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10 Filmes para REFLETIR sobre os altos e baixos da vida amorosa

Nem tudo são flores em um relacionamento. Aqueles momentos de felicidade constante podem logo se tornar uma série de conflitos vindo de todos os lados onde o equilíbrio e o ceder podem ser ferramentas chave para uma trajetória ainda unida. Buscando refletir um pouco sobre esse recorte, segue abaixo 10 filmes para refletir sobre os altos e baixos da vida amorosa:

 

Licorace Pizza

Na trama, conhecemos o jovem Gary (Cooper Hoffman) um aspirante ator que com pouco tempo de carreira já conseguiu trabalhos em algumas apresentações. Muito maduro para sua idade, um dia se encanta por Alana (Alana Haim em atuação fantástica) uma jovem (porém mais velha que Gary) que está desiludida na vida que não se entende com sua família, completamente sem rumo vendo os outros indo atrás dos sonhos e ela parada em um estado de solidão constante. Essas duas almas vão se unir de diversas formas, nos pensares do amor, no carinho da amizade, nas batalhas dos empreendimentos, tudo isso de mãos dadas mesmo que com desencontros.

 

Entre Risos e Lágrimas

Na história, conhecemos Donna (Jenny Slate), uma mulher triste e sem muitos planejamentos sobre seu futuro que encontra um oásis quando sobe ao palco e faz seu carismático e engraçado Stand Up Comedy. Sua vida muda completamente quando leva um pé na bunda do namorado e conhece Max (Jake Lacy) com quem tem uma noite de risos e sexo. A questão é que Donna engravida e assim precisa tomar decisões que vão afetar completamente seu modo de ver a vida.

 

É Apenas uma Fase, Amor

Na trama, ambientada na cidade de Colônia, na Alemanha, conhecemos um escritor Paul (Christoph Maria Herbst), pai de três filhos, já batendo nos quarenta e poucos anos, que passa por uma fase de observação sobre a importância do sexo na sua vida o que também o leva a refletir sobre como era no passado. Sua esposa, Emilia (Christiane Paul), uma atriz que trabalha como dubladora, já dá sinais de esgotamento pela distância que os separam, diferente de outros tempos onde eram bem mais animados e grandes desbravadores das estradas da vida. Eles então enfrentam uma iminente separação que vão fazer com que essas duas almas repensem sobre tudo que viveram (e como querem viver) suas vidas a partir dessa ruptura.

 

Vida Selvagem

Na trama conhecemos Jerry (Jake Gyllenhaal) e sua esposa Jeanette (Carey Mulligan), um casal de classe média baixa que mora em uma cidadezinha de Montana em meados dos anos 60. O Casal possui um único filho, Joe (Ed Oxenbould), e muito pela ótica desse personagem que vamos acompanhando o casamento dos pais ir do céu ao inferno, culminando em uma separação dolorosa onde mudanças acontecerão para marcar a vida de todos os envolvidos.

 

Na Cama com Victoria

Na trama, conhecemos a bela advogada criminalista Victoria (Virginie Effra), mãe de duas filhas pequenas, divorciada, que enfrenta um grande vazio em sua vida amorosa e com diversos problemas no seu trabalho. Certo dia, resolve ir até um casamento onde encontra um velho conhecido que acaba sofrendo uma ação criminal por parte da namorada. Assim, tentando ajudar o amigo e também tentando corrigir suas lacunas não preenchidas na vida pessoal, Victoria se aproxima de Sam (Vincent Lacoste), um jovem ex-cliente que a ajudará a completar todas suas jornadas.

 

Os Fabelmans

Na trama, conhecemos Sammy (Gabriel LaBelle) um jovem que começa a ter suas primeiras experiências com cinema logo na pré adolescência após ficar impactado pelo seu primeiro filme visto numa tela grande. O protagonista mora com o pai, o engenheiro elétrico Burt (Paul Dano), a mãe e pianista Mitzi (Michelle Williams), e suas irmãs. Ambientado nas décadas de 50 e 60, vamos caminhando na sua aspiração em ser um cineasta, fato que encontra paralelos com uma descoberta dolorosa que impacta para sempre sua família. Com versões fictícias de pessoas reais na vida de Spielberg, Os Fabelmans busca um enorme recorte sobre a influência para um sonho e como tudo que aconteceu em sua trajetória, de alguma forma, o levaram por esse caminho.

 

História de um Casamento

História de um Casamento conta a vida de Nicole (Scarlett Johansson) e Charlie (Adam Driver), um casal que vive seus dias agitados em Nova Iorque entre um espetáculo e outro, já que ambos trabalham em uma companhia de teatro onde a primeira é a atriz protagonista das peças e o segundo o diretor. O casal possui um filho que é muito amado por ambos. Quando Nicole recebe uma oferta irrecusável de trabalho em Los Angeles (lugar bem distante de NY), o casamento afunda em uma crise sem retorno. Alguns meses se passam, Nicole se estabelece em Los Angeles e a luta dos dois agora é pelos acordos do divórcio que se submetem.

 

À Procura do Amor

Nesse drama sentimental, por vezes, bastante profundo, acompanhamos a massagista e mãe solteira Eva (Julia Louis-Dreyfus). Solitária e tendo uma rotina intensa de trabalho, nunca consegue um tempo para se dedicar a uma chance de um novo amor. Certo dia, em uma festa, conhece a poetisa Marianne (Catherine Keener) e logo vira amiga e massagista da mesma. O problema é que na mesma festa ela conhece Albert (James Gandolfini), ex-marido de Marianne e logo se apaixona por ele. Sem saber direito como lidar com essa situação, entra em um grande conflito existencial, muito porque a personagem passar a escutar as histórias do seu atual namorado na visão da ex-mulher dele.

 

La La Land – Cantando Estações

Na trama, ambientada em Los Angeles, conhecemos o pianista Sebastian (Ryan Gosling), um amante do Jazz que vive buscando seu espaço em meio a mudanças constantes que a vida coloca em seu caminho. Rabugento e completamente sozinho, de maneira inusitada, acaba conhecendo a sonhadora Mia (Emma Stone), uma jovem que partiu para Los Angeles para buscar a difícil carreira de atriz mas que hoje trabalha em uma espécie de Starbucks dentro de um famoso Estúdio de gravações de filmes. Logo o amor entre os pombinhos acontece e, entre as estações do ano, precisarão compreender como é viver a vida a dois e o tamanho que o sonho de cada um tem na vida do outro.

 

A Walk on the Moon

Na trama, ambientada no verão do recheado ano de 1969 nos Estados Unidos, conhecemos Pearl (Diane Lane) e Marty (Liev Schreiber) um casal que vive seu cotidiano dentro da mesmice e que passa parte da estação mais quente do ano em uma espécie de retiro com outras famílias conhecidas. Ela é dona de casa enquanto ele conserta televisores para viver. Eles formam um belo casal, cheio de harmonia mas algo não está muito certo aos olhos de Pearl. Quando a protagonista conhece o caixeiro viajante, vendedor de blusas, Walker Jerome (Viggo Mortensen), desejos escondidos e uma vontade de imaginar e viver coisas diferentes da mesmice que vive ganham contornos dramáticos quando ela passa a ter um caso com Walker.

 

 

10 filmes que parecem uma grande sessão de TERAPIA

Quem nunca teve um desconforto emocional? Seja em relacionamentos de casais, com os conflitos que se amontoam em nossas vidas, no start de problemas no passado que acabam influenciando o presente. Quando assistimos alguns filmes percebemos personagens entrando em jornadas existenciais como se estivessem em uma grande terapia. Pensando nesse recorte peculiar, separamos abaixo 10 filmes que parecem uma grande sessão de terapia:

 

É Apenas uma Fase, Amor

Os desenrolares da frustração e as novas chances que o destino reserva. A simpática fita alemã É Apenas uma Fase, Amor, disponível no catálogo da HBO Max, aborda uma enorme crise em um relacionamento de anos, de um casal que para todos era perfeito, navegando de maneira divertida e também emocionante na constatação da infelicidade dentro de um conceito que explora o envelhecimento precoce de toda a geração X. Dirigido pelo cineasta Florian Gallenberger, vencedor do Oscar de Melhor Curta-metragem em 2001 com o filme Quiero ser (I want to be…).

 

Pássaro Branco na Nevasca

Na trama, conhecemos um pouco melhor a história de Katrina (Shailene Woodley), uma jovem que vive no final dos anos 80 com os pais em um bairro de classe média no interior dos Estados Unidos. Kat tem inúmeras barreiras provocadas pela difícil relação com os pais. Quando sua mãe desaparece sua vida e a de todos ao seu redor, anos se passam e Kat ainda se vê envolvida por esse misterioso sumiço.

 

Um Lindo dia na Vizinhança

Na trama, conhecemos um rabugento jornalista Lloyd Vogel (Matthew Rhys, do ótimo seriado The Americans) que após uma ordem de sua chefe, precisa fazer um texto de 400 palavras sobre o famoso apresentador de público infantil, Fred Rogers (Tom Hanks). Conforme vai conhecendo mais a fundo seu entrevistado, o protagonista começa a passar por mudanças profundas na sua forma de pensar e expressar seus sentimentos, principalmente com o recém aparecido pai.

 

O Mundo Segundo Garp

Na trama, conhecemos Jenny Fields (Glenn Close) uma enfermeira que resolve ter um filho sem se casar, nem ter compromissos com o pai da criança. Seu filho, se chama Garp (Robin Williams, na fase adulta), um observador, romântico, que adora praticar Wrestling, e que vive sua rotina em meia a estudos para se tornar um escritor e criando histórias que aparecem de alguma forma em sua frente. Ao longo de sua vida, aprende muitas coisas e assim acompanhamos suas tristezas, alegrias, amores e reflexões sobre uma vida intensa e repleta de história para contar.

 

Sybil

Na trama, conhecemos a psicóloga Sibyl (Virginie Efira) uma mulher que sempre teve dificuldades em lidar com sua família, seu presente a faz constantemente refletir sobre pedaços de sua trajetória chegando a uma auto análise até certo ponto bastante profunda, fatos que divide nas consultas com o seu próprio terapeuta. Luta contra o alcoolismo, inclusive, frequentando constantemente um grupo de ajuda. Para se concentrar no próximo projeto de sua vida, escrever um romance, acaba tendo que abandonar mais de 20 pacientes, alguns inclusive que já acompanhava fazia anos. Mas nesse processo, o telefone toca e do outro lado da linha é Margot (Adèle Exarchopoulos) uma jovem atriz que está desesperada: grávida de 2 meses de um ator de cinema famoso e ainda casado com a diretora do novo filme que está rodando. A psicóloga então percebe que a história é tudo que procurava para criar o universo do seu livro, assim resolve ajudar a jovem mas sempre gravando todas as consultas.

 

Amor à Primeira Briga

Na trama, conhecemos Arnaud Labrède (Kévin Azaïs), um jovem carpinteiro que após o falecimento do pai precisa ajudar nos negócios da família ao lado de sua mãe e seu irmão mais velho. Certo dia, em um Stand militar na região praieira onde vive, conhece a bela Madeleine Beaulieu (Adèle Haenel), uma jovem pouco sociável que possui atitudes grosseiras com todos a sua volta. Por força do destino, Arnaud é contratado para um trabalho na casa de Madeleine e assim nasce uma amizade onde ambos irão aprender o real sentido de suas vidas.

 

Tempestade

Na trama, conhecemos o pescador Dom (Dominique Leborne), um homem perto dos quarenta anos que trabalha em alto mar ficando pouco tempo por mês em terra. Ele recentemente se divorciou e conseguiu a guarda de seus dois filhos, Mailys (Mailys Leborne) e Matteo (Matteo Leborne) que escolheram ficar com ele por terem problemas com a mãe. Mesmo ausente, Dom sempre preenche a casa onde vive com os filhos de amor e carinho, mesmo com algumas irresponsabilidades. Quando a filha fica grávida aos dezesseis anos, Dom precisará encarar escolhas que mudarão para sempre os rumos dessa família.

 

Um Doce Refúgio

Na trama, conhecemos o tímido e contido Michel (Bruno Podalydès), um artista gráfico que vive uma pacata vida com sua mulher Rachelle (Sandrine Kiberlain). Andando com sua motinho de casa para o trabalho e do trabalho para casa, mostra não estar muito feliz com a vida que leva. Michel é fascinando pelo mundo aeronáutico e sem querer acaba descobrindo que um caíque tem uma engenharia parecida. Assim, resolve comprar esse enorme objeto, escondido de sua mulher e amigos, e acaba embarcando em uma peculiar história de autodescoberta.

 

Um Banho de Vida

Na trama, conhecemos o desempregado Bertrand (Mathieu Amalric), um homem de idade já quase avançada que não trabalha faz dois anos e vive desiludido e sem rumo sendo sustentado por sua esposa. Certo dia, após ver um anúncio no quadro de avisos da piscina onde frequenta resolve se cadastrar na equipe de nado sincronizado masculina do local e lá acaba descobrindo outros homens desiludidos e perdidos na vida, cada um com sua história, mas aos poucos o protagonista percebe que aquela é uma chance de um certo recomeço não só para ele mas para todos seus novos amigos.

 

Blind

Na trama, conhecemos a misteriosa Ingrid (uma atuação fabulosa de Ellen Dorrit Petersen), uma mulher de meia idade que perdera a visão recentemente e isola-se em casa, ao lado do marido, por se sentir mais segura e por conhecer, de memórias, o ambiente. Aos poucos Ingrid vai se vendo mais sozinha e começa a criar uma história a partir de profundos medos/inseguranças e fantasias totalmente reprimidas. Assim, acompanhamos essa trajetória mágica que diz muito sobre a mente humana.

Crítica | O Grande Mauricinho – Animação com dublagem de Marcelo Adnet traz Contos de Fadas menos fofinhos

Em tempos tão cosmopolita, tão globalizado, sobra pouco espaço para a imaginação. Se no passado eram as histórias de contos de fadas que faziam as crianças dormirem com medo ou sonhando com castelos nas nuvens, hoje em dia as crianças, tão altamente conectadas, já encontram barreiras para imaginar, pois tudo que querem saber ou conhecer está a um clique de distância na internet. Porém, de vez em quando, a sétima arte volta seus olhos para os pimpolhos com a intenção de resgatar neles o poder lúdico do encantamento. Nessa vibe, estreia nos cinemas brasileiros, neste primeiro final de semana de fevereiro, o filme de animaçãoO Grande Mauricinho’.

O Grande Mauricinho (no Brasil, com a voz de Marcelo Adnet, e na versão original com a voz de Hugh Laurie) é um gato golpista. Para sobreviver, ele vai de vilarejo em vilarejo junto com seus amigos ratos, que fingem uma grande infestação na cidade, e, então, ele oferece os serviços do Flautista Keith (voz original de Himesh Patel), um jovem encantador que, com sua melodia, conduz os ratos para fora da cidade, enquanto Mauricinho recolhe os pagamentos. Tudo vai bem até o grupo chegar numa determinada cidade que, não só não tem ratos, como também não tem comida. Lá eles conhecem a jovem Marina (no Brasil com a voz da estreante em dublagem, Sophia Valverde, e no original com a voz de Emilia Clarke), filha do prefeito, que lhes conta que um misterioso mistério misteriosíssimo tem tomado conta da cidade, e pede a ajuda de Keith e do Grande Mauricinho para descobrir para onde está indo toda a comida da população.

Bem intencionado e bem feitinho, o longa de Toby Genkel faz bom uso da técnica de animação simples, sem tantos efeitos especiais, apoiando-se na memória visual do público para reconhecer pequenas homenagens que aparecem ao longo das uma hora e quarenta de duração, como o sorriso mais esticado de ‘O Grande Mauricinho’, bem estilo Gato da ‘Alice no País das Maravilhas’. Para contar seu filme, Toby traz um festival de personagens clássicos dos contos de fadas, como o Flautista de Hamelin, O Rei Avarento, Rapunzel e por aí vai, mesmo que muitas vezes não fique tão evidente.

Inspirado no livro de Terry Pratchett (escritor de fantasia bastante popular lá pelos lados da Europa, que co-escreveu com Neil Gaiman a série de livros ‘Good Omens’, que mais tarde virou série), ‘O Grande Mauricinho’ se perde no tom narrativo e na sua própria proposta. Ao dar o título ao filme, espera-se que o gato seja o protagonista, mas não o é, nem tampouco é o narrador, tornando-se, ao fim, um personagem terciário cuja “grandeza” não é explicada. O filme nada entre o público infantil em transição para o juvenil, ora focando em um, ora focando em outro, de modo que fica confuso entender a proposta – que por um lado traz cenas fortes de rinha de cachorro e por outro traz piadas escatológicas. 

Assim, ‘O Grande Mauricinho’ é uma opção para crianças e pré-adolescentes curtirem o fim das férias nas salas de cinema numa tentativa de resgatar a nostalgia dos contos de fadas, tais como originalmente eram: menos fofinhos e levemente sombrios.

10 FILMES que mostram que a mente humana é um enorme quebra-cabeça

Não é de hoje que personagens muito bem construídos, em projetos quase sempre detalhistas, nos levam à reflexões sobre o tão profunda e enigmática é a mente humana. Desvendar seus mistérios é quase como enfrentar um quebra-cabeças de milhões de peças. Pensando sobre esse curioso retrato, separamos abaixo uma lista muito interessante com 10 filmes que mostram que a mente humana é um enorme quebra-cabeça:

 

Rua Cloverfield, 10

Na trama, conhecemos rapidamente a bela Michelle (Mary Elizabeth Winstead) que dirige meio que sem destino por uma via expressa norte-americana, até que uma caminhonete bate na traseira do carro dela causando um acidente. Horas depois a protagonista está presa em um quarto e logo é surpreendida por Howard (John Goodman) um ex-militar que avisa Michelle que o mundo está dominado por forças extraterrestres e que é para ela nunca sair dali. Completamente perturbada com tantas situações e informações chocantes, Michelle terá que ter muita confiança para tomar as decisões corretas.

 

Somos o que Somos

Na trama, conhecemos a família Parker que logo de cara sofre com o falecimento suspeito da matriarca e com a chegada de uma tempestade terrível. Esses dois acontecimentos mexem com a rotina da pacata família que esconde segredos inimagináveis do resto da população da cidadezinha em que vivem. A figura do pai, interpretado de maneira preguiçosa pelo ator Bill Sage, não consegue avultar-se sobre a história. Toda a trama gira em torno deste personagem que passa o tempo todo com a cara fechada, amargurada, cozinhando e tentando esconder os segredos de sua família a qualquer preço.

 

Os Suspeitos

Em uma certa tarde, duas meninas são sequestradas na porta de casa levando seus pais a um limite emocional e físico em busca do paradeiro delas. Um desses pais, Keller Dove (Hugh Jackman) ultrapassa todos os limites quando resolve sequestrar e torturar o principal suspeito do sequestro. O detetive Loki (Jake Gyllenhaal), responsável pelo caso, acaba se envolvendo com a história mais do que devia e acaba descobrindo um plano macabro e inacreditável.

 

Sorria

As peças espalhadas da mente. Com um trailer impactante que gerou muita ansiedade nos cinéfilos, Sorria chegou aos cinemas brasileiros no segundo semestre de 2022 trazendo uma história que se fortalece na mensagem indireta de conflitos ligados as emoções humanas. Um dos méritos do roteiro é o confronto da razão com as emoções profundas feito muitas vezes por metáforas e até mesmo elementos sobrenaturais, esse último acaba afastando um pouco dos trilhos da narrativa mas sem deixar de ter seus impactantes momentos de tensão. O projeto é escrito e dirigido pelo cineasta Parker Finn em seu primeiro longa-metragem de ficção.

 

Jaula

Na trama, conhecemos Paula (Elena Anaya, de A Pele que Habito) e Simón (Pablo Molinero), um casal que vive juntos já algum tempo e moram num lugar espaçoso, repleto de natureza e com vizinhos muito próximos. Certo dia, de noite, quando estavam voltando para casa acabam se deparando com uma cena perplexa de uma criança correndo sozinha pela estrada e que acaba causando um acidente. Dias após a levarem ao hospital, e mantendo um vínculo próximo com a garota, chega a eles a sugestão de adotarem temporariamente a jovem. Eles embarcam nesse desafio e aos poucos vão tentando interagir com ela, mas coisas estranhas começam a acontecer, situações que afetam a vida do casal.

 

Desterro

Dirigido pela cineasta Maria Clara Escobar, em seu primeiro longa-metragem de ficção como diretora, o filme nos leva para a história de Laura (Carla Kinzo) que está num relacionamento há oito anos com Israel (Otto Jr.) com quem tem um filho. Ela se vê paralisada diversas vezes pelas dúvidas e formas de entender a sua vida. Além de tudo, entender um lugar que já tentou olhar demais acaba sendo o ponto de ruptura que chega para a personagem. Certo dia, resolve sair de casa, embarcando em uma viagem sem avisos, deixando Israel e seu filho, em busca de reconectar consigo mesma. As imagens aqui dizem muito, muitas vezes sem falas, é um recorte profundo que muitas vezes pode parecer um quebra-cabeça para o espectador pois a narrativa gira em torno de uma personagem em conflito.

 

Eu Estava em Casa, Mas…

A busca da própria verdade pessoal. Ganhador do Urso de Prata de Melhor Direção (Angela Schanelec) em Berlim no ano de 2019, Eu Estava em Casa, Mas… é um curioso longa-metragem alemão de planos quase estáticos, muito atento aos detalhes. Mas a questão é essa: que detalhes seriam esses? Alguns vão achar que é um filme sobre o nada, outros uma mera e caótica tentativa de trazer para debate conflitos que podemos enxergar na realidade, na vida real, ligados à família, pais e filhos, dentro de um panorama europeu. Em certo momento, possui uma certa desponderação sobre a arte rebatendo a pergunta: O quão raso e vazio pode ser o atuar perante os olhos de quem não consegue conscientizar?

 

Eu Estava Justamente Pensando em Você

Na trama, acompanhamos a história de amor profunda entre Dell (Justin Long) e Kimberly (Emmy Rossum), um jovem casal que se conhece de maneira inusitada e durante um certo período de tempo, vive intensamente todos os bons e terríveis momentos que uma rotina à dois pode oferecer. Indagações sobre a forma de viver, sobre o amor, o pensar os 5 minutos depois de um grande acontecimento, as inseguranças que geram um possível relacionamento.

 

Meu Pai

Na trama, conhecemos Anthony (Anthony Hopkins), um homem já no terço final de sua vida, perto dos 80 anos, que vive seus dias em um apartamento confortável em Londres onde recebe a visita constante de sua filha Anne (Olivia Colman). Quando essa última conta para ele que está indo morar em Paris, situações diferentes começam a aparecer nos seus dias, até mesmo personagens diferentes mas que significam algo ao redor da vida dele, e assim conflitos familiares são trazidos à tona. Alucinações? Lembranças? Quais peças não estão lugar?

 

Esperando Bojangles

Na trama, conhecemos Georges (Romain Duris), um contador de histórias, meio malandro, que durante uma festa que chegou de penetra acaba conhecendo a bela Camille (Virginie Efira), por quem logo se apaixona e tem um filho. O cotidiano deles é repleto de festas, contas sem pagar, vivendo em um universo de fantasia que acaba passando para seu filho. O casal tem a rotina de escutar, naquelas vitrolas antigas, em muitos desses momentos a canção Mr. Bojangles. Em certo momento, Camille começa a apresentar sinais de que não quer nem consegue acessar o cotidiano e a realidade que se apresenta.

‘Scooby-Doo’: Sarah Michelle Gellar revela que ‘beijo GAY picante’ entre Daphne e Velma foi CORTADO

A animação da ‘Velma vem causando bastante polêmica por mostrar a adorada personagem da animação ‘Scooby-Doo‘ como uma mulher gay e por conter cenas com apelo sexual exagerado.

No entanto, parece que a primeira adaptação do desenho, lançada em 2002, também teria algumas cenas que seriam bastante chocantes para época.

Uma delas seria um “beijo quente” entre Velma e Daphne, interpretadas por Linda Cardellini e Sarah Michelle Gellar.

A informação foi revela pela própria Gellar durante sua participação no programa Watch What Happens Live.

Ao ser questionada sobre algumas algumas curiosidades sobre o filme, ela disse:

“Haveria um beijo real picante entre Daphne e Velma, que acabou sendo cortado. Eu sinto que o mundo quer ver isso. Mas não sei se a cena ainda existe por aí.”

O apresentador Andy Cohen brincou, dizendo:

“Sinto que isso poderia ter acrescentado 15 milhões à bilheteria.”

Gellar não comentou sobre o contexto da cena, mas também revelou que o filme iria mostrar Fred (Freddie Prinze Jr.) como bissexual.

“Também havia essa implicação sobre Fred estar interessado em ambos os, você sabe, festas… Tudo isso foi cortado. Lembro de uma fala em Daphne e Fred estavam brigando, então ela grita: ‘E esse ascot faz você parecer gay!’, então ela saía e batia a porta. Eu acho que foi essa cena a razão pela qual eu realmente assinei o contrato. No início, não era um filme infantil, era menos familiar.”

O roteirista James Gunn já havia dito que tinha pensado em Velma como uma personagem, mas a Warner Bros vetou a ideia.

“Em 2001, Velma era explicitamente gay em meu roteiro inicial”, Twittou Gunn em 2020. “Mas o estúdio continuou cortando e cortando minhas ideias, depois nada disso chegpou à versão oficial. Já na sequência, até arrumaram um namorado para ela.”

Ele acrescentou que “a linguagem, as piadas e as cenas sexuais foram todas removidas e até mesmo o decote dela foi coberto com CGI” para se adequar à classificação indicativa.

E aí, você acha que seria uma boa ideia dar ao um filme um teor mais adulto?

Pelo visto, os fãs não gostariam nem um pouco, considerando as reações ao desenho da Velma.

Nas redes sociais, alguns fãs disseram que a animação é um insulto à personagem, já que até sua personalidade foi completamente descaracterizada.

Confira as reações:

Confira o trailer:

A série foi criada por Charlie Grandy.

A produção conta com as vozes de Mindy Kaling (Velma), Glenn Howerton (Fred), Sam Richardson (Salsicha) e Constance Wu (Daphne).

‘O Mandaloriano’: Greef Karga toma conta de Grogu em Imagem inédita da 3ª temporada; Confira!

Uma usuária do Twitter divulgou uma imagem inédita da 3ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, destacando Grogu sob os cuidados do personagem Greef Karga (Carl Weathers).

Lembrando que o próximo ciclo estreia oficialmente no dia 1º de março.

Confira a imagem, junto com o novo pôster:

“A jornada de Grogu e do Mandaloriano continua”, diz a legenda.

Confira o trailer, dublado e legendado:

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Carl Weathers e Giancarlo Esposito também estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

Alan Ritchson, Henry Golding e mais se juntam a Henry Cavill no thriller de espionagem do diretor de ‘Aladdin’

De acordo com o Deadline, o diretor Guy Ritchie (‘Aladdin’) escalou mais oito astros para o seu próximo thriller de espionagem, intitulado ‘The Ministry Of Ungentlemanly Warfare‘.

Os escolhidos foram Alan Ritchson (‘Reacher’), Henry Golding (‘Snake Eyes’), Alex Pettyfer (‘Eu Sou o Número Quatro’), Cary Elwes (‘Jogos Mortais’), Hero Fiennes Tiffin (‘After’), Babs Olusanmokun (‘Star Trek: Strange New Worlds’), Til Schweiger (‘Bastardos Inglórios’) e Henry Zaga (‘Os Novos Mutantes’).

Por enquanto, ainda não há informações sobre os personagens do grupo, que se junta a Henry Cavill (‘Missão Impossível – Efeito Fallout’) e à Eiza González (‘Em Ritmo de Fuga’).

Cavill dará vida ao líder de uma organização secreta de combate, enquanto González será uma atiradora de elite com incríveis habilidades de espionagem.

Inspirada em eventos reais, a trama acompanhará uma organização secreta de combate da Segunda Guerra Mundial. As técnicas de combate não convencionais e totalmente “desagradáveis” do esquadrão clandestino contra os nazistas ajudaram a mudar o curso da guerra e, em parte, deram origem à moderna unidade Black Ops.

Inicialmente, o projeto estava sendo desenvolvido pela Paramount Pictures através do acordo com o produtor Jerry Bruckheimer, mas o estúdio não será responsável pela distribuição do longa.

Ritchie e Arash Amel assinam o roteiro, que será baseado no livro homônimo de Damien Lewis.

Anteriormente, foi dito que as filmagens estavam programadas para começarem em janeiro, na Turquia.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

O que pode acontecer com a Netflix se comprovado lançamento da série sobre a Boate Kiss SEM autorização das famílias das vítimas

A Netflix lançou recentemente a série ‘Todo Dia a Mesma Noite‘, que trata da tragédia da Boate Kiss, onde diversos jovens morreram após um incêndio no local.

Tão impactante quanto o caso em si, a produção tenta reproduzir de forma fidedigna o drama das famílias das vítimas, explorando o emocional de quem assiste.

Depois do lançamento, surgiram rumores de que a produtora não teria buscado autorização para produzir a série. Por mexer com a perda de muitas pessoas, logo o rumor da falta de autorização ganhou força de revolta.

Então, juridicamente, que tipo de punição a Netflix pode receber uma vez que fique comprovada essa falta de autorização? A resposta foi trazida pela advogada Lorrana Gomes.

Segundo ela, a partir do momento que a Netflix utiliza de uma história para trazer entretenimento pro público e tem lucro com isso, em cima de uma história que foi vivenciada e se refere a uma situação tão dramática e triste, é importante que ela tenha a cautela de avaliar e pedir opinião/autorização as pessoas que vivenciaram aquilo.

“É preciso tomar todos os cuidados possíveis, porque se formos pensar que essas pessoas estão revivendo tudo aquilo, novamente, está trazendo uma memória que já, de certa forma, em alguma medida superada, ela traz danos”, explicou.

Para Lorrana, o norte tem que partir da tão falada empatia. “Então a autorização é primordial, crucial e a ausência pode gerar uma indenização moral às famílias das vítimas e até uma participação nos lucros da série, porque ela relembra momentos tristes aos envolvidos”, completou.

Dra. Lorrana esclarece ainda que mesmo que seja um entretenimento, e não um documentário, é necessário essa autorização, até porque nesse caso não se aplica em absoluto a liberdade de imprensa, pois falamos de entretenimento.

“Então há base jurídica para que esses familiares pleiteiem uma indenização moral e participação nos lucros da série. Fora o impacto da série no resultado do júri, que foi anulado e se não for julgado procedente o recurso do Ministério Público, teremos um novo júri. E esse, após a veiculação da série, pode ser um júri, digamos ‘contaminado’, é isso pode interferir no resultado do julgamento, uma vez que o jurado tenha assistido a série”, mencionou.

Cerca de 40 famílias de vítimas e moradores de Santa Maria se organizaram para entrar com uma ação judicial contra a Netflix.

Por enquanto, a Netflix não se manifestou sobre as críticas dos sobreviventes e familiares.

Relembre o trailer de ‘Todo Dia a Mesma Noite‘:

 

‘Pânico 6’ será o PRIMEIRO filme da franquia a ser lançado em 3D

A AMC Theatres confirmou que ‘Pânico VI‘ será lançado em selecionados cinemas no formato 3D nos Estados Unidos. Não foi revelado se o filme terá sessões 3D também no Brasil.

É o primeiro filme da franquia a ser lançado no formato tridimensional, aproveitando o sucesso de ‘Avatar – O Caminho da Água‘.

O lançamento em 3D também deve impulsionar as bilheterias do filme.

Confira:

Em entrevista ao Total Film, os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett revelaram que o novo Ghostface estará ainda mais “ousado” do que nos filmes anteriores.

Além disso, os cineastas prometeram que o sexto filme terá um “ritmo frenético”.

“Nós queríamos fazer algo muito diferente [em ‘Pânico VI’], apesar de mantermos os elementos que os fãs amam. Ter um Ghostface mais ousado e descarado foi uma grande parte disso.”

Eles completam, “Esse filme terá um ritmo frenético. Quando a história começar, não haverá descanso. Duas horas depois, você sentirá que não teve tempo nem para respirar.”

Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de março.

O terror acompanhará os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado. Fazem parte do elenco Courteney Cox, Jenna Ortega, Hayden Panettiere, Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown e Melissa Barrera.

O elenco conta com o retorno de Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy), além de introduzir os novatos Samara Weaving, Tony Revolori, Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

 

Série CANCELADA pela HBO Max é resgatada por outro streaming

No mês passado, a HBO Max surpreendeu a todos ao cancelar a série ‘Minx‘, revertendo sua decisão de renovar a série para a 2ª temporada.

No entanto, as gravações do segundo ciclo já haviam sido quase concluídas quando o serviço de streaming optou por cancelar a produção em uma tentativa de reduzir gastos.

A Lionsgate, então, passou a buscar um novo lar para série… E ela finalmente encontrou. O canal Starz resgatou a produção e lançará oficialmente sua 2ª temporada.

Em comunicado oficial, a criadora Ellen Rapoport declarou: “Estou muito animada em fazer parte da família Starz, e pela oportunidade de introduzir ‘Minx’ a um novo público. Nós encontramos o lar perfeito para a série. Nossos roteiristas, elenco e equipe criaram uma segunda temporada muito especial, e mal podemos esperar para que todos possam conferi-la.”

A série foi criada por Ellen Rapoport, além de servir como showrunner e produtora executiva.

Minx‘ se passa na Los Angeles dos anos 1970 e gira em torno de Joyce (Ophelia Lovibond), uma jovem feminista sincera que une forças com um editor barato (Jake Johnson) para criar a primeira revista erótica para mulheres.

O elenco também conta com Michael Angarano, Jessica Lowe, Oscar Montoya, Lennon Parham Idara Victor.

‘Yellowjackets’: Elenco juvenil já concluiu as gravações da 2ª temporada

A tão esperada segunda temporada de ‘Yellowjackets‘ já estreia no fim de fevereiro, mas os novos episódios ainda estão em produção.

Pelo menos parte deles, já que o elenco juvenil da atração já finalizou suas gravações.

A informação foi revelada por Samantha Hanratty, que interpreta a versão mais jovem de Misty (Christina Ricci) na linha do tempo focada nos anos 1990.

Em seu perfil do Instagram, ela compartilhou uma imagem para comemorar o fim do trabalho e escreveu:

“Último dia no set da 2ª temporada! Extremamente grata à incrível equipe de ‘Yellowjackets‘, tanto trabalho duro foi feito nesta temporada e mal posso esperar para que todos vocês vejam!”

Confira:

Anteriormente, a Paramount+ divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de ‘Yellowjackets‘.

No Brasil, o próximo ciclo será lançado pelo serviço de streaming no dia 24 de março.

Confira o trailer:

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

O elenco também conta com Christina Ricci, Melanie Lynskey, Tawny Cypress e Juliette Lewis.

Crítica em Vídeo | ‘Batem à Porta’ é um dos filmes mais FRACOS da carreira do Shyamalan…

Apesar das primeiras reações positivas dos críticos norte-americanos, Batem à Porta’ me decepcionou feio.

O suspense do diretor M. Night Shyamalan é um dos filmes mais fracos de sua carreira, e não traz nem uma história brilhante e nem boas reviravoltas.

Assista a crítica do nosso editor-chefe Renato Marafon:

O longa traz Jonathan Groff (‘Mindhunter’) e Ben Aldridge (‘Fleabag’) como um casal de férias numa cabana na floresta, que são surpreendidos por um grupo de fanáticos religiosos que acreditam que eles serão a causa do início do Apocalipse.

A jovem e seus pais precisam fazer uma escolha impensável para evitar o apocalipse, enquanto estão com acesso limitado ao mundo exterior.

O filme chega aos cinemas nacionais amanhã, 2 de fevereiro, e também é estrelado por Dave Bautista (‘Army of the Dead’), Rupert Grint (‘Servant’) e Nikki Amuka-Bird (‘Tempo’).

Conheça o ACLAMADO terror estrelado por Andrea Riseborough que está no catálogo da HBO Max

O Oscar desse ano surpreendeu a todos ao indicar Andrea Riseborough (do reboot de ‘O Grito‘) na categoria de Melhor Atriz por seu papel em ‘To Leslie‘.

Mas a atriz já tinha entregado uma atuação surpreendente em um filme que sequer foi lançado nos cinemas nacionais.

O terror ‘Possessor‘ chegou no Brasil direto no streaming pela HBO Max, e é uma ótima pedida para os fãs do gênero.

Elogiadíssimo, o filme conquistou ótimos 94% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

No consenso geral dos críticos, “O diretor e roteirista Brandon Cronenberg usa a premissa potencialmente exagerada de Possessor como um mecanismo de entrega para emoções perturbadoras com muito estilo”.

A trama acompanha um agente que trabalha para uma organização secreta que usa a tecnologia de implantes cerebrais para habitar o corpo de outras pessoas. A possessão leva essas pessoas a cometer assassinatos para clientes que pagam muito bem.

Confira o trailer:

O filme é dirigido por Brandon Cronenberg.

Christopher AbbottRossif SutherlandTuppence MiddletonSean BeanJennifer Jason Leigh também estrelam a produção.

‘Superman – O Legado’: James Gunn nega rumor sobre candidato ao papel no novo filme

No início da semana foi anunciado que ‘Superman – O Legado’, filme escrito por James Gunn, chegará aos cinemas em julho de 2025.

Logo após a novidade, surgiram rumores afirmando que o ator Luke Eisner (‘Crush à Altura’) estaria entre os nomes cotados para o papel principal.

No entanto, Gunn negou a informação, revelando que o processo de escalação ainda nem começou.

Confira:

“A chamada de elenco para os candidatos a Clark Kent começou em ‘Superman – O Legado’. Luke Eisner é o principal candidato ao Homem de Aço do DCU. Idade: 26 anos
Altura: 188 cm/6’2″, publicou uma página do Twitter.

Logo em seguida, Gunn respondeu:

“É falso. A escalação ainda não começou.”

A única novidade em relação ao filme é que Gunn abriu uma enquete na rede social perguntando se os fãs acham que o herói deve ou não usar a infame cueca por cima das calças.

Até o momento, a cueca por cima está vencendo com quase 60% dos votos.

Confira:

O novo filme já havia sido oficialmente confirmado no ano passado, com Gunn assinando o roteiro. Entretanto, durante uma conversa com os repórteres presentes na cerimônia de anúncio, ele disse que pode não dirigir o longa-metragem.

“Bom, é o seguinte: eu só tenho um de mim”, ele explicou. “E eu só tenho sete dias na semana, todos usados em serviço da narrativa da DC. Estou trabalhando o tempo todo. E só consigo fazer o que consigo. Teremos de tomar uma decisão em algum momento, se é melhor ou não que eu dirija o filme. Eu posso escrever mais. Eu já escrevi tudo, escrevi bastante, e trabalhei muito no escopo de ‘The Authority’. O que melhor serve a DC? O que melhor serve os fãs? Realmente sou eu focando no Superman ou garantir que tenhamos uma grande abertura?”.

O filme estreia dia 11 de julho de 2025.

“Não é uma história de origem, ela se concentra no equilíbrio do Super-Homem entre sua herança kryptoniana e sua educação humana. Ele é a personificação da verdade, da justiça e do jeito americano, ele é a gentileza em um mundo que considera a gentileza antiquada”, afirmou Safran.

A trama vai se concentrar em Clark Kent já vivendo em Metrópolis e trabalhando no Planeta Diário.

E, ao responder a pergunta de um fã nas redes sociais, Gunn ofereceu novos detalhes sobre os personagens de apoio, dizendo que:

“Os personagens em torno de Clark não estarão sendo apresentados pela primeira vez, pois ele já convive com eles. Não é uma história de origem, é apenas uma versão mais jovem dele”.

Após a declaração, alguns fãs e perguntaram se o cineasta estaria se referindo aos membros da Liga da Justiça.

Mas, considerando que a trama vai explorar os primeiros anos de Clark como herói, tudo indica que esses personagens devem ser Lois Lane, Jimmy Olsen, Perry White e outros colegas de trabalho.

E aí, quem você gostaria de ver como o novo Homem de Aço?

Glória Maria | Celebrando a vida e o legado de um dos maiores nomes da televisão brasileira

“A sabedoria de viver é você não estacionar”.

No último dia 02 de fevereiro, o Brasil parou com o triste anúncio de que a icônica e lendária apresentadora e repórter Glória Maria havia falecido. Maria havia sido diagnosticada em 2019 com um tumor cerebral, que foi tratado com sucesso através da imunoterapia, mas também sofreu com metástases cerebrais pouco tempo depois. Eventualmente, o tratamento parou de surtir efeito e, infelizmente, Glória nos deixou com apenas 73 anos. Mas o seu legado ficará marcado no cenário nacional para sempre.

Nascida em 1949, no Rio de Janeiro, Maria era filha de Cosme Braga da Silva, alfaiate, e de Edna Alves Matta, dona de casa. Ela passou a infância e a adolescência estudando em escolas públicas, destacando-se principalmente na área de redação, na qual sempre vencia diversos concursos e prêmios, além de ter estudado inglês, francês e latim. Aos 18 anos, ingressou em jornalismo na Pontifícia Universidade Católica, também no Rio; a partir dos anos 1970, começaria a trabalhar na Rede Globo, como radioescuta, dando início a uma das carreiras mais célebres não apenas da emissora, mas da história da televisão brasileira.

Em seu exemplar trabalho como repórter, Glória quebrou diversas barreiras de gênero e de raça ao se consagrar como a primeira mulher negra não apenas a entrar ao vivo no Jornal Nacional, mas a primeira a cobrir uma guerra – e tudo isso em meio a constantes ataques racistas e sexistas que sofria desde que se tornou uma personalidade pública. Em 1982, Maria ficou responsável por fazer a cobertura da Guerra das Malvinas, no Atlântico Sul; conforme ela lembra em uma recente entrevista ao programa Roda Viva, a cobertura foi “um desafio para mim. Eu quis ir. Eu pedi para o meu diretor, na época […]. Porque só iam homens, o tempo inteiro, desde que a guerra [tinha começado]. Eu estava muito dividida: queria ir, mas estava com medo. E foi algo que eu tenho exercitado ao longo da minha vida que é assim: ‘o medo não pode me paralisar’”.

Com visitas a mais de cem países, Glória ganhou ainda mais destaque ao começar a apresentar o programa Fantástico, entre os anos de 1998 e 2007. Suas reportagens, perpassando a Europa, o Oriente Médio e a África, se tornaram sensações da televisão, batendo recordes de audiência e imortalizando seu legado e sua competência no cenário televisivo. A partir de 2010, ela passou a integrar o Globo Repórter, através do qual viajou para Myanmar, Camboja, Laos, Vietnã e tantos outros lugares, explorando culturas muito diferentes da nossa e auxiliando a compreender a alteridade do planeta.

E isso não é tudo: a repórter também sempre se envolveu com projetos, pessoais ou profissionais, que refletiam sua importância como pessoa política dentro de um escopo complexo e marcado por períodos turbulentos. Também conversando com o Roda Viva, Maria se recorda do momento em que entrevistou os generais no período da Ditadura Militar: “eu tinha que saber como me movimentar dentro daquilo”, ela conta. “Do Mão Branca ao General Figueiredo, […] eu tinha que me virar nos trinta”.

João Baptista Figueiredo, o último dos militares a comandar o Regime, inclusive disse que não queria mais ser entrevistado pela “neguinha da Globo”:

“Eu tive uma experiência horrível com o General Figueiredo, mas eu sempre cobria o Ministério da Guerra, na época da ditadura. Era o final do governo Médici e continuei lá. Eu não sabia que não podia ser daquele jeito dentro de uma ditadura militar”, ela continua. “Eu perguntava o que eu queria e eles me olhavam e se perguntavam: ‘de onde saiu essa maluca?’. Esse episódio do Figueiredo foi horroroso. Mas eu não tinha essa preocupação de ele me mandar prender ou fazer algo comigo, porque se ele fizer alguma coisa, eu mando ele para outra coisa”.

Em 2007, Glória faria história novamente: ao ficar responsável por uma matéria no Fantástico sobre a festa do pequi, fruta adorada no Alto Xingu pelos indígenas Kamaiurás, ela inaugurou a era da alta definição na TV – dividindo os holofotes com o repórter cinematográfico Lúcio Rodrigues. A partir daí, não havia nada, nem ninguém, que pudesse impedi-la de quebrar mais barreiras e ser eternizada por diversos jornalistas mais novos e por colegas de trabalho como uma das personalidades mais importantes de todos os tempos.

“Eu sou uma pessoa movida pela curiosidade e pelo susto. Se eu parar para pensar racionalmente, não faço nada. Tenho que perder a racionalidade para ir, deixar a curiosidade e o medo me levarem, que aí eu faço qualquer coisa”.

Além das reportagens políticas e sociais, Maria não deixou de deixar marcas na cultura pop – e entrevistou, em sua expressiva carreira, nomes como Michael Jackson (que inclusive lhe deu um beijo na bochecha), Madonna, Mick Jagger, Nicole Kidman e Freddie Mercury, este último sendo entrevistado no Rock in Rio de 1985.

Talvez o maior aspecto que possam levar do legado deixado por Glória Maria, afora sua ética e sua capacidade de envolver até os espectadores mais céticos, é a necessidade de perder o medo e se jogar de cabeça. Afinal, se há algo de certo no mundo, é que devemos ter a “necessidade de viver e experimentar”.

Um dos maiores ASTROS do cinema pagou o tratamento de Armie Hammer em clínica de reabilitação

Uma das maiores estrelas do Universo Marvel teria pagado a clínica de reabilitação para o ator Armie Hammer em março do ano passado. Sim, ele mesmo: Robert Downey Jr., nosso eterno Homem de Ferro.

Segundo a Variety, Hammer se internou voluntariamente após acusações de abuso sexual, onde ficou por seis meses. A clínica em Los Angeles é conhecida por receber políticos, grandes executivos e celebridades com problemas de abuso de álcool e drogas.

Vale destacar que, após a internação, o ator foi morar nas Ilhas Cayman, mas depois de ser noticiado na mídia americana que ele estava trabalhando num dos resorts do lugar, voltou para Los Angeles e foi recebido por Downey Jr..

Uma fonte disse à publicação que Robert acolheu não apenas Armie, mas também sua ex-esposa Elizabeth Chambers (‘Treinando o Papai’) e as duas filhas do casal.

Conhecido por estrelar o filme ‘Me Chame Pelo Seu Nome‘ (2017) e a série ‘Gossip Girl‘, Hammer se envolveu em uma série de acusações de assédio sexual, estupro e canibalismo em 2021.

Lembrando que a polícia investiga as acusações feita por várias mulheres em janeiro de 2021 contra o ator. As vítimas alegam que Hammer teria abusado de forma física e emocionalmente delas, além de ter fantasias sexuais violentas, incluindo fetiches relacionados ao canibalismo. Na época o ator afirmou ser inocente, mas foi cortado de projetos em Hollywood.

A minissérie documental ‘House of Hammer‘, sobre o conturbado histórico familiar de Armie Hammer, estreou no streaming do Brasil. Os episódios foram disponibilizados no Discovery+, que pode ser acessado pelo Amazon Prime Video e disponibiliza 7 dias grátis para novos inscritos.

Confira o trailer de ‘House of Hammer: Segredos de Família’:

Terror slasher estilo ‘Pânico’ que conquistou 85% de aprovação no RT estreia na HBO Max

O primeiro terror slasher da aclamada produtora A24 fez o maior sucesso entre a crítica especializada, e já pode ser assistido no Brasil pelos assinantes da HBO Max.

Morte Morte Morte‘ (Bodies Bodies Bodies) conquistou 85% de aprovação no Rotten Tomatoes. 

Entre os principais comentários, os críticos elogiaram a versatilidade do roteiro, que consegue ser hilário, inteligente, emotivo e ainda assim transmite leveza.

A direção Halina Reijn também foi bastante destacada, e a crítica da Fox 10 Phoenix ainda garantiu que a cineasta é capaz de reinventar o gênero numa mistura de humor negro e elementos clássicos do terror.

“O roteiro inteligente e as atuações carismáticas fazem o espectador querer ficar para saber como esse conflito se desenrola. A tensão continua aumentando porque todos os personagens são tão imprevisíveis. O drama poderia ir além de encontrar o assassino.” – United Press International.

Morte Morte Morte‘ permite de forma inteligente que seu elenco talentoso se cave em um buraco gloriosamente bobo (e sangrento), mantendo os espectadores tentando adivinhar a resolução até os minutos finais.” – RogerEbert.com.

“É fácil se deixar levar pela vibe do filme, então por que se dar ao trabalho de resistir? Apenas sente-se e relaxe, mas certifique-se de que as novas armas de sua família estejam armazenadas com segurança antes de assistir.” – Little White Lies.

“Uma versão ardente e muito inteligente do gênero slasher com um conjunto de primeira, que merece faz jus à sua mistura eletrizante de emoções e risadas.” – Perri Nemiroff.

“O filme de Helina Reijn é tão hilário quanto bem direcionado, com uma proposta distintamente sintonizada com a mentalidade da Geração Z.” – Slant.

“‘Morte Morte Morte aposta muito mais no humor do que no horror, contando com um excelente elenco e diálogos contagiantes.” – Showbiz.

“Se ‘Morte Morte Morte não reinventa o gênero slasher, dá a ele uma sensação refrescantemente e contemporânea que vai atrair tanto os fãs do clássico terror quanto os fãs das comédia de humor negro.” – Fox 10 Phoenix.

Confira a sinopse e o trailer:

Quando um grupo de jovens planeja uma festa durante um furacão em uma mansão numa ilha remota, a celebração se torna mortal quando um assassino começa a eliminá-los, um por um.

O elenco conta com Amandla Stenberg, Maria Bakalova, Pete Davidson, Rachel Sennott, Myha’la Herrold, Chase Sui Wonders e Lee Pace.

Papai Noel enfrenta um assassino na comédia de AÇÃO com Mel Gibson que estreou na Netflix

A Netflix lançou a nova comédia de ação ácida estrelada por Mel Gibson que está fazendo o maior sucesso no streaming, figurando no TOP 10 entre os filmes mais assistidos.

Entre Armas e Brinquedos‘ (Fatman) conquistou 44% de aprovação no Rotten Tomatoes, e não foi lançado nos cinemas nacionais.

Para salvar seu negócio em ruínas, Chris Cringle (Gibson), também conhecido como Papai Noel, é forçado a firmar parecia com o exército dos Estados Unidos. Para piorar, Chris se vê preso numa batalha mortal contra um assassino habilidoso, contratado por um jovem precoce de doze anos de idade após receber um punhado de carvão no último Natal.

Confira:

O filme natalino é dirigido pelos irmão Ian e Eshom Nelms.

Walton GogginsMarianne Jean-BaptisteChance Hurtsfield completam o elenco.

‘Atlantis’: Roteirista de ‘A Casa do Dragão’ se junta ao diretor de ‘Jurassic World’ no filme

De acordo com o The Hollywood Reporter, a roteirista Charmaine DeGraté foi contratada pela Universal Pictures para escrever a trama do filme sobre ‘Atlantis‘, a cidade perdida.

Mais conhecida por seus trabalhos em ‘Game of Thrones’ e ‘A Casa do Dragão’, DeGraté se junta ao diretor e produtor Colin Trevorrow (‘Jurassic World: Domínio’).

Anteriormente, o roteiro seria escrito por Dante Harper, responsável por grandes títulos sci-fi, como ‘No Limite do Amanhã’ e ‘Alien: Covenant’.

Fruto de uma parceria com as produtoras Metronome Film e Skydance, a trama vai narrar “uma aventura de fantasia baseada na lendária civilização avançada que afundou e depois se perdeu devido aos elementos, deuses antigos ou arrogância do homem”.

Ao contrário dos filmes e animações focadas num suposto reino submerso, o longa vai abordar a vida dos habitantes de Atlantis enquanto desenvolvem sua própria tecnologia avançada.

Na trama, o reino será localizado entre África, Índia e Oceania, e vai apresentar uma civilização multiétnica com sua cultura única e diferenciada.

A produção executiva fica por conta de Sarah Scott, da Universal, e Jeff Gernert e Annys Hamilton, da Metronome.

Como o projeto ainda está nos estágios iniciais, não há previsão para o início das gravações, mas as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

‘Wonder Man’: Marvel anuncia mais um diretor para a série estrelada por Yahya Abdul-Mateen II

De acordo com o Discussing Film, o diretor James Ponsoldt foi escalado para o time de cineastas que vai comandar alguns episódios de ‘Wonder Man‘, vindoura série da Marvel para a Disney+.

Para quem não conhece, Ponsoldt dirigiu o elogiado filme O Maravilhoso Agora‘ e também é um dos diretores da série ‘Daisy Jones and the Six‘.

Lembrando que ele vai dividir a função com Destin Daniel Cretton, diretor de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘,

Já o roteiro fica a cargo de Andrew Guest (‘Gavião Arqueiro’).

A produção será estrelada por Yahya Abdul-Mateen II (‘Aquaman’) como Simon Williams, que se transforma no herói titular.

Vale lembrar que Ben Kingsley reprisará o seu papel como o canastrão Trevor Slattery, que foi originalmente introduzido em ‘Homem de Ferro 3‘ e, posteriormente, retornou em ‘Shang-Chi‘.

Nos quadrinhos, o Wonder Man apareceu no início dos anos 1960, criado por Stan Lee, Jack Kirby e Don Heck. A versão principal do herói é Simon Williams. Ele ganha poderes especiais, como força e durabilidade sobre-humanas, após se aliar com o Barão Zemo para invadir a sede dos Vingadores.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.