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‘A Baleia’: Brendan Fraser emociona no trailer DUBLADO do aclamado drama; Confira!

A California Filmes divulgou o trailer dublado do drama ‘A Baleia‘ (The Whale), estrelado por Brendan Fraser (‘A Múmia’).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de fevereiro.

Darren Aronofsky, desde ‘Cisne Negro‘, é responsável pela direção.

Um professor de inglês recluso que vive com obesidade severa tenta se reconectar com sua distante filha adolescente para uma última chance de redenção.

O elenco ainda conta com Sadie Sink, Samantha Morton, Ty Simpkins e Hong Chau.

Sequência de ‘Através da Minha Janela’ ganha teaser e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou o primeiro teaser da sequência ‘Através da Minha Janela: Além-mar‘.

Além disso, o serviço de streaming anunciou que a produção será lançada na plataforma no dia 23 de junho.

Confira o teaser:

Na trama, a paixão de Raquel pelo vizinho vira algo a mais depois que ele também começa a sentir algo por ela, apesar das objeções da família.

Clara Galle e Julio Peña estrelam a produção. Hugo ArbuesEric MassipNatalia AzaharaGuillermo LasherasEmilia Lazo e outros completam o elenco.

Dirigido por Marçal Flores, o longa é baseado no livro homônimo de Ariana Godoy.

‘Homem-Formiga 3’ empata com ‘Eternos’ como o título mais mal avaliado da Marvel

A aprovação de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ continua despencando entre os críticos, e a sequência conta atualmente com 47% de avaliações positivas.

A marca configura um empate com ‘Eternos‘, longa dirigido por Chloé Zhao (‘Nomadland’) em 2021.

No entanto, como o novo filme do ‘Homem-Formiga‘ chegou aos cinemas há menos de uma semana, a nota pode cair ainda mais, fazendo-o ocupar o posto de título mais mal avaliado da história da Marvel Studios.

Como justificativa, alguns críticos disseram que a trama não adiciona nada de novo à franquia, além de se perder em meio ao caos do Reino Quântico, enquanto um dos únicos aspectos positivos é a atuação de Jonathan Majors como o vilão Kang, o Conquistador

Apesar disso, a sequência registrou a maior estreia global da franquia, com US$ 225.3 milhões arrecadados mundialmente.

Nos EUA, foram arrecadados US$ 104 milhões – quase o dobro da estreia do longa original (US$ 57.2M), em 2015. No mercado internacional, foram US$ 121.3 milhões.

Domesticamente, essa é a terceira melhor estreia para o feriado do Dia do Presente da história do cinema, atrás de ‘Pantera Negra‘ (US$ 202 milhões) e ‘Deadpool‘ (US$132 milhões). No entanto, a arrecadação internacional ficou abaixo das projeções. De acordo com o Deadline, o filme teve uma performance fraca em países asiáticos como a China e a Coreia, onde elementos de ficção científica não são muito populares.

O TOP 10 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$19.2M), Reino Unido (US$10.9M), México (US$8.7M), Coreia (US$7.2M), Austrália (US$5.3M), Indonésia (US$5.1M), Alemanha (US$4.5M), França (US$4.5M), Brasil (US$3.9M) e Índia (US$3.9M).

Em IMAX, ‘Quantumania‘ arrecadou US$24 milhões mundialmente – o que representa um resultado 28% acima da estreia dos dois primeiros filmes combinados, e o quarto maior lançamento no formato para o mês de fevereiro.

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O longa é novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Paul Rudd, Evangeline Lilly, Bill Murray, Michelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

‘The Last of Us’: Trailer LEGENDADO do 7º episódio revela o passado da Ellie; Confira!

A HBO divulgou o trailer legendado do sétimo episódio da série ‘The Last of Us‘, baseada no aclamado jogo homônimo, que irá ao ar no dia 26 de fevereiro.

Na trama do próximo capítulo, mergulhamos fundo na história da Ellie e descobrimos como ela se tornou quem é – e de tudo que teve que abrir mão pelo caminho para sobreviver.

Confira:

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘The Last of Us’: 6º episódio já está disponível na HBO Max!

A HBO Max lançou hoje, 19 de fevereiro, o 6º episódio da já aclamada adaptação de The Last of Us, série estrelada por Pedro Pascal (‘O Mandaloriano’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’).

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

Relembre o trailer:

A produção abarcou nada menos que 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 284 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Emma Mackey afirma que NÃO retornará para a 5ª temporada de ‘Sex Education’

Em entrevista ao RadioTimes, a atriz Emma Mackey (‘Morte no Nilo’) confirmou que não retornará para a 5ª temporada da série ‘Sex Education‘.

“Quinta temporada? Eu acabei de finalizar as gravações da quarta temporada na semana passada. Não, eu não acredito que irei retornar para a quinta temporada.”

Vale lembrar que Ncuti Gatwa, intérprete do carismático Eric, também indicou que não retornará para o quinto ciclo. Através do seu Instagram, o ator aparentemente se despediu da produção: “Último dia. Última vez. Adeus, mas obrigado por todas as lições e por toda a força.”

Confira as imagens oficiais da 4ª temporada:

A série foi criada por Laurie Nunn.

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco também conta com Gillian Anderson, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

Mike Flanagan elogia TERROR perturbador que virou fenômeno nos EUA

Através do seu Twitter, o cineasta Mike Flanagan, conhecido pelos aclamados ‘A Maldição da Residência Hill‘ e ‘Doutor Sono‘, elogiou o terrorThe Outwaters‘, produção found footage no estilo ‘A Bruxa de Blair‘ que está fazendo sucesso nos EUA.

“Nossa, ‘The Outwaters’ é selvagem! É uma jornada em primeira pessoa direto ao inferno. É uma aventura de terror realmente cósmica. Parabéns para o [diretor] Robbie Banfitch e a todos os envolvidos,” declarou Flanagan.

Vale lembrar que o terror conquistou 71% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca as cenas assustadoras da produção, além de elogiar o desfecho absolutamente insano e sangrento da história.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Algumas cenas são tão potentes e assustadoras que irão chocar os espectadores mesmo que eles ainda esperem por elas.” (Reverse Shot)

“Esse filme foi projetado para deixar os espectadores tensos e tem algumas cenas incrivelmente eficazes.” (RogerEbert.com)

“‘The Outwaters’ evoca uma atmosfera palpável que intensifica as cenas chocantes que ainda estão por vir.” (New York Times)

“Até chegarmos nas cenas realmente grotescas do ato final, eu quase desisti do filme. Não estou dizendo que o desfecho não é impactante – muito pelo contrário –, mas o desenvolvimento da história é cansativa.” (Third Coast Review)

“‘The Outwaters’ é assustador, grotesco e psicodélico. É uma experiência cinematográfica única.” (CBR)

“O subgênero found footage não é popularmente conhecido por apresentar visuais interessantes, mas ‘The Outwaters’ é realmente belíssimo.” (Boston Hassle)

“É um filme bem feito, que sabe aproveitar muito bem o próprio ambiente e apresenta um alto nível de violência.” (Movies and Munchies)

Infelizmente, o longa ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

Confira o trailer:

O filme foi escrito, dirigido e estrelado por Robbie Banfitch.

Quatro amigos acampam no deserto com a intenção de gravar um vídeo musical. Apesar da viagem começar normal, a paz do grupo rapidamente é quebrada por causa de sons inexplicáveis, vibrações e o comportamento estranho dos animais. Então, tudo muda uma noite… o que acaba levando o quarteto em uma jornada traumatizante de terror.

O elenco ainda conta com Angela Basolis, Leslie Ann BanfitchRobbie Banfitch Scott Schamell.

Nostalgia! Framboesa de Ouro | Relembre os Filmes Indicados ao Pior do Cinema que Completam 40 Anos em 2023

O inimigo público número 1 da indústria do cinema, também conhecido como o “Anti-Oscar”, o “prêmio” Framboesa de Ouro segue incomodando muita gente, e fazendo outros tantos darem boas risadas. A cerimônia é uma grande brincadeira com filmes que foram execrados pela crítica, que grande parte do público torceu o nariz, mas que ninguém tem coragem de gritar aos quatro ventos que desagradaram. Bem, não tinha. Numa época em que o politicamente correto impera, quem sabe algum dia o Framboesa de Ouro possa vir a se extinguir. Mas enquanto isso, continuamos celebrando estes filmes ruins que todos nós adoramos.

É claro que como toda premiação que se preze, o Framboesa de Ouro já errou muito, e terminou indicado filmes bons de verdade. Ah, a ironia das coisas. Na maioria das vezes, acerta em cheio ao lembrar-nos de produções que nem as mães dos envolvidos teriam coragem de defender, vide A Reconquista (2000), com John Travolta, e Mulher-Gato (2004), com Halle Berry. Os indicados deste ano já foram revelados, mas enquanto o prêmio para eles não sai – em geral ocorrem na véspera do Oscar – propomos algo diferente. O Framboesa está firme e forte até hoje, tendo iniciado seus trabalhos em 1981, bem a tempo para indicar a primeira leva de filmes dos anos 80. E a brincadeira não poderia ter começado em outra época, senão os fanfarrões anos 80.

Aqui, porém, iremos pular logo para a quarta edição do Framboesa de Ouro, para relembrar com você quais os filmes que completam 40 anos em 2023 estiveram indicados ou venceram o prêmio. Você lembra de todos? Confira abaixo.

A Mulher Só

A azarada Pia Zadora grita ao descobrir que foi indicada pelo segundo ano seguido ao Framboesa de Ouro.

Existem artistas que não dão muita sorte em suas carreiras. A verdade é que em toda área existem os profissionais que se destacam e os que se tornam medíocres. E quando falamos de cinema, se o público não abraçar um ator o fazendo ser querido e ter fãs, seu destino é o rápido ostracismo. É o caso com a loirinha Pia Zadora, que nos anos 80 tentava desesperadamente emplacar como estrela sensual, mas terminou não atingindo seu objetivo, protagonizando alguns dos filmes mais lamentáveis do período. É claro também que Zadora se tornaria alvo do Framboesa de Ouro.

O cartaz de ‘A Mulher Só’, um drama sobre os bastidores de Hollywood que não deu muito certo, mas ressurgiu como cult.

No ano anterior, na que deveria ser a grande estreia da atriz nas telas, o drama Butterfly, passado na década de 1930, sobre uma relação incestuosa entre pai e filha, terminou “varrendo” as indicações no Framboesa com nada menos que 10 nomeações, incluindo pior filme e diretor. O filme levou três “prêmios”, entre eles dois para Zadora (pior atriz e pior estreia). No ano seguinte a atriz repetia a dobradinha com este A Mulher Só, que tentava ser um retrato dos bastidores de Hollywood, denunciando o que muitos artistas precisam passar pelo sonho do estrelato e trazendo Zadora como uma aspirante a roteirista. A Mulher Só bateu o recorde de Butterfly com 11 indicações ao Framboesa, incluindo as “vitórias” de pior filme, pior roteiro e pior atriz para Zadora. Mas não apenas isso, em 1990 concorreria ao pior filme da década e em 2005 ao pior filme dos primeiros 25 anos da premiação zoadora.

Embalos a Dois

Reunir Olivia Newton-John e John Travolta em tela parecia ser uma ideia vencedora, mas não foi bem assim.

No fim dos anos 70, John Travolta se tornava um astro de reconhecimento internacional graças a dois filmes que faziam uso de temática musical. O primeiro foi Os Embalos de Sábado à Noite (1977), que trazia em tela a febre das discotecas que dominava o mundo. O segundo veio logo no ano seguinte com Grease – Nos Tempos da Brilhante (1978), um musical mais tradicional passado nos anos 1950 e que o colocava para fazer par com a belíssima e saudosa Olivia Newton-John. Pode apostar que em tudo que dá certo, Hollywood irá apostar novamente. Assim, os produtores da Fox resolveram investir de novo na dobradinha de sucesso do clássico da Paramount, mas talvez o projeto encontrado para isso não tenha sido dos melhores.

‘Embalos a Dois’ nem de perto fez o mesmo sucesso de ‘Grease’, se tornando rapidamente um filme obscuro.

Os próprios Travolta e Newton-John procuravam um novo filme para estrelarem juntos e repetirem o sucesso do passado. A dificuldade para encontrar alguma coisa boa, no entanto, era grande e eles terminaram dizendo sim para Embalos a Dois (Two of a Kind), que nem de perto tem o charme e a graça de Grease. Nessa história mais mundana, atrapalhada e completamente sem noção, pegando o gancho das comédias celestiais em voga na época, Deus tem planos de destruir a Terra, a não ser que quatro anjos consigam provar que a humanidade merece ser salva. Para isso, eles precisam fazer com que os personagens de Travolta (um trambiqueiro de marca maior) e Newton-John (uma caixa de banco certinha) se apaixonem. Embalos a Dois recebeu 5 indicações ao Framboesa, entre elas pior filme, pior ator (Travolta) e pior atriz (Newton-John).

Tubarão 3-D

Tubarão 3’ utilizava de forma desavergonhada a técnica do “futuro”, os efeitos em 3D no início dos anos 80.

Se você acha que as continuações caça-níqueis são coisa de agora, você está muito equivocado. Voltando 40 anos no passado, nos deparamos com uma das mais sem-vergonha não apenas dos anos 80, como também da história do cinema – mas o pior mesmo ainda estaria por vir com o quarto filme de Tubarão em 1987. O primeiro Tubarão (1975), de Steven Spielberg, é uma das grandes obras-primas do cinema, foi o primeiro blockbuster da história e ainda hoje é querido, estudado e enaltecido. Com esse tesouro em mãos é claro que a Universal Pictures tentaria de novo, e três anos depois tiraria do papel Tubarão 2 (1978). A sequência nem de longe se equivale ao original, mas é um filme OK – mesmo com grande cara-de-pau de existir.

Dennis Quaid (no centro), Louis Gossett Jr. (à esquerda) e Bess Armstrong (à direita) são os protagonistas.

Agora, e quem disse que os produtores iriam parar por aí. Spielberg foi sábio de ter pulado fora logo após o primeiro. Aqui, chegávamos ao terceiro, onde o grande peixe assassino atacava num parque aquático de última geração – para os padrões de 1983. No filme, o então novato Dennis Quaid e o Louis Gossett Jr. (que havia acabado de ganhar o Oscar no mesmo ano por A Força do Destino) protagonizam. Tubarão 3 – que foi produzido utilizando a técnica dos efeitos em 3D que estavam a toda na época, foi indicado para 5 Framboesas de Ouro, incluindo pior filme, pior roteiro e pior ator coadjuvante para Gossett Jr.

Hércules

O cartaz do Hércules da Cannon Films já preparava os fãs para sua dose de adrenalina.

O herói lendário da mitologia grega Hércules já recebeu inúmeras produções cinematográficas com seu nome, algumas fazendo uso de grande orçamento e outras nem tanto. É neste segundo quesito que se apresenta esta versão do personagem bancada pelo estúdio mais picareta de todos os tempos: a Cannon Films, cria dos anos 80. A delirante companhia cinematográfica dos primos israelenses Yoram Globus e Menahem Golan foi um verdadeiro marco que sintetiza muito o que foi a década de 80, com toda a sua glória e canastrice. E há 40 anos, ainda crescendo dentro da indústria antes de chegar ao seu auge, produzia sua versão do mitológico herói, personificado pelo fisiculturista Lou Ferrigno, imortalizado como a criatura monstruosa e esverdeada da Marvel, O Incrível Hulk, dos anos 70 até o início dos anos 80.

O musculoso Lou Ferrigno foi o ‘Hércules’ do estúdio picareta Cannon Films, há 40 anos.

A proposta da Cannon era criar um novo astro musculoso nos moldes de Arnold Schwarzenegger, que havia dado certo como Conan. Ferrigno certamente possuía o porte físico. O Hércules da Cannon, no entanto, misturava o misticismo e a fantasia com elementos da ficção científica atirando para todos os lados e colocando o invencível Deus grego para enfrentar dragões robóticos espaciais. Esse Hércules ganharia uma sequência dois anos depois, que nada mais era do que as cenas que haviam sido cortadas do original (e outras reprisadas mesmo), editadas para parecer um novo filme – no melhor estilo dois por um da Cannon. O primeiro Hércules foi indicado para 5 Framboesas de Ouro, incluindo pior filme e pior ator para Ferrigno, e “ganhou dois prêmios”, incluindo pior revelação para Lou Ferrigno.

O Imbatível

‘O Imbatível’ foi mais uma das picaretagens automobilísticas que o astro Burt Reynolds ficaria conhecido.

O astro Burt Reynolds fez carreira protagonizando filmes sobre corridas de carros – muitas décadas antes da franquia Velozes e Furiosos. Filmes como Agarra-me se Puderes (1977), Desta Vez te Agarro (1980) e Quem Não Corre Voa (1981) marcaram sua carreira. Mas quando foi a vez de lançar este O Imbatível, o público já não tinha mais o mesmo fascínio de ver o ator estrelando em filmes do tipo. Nesta coprodução entre a Universal Pictures e a Warner Bros, Reynolds interpreta um ás no volante, um piloto de NASCAR. Seu temperamento difícil começa a colidir com seu patrocinador, o dono de uma rede de restaurantes de frango frito no melhor estilo KFC. O Imbatível terminou recebendo nada menos que 5 indicações no Framboesa de Ouro, entre elas pior filme, pior atriz e revelação para Loni Anderson e levou o “prêmio” de pior ator coadjuvante para Jim Nabors.

Burt Reynolds se veste de frango em ‘O Imbatível’, já que seu patrocinador nas corridas NASCAR é uma rede no estilo KFC.

OUTRAS INDICAÇÕES

John Travolta aparece musculoso na continuação Os Embalos de Sábado Continuam – já que o filme foi dirigido por Sylvester Stallone (é sério!).

Outro filme que não escapou das nomeações do Framboesa de Ouro foi Os Embalos de Sábado Continuam. Acima citei que John Travolta marcou dois golaços seguidos no fim dos anos 70, com Os Embalos de Sábado à Noite e Grease, se tornando um astro. Mas quando foi a vez de providenciar “sequências” de tais clássicos há 40 anos, o ator deu com os burros n’água. Primeiro, se reuniu com Olivia Newton-John para a “continuação espiritual” de Grease, com Embalos a Dois (mencionado acima). E depois com a sequência oficial de seu outro filme famoso, com Os Embalos de Sábado Continuam (escrito e dirigido por Sylvester Stallone, acredite). O filme foi indicado para 3 Framboesas, incluindo pior ator para Travolta.

O musical romântico ‘Yentl’ trouxe Barbra Streisand como uma moça judia se disfarçando de rapaz. Ela recebeu nomeação como pior “ator”.

Com roteiro e direção de Barbra Streisand, Yentl fala sobre uma moça judia (papel da própria Streisand) que se disfarça de rapaz para entrar em seu treinamento religioso. Yentl recebeu 5 indicações ao Oscar, mas isso não impediu a produção de ser lembrada também no Framboesa com 3 indicações, incluindo a curiosa nomeação de “pior ator” para Streisand (brincadeira com seu papel no filme) e pior atriz coadjuvante para Amy Irving (que no mesmo ano seria indicada também na mesma categoria no Oscar pelo mesmo filme e mesmo papel).

O filme explotation de prisão feminina ‘Correntes do Inferno’ trouxe a menina de ‘O Exorcista’, Linda Blair, protagonizando.

Correntes do Inferno foi mais um filme que caiu no radar do Framboesa de Ouro há 40 anos. Estrelado por Linda Blair, a menininha de O Exorcista já crescida, no filme ela vive uma jovem que termina presa e precisa enfrentar os desafios do cárcere, nesta produção apelativa. O filme recebeu indicações de pior atriz para Blair e “venceu” o de pior atriz coadjuvante para Sybil Danning (que também estava no Hércules de Lou Ferrigno).

‘Yor – O Caçador do Futuro’ é um filme italiano que mistura Planeta dos Macacos, Conan e Star Wars. Hoje o filme virou cult.

Yor – O Caçador do Futuro é uma produção italiana de ficção científica, aventura e ação que pegava carona em sucessos de Hollywood como O Planeta dos Macacos, Conan e Star Wars – deu para ver a salada que ele mistura. Yor recebeu 3 indicações no Framboesa: pior revelação para Reb Brown, pior canção e trilha sonora.

O drama ‘Querelle’ marca por ser o último trabalho do prestigiado cineasta alemão Rainer Werner Fassbinder, mas não escapou do Framboesa.

Coprodução entre Alemanha e França, Querelle foi o último filme do cultuado cineasta alemão Rainer Werner Fassbinder. Mas e quem disse que o Framboesa liga para isso. Protagonizado por Franco Nero e Jeanne Moreau, quem estrela, porém, é Brad Davis no papel título, um marinheiro às voltas com a relação problemática e desafiadora de seus irmãos de serviço. Querelle recebeu 3 indicações no Framboesa, duas para piores canções originais e uma para pior trilha sonora.

Com direção do mesmo responsável por Rocky e Karatê Kid, ‘Uma Noite no Paraíso’ é protagonizado por Christopher Atkins, de A Lagoa Azul.

O loirinho Christopher Atkins, de A Lagoa Azul (1980), levou o Framboesa de Ouro de pior ator de 40 anos atrás por Uma Noite no Paraíso (da Fox), no qual interpreta um estudante universitário que começa um caso de amor com sua professora, e secretamente trabalha como stripper numa casa noturna. A direção é de John G. Avildsen (o mesmo do primeiro Rocky).

Do céu ao inferno. Faye Dunaway levou o Oscar por ‘Rede de Intrigas’. Mas há 40 anos foi indicada para pior atriz por ‘A Perversa’, da Cannon Films.

E sim temos mais produções da picareta Cannon Films no Framboesa de 40 anos atrás. A Perversa fala sobre uma nobre inglesa do Século XVII que resolve se transformar em uma ladra misteriosa apenas por diversão. Quem protagoniza é a Oscarizada Faye Dunaway, que prontamente foi nomeada para pior atriz no Framboesa.

Richard Pryor é um ícone do humor. Mas de quem foi a ideia de colocá-lo para protagonizar ‘Superman III’?

Tudo bem, até mesmo os maiores fãs dos filmes de Superman com o imortal Christopher Reeve admitem que o terceiro filme, Superman III, foi, digamos, uma produção estranha. Para começar tivemos pouco desataque para o homem de aço e muito para o comediante Richard Pryor, fã da franquia, que rouba o filme para si. No Framboesa também não gostaram e trataram de indicar para pior ator coadjuvante (Pryor) e pior trilha sonora.

O desconhecido terror ‘Estranhos Invasores’ não escapou do Framboesa de Ouro.

Com produção da Orion Pictures, Estranhos Invasores é um filme de terror e ficção científica que fala sobre alienígenas tomando conta de uma cidadezinha nos EUA, possuindo os humanos e encontrando resistência em um grupo de moradores. Nancy Allen (a Lewis de Robocop) e a vencedora do Oscar Louise Fletcher protagonizam. Mas foi Diana Scarwid quem recebeu a nomeação de pior coadjuvante no Framboesa.

QUANDO O FRAMBOESA ERRA

E quando o Framboesa erra? Flashdance e Scarface foram nomeados para pior roteiro e pior diretor respectivamente.

Ninguém é perfeito, nem mesmo o Framboesa de Ouro. Mesmo para zoar as produções mais mal faladas do ano é preciso ter talento. E entra ano e sai ano, o Framboesa termina por indicar filmes que seguem para se tornar extremamente adorados pela crítica e/ou o grande público. Esse ano, deram a  mancada de ter indicado uma criança ao prêmio de pior atriz (a menina Ryan Kiera Armstrong, de Chamas da Vingança) – coisa que o inimigo público número 1 de Hollywood (o Framboesa) já havia aprontado no passado ao indicar a pequena Aileen Quinn (então com 11 anos) para pior revelação e lhe dar o prêmio de pior coadjuvante pelo musical Annie. Ao menos com Armstrong se retrataram após severas críticas e retiraram sua indicação, além de prometerem eliminar a nomeação de crianças. Fora isso, há 40 anos, o evento do pior do cinema ainda nomeava o mestre Brian De Palma para pior diretor por Scarface (impensável, certo?), e o clássico absoluto Flashdance para pior roteiro.

 

Dica do Fim de Semana | ‘Você Nem Imagina’ é uma incrível e apaixonante rom-com adolescente para você conferir

Ao longo dos anos, a indústria cinematográfica hollywoodiana resolveu investir em um nicho há muito rendido a estereótipos: os dramas e as comédias LGBTQ+. Resolvendo fornecer uma espécie de reparação histórica para figuras retratadas sem qualquer profundidade além de um arco vilanesco datado ou um escape cômico e forçado (ambas as incursões próprias dos anos 1990 e 2000). Felizmente, com a virada da década, o número de produções voltadas para e sobre a comunidade queer aumentou exponencialmente e, nas últimas semanas, chegou a vez do coming-of-age Você Nem Imagina ter o seu momento de brilhar.

Comandado por Alice Wu, diretora conhecida pelo aclamado drama Livrando a Cara’, a história é bastante simples e prática, pincelada com uma sutileza envolvente e apaixonante. Centrada em um inesperado triângulo amoroso entre uma nerd tímida, um atleta confuso e queridinha do colégio, o filme desenrola-se de modo bastante fluido em praticamente todos os seus atos, abrindo brechas para reflexões críticas acerca de religiosidade e sexualidade que mesclam-se em um interessante e provocante cenário. A protagonista e narradora ganha forma com Ellie Chu (Leah Lewis), uma garota que nunca se preocupou com incursões amorosas pelo simples fato de ser apaixonada por livros e filmes, crente de que os romances das páginas e das telonas são fruto de uma imaginação fértil demais para ser acreditada. O único parâmetro de amor verdadeiro que conheceu foi entre a falecida mãe e o pai, Edwin (Collin Chou), que acabou cedendo à dormência de uma vida cíclica por não ter prospecto de qualquer futuro – e Ellie, abrindo mão de um futuro glorioso, resolveu calcar sua vida numa restrição frustrante à estagnada cidade de Squahamish, escolhendo até mesmo uma faculdade perto de casa para não abandonar o pai.

Nesse meio tempo – e numa dura realidade socioeconômica -, ela lucra em cima de trabalhos que faz para os colegas de sua escola, que a tratam com invisibilidade e condescendência. Entretanto, as coisas mudam quando ela é abordada por Paul Munsky (Daniel Diemer), um jogador de futebol americano que não tem jeito com as palavras, mas é perdidamente apaixonado pela endeusada Aster Flores (Alexxis Lemire) e deseja mandar uma carta para ela convidando-a para sair. Paul pede a ajuda de Ellie, que utiliza todo o seu bruto conhecimento para uni-los em uma falsa conversa, apoderando-se de uma personalidade que não pertence ao seu mais novo cliente em prol de um final feliz. O problema é quando a protagonista, seduzida pela profundidade poética e quase ultrarromântica de Aster, passa a nutrir de sentimentos conflitantes que podem colocar em xeque tudo o que conhece – incluindo uma amizade recém-formada com Paul.

Wu alcança sucesso sem precedentes com uma direção coesa que ousa em vários momentos: afastando-se de tantas outras produções da Netflix que eram mais do mesmo, ela investe seus esforços em planos sequências acompanhados de uma fotografia impecável, quase onírica, auxiliada por um filtro translúcido que dialoga com a gélida atmosfera canadense. Sem se valer de obviedades, a paleta de cores transita entre a sobriedade excessiva e uma esquemática transição de arcos bastante funcional. Mais do que isso, ela também traz concepções clássicas, resgatando obras epistolares dos séculos passados para uma versão atualizada infundida com um espectro millenial comum às gerações mais jovens.

Enquanto a narrativa principal se desenrola com sólida credibilidade, o roteiro finca suas raízes nas rom-coms dos anos 2010 e aproveita o momento para revelar realidades que não são muito diferentes das que conhecemos. Seja em relação ao relacionamento-fachada de Aster com o insuportável e egocêntrico Trig (Wolfgang Novogratz), seja com a falta de oportunidades de imigrantes num local que beira a supremacia velada, cada criação do longa-metragem tem seu momento de glória, incumbido de representar uma parcela da sociedade como a entendemos. Em contraposição, as quebras de expectativa voltam-se para uma estética minimalista bem estruturada, utilizando acasos que, em qualquer outra obra cinematográfica ou seriada, se renderiam à impalpabilidade – como a ótima cena em que Aster e Paul estão em um encontro e Ellie tenta salvá-lo com sua ágil sabedoria.

Apesar das fórmulas existirem, elas estão ali por algum motivo; em outras palavras, grande parte das construções cênicas é imprescindível para a compreensão dos arcos e da resolução – que poderia ser um pouco mais vibrante que o corte final. Eventualmente, todos os protagonistas enfrentam-se em confissões que já eram premeditadas desde o começo. Mas o mais interessante é que Wu transforma essas sequências em um circense e chocante espetáculo ambientado praticamente no púlpito da igreja local. Logo depois, a diretora mostra suas tendências metalinguísticas, adornadas nos diálogos finais, e diegéticas, recriando com personalidade própria frames de filmes como A Mentira’, Clube dos Cinco’ e Gatinhas e Gatões’.

Você Nem Imagina tem alguns deslizes óbvios, mas que são ofuscados por técnicas artísticas e atuações de enorme calibre. No final das contas, a iteração entrega mais do que promete e se torna uma comédia romântica que abriu com o pé direito essa nova e promissora década.

BAFTA 2023 | ‘Nada de Novo no Front’ conquista o prêmio de Melhor Filme

O drama de guerra ‘Nada de Novo no Front‘ (All Quiet on the Western Front) se tornou um dos maiores sucessos críticos do ano passado e continua colhendo frutos da temporada de premiações.

Durante o anúncio dos vencedores do BAFTA 2023, a produção foi condecorada com o prêmio mais aguardado, o de Melhor Filme. Além disso, Edward Berger levou para casa a condecoração de Melhor Direção por seu impecável trabalho.

O longa também conquistou as estatuetas de Melhor Roteiro AdaptadoMelhor Filme em Língua Não-InglesaMelhor FotografiaMelhor Edição de Som e Melhor Trilha Sonora.

Lembrando que o filme já está disponível na Netflix.

Dirigido por Edward Berger, o longa é baseado no best-seller homônimo de Erich Maria Remarque.

A trama conta a emocionante história de um jovem soldado alemão durante a Primeira Guerra Mundial. Nas trincheiras, lutando pelas próprias vidas, Paul e seus colegas sentem como a euforia inicial da guerra se transforma em desespero e medo.

O elenco conta com Daniel Brül, Felix Kammerer, Albrecht Schuch, Aaron Hilmer, Edin Hasanovic e Devid Striesow.

BAFTA 2023 | Cate Blanchett leva o prêmio de Melhor Atriz por ‘TÁR’

O drama musical TÁR se tornou uma das produções mais aclamadas do ano passado e já vem fazendo bonito na temporada de premiações.

Cate Blanchett conquistou a estatueta de Melhor Atriz no BAFTA 2023 por sua ovacionada performance como a personagem titular, continuando como a favorita para levar o Oscar.

Lembrando que o filme segue em cartaz nos cinemas nacionais.

Todd Field (‘Pecados Íntimos’) é responsável pela direção, além de assinar o roteiro.

Ambientada no universo da música clássica, a trama foca na figura de Lydia Tár, amplamente considerada uma das maiores compositoras/regentes vivas e a primeira maestrina chefe de uma grande orquestra alemã.

O elenco ainda conta com Noémie Merlant, Nina Hoss, Sophie Kauer, Julian Glover,  Allan Corduner e Mark Strong.

BAFTA 2023 | Austin Butler leva para casa o prêmio de Melhor Ator por ‘Elvis’

A cinebiografia ‘Elvis‘ tornou-se um sucesso mundial e, agora, vem se cimentando na temporada de premiações.

Durante o anúncio dos vencedores do BAFTA 2023Austin Butler levou o prêmio de Melhor Ator por sua aclamada performance. Além disso, o longa-metragem de Baz Luhrmann conquistou a estatueta de Melhor Maquiagem & Cabelo, Melhor FigurinoMelhor Elenco.

A produção ainda concorre na categoria de Melhor Filme.

Lembrando que o filme está disponível na HBO Max.

Crítica | Austin Butler brilha na frenética cinebiografia ‘Elvis’, de Baz Luhrmann

Dirigido por Baz Luhrmann (‘Moulin Rouge’), o filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (DeJonge).

O elenco também conta com Tom HanksOlivia DeJonge, Dacre MontgomeryNatasha Bassett, Xavier Samuel, Richard Roxburgh, Ellen Thomson, Kate Mulvany, Charles Grounds, Josh McConville, Adam Dunn, Leon Ford e Gareth Davies.  

O casal Presley seria vivido originalmente por Rufus Sewell e Maggie Gyllenhaal, que acabaram abandonando o projeto por conta dos atrasos nas gravações causados pela pandemia do Coronavírus.

BAFTA 2023 | Emma Mackey conquista a estatueta de Estrela em Ascensão

Emma Mackey saiu vitoriosa do BAFTA 2023 ao conquistar a estatueta EE Estrela em Ascensão.

Mackey ganhou fama mundial ao protagonizar a aclamada série ‘Sex Education’, ascendendo a uma carreira invejável com as cinebiografias ‘Eiffel’Emily.

Lembrando que o último filme estrelado pela atriz foi o supracitado Emily.

O filme marca a estreia diretorial de Frances O’Connor, que também assina o roteiro.

O mundo quer que ela seja quieta e obediente, mas Emily Brontë (Mackey) tem uma imaginação forte e uma voz que anseia por ser ouvida. Enquanto se recusa a fazer o que esperam dela, Emily vive um amor doloroso e proibido com Weightman (Oliver Jackson-Cohen) e mostra que pode até ser estranha e rebelde, mas é também genial. A história da mente por trás de O Morro dos Ventos Uivantes, um dos maiores clássicos da literatura mundial.

Alexandra DowlingAmelia GethingOliver Jackson-CohenFionn Whitehead e outros completam o elenco.

BAFTA 2023 | Charlotte Wells leva o prêmio de Melhor Estreia Britânica por ‘Aftersun’

Aftersun‘, um dos filmes mais elogiados do ano passado, que é estrelado por Paul Mescal e Frankie Corio, continua a colher frutos da temporada de premiações.

No BAFTA 2023Charlotte Wells venceu na categoria de Melhor Estreia Britânica por seu aclamado trabalho.

O longa ainda disputa nas categorias de Melhor Ator para Mescal e Melhor Filme.

Lembrando que o filme já está disponível no MUBI.

Na história do longa, a pequena Sophie (Corio) está em um resort de férias com seu pai amoroso e idealista, Calum (Mescal). Vinte anos depois, as lembranças ternas de Sophie sobre suas últimas férias tornam-se um retrato poderoso e comovente de seu relacionamento.

BAFTA 2023 | ‘Elvis’ conquista o prêmio de Melhor Maquiagem & Cabelo

A cinebiografia ‘Elvis‘ tornou-se um sucesso mundial e, agora, vem se cimentando na temporada de premiações.

Durante o anúncio dos vencedores do BAFTA 2023, o longa-metragem de Baz Luhrmann conquistou a estatueta de Melhor Maquiagem & Cabelo, além de ter recebido os prêmios de Melhor FigurinoMelhor Elenco. A produção ainda concorre nas categorias de Melhor FilmeMelhor Ator para Austin Butler (que inclusive conquistou o Globo de Ouro por seu aclamado papel).

Lembrando que o filme está disponível na HBO Max.

Crítica | Austin Butler brilha na frenética cinebiografia ‘Elvis’, de Baz Luhrmann

Dirigido por Baz Luhrmann (‘Moulin Rouge’), o filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (DeJonge).

O elenco também conta com Tom HanksOlivia DeJonge, Dacre MontgomeryNatasha Bassett, Xavier Samuel, Richard Roxburgh, Ellen Thomson, Kate Mulvany, Charles Grounds, Josh McConville, Adam Dunn, Leon Ford e Gareth Davies.  

O casal Presley seria vivido originalmente por Rufus Sewell e Maggie Gyllenhaal, que acabaram abandonando o projeto por conta dos atrasos nas gravações causados pela pandemia do Coronavírus.

BAFTA 2023 | Edward Berger leva o prêmio de Melhor Direção por ‘Nada de Novo no Front’

O drama de guerra ‘Nada de Novo no Front‘ (All Quiet on the Western Front) se tornou um dos maiores sucessos críticos do ano passado e continua colhendo frutos da temporada de premiações.

Durante o anúncio dos vencedores do BAFTA 2023Edward Berger levou para casa o prêmio de Melhor Direção por seu impecável trabalho. O longa também já conquistou as estatuetas de Melhor Roteiro AdaptadoMelhor Filme em Língua Não-InglesaMelhor FotografiaMelhor Edição de Som e Melhor Trilha Sonora.

Lembrando que o filme já está disponível na Netflix.

Dirigido por Edward Berger, o longa é baseado no best-seller homônimo de Erich Maria Remarque.

A trama conta a emocionante história de um jovem soldado alemão durante a Primeira Guerra Mundial. Nas trincheiras, lutando pelas próprias vidas, Paul e seus colegas sentem como a euforia inicial da guerra se transforma em desespero e medo.

O elenco conta com Daniel Brül, Felix Kammerer, Albrecht Schuch, Aaron Hilmer, Edin Hasanovic e Devid Striesow.

BAFTA 2023 | ‘Babilônia’ leva para casa o prêmio de Melhor Design de Produção

Babilônia, novo filme do vencedor do Oscar Damien Chazelle (‘La La Land’), já levou para casa um prêmio do BAFTA 2023.

O longa-metragem foi condecorado com o prêmio de Melhor Design de Produção, dado à dupla Florencia Martin e Anthony Carlino. O filme também concorria nas categorias de Melhor Trilha Sonora (dado a ‘Nada de Novo no Front’) e de Melhor Figurino (dado a ‘Elvis’).

Ambientada numa Los Angeles da década de 1920, a narrativa traz uma história de ambição e excessos desmedidos, acompanhando a ascensão e a queda dos personagens durante uma era de decadência desenfreada e depravação em uma jovem Hollywood.

Chloe FinemanJeff Garlin, Troy Metcalf, Diego Calva, Jovan Adepo, Li Jun LiKatherine Waterston, Olivia Wilde, Spike Jonze, Phoebe Tonkin, Max Minghella, Lukas Haas, Flea, Rory Scovel, Eric Roberts, PJ Byrne e Damon Gupton também fazem parte do projeto.

Vale lembrar que Robbie substituiu Emma Stone, que teve conflitos de agenda por causa de sua gravidez e de outros projetos que irá filmar no próximo ano.

A atriz viveria Clara Bow, a primeira it girl da indústria do entretenimento.

Pitt dará vida a uma estrela de filme fictícia que luta para fazer a transição para os filmes falados, conhecidos como talkies. Seu papel será livremente baseado em John Gilbert.

Olivia HamiltonMatt Plouffe, MaguireMarc Platt entram como produtores.

 

BAFTA 2023 | ‘Os Banshees de Inisherin’ conquista a estatueta de Melhor Filme Britânico

‘Os Banshees de Inisherin’, tragicomédia estrelado por Colin FarrellBrendan Gleeson, fez bonito durante a cerimônia de vencedores do BAFTA 2023.

Durante o evento, o longa levou para casa o prêmio de Melhor Filme Britânico. Além disso, Barry Keoghan conquistou a condecoração de Melhor Ator Coadjuvante por sua aclamada performance, Martin McDonagh levou a estatueta de Melhor Roteiro Original e Kerry Condon conquistou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante.

A produção também concorre em outras categorias, incluindo Melhor Filme, Melhor DireçãoMelhor Ator para Colin Farrell.

Martin McDonagh fica responsável pela direção e pelo roteiro.

Ambientado em uma remota ilha na costa oeste da Irlanda, The Banshees of Inisherin gira em torno dos amigos de longa data Pádraic (Farrell) e Colm (Gleeson), que se veem em um impasse quando Colm inesperadamente coloca um fim na amizade. Um embasbacado Pádraic, auxiliado pela irmã e por um jovem morador da ilha, luta para reparar o relacionamento, recusando-se a aceitar não como resposta. Mas os esforços repetitivos de Pádraic apenas reforçam a decisão do amigo e, quando Colm dá um ultimato desesperado, os eventos escalam exponencialmente, com consequências chocantes.

BAFTA 2023 | ‘Elvis’ já levou duas estatuetas da premiação para casa!

A cinebiografia ‘Elvis‘ tornou-se um sucesso mundial e, agora, vem se cimentando na temporada de premiações.

Durante o anúncio dos vencedores do BAFTA 2023, o longa-metragem de Baz Luhrmann conquistou os prêmios de Melhor FigurinoMelhor Elenco. A produção ainda concorre nas categorias de Melhor FilmeMelhor Ator para Austin Butler (que inclusive conquistou o Globo de Ouro por seu aclamado papel).

Lembrando que o filme está disponível na HBO Max.

Crítica | Austin Butler brilha na frenética cinebiografia ‘Elvis’, de Baz Luhrmann

Dirigido por Baz Luhrmann (‘Moulin Rouge’), o filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (DeJonge).

O elenco também conta com Tom HanksOlivia DeJonge, Dacre MontgomeryNatasha Bassett, Xavier Samuel, Richard Roxburgh, Ellen Thomson, Kate Mulvany, Charles Grounds, Josh McConville, Adam Dunn, Leon Ford e Gareth Davies.  

O casal Presley seria vivido originalmente por Rufus Sewell e Maggie Gyllenhaal, que acabaram abandonando o projeto por conta dos atrasos nas gravações causados pela pandemia do Coronavírus.

BAFTA 2023 | ‘Avatar: O Caminho da Água’ conquista a estatueta de Melhores Efeitos Visuais

Avatar: O Caminho da Água dominou as bilheterias dos últimos meses e foi relembrado em diversas premiações – levando para casa mais uma estatueta durante o anúncio dos vencedores do BAFTA 2023.

A produção conquistou o prêmio de Melhor Efeitos Visuais, tendo concorrido com títulos como ‘Batman’‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’Top Gun: Maverick’.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.