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‘Crystal Lake’: Série baseada em ‘Sexta-Feira 13’ ganha INCRÍVEL cartaz feito por fã

O artista Creepy Duck Design compartilhou um cartaz incrível para a vindoura série ‘Crystal Lake‘, que servirá de pré-sequência ao clássico ‘Sexta-Feira 13‘.

Confira:

Bryan Fuller, conhecido por séries como ‘Hannibal‘, ‘Deuses Americanos‘ e ‘Star Trek Discovery‘ será o responsável pela série e também servirá como showrunner.

A aclamada produtora A24 também está envolvida no projeto.

Vale destacar que ‘Crystal Lake‘ está sendo descrita como um drama, no estilo de Bates Motel.

“Descobri Sexta-Feira 13 através das páginas da Famous Monsters quando eu tinha dez anos de idade, e tenho pensado nessa história desde então. Quando se trata de horror, a A24 está acima de qualquer outro estúdio. Estou emocionado por explorar Crystal Lake nessa parceria”, disse o próprio Fuller.

O último filme da franquia foi lançado em 2009 e estrelado por Jared Padalecki. Apesar dos esforços em reviver a franquia, o longa foi um fracasso de crítica, registrando 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais.

Caranguejos GIGANTES atacam no clipe sangrento do terror ‘Crabs’; Assista!

O terror trash ‘Crabs‘, que traz caranguejos-ferradura gigantes e assassinos, ganhou um novo clipe sangrento.

Confira, com o trailer completo:

Pierce Berolzheimer é responsável pela direção.

Mutado pelo escoamento nuclear, uma horda de caranguejos-ferradura assassinos aparece em uma pacata cidade da Califórnia, causando o terror na Noite do Baile. Enquanto os crustáceos mortais abrem caminho pela população incrédula, cabe a um bando de estudantes e policiais enfrentar a ameaça cada vez maior dos caranguejos.

O elenco conta com Dylan Riley Snyder, Jessica Morris, Robert Craighead, Allie Jennings, Bryce DurfeeChase Padgett.

O terror será lançado em VOD no dia 22 de novembro.

Jensen Ackles revela que recusou convite para estrelar ‘Deadpool’ no lugar de Ryan Reynolds

Antes de de Ryan Reynolds ser escolhido como protagonista de ‘Deadpool’, Jensen Ackles (‘Supernatural’) era uma das principais escolhas da Fox para interpretar o personagem.

No entanto, o astro revelou ao CBR que não pôde aceitar o papel por conta de conflitos em sua agenda. Enquanto participava da convenção Salute to Supernatural, Ackles foi questionado sobre o convite, ao que ele respondeu:

“Definitivamente havia um filme sobre o qual eu estava sendo considerado. Mas eu não estava disponível, então a situação meio que parou por aí. Mas, se eu estivesse disponível, eu teria que, você sabe, ficar saltando entre um estúdio e outro. Mas eu tive uma experiência muito boa assistindo, e é um filme que eu realmente gosto. Esse filme era ‘Deadpool‘”

O ator então brincou que não conseguir o papel provavelmente foi melhor para todo mundo.

“Eu acho que todo o elenco foi incrível. Eu provavelmente teria estragado isso para muitas pessoas se eu tivesse feito parte disso, então provavelmente foi melhor não ter feito. Mas, caramba, teria sido legal.”

De qualquer forma, o astro não é estranho ao universo dos quadrinhos, já que interpretou o Soldier Boy na 3ª temporada de ‘The Boys‘ e dublou o Batman na vindoura animação ‘Legião dos Super-Heróis‘.

E aí, você acha que ele se sairia bem como Deadpool?

Por falar no Mercenário Tagarela, um perfil do Twitter dedicado a novidades de ‘Deadpool 3′ divulgou que o próximo filme do personagem deve revisitar adaptações anteriores da Fox, incluindo ‘Quarteto Fantástico‘.

A publicação afirma que o vazamento vem de ninguém menos que Daniel Richtman, o mesmo insider que revelou a participação de Tobey Maguire e Andrew Garfield em ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘.

Por enquanto, não há como comprovar a veracidade da informação.

No entanto, como o Deadpool era um personagem da Fox antes do estúdio ser adquirido pela Disney, faz sentido que haja algo relacionado à sua casa original.

Além disso, se ele revisitar os filmes dos ‘X-Men‘, isso também explicaria o retorno de Hugh Jackman como Wolverine, já que o astro está confirmado na sequência.

Como a Marvel Studios está investindo no Multiverso, esta seria uma maneira divertida de relembrar as primeiros filmes dos mutantes e do quarteto.

Confira a publicação:

Ryan Reynolds planeja revisitar as outras franquias da Fox emDeadpool 3‘, incluindo o ‘Quarteto Fantástico‘ original de 2005. (via DanielRPK).”

Lembrando que ‘Deadpool 3‘ está programado para chegar aos cinemas em novembro de 2024 e, embora isso pareça muito distante, a produção do filme vai começar em breve.

Durante uma entrevista para a rádio SiriusXM, Ryan Reynolds revelou que as filmagens serão iniciadas antes do próximo verão norte-americano, que acontece entre junho e agosto.

Apesar do astro não mencionar uma data específica, é possível que as câmeras comecem a rodar até o fim do primeiro trimestre de 2023.

“A produção deve começar esperançosamente pouco antes do próximo verão”, disse Reynolds. “Mas a filmagem é a parte curta e mais fácil. As partes mais trabalhosas são a preparação e a escrita. A filmagem é rápida e então você tem o processo de edição, é aí que o filme realmente é feito.”

Deadpool 3‘ terá direção de Shawn Levy (‘Stranger Things’) e roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram as duas primeiras aventuras do anti-herói.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

Novo Filme da Netflix está fazendo o MAIOR SUCESSO e vai agradar aos fãs de ‘Vikings’ e ‘Game of Thrones’

A Idade Média na Europa durou cerca de dez séculos, dentre fases mais sombrias e fases mais prósperas. É certo de que nós aqui no Brasil temos mais familiaridade com as histórias medievais de Portugal e Espanha, dada nosso vínculo histórico com esses países, e com aquelas vindas de França, Itália e Inglaterra, dado o grande volume de produção cinematográfica desses países contando suas próprias lendas e histórias.

Oferecendo uma alternativa nesse eixo comum, estreou recentemente na Netflix o longa ‘Medieval’, cujo foco é contar um pouco de como foi esse período para os cidadãos da Hungria, então região da Boemia, hoje República Tcheca.

O filme está há duas semanas no TOP 10 dos mais assistidos do streaming.

Assista ao trailer:

Após a morte do rei da Boemia e do imperador romano, Carlos IV, parte da Europa afundou no caos, envolta em guerra, praga e fome. Também a Igreja Católica mergulhou no caos, elegendo dois papas ao mesmo tempo: um em Roma e outro sob a proteção do rei da França, em Avignon. Acreditava-se que apenas a coroação de um novo imperador poderia restaurar o Estado de Direito, porém Venceslau IV (Karel Roden), filho de Carlos IV, escolhido para o cargo, estava afogado em dívidas. Ele apenas pode ser coroado se for a Roma, para receber a coroa das mãos do papa. Aqueles que apoiam o segundo papa na França tentam impedir sua coroação, por isso, Lord Boresh (Michael Caine) e o rei Sigismund (Matthew Goode) tramam o sequestro da jovem Katherine (Sophie Lowe), sobrinha do rei da França e noiva do cruel Rosenberg (Til Schweiger), que está torturando e matando cidadãos contrários às suas ordens. Para a missão, Lord Boresh e o rei Sigismund contratam o grupo do mercenário Jan Zizka (Ben Foster), sem saber que isso acabaria mudando os rumos da história da Boemia, levantando uma verdadeira revolução entre os cidadãos locais e tornando Zizka o maior chefe militar da História daquele país.

Se o espectador desavisado pega para assistir ‘Medieval’ sem saber a história da Hungria, provavelmente ele ou ela ficará confusa com o enredo, pois, ainda que bem produzido, o roteiro de Petr Bok, Petr Jakl Sr. e Petr Jákl faz uma introdução (todo o lance dos dois papas e de Carlos IV) que não aparece no filme, nem sequer indiretamente. Leva um tempo para o espectador entender mais ou menos o que está rolando (tem gente tramando um sequestro, o irmão do rei está contra o rei, tem um cara mau matando geral e um guerreiro bonzinho que mata por dinheiro, tudo isso centrado em uma mulher que é tratada como “a escolhida”), de modo que os detalhes históricos mesmo se perdem, transformando a experiência do filme para o espectador comum em apenas um entretenimento de época, só que com um bocado de violência e boas cenas de batalha.

Petr Jákl realiza uma boa produção com seu filme, com belas tomadas aéreas, figurino condizente e coadjuvantes concentrados. Porém, além da história confusa que se prolonga por mais de duas horas, traz um Michael Caine meio perdido e Ben Foster como um protagonista impassível, sem expressar nenhuma emoção. Isto para não mencionar a escolha da tradução da Netflix, que colocou legendas em português conjugando na 2a pessoa do plural (vós vindes, ireis, etc), sendo que no original o inglês utilizado é o contemporâneo. Ou seja, fica melhor dublado.

Para os fãs de séries como ‘Vikings’, ‘Game of Thrones’, ‘House of the Dragon’ e ‘The Last Kingdom’, ‘Medieval’ é o filme certo para passar o tempo. Aliás, com o tanto de história que tem, deveria ter sido uma série. Talvez se torne no futuro, dado o sucesso que tem feito na Netflix.

Jenna Ortega, de ‘Pânico’, está em negociações para viver a [SPOILER] em ‘Demolidor: Renascido’

De acordo com o Murphy’s Multiverse, Jenna Ortega (‘Wandinha’) está sendo considerada pela Marvel Studios como intérprete da Tigresa Branca.

Ainda foi dito que a personagem fará sua estreia em ‘Demolidor: Renascido‘, aguardada série que vai marcar o retorno de Charlie Cox como o Homem sem Medo após suas aparições em ‘Homem-Aranha: Sem Volta para CasaeMulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

A publicação diz que Ortega pode dar vida à Angela del Toro, a segunda heroína que assumiu o manto nos quadrinhos.

Criada por Brian Michael Bendis e Alex Maleev, ela apareceu pela primeira vez nas revistas do ‘Demolidor‘ em fevereiro de 2003.

Na trama, ela era uma agente do FBI que investigava o Demolidor, mas acaba se unindo a ele ao tomar conhecimento de seus atos de heroísmo, tornando-se também sua aprendiz de artes marciais.

Mais tarde, ela se transforma na Tigresa Branca graças a um poderoso amuleto passado por seu tio, que atribui ao seu portador força, agilidade, velocidade e resistência sobre-humanas.

Além disso, o amuleto lhe dá um fator de cura acelerado e sentidos mais aguçados.

Como os personagens têm um longo históricos nos quadrinhos, a aparição de del Toro na série faz todo sentido. No entanto, não há como comprovar a informação sobre o interesse da Marvel em Ortega, então considere como rumor.

Lembrando que ‘Demolidor: Renascido’ tem estreia marcada para 2024 e terá nada menos que 18 episódios, tornando-se a série mais longa da Marvel.

Durante uma entrevista para o Entertainment Tonight, Cox deu alguns detalhes sobre a atração, sugerindo que a trama pode ser contada a partir do zero.

“Isso acontece muito nos quadrinhos. De certa forma, o que é ótimo nessa ideia de recontar histórias é que potencialmente podemos contar algumas delas repetidamente da mesma maneira que eles fazem nos quadrinhos, sabe?”

Ele continuou:

“De vez em quando, eles começam no início da jornada de Murdock como um garotinho e contam toda a história de origem novamente. Então talvez possamos fazer isso na nova série. Quem sabe? Eu não sei.”

E, de acordo com o jornalista Jacob Fisher, do DiscussingFilm, o início das gravações está previsto para fevereiro de 2023 e deve durar pelo menos 11 meses, sendo concluída em dezembro.

Fisher também diz que a série será rodada em Nova York, assim como a extinta série da Netflix, e não em Atlanta, onde é gravada a grande maioria dos projetos da Marvel/Disney+.

Confira:

“Isso já foi dito, mas posso confirmar que estão planejando gravar a série em fevereiro e isso pode levar praticamente o ano inteiro. Não sei se já sabem, mas ‘Demolidor: Renascido’ será filmada em Nova York (em vez de Atlanta, onde as séries da Disney+ filmadas).”

Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Após a confirmação da nova série do Homem sem Medo, os fãs estão indo à loucura nas redes sociais e agradecendo pelo reconhecimento que o herói finalmente está recebendo.

Confira as reações:

Anteriormente, sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”

A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.

‘The Batman 2’: Revelada principal fonte de inspiração da aguardada sequência

Mesmo que o lançamento de ‘The Batman 2’ ainda esteja longe, novos detalhes sobre a história da esperada sequência já foram revelados. Antes mesmo de sair do papel, foi planeado para ser o primeiro longa de uma nova trilogia do Batman nos cinemas, via Legado da DC.

Apesar de não sabermos em detalhes o que acontecerá na sequência, já começaram a surgir rumores sobre a história.

Há algumas semanas atrás, o jornalista Daniel Richtman soltou um rumor interessante sobre a história de ‘The Batman 2‘. Segundo Ritchman, o enredo deverá ser baseado no arco ‘Terra de Ninguém‘, um evento crossover da Bat-Familia publicado em 1999. O insider MyTimeToShineHello também confirmou a informação.

Na trama de ‘Terra de Ninguém‘, Gotham City não é mais parte dos Estados Unidos. Isso ocorre após vários desastres que aconteceram com a cidade em Cataclismo e Contágio. Gotham se torna um deserto sem lei que é dividido em territórios mantidos pelas figuras mais poderosas.

Gotham ficou literalmente isolada e de alguma forma conseguiu se afundar ainda mais, e parte disso acontece no clímax de ‘The Batman‘. Vale ressaltar que Christopher Nolan pegou emprestado elementos desta história para finalizar sua trilogia com ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘.

Lembrando que ‘Batman 2‘ já foi confirmado, mas está nos estágios iniciais de produção. Sabemos que o roteiro está sendo desenvolvido por Matt Reeves e Mattson Tomlin.

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Batman‘ já está disponível na HBO Max.

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Tom King fala finalmente sobre o cancelamento de ‘Novos Deuses’: “Estava amando tudo”

Tom King, aclamado roteirista da DC e também do filme cancelado ‘Novos Deuses‘, finalmente teve a oportunidade de comentar sobre seu trabalho, respondendo inclusive se acredita na realização da obra no futuro.

“Ah, quero dizer, tudo é possível. Eu estava amando aquele roteiro. Adorei trabalhar com a Ava (DuVernay). Foi realmente incrível. Ela é uma contadora de histórias genial. Então, nunca se sabe. Não quero fechar nenhuma porta. Neste momento, sinto que estou incrivelmente ocupado”, falou King ao site ComicBook.

“Seria difícil escrever um filme inteiro agora. Mas, aquele roteiro nunca foi lido. O filme foi descartado porque entrou em conflito com os planos do estúdio na época. Quem sabe? Quando novos planos surgirem, talvez a oportunidade (de retomar) apareça. Isso é especulação completa. Não tenho nenhum conhecimento. Eu adoraria trabalhar com Ava novamente”, conclui.

A diretora Ava DuVernay também se pronunciou sobre o engavetamento do projeto, agradecendo ao roteirista Tom King e agradecendo pelo tempo em que trabalharam juntos.

Confira:

“Tom, eu amei escrever ‘Novos Deuses’ com você. Estou chateada que a saga de Barda, Scott, Granny, Pai Celestial e as Fúrias tenha acabado desse jeito. Mergulha no quarto mundo de [Jack] Kirby foi a aventura de uma vida. Isso não pode ser tirado [de nós]. Obrigada pela amizade”, ela escreveu.

A história, funcionando como épico espacial, traria personagens bastante conhecidos do panteão super-heroico, incluindo Darkseid, Grande Barda e Senhor Milagre.

Os quadrinhos originais foram criados por Kirby e são ambientados no planetas fictícios Nova Gênese e Apokolips.

‘Trigun: Stampede’ ganha novo teaser trailer ÉPICO

Foi divulgado na Anime NYC um novo trailer de ‘Trigun: Stampede‘, animação que estreia em janeiro de 2023. O novo anime de Trigun é produzido pelo estúdio Orange e já confirmado pela Crunchyroll.

Trigun‘ foi publicado inicialmente na Shonen Captain, da editora Tokuma Shoten, de 1995 a 1997, com 3 volumes compilados. Uma continuação, Trigun Maximum, saiu de 1997 a 2007 na Young King OURs, da editora Shonen Gahosa, ficando com 14 volumes.

Confira o novo trailer:

A história traz Vash, o Estouro da Boiada, o pistoleiro mais temido da Terra de Ninguém. Sua cabeça está valendo 60 bilhões de dólares duplos, mas, apesar disso, Vash evita a violência ao máximo.

Em 1998, a série foi adaptada em animê de 26 episódios pelo estúdio Madhouse — essa animação chegou ser exibida pelo Cartoon Network, I-Sat (ambos pela madrugada afora) e na tv “semi-aberta” via PlayTV.

Chamada de “bebê nepotista”, filha de Johnny Depp denuncia sexismo na indústria do cinema

A atriz Lily-Rose Depp denunciou o sexismo por trás do rótulo que ganhou de “bebê nepotista”, no início da carreira. O termo refere-se ao favorecimento de Lily-Rose na indústria cinematográfica por ser a filha de Johnny Depp e da cantora francesa Vanessa Paradis, artistas renomados.

Falando à revista Elle, Lily-Rose Depp apontou que mulheres famosas são mais acusadas de se beneficiar do nepotismo do que homens famosos.

“A internet parece se importar muito com esse tipo de coisa, e posso dizer com certeza que ninguém vai te dar um papel, exceto quando você é escolhida”, falou.

“A internet se preocupa muito mais com quem é a sua família do que com as pessoas que estão colocando você nas coisas. Talvez você comece com o pé na porta, mas ainda tem o pé na porta. Há muito trabalho que vem depois disso. Ouço falar muito mais sobre mulheres e não acho que seja uma coincidência”, comentou Lily-Rose.

Johnny Depp foi destaque nas manchetes nos últimos meses após ganhar o caso de difamação e violência doméstica contra a ex-esposa Amber Heard. Lily-Rose explicou os motivos de não ter se pronunciado sobre o caso: “Quando é algo tão privado e tão pessoal que de repente se torna não tão pessoal… eu me sinto realmente com direito ao meu jardim secreto de pensamentos”, disse Depp. “Também acho que não estou aqui para responder por ninguém e sinto que, durante grande parte da minha carreira, as pessoas realmente quiseram me definir pelos homens da minha vida, sejam meus familiares ou meus namorados, seja o que for.. E estou realmente pronto para ser definido pelas coisas que coloco por aí”.

‘Willow’: Produtor fala sobre possível retorno de Val Kilmer à nova série

Jon Kasdan, showrunner da série ‘Willow‘, comentou em entrevista recente sobre um possível retorno de Val Kilmer ao papel de Madmartigan.

Essa nova ‘Willow‘ é continuação direta do filme de fantasia de mesmo nome, lançado originalmente em 1988, e dois dos três protagonistas já foram confirmados na produção da série do Disney+. Warwick Davis retornará ao papel de Willow, enquanto Joanne Whalley interpretará Sorsha novamente. Val Kilmer, entretanto, ainda não teve seu nome ligado a série para voltar ao papel de Madmartigan.

Kasdan falou sobre a primeira temporada da série de fantasia, e deu esperanças ao público sobre a chance de um possível retorno de Madmartigan, em uma conferência para imprensa.

“Madmartigan ainda está por aí. Eu tive muitas conversas com todos os envolvidos e nosso sentimento é que ele está lá para ser encontrado, se o dia chegar. Acho que Warwick e eu adoraríamos vê-lo pegar aquela espada novamente”, disse Kasdan.

Que completou: “Como estávamos contando uma história que tinha tantos personagens jovens, e que todos estavam procurando por suas identidades, a busca por Madmartigan e a questão do que havia acontecido com ele estava bem no centro da história que estávamos contando. Nós sabíamos que isso estaria entranhado nessa [nova] busca de uma maneira fundamental, para ver onde ele estava e o que havia se tornado ele e o que ele havia desistido, particularmente para o personagem de Ruby, Kit, e para o personagem de Dempsey, Airk, para que pudessem fazer o bem. Essa pergunta segue toda a temporada”.

“Tínhamos muitas ideias sobre maneiras de encerrar sua narrativa e maneiras de deixá-lo em aberto. Uma coisa que aconteceu, porque o próprio Val não pôde vir para o País de Gales e trabalhar conosco, foi que adicionamos essa textura de um amigo de Madmartigan que poderia nos dar algumas pistas sobre seu paradeiro e aprofundar o mistério sobre o que aconteceu com ele de uma forma que realmente ampliou a história que já estávamos contando. Foi muito gratificante e nos deu a oportunidade de adicionar toda uma novo elemento que não esperávamos para o show”, conclui.

Confira, com o novo cartaz:

A produção irá estrear oficialmente no dia 30 de novembro.

Jonathan Kasdan e Wendy Mericle entram como showrunners.

A trama irá introduzir novos personagens ao encantado reino de fadas rainhas e monstros de duas cabeças, além de trazer de volta o seu herói, Willow Ufgood.

Warwick Davis retorna como o personagem titular. O elenco ainda conta com Erin Kellyman, Ellie Bamber, Tony Revolori, Ruby Cruz, Amer Chadha-Patel, Dempsey Bryk, Talisa Garcia, Rosabell Laurenti SellersRalph Ineson.

Stephen Woolfenden fica responsável pela direção do episódio piloto.

Ron Howard, diretor do filme original, entra como produtor da série.

George R. R. Martin e Warner anunciam oficialmente animação ‘O Dragão de Gelo’

George R.R. Martin, autor de ‘Game of Thrones‘, anunciou em entrevista à Penguin Random House que está colaborando com a Warner Bros. em um novo filme animado baseado no conto ‘O Dragão de Gelo‘.

Martin contou que a Warner Bros. Animation adquiriu os direitos de adaptação de um dos seus primeiros contos, ‘O Dragão de Gelo‘, publicado em 1978. O conto infantil será adaptado em um filme animado, e não tem relação com o mundo de Westeros, onde se passam as obras mais conhecidas do escritor.

“Alguns de vocês devem saber que ocasionalmente escrevi outros livros que não faziam parte de Westeros ou daquela história. E um deles que escrevi em 1978 era um conto sobre um dragão, um dragão de gelo, e se chama O Dragão de Gelo. Apenas um conto, como eu disse. É principalmente uma história infantil, mas vamos fazer isso [em um filme]”, disse Martin.

“A Warner Bros. Animation comprou os direitos dele, e vamos expandi-lo para um filme totalmente animado… um filme cinematográfico, esperamos, para ser lançado em um cinema perto de você, e David Anthony Durham estará escrevendo o roteiro. E é melhor ele fazer um bom trabalho! [risos]”, conclui.

Na trama do livro, uma jovem chamada Adara secretamente faz amizade com um raro dragão de gelo. Quando o exército de dragões invade sua cidade, somente seu amigo pode ajudá-la a salvar o mundo da destruição total.

O livro foi escrito em 1980, antes da saga que daria origem à sérieGame of Thrones, da HBO. O filme animado ainda não possui data de lançamento.

James Gunn revela detalhes sobre arco de Rocket Racoon em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’

James Gunn, diretor de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, falou sobre alguns detalhes sobre o arco de Rocket Racoon no terceiro filme da franquia.

Gunn, em entrevista recente ao Deadline, comentou sobre como se sente abandonando a franquia ‘Guardiões da Galáxia’ para assumir seu novo cargo na DC Studios.

“A razão pela qual eu precisava terminar isso é porque eu amo o personagem Rocket mais do que qualquer personagem com quem já lidei antes, e eu precisava terminar sua história e é disso que trata o Volume 3”, explicou ele. “Eu absolutamente precisava fazer isso, e acho que fizemos de uma maneira espetacular que mal posso esperar para que as pessoas vejam”, disse Gunn.

Que completou: “Nunca será o mesmo grupo de personagens por vários motivos diferentes”, disse Gunn. “Quem sabe o que acontecerá com a franquia Guardiões em relação aos personagens futuros, mas em relação a esse grupo de personagens, este é o fim de sua história”.

O novo filme contará com o retorno de Peter Quill (Chris Pratt), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Groot (Vin Diesel), Rocket Racoon (Bradley Cooper), Gamora (Zoë Saldaña) e Nebulosa (Karen Gillan).

O elenco ainda conta com Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

As filmagens do longa já foram finalizadas e a estreia está marcada para 23 de maio de 2023.

‘Indiana Jones 5’: Roteirista dá mais detalhes sobre a trama

Jez Butterworth, co-roteirista de ‘Indiana Jones 5‘, revelou mais alguns detalhes sobre o enredo do novo filme do arqueólogo aventureiro mais conhecido do mundo.

Butterworth, em entrevista recente à Empire Magazine, falou um pouco sobre a trama do filme e contou que o longa se passará no auge da corrida espacial, e verá Jones determinado a encontrar os cientistas nazistas que estão escondidos na NASA.

“O simples fato é que o programa de pouso na lua foi executado por um bando de ex-nazistas. Quão ‘ex’ eles são é a questão. E bem embaixo do nariz de Indy…”, disse o roteirista.

Que completou: “Não é só que o modelo do que é um herói mudou completamente. Não é só que eles estão procurando por algo onde não há nada lá – é como Reno sem as apostas, ou qualquer que seja sua fala. Mas as pessoas que estão por trás disso são, você sabe, seus inimigos mortais”.

Veja as imagens reveladas:

Mangold negou totalmente as especulações envolvendo exibições teste supostamente “ruins” ou mesmo “desastrosas”, como disseram.

Na verdade, segundo cineasta, nenhuma foi realizada até agora, vale dizer.

“Não. Não houve nenhuma exibição teste até agora”, falou Mangold no Twitter.

Ele rebateu um fã que disse: “Mas não é verdade! Então não é horrível!”.

Lembrando que a nova aventura chega aos cinemas em 30 de junho de 2023.

O elenco traz também Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’), Boyd Holbrook (‘Logan’), Thomas Kretschmann (‘Vingadores: Era de Ultron’), Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), Shaunette Renée Wilson (‘Pantera Negra’) e Antonio Banderas (‘Dor e Glória’).

Lembrando que Steven Spielberg decidiu passar o manto para um cineasta mais jovem, a fim de trazer uma perspectiva renovada ao personagem. Dessa forma, James Mangold comanda o novo capítulo da franquia.

John Williams retorna para a trilha sonora, tendo atuado como compositor em todos os filmes anteriores.

Especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia’ foi o 1º projeto da Marvel desenvolvido para a Disney+

Apesar de ‘WandaVision‘ ter sido a primeira série de TV da Marvel, Kevin Feige revelou que o Especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia foi o primeiro projeto idealizado pelo estúdio para a plataforma de streaming.

A informação foi revelada em um vídeo especial para promover a atração.

“Esse especial foi a primeira coisa já concebida pela Marvel Studios para a Disney+, diz o diretor criativo do estúdio.

O cineasta complementa, dizendo que o roteirista e diretor James Gunn lançou a ideia sobre o Especial enquanto estava no set de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ (2017), dois anos antes do lançamento da Disney+.

“No set do ‘Vol. 2′, James Gunn disse: ‘Devemos fazer um especial de fim de ano’. Todos nós rimos. Achamos que seria ótimo… E então ele escreveu, em três dias.”

Posteriormente, Chris Pratt, intérprete de Peter Quill, descreve o especial como uma “história fantástica ‘vomitada’ do cérebro de um gênio louco”, referindo-se a Gunn.

Por enquanto, os detalhes da trama do especial são desconhecidos, mas Gunn já confirmou que o evento será uma espécie de ponte para o 3º filme dos Guardiões.

Lembrando que a estreia está marcada para 25 de novembro.

Confira o vídeo mencionado e o trailer do especial:

30 | Ranqueamos todas as músicas do aclamado 4º álbum de Adele

Há um ano, a icônica cantora e compositora Adele fazia seu tão aguardado comeback com o álbum 30. Considerado por muitos como o ápice artístico da carreira da performer, a produção nos apresentou a um lado mais amadurecido, marcado por decepções amorosas e por uma perspectiva mais simbólica e melancólica do mundo – talvez ainda mais que seus discos anteriores.

Além dos sucesso crítico, 30 fez um estrondo comercial ao redor do mundo, alcançando o topo da Billboard 200 e da Hot 100 (este último com o lead single “Easy On Me”). Ademais, a produção concorre a diversas categorias do Grammy Awards 2023, incluindo Álbum do AnoMúsica do AnoGravação do Ano, tendo grandes chances de levar várias estatuetas para casa.

No dia de hoje, 19 de novembro, a obra faz seu primeiro aniversário e, para celebrá-la, montamos uma lista ranqueando todas as músicas da versão padrão do disco.

Veja abaixo e conte para nós qual a sua música favorita:

12. “WOMAN LIKE ME”

Não se enganem: 30, assim como boa parte da discografia de Adele, não tem quaisquer músicas ruins. Entretanto, é preciso dizer que algumas das faixas ficam um tanto quanto apagadas frente a poderosas canções que chamam muito mais a nossa atenção – que é o caso de “Woman Like Me”. Com mensagens poderosas, os deslizes ficam presos a uma estrutura que não é muito ousada e que parece pensada de última hora.

11. “I DRINK WINE”

“I Drink Wine” é uma favorita de muitos fãs ao redor do mundo, pelo fato da faixa falar sobre autoaceitação, perdão e amor próprio – algo que Adele lutou muito para compreender, tendo passado por diversos problemas ao longo da vida. A canção é muito bem produzida, mas esbarra em alguns problemas de fraseamento que mancham sua estrutura impecável; de qualquer forma, quaisquer obstáculos são ofuscados pela belíssima rendição da cantora, que nos arrebata para outro mundo.

10. “MY LITTLE LOVE”

A temática do amor, seja ele como for, aparece em peso na estrutura de 30, incluindo em “My Little Love”, uma cândida inflexão neo-soul e chamber folk que dialoga com a ótima “Remember Where You Are”, de Jessie Ware. Aqui, os vocais de Adele, que exaltam o poder de um coro gospel, servem como uma acalentadora história de ninar em que ela percebe que ainda tem “muito a aprender”, conforme dialoga com o filho, Angelo.

9. “CRY YOUR HEART OUT”

Não são apenas as baladas taciturnas que permeiam o álbum – muito pelo contrário: como bem fez em discos anteriores, a artista se sente confortável o bastante para o evocativo blues de “Cry Your Heart Out”, um hino de empoderamento produzido por Greg Kurstin, colaborador de longa de data de Adele que também participa de diversas outras tracks.

8. “EASY ON ME”

Enquanto a cantora posa como uma adorável e engraçada mulher, as faixas que compõe tiram nosso fôlego e pintam um retrato melancólico, por mais otimista que as mensagens criadas sejam. Com “Easy On Me”, ela faz a mesma coisa, mas com um teor um tanto quanto diferente e que representa um belíssimo amadurecimento que levou mais de meia década para acontecer: logo de cara, as pesadas notas do piano contrastam com a leveza e a suavidade de seus poderosos vocais; e, como se não bastasse, Adele reconhece o processo de renascimento pelo que precisava passar, endereçando a turbulência que passou com seu último relacionamento com os emocionantes versos “não tive a chance de sentir o mundo ao meu redor”.

7. “ALL NIGHT PARKING”

O interlúdio “All Night Parking” funciona como uma investida propositalmente anacrônica entre passado e presente, reunindo Adele com o lendário e saudoso Erroll Garner, ícone do jazz falecido em 1977. Aqui, ela fala sobre uma paixão que se constrói em um relacionamento à distância – e todas as borboletas no estômago que sentimos com essa empreitada inesperada, ainda que ela tenha um prazo de validade mais curto que o esperado.

6. “HOLD ON”

Se há algo que Adele sabe como fazer como ninguém, é construir músicas e versos que se relacionem com qualquer um que já tenha passado por algum trauma ou alguma tristeza gigantesca pela vida. “Hold On” é uma das canções que mais reafirma sua capacidade de compreender o mundo e os outros, erguendo-se como uma empática e quase minimalista track, movida pelo piano, pelo violão e por uma arrepiante performance de uma das maiores vocalistas da atualidade.

5. “CAN I GET IT”

Em “Can I Get It”, as escolhas instrumentais podem destoar um pouco das canções, mas serve como uma divisão entre dois atos muito bem definidos. Talvez o aspecto que nos mais chame a atenção seja o fato de ela insurgir como uma memorabilia que se alicerça em clássicos de Red Hot Chili Peppers e Oasis, apresentando um novo e interessante lado de sua personalidade.

4. “OH MY GOD”

Lançado como segundo single da obra, “Oh My God” é impecável do começo ao fim, não apenas por entrar em contraste com as conhecidas e pungentes baladas da artistas, mas por uma produção irretocável assinada por Kurstin. Aqui, temos a exaltação do gospel pop, com tudo a que temos direito: camadas superpostas de vocais impecáveis, palmas, órgão e um baixo estrondoso que fala por si só. Não é surpresa que Adele tenha decidido lançá-la como uma das músicas promocionais do álbum.

3. “TO BE LOVED”

Em 30, Adele parece deixar de lado as épicas produções de suas obras anteriores, apostando fichas em uma pessoalidade e uma intimidade nunca antes vista em sua carreira. Dentro desse escopo, “To Be Loved” insurge como uma das mais tocantes faixas do álbum, falando sobre o divórcio que a artista enfrentou, dando enfoque essencialmente ao seu poder vocal e guiando-se pelas notas ecoantes do piano – reafirmando-se não apenas como uma liricista, mas uma poeta.

2. “LOVE IS A GAME”

Assim como várias outras incursões do álbum, “Love Is a Game” é uma belíssima reflexão cinemática, movida pelo classicismo atemporal de uma ode à Era de Ouro de Hollywood – principalmente pela presença exuberante e emocionante de um arranjo de corda e de um baixo apaixonante. Facilmente uma das melhores entradas da carreira de Adele, a ideia por trás da faixa é analisar o amor como um “jogo para tolos jogarem” (incluindo-se nesse grupo), visto que se apaixonar é se machucar – e tudo isso vale a pena.

1. “STRANGERS BY NATURE”

Na abertura de 30, Adele apresenta “Strangers By Nature”, que marca uma inesperada colaboração com o vencedor do Oscar Ludwig Göransson (‘Rocky’, ‘Pantera Negra’) que demonstra uma paixão pela teatralidade. O verso “eu nunca vi o céu com esta cor antes” e a impactante presença de múltiplas camadas e de sintetizadores prestam a melhor das homenagens a Judy Garland e a Barbra Streisand, em uma ode musical que grita no próprio silêncio.

‘Mulher-Hulk’: Novas artes conceituais mostram detalhes de Demolidor e Jen Walters

Ryan Meinerding, designer de personagens de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, divulgou algumas artes conceituais que mostram e detalham o design da protagonista interpretada por Tatiana Maslany e do Demolidor vivido por Charlie Cox.

Meinerding, que também é diretor criativo e chefe de desenvolvimento visual da Marvel Studios, liberou as fotos que fizeram antes da produção da série.

Confira:

Lembrando que todos os episódios de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ continuam disponíveis na Disney+.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

‘Indiana Jones 5’: Mads Mikkelsen surge com visual de Voller em nova imagem revelada

Foram reveladas algumas imagens de Harrison Ford em ‘Indiana Jones 5‘, dessa vez o ator Mads Mikkelsen (‘007: Cassino Royale’) foi quem ganhou destaque em uma nova foto divulgado pela revista Empire neste sábado (19), como o vilão da trama.

O astro dinamarquês apareceu pela primeira vez como Voller, que antagonizará o quinto filme da franquia.

Abaixo você confere:

Veja as imagens anteriores reveladas:

Mangold negou totalmente as especulações envolvendo exibições teste supostamente “ruins” ou mesmo “desastrosas”, como disseram.

Na verdade, segundo cineasta, nenhuma foi realizada até agora, vale dizer.

“Não. Não houve nenhuma exibição teste até agora”, falou Mangold no Twitter.

Ele rebateu um fã que disse: “Mas não é verdade! Então não é horrível!”.

Lembrando que a nova aventura chega aos cinemas em 30 de junho de 2023.

O elenco traz também Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’), Boyd Holbrook (‘Logan’), Thomas Kretschmann (‘Vingadores: Era de Ultron’), Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), Shaunette Renée Wilson (‘Pantera Negra’) e Antonio Banderas (‘Dor e Glória’).

Lembrando que Steven Spielberg decidiu passar o manto para um cineasta mais jovem, a fim de trazer uma perspectiva renovada ao personagem. Dessa forma, James Mangold comanda o novo capítulo da franquia.

John Williams retorna para a trilha sonora, tendo atuado como compositor em todos os filmes anteriores.

Após quase dois anos juntos, Harry Styles e Olivia Wilde estão “dando um tempo”

De acordo com a People, Harry Styles e Olivia Wilde estão supostamente “dando um tempo” em seu relacionamento, depois de quase dois anos juntos.

A notícia foi confirmada por várias fontes, dizendo que a decisão foi tomada amigavelmente por ambos, principalmente por conta da agenda lotada de Styles, que está viajando pelo mundo com a sua turnê musical, ‘Love on Tour‘.

A decisão ocorre apenas alguns dias depois que Wilde e seus filhos foram vistos no show de Styles em Los Angeles, realizado no último dia 15.

Como afirma um amigo citado na matéria:

“No momento, eles têm prioridades diferentes que os mantêm separados. Ele ainda está em turnê e agora está indo para o exterior. Ela está se concentrando nos filhos e no trabalho em Los Angeles. É uma decisão muito amigável.”

Outra fonte garante que:

“Eles ainda são amigos muito próximos.”

O casal começou a se relacionar publicamente em janeiro de 2021, em meio à produção do filme ‘Não se preocupe, querida‘, estrelado por Styles e dirigido por Wilde.

Lembrando que o suspense também conta com Florence Pugh (‘Viúva Negra’) e já está disponível na HBO Max.

Na trama, Alice é a dona de casa perfeita, vivendo numa comunidade utópica no deserto da Califórnia, junto com o seu marido Jack. Escondendo suas frustrações, ela acaba fazendo uma descoberta perturbadora que a faz questionar sua realidade “impecável”.

Relembre o trailer:

Olivia Wilde (‘Fora de Série’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Chris Pine, Gemma Chan, KiKi Layne, Nick Kroll, Sydney Chandler e Kate Berlant.

Crítica | Baran bo Odar e Jantje Friese estão de volta com o insano suspense sci-fi de ‘1899’

Em 2017, Baran bo Odar e Jantje Friese apresentavam ao mundo a uma das séries mais complexas e elogiadas da Netflix – o drama de ficção científica Dark, uma celebração de todas as histórias clássicas do gênero que fala, essencialmente, sobre teorias de conspiração do tempo e da existência de caminhos que conectam o passado, o presente e o futuro. Cinco anos mais tarde, a dupla retorna para o cenário mainstream com o aguardado lançamento de 1899, uma produção que parte de princípio similar e que, apesar dos erros aparentes, é uma instigante construção liderada por um elenco de peso e por uma reviravolta chocante que rema contra tudo o que esperávamos.

Com poucos materiais promocionais, a temporada de estreia é ambientada no final do século XIX e gira em torno de um grupo de passageiros a bordo do Kerberos, todos indo em direção à Nova York para começarem uma vida nova. Dentre as várias pessoas almejando conquistar o que sempre quiseram, temos Maura Henriette (Emily Beecham), uma das primeiras médicas do Reino Unido cuja especialização em neurologia a leva a cruzar o oceano e a tentar descobrir o que aconteceu com o irmão, que sumiu misteriosamente em um outro navio chamado Prometheus; o capitão Eyk Larsen (Andreas Piestchmann), cujos traumas o levam a tomar decisões impróprias em prol da tripulação dos passageiros; Ángel (Miguel Bernardeau), um jovem espanhol rico que viaja com Ramiro (José Pimentão), ambos escondendo um segredo que pode destruir sua reputação; Ling Yi (Isabella Wei), uma misteriosa mulher da China que posa como membro da burguesia japonesa para chegar às Américas; e vários outros.

Apesar dos problemas pessoais que enfrentam logo no episódio de abertura, as coisas ficam ainda mais complicadas quando eles cruzam caminho com o Prometheus e Eyk, acompanhado de uma força-tarefa formada por Maura, Franz (Isaak Dentler), Jérôme (Yann Gael) e mais, resolve investigar o que aconteceu – apenas para descobrir que cada membro da tripulação simplesmente desapareceu e não deixou nada para trás. Isto é, com exceção de um menino (Fflyn Edwards) que é resgatado e levado de volta para o Kerberos. É a partir daí que eventos bizarros começam a acontecer, desde uma neblina indesvendável que os impede de prosseguir viagem a uma quieta doença que dizima um a um até que que ninguém fique vivo.

Considerando que essa é uma incursão de Odar e Friese, as explicações não apareceriam como um passe de mágica, mas fariam parte de uma profunda análise antropológica subsidiada em temas como luta de classes, traumas psicológicos e uma necessidade de independência autodestrutiva. A principal chave do enredo é Maura, que sente uma conexão anfigúrica com o menino e com um homem chamado Daniel (Aneurin Barnard), que subiu ao navio e se metamorfoseou como um dos passageiros acreditando que ninguém perceberia sua presença agourenta atravessando os corredores. Mas Maura rouba os holofotes ao se envolver cada vez mais uma espécie de conspiração que a leva a perceber que o pai, Henry (Anton Lesser), é o responsável por aquela inescapável prisão em alto-mar.

Os oito capítulos são delineados como forma de dar destaque aos protagonistas em uma solenidade multilinguística que perpassa as várias culturas espalhadas pelo planeta; todavia, o aparente obstáculo que posa entre os personagens é logo varrido para debaixo do tapete: todos estão no mesmo barco (sem querer fazer um trocadilho) e comungam de uma experiência tirada de um pesadelo, de onde não conseguem fugir, não importa o quanto tentem. A majestosa configuração do transatlântico é diminuída a um claustrofóbico labirinto que os leva de lugar nenhum a nenhum lugar, como se estivessem encarcerados em um sádico estudo de um criador vingativo e sem amor. Não é surpresa que essa compreensão seja a centelha que explode um barril de pólvora de ressentimentos e que coloca todos em risco iminente.

Friese e Odar não apenas se jogam de cabeça em uma aterrorizante aventura sci-fi, como também tentam equilibrar drama, ação e romance em uma epopeia que celebra a liberdade e a vida. Entretanto, é necessário comentar acerca dos deslizes técnicos e artísticos que se espalham pelos episódios – como a duvidosa escolha da trilha sonora e algumas sequências descartáveis que só existem para preencher eventuais buracos do roteiro e dar uma falsa sensação de ritmo contínuo. Não obstante os equívocos, o resultado é bastante positivo e nos prepara para uma segunda temporada que deve trazer algumas respostas (ainda mais com um finale que mais nos confunde do que fornece explanações).

1899 pode não ser uma série perfeita, mas cumpre com o prometido e tem plena ciência de como conduzir os espectadores em uma das incursões mais insanas do ano. O principal elemento de que ela se usufrui é o elenco, que entrega performances impecáveis, e de uma cultivação da angústia que nos deixa à beira de um ataque de pânico – e que nos faz criar diversas teorias sobre o que o futuro aguarda.

DELICIOSA! Primeira novela de comédia romântica da Netflix surpreende e se torna a MAIS VISTA do streaming

Nós, brasileiros, a-do-ra-mos uma novela. São gerações e gerações que cresceram vendo e ouvindo novelas, fosse nas rádios, fosse na TV aberta. Gostamos daquelas mais dramatizadas, com personagens sofrendo ao ponto de fazer a cidade (ou o país) inteiro parar pra ver o que está acontecendo, mas também gostamos – e muito! – daquelas mais pastelão, com atuações teatrais e histórias tão clichês, mas tão clichês, que parecem ser as mesmas sempre. Nesse último quesito, os maiores destaques foram as clássicas novelas mexicanas, que, entre os anos 1980 e 2000, encantaram os espectadores brasileiros com protagonistas mulheres fortes e vingativas. E como ainda somos bastante fãs desse tipo de entretenimento, não é à toa que produções similares façam sucesso hoje em dia, como tem ocorrido com ‘Até Que o Dinheiro nos Separe, novela colombiana que desde sua estreia figura no Top 10 de séries da Netflix.

Alejandra Maldonado (Carmen Villalobos) é uma mulher de negócios extremamente bem-sucedida. Gerente de vendas de uma empresa de automóveis, sua vida é trabalhar, trabalhar e trabalhar, pois quanto mais vende, mais comissão ganha, e, consequentemente, consegue manter seu padrão de vida luxuoso. Razão pela qual ela encoraja sua equipe a vender cada vez mais. Como está prestes a se casar com Luciano Velenzuela (Gregorio Pernía), Alejandra, que nunca teve um negócio mal feito, aposta todas as suas fichas na venda de 20 caminhões para uma companhia, fechando um grande negócio para sua firma. Porém, a caminho da assinatura do termo de compromisso, ela sofre um acidente ao bater seu carro com o de Rafael (Sebastian Martínez), um endividado vendedor de artigos falsos e de procedência duvidosa, que, mesmo precisando fazer uma entrega de bebidas a um amigo para receber uma grana para pagar a mensalidade da faculdade da irmã, Mileninha (Stephania Duque), deixa tudo de lado para salvar a vida de Alejandra e levá-la ao hospital. Porém, para não admitir a culpa do acidente, Rafael finge ser marido da vítima, e a confusão está armada quando Luciano, o verdadeiro noivo da moça, aparece no hospital.

Dividido em 85 episódios com cerca de uma hora de duração (o que daria, na prática, uma novela de quatro meses e meio de duração mais ou menos), ‘Até Que o Dinheiro nos Separe’ mistura personagens e núcleos bem caricatos para construir o embate entre universo rico versus universo pobre, e mostrar o que há de bom em cada um deles de modo a levar os protagonistas para fora de suas bolhas. Se por um lado Rafael tem um quê de Lin-Manuel Miranda em ‘Em Um Bairro em Nova York’ (o simpático vendedor amigo de todos), bastante comum nos núcleos populares das novelas globais, por outro temos a Alejandra meio Elon Musk, com olhos focados no dinheiro mas, no fundo, uma boba inocente crente no amor. Da química entre os dois é que sai as melhores sacadas do roteiro de Andrés Burgo.

Ainda que demore a engrenar, a novelinha de comédia romântica tem seus pontos altos e garante boas gargalhadas para quem apenas quer ver algo leve e se entreter depois de um dia pesado de trabalho ou de estudos. Tipo de programa pra ir vendo aos poucos, sem necessidade de maratonar, que propõe diversão com chuva de clichês, às quais crescemos acostumados a consumir nos horários nobre da TV.