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Ator de ‘Adultos’ recusa papel na 2ª temporada de ‘Heated Rivalry’: “Não deu certo”

Em entrevista ao CBS Mornings, Jack Innanen (‘Adultos’) revelou ter recebido um convite para integrar o elenco da 2ª temporada de ‘Heated Rivalry‘.

Infelizmente, o ator teve que recusar a proposta por causa de “conflitos na agenda”.

“Acho essa série incrível, mas não [minha participação na segunda temporada] não deu certo. Eu amo o Jacob Tierney e todos os envolvidos. Estou muito animado para ver o que eles irão fazer no próximo ciclo.”

Anteriormente, o artista havia até feito campanha para interpretar o personagem Troy Barrett: “Sou perfeito para essa série porque estou disposto a fazer qualquer coisa – e eu jogo hockey.”

‘Heated Rivalry’: Segunda temporada ganha previsão de estreia para 2027

Heated Rivalry – Rivalidade Ardente’ está disponível no catálogo do HBO Max.

“Shane Hollander e Ilya Rozanov são estrelas rivais do hóquei no gelo que mantêm um romance secreto há anos. Entre a competição feroz no gelo e a busca pela glória, os dois lutam para equilibrar a carreira profissional com os sentimentos profundos que os conectam”, diz a sinopse.

O elenco principal, liderado por Hudson Williams e Connor Storrie, conta também com François Arnaud, Robbie G.K., Christina Chang, Dylan Walsh, Nadine Bhabha, Sophie Nélisse e Ksenia Daniela Kharlamova.

‘Lilo e Stitch 2’: Diretor da animação original assumirá o comando da SEQUÊNCIA live-action

De acordo com o The Hollywood Reporter, Chris Sanders (‘Robô Selvagem’) assumirá o comando da sequência live-action de ‘Lilo & Stitch‘.

O cineasta codirigiu e corroteirizou a animação original de 2002.

Ele também é responsável pela dublagem do Stitch, tanto na animação quanto no live-action.

As filmagens estão programadas para o segundo semestre deste ano.

Vale lembrar que o novo longa já tem data marcada para chegar aos cinemas: 26 de maio de 2028.

A renovação da franquia já era aguardada pela indústria, dado o desempenho comercial que colocou o primeiro filme entre as maiores arrecadações de 2025. Embora os detalhes da trama ainda sejam mantidos em sigilo, o estúdio não confirmou se o roteiro será uma adaptação direta da animação de 2005, Lilo & Stitch 2: Stitch Deu Defeito’, ou se seguirá por um caminho completamente original.

Na animação original de 2005, a história foca em uma falha no sistema molecular de Stitch, que começa a ter comportamentos destrutivos, forçando Lilo e o Dr. Jumba a correrem contra o tempo para salvá-lo. Resta saber se o tom emocional e as questões científicas do “defeito” de Stitch serão o motor do novo filme em live-action.

Lilo & Stitch’ está disponível no Disney+.

10 séries para assistir com amigos e criar teorias mirabolantes!

Já imaginou maratonar algumas séries com seus amigos em que, a cada novo episódio, segredos são revelados e diversas teorias aparecem em suas reflexões? Algumas obras seguem por essa estrada, deixando você e sua turma com os olhos atentos a cada nova descoberta. Para você que busca uma experiência assim, dê uma olhada na lista abaixo:

 

Lost (Disney Plus)

Um dos mais impactantes seriados de todos os tempos mostrou a saga de um grupo de pessoas de diversos lugares que sofrem um acidente de avião e conseguem abrigo em uma ilha repleta de mistérios. Criada por J.J. Abrams, Jeffrey Lieber e Damon Lindelof esse projeto marcou uma geração de fãs de séries que repercutem o desfecho até hoje.

 

Paradise (Disney Plus)

Com uma forma criativa e concisa de apresentar sentimentos e dilemas em torno do fim do mundo – e também no declínio das relações sociais – chegou nesse início de 2025 na Disney Plus o surpreendente seriado Paradise. Criado pelo excelente roteirista Dan Fogelman, que já tinha deixado sua marca com a aclamada This is Us, esse seu novo projeto atrai o público com reviravoltas, mistérios e camadas que se abrem aos montes nos levando para uma jornada empolgante através de personagens enigmáticos.

 

Silo (Apple Tv)

Ficção científica lançada na Apple Tv Plus, Silo nos leva para uma reflexão sobre a sobrevivência em um futuro distópico onde pessoas vivem em um lugar controlado por regras e repleto de restrições. Baseado na obra do escritor norte-americano Hugh Howey.

 

O Eternauta (Netflix)

Sempre renovando uma amizade de quase 40 anos, quatro amigos se reúnem toda sexta-feira para jogar truco. Num desses dias, algo estranho acontece. Ao perceberem estar sob uma misteriosa e mortal nevasca, Juan Salvo (Ricardo Darín) e o restante do grupo precisarão encontrar soluções para sobreviver quando os perigos se mostram presentes. Conforme os dias passam começam a entender que uma invasão aconteceu e nada será como antes.

 

Dark (Netflix)

O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’. Bastou os espectadores irem aos poucos terminando a primeira temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma montagem de elenco espetacular, a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo.

 

Ruptura (Apple Tv)

Na trama, criada por Dan Erickson, conhecemos Mark (Adam Scott), um funcionário de uma misteriosa e poderosa empresa chamada Lumen. Ele acaba de ser colocado como líder de uma equipe de funcionários que aceitaram serem submetidos a uma situação onde suas memórias foram divididas entre o seu trabalho e sua vida fora dele. Basicamente: quando eles estão no trabalho não lembram de nada do mundo fora dali, e quando eles estão em suas respectivas casas, não lembram de nada do trabalho. Até que um dia, um ex-colega deles, que conseguiu sair dessa situação, acaba fazendo contato com o Mark de fora do trabalho. A partir disso, o drama vira um misterioso labirinto de descobertas convergindo nas duas realidades.

 

Cidade das Estrelas (Apple Tv)

Ambientada em uma realidade alternativa na qual a União Soviética venceu a corrida espacial, a série acompanha os dilemas, desafios e novos rumos da exploração do espaço sob a perspectiva dos soviéticos.

 

Origem (Globoplay)

Jim (Eion Bailey), um engenheiro que constrói atrações de parques de diversões, e sua esposa Tabitha (Catalina Sandino Moreno), são um casal em crise, perto de assinar o divórcio. Eles resolvem fazer uma última viagem juntos de trailer com os dois filhos após uma tragédia. Durante o caminho, são surpreendidos por uma árvore que impede de continuarem, regressando para uma outra parte da estrada onde se veem presos em uma cidade. O ótimo episódio piloto prende a atenção, sem deixar de esconder os principais mistérios e nos contextualizar de boa parte do que seria a jornada dali pra frente.

 

Pluribus (Apple Tv)

Nessa nova série do criador de Breaking Bad, acompanhamos uma escritora de relevante sucesso que, durante uma noite, começa a perceber algo estranho acontecendo pelo mundo e precisa se adaptar a esse novo cenário.

Crítica | ‘Pluribus’ – Um dos grandes acontecimentos do ano pra quem gosta de boas histórias!

 

The Boroughs (Netflix)

Sam (Alfred Molina) é um engenheiro aposentado que vive um intenso luto pela morte recente de sua esposa. Entrando em acordo com a filha Claire (Jena Malone), ele resolve se mudar para uma comunidade de aposentados em uma região desértica dos Estados Unidos, onde tudo parece perfeito. Mas, em poucos dias, Sam perceberá que esse lugar esconde segredos sobrenaturais e vai contar com a ajuda de novos amigos da vizinhança para desvendar todos esses mistérios.

Crítica | ‘The Boroughs’ – Série da Netflix explora o sobrenatural de forma madura e divertida

Dua Lipa, Olivia Rodrigo e outras artistas para ouvir neste Dia dos Namorados

O Dia dos Namorados chegou e, nesse 12 de junho, nada melhor para recuperar a chama do amor que uma playlist com hinos românticos atemporais e incríveis.

Por isso, o CinePOP separou uma lista com dez músicas de icônicas artistas femininas para ouvir no dia de hoje.

Confira abaixo nossas escolhas e nos diga qual a sua favorita:

“MAYBE”, Emma Bunton

Emma Bunton ganhou fama mundial ao integrar o icônico grupo feminino britânico ‘Spice Girls’ – e, apesar de ter atingido seu ápice de popularidade e reconhecimento com as colegas da girlband, lançou-se em uma carreira solo com músicas muito subestimadas. Esse é o caso de “Maybe”: o segundo single do álbum ‘Free Me’ é uma apaixonante aventura pelos anos 1950 e 1960, apostando fichas no clássico pop francês à medida que incorpora orquestrações magníficas de trompetes e instrumentos de corda e traços da bossa nova e do samba – em uma aventura lírica digna das melhores rom-coms.

“LOVE STORY”, Taylor Swift

O lead single de ‘Fearless’, aclamado álbum que rendeu a Swift sua primeira estatueta de Álbum do Ano no Grammy Awards, é uma das músicas mais conhecidas da princesinha do country-pop. Inspirada pela clássica peça ‘Romeu e Julieta’, de William Shakespeare, “Love Story” se torno um sucesso massivo no cenário internacional e foi a música country ano pela BMI.

“HALO”, Beyoncé

Beyoncé não é uma das maiores artistas de todos os tempos por qualquer motivo, sagrando-se o pináculo cultural que é na atualidade através de uma versatilidade e de um capricho artísticos inegáveis. No subestimado ‘I Am… Sasha Fierce’, que dividiu a crítica à época do lançamento, a icônica musicista nos entregou uma das maiores baladas de sua carreira com o single “Halo”, cuja apaixonante e antêmica história de romance é amplificada por uma sinestesia etérea que faz jus ao próprio nome.

“SPEECHLESS”, Lady Gaga

“Speechless”, faixa escrita inteiramente solo pela titânica Lady Gaga, é um dos primeiros grandes contatos da artista com o electro-rock e com a sutileza romântica da guitarra e do piano. A power ballad é inspirada pelas incursões setentistas, incluindo da banda Queen, e foi injustamente criticada por ser “uma fraude” – algo se provaria mentira pela densidade de várias de suas canções futuras que se inspirariam nesta aqui.

“MASTERPIECE”, Madonna

“Masterpiece” é uma das poucas faixas realmente bem-produzidas de ‘MDNA’ e fez parte do drama histórico ‘W.E.’, dirigido e escrito por Madonna. Transformando a costumeira orquestra das baladas românticas em um folk-pop trabalhado arduamente pela artista e por William Orbit. Eventualmente, a música levou para casa o Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

“SWIMMING IN THE STARS”, Britney Spears

“Swimming in the Stars” se volta para o ecoante e apaixonante lirismo dos clássicos performados pela eterna princesa do pop Britney Spears em uma roupagem totalmente contemporânea, cortesia da produção de Matthew KomaDan Book, que também assinam os versos. A cândida reflexão promovida pela canção fecha com chave de ouro a jornada do álbum, seja por sua narrativa, seja pelo ótimo uso do electropop.

“LOVE AGAIN”, Dua Lipa

Em “Love Again”, a icônica Chelcee Grimes empresta sua incrível habilidade como compositora para auxiliar Dua Lipa em uma das melhores faixas do aclamado álbum ‘Future Nostalgia’, lançado em 2020. Essa obra-prima que busca inspiração em nomes como Donna Summer e Roberta Kelly, aproveitando os agudos violinos para mostrar seu respeito para os anos 1970 e abrir as portas para um onírico e narcótico night club movido a disco e ao classicismo dos embalos de sábado à noite.

“OOH LA LA”, Jessie Ware

Promovendo um encontro entre R&B, funkdisco“Ooh La La” leva Jessie Ware de volta aos anos 1980, buscando inspirações em PrinceStevie Wonder para a divertida e despretensiosa faixa “Ooh La La”. A canção, lançada como single promocional do aplaudido ‘What’s Your Pleasure’, conta com a presença bem-vinda do sempre ótimo James Ford para uma narrativa neo-noir surrealista à la David Lynch que utiliza as propositais dissonâncias para um encontro romântico e sensual entre duas pessoas que estão apenas se conhecendo.

“SOMEBODY TO LOVE”, Kylie Minogue

Ao longo de sua carreira, a vencedora do Grammy Kylie Minogue entregou várias canções voltadas para a paixão e o amor, explorando os mais diversos subtemas dentro desse escopo que é tão comum ao cenário mainstream. Em ‘Tension’, facilmente um dos melhores álbuns de sua carreira, a rainha do pop australiano nos presenteou com a cândida “Somebody to Love”, que parte de uma tocante narrativa fincada no verso “se você quer alguém para amar, este alguém sou eu”.

“DROP DEAD”, Olivia Rodrigo

Aproveitando que o Dia dos Namorados coincidiu com o lançamento do mais novo álbum de Olivia Rodrigo, não podíamos deixar de fora uma das vozes mais expressivas e importantes da geração atual da música – e “drop dead” é, sem sombra de dúvida, uma das faixas que melhor encapsula o amor explorado pela vencedora do Grammy. Aqui, a performer engendra uma arrebatadora declamação romântica que faz menções a seu relacionamento com o ator Louis Partdrige e que utiliza de uma experiência íntima para narrar algo universal.

‘Harry Potter’: Steven Spielberg revela que quase dirigiu filme do icônico menino bruxo

O cineasta Steven Spielberg, um dos maiores ícones da história do cinema e mente por trás de obras-primas como ‘Tubarão’ e ‘A Lista de Schindler’, revelou que quase assumiu o comando de uma das franquias mais lucrativas da cultura pop: Harry Potter’.

O diretor chegou a ser convidado para dirigir o primeiro filme da saga do menino bruxo, mas recusou a oportunidade por um motivo estritamente pessoal.

“Houve vários filmes que escolhi não fazer. Escolhi recusar o primeiro Harry Potter basicamente para passar aquele ano e meio seguinte com minha família, vendo meus filhos pequenos crescerem. Então, sacrifiquei uma grande franquia, algo que, olhando para trás hoje, fico muito feliz por ter feito, para estar com minha família”, afirmou.

Com a recusa de Spielberg, a Warner Bros. acabou contratando o diretor Chris Columbus para comandarHarry Potter e a Pedra Filosofal’ (2001), longa que acabou ditando o tom visual e a atmosfera mágica de toda a franquia nos cinemas.

Embora a saga original de oito filmes tenha se encerrado nos cinemas em 2011, o universo criado por J.K. Rowling está prestes a ganhar uma roupagem inédita. A franquia passará por um reboot completo e ganhará uma nova adaptação, desta vez em formato de série de TV.

Lembrando que a 1ª temporada, que adapta ‘A Pedra Filosofal’, estreia em 25 de dezembro.

A trama do ciclo de estreia, que adapta ‘A Pedra Filosofal’, seguirá a jornada de Harry Potter, um órfão que descobre sua herança mágica ao ser resgatado da casa de seus tios, os Dursleys, pelo guarda-caça Rubeus Hagrid. Em Hogwarts, ele formará o icônico trio ao lado de Rony Weasley e Hermione Granger.

Confira o elenco principal confirmado:

A produção conta com a showrunner Francesca Gardiner (‘Succession’) e a direção de Mark Mylod (‘Game of Thrones’).

‘Eu Sou a Lenda 2’ já tem diretor!

Após anos e anos de desenvolvimento, a sequência deEu Sou a Lenda‘ está finalmente acontecendo e já tem um diretor. Recentemente, Steven Caple Jr. (‘Creed II’, ‘Transformers: O Despertar das Feras’) revelou que ele vai comandar a produção que dará sequência aos eventos do primeiro filme.

Will Smith retorna e vai estrelar o filme ao lado de Michael B. Jordan (‘Pantera Negra’).

Smith esclareceu a dinâmica entre seu personagem e o de Jordan, negando a teoria inicial de que interpretariam pai e filho.

“O que íamos fazer era o prelúdio, então íamos fazer o prelúdio. O [Akiva Goldsman] disse: ‘Mas espera, e se fizermos uma nova versão a partir do final alternativo, onde seu personagem ainda está vivo e, sabe, o personagem de Michael B. Jordan atualmente é o líder de um novo assentamento?’. Ele não é meu filho. Então, há um assentamento em Connecticut”.

Mais detalhes do longa ainda não foram revelados, embora possivelmente os dois astros estarão em conflito no novo longa.

O roteirista Akiva Goldsman já havia declarado: “Isso vai começar algumas décadas depois do primeiro… Sou obcecado por ‘The Last of Us’, onde vemos o mundo logo após o apocalipse, mas também após uma pausa de 20 a 30 anos. Vamos voltar ao livro original de Matheson e ao final alternativo, em vez do final lançado no filme original”.

“Estamos sequenciando a versão alternativa”, ele afirmou. “Aquela de que falamos antes, onde Will mora e as coisas não correram tão bem para a humanidade.”

Para aqueles que não se recordam, a versão alternativa trouxe o personagem de Will Smith administrando com sucesso a cura a uma vampira na frente de um Alfa, que revelou não ter perdido sua humanidade após ser infectado. Esse final foi pautado na ideia da esperança, em comparação com o que o público viu na versão para os cinemas, que retratava os vampiros como selvagens implacáveis.

“É uma mensagem muito diferente do filme que pretendíamos fazer, mas fizemos isso de boa vontade com o comercialismo grosseiro em mente. O mundo retorna, e retorna de uma forma espetacular. É algo muito animador com o que brincar, porque não é nada do que você imagina. Não é Eu Sou a Lenda que seu pai assistiu”.  

Confira o final alternativo e siga o CinePOP no Youtube:

Eu Sou a Lenda chegou aos cinemas há 18 anos e foi dirigido por Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’).

Na trama, um terrível vírus incurável, criado pelo homem, dizimou a população de Nova York. Robert Neville (Smith) é um cientista brilhante que, sem saber como, tornou-se imune ao vírus. Há 3 anos ele percorre a cidade enviando mensagens de rádio, na esperança de encontrar algum sobrevivente. Robert é sempre acompanhado por vítimas mutantes do vírus, que aguardam o momento certo para atacá-lo. Paralelamente ele realiza testes com seu próprio sangue, buscando encontrar um meio de reverter os efeitos do vírus.

Alice BragaWillow SmithCharlie Tahan e outros também fizeram parte do elenco.

O longa conquistou 68% de aprovação da crítica, que elogiou especificamente a atuação de Smith, e arrecadou US$585 milhões ao redor do mundo.

‘Monopoly’: Lionsgate contrata dupla de roteiristas para filme baseado no clássico jogo de tabuleiro

O icônico jogo de tabuleiro Monopoly está mais perto de ganhar as telonas. A Lionsgate, a LuckyChap (produtora de Margot Robbie) e a Hasbro Entertainment estão unindo forças e contrataram duas duplas de roteiristas de destaque no mercado para apresentar propostas para o longa: Neil Widener & Gavin James (‘Um Filme Minecraft’) e Rebecca Angelo & Lauren Schuker Blum (‘Dinheiro Fácil’).

Segundo informações publicadas pelo Deadline, o projeto ainda está em estágios iniciais. Até o momento, as duas duplas apresentaram propostas diferentes de história, e a intenção dos estúdios é selecionar a melhor abordagem antes de avançar para a fase de roteiro completo.

Transformar o Monopoly em um filme é um desejo antigo de Hollywood que já se arrasta por quase duas décadas. Conheça a trajetória do projeto:

  • 2008: A ideia começou na Universal Pictures, que fechou um grande acordo com a Hasbro. Na época, o renomado diretor Ridley Scott chegou a ser cotado para dirigir o longa.
  • 2012 : O fracasso comercial do filme ‘Battleship: A Batalha dos Mares’ fez a Universal desistir de adaptar jogos de tabuleiro, e os direitos voltaram para a Hasbro.
  • 2015: A Lionsgate assumiu os direitos e contratou Andrew Niccol para esboçar um roteiro. Anos depois, uma nova versão foi pensada para ser uma comédia estrelada por Kevin Hart e dirigida por Tim Story, mas o projeto não saiu do papel.
  • 2023–2024: Após a Lionsgate comprar a eOne em 2023 e garantir os direitos definitivos de adaptação, o projeto ganhou força total na CinemaCon de 2024 com a entrada da LuckyChap, produtora de Margot Robbie, surfando na onda do sucesso de Barbie’.
  • 2025: Os cineastas John Francis Daley e Jonathan Goldstein foram contratados para escrever uma versão em março de 2025, mas a abordagem foi descartada, abrindo espaço para os novos roteiristas atuais.

A pressa em tirar o projeto do papel se justifica pelos números expressivos da marca. Considerado o jogo de tabuleiro mais popular do mundo,Monopoly possui 99% de reconhecimento global, já vendeu quase 500 milhões de unidades desde sua criação em 1935 e está presente em mais de 100 países. A dinâmica do jogo consiste em comprar, alugar e negociar propriedades para levar os adversários à falência.

Além do filme para os cinemas, o universo do jogo vai se expandir para o streaming. A Hasbro está desenvolvendo uma série no formato de reality show (sem roteiro) baseada emMonopoly para a Netflix. A produção está nas mãos da Studio Lambert.

‘Monopoly’: Netflix faz seleção em massa para criar reality inspirado no jogo de tabuleiro

‘E.T. O Extraterrestre’: Após mais de 40 anos, Steven Spielberg responde grande dúvida dos fãs; Confira!

Um dos maiores clássicos da história do cinema, ‘E.T. – O Extraterrestre’ marcou gerações ao apresentar a emocionante amizade entre o jovem Elliott e um adorável visitante de outro planeta. O forte vínculo desenvolvido pela dupla culminou em uma das despedidas mais marcantes da cultura pop. No entanto, mais de quatro décadas após o lançamento, uma dúvida sempre permaneceu no imaginário dos fãs: será que Elliott algum dia voltou a rever o seu amigo intergaláctico?

Conforme o ComicBook, o cineasta Steven Spielberg respondeu publicamente a essa pergunta. Durante sua participação no podcast Happy Sad Confused, o diretor foi questionado se houve algum reencontro entre os personagens após o desfecho do longa.

A resposta de Spielberg, embora melancólica, foi direta: “Não, ele nunca mais o viu. Mas ele sonhava com ele. Então havia uma ligação psíquica entre os dois. Se você reparar, E.T. toca Elliott bem aqui [apontando para a testa] e diz: ‘Eu estarei bem aqui'”.

10 curiosidades de ‘E.T. – O Extraterrestre’, um clássico imortal de Steven Spielberg

A declaração do diretor ajuda a explicar por que o filme nunca ganhou uma continuação nos cinemas. A ausência de uma sequência foi uma decisão estritamente artística do próprio Spielberg. Embora ele tenha considerado brevemente a ideia logo após o estrondoso sucesso do original, o cineasta mudou de ideia e passou anos barrando qualquer tentativa de produzirem um novo longa.

Para Spielberg, a magia da história reside justamente em seu encerramento perfeito. O máximo que o universo da obra expandiu foi na literatura, com o lançamento do livro “E.T.: The Book of the Green Planet”. No fim das contas, o público precisa aceitar que os únicos reencontros de Elliott com o alienígena aconteceram no mundo dos sonhos, mostrando que o E.T. encontrou sua própria maneira de permanecer para sempre na vida do garoto.

Drew Barrymore posta vídeo nos bastidores de ‘E.T. – O Extraterrestre’ quando tinha apenas 7 anos

Lançado originalmente em 1982, o longa-metragem se transformou em um fenômeno cultural automático. A trama acompanha Elliott, um menino que descobre um ser de outro planeta deixado para trás na Terra. Disposto a protegê-lo a qualquer custo das autoridades governamentais, que desejam capturar a criatura para transformá-la em cobaia, o garoto inicia uma jornada de proteção mútua que se transforma em uma amizade inabalável.

O conceito da produção é extremamente pessoal: Spielberg baseou a história em um amigo imaginário que ele próprio criou durante a infância, logo após o divórcio de seus pais. O resultado dessa sensibilidade foi um sucesso estrondoso de crítica e público, arrecadando mais de US$ 790 milhões mundialmente e sendo frequentemente listado como um dos melhores filmes de todos os tempos.

O projeto recebeu nove indicações ao Oscar, vencendo em quatro categorias técnicas e de trilha sonora.

O longa tem direção de Steven Spielberg e roteiro de Melissa Mathison

Além disso, o longa é estrelado por:

Para quem deseja reviver essa obra-prima ou assisti-la pela primeira vez, ‘E.T. – O Extraterrestre’ está disponível no catálogo do Prime Video.

‘007’: Steven Spielberg revela que foi rejeitado diversas vezes ao tentar dirigir um filme de James Bond

O aclamado cineasta Steven Spielberg relembrou recentemente suas repetidas tentativas frustradas de assumir a direção de um filme da franquia James Bond. Hoje consagrado como um dos maiores diretores da história do cinema, Spielberg revelou que, no início da carreira, precisou lidar com a recusa insistente dos produtores da saga do agente007’.

De acordo com informações da Variety, o diretor chegou a fazer um apelo pessoal diretamente ao lendário produtor Cubby Broccoli logo após estourar em Hollywood:

“Procurei Cubby depois que Tubarão se tornou um grande sucesso. Eu sempre quis fazer um filme de James Bond desde o dia em que assisti a 007 Contra o Satânico Dr. No. Então liguei para Cubby depois de Tubarão e me ofereci para dirigir. Eu disse: ‘Se precisar de um diretor, adoraria dirigir um filme de Bond’. E ele disse não”, afirmou.

Anos mais tarde, uma nova oportunidade de negociação surgiu. Broccoli entrou em contato com Spielberg após o lançamento de ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau’ (1977). O produtor queria permissão para utilizar a icônica sequência musical de cinco notas do filme de ficção científica em uma cena de 007 Contra o Foguete da Morte’ (Moonraker).

Spielberg tentou usar a oportunidade como moeda de troca, mas sem sucesso:

“Eu disse: ‘Vou fazer um acordo com você. Dou permissão para usar as cinco notas se você me deixar dirigir um filme de Bond’. E ele disse não. Mas eu dei as cinco notas mesmo assim. Então eles me recusaram constantemente, pelo menos o Broccoli. Ele nunca explicou por que não me deixava entrar para a família Bond”, acrescentou.

Apesar da frustração na época, o cineasta revelou que essa sequência de portas fechadas acabou mudando os rumos de sua carreira para sempre e pavimentou o caminho para o nascimento de outro herói icônico dos cinemas.

“Quando contei essa história para George Lucas, em 1977, enquanto estávamos no Havaí nos preparando para o lançamento de Star Wars: Uma Nova Esperança, ele disse: ‘Eu tenho algo melhor que Bond. Chama-se Indiana Smith’, era esse o nome na época. Ele me contou a premissa da série Indiana Jones, e foi assim que consegui aquele trabalho. Então, se hoje me convidassem para dirigir um filme de James Bond, minha resposta seria: ‘Vocês não podem me pagar'”, concluiu.

‘007’: Sydney Sweeney comenta sobre a possibilidade de interpretar uma Bond Girl

O próximo filme de James Bond já tem sua equipe criativa em formação. O roteiro será assinado pelo aclamado roteirista britânico Steven Knight, criador da popular série Peaky Blinders, conforme anunciado pela Amazon MGM Studios.

A direção da nova produção ficará a cargo do cineasta Denis Villeneuve, nome de prestígio e indicado ao Oscar, conhecido por sucessos comoDuna e ‘A Chegada’. 

‘Mercy Good’: Astro de ‘Avatar’ vai estrelar novo terror sobrenatural ambientado em Salem

O ator Stephen Lang é o novo confirmado no elenco deMercy Good, o próximo filme de terror sobrenatural do diretor Kevin Lewis (‘Willy’s Wonderland’), produzido pela Stoic Films.

Segundo informações publicadas pelo Deadline, a trama acompanha uma família que se muda para a icônica cidade de Salem, em Massachusetts, em busca de um recomeço. No entanto, o sonho da nova vida é interrompido quando eles descobrem que a casa histórica onde estão morando guarda uma ligação sombria com uma força sobrenatural centenária que está prestes a retornar.

Conhecido por seus papéis marcantes emAvatar e O Homem nas Trevas, Lang interpretará Henry Woodward. O personagem é um respeitado historiador local que detém um profundo conhecimento sobre o passado obscuro de Salem e que se tornará a peça-chave para desvendar o mistério que ameaça os novos moradores.

As filmagens de Mercy Good estão programadas para começar em setembro deste ano, com locações no estado de Kentucky. O roteiro é assinado por Michael Caissie (‘Hangman’), que também atua como produtor do longa ao lado de Clayton Turnage.

Em comunicado, Caissie não poupou elogios à escalação de Stephen Lang para o papel do historiador: “Stephen tem uma habilidade rara de trazer inteligência, autenticidade e verdade emocional para cada papel que interpreta. Henry carrega grande parte da mitologia de Mercy Good, mas o que realmente faz o personagem funcionar é sua humanidade. Eu sabia que Stephen conseguiria transmitir ambos os aspectos”.

A bagagem da equipe de bastidores também reforça a solidez do projeto no cinema de gênero. O roteirista Michael Caissie consolida seu espaço no suspense após escrever Hangman, longa estrelado por Al Pacino e Karl Urban, e O Mal Está Lá Fora, que trouxe Thomas Jane no elenco, além de O Demônio do Alasca.

A equipe de produção executiva de Mercy Good ainda conta com Monika Simeonova, Jeffrey Goldberg e Chris Cole.

‘Home Improvement’: Tim Allen revela obstáculos para possível reboot de clássico dos anos 90

O retorno da clássica sitcom dos anos 90, Home Improvement, não deve acontecer tão cedo. O astro Tim Allen revelou recentemente que um possível reboot da produção está travado devido a “problemas de personalidade” envolvendo os atores que interpretaram seus filhos na famosa série da ABC.

De acordo com informações da Variety, Allen explicou o motivo de os planos estarem congelados nos bastidores:

“Eles continuam falando sobre como a série poderia voltar, mas a ideia acaba travando porque existem alguns problemas de personalidade com os garotos neste momento”, declarou Allen.

A trama original, exibida por oito temporadas entre 1991 e 1999, acompanhava Tim “The Tool Man” Taylor, um bem-humorado apresentador de TV especializado em reformas domésticas. Casado com Jill e pai de três rapazes, o protagonista enfrentava situações típicas da paternidade, da vida em família e a clássica batalha de convivência entre homens e mulheres.

O principal obstáculo para uma reunião do elenco envolve Zachery Ty Bryan, que interpretou o filho mais velho, Brad. O ator foi preso diversas vezes nos últimos anos. A ocorrência mais recente aconteceu em 2025, quando ele enfrentou uma acusação de violência doméstica em segundo grau. Antes disso, em 2021, Bryan já havia sido acusado de agressão grave, roubo em terceiro grau e estrangulamento contra sua então namorada no estado do Oregon.

Além dos problemas jurídicos de Bryan, a produção esbarra no desinteresse de Jonathan Taylor Thomas (o filho do meio, Randy) em voltar aos holofotes. Segundo a atriz Patricia Richardson, em entrevista concedida em 2024, Thomas abandonou a carreira artística e não atua desde uma participação especial na sitcom Last Man Standing, em 2015.

Já o caçula da ficção, Taran Noah Smith (Mark), está afastado das telas há ainda mais tempo: seu último crédito como ator foi um trabalho de voz na animação Batman Beyond, em 1999.

Diante do cenário complexo, Tim Allen lamentou o impasse, mas manteve os pés no chão sobre a viabilidade do projeto: “Eles têm suas próprias questões. Eu sempre achei que seria legal contar uma história focada neles. Mas isso é um pouco complicado neste momento, para dizer o mínimo”.

Tim Allen estrela a série, ao lado de Patricia RichardsonZachery Ty BryanJonathan Taylor ThomasTaran Noah SmithRichard KarnEarl Hindman.

Home Improvement’ está disponível no Disney+. 

Tom Hanks, astro de ‘Toy Story 5’, se posiciona sobre categoria de dublagem no Oscar

O debate sobre o reconhecimento de atuações vocais e de captura de movimentos na temporada de premiações ganhou um novo capítulo. Tom Hanks, a lendária voz do caubói Woody na franquiaToy Story’, revelou ser contra a criação de uma categoria exclusiva para dublagem no Oscar. Para o ator, os profissionais da voz deveriam concorrer diretamente nas categorias principais de atuação.

De acordo com informações da Variety, Hanks defende que o impacto emocional da performance deve se sobrepor à presença física do ator na tela:

“Acho que eles já têm categorias suficientes. A verdade é que um dublador pode vencer o prêmio de Melhor Ator. O julgamento é: ‘qualquer atuação que tenha emocionado você’. Já falamos, por exemplo, sobre Andy Serkis. Mesmo que ele não apareça como Andy Serkis, ele fornece todo o material bruto para a performance. Houve pessoas que chegaram perto de ser indicadas sem aparecerem em cena. Isso também poderia acontecer com um ator que trabalha apenas com a voz”, afirmou.

O astro, que já venceu o Oscar de Melhor Ator duas vezes (por ‘Filadélfia’, em 1993, e ‘Forrest Gump: O Contador de Histórias’, em 1994), reforçou seu ponto de vista:

“Se as pessoas foram emocionadas, isso significa que foram tocadas pela atuação de um ser humano. Esse é o único requisito”, acrescentou.

Apesar da forte declaração de Hanks, que chegou a ser indicado ao Annie Awards em 1995 por seu trabalho no primeiro Toy Story, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nunca indicou uma atuação exclusivamente vocal em nenhuma de suas quatro categorias de interpretação.

Um dos casos recentes mais emblemáticos foi o de Scarlett Johansson, que recebeu uma forte campanha de bastidores por sua aclamada atuação de voz no filme ‘Ela’ (Her). Apesar do barulho na indústria, a produção acabou levando a estatueta apenas na categoria de Melhor Roteiro Original.

Enquanto a indústria discute essas barreiras, Tom Hanks se prepara para retornar ao universo da animação. O ator está confirmado para reprisar seu papel como o xerife Woody no aguardadoToy Story 5’, que dará continuidade à bem-sucedida saga da Pixar.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 18 de junho.

Nesta nova aventura, a personagem Jessie ganhará um papel de destaque central ao lado de Woody e Buzz. A trama promete um embate atual e relevante: os amados brinquedos enfrentarão o desafio de reconquistar a atenção das crianças em meio à crescente dominância da tecnologia e dos dispositivos eletrônicos no cotidiano infantil.

‘Toy Story 5’ deve arrecadar US$ 150 milhões e se tornar a MAIOR estreia da franquia nos EUA

Maisa vai dublar Lilypad, o novo smart tablet em formato de sapo da Bonnie. Para o desespero dos brinquedos de verdade, Lilypad se torna a nova favorita da garota. Completamente despreocupada que sua presença esteja estressando Jessie e os demais brinquedos, Lilypad está sempre muitos passos à frente dos brinquedos tradicionais e tem as próprias ideias para ajudar a garota a se conectar com amigos. A altamente tecnológica Lilypad e a atemporal Jessie parecem completas opostas, mas elas têm um grande ponto em comum: elas farão qualquer coisa para ajudar sua criança. No áudio original, em inglês, a personagem é dublada pela atriz Greta Lee.

Rafael Infante dará voz ao Amigo Rolinho, um desbocado dispositivo tecnológico de treinamento de troninho com todo o glamour de um rolo de papel higiênico e uma atitude que faz jus a seu nome. Com sua criança Blaze tendo passado, há muito, seus dias de treinamento, Rolinho passou anos esquecido, em modo de descanso, na velha cabana de brinquedos dela. Mas, quando ele é inesperadamente recrutado para uma missão importante, esse sabichão consegue pilhas novinhas e uma oportunidade de mostrar do que é capaz. No áudio original, em inglês, o personagem é dublado pelo comediante Conan O’Brien.

A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).

Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.

Documentário sobre a cantora Elza Soares ganha data de estreia nos cinemas brasileiros

Uma das artistas mais importantes da história da música brasileira finalmente terá sua trajetória celebrada nas telonas. O documentário dedicado a Elza Soares acaba de ganhar data oficial de estreia e chegará aos cinemas de todo o Brasil em 5 de novembro de 2026.

ELZA‘ é produzido pela Aruac Filmes e pela Maria Farinha Filmes, com coprodução da Globo Filmes e Globonews. O longa é dirigido por Eryk Rocha, e traz a vida e a obra de Elza Soares narrada pela própria voz do milênio. O filme deve seguir para o circuito internacional de festivais e chegar aos cinemas ainda este ano, com co-distribuição da Maria Farinha Filmes e da Gullane+.

Reconhecida internacionalmente por sua voz inconfundível e por sua postura combativa diante das injustiças sociais, Elza Soares construiu uma carreira marcada pela inovação e pela coragem artística. Ao longo de décadas, a cantora atravessou diferentes gerações, reinventando-se constantemente e permanecendo relevante em um cenário musical em constante transformação.

O filme também deve destacar os desafios enfrentados por Elza desde a infância, marcada pela pobreza e pelo racismo estrutural, até sua consagração como um dos maiores nomes da música brasileira. Sua história é frequentemente lembrada como uma das mais impressionantes do país, reunindo episódios de sofrimento, perdas pessoais, preconceito e violência, mas também de perseverança, talento e triunfo.

Em 1999, Elza recebeu um dos reconhecimentos mais emblemáticos de sua carreira ao ser apontada como Cantora do Milênio, honraria concedida pela BBC de Londres. Na ocasião, ela dividiu o destaque com a lendária cantora norte-americana Tina Turner, consolidando definitivamente seu nome entre as maiores artistas da música mundial.

Além de celebrar sua trajetória artística, a produção pretende refletir sobre o significado de Elza Soares para a população negra no Brasil e em diversas partes do mundo. Sua obra sempre esteve profundamente conectada às pautas de igualdade racial, direitos das mulheres e combate à discriminação. Nos últimos anos de carreira, a cantora foi amplamente reverenciada por dar voz a temas sociais urgentes e por transformar sua arte em ferramenta de resistência.

A influência de Elza ultrapassou fronteiras musicais. Sua figura tornou-se referência para artistas, intelectuais e movimentos sociais, inspirando novas gerações a partir de uma mensagem de liberdade, autenticidade e luta por justiça. Canções como “A Carne”, “Mulher do Fim do Mundo” e tantas outras ajudaram a consolidar uma obra que permanece atual mesmo após sua partida.

Elza Soares faleceu em janeiro de 2022, aos 91 anos, deixando uma lacuna irreparável na cultura brasileira. Ainda assim, sua voz, suas ideias e seu impacto continuam vivos através de sua música e da influência que exerceu sobre incontáveis artistas ao redor do mundo.

O doc surge como uma oportunidade para que o público revisite a vida extraordinária de uma mulher que desafiou convenções, rompeu barreiras e transformou sua própria história em um poderoso símbolo de resistência. Para os admiradores da artista e para as novas gerações que desejam conhecer melhor sua importância, e promete ser uma das homenagens mais relevantes já realizadas a uma das figuras mais icônicas da cultura brasileira.

‘Dia D’: Novo filme de Steven Spielberg estreia em PRIMEIRO LUGAR nas bilheterias brasileiras

Steven Spielberg (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’) está de volta ao cinema fantástico com o ótimo ‘Dia D‘, que liderou as bilheterias brasileiras e vendeu 75 mil ingressos, arrecadando R$ 2 milhões apenas no seu primeiro dia, segundo dados estimados do Filme B Box Office Brasil.

Com as sessões de pré-estreia, o longa estrelado pela sensacional Emily Blunt já foi visto por mais de 130 mil pessoas.

O fim de semana vai determinar o quanto o longa vai se destacar, mas seus números iniciais indicam a melhor abertura de uma produção do Spielberg desde ‘As Aventuras de Tintim‘, visto por 95 mil em seu primeiro dia em cartaz em 2012, quando as estreias ainda aconteciam às sextas-feiras.

Confira o TOP 10 da quinta-feira:

Assista nossa crítica em Vídeo:

O Deadline estima que o filme deve arrecadar US$ 65 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

O longa está programado para abrir com US$ 35 milhões nos Estados Unidos – um desempenho semelhante a outros filmes do gênero comandados pelo cineasta, como ‘Minority Report – A Nova Lei‘ (US$35.6M) e ‘A.I. – Inteligência Artificial‘ (US$29.3M).

Internacionalmente, a produção deve acrescentar US$ 30 milhões através de 73 territórios.

Aclamado pelos críticos, o filme – que já se encontra em exibição nos cinemas nacionais – alcançou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Na trama, a humanidade descobre que não está sozinha no universo. Quando a verdade finalmente vem à tona e passa a ser conhecida por bilhões de pessoas, o mundo inteiro entra em estado de choque diante da aproximação do misterioso “Dia D”.

Crítica | Com performance arrebatadora de Emily Blunt, ‘Dia D’ é um IRRETOCÁVEL e inspirador drama sci-fi

A produção marca a reunião entre o cineasta e o roteirista David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).

O tópico de alienígenas não é desconhecido para Spielberg, que já comandou clássicos como ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau‘ (1977) e ‘E.T. O Extraterrestre‘ (1982). Recentemente, Spielberg produziu o documentário ‘Encontros Extraterrestres‘ para a Netflix, que explora histórias reais de contatos humanos com fenômenos de outro mundo.

Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo e Wyatt Russell estrelam.

Jennifer Lopez surpreende ao revelar que NÃO GOSTA de filme vencedor do Oscar: “Não é para mim”

A atriz e cantora Jennifer Lopez comentou recentemente sobre o cinema atual e surpreendeu ao revelar que não é fã de Nomadland, apesar de reconhecer a qualidade da produção. O drama dirigido por Chloé Zhao foi amplamente aclamado pela crítica e venceu os Oscars de Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Atriz em 2021.

De acordo com a Variety, a revelação aconteceu durante a participação de Lopez no podcast “Films to Be Buried With”, apresentado por Brett Goldstein. Ao ser questionada por Goldstein sobre qual seria o pior filme que ela já tinha visto, a artista fez uma ressalva antes de dar o seu veredito: “É difícil dizer ‘o pior’, porque é um filme bonito”.

Mesmo reconhecendo as qualidades técnicas, ela escolheu Nomadland. A artista explicou que o longa representa exatamente o tipo de narrativa que menos a atrai como espectadora.

“Você pode perceber pelos filmes que eu gosto o que penso sobre isso”, disse Lopez, citando clássicos como ‘Amor, Sublime Amor’ (West Side Story) e ‘Flashdance’ para ilustrar sua paixão por musicais e comédias.

Jennifer Lopez detalhou que sua resistência ao filme se deve ao tom melancólico e realista da produção, algo distante do que ela busca quando consome entretenimento:

“Não é por isso que eu vou ao cinema. Eu gosto de musicais. Gosto de comédias românticas. Gosto de thrillers, sabe? E Nomadland é uma história lenta sobre luto, sem nenhum escapismo. Eu até gosto de alguns filmes assim… mas esse eu simplesmente não gostei”, afimrou.

Baseado no livro de não ficção de Jessica Bruder, Nomadland acompanha Fern (vivida por Frances McDormand), uma viúva de 60 anos que perde tudo durante a recessão econômica nos Estados Unidos e passa a cruzar o país morando em uma van.

Apesar das críticas ao ritmo da história, Lopez fez questão de poupar a atuação da protagonista e aplaudir o reconhecimento que ela recebeu: “Ela está incrível. Não é surpresa nenhuma que tenha ganhado aqueles Oscars”.

E acrescentou: “Ela merece todos os Oscars. Mas eu simplesmente não gostei do filme. Não é para mim”.

No fim, a estrela reforçou que sua opinião não anula a importância da obra, sendo estritamente uma questão de preferência na hora de dar o seu voto ou assistir a um filme: “É uma questão de preferência. E eu sei que precisamos de filmes sobre luto! Eu entendo isso”.

De forma bem-humorada, o apresentador Brett Goldstein concluiu o raciocínio: “Você só não quer assistir a eles”.

 ‘Nomadland’ está disponível no Disney+. 

Crítica | ‘Nomadland’, de Chloé Zhao, desconstrói o “sonho americano” da maneira mais poética possível

Na trama, após o colapso econômico de uma colônia industrial na zona rural de Nevada (EUA), Fern (McDormand) reúne suas coisas em uma van e parte rumo a uma viagem exploratória, fora da sociedade dominante, como uma nômade dos tempos modernos. ‘NOMADLAND, o terceiro filme de Chloé Zhao, apresenta nômades reais como Linda May, Swankie e Bob Wells como mentores e companheiros de Fern em sua jornada de exploração pela vasta paisagem do oeste americano.

O longa levou nada menos que três estatuetas do Oscar e, além de Chloé Zhao, McDormand também fez história ao conquistar dois prêmios.

McDormand já havia ganhado o prêmio de Melhor Atriz outras duas vezes em sua carreira, por Fargo (1997) e por ‘Três Anúncios para um Crime’ (2018). Por sua interpretação como a nômade Fern, a Academia a reconheceu como digna de abarcar mais um prêmio e, com isso, tornou-se a primeira atriz desde Katharine Hepburn a ganhar 3 Óscares na categoria em questão.

Mas isso não é tudo: McDormand também entrou como produtora executiva do longa-metragem e dividiu o prêmio de Melhor Filme ao lado de Zhao, tornando-se, dessa forma, a primeira vencedora das duas categorias em questão da história.

‘Coração de Lutador’: Dwayne Johnson lamenta ter ficado fora do Oscar

O astro Dwayne “The Rock” Johnson abriu o coração sobre a recepção de seu trabalho mais recente, ‘Coração de Lutador’ (The Smashing Machine). No drama biográfico, o ator se afastou dos blockbusters tradicionais para viver o lendário e problemático lutador de MMA Mark Kerr.

Apesar de a produção ter sido amplamente aclamada nos festivais de cinema, Johnson acabou ficando de fora da temporada de premiações, algo que ele admitiu ter lamentado.

Conforme à Variety, o ator não escondeu o desejo que tinha de figurar entre os finalistas da maior premiação do cinema:

“Teria sido incrível receber uma indicação ao Oscar. Percebi muito rapidamente que é algo raro chegar a esse nível, onde você sequer está tendo esse tipo de conversa. E isso é empolgante! Teria sido maravilhoso. Eu gostaria que tivesse acontecido. Mas não aconteceu. E, de forma alguma, pensei: ‘Ah, isso não importa’. Eu sempre achei que importava. E isso acendeu um fogo dentro de mim, que é: vamos voltar ao trabalho”, admitiu Johnson.

‘Coração de Lutador’: Dwayne Johnson revela detalhes da transformação para viver Mark Kerr

Para dar vida a Mark Kerr, o ator precisou encarar um processo de caracterização minucioso e exaustivo. Ele revelou que passava de três a quatro horas diárias na cadeira de maquiagem, utilizando entre 13 e 14 próteses diferentes para alterar suas feições e compor o visual do atleta.

Mais do que o desafio físico, o papel exigiu uma entrega psicológica que há muito tempo o astro não experimentava em Hollywood:

“Foi algo muito real. Eu não sentia isso havia muito, muito, muito tempo, aquele medo genuíno, pensando: ‘Não sei se consigo fazer isso. Será que sou capaz?’. Percebi que talvez essas oportunidades não estivessem vindo até mim porque eu estava com medo de explorá-las. Eu estava faminto por algo cru, intenso, que me obrigasse a me despir emocionalmente. E então, Coração de Lutador apareceu”, contou Johnson.

Sobre o impacto de se olhar no espelho totalmente transformado, ele explicou como a maquiagem ajudava a ativar o personagem antes mesmo de entrar no set:

“Sentava em frente ao espelho por três ou quatro horas e via tudo se transformar. Eram 13 ou 14 próteses, discretas, mas muito impactantes. Quando eu chegava ao set, já era o Mark Kerr. Sentia isso na forma como ele andava, falava, e até via o mundo. Se eu e Emily [Blunt] não fôssemos tão próximos, talvez não conseguíssemos chegar aos lugares emocionais que chegamos. Essa confiança nos permitiu vulnerabilidade, e isso nos deu liberdade para explorar tudo”, acrescentou.

A entrega foi tão intensa que impressionou a equipe nos bastidores. Relatos da produção destacam o nível de imersão do ator ao longo das filmagens:

“Foi quase assustador. Desde o começo, ele já não estava mais ali. Ele absorveu e testemunhou tanto da história de Mark que foi emocionante ver alguém abandonar completamente a imagem que o consagrou e se despedaçar por um papel”, acrescentou uma fonte ligada ao projeto.

Johnson finalizou refletindo sobre o impacto pessoal que o longa teve em sua vida, comparando a experiência a um processo de cura:

“Você precisa estar disposto a acessar tudo o que já viveu, e isso era algo que eu nunca tinha explorado, nem em cena, nem fora dela. Não sou muito de terapia, embora apoie qualquer método que funcione para a pessoa. Achei esse processo assustador, mas também profundamente nutritivo e libertador. Eu me abri completamente”, concluiu.

‘Coração de Lutador’ está disponível no Prime Video.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme, que é um original da A24, mergulha na trajetória física e emocional de Kerr. No auge da fama e consagrado como um dos maiores nomes do esporte nos anos 1990 e 2000, o atleta enfrentava batalhas pessoais intensas fora do octógono.

Kerr foi duas vezes campeão do Torneio de Pesos Pesados do UFC e vencedor do Campeonato Mundial de Vale Tudo. Ao longo de sua carreira, ele conquistou mais de duas dúzias de títulos de MMA.

O longa é dirigido por Benny Safdie (‘Bom Comportamento’). Emily Blunt (‘Oppenheimer’) co-estrela o filme como Dawn Staples, esposa de Kerr.

O roteiro é assinado por Safdie, em parceria com o próprio Mark Kerr.

Dwayne Johnson revela susto com suspeita de câncer: “Tive que conviver com isso por 24 horas”

O ator Dwayne Johnson abriu o jogo sobre um recente susto de saúde. No início deste ano, o astro descobriu um caroço em um dos testículos, o que levantou o alerta para um possível diagnóstico de câncer.

Segundo a Variety, Johnson percebeu a alteração na véspera de uma viagem de trabalho para Las Vegas e procurou atendimento médico imediatamente.

“O médico examinou o caroço e disse que provavelmente se tratava de epididimite, uma inflamação de um tubo localizado na parte posterior do testículo responsável por armazenar espermatozoides, mas que também poderia ser câncer. ‘Como está sua agenda hoje?’, perguntou o médico. Johnson contou sobre o evento de divulgação de Jumanji, que duraria o dia inteiro. O médico então disse que ele precisaria fazer uma ultrassonografia logo na manhã seguinte”, afirmou.

O grande desafio do ator foi equilibrar a preocupação com a saúde e a agenda lotada de compromissos públicos antes de realizar o exame definitivo.

Ele relembrou a angústia daquelas horas de espera: “Então eu tive que conviver com isso por 24 horas sem saber o que era, e ainda precisei trabalhar o dia inteiro, fazendo piadas, discursos e participando dos eventos. Mas! Estou bem”.

A ultrassonografia descartou a presença de um tumor maligno. O diagnóstico final foi de epididimite, uma inflamação tratável, e o ator já está totalmente recuperado.

Dwayne Johnson, o The Rock, explica por que foi de saia no Met Gala: “Eu me sinto ótimo!”

Com a saúde em dia, The Rock foca agora em seus próximos passos em Hollywood. O ator se prepara para estrelar a versão live-action de Moana, onde reprisará o papel do semideus Maui, personagem que ele próprio dublou na animação de sucesso da Disney.

A nova versão chegará aos cinemas nacionais no dia 9 de julho.

Confira, dublado e legendado, e siga o CinePOP no Youtube:

A produção, estrelada por Dwayne Johnson e Catherine Lagaʻaia, promete transportar o público de volta ao vibrante universo polinésio que conquistou espectadores ao redor do mundo na animação original da Disney.

Na história, acompanhamos Moana, uma jovem polinésia de 16 anos interpretada por Lagaʻaia, que sente um chamado profundo para além dos limites de sua ilha. Movida pela curiosidade e pela responsabilidade que sente em relação ao seu povo, ela decide embarcar em uma jornada pelo vasto e imprevisível Oceano Pacífico. Seu objetivo é desvendar um antigo mistério que envolve seus ancestrais e que pode definir o futuro de toda a sua comunidade.

‘Moana 2’: Sequência BILIONÁRIA já está disponível no Disney+!

Durante essa aventura épica, Moana cruza o caminho do carismático e poderoso semideus Maui, vivido por Johnson, cuja presença traz tanto força quanto humor à narrativa. Juntos, eles se lançam ao mar aberto em uma travessia repleta de perigos, descobertas e momentos inesquecíveis. A dupla enfrenta criaturas míticas, desafios impressionantes e forças da natureza, tudo isso enquanto constrói uma parceria improvável marcada por coragem, aprendizado e muita diversão.

Com uma mistura de ação, fantasia, cultura e emoção, o live-action de ‘Moana‘ surge como uma das produções mais esperadas da Disney para os próximos anos.

Johnson também produz o filme por meio de sua empresa, Seven Bucks Productions, em parceria com Dany Garcia e Hiram Garcia. Beau Flynn, da Flynn Picture Co., também estará envolvido na produção.

Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, roteiriza o remake juntamente com Dana Ledoux Miller.

Thomas Kail (‘Hamilton’) assume a cadeira de direção.

‘Supergirl’: Roteirista revela quais ideias do filme cancelado sobreviveram ao reboot da DC

Faltando poucos dias para a grande estreia nos cinemas, as expectativas em torno do novo filme da Supergirl continuam a crescer. Recentemente, a roteirista Ana Nogueira abriu o jogo sobre o processo de desenvolvimento do longa e comentou sobre a transição entre o universo antigo da DC e esta nova fase.

Para quem não se lembra, Nogueira havia sido contratada originalmente para escrever um filme focado na Supergirl de Sasha Calle, versão da heroína apresentada no longa ‘The Flash’ (2023) como uma substituta natural do Superman de Henry Cavill, em uma época em que a Warner Bros. planejava grandes eventos como um filme de Crise nas Infinitas Terras.

No entanto, com a reformulação total da DC Studios sob o comando de James Gunn e Peter Safran, aquele projeto foi completamente descartado. Em entrevista ao ComicBookMovie, Ana Nogueira confirmou que a nova produção nasceu do zero e não reaproveitou absolutamente nada do roteiro anterior:

“Completamente diferente. Não, honestamente. Nada foi reaproveitado. Não é louco? Foi realmente um recomeço total. Acho que a única coisa útil foi que, por causa de tudo isso, eu já conhecia muito bem a personagem”, afirmou a roteirista.

Ela ainda complementou sobre as mudanças estruturais da própria mitologia na nova versão: “Eu sabia muita coisa sobre ela. Mas até mesmo a destruição de Krypton era diferente. A HQ Mulher do Amanhã foi realmente a nossa principal inspiração”.

‘Supergirl’: Diretor rasga elogios a Jason Momoa como Lobo; “Não consigo imaginar outra pessoa”

Apesar de a aclamada história em quadrinhos Supergirl: Mulher do Amanhã” (escrita por Tom King e ilustrada por Bilquis Evely) ter servido como o norte criativo para o filme, transpor uma obra tão rica para as telas exigiu sacrifícios. Em outra entrevista, Nogueira revelou que precisou cortar muitas coisas durante o processo de adaptação para que a história coubesse em um filme de aproximadamente duas horas.

O elemento mais difícil de deixar de fora, segundo ela, envolve uma das artes mais icônicas das páginas da HQ: “Provavelmente o painel do Dragão Psicodélico. Acho que ele é muito amado e visualmente lindo. Foi difícil abrir mão disso. Aquela imagem dela com a Kryptonita Vermelha e o Dragão Psicodélico é simplesmente maravilhosa’.

A escritora também brincou sobre as limitações de escopo e orçamento ao ser questionada sobre outros elementos fantásticos do gibi: “Alguém me perguntou mais cedo se haveria dinossauros. Eu respondi: ‘Eu nunca conseguiria colocar dinossauros no filme'”.

Supergirl’ estreia no dia 25 de junho de 2026 nos cinemas.

Segundo projeções, o filme deve arrecadar US$55 milhões em sua estreia em 26 de junho (via Deadline).

O conhecimento espontâneo — categoria de pesquisa em que os institutos de pesquisa citam o conhecimento sobre um filme sem que haja qualquer incentivo — está bastante equilibrado entre homens e mulheres com menos e mais de 25 anos. No geral, essa categoria é maior do que o de ‘O Mandaloriano e Grogu’ (US$ 81,6 milhões na estreia nos EUA), Thunderbolts*’ (US$ 74,3 milhões na estreia nos EUA) e Shazam!’ (US$ 53,5 milhões). Vale comentar que as projeções ainda não contabilizaram totalmente as pré-vendas.

Estrelado por Alcock, o filme mostra o que acontece quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar uma perigosa batalha, e a Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça.

O filme terá 1 hora e 50 minutos de duração, já incluindo os créditos finais.

Para efeito de comparação, a produção será mais curta que ‘Superman’, responsável por abrir as portas do novo universo compartilhado da DC, com 2 horas e 9 minutos de duração.

Estrelando Alcock no papel da “Mulher do Amanhã”, o filme promete uma abordagem distinta e ambiciosa para uma das personagens mais poderosas da editora, servindo como uma peça fundamental para a expansão da cronologia liderada por James Gunn.

A direção fica por conta de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

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‘The Boys’: Elenco reage a final alternativo criado por inteligência artificial

O encerramento de The Boys dividiu opiniões na internet. Muitos fãs criticaram abertamente o desfecho da produção, apontando a ausência de uma batalha épica nos momentos finais, além de reclamarem de subtramas consideradas fillers (enrolação) e de uma suposta falta de desenvolvimento na jornada dos protagonistas.

Incontentáveis com o desfecho oficial, um grupo de fãs decidiu usar ferramentas de inteligência artificial para recriar a batalha final da temporada. O vídeo gerado pela IA mostra o confronto direto se estendendo de forma brutal por toda a cidade, culminando no cenário apocalíptico onde o Capitão Pátria destroi o mundo, uma referência direta às imagens sombrias que haviam sido apresentadas nos cartazes de divulgação da série.

O material ganhou tanta força nas redes sociais que acabou chamando a atenção do elenco principal da série. Segundo o portal ComicBookMovie, os astros Antony Starr (Capitão Pátria) e Karl Urban (Bruto) assistiram à versão alternativa e deixaram seus comentários sobre a criação.

Starr reagiu de forma bem-humorada e direta: “Isso é divertido”.

Urban demonstrou ter ficado bastante impressionado com a escala do projeto feito pelos fãs: “Uau! Realmente épico… aterrorizantemente brilhante, um final de terra arrasada”.

Confira o video!

Apesar da recepção mista por parte do público e do barulho feito pelas versões alternativas na internet, o criador e showrunner da série, Eric Kripke, mantém sua postura de defesa em relação ao roteiro original.

Em uma nova entrevista para a TV Line, Kripke rompeu silêncio sobre a reação negativa ao final ao dizer: “não é saudável, porque eu fico pensando: ‘ah, eu nunca olho [os comentários]’. Eu vejo tudo. Obviamente, há muitas pessoas insatisfeitas online, mas há duas coisas que eu diria: primeiro, fico feliz que as pessoas sejam apaixonadas, de verdade”.

“Meu trabalho é fazer com que as pessoas se apaixonem pelo trabalho que eu produzo. Se elas estão discutindo, odiando e brigando, isso é paixão, cara. Você está assistindo, e isso é ótimo. Meu trabalho é provocar uma reação emocional, não necessariamente ditar qual será essa reação”.

Ele continuou, dizendo que uma das lições que aprendeu é que “o mundo virtual não é o mundo real”: “temos bem mais de 60 milhões de espectadores, então a tempestade online, que parece tão abrangente, na verdade representa uma fração de um único ponto percentual. Todos têm direito à sua opinião, é claro, e peço desculpas se os decepcionei, mas era a história que eu queria contar”.

The Boys’ está disponível no Prime Video.

No ciclo final de ‘The Boys‘, o mundo fica à mercê dos caprichos erráticos e egocêntricos do Capitão Pátria, enquanto figuras centrais como Hughie, Mother’s Milk e Frenchie encontram-se presos em um “Campo da Liberdade”.

Em meio ao caos, Annie tenta organizar uma resistência contra a força esmagadora dos Supers, ao mesmo tempo em que lida com o desaparecimento de Kimiko. O ressurgimento de Billy Bruto, decidido a utilizar um vírus capaz de eliminar todos os Supers da Terra, promete desencadear uma série de eventos irreversíveis.

O elenco de peso da produção continua contando com nomes como Antony Starr, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara e Nathan Mitchell.

Novo rumor de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ indica aparição de versão MONSTRUOSA do herói; Entenda!

Apesar de inúmeros rumores e possíveis vazamentos ganharam as redes sociais todos os dias, pouco se sabe, de fato, sobre as surpresas que Homem-Aranha: Um Novo Dia’ guarda para os fãs. Todavia, pelos trailers promocionais, foi confirmado que Peter Parker (Tom Holland) passará por uma transformação física que envolvem teias orgânicas, um casulo e alguns olhos negros semelhantes aos de uma aranha.

Essa evolução dos poderes do Homem-Aranha é certamente intrigante, especialmente em uma aventura urbana. Além disso, se Jean Grey for realmente a principal antagonista do filme (com rumores indicando que Sadie Sink será a intérprete da mutante), então suas habilidades psíquicas podem estar fazendo o herói acreditar que está se transformando em um monstro.

Ainda assim, é ainda mais provável que, isolado do mundo e das pessoas que ama, Peter esteja se tornando mais aranha do que homem e, com isso, dando margem para a aparição do Aranha-Humana (também conhecido como Aranha-Monstro).

De acordo com o perfil insider @MyTimeToShineH, se esse boato estiver correto, acredita-se que o Homem-Aranha assumirá essa forma para o que deve ser uma batalha épica com o Hulk (Mark Ruffalo), antes que algo — ou alguém — o restaure ao seu estado normal.

O conceito do Aranha-Humana surgiu, na verdade, em Homem-Aranha: A Série Animada’. Como explicado pelo Dr. Curt Connors, trata-se do estágio final da mutação genética inicial do Homem-Aranha. Peter se transformou em um monstro aracnídeo nos quadrinhos, com o exemplo mais famoso sendo ele se transformando nessa criatura pelas mãos da Rainha Aranha (que o levou a ter teias orgânicas pela primeira vez).

O novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em Sem Volta Para Casa’.

A trama se passa quatro anos após o mundo esquecer a identidade de Peter. Agora adulto e vivendo em isolamento total, ele abandonou qualquer tentativa de vida social para se dedicar 24 horas por dia à proteção de uma Nova York que já não sabe quem ele é. No entanto, essa dedicação extrema e a pressão constante desencadeiam uma surpreendente evolução física que coloca sua própria vida em risco. Em paralelo, um padrão criminoso misterioso começa a emergir, revelando uma das ameaças mais poderosas que o herói já enfrentou no cinema.

Saiba mais >>>>>>> Homem-Aranha: Um Novo Dia

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco da sequência conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 30 de julho de 2026.