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‘Pinóquio’: Ouça “Ciao Papa”, música original da nova animação de Guillermo del Toro

Netflix divulgou um novo vídeo promocional de Pinóquio, versão em stop-motion comandada pelo aclamado realizador Guillermo del Toro, apresentando a música original “Ciao Papa”.

A produção tem estreia agendada para o dia 09 de dezembro na plataforma de streaming.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com raros 100% de aprovação, com altíssima nota 8.90/10, baseada em 22 reviews até o momento.

Confira os comentários:

“É o que é, e isso é perfeitamente imperfeito” – THR.

“Uma obra-prima em stop-motion” – TheWrap.

Pinóquio de Guillermo del Toro traz o bizarro, o obscuro e a alegria ao conto de Carlo Collodi” – Slashfilm.

“Das primeiras cenas, fica evidente que Pinóquio é uma produção de Del Toro, aproximando-se do tom de ‘O Labirinto do Fauno’, mas com o terror e o gore reescalados para as crianças” – Next Best Picture.

“Este é um raro entretenimento infantil que não tem medo de chocar as crianças e nem de encantá-las” – Variety.

O elenco conta com Gregory Mann como PinóquioEwan McGregor como o Grilo Falante; e David Bradley como Gepetto.

Tilda SwintonChristoph WaltzFinn WolfhardCate BlanchettJohn TurturroRon PerlmanTim Blake NelsonBurn Gorman completam o elenco.

Del Toro entra também como roteirista da versão em stop-motion, que é baseada no clássico de animação criado por Carlo Collodi.

A trama será ambientada na Itália, durante os anos 30, um momento histórico particularmente carregado, em uma época que o fascismo estava em ascensão e Benito Mussolini estava consolidando o controle do país.

‘Terra dos Sonhos’: Vídeo revela como foram feitos os efeitos visuais da nova fantasia da Netflix

Terra dos Sonhos (Slumberland), novo filme de fantasia estrelado por Jason Momoa (‘Aquaman’), já está disponível na Netflix e, para promovê-lo, a plataforma de streaming divulgou um vídeo revelando os bastidores da produção.

Confira:

Uma jovem garota descobre um mapa secreto para o mundo dos sonhos chamado Slumberland e, com a ajuda de um excêntrico fora da lei, navega pelos sonhos e foge dos pesadelos, com a esperança de ver seu falecido pai novamente.

Relembre o trailer:

O filme é dirigido por Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’, ‘Operação Red Sparrow’), com roteiro assinado por David GuionMichael Handelman.

A história é baseada na série de quadrinhos ‘Little Nemo in Slumberland, de Winsor McCay.

O elenco também é formado por Marlow BarkleyWeruche OpiaIndia de BeaufortKyle ChandlerChris O’Dowd.

‘We’re Here’: Shangela, Eureka e Bob the Drag Queen retornam no trailer LEGENDADO da 3ª temporada; Confira!

We're Herehttps://www.youtube.com/watch?v=J3u2g2yFi0M

HBO Max divulgou o trailer legendado da 3ª temporada da série ‘We’re Here‘.

O próximo ciclo vai estrear oficialmente no dia 25 de novembro.

Confira:

As renomadas drag queens Bob the Drag Queen, Eureka O’Hara e Shangela enquanto elas continuam suas jornadas espalhando amor e conexão pelas pequenas cidades dos Estados Unidos, por meio da arte de ser drag. Elas recrutam residentes locais para se apresentarem como drag queens por uma noite, inspirando suas “filhas drags” a se expressarem genuinamente na frente de suas famílias, amigos e comunidades.

‘Stargirl’: ÚLTIMO episódio da série ganha sinopse oficial; Confira!

A CW divulgou a promo oficial do 13º episódio da 3ª temporada de ‘Stargirl‘, intitulado “The Reckoning” e que marca o último capítulo da série.

Na trama, “Courtney e a JSA se veem na luta de suas vidas contra o maior inimigo que já enfrentaram”.

O episódio vai ao ar no dia 07 de dezembro.

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker e Hunter Sansone.

Seth Green fará parte do novo ciclo como Thunderbolt, substituindo Jim Gaffigan.

‘Até os Ossos’: Suspense com Timothée Chalamet ganha dois novos teaser com cenas INÉDITAS; Confira!

A Warner Bros. divulgou dois novos clipes oficiais e legendados de ‘Até os Ossos‘ (Bones & All), suspense canibal estrelado por Timothée Chalamet (‘Duna’) e Taylor Russell (‘Escape Room’).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de dezembro.

Dirigido por Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo Seu Nome’), a produção é baseada no romance homônimo de Camille DeAngelis.

A trama gira em torno do primeiro amor de Maren, uma jovem mulher aprendendo a sobreviver à margem da sociedade, e o intenso Lee, um andarilho sem amarras… Eles se encontram e se unem numa odisseia de mil e quinhentos quilômetros por estradas secundárias, passagens ocultas e alçapões na América de Ronald Reagan. Mas apesar de seus esforços, todas as estradas os levam de volta aos seus passados traumáticos, e a uma reta final que vai determinar se o amor deles pode sobreviver às suas diferenças.

O elenco ainda conta com Michael Stuhlbarg, André Holland, Chloë Sevigny, David Gordon Green, Jessica Harper, Jake Horowitz e Mark Rylance.

Artigo | Se você quer se emocionar neste próximo Natal, ‘Adoráveis Mulheres’ é a pedida certa

A indústria cinematográfica, desde os seus primórdios, carrega consigo um apreço significativo por dramas de época; tais dramas são ambientados em uma época imortalizada em diversos romances lendários e que são transpostos das mais variadas formas para as telonas – dentro de escopos contemporâneos ou então infundidos com recriações surpreendentes de períodos que não mais voltarão. E, desde sempre, tais produções sempre tiveram um espaço de aclame entre a crítica especializada e o público (não é à toa que obras como Razão e Sensibilidade’ e Orgulho e Preconceito’ estejam entre os favoritos de muita gente). 

E foi partindo desse princípio que a aclamada diretora Greta Gerwig resolvia abraçar sua segunda investida na esfera fílmica com a releitura do clássico Mulherzinhas’, assinado pela transgressora romancista norte-americana Louisa May Alcott. Adoráveis Mulheres, como ficou intitulado o longa-metragem, não apenas trouxe alguns elementos já explorados por Gerwig em Lady Bird – A Hora de Voar’ (principalmente quando se expressa através de uma jornada coming-of-age), mas também aproveitou esse longo espaço cênico e o aplaudível material original para pavimentar um caminho mais sólido, mais sensível e definitivamente mais emocionante – alcançando sucesso em nos arrancar lágrimas de frustração e uma catártica satisfação que se estende até os créditos finais. 

Afastando-se das outras adaptações que o livro já ganhara para os cinemas e para a televisão, a nova perspectiva resolve começar no final da história: a primeira sequência nos apresenta ao grupo de irmãs da família March, abrindo com a tentativa sem sucesso da rebelde Jo (Saoirse Ronan) em publicar suas histórias em uma editora; logo depois, somos transportados à luxuosa vida da outrora mimada Amy (Florence Pugh), que viaja pela Europa ao lado da austera Tia March (Meryl Streep) e almeja se tornar uma artista de grande sucesso enquanto é pressionada a se casar; Meg (Emma Watson), por sua vez, vê-se privada de seus sonhos ao mesmo tempo que entrega-se de corpo e alma para a família; e, por último, Beth (Eliza Scanlen), a caçula, vê sua juventude se esvaindo à medida que contrai uma doença incurável. 

Porém, esse escopo quase trágico se isola num presente ainda inexplicado, cuja cronologia retorna três anos, para um feliz Natal em que toda a família permanecia estava junta sob o mesmo teto e supervisionada pelos protetores braços de Marmee March (Laura Dern em uma de suas melhores e mais cândidas performances). Marmee casou-se por amor com um soldado estadunidense (interpretado por Bob Odenkirk) e trouxe ressentimento para os membros restantes da família, mas nunca esteve mais feliz – e, mesmo sendo constantemente relembrada de que é pobre, não deixa de fazer o máximo que pode para que todos tenham tudo o que precisam. 

Desde o princípio, percebemos que a essência da obra de Alcott é transportada do modo mais fluido para o filme: a sequência tradicionalista optada pela autora é transmutada em uma linha temporal dupla, marcada sutilmente pelas diferenças artísticas que expandem-se desde a simetria técnica até as escolhas da trilha sonora (comandadas com angustiante beleza por Alexandre Desplat). A primeira, pincelada com tons dourados, nos coloca as nossas heroínas no ápice de seus cotidianos, desde as caridosas festividades de fim de ano até os exuberantes bailes da high society; a segunda, justaposta com perfeição, recua-se em uma atmosfera melancólica que premedita uma dura e necessária queda antes que cada um dos personagens reencontrem-se em seus arcos de amadurecimento. 

Apesar da narrativa seja comandada por mulheres – também partindo de uma estética feminista já conhecida por Gerwig -, temos a presença do charmoso Laurie (Timothée Chalamet), um rico jovem que tem uma personalidade tão irreverente quanto Jo e automaticamente torna-se seu melhor amigo além de ter sido bem-vindo na família como um antigo conhecido. Laurie está presente na vida de cada uma das protagonistas e, por mais que tenha algumas atitudes controversas (por exemplo, quando se declara para Jo e é rejeitado), insurge como uma considerável força para que elas recuperem suas forças mesmo nas situações mais drásticas. 

A obra tem uma estrutura forte o bastante para garantir a envolvência do público em todos os momentos, mergulhando dentro de uma sucessão antológica que apresenta as March como meninas imaturas presas dentro de uma bolha social refletida pela própria construção da casa (isolada em uma zona rural bem diferente do urbanismo exaltado da cidade grande). À medida que vão crescendo, percebem que precisam mudar de atitude, talvez deixando de ser mimadas – principalmente Amy, que explode em um acesso de birra ao não ser convidada para o teatro com Jo e Meg. 

Se a consistência do roteiro é deliciosamente bem temperada, todo o restante do filme tangencia uma perfeição impressionante: a condução da diretora é fluida em todos os momentos, perdendo um pouco do ritmo na conclusão do terceiro ato, além de ser perscrutada por atuações impecáveis, principalmente de Ronan (que volta como foco dos holofotes depois de impressionantes rendições em Brooklyn’ e Duas Rainhas’), da pontual presença de Streep em sua metamorfose teatral e de Pugh e Watson como polos opostos de uma mesma ramificação. 

Adoráveis Mulheres é uma surpresa incondicional e humilde que reflete as habilidades de cada nome da equipe e do elenco – e permite que nos apaixonemos por uma cotidiana aventura recheada com emocionantes peças temáticas pertinentes inclusive nos dias de hoje. 

‘Pantera Negra 2’: Novo cartaz revela quem assume o manto do herói na sequência [SPOILER]

*SPOILERS ABAIXO*

Uma semana após sua estreia nas telonas, a Marvel divulgou um novo cartaz revelador da sequência ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘.

A arte responde o maior mistério do filme: quem assume o manto do Pantera Negra após a morte do T’Challa?

Sua irmã, Shuri (Letitia Wright).

Confira:

Vale lembrar que o filme conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.

Apesar de ter sofrido uma queda de -63% nos EUA, o longa da Marvel acrescenta US$ 67.3 milhões ao seu monte. Para termos de comparação, ‘Pantera Negra 2‘ arrecadou mais em sua segunda semana no país do que a estreia doméstica de ‘Adão Negro‘ (US$67M).

Ao total, a produção já arrecadou US$ 288 milhões no território norte-americano. Internacionalmente, foram US$ 258.3 milhões – incluindo Reino Unido (US$27.1M), México (US$22.8M), França (US$21.6M), Brasil (US$14.2M) e Coreia (US$14M).

Com incríveis US$ 546.3 milhões arrecadados mundialmente, o longa já se tornou a 7ª maior bilheteria global do ano.

‘O Senhor dos Anéis’, ‘Entrevista com o Vampiro’, ‘Uma Equipe Muito Especial’ e as Séries de 2022 baseadas em Filmes

Ninguém duvida que as séries de TV ocuparam o lugar destinado aos filmes na atualidade. Explico. Antes, qualquer produção de TV era considerada inferior ao cinema. Até mesmo os talentos envolvidos em tais produções (atores, produtores, diretores e roteiristas) eram divididos no time A (cinema) e o time B (Televisão). Aos poucos isso foi mudando, e quando chegamos à era moderna das séries de TV nos anos 2000, produções como 24 Horas (2001) e Lost (2004) elevaram o jogo a outro patamar, aumentando consideravelmente o interesse do espectador nas tramas das telinhas.

Agora, a mudança definitiva deste conceito ocorreu mesmo com o advento das plataformas de streaming nos anos 2010. Empresas como a Netflix e a Amazon, as pioneiras do mercado, começaram a dar trabalho para os filmes nos cinemas – com o público muitas vezes preferindo ficar em casa e acompanhar as tramas de seus programas preferidos nas telinhas (que também não eram mais telinhas assim, graças a TVs de tela plana e gigantes cada vez mais acessíveis aos bolsos dos cinéfilos). Essas tais pioneiras abriram as portas para outras empresas, e logo todo grande estúdio tinha sua própria plataforma de streaming. O que selou o acordo, no entanto, foi a pandemia e o fechamento das salas de cinema por quase um ano. Hoje, final de 2022, as coisas ainda não voltaram cem por cento ao normal.

A situação atual é a seguinte, indiscutivelmente as salas de cinema procuram investir mais do que nunca em grandes espetáculos para arrastar multidões e conseguir pagar as contas. É filme entretenimento e blockbuster para tudo o que é lado. Grandes autores e artistas que almejam trabalhar em obras mais pessoais e intimistas encontraram um novo espaço para tal: a TV. Até mesmo lendas vivas como Martin Scorsese e os irmãos Coen já aderiram à moda do momento. Essa nova era viu nascer um filão, no qual investe a cada ano com mais vigor: as adaptações de filmes famosos ou cult para as telinhas na forma de seriados. Westworld, cancelada recentemente, que o diga. Pensando nisso, trazemos nesta matéria nada menos do que mais de 17 programas baseados em filmes de sucesso (ou cult) que chegaram às telinhas somente neste ano de 2022. Confira.

O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder

Começamos com a série mais popular de 2022, que é também a série mais cara de todos os tempos. Produção da Amazon Prime Video, o seriado funciona como prequel, uma pré-sequência à querida trilogia de Peter Jackson dos anos 2000, baseada nos clássicos absolutos do escritor J.R.R. Tolkien. A nova narrativa precede até mesmo o retratado na trilogia O Hobbit.

Entrevista com o Vampiro

Tendo estreado no início de outubro, esta é uma das séries mais recentes da lista, produção do canal AMC, o mesmo do fenômeno The Walking Dead. A trama faz parte das crônicas vampirescas da autora Anne Rice, falecida recentemente em dezembro de 2021. Como todo bom cinéfilo deve lembrar, a história já havia sido adaptada ao cinema pela Warner, no sucesso Entrevista com o Vampiro (1994), estrelado por Tom Cruise e que serviu para revelar Brad Pitt.

Uma Equipe Muito Especial

Outra produção original da Amazon Prime Video, essa é uma pedida para os fãs do esporte baseball, e também os fãs de história. Com uma pegada totalmente girl power, o programa narra os acontecimentos reais envolvendo a criação da liga de baseball feminino nos EUA, quando os homens foram para guerra, e suas mulheres entraram em campo. Antes da série, Uma Equipe Muito Especial foi um filme, que está completando 30 anos de estreia em 2022 – e teve gente como Geena Davis, Tom Hanks e Madonna protagonizando.

O Poder e a Lei

Sempre me perguntei por que um dos filmes mais interessantes da carreira do astro Matthew McConaughey, e que foi responsável pelo seu ressurgimento em novos trabalhos de qualidade ainda em 2011, nunca havia rendido uma continuação – afinal é parte de uma série de livros do autor Michael Connelly sobre um advogado malandro. Bem, onze anos depois do filme, a Netflix viu potencial e resolveu investir novamente no personagem Mick Haller, em uma série de TV que fez sucesso e já promete a segunda temporada. Quem protagoniza agora é Manuel Garcia-Rulfo – infelizmente sem qualquer envolvimento de McConaughey.

Gigolô Americano

Agora voltamos ainda mais no tempo, para testar o conhecimento dos cinéfilos. Ao contrário de alguns itens na lista até o momento, a ideia para essa história não saiu de um livro e sim do roteiro original do veterano Paul Schrader (escritor de Taxi Driver), que também dirige o filme de 1980. Protagonizado por Richard Gere no papel de um gigolô injustamente acusado de um crime, o filme foi um dos grandes sucessos da Paramount naquele ano e está completando 42 anos. Sendo assim, como forma de impulsionar seu novo serviço de streaming, a Paramount+ resolve recauchutar seu clássico para os novos tempos, com criação de David Hollander (Ray Donovan) e protagonizado por Jon Bernthal.

O Homem que Caiu na Terra

Agora o desafio aumenta, com uma produção ainda mais cult, que poucos devem conhecer por ser ainda mais antiga. Baseado no livro de ficção científica, de Walter Tevis, sobre um alien vindo para a Terra disfarçado de humano para salvar seu planeta, um filme foi produzido ainda em 1976 com direção de Nicolas Roeg. Quem comprou a ideia foi o camaleão David Bowie, que protagonizou o cult. Há 35 anos, em 1987, um filme para a TV foi lançado, e este ano o canal Showtime voltou a investir na ideia com uma produção luxuosa, protagonizada por Chiwetel Ejiofor e Naomie Harris.

Irma Vep

Seguindo pelo terreno das produções cult, temos uma minissérie da HBO Max estrelada pela vencedora do Oscar Alicia Vikander. Ela interpreta uma atriz americana desiludida com sua carreira e vida pessoal, que aceita o convite de ir filmar na França uma nova versão do clássico mudo do cinema do país, Os Vampiros (1915), de Louis Feuillade. Acontece que a história já havia sido levada às telonas em 1996 numa produção cult francesa, escrita e dirigida pelo mesmo Olivier Assayas – que agora a adapta na forma de uma minissérie.

Let the Right One In

O canal Showtime é um dos que mais tem investido em seriados que usam títulos famosos ou cult pré-estabelecidos anteriormente. Depois de O Homem que Caiu na Terra, a empresa aposta em outra história fantástica para obter um novo sucesso em mãos, esse baseado no livro de vampiros do autor sueco John Ajvide Lindqvist, que fala sobre a amizade de um menino solitário e sua nova vizinha, uma menina misteriosa. A primeira adaptação para as telas foi no cinema, em 2008, na produção sueca Deixa Ela Entrar. Dois anos depois chegava a versão americana Deixe-me Entrar. Agora, na forma de uma série, o programa estreou no início de outubro.

Academia de Vampiros

Ainda falando sobre os sanguessuga noturnos, passando de um programa assustador e dramático para uma aventura cômica juvenil. Esse aqui também baseado num livro, mas uma obra adolescente da escritora Richelle Mead. A primeira investida ocorreu num filme para o cinema em 2014, época de boom para esse tipo de literatura no cinema. O longa flopou, sendo lançado direto em vídeo no Brasil. Agora, oito anos depois, o streaming Peacock tenta de novo com uma série de TV que estrou em setembro.

A Mulher do Viajante do Tempo

Saímos do tema dos vampiros, mas seguimos na fantasia com uma trama que envolve viagem no tempo. Com produção da HBO Max, a série estrelada por Rose Leslie e Theo James é baseada no livro da autora Audrey Niffenegger, sobre um casal apaixonado que tem dificuldade de ficar junto devido ao estranho e incontrolável dom que Henry (James) possui de “cair por aí no tempo/espaço”. Os mais atentos lembram da primeira adaptação nas telonas em 2009, no filme chamado Te Amarei para Sempre (no Brasil), com Rachel McAdams e Eric Bana.

Julia

Aqui damos uma “leve trapaceada”. A ideia é seguir pelas séries da HBO Max ligadas a filmes de 2009. Acontece que Julie & Julia é escrito e dirigido pela saudosa Nora Ephron, falecida há dez anos, e usa como base não um, mas dois livros: ‘Julie & Julia’, de Julie Powell, e ‘My Life in France’, de Julia Child. O filme aborda parte da vida da apresentadora de um programa culinário muito famoso nos EUA, e tem como protagonistas Meryl Streep e Amy Adams. A ligação com a série da HBO Max é que o programa relata a vida da mesma apresentadora Julia Child, agora vivida por Sarah Lancashire.

Pacificador

Agora mudamos de gênero para um que é grande preferência mundial: as adaptações de super-heróis de quadrinhos. A coisa fica ainda melhor quando os personagens são da Marvel ou da rival DC. É nesta segunda editora que iremos nos concentrar aqui, mas ainda em uma produção da HBO Max. Vivido pelo grandalhão John Cena, o “Capitão América” incorreto e sem noção apareceu pela primeira vez nas telas no blockbuster para o cinema O Esquadrão Suicida (2021), escrito e dirigido por James Gunn. O sucesso do personagem foi tanto que logo no ano seguindo, Gunn e Cena trataram de dar um programa próprio para o sujeito, que já engatilhou a segunda temporada.

Andor

Saindo da casa dos personagens da DC, para a casa dos personagens da Marvel, a Disney+, iremos falar na verdade de outro universo adquirido pela casa do Mickey, o universo de Star Wars. A mais recente investida da plataforma em um programa da LucasFilm, o quarto até o momento (e contanto), é Andor. Os nerds aficionados pela criação de George Lucas sabem muito bem que o seriado é um spin-off (derivado) de Rogue One (2016), um filme que por si só era uma pré-sequência que se encaixava entre os filmes A Vingança dos Sith (2005) e Uma Nova Esperança (1977). Andor, por outro lado, se passa antes de Rogue One e foca no personagem título de Diego Luna.

Obi-Wan Kenobi

É fácil dizer que todas as séries de Star Wars na Disney+ são baseadas nos filmes de Star Wars. Isso é óbvio. Mas o que fazemos aqui é situar os espectadores exatamente onde tais programas se encaixam. E este ano tivemos dois lançamentos no universo criado por George Lucas, o citado Andor que é derivado de Rogue One; e esta minissérie que trouxe Ewan McGregor novamente no papel do mestre Jedi Obi-Wan Kenobi. O programa serviu para dar prestígio e levantar o interesse dos fãs na chamada trilogia prequel (1999-2005), quase um insulto na maioria dos círculos. McGregor viveu o Jedi nestes três filmes, e a série agora serve como a continuação de A Vingança dos Sith (2005), assim como Andor se encaixando entre os episódios 3 e 4.

Reacher

Voltando para a Amazon Prime Video, o estúdio soprou nova vida para a franquia Jack Ryan, sobre o agente criado nos livros de Tom Clancy. Sucesso atingido, a Amazon resolveu fazer o mesmo com um personagem similar, criado nos livros de outro autor, Lee Child. A diferença é que Jack Reacher teve as formas do mega astro Tom Cruise no filme homônimo de 2012, que teve uma sequência em 2016. Apesar de certo sucesso, ficaram muito aquém do que se espera de um blockbuster de Cruise. Assim, vendo potencial numa dimensão menor, a Amazon investiu pesado e levou o personagem para a telinha, nas formas do grandalhão Alan Ritchson. Deu muito certo.

Resident Evil

A franquia Resident Evil anda mal das pernas, infelizmente. Nascida nos videogames, a história sobre um vírus zumbi que domina uma cidade virou um enorme sucesso e um grande favorito dos fãs. Em 2002, há exatos 20 anos, a trama migrava para o cinema, num filme com Milla Jovovich e Michelle Rodriguez. Os fãs chiaram pela falta de fidelidade com o game, mas os espectadores casuais compraram a ideia. Os fãs hardcore, no entanto, não esperavam por esperar. Tal franquia rendeu nada menos do que outros cinco filmes, todos estrelados por Jovovich. Mas ano passado, um reboot mais fiel aos games com clima de terror não apenas morreu na praia, como tomou um tsunami na cara de tão ruim que ficou. A Netflix achou que tinha encontrado ouro, mas tampouco obteve qualquer apreço pela série lançada este ano.

The Offer

Finalizando a matéria, trapaceamos mais um pouquinho. Acontece que esta minissérie da Paramount+ não é baseada em nenhum filme. Bem, na verdade fala sobre os bastidores de um filme. Mas não um filme qualquer, e sim um que é considerado o melhor filme de todos os tempos por grande parte dos fãs: O Poderoso Chefão (1972), um ícone do cinema de máfia. Como não falar sobre ele, certo? O interesse é imediato, pois The Offer mostra ao público a epopeia do estúdio e dos produtores para levar o livro de Mario Puzzo às telonas. Imperdível para qualquer cinéfilo que se preze.

‘Adão Negro’ | Isabela Merced, Kathryn Newton, Leslie Grace e as Atrizes que QUASE estiveram no sucesso da DC

Como anunciado pelo astro Dwayne ‘The Rock’ Johnson, a “hierarquia de poder” realmente mudou. Mas não apenas dentre os personagens do universo DC nas telonas, e sim dentre os filmes mais bem-sucedidos nas bilheterias no ano de 2022. Tendo estreado entre os dias 19 e 21 de outubro em diversos países pelo mundo, como EUA, Brasil e Europa, Adão Negro está há menos de 3 semanas em cartaz nos cinemas, mas foi o suficiente para se tornar o 11º filme mais lucrativo de 2022. Graças ao carinho dos fãs, como não cansa de proferir o astro e intérprete do personagem título. É seguro dizer que o blockbuster ainda tem uma longa trajetória de sucesso e em breve seus números devem subir, com a promessa de desbancar alguns dos populares filmes do início do ano, como Uncharted – Fora do MapaSonic 2 e Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore.

Esse sucesso junto ao público indiscutivelmente abriu caminho para mais inserções do personagem anti-herói no cinema, quem sabe o juntando em um único filme com heróis emblemáticos como Shazam e o Superman. Tudo o que precisou foi 15 anos de desenvolvimento. Isso mesmo, Adão Negro havia recebido sinal verde em 2007 e ficou todo esse tempo passando pelas mais variadas formas, até finalmente se tornar o filme que temos hoje nos cinemas. Com um orçamento de US$195 milhões, o filme arrecadou US$319.6 milhões mundiais nestas primeiras duas semanas e tem fome de “poder”, almejando escalar ainda mais. Neste período de 15 anos muita coisa aconteceu, mas uma certeza era imutável: Dwayne Johnson seria o personagem no cinema! Por outro lado, praticamente todos os outros personagens teriam caras diferentes das que terminaram recebendo.

Pensando nisso, trazemos aqui nesta nova matéria as ATRIZES que quase contracenaram com The Rock e fizeram parte de Adão Negro. Confira.

Leslie Grace

Por falar em filmes de super-heróis da DC cancelados, ninguém conhece este tópico tão de perto atualmente quanto a jovem promissora Leslie Grace. A atriz de 27 anos era mais conhecida por sua carreira como cantora, até conseguir o papel de Nina, na versão para o cinema da peça da Broadway, Em um Bairro de Nova York, em 2021. A peça de Lin-Manuel Miranda, é claro, exigia talento para cantar, assim Leslie Grace se mostrou a escolha perfeita. Foi justamente pelo sucesso em tal musical que ela logo em seguida descolaria o papel como Barbara Gordon, protagonista no filme solo da Batgirl. Depois de indecisões sobre o lançamento do filme no cinema ou no streaming da HBO Max, a obra por fim terminou engavetada depois de pronta, o que mexeu de forma pessoal com todos os envolvidos, incluindo e talvez principalmente a protagonista Grace. Antes de viver a parceria de Batman, no entanto, Grace foi considerada para o papel de Cyclone, a heroína de Adão Negro, que terminou nas formas da bela Quintessa Swindell.

Kathryn Newton

Quando os realizadores estão no processo de escolha de um ator para um papel, em geral eles se preocupam com a faixa etária e se determinado artista se encaixa nas especificações físicas. Isso, é claro, depende muito do que procuram para um personagem. Muitas vezes a raça de um ator ou atriz pode não ser muito relevante para um papel. É o que podemos pensar sobre a escolha de Cyclone, álter-ego heroico de Maxine Hunkel, que nos quadrinhos é uma personagem caucasiana e ruiva. E talvez seguindo essa versão Kathryn Newton, de 25 anos, mais conhecida pelo papel protagonista no “terrir” Freaky – No Corpo de um Assassino (2020), era considerada para o papel. Newton não ficou com a personagem, mas logo em seguida abocanhou o papel de Cassie Lang em Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, da rival Marvel, a ser lançado no início de 2023. Fora isso, também está confirmada nos dois vindouros filmes dos Vingadores, a partir de 2025. Uma curiosidade é que Newton tem a mesma idade e nasceu no mesmo dia de Quintessa Swindell, atriz que ficou com o papel em Adão Negro.

Eiza González

Por falar em Gavião Negro, ou simplesmente Hawkman no original (“Homem Gavião”), a certa altura do roteiro de Adão Negro, mais uma personagem clássica daria as caras. Trata-se da Mulher-Gavião, uma guerreira da mesma raça do herói, que o substituiu em algumas ocasiões ao longo da criação dos personagens – como, por exemplo, na série animada da Liga da Justiça nos anos 2000. Não sabemos se em alguma versão do roteiro a prioridade era para a Mulher-Gavião tomar o lugar, ou se os dois apareceriam juntos em tela. O que sabemos é que a intérprete da personagem tinha uma favorita nas formas da mexicana Eiza González, atriz que coleciona filmes de ação de sucesso, vide Em Ritmo de Fuga, Alita – Anjo de Combate, Hobbs & Shaw, Bloodshot, Godzilla vs. Kong e o recente Ambulância – Um Dia de Crime. Infelizmente, a personagem terminou cortada do roteiro final.

Nazanin Boniadi

Outra atriz que está vivendo o melhor momento de sua carreira, a iraniana Nazanin Boniadi já esteve em filmes como Atentado ao Hotel Taj Mahal (2018) e O Escândalo (2019), e séries como Homeland (2013). Atualmente, no entanto, tirou a sorte grande ao descolar o papel de Bronwyn na série da Amazon Prime Video, O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder, simplesmente o programa televisivo mais caro de todos os tempos. Boniadi, no entanto, estaria ainda mais popular, já que inicialmente havia sido contratada também para o papel da rebelde Adrianna Tomaz em Adão Negro. Por alguma razão, a iraniana terminou substituída no papel pela americana filha de pais iranianos, Sarah Shahi, estrela de Alvo Duplo (2013) – no qual viveu a filha de Sylvester Stallone – e da série erótica da Netflix, Sex / Life (2021).

Isabela Merced

A menina Isabela Merced não é estranha a superproduções de sucesso. A americana de mãe peruana, tem 21 anos, e já esteve em filmes como Transformers: O Último Cavaleiro, Sicário: Dia do Soldado, De Repente uma Família, Dora e a Cidade Perdida, Justiça em Família, O Pai da Noiva e o recente Rosalina. Ela também tem uma carreira como cantora e mudou o sobrenome, de Moner para Merced para homenagear a avó. Isabela foi uma das finalistas para o papel da heroína Cyclone, que terminou nas mãos de Quintessa Swindell. Mas tem heróis e heroínas para todo mundo e a atriz não precisa se preocupar. Logo em seguida, Merced descolou uma vaga como Anya Corazon, a Spidergirl do vindouro blockbuster da Sony / Marvel, Madame Teia, a ser lançado em 2024.

Alexandra Shipp

Fechando a lista das atrizes que quase estiveram no arrasa-quarteirão Adão Negro, temos agora Alexandra Shipp, jovem de 31 anos que também não é estranha aos cinéfilos e amantes do cinema. Um de seus primeiros destaques foi no telefilme do canal Lifetime sobre a saudosa cantora Aaliyah, onde viveu a protagonista em A Princesa do R&B (2014). Depois disso fez o drama elogiado Straight Outta Compton (2015), as comédias teen Com Amor Simon (2018) e Dude – A Vida é Assim (2018), os terrir As Garotas da Tragédia (2017) e Asking for It (2021), e recentemente esteve no indicado ao Oscar Tick Tick Boom (2021), musical que marcou a estreia na direção de Lin-Manuel Miranda. Mas como todos sabem também, Shipp conseguiu o papel da mutante da Marvel, Tempestade, em 2016 no filme X-Men: Apocalypse, quando a propriedade ainda estava de posse da 20th Century Fox. Ela reprisaria o papel em 2019, em X-Men: Fênix Negra. Uma pena que tais filmes são dois dos mais odiados da franquia dos mutantes, o que terminou por ofuscar o brilho da atriz promissora no papel (que deve ser reescalado agora nas mãos da Marvel). Shipp foi uma das atrizes cogitadas para o papel de Cyclone, talvez pela similaridade da personagem com sua contraparte na Marvel, a citada Tempestade. Aliás, é dito que os heróis apresentados em Adão Negro soam demasiadamente parecidos com os da Marvel. Mas isso é assim mesmo, as duas editoras “rivais” são conhecidas por suas contrapartes no acervo de heróis e vilões.

 

Em menos de 2 semanas, ‘Pantera Negra 2’ já arrecadou mais de MEIO BILHÃO mundialmente

Em menos de duas semanas, a sequência ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.

Apesar de ter sofrido uma queda de -63% nos EUA, o longa da Marvel acrescenta US$ 67.3 milhões ao seu monte. Para termos de comparação, ‘Pantera Negra 2‘ arrecadou mais em sua segunda semana no país do que a estreia doméstica de ‘Adão Negro‘ (US$67M).

Ao total, a produção já arrecadou US$ 288 milhões no território norte-americano. Internacionalmente, foram US$ 258.3 milhões – incluindo Reino Unido (US$27.1M), México (US$22.8M), França (US$21.6M), Brasil (US$14.2M) e Coreia (US$14M).

Com incríveis US$ 546.3 milhões arrecadados mundialmente, o longa já se tornou a 7ª maior bilheteria global do ano.

Enola Holmes | 5 histórias que queremos ver nos filmes futuros

Nos últimos dias, a Netflix nos presenteou com o ótimo Enola Holmes 2, sequência do filme lançado em 2020 e, agora, uma franquia estabelecida pela plataforma de streaming.

Estrelada por Millie Bobby Brown, a saga acompanha a irmã mais nova de Sherlock Holmes que também tem habilidades incríveis de investigação e se lança nas ruas de Londres para resolver mistérios e crimes instigantes. E, para aqueles que não sabiam, ambos os filmes são baseados na série de romances jovem-adultos de Nancy Springer, que inclusive foi bastante elogiada por homenagear e expandir o universo criado por Sir Arthur Conan Doyle.

Considerando o grande sucesso que ambos os longas vêm fazendo, é bem provável que a franquia ganhe mais capítulos – e, pensando nisso, montamos uma breve lista com 5 histórias que gostaríamos de ver.

Confira

“O CASO DA SENHORITA CANHOTA”

Enola está sendo caçada pelo detetive mais famoso do mundo ― seu próprio irmão. Mas, enquanto se esconde na maior e mais suja cidade do mundo, ela descobre desenhos a carvão ousados e brilhantes em um esconderijo e se sente a alma gêmea da garota que os desenhou.

A dona dos desenhos, Lady Cecily, desapareceu sem deixar vestígios. Então, enfrentando as ruas escuras e perigosas de Londres, Enola deve desvendar as pistas para encontrar a senhorita canhota. E, para salvá-la de um vilão poderoso, arrisca revelar mais do que deveria.

Será Enola capaz de manter sua identidade em segredo e encontrar Lady Cecily, ou aquilo que ela está tentando salvar ― sua liberdade ― pode ser perdida para sempre? A garota esperta e independente será traída pelo próprio coração solitário?

O CASO DOS BUQUÊS BIZARROS

Todos sabem que o braço direito de Sherlock Holmes é o Dr. Watson – então, quando ele desaparece, é uma terrível surpresa. Até mesmo Sherlock não tem a menor ideia de onde ele possa estar. Enola está intrigada, mas sabe que precisa ter cuidado; ela ainda está se escondendo de seu irmão mais velho, e se envolver nesse caso pode ser algo desastroso.

Mesmo assim, Enola não consegue evitar e começa a investigação; e quando ela encontra aquele buquê bizarro – com todas as flores simbolizando a morte – que foi entregue na residência dos Watson, sabe que precisa agir, e agir depressa. Enola deve usar toda sua esperteza para vencer esse vilão sinistro e desconhecido – e seu irmão famoso, que está chegando cada vez mais perto de encontrá-la – antes que as coisas se tornem mortais para o Dr. Watson. Poderá Enola resolver o mistério dos buquês bizarros e salvar a vida do Dr. Watson – e ainda ficar um passo a frente de Sherlock Holmes?

O CASO DO ESTRANHO LEQUE ROSA

Enola não gosta de apressar um cliente ou um caso. Mas quando ela encontra uma jovem conhecida segurando um leque rosa, ela é obrigada a atuar imediatamente – pois a garota é sua velha amiga, Srta. Cecily, e os sinais são de que ela está correndo um perigo terrível! Não há tempo a perder. Mas qual é o problema, exatamente? E como Enola poderá ajudá-la? Depois de seguir tantas pistas que não levaram a lugar nenhum, Enola enfim descobre que a jovem senhorita está sendo mantida prisioneira em um orfanato escondido, e que se não for resgatada, será forçada a um triste casamento!

Para complicar ainda mais, Enola vive trombando (literalmente), com Mycroft e Sherlock por toda a Londres. Se Enola, para salvar a Srta. Cecily não juntar forças com seus irmãos, os quais ela luta desesperadamente para despistar, sua liberdade correrá perigo… mas, se ela não pedir a ajuda de Sherlock, será sua velha amiga que estará condenada!

O CASO DA CRINOLINA MISTERIOSA

Para Enola, que tem saudades de sua mãe ausente e continua fugindo de seus irmãos mais velhos, parece ser fundamental em sua vida o fato de que seu nome de trás para frente se soletre Alone, ou seja, sozinha, em inglês. Seus dias em Londres são solitários, e ela conhece pouquíssimas pessoas, com exceção de sua senhoria, Sra. Tupper. Que apesar de quase surda, e péssima cozinheira, é muito afetuosa – na verdade o mais próximo que Enola tem de uma família nestes dias.

Então imagine seu horror quando ela descobre que a Sra. Tupper foi sequestrada? Quem a levou, e por quê? E o que Florence Nightingale tem a ver com isso? Parece que há mais coisas sobre a bondosa Sra. Tupper do que o olho poderia dizer.

O CASO DO ADEUS CIGANO

Enola descobre que a Duquesa Blanchefleur desapareceu. Durante sua ininterrupta procura, se depara com uma cigana que possui um colar muito conhecido. Enquanto isso, Sherlock é chamado até a mansão para averiguar um pacote misterioso. E Mycroft zela pela integridade moral da família Holmes.

Em encontros e desencontros Sherlock e Enola e até mesmo Mycroft continuam se trombando em Londres buscando as mesmas informações: o paradeiro de Eudoria Holmes, a mãe desaparecida há um ano. Enola terá desafios: desvencilhar-se de seu destino; esconder-se de seus irmãos inteligentes; encontrar a Duquesa e lidar com sentimentos desafiadores.

POLÊMICA! Quadrinistra brasileira acusa Netflix de PLÁGIO por ‘1899’; Confira a HQ e compare!

A Netflix lançou em seu catálogo a nova série dos criadores de ‘Dark‘, 1899‘, e está sendo acusada de plágio pela ilustradora e quadrinista brasileira Mary Cagnin.

A série de terror criada por Jantje FriseBaran bo Odar traz várias similaridades com o material da autora brasileira e parece ter sido adaptado até mesmo no visual, com imagens comparativas.

Cagnin expos em suas redes sociais que diversos elementos da série foram plagiados de sua HQ ‘Black Silence‘, publicada em 2016.

Na thread, Cagnin postou imagens que comparam o seu trabalho com o visual da série, que parecem idênticos.

“ESTOU EM CHOQUE. O dia que descobri que a série 1899 é simplesmente IDÊNTICO ao meu quadrinho Black Silence, publicado em 2016.”, ela afirma.

“Estou em choque. Descobri que a série 1899 é simplesmente idêntico ao meu quadrinho Black Silence, publicado em 2016. Está tudo lá: A pirâmide negra. As mortes dentro do navio/nave. A tripulação multinacional. As coisas aparentemente estranhas e sem explicação. Os símbolos nos olhos e quando eles aparecem. As escritas em códigos. As vozes chamando por eles. Detalhes sutis da trama, como dramas pessoais dos personagens, incluindo as mortes misteriosas.”

 

“Tive a oportunidade que muitos quadrinistas nunca tiveram: de poder mostrar meu trabalho para o público internacional. Gente. Eu dei palestras. Falei sobre o plot. Apresentei para pessoas influentes da área. O negócio é sério. Obviamente, Black Silence é uma obra curta, quase um conto. É muito fácil, em 12h de projeção da série, diluir todas essas “referências”, mas a essência do que eu criei está lá.”, AFIRMOU.

Cagnin ainda deixou sua HQ para que as pessoas pudessem ver e comparar o material criado por ela com o da série:

“Galera, por favor, quem já assistiu a série e leu meu quadrinho e puder me ajudar com a coleta de similaridades, me ajudaria muito. Posteriormente, vou pedir a ajuda de vocês para que esse assunto chegue à mídia. A gente não pode achar que só porque somos brasileiros devemos aceitar esse tipo de menosprezo e indiferença. Temos inúmeros casos de gringos copiando a gente, em filmes, séries e músicas. Como o caso do filme “As aventuras de Pi” que foi copiado de um livro brasileiro.”, afirmou. 

A Netflix não comentou sobre o assunto, que deve ganhar maior repercussão nos próximos dias.

A história da série gira em torno das circunstâncias misteriosas da viagem de um navio de imigrantes da Europa para Nova York. Os passageiros, todos com experiências e nacionalidades diferentes, são unidos pelas esperanças e pelos sonhos de um novo século e um futuro em outro país. Quando descobrem um segundo navio vagando no mar aberto que havia desaparecido meses atrás, a jornada toma um rumo inesperado. O que eles encontram a bordo vai transformar a passagem à terra prometida em um pesadelo mortal, conectando cada um deles a uma teia de segredos.

NOSTALGIA! Comédias Adolescentes que marcaram a Adolescência de quem tem 40 e poucos anos

Só quem viveu os famigerados anos 80, sabe a época inesquecível que foi. Sim, foi uma década politicamente incorreta, mas foi também o surgimento de muitos conceitos que mudariam para sempre a cultura popular e a forma como nos relacionamos com o entretenimento e o cinema. Foi nos anos 1980, por exemplo, a consolidação dos chamados blockbusters, ou seja, o auge do cinema entretenimento, de filmes que surgiam nos cinemas e se tornavam maiores que a vida, fazendo parte do nosso dia a dia. Filmes estes comentados e queridos até hoje – como De Volta para o FuturoOs Caça-FantasmasIndiana JonesTop GunKaratê Kid e muitos outros. Foi também a época do surgimento das videolocadoras, lojas que os mais novos talvez tenham ouvido falar. Esses locais que serviam para o aluguel físico de filmes para serem assistidos em casa, sem dúvida contribuíram para a popularidade não apenas dos filmes citados que se tornaram eternos, mas também para a sobrevida de outras produções que haviam passado em branco durante sua estadia nas telonas.

Outro elemento que ajudou muito esta proximidade dos filmes com seu público foram as exibições nos canais de TV. Todo país teve algum canal, ou canais, abertos a todo o público que serviu para introduzir as mais variadas produções cinematográficas a toda uma geração. No Brasil, os principais cicerones foram a Globo e o SBT, que fizeram a alegria de muitas crianças, adolescentes e adultos. Os cinemas e as locadoras podiam não ser acessíveis para todos, mas através das exibições na televisão, qualquer um podia conhecer grandes sucessos da sétima arte e se apaixonar. Pensando nisso, resolvemos homenagear esta época tão especial, lembrando de um programa especializado em exibir filmes que entraram e nunca mais saíram do imaginário popular, a Sessão da Tarde, na Globo. Aqui, relembraremos com você algumas clássicas comédias adolescentes exibidas por lá, que estão completando 35 anos em 2022. Não é pouca coisa. Confira.

Leia também: Sessão da Tarde Anos 80! Relembre as clássicas comédias adolescentes que completam 35 anos

O Rei da Paquera

Nos anos 80, alguns nomes reinaram absolutos quando falamos de comédias adolescentes. Um deles definitivamente foi o da ruivinha Molly Ringwald, presença marcante, assim como a do diretor John Hughes, e que continua sendo entoado através das gerações mais novas. Não por acaso Ringwald e Hughes colaboraram em alguns projetos que serviram para elevar o nome de ambos na época. Filmes como Gatinhas e Gatões (1984), Clube dos Cinco (1985) e A Garota de Rosa-Shocking (1986). Assim, no ano seguinte, dando continuidade aos três sucessos citados, Molly Ringwald estrelava este The Pick-Up Artist (algo como o artista da pegação), mas sem a presença de John Hughes (que não teve qualquer envolvimento com esta produção). Lançada pela 20th Century Fox no dia 18 de setembro de 1987, a obra trazia a presença de outro nome adolescente em ascensão na época, um que conseguiu se consolidar depois de muitos altos e baixos, vindo a se tornar o maior astro de Hollywood na atualidade: Robert Dowey Jr. – graças aos filmes da Marvel, onde vive o herói Homem de Ferro.

Enquanto Molly Ringwald era a queridinha do gênero na época, tendo estrelado alguns dos filmes mais marcantes, Downey Jr. ganhava com O Rei da Paquera a chance de protagonizar seu primeiro filme, há exatos 35 anos. O ator já havia participado de alguns filmes de sucesso na época, é claro, como Mulher Note Mil (1985) e De Volta às Aulas (1986), mas sempre em papeis coadjuvantes. Na trama, Downey Jr. interpreta um jovem paquerador profissional, acostumado a destilar suas artimanhas na direção de jovens incautas. Tudo muda na vida do sujeito safado quando ele encontra seu maior desafio nas formas de Molly Ringwald, e se apaixona de verdade pela garota. Acontece que ela vem um de lar conturbado, onde precisar cuidar do pai, e desatar o nó que ele deu ao se envolver com criminosos. O elenco traz ainda Dennis Hopper, Danny Aiello e Harvey Keitel; e tem produção do astro Warren Beatty.

 

Te Pego Lá Fora

Clássico absoluto da Sessão da Tarde, Three O’Clock High no título original (referência ao horário do término das aulas nos colégios americanos) foi lançado no dia 9 de outubro de 1987, com produção da Universal Pictures. O que muitos podem não saber é que também tem produção da Amblin Entertainment, estúdio de um certo Steven Spielberg. Acontece que o diretor mandou remover seu nome dos créditos, deixando apenas o de sua companhia. Isso só havia acontecido antes com um único filme que Spielberg produziu, o faroeste Fandango (1985). Em ambos os casos, Spielberg não gostou do resultado final e quis se desassociar. Acontece que o diretor de Tubarão queria algo mais próximo de Karatê Kid (1984), mas o diretor Phil Joanou resolveu se inspirar nos filmes de Martin Scorsese, em especial Depois de Horas (1985), criando um filme adolescente repleto de suspense e momentos nervosos – sem esquecer o humor também.

Outra forte influência do filme foi o faroeste Matar ou Morrer, clássico de 1952 com Gary Cooper – que não por acaso tem no título original o horário do duelo que irá acontecer entre o protagonista e o vilão, e que move a trama: High Noon, ou meio-dia. Na trama de Te Pego Lá Fora também temos um duelo marcado, mas uma briga depois da escola – algo que todo adolescente pode se identificar, ainda mais os que cresceram nos incorretos anos 80 e 90. Acontece que esta briga não é um acontecimento comum, pois o pacato Jerry Mitchel (Casey Siemaszko) irá enfrentar basicamente um psicopata saído do inferno, na pele de Buddy Revell (Richard Tyson), um grandalhão que parece invencível e imparável, um aluno transferido com sérios problemas sociais, que não gosta de ser tocado (talvez por ter sofrido algum abuso no passado). E o que nosso herói faz logo de cara sem saber desta informação? Isso mesmo, encosta nele!

Cinderela às Avessas

Ao contrário dos demais itens acima nesta lista, este Maid to Order (no título original) não contou com um grande estúdio por trás de seu lançamento. Pelo contrário, o estúdio responsável pela distribuição do filme nos EUA foi o desconhecido New Century Vista Film Company. Assim, no dia 31 de julho de 1987, pronto para encarar a época mais concorrida nas bilheterias norte-americanas – em pleno auge do verão e das férias escolares – chegava este conto de Cinderela bem ao modo dos anos 80. A diretora Amy Holden Jones na época era muito conhecida por ser uma forte porta-voz do feminismo e seus filmes refletiam a causa, mesmo que nem sempre parecesse. Ela foi a responsável pelo slasher O Massacre (Slumber Party Massacre), de 1982, por exemplo, que o estúdio subverteu ao não entender a intenção satírica da cineasta.

Holden Jones escreveu e dirigiu Cinderela às Avessas e seu às na manga era a presença de Ally Sheedy, atriz que era um dos membros do grupo adolescente conhecido como brat pack – de onde saiu também a citada Molly Ringwald. Enquanto a ruivinha era a “namoradinha da América”, Sheedy era a rebelde, a menina alternativa, pegando um pouco de suas personas em Clube dos Cinco (1985). Justamente por isso, Holden Jones acreditava ter um trunfo nas mãos ao pegar a rebelde Sheedy e fazer dela a típica patricinha mimada e privilegiada, cuja maior preocupação na vida é o novo vestido que irá comprar e a nova festa que irá. A trama subverte ao estilo dos anos 80 a história da Cinderela, fazendo o caminho inverso e transformando a princesa em gata borralheira, no caso uma empregada doméstica. Com direito até mesmo à fada madrinha, interpretada por Beverly D’Angelo (da franquia Férias Frustradas). Esse foi mais um filme que fez sucesso na Sessão da Tarde. Quem lembra?

Leia também: 12 Filmes para Conhecer o Brat Pack: Os Astros Mais Quentes dos anos 80

 

Tal Pai, Tal Filho

Outro clássico absoluto da Sessão da Tarde que está completando 35 anos em 2022 é este Like Father Like Son (tradução literal do título em português). Com produção da TriStar Pictures e lançado no dia 2 de outubro de 1987, o filme fez parte de uma tendência muito em voga no fim dos anos 80: as comédias juvenis sobre troca de corpos e troca de idades dos personagens principais. Outros longas que fizeram parte deste “movimento” foram Quero Ser Grande (1988), Um Pedido Especial (1988), Vice-Versa (1988) e Um Sonho Diferente (1989). Podemos dizer que na época, Tal Pai Tal Filho foi o pioneiro deste subgênero que viraria tendência para àquela época. Dirigido por Rod Daniel, o mesmo de O Garoto do Futuro (1985) e K-9: Um Policial Bom pra Cachorro (1989), a trama de Tal Pai Tal Filho é simples, e mostra o que acontece quando um médico cirurgião super responsável troca de lugar com seu filho adolescente relaxado. É claro que no percurso a grande lição é aprender a estar no lugar do outro, o compreendendo mais.

O segredo da produção é que a química entre os atores principais, que é o que faria o filme funcionar ou não. Assim foram escolhidos como protagonistas dois nomes muito badalados dos anos 80. Vivendo o pai, o Dr. Jack Hammond foi escalado o baixinho inglês Dudley Moore – que anos antes havia emplacado em sucessos como Mulher Nota 10 (1979) e Arthur – O Milionário Sedutor (1981), este segundo um sucesso pop que chegou até o Oscar em algumas categorias. Tal Pai Tal Filho se tornaria o novo grande sucesso da carreira de Moore – que andava meio afastado dos holofotes em filmes que não atingiam o esperado. Para o papel do filho, foi trazido o jovem Kirk Cameron, então com 17 anos e estreando em seu primeiro papel no cinema. Cameron era muito conhecido na época e fazia sucesso no seriado Tudo em Família (Growing Pains), que ficou no ar de 1985 a 1992.

Férias Quentíssimas

Finalizando a matéria, este é o item mais desconhecido e que talvez nem todos irão lembrar. Apesar disso, no entanto, é estrelado por um ator que igualmente fazia grande sucesso nos anos 80, quando foi revelado em filmes adolescentes. Trata-se de John Cusack, então um jovem ator que já havia participado de 8 filmes clássicos da época quando protagonizou este Hot Pursuit (no título original). O filme foi lançado no dia 8 de maio de 1987, com distribuição da Paramount Pictures. No filme, Cusack interpreta um jovem completamente apaixonado por sua namorada, uma menina vinda de família rica. A família planeja férias no Caribe, mas o rapaz em cima da hora descobre que não pode ir, já que precisa fazer uma prova de química no colégio. Assim, a moça vai sem ele ao lado dos pais. Nos 45 do segundo tempo, o professor desiste da prova e o sujeito azarado está livre para “voar”, acontece que a decisão foi tarde demais e a amada já zarpou. Agora, o protagonista precisa correr atrás dela, usando todos os meios possíveis e imagináveis dentro de seu alcance, para conseguir desfrutar deste paraíso com seu amor adolescente. Mesmo que antes precise viver um verdadeiro inferno, com direito a sequestradores, criminosos, policiais corruptos e até mesmo piratas – ou seja, tudo que os anos 80 tem direito.

‘Não se Preocupe, Querida’ na HBO Max | As Referências de Filmes que Inspiraram o longa [SPOILERS]

Para além de filmes icônicos e inesquecíveis da sétima arte, Hollywood também guarda um histórico obscuro de produções problemáticas em seus bastidores. Estes conflitos inclusive podem ser tão lendários quanto suas obras cinematográficas em si. Tinha tempo que o público não se deparava com bastidores tão polêmicos que conseguem roubar os holofotes do próprio filme em questão. Mas este ano, com o lançamento do thriller dramático Não se Preocupe, Querida – da Warner e New Line – essa saudade de “barraco” foi suprida.

Você que é cinéfilo mais assíduo deve ter lido tudo a respeito, sendo assim não iremos entrar em detalhes dos ocorridos. Basta dizer que no olho do furacão estava a atriz e diretora do longa Olivia Wilde. Desde desmentidos sobre a possível demissão de Shia LaBeouf, o caso amoroso com seu ator protagonista Harry Styles, o que causou tremendo mal-estar com a atriz principal Florence Pugh resultando em gritaria entre as duas (e Pugh se recusando a promover o filme) até um boato de uma possível cuspida de Styles em Chris Pine, a mídia se esbaldou com cada notícia digna de tabloide que surgia sobre o longa.

Como dito, no entanto, aqui o tópico da matéria é outro. E esta introdução foi feita apenas para contextualizar os bastidores caóticos que a obra teve, incrivelmente resultando num filme interessante e não no desastre de trem esperado. Escrito por Katie Silberman, Não se Preocupe Querida era anunciado como um “terror feminista” e gerava grande expectativa. Ao assistir ao filme, que estreou recentemente na HBO Max, pude notar claras influências que muito provavelmente inspiraram o roteiro de Silberman, algumas inclusive reveladas pela própria Olivia Wilde. O texto a seguir, porém, possui spoilers sobre a revelação do grande mistério do filme, portanto, continue a ler depois de ter assistido, ou continue por sua conta e risco – mas esteja avisado. Confira abaixo.

As Esposas de Stepford (1975) / Mulheres Perfeitas (2004)

O cinéfilo mais aguçado irá logo de cara notar e fazer ligação entre o filme de Wilde, uma ideia original, e o clássico livro de Ira Levin, “The Stepford Wives”. Levin, o mesmo autor de O Bebê de Rosemary, lançou em 1972 o tal livro descrito como um “satírico terror feminista”, onde homens tramavam e numa cidade “perfeita” realizavam procedimentos em suas esposas para transformá-las em “máquinas obedientes” ou modelos da mulher submissa da década de 1950. Um paraíso machista e, claro, um pesadelo para o feminismo, já que em plena década de 1970, a mulher havia conquistado muitos direitos e liberdades. Três anos depois do lançamento do livro, a Columbia Pictures lançava a versão cinematográfica na forma de um filme de terror e toques de ficção científica. Em 2004, o mesmo livro era adaptado pela Paramount e a Dreamworks Pictures, tendo Nicole Kidman como principal chamariz, e totalmente banhado no gênero da comédia satírica e o humor ácido. A primeira associação que todos fazem logo de cara ao assistir Não se Preocupe Querida é com a história de Levin.

O Show de Truman (1998)

Embora uma comparação óbvia, a diretora Olivia Wilde se esquivou de mencionar As Esposas de Stepford como clara inspiração para seu filme. Ao invés disso, ela preferiu criar ligação com O Show de Truman, produção dos anos 90 mais bem sucedida. Essa comparação, no entanto, não é despropositada, já que o filme de Wilde tem sim muito do longa com Jim Carrey – com similaridades fáceis de notar também. Assim como em O Show de Truman, as mulheres de Não se Preocupe Querida vivem num mundo que parece artificialmente criado, onde tudo funciona de maneira perfeita demais para ser verdade. E assim como Truman também, a protagonista de Florence Pugh sente uma tremenda vontade de escapar e descobrir o que existe além da linha do horizonte. Uma vez lá, ela será capaz de descobrir o grande segredo.

A Origem (2010)

O filme de Christopher Nolan foi outro que Olivia Wilde tratou de mencionar quando falou sobre as inspirações para seu filme. E ela é boba? É claro que ela criaria ligações com filmes de sucesso e não obras cult desconhecidas. Mais uma vez, no entanto, não é exagero comparar alguns elementos de ambos os filmes. Aqui a questão que mais sobressai é o sonho, ou pesadelo. A Origem é um filme sobre espiões que trabalham invadindo os sonhos das pessoas e os manipulando, tudo, é claro, assistido do lado de fora através de uma tecnologia futurística. Assim, podemos entender melhor a comparação que a diretora traça com seu filme.

Matrix (1999)

Talvez ainda mais similar com Não se Preocupe, Querida do que A Origem seja o grande sucesso de 1999 das irmãs Wachowski, com Keanu Reeves. Isso porque a ficção científica mostra pessoas presas contra a sua vontade, vivendo uma realidade virtual através de projeções no cérebro. As pessoas na verdade estão em seus casulos, apenas acreditando estarem vivendo no mundo real. No desfecho do filme de Olivia Wilde o mesmo acontece, com mulheres presas a suas realidades cruéis, acreditando estar vivendo suas vidas de forma completa e plena.

A Vila (2004)

A comparação aqui também é um pouco similar com a já feita em O Show de Truman. Assim como o filme de Jim Carrey dos anos 90, esta obra-prima injustiçada de M. Night Shyamalan fala sobre mundos fictícios criados perante os olhos dos personagens e ditos a eles se tratar do mundo real. Ambos são bons exemplos modernos da Alegoria da Caverna, de Platão. É onde se encaixa também Não se Preocupe, Querida. A protagonista de Florence Pugh começa a perceber que existe algo de errado e artificial com a realidade que lhe é apresentada. Mas é impedida pelos que dominam tal redoma de ir além e romper as barreiras.

WandaVision (2021)

A melhor e mais criativa série do Marvel Studios também demonstra alguns laços com o novo filme de Olivia Wilde e Florence Pugh. Na série protagonizada por Elizabeth Olsen igualmente temos uma “fuga da realidade”, um mundo imaginário criado e sustentado por alguém que não aceita lidar com a verdade. Fora isso, em se tratando especificamente da personagem de Wilde em sua ficção dramática, Bunny, foi a perda dos filhos no mundo real que a fez desejar a fuga para um mundo de fantasia onde ela pudesse tê-los, sem precisar encarar a dor da perda. A motivação é similar a da personagem de Olsen tanto na série WandaVision, quanto no blockbuster deste ano Doutor Estranho no Multiverso da Loucura.

Encaixotando Helena (1993)

Tudo bem, talvez eu tenha voltado muito no tempo para um filme cult que as gerações mais novas podem não conhecer muito bem. A verdade é que Encaixotando Helena é um filme polêmico até hoje em dia, o que dirá em sua época de lançamento. A controvérsia em torno da história baseada num livro, trouxe o fracasso do filme da diretora Jennifer Lynch, filha do cineasta David Lynch, que foi acusada de obra machista e um pesadelo para as mulheres. O lance é que a obra serve como um filme de terror praticamente e mostra um sujeito monstruoso, obcecado por uma mulher com quem teve uma relação no passado. Após o fim do relacionamento, o protagonista, que calha de ser um brilhante cirurgião plástico, sequestra a tal Helena do título (papel de Sherilyn Fenn, da série Twin Peaks) e pratica nela uma cirurgia lhe arrancando as duas pernas para que não possa fugir de seus domínios. Crueldade é pouco, nesta história de Frankenstein reverso. Esta sinopse, no entanto, traça alguns paralelos com o filme de Olivia Wilde, sobre uma mulher presa num cativeiro e obrigada a uma realidade contra a sua vontade apenas para agradar os desejos de um sujeito monstruoso.

Midsommar – O Mal Não Espera a Noite (2019)

É dito que Olivia Wilde iria protagonizar Não se Preocupe, Querida, mas desistiu da ideia após assistir a Midsommar e à performance arrebatadora da protagonista Florence Pugh. Assim, Wilde pulou para o papel de Bunny, e buscou Pugh para viver a protagonista Alice. Além de servir de inspiração para a escalação de Pugh no filme, Midsommar fala sobre um casal problemático, se deparando com um novo mundo perturbador. Assim como os personagens de Harry Styles e Pugh no filme, percebemos que o homem da relação toma as piores decisões possíveis, sempre pensando em si próprio, até que suas ações finalmente se voltam contra ele numa vingança feminista. Em ambas as produções, o protagonista recebe exatamente o que merece por ter arrastado sua companheira para o pior lugar do mundo.

Alice no País das Maravilhas (1951)

Não é por acaso que a protagonista de Florence Pugh se chama Alice em Não se Preocupe, Querida. E não é por acaso que ambas as personagens sejam loirinhas angelicais. Assim como no conto de Lewis Carroll e na animação clássica da Disney, a protagonista foge de sua realidade e para isso desce no “buraco de coelho” para um mundo de fantasia, onde tudo parece ser perfeito – e também uma viagem alucinógena. Ambas sabem também, no entanto, que não podem permanecer para sempre na fantasia e precisarão voltar para o mundo real. Alice no País das Maravilhas por possuir tais metáforas é citado constantemente em filmes que utilizam a temática da realidade versus a fantasia, como Matrix, por exemplo.

10 Filmes que te fazem olhar para o relógio a todo instante

Não adianta, tem filmes que não conseguimos nos conectar, que nos levam ao tédio nos seus inacabáveis minutos! Pode ser por uma enorme reunião de clichês, por falta de desenvolvimento de personagens ou mesmo a falta de criatividade ao criar uma narrativa. Pensando nisso, reunimos abaixo algumas produções (na opinião desse que escreve) que se encaixam nesse cenário.

Obs: Você também já assistiu a um filme e teve essa mesma sensação? Desabafe em nossa caixa de comentários!

 

Esquadrão 6

Na trama, que começa de maneira frenética, conhecemos Um (Ryan Reynolds), um bilionário que após viver de perto horrores contra inocentes, resolve ‘se matar’ de mentirinha e passar a viver escondido em lugares onde nunca fora visto. Além disso, começa um projeto de comandar uma equipe de pessoas sozinhas no mundo mas habilidosas em suas áreas que vão ajuda-lo a combater as mentes do mal pelo planeta. Cada um deles é conhecido por um número. Numa reunião de idas e vindas via flashbacks durante a ação principal, vamos conhecendo alguns recrutamentos e um pouco mais da história de toda a equipe.

 

Xtremo

A lenda dos samurais espanhóis. Dirigido pelo cineasta espanhol Daniel Benmayor, em seu quarto longa-metragem, Xtremo é uma mistura entre drama e ação com muitas cenas violentas que partem do princípio da vingança (quase um clichê quando pensamos em motivos) para justificar toda a matança e necessidade de poder dentro de furados códigos de éticas dos habilidosos matadores que aparecem ao longo das cansativas quase duas horas de duração. A pretensão de embarcar em uma profundidade dentro do drama instaurada é o furo no barco desse que projeto que tem coreografias que lembram alguns filmes asiáticos das últimas décadas.

 

Arizona

Na trama, conhecemos Cassie (Rosemarie DeWitt), uma mulher de meia idade, mãe, divorciada, que mantém uma boa relação com o ex-marido. Ela está falida e prestes a perder sua casa. Seu dia a dia é uma batalha, já que trabalha no mercado imobiliário exatamente na época de uma das maiores crises norte americanas no setor. Certo dia, após chegar para trabalhar, acaba presenciando o assassinato de seu chefe pelo desregulado Sonny (Danny McBride) que estava insatisfeito com a maneira como fora lhe passado as informações de sua atual casa e os prejuízos da mesma. Assim, Cassie e Sonny travam uma batalha sangrenta, a primeira buscando sobreviver nas mãos desse maluco e o segundo, bem o segundo não conseguimos entender as maluquices e objetivos desse personagem.

 

The Square

Quando nem tudo sai como planejado. Depois do ótimo Força Maior, o cineasta e roteirista sueco Ruben Östlund volta às telonas com um filme que busca colocar em evidência, para debates e argumentos, o papel de cada um de nós na sociedade em que vivemos. Ao longo dos 142 minutos de projeção, vemos a narrativa da trama por meio de peça de curta duração, uma espécie de séries de esquetes, método que se desmancha em bons e sonolentos momentos.

 

Temporada de Caça

Na trama, acompanhamos o aposentado general Benjamin ford (Robert de Niro), um homem ranzinza e que vive solitário em uma cabana longe dos agitos das metrópoles. Distante da família, certo dia resolve aceitar a ajuda do desconhecido Emil Kovac (John Travolta), um homem amargurado por um passado sangrento na guerra da Bósnia e que vai para os Estados Unidos em busca de vingança. Ao pior estilo gato e rato, ambos travam uma batalha de vida e morte com tentativas frustradas de terror psicológico.

 

Um Belo Domingo

Na trama, conhecemos o tímido/introspectivo/traumatizado professor Baptiste Cambière (Pierre Rochefort), um homem que esconde de todos seu passado. Certo dia, oferece uma carona para um de seus alunos e depois de uma conversa com o pai do menino, acaba parando em uma praia paradisíaca e conhece Sandra (Louise Bourgoin), a mãe do menino. Sandra, se encontra em uma situação financeira difícil e por isso, o professor resolve ajudá-la mesmo tendo que enfrentar seu passado novamente.

 

50 Tons de Cinza

Na trama, conhecemos a bela e tímida Anastasia Steele (Dakota Johnson), uma jovem que após ir para uma entrevista no lugar de uma amiga, acaba conhecendo o misterioso empresário Christian Grey (Jamie Dornan). Logo de cara, os dois futuros pombinhos se atraem e logo começam a embarcar em uma relação peculiar, com contratos e pedidos exclusivos, tudo por conta de um segredo que Grey esconde em um quarto secreto dentro de sua casa. Lendo essa sinopse parece até um filme de mistério, né? Mas na verdade, 50 Tons de Cinza em vez de provocar acaba gerando uma outra coisa: sono.

 

A Garota do Trem

Na trama, conhecemos Rachel (Emily Blunt) que tenta seguir em frente em sua vida mesmo tendo um vício constante por álcool e ter sida abandonada pelo ex-marido. Assim, escondendo da amiga que divide apartamento que perdeu seu emprego, passa seus dias andando de um lado para o outro de trem desenhando e criando em sua imaginação histórias para seus reais personagens. Até que certo dia acaba se envolvendo como testemunha de um terrível crime que aconteceu, por grande coincidência no bairro onde seu ex-marido mora com a nova esposa e o filho recém-nascido.

 

O Poder e o Impossível

As dores e o poder do impossível. Com uma história super corrida, onde tudo acontece com uma ansiedade danada, chegou aos cinemas anos atrás, o projeto baseado em fatos reais O Poder e o Impossível. Dirigido pelo cineasta Scott Waugh e com Josh Hartnett e Mira Sorvino no elenco, o projeto parece uma propaganda motivacional, um livro de auto ajuda sobre um ex-atleta com problemas graves com drogas que vai para o alto de uma montanha, com o tempo fechando, praticar snowboard terapêutico.

 

The Catcher Was a Spy

Todo filmado em White Plains (Nova Iorque), The Catcher Was a Spy nos apresenta Moe Berg (Paul Rudd) um famoso jogador de baseball da MLB (liga norte americana profissional), fluente em muitas línguas, que acaba indo trabalhar como uma espécie de agente secreto de uma agência norte americana participando de uma missão importante.

‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’ | Conheça Namor, príncipe submarino e rival de Wakanda na sequência

Um dos grandes destaques de Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, que está em exibição nos cinemas, é o anti-herói Namor, o primeiro personagem da história da Marvel. Nesta matéria, vamos falar um pouco mais sobre sua origem nos quadrinhos e também sobre sua versão cinematográfica, mas fique em paz, haverá um aviso de spoiler antes de haver alguma revelação sobre a trama, ok?

Criado pelo lendário cartunista Bill Everett, Namor foi criado para ser personagem da Motion Picture Funnies Weekly, uma história em quadrinhos proposta por uma empresa de empacotadoras que seria distribuída como brinde para as crianças nas saídas dos cinemas, em 1939. Infelizmente, a revista nunca foi publicada, mas a história de oito páginas de ‘O Submarino’ chamou a atenção da Timely Comics – a futura Marvel -, que acabou trazendo a história para integrar sua primeira revistinha, a Marvel Comics #1, lançada em abril de 1939, fazendo do Namor o “super-herói original” desse império que domina os cinemas hoje em dia.

Namor tem suas origens ligadas à lendária terra perdida de Atlântida. Nos quadrinhos, ele surge como o filho de Fen, a herdeira do trono de Atlântida, que se apaixonou pelo Capitão Leonard McKenzie, um marinheiro que estava despejando explosivos no mar da Antártida enquanto procurava por Vibranium, sem saber que estava, na verdade, explodindo parte de Atlântida. Então, a Princesa Fen foi enviada para entender o que estava acontecendo e cessar a destruição. O problema é que ela se apaixonou pelo chefe da expedição, se casou com ele no próprio navio e eles acabaram fazendo um bebê. Durante uma missão, Leonard acabou sendo gravemente ferido pelo pai de Fen, o Rei Thakorr, que levou a princesa de volta para casa, onde ela descobriu estar grávida.

De volta ao mar, Fen deu à luz a um bebezinho que conseguia respirar embaixo d’água, tinha orelhinhas pontudas e extremidades muito similares a asas em seus tornozelos. No entanto, ele chamava atenção mesmo por conta da cor de sua pele.

Ao contrário dos outros atlantes, a criança não tinha a característica pele azul, era um bebê branco, tal qual o próprio pai. Assim, ele foi nomeado Namor, que significa “Filho Vingador” na língua atlante, e foi criado como um legítimo príncipe submarino, ganhando todos os treinamentos e educação especial. Além disso, ele conseguia respirar fora d’água sem precisar do auxílio de máscaras aquáticas, o que deu a ele a possibilidade de agir como um agente diplomático, funcionando como a união perfeita entre a terra e o mar.

Então, com o início da Segunda Guerra Mundial, Namor é enviado para a terra firme, onde pretendia vingar a destruição causada em Atlântida pelas constantes batalhas navais que tomavam os oceanos na década de 1940. Dessa forma, ele para em Nova York, onde trava o icônico duelo contra o Tocha Humana Original. Porém, como praticamente todo embate entre figuras heroicas da Marvel, o Príncipe Submarino acaba sendo convencido eventualmente que os verdadeiros vilões são os nazistas.

Ciente das ameaças da guerra, Namor assume novamente um papel mais diplomático que militar e recebe um convite para integrar Os Invasores, o grupo de super-heróis liderado pelo Capitão América, que infernizou a vida de Adolf Hitler e os agentes do Eixo durante a Segunda Grande Guerra. Com o fim da guerra, ele passa a fazer parte do segundo time do Capitão, o Esquadrão Vitorioso.

E como vida de herói não é fácil, Namor até consegue uma vida pacífica na superfície, mas acaba sendo banido por sua terra (ou seria água?) natal. E para piorar, quando ele consegue retornar à Atlântida, seu reino é destruído em uma batalha que o transforma em um andarilho, tomada pela perda de memória. Isso, claro, foi a justificativa dada pela queda generalizada nas vendas dos quadrinhos no pós-guerra.

Assim, na década de 1960, Stan Lee começa o resgate dos personagens icônicos da Era de Ouro, e coloca o novo Tocha Humana, o adolescente Johnny Storm, do Quarteto Fantástico, para reconhecê-lo andando pelas ruas. Ciente da figura que havia encontrado, Johnny o ajuda a se lembrar quem realmente era, o que leva Namor a voltar desesperado para Atlântida, onde não encontra nada além das ruínas do que seu império já havia sido. Revoltado com o que viu, Namor assume que seu reino foi destruído pela superfície e volta para a terra atrás de vingança. Ele é impedido pelo Quarteto Fantástico, dando início a uma das maiores rivalidades e relações mais polêmicas do mundo das HQs. Isso porque, em sua invasão, ele se apaixonou por Sue Storm, a Mulher Invisível, esposa de Reed Richards. Derrotado pelo Quarteto, ele tenta se unir ao Hulk, mas acaba sendo impedido pelos Vingadores.

Enquanto vagava pelos oceanos e procurava pelos atlantes sobreviventes, Namor se deparou com um grupo de esquimós adorando a um totem de gelo. Irritado com a adoração, enquanto seus súditos o questionavam por sua preferência pela terra, Namor toma o bloco em suas mãos e o arremessa por água abaixo. O que ele não sabia é que aquele pedregulho de gelo abrigava o corpo congelado de seu antigo amigo, o Capitão América, que ficou em animação suspensa após cair no oceano em uma batalha aérea.

No momento em que ele foi arremessado, os Vingadores estavam em uma missão submarina e encontraram o corpo descongelando. Surpresos com aquela figura embaixo d’água, o time o trouxe para dentro do submarino e acabou revivendo o Capitão América em plena Era de Prata.

Mutante

Ao longo dos anos, o caminho de Namor cruzou com o dos X-Men também. Por seu comportamento arrogante e intempestivo, ele nunca se firmou 100% ao lado de nenhum deles, mas já foi membro tanto dos X-Men quanto da Irmandade Mutante, lutando contra os alunos de Charles Xavier. Porém, vendo a forma como Magneto tratava sua equipe, principalmente a Feiticeira Escarlate, Namor abandona o grupo. Porém, durante os anos 80, Namor teve sua origem parcialmente alterada, reconhecendo o príncipe submarino como portador do gene X mutante, rendendo a ele o apelido de “O Primeiro Mutante”, por mais que ele se reconheça como atlante e faça de tudo para proteger seu império.

O terror das casadas

Por mais que não seja exatamente um personagem favorito dos fãs, o Namor certamente é conhecido por sua obsessão por Sue Storm, o que rendeu a ele um apelido similar a “pegador de casadas”, mas de uma forma menos educada de se dizer.

Isso vem desde sua aparição número 1 nos quadrinhos do Quarteto Fantástico, em que ele se apaixonou à primeira vista por Sue, e jamais desistiu de tê-la como sua rainha. E isso é muito significativo, porque o Quarteto surge como “A Família Marvel”. É um grupo exemplar que manteve essa aura por um tempo. No entanto, como Reed tem uma das maiores mentes desse universo, muitas vezes ele deu mais atenção aos seus projetos e ideias do que para sua família. E isso fez com que alguns quadrinistas sugerissem uma possível traição. Em universos alternativos, então, as equipes criativas já cansaram de encher a cabeça do Senhor Fantástico de chifres.

Recentemente, por exemplo, foi feita uma minissérie chamada Quarteto Fantástico: História de Vida, que reimagina a trajetória do grupo nos quadrinhos e, influenciada pelo movimento feminista dos anos 70, a Sue Storm percebe que Reed a tinha colocado no papel de esposa-empregada e acaba buscando no Namor, que a respeitava, a atenção requerida.

E mesmo nutrindo desejos eternos pela esposa de Reed Richards, Namor integra os Illuminati junto ao Senhor Fantástico. Eles tomam decisões que influenciam diretamente no multiverso, mas mesmo sendo conhecido por seu temperamento intempestivo, Namor se mostrou um líder bastante razoável enquanto integrou a equipe.

Nos cinemas

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

Apesar de ser o primeiro personagem da Marvel, Namor só fará suas estreias nas telonas nesta quinta-feira (10), em Pantera Negra: Wakanda Para Sempre. Vivido por Tenoch Huerta Mejía, o Príncipe Submarino sofreu algumas modificações em sua origem.

Segundo o diretor e roteirista do filme, Ryan Coogler, em entrevista ao Inverse, disse que essas alterações se deram porque já houve muitas representações diferentes de Atlântida, baseadas sempre no mito grego de Platão, e por respeito ao público, ele queria dar uma interpretação nova”. E foi assim que surgiu Talocan, um reino submarino inspirado pela cultura Mesoamericana.

Além do reino, o Namor dos cinemas é chamado por seus seguidores de Kukulcán. Na cultura Maia, o Kukulcán é uma divindade poderosíssima representada por uma serpente com plumas, o que explica a coroa que Namor usa. Ele representa, de certa forma, o “Deus da Atmosfera”, pois reúne atributos de um deus sol, um deus do trovão e um deus do ar.

Apesar da justificativa oficial, parece mais coerente supor que o diretor quisesse se distanciar do Aquaman. Apesar do rival da DC ter sido inspirado no próprio Namor, sendo lançado dois anos depois nas HQs, a versão de Jason Momoa, que traz uma origem muito próxima daquela do Namor, chegou antes ao cinema. Então, para não gerar críticas de fãs desavisados, a liberdade criativa rolou solta para que o Namor chegasse ao MCU inspirado pelos Maias.

ALERTA DE SPOILERS

Daqui para baixo, haverá uma breve revelação sobre a trama do filme. Então, sugerimos que só leia após assisti-lo.

Nâmor ou Namôr?

Foto: Eli Adé. Divulgação: Marvel Studios © 2022 MARVEL.

Por anos, essa dúvida da pronúncia do nome do personagem permeou os fãs. Para alguns, lia-se “Nâmor”, para outros “Namôr”. Agora, com a chegada do filme, o nome do Príncipe Submarino foi ressignificado e ganhou uma pronúncia correta: Namôr.

O longa mostra suas origens ligadas ao Vibranium na sua tribo maia. Então, após se mudarem para o fundo do mar, a mãe do príncipe conta a ele o desejo de ser enterrada na superfície, quando falecesse. Isso acontece na época das colonizações da América. Assim, quando chega voando diante dos espanhóis, o garoto é tido como um demônio pelos espanhóis, que o atacam sem efeito.

Revoltado com a situação, o garoto revida e chacina os colonizadores. Quando ele vai matar um jesuíta, o padre o amaldiçoa chamado de “demonio sin amor”. O garoto então retira seu nome dessa sonoridade, “Namôr”, o “Demônio Sem Amor”. É um significado bem mais forte do que “O Filho Vingador”, significado atlante de seu nome nos quadrinhos.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

FIM DO SPOILER

Agora que você já sabe um pouco mais sobre o Namor, poderá conferir a versão do MCU do personagem em Pantera Negra: Wakanda Para Sempre.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | Meu Querido Zelador – Série de comédia ácida no estilo ‘Parasita’ estreia na Star+

Desde que o longa sul-coreano ‘Parasita’ ganhou o Oscar de Melhor Filme e Melhor Filme Estrangeiro, dentre outros prêmios, a produção cinematográfica ocidental tem voltado seus olhos com mais atenção para as histórias das pessoas comuns, que trazem uma riqueza ainda maior para as narrativas. O atual representante do Brasil ao Oscar, ‘Marte Um’, também aborda esse tema, pois um dos personagens, o pai, é porteiro de um prédio de classe média alta. Também nessa pegada, recentemente estreou no streaming da StarPlus a ótima série argentina ‘Meu Querido Zelador’, programão para maratonar de uma vez só.

Há quase trinta anos Eliseo (Guillermo Francella) trabalha em um prédio como porteiro e zelador, cuidando do local, abrindo portas, ajudando com compras, recebendo encomendas e orientando outros funcionários. Sua vida praticamente inteira está neste prédio, na zona rica de Buenos Aires. Certo dia, ele entreouve uma conversa muito suspeita da arquiteta Florencia (Malena Sánchez) e o advogado Doutor Zambrano (Gabriel Goity), que o faz ficar encucado até que, na reunião de condomínio, Eliseo infiltra um walkie talkie no local para ouvir o debate e descobre que os dois moradores levaram uma proposta tentadora aos outros proprietários: construir uma piscina no terraço do prédio. Isso não seria um problema, exceto pelo fato de a casa de Eliseo ficar exatamente no terraço, e, para a construção da piscina, Zambrano e Florencia estivessem propondo demitir o zelador e destruir sua casa. O que eles não contavam era com a astúcia do ‘Meu Querido Zelador’.

Dividida em nove episódios curtinhos com cerca de trinta minutos, ‘Meu Querido Zelador’ é uma série de comédia deliciosamente ácida com toques de suspense e psicopatia. Guillermo Francella faz de seu personagem um dócil e querido cidadão exemplar, sem vícios, sempre disposto, mas que usará de todos os artifícios para defender sua permanência – e é aí que vem o outro lado desse protagonista, que também se revela um cara frio, calculista, sem remorsos e bastante obcecado com cada morador, um verdadeiro vouyer da vida alheia. A química perfeita entre um ótimo ator com o roteiro ao ponto de Martin Bustos.

Se por um lado a série entretém e faz rir, por outro faz a crítica social ao comportamento dos seres mais abastados, que comumente se acham na autoridade de descartar pessoas como se fossem lixo. A cada risada que damos da história criada por Gastón Duprat e Mariano Cohn fica um sabor amargo na boca, por reconhecermos esses comportamentos na sociedade. É o que mais vemos acontecer nos dias de hoje: empresas descartando funcionários e prestadores de serviço sem se importarem com os direitos trabalhistas, com o impacto que causa na vida da pessoa e/ou em prol de uma dita modernização, em que empregos são substituídos por máquinas e autoatendimento. É o retrocesso disfarçado de “futuro”.

Não se admire se você sentir nervoso ao assistir aos episódios de ‘Meu Querido Zelador’, pois um clima constante de “vai dar ruim” vai sendo construído com a evolução do enredo, costurado por um suspense estilo policial em que todos são suspeitos de um crime ainda não cometido, mas que deve ser evitado pelo protagonista. ‘Meu Querido Zelador’ é uma série deliciosa e viciante, sabor vingança.

REBOOT? ‘Demolidor: Renascido’ pode recontar a história do herói a partir do zero, diz Charlie Cox

Durante o painel da Marvel na San Diego Comic-Con, foi anunciado que a série ‘Demolidor‘ ganhará continuidade no Disney+, com estreia marcada para 2024.

Intitulada ‘Daredevil: Born Again‘ (Demolidor: Renascido), a produção contará com o retorno do Charlie Cox no papel titular e terá nada menos que 18 episódios, tornando-se a série mais longa da Marvel.

E, durante uma entrevista para o Entertainment Tonight, Cox deu alguns detalhes sobre a atração, sugerindo que a trama pode ser contada a partir do zero.

“Isso acontece muito nos quadrinhos. De certa forma, o que é ótimo nessa ideia de recontar histórias é que potencialmente podemos contar algumas delas repetidamente da mesma maneira que eles fazem nos quadrinhos, sabe?”

Ele continuou:

“De vez em quando, eles começam no início da jornada de Murdock como um garotinho e contam toda a história de origem novamente. Então talvez possamos fazer isso na nova série. Quem sabe? Eu não sei.”

E, de acordo com o jornalista Jacob Fisher, do DiscussingFilm, o início das gravações está previsto para fevereiro de 2023 e deve durar pelo menos 11 meses, sendo concluída em dezembro.

Fisher também diz que a série será rodada em Nova York, assim como a extinta série da Netflix, e não em Atlanta, onde é gravada a grande maioria dos projetos da Marvel/Disney+.

Confira:

“Isso já foi dito, mas posso confirmar que estão planejando gravar a série em fevereiro e isso pode levar praticamente o ano inteiro. Não sei se já sabem, mas ‘Demolidor: Renascido’ será filmada em Nova York (em vez de Atlanta, onde as séries da Disney+ filmadas).”

Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Após a confirmação da nova série do Homem sem Medo, os fãs estão indo à loucura nas redes sociais e agradecendo pelo reconhecimento que o herói finalmente está recebendo.

Confira as reações:

Anteriormente, sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”

A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.

Anya Taylor-Joy diz que ‘Mad Max: Furiosa’ é o filme mais SANGRENTO que ela já gravou

Mad Max: Furiosa‘, pré-sequência de ‘Estrada da Fúria‘, teve as suas filmagens encerradas recentemente e, em breve, trará a vencedora do Globo de Ouro Anya Taylor-Joy (‘O Homem do Norte’) como a personagem titular.

E, durante uma entrevista para a IndieWire, a estrela deu alguns detalhes sobre a produção, dizendo que foi o filme mais sujo e sangrento que ela já gravou.

“Esse filme foi o trabalho mais sujo e sangrento que já fiz, e isso quer dizer algo… Mas eu me divirto muito sempre que fico suja ou ensanguentada e não perfeitamente formal e bonita. Quando me divirto, me sinto mais confortável. Então, sim, ‘Furiosa’ definitivamente foi divertido.”

Ela continuou, sem conter sua empolgação pelo projeto e pelo trabalho de seus colegas:

“Estive em um planeta diferente nos últimos sete meses. Acho que agora preciso sentar e tentar digerir o que aconteceu nesse período. Mas estou incrivelmente, incrivelmente orgulhosa disso, e muito orgulhosa de todas as pessoas com quem trabalhei. Foi investido muito amor, esforço e sacrifício, estou animada para assistir.”

Lembrando que o filme que deve estrear em 2024 e tem direção de George Miller, que comandou o filme anterior.

Lançado em 2015, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘ é considerado um sucesso pela crítica especializada, alcançando 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, além de receber seis estatuetas do Oscar entre dez indicações.

Apesar disso, o longa arrecadou apenas US$ 378.9 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 150 milhões.

Teoria dos fãs prevê quem deve morrer em ‘Guardiões da Galáxia Vol.3’

Previsto para estrear em 5 de maio de 2023, Guardiões da Galáxia Vol.3 é definitivamente um dos filmes mais aguardados do próximo ano. O longa deve marcar a despedida de alguns dos personagens mais amados do Universo Cinematográfico Marvel e também a do próprio diretor, produtor e roteirista James Gunn, que pegou esses personagens não tão famosos e fez deles verdadeiros ícones da Cultura Pop. Isso porque Gunn, que impressionou os executivos da Warner com sua versão sanguinolenta e politicamente incorreta de O Esquadrão Suicida (2021), a ponto do estúdio o convidar a diretor para ser o novo copresidente-executivo do DC Studios, responsável pelo planejamento dos próximos filmes e séries da DC, mais ou menos o que o Kevin Feige faz na Marvel.

Em várias coletivas, o diretor afirmou que Guardiões 3 será o encerramento da saga da formação original dos Guardiões da Galáxia, o que, em grandes franquias, costuma significar a morte de alguns personagens ou até mesmo do grupo todo. Afinal, super-heróis não se aposentam, né?

Para corroborar com essa ideia, em entrevista ao The Hollywood Reporter, Gunn prometeu um filme muito maior e emotivo que qualquer coisa já vista na franquia até agora. “Este filme é muito maior do que os dois anteriores. E é um filme muito mais emotivo do que os outros dois. E é um filme mais longo do que os outros dois. É maior em todos os sentidos”, disse.

Pois bem, diante de tantas promessas, alguns fãs surgiram com uma teoria que supostamente aponta quem será a grande vítima de Guardiões da Galáxia Vol.3. Eles perceberam que o logo dos filmes anteriores traziam cores diferentes. E ao assistir aos longas, notaram que os personagens principais que faleceram ao longo das histórias tinham as mesmas cores dos respectivos logos. Confira:

O logo do primeiro filme tem essa cor meio amadeirada, que parece um creme fosco ou um dourado escurecido. E a morte marcante do longa é justamente a da árvore humanoide, Groot (Vin Diesel), que se sacrifica para salvar seus amigos em uma das cenas mais emocionantes da franquia, e fala pela primeira vez uma palavra diferente do seu vocabulário limitado: Nós. Somos. Groot.

A cena foi conduzida de forma muito bonita, fazendo com que milhões de espectadores pelo mundo se emocionassem por um personagem que eles haviam acabado de conhecer, provando que James Gunn conseguiu criar laços entre fãs e personagens em apenas um filme, algo bastante incomum nesse meio de super-heróis.

Já o logo de Guardiões da Galáxia Vol.2 trouxe predominantemente as cores azul, vermelho e amarelo em sua composição. A mesmíssima paleta de cores do líder dos Saqueadores, Yondu Udonta (Michael Rooker), que tem a pele azul, crista e jaqueta vermelhas, e porta o emblema amarelo dos Saqueadores, que eventualmente se tornará o símbolo dos Guardiões da Galáxia.

Coincidentemente ou não, é o próprio Yondu quem bate as botas ao final do filme, em uma das cenas de maior carga dramática de todo o MCU, culminando naquela sequência cortadora de cebolas do funeral espacial ao som de Father and Son. Curiosamente, Yondu foi um dos personagens que ganhou maior destaque nessa continuação e teve um desenvolvimento bem maior do que no capítulo anterior.

E agora, com Guardiões da Galáxia Vol.3, a Marvel divulgou três logos ao longo dos últimos anos.

A primeira versão dele veio com as cores verde e roxo, atribuídas à Gamora (Zoe Saldana), que morreu em Vingadores: Guerra Infinita (2018) e teve sua versão alternativa de 2014 trazida para os dias atuais, lá em Vingadores: Ultimato (2019), terminando o filme fugindo para um lugar desconhecido.

Gamora deve ser parte central da trama deste terceiro filme, já que Peter Quill (Chris Pratt) sabe que sua amada está por aí e deve fazer de tudo para encontrá-la.

Lançado em 2021, o segundo logo da produção trouxe predominantemente as cores cinza, laranja e amarelo em sua composição. Alguns fãs enxergam na cor cinza um sinal de que o parrudo Drax, O Destruidor possa bater as botas neste capítulo final.

O que corrobora para essa teoria é que o próprio ator que interpreta o personagem, Dave Bautista, andou brigando com a Marvel – na época em que o James Gunn foi demitido pelos tweets de mau gosto feitos há mais de uma década – e xingou a Disney e seus executivos como se não houvesse amanhã. Além disso, ele já comentou nas redes que Guardiões 3 marca o fim de seu contrato com a Marvel e que não irá renová-lo.

Por fim, mas não menos importante, o logo final do filme foi lançado neste ano com as cores marrom, preto e laranja. Cores que remetem diretamente a um dos personagens mais amados não só da franquia dos Guardiões da Galáxia, mas de todo o Universo Cinematográfico Marvel: o desbocado Rocket Raccoon (Bradley Cooper).

Em entrevista ao Deadline, inclusive, o diretor James Gunn revelou que o Rocket foi o motivo dele ter voltado para encerrar o arco dos Guardiões na Marvel, em vez de só partir de vez para a DC. Gunn declara seu amor a esse personagem desde o primeiro filme, quando ele o definiu como a alma do longa original.

“O motivo que me fez precisar terminar [a franquia dos Guardiões] foi porque eu amo o Rocket mais do que qualquer personagem com que já trabalhei antes. Eu precisava concluir sua história e o Volume 3 é sobre isso”, disse. “Eu precisava fazer isso, e acho que fizemos de uma maneira tão espetacular que mal posso esperar para que as pessoas vejam”, concluiu.

O filme deve investigar um pouco mais das origens obscuras do Rocket, que sempre remeteu ao trauma quando precisou falar sobre seu passado. Além disso, Gunn já disse que se inspirou em seu querido doguinho para trazer o Rocket para as telas. E, infelizmente, o cachorrinho do James Gunn faleceu durante as filmagens, então deve acontecer uma homenagem durante o filme.

E aí, quem vocês acham que vai morrer em Guardiões da Galáxia Vol.3? Diga nos comentários. Na próxima sexta (25), o Especial de Natal dos Guardiões da Galáxia estreia no Disney+, mas apesar de ter as cores verde e vermelho, acreditamos que ninguém morrerá. Só que é aquilo: Com James Gunn na direção, nunca se sabe, né?

Guardiões da Galáxia Vol.3 estreia em 5 de maio de 2023.