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‘Liga da Justiça’: Vídeo mostra a criação dos trajes do Superman e do Batman

Liga da Justiça‘ ganhou um vídeo que mostra a criação dos uniformes do Superman e do Batman.

Confira, com uma cena deletada do filme:

 

O Blu-ray virá com apenas UMA cena extra, intitulada “O Retorno de Superman“.

Porém, para o desagrado dos fãs, foi revelado que a cena terá apenas 1 minuto e 51 segundos de duração. O resto dos extras, apenas com cenas dos bastidores, totaliza 74 minutos.

A Warner divulgou recentemente um vídeo que traz uma prévia da cena inédita.

Assista, no minuto 0:27:

Warner Bros. deixa os heróis mais coloridos no Blu-ray de ‘Liga da Justiça’ 

Confira os extras: 

Estrada para a Justiça
Uma jornada ao lado de criadores de quadrinhos da DC enquanto exploram mais de 50 anos da Liga da Justiça, desde os quadrinhos até as aventuras animadas e sua estreia cinematográfica.

Coração da Justiça
Descubra o coração, a alma e a mente da Liga da Justiça, já que o elenco e os cineastas compartilham sua admiração pela icônica Trindade: Superman, Mulher-Maravilha e Batman.

Tecnologia da Liga da Justiça
Do arsenal de Batman à tecnologia alienígena do Ciborgue, conheça a interface do banco de dados da Liga da Justiça para aprender seus segredos mais avançados.

Justice League: The New Heroes
Junte-se a Ray Fisher em um passeio pessoal para conhecer os mais novos membros da Liga da Justiça: Aquaman, o Flash e Ciborgue.

O retorno do Superman
Cenas de bônus não vistas nos cinemas

Lobo da Estepe, o Conquistador
Junte-se ao ator Ciarán Hinds e os cineastas que revelam a história do antigo inimigo da humanidade e o maior desafio da Liga da Justiça.

Estudos de Cena: Revisitando as Amazonas
Examine mais de perto o processo cinematográfico por trás das sequências mais emocionantes e repletas de ação da Liga da Justiça

Estudos de Cena: O Resgate da Mulher-Maravilha
Examine mais de perto o processo cinematográfico por trás das sequências mais emocionantes e repletas de ação da Liga da Justiça

Estudos de cena: Parque dos Heróis
Examine mais de perto o processo cinematográfico por trás das sequências mais emocionantes e repletas de ação da Liga da Justiça

Estudos de cena: A batalha do túnel
Examine mais de perto o processo cinematográfico por trás das sequências mais emocionantes e repletas de ação da Liga da Justiça

O Visual da Liga
O designer de figurino Michael Wilkinson explora a inovação e a arte que se dedicam a criar os figurinos dos heróis icônicos da DC.

‘Liga da Justiça’ continua em cartaz no Brasil. O filme ultrapassou a bilheteria nacional de ‘Velozes e Furiosos 8’ e se tornou a maior bilheteria de 2017 no país.

Comparando com as demais produções do DCEU, ‘Liga da Justiça’ ainda permanece atrás de ‘Esquadrão Suicida‘ (US$ 745,6 milhões), ‘Mulher-Maravilha‘ (US$ 821,9 milhões) e ‘Batman V Superman: A Origem da Justiça‘ (US$ 873,3 milhões).

Crítica em Vídeo | De Repente Uma Família – Comédia sobre adoção emociona, faz rir e chorar

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica EM VÍDEO da emocionante comédia ‘De Repente Uma Família‘ (Instant Family), que chega nos cinemas nacionais dia 29 de novembro.

Assista a crítica:

Sean Anders (‘Pai em Dose Dupla‘) dirige e roteiriza.

Baseado na história real do diretor, a trama apresenta Pete (Mark Wahlberg) e Ellie (Rose Byrne), um jovem casal que decide adotar uma criança. Durante o processo, eles acabam se apaixonando pela adolescente Lizzie (Isabela Moner), uma garota de temperamento forte e que se sente responsável pelos dois irmãos mais novos. Logo, Pete e Ellie se veem com três estranhos em casa, que mudam as suas vidas por inteiro.

Cena pós-créditos da reestreia de ‘Vingadores: Ultimato’ vaza na internet; Assista!

Vingadores: Ultimato‘ foi relançado ontem nos Estados Unidos com a promessa de seis minutos a mais de duração, sendo apenas um minuto de cena inédita.

A cena, que envolve o Hulk, foi divulgada no YouTube.

Assista:

Quando os créditos terminaram completamente, foi adicionada uma breve introdução do diretor Anthony Russo anunciando que você poderá ver o novo conteúdo que a Marvel prometeu.

O primeiro vídeo é um tributo a Stan Lee após sua morte no final do ano passado. Vemos vários vídeos de Lee nos bastidores dos filmes do MCU, interagindo com o elenco e os diretores. O tributo termina com “Stan, nós amamos você 3000“.

A cena pós-créditos envolve o Hulk e está inacabada. Vemos um prédio em chamas e os bombeiros tentando salvar algumas crianças que estão presas no 40º andar. O Professor Hulk surge e pula no prédio, salvando as crianças e dizendo: “É isso aí. Chegamos no térreo, podem sair”. A cena também apresenta uma participação especial de Reginald VelJohnson como um dos policiais em cena. Para quem não se lembra, o ator interpretou o sargento Al Powell em ‘Duro de Matar‘.

Por fim, temos um clipe bastante curto de ‘Homem: Aranha – Longe de Casa‘ que mostra Maria Hill e Nick Fury no México, investigando um fenômeno climático estranho. Lá, eles conhecem pela primeira vez Quentin Beck, o Mystério, que está lutando contra um Elemental. Ele diz: “Vocês não vão querer fazer parte disso!”. Corta.

O relançamento arrecadou US$ 1,8 milhão em seu primeiro dia nos EUA, na sexta-feira.. Caso o aumento se mantenha durante todo o fim de semana de semana, a bilheteria pode subir para mais de US$ 3 milhões no sábado. Isso se o conteúdo inédito continuar impulsionando as exibições. Os seis minutos extras contém apenas um minuto de cenas inéditas (do Hulk), cinco minutos de tributo a Stan Lee e uma prévia do novo Homem-Aranha.

Muitos fãs brasileiros nos enviaram mensagem perguntando se o filme também seria relançado por aqui. O CinePOP entrou em contato com a Walt Disney do Brasil, que nos CONFIRMOU o relançamento nos cinemas nacionais. Porém, a data ainda não foi definida. Fiquem ligados no CinePOP para mais novidades!

Com o relançamento, a Disney tenta passar os US$ 46 milhões que separam a bilheteria mundial de ‘Vingadores: Ultimato‘ (US$ 2,74 bilhões) e ‘Avatar‘ (US$ 2,78 bilhões).

Vídeo com SPOILERS de Homem-Aranha: Longe de Casa

Assista nossa crítica:

‘Bloodshot’: Você pode assistir ao filme com Vin Diesel em sua casa por R$ 54,90

A Sony Home Entertainment lançou o filme ‘Bloodshot‘ no formato digital no Brasil hoje, dia 27 de Março.

O valor, porém, é um pouco salgado.

Você pode comprar o filme nas plataformas digitais (Apple TV, Google Play, Playstation Store e Microsoft Filmes & TV) pelo valor de R$ 54,90.

Para “locação digital”, que é mais barato, o filme só estará disponível no dia 10 de Junho.

Filmes que ACABARAM de sair nos cinemas e você pode assistir em CASA; Confira!

Assista a nossa crítica:

Crítica | Bloodshot – Vin Diesel estrela estiloso filme recheado com ação e reviravoltas

A adaptação de ‘Bloodshot’ arrecadou apenas US$ 10.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA, pois causa da epidemia de Coronavírus, que foi responsável pelo fechamento da maioria dos cinemas do país. No mercado internacional, a produção se saiu um pouco melhor, com US$ 15.1 milhões através de 50 mercados (conquistando o topo em metade deles), totalizando uma estreia global de US$ 25.6 milhões.

O público deu ao longa uma nota B.

 

Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.

O elenco ainda conta com Eiza Gonzalez, Toby Kebbell, Michael SheenTalulah Riley, Alex Hernandez e Sam Heughan.

Dirigido por Dave Wilson, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don Perlin e Bob Layton.

‘Velozes e Furiosos 10’: [SPOILER] terá retorno surpresa no último filme da franquia

Brian realmente aparecerá em ‘Velozes e Furiosos 10‘.

Segundo o Fandom Wire, o personagem será interpretado pelos irmãos de Paul Walker, Cody e Caleb. Eles irão emprestar seus movimentos enquanto o rosto do finado ator será adicionado em computação gráfica.

O’Conner apenas uma participação especial no 9º filme, mas terá grande importância na trama do 10º, ao contrário do que os fãs esperavam.

Foi dito apenas que Brian e sua esposa Mia (Jordana Brewster) irão se juntar à equipe novamente para ajudar numa missão contra um gangster latino conectado a Cipher (Charlize Theron).

A própria família de Walker deu sua bênção para a continuação da história.

Durante uma entrevista para o Maxim, Tyrese Gibson, intérprete de Roman Pearce disse que os filmes são uma forma de manter Walker vivo entre o elenco.

“Já me pararam na rua e perguntaram: ‘O Paul morreu, por que vocês continuam com os filmes?’ É exatamente por isso que continuamos, porque fazemos isso por ele, pela memória dele, e quem vê de fora não entende. Quando ele partiu, pensamos em desistir, mas sua família nos apoiou e fez questão que continuássemos com os filmes. Eles nos deram sua bênção, entende?”

Após a morte de Paul Walker, muitos fãs argumentaram que ‘Velozes e Furiosos‘ deveria chegar ao fim em respeito à memória do do astro.

Lembrando que Universal Pictures do Brasil confirmou o adiamento da sequência para maio de 2021 por causa do surto de Coronavírus.

Assista ao trailer:

Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

6 Motivos para Assistir ‘Depois a Louca Sou Eu’ no Amazon Prime

A tragicomédia Depois a Louca Sou Eu, dirigida por Julia Rezende (Como é Cruel Viver a Vida Assim), chegou ao catálogo do Amazon Prime Video.  

O tema da obra, protagonizada por Débora Falabella (da novela Av. Brasil) e Gustavo Vaz (da série Coisa Mais Linda), tornou-se ainda mais simbólico em tempos de distanciamento social e incertezas sobre o futuro. Baseado no livro homônimo da publicitária, colunista e roteirista Tati Bernardi, Depois a Louca sou Eu apresenta a divertida e sensível trajetória de uma mulher de 30 e poucos anos lidando com suas crises de angústia, de ansiedade e da finitude da vida. 

Produzido por Mariza Leão (De Pernas pro Ar 3), a comédia dramática apresenta uma estética caprichada, discussões pertinentes, atuações cômicas e um relato irônico de um problema real. Ou seja, um grande programa cinematográfico. O CinePOP, portanto, separou SEIS argumentos para levá-lo a prestigiar esta produção no streaming.  

1 – Aborda Temáticas Contemporâneas: crise de angústia e o uso ansiolíticos

A protagonista Dani Teixeira (Débora Falabella) é uma mulher em busca da liberdade dos seus próprios medos. Como uma em cada duas pessoas neste planeta, ela lida com as angústias do fracasso e do medo de sair da sua zona de conforto. Com o desejo de tornar-se uma grande escritora, ela enfrenta os pequenos dilemas de sair da casa e da proteção sufocante da sua mãe, dos relacionamentos amorosos e dos riscos profissionais. 

Para ela, no entanto, o estresse mental tem um efeito severo no seu corpo: ataques de pânico. Para se livrar das crises, ela mergulha no mundo dos ansiolíticos. Se você já está neste barco ou pensa entrar nele, observe a personagem, baseada na experiência da escritora Tati Bernardi. A perspectiva trará importantes reflexões sobre esse perigoso caminho. 

Veja também: Entrevista exclusiva de Débora Falabella, protagonista de Depois a Louca Sou Eu, para o CinePOP

2 – Motiva a Desconstrução da Masculinidade Tóxica  

Um dos grandes acertos do roteiro de Gustavo Lipsztein (1 Contra Todos) é o personagem Gilberto (Gustavo Vaz), baseado em vários homens presentes no livro. Ele é um psicanalista, mas demonstra suas vulnerabilidades, seus medos e não tem receio de deixar as lágrimas rolarem. Ou seja, essas características o apresentam como um homem normal, longe da perfeição, mas liberto da máscara do “macho alfa”, conhecida também como masculinidade tóxica. 

O cinema por décadas representa os homens como seres menos emotivos, sem fragilidades e motivados apenas pela honra e a integridade. Já passou da hora de mais personagens como Gilberto que, mesmo cheios de erros, não tenham receio de expor seus conflitos e possam compreender os dos outros igualmente.

3 – Mostra que é Possível ser Feminista sem ser Militante

Por que é importante ressaltar este ponto? Simplesmente porque a polarização de ser contra ou a favor no debate público não quer dizer muita coisa quando trata-se de ações. Ninguém tem obrigação de pronunciar-se sobre todas as pautas igualitárias de forma enfática, vivê-las e respeitá-las já é um grande passo.

Dani representa uma mulher madura, inteligente e independente, lidando com um complexo jogo entre a mente e o corpo. Sua postura é altiva, desejante e liberal, contudo, ela não reivindica nenhum lugar de fala e utiliza o humor como mecanismo de defesa e chave para abrir portas. Ou seja, feminista, apesar de não entrar nesta luta, pois reconhece seus privilégios. 

4 – Aponta a Terapia como Caminho: conflito entre Mãe e Filha

A comédia dramática é conduzida pelo relacionamento conflituoso entre Dani e sua mãe Silvia (Yara de Novaes). As duas são parecidas. Desde a infância, com a saída da figura paterna de casa, elas desenvolveram uma relação simbiótica e de interdependência. Com o passar dos anos, os medos e angústias da mãe recaem sobre a filha e, constantemente, elas têm um embate. Após buscar diversas terapias, somente a consteladora familiar (Débora Lamm) e sua técnica das almofadas fazem os sentimentos recalcados virem à tona. A mensagem é simples, busque ajuda, mesmo que o processo seja difícil. 

 

5 – Desenvolve a Empatia em Lidar com a Angústia Alheia

Sabe aquele amigo que quer ir embora no meio da festa? Ou você mesmo(a), já sentiu que a noite não ia ser boa ao chegar no local? Conhecidos como “os estraga festas”, as pessoas que sofrem de crises de ansiedade e pânico são sempre mal compreendidas.

Depois a Louca Sou Eu ajuda a enxergar esses vestígios de estresse no discurso e nas ações, levando-nos a entender os mecanismos de defesa do próximo, como deixar um táxi de sobreaviso em plena noite de réveillon. A empatia também é o trunfo do relacionamento entre Dani e Gilberto. A mensagem é cristalina: a compreensão é a chave do processo de harmonia entre amigos, familiares ou amantes.  

6 – Capricha na Produção Artística e Edição

Por último, porém não menos importante, é pertinente destacar o trabalho artístico de Julia Rezende e sua equipe na composição de Depois a Louca Sou Eu. Desde a primeira cena das bolinhas de gude a se dispersarem pelo chão, uma referência do filme O Fábulas Destino de Amélie Poulain (2001), de Jean-Pierre Jeunet, até o arranjo estético entre o verde e o vermelho e dos cortes rápidos e dinâmicos, o filme foi bordado nos detalhes. Em entrevista ao CinePOP, Julia Rezende revelou ser apaixonada por Amélie Poulain e se baseou na utilização de câmeras grandes angulares da obra, além de ter buscado referências nos trabalhos de Michel Gondry (Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças) e Darren Aronofsky (Réquiem para um Sonho).  

Assista também – Entrevista Exclusiva do CinePOP com Júlia Rezende:

‘Halo’: Série adaptada do game sci-fi ganha teaser ESPETACULAR pela Paramount+

Durante a transmissão ao vivo da oitava edição do The Game Awards, o Paramount+ revelou as primeiras imagens de ‘HALO‘.

A série original do serviço premium de streaming é baseada na icônica franquia da Xbox® e será lançada no Paramount+ em 2022.

Assista:

Na adaptação para o Paramount+, ‘HALO‘ se passará no mesmo universo em que surgiu em 2001, com o lançamento deste primeiro jogo homônimo para Xbox®. Dramatizando um conflito épico do século XXVI, entre a humanidade e uma ameaça alienígena conhecido como Pacto, a série HALO vai tecer histórias pessoais profundamente desenhadas com ação, aventura e uma visão do futuro ricamente apresentada.

A série é estrelada por Pablo Schreiber (American Gods) como o Master Chief John-117, Natascha McElhone (Californication) como Dra. Halsey, a criadora brilhante, confrontadora e incompreensível dos super soldados espartanos e Jen Taylor (Halo Game Series, RWBY) como Cortana, a IA mais avançada da história da humanidade e potencialmente a chave para a sobrevivência da raça humana.

Outras estrelas incluem Bokeem Woodbine (Fargo), Shabana Azmi (Fuego), Natasha Culzac (The Witcher), Olive Grey (investigações da meia-lua), Yerin Ha (Reef Break), Bentley Kalu (Avengers: Age of Ultro), Kate Kennedy (Catastrophe), Charlie Murphy (Peaky Blinders) e Danny Sapani (Penny Dreadful).

Halo reinventou a maneira como as pessoas pensam sobre videogames e se tornou um fenômeno do entretenimento global, tendo vendido mais de 82 milhões de cópias em todo o mundo e arrecadando mais de 6 bilhões em receita total de vendas.

‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ começa bem e tem o 10º MAIOR dia de Abertura da história

Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ começou bem nas bilheterias, conquistando o 10º maior dia de abertura da história. A sequência arrecadou US$ 84 milhões em seu primeiro dia nas bilheterias, elevando suas projeções para US$ 185 milhões em seu primeiro fim de semana.

Nas prévias de sexta-feira o filme fez US$ 56 milhões, o que está acima dos US$ 54,7 milhões arrecadados feitos por ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ em seu primeiro dia.

Internacionalmente, o longa foi lançado em 17 mercados – onde já arrecadou US$ 10.1 milhões. Para termos de comparação com outros filmes recentes do gênero, o resultado está 225% acima dos números de ‘Adão Negro‘ e 45% acima de ‘Batman‘.

O novo filme da Marvel dominou aos cinemas internacionais, incluindo na América Latina, onde alcançou o topo das bilheterias apenas com a pré-estreia.

O primeiro ‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Assista a nossa crítica:

 

Com 169 críticas publicadas até o momento, a sequência conquistou 86% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

O consenso geral é que, apesar de não conseguir superar o primeiro filme, o longa emociona e se diferencia das outras produções da Marvel ao abordar temas como luto e superação.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Com reflexões sobre a perda pessoal e o orgulho das nações, ‘Pantera Negra 2’ é um épico incrível, cuja maturidade temática e narrativa eleva o gênero de super-heróis a novas alturas.” (Inverse)

“Há muitas coisas admiráveis nesse filme, principalmente o cuidado com o detalhes, mas muitos irão sentir falta da energia do primeiro filme.” (Vanity Fair)

“Você assiste ‘Pantera Negra 2’ pensando no filme que nunca foi feito, na história que nunca foi finalizada e na vida que se foi cedo demais.” (Seattle Times)

“É incrível como os pontos mais fortes do primeiro ‘Pantera Negra’ e sua sequência são quando suas histórias ignoram as obrigações de suas franquias [no universo da Marvel].” (Los Angeles Times)

“‘Pantera Negra 2’ é um filme sobre luto e superação. Não é tão bom quanto o primeiro, mas é a direção certa.” (Arizona Republic)

“Apesar de ser barulhento como qualquer filme de super-herói, ‘Pantera Negra 2’ é sincero e entrega um drama efetivo – um dos melhores da Marvel.” (Observer)

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

 

‘Capitão América 4’ pode ser ADIANTADO e pegar a data de ‘Deadpool 3’

De acordo com informações do Deadline, ‘Capitão América 4′ pode ser adiantado para ocupar a data que originalmente pertencia a ‘Deadpool 3‘, já que o filme terminou as gravações e está em fase de pós-produção.

Deadpool 3‘, o aguardado filme do mercenário tagarela, foi adiado por tempo indeterminado devido à greve de atores em Hollywood.

Mesmo que a greve termine nas próximas semanas, o filme não terá condições de ser lançado na data inicialmente planejada, que era 3 de maio de 2024. Uma nova data de lançamento será anunciada em breve.

Até então, ‘Capitão América 4‘ está programado para estrear nos cinemas nacionais no dia 26 de Agosto de 2024.

O elenco ainda contará com Tim Blake Nelson, Harrison Ford, Xosha Roquemore, Danny Ramirez, Carl LumblyShira HaasLiv Tyler.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Filme de ação de Guy Ritchie com Henry Cavill se torna o MAIS VISTO do Prime Video em 90 países

Dirigido por Guy Ritchie (‘Aladdin’), ‘Guerra sem Regras’ (‘The Ministry Of Ungentlemanly Warfare’) já está disponível no catálogo do Prime Video e traz Herny Cavill (‘Liga da Justiça’), numa trama baseada em eventos reais ambientados dirante  2ª Guerra Mundial. O filme se tornou o mais visto do dtreaming em 90 países…

Inspirado em eventos reais, o filme acompanha uma organização secreta de combate da Segunda Guerra Mundial. As técnicas de combate não convencionais e totalmente “desagradáveis” do esquadrão clandestino contra os nazistas ajudaram a mudar o curso da guerra e, em parte, deram origem à moderna unidade Black Ops.

Nas redes sociais, o público parece bem dividido sobre a qualidade do filme…

Enquanto alguns elogiaram as cenas de ação e a escolha do elenco, outros se concentraram nas inconsistências e falta de personalidade da trama, que mais parece uma cópia mal sucedida de ‘Bastardos Inglórios‘.

Confira as reações:

O elenco ainda conta com Eiza González (‘Em Ritmo de Fuga’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Henry Golding (‘Snake Eyes’), Alex Pettyfer (‘Eu Sou o Número Quatro’), Cary Elwes (‘Jogos Mortais’), Hero Fiennes Tiffin (‘After’), Babs Olusanmokun (‘Star Trek: Strange New Worlds’), Til Schweiger (‘Bastardos Inglórios’).

Guy Ritchie e Arash Amel assinam o roteiro, que será baseado no livro homônimo de Damien Lewis.

Faça Ela Voltar

(Bring Her Back)

 

Elenco:

Sally Hawkins
Billy Barrat
Sora Wong

 

Direção: Danny Philippou, Michael Philippou

Gênero: Terror

Duração: 99 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 15 milhões

Estreia: 21 de Agosto de 2025

Sinopse: 

Em FAÇA ELA VOLTAR, um irmão e uma irmã descobrem um ritual aterrorizante na casa isolada de sua nova mãe adotiva.

Curiosidades: 

» Além de codirigir, Danny Philippou também assina o roteiro ao lado de Bill Hinzman;

» Dos mesmos diretores do aclamado terror ‘Fale Comigo‘, que conquistou 94% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Game of Thrones 08×06 – The Iron Throne

AGRIDOCE, POR MUITAS RAZÕES

 

Não importa o sabor nas nossas bocas, devemos reconhecer que a maior série da atualidade acabou. Mesmo quem não tenha gostado da temporada final certamente irá concordar que Game of Thrones – GoT tem um lugar garantido junto às melhores séries já produzidas. Os problemas da oitava temporada tornam o final agridoce em um sentido peculiar: queríamos algo mais sólido, digno do potencial da série. Porém, mesmo com pontas soltas, seu desfecho guarda alguma coerência com o que vimos antes.

Compreender os acertos e inconsistências deste episódio final exige um olhar sobre toda a construção da narrativa de GoT, pois muitas inconsistências são da temporada e não do episódio.

A FALTA DE SOLIDEZ NO ARCO DA DAENERYS

Na resenha da semana passada, falei que a série tinha elementos que fundamentavam as ações de Daenerys (Emilia Clarke) no quinto episódio.  Porém, as duas últimas temporadas exploraram pouco esse processo de queda da personagem. Esta fraqueza da série tirou muito do brilho do desfecho e da metáfora poderosa que representou o fim da Mãe dos Dragões.

Sabendo da falta de solidez das duas últimas temporadas, os roteiristas usaram o diálogo entre Tyrion (Peter Dinklage) e Jon Snow (Kit Harington) para tapar os buracos da oitava e sétima temporadas. O diálogo em si é excelente, mas essa função narrativa que lhe coube o enfraqueceu. Tudo isso é uma grande pena: havia na narrativa elementos para justificar a ação da personagem, faltou apenas o arremate. Mas disso já tratamos bastante no texto da semana passada. Vamos para outro ponto problemático.

JON SNOW: ROMÂNTICO E TARGARYEN

Com ou sem a ascendência de Jon Snow e o seu romance com Daenerys a série teria chegado ao mesmo final. Aposto que teríamos um final bem mais impactante. Se analisarmos com calma, pouca ou nenhuma utilidade tiveram esses dois elementos.

A ascendência Targaryen serviu apenas para ele subir nos dragões. Não teve peso na sucessão do trono. E sua influência na cólera da Daenerys passou quase despercebida. O que sustentou a reação de Dany já havia sido dado. O pior, porém, foi o envolvimento autointitulado amoroso entre os personagens. Zero função narrativa! Teríamos chegado ao mesmo final se os dois tivessem, lá na sétima temporada, feito uma parceria política e pronto! Diga-se, Jon Snow, como um sujeito horado, iria cumprir sua promessa de ajudar na luta contra Cersei, entre outras razões, por Daenerys ter ajudado na luta contra o Rei da Noite.

O romance foi tão mal construído que nem ajudou a dar peso à morte de Daenerys. De forma geral, Jon Snow foi tão subutilizado nesta temporada que em nenhum instante duvidei que ele mataria Dany, porque sem isso, Jon Snow teria sido quase um coadjuvante na temporada.

O DESENCANTO DA FANTASIA

Eis um problema da temporada e não só do último episódio. Os roteiristas optaram por reduzir o nível de magia e fantasia ao longo da temporada, de forma que o final tivesse um tom mais realista, semelhante ao da primeira temporada. A opção é muito coerente com a narrativa. O calcanhar de Aquiles foi não ter liquidado o lado fantasia da série com qualidade. De longe, a prova mais evidente desse descuido foi o arco do Rei da Noite. Seu exército de mortos e sua longa noite passaram como um bloquinho de carnaval de bairro. A própria metáfora do gelo e fogo foi colocado em segundo plano.

O arco de Jon Snow também ficou prejudicado. A forma como a sua ressurreição se deu indicava o confronto com o Rei da Noite e a concretização da profecia do Azor Ahai. Nada! Mas, tudo bem, a série é especialista em subverter expectativas, quem sabe uma desconstrução da jornada do herói. Porém, os acontecimentos finais foram tão mal amarrados que parece forçado comparar a morte da Daenerys como a concretização da lenda do Azor Ahai.

Certamente o elemento de fantasia mais subutilizado nesta temporada e neste final foi Bran (Isaac Hempstead Wright). Pela jornada do personagem, o mais lógico seria ele virar um vegetal além da Muralha. Mas, vamos deixar o desfecho dos personagens para logo mais.

A VOLTA DA POLÍTICA

Por mais que parte do público gostasse mesmo de ver dragões, seres fantásticos, sexo e nudez, GoT sempre teve na política um dos seus principais assuntos. E se o plot da fantasia não teve um desfecho satisfatório, o jogo político do último episódio elevou o nível da temporada. E, não, não estou falando apenas do acordão final para dar o trono ao Bran. A questão política mais forte do episódio foi como o poder absoluto corrompe e gera tirania.

Ainda que pudesse ter sido mais bem trabalhado, a postura autoritária de Daenerys transmitiu uma mensagem poderosa que a série construiu com esmero ao longo das oito temporadas: o poder pode corromper ou colocar em desgraça até os melhores. O seu discurso ao diminuto exército foi a tradução de como ditadores vestem seus desejos mais sórdidos das mais belas justificativas. Para todo tirano, um cadáver sempre parecerá a semente de um futuro glorioso.

Mesmo a construção desse desfecho nas últimas temporadas não sendo tão sólida, a ideia de que o Trono de Ferro representa toda a desgraça que o poder provoca é poderosa e condizente com a série. Desta forma, Drogon derrete o trono porque sabe que aquilo simboliza a corrupção que matou a sua mãe.

Muitas outras interpretações podem ser retiradas dessa imagem. Fico com esta! Diante da dor da perda da sua mãe, Dorgon destrói o símbolo máximo do poder que é capaz de corromper absolutamente. Um símbolo forjado por um dragão e destruído por outro. De certa forma, ele sabia que a questão não era Jon Snow. Este apenas era uma engrenagem na roda. Apenas destruindo o próprio poder seriam possível acabar com o mal que dizimou sua mãe.

Porém, ao contrário do anel em O Senhor dos Anéis, o trono não é o poder, é apenas o símbolo. O poder e seus vícios permanecem, mesmo que se invente uma nova política. E o que veio depois foi exatamente isso.

WESTEROS, DA MONARQUIA À OLIGARQUIA

O que veio após a destruição do Trono de Ferro foi a tradução de como as relações de poder mudam pouco, mesmo diante de uma grande tragédia. Por mais tedioso que possa parecer um bando de senhores discutindo quem irá governar a parada toda depois do massacre em Porto Real, essa é uma tradução bem fiel de como a política real resolve um pós-guerra.

Mesmo com algumas inconsistências na construção desse (anti)clímax, a série conseguiu traduzir que em negociações do tipo não há glamour. O que assistimos ali foi a reorganização política de um país. Westeros abandonou a monarquia e virou uma oligarquia. Certamente uma evolução, mas nada tão progressista quanto o pedido de diretas já de Sam. Sim, a roda foi destruída, mas a que foi posta no lugar aproveitou as engrenagens que sobraram.

Não me incomoda nesse aspecto a forma sem glamour que tudo se deu. O que enfraquece a sequência são novamente inconsistências de roteiro. A decisão de dar um salto temporal é pratica e já fora utilizada pela série. Contudo, as lacunas não foram bem trabalhadas. Dá a entender que os senhores de Westeros fizeram um cerco a Porto Real. Por que as Tropas de Daenerys conseguiram se manter tão poderosas a ponto de manter Jon Snow preso e barganhar sua punição? Por que os aliados de Daenerys, como Yara Greyjoy, aceitaram tão bem a derrota de Daenerys? Por que os senhores de Westeros aceitaram sem nenhuma oposição a independência do Norte e o reinado de Bran?

Muitas lacunas podem ser respondidas com certa criatividade dos fãs. Não, não quero tudo mastigado da série. GoT nunca foi assim e as melhores narrativas deixam espaços para serem completadas pelo público. Porém, antes, a construção permitia que deduzíssemos e tapássemos os buracos. Neste final, dependíamos apenas da nossa criatividade.

HISTÓRIA, ESTÓRIAS…

Um dos pontos altos do episódio foi Tyrion. Mesmo sendo incoerente um prisioneiro falando tanto em uma reunião decisiva – pensava-se que com o salto temporal ele já estaria solto – sua fala fortaleceu um elemento importante de GoT, a força das histórias. O discurso de Tyrion ecoou sua conversa com Varys no episódio da Batalha de Água Negra, sobre quem o mercenário deveria seguir. A resposta era: em quem ele acreditar. E em quem um povo acredita mais do que tudo: na sua história. Visto de forma otimista, um povo se mantém unido por tradições e história comuns. Sendo mais cínico, o povo se mantém unido a depender da narrativa que lhes contarem…

O PROTAGONISMO STARK

 

Talvez os livros não tenham protagonistas. Mas, a série deu o protagonismo aos Starks. Não quero aqui entrar na conversa do gostei ou não gostei, mas discutir se o final dos quatro Starks foi coerente.

Os dois finais mais redondos são os de Arya (Maisie Williams) e Sansa (Sophie Turner). Plenamente coerente com o desenvolvimento das personagens. Arya desde sua primeira aparição era indomável. Torná-la uma desbravadora dos mares é uma conclusão lógica. Sansa foi uma das poucas coisas bem trabalhadas nesta oitava temporada; foi nela que a personagem ganhou o direito de ser a Rainha do Norte.

O final de Bran pareceu o mais forçado. Seu arco apontava para um final fantasioso, como ir para além da muralha assumir de vez o posto de Corvo de Três Olhos. Exceto pelo fim da ameaça do Rei da Noite, nada indicava em sua jornada este final. Há um “q” de poético em sua coroação. Porém, toda a dimensão fantástica do personagem foi esquecida. Enfim, certamente será um dos muitos aspectos deste encerramento que gerará debate entre os fãs nos próximos anos.

Por fim, Jon Snow! Ele começou como bastardo, fora do contexto da guerra pelo trono. Sua trajetória em muito emulou a jornada do herói, que acabou sendo (mal) desconstruído pela série. Deslocado do desfecho do plot do Rei da Noite, restou-lhe a função de libertar Westeros da ameaça Daenerys. O arranjo político envolvendo a suposta pena de exílio na Patrulha da Noite foi visto por alguns como incoerência. Podemos pensar nisso como uma tentativa dos nobres de Westeros enganar os Imaculados, afinal, a Patrulha já havia sido extinta e o próprio Norte independente não iria manter seu filho mais nobre em cárcere.

Mesmo tendo uma reta final problemática, Jon Snow terminar como Rei do Povo Livre foi coerente com a sua jornada. Ele não pertencia mais a Westeros. Ele estava destinado a viver no verdadeiro norte. Eu teria preferido que ele rumasse ao Norte como Azor Ahai após derrotar o Rei da Noite, como uma espécie de eterno protetor da luz. Mas a série nos reservou outra coisa.

ACABOU

Poderia ficar aqui falando de outros tantos erros e acertos deste episódio ou da temporada. Mas isto seria desnecessário. Game of Thrones é muito maior do que os erros do seu final. É uma série que conseguiu ser um evento social, mobilizando pessoas ao redor do mundo diante da televisão. Possivelmente, foi a última narrativa televisiva a conseguir isto. Sim, ainda virão muitas séries e vamos continuar discutindo, criando teorias e nos emocionando. Porém, esta sensação de comunhão, de estarmos todos sentados na mesma sala de estar (virtual), a conversa no trabalho no dia seguinte, isto não deve se repetir. E nem mesmo os erros desta última temporada apagará!

E aí, o que achou deste episódio? E da temporada? E de Game of Thrones?!

Durante toda a temporada, ao final de cada episódio, eu, Bruno Fai e Rafa Gomes estaremos conversando ao vivo sobre o a série. O bate papo do sexto episódio vocês podem conferir aqui. Na quarta, realizaremos outra live para discutir a série como um todo. Não deixem de comentar, compartilhar a resenha e curtir as nossas redes sociais:

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10 Filmes de Amor ao EXTREMO!

Analisar os caminhos para o amor muitas vezes nos coloca diante de recortes violentos provocados por psicopatias que surgem a partir de uma relação. Pensando nesse recorte sobre as emoções, separamos abaixo uma lista com 10 filmes de amor ao extremo!

 

O Lobo Atrás da Porta

Na trama, conhecemos Bernardo (Milhem Cortaz), um fiscal de uma empresa de ônibus, casado com Sylvia (Fabiula Nascimento) com quem tem uma filha. Quando a garota desaparece misteriosamente após ser pega por alguém na creche em que estava, Bernardo e Sylvia vão até a polícia onde um tenso interrogatório acontece. O delegado de plantão (Juliano Cazarré) começa a desconfiar de algumas versões da história e logo se descobre que Bernardo tem uma amante chamada Rosa (Leandra Leal) que também é convocada para prestar depoimento. O tempo passa e as verdades começam a aparecer.

 

Decisão de Partir

Na trama, conhecemos o ex-militar da marinha sul-coreana e detetive da divisão de homicídios da polícia de Busan Jang Hae-joon (Park Hae-il) que vive seus dias agitados decifrando casos complexos. Ele vive uma rotina monótona, é casado, e se afunda perto da linha da obsessão no seu trabalho. Certo dia, é chamado para investigar o caso de um homem que caiu do topo de uma montanha e logo percebe que a esposa chinesa do falecido, Song Seo-rae (Tang Wei), tem tudo para ser uma das suspeitas. Só que ao longo dos dias que se passam, o detetive acaba se interessando além da conta pela misteriosa mulher.

 

Instinto Selvagem 

Na trama, acompanhamos um detetive que se envolve em uma intrigante investigação de assassinato e acaba sendo seduzido pela principal suspeita do caso.

 

Ata-me!

Na trama, conhecemos Ricky (Antonio Banderas) um jovem sedutor que passou grande parte do seu tempo em vida em instituições psiquiátricas. Quando enfim consegue a liberdade, não pensa duas vezes e vai atrás de sua atual obsessão, Marina (Victoria Abril) uma ex-atriz pornô que está atualmente rodando um longa-metragem. A perseguição começa e logo Ricky consegue prender Marina em seu próprio prédio buscando durante dias fazer com que ela o aceite como seu amado.

 

Louca Obsessão

Na trama, acompanhamos um pacato escritor de sucesso chamado Paul Sheldon (James Caan) que está prestes a entregar a primeira e única cópia de seu mais novo livro. No seu processo de escrever, ele sempre vai para uma cabana numa região gelada do estado do Colorado. Saindo desse lugar rumo ao encontro com sua editora, ele acaba sofrendo um grave acidente. Ele acorda em uma casa onde mora Annie (Kathy Bates) uma enfermeira super fã do escritor que viu o acidente e o ajudou. Nos primeiros dias de recuperação Paul acha que tirou a sorte grande mas aos poucos vai entendendo que se meteu em uma grande enrascada e precisa encontrar soluções para fugir daquele lugar.

 

O Homem Invisível

Na trama, somos apresentados a arquiteta Cecília Kass (Elisabeth Moss), uma mulher que está em plena fuga de seu casamento obsessivo com Adrian (Oliver Jackson-Cohen) e busca refúgio em sua irmã Emily (Harriet Dyer) e na casa do amigo policial James (Aldis Hodge). Tudo ia indo bem até que após ser anunciado o suicídio de Adrian, Cecília passa a ser perturbada por situações inusitadas como se um homem invisível estivesse a perseguindo, fato que se mostra verdade quando descobrimos que seu ex-marido, um bilionário do ramo da tecnologia, vinha desenvolvendo um trajeto inovador que transformava a pessoa em um ser invisível. Lutando para provar seus argumentos, a protagonista embarca em uma perigosa jornada rumo novamente à liberdade.

 

Assédio Sexual

Dirigido pelo cineasta Barry Levinson e estrelado por Michael Douglas e Demi Moore, baseado no livro homônimo do grande escritor Michael Crichton , Assédio Sexual possui uma narrativa que aborda crimes empresariais e o assédio nas empresas. O longa-metragem, que faturou 4 vezes mais do que custou, nos mostra a trajetória de um executivo que sofre um assédio e acaba envolvido em uma trama que envolve chantagens e outras questões.

 

Atração Fatal

Dirigido pelo cineasta britânico Adrian Lyne, em Atração Fatal acompanhamos a história de um advogado casado que acaba traindo sua esposa com uma mulher. Quando resolve terminar de vez esse caso, a mulher não aceita ser rejeitada e passa a infernizar sua vida e a de sua família. O projeto é baseado no curta-metragem Diversion de James Dearden.

 

O Garoto da Porta ao Lado

Na trama, acompanhamos uma professora de meia idade que acabara de deixar o marido após uma traição dele. Certo dia, conhece Noah (Ryan Guzman), o sobrinho de seu idoso vizinho. Após uma série de troca de olhares, a professora se rende ao jovem mas ao longo de tempo percebe que se meteu em uma furada já que o seu affair é um desequilibrado que passa a persegui-la.

 

Medo

Dirigido por James Foley, nesse suspense acompanhamos a história de Nicole que encontrou em David a realização de um grande amor. Mas aos poucos ela vai percebendo que esse homem esconde outros lados.

10 Filmes de Drama na Netflix para quem gostou de ‘Milagre na Cela 7’

O CinePOP foi o primeiro site do Brasil a trazer a dica em vídeo para você assistir o drama ‘Milagre na Cela 7‘, lançado silenciosamente pela Netflix. Agora, o drama se tornou um fenômeno no Brasil – e as pessoas se emocionaram MUITO!

Pensando nisso, o CinePOP resolveu separar 10 filmes disponíveis no catálogo da Netflix de um gênero que, apesar do descanso em casa, promete fazer refletir e pensar: o drama. Vem conhecer e não esqueça de anotar e comentar.

Joias Brutas

Desde que estreou em festivais pelo mundo, este drama criminal foi alvo dos mais variados elogios por parte dos críticos e do público. Tanto que muitos apostavam na indicação ao Oscar do protagonista Adam Sandler – mudando seu repertório da água pro vinho com uma boa atuação para variar. A indicação ao maior prêmio do cinema não veio, mas Sandler levou o Spirit Awards e alguns outros menores.

E os responsáveis pelo prestígio do comediante foram os irmãos Benny e Josh Safdie, diretores independentes que já haviam feito o mesmo por Robert Pattinson em Bom Comportamento (2017), se tornando uma dupla de cineastas para ficarmos de olho. No longa, Sandler vive um joalheiro de Nova York, apostando alto e se endividando num negócio que pode lhe custar muito. Joias Brutas foi lançado direto na plataforma Netflix no Brasil.

Crítica | Joias Brutas – Filme da Netflix com Adam Sandler é uma obra-prima

Amor por Direito

Bem, se já não cabia antes, hoje temos certeza absoluta de que não existe mais lugar no mundo para intolerância contra relacionamentos do mesmo sexo e homofobia. Amor por Direito não discute tanto estas questões, mas sim um tópico que vem como o próximo passo da aceitação, o direito.

Neste filme baseado numa história real, Julianne Moore (recém-saída do Oscar por Para Sempre Alice) e Ellen Page interpretam um casal, lutando na justiça pelo direito de pensão. Tal benefício só era concedido às esposas de policiais e a personagem de Moore, sendo uma agente da polícia, briga para que sua companheira tenha os mesmos privilégios.

O Irlandês

Novo filme do icônico Martin Scorsese, considerado por muitos o maior diretor de cinema vivo, O Irlandês é baseado no livro que relata os feitos criminosos de Frank Sheeran (papel de Robert De Niro), um sujeito que desenvolveu fortes laços com a máfia e se tornou amigo do líder sindicalista Jimmy Hoffa (papel de Al Pacino, em sua terceira colaboração com o igualmente monstruoso De Niro). Além da dupla, Scorsese tira da aposentadoria outro grande nome do gênero, Joe Pesci.

O Irlandês, no entanto, tem afastado parte do público mais jovem devido à sua extensa duração – com 3h30min de projeção (meia hora a mais do que o queridinho da garotada Vingadores: Ultimato). Tudo é questão de prioridade. De qualquer forma, após ser exibido brevemente nos cinemas de nosso país, talvez seja mais fácil de ser digerido na Netflix, onde o público pode assistir de forma moderada ao longo de um dia – ou dias.

Crítica | O Irlandês – Scorsese, De Niro e Pesci retornam ao universo da máfia com Pacino a tiracolo

História de um Casamento

Até esta edição do Oscar, a musa Scarlett Johansson nunca havia sido sequer indicada. Eu sei, parece uma grande injustiça. Mas tudo mudou este ano, no qual Scarlett recebeu não apenas uma, mas duas indicações logo em sua estreia. A mais importante ocorreu por seu papel protagonista aqui nesta produção original da Netflix. Escrito e dirigido pelo cineasta Noah Baumbach, um especialista em histórias sobre o comportamento e relacionamento humano, o longa retrata o fim de um casamento e o doloroso processo de divórcio.

Adam Driver interpreta o companheiro da atriz principal, um diretor de teatro iniciando um embate com sua ex-esposa. No meio de tudo o filho do casal. História de um Casamento apresenta exímias performances do casal principal, extremamente reais e identificáveis. Mas quem se deu melhor foi a coadjuvante Laura Dern, que vive a advogada da protagonista no filme e levou pra casa o Oscar. O longa recebeu mais cinco indicações, incluindo melhor filme, ator para Driver e roteiro.

Crítica | História de um Casamento – Filme da Netflix com Scarlett Johansson é APAIXONANTE!

O Menino que Descobriu o Vento

Outra produção original da Netflix, esta muito adorada e elogiada pelo público da plataforma, O Menino que Descobriu o Vento fez enorme sucesso no início do ano passado. Trata-se do primeiro esforço atrás das câmeras como diretor do ator indicado ao Oscar Chiwetel Ejiofor (12 Anos de Escravidão), que também adaptou o livro de William Kamkwamba para as telas. Na trama, de forma milagrosa, um menino num pobre vilarejo africano em Malawi, inventa uma forma utilizar o vento a seu favor, salvando sua família da fome. Ejiofor também atua no papel do pai do menino.

Crítica | O Menino que Descobriu o Vento – Drama africano possui mensagem fortíssima

El Camino

Breaking Bad é uma das séries mais elogiadas de todos os tempos. E você pode conferir todas as cinco temporadas no acervo da Netflix. Ano passado, a plataforma foi além e decidiu agraciar os fãs com uma novidade: o primeiro filme da série. Ou quase, já que El Camino é um derivado que foca no personagem coadjuvante Jesse Pinkman (novamente vivido por Aaron Paul) e lhe dá um desfecho continuando sua história depois da série.

E para tal empreitada, ninguém melhor do que o próprio criador da série, Vince Gilligan, que escreve o roteiro e dirige o longa. Antes de El Camino, Breaking Bad já havia ganho um derivado, na forma de outro programa de TV, este focado no advogado Jimmy McGill (Bob Odenkirk), Better Call Saul (que estreia este ano sua quinta temporada).

Crítica Netflix | El Camino: A redenção de Jesse Pinkman em um filme que honra sua jornada

Ted Bundy: A Face Irresistível do Mal

Por falar em filmes sobre crimes, alguns dos mais hediondos da história recente americana foram cometidos pelo psicopata Ted Bundy na década de 1970. Bem apessoado, simpático e cheio de lábia, Bundy se tornou uma figura infame, muito comentada, preso e executado. O assassino virou tema de um novo filme que explora sua psique abalada, e dá a chance de um dos papeis mais desafiadores na carreira do jovem Zac Efron, que interpreta o assassino. A abordagem aqui é do ponto de vista de sua companheira Liz, papel de Lily Collins.

Crítica | Ted Bundy – A Irresistível Face do Mal – Zac Efron não surpreende, em filme socialmente irresponsável

Dois Papas

Voltando a falar de produções originais Netflix indicadas ao Oscar, esta é dirigida por ninguém menos que nosso conterrâneo Fernando Meirelles (Cidade de Deus), e chegou a ser exibida nos cinemas de nosso país antes de cair na plataforma. O longa reproduz o encontro fictício entre o Papa conservador Bento XVI (Anthony Hopkins) e o liberal Francisco (Jonathan Pryce), que viria a ser seu sucessor no cargo. O show de atuações dos veteranos lhes rendeu indicações ao Oscar, e o filme ainda foi lembrado na categoria de roteiro adaptado.

Crítica | Dois Papas – Fernando Meirelles encanta em comédia eclesiástica da Netflix

O Rei

Por falar em indicações ao Oscar, o jovem Timothée Chalamet tinha apenas 23 anos quando recebeu sua indicação por Me Chame pelo seu Nome, drama gay que o colocou nos holofotes de Hollywood. Agora, o rapaz parece estar em todo lugar, inclusive na Netflix, com este filme original. Marcando o reencontro da equipe do australiano Reino Animal, temos a direção de David Michôd  e as presenças de Joel Edgerton (que também assina o roteiro ao lado do diretor) e Ben Mendelsohn. Na trama, Michôd e Edgerton dão uma de Shakespeare e desbravam a vida do príncipe Hal, que se torna o Rei Henrique V, herdando o trono da Inglaterra após a morte de seu pai.

Crítica | ‘O Rei’ é um épico de guerra que funciona melhor como drama histórico

22 de Julho

O diretor Paul Greengrass (Voo United 93) é conhecido por seu cinema inquietante e muito desconfortável. E o cineasta segue por essa linha com 22 de Julho, retratando um dos crimes mais horripilantes de anos recentes, numa produção detalhada e minuciosa, que aborda todos os aspectos e questões envolvendo o caso. Na trama, baseada no livro One of Us, de Asne Seierstad, um retiro para jovens numa ilha da Noruega se torna o palco de um verdadeiro inferno quando um terrorista chega no local, fazendo mais de 70 vítimas. O filme aborda o ato, as consequências traumáticas para as vítimas que conseguiram sobreviver e o sistema político do país, acompanhando o julgamento do criminoso.

Crítica | 22 de Julho – Filme obrigatório da Netflix sobre atentado terrorista real

‘Superman III’ (1983) – Richard Pryor, Videogame e Mulher-Robô nesta continuação que é “puro suco” dos anos 80

Superman, o maior super-herói de todos os tempos, ganhará um novo filme nas telonas este ano. É claro que você já deve estar cansado de saber. O filme, aliás, estreia agora em julho, no segundo fim de semana do mês – dia 10 no Brasil. Esse, no entanto, não é apenas mais um filme do Homem de Aço, e sim o reinício de todo um universo nos cinemas – o universo dos personagens da DC na Warner, agora debaixo do selo de qualidade do diretor e produtor James Gunn (o homem que entregou a emocionante trilogia dos ‘Guardiões da Galáxia’).

Como forma de irmos aquecendo os motores para este que é o filme mais aguardado do ano para muitos, resolvemos revisitar desta vez o terceiro longa para o cinema do Super-Homem, filme que começou a levar a franquia por caminhos irreversíveis, demonstrando que já não se sabia mais o que fazer com o Super-Homem nas telonas.

Leia também: Zod, Lex Luthor e Beijo do Esquecimento – Revisitando o clássico ‘Superman II: A Aventura Continua’ (1980)

Depois de dois filmes grandiosos, cheios de ação, romance, vilões icônicos e trilhas inesquecíveis, o que poderia dar errado com ‘Superman III?’ A resposta é: praticamente tudo. Ou, ao menos, quase tudo que envolve tom, direção, roteiro e decisões criativas. Lançado em 1983, o terceiro filme do Azulão tentou unir o gênero de super-heróis com comédia pastelão, ficção científica e… Richard Pryor. O resultado? Uma mistura tão improvável quanto os tons dos filmes de Zack Snyder e James Gunn. Ou seja, uma verdadeira montanha-russa sem cinto.

Após o sucesso comercial (e relativo sucesso crítico) de ‘Superman II, a Warner e os produtores Alexander e Ilya Salkind queriam manter a franquia viva. Mas, ao invés de seguir o tom mais épico do primeiro ou o equilíbrio entre ação e drama do segundo, decidiram apostar em algo diferente: uma comédia de super-herói.

Leia também: ‘Superman: O Filme’ (1978) – Revisitando o PRIMEIRO super-herói do cinema e (para muitos) ainda o melhor!

O problema é que a linha entre o ousado e o desastroso é muito fina, e ‘Superman III atravessou essa linha voando. O roteirista David Newman, que havia trabalhado nos dois primeiros filmes, propôs uma história mais leve, centrada em Gus Gorman, um programador de computadores atrapalhado vivido por Richard Pryor, o rei da comédia nos anos 1980. A ideia era misturar humor físico com ficção científica, tecnologia fora de controle e um Superman… bêbado. Literalmente.

O diretor Richard Lester, que já havia assumido a franquia a partir do segundo filme, voltou com liberdade total — e dobrou a aposta no humor, nas gags visuais e no pastelão. O resultado foi um filme que parece uma paródia de Superman, mas levado a “sério”.

Christopher Reeve, nosso eterno Homem de Aço, só aceitou voltar com muitas condições: salário mais alto, aprovação de roteiro e menos piadas bobas (ok, ele conseguiu… parcialmente). Margot Kidder, a Lois Lane de todos os dias, teve sua participação reduzida a duas cenas e uma viagem ao exterior, tudo porque criticou abertamente os Salkind na imprensa. Resultado? Lois é enviada de férias no início do filme e só reaparece no final com um bronzeado e dois minutos de tela.

Para ocupar o lugar de interesse romântico, entra Annette O’Toole como Lana Lang, a antiga paixão de Clark Kent dos tempos de Smallville. Curiosamente, O’Toole voltaria anos depois ao universo Superman como Martha Kent na série ‘Smallville — provando que o tempo voa, mas o elenco gira em órbita.

E então temos ele: Richard Pryor como Gus Gorman, o programador gênio/atrapalhado/vigarista que, com meia dúzia de teclas, consegue hackear satélites, gerar tempestades e… criar Kryptonita sintética. Isso mesmo. Um roteirista de sistemas comediante cria Kryptonita com base na tabela periódica do rótulo. E dá errado, claro.

Gene Hackman não quis saber de voltar como Lex Luthor. No lugar dele, o roteiro criou Ross Webster, um vilão corporativo genérico vivido por Robert Vaughn, que planeja dominar o mercado global de café e petróleo (sim, essa é a trama). Acompanhado de sua irmã maléfica e de uma assistente que parece saída de um programa de auditório, Webster decide enfrentar o Superman com… tecnologia.

Enquanto isso, Gus Gorman é usado como ferramenta para construir um supercomputador capaz de destruir tudo, incluindo o bom senso. No meio disso, temos cenas de esqui indoor, uma piscina com ácido, e uma batalha épica entre Superman e… ele mesmo.

Sim, este é o ponto alto do filme. A Kryptonita “falsificada” criada por Gus transforma o Superman em uma versão malvada, depressiva, mal-humorada e… alcóolatra. Temos cenas de Superman no bar, derrubando bebidas, destruindo garrafas com os olhos e deixando a barba por fazer — é praticamente o John Wick de Krypton (você certamente já viu os memes na internet – sim, são deste filme). Tudo, na realidade, para emular o vilão Bizarro, uma cópia maligna do Superman, sem precisar ter realmente o personagem como antagonista.

O ápice vem quando Clark Kent e o Superman “do mal” brigam em um ferro-velho, num duelo de identidade que é surpreendentemente intenso para um filme que até então levava um tom leve e descompromissado. A sequência é criativa e, para muitos fãs, o único momento realmente memorável do filme. Clark vence, claro, numa metáfora de superação interna que o roteirista provavelmente escreveu no fim de semana anterior à entrega.

A recepção crítica foi… digamos, um voo baixo. ‘Superman III foi considerado uma decepção por muitos veículos, especialmente em comparação com seus antecessores. O New York Times chamou o filme de “infantilóide e incoerente”. A Variety classificou o humor como “fora de tom” e criticou a ausência de um vilão à altura. O Chicago Tribune foi direto ao ponto: “um desperdício de um herói icônico”.

Alguns poucos críticos elogiaram Richard Pryor pela energia e carisma, mas até os fãs dele estranharam a decisão de colocá-lo como coprotagonista de um filme de super-herói. O consenso geral era de que ‘Superman III tentava agradar a todo mundo e acabou agradando a poucos.

Lançado em junho de 1983, ‘Superman III arrecadou cerca de US$ 80 milhões mundialmente — uma queda expressiva em relação aos US$ 190 milhões deSuperman II e aos US$ 300 milhões do primeiro filme. O orçamento foi estimado em US$ 39 milhões, então tecnicamente o filme não deu prejuízo, mas foi considerado uma decepção comercial pelos padrões da época. A Warner começou a repensar a franquia — mas não o suficiente para evitar ‘Superman IV (ainda mais desastroso).

Superman III é, até hoje, um dos exemplos mais citados quando se fala em franquias que perderam o rumo no terceiro ato. Sua tentativa de misturar comédia com ficção científica e dilemas psicológicos resultou num tom desequilibrado e numa história que mais parece um episódio perdido de um desenho animado dos anos 80.

Mas, como toda obra com problemas, ‘Superman III tem seus fãs. A cena da luta entre Clark e o Superman é constantemente lembrada com carinho. E para os fãs de Richard Pryor, o filme é uma oportunidade rara de vê-lo envolvido em explosões e capas — algo que ele mesmo achava estranho. Em entrevistas posteriores, Pryor revelou que só topou o papel porque era fã dos filmes e porque… bem, o cachê era ótimo. Aliás, a ideia para colocá-lo no longa surgiu quando os produtores o viram elogiando os filmes em talk-shows.

Superman III não é um desastre completo — é um filme corajoso que tentou seguir um caminho diferente, mesmo que tenha tropeçado nos próprios cadarços da bota vermelha. É o tipo de sequência que serve mais como curiosidade histórica do que como continuação épica. Ainda assim, Christopher Reeve brilha como sempre, mostrando que mesmo nos roteiros mais confusos, ele era, é e sempre será o Superman definitivo.

E sejamos sinceros: qualquer filme que tenha Superman enfrentando uma mulher transformada em robô (numa cena que parece verdadeiramente saída de um filme de terror), se transformando em videogame, lutando contra si mesmo e contracenando com Richard Pryor merece pelo menos um lugar cativo na estante do caos nostálgico.

‘Station 19’: ABC encomenda episódios adicionais para 2ª temporada

A ABC encomendou episódios adicionais para a 2ª temporada de ‘Station 19‘ – uma semana depois do spin-off ter registrado a maior audiência da história da série (impulsionada pelo crossover com ‘Grey’s Anatomy‘).

O segundo ano da série terá uma temporada completa de 22 episódios.

O spin-off de Grey’s Anatomy segue um grupo de bombeiros heroicos do Departamento de Bombeiros de Seattle na Estação 19, mostrará desde o capitão até o recruta mais novo, contando as histórias de homens e mulheres corajosos que arriscam suas vidas e seus corações, no trabalho e fora dele.

Jaina Lee Ortiz, Jason George, Barrett Doss, Grey Damon, Alberto Frezza, Jay Hayden, Okieriete Onaodowan, Danielle Savre, Boris Kodjoe e Miguel Sandoval estrelam.

‘Mulher-Maravilha’ ganha perfil oficial no Twitter!

Enquanto esperamos ansiosamente por ‘Mulher-Maravilha 1984‘, a amazonas finalmente ganhou o seu perfil oficial no Twitter.

Confira:

Em entrevista ao Vulture, o produtor Charles Roven (‘Liga da Justiça’) afirmou que o filme NÃO é uma sequência de ‘Mulher-Maravilha‘ (2017), mas sim uma nova aventura.

“É um filme independente da mesma forma que os filmes de Indiana Jones ou Bond são, em vez de uma história contínua. Não queremos fazer muitas sequências.”, afirmou.

A diretora Patty Jenkins já havia adiantado que ‘Mulher-Maravilha 1984′ será muito diferente do primeiro filme.

“Nós realmente estamos fazendo um filme totalmente diferente. Ainda vamos ter as coisas que amamos, mas é um filme completamente próprio. É uma aventura inteiramente nova, e eu não podia estar mais feliz em poder fazer parte disso”, revelou.

Mulher-Maravilha 1984′ teve sua estreia adiada em sete meses, e só chegará aos cinemas em 5 de junho de 2020. Inicialmente, o filme era previsto para novembro de 2019.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Cena exibida na Comic-Con vaza na internet

A trama será ambientada nos 80, no período da Guerra Fria, e trará os retornos de Chris Pine, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner ao elenco.

Zack Snyder retorna como produtor e David Callaham, escritor de ‘Os Mercenários’, como um dos roteiristas ao lado de Patty Jenkins e Geoff Johns.

‘Siren’: Novas ameaças no trailer COMPLETO da 3ª temporada; Assista!

O canal Freeform divulgou o trailer completo da 3ª temporada da série ‘Siren’.

Confira:

A nova temporada irá estrear no dia 02 de abril.

A trama do terror se passa na cidade de Bristol Cove, uma terra com uma lenda muito peculiar: a crença na existência de sereias habitantes daquele mar. A série gira em torno do regresso de uma destas sereias e da luta pelo domínio marítimo.

Alex Roe, Eline Powell, Fola Evans-Akingbola, Ian Verdun e Rena Owen estrelam.

Amazon Prime anuncia valor do pacote do streaming com a Disney+

A Disney+ está investindo pesado em sua estreia no Brasil! Além de sua parceria com a GloboPlay, o streaming também oferecerá um combo especial com a Amazon Prime.

O pacote inédito irá oferecer os dois serviços de streaming através de apenas uma assinatura por R$ 27,25 por mês.

Já a assinatura do combo entre a Disney+ e a GloboPlay sairá um preço mensal de R$ 43,90 ou anual de 12x de R$ 37,90.

Através do www.globoplay.com/disneyplus, já é possível fazer o pré-cadastro para receber um alerta sobre o combo, que estará disponível a partir do dia 17 de novembro.

Individualmente, a Disney+ sairá pelo valor R$ 237,90 (equivalente a R$ 19,82 por mês).

A oferta estará disponível somente até o dia 16 novembro, um dia antes do lançamento da plataforma por aqui. Depois disso, o valor anual terá 15,5% de acréscimo e será alterado para 279,90 (ou R$ 23,32 por mês).

Lembrando que a Disney+ também inclui um período de teste gratuito por sete dias.

  • Os fãs já podem se inscrever em www.disneyplus.com e serem os primeiros a começar a curtir, no dia 17 de novembro, as histórias das icônicas marcas de entretenimento da The Walt Disney Company, incluindo Disney, Pixar, Marvel, Star Wars, National Geographic e muito mais.

Os assinantes poderão assistir Disney+ em diversos dispositivos móveis e TVs conectadas à Internet, incluindo: consoles de videogames, reprodutores de mídia de streaming e TVs inteligentes. Os assinantes poderão aproveitar o conteúdo de alta qualidade sem interrupções comerciais em até 4 dispositivos simultâneamente, downloads ilimitados em até 10 dispositivos, recomendações personalizadas e a capacidade de configurar 7 perfis diferentes, incluindo a opção para os pais criarem perfis para seus filhos e filhas com uma interface fácil de usar, projetada especificamente para meninos e meninas acessarem conteúdo apropriado para suas idades.

A partir do seu lançamento na região em 17 de novembro, Disney+ será o destino exclusivo e permanente da mais completa e melhor seleção de filmes e séries da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic, bem como produções originais exclusivas, tornando-se assim a única plataforma de streaming onde todos os filmes disponíveis da Disney, Pixar, Marvel e Star Wars estarão acessíveis. Todos os títulos originais produzidos pelo e para o Disney+, bem como as coleções completas de todo o conteúdo disponível dessas cinco marcas icônicas em todos os formatos (filmes, séries, curtas, shows e documentários) estarão exclusivamente na plataforma.

O preço padrão do www.disneyplus.com a partir do lançamento em 17 de novembro, está confirmado com os seguintes valores, com uma avaliação gratuita de sete dias nos seguintes países:

  • Brasil: BRL$ 27,90/mês ou BRL$ 279,90/ano (igual a R$23,32 por mês).
  • Argentina: ARS$ 385,00/mês ou ARS$ 3.850,00/ano.
  • Chile: CLP$ 6.500,00/mês ou CLP$ 64.900,00/ano.
  • Colombia: COP$ 23.900,00/mês ou COP$ 239.900/ano.
  • Perú: PEN$ 25,90/mês ou PEN$ 259,90/ano.
  • México: MXN$ 159,00/mês ou MXN$ 1.599,00/ano.
  • Costa Rica, Equador e Panamá: USD$ 5,99/mês ou USD$ 59,99/ano.
  • Uruguai: USD$ 7.49/mês ou USD$ 74.99/ano.

O preço e a moeda podem variar nas plataformas de terceiros na região.

‘Brinquedo Assassino’: Chucky está de volta em novas imagens da série; Confira!

A série ‘Chucky‘, baseada na clássica franquia ‘Brinquedo Assassino‘, ganhou novas imagens oficiais.

Confira:

A produção irá estrear no dia 12 de outubro, nos canais SyFy e USA.

A série foi criada por Don Mancini, e conta com a produção executiva de Nick Antosca (‘Channel Zero’).

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

A série contará com o retorno de Brad Dourif (Chucky), Jennifer Tilly (Tiffany), Fiona Dourif (Nica), Alex Vincent (Andy Barclay) e Christine Elise (Kyle), além de introduzir os novatos Devon Sawa, Zackary Arthur, Barbara Alyn Woods, Lexa Doig, Teo Briones, Bjorgvin Arnarson e Alyvia Alyn Lind.

‘Bridgerton’: Após Rege-Jean Page, atriz DEIXA o elenco da 2ª temporada da série

Rege-Jean Page não será a única baixa no elenco da 2ª temporada de ‘Bridgerton‘. De acordo com o TVLine, Ruby Stokes, que interpreta a Francesca (filha mais velha da Lady Violet), teve que deixar o elenco da produção.

Após filmar três episódios do novo ciclo, a atriz teve que se afastar da série por causa de conflitos em sua agenda com as gravações de ‘Lockwood & Co‘, outra produção original da Netflix.

Sobre o infeliz acontecimento, o showrunner Chris Van Dusen declarou: “Eu amo a Francesca, mas nós a perdemos no meio da segunda temporada. Após revisarmos todas as nossas opções, ela infelizmente teve que deixar a produção por razões além do nosso controle. Talvez ela retorne na terceira temporada.”

A personagem só ganha destaque em When He Was Wicked, sexto livro da saga de Julia Quinn.

Vale lembrar que a 2ª temporada será lançada no dia 25 de março.

No Rotten Tomatoes, a nova iteração abriu com sólidos 82% de aprovação, com nota 7.10/10 baseada em 28 reviews.

Confira os principais comentários abaixo:

“Por mais frustrante que seja a história de amor principal, os atores a interpretam de forma muito, muito boa” – Variety.

“Exuberante e adoravelmente romântico” – San Francisco Chronicle.

“Uma nova temporada que faz a anterior fugir da memória” – Mashable.

“A 2ª temporada traz novos dramas, novos interesses românticos e uma nova temporada de relacionamentos, mas não chega aos pés do entretenimento da iteração anterior” – Mama’s Geeky.

“A nova temporada deixa de lado o apreço refrescante e o ritmo envolvente da primeira iteração” – TheWrap.

Lembrando que os novos episódios vão acompanhar a história de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) em busca de um grande amor.

Os novos capítulos trarão cinco novos nomes ao elenco: Simone Ashley (‘Sex Education’), Charithra Chandran (‘Alex Rider’), Shelley Conn (‘Liar’), Calam Lynch (‘Beleza Negra’), Rupert Young (‘Dear Evan Hanson’).

Ashley será Kate Sharma, interesse romântico de Anthony; Chandran será Edwina Sharma, irmã mais nova de Kate; Conn será Mary Sharma, mãe de Kate; Lynch será Theo Sharpe; e Young dará vida a um personagem chamado Jack.

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

‘Stargirl’: Criador revela seus planos ORIGINAIS para o desfecho da série

Em entrevista ao CBR, o criador Geoff Johns revelou qual seria o desfecho original que ele havia planejado para a série ‘Stargirl‘, antes de ter sido cancelada pela CW.

Apesar da última cena sempre ter feito parte de seus planos, Johns afirmou que só pensava concluir a trama após os personagens terem se formado no colégio.

“[A cena final] foi muito importante. Eu sempre soube como eu gostaria de concluir a série. É a cena com a passagem do tempo e nós vemos a Sociedade da Justiça Americana completamente formado. Eu nunca quis continuar a série após eles se formarem na escola. A série iria terminar assim que eles se formassem porque não é uma produção sobre a universidade ou uma história sobre heróis adultos.”

Ele completa, “A participação do Jay Garrick [no final] foi muito importante porque ele nos mostra que ainda não acabou. Ainda há aventuras pela frente, e nós descobrimos que o Shade agora faz parte da equipe.”

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker e Hunter Sansone.

Seth Green fará parte do novo ciclo como Thunderbolt, substituindo Jim Gaffigan.

‘Entrevista com o Vampiro’: Novo clipe da 2ª temporada apresenta o Teatro dos Vampiros; Confira!

A AMC divulgou um novo clipe da 2ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro‘, série baseada na clássica saga literária de Anne Rice.

Confira:

O próximo ciclo está programado para estrear apenas em 2024.

Vale lembrar que a atriz Delainey Hayles dará vida à personagem Claudia no novo ciclo, substituindo Bailey Bass, que interpretou a vampira na primeira temporada.

O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que interpreta o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dá vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que vive Daniel Molloy; e Assad Zaman, que interpreta Rashid.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Rolin Jones entra como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

A Substância

(The Substance)

 

Elenco:

Demi Moore
Margaret Qualley
Dennis Quaid

 

Direção: Coralie Fargeat

Gênero: Terror

Duração: 140 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 19 de Setembro de 2024

Sinopse: 

Em A SUBSTÂNCIA, uma celebridade em decadência decide usar uma droga clandestina, uma substância que replica células e cria temporariamente uma versão mais jovem e melhor de si mesma.

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Coralie Fargeat também assina o roteiro do longa;

» Aclamada em sua estreia no Festival de Cannes 2024, a produção conquistou nada menos que 11 minutos de aplausos e 92% de aprovação no Rotten Tomatoes após sua exibição;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Soldados enfrentam dinossauros no trailer LEGENDADO do terror ‘Primitive War’; Confira!

O terror ‘Primitive War‘, que trará um grupo de soldados lutando contra dinossauros assassinos, ganhou trailer legendado.

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Luke Sparke (‘A Invasão’) será responsável pela direção e roteiro.

Vietnã, 1968. Uma equipe de busca e resgate é enviada a um vale isolado na selva para descobrir o destino de um pelotão de Boinas Verdes desaparecido. Enquanto caçam nas profundezas primordiais do vale, eles descobrem horrores antigos que não apenas ameaçam desvendar suas mentes, mas também acabar com suas vidas. Eles se encontram presas de dinossauros vorazes! Enquanto as baixas aumentam, eles terão que abandonar sua natureza humana e ceder aos seus instintos selvagens para sobreviver… à Guerra Primitiva.

O longa é baseado no romance homônimo de Ethan Pettus.

O elenco conta com Ryan Kwanten, Jeremy Piven, Tricia Helfer, Nick WechslerAnthony IngruberAaron GlenaneCarlos Sanson Jr.Ana Thu NguyenAdolphus WayleeRichard BrancatisanoMarcus JohnsonJake Ryan.

Sem data de estreia, o terror está programado para estrear em 2025.

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A conspiração continua no trailer da 2ª temporada de ‘Red Eye’, série de SUSPENSE do Hulu

Hulu divulgou o trailer da 2ª temporada de ‘Red Eye‘, série de suspense estrelada por Richard Armitage (‘O Hobbit’) e Jing Lusi (‘Podres de Ricos’).

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Apesar já ter estreado no exterior, o segundo ciclo segue sem previsão no Brasil.

A produção foi criada e escrita por Peter A. Dowling.

Um voo noturno de Londres para Pequim se transforma em uma jornada emocionante depois que o Dr. Matthew Nolan (Armitage) é preso e acusado de assassinar uma mulher. Apesar de alegar inocência, a policial londrina, DC Hana Li (Lusi), é encarregada de escoltar o Dr. Nolan de volta a Pequim para enfrentar as acusações — mas após um incidente a bordo, ela se vê envolvida em uma conspiração crescente.

Lesley SharpJemma MooreDan LiCash HollandTai Yin ChanThomas ChaanhingMido Hamada fazem parte do elenco.

Yvonne Strahovski é escalada para o elenco de ‘Predador’

O mais novo acréscimo ao elenco de ‘Predador‘ é a atriz australiana Yvonne Strahovski, que participou das séries de TV ‘Chuck‘ e ‘Dexter‘.

Na nova produção, ela vai interpretar a ex-esposa do militar vivido por Boyd Holbrook e a mãe do ator mirim Jacob Tremblay.

As filmagens de ‘Predador‘ começaram na última segunda-feira (20), em Vancouver e a direção está a cargo de Shane Black, que também assina o roteiro ao lado de Fred Dekker.

Futuramente a atriz poderá ser vista no thriller de terror, chamado ‘He’s Out There‘, além de fazer parte do elenco da adaptação para a TV de ‘O Conto da Aia‘, que chega na plataforma Hulu em 26 de abril deste ano.

No início desta semana, Alfie Allen foi anunciado como parte do elenco também. Atualmente o ator faz parte de ‘Game of Thrones‘.

Estão confirmados no elenco: Jacob Tremblay (‘O Quarto de Jack’, ‘O Sono da Morte’), que viverá o filho do personagem interpretado por Boyd Holbrook. Olivia Munn (‘X-Men: Apocalipse‘) interpretará uma cientista. O elenco ainda conta com Sterling K. Brown (The People vs O. J. Simpson: American Crime Story), Keegan-Michael Key e  Trevante Rhodes (‘Moonlight‘).

Shane Black (‘Homem de Ferro 3’) dirige.

A 20th Century Fox agendou a data de estreia de ‘The Predador‘ para o dia 2 de Março de 2018.

Schwarzenegger fala sobre remake de ‘Predador’ e critica sequências

Remake de ‘Predador’ terá diretor de ‘Homem de Ferro 3’

Fred Dekker, que co-escreveu o roteiro com Shane Black (o diretor da produção), revelou recentemente que o script do novo filme está pronto e as filmagens começam muito em breve.

Confira o primeiro cartaz:

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Com a nova fusão, Disney vira dona de 27% de toda a indústria cinematográfica

A Disney está oficialmente dominando o mercado de entretenimento hollywoodiano. Com a recente compra da Fox, o estúdio passa a ser dono de 27% de toda a indústria cinematográfica.

De acordo com um levantamento divulgado pelo site ScreenRant, juntas, a Walt Disney Studios (que engloba a Lucasfilm, Marvel Studios, Pixar Animation e outras) e a Fox Entertainment Group (que inclui a 20th Century Fox, Fox Searchlight Pictures, a Fox 2000, entre outras) serão detentoras da maior porcentagem de produções lançadas anualmente nos mercados nacionais e internacionais.

O valor é realmente surpreendente, considerando o alcance dos demais quatro grandes estúdios. No caso da Warner Bros. Pictures – detentora da New Line Cinema e da DC Films -, sua porção de mercado equivale e 15,36%. Logo em seguida temos a Sony Pictures (dona também da Columbia Pictures, Screen Gems, Tri-Star), com uma fatia equivalente 12,22%. A Universal Pictures (DreamWorks e Focus Features) conta com 11,49%, enquanto a Paramount Pictures (Nickelodeon e Paramount Animation) aparece em último lugar, com uma parcela correspondente a 10,89%.

A compra da Disney também surpreende por seu impacto na indústria. Agora dona de algumas das franquias mais emblemáticas da atualidade, como é o caso de ‘Avatar‘, a negociação passa a ser a maior já feita na história da indústria.

A única vez que testemunhamos algo semelhante foi em 1982, quando Kirk Kerkorian comprou a United Artists, consequentemente efetuando uma fusão com a Metro-Goldwyn-Mayer. No entanto, a porcentagem de mercado da fusão não chegava aos pés do que teremos a partir do acordo entre a Disney e a Fox.

Leia também ‘Governo pode bloquear acordo entre Disney e Fox e gerar multa de US$ 2,5 bilhões’

 

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: Produtor celebra cinco anos da série com vídeo nostálgico

A série original da Marvel, ‘Agents of S.H.I.E.L.D.‘, celebrou cinco anos no ar.

E para celebrar o marco, o produtor Geoffrey Colo publicou um vídeo nostálgico, que traz um o primeiro trailer da primeira temporada.

Confira:

O próximo ano de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.‘ será mais curto, com apenas 13 episódios. Ainda não foi divulgado se será a temporada final da série, mas especula-se que seja.

A 5ª temporada registrou uma média de 0.6 na demo, o que representa uma queda de 0.1 em comparação com o ano anterior. Se levarmos em consideração que a série agora é exibida às sextas, não foi uma queda tão grande.

 

‘Eu Vi – Haunted’: O mal está à solta no trailer da segunda temporada da série da Netflix

A Netflix divulgou o novo trailer da segunda temporada de ‘Eu Vi’ (Haunted), série documental que apresenta histórias assustadoras baseadas em fatos reais.

Confira:

A proposta do seriado é mostrar o testemunho de pessoas que passaram por experiências paranormais assustadoras ou fenômenos inexplicáveis. São histórias reais que deixaram marcas naqueles que as vivenciaram e que agora estão dispostos a compartilhá-las.

O novo ciclo de ‘Eu Vi’ chega à plataforma de streaming no dia 11 de outubro.

Joaquin Phoenix batiza seu filho de River, em homenagem ao seu falecido irmão mais velho

Os atores Joaquin Phoenix e Rooney Mara batizaram o seu primeiro filho em homenagem ao falecido irmão mais velho do recente vencedor do Oscar.

O bebê, nascido em agosto deste ano após uma sigilosa gestação e em meio a um quadro de pandemia mundial, recebeu o nome de River, uma reverência ao ator River Phoenix, considerando um dos jovens astros dos anos 80 mais promissores.

Joaquin e River Phoenix tinham uma forte ligação desde a infância. Seu irmão mais velho o ajudou no início de sua carreira em Hollywood, além de ter tido papel fundamental em sua criação e na consolidação da sua carreira.

A informação relacionada ao bebê só fora revelada apenas agora pelo cineasta Victor Kossakosvky, diretor do documentário ‘Gunda‘, durante sua participação em um painel do Zurich Film Festival 2020.

Na ocasião, ele explicou a ausência do astro – que é produtor executivo do longa. Segundo o portal Mirror UK, Kossakovsky se desculpou e explicou a situação durante uma rodada de perguntas e respostas.

Confira:

Vale lembrar que Joaquin Phoenix estaria negociando um contrato de US$ 50 milhões para interpretar o Coringa em mais dois filmes, segundo o site Daily Mirror.

A fonte afirma que os roteiros das duas sequências já estão sendo escritos e que Joaquin estaria “bastante engajado” com a produção.

A ideia da Warner Bros é lançar os novos filmes em 2022 e 2024.

 Você gostaria de uma sequência do filme?

‘Grey’s Anatomy’: Scott Speedman entra para o elenco regular da 18ª temporada

Um velho conhecido dos fãs de ‘Grey’s Anatomy‘ está de volta! O astro Scott Speedman agora fará parte do elenco regular da produção, nesta 18ª temporada. A novidade foi confirmada pela revista EW.

O episódio inaugural do mais novo ciclo, que teve a sua estreia na noite da última quinta-feira (30) nos Estados Unidos, foi marcado pela inesperada aparição do belo Dr. Nick Marsh (Speedman).

Enquanto Meredith estava em viagem no estado de Minnesota, ela acabou esbarrando em Marsh, reacendendo uma fagulha entre os dois. Ainda é incerto dizer se um futuro romance entre ambos acontecerá, mas o retorno do ator para os novos episódios sugere que muita coisa ainda pode rolar!

Vale lembrar que a atriz Abigail Spencer retornará em caráter recorrente na 18ª temporada também.

A atriz interpreta a Dra. Megan Hunt, que passou por uma complicada cirurgia no abdômen, após ter sido gravemente ferida em missão no Iraque. A personagem se reuniu com seu amor perdido, Nathan Riggs, com quem se mudou para a Califórnia com seu filho adotivo Farouk.

Kate Walsh e Kate Burton também retornam como a Addison e a finada Ellis, respectivamente.

Confira o cartaz oficial do novo ciclo:

Criada pela Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Krista Vernoff.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Jesse Williams, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Kim Raver, Greg Germann, Jake Borelli, Chris Carmack, Richard Flood e Anthony Hill.

Filme de SUSPENSE contado da perspectiva do FANTASMA estreia no Prime Video; Vale a pena?

Cômodos espaçosos e amplos, vazios de significado e de móveis, logo se transformarão em um claustrofóbico e sombrio cenário. Sob uma ótica intimidadora, Steven Soderbergh adentra essa casa, marcada por janelas extensas e que destacam o quão arejado cada ambiente de fato é. Mas nem toda corrente de ar é capaz de aliviar a pesada atmosfera que rodeia essa família. Diante de duas perdas dolorosas, ela tenta se reconstruir em um outro lar, na tentativa de deixar o velho para trás, a fim de abraçar o novo. Mas os problemas nunca se vão e agora ganham uma outra dimensão em Presença – que acaba de estrear no catálogo do Prime Video.

Assista ao trailer:

Steven Soderbergh não é do tipo que mergulha na ficção sobrenatural em seus trabalhos. Com uma cartela de filmes marcada por longas tão díspares entre si como Magic Mike, Contágio, Traffic e Onze Homens e um Segredo, o aclamado cineasta passeia pelos gêneros mais diversos, mas nunca ousara flertar com aquilo que o trouxe para Presence. Mas, impressionantemente, seu grande retorno ao Festival de Sundance 35 anos depois do lançamento de Sexo, Mentiras e Videotape é de fato uma admirável e atípica surpresa. Aqui, Chloe é assombrada pelas memórias da misteriosa morte de sua melhor amiga. Traumatizada, ela crê que seu espírito habita nesse novo lar.

Seu trauma nem de longe é o único. Conforme conhecemos essa diferente família, mais percebemos a dimensão de suas próprias rachaduras, profundas demais para serem curadas com uma mera mudança de casa ou de ares. E dentro desse único ambiente – que deveria simbolizar o novo – mágoas antigas e frustrações do passado mal resolvidas começam a florescer e criar raízes profundas, tomando as paredes de cada cômodo e sufocando cada membro dessa complicada família. E sob o formato POV (Point of View), Soderbergh faz de seu mais recente longa uma experiência sufocante, claustrofóbica e intimidadora.

Conduzindo a direção de maneira certeira e autoral, o aclamado cineasta opta por filmar Presença unicamente em planos sequência. Cada momento em especial é fruto de uma hábil arquitetura visual e de performances muito bem coreografadas e posicionadas, garantindo que os ousados ângulos do diretor sempre captem a soturna e tensa atmosfera da cena. Dispondo seus protagonistas de maneira que tenhamos a visão clara do primeiro, do segundo e do terceiro plano, ele entrega um filme muito bem ajustado, que nos coloca nas lentes de sua câmera, como aquele espectador invasivo e observador que analisa cada movimento, cada expressão facial e cada sinistro silêncio.

A escolha de fazer Presença como um filme episódico, em que cada plano sequência se encerra com cortes secos que funcionam como um ponto final da cena, transforma o filme em uma experiência cinematográfica ainda mais intrigante. Aqui, somos conduzidos pelo mistério e pelo estranho sobrenatural que é pouco explorado até a chegada de seu clímax. E explorando a ideia de trauma em suas diversas esferas e dimensões, o roteirista David Koepp consegue nos envolver nessa inesperada catarse, trabalhando seus protagonistas com brilhantismo e permitindo que eles se desenvolvam em tela com fluidez e vivacidade.

Dentro disso, Callina Liang assume o papel mais complexo, dialogando diretamente com as lentes de Soderbergh. Desenvolvendo uma relação particular com a câmera, em virtude da complexidade de sua personagem, ela surpreende com sua intensidade e angústia. Sua performance ainda é acompanhada pelo sempre ótimo trabalho de Lucy Liu e Chris Sullivan, que vivem um casal em crise. E com uma reviravolta absolutamente arrebatadora, que surge como um estrondo em meio ao mais absoluto silêncio, Presence é Steven Soderbergh em sua melhor forma criativa. Nos deixando à deriva com um final dúbio e confuso, o diretor faz de seu retorno ao Festival de Sundance um statement de que aquele mesmo jovem talentoso de 1989 ainda existe e tem ótimas histórias para contar.