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SUCESSO! ‘Sorria’ ultrapassa ‘Pânico’ e ‘O Telefone Preto’ como a MAIOR bilheteria de terror do ano

SUCESSO! Após mais uma semana sólida nas bilheterias, ‘Sorria‘ alcançou US$ 200 milhões mundialmente, tornando-se o MAIOR filme de terror do ano.

Em pouco mais de um mês, o longa original da Paramount Pictures conseguiu ultrapassar a bilheteria total de ‘Pânico‘ (US$140M) e ‘O Telefone Preto‘ (US$159.5M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 97 milhões. No mercado internacional, foram US$ 103 milhões.

 

Com orçamento de apenas US$ 17 milhões, o terror já pode ser considerado mais um sucesso do gênero e, possivelmente, o início de uma nova franquia de sucesso.

Sem contar que o filme inicialmente foi planejado para ser lançado direto no streaming.

Assista a crítica:

Crítica | ‘Sorria’ explora o trauma com uma ambiciosa e dissonante narrativa

Parker Finn é responsável pela direção e roteiro.

Após testemunhar um incidente traumático envolvendo uma paciente, a Dra. Rose Cotter começa a ser assombrada por ocorrências sobrenaturais que ela não consegue explicar. Logo, ela deve confrontar seu passado problemático para sobreviver e escapar de sua nova realidade sinistra.

O elenco conta com Sosie Bacon, Kyle Gallner, Rob Morgan, Jessie T. Usher e Caitlin Stasey.

‘Os Fabelmans’: Steven Spielberg ficou EMOCIONADO com a interpretação de Paul Dano

‘Os Fabelmans’, autocinebiografia dirigida e escrita por Steven Spielberg, fez um grande sucesso depois de estrear no Festival de Toronto e chegará em breve aos cinemas de todo o mundo.

Agora, em entrevista ao THR, o diretor comentou sobre o estelar elenco da produção e rasgou elogios para Paul Dano, que fez uma interpretação fantástica de Arnold Spielberg, pai do cineasta.

“Eu certamente não queria entrar na minha primeira reunião com Paul e ser um pouco familiar. Mas houve algo tão evocativo do meu pai. Dez minutos depois da [chamada de] Zoom, eu estava engasgado. Estava segurando as minhas emoções”, ele disse.

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 09 de fevereiro de 2023.

Assista ao trailer:

O elenco é formado por Sam Rechner, que dará vida a um colega de classe de Spielberg quando mais novo; Julia Butters, que será uma das irmãs do realizador; Seth Rogen como o tio favorito do diretor; e Michelle Williams, que será uma versão figurativa de sua mãe.

O lendário cineasta David Lynch também aparecerá no longa-metragem.

Jeannie BerlinHadassah FabelmanRobin BartlettKeeley Karsten e outros completa o elenco.

A produção da Amblin Entertainment marca a primeira vez que Spielberg atua como roteirista desde o ‘A.I. – Inteligência Artificial’ (2001).

O cineasta assume a função em parceria com Tony Kushner, que colaborou com ele escrevendo o roteiro da cinebiografia ‘Lincoln‘ (2012).

Ambos também vão atuar como produtores junto com Kristie Macosko Krieger.

John Williams, conhecido por seu trabalho em obras como ‘Star Wars’ ‘Harry Potter’, ficará responsável pela trilha (uma de suas últimas ao lado de ‘Indiana Jones 5’ antes de se aposentar).

Crítica em Vídeo | ‘Enola Holmes 2’ é ainda MELHOR que o primeiro filme!

A sequência do adorado filme de mistério ‘Enola Holmes’ finalmente chegou ao catálogo da Netflix e, agora, o nosso Thiago Nolla traz para você a crítica em vídeo do longa-metragem.

Confira:

A continuação traz Enola (Millie Bobby Brown) assumindo seu primeiro caso oficial como detetive. Este caso envolve encontrar uma garota desaparecida, o que a arrasta para uma perigosa conspiração que a força a pedir a ajuda de seus amigos e familiares.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Além de Brown e Cavill, o longa conta com o retorno de Helena Bonham Carter reprisando seu papel como Eudoria Holmes, mãe da personagem titular.

O restante do elenco inclui Susan WokomaDavid ThewlisAdeel AkhtarSharon Duncan-BrewsterAbbie HernHannah DoddGabriel TierneySerrana Su-Ling Bliss.

Harry Bradbeer volta à direção e Jack Thorne, que escreveu o primeiro, vai roteirizar a sequência.

O filme é baseado na série de livros de Nancy Springer, ‘The Enola Holmes Mysteries‘, que é composta por seis livros. O primeiro e o quinto livros da série foram indicados ao Edgar Awards em 2007 e 2010, respectivamente.

Estima-se que o primeiro filme foi assistido por 76 milhões de espectadores nos primeiros 28 dias.

Aclamado entre os críticos, ‘Enola Holmes‘ conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e já se tornou uma das produções mais assistidas da semana na Netflix.

Crítica | ‘Enola Holmes’, com Millie Bobby Brown, é uma divertida adição ao universo de Sherlock Holmes

‘Reboot’: Comédia com Judy Greer e Keegan Michael-Key já está disponível no Star+!

A série de comédia Reboot finalmente chegou ao Star+.

A produção foi lançada na plataforma de streaming no último dia 02 de novembro.

A trama companha um elenco disfuncional de uma sitcom dos anos 2000, ‘Step Right Up’, que deve enfrentar seus problemas não resolvidos e navegar pela cultura do cancelamento nas redes sociais quando uma jovem roteirista cria um reboot do show.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Steven Levitan (‘Modern Family’).

Keegan-Michael KeyJohnny KnoxvilleJudy GreerRachel BloomPaul ReiserKrista Marie YuCalum WorthyKristian Flores estrelam.

‘A Jaula’: Suspense nacional estilo ‘Jogos Mortais’ já está disponível no Star+!

O suspense nacional ‘A Jaula‘, estrelado pelo Chay Suede (‘A Travessia’), já está disponível no Star+.

A produção foi lançada no último dia 02 de novembro na plataforma de streaming.

Na trama, conhecemos um jovem ladrão (Suede) que vendo a oportunidade de roubar mais um carro, uma caminhonete de luxo parada em uma rua pacata de uma grande cidade, não pensa duas vezes e inicia a ação do roubo. O problema é que quando ele tenta sair do carro para fugir o carro simplesmente não abre e aos poucos ele começa a perceber que está preso de propósito pelo dono do carro, que entra em contato com ele pelo telefone do carro, um ginecologista renomado (Alexandre Nero) que já fora roubado outras vezes e dessa vez resolveu fazer justiça com as próprias mãos. Lutando para sobreviver sem comida, água e com o emocional completamente destruído inicia-se um jogo psicológico intenso onde a moral é colocada em xeque.

Relembre o trailer:

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o ator contou sobre o que podemos esperar da produção, que lembra bastante o primeiro ‘Jogos Mortais‘.

O filme é dirigido por João Wainer.

Revelado o VERDADEIRO MOTIVO da saída de Henry Cavill de ‘The Witcher’

Após assinar contrato para voltar como o Superman da DC, Henry Cavill deixará o elenco da série ‘The Witcher‘, da Netflix, após a terceira temporada.

A quarta temporada trará um novo Geralt de Rivia, que será interpretado por Liam Hemsworth

Rumores especulavam que o ator já estava contemplando sair da produção depois da 2ª temporada, em virtude de desacordos com os produtores em relação do conteúdo da série e do papel de Geralt – que não é nenhuma surpresa, considerando que ele já tinha comentado sobre certas frustrações anteriormente.

Porém, o Deadline afirma a saída de Cavill foi motivada pela por sua agenda de trabalho. Houve um grande conflito entre os trabalhos já acertados previamente e as novas datas das filmagens da série no exterior.

Após assinar com a Warner Bros. Discovery para voltar a viver o ‘Superman’, o ator também aceitou expandir seu desempenho em filmes da DC – o que vai demandar muito tempo.

Depois de deixar o elenco, o ator agradeceu a oportunidade e desejou tudo de bom para seu substituto:

“Minha jornada como Geralt de Rivia foi repleta de monstros e aventuras e, infelizmente, eu deporei meu medalhão e minhas espadas para a quarta temporada”, disse Cavill. “Em meu lugar, o fantástico Sr. Lobo Branco vai assumir o manto. Tal como acontece com os maiores personagens literários, passo a tocha com reverência pelo tempo gasto encarnando Geralt e entusiasmo para ver a opinião de Liam sobre este homem mais fascinante e cheio de nuances. Liam, bom senhor, trará uma profundidade tão maravilhosa para esse personagem, e irá mergulhar e ver o que você pode encontrar.”

Vale lembrar que os próximos episódios chegam à plataforma de streaming em 2023.

 

Os Críticos Decidiram! Conheça os 45 PIORES Filmes de Terror de TODOS os Tempos – Parte 1

Todo ano elegemos os Melhores Filmes de Terror. E nós amamos listas, não é mesmo?

Este ano, decidimos trazer os 45 piores filmes de terror de todos os tempos. Como a matéria ficaria muito grande, a dividimos em duas partes. Aqui vai a primeira. Confira abaixo.

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45) Martírio (2015)

Mártires (2008) é uma elogiada produção francesa de terror. É claro que Hollywood não perdeu tempo e tratou de refilmar o longa e como quase sempre ocorre nesses casos, o novo ficou bem abaixo do original. Na trama, duas mulheres buscam vingança contra aqueles que as fizeram mal.

44) A Experiência II – A Mutação (1998)

O primeiro A Experiência (1995) sobre uma mulher criada em laboratório, meio humana, meio alien, que só queria saber de acasalar, até tinha certo charme. Tudo se esvaiu nessa continuação, no mínimo desnecessária.

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43) Noite do Terror (2006)

Com Rachael Taylor no elenco, esse horror genérico visava criar outro ícone do gênero com a introdução do psicopata grandalhão Jacob Goodnight (Glenn Jacobs). Não deu muito certo, mas serviu para gerar uma continuação em 2014.

42) Imagens do Além (2008)

Em Hollywood nada se cria, tudo se copia. Bem, em termos de terror pode até ser. Como é o caso deste filme protagonizado por Joshua Jackson que é remake do tailandês Espíritos – A Morte Está ao Seu Lado (2004).

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41) A Morte Convida para Dançar (2008)

Mais um remake de terror, esse de um filme americano mesmo. O original é um cult de 1980 chamado Baile de Formatura, protagonizado por Jamie Lee Curtis, recém-saída de Halloween (1978). Essa refilmagem tem pouco a ver com o primeiro, e se tornou um dos filmes menos apreciados pelos fãs de horror.

40) Cativeiro (2007)

A loirinha Elisha Cuthbert teve seus dias de glória no início dos anos 2000, graças à série 24 Horas e aos filmes Show de Vizinha e A Casa de Cera. Cativeiro tentou surfar nessa onda, mas terminou solenemente ignorado.

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39) Lenda Urbana 2 (2000)

Quando os slasher adolescentes foram revividos no fim dos anos 90, quem perdia tempo para engatar sua sequência, terminava papando mosca. Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado lançaram continuações logo no ano seguinte de seus originais. Já Lenda Urbana resolveu esperar um ano, o que se mostrou fatal…

38) Quando um Estranho Chama (2006)

Os anos 2000 viram uma verdadeira enxurrada de remakes de terror em Hollywood. Esse fala sobre uma babá sendo atormentada por ligações, que ela descobre estarem vindo de dentro da casa onde toma conta de crianças. O original é um cult de 1979, já o remake, bem menos querido, traz a filha de brasileira Camilla Belle protagonizando.

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37) No Cair da Noite (2003)

O legal de listas assim é reencontrarmos filmes que não ouvíamos falar há muito tempo. É o caso desta produção “sem vergonha” da Sony que usa como “bicho papão” a Fada dos Dentes! É isso mesmo!

36) Slender Man – Pesadelo Sem Rosto (2018)

Dá para pensar que tudo já foi feito quando falamos de terror e todo tipo de figura já foi usada como tentativa de emplacar um novo vilão do gênero. O que podemos dizer é que nem todos nasceram para ser Jason, Freddy ou Michael Myers. É o caso com a Fada do Dente acima e com esse “meme” da internet chamado “homem esguio”.

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35) Dominação (2000)

Estrelado por Winona Ryder, esse terror mequetrefe surfava uma onda muito em voga no fim dos anos 90 e início de 2000 – os filmes de terror com pegada bíblica / apocalíptica. Como é de se esperar esse é um dos piores, mas não o pior. Aguarde.

34) A Ilha da Fantasia (2020)

Creio que os fãs do seriado cult da década de 70, que de terror não tinha nada, até poderiam perdoar essa descaracterização completa caso o filme da Blumhouse fosse bom. Mas após o resultado não podemos culpa-los pelas reclamações.

33) O Chamado 3 (2017)

Podemos dizer que O Chamado (2002) é um dos melhores, quiçá o melhor remake de uma produção asiática em Hollywood – e serviu para apresentar ao mundo o talento de Naomi Watts. O segundo filme já havia resultado em uma obra cambaleante em 2005. O que dirá uma espera de mais de dez anos? Apenas que esse navio já havia zarpado.

32) A Colheita do Mal (2007)

As más línguas dizem que a estrela Hilary Swank quando não está ganhando Oscar, está protagonizando algum filme ruim ou de teor duvidoso, parece não haver meio termo para a atriz. Quando fez esta atrocidade para a Warner, Swank já tinha duas estatuetas enfeitando sua estante.

31) Premonições (2007)

Mas Hilary Swank não será definitivamente a última estrela vencedora do Oscar a figurar na lista dos piores filmes de terror de todos os tempos. Quem chega agora é a musa máxima Sandra Bullock, impulsionando este thriller sobrenatural mequetrefe sobre uma mulher tendo visões da morte do marido, e tentando salva-lo do perigo iminente.

30) Um Lobisomem Americano em Paris (1997)

Um Lobisomem Americano em Londres (1981) continua sendo um ícone do gênero e uma ótima pedida para a celebração do dia das bruxas. Já esta continuação tardia nem tanto. Esse foi um dos filmes que pegou a onda dos roteiros joviais espertinhos do pós-Pânico no fim dos anos 90.

29) Vampiros do Deserto (2001)

Em Hollywood muitas produções são criadas tentando capitalizar em cima da figura de algum jovem astro em potencial. Mas quando suas carreiras terminam por não vingar, tais filmes saem de cena com a mesma rapidez. É o caso deste longa da Sony/Columbia que tinha como chamariz a presença de Kerr Smith – você lembra dele?

28) Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1998)

Com um dos títulos mais longos da história do cinema, esse slasher adolescente continua um filme que, bem, não precisava de continuação. E certamente não precisava DESTA continuação. Aqui a ação é movida para a ilha das Bahamas e a trama é tão complicada que apenas nos resta dar risada do quão ridícula é.

27) A Casa dos Sonhos (2011)

Posso dizer que tive o “desprazer” de assistir a este longa no Festival do Rio de seu respectivo ano. Não deixa de ser um fato curioso. Mas assim como Daniel Craig e Rachel Weisz não se cansam de dizer, a única coisa positiva desse filme de assombração da Warner foi o relacionamento que surgiu entre os dois nos bastidores. Estão certíssimos.

26) Vozes do Além (2005)

Protagonizado pelo querido e talentoso Michael Keaton quando sua carreira andava em baixa em meados dos anos 2000, a trama mostra o ator como um arquiteto tentando se comunicar com a esposa através de gravações de áudio, mas atraindo entidades malignas ao invés. Ou seja, um terror bem genérico.

25) Filha do Mal (2012)

Lançado em janeiro nos EUA, antes historicamente conhecido como a data na qual os “filmes vão para morrer”, este found footage de teor sobrenatural é produzido pelo mesmo responsável por grandes blockbusters como Transformers e Megatubarão e tem o diretor de A Órfã 2.

24) Ouija – O Jogo dos Espíritos (2014)

Olivia Cooke está arrancando elogios no papel da Rainha Alicent, uma das protagonistas de A Casa do Dragão, da HBO Max. Mas quase dez anos antes precisou passar pelo calvário deste terror sobre o infame tabuleiro que se comunica com os mortos.

23) A Volta dos Mortos-Vivos 2 (1988)

Os filmes de terror dos anos 80 possuem seu valor de prazer culposo e a grande maioria entra na seleta lista das produções cult inesquecíveis. Isso é o que a década representa. E A Volta dos Mortos-Vivos (1985) é um dos grandes ícones cult da diversão e humor subversivo da época. Porém, esta continuação não conquistou os mesmos elogios.

22) Troll 2 (1990)

Troll – O Mundo do Espanto (1986) é uma produção de terror B que ninguém dá dois centavos para, ou sequer ouviu muito falar. Curiosamente, no entanto, o filme traz no elenco Julia Louis-Dreyfus, a eterna Elaine de Seinfeld, e hoje a Condessa Valentina Allegra de Fontaine da Marvel. Já este Trolls 2 se tornou cult graças à sua estigma de ser “tão ruim que é bom”, lembrado como um dos piores filmes de todos os tempos.

21) Alucinações do Passado 2 (2019)

Alucinações do Passado (1990) é uma produção cult com Tim Robbins que fala sobre os traumas vividos por um veterano da Guerra do Vietnã. Em 2019 tiraram um remake da cartola, protagonizado por Michael Ealy – que por alguma razão no Brasil foi considerado uma sequência e não uma refilmagem.

Harry Styles estrela um triste romance GAY proibido em filme do Amazon Prime Video

O cantor Harry Styles tenta novamente se provar no universo da sétima arte com drama inglês ‘My Policeman‘, uma produção da Amazon Prime Video, contudo, assim como em seus trabalhos anteriores, mesmo não comprometendo o resultado final, o astro esbarra em certos problemas decorrentes da produção que estrela, e a falta de carisma que parece estar guardada em algum lugar.

O astro pop conseguiu apresentar um bom desempenho em ‘Dunkirk‘, de Christopher Nolan, e até conquista e convence com ‘Eternos‘, da Marvel; já no fraquíssimo ‘Não Se Preocupe, Querida‘, comandado por Olivia Wilde, temos uma performance que pode ser chamada de “piloto automático”, e que, infelizmente, o ator repete neste novo longa dirigido pelo diretor britânico Michael Grandage (‘O Mestre dos Gênios’).

Assista ao trailer:

O filme começa na Costa Sul, em 1998, onde a professora aposentada Marion (Gina McKee) recebe o velho amigo Patrick (Rupert Everett), que está se recuperando de um grave derrame. Porém o marido de Marion, Tom (Linus Roache), evita a todo custo chegar perto de Patrick.

A partir daí voltamos ao ano de 1957, quando a jovem Marion, agora vivida por Emma Corrin, e o policial Tom, por Styles, estão em um romance ao lado de seu amigo em comum, justamente o curador de museu Patrick, com David Dawson fazendo brilhantemente sua versão mais nova.

Enquanto eles saem juntos, Marion se torna cada vez mais consciente de que há algo acontecendo entre esses dois homens, mas a verdadeira profundidade dessa paixão só fica clara 40 anos depois, quando ela enfim lê os diários de Patrick e fica chocada.

Saltando através de passagens temporais, o roteiro assinado por Ron Nyswaner (‘Filadélfia’) revela detalhes aos poucos, ecoando a resistência britânica em falar sobre questões do coração. Isso cria várias camadas na trama, contando uma história que de certo modo é batida, mas por um viés diferente se torna interessante, principalmente quando trafega esses dois períodos pulando as já faladas quatro décadas.

É como se essas três pessoas vivessem em estase durante todo tempo. Os arcos dos personagens parecem incompletos e os sentimentos melodramáticos, sem que você possa sentir toda paixão e química de verdade, mesmo que os momentos empreendidos tragam um certo peso ao que o diretor quer dizer.

Felizmente, Grandage consegue conceber cenas visualmente belíssimas, sobretudo nos atos sexuais, que carregam a paixão dos personagens e foram lindamente executadas por Harry Styles e David Dawson.

O trio McKee, Roache e Everett possuem momentos fantásticos em situações um tanto engessadas, evocando as tensões constantes entre essas três pessoas que sempre estiveram interligadas. Já Corrin, Styles e Dawson, mesmo participando de andamentos mais inspirados, esteticamente falando, não brilham tanto assim, apesar de acertarem na forma de construção das figuras, conferindo sentimentos extremos como paixão, medo e ciúme.

O principal destaque de ‘My Policeman‘ está na comparação entre os dois períodos abordados, um em que a homossexualidade é considerada crime – delito este que é punido com prisão ou algo pior; e outro em que casais do mesmo sexo podem viver “normalmente” em sociedade. Portanto, são retratados momentos importantes, que falam sobre como as pessoas na década de 1950 eram oprimidas ainda mais diante apenas pelo fato de amar. Porém, à medida que esses personagens têm a chance de redefinir suas vidas, vemos enfim que existe esperança em nosso futuro.

‘Harry Potter e a Câmara Secreta’ REESTREIA nos cinemas nacionais neste mês; Saiba quando!

Harry Potter tornou-se uma das sagas literárias e cinematográficas mais famosas e bem-sucedidas de todos os tempo e, em 2022, a segunda adaptação fílmica do universo mágico completa nada menos que vinte anos.

Para comemorar o aniversário, a Warner Bros. relançará o filme ‘Harry Potter e a Câmara Secreta‘ nos cinemas nacionais no dia 26 de Novembro de 2022.

Lançada em 2002, a produção, que traz Chris Columbus de volta à cadeira de direção, traz Harry Potter (Daniel Radcliffe) de volta à casa de seus tios – até ele receber a inesperada visita de Dobby, um elfo doméstico, que veio avisá-lo para não retornar à Escola de Magia de Hogwarts, pois lá correrá um grande perigo.

Harry não lhe dá ouvidos e decide retornar aos estudos, enfrentando um 2º ano recheado de novidades. Uma delas é a contratação do novo Professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, Gilderoy Lockhart (Kenneth Branagh), que é considerado um grande galã e não perde uma oportunidade de fazer marketing pessoal. Porém, o aviso de Dobby se confirma e logo toda Hogwarts está envolvida em um mistério que resulta no aparecimento de alunos petrificados.

Trazendo nomes como Rupert GrintEmma Watson reprisando seus papéis como Ronald Weasley e Hermione Granger, respectivamente, o filme se tornou um sucesso crítico e comercial, arrecadando quase US$890 milhões mundialmente e conquistando três indicações ao Oscar.

 

Diretor de ‘Medo Profundo’ vai comandar novo TERROR produzido por James Wan

De acordo com o Deadline, Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) vai dirigir o terror ‘Border Patrol‘, que será produzido pelo James Wan (‘Invocação do Mal’) através da Atomic Monster.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

Vale lembrar que Roberts também comandou outros filmes do gênero, como ‘Os Estranhos – Caçada Noturna‘, ‘Do Outro Lado da Porta‘, ‘Medo Profundo: O Segundo Ataque‘ e ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘.

Reescrito por Gregg HurwitzPhilip Eisner, o roteiro original foi assinado por Noah GriffithDaniel Stewart.

Screen Gems está desenvolvendo o projeto.

Michael Clear, Judson Scott, Peter Luo e Nancy Xu também servirão como produtores.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Eva Green na Marvel? Atriz revela condição para se juntar ao MCU

Em entrevista ao ComicBook, Eva Green (‘Penny Dreadful’) foi perguntada sobre uma possível participação no popular Universo da Marvel. A atriz revelou que estaria interessada, mas com uma condição…

“Sempre vai depender do papel e da história, se não forem rasos. Em ‘300: A Ascensão do Império’, minha personagem era interessante, não apenas forte. Você conseguia entender o seu comportamento. Ela teve um passado sombrio que a deu humanidade.”

Ela completa, “Em ‘Sin City: A Dama Fatal’, minha personagem é completamente maligna, mas isso faz parte do gênero. Se você abraçar isso, é divertido interpretar uma femme fatale. Essas personagens foram ótimas. Foram papéis interessantes, e é sempre ótimo interpretar mulheres fortes.”

Vale lembrar que o próximo filme da Marvel, ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, estreará no dia 10 de novembro.

Confira o trailer:

Dirigido por Ryan Coogler, o elenco conta com Letitia Wright, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira, Tenoch Huerta e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘O Diário de Noel’: Romance natalino com Justin Hartley, de ‘This is Us’, ganha trailer

A Netflix divulgou o primeiro trailer do romance natalino ‘O Diário de Noel‘, estrelado pelo Justin Hartley (‘This is Us’).

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 24 de novembro.

Dirigido por Charles Shyer, o longa é baseado no livro homônimo de Richard Paul Evans.

De volta à casa onde passou a infância, um escritor conhece uma mulher em busca de respostas. Será que um velho diário será a chance para o passado e o coração dos dois?

O elenco ainda conta com Barrett Doss, Essence Atkins, Bonnie Bedelia e James Remar.

Crítica | Clemência – Ator de ‘Adão Negro’ Vive Condenado à Morte em Impactante Drama da Netflix

Há filmes que, se você se deixa levar pelo elenco, pode acabar tendo surpresas não tão agradáveis, no sentido de você estar acostumado a ver um determinado ator ou atriz tendo feito sucesso em uma franquia bastante popular ou familiar, e, de repente, vê um filme dele ou dela com inclinações mais dramáticas e doloridas. É o caso de Aldis Hodge, ator cuja carreira cresceu após participar da série ‘Black Mirror’, do seu papel inesquecível no indicado ao OscarUma Noite em Miami’ e, mais recentemente, como o Gavião Negro no pipocão ‘Adão Negro’. Agora ele brilha no intenso e dramático longa ‘Clemência’, disponível aos assinantes da Netflix.

Bernadine Williams (Alfre Woodard) trabalha há trinta anos como carcereira de um sistema penitenciário de segurança máxima em uma cidade nos Estados Unidos. Sua função, além de gerenciar o local, é coordenar e dar a autorização para a execução da pena de morte aos detentos que aguardam a hora chegar, ou seja, ela prepara a equipe, o local, faz o treinamento, organiza as testemunhas, certifica de que os últimos desejos dos detentos sejam atendidos e que eles tenham acompanhamento espiritual em seus últimos dias, etc. Embora faça muito bem seu trabalho, após um incidente na execução da morte de Victor Jimenez (Alex Castillo) a dura casca de proteção que Bernadine criou para se proteger sofre uma fissura, e agora, diante dos pedidos do marido, Jonathan (Wendell Pierce), para que se aposente, e da iminente execução do detento Anthony Woods (Aldis Hodge), ela irá duvidar de sua capacidade e começar a questionar a relevância de seu trabalho.

Clemência’ é o tipo de filme que não busca o entretenimento, mas sim estimular o pensamento crítico e a reflexão. Escrito e dirigido por Chinonye Chukwu, o filme parte dessa protagonista durona, insensível, que realiza seu trabalho mecanicamente, quase como se não houvesse diferença entre apontar um lápis e dar autorização para a execução de alguém. Nesse ponto é preciso ver a solidez com que Alfre Woodard construiu sua personagem até a cena final, que nos esclarece o título do filme. Em contraparte, temos um impressionante Aldis Hodge de cara fechada; mesmo com poucas falas, consegue transmitir um monte com seu silêncio e seu olhar. São as atuações desses dois que carregam o filme, prendem o espectador e fazem com que nós nos simpatizemos com cada ponta dessa interação polarizada.

O soluço no roteiro, porém, é a falta de eventos. Passamos a maior parte do tempo acompanhando a crise de Bernadine, o quanto sua profissão afeta seu mundo, mas, na prática, pouca coisa acontece de fato. É apenas a rotina da impassível protagonista, que executa sentenças de morte, finge que isso não a abala e, à noite, não consegue dormir, recheada de pesadelos. Ainda que a construção dos personagens tenha sido bem feita, faltou elementos para comporem o enredo para além deles.

Clemência’ é dolorido, e levanta a trivialidade com que os Estados Unidos estão tratando a questão da pena de morte. Ao colocar a câmera em close nessa história e em seus personagens, fica impossível ao espectador não ponderar sobre a questão. Bem dirigido e intensamente atuado, surpreende, inclusive, por ter sido gravado em apenas 17 dias, o que demonstra a competência de todos os envolvidos.

Crítica | Holy Spider – Thriller Policial Conta a História Real de Fanático Serial Killer

Filme visto no Festival do Rio 2022.

As estruturas com que as sociedades se organizam dizem muito sobre a cultura, as crenças e os valores de um determinado povo. Há pontos que são comuns a todos, que atendem pelo nome de direitos humanos, mas há, também, pormenores que diferenciam uma cultura de outra, um povo de outro. E há, por fim, países nos quais os direitos humanos não são respeitados, e, sob o aspecto cultural, se valem desse viés para justificar barbáries cometidas contra a humanidade daquela população. Esse é o tema do thriller policial iraniano ‘Holy Spider’, que, após calorosa exibição sob protesto no Festival de Cannes 2022, teve sessões aplaudidíssimas no Festival do Rio 2022 e, em breve, estreará na plataforma da MUBI.

Rahimi (Zar Amir-Ebrahimi) é uma jovem repórter investigativa que volta à sua cidade natal, Mashhad – cidade sagrada do Irã – para fazer uma matéria sobre um serial killer à solta nas redondezas, que mata exclusivamente prostitutas na cidade e descarta seus corpos às margens das rodovias. Chamado de ‘Holy Spider’ pelos jornais, o assassino anda sendo aplaudido nas ruas por supostamente estar limpando-as das chamadas pecadoras. Para descobrir a verdadeira identidade do culpado, Rahimi fará de tudo, até mesmo se disfarçar como uma trabalhadora do sexo e colocar sua própria integridade em risco.

Escrito por Abi Abbasi e Afshin Kamran Bahrami com a supervisão de Jonas Wagner e direção do primeiro, o filme começa parecendo um típico drama do médio-oriente, com atuações contidas somadas a reações explosivas fagulhadas por situações que, a nossos olhos ocidentais, parecem corriqueiras. Lá pela metade do longa, a identidade do serial killer é revelada, o que faz o espectador questionar o porquê de a produção entregar o principal elemento do longa tão cedo – consequentemente, faz com que a gente se questione, então, como a produção preencherá as quase uma hora restantes. E é nessa virada que ‘Holy Spider’ mostra a sua excelência. Partindo desse plot comum a tantos outros filmes, e inspirado em eventos reais ocorridos de fato em Mashhad, o roteiro abre o debate para o machismo estrutural tóxico e o fanatismo religioso que não só impera na sociedade iraniana contemporânea, mas que também impede com que direitos humanos básicos sejam respeitados naquela região, especialmente às mulheres.

Dramaturgicamente, ‘Holy Spider’ contém suas emoções, acompanhando a estética do cinema iraniano que não se expõe mais do que precisa. Essa contenção é justamente o que eleva o nervosismo do enredo, pois, uma vez que a protagonista é uma mulher em um país masculino e machista, todo e qualquer ato dela pode ser fatal; em contrapartida, todos os outros personagens com quem ela contracena são homens, e suas atitudes são condizentes com a realidade local e a da ficção, o que eleva a tensão de ambos os núcleos.

Sem avisar, ‘Holy Spider’ é um soco no estômago disfarçado de thriller policial. Partindo da cruel realidade de ser mulher em um lugar dominado pelas regras masculinas, o longa merece todos os aplausos que ganhou nos festivais internacionais, entretendo e estimulando pensamento crítico ao mesmo tempo, e comprova que a realidade, no final das contas, é sempre pior do que se pode criar na ficção.

Drama de guerra com Jennifer Lawrence estreia no streaming com 85% de aprovação no RT!

‘Passagem’, drama estrelado pela vencedora do Oscar Jennifer Lawrence, já chegou ao catálogo da Apple TV+ e fez um sucesso considerável entre a crítica internacional.

A produção conquistou 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 7/10 baseada em 71 reviews. Segundo o consenso geral, o longa “apresenta uma perspectiva subjugada dos efeitos lancinantes do trauma, liderado por performances arrepiantes de Lawrence e Brian Tyree Henry.

Confira os principais comentários:

“Este é um filme bem atuado e maduro, mesmo quando parece um pouco leve” – The MacGuffin.

“Qualquer significado metafórico é deixado para o espectador, que estará muito ocupado aproveitando as belas performances para pensar muito” – Boston Globe.

“A intimidade do filme, aliada à alta qualidade das atuações, o diferencia” – Aisle Seat.

“[O filme] não abre novos caminhos, mas é modestamente eficaz graças à sua compaixão pelos personagens” – KKFI-KM.

“Um drama tranquilo e discreto que não se anuncia de nenhuma maneira específica, mas tem uma maneira de se aproximar de você…” – Detroit News.

Relembre o trailer:

O filme marca a estreia diretorial de Lila Neugebauer. Otessa MoshfeghLuke GoebelElizabeth Sanders assinam o roteiro.

Na trama, Lawrence interpreta Lynsey, uma soldado estadunidense que retornou recentemente à sua cidade natal, Nova Orleans, depois de sofrer um traumatismo craniano enquanto estava de serviço no Afeganistão. Anteriormente no Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA, Lynsey se vê retornando da guerra para mais uma batalha – enfrentando sua mãe negligente e seus demônios do passado. Incapaz de funcionar 100% por conta própria devido à lesão cerebral, Lynsey se encontra em um lugar escuro durante sua reabilitação e planeja retornar ao exército. Quando ela conhece James (Brian Tyree Henry), os dois involuntariamente se unem por causa de seu passado e seus traumas.

Linda EmondJayne HoudyshellStephen McKinley HendersonFrederick WellerRussell HarvardNeal Huff e outros também fazem parte do elenco.

‘O Continental’: Amazon Prime adquire os direitos de exibição internacionais da série derivada de ‘John Wick’

Segundo o ComicBook.com, a Amazon Studios adquiriu os direitos internacionais de O Continental, série derivada da aclamada franquia de ação John Wick.

Anteriormente anunciada como uma minissérie regular, a produção foi reformulada como uma série de três episódios, com cada capítulo funcionando como um filme. A história irá focar no hotel de assassinos que se tornou bastante popular na obra original.

O elenco é formado por Colin Woodell, Mishel PradaHubert Point Du-JourJessica AllainNhung KateBen Robson, Ayomide Adegun, Peter GreeneJeremy Bobb, Katie McGrath, Ray McKinnon, Adam Shapiro, Mark Musashi e Marina MazepaMel Gibson foi confirmado no spin-off como o misterioso personagem Cormac.

Com cerca de 90 minutos cada, o orçamento dos capítulos devem girar em torno de US$ 20 milhões.

Albert Hughes (‘O Livro de Eli’) irá dirigir dois dos três episódios.

Chad Stahelski, co-criador da franquia, servirá como produtor executivo ao lado de Derek Kolstad, roteirista dos filmes.

Benedict Cumberbatch admite que participar do MCU não requer “grandes atuações”

Benedict Cumberbatch já foi premiado por diversos de seus trabalhos, como na série Sherlock‘ e nos filmes ‘Ataque dos CãeseO Jogo da Imitação.

Por conta disso, não há dúvidas do calibre se sua atuação e entrega a um personagem.

No entanto, o astro admitiu que quando assume seu papel como ‘Doutor Estranho‘ no MCU, se sente mais relaxado quanto às cobranças em sua performance.

Em entrevista para o The Talks, Cumberbatch afirmou que trabalhar no MCU não exige grandes atuações.

Ao longo da conversa, ele disse que a maior parte do tempo das gravações é gasto em pé na frente de uma tela verde balançando os braços e fingindo que está lançando feitiços.

“Atuar na Marvel não é uma espécie de academia de atuação onde você está desconstruindo camadas de si mesmo para sair do casulo. É claro que precisamos ter o mínimo de conhecimento teatral, mas no coração de um filme como ‘Os Vingadores‘ está na ação e é difícil trazer sua veia emocional quando o foco está em todo o caos acontecendo ao seu redor.”

Ele continuou, deixando claro que sempre tira boas lições de cada um de seus trabalhos:

“Acontece que esses filmes não têm foco propriamente no desenvolvimento massivo do personagem, já que a história é sempre o centro de algo que vai levar a outro filme. Mas eu aprendo muito em cada um dos meus trabalhos. Eu gostaria de pensar que aprendo observando outras pessoas. Foi maravilhoso assistir Robert Downey Jr em ‘Ultimato‘. É maravilhoso ver como os outros atores se deixam mergulhar nesse mundo fantasioso.”

Lembrando que ‘Doutor Estranho 2‘ já está disponível na Disney+.

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‘The Crown’: 5ª temporada DECEPCIONA com apenas 38% de aprovação; Confira as críticas!

A 5ª temporada de ‘The Crown‘ chega ao catálogo da Netflix em 09 de novembro, mas a crítica especializada já conferiu os novos episódios.

Infelizmente, o novo ciclo da adorada série histórica decepcionou e recebeu apenas 38% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Das 19 críticas publicadas até o momento, onze são positivas e oito são negativas.

Entre os comentários, os críticos chamaram atenção para a trama entediante, que muitas vezes tenta glamourizar os fatos chocantes em torno da família real.

Com exceção das atuações de alguns membros do elenco, a atual temporada falha ao tentar repetir o sucesso das anteriores.

Confira as avaliações:

“A 5ª temporada é lamentavelmente deficiente em seu foco, o que, por sua vez, sobrecarrega demais os atores e a produção.” – IndieWire.

“Uma temporada que falha em sua tentativa de mostrar os contos mais chocantes desta época ao inserir uma pitada de compaixão na história da família.” – Decider.

“Depois desta temporada, resta saber se The Crown‘ vai encerrar as coisas com uma nota alta – ou se, como a própria monarquia, vai lutará para manter sua relevância até o fim.” – Collider.

“Com exceção de Helen Mirren e Michael Sheen, é uma temporada que já parece muito obsoleta e atrasada. Algo que não faz valer a pena continuar…” – Deadline.

“Mais uma vez, ‘The Crown’ consegue superar suas temporadas anteriores. Charles e Diana estão na frente e no centro aqui, mas a série ainda parece muito com um conjunto. O roteiro e as atuações estão incríveis. É fascinante ver eventos recentes recebendo o tratamento histórico.” – Beyond the Trailer.

“Apesar das milhares de palavras indignadas que foram escritas acusando-a de transformar a família real em uma novela barata, os três primeiros episódios da nova temporada são entediantes. Mas a boa notícia é que ficar melhor a partir daí. Muito melhor.” – Times UK.

A 5ª temporada traz Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’) substituindo Olivia Colman como a Rainha Elizabeth II.

Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) entra no lugar de Emma Corrin como Princesa Diana.

Assista ao trailer:

Dominic West (‘The Wire’) substitui Josh O’Connor como Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) substitui Tobias Menzies como Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Phantom Thread’) seguirá Helena Bonham Carter como a Princesa Margaret e Olivia Williams (‘O Pai’) substituirá Emerald Fennell como Camilla Parker.

Lembrando que dois atores foram escalados para interpretar o Príncipe William em diferentes fases de sua vida.

Rufus Kampa (‘First Date’) dará vida à versão adolescente do príncipe, enquanto o estreante Ed McVey será a versão jovem-adulta.

A também estreante Meg Bellamy foi escalada como Kate Middleton, esposa de William. Amir El-Masry, conhecido por seu papel em obras como ‘The Night Manager’‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’, foi escalado como o jovem bilionário egípcio Mohamed Al-Fayed, pai do amante da Princesa Diana, Dodi.

Senan West, que será a versão adulta do Príncipe William. Senan é filho de Dominic West, que interpreta o Príncipe Charles no show.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

O Guarda-Costas (1992) | Com Whitney Houston e Kevin Costner, filme foi o maior sucesso de 30 anos atrás

Poucas estreias de artistas do mundo da música pop nas telas de cinema foram tão significativas e marcantes quanto a da saudosa Whitney Houston em O Guarda-Costas. Lançado em seu país de origem, os EUA, no dia 25 de Novembro de 1992, chegando ao Brasil no dia 15 de Janeiro de 1993, O Guarda-Costas está completando 30 anos de sua estreia em 2022. O filme, que foi um dos maiores sucessos de seu respectivo ano nas bilheterias (permanecendo mundialmente em segunda posição, atrás apenas do fenômeno animado da Disney, Aladdin), será exibido hoje, 5 de Novembro, na Sessão de Sábado a partir das 14:10. Fora isso, faz parte atualmente do acervo do streaming HBO Max – que conta com grande parte das produções da Warner – para os assinantes que quiserem degustar com o som e idioma originais.

A ideia para o filme O Guarda-Costas já flutuava por Hollywood desde os anos 1970. No início de tal década, o projeto era pensado tendo Steve McQueen e Diana Ross como protagonistas. No entanto, foi descartado por ser considerado muito controverso, mesmo para a época de uma mentalidade mais revolucionária como os anos 70. Depois, ao fim da mesma década, Ross permanecia atrelada ao projeto, com a mudança do protagonista masculino. Saía o durão McQueen, e entrava Ryan O’Neal, do sucesso Love Story – Uma História de Amor (1970), coprotagonizado coincidentemente pela esposa de McQueen, Ali MacGraw. Depois de uns três meses de desenvolvimento, mais ou menos, a produção de O Guarda-Costas foi novamente cancelada, desta vez devido a diferenças irreconciliáveis entre a musa pop Ross e O’Neal, que haviam tido um relacionamento neste meio tempo – o ator era um mulherengo notório e inveterado, tendo namorado meia Hollywood.

Um grande sucesso do cinema, a ideia para ‘O Guarda-Costas’ já flutuava por Hollywood desde os anos 70.

O projeto de O Guarda-Costas, no entanto, se recusava a morrer, e seguia mudando de mãos e mudando de formas. Foi nos anos 1980, durante as filmagens do faroeste Silverado (1985), que Kevin Costner se deparou com o roteiro para o filme pela primeira vez. Acontece que o texto estava sendo escrito por Lawrence Kasdan, roteirista de alguns dos maiores sucessos dos anos 80, vide O Império Contra-Ataca (1980), Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981) e O Retorno de Jedi (1983). Kasdan escreveu e dirigia Costner em Silverado na época.

Fã declarado do cineasta japonês Akira Kurosawa, o roteirista e diretor Lawrence Kasdan pegou inspirações e referências de suas obras clássicas para alguns elementos de O Guarda-Costas. O título, por exemplo, foi retirado de Yojimbo (1961), que no Brasil e EUA tem o subtítulo O Guarda-Costas. Em uma determinada cena do filme de 1992, o personagem Frank (Costner) leva Rachel (Houston) para assistir ao filme Yojimbo. O protagonista, assim como o escritor do filme, se mostrava fã da cultura japonesa – o lema dos guarda-costas tem muito do altruísmo de entregar a própria vida para proteger outra, vinda dos samurais. E quem poderia esquecer da cena da espada afiada cortando a seda.

Temas e inspirações para ‘O Guarda-Costas’ saíram do cinema japonês, em especial dos filmes de Akira Kurosawa.

Outra inspiração para Kasdan na hora de criar o protagonista Frank Farmer foi o astro Steve McQueen – talvez pelo fato de o ator estar atrelado inicialmente ao projeto. Coincidentemente, McQueen estrelou Sete Homens e um Destino, o remake americano na forma de faroeste do clássico Os Sete Samurais (1954), de Akira Kurosawa. Tudo está conectado. Quando conseguiu o papel, aliás, Kevin Costner revelou que muito de sua performance estava baseada e caracterizada no astro Steve McQueen, talvez por já saber das intenções originais do roteirista. Assim, a inspiração foi além do desempenho, com Costner inclusive portando o típico corte de cabelo pelo qual McQueen ficaria conhecido ao longo de sua carreira.

A trama de O Guarda-Costas fala em seu núcleo sobre o relacionamento amoroso nascido entre uma cantora da música pop que se encontra no topo do mundo, como a artista mais famosa do momento, e seu protetor, o guarda-costas Frank Farmer. Mas a história não é puro romance, o filme é também um thriller, já que Rachel Marron, a tal estrela, está sendo ameaçada de morte por um fã obsessivo e psicopata, que parece estar disposto a cumprir suas ameaças. A trama tenta ainda ter um insight sobre a loucura da fama, como administra-la e os perigos que pode acarretar, usando como base artistas reais que foram perseguidos, ameaçados e inclusive mortos por pessoas desequilibradas, que ultrapassavam a linha do saudável. Ah, é claro, não esqueçamos das músicas – um dos elementos mais marcantes, mas que iremos falar mais adiante.

O Guarda-Costas’ possui uma das mais queridas histórias de amor do cinema – mas é também um thriller.

Apesar de parecer não ter como errar e já ter nascido um tremendo sucesso, o roteiro de O Guarda-Costas foi rejeitado por Hollywood nada menos do que 67 vezes. Isso mesmo. Esse foi o número de “nãos” que o projeto recebeu até finalmente ganhar o sinal verde da Warner. Após ser abraçado pelo estúdio citado, foi adicionado a bordo o comandante da obra, o britânico Mick Jackson, que havia acabado de entregar a comédia de sucesso L.A. Story (1991), com Steve Martin e Sarah Jessica Parker, para a Columbia/Sony. Kevin Costner, que estava no topo do mundo na época, entregando um sucesso atrás do outro em sequência como Dança com Lobos (1990 – pelo qual levou os Oscar de melhor filme e diretor), Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões (1991) e JFK – A Pergunta que Não quer Calar (1991), embarcou logo depois no projeto assumindo as capacidades de produtor e protagonista. É seguro dizer que na época Costner era um dos maiores astros do mundo.

Com todas as peças no lugar, era a hora de encontrar a protagonista feminina Rachel Marron – preferivelmente uma verdadeira estrela da música, ou ao menos uma cantora talentosa. E o encontro único que ocorreu não poderia ter sido melhor. Antes da entrada da eterna Whitney Houston, no entanto, nomes como Olivia Newton-John, Joan Jett, Debbie Harry, Janet Jackson, e até mesmo Dolly Parton e Madonna foram considerados para ocupar a vaga. Esta última, no entanto, foi devidamente embarreirada pelo produtor Costner, já que tinha feito uma piada às custas do astro no documentário Na Cama com Madonna (1991), que o ator não tinha gostado nada. Já Dolly Parton não estrelou o filme, mas teve certo envolvimento. Acontece que Parton é a autora de ‘I Will Always Love You’, o maior sucesso da trilha sonora de O Guarda-Costas. A cantora country confessa ter tido que encostar o carro quando ouviu no rádio pela primeira vez sua canção na voz mais que potente de Whitney Houston, tamanha a emoção que tomou conta dela.

A escalação perfeita existe. Whitney Houston brilha em sua estreia nos cinemas em ‘O Guarda-Costas’.

Whitney Houston finalmente era contratada para estrelar seu primeiro filme, na pele da musa Rachel Marron – um papel que parece ter sido escrito para ela. É dito inclusive que Kevin Costner e o diretor Mick Jackson não queriam que a cantora tivesse aulas de atuação, desejando que sua performance fosse a mais natural e real possível. Além disso, o diretor aconselhou a cantora a abordar cada cena como se fosse uma canção e atuar com esta emoção.

Durante as gravações, nem tudo ocorreu como previsto. Enquanto filmava suas cenas, Whitney Houston sofreu um aborto espontâneo e precisou se afastar da produção por algumas semanas, deixando os realizadores um pouco receosos. Mas a cantora e atriz foi guerreira e retornou para finalizar as gravações. Mesmo que em um de seus afastamentos não tenha podido posar para o clássico poster do filme, em que Costner carrega Rachel no colo – representando um dos momentos mais emblemáticos do longa, no qual o guarda-costas tira a cantora desta forma do meio de uma multidão alterada. No cartaz temos a dublê de Whitney, que não mostra o rosto propositalmente. Ninguém nunca saberia, mas Costner revelou este pequeno segredo recentemente.

Whitney Houston é a estrela do filme. Mas no cartaz quem aparece é sua dublê.

Com o orçamento de US$25 milhões e produzido pela Warner, O Guarda-Costas não estreou em primeira posição do ranking das bilheterias em seu lançamento, mas sim em terceiro. O filme não conseguiu desbancar a pesada concorrência de Esqueceram de Mim 2 e Aladdin, filmes mirados para toda a família de censura livre. Apesar disso, a propaganda boca a boca foi fazendo o filme crescer durante sua estadia nas salas de cinema até conseguir uma bilheteria total de US$411 milhões ao redor do mundo, se tornando o segundo filme mais lucrativo de trinta anos atrás nos cinemas, destronado somente pela citada animação da Disney, Aladdin.

Fora isso, com 37 milhões de álbuns vendidos, a trilha sonora de O Guarda-Costas ainda é a mais vendida de todos os tempos, rendendo ainda alguns recordes neste quesito para o filme. O Guarda-Costas ainda receberia duas indicações ao Oscar para canções originais (‘I Have Nothing’ e ‘Run to You’) – as quais foram derrotadas por ‘A Whole New World’, de Aladdin.

Durante um tempo se falou numa possível sequência de O Guarda-Costas, que ocorreria ainda nos anos 1990. Na trama, Frank Farmer (Costner) precisaria lidar com o trauma da morte de Rachel, enquanto encontrava forças para aceitar um novo trabalho protegendo uma nova cantora. Curiosamente, a Princesa Diana havia mostrado interesse no projeto para o papel feminino. Seria no mínimo curioso vê-la como atriz. Infelizmente, Diana viria a falecer num fatídico acidente em 1997. Assim também como Whitney Houston, aos 48 anos em 2012. Este ano, na comemoração de 30 anos de aniversário de O Guarda-Costas, também homenageamos a despedida de 10 anos da cantora e atriz. A continuação do filme nunca saiu, mas uma refilmagem é planejada. Torçamos para o melhor.

Site diz que ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ terá versão do Spidey de Tom Holland

Ao que tudo indica, o Homem-Aranha do Universo Cinematográfico Marvel, vivido por Tom Holland, também estará presente em ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘, a premiada animação da Sony Pictures que traz a história de Miles Morales, do Universo Ultimate dos quadrinhos.

A notícia foi divulgada pelo site The Cosmic Circus, que revelou que a versão do Homem-Aranha do MCU estará presente no próximo filme do ‘Aranhaverso‘.

Não se tem informação se Tom Holland irá dublar, ou se outro ator irá dar voz ao personagem na animação. Além dele, o Homem-Aranha do jogo ‘Marvel’s Spider-Man‘, interpretado por Yuri Lowenthal, também deve aparecer no novo longa.

As duas versões do Aranha se juntarão à Miles Morales e seus amigos na sequência de ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘. Vamos torcer para que sim!

Lembrando que as duas partes da sequência foram ADIADAS pela Sony Pictures.

Inicialmente previsto para 7 de Outubro de 2022, ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso – Parte 1‘ foi adiado para 2 de junho de 2023.

Já a Parte 2, foi adiada de 2023 para 29 de março de 2024.

Shameik Moore, o dublador de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ postou no Twitter que “‘Através do Aranhaverso’ está INSANO!”.

Assista ao teaser e siga o CinePOP no YouTube:

Miles Morales retorna para o próximo capítulo da saga vencedora do Oscar Aranhaverso, uma aventura épica que transportará o amistoso amigão da vizinhança do Brooklyn, Miles Morales, através do Multiverso para unir forças com Gwen Stacy e uma nova equipe do Povo-Aranha para enfrentar um vilão mais poderoso do que qualquer coisa que eles já encontraram.

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Santos é conhecido por seu trabalho em ‘A Lenda de Korra’‘Avatar: A Lenda de Aang’, enquanto Powers co-dirigiu o aclamado ‘Soul’ ao lado de Peter DocterMike Jones.

Thompson, por sua vez, ficou responsável pelo design de produção do primeiro ‘Aranhaverso’.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Lançado em 2019, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ tornou-se um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 375 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 90 milhões.