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Stephen Amell, de ‘Arrow’, tem interesse em interpretar vilão do Batman no DCEU

Em entrevista ao Geek House Show, Stephen Amell, conhecido por interpretar o herói Arqueiro Verde na série ‘Arrow‘, revelou que adoraria interpretar um vilão do Batman no DCEU.

“Se eu fizer parte do DCEU, eu provavelmente gostaria de interpretar apenas o Arqueiro Verde. Não sei. Esses universos ainda estão separados? Não tínhamos dois Flashes no Arrowverse em algum momento? Acho que veremos. Se eu tivesse que escolher, eu escolheria meu próprio filme. Há muitas coisas que eu gostaria de ver em ‘Arrow’ que não poderíamos necessariamente mostrar na televisão.”

Sobre a possibilidade de ser introduzido ao universo da DC como algum outro personagem, o ator respondeu: “Eu gostaria de interpretar um vilão do Batman que ninguém interpretou ainda.”

Vale lembrar que o próximo filme da DC será ‘The Flash‘, que está programado para 16 de junho de 2023.

De acordo com o The Hollywood Reporter, as participações de Henry Cavill, Gald Gadot e Jason Momoa foram CORTADAS do longa. Foi dito que o estúdio quer cortar qualquer ligação com o Snyderverse daqui para frente

“A demissão de Cavill como Superman foi a indicação mais clara de que Gunn e Safran estão montando uma revisão substancial da DC, uma reinicialização que cortará laços significativos, se não a maioria, com o Snyderverse e os projetos anteriores que lidavam com os filmes da DC para a Warner Bros. Cavill também fez uma participação especial em ‘The Flash’, um dos quatro filmes da DC com lançamento previsto para 2023, mas fontes dizem que a participação especial foi descartada, junto com a de Gal Gadot como Mulher-Maravilha e Jason Momoa como Aquaman. Como ‘Mulher-Maravilha 3’ não vai acontecer, não há porque adicionar a personagem no filme do Flash”, aponta o portal.

De acordo com o World of Reel, o filme dirigido por Andy Muschietti (‘It – A Coisa’) foi considerado um dos filmes mais bem dirigidos do DCU, o que aumentou a confiança de David Zaslav, presidente do estúdio, no produto final.

Pelo visto, a produção obteve as classificações de pontuação de teste mais altas da história do DCU.

Em agosto, o portal postou um trecho de uma reação à exibição-teste, que diz:

“O filme é bem-humorado na medida certa, emocionante e corajoso, além do fato de Ezra Miller estar perfeito no papel principal.”

Vale lembrar que o filme também é o grande retorno de Michael Keaton como Batman, e quem assistiu afirmou que ele desempenha um papel muito importante na trama, aparecendo em mais da metade dos 140 minutos de duração.

Ao longo do caminho, há participações especiais do Batman de Ben Affleck, Mulher-Maravilha (Gal Gadot) e Aquaman (Jason Momoa).

Há também uma versão CGI de Christopher Reeve como Superman quando o Flash viaja ao passado para tentar impedir a morte da própria mãe, então ele vê heróis da DC do passado como Reeve, o Batman de Adam West, a Supergirl de Helen Slater e a Mulher-Maravilha de Linda Carter.

Anteriormente, o editor Paul Machliss havia sido questionado sobre a demora no lançamento, mas garantiu que a espera vai valer a pena devido à tecnologia inovadora aplicada nas filmagens.

“Quando estrear, você vai entender porque a esperar vai valer a pena. Vai ser emocionante. A Warner nos encarregou de fazer o melhor filme que pudéssemos. O que posso dizer é que vamos utilizar uma tecnologia inovadora… Somos o primeiro filme a utilizar uma tecnologia muito, muito nova em termos de obter múltiplas versões do mesmo ator na tela, em vez de usar câmeras bloqueadas.”

Ele continuou:

“O desenvolvimento dessa tecnologia é algo maravilhoso, algo sobre o qual eu adoraria falar agora, mas tenho que deixar para o ano que vem, quando o filme for lançado, aí podemos entrar em detalhes. Mas isso é muito, muito empolgante e estou muito satisfeito em dizer que somos os primeiros a usar esse artifício em um filme dessa escala. Provavelmente, é por isso que demorou tanto para terminarmos. Mas vale a pena esperar, porque está fantástico.”

Lembrando que a trama de ‘The Flash’ vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Andy Muschietti dirige.

‘Star Trek: Strange New Worlds’: 2ª temporada “testará os limites da moralidade”, afirma ator

Em entrevista ao TrekZone, o ator Anson Mount, que interpreta o Capitão Christopher Pike, revelou que a segunda temporada de ‘Star Trek: Strange New Worlds‘ irá explorar os limites da moralidade dos seus personagens.

“Nós veremos como [os conflitos] estão se desenrolar. Alguns dos temas abordados na segunda temporada é justamente sobre moralismo. Será que a inteligência está mesmo tão completamente destituída de qualquer senso de comunicação ou idealismo? Monstros existem? Isso é realmente possível? Nós iremos explorar tudo isso.”

Vale lembrar que as filmagens do segundo ciclo já foram finalizadas, com estreia prevista para 2023.

O elenco é formado por Anson MountRebecca Romijn, Ethan Peck, Babs OlusanmokunChristina ChongCelia Rose GoodingJess Bush e Melissa Navia.

Paul Wesley, conhecido por seu trabalho em séries como The Vampire DiariesTell Me a Story, dará vida ao icônico Capitão James T. Kirk.

Jonatahn Frakes (‘Star Trek: The Next Generation’) entra como um dos diretores.

Depois de localizarem o outrora perdido Spock, a temporada terminou com a nave Discovery e sua tripulação viajando no futuro, enquanto Pike e o restante da Enterprise ficou para trás. A nova produção irá girar em torno dessas aventuras, “na década anterior ao aparecimento do Capitão Kirk”.

Akiva Goldsman, veterano da franquia, assina o roteiro do episódio piloto ao lado de Alex Kurtzman e Jenny Lumet.

O trio também entra como produtor executivo ao lado de Henry Alonso MyersHeather KadinRod Roddenberry e Trevor Roth.

Para os iniciantes na saga, o Capitão Christopher Pike apareceu na série original de 1960 por um episódio antes de ser interpretado por Bruce Greenwood nos filmes de J.J. Abrams. Número Um, a segunda comandante da nave, apareceu algumas vezes no show antes de ser ressuscitada por Romjin no ano passado. Spock, por sua vez, é um dos personagens principais de praticamente toda a franquia – e poucos não conhecem o personagem.

‘Pantera Negra 2’ ultrapassa ‘Batman’ e se torna a 5ª MAIOR bilheteria do ano

Sucesso! Com US$ 786.4 milhões arrecadados mundialmente, a sequência ‘Wakanda para Sempre‘ conseguiu ultrapassar a bilheteria total de ‘Batman‘ (US$770.8M), tornando-se a quinta maior bilheteria do ano.

Atualmente, a produção se encontra atrás apenas de ‘Top Gun: Maverick‘ (US$1.48B), ‘Jurassic World: Domínio‘ (US$1B), ‘Doutor Estranho no Mundo da Loucura‘ (US$955.7M) e ‘Minions 2: A Origem de Gru‘ (US$939.4M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 418.9 milhões. No mercado internacional, foram US$ 367.5 milhões.

Vale lembrar que a produção também representa a 13ª maior bilheteria global da história da Marvel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘Avatar: O Caminho da Água’ se torna a 2ª MAIOR estreia global do ano

A sequência ‘Avatar: O Caminho da Água‘ registrou US$ 434.5 milhões mundialmente em seu primeiro final semana, tornando-se a segunda maior estreia global do ano.

O longa de James Cameron fica atrás apenas de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$ 442M). Além disso, ‘Avatar 2‘ também representa a terceira maior estreia mundial desde o início da pandemia. ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ segue como a maior estreia pós-pandemia, com arrecadação de US$ 587 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 134 milhões em seu primeiro final de semana – resultado abaixo das projeções, que indicavam uma estreia em torno de US$ 150-175 milhões. Internacionalmente, a produção soma US$ 300.5 milhões.

De acordo com o Deadline, o filme apresentou uma enorme demanda em salas 3D e IMAX, que são formatos limitados. O site afirma que os espectadores estão buscando as melhores formas de assistirem a produção, o que deve garantir uma ótima estabilidade nas próximas semanas – especialmente por causa da falta de competição e do movimentado período de final do ano nos cinemas.

“Nós tivemos uma grande recepção, temos um ótimo filme e teremos uma passagem incrível pelos cinemas no decorrer das últimas semanas do ano,” declarou Tony Chambers, vice-presidente de distribuição da Disney.

De fato, o público parece ter adorado o filme, dando-lhe uma nota A através do CinemaScore.

Vale lembrar que ‘Avatar 2‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

“Melhor plot twist da história”: Assinantes estão ENLOUQUECIDOS com o novo suspense da Netflix

Mais um filme chega na Netflix sem muito alarde e toma o TOP 10 de assalto levando a primeira posição entre os títulos mais assistidos do streaming. Mesmo sem divulgação, o suspense espanhol ‘As Linhas Tortas de Deus‘ se tornou um fenômeno de audiência e é o filme mais assistido da Netflix em mais de 20 países.

A produção chamou a atenção por ter o mesmo roteirista e diretor do ótimo ‘Durante a Tormenta‘, Oriol Paulo, e agradou em cheio os assinantes com sua trama cheia de reviravoltas inesperadas.

Baseado no romance homônimo Torcuato Luca de Tena, o longa acompanha a missão de Alice Gould (Bárbara Lennie), uma detetive particular que finge estar sendo atormentada por uma paranoia para se internar em um hospital psiquiátrico e assim investigar a misteriosa morte de um paciente.

Enquanto se infiltra na rotina dos pacientes, Gould tenta identificar quem é inofensivo ou uma ameaça dentro da instituição, ao mesmo tempo em que presencia estranho e macabros acontecimentos.

A partir daí, a investigação ganha novos rumos, obrigando-a a se apoiar mai do que nunca em seus instintos devido aos imprevisíveis comportamentos de cada indivíduo que ela vai conhecendo pelo percurso.

Nas redes sociais, os assinantes da plataforma estão completamente confusos com a trama, elogiando como a narrativa consegue enganar o espectador quando ele mais acha que está perto de obter respostas.

Confira as reações:

E aí, você já assistiu?

O elenco também conta com Eduard Fernández, Loreto Mauleón, Adelfa Calvo, Javier Beltrán, Pablo Derqui e Samuel Soler.

Confira o trailer:

‘The Flash’: Participações de Superman, Mulher-Maravilha e Aquaman foram descartadas da adaptação

02O aguardado filme do ‘Flash‘, estrelado por Ezra Miller, passou por várias refilmagens, nas quais foram incluídas as participações de Henry Cavill, Gald Gadot e Jason Momoa, intérpretes do Superman, Mulher-Maravilha e Aquaman, respectivamente.

No entanto, o The Hollywood Reporter relatou que as participações do trio foram descartadas pela DC Studios, agora presidida por James Gunn e Peter Safran.

Foi dito que o estúdio quer cortar qualquer ligação com o Snyderverse daqui para frente

“A demissão de Cavill como Superman foi a indicação mais clara de que Gunn e Safran estão montando uma revisão substancial da DC, uma reinicialização que cortará laços significativos, se não a maioria, com o Snyderverse e os projetos anteriores que lidavam com os filmes da DC para a Warner Bros. Cavill também fez uma participação especial em ‘The Flash’, um dos quatro filmes da DC com lançamento previsto para 2023, mas fontes dizem que a participação especial foi descartada, junto com a de Gal Gadot como Mulher-Maravilha e Jason Momoa como Aquaman. Como ‘Mulher-Maravilha 3’ não vai acontecer, não há porque adicionar a personagem no filme do Flash”, aponta o portal.

Lembrando que ‘The Flash‘ está programado para 16 de junho de 2023.

De acordo com o World of Reel, o filme dirigido por Andy Muschietti (‘It – A Coisa’) foi considerado um dos filmes mais bem dirigidos do DCU, o que aumentou a confiança de David Zaslav, presidente do estúdio, no produto final.

Pelo visto, a produção obteve as classificações de pontuação de teste mais altas da história do DCU.

Em agosto, o portal postou um trecho de uma reação à exibição-teste, que diz:

“O filme é bem-humorado na medida certa, emocionante e corajoso, além do fato de Ezra Miller estar perfeito no papel principal.”

Vale lembrar que o filme também é o grande retorno de Michael Keaton como Batman, e quem assistiu afirmou que ele desempenha um papel muito importante na trama, aparecendo em mais da metade dos 140 minutos de duração.

Ao longo do caminho, há participações especiais do Batman de Ben Affleck, Mulher-Maravilha (Gal Gadot) e Aquaman (Jason Momoa).

Há também uma versão CGI de Christopher Reeve como Superman quando o Flash viaja ao passado para tentar impedir a morte da própria mãe, então ele vê heróis da DC do passado como Reeve, o Batman de Adam West, a Supergirl de Helen Slater e a Mulher-Maravilha de Linda Carter.

Anteriormente, o editor Paul Machliss havia sido questionado sobre a demora no lançamento, mas garantiu que a espera vai valer a pena devido à tecnologia inovadora aplicada nas filmagens.

“Quando estrear, você vai entender porque a esperar vai valer a pena. Vai ser emocionante. A Warner nos encarregou de fazer o melhor filme que pudéssemos. O que posso dizer é que vamos utilizar uma tecnologia inovadora… Somos o primeiro filme a utilizar uma tecnologia muito, muito nova em termos de obter múltiplas versões do mesmo ator na tela, em vez de usar câmeras bloqueadas.”

Ele continuou:

“O desenvolvimento dessa tecnologia é algo maravilhoso, algo sobre o qual eu adoraria falar agora, mas tenho que deixar para o ano que vem, quando o filme for lançado, aí podemos entrar em detalhes. Mas isso é muito, muito empolgante e estou muito satisfeito em dizer que somos os primeiros a usar esse artifício em um filme dessa escala. Provavelmente, é por isso que demorou tanto para terminarmos. Mas vale a pena esperar, porque está fantástico.”

Lembrando que a trama de ‘The Flash’ vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Andy Muschietti dirige.

10 Filmaços lançados 20 anos atrás

Revistar uma obra é uma das coisas mais interessantes que os amantes da sétima arte sentem pois a cada vez que voltamos à um filme temos a sensação de refletir sobre assuntos que numa primeira vista não conseguimos alcançar. Duas décadas atrás sensacionais filmes foram lançados nos cinemas e são debatidos até os dias de hoje mostrando que grandes filmes ficam marcados para sempre em nossos corações. Pensando nisso, segue abaixo 10 sugestões de excelentes filmes lançados 20 anos atrás:

 

O Pianista

Aclamado filme de Roman Polanski, vencedor de três Oscars, que teve seu roteiro escrito por Ronald Harwood baseado em uma autobiografia do pianista Władysław Szpilman, nos mostra a saga de um pianista judeu polonês para sobreviver em meio ao caos de destruição provocado pela Segunda Guerra Mundial.

 

Cidade de Deus

Um dos mais badalados filmes brasileiros de todos os tempos, Cidade de Deus é uma das obras-primas do nosso cinema. Dirigido por Fernando Meirelles com um roteiro escrito por Bráulio Mantovani, baseado num livro homônimo escrito por Paulo Lins, nos mostra o olhar de Buscapé, um jovem morador da Cidade de Deus, conhecida favela carioca, que cresce envolto a uma enorme violência e vê na fotografia uma forma de não ser mais uma pessoa que perde sua vida no mundo do crime.

 

Estrada para Perdição

Disponível no catálogo da Star Plus, e dirigido pelo premiado cineasta Sam Mendes, o filme nos leva para o início da década de 30, durante os tempos de depressão (desaceleração econômica histórica que aconteceu na maior potência do mundo) onde conhecemos um homem que trabalha para um gângster e vê seu destino mudar após uma situação trágica. O roteiro é baseado numa graphic novel assinada pela dupla Max Allan Collins e Richard Piers Rayner.

 

Extermínio

Bem antes do lendário seriado Peaky Blinders, o excelente ator britânico Cillian Murphy protagoniza esse grande clássico do universo da ficção científica ambientado em uma Inglaterra onde a sociedade foi destruída por um vírus. O filme é dirigido pelo premiado Danny Boyle.

 

Irreversível

Exibido pela primeira no Festival de Cannes, 20 anos atrás, o longa-metragem dirigido pelo cineasta Gaspar Noé possui uma das cenas mais chocantes das duas últimas décadas no cinema. Na trama, que tem uma narrativa com cronologia inversa, vamos vendo os desenrolares na vida de alguns personagens após um ato violento.

 

Corações Livres

Na trama, conhecemos um casal de namorados apaixonados, Cæcilie e Joachim, que vivem tranquilamente em uma grande cidade na Dinamarca. Certo dia, após um grave acidente, Joachim perde os movimentos da cintura para baixo e isso causa uma série de transtornos para Cæcilie que não consegue se adaptar a essa nova situação. Joachim, fora atropelado por Marie (Paprika Steen) que é casada com o médico Niels (Mads Mikkelsen) e trabalha no mesmo hospital onde Joachim é internado. O que acontece? Cæcilie começa a se aproximar de Niels e um intenso relacionamento amoroso acontece, deixando o destino de cada personagem incerto.

 

Secretária

O prazer, o desejo nos encontros entre a dominação e a submissão. Baseado em uma obra da romancista norte-americana Mary Gaitskill, Secretária, filme lançado 20 anos atrás, é uma jornada intensa, provocante, que mostra os caminhos do prazer de maneira fundamentada em percepções, sentimentos, desejos, em um tour por duas mentes que se encontram a partir de uma relação profissional convencional até chegarem as descobertas íntimas. Dirigido pelo cineasta Steven Shainberg.

 

As Horas

Vencedor do Oscar de Melhor Atriz (Nicole Kidman), o drama As Horas, dirigido por Stephen Daldry, nos apresenta de maneira muito profunda como um romance escrito por Virginia Woolf em meados da década de 20 acaba influenciando algumas gerações de mulheres.

 

Sinais

Um dos mais badalados filmes da carreira do genial cineasta indiano M. Night Shyamalan, Sinais nos mostra uma família que tem suas maneiras de enxergar o mundo modificadas após grandes círculos misteriosos aparecerem em seu milharal.

 

O Conde de Monte Cristo

Uma das ótimas adaptações literárias (baseado no livro homônimo de Alexandre Dumas) que o mundo do cinema nos brindou nos últimos anos, sem dúvidas, é O Conde de Monte Cristo. No filem conhecemos a saga de angústia e vingança de Edmond Dantès que é preso por um crime que não cometeu.

10 Filmes com contextos AMOROSOS picantes

Falar sobre contextos picantes no universo do cinema é uma coisa que quando mapeamos vemos que é extensa a lista de produções que de alguma forma refletem sobre a questão. Algumas obras de maneira mais inteligente, outras mais objetivas mas sempre gerando a tal da reflexão sobre o assunto que acaba sendo a alma de quase todo bom filme. Sendo assim, deixaremos abaixo algumas sugestões de 10 filmes com contextos amorosos picantes:

 

Kiki – Os Segredos do Desejo

Na trama conhecemos diversas pessoas que possuem em comum algum fato não comum ligado aos seus próprios desejos sexuais. Tem uma esforçada trabalhadora de barraquinha de tiro em parque de diversão que sente tesão quando o marido chora, tem uma mulher que fica com tesão por plantas e quando é assustada por um assalto, tem outra que se excita tocando nas camisas de sedas, o longa explora também o poliamor em um dos retratos. Essa reunião de histórias bem puxadas para a dramédia tenta colocar respostas em diversos tabus que vemos no mundo aqui de fora da telona.

 

Desobediência

O luto e o amor. Depois de excelentes e elogiados trabalhos nos inesquecíveis, Gloria e Uma Mulher Fantástica, o cineasta chileno Sebastián Lelio enfim chegou ao epicentro das produções mundiais com delicado e interessante projeto Desobediência. Baseado no livro homônimo, de Naomi Alderman, o filme gira em torno de algumas situações que ligam a morte ao amor. Nos papéis principais, as duas melhores Rachels do cinema atualmente, McAdams e Weisz, essa última também assina a produção do longa.

 

Azul é a Cor mais Quente

Nesse polêmico filme, somos apresentados a Adèle (Adèle Exarchopoulos), uma jovem que está passando por uma época de descobertas em sua vida pessoal. Adèle gosta de dançar, utiliza esse movimento corporal como forma de fugir dos conflitos que prefere não enfrentar. Após uma experiência traumática, acaba conhecendo Emma (Léa Seydoux) uma jovem artista. As duas logo se apaixonam e enfrentam todos os dramas de um relacionamento conturbado.

 

À Três Vamos Lá

Com todas as filmagens ocorrendo na linda cidade de Lille, na França, o longa-metragem conta a história de Mélodie (Anaïs Demoustier), uma jovem e valente advogada que se encontra em um dilema tanto na sua vida profissional, quanto em sua vida pessoal. Micha (Félix Moati) e Charlotte (Sophie Verbeeck), amigos de Mélodie, são um casal que faz meses que não se entendem e um dos motivos pode ser a própria Mélodie que mantém um caso com cada um dos personagens. Alternando comédia e drama, este belo filme percorrerá com grande linha objetiva os caminhos de um relacionamento.

 

Ninfomaníaca – Volume 1

Nesse primeiro volume, somos surpreendidos com o inusitado encontro entre Seligman (Stellan Skarsgård) e Joe (Charlotte Gainsbourg). O primeiro, um homem simples e inteligente que adora conversar sobre pescaria. A segunda, sofrera uma agressão misteriosa e aceita desabafar toda sua história até aquele momento. Joe é viciada em sexo e ao longo de anos se viu em situações constrangedoras desde a perda da virgindade até os dias atuais. Conforme conta sua história para Seligman, os dois personagens começam a discutir a sexualidade, e a verdadeira face de uma sociedade que preza pelo desejo, com diversas comparações com o cotidiano humano.

 

Duck Butter

A busca pelo dom de não se preocupar com o que o mundo pensa sobre você. Buscando um exercício de refletir que caminha entre as conflituosas estradas da autoconfiança, Duck Butter, filme que está disponível lá no catálogo da Netflix, aborda também as zonas de conforto do amor com as vertentes do se jogar ao encontro de um, aos olhos de duas apaixonadas protagonistas. Intimidades, segredos, conflitos em fases da vida, sexo, ao longo de uma noite intensa cheia de diálogos que passam pelos mais diversos temas vamos conhecendo melhor as personagens que tem muita coisa a dizer.

 

Secretária

O prazer, o desejo nos encontros entre a dominação e a submissão. Baseado em uma obra da romancista norte-americana Mary Gaitskill, Secretária, filme lançado 20 anos atrás, é uma jornada intensa, provocante, que mostra os caminhos do prazer de maneira fundamentada em percepções, sentimentos, desejos, em um tour por duas mentes que se encontram a partir de uma relação profissional convencional até chegarem as descobertas íntimas. Dirigido pelo cineasta Steven Shainberg.

 

Se Organizar Direitinho…

Na trama, conhecemos um grupo de pessoas que de alguma forma estão em momento presente passando pela reflexão sobre o sexo e suas infinitas possibilidades. Ao longo de uma noite dentro de um badalado clube de swing, os variados personagens encontram-se em dilemas mas acima de tudo em busca de algo que possa ser um complemento para sua felicidade plena. Tem um casal que quer experimentar um ménage, tem dois primos que não se veem faz muito tempo mas que sempre tiveram atração um pelo outro, tem um rapaz tímido que busca encontrar alguém para tirá-lo da solidão, tem dois amigos que convidam suas esposas para um troca troca, tem uma mulher que foi para uma despedida de solteira e não lembra da noite anterior.

 

Sentimental

A fuga da mesmice. Escrito e dirigido pelo cineasta espanhol Cesc Gay (do excelente Truman), a comédia espanhola Sentimental nos coloca em encontro a um casal que durante uma noite de vinhos e sarcasmos redescobre alguns novos sentidos para saírem da monotonia. Com diálogos fervorosos que misturam o constrangimento com uma visão simplista sobre a vida, vamos nos divertindo ao longo dos 82 minutos de projeção. O elenco é ótimo, com nomes como: Belen Cuesta e Javier Cámara.

 

American Pie – O Reencontro

Na trama, o famoso grupo de amigos se reúne para uma festa de comemoração, um reencontro entre os formandos do “High School” de anos atrás. Um está com problemas sexuais no casamento (Jim), o outro virou celebridade de um programa esportivo (Oz), o arranjador de confusões Stifler virou um temporário em uma empresa, um viajou pelo mundo (Finch) e o outro é praticamente um dono de casa (Kevin). Entre uma confusão e outra, muitas menções ao Facebook (provando que eles estão em um novo século), reflexões sobre a vida e reencontros que marcarão para sempre esses jovens que estavam sumidos da telona.

 

 

Crítica | O Espírito do Natal – Porta dos Fundos Aposta no TERROR em seu Especial de Natal

Uma nova tradição veio se formando na vida dos jovens adultos brasileiros: é que em todo fim de ano passou a ser comum assistir a um especial de Natal do grupo Porta dos Fundos, sempre carregado de humor e um bocado de crítica social. Oriundos do Youtube, de lá para cá seus especiais de Natal recentemente se envolveram em polêmicas, principalmente por tratarem com ironia de temáticas cristãs e católicas – o que acabou aborrecendo muitos praticantes dessa crença. Então, neste 2022 – talvez por conta de tantas polêmicas, que acabaram ofuscando a qualidade de suas histórias, ou talvez por causa da pandemia, que limitou as produções em quantidade de atores e profissionais envolvidos – o Porta dos Fundos deu uma guinada de 360 graus, mudando completamente sua linha de produção neste tipo de vídeo, lançando, a partir do dia 21 de dezembro na plataforma da Paramount+, o especial ‘O Espírito do Natal’, voltado para o gênero do terror.

É véspera de Natal. Enquanto muitas famílias querem se reunir para celebrar a data com muita confraternização e lavagem de roupa suja, este ano seis amigos decidiram deixar tudo isso para trás e assumir uma verdade inconveniente: nenhum deles gosta do Natal. Por isso o grupo resolve embarcar em uma viagem para longe do centro urbano, e ficar os dias de recesso em uma casa alugada no Airbnb isolada de tudo e de todos. Ainda que não se conheçam profundamente, o grupo – formado por dois casais e dois solteiros héteros – começa a interagir para ganhar intimidade. Porém, o que era para ser uma fuga das convenções religiosas e mercadológicas acaba se transformando no pior pesadelo dos seis quando criaturas malignas passam a ameaçar a vida deles.

Dada as condições em que foi pensado e gravado (ou seja, durante a pandemia), a produção encontra boas soluções para criar uma história que envolvesse poucos atores e cenários reduzidos, de modo a garantir a saúde da equipe. Então, o roteiro parte da clássica aventura do grupo de amigos que aluga uma casa isolada da civilização – vividos por Fábio Porchat, Antonio Tabet, Thati Lopes, Evelyn Castro, Raphael Logam e Rafael Portugal – imersos num contexto natalino envolto no terror, no qual personagens do imaginário de fim de ano aparecem como ameaça à vida desses personagens. E é aí que rola a grande diversão do roteiro: para além das piadas já esperadas do elenco (que são poucas, é verdade), o que se intensifica mesmo no especial ‘O Espírito do Natal’ é a carga dramática das cenas, reforçando um lado pouco explorado desses rostinhos tão conhecidos pela comédia.

O diretor Rodrigo Van Der Put acerta em cheio na construção do terror, com caracterização convincente e repaginação de personagens clássicos com ares psicopatas. Bem feito, o maior prejuízo do especial é sua duração (pouco mais de trinta minutos), o que acaba afetando o desenvolvimento do por que de as coisas estarem acontecendo – que, por fim, não é explicado. Entretanto, dado o sucesso certo que ‘O Espírito do Natal’ vai fazer por mirar no terror (um dos gêneros favoritos do público jovem), e dada a cena final do especial, tudo leva a crer que teremos um novo especial em 2023, mas dessa vez para a Páscoa.

‘Crepúsculo’: Saiba quantos anos tem cada membro da família Cullen

A saga ‘Crepúsculo‘ introduziu um tipo diferente de vampiros na cultura pop, já que eles resistem à exposição ao sol e brilham em vez de queimar.

No entanto, eles permaneceram com as clássicas características dos mortos-vivos, como as presas, a sede de sangue e a imortalidade.

Por falar nisso, muitos fãs já se perguntaram sobre a idade dos membros da família Cullen, formada pelo Dr. Caslile, sua esposa Esme, e seus filhos adotivos: Edward, Rosalie, Emmett, Alice e Jasper.

Nos livros, a autora Stephenie Meyer conta que Carlisle nasceu em 1640 e foi transformado em vampiro em 1663, quando tinha 23 anos.

Considerando que a trama do primeiro livro se passa em 2005, ano em que foi publicado, Carlisle teria 365 anos quando a saga começou.

O primeiro a ingressar no grupo foi Edward, nascido em 1901 e transformado em vampiro por Carlisle em 1918, quando tinha 17 anos. Para quem não sabe, Edward estava morrendo de gripe, e sua mãe implorou a Carlisle para salvá-lo. Então Edward teria 104 anos.

Carlisle conheceu Esme em 1911, mas ela só foi transformada em 1921, quando tentou se suicidar após a perda de seu filho, então Carslile a transformou para viver ao lado dela para sempre.

Como ela nasceu em 1895 e tinha 26 anos quando se tornou uma vampira, ela teria 110 anos em 2005.

Rosalie entrou para o grupo depois que Carlisle encontrou na rua, logo após ter sido violentada e estuprada pelo próprio noivo e seus amigos.

Rosalie nasceu em 1915 e foi transformada em vampira em 1933, aos 18 anos, completando 90 em 2005.

Em 1935, Rosalie encontrou Emmett depois que ele foi atacado por um urso e pediu a Carlisle que o transformasse. Uma curiosidade, é que Emmett e Rosalie nasceram no mesmo ano, mas ele foi transformado em vampiro ao 20.

Os últimos membros do clã, Alice e Jasper, não foram transformados por Carlisle, mas saíram à procura dos Cullen com base nas visões de Alice, já que ela tem o dom da mediunidade.

Por conta de suas visões, ela acabou sendo internada em um hospício, onde trabalhava um vampiro. Nascida em 1901, ela acabou sendo transformada em 1920, aos 19 anos. Assim como Edward, ela também teria 104 anos em 2005.

Jasper nasceu em 1844 e foi transformado por uma vampira em 1863, aos 19 anos. Mais tarde, ele conheceu Alice e a apoiou quando ela lhe contou sobre os Cullen. No início da saga, Jasper é apresentado com 161 anos de idade.

E aí, agora não restam mais dúvidas sobre a longevidade dos Cullen, não é?

Lembrando que ‘Sol da Meia-Noite‘, novo livro da saga ‘Crepúsculo‘, ganhou data de lançamento no Brasil.

O livro chega aqui no dia 4 de Agosto, junto com o lançamento nos EUA.

Confira a capa:

Até agora, os leitores conheceram essa trama inesquecível apenas pelos olhos de Bella. No aguardado Sol da meia-noite, vamos testemunhar o nascimento desse amor pelo olhar de Edward, mergulhando em um universo novo, sombrio e surpreendente, cheio de revelações.

Conhecer Bella foi o que aconteceu de mais irritante e instigante em todos os anos de Edward como vampiro. À medida que conhecemos detalhes sobre seu passado e a complexidade de seus pensamentos, conseguimos entender por que Bella se tornou o eixo central de uma batalha decisiva em sua vida. Como Edward poderia seguir seu coração se isso significava colocar a amada em perigo? Do que ele seria capaz de abrir mão?

Em Sol da meia-noite, Stephenie Meyer faz um retorno triunfal ao universo de Crepúsculo e nos transporta mais uma vez para Forks, convidando-nos a revisitar cada detalhe dessa história que conquistou milhões de fãs em todo o mundo. Em meio a uma paixão cercada de perigos sobrenaturais, vamos descobrir como Edward encara seus prazeres mais profundos e as consequências devastadoras de um amor proibido e imortal.

Confira a sinopse do derivado:

Este conto inesquecível é contado através dos olhos de Edward Cullen e explora o evento mais intrigante e provocante que o vampiro experimentou em sua longa: o momento que conhece a linda Bella Swan. À medida que aprendemos detalhes mais fascinantes sobre o passado de Edward e a complexidade de seus pensamentos mais profundos, entendemos porquê essa é a luta decisiva de sua vida. Como ele pode se deixar apaixonar por Bella quando sabe que está colocando a vida dela em risco?

Publicado originalmente em 2005, ‘Crepúsculo‘ transformou-se em best-seller mundial e deu origem uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um fenômeno cultural entre todas as idades.

O último filme da franquia, ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – O Final‘, foi lançado em 2012 e arrecadou US$ 829,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.

10 filmes que te fazem DORMIR

Com tantas possibilidades de escolha na hora de escolher algum filme para assistir, certas vezes, somos surpreendidos por filmes que em certo momento de suas narrativas nos levam à um temendo sono. Relembrando algumas vezes que já dormi inesperadamente vendo um filme, resolvi criar essa lista com 10 produções que te levam ao sono:

 

Jack – O Caçador de Gigantes

Na trama, conhecemos um jovem e atrapalhado lavrador chamado Jack (Nicholas Hoult) que logo em sua primeira aparição em cena, após uma negociação ruim, salva uma linda moça das garras de uns baderneiros. A jovem em questão era a princesa Isabelle (Eleanor Tomlinson) que junto de Jack acende uma antiga guerra entre humanos e uma raça de gigantes, abrindo um portal entre os dois mundos. Quando Isabelle é levada pelo pé de feijão para o mundo novo e secreto, Jack e os cavalheiros mais valentes do Rei terão apenas uma oportunidade para salvar a donzela em perigo.

 

Fúria de Titãs 2

Na história da era mitológica, Perseus, filho de Zeus vive tranquilamente como pescador cuidando do filho em um vilarejo longe dos Deuses de outros filmes. Quando seu pai é capturado por dois ‘amigos’ (Hades e Ares se juntam aos titãs contra a raça humana), galopando em seu pégasus, Perseus vai em busca da ajuda para a grande batalha, mais precisamente de Agenor e Andrômeda. Enfrentando traições de Deuses, o filho de Zeus busca seu objetivo.

 

As Panteras

Na trama, conhecemos as espiãs Sabina (Kristen Stewart) e Jane (Ella Balinska), duas experientes agentes da equipe do misterioso Charlie que são comandadas pela chefe Bosley (Elizabeth Banks). Durante uma missão mais uma mulher com potencial de ser agente, Elena (Naomi Scott), se junta a elas. Aprendendo a ser espiã durante a missão para salvar sua própria vida, Elena embarcará uma aventura que mudará para sempre sua maneira de ver o mundo da espionagem.

 

Austenland

Na trama, conhecemos Jane Hayes (Keri Russell) uma jovem de classe média que mora nos Estados Unidos e tem uma grande obsessão por um dos livros da escritora Jane Austen, Orgulho e Preconceito. Após discutir sobre os rumos de sua vida com uma grande amiga, junta uma grande quantia de dinheiro e resolve embarcar em uma viaja para um parque temático da Jane Austen em busca de seu perfeito cavalheiro.

 

The Babymakers

Na trama, conhecemos um casal que sofre muito (principalmente o homem) por não conseguir obter a gravidez tão esperada. Após muito escutar as fofocas nocivas alheias e meio já de saco cheio de ser dado como o grande responsável de não conseguirem engravidar, o rapaz recebe uma grande ajuda de seus amigos com o único objetivo de ir até um depósito e roubar o esperma que ele deixou em um banco de esperma alguns anos no passado.

 

A Casa de Mi Padre

Na trama, acompanhamos um homem e sua saga de tentar ser o filho mais querido e salvar a sua família das garras do narcotráfico local. Correndo atrás de seus objetivos ele se apaixona, se mete em muitas confusões e ainda arruma tempo para cantar. A abertura do longa lembra os filmes de Tarantino e as novas vinhetas de introdução dos filmes do 007, mas os paralelos acabam por aí.

 

O Vale Sombrio

Na trama, um forasteiro chega a uma aldeia isolada, nas vésperas de um rigoroso inverno. Logo em sua chegada, paga uma quantidade considerável de dinheiro para os “donos” do lugar. O que ninguém sabe, é que esse homem está com uma grande sede de vingança contra quase todas as pessoas deste lugar. Assim, passo a passo, um plano é arquitetado e executado.

 

12 Horas

Na trama, conhecemos duas irmãs (Molly e Jill) que vivem em uma casa repleta de trancas. Uma delas é viciada em estudo (Molly), a outra é garçonete em um bar na cidade e no passado fora presa por um sequestrador. Quando Molly desaparece, Jill está convencida de que o serial killer que a raptou há alguns anos voltou à cidade e assim ela se prepara para capturar seu sequestrador, buscando conseguir informações que a coloquem na trilha do criminoso.

 

Renoir

Um grande retrato de uma família que nasceu para brilhar no mundo das artes. Não tem outro resumo que melhor define o novo trabalho do diretor Gilles Bourdos, Renoir. Passando por belas imagens e pinturas que marcaram uma geração de amantes das belas artes, conhecemos um pouco mais a fundo o trabalho do famoso pintor que dá nome ao filme. Pena que a maneira como tudo isso é misturado na tela acaba se tornando uma grande chatice.

 

No Olho do Tornado

Na trama, conhecemos alguns caçadores de tornados. Sim, isso mesmo: pessoas que vivem para capturar imagens inéditas dessa força da natureza. Certo dia, após várias investidas que não deram certo, acabam parando em uma cidadezinha que vira alvo do epicentro de um tornado de força 5, um daqueles jamais vistos. Nessa cidade mora o professor Gary (Richard Armitage) e seus dois filhos que precisam se unir aos caçadores de tornados para juntos tentarem sobreviver em meio ao caos que vira a cidade.

‘Wandinha’: Showrunners revelam planos para a 2ª temporada da série derivada de ‘A Família Addams’

Em entrevista ao TVLine, os showrunners Al Gough e Miles Millar comentaram sobre o que podemos esperar de uma possível 2ª temporada de ‘Wandinha‘, série derivada de ‘A Família Addams‘.

“Essa série é sobre uma menina que enxerga o mundo em preto e branco, mas acaba aprendendo que há tons de cinza. Acreditamos que todo relacionamento e amizade são complicados por diferentes fatores. Nunca será algo fácil. A série mostra a Wandinha aprendendo a navegar pelas complexidades dessas relações.”

Eles completam, “Sentimos que apenas tocamos a superfície do resto da família Addams, e os atores estão incríveis nesses papéis. Catherine [Zeta-Jones] é uma Mortícia icônica. A relação entre a Wandinha e a Mortícia é essencial para a série, assim como a ideia da Wandinha tentar forjar seu próprio caminho fora da sombra de sua família. Apesar de manter o foco na Wandinha, queremos o retorno da família em futuros episódios, assim como fizemos no primeiro ciclo, se formos renovados para uma segunda temporada.”

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na Netflix!

Relembre o trailer:

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.

O elenco também traz Luiz Gusman como Gomez, Issac Ordonez como Pugsley e Fred Armisen como Tio Chico.

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

De ‘O Retorno da Múmia’ a ‘American Pie 2’ | 10 ÓTIMAS sequências que completam 21 ANOS em 2022!

Muitos fatores podem nos fazer chegar à conclusão que os anos estão passando para nós. Mas com a idade, vem também a bagagem e a maturidade. Bem, um dos indícios pode ser medido pelas nossas tão queridas produções cinematográficas. Em especial quando notamos que filmes os quais assistimos no cinema “ontem” estão fazendo nada menos do que 21 anos de lançamento. O tempo realmente voa.

Não existe época melhor para celebrar um filme, o revisitando, do que quando completa aniversário. O interessante é notar o quanto ainda segue relevante, ou se envelheceu mal, ficando datado nos efeitos, e ainda pior: em seu discurso. Aqui, nesta nova matéria iremos abordar as continuações de grandes sucessos da sétima arte que há 21 anos lançavam suas continuações tão esperadas. Você lembra de todas elas? Não esqueça de comentar abaixo quais assistiu nas telonas, quais as suas preferidas e quais acha que não envelheceram muito bem. Confira.

O Retorno da Múmia

Uma das mais bem sucedidas releituras de um clássico, A Múmia (1999) reimaginou o icônico monstro da Universal homônimo (1931) na forma de uma aventura de matinê no estilo Indiana Jones. Brendan Fraser foi o herói da vez no filme de Stephen Sommers, repleto de efeitos visuais e ação. O blockbuster se tornou um filme querido e dois anos depois, a gangue estava de volta para esta sequência – introduzindo aqui um novo vilão ainda mais ameaçador, o Escorpião Rei, nas formas virtuais de Dwayne The Rock Johnson, em seu primeiro filme para o cinema. Pena que a terceira parte (A Tumba do Imperador Dragão) demorou tanto para ser lançada (2008), perdendo grande parte do hype da franquia.

Jurassic Park III

Por falar em franquia de sucesso, Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (1993) é um verdadeiro marco não apenas no cinema entretenimento, mas para a sétima arte em geral devido aos mais variados aspectos – muitos técnicos, inclusive. Embora não pedisse uma continuação necessariamente, ela veio mesmo assim com O Mundo Perdido em 1997, dirigida pelo próprio Spielberg. Mais quatro anos e o cineasta retornava apenas na capacidade de produtor aqui, neste que é considerado o escapismo mais brando da “trilogia original”. Numa trama aventuresca descompromissada, o Dr. Alan Grant (Sam Neill) retorna à ilha dos dinossauros para encontrar um menino desaparecido.

Hannibal

Apesar de vivermos há certo tempo numa era de franquias e marcas pré-estabelecidas, elas ainda não são tão comuns fora do “circuito” blockbuster, terror e comédia. Mas isso não significa que outros gêneros não possam gerar franquias, como o suspense, por exemplo. Uma das mais famosas representantes é esta sobre o psicopata refinado Dr. Hannibal Lecter. O personagem, interpretado por Anthony Hopkins, ficaria imortalizado pelo clássico absoluto O Silêncio dos Inocentes – que completa 31 anos em 2022. Aqui, dez anos depois do citado filme de prestígio, vencedor do Oscar, o personagem retornava novamente nas formas de Hopkins para mais um round de maldades e canibalismo, agora em liberdade. Porém, sua contraparte, a agente do FBI Clarice Starling, se encontra um pouco diferente. Tudo porque a vencedora do Oscar Jodie Foster não aceitou retornar para esta sequência dirigida por Ridley Scott, e foi substituída por Julianne Moore.

American Pie 2 – A Segunda Vez é Ainda Melhor

Sucesso surpresa do fim da década de 1990, o primeiro American Pie marcaria época como filme adolescente de humor escrachado, escatológico e muito politicamente incorreto. Aqui, temos basicamente uma versão de Porky’s – A Casa do amor e do Riso (1981) da década seguinte. Quem conhece sabe. No entanto, existe certa doçura nestes personagens, mesmo que fique escondida debaixo de sua libido em ebulição. Esta sequência chegava dois anos depois e a seu favor contava com nosso afeto estabelecido pelos personagens.

A Hora do Rush 2

É verdade que os buddy cop movies – filmes de parceiros policiais – não eram mais novidade quando o primeiro A Hora do Rush foi lançado em 1998. Mas o que o filme fez com maestria foi apresentar o astro chinês Jackie Chan para os EUA e o mundo através de uma produção de grande abrangência. O ator já havia tentado emplacar neste mercado com suas produções chinesas, mas A Hora do Rush escancarou as portas para sua entrada. E essa continuação é tão divertida quanto o original. Uma pena que demorou um pouquinho para ser lançada. A terceira parte nem se fala. Um dos atrativos da continuação é a presença da gracinha Zhang Ziyi como a vilã lutadora marcial – a atriz havia saído do sucesso O Tigre e o Dragão no ano anterior.

Todo Mundo em Pânico 2

Recentemente, escrevi sobre os filme-paródia, que atingiam seu auge na década de 1990. Dali em diante foi só ladeira abaixo, com algumas produções duvidosas sendo lançadas ainda na década citada. Todo Mundo em Pânico foi um respiro para a nova década, que recebeu elogios e se tornou sucesso de bilheteria, satirizando a onda de slasher ressuscitada com Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Uma curiosidade é que Pânico (Scream) tinha como título original planejado justamente Scary Movie – que terminou sendo usado aqui. Na continuação, lançada logo no ano seguinte, o alvo das sátiras foram os filmes de mansões mal assombradas e todo tipo de entidades sobrenaturais.

Na Teia da Aranha

Embora pelo título não deixe claro – afinal aqui não temos o “2” proveniente de todas as continuações – este thriller é a sequência de Beijos que Matam (1997). Ambos são baseados nos livros do autor James Patterson, que usam como protagonista o detetive e psicólogo Dr. Alex Cross. Em ambos os filmes o personagem ganhou toda a imponência do veterano Oscarizado Morgan Freeman. Desta vez, Cross investiga o sequestro de uma menina ocorrido dentro de uma escola exclusiva de elite. Ajudando no caso, desta vez o detetive conta com a parceria de uma agente do FBI (papel da loira Monica Potter). Uma terceira parte ainda foi produzida, com Alex Cross rejuvenescido nas formas de Tyler Perry, no malfadado A Sombra do Inimigo (2012).

Jason X

Até agora na lista tivemos continuações, e até mesmo uma terceira parte de franquias de variado sucesso. Mas o que dizer quando nos deparamos com a DÉCIMA parte de uma série do cinema. Sim, me refiro ao slasher mais famoso de todos, Sexta-Feira 13. Tudo começou em 1980 e até o fim da década, a Paramount havia lançado nada menos do que oito filmes da franquia do assassino imortal Jason Voorhees. Depois disso, o estúdio finalmente cansou de bancar as “travessuras” do psicopata infernal e passou a bola para a New Line, que prontamente lançou Jason Vai para o Inferno (1993) – já que a venda veio junto de uma batalha judicial pela marca da franquia. Assim, o estúdio tinha Jason, mas não podia usar o título Sexta-Feira 13. Quase dez anos desse impasse, e a New Line finalmente tirava da cartola mais um filme, desta vez levando Jason ao espaço. É sério!

Dr. Dolittle 2

Antes do eterno Homem de Ferro, Robert Downey Jr., cometer uma das grandes mancadas de sua carreira ao tentar estabelecer uma nova franquia para toda a família com Dolittle, outro astro caído em desgraça tirava proveito desta marca. O Dolittle original é uma produção musical de 2h30min de duração, de 1967, indicada ao Oscar em 9 categorias, incluindo melhor filme. Algumas décadas depois, Eddie Murphy surfando em sua redescoberta popularidade (graças a O Professor Aloprado), modernizava os livros infantis de Hugh Lofting sobre um médico que fala com os animais, para os novos tempos. E assim, Murphy marcava outro gol, desta vez junto aos pequenos. E com o acerto, uma continuação não tardou. Aqui, de férias em sua casa de campo, um urso entra em cena como a nova missão do médico.

Crocodilo Dundee em Hollywood

Infelizmente, algumas franquias precisam ficar descansando em sua época. Tais marcas parecem não funcionar fora delas, e para tal precisaram passar por uma forte releitura a fim de as incluir na sociedade atual – ou quem sabe brincar com o período ao qual estão presas confeccionando uma história passada em tal tempo. Seja como for, Crocodilo Dundee (1986), a versão Hollywoodiana de nosso eterno trapalhão Didi Mocó, se tornou um dos fenômenos inesperados do fim da década de 80, ao trazer um “caipira australiano” para um choque cultural em uma Nova York peculiarmente dona de “todos os atrativos” do período. A surpresa foi pela inocência e grande coração que o filme possui. Assim, dois anos depois, a continuação tentou capitalizar sem o mesmo resultado. Descansando por toda a década seguinte, algum produtor achou que era a hora de tirar Paul Hogan e seu famoso personagem (que virou símbolo da Austrália) da reclusão para mais um round. O resultado foi aquela velha história da piada contada pela terceira vez…

Bônus: O Império do Besteirol Contra-Ataca

Antes da Marvel Studios realizar sua façanha na sétima arte, o diretor Kevin Smith já havia criado seu universo cinematográfico em suas obras. Curiosamente, quase todos os filmes do cineasta estão interligados, demonstrando que todos se passam no mesmo universo. O elo são os personagens Jay e Silent Bob, interpretados por Jason Mewes e pelo próprio Smith. Antes deste filme, os personagens já haviam aparecido em outras quatro produções do diretor e voltariam para mais algumas. Na trama, os maconheiros amalucados descobrem que Hollywood está planejando uma superprodução baseada nos heróis que criaram nos quadrinhos e partem para impedir que o filme seja feito. Em 2019, essa história foi continuada com Jay e Silent Bob Reboot – espécie de Vingadores: Ultimato do universo compartilhado de Smith, o “Smithverso”.

‘Indiana Jones 5’: Refilmagens devem alterar o final da sequência, diz John Williams

Até o momento, a trama de ‘Indiana Jones e o Chamado do Destino‘ permanece guardada a sete chaves, mas os fãs já suspeitam que o longa deve encerrar as aventuras do personagem vivido por Harrison Ford.

Mas, parece que o fim que já estava planejado (seja ele qual for) deve passar por uma alteração em breve.

A informação foi revelada pelo compositor John Williams durante uma recente apresentação de sua orquestra na Itália, quando o conjunto tocou uma parte da trilha sonora do filme.

De acordo com o canal BadTaste.It, Williams foi questionado sobre o andamento do filme e disse que:

“Estamos perto de concluir as gravações. Talvez tenhamos um outro final para gravar em breve, talvez em algumas semanas.”

Por falar nisso, a sequência vai apresentar Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’) como Helena, afilhada de Jones.

Muitos acreditam que o longa deve servir como uma forma do personagem passar o bastão à Helena para que ela assuma o futuro da franquia.

E o título da sequência também deixou alguns fãs com essa sensação.

Em entrevista para o Deadline, Ford foi questionado se ele estava realmente pronto para pendurar o chapéu e se Bridge vai herdar o manto da saga.

Em resposta, ele disse que:

“Não, estou apenas contando uma nova história. Você vai ver, espere e você vai ver. Espero que goste do que fizemos.”

Anteriormente, o diretor James Mangold (‘Logan’) já havia desmentido a possibilidade de que um novo personagem se torne o rosto da franquia.

“Eu vou repetir, ninguém vai assumir ou substituir Indy. Ninguém vai vestir seu chapéu ou usar seu chicote. Acho que quem espalha essas notícias só quer 15 minutos de fama. Qualquer um tira conclusões precipitadas a partir de imagens de bastidores e falsos vazamentos”, disse o cineasta ao CinemaBlend.

Recentemente, a Lucasfilm e a Walt Disney Studios divulgaram o trailer legendado da sequência.

Confira:

Lembrando que a nova aventura chega aos cinemas em 30 de junho de 2023.

O elenco traz Harrison Ford de volta ao papel titular, bem como Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’), Thomas Kretschmann (‘Vingadores: Era de Ultron’), Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), Shaunette Renée Wilson (‘Pantera Negra’) e Antonio Banderas (‘Dor e Glória’).

Lembrando que Steven Spielberg decidiu passar o manto para um cineasta mais jovem, a fim de trazer uma perspectiva renovada ao personagem. Dessa forma, James Mangold comanda o novo capítulo da franquia.

John Williams retorna para a trilha sonora, tendo atuado como compositor em todos os filmes anteriores.

‘Wandinha’ ultrapassa 1 BILHÃO de horas assistidas e renovação pode acontecer em breve

Lançada no fim de novembro, ‘Wandinha‘ alcançou a 1ª posição no TOP 10 da Netflix em 83 países na semana de estreia – empatando com o lançamento de ‘Stranger Things 4’.

Além disso, a atração estrelada por Jenna Ortega já ultrapassou 1 bilhão de horas assistidas em menos de um mês, segundo o Deadline.

Por conta disso, não há duvidas que a plataforma de streaming esteja considerando renovar a atração para novas temporadas.

De acordo com o portal, é possível que o anúncio seja feito nos primeiros meses de 2023, levando em conta a popularidade da derivada de ‘A Família Addams‘.

Foi dito que os produtores estão começando a conversar com os roteiristas sobre ingressar na sala dos roteiristas para a segunda temporada.

E, embora a MGM (detentora dos direitos da franquia) tenha sido adquirida pela Amazon Studios, isso não deve atrapalhar o desenvolvimento de futuras temporadas.

E, se depender dos criadores, Alfred Gough e Miles Millar, os fãs podem ficar tranquilos.

Em entrevista para a Variety (via Comic Book), Gough disse que:

“Para nós, é sempre bom olhar para o futuro, e quando nos sentamos para criar uma série, já pensamos em várias temporadas. Isso nunca é uma garantia, mas é inevitável a expectativa de que nosso trabalho seja bem-sucedido.”

Ele ainda sugeriu que há ideias para pelo menos mais três temporadas:

“Quando você trabalha assim, você sempre apresenta histórias em potencial para pelo menos três ou quatro temporadas. Isso pode evoluir e mudar. Muitas vezes, você quer ver quais personagens ou membros do elenco se destacam e para quem você gosta de direcionar a narrativa. Então, é sempre bom manter alguns arcos em aberto, de forma orgânica o suficiente para alterar ou evoluir certos aspectos, mas certamente temos uma pista bastante clara do que queremos fazer nas próximas temporadas.”

Anteriormente, Ortega conversou com a ET e revelou o que gostaria de ver em uma possível 2ª temporada.

“Eu quero que [Wandinha] seja mais obscura”, ela conta. “Eu quero que ela se aproxime mais do âmago da questão e não jogue as coisas de forma tão segura, porque há muitas falas sobre ela salvar a escola e fazer o que quer que seja. Mas, para mim, seu principal impulso com o monstro é uma competitividade . Tipo: ‘cara, como ele está fazendo isso?’. Acho que quero que continue em um fluxo anti-heroico em vez de um fluxo heroico típico”.

E aí, você está animado (a) para o futuro da série?

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.

O elenco também traz Luiz Gusman como Gomez, Issac Ordonez como Pugsley e Fred Armisen como Tio Chico.

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

Crítica | Um Natal Cheio de Graça – Aposta Brasileira da Netflix Não Entrega o que o Título Promete

Aos poucos uma nova tradição começa a se desenhar no Natal dos brasileiros: todo fim de ano, além de diversos títulos natalinos trazidos especialmente para essa época do ano, a Netflix está lançando anualmente um filme com essa temática imerso na cultura nacional e com atores daqui. Isso tem ocorrido nos últimos anos, com filmes estrelados por Leandro Hassum em sequência (‘Tudo Bem No Natal Que Vem’ e ‘Amor Sem Medida’, sendo que este último chegou como um lançamento de fim de ano) e, neste 2022, estrelado pela mais nova estrela do humor nacional, Gkay, a plataforma apostou suas fichas em ‘Um Natal Cheio de Graça’, comédia natalina já disponível aos assinantes e que, desde sua chegada, figura entre os mais vistos no Top 10.

Carlinhos (Sérgio Malheiros) é um rapaz super ocupado que vive para o trabalho. Às vésperas do Natal, ele já tem tudo decidido: vai pedir a mão de sua namorada (Monique Alfradique) em casamento assim que chegar à casa. Só que ele não esperava era encontrá-la com outra mulher… De coração partido e confuso, ele sai correndo do prédio, mas dá de cara com a maluquete Graça (Gessica Kayane), que alega estar presa na cidade por ter perdido suas malas e, por isso, não poderá passar o Natal com sua família na Suíça. Conversa vai, conversa vem, os dois decidem por um plano: Graça fingirá ser a namorada de Carlinhos na reunião da família do rapaz durante as festas de fim de ano, de modo que, assim, ele não terá que dar muitas satisfações a todos, enquanto ela, por sua vez, terá com quem passar a data festiva. Mas os dois não esperavam que o encontro dessa família tradicional com a espevitada Graça fosse produzir marcas profundas em todos os familiares – especialmente em Graça e Carlinhos.

Em uma hora e quarenta e cinco de duração, ‘Um Natal Cheio de Graça’ é, literalmente, o cinema brasileiro tipo exportação. Ele tem um elenco nacional, que fala em português, e foi gravado no Rio, mas, tirando esses elementos, é o tipo de história que traz tantos elementos estrangeiros, que nós mesmos, brasileiros, ficamos com dificuldade de nos conectarmos com a proposta do longa. Por exemplo, na dita família rígida do protagonista, uma das “tradições de Natal” é simplesmente realizar uma partida de polo (aquele esporte de pessoas em cavalos, batendo em uma pequena bola na grama com uma espécie de bastão) – quer dizer, que família brasileira pratica polo como tradição do Natal? Outro exemplo: antes da ceia, familiares e convidados vão para o salão para dançar… valsa! Mais ainda: quando finalmente parece rolar um clima entre os protagonistas, Carlinhos vira e fala: nossa, nós paramos debaixo do visco, isso quer dizer alguma coisa… mas, cá entre nós, o que isso quer dizer aqui no Brasil? Absolutamente nada, porque esse negócio de beijar debaixo do visco faz sentido só lá no norte do planeta.

Em ‘Um Natal Cheio de Graça’ o destaque é mesmo Gessica Kayane, que faz sua farofa rolar solta no filme de Pedro Antônio Paes. Agindo com naturalidade, Gkay transborda energia e simpatia em um núcleo de personagens engessados em brigas familiares e aparências. Dona das tiradas mais engraçadas nesta comédia, a atriz transita com facilidade entre o riso e o papo sério, e sinaliza que veio para conquistar as telonas tal como outros comediantes oriundos das redes sociais anteriormente o fizeram.

Um Natal Cheio de Graça’ é uma luxuosíssima produção que conta com grandes nomes do audiovisual, de Vera Fischer a Noemia Oliveira, de Flávia Reis a Cézar Maracujá (este, em dobradinha com Gkay na Netflix). Mas, apesar do título, o filme é sem graça.

Pânico 6 vem aí…. | As 11 Mortes mais IMPACTANTES e tristes da franquia

Pânico VI teve seu primeiro teaser trailer divulgado essa semana e os fãs estão ansiosos para ver a franquia indo para Nova York.

Para entrar no clima do novo filme, que estreia em 9 de Março de 2023, resolvemos criar uma lista diferente nesta matéria. Aqui iremos apontar as mortes mais sentidas dos cinco primeiros filmes da franquia.

O que isso significa? Dizem que um filme de terror só causa efeito verdadeiramente quando nos importamos com os personagens e se conseguem sobreviver ou não ao desfecho do longa. E Pânico faz isso muito bem, criando personagens identificáveis que torcemos para sobreviver. Nem sempre todos chegam até o fim. E aqui iremos apontar quais mortes mais doeram no coração ao longo dos cinco primeiros capítulos. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

11. Derek (Jerry O’Connell)

O namorado é sempre o culpado? Após a revelação de que a protagonista Sidney estava namorando o assassino do filme original (Billy Loomis), o “dedo podre” da mocinha virou motivo de atenção a cada novo exemplar da franquia. Estaria Sidney destinada a só encontrar rapazes com tendências homicidas? Acredite se quiser, este era o plano original para o roteiro de Pânico 2 (1997), que traria o novo namorado da vez Derek (Jerry O’Connell) como um dos assassinos do longa a utilizar a fantasia de Ghostface. A estratégia por trás seria a mesma do original: tudo aponta para um personagem, para despistar o público (que não acredita na obviedade – no fim voltando para esta mesma pessoa). Assim, quando o segundo filme estrou, todos estavam de olho em Derek como o possível vilão. E até existe diálogos no filme que demonstram isso – como quando Dewey desconfia de seu ferimento “conveniente”. No fim das contas, porém, Derek foi só uma distração. E o pobre, que se preocupava realmente em proteger Sidney, termina levando a pior.

10. Robbie (Erik Knudsen)

Agora pulamos para o quarto filme da franquia, lançado de forma tardia em 2011 (ritmo que o quinto segue de perto sendo lançado ainda dez anos depois). Os personagens estilo nerd sempre despertam nossa simpatia. Isso porque ao longo da história do cinema adolescente de Hollywood fomos ensinados que eles são verdadeiros heróis subestimados e que só precisam de um empurrão para demonstrar seu verdadeiro potencial, superar as adversidades e ficar com “a garota”. A franquia Pânico tratou de construir seu próprio personagem querido nestes moldes, com Randy. No quarto filme, ganhamos “dois Randys” de uma só vez – com Robbie e Charlie. Por isso, nos doeu ver Robbie encontrando um destino cruel e Charlie… bem, você sabe.

9. Cici (Sarah Michelle Gellar)

Quando foi anunciado que a jovem Sarah Michelle Gellar estaria no elenco de Pânico 2, continuação imediata do sucesso de slasher do ano anterior, todos os adolescentes amantes de terror ficaram em polvorosa. Isso porque Gellar era um nome quente na época, era a estrela do popular Buffy – A Caça-Vampiros (que estava a pleno vapor no ar em suas primeiras temporadas) e havia acabado de protagonizar Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado – primeiro “clone” bem sucedido de Pânico. Ao contrário do que muitos esperavam, a participação de Gellar é bem curtinha – mas todos tinham aquela pontinha de esperança de que ela pudesse sobreviver mais um pouquinho. Nada feito. A moça é arremessada de uma varanda para o térreo – cena que a própria Gellar fez sem o uso de dublê.

8. Jennifer (Parker Posey)

A melhor coisa do terceiro filme para muitos, e uma personagem chata e insuportável para tantos outros, é inquestionável que a atuação de Parker Posey é caricata e exagerada, funcionando unicamente como forma de ser o grande alívio cômico do terceiro e mais fraco exemplar da franquia Pânico. O lance é que sua personagem foi criada propositalmente desta forma, e a interpretação de Posey é certeira neste sentido. Ela vive Jennifer Jolie (uma brincadeira com Angelina Jolie – em ascensão na época; e ainda temos outra personagem chamada Angelina no filme), uma atriz temperamental que está interpretando Gale Weathers no cinema. Além de todos torcerem para que a personagem “mala” sobrevivesse no final, sua morte mostra que de fato, originalmente, existiam dois Ghostface no terceiro filme – o único longa da franquia a revelar somente um assassino no final.

7. Maureen (Jada Pinkett Smith)

Uma das fórmulas implantadas pela franquia Pânico em seus filmes é que seria necessário ter sempre uma vítima famosa na abertura de cada um de seus capítulos. E como no original ninguém menos que Drew Barrymore deu o pontapé oficial, para o segundo episódio (mais metalinguístico ainda), Jada Pinkett-Smith foi escalada. Existe muito a se prestar atenção nesta primeira cena de Pânico 2. Os assassinatos ocorrem dentro de uma sala de cinema, por exemplo, e enquanto as vítimas estavam assistindo a uma cena do original (ou a versão cinematográfica deste evento dentro do filme) – justamente a cena em que a vítima do original é morta, ligando assim as duas aberturas mais ainda. Fora isso, Maureen (a personagem de Pinkett-Smith) compartilha o mesmo nome da mãe de Sidney, e engaja numa discussão com o namorado sobre o fato de que afrodescendentes são sempre os primeiros a morrer em filmes de terror. E não dá outra, Maureen inaugura as mortes do dois. É surra de metalinguagem.

6. Cotton (Liev Schreiber)

Vilão ou homem injustiçado? Cotton Weary aparece brevemente no Pânico original, somente através de filmagens do noticiário ao ser preso pelo estupro e assassinato da mãe de Sidney. Tendo passado um ano na cadeia, acusado equivocadamente pela protagonista, o personagem de Liev Schreiber se junta ao elenco do segundo filme, em busca de limpar definitivamente seu nome e de quebra ganhar seus 15 minutos de fama. Cotton chega até a se tornar um dos suspeitos pelos crimes no segundo filme, mas no final, após ponderar o certo a se fazer, o sujeito triunfa como o grande herói da sequência, dando cabo da vilã e salvando a mocinha que o denegriu. E para onde seguir com um personagem tão justo e valente? Para a morte, é claro! Afinal, o objetivo de Pânico é mostrar que nada e nem ninguém está jamais seguro. Assim, Cotton se torna a primeira vítima no terceiro longa da franquia.

5. Olivia (Marielle Jaffe)

Começamos a lista com a bela Marielle Jaffe, a Olivia de Pânico 4 (2011). A atriz, infelizmente, durante estes dez anos desde a estreia do longa não conseguiu mais destaque em nenhuma outra produção. O que importa é que o quarto filme da franquia foi seu momento mais marcante no cinema, conseguindo estar entre personagens que se tornaram muito queridos dos fãs ao longo destes 26 anos desde a estreia do primeiro. E sua Olivia é parte da turma de novos personagens adicionados na trama. Embora saibamos que ela será uma das primeiras a ser descartada, e que não passemos muito tempo com ela para saber quem ela verdadeiramente é, o que chama atenção é que sua morte é a que faz a trama girar após a abertura metalinguística, que é uma ótima sacada. Fora isso, a forma como a moça é “descartada”, de uma maneira extremamente brutal e violenta, sem dúvidas mostrou que o quarto filme não iria pegar leve no quesito gore.

4. Tatum (Rose McGowan)

Grande favorita de muitos fãs da franquia, Tatum é a melhor amiga da protagonista Sidney no filme original. No fundo, sua morte não chegou como surpresa para ninguém, afinal basta assistir a alguns filmes de terror para saber que a melhor amiga sempre morre. Desta forma, Tatum estava predestinada a encontrar um fim trágico. E ele acontece dentro de uma garagem, com a mocinha presa na porta pela passagem de cachorro, tendo sua bela cabecinha esmagada. Seja como for, Tatum é uma personagem original, atrevida, engraçadinha, espevitada, repleta de atitude e boas sacadas. Ela era também a irmã mais nova de Dewey, e não lhe mostrava qualquer respeito, nem mesmo pela farda que o sujeito exibia.

3. Randy (Jamie Kennedy)

Não tem para ninguém. A discussão sobre qual é a melhor personagem, Kirby ou Tatum, pode até existir. Mas quando se trata de Randy, qualquer fã da franquia sabe que não existe disputa. Até mesmo os realizadores originais, Wes Craven e Kevin Williamson, dizem ter se arrependido de eliminar o nerd especialista em filmes de terror logo no segundo filme. Randy chega até a aparecer no terceiro filme, mas é através de uma fita VHS que ele deixou gravada com dicas caso não sobrevivesse. Randy é definitivamente a falta mais sentida da franquia, uma presença que poderia adicionar muito caso ainda estivesse presente nos episódios mais novos do terror.

2. Casey (Drew Barrymore)

A primeira vítima a gente nunca esquece. E a loirinha Casey Becker teve a honra de ser a primeira a morrer logo no primeiro filme – dando espaço para uma série de vítimas famosas ao decorrer de quatro filmes. Bem, se formos ser mais literais a primeira vítima foi mesmo seu namorado, mas vocês entenderam. O lance por trás da morte de Casey é que sua intérprete Drew Barrymore era então o nome mais famoso do elenco, e seu chamariz. Ou seja, muitos desavisados acreditavam que este era um filme protagonizado por Barrymore – que escalava para o sucesso na época. E quando se depararam com sua morte logo na primeira cena, perceberam que tudo podia acontecer.

 

1. Dwight ‘Dewey’ Riley (David Arquette)

O carinhoso Dewey quase morreu no primeiro filme, e no segundo também. No terceiro filme ele mostrou sua evolução como protetor e acabou virando o Delegado de Woodsboro em ‘Pânico 4‘. Quando a franquia retoma no quinto filme, Dewey demonstra estar cansado após se separar de Gale e perder o emprego. Com novas mortes acontecendo na sua cidade, ele decide ajudar a filha de Billy Loomis e acaba sendo assassinado cruelmente na morte mais dolorosa da franquia. Ele, que sobreviveu a tantos ataques e ajudou tantas pessoas, encontrou seu triste fim em um embate com o Ghostface no hospital. Os fãs da franquia ainda estão de luto… RIP DEWEY .

 

 

Guillermo del Toro – Conheça as ANIMAÇÕES que Tiveram o dedo do Diretor e Você não Sabia

Na sexta-feira dia 9 de dezembro, estreou na plataforma da Netflix a animação em stop-motion Pinóquio. Eu sei, você deve estar pensando: “mais um filme de Pinóquio?”, sendo que este ano mesmo já havíamos ganhado o live-action da Disney, baseado em sua animação clássica da década de 1940 – com Tom Hanks e direção de Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro). Sim, querido leitor, seria o caso de cansaço do tema – como ocorreu também com Mogli, o Menino Lobo, não fosse por um grande detalhe que fez toda a diferença. Atrás das câmeras desta versão da Netflix temos o vencedor do Oscar Guillermo del Toro, diretor mexicano que é uma das grandes sensações do cinema mundial na atualidade. E não apenas isso, mas del Toro se arrisca no comando de seu primeiro longa-metragem na forma de uma animação. Com tamanho renome, é claro que a obra tinha que passar antes pelas salas de cinema e assim o fez. Mal foi lançado e já carrega uma indicação a melhor animação no Globo de Ouro, feito que deve se repetir no Oscar também.

Entrando totalmente no clima do novo Pinóquio, que já recebeu muita rasgação de seda da imprensa, e pelo fato de que nunca cansamos de falar sobre Guillermo del Toro, resolvemos por mais uma matéria tendo o mexicano como tema. Aqui, iremos apresentar algumas produções animadas, seja no cinema ou na TV que tiveram o dedo do cineasta em qualquer capacidade (roteiro, produção) e muitos podem não estar a par. Confira abaixo.

Megamente (2010)

Como o assunto principal aqui é a nova animação da Netflix, Pinóquio, achei por bem começar a matéria justamente com as produções animadas com o toque de Guillermo del Toro. Quase ninguém sabe, mas esta superprodução da Dreamworks sobre um supervilão que se redime possui Guillermo del Toro como consultor criativo no time dos produtores.

Gato de Botas (2011)

Outra animação da Dreamworks, este derivado de Shrek com o personagem dublado por Antonio Banderas, em seu primeiro filme solo, traz Guillermo del Toro como produtor executivo. O personagem é espanhol e o cineasta apesar de mexicano, tem fortes laços com a Espanha. Para a continuação que será lançada no fim deste ano, no entanto, o diretor não possui qualquer envolvimento.

A Origem dos Guardiões (2012)

Esta produção está completando dez anos em 2022, e ressurgiu como cult. Na verdade, ninguém consegue entender muito bem por que o filme não deu certo, sendo que quem viu na época, gostou. A ideia era colocar um time de personagens folclóricos em uma super equipe de heróis, assim tínhamos figuras como o Papai Noel, o Coelho da Páscoa, Jack Frost e a fada do Dente unidos. Guillermo del Toro foi produtor executivo.

Festa no Céu (2014)

De tempos em tempos Hollywood trata de lançar seus “filmes-gêmeos”, obras de temáticas muito similares, mesmo quando envolvem grandes estúdios. Veja por exemplo Viva, a Vida é uma Festa (2017), da Disney, que celebra o dia dos mortos mexicano. Todos adoraram, mas três anos antes o mesmo tema já havia sido abordado em uma animação semelhante. Essa com produção da Fox e o nome de del Toro como produtor.

Kung Fu Panda 3 (2016)

Aqui temos um caso curioso. Nos dois primeiros filmes Kung Fu Panda (2008 e 2011), nada de Guillermo del Toro. Foi só no terceiro filme, que o cineasta mexicano resolveu se unir à Dreamworks para bancar o projeto na posição de produtor executivo.

Caçadores de Trolls: Contos de Arcadia (2016-2018)

Muitos podem não saber, mas Pinóquio não foi a primeira parceria entre Guillermo del Toro e a Netflix. Seis anos antes, o diretor já havia criado essa série em animação sobre três crianças escolhidas para serem os protetores da Terra contra o mundo dos Trolls e as criaturas que lá habitam. O cineasta além de criador, também foi produtor executivo, diretor de 4 dos 54 episódios (num total de 3 temporadas) e adaptou o roteiro de seu próprio livro (onde nasceu a história).

Os 3 Lá Embaixo: Contos de Arcadia (2018-2019)

Depois de uma série animada sobre fantasia e aventura, Guillermo del Toro também criou uma voltada para a ficção científica, dando continuidade ao seu programa de antologia mirado aos pequenos. Aqui, três aliens fugitivos de seu planeta, chegam à Terra e se disfarçam de humanos, enquanto são caçados por inimigos enviados. Novamente del Toro é criador, produtor executivo, diretor e roteirista do seriado, que durou um pouco menos que o anterior, com 2 temporadas.

Magos: Contos de Arcadia (2020)

No ano que a pandemia se abateu sobre o mundo, Guillermo del Toro lançava a terceira parte de sua série animada de antologia, desta vez na forma de uma minissérie em 10 episódios. Aqui ele cria uma ligação direta com Os Caçadores de Trolls, usando os mesmos personagens, que voltam no tempo para a época de Camelot e os cavaleiros da távola redonda, para uma nova aventura. O cineasta repete suas funções, exceto como diretor aqui.

Caçadores de Trolls: A Ascensão dos Titãs (2021)

Ano passado, Guillermo del Toro escreveu e produziu o longa-metragem de sua famosa série, que traz os queridos personagens caçadores de trolls pela primeira vez em um filme, lançado pela Netflix em parceria com a Dreamworks. Os fãs agradeceram.

‘Superman’: Fonte revela porque Henry Cavill não vai mais reprisar o papel

Desde que Henry Cavill retornou como Superman na cena pós-créditos de ‘Adão Negro‘, os fãs estavam esperançosos de que o astro poderia ter um futuro brilhante no DCU.

Isso porque Dwayne Johnson elevou as expectativas do público, provocando uma luta entre os personagens e uma possível sequência de ‘O Homem de Aço’.

No entanto, foi revelado no início deste semana que Cavill não será mais o Superman e que a DC Studios já está trabalhando em um novo filme do personagem, que vai se concentrar em seus primeiros anos como super-herói.

Mas por que Cavill foi demitido?

Uma fonte ligada à Warner Bros Discovery revelou ao The Hollywood Reporter (via CBR) que o estúdio nunca esteve trabalhando em uma sequência de ‘O Homem de Aço‘.

E as aparições do Superman seriam restritas a pequenas participações, como no vindouro ‘The Flash‘… Aparição esta que acabou sendo descartada depois que James Gunn e Peter Safran assumiram a presidência da DC Studios.

Ao que parece, Cavill serviu como peão numa estratégia de Johnson, que pretendia controlar parte da DC Sudios através de sua produtora, a Seven Bucks Productions, que ajudou a produzir ‘Adão Negro‘.

A intenção de Johnson era usar a imagem de Cavill para promover o sucesso de ‘Adão Negro‘, mas a proposta veio por água abaixo após a adaptação se tornar um fracasso de bilheteria.

Até o momento, nem Johnson, nem Cavill e nem a DC Studios se pronunciaram sobre as declarações da fonte, mas toda a história faz sentido, considerando que Cavill não foi convidado para retornar ao papel durante anos.

Foi por isso que o Superman apareceu sem rosto na cena pós-créditos de ‘Shazam!‘ e foi encoberto pelas sombras no episódio final de ‘Peacemaker‘.

Foi Johnson quem convenceu Cavill e os executivos da Warner sobre a aparição do herói em ‘Adão Negro‘, mas seu retorno para futuros projetos dependia do sucesso do filme, o que acabou falhando.

Quanto a Cavill, embora esteja triste por não poder mais vestir a capa do herói, o astro escreveu em sua publicação que está animado com o futuro de Clark Kent.

“Acabei de me encontrar com James Gunn e Peter Safran e tenho notícias tristes, pessoal. Por fim, não voltarei como Superman. Depois de ser informado pelo estúdio para anunciar meu retorno em outubro, antes de minha contratação, esta notícia não é das mais fáceis, mas é a vida. A troca de atores é algo que acontece. Eu respeito isso. James e Peter têm um universo a construir. Desejo a eles e a todos os envolvidos com o novo universo boa sorte e a mais feliz das fortunas. Para aqueles que estiveram ao meu lado ao longo dos anos… podemos lamentar um pouco, mas depois devemos lembrar… Superman ainda está por aí. Tudo o que ele representa ainda existe, e os exemplos que ele dá para nós ainda estão lá! Minha vez de usar a capa já passou, mas o que Superman representa nunca será.”, afirmou.

Gunn anunciou em sua mídia social que o DCU mudará o foco para um Superman mais jovem e reformulará o papel.

“Peter e eu temos uma nova DC pronta para começar, sobre a qual não poderíamos estar mais entusiasmados; poderemos compartilhar algumas informações interessantes sobre nossos primeiros projetos no início do novo ano. Entre os que estão na lista está o Superman. Nos estágios iniciais, nossa história se concentrará em uma parte anterior da vida do Superman, então o personagem não será interpretado por Henry Cavill.”, afirmou.

Confira:

Você está triste com a saída de Henry Cavill?

James Gunn GARANTE que o Batman será essencial no futuro do DCU

Desde que James Gunn e Peter Safran assumiram o controle da DC Studios na Warner Bros, muita gente está ansiosa para saber o que a dupla está preparando para esse universo.

No entanto, alguns fãs ficaram preocupados depois que Gunn foi ao Twitter e disse que o Batman de Robert Pattinson não fará parte do universo compartilhado que ele e Safran estão planejando.

Mas parece que o cineasta voltou atrás ao falar com outro usuário da rede social, que perguntou:

“O Batman será uma grande parte do DCU daqui para frente ou ele estará restrito para [os filmes de] Matt Reeves?”

Ao que Gunn respondeu:

“Ele é uma grande parte do DCU.”

Confira:

Ainda que mais informações sobre o DCU não tenham sido divulgadas, Gunn adiantou quando irá finalmente iniciar as suas mudanças.

Alguns filmes do estúdio ainda estão marcados para serem lançados em 2023, o caso de ‘Aquaman e o Reino Perdido‘, ‘Shazam! Fúria dos Deuses‘, ‘The Flash‘ e ‘Besouro Azul‘, o que deixou muita gente em dúvida sobre quando, de verdade, veríamos o dedo de Gunn e Safran.

Respondendo uma pergunta feita por um fã no Intagram, onde um usuário questiona se ‘Besouro Azul‘ será o primeiro filme sob o seu comando e de Safran ou se isso começou com ‘Adão Negro‘, Gunn respondeu de maneira inusitada.

“Peter e eu ajudaremos a guiar os projetos já filmados para o próximo ano, mas a nova lista só vai começar depois de ‘Aquaman 2′”, disse o cineasta.

Ou seja, é certo que essa nova DCU começará em 2024, mas, enquanto esse momento não chega, Gunn e Safran estão auxiliando a condução dos projetos que já têm data marcada para estrear nos cinemas.

Há algumas semanas, o The Hollywood Reporter divulgou que a dupla já está planejando os próximos 10 anos de produções para o cinema e para a TV.

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Batman‘ já está disponível na HBO Max.

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