Aqui, aos 22 aninhos, a atriz nomeada ao prêmio da Academia deixava o terror demoníaco de lado e adentrada no subgênero slasher. No filme, Blair vive uma caloura universitária que, ao lado de outros três colegas, passa por um trote. Após uma festa, eles precisam passar a noite numa mansão abandonada, um local tido como maldito após o massacre cometido pelo patriarca de uma família. Na verdade, a noite é apenas uma desculpa para que os organizadores do trote os assustem com seus diversos artifícios e truques escondidos no local. Porém, ninguém imagina que a lenda é realmente verdadeira, e nas masmorras e subterrâneos da mansão, os filhos deformados da família – agora adultos e praticamente “homens das cavernas” – espreitam e assombram, matando todos os intrusos.

Pouco Antes do Amanhecer

Aqui, retornamos para os slashers na mata. Muitos críticos citam a influência de longas como O Massacre da Serra Elétrica (1974) e Quadrilha de Sádicos (1977), mas o diretor Jeff Lieberman afirma que a maior inspiração para seu filme foi o drama Amargo Pesadelo (1972) – que gerou seus próprios “filhotes”, como O Confronto Final (igualmente lançado há 40 anos), se tornando um subgênero também. Nos filmes citados, temos protagonistas colocados à prova, lutando por sobrevivência ao serem confrontados pela “pouca hospitalidade” de caipiras psicóticos. Aqui, algo semelhante ocorre. Um grupo de jovens viaja a um local inóspito a fim de que um deles reconheça uma propriedade.

De fato, a mesma premissa do filme sobre a família de canibais citado no início, trocando o ar desértico do Texas pela mata e cachoeiras do Oregon. No elenco, o Oscarizado George Kennedy no papel de um guarda florestal que os avisa do perigo no local – todo slasher da época precisava de um personagem assim. E não dá outra, logo estes jovens se veem na mira de um caipira abobalhado, com neurônios a menos, mas um facão bem afiado. Apesar da premissa simples, o filme guarda algumas reviravoltas, tanto em relação ao assassino, quanto ao arco dramático da protagonista. Ao ponto de muitos especialistas o terem como um dos melhores exemplares do subgênero.

Feliz Aniversário para Mim

Conforme as datas comemorativas principais foram acabando, sobrou até mesmo apelar para o aniversário. Ao mesmo tempo em que este filme é um dos mais comuns e menos memoráveis do subgênero, é também um que tenta sair dos moldes através de suas inúmeras reviravoltas. A estrutura é a mesma básica de sempre. Um evento traumático na infância da jovem protagonista, volta anos mais tarde na forma de um pesadelo sem fim, quando seus amigos começam a ser eliminados um a um. Os fãs e especialistas elogiam Feliz Aniversário para Mim devido às inúmeras possibilidades sobre a verdadeira identidade do assassino, chegando inclusive ao ponto de criar dúvida sobre a inocência da protagonista, vivida pela atriz Melissa Sue Anderson, em meio aos crimes estarrecedores.

Este é um daqueles filmes que quando achamos que sabemos para onde está indo, ele nos dá uma rasteira e segue por um caminho totalmente oposto. Mais uma vez, me refiro unicamente à sua revelação em torno do assassino, já que todo o resto é apenas copia e cola da cartilha do subgênero. A novidade deste slasher vem da revelação sobre quem está por trás das atrocidades, algo não muito visto ou tentado em produções do tipo.

Aniversário Sangrento

Outro que se apropria da data do aniversário é este longa que, inclusive, a certa altura da produção seria intitulado Happy Birthday. O filme precisou alterar seu nome devido à semelhança com o item acima, Happy Birthday to Me, lançado meses antes. Apesar da similaridade dos títulos e do tema da data comemorativa, os longas são bem diferentes em suas histórias. Aniversário Sangrento é na verdade um dos mais distintos, criativos, porém, muito controverso, ao apresentar declaradamente como vilões de seu slasher três crianças. A trama foca no argumento da astrologia, afirmando que devido a um raro alinhamento planetário, três crianças nascidas em tal dia, vieram ao mundo sem qualquer senso moral, sentimentos ou emoção. A frieza dita suas vidas. Então, é claro que esse trio “do capeta” irá se tornar uma turminha de psicopatas tão cruéis quanto Jason ou Michael Myers. Aqui, os pestinhas são Debbie, Curtis e Steven, que matam sem dó nem piedade até mesmo os próprios pais, sem exibir qualquer remorso. O longa deixa uma porta mais que aberta, escancarada, para uma possível continuação – que nunca ocorreria.

Hospital Massacre

Tido como um dos exemplares mais fracos quando o assunto é terror slasher dos anos 1980, muitos especialistas chegaram ao ponto de afirmar que o único motivo deste longa ter sido produzido foi para tentar impulsionar a carreira da coelhinha da Playboy Barbi Benton como atriz de cinema, além, é claro, de exibi-la como veio ao mundo no decorrer da narrativa. Além da tentativa frustrada, os mesmos críticos afirmaram também que apesar de bela, Benton pode ser tudo, menos uma atriz, já que seu talento performático é tão profundo quanto um pires.

E isso se tratando do subgênero slasher, onde atuações não costumam ser o destaque mesmo. Fora isso, é dito também que seu desempenho é o melhor do filme – para entendermos um pouco sobre níveis de ruindade. Na trama, Benton vive uma mulher realizando um check-up de rotina num hospital. No local, um desafeto do passado subitamente aparece em busca de vingança. E como de costume, um novo vilão tenta ser criado aqui, mas até mesmo essa investida foi completamente menosprezada na época. Também pudera, já que o pretenso antagonista se veste… bem, como um médico cirurgião. Simplesmente não vingou.

Sexta-Feira 13 – Parte II

Não poderíamos terminar a lista sem os maiores exemplares do slasher da época. E aqui trazemos a continuação do fenômeno Sexta-Feira 13 (1980). Quando os números de bilheteria chegaram após o lançamento do filme, nenhum dos executivos da Paramount podia acreditar. O terror havia sido um dos longas mais rentáveis do estúdio, com valores acima de diversas produções bem mais caras da casa. Melhor ainda se pensarmos que a ideia surgiu de uma imitação desavergonhada de Halloween (1978).

Apesar do enorme sucesso, esta sequência não contou com quase nenhum dos nomes envolvidos no original, isso porque o diretor Sean S. Cunningham, o roteirista Victor Miller, a atriz Betsy Palmer (que viveu a Sra. Voorhees) e o especialista em efeitos práticos Tom Savini acharam a ideia de Jason estar vivo e ter crescido para se tornar um homem, simplesmente idiota demais, além de trair o filme original. Afinal, todas as atrocidades cometidas por sua mãe foram em nome de sua morte. Seja como for, o vilão agora é Jason, com um visual ainda primitivo, inspirado pelo vilão do clássico Assassino Invisível (1976). Lançado logo no ano seguinte, a Parte II fez ainda mais sucesso, com muitos o creditando como o melhor filme da franquia. E você, o que acha?

Halloween 2 – O Pesadelo Continua

Sabe aquela história do copiado virar a cópia? Pois é, o mundo dá voltas, uma hora estamos por cima e na outra por baixo. Assim é a relação de Halloween com Sexta-Feira 13, dois dos maiores exemplares dos filmes slasher. Sexta-Feira 13 foi criado como cópia de Halloween, mas fez tanto sucesso, que logo os produtores do terror com Michael Myers colocaram o diretor John Carpenter contra a parede, balançaram uma quantia considerável em sua frente, e o criador, mesmo a contragosto, se viu de volta para mais um filme com o psicopata da máscara branca.

Afinal, quem não gosta de dinheiro? Ele faz até mesmo o mais íntegro artista aceitar o desafio de colocar à prova sua criatividade, se desafiando para continuar uma história que julgava finalizada. Agora, eram os produtores de Halloween que desejavam lucrar com o que Sexta-Feira 13 havia realizado: colocar os slasher num patamar de mina de ouro. Assim, Carpenter bebeu muito (uma caixa com seis latinhas de cerveja por dia) para conceber o roteiro de Halloween 2. O cineasta escreveu e produziu, mas não dirigiu. No entanto, interferiu no que o diretor Rick Rosenthal havia planejado originalmente: um thriller mais intimista e psicológico, no ritmo do original.

Carpenter sabia que não era isso que seus investidores queriam, e assim focou pesado no gore, aumentando a ação e matança, se tornando assim apenas uma cópia dos produtos da época, e deixando de lado toda a criatividade que fez do original uma obra-prima. Na trama, passada na mesma noite, Michael Myers vai atrás da única sobrevivente de seu massacre, no hospital para onde foi levada. Aqui é onde foi revelado que Laurie (Jamie Lee Curtis) e o psicopata que a persegue são na verdade irmãos. Decisão amada por muitos, e odiada por tantos outros. Ah sim, e Halloween 2 conseguiu superar em bilheteria seu rival Sexta-Feira 13 – Parte 2.

Student Bodies (Corpo Estudantil)

Finalizando a lista, um dos mais inusitados exemplares do filão, apesar de não ter feito nem de longe o mesmo sucesso de alguns dos itens acima e ter caído rapidamente na obscuridade. Você já tinha ouvido falar deste filme? Aqui, quem produz é a mesma Paramount. E uma maneira rápida de definir este longa slasher é como uma mistura dos dois maiores sucessos do estúdio no ano anterior: o citado Sexta-Feira 13 e a comédia nonsense Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu. Este segundo, uma comédia escrachada que parodiava os filmes catástrofe, como Aeroporto, da década de 1970. O acerto massivo que a Paramount teve com o filme só fez o estúdio querer reprisar a mina de ouro, desta vez parodiando a onda do momento: os filmes slasher. Assim nascia Student Bodies, muito antes de Pânico (1996) ou Todo Mundo em Pânico (2000), como um dos primeiros exemplares do cinema a misturar humor e terror. Na trama, passada num colégio, estudantes são dispensados a torto e a direito por um psicopata autointitulado “O Respirador Profundo”. O filme tira sarro com todos os clichês do subgênero.

‘Uma Dobra no Tempo’: Primeiras críticas não são muito animadoras…

O novo filme da Disney, ‘Uma Dobra no Tempo‘, só estreia no final no final do mês – 28 de março –, mas as primeiras impressões dos críticos internacionais já saíram. As reações parecem mistas.

Confira:

“Banhado em cores corajosas, padrões brilhantes e crianças entusiasmadas, a adaptação da diretora Ava DuVernay desliza seu caminho através do tempo e do espaço, mesmo que não consiga acertar tudo o que se propõe.”
“‘Uma Dobra no Tempo’ é ambicioso, poderoso e imaginativo, mas também é confuso, sobrecarregado e estranhamente fora de ritmo.”
“Quase não importa que o filme seja emocionalmente prescritivo demais para ter qualquer poder real, ou muito imaginativo para deixar qualquer espaço para tornar o espectador maravilhado; DuVernay evidencia tanta fé em quem ela é, e o que ela está fazendo, que ‘Uma Dobra no Tempo’ permanece fiel a si mesmo, mesmo quando tudo na tela pareça falso.”
“Apenas alguns fracos vestígios de emoção genuína atravessam as camadas de cálculos intensos que encorpam o filme de Ava DuVernay, ‘Uma Dobra no Tempo’.”
“Apesar de experimental, o filme é muito conservador; como se estivesse com medo que uma história envolvendo crianças empoderadas ajudando o bem a lutar contra o mal pudesse dar pesadelos a alguém. A trama reduz todo o universo a auto-estima de uma garota.”

A direção é de Ava DuVernay (‘Selma’), que com essa produção se tornou a terceira mulher a dirigir um projeto cinematográfico com orçamento acima dos US$ 100 milhões (a primeira foi a diretora de ‘Frozen‘ e a segunda foi a diretora de ‘Mulher-Maravilha‘)

A história gira em torno da família Murry, mostrando o patriarca da família (Chris Pine) e suas pesquisas sobre viagens no tempo, até que ele desaparece misteriosamente. Com isso, Meg (Storm Reid) e companhia, partem em uma grande aventura para procurar seu pai.

O filme mostrará diversas criaturas sobrenaturais e uma delas será interpretada pela apresentadora Oprah Winfrey.

O elenco ainda conta com Reese Witherspoon. A estreia acontece dia 29 de março de 2018.

‘The Informer’: Thriller com Joel Kinnaman ganha trailer; Confira!

O thriller ‘The Informer‘, estrelado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon‘), ganhou trailer.

Confira:

Dirigido por Andrea Di Stefano, o filme é baseado no livro Three Seconds, escrito por Anders Roslund e Börge Hellström.

Na trama, um ex-condenado que trabalha infiltrado é jogada na cadeia novamente para se infiltrar na máfia de uma prisão de segurança máxima.

Rosamund PikeAna de Armas, Clive Owen, Sam Spruell e Common completam o elenco.

‘Velozes e Furiosos: Hobbs e Shaw’: Dwayne Johnson fala sobre os carros do filme; Confira o vídeo!

A Universal Pictures divulgou um novo vídeo de ‘Velozes e Furiosos: Hobbs e Shaw‘, derivado da franquia ‘Velozes e Furiosos‘, com o astro Dwayne Johnson falando sobre os carros usados na produção.

Confira:

Dirigido por David Leitch (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘), o roteiro foi escrito por Chris Morgan, que é responsável por todos os roteiros da franquia desde ‘Desafio em Tóquio‘.

A trama será focada em Luke Hobbs e Deckard Shaw, que formam uma aliança improvável para executar uma missão secreta.

Dwayne Johnson e Jason Statham estrelam. Vanessa KirbyIdris Elba, Eiza GonzálezEddie Marsan completam o elenco.

A Universal Pictures lançará o longa nos cinemas nacionais no dia 1º de agosto, uma semana após a estreia nos EUA.

Após este filme, o próximo filme da franquia é  ‘Velozes e Furiosos 9‘, que estreia em 10 de abril de 2020.

‘October Faction’: Série de terror da Netflix é cancelada após uma temporada

De acordo com o THR, a Netflix cancelou oficialmente a série de terror October Factiondepois de apenas uma temporada.

A trama acompanhava uma família que fazia parte de um sociedade secreta que caçava monstros…

O projeto foi desenvolvido por Steve Niles, criador das HQs ‘30 Dias de Noite‘.

“A trama acompanha os caçadores de monstros Fred e Deloris Allen, que, após a morte do pai de Fred, retornam para sua cidade natal, no estado de Nova York, com seus filhos adolescentes, Geoff e Viv. Enquanto a família se ajusta, Fred e Deloris devem esconder suas identidades como membros de uma organização secreta, e nossos heróis rapidamente descobrem que o novo cenário de cidade pequena não é tão idílico quanto parece.”

O elenco conta com Tamara Taylor, J.C. Mackenzie, Aurora Burghart, Gabriel Darku, Wendy CrewsonMegan Follows e Stephen McHattie.

Psicopata ataca em novo trailer VIOLENTO do terror ‘Random Acts of Violence’; Assista!

O terror ‘Random Acts of Violence‘ ganhou um novo trailer violento.

Confira:

O longa é dirigido por Jay Baruchel (‘Aprendiz de Feiticeiro‘).

Na trama, o quadrinista Todd Walkley (Jesse Williams) e seu editor Ezra (Baruchel) fizeram suas carreiras criando uma história em quadrinhos baseada em um serial killer da vida real chamado Slasherman.

Em uma turnê de imprensa para anunciar o lançamento de sua edição final, eles visitam a cidade onde o personagem cometeu seus crimes vinte anos antes. Após a chegada, eles descobrem que a cidade está na mira de um verddeiro assassino, que imita os assassinatos de Slasherman de Todd. Enquanto tentam sair da cidade com vida, os dois começam a se questionar e então surge uma paranoia em relação à identidade do misterioso assassino.

O elenco também conta com Jordana Brewster e Niamh Wilson.

O terror será lançado em Blu-ray e DVD no dia 16 de fevereiro.

‘Dia dos Mortos’: Zumbis atacam no trailer LEGENDADO da nova série do SyFy; Confira!

A série ‘Dia dos Mortos‘ (Day of the Dead), baseada no clássico de George A. Romero, ganhou trailer legendado.

Confira:

A produção irá estrear em outubro, ainda sem data definida.

Anteriormente, o diretor Steven Kostanski, que comandou os quatro primeiros episódios da série, havia revelado que a produção terá conexão com o longa original de Romero.

“Eu dirigi os quatro primeiros episódios da série e terminei as filmagens em dezembro. A primeira temporada terá 10 episódios e terá conexão com o filme original. Infelizmente, não posso dar muitos detalhes. Não posso dizer nada.”

Ele continua, “A produção teve um baixo orçamento, mas eu me diverti muito durante as filmagens. Conseguimos a Masters FX para fazer mais uma vez os efeitos práticos dos zumbis. Então posso dizer que, no mínimo, os zumbis estarão super legais. É uma série muita estranha e interessante, e acho que não é o que as pessoas estão esperando. Eu me diverti muito fazendo e realmente usei todas as técnicas com o baixo orçamento para dirigi-la. Foi mais um caso de premissa ambiciosa com poucos recursos. E acho que isso rendeu muita criatividade da equipe.”

Jed ElinoffScott Thomas são os showrunners da série.

“A trama segue a intensa história de seis estranhos tentando sobreviver ao primeiro dia de uma invasão de zumbis nos subúrbios dos EUA. Eles terão que trabalhar juntos para aumentarem suas chances, enquanto os mortos tentam despedaçá-los.”

O elenco conta com Keenan Tracey (‘Bates Motel’)Daniel Doheny (‘Alex Strangelove’)Natalie Malaika (‘Fratura’)Morgan Holmstrom e Kristy Dinsmore (‘Vikings’).

DAY OF THE DEAD — Episode 101 — Pictured: Natalie Malaika as Lauren Howell — (Photo by: DOTD S1 Productions/SYFY)
DAY OF THE DEAD — Episode 101 — Pictured: Zombies — (Photo by: DOTD S1 Productions/SYFY)
DAY OF THE DEAD — Episode 101 — Pictured: Keenan Tracey as Cam McDermott — (Photo by: DOTD S1 Productions/SYFY)
DAY OF THE DEAD — Episode 101 — Pictured: (l-r) Daniel Doheny as Luke Bowman, Keenan Tracey as Cam McDermott — (Photo by: DOTD S1 Productions/SYFY)
DAY OF THE DEAD — Episode 101 — Pictured: Zombie — (Photo by: DOTD S1 Productions/SYFY)

Christina Ricci enfrenta demônio no trailer LEGENDADO do terror ‘Monstrous’; Assista!

O terror ‘Monstrous‘, estrelado pela Christina Ricci (‘Amaldiçoados’), ganhou um novo trailer legendado.

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Chris Sivertson (‘Eu Sei Quem me Matou’) é responsável pela direção.

A trama segue uma mulher traumatizada que foge do seu ex-marido abusivo com seu filho de sete anos. Mas, em seu novo e remoto santuário, eles terão um monstro muito maior e mais assustador para lidar.

Colleen Camp (‘The Twilight Zone’) também estrela a produção.

O terror será lançado em VOD no dia 13 de maio.

‘Grown-ish’ é renovada para a 6ª temporada; Confira o trailer dos novos episódios!

O Freeform renovou oficialmente a série ‘Grown-ish‘ para a 6ª temporada.

Além disso, o canal divulgou o trailer dos próximos episódios do quinto ciclo, que retornará com capítulos inéditos no dia 18 de janeiro.

Confira:

Criada por Kenya Barris e Larry Wilmore, a série é um spin-off de ‘Black-ish‘.

A trama é centrada em Zoey, filha mais velha dos Johnson. A comédia mostra sua vida após entrar na faculdade, e discute tanto problemáticas adolescentes quanto outras complexidades das relações interpessoais no mundo contemporâneo.

O elenco conta com Yara Shahidi, Trevor Jackson, Diggy Simmons, Marcus Scribner e Daniella Perkins.

Assassino mascarado ataca no teaser de ‘Founders Day’, novo terror SLASHER estilo ‘Pânico’

O terror ‘Founders Day‘ ganhou o primeiro teaser trailer.

Confira:

Erik Bloomquist é responsável pela direção, além de ter assinado o roteiro ao lado do seu irmão, Carson Bloomquist.

Uma cidade pequena é atormentada por uma série de assassinatos bizarros que antecipam uma acalorada disputa eleitoral. Enquanto aumentam as tensões e a ameaça do assassino mascarado atacar novamente, os residentes sobreviventes precisam correr contra o tempo para descobrir a verdade antes que eles sejam consumidos pela cidade.

O elenco conta com Devin DruidEmilia McCarthyAmy HargreavesCatherine CurtinWilliam RussNaomi GraceOlivia NikkanenJayce BartokAndrew Stewart Jones, Tyler James White, Erik Bloomquist, Adam WepplerKate EdmondsDylan Slade Arun Cameron Storrs.

Ainda sem data de estreia, o terror está programado para 2024.

Dwayne Johnson estrelará live-action de ‘Monster Jam’

Durante o painel na D23 Expo, o astro Dwayne Johnson (‘Jungle Cruise’) anunciou que irá estrelar o live-action do clássico programa ‘Monster Jam‘.

A trama será focada em pilotos de caminhão monstro enquanto eles participam na popular competição.

Infelizmente, nenhum outro detalhe sobre o projeto foi revelado.

Monster Jam‘ é um tradicional programa criado pela Feld Sports Entertainment, que traz enormes caminhão monstro em um evento semanal televisionado que engloba corrida e ação freestyle.

Treinadora teria um destino MUITO diferente em ‘Thunderbolts*’; Roteirista revela plano original!

*SPOILERS ABAIXO*

Apesar de estar presente em todos os materiais promocionais de ‘Thunderbolts*‘, a Treinadora não dura muito no filme.

A personagem, interpretada por Olga Kurylenko, é rapidamente assassinada pela Fantasma no começo da narrativa. No entanto, sua morte chocante não estava nos planos originais do roteirista Eric Pearson.

“Eles mudaram [o destino] dela depois que eu finalizei meu trabalho no roteiro. Quando eu me sentei para assistir o primeiro corte do filme, [a morte dela] me deixou completamente chocado. Mas foi só isso. Todo o resto foi o filme que eu escrevi.”

Originalmente, a Treinadora sobreviveria aos eventos do filme, e acabaria desenvolvendo uma amizade com a Fantasma: “[A Fantasma] ganhou sua autonomia antes da Treinadora, então ela agiria como uma irmã mais velha,” declara o roteirista.

Ele também revelou uma piada recorrente envolvendo a personagem. Com problemas de memória, a Treinadora tentaria matar o John Walker diversas vezes no decorrer do filme – até mesmo depois de fazer amizade com ele.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica em Vídeo | ‘Thunderbolts*’ é um aguardado retorno da Marvel Studios à boa forma

Crítica | ‘Thunderbolts*’ explora temas profundos e traz o MCU de volta à boa forma

Crítica 2 | ‘Thunderbolts*’ é uma reunião sindical com os trabalhadores do MCU

A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.

O elenco ainda conta com Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

Os Estranhos: Capítulo Final

(The Strangers: Chapter 3)

 

Elenco:

Madelaine Petsch
Richard Brake
Gabriel Basso

 

Direção: Renny Harlin

Gênero: Terror

Duração: 91 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 8 milhões

Estreia: 9 de Abril de 2026

Sinopse: 

Em OS ESTRANHOS: CAPÍTULO FINAL, os sobreviventes enfrentam novas ameaças de estranhos mascarados. Segredos vêm à tona, colocando suas vidas em risco à medida que a linha entre a realidade e o perigo se confunde em sua luta pela sobrevivência.

Crítica: 

Depois de dois filmes que desagradaram tanto os críticos quanto o público, a franquia ‘Os Estranhos‘ retorna para o capítulo final de sua trilogia. Esta conclusão até tenta surpreender, mas não se arrisca o suficiente para apagar a péssima impressão desta investida como um todo. Apesar do esforço em regravar cenas com base nas críticas recebidas pelo primeiro capítulo, qualquer tentativa de aprimoramento já estava fadada ao fracasso – especialmente quando os envolvidos demonstram não compreender o que tornou o longa original tão especial. Mantendo-se consistente até o fim, ‘Os Estranhos‘ entra para a história como uma das piores trilogias de todos os tempos. Confira:

Crítica | ‘Os Estranhos: Capítulo Final’ repete erros e encerra uma das PIORES trilogias da história, por Nefferson Taveira

Curiosidades: 

» Este será o último capítulo da trilogia, marcando a conclusão da história da sobrevivente Maya;

» Alan R. Cohen e Alan Freedland assinam o roteiro;

Crítica em Vídeo:

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Adrien Brody entra para a quarta temporada da série britânica ‘Peaky Blinders’

O vencedor do Oscar, Adrien Brody, vai entrar para a quarta temporada da série britânica ‘Peaky Blinders‘, criada pelo roteirista Steve Knight (‘Locke’ e ‘Aliados’). A informação partiu do site Deadline.

Ainda sem informações sobre quem Brody interpretará na produção, o criador comentou sobre a escolha do astro para ingressar na trama. Segundo Knight, Adrien foi selecionado a dedo:

“Ele era, genuinamente, o ator em minha mente quando eu escrevi o papel. Tenho certeza que sua presença no mundo de ‘Peaky Blinders’ será formidável”.

A série acompanha família de gângsteres na Inglaterra no começo do século 20 e conta com Cillian Murphy, Tom Hardy, Paul Anderson, Helen McCrory e Annabelle Wallace.

A previsão é que a quarta temporada de ‘Peaky Blinders’ retorne no segundo semestre de 2017, mas ainda não há uma data confirmada.

 

 

 

‘True Detective’: Ator de ‘Batman V Superman’ entra para 3ª temporada

O elenco da terceira temporada de ‘True Detective’ continua crescendo e segundo o site Deadline, Scoot McNairy acaba de entrar para a produção.

O ator, que já participou de filmes como ‘Batman V Superman’ e ‘Argo’, interpretará um personagem chamado Tom, que sofre com uma perda. Este sofrimento é em virtude dos crimes que serão a temática central do novo ciclo.

Segundo a Variety, Stephen Dorff (‘Blade – O Caçador de Vampiros’) viverá Roland West, detetive que tem sua vida pessoal e profissional afetada devido a um crime.

Ele será o co-protagonista, ao lado de Mahershala Ali .

Ali vive como Wayne Hays, um policial do noroeste do Arkansas, responsável por investigar um crime macabro em Ozarks.

A terceira temporada apresenta a história de um crime macabro no âmago de Ozarks e um mistério que tem se aprofundado ao longo das décadas, se desmembrando em três períodos distintos.

O diretor de ‘Green Room’, Jeremy Saulnier irá dirigir a temporada ao lado do criador da série, Nic Pizzolatto. Os novos episódios estreiam em 2019 na HBO.

‘Knives Out’: Jamie Lee Curtis entra para o suspense estrelado por Daniel Craig

O suspense ‘Knives Out‘ está ganhando forma e recebeu mais um membro em seu elenco. Segundo a revista Empire, a veterana Jamie Lee Curtis é a mais recente adição.

Ainda não se sabe qual será seu papel na produção.

Os poucos detalhes referentes ao roteiro afirmam que Daniel Craig interpretará um detetive que está tentando solucionar um misterioso assassinato. A trama ainda mescla o estilo contemporâneo com uma atmosfera mais clássica, de romance policial.

O elenco ainda conta com Chris Evans, Lakeith Stanfield, Michael Shannon, Don Johnson e Ana de Armas.

A expectativa é que as filmagens comecem em novembro deste ano.

Rian Johnson (‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘) é responsável pelo roteiro e a direção do filme.

Knives Out ainda não possui data de estreia.

Dwayne Johnson é o ator mais bem pago de Hollywood; Confira o TOP 10!

O astro Dwayne Johnson possui uma carreira bem agitada, com trabalhos simultâneos em séries de TV, filmes, além de projetos paralelos, como a criação da sua própria marca de tequila.

E seu árduo trabalho tem sido devidamente recompensado e segundo a revista Forbes, o ator foi consagrado como o mais bem pago de Hollywood neste ano, com um montante surpreendente de US$ 89.4 milhões. Sua renda surpreendeu a própria indústria, cuja expectativa era de que um dos membros do elenco de ‘Vingadores: Ultimato‘ configuraria a primeira posição – principalmente em virtude da arrebatadora bilheteria do longa.

Ainda assim, alguns dos membros do time de heróis aparecem no Top 10, com Chris Hemsworth assumindo a segunda posição (US$ 76.4 milhões), seguido por Robert Downey Jr. no terceiro lugar, com um faturamento equivalente a US$ 66 milhões.

Em se tratando de The Rock, seu período de 2018-2019 tem sido bem produtivo, com a estreia da quarta e quinta temporada de sua série ‘Ballers‘, além do lançamento de seus filmes ‘Rampage: Destruição Total‘ e ‘Arranha-Céu: Coragem sem Limite – que embora tenham fracassado nas bilheterias, lhe renderam um salário surpreendente. Já em 2019, o ator estreou nas telonas com ‘Lutando com a Família‘ e ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw‘. Em breve ele poderá ser visto na aguardada sequência ‘Jumanji: Próxima Fase‘.

O levantamento da revista Forbes compreende o período de 01 de junho de 2018 e 01 de junho de 2019 e os rendimentos foram elencados via Nielsen, ComScore, Box Office Mojo e IMDB.

Confira a lista completa:

  1. Dwayne Johnson (US$ 89.4 milhões)
  2. Chris Hemsworth (US$ 76.4 milhões)
  3. Robert Downey Jr. (US$ 66 milhões)
  4. Akshay Kumar (US$ 65 milhões)
  5. Jackie Chan (US$ 58 milhões)
  6. Bradley Cooper (US$ 57 milhões) – empate
  7. Adam Sandler (US$ 57 milhões) – empate
  8. Chris Evans (US$ 43.5 milhões)
  9. Paul Rudd (US$ 41 milhões)
  10. Will Smith (US$ 35 milhões)

 

 

‘Bill & Ted: Encare a Música’: Versão em Blu-ray ganha primeira imagem; Confira!

Sucesso ao redor do mundo, a comédia ‘Bill & Ted: Encare a Música‘ marca o retorno da dupla formada por Keanu Reeves e Alex Winter aos cinemas.

E embora o longa tenha chegado às telonas nacionais apenas nesta semana, a produção se encaminha para o formato Blu-Ray, que em breve poderá ser adquirido na América do Norte.

O ator Alex Winter compartilhou a novidade, divulgando a primeira imagem da versão em home video do longa, aguçando a curiosidade dos fãs.

Confira:

Vale lembrar que na América do Norte, ‘Bill & Ted: Encare a Música’ foi lançado no formato streaming.

No novo capítulo da aventura fantástica que teve início no final dos anos 80, Bill (Alex Winter) e Ted (Keanu Reeves) agora são adultos e pais de duas jovens, Billie (Brigette Lundy-Paine), filha de Ted, e Thea (Samara Weaving), filha de Bill.

Enquanto lidam com a frustração de não terem escrito a melhor música de todos os tempos, eles têm a ideia genial de viajar para o futuro, para quando já tiverem escrito a música, e roubá-la de si mesmos… o que poderia dar errado? Ao lado das famílias, da inseparável amiga Morte (William Sadler) e de outras participações especiais, como o rapper Kid Cudi, eles farão o possível para encontrar a música perdida e salvar o mundo de uma catástrofe. Tudo isso, claro, sendo excelentes uns com os outros e deixando a festa rolar!

Em entrevista ao The New York Times, o ator Keanu Reeves afirma que adora o seu personagem e se sente “grato por ter tido a chance de interpretá-lo novamente”.

Elogiado pela crítica, ‘Bill & Ted: Encare a Música‘ teve 82% de aprovação no Rotten Tomatoes, a melhor aprovação crítica de toda a trilogia. Além disso, o longa é apontado como uma das melhores comédias do ano, conquistando, inclusive, uma indicação ao People’s Choice Awards na categoria Melhor Filme de Comédia de 2020.