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‘Pânico’: Roteirista CONFIRMA que personagem querido realmente morreu…

OS fãs de ‘Pânico‘ estão sempre especulando sobre as possíveis reviravoltas que a franquia vai trazer, além de personagens que aparentemente morreram mas podem estar vivos, como a amada Kirby.

Dessa vez, a especulação foi sobre Randy, de Jamie Kennedy.

Os fãs começaram a especular que o personagem estava vivo, mas o roteirista original Kevin Williamson confirmou que Randy está definitivamente morto.

“Isso aconteceu, e  as pessoas ficam tipo, ‘Bem, eles estão realmente mortos? Eles têm que estar mortos?’. Acho que depois de Pânico 2, lembro que as pessoas desacreditaram na morte de Randy, porque ele era um personagem amado, o que, para mim, é o que mantém a franquia em movimento, é o que é real. Se você mata alguém que você realmente ama, torna-se pessoal para as pessoas. Lembro-me de pessoas dizendo, ‘Ele não está realmente morto, está? Ele não está realmente morto. Ele sobreviveu, não é?'”, disse Williamson disse ao ComicBook. 

Quando perguntado sobre o destino de Randy, Williamson confirmou:

“Sim, ele está morto. Essa teoria dos fãs de que ele está escondido é furada”, afirmou.

O elenco do novo filme contará com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett entram como diretores.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

A Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

 

‘I Am Groot’: Série animada da Marvel ganha trailer divertido…

Marvel Studios divulgou o primeiro trailer de I Am Groot, série animada do Disney+.

A produção, que funciona como um compilado de curtas-metragens focado no Bebê Groot, o icônico e adorado personagem da franquia Guardiões da Galáxia interpretado por Vin Diesel.

O cartaz confirma a estreia do show para o dia 10 de agosto.

Confira:

James Gunn, diretor da franquia original, entra como um dos produtores executivos da série.

Ainda não se sabe se outros personagens da saga irão aparecer na seleção de curtas, mas acredita-se que Drax (Dave Bautista) dê as caras em alguns episódios.

Lembrando que o terceiro volume de Guardiões da Galáxia está confirmado para chegar aos cinemas no dia 23 de maio de 2023, com o retorno de Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Karen Gillan, Elizabeth Debicki e Will Poulter.

‘Bridgerton’: Penelope Featherington busca um marido na 3ª temporada; Confira as primeiras fotos!

A Netflix divulgou as primeiras imagens da 3ª temporada de Bridgerton, que focará na busca de Penelope Featherington (Nicola Coughlan) por um marido e na sua complexa amizade com Colin Bridgerton (Luke Newton).

Confira:

Bridgerton está de volta para sua terceira temporada e mostra Penelope Featherington (Coughlan) finalmente tendo desistido de sua paixão de longa data por Colin Bridgerton (Newton) depois de ouvir suas palavras depreciativas sobre sua última temporada. Ela, no entanto, decidiu que é hora de arranjar um marido, de preferência um que lhe proporcione independência suficiente para continuar sua vida dupla como Lady Whistledown, longe de mãe e das irmãs. Mas, sem confiança, as tentativas de Penelope no mercado matrimonial falham espetacularmente.

Enquanto isso, Colin voltou de suas viagens de verão com um novo visual e um senso sério de arrogância. Mas ele está desanimado ao perceber que Penelope, a única pessoa que sempre o apreciou como ele era, o trata com indiferença. Ansioso para reconquistar sua amizade, Colin se oferece para orientar Penelope nos caminhos da confiança para ajudá-la a encontrar um marido. Mas, quando suas aulas começam a funcionar um pouco bem demais, Colin deve questionar se seus sentimentos por Penelope são realmente apenas amigáveis, enquanto a crescente presença de Penelope na sociedade torna ainda mais difícil manter seu alter ego Lady Whistledown em segredo.

Vale lembrar que, em entrevista à VarietyPhoebe Dynevor, intérprete de Daphne Bridgerton, revelou que não irá aparecer no próximo ciclo.

“Bom, eu fiz as minhas duas temporadas”, ela conta. “Fiz o que eu queria com a personagem e ela teve um ótimo arco. Se eles me chamarem no futuro, quem sabe?”.

Dynevor continua , dizendo sobre a possibilidade de aparecer nos novos episódios: “infelizmente, não na 3ª temporada. Potencialmente no futuro. Mas a 3ª temporada estou animada para ver apenas como espectadora”.

Criada por Chris Van Dusen, a série é baseada nos romances de Julia Quinn.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

Hannah New (‘Black Sails’) recentemente foi escalada para o novo ciclo.

A atriz interpretará a jovem viúva Lady Tilley Arnold, que “aproveita do privilégio e poder de comandar a fortuna do seu falecido marido, vivendo em seus próprios termos com independência financeira e liberdade sexual”.

‘Turma da Mônica’: Cinebiografia Mauricio de Sousa ganha data de estreia

Mauricio de Sousa, lendário quadrinista brasileiro, ganhará uma cinebiografia. O filme será lançado nos cinemas nacionais dia 6 de Março de 2025.

O longaserá protagonizado por Mauro Sousa, filho do quadrinista, e passeia pela vida e obra do criador da ‘Turma da Mônica‘.

Além disso, o filme também teve as primeiras imagens divulgadas, mostrando Mauricio já trabalhando em personagens clássicos como Franjinha e Bidu, e também a infância do quadrinista.

Confira as imagens logo abaixo:

Elizabeth Savalla, Thaty Lopes, Natalia Lage e Emílio Orciollo Neto completam o elenco principal.

LENDA! Sarah Michelle Gellar reflete sobre carreira após estrelar ‘Buffy’, ‘Pânico 2’, ‘Eu Sei…’ e ‘Scooby-Doo’ [ENTREVISTA EXCLUSIVA]

Para promover o lançamento de ‘Dexter: Pecado Original‘, eu entrevistei com EXCLUSIVIDADE os icônicos Sarah Michelle Gellar e Patrick Dempsey.

Eu cresci assistindo Buffy, Segundas Intenções, Pânico 2, Eu Sei… A atriz foi minha adolescência TODINHA. Eu ainda não aceito que Cici Cooper e Helen Shivers morreram.

Imagina como me senti entrevistando a lenda? Minhas pernas tremiam… “Eu me sinto muito sortuda…”, revelou a atriz.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Ela estrela ‘Dexter: Pecado Original‘, que já está disponível no Paramount+.

“Ambientada em 1991 em Miami, ‘Dexter: Original Sin’ segue Dexter enquanto ele faz a transição de estudante para assassino em série vingador. Quando seus impulsos sanguinários não puderem mais ser ignorados, Dexter deverá aprender a canalizar sua escuridão interior. Com a orientação de seu pai, Harry (Slater), ele adota um Código criado para ajudá-lo a encontrar e matar pessoas que merecem ser eliminadas da sociedade sem entrar no radar das autoridades. Este é um desafio particular para o jovem Dexter quando ele inicia um estágio forense no Departamento de Polícia Metropolitana de Miami.”

Além de Patrick Gibson (‘Sombra e Ossos’) interpretando a versão mais jovem do personagem titular, a séria também terá Molly Brown (‘Evil’) dando vida a sua irmã, Debra Morgan.

O elenco ainda contará com Patrick Dempsey (‘Grey’s Anatomy’), James Martinez (Angel Batista), Christina Milian (Maria LaGuerta), Alex Shimizu (Vince Masuka), Sarah Michelle Gellar (Tanya Martin) e Reno Wilson (Bobby Watt).

Com 10 episódios, a produção se passa 15 anos antes dos eventos da série original.

‘Gladys’: Pré-sequência de ‘A Hora do Mal’ é CONFIRMADA

O Deadline confirmou hoje que Zach Cregger e Zach Shields escreverão o roteiro da pré-sequência do aclamado filme de terror ‘A Hora do Mal‘. O título provisório do projeto da New Line e da Warner Bros. é ‘Gladys‘.

Cregger e Roy Lee e Miri Yoon, da Vertigo Entertainment, retornam para produzir o filme. Cregger é representado pela CAA, Artists First e por Karl Austen e Michael Auerbach.

A Hora do Mal‘ arrecadou mais de US$ 270 milhões em todo o mundo. Amy Madigan, que interpretou a principal antagonista, Tia Gladys, ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Madigan também ganhou um prêmio do SAG (Screen Actors Guild) por seu papel como a misteriosa parente de Alex (Cary Christopher).

“Essa é uma mulher que sabe o que tem que fazer e faz. É verdade que alguns dos métodos dela podem ser um pouco incomuns. Mas ela tem isso, e eu acho que todas as mulheres na nossa área deveriam ter mais dessa confiança, inclusive eu. Então, se eu puder tirar isso de positivo, direi que é uma vitória para a Tia Gladys e para mim.” 

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | ‘A Hora do Mal’ finca os dentes em uma poderosa e arrepiante narrativa

Originalmente, o roteiro de A Hora do Mal contava com um capítulo dedicado ao passado de Gladys, mas o trecho acabou cortado por questões de ritmo. Agora, com o longa dominando as bilheterias, a ideia é transformar esse material em um filme completo.

Cregger está em pré-produção de seu ambicioso reboot de Resident Evil para a Sony, previsto para setembro de 2026.

10 Dramas Tristes para quem quer CHORAR Muito…

Existem filmes que mexem com nossos corações, nossas emoções, não tem jeito! Dá aquele nó na garganta, aquelas lágrimas que estavam perdidas em nosso corpo aparecem e quando nos damos conta estamos aos prantos. O cinema tem esse poder e isso é um fato! Seja no cinema, ou em casa vendo em algum serviço de streaming, existem obras que ficam guardadas durante muito tempo em nosso imaginário por conta do impacto que nos causou.

Partindo do princípio que refletir sobre histórias tristes acabam de alguma forma nos fazendo crescer como seres humanos, resolvemos criar uma lista de 10 filmes muito tristes… para corações fortes.

 

Vulcão

Como reconstruir quando você só destrói? Falando sobre a busca da felicidade de um homem, o cineasta islandês Rúnar Rúnarsson – em seu primeiro longa-metragem na época –  transforma um conflito pessoal em uma obra de arte. Vulcão é o tipo de filme que você nunca ouviu falar mas que certamente vai querer debater sobre ele.

Na trama, conhecemos Hannes (Theodór Júlíusson) um rabugento fumante de idade avançada que leva a vida de maneira triste e sem novos grandes objetivos. Faz questão de ser a pessoa mais inconveniente dos lugares onde passa, sendo assim, visto por todos como um infeliz que não gosta de ninguém. Certo dia, após retornar de uma falha tentativa de suicídio, uma certa conversa que escuta desperta nele um sentimento de mudança.

O que mais chama a atenção no longa é a desconstrução do personagem – absurdamente bem feita. A lentidão na narrativa apresentada neste trabalho – característica de alguns filmes europeus – é extremamente necessária para captar todos os elementos que caracterizam o universo familiar que o protagonista vive. Méritos total do diretor, que também escreveu o roteiro.

Theodór Júlíusson – o ator que interpreta o protagonista da história – tem uma atuação fabulosa. Não perde um segundo o foco de seu difícil personagem, o que facilita a exposição dos conflitos para o espectador. Toda a dor, angústia, aflição, insegurança e desespero são mostrados com uma verdade que impressiona. A todo instante, o público interage com a trama e sai do cinema sem saber se Hannes é o vilão ou o mocinho dos fatos.

A cena mais importante da película, a do travesseiro, expõe o tão longe do seu limite emocional o protagonista já se encontrava. A dor dá lugar à compaixão, podemos interpretar não como uma despedida mais um ato de socorro de quem quer recomeçar mais escolheu muito tarde essa opção. É uma parte tocante, uma espécie de clímax desta dramática história.

 

Pieces of a Woman

Quando os sentimentos viram uma série de portas fechadas. Com um abre alas angustiante, antes do título aparecer na tela, onde não conseguimos tirar os olhos das ações que acontecem Pieces of a Woman é um poderoso drama que mostra desenrolares da vida de um jovem casal e os passos seguintes que precisam caminhar durante o luto. Dirigido pelo cineasta húngaro Kornél Mundruczó e com roteiro assinado por Kata Wéber, o filme, está disponível no catálogo da Netflix. É tenso, polêmico, excelente para reflexão. Poderosas interpretações compõem o projeto. A personagem principal interpretada magistralmente pela atriz britânica Vanessa Kirby, é um grande destaque. O roteiro possui bastante profundidade.

Na trama, conhecemos um jovem casal, Sean (Shia Lebouf) e Martha (Vanessa Kirby) apaixonado e com alta expectativa com a chegada da primeira filha. Eles optaram por um parto domiciliar, feito por uma parteira. No dia onde a chegada do bebê se torna iminente, a parteira que faria o parto não consegue chegar a tempo e uma outra vai no lugar dela. Durante o processo do parto, uma alta tensão acontece, um nervosismo de todos, pai, mãe e parteira. Infelizmente uma tragédia acontece. Nos meses após o corrido, a maneira como o casal lida com a terrível tragédia é o que vai moldando a trajetória desse impactante filme.

Como lidar com a perda? Os personagens são os grandes motores do filme. Levados ao limite após a tragédia que acontece em suas vidas, nada vai ser como antes e eles já sabem disso. Conflitos antes suportáveis, se tornam estopins para discussões ou intromissões injustas nas escolhas que os dois devem tomar juntos. Sean é um homem que trabalha com construções e em especial nas pontes, está a seis anos sóbrio, possui um relacionamento conflitante com a sogra, assim precisa lutar contra seus demônios após a tragédia. Já Martha é introspectiva, de fala mansa, de família com mais dinheiro que a do companheiro, mostra um controle na aparência para os outros mas um descontrolado ninho de sentimentos conflitantes por dentro após o ocorrido, principalmente lutando contra as interferências de sua mãe Elizabeth (Ellen Burstyn, em atuação também digna de aplausos). A habilidade de Mundruczó em mostrar as entrelinhas através da expressão dos personagens é digna de aplausos, emocionante em muitos momentos, nos sentimos próximos das dores dos personagens.

O filme toca em alguns pontos polêmicos. A questão da comunidade médica vs parteiras e os dilemas sobre doação de corpos para estudos médicos. As partes jurídicas de uma dessas questões são colocadas como ferramenta de ‘justiça’ por Elizabeth, insensível e intrometida, em muitos momentos. O projeto chega fácil aos corações dos espectadores, dentre os dilemas e os sofrimentos, vamos tentar entender como é possível (ou não) reunir peças de uma vida despedaçada.

 

O Caderno de Tomy

Ame, leia, veja, escute…e pense em mim de vez em quando. Baseado em uma história real, o longa-metragem argentino O Caderno de Tomy é uma história, antes de mais nada, sobre um último desejo de mãe para filho. Abordando temas delicados como a linha tênue entre procedimentos legais e a eutanásia, a difícil tarefa de dizer adeus, o projeto gera muitas emoções pois em nossas vidas já conhecemos ou sabemos de alguém que já conheceu quem teve câncer. Disponível na Netflix, o filme pode também ser definido como uma grande mistura de sentimentos. Escrito e dirigido pelo cineasta Carlos Sorin.

Na trama, conhecemos uma mulher de 40 e poucos anos (interpretada pela ótima atriz argentina Valeria Bertuccelli) que é diagnosticada com um câncer terminal. Seu marido (Esteban Lamothe), sempre ao seu lado, faz de tudo para que ela fique bem nos seus últimos dias em um quarto de hospital. Certo dia, fugindo de um quadro depressivo por conta de sua situação, resolve escrever um diário endereçado a seu filho pequeno, a cada página que escreve ela conta sobre sua experiência de estar ali mas também todos seus desejos par ao futuro dele. Além do diário, resolve ir twitando sobre sua rotina e acaba ficando famosa involuntariamente saindo em jornais e aparecendo na televisão.

Quando ser corajoso e forte é nossa única opção. Não é um filme fácil, há muita dor pelo caminho dos 84 minutos de projeção. Os diálogos da protagonista com o médico chefe são sinceros, fortes e com uma maturidade gigante. Sedação paliativa ou eutanásia, os contornos dessa linha tênue chegam já no arco final dando bastante profundidade para o polêmico tema.

Por mais que não seja o foco principal, está dentro de outros subtópicos o sentido do relacionamento de pais e filhos. Além disso é algo profundo, dolorido e notório que não é fácil para ela nem para todos ao seu redor. As cenas dos arcos finais deixam nossos corações apertados. O Caderno de Tomy gera muita reflexão sobre o sentido de nossas vidas e o que fazemos com ela.

 

 

Nosso Amor

Não haverá um minuto em que não estrei com você. Exibido pela primeira vez no Festival de Cinema de Toronto, o drama Ordinary Love é encontro de dois grandes atores mostrando a vida como ela é. Um primoroso roteiro, inclemente, profundo mais próximo da realidade do que nossos corações permitem para não se emocionar. Das atuações em perfeita harmonia, Lesley Manville e Liam Neeson, parece que enxergamos esse casal numa volta na praia, ou correndo por aí em alguma pista para pedestres esportistas amadores. Dirigido pela dupla de cineasta Glenn Leyburn e Lisa Barros D’as, Ordinary Love é uma devastadora história sobre amores, união e perdas.

Na trama, conhecemos o harmônico casal Joan (Lesley Manville) e Tom (Liam Neeson) que vivem seus dias animados e com uma união de anos em perfeita sintonia mesmo com os fortes abalos de uma tragédia anos atrás. Mas, a rotina do casal que adora realizar caminhadas matinais, é mudada abruptamente quando a primeira é diagnosticada com câncer de mama e precisa iniciar o tratamento por quimioterapia. A partir dessa situação o relacionamento dos dois muda mas o amor que vive no lar deles é preparado também para enfrentar qualquer tristeza.

Os conflitos durante o tratamento pela quimioterapia expõe os limites emocionais que cada parte do casal chega. Por meio de metáforas delicadas inseridas nas emoções, medos e resistências da protagonista, fruto do magistral roteiro assinado por Owen McCafferty, como a cena do sonhar de um trem partindo e o marido do lado de fora. Essa analogia mostra muito sobre as emoções desse momento delicada que ela enfrenta. A cena do diálogo de Nesson conversando e dizendo tudo que sente sobre a situação com ele enfrentada em frente ao túmulo da filha é algo que emociona numa escala inimaginável, só vendo e sentindo a força dessa cena.

Mas o que seria um bom filme sem dois grandes atores em cena? A sintonia é enorme, parece que estamos abrindo a porta de casa e encontrando à luz da vida de um casal de vizinhos ou mesmo de lembranças de histórias que nos contam na realidade. A atuação dos dois já vale o ingresso.

 

Brothers

No filme, um militar exemplar, pai de dois filhos, é mandando pela ONU para uma missão no Afeganistão. Seu irmão mais novo acaba de sair da cadeia e vai morar um tempo na casa dele um pouco antes desse viajar. Chegando ao local da missão, o helicóptero em que o militar está, é abatido, e o mesmo é dado como morto. Em paralelo, seu irmão começa a ter uma relação mais próxima com a sua mulher. Será que o militar morreu? E se ele voltar para casa e perceber que as coisas estão muito diferentes?

Há um destaque para a narrativa, o modo de filmar bastante interessante marca pelo enredo envolvente e à espera pelo desfecho. Nesse belíssimo longa-metragem dinamarquês, mostra-se a dor impensável de um homem, onde tem que lutar contra muitas coisas que podem até serem banais comparados à guerra, mas não são.

O trio Ulrich Thomsen, Nikolaj Lie Kaas e Connie Nielsen atua de maneira impecável, dando um verdadeiro show.

 

 

Manchester à Beira-Mar

Só nos curamos de um sofrimento depois de o haver suportado até ao fim. Após alguns anos de hiato desde seu último filme, o cineasta nova iorquino Kenneth Lonergan (Conta Comigo) volta às telonas roteirizando e dirigindo um filme pra lá de triste que passa um angustia arrepiante sempre na ótica melancólica de seu protagonista. Manchester à Beira-Mar indicado a seis prêmios do Oscar, é uma história profunda repleta de buscas e dor, com flashbacks impactantes que muito nos mostram nas mudanças da vida de um homem que luta contra uma terrível tragédia em seu passado. Atuações marcantes são vistas, Casey Affleck e Michelle Williams elevam a qualidade da fita e Lucas Hedges cumpre com louvor seu importante papel na história.

Na trama, conhecemos Lee Chandler (Casey Affleck) um homem solitário que vive em um minúsculo quarto na cidade de Boston e sobrevive sendo uma espécie de faz tudo para alguns condomínios próximos a onde mora. Certo dia, seu passado bate em sua porta com a terrível notícia de que seu único irmão Joe (Kyle Chandler) acabara de falecera. Imediatamente, Lee precisa voltar a cidade onde morou durante anos, muito por conta de único sobrinho Patrick (Lucas Hedges), mas precisará enfrentar terríveis dores de seu passado.

Manchester à Beira-Mar é um longa-metragem cirúrgico na modelagem de seus dramas. Há subtramas importantes que são exploradas aos poucos como a distante relação da ex-cunhada do protagonista com o filho. Quando descobrimos o que aconteceu com o protagonista, começamos a entender seu jeito caladão e distante que o acompanha em toda a trama. Os flashbacks, nos arcos iniciais um pouco jogados no roteiro, são parte importante do quebra cabeça que se monta, começamos a entender melhor o porquê daquela personalidade, perguntas do tipo: ‘Será que ele foi sempre assim?’ e ‘O que houve com esse personagem?’ são rapidamente respondidas, fator que nos faz sofrer junto com o personagem.

O filme fala também sobre as inúmeras tentativas que temos de recomeçar, mesmo quando quase tudo parece conspirar contra. A chance que Lee tem em tentar criar o filho de seu irmão, sendo seu tutor, é algo importante para ambos. Nesse desenrolar o roteiro segue frio e seco, e entre seus traumas (visão do protagonista), principalmente o confronto que acontece com sua ex-mulher Randi (Michelle Williams), após ser atualizado de como ela conseguiu de alguma forma seguir em frente é uma das cenas mais bonitas dos últimos anos, arrepia e emoção à flor da pele em cada segundo do emocionante diálogo.

 

 

Ferrugem e Osso

Quantas formas de amor existem? Escrito e dirigido pelo cineasta francês Jacques Audiard (O Profeta), Ferrugem e Osso é um drama que consegue tocar a alma de todos os espectadores de maneira bruta, intensa, deixando um rastro de emoção em cada sequência. Estrelado pela ganhadora do Oscar Marion Cotillard o filme é adaptado de uma história do autor Craig Davidson que mais parece o encontro da era moderna entre a bela e a fera.

Na trama, acompanhamos dois destinos que se cruzam de maneira inusitada transformando a vida dos envolvidos. Ali é um rapaz inconsequente que cresceu com sérias dificuldades sociais. É pai de um menino, pelo qual tem um grande carinho que não sabe demonstrar, deixa a cidade onde mora para morar com a irmã e o cunhado. Ao mesmo tempo, somos apresentados a Stephanie uma comprometida treinadora de baleias que sofre um acidente gravíssimo. Esses dois personagens enfrentarão medo, preconceito, dificuldades sociais tendo como grande companheiro a união que nasce desse amor peculiar.

A trajetória fria, triste e vazia da personagem principal, a bela moderna Stephanie, se agrava com um acontecimento que muda para sempre sua vida. A partir desse momento, a personagem amadurece e conseguimos acompanhar essa linda mulher com outros olhos. Marion Cotillard está mais uma vez excelente em um papel sofrido, onde precisou de muita doação, dessa que é uma das melhores atrizes francesas de sua geração. Uma atuação digna de Oscar, fala com o olhar, impressionante e constante.  O que impressiona é que Cotillard estava filmando Ferrugem e Osso e Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge ao mesmo tempo, conseguindo desenvolver muito bem seus personagens nos dois longas.

O outro lado da moeda, é quando paramos para analisar a fera, o personagem principal Alain, interpretado pelo artista belga Matthias Schoenaerts (do marcante Bullhead). Enquanto a personagem de Marion precisa de carinho, Alain só tem a oferecer a frieza e a falta de sentimento. Esse conflito é entendido pelos personagens ao longo do filme, o que enriquece mais ainda a trama, pois, o amadurecimento dessa relação é exatamente aonde o filme se sustenta, levando muitos espectadores às lágrimas pela forma como essa história é contada.

 

Fruitvale Station: A Última Parada

Em seu primeiro longa-metragem, o cineasta californiano Ryan Coogler surpreende o mundo do cinema com um poderoso drama baseado em fatos reais que gera indignação e calafrios do início ao fim. Fruitvale Station: A Última Parada é aquele tipo de filme que faz o espectador não conseguir desgrudar os olhos da telona. A impactante trama não deixa de ser uma bandeira contra a violência policial e o despreparo da segurança, que ainda ocorre em muitas grandes cidades ao redor do planeta.

O vencedor do importante prêmio Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, conta a história de Oscar (Michael B. Jordan), um rapaz de 22 anos que busca redenção em sua vida. Demitido do seu honesto emprego, busca forças na sua carinhosa família para não voltar ao mundo das drogas. Mesmo com o passado triste batendo em sua porta muitas vezes, Oscar possui um desejo gigante de ser um melhor pai e um parceiro melhor para sua namorada. No dia 31 de dezembro de 2008, ele e sua família foram protagonistas de uma das cenas mais chocantes, dramáticas e absurdas da história da polícia norte-americana.

Fruitvale Station: A Última Parada é um filme independente. Partindo desse ponto, já sabemos que a força cênica precisa funcionar, exatamente para conseguir criar toda a atmosfera de sofrimento que a trama pede. A vencedora do Oscar Octavia Spencer domina o filme com sua sofrida, controlada e bastante racional personagem. Aos olhos dessa mãe em desespero por dentro mas controlada por fora, o público se sente, cada minuto que passa, mais próximo desta trágica história.

O projeto como um todo, pode ser visto como uma grande crítica às injustiças do destino, ao despreparo de policiais e ao preconceito que ainda cisma em sobreviver nesse mundo. Ao causar indignação do público, ou para todos que não conheciam essa história, o diretor consegue que a mensagem seja passada de forma muito objetiva nas telonas. Fruitvale Station: A Última Parada é um filme que pode e deve ser usado em salas de aula, principalmente em disciplinas ligadas à sociologia e direito. Essa é, sem dúvidas, uma fita que todo cinéfilo precisa conferir.

 

Para Sempre Alice

E se todas as lembranças de nossas vidas simplesmente sumissem ou nunca mais conseguíssemos lembrá-las mais? Para falar sobre o terrível Mal de Alzheimer nas telonas, os diretores Richard Glatzer e Wash Westmoreland criam uma história forte, convincente e comovente que envolve problemas existenciais de uma impactante mulher. Para Sempre Alice é muito mais que um drama tocante, é uma lição de vida onde o público presencia uma das grandes atrizes em atividade no auge do seu talento.

Na trama, conhecemos Alice (Julianne Moore), uma conceituada professora e autora de livros que se encontra em uma fase conturbada de sua vida ao ser diagnosticada com Mal de Alzheimer aos 50 anos. Tentando não enlouquecer e espantando a tristeza, encontra um desafogo para suas dores na tentativa de reaproximação com sua filha mais nova, com quem sempre teve muitos problemas e discussões.

O roteiro, que é baseado na obra de Lisa Genova, aborda a vida da protagonista no trabalho e na família, antes e depois de ser diagnosticada com a doença. No campo familiar, as relações passam a ser mais melancólicas, frias e distantes. Vemos uma protagonista que se desmonta no campo emocional com tanta verdade que somente uma atriz do nível de Julianne Moore para conseguir tal feito.

A protagonista é levada a um recomeço distante, se encontra aprendendo a arte do reaprender todos os dias. Toda a vida acumulando memórias, como conheceu seu marido, quando segurou pela primeira vez seus filhos, tudo isso sendo retirado de maneira cruel. Esse trabalho não deixa de levantar uma bandeira importante sobre a doença que sofre a personagem principal.

 

Tiranossauro

Com uma história intensa que fala sobre raiva e redenção de maneira muito comovente, o ator e agora diretor Paddy Considine (que assina a direção e o roteiro) apresenta aos cinéfilos seu trabalho, Tiranossauro. O nome assusta um pouco, tem gente que acha até que o filme é de ficção científica, porém, qualquer suposição é apenas ilusão. O filme é recheado de pontos positivos e com duas atuações pra lá de convincentes.

Na trama, conhecemos Joseph (Peter Mullan) um homem rodeado por desilusões e que está à beira da loucura dominado completamente pelo ódio que sente. Um certo dia, após beber todas em uma tarde, acaba indo parar na loja de Hannah (Olivia Colman), uma simpática vendedora que também possui seus problemas no cotidiano. Aos poucos, entre um drama e outro, vai surgindo entre eles uma amizade muito forte que acaba virando um conforto para essas duas almas perturbadas por fantasmas que os assombram faz muito tempo.

O longa possui cenas fortes e marcantes provocadas pela fúria sem limite dos personagens principais. O desfecho caracteriza um novo caminho e a liberdade de alguns desses carmas passados, porém, toda ação tem suas consequências. Bruto, intenso, brilhante!  Você não pode perder essa fita irlandesa!

 

10 filmes envolventes para você que passou o dia inteiro rolando feed

A internet pode ser algo viciante, por isso, sempre é bom deixar o telefone de lado por algum tempo, chamar a família e embarcar em ótimas histórias que o cinema pode proporcionar. Para você que está procurando o que assistir nos streamings, segue abaixo algumas ótimas opções de filmes envolventes:

 

Inteligência Humana (Netflix)

Jo (Zo In-sung) é um oficial de alta patente da inteligência sul-coreana que vai para Vladivostok investigar algumas pessoas suspeitas de tráfico humano envolvendo integrantes da força policial norte-coreano e a máfia russa. Logo, seu caminho se cruza com Chae Seon-hwa (Shin Sae-Kyeong), que vira sua informante. Mas, quando descobrem esse fato, surge na trama Park Geon (Park Jeong-min), um oficial norte-coreano que teve uma relação próxima de Chae Seon-hwa no passado.

Crítica | ‘Inteligência Humana’ – Interessante filme de espionagem que coloca em evidência os conflitos morais

 

Depois do Fogo (Netflix)

Dusty (Josh O’Connor) está passando por um caos em sua vida. Após perder tudo o que tinha em um incêndio florestal, ele precisa reunir forças para encarar um recomeço. Ele se instala em um acampamento ligado à Agência Federal de Gestão de Emergências dos EUA (FEMA) e, nesse lugar, conhece outras pessoas na mesma situação, como Mila (Kali Reis). Ao mesmo tempo que precisa saber o que fazer da vida, Dusty começa a se reconectar com a filha Callie-Rose (Lily LaTorre), ajudado pela ex-namorada Ruby (Meghann Fahy) e a mãe dela, Bess (Amy Madigan).

Crítica | ‘Depois do Fogo’ – As cicatrizes de uma tragédia e a beleza do recomeçar

 

Caminhos do Crime (Prime Video)

Um ladrão de joias, um policial e uma corretora de seguros tem seus caminhos cruzados em um filme onde a ação e o drama se intercalam.

 

O Preço da Verdade (Mercado Play)

Dark Waters conta a saga de um promissor advogado de defesa corporativa chamado Rob Bilott (Mark Ruffalo) que, após ser procurado por moradores de uma comunidade onde passou bons tempos quando criança, inicia uma batalha jurídica de anos para expor uma empresa química acusada de destruir muitas vidas.

 

Mamonas – Eu Te Ai Lóve Iú (Globoplay)

https://youtu.be/7t_P6wIocUQ?si=p_ZPfCrhXC9TouAL

Em mais um projeto audiovisual que relembra a trajetória desse grupo, o média-metragem Mamonas – Eu Te Ai Lóve Iú, disponível no globoplay, percorre rapidamente por toda a história desses jovens de Guarulhos, focando nos momentos-chaves – do período em que eram desconhecidos até virarem aos rostos mais famosos do Brasil na época. Com depoimentos de familiares, do famoso produtor Rick Bonadio (empresário da banda) e imagens de arquivo, a acertada narrativa se consolida como um sopro sobre o legado deixado pela banda e toda força que tem até hoje.

 

Sangue e Ouro (Netflix)

Na trama, ambientada na primavera de 1945, conhecemos Heinrich (Robert Maaser), um soldado alemão que acabara de desertar e logo é sentenciado à morte. Só que o destino lhe ajuda e coloca em seu caminho a humilde fazendeira Elsa (Marie Hacke) que o salva e cuida do seus ferimentos na casa onde mora com o irmão. Os nazistas que sentenciaram Heinrich estão na cidade em busca de ouro deixado para trás por judeus em fuga, fato que todos ali naquela região parecem conhecer. Logo, uma imensa batalha é vista, com vários lados em busca de seus objetivos.

 

Encontros e Despedidas (Netflix)

Baby (Maricel Soriano) é daquelas mãezonas que gostam de ter toda sua família por perto. Mas isso raramente é possível, pois seu primeiro filho se distanciou de todos – inclusive deixando a filha para Baby criar. Quando seu negócio chega à beira da falência, Tupe (Piolo Pascual) volta para casa em busca da ajuda da mãe, mas descobre que ela está com uma doença cruel, já em estágio bem avançado. Precisando se entender com toda a família, que sempre joga um olhar desconfiado a ele, todos percebem que precisam se unir novamente para realizar o último desejo da mãe: conhecer um astro coreano.

 

Luta de Classes (Apple Tv)

Inspirado em Céu e Inferno, de Akira Kurosawa, o novo trabalho da dupla Spike Lee e Denzel Washington apresenta a história de um empresário bem-sucedido do ramo musical que se vê diante de um dilema quando o filho de um grande amigo é sequestrado.

 

Querida Zoe (Prime Video)

Tess (Sadie Sink) é uma jovem que passa por um momento difícil após uma tragédia e se distanciar da mãe, Elly (Jessica Capshaw). Sem saber o que fazer, resolve ir morar com o pai Nick (Theo Rossi). Nesse período, busca entender a vida sob novas perspectivas.

 

O Que Te Faz Mais Forte (Lionsgate+)

O Que Te Faz Mais Forte, dirigido pelo ótimo cineasta norte-americano David Gordon Green, mostra a reconstrução na vida de homem após uma tragédia que aterrorizou os Estados Unidos.

 

35 Anos de Sucesso! Mais Filmes dos Anos 80 que Estarão de Volta à Cultura POP em Breve

Se existe um lugar onde o sentido de eternidade existe, este lugar é o cinema. A sétima arte possui inúmeras definições e algumas das mais emblemáticas são: a viagem no tempo a durabilidade. A primeira, nos faz poder voltar e visitar uma história passada na década de 1970, por exemplo, ou até mesmo em 1930. Costumes, cultura e como se comportava a sociedade da época analisados através dos filmes são um grande estudo antropológico. E quando falamos em longevidade, adentramos no tópico de marcas que fizeram sucesso há 30, 40 ou quem sabe 60 anos e que continuam a permear a cultura popular e atingir os mais jovens.

Recentemente, escrevi uma matéria celebrando as franquias ou filmes de 40 anos atrás que estão sendo repaginados para novas versões, para capturar agora a imaginação de toda uma nova geração de jovens, assim como fez com os jovens daquela época. A arte é cíclica, e chega a ser emocionante notar como produtos como Os Caça-Fantasmas, por exemplo, agora chamados por seu título original Ghostbusters, que marcaram de forma tão emblemática a infância da geração dos anos 80, continua encantando plateias e as crianças e jovens de hoje com seu mais recente exemplar.

Leia também: 40 Anos de Sucesso! Os Filmes dos Anos 80 que Voltam em Breve nos Cinemas e TVs

Dando continuidade à nossa matéria de certa forma, iremos agora dar uma olhada nas produções lançadas há exatos 35 anos nos cinemas que muito em breve irão retornar com força à cultura pop, seja nas telonas dos cinemas, ou nas telinhas de TV na forma da nova sensação atual, os seriados que são verdadeiras superproduções. Confira abaixo e comente.

Top Gun: Maverick

Começamos a lista com a mais “concreta” das produções, isso porque Top Gun: Maverick já está pronto e seria lançado este ano. O longa terminou sendo empurrado para 2022, e em nova data irá estrear no fim de maio. O primeiro Top Gun, de 1986, transformou o ator Tom Cruise num dos maiores astros de Hollywood. Só é uma pena o filme não ter rendido uma continuação na época. Porém, Cruise reconsiderou e agora surge com essa sequência tardia, em outra fase de sua vida, mais maduro. Para todos que viveram no período, a continuação é um dos longas mais aguardados de anos recentes.

Cobra Kai / Karatê Kid

Você está preparado para passar o réveillon com Daniel ‘San’ LaRusso, Johnny Lawrence, John Kreese e toda essa “turminha do barulho”? Pois bem, a 4ª temporada da querida série Cobra Kai estreia justamente no dia 31 de dezembro deste ano na Netflix, e promete trazer de volta o vilão definitivo Terry Silver (Thomas Ian Griffith), assim como provavelmente algumas novas surpresas. Cobra Kai, é claro, é a continuação na forma de uma série de TV muito popular da franquia Karatê Kid no cinema. E embora Terry Silver só tenha sido apresentado no terceiro filme, de 1989, há 35 anos Daniel ia com seu mentor, o icônico Sr. Miyagi (o saudoso Pat Morita), para o Japão na primeira sequência do filme clássico original de 1984.

Highlander – O Guerreiro Imortal

Recentemente, escrevi uma matéria relembrando este clássico cult que é Highlander: O Guerreiro Imortal. O fato é: apesar de ter permanecido vinculado ao remake de Highlander por bastante tempo, o astro Ryan Reynolds terminou abrindo mão do projeto, provavelmente por motivo de conflitos de agenda. Reynolds foi substituído pelo Superman em pessoa, Henry Cavill, que já demonstrou na Netflix com o seriado Witcher ser um bom intérprete para um guerreiro medieval com habilidade na espada. O diretor é Chad Stahelski, especialista em ação tendo comandado os três filmes da franquia John Wick, com Keanu Reeves, preparando para lançar o quarto longa ano que vem. Ou seja, podemos esperar um Highlander frenético, e repleto de adrenalina.

Leia também: Highlander | Enquanto o remake com Henry Cavill não sai, conheça o clássico de 35 anos – em cartaz na Netflix

Star Trek

Passamos da fantasia para a ficção científica. A franquia Star Trek (ou Jornada nas Estrelas, como era conhecida no passado) é uma das mais duradouras da cultura pop, tendo iniciado ainda na década de 1960, numa série de TV muito popular. Inúmeras séries derivadas depois e uma carreira bem sucedida também nos cinemas – onde as aventuras da tripulação original e também da Nova Geração foram adaptadas -, a franquia ganharia um reboot em 2009. Essa nova linha narrativa rendeu três filmes, em blockbusters protagonizados por Chris Pine, Zachary Quinto e Zoe Saldana. Por um tempo, ninguém menos que Quentin Tarantino estava ventilando rumores de que iria dirigir um filme desta franquia. Nada ficou confirmado, mas o que começa a tomar forma de fato é o quarto filme com a narrativa do reboot, novamente com o mesmo elenco – que agora tem o diretor de WandaVision, Matt Shakman, no comando e estreia prometida para o final de 2023. Há 35 anos no passado, era lançado nos cinemas o quarto filme da franquia, subtitulado A Volta para Casa, o mais elogiado com a tripulação original.

Alien

Por falar em filmes de ficção científica queridos dos fãs, aqui temos uma franquia que é uma verdadeira unanimidade, e que sempre desperta a discussão sobre qual de fato é o melhor: o original Alien de 1979, ou sua continuação Aliens – O Resgate, lançado há 35 anos. O criador de tudo Ridley Scott bem que tentou cuidar da franquia de novo, mas terminou entregando pré-sequências problemáticas com Prometheus (2012) e principalmente Alien Covenant (2017). No processo jogou para escanteio o diretor Neill Blomkamp, que empolgou os fãs com suas artes conceituais e iria dirigir um quinto filme de Alien, continuando a história diretamente após o segundo. Agora o que acontece é que nas mãos da Disney, após a compra da Fox, Alien terá seu destino nas telinhas, em uma nova série da FX.

A Pequena Loja de Horrores

Ainda no terreno do terror, aqui temos um clima assustador de mentirinha. Há 35 anos era lançado no cinema este longa musical sobre uma planta carnívora falante, cantante e devoradora de carne humana. A obra que conta com nomes como Rick Moranis, Bill Murray, John Candy e Steve Martin em seu elenco é na verdade uma adaptação para as telas de um musical da Broadway criado por Howard Ashman (que também assina o roteiro do longa). O musical dos palcos, por sua vez, foi uma nova roupagem dada um clássico cult do cinema B, lançado em 1960, escrito e dirigido pelo mestre Roger Corman. Agora, uma nova versão é planejada, ainda na forma de um musical e tem nomes como Scarlett Johansson, Chris Evans e Taron Egerton vinculados no elenco nos papeis principais.

Os Aventureiros do Bairro Proibido

Clássico absoluto da Sessão da Tarde na Globo, essa obra inesquecível de John Carpenter foi lançada há exatos 35 anos atrás. Essa é provavelmente um dos filmes que mais frustrou os fãs na época por não ter seguido em uma tão prometida continuação. O desfecho deixa um baita gancho para tal e o filme tinha tudo para render o dois. Acontece é que o longa não obteve o sucesso esperado de bilheteria e assim os planos foram por água abaixo. Há muito tempo que Hollywood pensa em continuar essa história e o caminho mais provável para isso é um remake. Ainda hoje o grandalhão Dwayne Johnson segue vinculado ao projeto para estrelar nas formas do novo Jack Burton, o caminhoneiro imortalizado por Kurt Russell no original. Resta esperar para saber se algum dia esta ideia irá sair do papel.

O Massacre da Serra Elétrica

Ao mesmo tempo uma das maiores e mais adoradas franquias de terror barra-pesada do cinema, O Massacre da Serra Elétrica é também uma das franquias mais irregulares do gênero. É só percebermos o que o próprio criador Tobe Hooper fez ao entregar a primeira continuação. Enquanto o original de 1974 é um filme cru e visceral, banido em diversos países na época, o mesmo diretor lançava a sequência há 35 anos, em 1986. Acontece que ao invés do clima original, o cineasta criava basicamente uma paródia surrealista, com uma comicidade latente, mais em sintonia com a era dos slashers da década de 80. Agora, o produtor Fede Alvarez (O Homem nas Trevas) tira um novo produto desta franquia, que será uma continuação direta do original e também um reboot. Na trama, teremos o retorno da protagonista original, Sally, agora vivia por outra atriz. A história se passará muitos anos depois dos acontecimentos do original. A Netflix ficará responsável por lançar o terror.

Série baseada em ‘O Ataque dos Vermes Malditos’ é CANCELADA!

Péssimas notícias para quem estava esperando o retorno de Kevin Bacon à cidade de Perfeição. O canal SyFy decidiu não seguir em frente com o projeto depois do piloto da série, baseada em ‘O Ataque dos Vermes Malditos‘, ter sido filmado.

Quem divulgou a notícia foi o próprio Bacon em seu instagram:

“Triste em reportar que o meu sonho de revisitar o mundo de Perfeição não se tornará realidade. Apesar de termos feito um episódio fantástico, o canal decidiu não seguir em frente. Agradeço ao nosso incrível elenco e toda equipe por trás das câmeras que trabalharam duro no projeto. E sempre fiquem atentos com GRABOIDS!”

 

A série se passaria 25 anos depois que os Graboids quase destruíram a cidade de Perfeição. Bacon reprisaria o seu papel como Valentine McKee, que acabou com os vermes uma vez e tentaria novamente; mas primeiro ele teria que lidar com a idade, álcool e um delirante completo de herói.

Apesar da série não seguir em frente, a Universal já expressou interesse em ‘O Ataque dos Vermes Malditos 7‘, e atualmente está desenvolvendo a nova sequência.

‘Nós’: Terror do diretor de ‘Corra!’ ganha trailer nacional ASSUSTADOR; Assista!

A Universal Pictures divulgou o trailer nacional do terror ‘Nós‘, novo filme de Jordan Peele, diretor do sucesso ‘Corra!‘.

Confira:

Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”

O elenco conta com Lupita Nyong’oDuke Nicholson, Evan Alex, Madison Curry, Cali Sheldon, Noelle Sheldon,  Tim Heidecker,Yahya Abdul-Mateen II, Anna Diop Shahadi Wright Joseph.

O terror chega aos cinemas nacionais em 21 de março.

‘Carnival Row’: Série de fantasia da Amazon já está disponível na Prime Video

A primeira temporada da série ‘Carnival Row‘, estrelada por Orlando Bloom e Cara Delevingne, já está disponível na Amazon. Todos os 8 episódios já estão disponíveis no serviço de streaming Prime Video.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

Confira o trailer:

Criada por René Echevarria e Travis Beacham, a trama foi originalmente escrita como um filme, mas posteriormente foi adaptada para o formato de série.

A trama é situada na vitoriana Burgue, cidade de atmosfera noir habitada por humanos e criaturas mágicas, como fadas, onde crimes em série começam a acontecer. Um detetive se põe em busca do serial killer dessas figuras místicas e acaba se tornando o principal suspeito dos homicídios.

O elenco conta com Orlando Bloom, Cara Delevingne, David Gyasi, Tamzin Merchant, Andrew Gower e Karla Crome.

‘Sex Education’: Elenco prepara um smoothie em novo vídeo divertido; Assista!

Para promover a série ‘Sex Education‘, a Netflix divulgou um novo vídeo divertido com o elenco preparando um delicioso smoothie.

Confira:

A Netflix renovou oficialmente a série ‘Sex Education‘ para a 3ª temporada. Confira o divertido teaser do anúncio:

A série foi criada por Laurie Nunn.

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco inclui Asa Butterfield, Emma Mackey, Gillian Anderson, Chaneil Kular, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

‘Cloverfield’: Sequência DIRETA do primeiro filme está em desenvolvimento

De acordo com o THR, Joe Barton foi contratado para escrever o roteiro de uma sequência direta do filme ‘Cloverfield – Monstro‘, que está sendo desenvolvido pela Bad Robot.

O site afirma que a continuação não seguirá o formato found footage do primeiro filme, mas detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

A franquia rendeu duas sequências independentes, ‘Rua Cloverfield, 10‘ e ‘The Cloverfield Paradox‘, que narram histórias completamente diferentes e sequer são ambientadas no mesmo universo.

Apesar de cada filme ter sua própria história, ‘The Cloverfield Paradox‘ explicou que uma fenda no espaço-tempo fez vários tipos de monstros aparecerem em diferentes timelines e realidades, o que ajuda a entender como os filmes são conectados tematicamente.

‘Ninguém Sai Vivo’ é uma “sequência espiritual” de ‘O Ritual’, revela diretor

Em entrevista ao Bloody Disgusting, Santiago Menghini, diretor do terror sobrenatural ‘Ninguém Sai Vivo‘ (No One Gets Out Alive), revelou que o longa é uma “sequência espiritual” de ‘O Ritual‘, de David Bruckner – que é responsável pela produção desse filme.

“Era minha intenção fazer um filme com o mesmo espírito que ‘O Ritual’. Eu amo esse filme e sabia que o material de origem era muito parecido. [O diretor de ‘O Ritual’, David] Bruckner é um gênio, e eu queria trazer um elemento desse filme no projeto, pois eu o admiro muito. Ambos os filmes compartilham o mesmo tom e algumas similaridades. Eu me inspirei muito nele. Sinto que é uma sequência espiritual.”

Ela completa, “Eu tive a chance de trabalhar com várias pessoas talentosas que também haviam trabalhado em ‘O Ritual’. Uma deles é o Keith Thompson, o mesmo designer de criatura. Ele é genial, e acrescentou muito ao nosso filme. O material de origem é meio vago na descrição da nossa entidade, mas, trabalhando com o Keith, criamos algo que eu espero se tornar memorável.”

Vale lembrar que o terror já está disponível na Netflix!

Confira o trailer:

Dirigido por Santiago Menghini, o longa é baseado no livro homônimo escrito por Adam Nevill.

A trama acompanha uma imigrante na busca do sonho americano que, depois de ser forçada alugar um quarto em uma pensão, se encontra em um pesadelo no qual ela não consegue escapar.

Cristina RodloMarc Menchaca estrelarão a adaptação.

‘O Predador: A Caçada’ terá uma “raça diferente de Predador”, afirma o diretor

Em entrevista ao ComicBook, o diretor Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10’) revelou que o filme ‘O Predador: A Caçada‘ (Prey) terá uma “raça diferente” de Predador, que deve trazer inovações nunca vistas antes na franquia.

“Acredito que o novo Predador é de um hemisfério diferente do planeta – uma raça diferente. Apesar de parecer similar [aos Predadores anteriores], ele é algo novo. Estou animado para que os espectadores confiram algo que eles nunca viram antes.”

Ele completa, “Esse Predador existe em um universo 300 anos no passado. Acredito que em filmes de ficção científica, o tempo passa muito devagar, como em ‘Star Wars’ e ‘Star Trek’. Naves não sofrem muitas alterações.”

Vale lembrar que o longa será lançado pelo Star+ no dia 5 de agosto.

Confira o trailer legendado:

Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10’) é responsável pela direção.

A história vai seguir Kee, uma mulher comanche que vai contra as normas e tradições de gênero para se tornar uma guerreira. Muitos anos atrás – em uma época antes de qualquer europeu invadir suas terras –, o povo Comanche tinha uma sociedade e normas de gênero bem definidas. Kee é muito próxima de seu irmão mais novo, Taabe, que está sendo preparado para ser um líder. Tão capaz quanto qualquer jovem da tribo, Kee sempre foi uma professora e fonte de inspiração para Taabe. Na tradição Comanche – ela é Patsi – a irmã mais velha que ajudou a moldá-lo. Kee é inspiradora e tem insights que os outros não têm. Jovem, ela quer provar a si mesma no mundo masculino do seu povo. Quando uma ameaça desconhecida coloca todos em perigo, Kee terá que mostrar que é tão capaz quanto qualquer outro guerreiro.

Amber Midthunder (‘Legion’) estrela a produção.

‘O Matador’: Nathalie Emmanuel estrelará o remake dirigido por John Woo

De acordo com o Bloody Disgusting, Nathalie Emmanuel (‘Convite Maldito’) entrou para o elenco do remake ‘O Matador‘, que será comandado por John Woo – diretor do longa original.

A atriz ficou conhecida por seus papéis na série ‘Game of Thrones‘ e na popular franquia ‘Velozes e Furiosos‘. Infelizmente, detalhes sobre sua personagem não foram divulgados.

Omar Sy (‘Jurassic World’) também será um dos protagonistas.

O roteiro da nova versão é assinado por Matthew Stuecken, Josh Campbell, Eran CreevyBrian Helgeland.

A distribuição doméstica acontecerá pelo Peacock, plataforma de streaming da NBCUniversal. Enquanto isso, no mercado internacional, não há uma definição.

Dessa vez a ideia é misturar elementos de espionagem com cenas de ação poderosas, mantendo a essência do original. ‘O Matador‘ trouxe Chow Yun-fat, Sally Yeh, e Danny Lee no elenco principal, e ficou conhecido por sua violência e, também, pelas suas belas cenas de tiroteio.

A expectativa é que a produção seja lançada ainda em 2023.

Atriz de ‘A Morte do Demônio: A Ascensão’ é ATERRORIZADA no trailer de ‘Monolith’; Confira!

O terror ‘Monolith‘, estrelado por Lily Sullivan (‘A Morte do Demônio: A Ascensão’), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Matt Vesely é responsável pela direção.

“Enquanto tenta salvar sua carreira, uma jornalista começa a investigar uma estranha teoria da conspiração. Mas à medida que as pistas a levam desconfortavelmente perto de casa, ela se vê obrigada a lidar com as mentiras que estão no cerne de sua própria história.”

O roteiro foi assinado por Lucy Campbell.

O terror será lançado em VOD no dia 16 de fevereiro.

Andrew Garfield e Florence Pugh no trailer DUBLADO do romance ‘Todo Tempo Que Temos’; Confira!

A Imagem Filmes divulgou o trailer dublado de ‘Todo Tempo Que Temos‘ (We Live In Time), romance com Florence Pugh (‘Adoráveis Mulheres’) e Andrew Garfield (‘Tick, Tick… Boom!’).

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

John Crowley é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Nick Payne.

As vidas de Almut (Pugh), uma talentosa chef de cozinha, e Tobias (Garfield), um homem recém-divorciado, mudam para sempre quando eles se conhecem. Após um encontro inusitado, eles se apaixonam e constroem o lar e a família que sempre sonharam, até que uma verdade dolorosa põe à prova essa história de amor. Decididos a enfrentar as dificuldades, Almut e Tobias embarcam numa jornada emocionante, onde vão aprender que cada minuto conta quando estamos ao lado de quem amamos.

O elenco ainda conta com Adam JamesMarama CorlettAoife HindsNikhil ParmarHeather CraneyKara Lynch.

poster todo tempo que temos

Devoradores de Estrelas

(Project Hail Mary)

 

Elenco:

Ryan Gosling
Sandra Hüller
Liz Kingsman

 

Direção: Phil Lord, Christopher Miller

Gênero: Ficção Científica

Duração: 156 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 150 milhões

Estreia: 19 de Março de 2026

Sinopse: 

Em DEVORADORES DE ESTRELAS, o professor de ciências Ryland Grace acorda em uma espaçonave anos-luz de casa sem memória de quem ele é ou como chegou lá. Enquanto sua memória volta, ele começa a descobrir sua missão: desvendar o misteriosa substância que está causando a morte do Sol. Ele deve contar com seu conhecimento científico e ideias inesperadas pra salvar a Terra da extinção… até que uma amizade inesperada marque que ele não precisa fazer isso sozinho.

Crítica: 

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Curiosidades: 

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» O longa é baseado no romance homônimo de Andy Weir;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Avião cai em águas infestadas de TUBARÕES no trailer do novo terror do diretor de ‘Do Fundo do Mar’

O terror ‘Deep Water‘, próximo filme de tubarão assassino do diretor Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’), ganhou trailer completo.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de julho, pela Diamond Films.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

“Um grupo eclético de passageiros internacionais, cujo voo partiu de Los Angeles e está a caminho de Shanghai, é forçado a fazer um pouso de emergência em águas infestadas por tubarões. Logo, eles terão que trabalhar juntos para superar suas diferenças se eles quiserem escapar do avião que está lentamente afundando e dos predadores famintos atraídos pelos destroços.”

Aaron Eckhart e Ben Kingsley estrelam. O elenco ainda conta com Molly WrightAngus SampsonKelly Gale, Li WenhanNashi.

Este é o primeiro projeto de Simmons/Hamilton Prods, nova produtora criada por Gene SimmonsGary Hamilton.

Começa a produção de filme que mistura ‘Jurassic World’ e ‘Jogos Vorazes’

Não, isso não é uma piada de mau gosto, tão pouco algum vestígio de primeiro de abril. Um filme que faz um crossover entre ‘Jurassic World’ e ‘Jogos Vorazes’ está realmente em produção e com o título mais óbvio possível: ‘The Jurassic Games’.

Dirigido e roteirizado por Ryan Bellgart (‘Gremlin’), ‘The Jurassic Games’ vai trazer os elementos principais de ambos os filmes, em um thriller que será estrelado por Ryan Merriman (‘Premonição 3’) e Perrey Reeves (‘Entourage’).

A trama imagina um mundo no futuro próximo onde 10 prisioneiros sentenciados à morte são escolhidos para competir nos Jogos Jurássicos, um jogo de realidade virtual que coloca seus competidores contra dinossauros e, claro, contra si mesmos. Aqui, se você morre dentro do universo virtual, morre também na vida real. E para Anthony Tucker (Adam Hampton), sobrevivência é sua única chance de reencontrar com seus filhos após ser erroneamente preso pelo assassinato de sua esposa.

Seguindo a mesma premissa original de ‘Jogos Vorazes’, os participantes também enfrentarão desafios que serão acrescentados pelo The Host, o apresentador do programa. E tal como no sucesso de bilheteria, só pode haver um vencedor, que conquistará sua liberdade ao ganhar os Jogos Jurássicos.

Segundo Galen Christy, chefe da produtora High Octane Pictures, ‘The Jurassic Games’ possui um conceito muito interessante:

High Octane Pictures está muito empolgada para trabalhar novamente com Ryan Bellgardt, indiscutivelmente um dos novos cineastas mais talentosos no ramo. ‘The Jurassic Games’ é um conceito muito interessante, é em partes ‘Jogos Vorazes’ e parte ‘Jurassic Park’…além de ser extremamente divertido. Com Bellgardt atrás das câmeras e o elenco fantástico que alinhamos para o filme, é definitivamente uma obra para cinéfilos. Será ‘dino-mite’”.

Produzido pela High Octane Pictures em parceria com a Oklahoma Film + Music Office, ‘The Jurassic Games’ ainda não possui data de estreia.
Bryce Dallas Howard revela detalhes sobre sua personagem em ‘Jurassic World 2’ 

Jurassic World 2‘ tem estreia marcada para 22 de Junho de 2018.

Confira as várias semelhanças entre ‘Jurassic World’ e ‘Jurassic Park’ 

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Confira 10 curiosidades sobre ‘Jurassic World’

 

Diretor de ‘La La Land’ criará “inovadora” série para a Apple

O cineasta vencedor do Oscar, Damien Chazelle, vai dirigir e roteirizar uma nova série para a Apple. A informação foi revelada pelo site The Hollywood Reporter.

O diretor de ‘La La Land: Cantando Estações’ ainda vai contar com Jordon Horowitz e Fred Berger como produtores. A dupla trabalhou com Chazelle no premiado musical vencedor do Oscar.

Ainda sem nome, nenhum detalhe a respeito da trama foi revelado. A única descrição que se sabe é que a série será “inovadora”.

 

‘Creed II’: Adonis Creed pronto para o combate em novas imagens; Confira!

Creed II‘, a continuação de ‘Creed: Nascido para Lutar (2015), ganhou duas novas imagens, que trazem o lutador Adonis Creed com um uniforme monocromático todo repaginado, pronto para o combate.

Confira:



“A vida se tornou um ato de equilíbrio para Adonis Creed. Entre as obrigações pessoais e os treinos para sua próxima luta, ele está contra o grande desafio da sua vida. Enfrentar um oponente que tem ligações com o passado da sua família intensifica a batalha iminente no ringue. Rocky Balboa está ao lado durante tudo isso e, juntos, Rocky e Adonis confrontarão seu legado compartilhado, questionaram pelo que vale a pena lutar e descobrirão que nada é mais importante do que a família. Creed II é sobre voltar ao princípio para redescobrir o que o tornou um campeão em primeiro lugar e lembrar que, não importa aonde você vá, você não pode escapar do que você é”

Creed – Nascido para Lutar‘ já arrecadou mais de US$ 100 milhões somente nos EUA.

Com direção de Steven Caple Jr. (‘Class’), o longa tem estreia marcada para 21 de novembro de 2018.

‘Era uma Vez em Hollywood’: Leonardo DiCaprio solta o vozerão em cena deletada; Assista!

Uma nova cena deletada de ‘Era Uma Vez… Em Hollywood‘ foi divulgada pela Sony Pictures e ela traz o astro Leonardo DiCaprio tentando soltar o seu vozerão em um programa de variedades chamado Hullabaloo.

A divertida cena destaca a falta de habilidades vocais de seu personagem, que desafina a cada nota, sem se preocupar.

Confira a cena:


O filme será lançado nas plataformas digitais no dia 27 de novembro e em DVD e Blu-ray em 11 de dezembro.

Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou ótimos US$ 368.9 milhões mundialmente.

‘Fronteiras do Universo’: Uma guerra está chegando nos próximos episódios da 2ª temporada; Assista ao trailer!

Uma guerra está a caminha nos próximos episódios da 2ª temporada de ‘Fronteiras do Universo‘ (‘His Dark Materials’), conforme revela o novo trailer da produção.

O vídeo promocional, divulgado pela HBO, anuncia o que os fãs podem esperar pelas próximas semanas no novo ciclo da série.

Confira:

A nova temporada irá estrear no dia 16 de novembro.

A nova temporada acompanhará os planos de Lord Asriel (James McAvoy) depois que ele abriu uma ponte para um novo mundo, enquanto Lyra (Dafne Keen) segue seus passos rumo ao desconhecido e tenta lidar com a morte do melhor amigo.

Criada por Jack Thorne, a série foi desenvolvida em parceria entre a HBO e a BBC One, e é baseada na saga literária escrita por Philip Pullman.

Lyra Belacqua é uma órfã, ela vive em um mundo na qual as pessoas estão ligadas diretamente com um daemon, que pode ser qualquer tipo de animal. Criada pelos catedráticos na Universidade Jordan, ela presencia uma revelação que pode mudar tudo. Contudo a sua vida é catapultada quando conhece a bela e misteriosa Sra Coulter.

O elenco inclui Dafne Keen, Ruth Wilson, James McAvoy, Clarke Peters e Lin-Manuel Miranda.

O primeiro livro foi adaptado aos cinemas em 2006, com o filme ‘A Bússola de Ouro‘. Com orçamento de US$ 180 milhões, o filme arrecadou apenas US$ 372 milhões mundialmente, o que encerrou a continuidade da franquia.

Crítica Netflix | tick, tick…BOOM!: Andrew Garfield brilha em enérgico musical de Lin-Manuel Miranda

Riffs de guitarra marcantes e uma sonoridade permeada por ritmos diversos fizeram de Jonathan Larson uma figura única que até hoje ecoa nos mais recentes musicais, sejam eles da Broadway ou de Hollywood. De sucesso tão meteórico que sua própria vida não conseguiu acompanhar (tendo morrido um dia antes da estreia do seu maior sucesso, Rent), ele ainda segue como um marco artístico, inspirando gente como Lin-Manuel Miranda, que faz de tick, tick…BOOM! sua própria carta de amor ao artista que ajudou a moldar o seu talento.

Adaptando o musical autobiográfico de um homem só de Larson, Miranda estreia na direção sem muito alarde, em um longa com uma bela – porém – simples estética diretorial. Sem a obrigatoriedade de inovar dentro do gênero, o aclamado e talentoso compositor e ator vai para trás das câmeras apenas com o objetivo de fazer o canto intimista de Jonathan Larson ser ouvido, dando vida, cor e performance para o espetáculo de baixíssimo orçamento que nunca chegou aos palcos da Broadway, na época de seu lançamento.

E ao pintar o amor e sonho utópico de Larson pelo teatro, Lin-Manuel Miranda faz de tick, tick…BOOM! uma experiência cinematográfica deliciosa, enérgica – como o criativo compositor no qual se inspira – e divertida. Com números musicais bem distintos e que fogem dos moldes do formato padrão seguido pela Broadway até a chegada do transformador Rent, a produção é colorida, conta com um design de produção que vez outra peca por pesar nos efeitos visuais, mas brilha nas canções mais performáticas. Apresentando sets dinâmicos e quase plásticos – de tão bem desenhados -, o filme tenta ilustrar a escassez e preciosidade do tempo, quando a vida adulta bate à porta, nos levando a abrir mão dos sonhos mais insanos que temos.

E nessa eclosão simbólica projetada em tela, Andrew Garfield adquire uma nova persona, provando uma vez mais sua versatilidade em cena. Migrando de The Eyes of Tammy Faye, onde interpretou um pastor corrupto, para a efervescência da Broadway neste musical, o indicado ao Oscar transforma sua expressividade como quem troca de roupa e entrega o seu próprio show para a audiência. Com uma caracterização mais dramática e toda gesticular, Garfield entende o seu protagonismo e faz de sua versão de Jonathan Larson atraente, cativante e apaixonante.

Com o filme entregue nas mãos do ator, é difícil tick, tick…BOOM! errar. E ainda que nem todos os números musicais funcionem em sua essência, a produção roteirizada por Steven Levenson não deixa os fãs do gênero na mão. Trazendo uma ótima dinâmica de Garfield, com Vanessa Hudgens e principalmente Alexandra Shipp, o musical é uma jornada nostálgica imperfeita, mas que honra Larson e seu talento, à medida em que o apresenta para uma nova audiência que talvez não saiba a dimensão do seu valor para a arte contemporânea como a conhecemos.

‘Patel’: Releitura de Shakespeare revela elenco sul-asiático estrelado por Utkarsh Ambudkar, Kal Penn e mais

A aguardada adaptação ‘Patel‘, inspirada em Macbeth, acaba de finalizar suas filmagens e revelou um elenco repleto de nomes de destaque da comunidade sul-asiática no cinema e na televisão.

Conforme revelado com exclusividade pela Variety, a produção, comandada pelo diretor e roteirista Ravi Kapoor (Four Samosas), traz uma nova abordagem à tragédia clássica de Shakespeare, ambientada no universo dos motéis gerenciados por imigrantes indianos nos Estados Unidos.

O filme será estrelado por Utkarsh Ambudkar (Fantasmas), Richa Moorjani (Eu Nunca…), Kal Penn (The Namesake), Kunal Nayyar (The Big Bang Theory), Danny Pudi (Community), Meera Simhan (Cross), Pete Holmes (Crashing), Nik Dodani (Atípico), Bernard White (The Matrix Revolutions), Punam Patel (Special), Randall Park (Meu Eterno Talvez), Rizwan Manji (Schitt’s Creek) e Jae Suh Park (Friends From College).

Segundo Kapoor, Patel é uma “tragédia gângster com humor deadpan”, que propõe uma leitura ousada e contemporânea de Macbeth, centrada na ambição e nas dinâmicas familiares no contexto da diáspora sul-asiática.

“É o ‘Macbeth’ como você nunca viu antes — sombrio, sangrento e cômico, com um elenco que representa o melhor do nosso talento”, comentou o diretor.

O elenco ainda está envolvido na produção como parte do time executivo, comprometido com a valorização de vozes sub-representadas no cinema. Kal Penn, Richa Moorjani, Danny Pudi, Meera Simhan e Rizwan Manji também atuam como produtores executivos, ao lado de nomes como Anita Bhatia, Shruti Ganguly, Jennifer Verma (Camelback Productions) e Christine Yi (Gold House).

Com produção de Junglee Films, Prism Entertainment e Camelback Productions, o filme teve as filmagens realizadas em Los Angeles e está previsto para ser finalizado ainda este ano.

‘Maze Runner: A Cura Mortal’ ganha novo clipe cheio de ação; Vem ver!

Maze Runner: A Cura Mortal ganhou um novo clipe cheio de ação, mostrando Minho sendo perseguido. Assista:

Na trama, por trás de uma possibilidade de cura para o Fulgor, Thomas irá descobrir um plano maior, elaborado pelo Cruel, que poderá trazer consequências desastrosas para a humanidade. Ele decide, então, entregar-se ao Experimento final. A organização garante que não há mais nada para esconder. Mas será possível acreditar no Cruel? Talvez a verdade seja ainda mais terrível, uma solução mortal, sem retorno.

O filme agora chega aos cinemas nacionais dia 25 de Janeiro de 2018.

 

 

Minha Fama de Mau

Elenco:

Chay Suede

Isabela Garcia

Gabriel Leone

Direção: Lui Farias

Gênero: Biografia, Musical

Duração: — min.

Distribuidora: Downtown Filmes / Paris Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 14 de Fevereiro de 2019

Sinopse:

O jovem Erasmo Carlos (Chay Suede) alimenta uma paixão: o rock and roll. Fã de Elvis Presley, Bill Halley & The Comets e Chuck Berry, ele aprende a tocar violão e passa a perseguir a ideia de viver da música. Misturando talento e um pouco de sorte, ele conquista a admiração do apresentador de TV Carlos Imperial, um cara influente no meio artístico, e através dele conhece o cantor Roberto Carlos, com quem começa a compor diversas canções. A parceria dá muito certo e o sucesso logo chega, transformando para sempre a vida de Erasmo.

Crítica | Minha Fama de Mau – Biografia musical enérgica e leve sobre a Jovem Guarda (Nota: 7.0)

Entrevistas: 

Curiosidades: 

» Biografia do cantor Erasmo Carlos;

Trailer:

Cartazes:

 

Fotos:

Made In Brasil | Página ensina biologia com personagens da Cultura Pop mundial

Hoje é a última segunda-feira de Outubro, o que significa que é dia da última parte do especial CinePOP Made In Brasil. Uma série de entrevistas que têm como base dar visibilidade a projetos independentes que agreguem à Cultura Pop no Brasil. Para encerrar bem o especial, vamos falar com Luciano Vaz, criador da página Biologia Cultural. Um projeto que utiliza personagens de filmes, séries e desenhos animados para ensinar biologia para as pessoas. Confira!

 

Primeiramente, por que você não se apresenta?

Sou Luciano Vaz e me considero um “workaholic” na minha área, que é a biologia. Sempre arrumo um tempo para trabalhar na área rs. Bem, sou licenciado em ciências biológicas pela Universidade Unigranrio, sou biólogo de formação. Hoje, sou pós-graduando em Geologia do Quaternário pelo Museu Nacional, da UFRJ. Por ser licenciado, trabalho como professor para aluno de Ensino Fundamental, Médio e também pré-vestibular, então ajudo pré-vestibulandos. Trabalho também diretamente com divulgação científica no Biologia Cultural, que é uma página que criei e atualmente é vinculada ao GBioTra, que é um grupo de Biotrabalho, do qual também faço parte, que mexe diretamente com divulgação científica, onde também dou palestras, para divulgar e popularizar a ciência por meio do Biologia Cultural. Também sou membro do grupo do grupo de biologia forense da UFRJ. Eu faço de tudo um pouco.

Como você decidiu fazer biologia?

Eu sou apaixonado pela paleontologia desde pequenininho. Mas, além da paleontologia, eu amo esporte. Então, em 2009, eu acabei cursando educação física pela UFRJ. Passei no vestibular e acabei cursando só dois períodos, porque eu descobri que realmente não era minha área. Eu continuo amando esporte, mas não é era o que eu queria para a minha vida. Mas, durante toda a minha vida, eu sempre pesquisei realmente o que eu tinha que fazer para me tornar um paleontólogo. E a biologia era uma das áreas que eu podia seguir para me tornar um paleontólogo. Então, através do ENEM, consegui uma bolsa para cursar licenciatura em ciências biológicas na Universidade Unigranrio de Duque de Caxias. Eu me formei e logo depois consegui entrar no curso de especialização em geologia do quaternário, para que eu possa seguir no caminho para me tornar um paleontólogo. Então assim, desde sempre a biologia tá presente na minha vida. E foi a paleontologia que me fez seguir esse rumo. Não tinha jeito.

Bem, eu já imagino qual seja, mas vale a pergunta. Qual o seu filme favorito? Ele exerceu alguma influência no projeto?

Mais uma vez a paleontologia vem influenciando minha resposta rs. Todos os cinco filmes lançados de Jurassic Park são os meus preferidos. Claro, o primeiro, de 1993, é um marco na minha vida. Foi o que me fez traçar a paleontologia como meta de vida. Mas acho que é muito difícil definir qual deles é meu preferido. E, sim, eles influenciaram totalmente na minha vida profissional. E são o exemplo perfeito da mistura de biologia com a cultura pop. A ficção e aventura fazem gerações sonharem e se interessarem pelo mundo da ciência. Jurassic Park é, hoje, minha maior paixão. E pra sempre será, eu acho.

 

O que é o Biologia Cultural?

É uma página que tenho no Facebook onde pego personagens da cultura pop, como o Papa-Léguas ou um Pokémon, e conto um pouco mais sobre o animal da vida real no qual esse personagem foi baseado. Porém, a Biologia Cultural é bem mais que “só” a página, é uma área de estudo na qual pesquisamos qualquer influência biológica em qualquer manifestação cultural, seja por meio de um livro, um filme, uma série, um poema, uma música, brasões de times de futebol, de cidades… Tudo que estiver ligado a biologia nessas manifestações culturais, nós classificamos e estudamos. A Biologia Cultural também ajuda no processo de divulgação científica. Vou te dar um exemplo: Numa sala de aula, onde vou ensinar sobre os equinodermos, que são as estrelas do mar, os ouriços marinhos. Ou então vou falar sobre os moluscos, poríferas… Quem eu posso usar para deixar esse mundo mais próximo dos alunos? Eu vou usar como exemplo o desenho do Bob Esponja. Isso traz o aluno para mais perto da área, vai fazer com que ele foque mais na ciência. É um incentivo a mais para que ele queira estudar aquilo. Ele ajuda não só que conheçamos um pouco mais sobre nossa fauna e nossa flora, que está presente aí o tempo inteiro na nossa vida, mas também ajuda no processo de divulgação científica.

Em julho desse ano, um elefante marinho apareceu nas praias do Rio de Janeiro. Claro que virou post da página! O Leôncio, do Pica-Pau, foi usado como comparativo.

De onde veio a ideia de começar esse projeto?

A ideia de começar o projeto surgiu em 2017, depois de participar de um curso de uma semana sobre entomologia cultural, na biosemana da UFRJ. Esse curso foi ministrado pelo professor Elidiomar Ribeiro, que é um entomólogo da Unirio, e ele, durante essa semana, explicou pra gente o que era a biologia cultural em si. Eu fiquei apaixonado pela área e até mesmo o meu trabalho de conclusão de curso foi sobre biologia cultural. Eu desmistifiquei os tubarões, imagem dos tubarões, usando a zoologia cultural como modelo de ensino. E o professor foi um dos grandes incentivadores para que eu criasse a página e fizesse essa divulgação científica. Hoje, a gente tem mostras de biologia cultural, colóquios de zoologia cultural e tudo isso é onde a galera se junta, bate um papo sobre a área, mostra seus trabalhos, faz palestras sobre divulgação científica, sobre a área de biologia cultural. Foi isso que me despertou para a área e me fez começa a página.

O professor Elidiomar e Luciano.

Qual você acha que é o público-alvo da página?

O público-alvo de todo e qualquer divulgador científico é o povo. É a galera “leiga”, digamos assim. Porque o maior erro de um cientista é ficar fechado no seu mundinho, né? Divulgando ciência apenas para cientistas, esquecendo que fora dessa bolha tem muita gente que não está sendo alimentada pela ciência. Então, é por isso que temos um grande número de negacionistas da ciência espalhados pelo mundo, justamente por não divulgarmos a ciência. Então, a Biologia Cultural tem como objetivo dialogar com o povo. Todo o trabalho que a gente de divulgação científica é feito com uma linguagem coloquial para que a galera possa entender. Claro, a gente mantém um processo de divulgação entre os cientistas com dados mais precisos. Mas, para que possamos divulgar a ciência para o público, a gente precisa de uma linguagem mais tranquila e acessível. Não existe outro público-alvo que não seja o povo.

E como você acha que a Cultura Pop impactou no projeto e na sua vida?

A cultura pop faz parte do meu trabalho. A Biologia Cultural é alimentada por cultura pop 24h por dia, 7 dias por semana. Eu me divirto trabalhando, porque eu preciso assistir filmes e séries, ler livros livros, HQs… Eu junto o útil ao agradável. A cultura pop está na minha vida todos os dias por conta do meu trabalho de divulgação científica.

Biologia e cultura pop aproximam os jovens da ciência.

Para encerrar. Eu vi muita gente sugerindo o lançamento de um livro seguindo o tema da página. Existe algum plano para isso?

Olha, eu posso dizer que é um sonho não tão distante assim. Eu tenho uma ideia do Biologia Cultural ser futuramente lançado em livro ou revistam, talvez com um compilado dos textos que eu já produzi, mas é um processo lento e um pouquinho complicado. Já se tem a ideia de talvez produzir uma história envolvendo a biologia cultural. É aquela história, né? 1001 ideias surgem na cabeça. Mas, sim, existe uma chance disso acontecer e espero que aconteça em breve. Ok, vou dar um spoiler. Você já imaginou uma reviravolta onde você tenha uma história envolvendo as grandes navegações com o folclore e até mesmo paleontologia? Pois é, pode acontecer em breve.

Crítica | A Gruta – Carolina Ferraz é Freira em Terror Independente Brasileiro

As produções do gênero terror estão vivendo um novo momento no Brasil. Depois dos mestres Zé do Caixão e Walter Hugo Khouri, que contribuíram tão significativamente para que tivéssemos opções de terror e horror por aqui, na última década o cinema nacional vem alargando seus horizontes, apostando em expandir o gênero para múltiplas abordagens e produzindo filmes dos mais variados subgêneros. É nessa trajetória que chega à Amazon Prime o longa independente ‘A Gruta’.

Jesus (Arthur Vinciprova) é o único sobrevivente de um desabamento ocorrido numa gruta, onde estava com a esposa, Ana (Nayara Justino), a guia de turismo (Luciene Martes) e um casal de amigos, Laura (Jhenifer Emerick) e Caio (Fábio Soares). Mas Jesus é encontrado em estado de alucinação, e, por isso, a policial Marina (Monica Izidoro) pede ajuda à irmã Helena (Carolina Ferraz), pois Jesus balbucia coisas sobre maldições e possessão. Porém, o que Helena não imaginava era que o que assombrou os jovens naquela gruta iria persegui-la também.

Quando tem pouca colaboração externa uma história corre o risco de ter seu entendimento restrito a apenas o imaginário de seu criador. E ‘A Gruta’ foi escrito, dirigido e estrelado por Arthur Vinciprova, de modo que o contexto geral passa ao espectador a sensação de que há algo mais na história que não está sendo dito ali – e não é dito mesmo. A subjetividade da trama impede a fácil compreensão do enredo, que se alterna entre o núcleo do passado (o que aconteceu na gruta) e o presente (com a tentativa de ajuda e investigação da irmã Helena); esses núcleos, por suas vezes, também intercalam momentos de lucidez e de alucinação, e tal mistura proporciona uma experiência truncada para o espectador.

Apesar da história pouco elucidativa, tem destaque as atuações de Jhenifer Emerick, cuja tensão na tal gruta é convincente, e Carolina Ferraz, desprendendo-se das Helenas televisivas e entregando uma freira cuja própria fé encontra-se vulnerável. Ver Carolina Ferraz se propor a um papel tão diferente ao que o grande público está acostumado a vê-la fazer (um desafio que ela começou a se propor em ‘A Glória e a Graça’, de 2017) é o ponto mais atrativo nesse ‘A Gruta’.

Assim, em ‘A Gruta’ temos dois planos fundamentais: o dos personagens da atualidade e os da dita assombração do passado – e, neste plano, há uma intenção de jogar luz sobre as injustiças raciais cometidas anteriormente nas quais os então personagens buscam revanche. Só que isso gera a problemática de tentar entrelaçar esses dois mundos com uma motivação plausível – que, cercada pela baixa captação do áudio, a falta de iluminação dentro do ambiente cavernoso e uma insegura construção do suspense, não alcança a expectativa do fã de filmes de terror.

Hoje, com as redes sociais e a tecnologia, os cinéfilos têm a oportunidade de acompanhar o início e a maturação da carreira de muitos cineastas brasileiros e, para vê-los melhorarem e prosperarem, é preciso darmos hoje uma oportunidade ao que eles e elas estão produzindo. ‘A Gruta’ é um terrorzinho experimental de baixo orçamento com uma boa intenção e pouco susto, mas vale para ficar de olho nos passos do elenco promissor, que tem potencial para ser lapidado para o futuro.

‘Supernatural’: Sam e Dean são destaque em novo clipe da temporada

A CW liberou hoje uma nova prévia do vindouro novo episódio de ‘Supernatural’. A cena mostra Sam e Dean discutindo sobre Miguel.

Confira:

Confira uma imagem do episódio 300 que mostrará o retorno de Jeffrey Dean Morgan para a série:

Atualmente em sua 14ª temporada, o 300º episódio de ‘Supernatural‘ será exibido no dia 7 de fevereiro. No Brasil, a Warner Channel exibe os episódios durante as terças, às 21h40.