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‘O Amor Mandou Mensagem’: Assista ao trailer do novo romance com Celine Dion e Priyanka Chopra Jonas

A Sony Pictures liberou hoje (14) o primeiro trailer do romance ‘O Amor Mandou Mensagem‘, filme estrelado por Celine Dion, Priyanka Chopra Jonas e Sam Heughan.

Confira o trailer e a sinopse oficial:

“E se uma mensagem de texto aleatória levasse ao amor da sua vida? Lidando com a trágica perda de seu noivo, Mira Ray envia uma série de mensagens românticas para seu antigo número de celular… sem perceber que o número foi transferido para o novo telefone comercial de Rob Burns. Jornalista, Rob é cativado pela honestidade nos belos textos confessionais. Quando ele é designado para escrever um perfil da estrela Celine Dion, ele pede a ajuda dela para descobrir como conhecer Mira pessoalmente… e conquistar seu coração.”

O longa é uma adaptação do romance ‘Text For You de Sofie Cramer. Dirigido por James C. Strouse, o filme chega aos cinemas em 11 de maio de 2023.

PESADELO! Roteiro de filme apocalíptico da Netflix vira realidade nos EUA com o Chernobyl 2.0

No último dia 03 de fevereiro, o descarrilamento de um trem na cidade de East Palestine, Ohio (Estados Unidos), culminou no vazamento de um composto químico tóxico no ar. E, por incrível que pareça, o evento é bastante similar ao recente suspense Ruído Branco, da Netflix.

O filme, dirigido por Noah Baumbach e baseado no romance homônimo de Don DeLillo, acompanha a história de uma família cuja rotina é interrompida e jogada em puro caos quando um acidente industrial ocasiona a liberação de um gás tóxico bastante letal.

O acidente em Ohio parece ter sido cópia do longa-metragem de Baumbach, até mesmo na sucessão dos acontecimentos. Afinal, o composto liberado após o descarrilamento foi o cloreto de vinila. A substância – mesma citada no filme, pode ocasionar câncer de pulmão, além de impactar no sistema nervoso e no fígado.

Pouco depois do acidente, as autoridades locais evacuaram as pessoas que moravam dentro de um raio de 1,5 quilômetro do vazamento. Além disso, os responsáveis pelo monitoramento de água comentaram sobre a possibilidade de formação de chuvas tóxicas, que poderia trazer danos para a vegetação e para a saúde dos habitantes.

É claro que, no longa-metragem, as coisas adotam um tom mais apocalíptico e cataclísmico, como o fato da família ser forçada a ficar em quarentena em um acampamento militar – algo que, felizmente, não aconteceu em East Palestine.

Mesmo assim, os moradores vivem um pesadelo e desastre ambiental é considerado um dos maiores da atualidade, sendo chamado de Chernobyl 2.0.

Vale destacar que o elenco principal conta com Adam Driver (‘Star Wars: O Despertar da Força’) e Greta Gerwig, atriz e diretora conhecida por ‘Lady Bird‘.

André 3000Don CheadleJodie Turner-Smith e outros também fazem parte do projeto.

O lendário compositor Danny Elfman fica responsável pela trilha sonora, que também conta com a faixa original “New Body Rhumba”, do grupo LCD Soundsystem.

‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ abre com 64% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

O novo filme da Marvel Studios, ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, já teve seu embargo de críticas liberado, e os jornalistas que já assistiram ao filme publicaram suas impressões e reviews na internet.

O filme abriu com 64% no Rotten Tomatoes, baseado em 39 reviews.

Confira algumas das principais críticas:

“Talvez essa franquia devia ficar pequena novamente; pode ser a única maneira de salvar um MCU que parece perigosamente perto de ficar grande demais para fazer qualquer coisa, exceto falhar.”, Midwest Film Journal.

“Uma aventura decepcionante que perde o ânimo em meio a montanhas de exposição multiversal, ao mesmo tempo em que falha em estabelecer um caminho interessante para a franquia.”, Weird Dots

“‘Quantumania’ é a coisa mais próxima de ser um ‘Star Wars’ da Marvel, o que não é necessariamente uma coisa boa.” – The Weekend Warrior

“Certamente parece que substituir a energia de baixo risco dos filmes do Homem-Formiga por provocações tediosas e giratórias do que vem a seguir é um grave erro de cálculo.”, Seattle Times.

“Prepare-se para ser atingido por efeitos especiais e martelado por uma trilha sonora ensurdecedora. Ah, e você vai ficar chorando por misericórdia depois de um ataque de diálogos sofríveis”, Don Shanahan.

“Quantumania não é tão maluco quanto deveria ser, e as apostas enormes parecem estranhamente pequenas. Mas onde mais você consegue um Jonathan Majors selvagem e uma intensa Michelle Pfeiffer?” – Hollywood Reporter

“Prepare-se para ser atingido por efeitos especiais e martelado por uma trilha sonora ensurdecedora. Ah, e você vai ficar chorando por misericórdia depois de um ataque de diálogos realmente ruins.” – Seattle Times

“‘Quantumania’ é divertido, além de deslumbrante, implacável e entorpecente, e divertido quando você pensa que já teve o suficiente; tudo isso é misturado.” – Variety

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ estreia em 16 de fevereiro nos cinemas, dando início à Fase 5 do MCU.

O longa é novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Evangeline LillyJonathan Majors, Bill Murray, Michelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

 

Crítica | ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ é um filme MORNO que se distancia da franquia do herói

Cercado de muitas expectativas por abrir a Fase Cinco da Marvel, Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania chega aos cinemas nesta quinta-feira (16) com a difícil missão de seguir com a saga do herói diminuto, que se estruturou como a mais descontraída de todo o MCU, e de apresentar o tom dos próximos filmes e séries, que contarão com a ameaça do terrível Kang, o Conquistador. Para isso, mantiveram o diretor, Peyton Reed, que decidiu focar mais no núcleo “super-heróico” e nos mistério do Reino Quântico.

Logo de cara, é importante dizer que esse filme passará longe da unanimidade dos longas das fases anteriores da Marvel, e muito desse problema está diretamente relacionado ao roteiro de Quantumania. Em filmes com super-heróis, é comum que certas conveniências na narrativa aconteçam. Algumas, inclusive, se tornaram momentos clássicos e muito celebrados pelos fãs. Só que nessa história aqui, essas conveniências estão exageradas. Algumas delas causam aquele efeito grandioso e até divertido, mas tem outras que perdem a linha do aceitável e criam momentos bobos. São tantas conveniências acontecendo que a sensação de perigo se esvai.

E isso é problemático principalmente porque o vilão do filme, interpretado brilhantemente por Jonathan Majors, é Kang, o Conquistador. A próxima grande ameaça do MCU, que resultará numa dor de cabeça multiversal para os Vingadores, é uma criatura extremamente poderosa e tem o tempo em suas mãos. Em outras palavras: é um malfeitor muito ameaçador, que acaba tendo sua introdução ao público em geral – considerando que nem todos assistiram à série do Loki (2021) – em um filme que não compreende bem o tamanho do risco que o Kang representa.

Não que Majors não dê o peso necessário ao personagem, muito pelo contrário, mas o filme faz com que suas ameaças e seus poderes sejam suavizados por resoluções simples ou quase mágicas (com o famoso deus ex-machina agindo constantemente), ou pela presença de um vilão secundário que diminui a sensação de perigo só de aparecer em tela. Em respeito aos fãs, lançaremos apenas na quinta (16)  crítica COM SPOILERS para falar mais sobre isso sem vazar nenhuma informação antes do longa estar nos cinemas.

Quantumania é um daqueles casos em que o roteiro é realmente o grande problema do filme. Não bastasse passar grande parte do tempo tentando introduzir um vilão que não pode atingir seu potencial por questões de coerência narrativa, já que ele precisar estar no auge em filmes que sairão daqui a dois anos, a equipe criativa não soube trabalhar a diferença de tom cômico dos filmes anteriores do Homem-Formiga para a seriedade que quiseram dar neste terceiro capítulo. Então, o conjunto da obra fica parecendo uma quimera, com momentos divertidíssimos e bobos, como aqueles que consagraram o herói como um dos favoritos dos fãs, e outros muito sérios e escuros, que trazem situações mais voltadas para os épicos de guerra, que só não convencem.

O filme tenta ser uma versão em miniatura de Vingadores: Ultimato (2019) ambientada no Reino Quântico, mas estrelada por diversos personagens recém-chegados, com o qual o público sequer teve tempo de simpatizar ou de se importar minimamente. Então, mesmo que algum deles se fira ou até mesmo morra, não faz diferença para quem está assistindo. E no final das contas, as melhores cenas dessa aventura subatômica são justamente aquelas que se aproximam mais do estilo do primeiro filme solo do herói.

No entanto, o filme não é ruim. Isso quer dizer que ele é bom? Também não. Ele habita ali numa zona cinzenta, existindo como um filme “ok”, que talvez divirta alguns e irrite outros, mas que também não se torna totalmente descartável. Infelizmente, é uma aventura genérica incapaz de explorar todo o potencial de sua proposta, que é o tal Reino Quântico. Há um momento em que o Hank Pym (Michael Douglas) até chega a se questionar sobre as implicações da existência e do funcionamento desse mundo oculto para a vida na Terra. Só que é isso aí… Tudo se resume a um questionamento que não será abordado novamente.

Por outro lado, a direção usa melhor uma das mais interessantes habilidades do Homem-Formiga, que é a capacidade de se comunicar e manipular as formigas. Sim, há formigas no Reino Quântico. Então, é bem legal a forma como eles trabalham esses insetos, apesar de darem uma forçada de barra em alguns momentos. Quem também está bem no filme é o Vespa original, vivida por Michelle Pfeiffer. Se ela havia ficado de lado no segundo capítulo da saga, desta vez ela tem bastante tempo de tela e traz uma atuação convincente, apesar das motivações pelas quais ela manteve segredos sobre o Reino Quântico simplesmente não façam sentido.

Dos personagens “novos”, só mesmo a Cassie de Kathryn Newton se destaca. Ela é a terceira atriz a viver a personagem, que só agora ganha algum tipo de desenvolvimento, se transformando em uma cientista/ ativista enquanto o pai esteve preso no Reino Quântico. Nem mesmo a presença de Bill Murray consegue trazer algo de novo ou interessante.

Mas é preciso elogiar o CGI desse filme. Após alguns trabalhos questionáveis, principalmente nas séries e nas produções feitas durante os períodos mais críticos da pandemia, a Marvel voltou a acertar a mão nos efeitos especiais. E cá entre nós, o filme é todo feito numa tela verde. Praticamente 80% dos cenários e personagens são animados em computador. Se o CGI fosse ruim, esse filme nem poderia ser lançado. A única exceção é justamente um dos vilões, que ficou muito destoante do resto.

Enfim, Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania é aquele filme que não é nem bom nem ruim. Ele caminha no limite entre ambos e acaba sendo apenas uma aventura genérica, que ganha relevância muito mais pelas consequências dos atos do longa nas próximas produções do que pelo que ele faz efetivamente na história. É um filme que se sustenta, mas não cativa tanto assim. Lembra em alguns momentos Vingadores: A Era de Ultron (2015), que queria ser grande, mas não podia. Ah, vale ressaltar que há duas cenas pós-créditos que devem agradar aos fãs dos quadrinhos depois de um filme mais ou menos.

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania estreia nos cinemas em 16 de fevereiro de 2023.

Após cancelamento de ‘Batgirl’ e ‘Patrulha do Destino’, Brendan Fraser revela se voltaria a trabalhar para a DC

Brendan Fraser ganhou a admiração dos fãs da DC por seu papel como Cliff Steele/Homem-Robô em ‘Patrulha do Destino‘ e também interpretou o vilão Vagalume no filme da ‘Batgirl’.

Infelizmente, ambas as produções foram canceladas…

Patrulha do Destino‘ vai ganhar um final adequado em sua 4ª temporada. Mas o caso de ‘Batgirl‘ foi ainda pior, já que o filme estava praticamente finalizado e teve o lançamento descartado.

Durante uma entrevista para a Variety, Fraser foi questionado se voltaria a trabalhar para a DC após tudo isso, ao que ele respondeu:

“Talvez. Tudo depende do que se trata. Nenhum trabalho é fácil de fazer, não importa quem está produzindo. Acabei de terminar ‘Patrulha do Destino’, que também é uma propriedade da DC e tem um elenco único e eu amo Riley Shanahan, o ator que usa todo o equipamento do personagem que eu dublo. O engraçado desse trabalho é que eu poderia apenas fazer a voz vestido só de cueca e ninguém saberia, tipo, é o melhor trabalho do dia. Além disso, estou aberto a trabalhar com eles de novo.”

No início dos anos 2000, Fraser também estava cotado para o papel principal em ‘Superman: Flyby‘, mas o produtor J.J. Abrams cancelou o filme de origem do Homem de Aço.

Durante sua participação no The Howard Stern Show, Fraser relembrou a época e revelou como ficou desapontado por perder a oportunidade de se tornar o icônico herói.

“Ser o Superman é uma oportunidade incrível e transformadora. Acho que todo ator não quer ser conhecido por apenas um papel, porque me orgulhei da diversidade durante toda a minha vida profissional… Não sou um macaco de circo, então fiquei desapontado por haver uma oportunidade incrível e não ter se concretizado.”

Vale lembrar que o trabalho mais recente do astro é ‘A Baleia‘, drama dirigido pelo aclamado Darren Aronofsky (‘Mãe!’), que lhe garantiu um Critics Choice Award de Melhor Ator e uma indicação ao Oscar 2023 na mesma categoria.

O filme também concorre em Melhor Maquiagem & Cabelo, enquanto Hong Chau disputa pelo prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante.

Os vencedores serão anunciados no dia 12 de março.

Lembrando que ‘A Baleia‘ chega aos cinemas nacionais em 23 de fevereiro com distribuição da Califórnia Filmes.

Charlie (Fraser) é um professor de inglês recluso, que vive com obesidade severa e luta contra um transtorno de compulsão alimentar. Sozinho, ele convive diariamente apenas com a culpa, por ter abandonado Ellie (Sadie Sink), sua filha hoje adolescente que ele deixou junto com a mãe Mary (Samantha Morton) ao se apaixonar por outra mulher. Agora, ele irá buscar se reconectar com a filha adolescente e reparar seus erros do passado.

Aronofsky é conhecido por seus densos e críticos filmes que, normalmente, são alvo de diversas controvérsias. Seus trabalhos mais reconhecidos são ‘Réquiem para um Sonho’, que trouxe Marlon Wayans, Jennifer Connelly, Jared Leto e Ellen Burstyn em uma trama sobre vício em drogas; ‘Cisne Negro’, estrelado por Natalie Portman e que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Diretor; e ‘Mãe!’, thriller psicológico estrelado por Jennifer LawrenceJavier Bardem.

Lana Del Rey lança “A&W”, novo single de seu 9º álbum de estúdio; Ouça!

A aclamada cantora e compositora Lana Del Rey lançou hoje (14) a canção “A&W”, novo single oficial de seu vindouro 9º álbum de estúdio.

O compilado, intitulado ‘Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd’, será lançado no dia 24 de março de 2023 e também conta com a faixa-título.

Ouça:

Jack AntonoffDrew EricksonZach Dawson entram como produtores, enquanto Jon BatisteFather John MistyTommy Genesis participam como artistas convidados.

A era é precedida pelo ovacionado Norman Fucking Rockwell!’, álbum lançado em 2019 e que foi indicado a duas categorias do Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano -, e também pelos aclamados Chemtrails Over the Country ClubBlue Banisters.

Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como Jack AntonoffMax Martin, ganhou aclame e popularidade com Born To Die, álbum lançado em 2012.

Rachel Weisz surge ensanguentada nas primeiras imagens da série ‘Dead Ringers’; Confira!

Prime Video divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘Dead Ringers’, série de suspense estrelada por Rachel Weisz e baseada no filme ‘Gêmeos – Mórbida Semelhança‘, de David Cronenberg.

Além disso, foi revelado que a produção tem estreia marcada para o dia 21 de abril.

Confira:

Michael Chernus também estrela a produção. O elenco ainda conta com Emily Meade, Poppy Liu, Britne OldfordJeremy ShamosJennifer Ehle.

A adaptação é descrita como uma reimaginação do longa, invertendo o gênero e trazendo uma protagonista feminina.

Alice Birch será responsável pelo roteiro da série.

As gêmeas Mantle, interpretadas por Weisz, são as pessoas mais brilhantes e extraordinárias que você já conheceu. Idênticas dos pés à cabeça, elas têm uma missão de mudar a forma como as mulheres dão a luz, começando em Manhattan. Drogas, pioneirismo através de procedimentos ilegais, sexo e relacionamentos amorosos, essa série nos levará em um território mais estranho e sombrio do que poderíamos ter imaginado.

Weisz e Birch também serão responsáveis pela produção da série, ao lado do estúdio Morgan Creek Entertainment, que recentemente foi anunciado por trás do desenvolvimento do reboot de ‘O Exorcista‘.

‘Rainha Charlotte’: Série derivada de ‘Bridgerton’ ganha teaser OFICIAL e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou hoje (14) o teaser trailer oficial de ‘Rainha Charlotte’, série derivada de Bridgerton que será focada na icônica monarca titular (interpretada originalmente por Golda Rosheuvel).

Além disso, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming no dia 04 de maio.

Confira:

Nos últimos meses, a showrunner Shonda Rhimes conversou com o The Sunday Times sobre o que os fãs poderão esperar do spin-off – dizendo que nem tudo serão flores para a jovem monarca.

“A Rainha Charlotte é uma presença exagerada”, ela conta. “Ela tem tudo que sempre quis, mas ainda carrega um sofrimento”.

India Amarteifio dá vida à versão mais nova da Rainha.

Michelle FairleyCorey MylchreestArsema ThomasSam ClemmettFreddie DennisRichard CunninghamTunji KasimRob MaloneCyril NriHugh SachsArsema Thomas completam o elenco.

Rhimes retorna como produtora executiva ao lado de Betsy Beers e Tom Verica, e deve ficar responsável pelo roteiro.

Bella Ramsey rebate comentários homofóbicos sobre ‘The Last of Us’: “Vão ter que se acostumar”

The Last of Us já se tornou uma das melhores séries dos últimos anos e, além da ótima narrativa e da impecável adaptação dos jogos, trouxe uma representatividade significativa e necessária para a comunidade LGBTQIA+ no cenário mainstream.

Ellie, que é interpretada por Bella Ramsey (uma pessoa não-binária), é uma das personagens principais da trama e, além disso, é uma jovem garota lésbica. Além disso, o show explorou ainda mais o relacionamento entre Bill (Nick Offerman) e Frank (Murray Bartlett) em um episódio de cortar o coração. E vale lembrar que, no segundo capítulo do jogo, os fãs foram apresentados a um personagem trans conhecido como Lev.

Não demorou muito para que parte dos espectadores destilasse comentários LGTBQfóbicos acerca da presença constante de personagens queer, chamando a atenção de Ramsey – que, por sua vez, disse que essas pessoas preconceituosas “vão ter que se acostumar” com esse fato.

“Eu sei que as pessoas vão pensar o que quiserem. Mas eles vão ter que se acostumar com isso. Se você não quer assistir ao programa porque tem histórias gays, porque tem um personagem trans, isso é com você e está perdendo. Não vai me deixar com medo”, comentou, em entrevista à GQ.

Lembrando que o próximo episódio, intitulado “Kin”, vai ao ar no dia 19 de fevereiro.

A produção é estrelada por Pedro Pascal (Joel) e Bella Ramsey (Ellie).

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A produção abarcou nada menos que 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 118 críticas publicada. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’: Paul Rudd revela que ‘Thor: Ragnarok’ é um dos seus filmes favoritos da Marvel [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro Paul Rudd falou sobreHomem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ e revelou quais são seus três filmes favoritos da Marvel:

“Eu amo ‘Thor: Ragnarok’. É um dos meus favoritos. Eu amo ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal’. Eu amo os filmes da Marvel. Já assisti todos. Acho que ‘Vingadores: Ultimato’. Esses são os três que me vêm à mente imediatamente, apesar de gostar dos outros.”, afirmou.

Rudd disse que Kang (Jonathan Majors) será um dos maiores vilões da história do MCU e está no mesmo nível que Thanos (Josh Brolin):

“Eu não diria o que torna melhor, mas posso falar o que o torna diferente. É a escala do filme. O vilão é o ser mais poderoso que o Scott Lang já enfrentou. Quero dizer, ele enfrentou o Thanos. Eu diria que estão no mesmo nível. Os poderes do Kang são parecidos. Acho que isso é algo novo para um filme do Homem-Formiga. Nada contra os vilões dos filmes anteriores, mas eles eram entidades menores. Esse vilão será muito diferente. Esse filme será muito importante para construir o que virá daqui para frente. Ele dará início à Fase 5 do MCU. Isso é algo novo e emocionante.”, afirmou. 

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

 

O ator também revelou quem foram os super-heróis da sua infância. E entre eles, ele citou o icônico jogador de futebol brasileiro Pelé.

“Meus super-heróis foram minha mãe e meu pai. É uma resposta previsível e clichê, mas foram minha mãe e meu pai. E alguns jogadores de futebol que eu considerava meus heróis. Como o Pelé. Eu o assisti jogando quando era criança. Quando eu tinha cinco anos, costumava jogar futebol. Meu avô nos visitou. Eu estava vivendo na Califórnia naquela época. O Pelé estava jogando pelo New York Cosmos e George Best estava jogando pelo Los Angeles Aztecs. Eu tive a chance de vê-los jogando um contra o outro. E eu jogava. Eu era o número 10, e amava o Pelé.”, afirmou.

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumânia‘ estreia em 16 de fevereiro de 2023.

Assista nossa entrevista com o Jonathan Majors, o Kang.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína!

Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Paul RuddEvangeline LillyJonathan MajorsMichelle PfeifferMichael DouglasKathryn Newton estrelam.

 

Crítica | Eileen: Anne Hathaway e Thomasin McKenzie estrelam espetacular thriller criminal

A still from Eileen by William Oldroyd, an official selection of the Premieres program at the 2023 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute. All photos are copyrighted and may be used by the press only for the purpose of news or editorial coverage of Sundance Institute programs. Photos must be accompanied by a credit to the photographer and/or 'Courtesy of Sundance Institute.' Unauthorized use, alteration, reproduction or sale of logos and/or photos is strictly prohibited.

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2023

Sempre entre a fantasia de seus devaneios e a dura realidade de sua vida cotidiana, Eileen é uma peculiar jovem que vive à deriva, distante e inabalável diante do contexto que a cerca. Perdida em sua própria imaginação, ela passa os seus dias sonhando com a vida que gostaria de ter, enquanto pouco percebe o tempo passar. Nutrindo uma identidade escondida e mascarada pela obsessão de um pai perturbado e pela apatia de um emprego indigno, ela é a sombra da mulher que sonha se tornar. E quando se depara com a bela conselheira Rebecca St. Johns, nova funcionária do mesmo reformatório onde trabalha, ilusões e ambições pessoais começam a se colidir em uma espiral catártica caótica e insana.

Eileen é um thriller de mistério impressionante, capaz de nos arrastar para as entranhas de sua narrativa de forma súbita e profunda. Com uma trama aparentemente mais dramática, a produção dirigida por William Oldroyd e roteirizada por Luke Goebel e Ottessa Moshfegh começa de forma inofensiva, nos leva para os pensamentos mais sombrios e salientes de sua protagonista homônima, apenas para apresentá-la como uma enorme antítese. De tom de voz doce e sensível, mas comportamento sempre errático, ela é uma pessoa confusa aos nossos olhos. Vivendo como se fosse uma sombra, ela nos é apresentada como alguém que almeja muito, mas nada faz. Mas em contraste com sua quase antagonista, vivida lindamente pela Anne Hathaway, os anseios mais profundos de Eileen ganham vida. E aqui, uma vez mais vemos a talentosa Thomasin McKenzie em um papel peculiar, que se desabrocha diante da audiência de forma surpreendente e arrebatadora – assim como a vimos em Noite Passada em Soho.

Mas em Eileen, mais do que a transformação de uma protagonista, testemunhamos aqui a constante subversão das nossas expectativas. Aprimorando poderosamente a abordagem narrativa de um filme de gênero, o longa de Oldroyd é uma convite a uma thriller criminal inesperado, que cresce pelas extremidades, até que consome todo o roteiro. Se transformando logo na metade de seu segundo ato, o longa é uma experiência cinematográfica que nos tira o fôlego, com um viés misterioso crescente que muda seus protagonistas, fazendo com que eles passem por metamorfoses diante dos nossos olhos. E inadvertidamente, o cineasta e sua dupla de roteiristas viram a chave do filme, fazendo de Eileen não apenas um estudo de personagem, mas sim um conto detective noir às avessas, onde a fotografia domina nossa visão e ajuda a redefinir os rumos da história.

E presos em um clímax absolutamente moral, somos constrangidos por questões éticas e sociais que ressoam nos ouvidos como socos na boca do estômago. De maneira simples, mas executada em um nível de complexidade monstruoso, Eileen estende suas fronteiras para além do campo dramático, em direção a um mistério sombrio, realista e perturbador. E como alguém que não cansa de nos impressionar, Ari Wegner faz de sua fotografia um instrumento fundamental para a construção da tensão e do pavor do plot twist. Com referências estilísticas aos clássicos mistérios dos anos 40 e 50, ela traz um negrume maior para o terceiro ato, quase entregando um novo filme para o público. Mudando nossa percepção da trama a partir do seu trabalho como diretora de fotografia, ela uma vez mais nos surpreende, saindo do estilo bucólico de Ataque dos Cães para o noir oldschool em Eileen.

Com uma trilha sonora sempre marcada pelo jazz e blues, o suspense criminal ainda se consagra como uma eclosão psicoemocional. Trazendo um desfecho que nada mais é do que a consumação plena de uma confusa mente presa em seus próprios delírios, a produção é uma experiência cinematográfica que une elementos cult e blockbuster de forma precisa e certeira, nos mantendo aflitos e angustiados a todo momento. Superando nossas expectativas e subvertendo seu proposital apático início em um final explosivo, Eileen é imprevisível, angustiante e viciante. Com performances excepcionais de Hathaway e McKenzie, o thriller nos satisfaz por inteiro, mas ainda assim nos deixa à deriva, sedentos por muito mais dessa rica fonte jorrada por William Oldroyd.

Nicolas Cage vai interpretar o DIABO em ‘Sympathy For The Devil’; Veja foto!

Além de interpretar o Drácula emRenfield’, Nicolas Cage será o Diabo no filme ‘Sympathy For The Devil’.

O terror psicológico é dirigido por Yuval Adler (da série ‘O Atirador’) e ainda conta com Joel Kinnaman no elenco (via Deadline).

O longa segue o motorista (Joel Kinnaman), que se forçado a dirigir para um homem misterioso (Nicolas Cage). À medida que a viagem continua, fica claro que tem algo de errado, e esse passageiro tem intenções “demoníacas”.

Confira abaixo:

O filme não tem data de lançamento prevista.

Ator de ‘Você’ CRITICA romantização de serial killers na mídia: “A culpa é da Netflix”

O ator Penn Badgley, da série ‘Você‘, criticou o comportamento de pessoas em romantizarem serial killers que realmente existiram.

Badgley, que interpreta um psicopata stalker em quatro temporadas da série da Netflix, disse em entrevista ao Entertainment Tonight (Via People), que fãs que se apaixonam por homicidas como Jeffrey Dahmer precisam “repensar esses comportamentos”.

Sendo justo, em [‘Você’], é para você se apaixonar por Joe [personagem ficcional], então neste caso a culpa é nossa”, disse Badgley. “Mas Ted Bundy? Jeffrey Dahmer? Aí a culpa é da Netflix. Isso é de responsabilidade da Netflix.”

Os novos episódios da série ‘Você‘ já foram lançados na Netflix. A segunda leva será lançada em 09 de março.

Relembre o trailer:

A série é estrelada por Penn BadgleyLukas GageCharlotte RitchieTilly KeeperAmy-Leigh HickmanEd Speleers completam o elenco.

Criada por Greg BerlantiSera Gamble, a série é baseada na saga literária escrita por Caroline Kepnes.

Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.

‘Top Gun 3’: Jerry Bruckheimer dá resposta NADA animadora para a sequência

Top Gun: Maverick se tonou um dos maiores sucessos de 2022, conquistando 96% de aprovação dos críticos e arrecadando US$ 1,488 bilhão pelo mundo.

Em janeiro, o produtor Jerry Bruckheimer disse à Variety que “não tinha ideia” sobre a possibilidade de uma sequência.

Um mês depois, o portal insistiu em arrancar uma nova resposta do cineasta, mas parece que nada mudou…

Questionado sobre a possibilidade, Bruckheimer disse que, se acontecer, ele não estará envolvido porque não estará aqui por mais 35 anos, intervalo de tempo entre a sequência e o original.

“Não tenho ideia. Estamos apenas curtindo este porque demorou 35 anos para fazermos ‘Top Gun: Maverick‘. Não vou estar aqui por mais 35 anos.”

Atualmente, Bruckheimer já está com 79 anos de idade.

Mas, se uma sequência estiver nos planos da Paramount, é claro que nõa iria demorar tanto tempo… Até porque o protagonista Tom Cruise também já está com 60 anos.

E aí, você acha que a franquia merece mais um filme ou a sequência encerra a história de forma adequada?

Confira a entrevista e a nossa crítica do filme:

A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.

Dirigido por Kosinski e com roteiro de Christopher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm e Ed Harris

Sequência da série ‘The Last Kingdom’ ganha data de estreia e imagens oficiais; Confira!

A Netflix finalmente anunciou quando o filme ‘Seven Kings Must Die‘, que dará continuidade à série ‘The Last Kingdom‘, será lançado.

O longa estreará oficialmente no serviço de streaming no dia 14 de abril.

Confira as primeiras imagens oficiais:

Na trama, Uthred se aventurará mais uma vez com seus companheiros por todo o reino disperso em uma tentativa de formar uma Inglaterra unida após a morte do rei Edward, enquanto invasores e herdeiros rivais lutam pela coroa.

Alexander Dreymon, Ian Hart, David Dawson, Eliza Butterworth, Harry McEntire e Arnas Fedaravicius estrelam.

‘Super Mario Bros – O Filme’: Mario e Luigi mostram suas habilidades como encanadores em novo comercial de TV; Assista!

Através do Twitter, a página oficial de ‘Super Mario Bros – O Filme‘ divulgou um divertido comercial de TV, mostrando Mario e Luigi ostentando suas habilidades como encanadores.

A prévia é embalada ao som de ‘The Mario Rap‘, canção composta por Lou Albano e Danny Wells como a música tema da amado série ‘The Super Mario Bros. Super Show!‘.

Confira, junto com o trailer:

Produzido pelo Illumination, estúdio responsável por Meu Malvado Favorito’ e ‘Minions’, Super Mario Bros‘ estreia em 30 de março de 2023.

O filme é dirigido por Aaron Horvath e Michael Jelenic.

A animação conta com Chris Pratt como Mario, Anya Taylor-Joy como a Princesa Peach, Charlie Day como Luigi, Seth Rogen como Donkey Kong, Jack Black como Bowser e Keegan-Michael Key como Toad. Fred Armisen, Kevin Michael Richardson, Sebastian Maniscalco e Charles Martinet, voz original de Mario, Luigi, Wario e Waluigi, completam o elenco.

‘Coringa 2’: Figurantes foram proibidos de irem ao banheiro e beberem água entre as gravações

As gravações de ‘Joker: Folie à Deux’ começaram no final do ano passado, e os bastidores do longa já está causando polêmicas…

De acordo com o TMZ, fontes ligadas ao projeto disseram que os figurantes estão reclamando da falta de acesso ao banheiro, o que vem gerando bastante tensão com a equipe produção.

Ao que parece, os figurantes estão trabalhando por por mais de duas horas sem parar e sem permissão para usarem o banheiro ou beberem água durante as filmagens no Warner Bros Studios, localizado em Burbank, na Califórnia, Estados Unidos.

Os funcionários ainda contaram que temem repercussões negativas se pedirem aos superiores para usarem o banheiro… Isso porque alegaram que alguns figurantes até foram repreendidos por cobrarem seus direitos fisiológicos.

Eles não têm permissão de deixarem os sets nem mesmo no período de configurações das câmeras, que geralmente dura de 20 minutos a uma hora… Tudo para não se dispersarem ou não perderem suas marcações.

Um dos figurantes teve que usar o banheiro às pressas entre as cenas, mas precisou ‘declarar seu caso’ ao assistente de direção afirmando que era realmente uma emergência.

Quando o mesmo figurante estava tomando um copo d’água, o assistente de direção questionou:

“Por que você está bebendo mais água? Aí você vai pedir pra ir ao banheiro de novo?”

Outro assistente de direção ainda fez piadinhas com os funcionários, dizendo:

“Eu nunca tive que ir tanto ao banheiro. O que eles fazem lá? Porque eles definitivamente não estão usando [para se aliviarem].”

A situação ficou tão desagradável que uma reclamação foi enviada ao Sindicato dos Atores e foi iniciada uma investigação sobre violação do intervalo, na qual a produção será monitorada até o fim.

Vale lembrar que, durante as gravações do primeiro filme, aconteceu algo parecido…

Na época, foi relatado que figurantes ficaram trancados dentro de um vagão de trem por quase quatro horas e acabaram se pendurando nas janelas do veículo para urinarem nos trilhos.

O elenco do novo filme conta o retorno de Joaquin Phoenix como Arthur Fleck, além de Lady Gaga como Harley Quinn. Brendan Gleeson e Catherine Keener também se juntam à dupla.

O enredo de ‘Joker: Folie a Deux‘ ainda é mantido em segredo, mas a teoria atual é que ele abordará a origem do romance entre o Coringa e a sua clássica parceira no crime, Arlequina, vivida por Gaga.

Com estreia marcada para 04 de outubro de 2024, o projeto está sendo descrito como um musical.

Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.

Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.

Artigo | Celebrando os 40 anos de carreira de Madonna, a eterna rainha do pop

Em 16 de agosto de 1958, o mundo dava as boas-vindas (ainda sem saber, é claro) a maior popstar da história da música: Madonna Louise Ciccone – ou, simplesmente, Madonna. Desde sua estreia em 1983 com seu álbum homônimo até os dias de hoje, a artista, consagrada por muitos (inclusive este que vos escreve) como uma lenda iconográfica da indústria do entretenimento, vem inspirando novos nomes e comumente aparece, por mais sutil que seja, em produções musicais que rodeiam o dance-pop e electro-pop, suas marcas registradas desde sempre, para ser honesto.

Entretanto, os explosivos números de sua extensa carreira, que já beira as quatro décadas de existência, não são o bastante para explicar a importância cultural e social que a performer exala mesmo na contemporaneidade. É claro que não podemos deixar de colocar Madonna no pedestal que merece, seja como a Rainha do Pop, seja como a mulher mais bem-sucedida da esfera fonográfica (com mais de 250 milhões de discos/músicas vendidos), seja como a cantora com a turnê mais lucrativa da década (Sticky & Sweet Tour, em promoção ao seu álbum Hard Candy); porém, mais do que isso, ela é um modelo a ser seguido, uma forte e independente mulher que, constante e inexplicavelmente diminuída por sua idade, quebrou barreiras e mudou o cenário para sempre, alcançando o mesmo feito que The Beatles conquistara décadas antes.

Mas antes de tudo, precisamos entender quem realmente é Madonna. Vinda de um panorama que incluía Blondie e Pretenders (mais especificamente as icônicas Debbie Harry e Chrissie Hynde), a artista encontrou sua voz pouco depois de seu début. Após fazer um estrondoso sucesso como o rosto de uma nova geração feminina – que vinha lutando tanto para se afastar dos grupos que pipocavam a todo segundo quanto para conseguir seu espaço num território dominado pelo rock’n’roll e pela tóxica e engessada masculinidade de certas figuras. A partir disso, Madonna encontrou seu verdadeiro eu e tomou as rédeas de sua identidade quando mais ninguém a ajudou, culminando numa artística veia que nunca se conformou aos moldes a que fora destinada e sempre nos surpreendeu com mudanças drásticas e conceitos experimentais muito à frente de seu tempo.

Entre altos e baixos – assim como a carreira de qualquer performer -, Madonna nunca deixou de ouvir seus instintos, levando o aclamado diretor David Fincher (que comandou videoclipes como “Vogue” e “Bad Girl”) a dizer em 2014 que “a melhor forma de lidar [com ela] era seguir seu ímpeto”, o que realmente não está longe da verdade. É por isso que temos a divertida (e mais profunda do que parece) “Material Girl” em Like a Virgin, a chocante iconoclastia imperialista da música titular em Like a Prayer, o retorno às suas origens com a provocante e revolucionária “Deeper and Deeper” em Erotica e o poderoso hino de conscientização em “God Control”, lançado ano passado com Madame X.

Ao longo de sua discografia, conhecemos inúmeros alter-egos da artista, como Dita Parlo ou as catorze outras complexas personalidades construídas especialmente para seu último álbum. Cada uma delas, por mais escondida ou misteriosa que seja, contribui para que compreendamos o que Madonna trouxe de novo para a “monótona” (por assim dizer) atmosfera que a permanência de gêneros causava nos anos 1980. É certo dizer uma coisa: a Rainha do Pop revolucionou sem qualquer pedantismo mercadológico basicamente tudo que se propôs a fazer, tecendo a princípio linhas que se transformaram numa ardente e inextinguível fama. Madonna recuperou a carreira solo dos artistas que vinham bombardeados com a cultura disco das bandas musicais, abrindo portas para suas conterrâneas – como Kylie Minogue, que depois a influenciaria com a estética dance de Fever – e para as novatas que ganhariam força na transição da era analógica para a digital – como Rihanna e Lady Gaga.

Em 1998, Madonna sairia da mimética e onírica Bedtime Stories para nos colocar em êxtase com Ray of Light, uma de suas obras-primas que permitiu ao techno-pop ganhar uma escala global muito maior do que tinha, mantendo essa estética com Music e voltando a explorá-la de 2008 em diante. Like a Prayer, por mais que não tenha feito um barulho considerável na temporada de premiações à época do seu lançamento, colocou o pop como um state-of-art, uma joia irretocável que representava um pastiche muito bem formulado a ser cultuado por várias gerações. Ora, até mesmo suas incursões na literatura transformariam o cenário, clamando pela expressividade artística de seus fãs com a divulgação de ‘Sex’ e das polêmicas e sensuais fotografias. Mesmo na moda Madonna não ficaria de fora, com seus figurinos haute culture eternizados pela preferência sádica do couro e pelos sutiãs em forma de cone (Blonde Ambition Tour mandou lembranças).

A cantora é até hoje associada a uma imagética sexual, mas nunca permitiu que fosse difamada pelos mais reacionários e conservadores. Não é surpresa que seus discursos são pautados em sexualidade, autoafirmação, gênero, feminismo e condenação da religião – levando vários líderes católicos a condenarem-na do mesmo modo que Gaga sofreria anos mais tarde com The Fame Monster e ‘Born This Way’. De qualquer forma, Madonna deu às costas a esses discursos e continuou a utilizar de modo explícito deturpações simbólicas e comportamentos irreverentes em todas as suas apresentações, colocando-a num pedestal quase sacro por todas as razões “erradas”.

No final das contas – na verdade, em um momento que ainda está longe de acabar -, Madonna transformou a estrutura du jour de basicamente tudo o que conhecemos em uma continuidade inenarrável, borbulhando com investidas interessantes e originais que ainda têm muito para nos contar. Mas o que mais é próprio de sua estética é uma capacidade metamórfica que jamais deixa claro o que podemos esperar de seu próximo retorno aos holofotes.

Netflix 2023 | Conheça os Grandes Lançamentos de FILMES ORIGINAIS do streaming para este ano!

Mal nos despedimos de 2022, com muitos filmes ainda pendentes em nossas listas para serem assistidos (em especial os do Oscar), e 2023 já chega esquecendo de pisar no freio. Nos cinemas, o ano começa quente com o sucesso do terror M3GAN, da Blumhouse, o filme da boneca-robô assassina e da dancinha tik tok. O filme fez tanto sucesso que já garantiu sua continuação. No mundo de hoje, porém, tão importante quanto as estreias nas salas de cinema, são os lançamentos nas plataformas de streaming – que ano após ano trazem alguns dos filmes mais badalados e que geram grande expectativa. Como de costume também, a plataforma número 1 do mercado, a Netflix, divulga no início do ano a agenda de seus maiores filmes originais a serem distribuídos nos próximos doze meses. E como sempre ocorre todo início de ano também, fazemos nosso trabalho por aqui de comentar todas estas grandes estreias.

Um detalhe curioso é que nunca anteriormente a Netflix adiou tantos filmes prometidos como no ano passado. A Netflix os postergou, agora pretendendo lança-los este ano. Falaremos sobre isso também em seus respectivos itens. Confira abaixo e programa-se.

Certas Pessoas

Começamos a lista justamente com um filme que era anunciado para 2022, mas terminou ficando para o início de 2023. Trata-se da comédia Certas Pessoas, escrita pelo ator duas vezes indicado ao Oscar Jonah Hill. O ator também estrela o longa e tem a chance de contracenar com o lendário Eddie Murphy, grande nome da produção. A ideia é falar sobre o choque cultural entre uma família negra e outra branca judaica, com Hill se relacionando com a filha de Murphy. A estreia é no dia 27 de janeiro.

Na Sua Casa ou na Minha?

Comédia romântica estrelada por Reese Witherspoon e Ashton Kutcher, dois especialistas no gênero. No filme, eles vivem melhores amigos de longa data, que tiveram um caso no passado. Agora, o sujeito propõe uma mudança de cenário para ambos, com ele saindo de sua casa em Nova York para ir passar uns dias em Los Angeles cuidando do filho dela, enquanto ela descansa e tira férias na casa dele em Nova York. Só para descobrir que o melhor amigo era crush o tempo todo. A estreia é no dia 10 de fevereiro.

Luther: O Cair da Noite

Podemos dizer que a produção que ajudou a transformar Idris Elba num astro de renome internacional foi a elogiadíssima série Luther, que durou cinco temporadas (de 2010 a 2019) e mostrava o ator como um detetive brilhante atrás de assassinos seriais. Agora, a Netflix tira do papel o primeiro filme derivado do programa, com o personagem caçando um perigoso psicopata. O filme tem roteiro do criador do programa Neil Cross, e o elenco conta com Cynthia Erivo (indicada a dois Oscar) e Andy Serkis. A estreia é no dia 10 de março.

Mistério em Paris

Adam Sandler foi o primeiro grande astro de Hollywood a ver potencial na produtora de conteúdo Netflix, assinando um contrato de exclusividade com a empresa, que já dura quase 8 anos. Aqui, Sandler realiza sua primeira continuação de um filme original da plataforma, com a sequência de Mistério no Mediterrâneo (2019) – uma brincadeira cômica com os suspenses de Agatha Christie. O filme o reúne mais uma vez a Jennifer Aniston e estreia no dia 31 de março.

A Mãe

É difícil imaginar que exista um grande nome em Hollywood que se recuse a trabalhar com a Netflix. De fato, muito em breve todos os maiores atores em atividade na indústria terão passado pela empresa. Quem estreia nessa parceria em 2023 é a musa latina Jennifer Lopez, num filme que deveria ter sido lançado em 2022. Na trama, Lopez é uma matadora profissional que abandona a filha, mas precisa se revelar para ela anos depois a fim de protege-la. O thriller de ação dirigido por Niki Caro (Mulan, 2020) estreia em 12 de maio.

Resgate 2

Assim como os grandes estúdios clássicos de Hollywood, a Netflix não fica acanhada em tirar do papel continuações de seus maiores sucessos. E o faz atualmente com suas grandes produções, como foi o caso com Enola Holmes 2. Esse ano chegam duas continuações de produções que deram certo na casa, além de Mistério em Paris, esta sequência do filme de ação com Chris “Thor” Hemsworth – que troca o deserto pelo gelo. Escrito e produzido pelos irmãos Russo, o astro retorna no papel do mercenário Tyler Rake. O filme, que foi adiado do ano passado para este, estreia no dia 16 de junho.

Clonaram Tyrone!

Outro que foi adiado do ano passado para este, esta obra tem toda a cara de produção blaxploitation dos anos 1970, e é produzido intencionalmente desta forma, com a imagem granulada e visual retrô da época. O longa é pura homenagem e traz uma trama rocambolesca sobre uma conspiração governamental clonando moradores do gueto. O trio protagonista é vivido por Jamie Foxx, John Boyega e Teyonah Parris. A estreia é no dia 21 de julho.

Heart of Stone

Enquanto os fãs da Marvel e DC se digladiam, a Netflix une os astros de tais filmes em sua casa. A empresa já escalou nomes quentíssimos como Chris Hemsworth (Thor), Jason Momoa (Aquaman), Henry Cavill (Superman), Chris Evans (Capitão América), Dwayne Johnson (Adão Negro), Mark Ruffalo (Hulk) em suas produções. Agora é a vez da segunda parceria com a Mulher-Maravilha, Gal Gadot – pela primeira vez protagonizando um filme só seu no streaming. Ela segue os passos de Angelina Jolie (num tipo de filme que a musa faria) e vive Rachel Stone, uma super espiã de ação. A estreia é no dia 11 de agosto.

Lift

Outro considerado um “menino de ouro” da Netflix é o comediante Kevin Hart. A parceria do humorista com o streaming começou com a dramédia Paternidade (2021), e daí seguiram produções como a minissérie A Mais Pura Verdade (2021) e as superproduções O Homem de Toronto (2022) e De Férias da Família (2022). Agora, Hart protagoniza um filme de ação sério e em grande estilo, que o traz como parte de uma equipe de ladrões internacionais. Na direção, F. Gary Gray (Uma Saída de Mestre e Velozes e Furiosos 8). A estreia é no dia 25 de agosto.

Damsel

A Netflix não apenas faz parceria e escala grandes nomes de Hollywood para trabalhar em seus projetos, ela também cria seus próprios astros e estrelas e os “solta” no mundo. Este foi o caso com a menina Millie Bobby Brown, revelada pelo sucesso de Stranger Things. Depois de estrelar a franquia Enola Holmes, Brown produz novamente um filme em parceria com a empresa: a aventura medieval de fantasia Damsel, no qual subverte o conceito de donzela em perigo esperando para ser resgatada. A estreia é no dia 13 de outubro.

Pain Hustlers

Querem mais estrelas quentíssimas de Hollywood em produções originais? A Netflix tem. O diretor David Yates (Harry Potter e Animais Fantásticos) une em tela Emily Blunt e Chris Evans para uma história de ascensão e queda de uma mulher buscando uma vida melhor para ela e a filha, fazendo crescer uma empresa com a sua coragem, mas se vendo no meio de uma conspiração criminosa. A estreia é no dia 27 de outubro.

The Killer

Não é só na frente das telas que a Netflix escala talentos grandiosos. Realizadores de peso já estiveram no comando das produções do streaming. Quando trouxe Martin Scorsese para colaborar em O Irlandês, a empresa “zerou a vida”. Outro que não chega muito atrás é o ótimo David Fincher (Seven, Clube da Luta), que já havia colaborado com a Netflix em Mank (2020). Aqui, ele conta a história de um matador profissional desenvolvendo crise de consciência. No papel principal, Michael Fassbender. A estreia é no dia 10 de novembro.

A Family Affair

O grande nome dessa comédia romântica é o da veterana Nicole Kidman, em sua segunda parceria com a Netflix depois de A Festa de Formatura (2020). Aqui, ela e Joey King vivem mãe e filha. Tudo muda na vida da jovem, quando ela descobre que sua mãe está tendo um caso com seu chefe, um homem bem mais jovem que ela, papel de Zac Efron. A estreia é no dia 17 de novembro.

Leo

A Netflix também investe pesado em sua própria divisão de longas-metragens em animação. Nesta sua grande aposta para 2023, Adam Sandler cede sua voz para o personagem título, um lagarto de 74 anos, que ao lado de sua amiga tartaruga planeja a fuga de um terrário em uma escola primária da Flórida, onde estão vivendo há décadas. A estreia é no dia 22 de novembro.

Leave the World Behind

Quem aparece em sua primeira parceria com a Netflix é a estrela vencedora do Oscar, Julia Roberts – um dos maiores nomes de Hollywood desde os anos 90. A atriz é o chamariz deste drama enigmático, que tem roteiro e direção de Sam Esmail, amigo de Roberts com quem ela colaborou na série Homecoming – igualmente uma trama misteriosa. Aqui, os mais atentos já começaram a perceber um teor apocalíptico e certas semelhanças com o vindouro Batem à Porta, de M. Night Shyamalan. Mahershala Ali, Ethan Hawke e Kevin Bacon também estão no elenco. A estreia é no dia 8 de dezembro.

Rebel Moon

A Netflix sempre deixa o melhor para o final. Ou seja, seus maiores lançamentos de cada ano sempre ficam para dezembro – época em que muitos já estão de recesso para as festas de fim de ano e podem curtir na frente da TV despreocupados. Foi assim em 2018 com Bird Box, em 2021 com Não Olhe para Cima, e 2022 com Glass Onion, por exemplo. E em 2023, além de Leave the World Behind, a plataforma trará este blockbuster que foi imaginado pelo visionário Zack Snyder, em nova parceria com o estúdio. A estreia é no dia 22 de dezembro.

Você sabe qual foi o cinema mais frequentado do mundo em 2022?

Para ganhar o posto de queridinho dos cinéfilos do planeta, o estabelecimento precisa ter dezenas de salas e uma programação muito eclética. Esta é exatamente a descrição do UGC Ciné Cité Les Halles, localizado no centro de Paris, na França. 

O UGC des Halles atraiu 2.221.000 espectadores em 2022, de acordo com dados da Comscore, e tornou-se o estabelecimento cinematográfico mais visitado do ano. Segundo a CEO do grupo Brigitte Maccioni, “[este] sucesso demonstra a relevância do modelo mantido pelos cinemas UGC, que valoriza todas as cinematografias, desde os blockbusters americanos aos filmes de arte”. 

UGC Ciné Cité Les Halles em Paris.

A diversidade de filmes é, portanto, o trunfo da estratégia da empresa. Entre as maiores bilheterias francesas de 2022 estão Avatar – O Caminho das Águas e Top Gun – Maverick, mas também os franceses Novembro, de Cédric Jimenez, e Simone – A Viagem do Século, de Olivier Dahan, ambos com mais de 2 milhões de espectadores. 

Situado no subsolo do famoso centro comercial Westfield Forum des Halles de Paris, o cinema UGC dispõe de 27 salas de projeção, numa das zonas mais movimentadas da capital francesa. Além de sua localização privilegiada, o horário de funcionamento, das 9h à meia-noite, é essencial para acolher todos os cinéfilos da região. Segundo a AFP, no final de 2022, Paris tinha a maior densidade de cinemas do mundo, com 398 telas em 75 cinemas.

Inaugurado em 1995, o espaço abriga uma programação eclética e é animada por inúmeros eventos, como a seleção “O Diretor faz seu cinema”, os programas UGC Docs, UGC Culte ou, por exemplo, o recente festival “Irã hoje em 7 filmes” em apoio às lutas dos iranianos. Além disso, há muitas pré-estreias com a presença das equipes de filmagem. 

Em um comunicado à imprensa este mês, Brigitte Maccioni declarou também que “é esse ecletismo, tão querido pelo público, que faz da França o principal mercado europeu e o terceiro maior mercado do mundo, depois dos Estados Unidos e da China.” Apesar de o país de Emmanuel Macron ter o cinema com maior frequência mundial, em números totais os Estados Unidos ainda levam a melhor. 

Cinema AMC em Los Angeles. Crédito: CoStar

Segundo recentes estimativas da Comscore, o mercado norte-americano – atual líder global – gerou cerca de US$ 7,5 bilhões em receita (+65% em relação a 2021 e -35% em relação à média de 2017-2019), enquanto a China – com poucos lançamentos de Hollywood e ainda muitas restrições sanitárias – fechou o ano em torno de US$ 4,33 bilhões. Ou seja, uma queda de 36% em relação ao ano anterior, e quase metade (-49%) de sua média pré-pandêmica de três anos.

Completando as classificações das salas de projeção da Comscore, em segundo está o cinema AMC de Burbank em Los Angeles, nos Estados Unidos, seguido pelo Showcase Bluewater no sudeste de Londres, no Reino Unido. Com uma população três vezes maior que a França e o Reino Unido, será que algum dia um cinema brasileiro entra na lista?