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‘Crepúsculo’: Saiba quantos anos tem cada membro da família Cullen

A saga ‘Crepúsculo‘ introduziu um tipo diferente de vampiros na cultura pop, já que eles resistem à exposição ao sol e brilham em vez de queimar.

No entanto, eles permaneceram com as clássicas características dos mortos-vivos, como as presas, a sede de sangue e a imortalidade.

Por falar nisso, muitos fãs já se perguntaram sobre a idade dos membros da família Cullen, formada pelo Dr. Caslile, sua esposa Esme, e seus filhos adotivos: Edward, Rosalie, Emmett, Alice e Jasper.

Nos livros, a autora Stephenie Meyer conta que Carlisle nasceu em 1640 e foi transformado em vampiro em 1663, quando tinha 23 anos.

Considerando que a trama do primeiro livro se passa em 2005, ano em que foi publicado, Carlisle teria 365 anos quando a saga começou.

O primeiro a ingressar no grupo foi Edward, nascido em 1901 e transformado em vampiro por Carlisle em 1918, quando tinha 17 anos. Para quem não sabe, Edward estava morrendo de gripe, e sua mãe implorou a Carlisle para salvá-lo. Então Edward teria 104 anos.

Carlisle conheceu Esme em 1911, mas ela só foi transformada em 1921, quando tentou se suicidar após a perda de seu filho, então Carslile a transformou para viver ao lado dela para sempre.

Como ela nasceu em 1895 e tinha 26 anos quando se tornou uma vampira, ela teria 110 anos em 2005.

Rosalie entrou para o grupo depois que Carlisle encontrou na rua, logo após ter sido violentada e estuprada pelo próprio noivo e seus amigos.

Rosalie nasceu em 1915 e foi transformada em vampira em 1933, aos 18 anos, completando 90 em 2005.

Em 1935, Rosalie encontrou Emmett depois que ele foi atacado por um urso e pediu a Carlisle que o transformasse. Uma curiosidade, é que Emmett e Rosalie nasceram no mesmo ano, mas ele foi transformado em vampiro ao 20.

Os últimos membros do clã, Alice e Jasper, não foram transformados por Carlisle, mas saíram à procura dos Cullen com base nas visões de Alice, já que ela tem o dom da mediunidade.

Por conta de suas visões, ela acabou sendo internada em um hospício, onde trabalhava um vampiro. Nascida em 1901, ela acabou sendo transformada em 1920, aos 19 anos. Assim como Edward, ela também teria 104 anos em 2005.

Jasper nasceu em 1844 e foi transformado por uma vampira em 1863, aos 19 anos. Mais tarde, ele conheceu Alice e a apoiou quando ela lhe contou sobre os Cullen. No início da saga, Jasper é apresentado com 161 anos de idade.

E aí, agora não restam mais dúvidas sobre a longevidade dos Cullen, não é?

Lembrando que ‘Sol da Meia-Noite‘, novo livro da saga ‘Crepúsculo‘, ganhou data de lançamento no Brasil.

O livro chega aqui no dia 4 de Agosto, junto com o lançamento nos EUA.

Confira a capa:

Até agora, os leitores conheceram essa trama inesquecível apenas pelos olhos de Bella. No aguardado Sol da meia-noite, vamos testemunhar o nascimento desse amor pelo olhar de Edward, mergulhando em um universo novo, sombrio e surpreendente, cheio de revelações.

Conhecer Bella foi o que aconteceu de mais irritante e instigante em todos os anos de Edward como vampiro. À medida que conhecemos detalhes sobre seu passado e a complexidade de seus pensamentos, conseguimos entender por que Bella se tornou o eixo central de uma batalha decisiva em sua vida. Como Edward poderia seguir seu coração se isso significava colocar a amada em perigo? Do que ele seria capaz de abrir mão?

Em Sol da meia-noite, Stephenie Meyer faz um retorno triunfal ao universo de Crepúsculo e nos transporta mais uma vez para Forks, convidando-nos a revisitar cada detalhe dessa história que conquistou milhões de fãs em todo o mundo. Em meio a uma paixão cercada de perigos sobrenaturais, vamos descobrir como Edward encara seus prazeres mais profundos e as consequências devastadoras de um amor proibido e imortal.

Confira a sinopse do derivado:

Este conto inesquecível é contado através dos olhos de Edward Cullen e explora o evento mais intrigante e provocante que o vampiro experimentou em sua longa: o momento que conhece a linda Bella Swan. À medida que aprendemos detalhes mais fascinantes sobre o passado de Edward e a complexidade de seus pensamentos mais profundos, entendemos porquê essa é a luta decisiva de sua vida. Como ele pode se deixar apaixonar por Bella quando sabe que está colocando a vida dela em risco?

Publicado originalmente em 2005, ‘Crepúsculo‘ transformou-se em best-seller mundial e deu origem uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um fenômeno cultural entre todas as idades.

O último filme da franquia, ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – O Final‘, foi lançado em 2012 e arrecadou US$ 829,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.

10 filmes que te fazem DORMIR

Com tantas possibilidades de escolha na hora de escolher algum filme para assistir, certas vezes, somos surpreendidos por filmes que em certo momento de suas narrativas nos levam à um temendo sono. Relembrando algumas vezes que já dormi inesperadamente vendo um filme, resolvi criar essa lista com 10 produções que te levam ao sono:

 

Jack – O Caçador de Gigantes

Na trama, conhecemos um jovem e atrapalhado lavrador chamado Jack (Nicholas Hoult) que logo em sua primeira aparição em cena, após uma negociação ruim, salva uma linda moça das garras de uns baderneiros. A jovem em questão era a princesa Isabelle (Eleanor Tomlinson) que junto de Jack acende uma antiga guerra entre humanos e uma raça de gigantes, abrindo um portal entre os dois mundos. Quando Isabelle é levada pelo pé de feijão para o mundo novo e secreto, Jack e os cavalheiros mais valentes do Rei terão apenas uma oportunidade para salvar a donzela em perigo.

 

Fúria de Titãs 2

Na história da era mitológica, Perseus, filho de Zeus vive tranquilamente como pescador cuidando do filho em um vilarejo longe dos Deuses de outros filmes. Quando seu pai é capturado por dois ‘amigos’ (Hades e Ares se juntam aos titãs contra a raça humana), galopando em seu pégasus, Perseus vai em busca da ajuda para a grande batalha, mais precisamente de Agenor e Andrômeda. Enfrentando traições de Deuses, o filho de Zeus busca seu objetivo.

 

As Panteras

Na trama, conhecemos as espiãs Sabina (Kristen Stewart) e Jane (Ella Balinska), duas experientes agentes da equipe do misterioso Charlie que são comandadas pela chefe Bosley (Elizabeth Banks). Durante uma missão mais uma mulher com potencial de ser agente, Elena (Naomi Scott), se junta a elas. Aprendendo a ser espiã durante a missão para salvar sua própria vida, Elena embarcará uma aventura que mudará para sempre sua maneira de ver o mundo da espionagem.

 

Austenland

Na trama, conhecemos Jane Hayes (Keri Russell) uma jovem de classe média que mora nos Estados Unidos e tem uma grande obsessão por um dos livros da escritora Jane Austen, Orgulho e Preconceito. Após discutir sobre os rumos de sua vida com uma grande amiga, junta uma grande quantia de dinheiro e resolve embarcar em uma viaja para um parque temático da Jane Austen em busca de seu perfeito cavalheiro.

 

The Babymakers

Na trama, conhecemos um casal que sofre muito (principalmente o homem) por não conseguir obter a gravidez tão esperada. Após muito escutar as fofocas nocivas alheias e meio já de saco cheio de ser dado como o grande responsável de não conseguirem engravidar, o rapaz recebe uma grande ajuda de seus amigos com o único objetivo de ir até um depósito e roubar o esperma que ele deixou em um banco de esperma alguns anos no passado.

 

A Casa de Mi Padre

Na trama, acompanhamos um homem e sua saga de tentar ser o filho mais querido e salvar a sua família das garras do narcotráfico local. Correndo atrás de seus objetivos ele se apaixona, se mete em muitas confusões e ainda arruma tempo para cantar. A abertura do longa lembra os filmes de Tarantino e as novas vinhetas de introdução dos filmes do 007, mas os paralelos acabam por aí.

 

O Vale Sombrio

Na trama, um forasteiro chega a uma aldeia isolada, nas vésperas de um rigoroso inverno. Logo em sua chegada, paga uma quantidade considerável de dinheiro para os “donos” do lugar. O que ninguém sabe, é que esse homem está com uma grande sede de vingança contra quase todas as pessoas deste lugar. Assim, passo a passo, um plano é arquitetado e executado.

 

12 Horas

Na trama, conhecemos duas irmãs (Molly e Jill) que vivem em uma casa repleta de trancas. Uma delas é viciada em estudo (Molly), a outra é garçonete em um bar na cidade e no passado fora presa por um sequestrador. Quando Molly desaparece, Jill está convencida de que o serial killer que a raptou há alguns anos voltou à cidade e assim ela se prepara para capturar seu sequestrador, buscando conseguir informações que a coloquem na trilha do criminoso.

 

Renoir

Um grande retrato de uma família que nasceu para brilhar no mundo das artes. Não tem outro resumo que melhor define o novo trabalho do diretor Gilles Bourdos, Renoir. Passando por belas imagens e pinturas que marcaram uma geração de amantes das belas artes, conhecemos um pouco mais a fundo o trabalho do famoso pintor que dá nome ao filme. Pena que a maneira como tudo isso é misturado na tela acaba se tornando uma grande chatice.

 

No Olho do Tornado

Na trama, conhecemos alguns caçadores de tornados. Sim, isso mesmo: pessoas que vivem para capturar imagens inéditas dessa força da natureza. Certo dia, após várias investidas que não deram certo, acabam parando em uma cidadezinha que vira alvo do epicentro de um tornado de força 5, um daqueles jamais vistos. Nessa cidade mora o professor Gary (Richard Armitage) e seus dois filhos que precisam se unir aos caçadores de tornados para juntos tentarem sobreviver em meio ao caos que vira a cidade.

‘Wandinha’: Showrunners revelam planos para a 2ª temporada da série derivada de ‘A Família Addams’

Em entrevista ao TVLine, os showrunners Al Gough e Miles Millar comentaram sobre o que podemos esperar de uma possível 2ª temporada de ‘Wandinha‘, série derivada de ‘A Família Addams‘.

“Essa série é sobre uma menina que enxerga o mundo em preto e branco, mas acaba aprendendo que há tons de cinza. Acreditamos que todo relacionamento e amizade são complicados por diferentes fatores. Nunca será algo fácil. A série mostra a Wandinha aprendendo a navegar pelas complexidades dessas relações.”

Eles completam, “Sentimos que apenas tocamos a superfície do resto da família Addams, e os atores estão incríveis nesses papéis. Catherine [Zeta-Jones] é uma Mortícia icônica. A relação entre a Wandinha e a Mortícia é essencial para a série, assim como a ideia da Wandinha tentar forjar seu próprio caminho fora da sombra de sua família. Apesar de manter o foco na Wandinha, queremos o retorno da família em futuros episódios, assim como fizemos no primeiro ciclo, se formos renovados para uma segunda temporada.”

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na Netflix!

Relembre o trailer:

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.

O elenco também traz Luiz Gusman como Gomez, Issac Ordonez como Pugsley e Fred Armisen como Tio Chico.

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

De ‘O Retorno da Múmia’ a ‘American Pie 2’ | 10 ÓTIMAS sequências que completam 21 ANOS em 2022!

Muitos fatores podem nos fazer chegar à conclusão que os anos estão passando para nós. Mas com a idade, vem também a bagagem e a maturidade. Bem, um dos indícios pode ser medido pelas nossas tão queridas produções cinematográficas. Em especial quando notamos que filmes os quais assistimos no cinema “ontem” estão fazendo nada menos do que 21 anos de lançamento. O tempo realmente voa.

Não existe época melhor para celebrar um filme, o revisitando, do que quando completa aniversário. O interessante é notar o quanto ainda segue relevante, ou se envelheceu mal, ficando datado nos efeitos, e ainda pior: em seu discurso. Aqui, nesta nova matéria iremos abordar as continuações de grandes sucessos da sétima arte que há 21 anos lançavam suas continuações tão esperadas. Você lembra de todas elas? Não esqueça de comentar abaixo quais assistiu nas telonas, quais as suas preferidas e quais acha que não envelheceram muito bem. Confira.

O Retorno da Múmia

Uma das mais bem sucedidas releituras de um clássico, A Múmia (1999) reimaginou o icônico monstro da Universal homônimo (1931) na forma de uma aventura de matinê no estilo Indiana Jones. Brendan Fraser foi o herói da vez no filme de Stephen Sommers, repleto de efeitos visuais e ação. O blockbuster se tornou um filme querido e dois anos depois, a gangue estava de volta para esta sequência – introduzindo aqui um novo vilão ainda mais ameaçador, o Escorpião Rei, nas formas virtuais de Dwayne The Rock Johnson, em seu primeiro filme para o cinema. Pena que a terceira parte (A Tumba do Imperador Dragão) demorou tanto para ser lançada (2008), perdendo grande parte do hype da franquia.

Jurassic Park III

Por falar em franquia de sucesso, Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (1993) é um verdadeiro marco não apenas no cinema entretenimento, mas para a sétima arte em geral devido aos mais variados aspectos – muitos técnicos, inclusive. Embora não pedisse uma continuação necessariamente, ela veio mesmo assim com O Mundo Perdido em 1997, dirigida pelo próprio Spielberg. Mais quatro anos e o cineasta retornava apenas na capacidade de produtor aqui, neste que é considerado o escapismo mais brando da “trilogia original”. Numa trama aventuresca descompromissada, o Dr. Alan Grant (Sam Neill) retorna à ilha dos dinossauros para encontrar um menino desaparecido.

Hannibal

Apesar de vivermos há certo tempo numa era de franquias e marcas pré-estabelecidas, elas ainda não são tão comuns fora do “circuito” blockbuster, terror e comédia. Mas isso não significa que outros gêneros não possam gerar franquias, como o suspense, por exemplo. Uma das mais famosas representantes é esta sobre o psicopata refinado Dr. Hannibal Lecter. O personagem, interpretado por Anthony Hopkins, ficaria imortalizado pelo clássico absoluto O Silêncio dos Inocentes – que completa 31 anos em 2022. Aqui, dez anos depois do citado filme de prestígio, vencedor do Oscar, o personagem retornava novamente nas formas de Hopkins para mais um round de maldades e canibalismo, agora em liberdade. Porém, sua contraparte, a agente do FBI Clarice Starling, se encontra um pouco diferente. Tudo porque a vencedora do Oscar Jodie Foster não aceitou retornar para esta sequência dirigida por Ridley Scott, e foi substituída por Julianne Moore.

American Pie 2 – A Segunda Vez é Ainda Melhor

Sucesso surpresa do fim da década de 1990, o primeiro American Pie marcaria época como filme adolescente de humor escrachado, escatológico e muito politicamente incorreto. Aqui, temos basicamente uma versão de Porky’s – A Casa do amor e do Riso (1981) da década seguinte. Quem conhece sabe. No entanto, existe certa doçura nestes personagens, mesmo que fique escondida debaixo de sua libido em ebulição. Esta sequência chegava dois anos depois e a seu favor contava com nosso afeto estabelecido pelos personagens.

A Hora do Rush 2

É verdade que os buddy cop movies – filmes de parceiros policiais – não eram mais novidade quando o primeiro A Hora do Rush foi lançado em 1998. Mas o que o filme fez com maestria foi apresentar o astro chinês Jackie Chan para os EUA e o mundo através de uma produção de grande abrangência. O ator já havia tentado emplacar neste mercado com suas produções chinesas, mas A Hora do Rush escancarou as portas para sua entrada. E essa continuação é tão divertida quanto o original. Uma pena que demorou um pouquinho para ser lançada. A terceira parte nem se fala. Um dos atrativos da continuação é a presença da gracinha Zhang Ziyi como a vilã lutadora marcial – a atriz havia saído do sucesso O Tigre e o Dragão no ano anterior.

Todo Mundo em Pânico 2

Recentemente, escrevi sobre os filme-paródia, que atingiam seu auge na década de 1990. Dali em diante foi só ladeira abaixo, com algumas produções duvidosas sendo lançadas ainda na década citada. Todo Mundo em Pânico foi um respiro para a nova década, que recebeu elogios e se tornou sucesso de bilheteria, satirizando a onda de slasher ressuscitada com Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Uma curiosidade é que Pânico (Scream) tinha como título original planejado justamente Scary Movie – que terminou sendo usado aqui. Na continuação, lançada logo no ano seguinte, o alvo das sátiras foram os filmes de mansões mal assombradas e todo tipo de entidades sobrenaturais.

Na Teia da Aranha

Embora pelo título não deixe claro – afinal aqui não temos o “2” proveniente de todas as continuações – este thriller é a sequência de Beijos que Matam (1997). Ambos são baseados nos livros do autor James Patterson, que usam como protagonista o detetive e psicólogo Dr. Alex Cross. Em ambos os filmes o personagem ganhou toda a imponência do veterano Oscarizado Morgan Freeman. Desta vez, Cross investiga o sequestro de uma menina ocorrido dentro de uma escola exclusiva de elite. Ajudando no caso, desta vez o detetive conta com a parceria de uma agente do FBI (papel da loira Monica Potter). Uma terceira parte ainda foi produzida, com Alex Cross rejuvenescido nas formas de Tyler Perry, no malfadado A Sombra do Inimigo (2012).

Jason X

Até agora na lista tivemos continuações, e até mesmo uma terceira parte de franquias de variado sucesso. Mas o que dizer quando nos deparamos com a DÉCIMA parte de uma série do cinema. Sim, me refiro ao slasher mais famoso de todos, Sexta-Feira 13. Tudo começou em 1980 e até o fim da década, a Paramount havia lançado nada menos do que oito filmes da franquia do assassino imortal Jason Voorhees. Depois disso, o estúdio finalmente cansou de bancar as “travessuras” do psicopata infernal e passou a bola para a New Line, que prontamente lançou Jason Vai para o Inferno (1993) – já que a venda veio junto de uma batalha judicial pela marca da franquia. Assim, o estúdio tinha Jason, mas não podia usar o título Sexta-Feira 13. Quase dez anos desse impasse, e a New Line finalmente tirava da cartola mais um filme, desta vez levando Jason ao espaço. É sério!

Dr. Dolittle 2

Antes do eterno Homem de Ferro, Robert Downey Jr., cometer uma das grandes mancadas de sua carreira ao tentar estabelecer uma nova franquia para toda a família com Dolittle, outro astro caído em desgraça tirava proveito desta marca. O Dolittle original é uma produção musical de 2h30min de duração, de 1967, indicada ao Oscar em 9 categorias, incluindo melhor filme. Algumas décadas depois, Eddie Murphy surfando em sua redescoberta popularidade (graças a O Professor Aloprado), modernizava os livros infantis de Hugh Lofting sobre um médico que fala com os animais, para os novos tempos. E assim, Murphy marcava outro gol, desta vez junto aos pequenos. E com o acerto, uma continuação não tardou. Aqui, de férias em sua casa de campo, um urso entra em cena como a nova missão do médico.

Crocodilo Dundee em Hollywood

Infelizmente, algumas franquias precisam ficar descansando em sua época. Tais marcas parecem não funcionar fora delas, e para tal precisaram passar por uma forte releitura a fim de as incluir na sociedade atual – ou quem sabe brincar com o período ao qual estão presas confeccionando uma história passada em tal tempo. Seja como for, Crocodilo Dundee (1986), a versão Hollywoodiana de nosso eterno trapalhão Didi Mocó, se tornou um dos fenômenos inesperados do fim da década de 80, ao trazer um “caipira australiano” para um choque cultural em uma Nova York peculiarmente dona de “todos os atrativos” do período. A surpresa foi pela inocência e grande coração que o filme possui. Assim, dois anos depois, a continuação tentou capitalizar sem o mesmo resultado. Descansando por toda a década seguinte, algum produtor achou que era a hora de tirar Paul Hogan e seu famoso personagem (que virou símbolo da Austrália) da reclusão para mais um round. O resultado foi aquela velha história da piada contada pela terceira vez…

Bônus: O Império do Besteirol Contra-Ataca

Antes da Marvel Studios realizar sua façanha na sétima arte, o diretor Kevin Smith já havia criado seu universo cinematográfico em suas obras. Curiosamente, quase todos os filmes do cineasta estão interligados, demonstrando que todos se passam no mesmo universo. O elo são os personagens Jay e Silent Bob, interpretados por Jason Mewes e pelo próprio Smith. Antes deste filme, os personagens já haviam aparecido em outras quatro produções do diretor e voltariam para mais algumas. Na trama, os maconheiros amalucados descobrem que Hollywood está planejando uma superprodução baseada nos heróis que criaram nos quadrinhos e partem para impedir que o filme seja feito. Em 2019, essa história foi continuada com Jay e Silent Bob Reboot – espécie de Vingadores: Ultimato do universo compartilhado de Smith, o “Smithverso”.

‘Indiana Jones 5’: Refilmagens devem alterar o final da sequência, diz John Williams

Até o momento, a trama de ‘Indiana Jones e o Chamado do Destino‘ permanece guardada a sete chaves, mas os fãs já suspeitam que o longa deve encerrar as aventuras do personagem vivido por Harrison Ford.

Mas, parece que o fim que já estava planejado (seja ele qual for) deve passar por uma alteração em breve.

A informação foi revelada pelo compositor John Williams durante uma recente apresentação de sua orquestra na Itália, quando o conjunto tocou uma parte da trilha sonora do filme.

De acordo com o canal BadTaste.It, Williams foi questionado sobre o andamento do filme e disse que:

“Estamos perto de concluir as gravações. Talvez tenhamos um outro final para gravar em breve, talvez em algumas semanas.”

Por falar nisso, a sequência vai apresentar Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’) como Helena, afilhada de Jones.

Muitos acreditam que o longa deve servir como uma forma do personagem passar o bastão à Helena para que ela assuma o futuro da franquia.

E o título da sequência também deixou alguns fãs com essa sensação.

Em entrevista para o Deadline, Ford foi questionado se ele estava realmente pronto para pendurar o chapéu e se Bridge vai herdar o manto da saga.

Em resposta, ele disse que:

“Não, estou apenas contando uma nova história. Você vai ver, espere e você vai ver. Espero que goste do que fizemos.”

Anteriormente, o diretor James Mangold (‘Logan’) já havia desmentido a possibilidade de que um novo personagem se torne o rosto da franquia.

“Eu vou repetir, ninguém vai assumir ou substituir Indy. Ninguém vai vestir seu chapéu ou usar seu chicote. Acho que quem espalha essas notícias só quer 15 minutos de fama. Qualquer um tira conclusões precipitadas a partir de imagens de bastidores e falsos vazamentos”, disse o cineasta ao CinemaBlend.

Recentemente, a Lucasfilm e a Walt Disney Studios divulgaram o trailer legendado da sequência.

Confira:

Lembrando que a nova aventura chega aos cinemas em 30 de junho de 2023.

O elenco traz Harrison Ford de volta ao papel titular, bem como Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’), Thomas Kretschmann (‘Vingadores: Era de Ultron’), Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), Shaunette Renée Wilson (‘Pantera Negra’) e Antonio Banderas (‘Dor e Glória’).

Lembrando que Steven Spielberg decidiu passar o manto para um cineasta mais jovem, a fim de trazer uma perspectiva renovada ao personagem. Dessa forma, James Mangold comanda o novo capítulo da franquia.

John Williams retorna para a trilha sonora, tendo atuado como compositor em todos os filmes anteriores.

‘Wandinha’ ultrapassa 1 BILHÃO de horas assistidas e renovação pode acontecer em breve

Lançada no fim de novembro, ‘Wandinha‘ alcançou a 1ª posição no TOP 10 da Netflix em 83 países na semana de estreia – empatando com o lançamento de ‘Stranger Things 4’.

Além disso, a atração estrelada por Jenna Ortega já ultrapassou 1 bilhão de horas assistidas em menos de um mês, segundo o Deadline.

Por conta disso, não há duvidas que a plataforma de streaming esteja considerando renovar a atração para novas temporadas.

De acordo com o portal, é possível que o anúncio seja feito nos primeiros meses de 2023, levando em conta a popularidade da derivada de ‘A Família Addams‘.

Foi dito que os produtores estão começando a conversar com os roteiristas sobre ingressar na sala dos roteiristas para a segunda temporada.

E, embora a MGM (detentora dos direitos da franquia) tenha sido adquirida pela Amazon Studios, isso não deve atrapalhar o desenvolvimento de futuras temporadas.

E, se depender dos criadores, Alfred Gough e Miles Millar, os fãs podem ficar tranquilos.

Em entrevista para a Variety (via Comic Book), Gough disse que:

“Para nós, é sempre bom olhar para o futuro, e quando nos sentamos para criar uma série, já pensamos em várias temporadas. Isso nunca é uma garantia, mas é inevitável a expectativa de que nosso trabalho seja bem-sucedido.”

Ele ainda sugeriu que há ideias para pelo menos mais três temporadas:

“Quando você trabalha assim, você sempre apresenta histórias em potencial para pelo menos três ou quatro temporadas. Isso pode evoluir e mudar. Muitas vezes, você quer ver quais personagens ou membros do elenco se destacam e para quem você gosta de direcionar a narrativa. Então, é sempre bom manter alguns arcos em aberto, de forma orgânica o suficiente para alterar ou evoluir certos aspectos, mas certamente temos uma pista bastante clara do que queremos fazer nas próximas temporadas.”

Anteriormente, Ortega conversou com a ET e revelou o que gostaria de ver em uma possível 2ª temporada.

“Eu quero que [Wandinha] seja mais obscura”, ela conta. “Eu quero que ela se aproxime mais do âmago da questão e não jogue as coisas de forma tão segura, porque há muitas falas sobre ela salvar a escola e fazer o que quer que seja. Mas, para mim, seu principal impulso com o monstro é uma competitividade . Tipo: ‘cara, como ele está fazendo isso?’. Acho que quero que continue em um fluxo anti-heroico em vez de um fluxo heroico típico”.

E aí, você está animado (a) para o futuro da série?

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.

O elenco também traz Luiz Gusman como Gomez, Issac Ordonez como Pugsley e Fred Armisen como Tio Chico.

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

Crítica | Um Natal Cheio de Graça – Aposta Brasileira da Netflix Não Entrega o que o Título Promete

Aos poucos uma nova tradição começa a se desenhar no Natal dos brasileiros: todo fim de ano, além de diversos títulos natalinos trazidos especialmente para essa época do ano, a Netflix está lançando anualmente um filme com essa temática imerso na cultura nacional e com atores daqui. Isso tem ocorrido nos últimos anos, com filmes estrelados por Leandro Hassum em sequência (‘Tudo Bem No Natal Que Vem’ e ‘Amor Sem Medida’, sendo que este último chegou como um lançamento de fim de ano) e, neste 2022, estrelado pela mais nova estrela do humor nacional, Gkay, a plataforma apostou suas fichas em ‘Um Natal Cheio de Graça’, comédia natalina já disponível aos assinantes e que, desde sua chegada, figura entre os mais vistos no Top 10.

Carlinhos (Sérgio Malheiros) é um rapaz super ocupado que vive para o trabalho. Às vésperas do Natal, ele já tem tudo decidido: vai pedir a mão de sua namorada (Monique Alfradique) em casamento assim que chegar à casa. Só que ele não esperava era encontrá-la com outra mulher… De coração partido e confuso, ele sai correndo do prédio, mas dá de cara com a maluquete Graça (Gessica Kayane), que alega estar presa na cidade por ter perdido suas malas e, por isso, não poderá passar o Natal com sua família na Suíça. Conversa vai, conversa vem, os dois decidem por um plano: Graça fingirá ser a namorada de Carlinhos na reunião da família do rapaz durante as festas de fim de ano, de modo que, assim, ele não terá que dar muitas satisfações a todos, enquanto ela, por sua vez, terá com quem passar a data festiva. Mas os dois não esperavam que o encontro dessa família tradicional com a espevitada Graça fosse produzir marcas profundas em todos os familiares – especialmente em Graça e Carlinhos.

Em uma hora e quarenta e cinco de duração, ‘Um Natal Cheio de Graça’ é, literalmente, o cinema brasileiro tipo exportação. Ele tem um elenco nacional, que fala em português, e foi gravado no Rio, mas, tirando esses elementos, é o tipo de história que traz tantos elementos estrangeiros, que nós mesmos, brasileiros, ficamos com dificuldade de nos conectarmos com a proposta do longa. Por exemplo, na dita família rígida do protagonista, uma das “tradições de Natal” é simplesmente realizar uma partida de polo (aquele esporte de pessoas em cavalos, batendo em uma pequena bola na grama com uma espécie de bastão) – quer dizer, que família brasileira pratica polo como tradição do Natal? Outro exemplo: antes da ceia, familiares e convidados vão para o salão para dançar… valsa! Mais ainda: quando finalmente parece rolar um clima entre os protagonistas, Carlinhos vira e fala: nossa, nós paramos debaixo do visco, isso quer dizer alguma coisa… mas, cá entre nós, o que isso quer dizer aqui no Brasil? Absolutamente nada, porque esse negócio de beijar debaixo do visco faz sentido só lá no norte do planeta.

Em ‘Um Natal Cheio de Graça’ o destaque é mesmo Gessica Kayane, que faz sua farofa rolar solta no filme de Pedro Antônio Paes. Agindo com naturalidade, Gkay transborda energia e simpatia em um núcleo de personagens engessados em brigas familiares e aparências. Dona das tiradas mais engraçadas nesta comédia, a atriz transita com facilidade entre o riso e o papo sério, e sinaliza que veio para conquistar as telonas tal como outros comediantes oriundos das redes sociais anteriormente o fizeram.

Um Natal Cheio de Graça’ é uma luxuosíssima produção que conta com grandes nomes do audiovisual, de Vera Fischer a Noemia Oliveira, de Flávia Reis a Cézar Maracujá (este, em dobradinha com Gkay na Netflix). Mas, apesar do título, o filme é sem graça.

Pânico 6 vem aí…. | As 11 Mortes mais IMPACTANTES e tristes da franquia

Pânico VI teve seu primeiro teaser trailer divulgado essa semana e os fãs estão ansiosos para ver a franquia indo para Nova York.

Para entrar no clima do novo filme, que estreia em 9 de Março de 2023, resolvemos criar uma lista diferente nesta matéria. Aqui iremos apontar as mortes mais sentidas dos cinco primeiros filmes da franquia.

O que isso significa? Dizem que um filme de terror só causa efeito verdadeiramente quando nos importamos com os personagens e se conseguem sobreviver ou não ao desfecho do longa. E Pânico faz isso muito bem, criando personagens identificáveis que torcemos para sobreviver. Nem sempre todos chegam até o fim. E aqui iremos apontar quais mortes mais doeram no coração ao longo dos cinco primeiros capítulos. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

11. Derek (Jerry O’Connell)

O namorado é sempre o culpado? Após a revelação de que a protagonista Sidney estava namorando o assassino do filme original (Billy Loomis), o “dedo podre” da mocinha virou motivo de atenção a cada novo exemplar da franquia. Estaria Sidney destinada a só encontrar rapazes com tendências homicidas? Acredite se quiser, este era o plano original para o roteiro de Pânico 2 (1997), que traria o novo namorado da vez Derek (Jerry O’Connell) como um dos assassinos do longa a utilizar a fantasia de Ghostface. A estratégia por trás seria a mesma do original: tudo aponta para um personagem, para despistar o público (que não acredita na obviedade – no fim voltando para esta mesma pessoa). Assim, quando o segundo filme estrou, todos estavam de olho em Derek como o possível vilão. E até existe diálogos no filme que demonstram isso – como quando Dewey desconfia de seu ferimento “conveniente”. No fim das contas, porém, Derek foi só uma distração. E o pobre, que se preocupava realmente em proteger Sidney, termina levando a pior.

10. Robbie (Erik Knudsen)

Agora pulamos para o quarto filme da franquia, lançado de forma tardia em 2011 (ritmo que o quinto segue de perto sendo lançado ainda dez anos depois). Os personagens estilo nerd sempre despertam nossa simpatia. Isso porque ao longo da história do cinema adolescente de Hollywood fomos ensinados que eles são verdadeiros heróis subestimados e que só precisam de um empurrão para demonstrar seu verdadeiro potencial, superar as adversidades e ficar com “a garota”. A franquia Pânico tratou de construir seu próprio personagem querido nestes moldes, com Randy. No quarto filme, ganhamos “dois Randys” de uma só vez – com Robbie e Charlie. Por isso, nos doeu ver Robbie encontrando um destino cruel e Charlie… bem, você sabe.

9. Cici (Sarah Michelle Gellar)

Quando foi anunciado que a jovem Sarah Michelle Gellar estaria no elenco de Pânico 2, continuação imediata do sucesso de slasher do ano anterior, todos os adolescentes amantes de terror ficaram em polvorosa. Isso porque Gellar era um nome quente na época, era a estrela do popular Buffy – A Caça-Vampiros (que estava a pleno vapor no ar em suas primeiras temporadas) e havia acabado de protagonizar Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado – primeiro “clone” bem sucedido de Pânico. Ao contrário do que muitos esperavam, a participação de Gellar é bem curtinha – mas todos tinham aquela pontinha de esperança de que ela pudesse sobreviver mais um pouquinho. Nada feito. A moça é arremessada de uma varanda para o térreo – cena que a própria Gellar fez sem o uso de dublê.

8. Jennifer (Parker Posey)

A melhor coisa do terceiro filme para muitos, e uma personagem chata e insuportável para tantos outros, é inquestionável que a atuação de Parker Posey é caricata e exagerada, funcionando unicamente como forma de ser o grande alívio cômico do terceiro e mais fraco exemplar da franquia Pânico. O lance é que sua personagem foi criada propositalmente desta forma, e a interpretação de Posey é certeira neste sentido. Ela vive Jennifer Jolie (uma brincadeira com Angelina Jolie – em ascensão na época; e ainda temos outra personagem chamada Angelina no filme), uma atriz temperamental que está interpretando Gale Weathers no cinema. Além de todos torcerem para que a personagem “mala” sobrevivesse no final, sua morte mostra que de fato, originalmente, existiam dois Ghostface no terceiro filme – o único longa da franquia a revelar somente um assassino no final.

7. Maureen (Jada Pinkett Smith)

Uma das fórmulas implantadas pela franquia Pânico em seus filmes é que seria necessário ter sempre uma vítima famosa na abertura de cada um de seus capítulos. E como no original ninguém menos que Drew Barrymore deu o pontapé oficial, para o segundo episódio (mais metalinguístico ainda), Jada Pinkett-Smith foi escalada. Existe muito a se prestar atenção nesta primeira cena de Pânico 2. Os assassinatos ocorrem dentro de uma sala de cinema, por exemplo, e enquanto as vítimas estavam assistindo a uma cena do original (ou a versão cinematográfica deste evento dentro do filme) – justamente a cena em que a vítima do original é morta, ligando assim as duas aberturas mais ainda. Fora isso, Maureen (a personagem de Pinkett-Smith) compartilha o mesmo nome da mãe de Sidney, e engaja numa discussão com o namorado sobre o fato de que afrodescendentes são sempre os primeiros a morrer em filmes de terror. E não dá outra, Maureen inaugura as mortes do dois. É surra de metalinguagem.

6. Cotton (Liev Schreiber)

Vilão ou homem injustiçado? Cotton Weary aparece brevemente no Pânico original, somente através de filmagens do noticiário ao ser preso pelo estupro e assassinato da mãe de Sidney. Tendo passado um ano na cadeia, acusado equivocadamente pela protagonista, o personagem de Liev Schreiber se junta ao elenco do segundo filme, em busca de limpar definitivamente seu nome e de quebra ganhar seus 15 minutos de fama. Cotton chega até a se tornar um dos suspeitos pelos crimes no segundo filme, mas no final, após ponderar o certo a se fazer, o sujeito triunfa como o grande herói da sequência, dando cabo da vilã e salvando a mocinha que o denegriu. E para onde seguir com um personagem tão justo e valente? Para a morte, é claro! Afinal, o objetivo de Pânico é mostrar que nada e nem ninguém está jamais seguro. Assim, Cotton se torna a primeira vítima no terceiro longa da franquia.

5. Olivia (Marielle Jaffe)

Começamos a lista com a bela Marielle Jaffe, a Olivia de Pânico 4 (2011). A atriz, infelizmente, durante estes dez anos desde a estreia do longa não conseguiu mais destaque em nenhuma outra produção. O que importa é que o quarto filme da franquia foi seu momento mais marcante no cinema, conseguindo estar entre personagens que se tornaram muito queridos dos fãs ao longo destes 26 anos desde a estreia do primeiro. E sua Olivia é parte da turma de novos personagens adicionados na trama. Embora saibamos que ela será uma das primeiras a ser descartada, e que não passemos muito tempo com ela para saber quem ela verdadeiramente é, o que chama atenção é que sua morte é a que faz a trama girar após a abertura metalinguística, que é uma ótima sacada. Fora isso, a forma como a moça é “descartada”, de uma maneira extremamente brutal e violenta, sem dúvidas mostrou que o quarto filme não iria pegar leve no quesito gore.

4. Tatum (Rose McGowan)

Grande favorita de muitos fãs da franquia, Tatum é a melhor amiga da protagonista Sidney no filme original. No fundo, sua morte não chegou como surpresa para ninguém, afinal basta assistir a alguns filmes de terror para saber que a melhor amiga sempre morre. Desta forma, Tatum estava predestinada a encontrar um fim trágico. E ele acontece dentro de uma garagem, com a mocinha presa na porta pela passagem de cachorro, tendo sua bela cabecinha esmagada. Seja como for, Tatum é uma personagem original, atrevida, engraçadinha, espevitada, repleta de atitude e boas sacadas. Ela era também a irmã mais nova de Dewey, e não lhe mostrava qualquer respeito, nem mesmo pela farda que o sujeito exibia.

3. Randy (Jamie Kennedy)

Não tem para ninguém. A discussão sobre qual é a melhor personagem, Kirby ou Tatum, pode até existir. Mas quando se trata de Randy, qualquer fã da franquia sabe que não existe disputa. Até mesmo os realizadores originais, Wes Craven e Kevin Williamson, dizem ter se arrependido de eliminar o nerd especialista em filmes de terror logo no segundo filme. Randy chega até a aparecer no terceiro filme, mas é através de uma fita VHS que ele deixou gravada com dicas caso não sobrevivesse. Randy é definitivamente a falta mais sentida da franquia, uma presença que poderia adicionar muito caso ainda estivesse presente nos episódios mais novos do terror.

2. Casey (Drew Barrymore)

A primeira vítima a gente nunca esquece. E a loirinha Casey Becker teve a honra de ser a primeira a morrer logo no primeiro filme – dando espaço para uma série de vítimas famosas ao decorrer de quatro filmes. Bem, se formos ser mais literais a primeira vítima foi mesmo seu namorado, mas vocês entenderam. O lance por trás da morte de Casey é que sua intérprete Drew Barrymore era então o nome mais famoso do elenco, e seu chamariz. Ou seja, muitos desavisados acreditavam que este era um filme protagonizado por Barrymore – que escalava para o sucesso na época. E quando se depararam com sua morte logo na primeira cena, perceberam que tudo podia acontecer.

 

1. Dwight ‘Dewey’ Riley (David Arquette)

O carinhoso Dewey quase morreu no primeiro filme, e no segundo também. No terceiro filme ele mostrou sua evolução como protetor e acabou virando o Delegado de Woodsboro em ‘Pânico 4‘. Quando a franquia retoma no quinto filme, Dewey demonstra estar cansado após se separar de Gale e perder o emprego. Com novas mortes acontecendo na sua cidade, ele decide ajudar a filha de Billy Loomis e acaba sendo assassinado cruelmente na morte mais dolorosa da franquia. Ele, que sobreviveu a tantos ataques e ajudou tantas pessoas, encontrou seu triste fim em um embate com o Ghostface no hospital. Os fãs da franquia ainda estão de luto… RIP DEWEY .

 

 

Guillermo del Toro – Conheça as ANIMAÇÕES que Tiveram o dedo do Diretor e Você não Sabia

Na sexta-feira dia 9 de dezembro, estreou na plataforma da Netflix a animação em stop-motion Pinóquio. Eu sei, você deve estar pensando: “mais um filme de Pinóquio?”, sendo que este ano mesmo já havíamos ganhado o live-action da Disney, baseado em sua animação clássica da década de 1940 – com Tom Hanks e direção de Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro). Sim, querido leitor, seria o caso de cansaço do tema – como ocorreu também com Mogli, o Menino Lobo, não fosse por um grande detalhe que fez toda a diferença. Atrás das câmeras desta versão da Netflix temos o vencedor do Oscar Guillermo del Toro, diretor mexicano que é uma das grandes sensações do cinema mundial na atualidade. E não apenas isso, mas del Toro se arrisca no comando de seu primeiro longa-metragem na forma de uma animação. Com tamanho renome, é claro que a obra tinha que passar antes pelas salas de cinema e assim o fez. Mal foi lançado e já carrega uma indicação a melhor animação no Globo de Ouro, feito que deve se repetir no Oscar também.

Entrando totalmente no clima do novo Pinóquio, que já recebeu muita rasgação de seda da imprensa, e pelo fato de que nunca cansamos de falar sobre Guillermo del Toro, resolvemos por mais uma matéria tendo o mexicano como tema. Aqui, iremos apresentar algumas produções animadas, seja no cinema ou na TV que tiveram o dedo do cineasta em qualquer capacidade (roteiro, produção) e muitos podem não estar a par. Confira abaixo.

Megamente (2010)

Como o assunto principal aqui é a nova animação da Netflix, Pinóquio, achei por bem começar a matéria justamente com as produções animadas com o toque de Guillermo del Toro. Quase ninguém sabe, mas esta superprodução da Dreamworks sobre um supervilão que se redime possui Guillermo del Toro como consultor criativo no time dos produtores.

Gato de Botas (2011)

Outra animação da Dreamworks, este derivado de Shrek com o personagem dublado por Antonio Banderas, em seu primeiro filme solo, traz Guillermo del Toro como produtor executivo. O personagem é espanhol e o cineasta apesar de mexicano, tem fortes laços com a Espanha. Para a continuação que será lançada no fim deste ano, no entanto, o diretor não possui qualquer envolvimento.

A Origem dos Guardiões (2012)

Esta produção está completando dez anos em 2022, e ressurgiu como cult. Na verdade, ninguém consegue entender muito bem por que o filme não deu certo, sendo que quem viu na época, gostou. A ideia era colocar um time de personagens folclóricos em uma super equipe de heróis, assim tínhamos figuras como o Papai Noel, o Coelho da Páscoa, Jack Frost e a fada do Dente unidos. Guillermo del Toro foi produtor executivo.

Festa no Céu (2014)

De tempos em tempos Hollywood trata de lançar seus “filmes-gêmeos”, obras de temáticas muito similares, mesmo quando envolvem grandes estúdios. Veja por exemplo Viva, a Vida é uma Festa (2017), da Disney, que celebra o dia dos mortos mexicano. Todos adoraram, mas três anos antes o mesmo tema já havia sido abordado em uma animação semelhante. Essa com produção da Fox e o nome de del Toro como produtor.

Kung Fu Panda 3 (2016)

Aqui temos um caso curioso. Nos dois primeiros filmes Kung Fu Panda (2008 e 2011), nada de Guillermo del Toro. Foi só no terceiro filme, que o cineasta mexicano resolveu se unir à Dreamworks para bancar o projeto na posição de produtor executivo.

Caçadores de Trolls: Contos de Arcadia (2016-2018)

Muitos podem não saber, mas Pinóquio não foi a primeira parceria entre Guillermo del Toro e a Netflix. Seis anos antes, o diretor já havia criado essa série em animação sobre três crianças escolhidas para serem os protetores da Terra contra o mundo dos Trolls e as criaturas que lá habitam. O cineasta além de criador, também foi produtor executivo, diretor de 4 dos 54 episódios (num total de 3 temporadas) e adaptou o roteiro de seu próprio livro (onde nasceu a história).

Os 3 Lá Embaixo: Contos de Arcadia (2018-2019)

Depois de uma série animada sobre fantasia e aventura, Guillermo del Toro também criou uma voltada para a ficção científica, dando continuidade ao seu programa de antologia mirado aos pequenos. Aqui, três aliens fugitivos de seu planeta, chegam à Terra e se disfarçam de humanos, enquanto são caçados por inimigos enviados. Novamente del Toro é criador, produtor executivo, diretor e roteirista do seriado, que durou um pouco menos que o anterior, com 2 temporadas.

Magos: Contos de Arcadia (2020)

No ano que a pandemia se abateu sobre o mundo, Guillermo del Toro lançava a terceira parte de sua série animada de antologia, desta vez na forma de uma minissérie em 10 episódios. Aqui ele cria uma ligação direta com Os Caçadores de Trolls, usando os mesmos personagens, que voltam no tempo para a época de Camelot e os cavaleiros da távola redonda, para uma nova aventura. O cineasta repete suas funções, exceto como diretor aqui.

Caçadores de Trolls: A Ascensão dos Titãs (2021)

Ano passado, Guillermo del Toro escreveu e produziu o longa-metragem de sua famosa série, que traz os queridos personagens caçadores de trolls pela primeira vez em um filme, lançado pela Netflix em parceria com a Dreamworks. Os fãs agradeceram.

‘Superman’: Fonte revela porque Henry Cavill não vai mais reprisar o papel

Desde que Henry Cavill retornou como Superman na cena pós-créditos de ‘Adão Negro‘, os fãs estavam esperançosos de que o astro poderia ter um futuro brilhante no DCU.

Isso porque Dwayne Johnson elevou as expectativas do público, provocando uma luta entre os personagens e uma possível sequência de ‘O Homem de Aço’.

No entanto, foi revelado no início deste semana que Cavill não será mais o Superman e que a DC Studios já está trabalhando em um novo filme do personagem, que vai se concentrar em seus primeiros anos como super-herói.

Mas por que Cavill foi demitido?

Uma fonte ligada à Warner Bros Discovery revelou ao The Hollywood Reporter (via CBR) que o estúdio nunca esteve trabalhando em uma sequência de ‘O Homem de Aço‘.

E as aparições do Superman seriam restritas a pequenas participações, como no vindouro ‘The Flash‘… Aparição esta que acabou sendo descartada depois que James Gunn e Peter Safran assumiram a presidência da DC Studios.

Ao que parece, Cavill serviu como peão numa estratégia de Johnson, que pretendia controlar parte da DC Sudios através de sua produtora, a Seven Bucks Productions, que ajudou a produzir ‘Adão Negro‘.

A intenção de Johnson era usar a imagem de Cavill para promover o sucesso de ‘Adão Negro‘, mas a proposta veio por água abaixo após a adaptação se tornar um fracasso de bilheteria.

Até o momento, nem Johnson, nem Cavill e nem a DC Studios se pronunciaram sobre as declarações da fonte, mas toda a história faz sentido, considerando que Cavill não foi convidado para retornar ao papel durante anos.

Foi por isso que o Superman apareceu sem rosto na cena pós-créditos de ‘Shazam!‘ e foi encoberto pelas sombras no episódio final de ‘Peacemaker‘.

Foi Johnson quem convenceu Cavill e os executivos da Warner sobre a aparição do herói em ‘Adão Negro‘, mas seu retorno para futuros projetos dependia do sucesso do filme, o que acabou falhando.

Quanto a Cavill, embora esteja triste por não poder mais vestir a capa do herói, o astro escreveu em sua publicação que está animado com o futuro de Clark Kent.

“Acabei de me encontrar com James Gunn e Peter Safran e tenho notícias tristes, pessoal. Por fim, não voltarei como Superman. Depois de ser informado pelo estúdio para anunciar meu retorno em outubro, antes de minha contratação, esta notícia não é das mais fáceis, mas é a vida. A troca de atores é algo que acontece. Eu respeito isso. James e Peter têm um universo a construir. Desejo a eles e a todos os envolvidos com o novo universo boa sorte e a mais feliz das fortunas. Para aqueles que estiveram ao meu lado ao longo dos anos… podemos lamentar um pouco, mas depois devemos lembrar… Superman ainda está por aí. Tudo o que ele representa ainda existe, e os exemplos que ele dá para nós ainda estão lá! Minha vez de usar a capa já passou, mas o que Superman representa nunca será.”, afirmou.

Gunn anunciou em sua mídia social que o DCU mudará o foco para um Superman mais jovem e reformulará o papel.

“Peter e eu temos uma nova DC pronta para começar, sobre a qual não poderíamos estar mais entusiasmados; poderemos compartilhar algumas informações interessantes sobre nossos primeiros projetos no início do novo ano. Entre os que estão na lista está o Superman. Nos estágios iniciais, nossa história se concentrará em uma parte anterior da vida do Superman, então o personagem não será interpretado por Henry Cavill.”, afirmou.

Confira:

Você está triste com a saída de Henry Cavill?

James Gunn GARANTE que o Batman será essencial no futuro do DCU

Desde que James Gunn e Peter Safran assumiram o controle da DC Studios na Warner Bros, muita gente está ansiosa para saber o que a dupla está preparando para esse universo.

No entanto, alguns fãs ficaram preocupados depois que Gunn foi ao Twitter e disse que o Batman de Robert Pattinson não fará parte do universo compartilhado que ele e Safran estão planejando.

Mas parece que o cineasta voltou atrás ao falar com outro usuário da rede social, que perguntou:

“O Batman será uma grande parte do DCU daqui para frente ou ele estará restrito para [os filmes de] Matt Reeves?”

Ao que Gunn respondeu:

“Ele é uma grande parte do DCU.”

Confira:

Ainda que mais informações sobre o DCU não tenham sido divulgadas, Gunn adiantou quando irá finalmente iniciar as suas mudanças.

Alguns filmes do estúdio ainda estão marcados para serem lançados em 2023, o caso de ‘Aquaman e o Reino Perdido‘, ‘Shazam! Fúria dos Deuses‘, ‘The Flash‘ e ‘Besouro Azul‘, o que deixou muita gente em dúvida sobre quando, de verdade, veríamos o dedo de Gunn e Safran.

Respondendo uma pergunta feita por um fã no Intagram, onde um usuário questiona se ‘Besouro Azul‘ será o primeiro filme sob o seu comando e de Safran ou se isso começou com ‘Adão Negro‘, Gunn respondeu de maneira inusitada.

“Peter e eu ajudaremos a guiar os projetos já filmados para o próximo ano, mas a nova lista só vai começar depois de ‘Aquaman 2′”, disse o cineasta.

Ou seja, é certo que essa nova DCU começará em 2024, mas, enquanto esse momento não chega, Gunn e Safran estão auxiliando a condução dos projetos que já têm data marcada para estrear nos cinemas.

Há algumas semanas, o The Hollywood Reporter divulgou que a dupla já está planejando os próximos 10 anos de produções para o cinema e para a TV.

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Batman‘ já está disponível na HBO Max.

Assista à nossa crítica e siga o CinePOP no YouTube:

‘Avatar 2’: Elenco VIVEU em uma floresta tropical para atuar no filme, revela James Cameron

Em entrevista à Variety, o diretor vencedor do Oscar James Cameron, que conversou com o aclamado realizador Denis Villeneuve (‘Duna’), revelou alguns segredos sobre os bastidores do aguardado Avatar 2’.

Cameron comentou que ele e o elenco passaram alguns dias morando na floresta tropical de Kauai, ilha localizada no Havaí, para que os atores e as atrizes pudessem observar como se comportar e sobreviver naquele tipo de ambiente.

“Levei os atores no que posso chamar de uma odisseia senso-memorial”, ele explicou. “Nós fomos para Kauai. Vivemos na floresta tropical por alguns dias. Nós cozinhamos em fogueiras. Bebemos água das folhas. Eu disse: ‘tudo bem, agora vamos andar em uma trilha e quero que vocês observem o quanto puderes sobre como pisar no chão, como colocar as mãos no lugar certo quando subirem um lugar íngreme. Vocês terão que se lembrar disso, como se sentiram, qual era o cheiro, e terão que trazer isso de volta em um ambiente relativamente estéril’. Todos nós embarcamos nessa jornada”.

Avatar: O Caminho da Água’ finalmente chegou aos cinemas e o CinePOP teve a oportunidade de entrevistar as atrizes Bailey Bass e Trinity Bliss durante a Disney D23.

As atrizes, que interpretam Tsireya e Tuk na sequência, falaram sobre os rumores de que o diretor James Cameron tem um gênio difícil no set.

Assista e confira nossa crítica EM VÍDEO da sequência:

Em 2018, o diretor James Cameron revelou que estava trabalhando em uma NOVA tecnologia em que a projeção 3D não precisará de óculos.

Em EXCLUSIVA entrevista ao CinePOP, o produtor Jon Landau foi questionado pelo jornalista Renato Marafon se eles ainda estão trabalhando nessa tecnologia e se o 3D é o futuro.

“Não estamos trabalhando nisso. As pessoas pensam nos óculos como algo negativo, mas, quando você vai à praia, os óculos fazem parte da experiência. Quando eu coloco esses óculos nos cinemas, isso transforma minha experiência. E eu terei uma experiência melhor por causa disso.”, afirmou Landau.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que Avatar: O Caminho da Água‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

 

Oi?! HBO ofereceu quase R$ 500 MIL REAIS para usar depoimento de Flordelis em série, diz site

No dia 08 de dezembro, a HBO Max lançou em sua plataforma de streaming a série documental ‘Flordelis – Em Nome da Mãe‘, produção sobre o caso da ex-deputada Flordelis, condenada pela morte do marido, o pastor Anderson do Carmo.

O documentário é dirigido por Suemay Oram, onde vemos que a ex-parlamentar foi acusada e condenada de ter planejado e executado o crime junto com seis de seus mais de 50 filhos e uma neta.

Diferente do documentário recém lançado pela Globoplay, ‘Flordelis: Questiona ou Adora‘, as imagens que os produtores conseguiram para a gravação estão chamando muito atenção, já que a pastora aparece dando vários depoimentos, além da equipe ter acesso à intimidade da família.

Tudo isso só foi possível porque, segundo reportagem feita pelo jornalista Maurício Stycer da UOL, a HBO pagou um alto valor para ter acesso a depoimentos e imagens exclusivas. A respeito dos termos, tudo está documentado em contrato exclusivo feito pela produtora Wall to Wall, uma divisão da Warner Bros, assinado em junho de 2021 pela própria Flordelis.

A pastora receberia, inicialmente, por uma taxa de pesquisa que incluía fotos, vídeos, materiais das redes sociais, conteúdo do YouTube e gravações musicais. Em seguida, seria paga uma taxa de licença, que autorizava a produtora a usar todos estes conteúdos na produção.

Os valores impressionam bastante, pois a oferta inicial da produtora foi de R$ 46 mil por toda a pesquisa e mais R$ 90 mil e R$ 100 mil por cada um dos 4 episódios feitos na série. Ou seja, o valor totaliza entre R$ 406 mil e R$ 446 mil. Ou seja, um montante de quase R$ 500 mil reais pelos depoimentos da Mãe Flor.

Suemay Oram, que comanda o projeto, foi entrevistada pelo UOL e afirmou a existência do acordo, mas não pôde dar detalhes sobre o caso.

A HBO também soltou uma nota sobre o assunto: “A Warner Bros. Discovery não comenta sobre processos internos. Flordelis: Em Nome da Mãe é uma série documental, que apresenta fatos do caso amplamente conhecido pelo público, sem interpretações parciais, a partir de materiais de acervo pessoal e entrevistas com fontes da defesa e da acusação envolvidas no caso”.

‘Superman’: Fan art traz ator de ‘Euphoria’ como o novo Homem de Aço

Como a DC Studios está planejando fazer um reboot total nas adaptações baseadas nos quadrinhos da editora, o presidente James Gunn anunciou que Henry Cavill não vai mais retornar como Superman.

Agora os fãs estão se perguntando quem poderia assumir o icônico papel nas telonas.

Pesando nisso, uma página do Instagram compartilhou uma bela fan art imaginando Jacob Elordi (‘Euphoria’) caracterizado como o personagem.

A imagem traz o herói com um uniforme bem diferente da versão utilizada por Henry Cavill e ainda resgata a polêmica cueca vermelha por cima das calças.

Confira:

“Com um novo Superman confirmado, quem você gostaria de ver assumindo o papel? Já vi Jacob Elordi sendo requisitado e adorei a ideia!”

De acordo com o Comic Book, Gunn já está escrevendo o roteiro do novo filme do herói, que não vai contar com uma história de origem.

Em vez disso, a trama vai se concentrar em Clark Kent já vivendo em Metrópolis e trabalhando no Planeta Diário.

E, ao responder a pergunta de um fã nas redes sociais, Gunn ofereceu novos detalhes sobre os personagens de apoio, dizendo que:

“Os personagens em torno de Clark não estarão sendo apresentados pela primeira vez, pois ele já convive com eles. Não é uma história de origem, é apenas uma versão mais jovem dele.”

Após a declaração, alguns fãs e perguntaram se o cineasta staria se referindo aos membros da Liga da Justiça.

Mas, considerando que a trama vai explorar os primeiros anos de Clark como herói, tudo indica que esses personagens devem ser Lois Lane, Jimmy Olsen, Perry White e outros colegas de trabalho.

Pelo visto, o filme deve ser parecido com o que Matt Reeves fez em ‘Batman‘.

Quanto a Henry Cavill, embora esteja triste por não poder mais vestir a capa do herói, o astro escreveu em sua publicação que está animado com o futuro de Clark Kent.

“Acabei de me encontrar com James Gunn e Peter Safran e tenho notícias tristes, pessoal. Por fim, não voltarei como Superman. Depois de ser informado pelo estúdio para anunciar meu retorno em outubro, antes de minha contratação, esta notícia não é das mais fáceis, mas é a vida. A troca de atores é algo que acontece. Eu respeito isso. James e Peter têm um universo a construir. Desejo a eles e a todos os envolvidos com o novo universo boa sorte e a mais feliz das fortunas. Para aqueles que estiveram ao meu lado ao longo dos anos… podemos lamentar um pouco, mas depois devemos lembrar… Superman ainda está por aí. Tudo o que ele representa ainda existe, e os exemplos que ele dá para nós ainda estão lá! Minha vez de usar a capa já passou, mas o que Superman representa nunca será.”, afirmou.

Gunn anunciou em sua mídia social que o DCU mudará o foco para um Superman mais jovem e reformulará o papel.

“Peter e eu temos uma nova DC pronta para começar, sobre a qual não poderíamos estar mais entusiasmados; poderemos compartilhar algumas informações interessantes sobre nossos primeiros projetos no início do novo ano. Entre os que estão na lista está o Superman. Nos estágios iniciais, nossa história se concentrará em uma parte anterior da vida do Superman, então o personagem não será interpretado por Henry Cavill.”, afirmou.

Confira:

Você está triste com a saída de Henry Cavill?

‘Doutor Estranho 2’: Storyboard revela que Steve Rogers seria membro dos Illuminati; Confira!

Um dos momentos mais marcantes de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ é quando Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) viaja à Terra 838 e conhece os Illuminati, os heróis daquela realidade.

A equipe é formada por Charles Xavier (Patrick Stewart), Sr Fantástico (John Krasinski), Capitã Carter (Hayley Atwell), Capitã Marvel (Lashana Lynch), Barão Mordo (Chiwetel Ejiofor) e Raio Negro (Anson Mount).

No entanto, um storyboard divulgado pelo Comic Book mostra que mais dois personagens foram descartados do filme, e um deles iria vestir uma armadura parecida com o Monge de Ferro, vilão do primeiro ‘Homem de Ferro‘.

No entanto, quem assistiu a animação ‘What If’ sabe que Steve Rogers também veste uma armadura em suas aventuras ao lado de Peggy Carter, que toma o soro do super-soldado em seu lugar.

Então faz muito mais sentido que o personagem por dentro da armadura fosse Rogers, já que a Capitã Carter também é membro da equipe.

Já o outro personagem seria Balder, o Bravo, divindade da mitologia nórdica.

Para quem não conhece, ele é um amigo próximo do Deus Trovão, Thor, e um fiel seguidor de Odin, soberano dos deuses.

Confira a imagem:

E aí, você gostaria de  ter visto os personagens na adaptação?

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‘Sandman’: Executivo da Netflix explica porque a renovação demorou tanto

Sandman‘ quebrou as expectativas do público quando estreou na Netflix no início de agosto deste ano, oferecendo uma adaptação inspirada na aclamada história em quadrinhos de Neil Gaiman.

Apesar da série ter atraído milhões de espectadores e ter permanecido na 1ª posição da plataforma em 89 países durante três semanas, a renovação não estava garantida.

A confirmação de novos episódios só aconteceu em novembro, mas Peter Friedlander, chefe do departamentos de roteiros da Netflix, disse que houve um bom motivo para a demora.

Em entrevista para a Variety, o executivo afirmou que:

“Queríamos gastar o tempo para nos alinharmos criativamente em torno do que seria a próxima e melhor experiência com ‘Sandman‘. E, por causa disso, queríamos passar o tempo com o showrunner Allan Heinberg e Neil para conversarmos e pensarmos sobre qual deveria ser a abordagem dos novos episódios – porque a 1ª temporada também é muito imersiva e intencional. Com o tempo extra antes da renovação, nosso objetivo era colocar nossos vagões nos trilhos.”

Ele continuou, provocando que o futuro da série será promissor:

“Estou muito empolgado com o que temos reservado e tomamos ótimas decisões sobre onde tudo isso vai dar. Portanto, fiquem atentos. Eu também sou um grande fã de ‘Sandman’ e poder assistir Neil e Allan fazendo o que fazem é extraordinário. Acho que o que eles fizeram com a 1ª temporada é revigorante, é de tirar o fôlego, é icônico… E saber que o público se conectou com o que fizemos é muito gratificante.”

Lembrando que Gaiman mandou um vídeo especial para os fãs do Brasil e trouxe algumas novidades sobre o próximo ciclo.

Além de borboletas, balões e mágica, os próximos episódios trarão a aparição de mais um Perpétuo: Delírio.

Para aqueles que não a conhecem, Delírio é a irmã mais nova do grupo supracitado e cheira a suor, vinho azedo, noites tardias e couro velho. Seu reino é próximo e pode ser facilmente visitado. As mentes humanas, porém, não foram feitas para compreender seu domínio, e os poucos que viajaram até ele conseguiram relatar apenas fragmentos perdidos.

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

‘Ahsoka’: Atriz de ‘A Casa do Dragão’ deve interpretar versão mais jovem da Jedi na série da Disney+

Através do Twitter, a página @thefirstokiro apontou que a atriz Savannah Steyn vai interpretar uma versão mais jovem de Ahsoka Tano na vindoura série dedicada à personagem vivida por Rosario Dawson.

Steyn ficou bastante conhecida nos últimos meses por interpretar a versão adolescente de Lady Laena Velaryon em ‘A Casa do Dragão‘, derivada de ‘Game of Thrones‘.

Por enquanto, não há detalhes sobre as cenas de Steyn, mas tudo indica que ela deve aparecer em flashbacks das Guerras Clônicas, época em que Tano foi introduzida à saga criada por George Lucas.

Confira a publicação:

Apesar de não haver nada confirmado, a página já havia revelado com antecedência que Lee Jung-jae (‘Round 6’) e Dafne Keen (‘Logan’) fariam parte do elenco da vindoura série ‘Star Wars: The Acolyte‘, o que foi confirmado recentemente.

Então só nos resta aguardar.

E aí, você está curioso para assistir ‘Ahsoka‘?

A previsão de estreia é para 2023, ainda sem data específica.

Lembrando que Hayden Christensen deve reprisar seu papel como Anakin Skywalker após seu recente retorno em ‘Obi-Wan Kenobi‘.

Outras adições ao elenco incluem Natasha Liu Bordizzo, Eman Esfandi, Ivanna Sakhno, Ray Stevenson e Mary Elizabeth Winstead.

Confira a primeira imagem dos bastidores:

James Cameron é durão no set? Atrizes de ‘Avatar 2 – O Caminho da Água’ respondem!

Avatar: O Caminho da Água finalmente chegou aos cinemas e o CinePOP teve a oportunidade de entrevistar as atrizes Bailey Bass e Trinity Bliss durante a Disney D23.

As atrizes, que interpretam Tsireya e Tuk na sequência, falaram sobre os rumores de que o diretor James Cameron tem um gênio difícil no set.

Assista e confira nossa crítica EM VÍDEO da sequência:

Em 2018, o diretor James Cameron revelou que estava trabalhando em uma NOVA tecnologia em que a projeção 3D não precisará de óculos.

Em EXCLUSIVA entrevista ao CinePOP, o produtor Jon Landau foi questionado pelo jornalista Renato Marafon se eles ainda estão trabalhando nessa tecnologia e se o 3D é o futuro.

“Não estamos trabalhando nisso. As pessoas pensam nos óculos como algo negativo, mas, quando você vai à praia, os óculos fazem parte da experiência. Quando eu coloco esses óculos nos cinemas, isso transforma minha experiência. E eu terei uma experiência melhor por causa disso.”, afirmou Landau.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que Avatar: O Caminho da Água‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

 

Crítica | Filho da Mãe – Documentário da Prime Video Mostra que Paulo Gustavo Viverá Para Sempre

Paulo Gustavo… Mesmo hoje, a um ano e meio de seu falecimento, ainda é difícil falar dele sem nos emocionarmos. Dono de um estilo mui particular de fazer comédia, em 2018, quando lançou ‘Minha Vida em Marte’, ao lado de sua fiel amiga Mônica Martelli, Paulo foi apontado como o artista brasileiro mais influente do país. Isso significava que tudo que Paulo fazia, tocava, vestia, mencionava virava automaticamente um sucesso. Seu último filme solo, ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ levou simplesmente mais de 11 milhões de espectadores às salas de cinema, comprovando uma carreira em ascensão cujo céu parecia ser o limite. Até que veio a pandemia do corona vírus e, antes de a vacina estar disponível no país, Paulo acabou contraindo o vírus, falecendo semanas depois de ser internado. Agora, faltando duas semanas para o fim de 2022, chega à plataforma da Prime Video seu último filme, o documentárioFilho da Mãe.

Em uma hora e cinquenta de duração, o espectador é convidado a mergulhar na constelação Paulo Gustavo, onde o ator era o astro rei. Através do making of previamente orquestrado, a diretora e amiga particular do ator, Susana Garcia (que dirigiu os filmes de Marte) nos conduz pelos bastidores da turnê ‘Filho da Mãe, peça-show apresentada por Paulo Gustavo e sua mãe, Dona Déa Lúcia, em várias cidades do país durante o ano de 2019. Esse making of visava mostrar, pela primeira vez ao público, toda a preparação do ator para entrar no palco, a forma descontraída com que ele, sua equipe e todos os colaboradores entravam em sintonia para performar, incluindo doses e doses de improviso que, muitas vezes, era ensaiado por mãe e filho. A isso damos o nome de talento, que pertencia a ambos.

É óbvio que após a trágica morte de Paulo Gustavo a proposta desse making of teve que mudar e se adaptar à nova realidade: seu biografado não estava mais conosco. E é incrível observar como ‘Filho da Mãe’ não tem roteiro, é tudo fluxo contínuo da explosão Paulo Gustavo. Assim, dentre as divertidas cenas de bastidores, foi preciso dar um toque mais emotivo aos recortes de infância e adolescência do biografado, mostrando não só relatos desse período, mas também resgatando vídeos que comprovassem os comentários, como o teste do ator imitando uma cena de um filme em que dizia que seu pai havia falecido, o que causou uma hilária comoção em seus fãs, que todo ano lhe mandavam mensagens de consolo sobre a suposta perda de seu pai.

Toda essa parte do espetáculo é bem trabalhada no documentário. Devido a morte de Paulo Gustavo, os depoimentos colhidos provavelmente tiveram que ocorrer sem a intenção de acontecer, gravados ainda durante a pandemia da covid, o que, claro, deve justificar algumas ausências cruciais (Fábio Porchat, Xuxa e Samantha Schmutz são amplamente comentados no longa, mas não depõem sobre o biografado), ao passo que outras personalidades ganham espaço na produção, incluindo um único fã, cujo depoimento fica deslocado diante de todas as outras celebridades.

Filho da Mãe’ é um filme-homenagem que retrata todo o amor que amigos, familiares e fãs de Paulo Gustavo sentem até hoje por ele. Com um brilhantismo único e uma força de vontade extraordinária, Paulo era todas as pessoas que ele amava, e, por isso, foi e é amado por tanta gente. Isso pode ser sentido em ‘Filho da Mãe’, que mostra que, apesar da morte, Paulo Gustavo viverá para sempre.

HBO Max CANCELA série e é criticada por organização LGBTQ+

Não foram apenas os fãs que fizeram devastados com o cancelamento do reality de competição ‘Legendary‘.

Nos EUA, a organização GLAAD (Aliança Gay & Lésbica Contra a Difamação) detonou a HBO Max pela decisão, afirmando que o cancelamento da série é uma grande perda para a inclusão, diversidade e para a comunidade LGBTQ+.

“‘Legendary’ elevou o nível de inclusão na televisão em muitos níveis diferentes, especialmente quando se trata de celebrar a cultura negra e queer. Apesar da série ter sido o mais recente programa LGBTQ a ser cancelado, a equipe criativa priorizou dar destaque a talentos e vozes silenciadas, e esperamos que esse tipo de história possa ser contada novamente.”

Vale lembrar que os cancelamentos recentes fazem parte da nova medida de corte de gastos da Warner Bros. Discovery, que também incluem ‘Minx‘, ‘The Nevers‘, ‘FBoy Island‘, ‘Made for Love‘, ‘Raised by Wolves‘, ‘Gordita Chronicles‘ e até mesmo o filme da ‘Batgirl‘.

reality gira em torno da comunidade dos ballrooms, dos times de voguing (também conhecidos como Casas) que competem em bailes inacreditáveis e mostram suas habilidades de dança e de moda para alcançar o status de “lendários”.

Dez novas Casas disputam pelo cobiçado prêmio de US$100 mil.

Law Roach, Jameela Jamil, Leiomy Maldonado e Keke Palmer são os jurados.