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Christina Applegate fala sobre a dificuldade de terminar ‘Disque Amiga para Matar’ após diagnóstico de Esclerose Múltipla

A produção da 3ª e última temporada de ‘Disque Amiga para Matar‘ foi interrompida por cinco meses após o diagnóstico de Esclerose Múltipla de Christina Applegate em 2021, doença que tem como um dos sintomas o comprometimento da coordenação motora.

Ao conversar com o The New York Times, a estrela explicou como foi difícil concluir as gravações da série enquanto lutava com a doença.

Descrevendo o período como “o momento mais difícil que teve de lidar na vida”, ela disse:

“Havia uma pressão do tipo: ‘Bem, vamos dar um remédio para ela melhorar’. E não havia melhoria. Mas foi bom para mim. Eu precisava processar a perda de uma parte da minha vida, a perda dessa parte de mim. Então eu precisava de um tempo para me tratar.”

Ela continuou:

“Embora o tratamento não tenha sido tipo: ‘Uhuuul, estou totalmente bem’, eu me apeguei à ideia de que ia melhorar. Aceitação? Não. Eu nunca vou aceitar isso. Eu estou chateada por causa dessa doença.”

Voltar para completar os 10 episódios finais da comédia nunca foi uma questão de prioridade para Applegate, mas ela sentia que tinha uma obrigação a cumprir em respeito à equipe por trás da atração e seus colegas de elenco.

“Eu senti que tinha uma obrigação com a [criadora da série] Liz [Feldman] e Linda [Cardelini]. Eu tinha uma obrigação com a nossa história. Os poderosos diziam: ‘Vamos parar. Não precisamos concluir essa série. Vamos apenas juntar alguns episódios’. E eu disse: ‘Não. Nós vamos fazer isso, mas vamos fazer nas minhas condições’.”

A estrela revelou que, ao longo das gravações, ela era levada aos sets de cadeira de rodas.

E, durante algumas cenas, um técnico se apoiava no chão fora do alcance das câmeras para segurar as pernas de Applegate e dar apoio caso ela precisasse.

Felizmente, tudo correu bem, e os novos episódios da adorada série chegam ao catálogo da Netflix em 17 de dezembro.

Confira o trailer:

Criada por Liz Feldman, a primeira temporada da série também agradou aos críticos, registrando uma média de 87% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A trama gira em torno de uma amizade poderosa que floresce entre uma viúva desolada e uma mulher com espírito livre e um segredo chocante.

Netflix cria plano de assinatura mais barato com ANÚNCIOS; Saiba o valor!

Após muito se falar a respeito, se seria proveitoso ou não, a Netflix enfim oficializou um plano de assinatura bem mais barato no Brasil, que no entanto conterá anúncios, com a gigante do streaming já revelando até o preço para o nosso território.

Este novo plano irá custar mensalmente R$ 18,90. Importante falar que a chegada deste novo plano não altera os demais, apenas oferece uma alternativa para quem quer curtir o catálogo sem pagar um valor mais alto.

De acordo com a Netflix, essa opção que leva o nome de ‘Básico com anúncios’ permite apenas transmissão em 720p, e não oferecerá a possibilidade de baixar filmes e séries para assistir offline – além é claro dos anúncios.

Estes anúncios, aliás, terão uma média de 4 a 5 minutos por hora, e diz que “um número limitado de filmes e séries não estarão disponíveis devido a restrições de licenciamento”, sem citar nenhuma obra.

Vale destacar que as propagandas não só serão exibidas antes dos conteúdos, como já faz o Amazon Prime Video, e também durante a exibição, em um formato mais parecido com o YouTube. A Netflix afirma que os comerciais “serão de 15 ou 30 segundos” no lançamento, indicando que podem se tornar maiores no futuro.

O plano com anúncios é parte de um teste que acontecerá em apenas outros 11 países, incluindo também Alemanha, Austrália, Canadá, Coreia, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Japão, México e Reino Unido.

‘Velozes e Furiosos 10’ terá cenas em Copacabana e no Arpoador

Segundo a fanpage de ‘Velozes e Furiosos‘ do Brasil, o décimo filme da saga já teve suas filmagens realizadas por aqui nas praias de Copacabana e Arpoador. As filmagens aconteceram sem o elenco principal.

O ator Luis da Silva Jr., que fez uma participação especial em ‘Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio‘, vai retornar.

Confira:

A jornalista Mônica Bergamo já havia adiantado que foram usados helicópteros e drones. Não há detalhes do material captado.

O décimo Velozes marcará a estreia de Brie Larson, Jason Momoa, Alan Ritchson, Daniela Melchior e Rita Moreno na franquia. Retornam ao elenco nomes como Diesel, Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

A Universal confirmou que Velozes e Furiosos 10 entrará em cartaz em 19 de maio de 2023. A direção, antes do veterano da franquia Justin Lin, agora será de Louis Leterrier (O Incrível Hulk).

 

Terror de lobisomem com Shelley Duvall, estrela de ‘O Iluminado’, ganha trailer; Confira!

O terror ‘The Forest Hills‘, que traz o retorno da atriz Shelley Duvall ao gênero mais de duas décadas após o lançamento do clássico ‘O Iluminado‘ (1980), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Scott Goldberg, cineasta que foi produtor assistente em ‘Madrugada dos Mortos‘ (2004) e que tem uma longa carreira em curta-metragens e documentários.

O filme traz a história de um homem chamado Rico (Chiko Mendez) que começa a ser atormentado por visões e pesadelos após sofrer um intenso ferimento na cabeça durante uma viagem para acampar.

Edward Furlong (‘O Exterminador do Futuro 2’) e Dee Wallace (‘Os 3 Infernais’) completam o elenco.

‘Adão Negro’: Fonte diz que Dwayne Johnson sente desprezo por ‘Shazam!’; Entenda!

Agora que o ‘Adão Negro‘ fez sua estreia nas telonas, é apenas uma questão de tempo até os fãs verem um confronto do personagem vivido por Dwayne Johnson contra o Shazam (Zachary Levi).

No entanto, esse confronto deve demorar bastante para acontecer…

Isso porque uma fonte da Warner Bros Discovery disse ao The Wrap que Dwayne Johnson não é grande fã do personagem Shazam e sente até um desprezo por ele.

Agora, Peter Safran, co-presidente da DC Studios e produtor de ‘Shazam!‘ terá a difícil missão de tentar unir as duas franquias.

“Como co-presidente da DC Studios, Peter Safran precisa conquistar todos os outros cineastas… E o desprezo velado que Dwayne Johnson nutre por ‘Shazam!‘ significa que ele provavelmente não está amando a ideia de que seu chefe é a mesma pessoa que produz a franquia estrelada por Zachary Levi“, disse a fonte. “Safran é muito diplomático, então deve conseguir [um crossover entre os filmes], mas não será uma tarefa fácil.”

De qualquer forma, Johnson já havia dito em seu perfil do Instagram que os personagens vão se enfrentar, de fato, então a rixa pode ser apenas uma jogada de marketing para atrair o público.

Inclusive, ele ajudou a produzir o filme do ‘Shazam!‘ em 2019.

Agora só nos resta aguardar para saber quando deve acontecer o aguardado combate.

Lembrando que Adão Negro‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Marvel revela tracklist completa da trilha sonora de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre chega muito em breve aos cinemas de todo o mundo e, agora, a Marvel Studios divulgou a tracklist oficial da trilha sonora da sequência.

Além de “Lift Me Up”, performada por Rihanna, a trilha contará com músicas de Burna BoyTems e vários outros.

Confira:

  1. Lift Me Up performada por Rihanna
  2. Love & Loyalty (Believe) performada por DBN Gogo, Sino Msolo, Kamo Mphela, Young Stunna e Busiswa
  3. Alone performada por Burna Boy
  4. No Woman No Cry performada por Tems
  5. Árboles Bajo El Mar performada por Vivir Quintana e Mare Advertencia
  6. Con La Brisa performada por Foudeqush e Ludwig Göransson
  7. La Vida performada porSnow Tha Product feat. E-40
  8. Interlude performada por Stormzy
  9. Coming Back For You performada por Fireboy DML
  10. They Want It, But No performada por Tobe Nwigwe e Fat Nwigwe
  11. Laayli’ kuxa’ano’one performada por ADN Maya Colectivo: Pat Boy, Yaalen K’uj, All Mayan Winik
  12. Limoncello performada por OG DAYV feat. Future
  13. Anya Mmiri performada por CKay feat. PinkPantheress
  14. Wake Up performada por Bloody Civilian feat. Rema
  15. Pantera performada por Alemán feat. Rema
  16. Jele performada por DBN Gogo, Sino Msolo, Kamo Mphela, Young Stunna e Busiswa
  17. Inframundo performada por Blue Rojo
  18. No Digas Mi Nombre performada por calle x vida e Foudeqush
  19. Mi Pueblo performada por Guadalupe de Jesús Chan Poot

Aqueles que já assistiram ao longa-metragem rasgaram elogios, caracterizando-a como fantástica, épica, incrível e um lindo tributo ao saudoso Chadwick Boseman.

Veja as reações:

“Eu sei que vocês não acreditam quando alguém sai de uma première e diz que o filme é incrível, mas… Pantera Negra: Wakanda para Sempre é uma sequência fantástica e um ótimo filme. Eu sabia que seria emocionante, e foi. Pode esperar o choro. Ótimo trabalho, Ryan Coogler“.

Pantera Negra: Wakanda para Sempre é excelente. Uma história imensamente poderosa sobre seguir em frente – oscilante às vez, mas também lindamente catártica e honesta”.

Wakanda para Sempre é incrível. Lida com a perda, o luto e a vingança com uma maturidade e uma seriedade raramente vistas no MCU. Pantera Negra continua sendo a joia da coroa. Letitia Wright, Angela Bassett e Tenoch Huerta trazem algumas das melhores performances do ano”.

Wakanda para Sempre é um belo tributo a Chadwick e ao peso de perdê-lo. O filme lindamente fala sobre luto e o que isso pode fazer com uma pessoa. Além disso, a ação é ótima e muito brutal. Preciso de tempo para processar”.

“Acima de tudo, [o filme] é catártico. Um filme emocionante sobre perda, legado e cura. A história é íntima, mas vasta com a luta de poderes globais e uma intriga palaciana. O Namor de Tenoch Huerta é uma força, melhor do que eu esperava. Muito a discutir”.

O retorno financeiro também parece certo: a análise atual de bilheteria é que a sequência arrecadará pelo menos US$ 175 milhões em seu fim de semana de estreia (11 a 13 de novembro) só nos EUA. Essas projeções estão sendo vistas como conservadoras, já que a Marvel Studios e a Disney ainda não começaram o grande esforço promocional e de marketing do filme.

O filme original estreou com US$ 202 milhões nos EUA em fevereiro de 2018, quebrando recordes. Ele acabou acabou faturando US$ 1,34 bilhão em todo o mundo, e transformou T’Challa de Chadwick Boseman – e o reino de Wakanda – em alguns dos maiores marcos do Universo Cinematográfico da Marvel.

Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ deve terminar a corrida nas bilheterias domésticas com um valor estimado entre US$ 445 milhões e US$ 590 milhões.

Já o original encerrou seu período em exibição com US$ 700 milhões.

Ainda assim, a sequência pode ser mais rentável que os últimos títulos lançados pela Marvel, como ‘Shang-Chi‘ (US$ 224,5 milhões), ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$ 411,3 milhões) e ‘Thor: Amor e Trovão‘ (US$ 343,2 milhões).

Lembrando que os valores entre parênteses referem-se às bilheterias dos EUA.

Dirigido por Ryan Coogler, ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ estreia em 10 de novembro e conta com Letitia Wright, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira, Tenoch Huerta e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘Outer Range’: Astro da série revela quando começam as gravações da 2ª temporada

Em entrevista ao ComicBook.com, o astro Lewis Pullman revelou quando as gravações da 2ª temporada da aclamada série Outer Range irão começar.

“Acho que iremos começar em meados de março do ano que vem. Eles estão trabalhando na sala dos roteiristas agora. Estou animado para ver aonde iremos”, ele contou.

Lembrando que Charles Murray (‘Luke Cage’) assumirá a cadeira de showrunner, além de servir como produtor executivo.

Ainda sem previsão de estreia, o próximo ciclo deve ser lançado apenas em 2023.

Criada por Brian Watkins, a série é produzida pelo astro Brad Pitt.

No Oeste Americano, o fazendeiro Royal (Josh Brolin) está lutando por sua terra e família quando entra em um confronto com os limites da realidade e do mundo cósmico em uma batalha com o desconhecido.

O elenco ainda conta com Lili Taylor, Tamara Podemski, Tom Pelphrey, Imogen Poots, Lewis Pullman, Noah Reid, Shaun Sipos, Isabel Arraiza e Olive Abercrombie.

‘Batman 2’: Fan art imagina como seria o visual do Senhor Frio na sequência; Confira!

O Senhor Frio foi adaptado para o cinema pela primeira e única vez em ‘Batman & Robin‘, sendo interpretado por Arnold Schwarzenegger no filme dirigido por Joel Schumacher em 1997.

Mas o diretor Matt Reeves, responsável pelo novo filme do Homem-Morcego, já disse que tem interesse em trazer o vilão para as telonas mais uma vez.

Pensando nisso, uma página do Instagram compartilhou uma fan art imaginando como poderia ser o visual do personagem na sequência.

Ao contrário da armadura usada por Schwarzenegger, a arte traz o vilão com um traje mais parecido com o dos quadrinhos, com seu macacão climatizado, seus óculos escuros e o icônico capacete de vidro.

Confira:

Por enquanto, os detalhes sobre a sequência estão sendo mantidos na Batcaverna. Ainda não está claro se a sequência contará com o Coringa, já que o clássico vilão foi provocado nos momentos finais do filme, sendo interpretado por Barry Keoghan.

Reeves também está trabalhando em uma série do Pinguim e uma derivada sobre o Asilo Arkham, que vai explorar o passado Coringa.

Em entrevista para o portal, o cineasta foi questionado sobre a importância do personagem em seu Batverso, ao que ele respondeu:

“Pode haver respostas [sobre o passado dele]… Há coisas que estou muito interessado em fazer com a série do Arkham para a HBO Max. Há coisas sobre as quais conversamos nos bastidores. Então é muito possível [que ele esteja na série]. Também não é impossível que haja alguma história que remonte ao passado dele até o que vimos [em ‘Batman’].”

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Batman‘ já está disponível na HBO Max.

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Margot Robbie quer investir na carreira de diretora

Conhecida como a versão live-action da Harley Quinn, Margot Robbie já atuou em dezenas de filmes marcantes e também dará vida à ‘Barbie no vindouro filme da famosa boneca.

Além de atuar, a estrela também produziu uma grande variedade de filmes e programas de televisão através de sua produtora, a LuckyChap Entertainment.

Mas, parece que ela quer ir além e pretende investir na carreira de diretora, como ela revelou ao The Wall Street Journal.

Ao falar da dificuldade que as mulheres enfrentam na carreira, tanto na frente quanto por trás das câmeas, Robbie foi questionada se sentia interesse pela direção.

Em resposta, ela foi direta, dizendo:

“Dirigir também é algo que eu gostaria de fazer, talvez, algum dia.”

Até lá, vale lembrar que o filme mais recente de Robbie é a comédia dramática ‘Amsterdam‘.

Infelizmente, o longa dirigido por David O. Russell (‘O Lado Bom da Vida’) recebeu bastante comentários negativos da crítica, acumulando apenas 33% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira o trailer:

Situado nos anos 1930, três amigos testemunham um assassinato, tornam-se suspeitos e descobrem uma das tramas mais ultrajantes da história americana.

Baseado em fatos que se unem à ficção, o filme estrela o vencedor do Oscar Christian Bale, a atriz duas vezes indicada ao Oscar Margot Robbie, John David Washington, Alessandro Nivola, Andrea Riseborough, Anya Taylor-Joy, Chris Rock, Matthias Schoenaerts, Michael Shannon, Mike Myers, Taylor Swift, Timothy Olyphant, Zoe Saldana, com o vencedor do Oscar Rami Malek e o duas vezes vencedor dos Prêmios da Academia Robert De Niro.

Escrito e dirigido por Russell, o longa-metragem é produzido por Arnon Milchan, Matthew Budman, Anthony Katagas, David O. Russell e Christian Bale.

Sequências de CLÁSSICOS dos Anos 80 que foram anunciadas e NUNCA aconteceram

Como todos sabem, os anos 80 (além de serem imbatíveis) serviram para cimentar o que conhecemos hoje como blockbuster. Então, se você está curtindo o MCU até o talo hoje, agradeça aos anos 1980. E como sabemos também, blockbuster chama sequência – afinal quem em sã consciência perderia a chance de duplicar seu dinheiro? Se a continuação tiver o mínimo de qualidade, a coisa fica até melhor. É claro também que dar continuidade a um filme no cinema não é mérito dos anos 80, com produções como Tubarão 2, O Exorcista 2, O Poderoso Chefão II e Rocky II datando, todos, da década anterior. As sequências, no entanto, já existem desde os primórdios do cinema, com The Fall of a Nation (1916), a continuação do controverso O Nascimento de uma Nação (1915), sendo considerada a primeira da história – e infelizmente um filme perdido, restando apenas alguns fotogramas.

Curiosamente, nenhum dos itens citados acima são filmes que necessariamente pediam uma continuação – ou seja, possuem começo, meio e fim bem definidos, e arcos de histórias fechadas. E essa é a melhor maneira de se continuar uma obra, do zero, delineando bem sua própria narrativa. É desta forma que muitos filmes seguem até hoje, com um desfecho que fecha a porta, que será reaberta dependendo de seu merecimento. Os anos 1980, porém, nos mostraram um outro lado da moeda – frisando o desespero de produtores em ligarem rapidamente uma produção na outra, a fim de criar uma franquia rentável.

Isso se deu pela popularização do cinema e o elo que foi criado com outras mídias e peças de marketing, como brinquedos, games e todo tipo de merchandising. Tubarão e Star Wars foram os dois responsáveis originais. Assim chegamos ao terceiro item e assunto da matéria: os filmes que instigam uma continuação em seu desfecho, mas que devido ao resultado negativo nas bilheterias, terminaram sem nunca as receber. Situação que igualmente segue ocorrendo até hoje. Portando, nesta matéria usaremos como exemplo somente filmes que prometeram, mas não cumpriram. Vamos conhecer.

A Coisa

Igualmente icônico por suas reprises no SBT (onde eu e muitos de minha geração tivemos o primeiro contato com o longa), este terror satírico que funciona muito como uma crítica ferrenha ao consumismo desenfreado, que na década de 1980 abriu novos níveis – e funciona tanto quanto (servindo de uma dobradinha recomendada) Despertar dos Mortos (1978), de George Romero. Escrito e dirigido por Larry Cohen, essa produção B de baixo orçamento não deve ser confundida com The Thing – O Enigma de Outro Mundo (1982), de John Carpenter, ou It (Uma Obra-Prima do Medo/A Coisa), de Stephen King, devido ao seu título por essas bandas tupiniquins.

Aqui, o título original é The Stuff, e a trama gira em torno de uma substância encontrada no gelo muito parecida com um sorvete/ iogurte. Devido ao sabor doce, sem qualquer averiguação mais aprofundada, uma mega empresa começa a comercializar a substância – cuja origem, muito provavelmente, é alienígena. Logo, o produto vira febre no nível dos maiores refrigerantes, sendo facilmente encontrado nos lares americanos. Ao mesmo tempo, coisas terríveis começam a ocorrer com os consumidores de tal alimento, que exibe uma qualidade altamente viciante – transformando e controlando a mente de todos os que se propõem a consumi-lo. O que por si só é uma grande analogia aos fast food, que de nutritivos ao nosso organismo não têm nada, muito pelo contrário, e mesmo assim não conseguimos abandona-los.

No meio disso, um menino é o único que se recusa a comer o “The Stuff”, a mais nova sensação, e sofre represália de sua família, já completamente tomada pela novidade. Apesar de ser parcialmente listado como comédia, A Coisa (1985) possui cenas pra lá de intensas – em especial a que envolve o personagem Chocolate Chip Charlie (Garrett Morris) e sua bocarra (o que trouxe pesadelos por muito tempo para este que vos fala ainda na infância). No final do longa, percebemos que “a coisa” continua sendo comercializada no mercado negro, demonstrando que o terror não chegou ao fim. O que deixou crianças de toda uma geração se perguntando sobre o que aconteceria dali para frente. Uma pergunta cuja resposta se encontra apenas em nossas mentes.

Os Aventureiros do Bairro Proibido

Para todos que cresceram nos anos 1980, este foi o filme que mais vontade tínhamos de ver continuar. O longa, que segundo reza a lenda serviu para inspirar o game Mortal Kombat, termina num cliffhanger de roer todas as unhas. Após a épica batalha no submundo da Pequena China entre as forças do bem e do mal, o bruxo vilão Lo Pan é derrotado, assim como seus asseclas, e o herói Jack Burton (imortalizado nas formas de Kurt Russell, em mais um de seus personagens icônicos na década de 80) igualmente abandona seus companheiros para seguir seu caminho sozinho – já notaram que isso era uma tendência dos protagonistas machões do cinema, que precisavam estar sempre solo.

E é aí que, quando achamos que o filme iria terminar numa boa para Jack – que contava sua história para os outros colegas caminhoneiros através do rádio -, uma das criaturas apenas vislumbradas durante a projeção, uma verdadeira fera bestial, surge na carroceria do caminhão do herói, dando um baita susto no espectador. Enquanto Jack segue alheio à presença do monstro, sabíamos que o protagonista se veria à frente do perigo novamente. Os Aventureiros do Bairro Proibido, ou Big Trouble in Little China no original, é claro, é um dos filmes cult dirigidos por John Carpenter, um favorito dos fãs da época. O longa teve uma produção problemática, e embora fosse tudo o que um garoto quisesse ver na época, sofreu em seu lançamento nos cinemas, não arrecadando sequer o valor de seu orçamento.

O filme viria a ser redescoberto nas locadoras, que na época andavam a toda – imagine um Netflix dos anos 1980. Assim, tudo o que diversos jovens amantes do bom e velho cinema de entretenimento queriam na época era ver uma nova aventura de Jack e sua turma, e saber o destino do herói. Coisa que a Fox e Carpenter nos devem até hoje. Em contrapartida, Dwayne Johnson provoca um projeto para ressuscitar a marca faz algum tempo, e embora se pensasse que o novo longa seria um reboot, novas sinopses apontam para uma possível sequência tardia – o que funcionaria muito melhor, seguindo a tendência atual. Neste contexto, Russell poderia retornar como um Burton envelhecido (ao lado do resto do elenco original) e The Rock forneceria o starpower atual para segurar o filme e garantir uma boa bilheteria a esta possível continuação. Quem dera John Carpenter estivesse envolvido.

Mestres do Universo

Engana-se quem pensa que garantir uma continuação já no filme original é coisa dos blockbusters atuais. É só voltar no tempo e perceber que os anos 1980 estão cheios de filmes assim. Um dos mais descarados foi esta primeira (e única) adaptação em live action para as telonas de um dos desenhos animados mais queridos pela garotada da época: He-Man. Só quem viveu no período para compreender o fenômeno pop que foram a linha de brinquedos e o cartoon. É claro que um filme com atores reais era exigido pelos obcecados entusiastas mirins – e ela demorou bastante para sair do papel. Dois anos depois do fim do programa animado para ser mais preciso.

Fora a falta de timing, outro forte elemento somou contra o filme: o fato da obra ser produzida por nenhuma outra senão a picareta Cannon Films – o estúdio mais cara de pau que Hollywood já viu, mas que não por menos fez a alegria da gurizada com seus filmes de ação baratos, estrelados por gente como Chuck Norris, Jean Claude Van Damme e Charles Bronson. Até mesmo Sylvester Stallone andou molhando seus pés na Cannon, não uma, mas duas vezes, com Cobra (1986) e Falcão – O Campeão dos Campeões (1987). E foi justamente este segundo filme, sobre quedas de braço, o responsável pela falência da companhia. Na verdade, um trio de filmes do qual Falcão fazia parte.

O ano de 1987 foi o mais ambicioso da Cannon e caso sua “trinca vencedora” tivesse dado certo, o estúdio poderia estar ativo até hoje. O problema é que os primos israelenses Menahem Golan e Yoram Globus eram mais ambiciosos do que de fato tinham condições de entregar, e assim decidiram filmar de forma simultânea as duas outras superproduções do ano: Mestres do Universo e Superman IV: Em Busca da Paz. E enquanto o quarto filme do Homem de Aço teve um orçamento reduzido de US$17 milhões, o filme do He-Man ganhou um pouco mais de grana com US$22 milhões. Mesmo assim, para o que os produtores idealizaram, a grana foi curta.

Assim, Mestres do Universo teve sua trama ambientada em grande parte na Terra – já que seria mais caro criar um mundo alienígena -, e personagens desconhecidos e menos complicados para segurar os custos. Resultado, terminou não agradando seu público-alvo. Ah sim, o desfecho. Após He-Man (Dolph Lundgren) derrotar o vilão Esqueleto (Frank Langella), jogando-o num poço do Castelo de Greyskull, o bruxo cadavérico retorna numa cena-pós crédito para anunciar que retornará – chupa, Marvel! É claro que isso nunca de fato ocorreria. No entanto, duas novidades sobre este universo totalmente 80’s chegam para os saudosistas. A primeira é a nova animação, produzida pela Netflix, a ser lançada ainda este ano. E a segunda, é um novo longa em live action que há anos está para sair do papel.

Conan – O Destruidor

O primeiro Conan (1982) foi o filme que colocou o nome do austríaco musculoso Arnold Schwarzenegger no mapa e o seu primeiro papel de protagonista no cinema. O sucesso do longa trouxe uma continuação dois anos depois, com um clima mais próximo das aventuras dos quadrinhos no qual é baseado. Para muitos, como este que vos fala, o segundo Conan foi o mais marcante (com direito a cenas assustadoras) na infância. O filme termina com a Princesa Jehnna (Olivia D’Abo) assumindo o trono e dando aos guerreiros aliados cargos em sua corte. Mas quando chega a hora do herói, ele recusa, ganha um beijo (D’Abo tinha apenas 14 anos, e Schwarzenegger já tinha 37) e parte para seu destino, sempre um lobo solitário.

Depois, junto com a narração, vemos Conan sentado em seu próprio trono, anos mais velho, enquanto o narrador profere: “Mas esta é uma outra história”. Essa história seria contada no encerramento da trilogia, Conan – O Conquistador, que seria lançado em 1987, com Arnold voltando ao papel. No entanto, o terceiro Conan caiu no inferno dos desenvolvimentos e terminou como produção abandonada. Antes disso, em 1985, o personagem quase retornou para o spin off Red Sonja (Guerreiros de Fogo), com uma heroína criada pelo mesmo autor de Conan. No entanto, devido a problemas com os direitos autorais, Conan e Red Sonja não puderam dividir as telas, fazendo com que Arnold interpretasse o genérico guerreiro Kalidor – embora todos no fundo saibam se tratar do herói (não sei como não nomearam o personagem de Konnan).

Bem, Guerreiros de Fogo trouxe Kalidor e o roteiro de Conan – O Conquistador foi reaproveitado pela Universal para se tornar Kull – O Conquistador (1997), protagonizado por Kevin Sorbo. Em 2011, a opção foi por um reboot da franquia, trazendo desta vez Jason Momoa como o personagem título, nesta reimaginação de Conan – O Bárbaro. Nem tudo está perdido, porém, já que desde 2014 o próprio Arnold vem afirmando que um terceiro filme, cujo título já mudou de A Lenda de Conan para Conan, o Rei, vai sair. Lembrando que o veterano se encontra atualmente no auge de seus 73 anos, e provavelmente precisará do apoio de personagens mais jovens o cercando para as cenas de ação.

A Bolha Assassina

Mais curiosidade à vista. A Bolha Assassina (1988) é na realidade o remake (superior, diga-se de passagem) do clássico de 1958 – que foi um dos primeiros trabalhos no cinema do lendário astro Steve McQueen. O longa gerou uma continuação tardia em 1972, intitulada Beware! The Blob. Essa sequência não fez o mesmo sucesso. Trinta anos depois do original e o diretor Chuck Russell, recém-saído do sucesso de A Hora do Pesadelo 3 (1987), marcou outro golaço com este que é um dos filmes do gênero mais lembrados e adorados dos 80’s. Uma verdadeira aula em efeitos práticos, o filme conta a história de um meteorito caindo em nosso planeta, trazendo consigo uma criatura extraterrestre viscosa, uma espécie de super parasita, que dissolve a carne humana ao entrar em contato com ela, se alimentando e cada vez ampliando seu tamanho.

O toque brilhante do roteiro, que se torna uma reviravolta em relação ao original, é descobrirmos que na verdade tal criatura foi criada aqui, na Terra, como um teste de arma química realizado pelo governo americano – uma p*ta crítica! O monstro se torna em pouco tempo o terror para uma pequena cidade, e neste remake ganhamos até mesmo replicada a icônica cena do ataque ao cinema. Tudo aqui é maior e melhor (os efeitos nem se fala), e a história ganha mais aprofundamento e novas tintas, assim como os personagens. Para termos uma ideia, a brincadeira inicial com o filme dos anos 1950, coloca o esportista ao lado da líder de torcida, algo saído da América do conto de fadas dos 50’s, somente para numa reviravolta eliminar o galã logo de início e deixar a mocinha com o bad boy motoqueiro, avesso às regras e totalmente anti-estabelecimento.

Kevin Dillon e Shawnee Smith formam uma boa dupla, e o filme não perdoa sequer as crianças, que igualmente se tornam vítimas da bolha. No desfecho, depois de congelada (seu ponto fraco), a criatura é aparentemente vencida. Mas algum tempo depois, na última cena, vemos o Reverendo Meeker (Del Close) num sermão enigmático, somente para depois percebermos que o sujeito, agora desfigurado pelo fogo, guardou num pote de vidro um pedaço da bolha, que começa a descongelar e a se mover – prometendo uma nova “limpeza”. Bem, esta sequência, infelizmente jamais viria. E os fãs do bom terror aguardam até hoje.

Noite dos Arrepios

É clichê, mas é real. Os anos 1980 foram uma época única, diferente de tudo o que veio antes ou depois – e para o cinema, acima de tudo, um período extremamente criativo, justamente por ser da mesma forma muito sem noção. Os ideais de politicamente correto não existiam, o que permitia aos idealizadores surfar num cadáver em chamas na estratosfera enquanto bebendo uma Coca-Cola, garantindo a plateia de vir à loucura. Junte a isso o fato de que foi a década onde os blockbusters foram cimentados e elevados a um novo patamar. Assim, se torna muito curioso perceber um filme que tenha todos os elementos para ganhar uma continuação, ou quem sabe até se tornar uma franquia, e que tenha terminado apenas com um único longa.

Sim, estes casos foram raros (como todos os citados na lista até agora) e sua explicação se dá por dois motivos: o primeiro é o fracasso retumbante do filme original, e o segundo é por razão de algum conflito interno na produção (brigas, direitos autorais, atores problemáticos, etc.). E esta obra recai mais no primeiro item, já que foi uma produção sem muita repercussão na época, descoberta como item cult nas locadoras e reprises na TV aberta. Pegando carona na originalidade dos 80’s, este terror é escrito e dirigido por Fred Dekker – grande nome da época tendo escrito A Casa do Espanto (1985) e dirigido Deu a Louca nos Monstros (1987).

Aqui, Dekker mistura tudo na trama, numa salada bem apetitosa. Temos maníacos fugidos de um hospício, serial killers, criaturas alienígenas, zumbis, vermes interplanetários, um detetive durão, amargurado e vingativo e, é claro, muito drama adolescente com dois amigos nerds, uma graciosa mocinha e os típicos valentões. Ou seja, um resumão do que foi os anos 1980. Como não amar? É preciso ver para crer. E o melhor, o final deixa uma porta escancarada para uma sequência, seja na versão que foi para os cinemas (com um último susto) com um cachorro ainda infectado, soltando um verme para cima da heroína Cynthia (Jill Whitlow), ou na edição original, com uma grande cena de efeitos especiais envolvendo a chegada na Terra de uma nave com extraterrestres procurando os vermes soltos no planeta. Os anos 1980 ficaram nos devendo Noite dos Arrepios 2.

Netflix CANCELA série e fãs fazem abaixo-assinado para tentar salvá-la; ASSINE!

Depois de cancelar ‘Maldivas‘, a Netflix cancelou outra série querida pelo público.

Logo após o lançamento da aguardada segunda temporada, o streaming pegou a todos de surpresa ao anunciar o cancelamento de ‘Fate: A Saga Winx‘ – adaptação baseada no desenho ‘O Clube das Winx’.

Para tentar contornar o cancelamento, um grupo de fãs criou um abaixo-assinado pedindo para a Netflix realizar a terceira temporada:

“É realmente devastador. É uma das melhores séries da Netflix e teve uma história inacabada para terminar. Todo mundo estava ansioso por mais temporadas e estava esperando que eles renovassem o show. Em vez disso, eles optaram por cancelar o show, deixando muitos fãs furiosos e com o coração partido. É por isso que criei esta petição para que as pessoas assinem para que a Netflix possa trazê-la de volta.

Em vez disso, a Netflix usa a maior parte de seus recursos em documentários sobre serial ki//ers, em vez de trazer de volta séries incríveis que as pessoas adoram e mal podem esperar pela próxima temporada. Que não machuquem nem afetem as vítimas ou familiares que ainda estão conosco. Mesmo que você não seja fã desse programa em particular, esta petição pode ajudar a impedir que a Netflix cancele programas populares e, em vez disso, publique vários documentários sobre serial killers e dê a eles o destaque em vez de pessoas que realmente merecem.

Por favor, me ajude a assinar esta petição para trazer de volta o incrível show Fate: The Winx Saga e obter o final que merecemos!”

Para assinar o abaixo-assinado, que já conta com 35 mil assinaturas, clique aqui!

Através de um comunicado, o showrunner e criador Brian Young disse:

“Não tenho boas notícias para compartilhar. A Netflix decidiu não renovar a série ‘Fate: A Saga Winx’ para a terceira temporada,” declarou o showrunner e criador Brian Young. “Isso é especialmente difícil porque sei que muitos de vocês amaram o segundo ciclo. É de partir de coração. [Trabalhamos nessa série] por quatro anos incríveis. Espero vê-los novamente no futuro.”

Como a segunda temporada terminou com diversos ganchos para futuras narrativas, o público está revoltado com a decisão, já que a série não vai terminar com um fim adequado.

Confira as reações nas redes sociais:

Criada por Brian Young, a série é baseada na animação ‘O Clube das Winx‘.

A trama acompanha cinco amigas fadas que chegam a Alfea, um internato mágico localizado em Outromundo, onde devem aprender a dominar seus poderes enquanto se aventuram entre amores, rivalidades e os monstros que ameaçam sua própria existência.

O elenco conta Abigail Cowen (Bloom), Hannah van der Westhuysen (Stella), Precious Mustapha (Aisha), Eliot Salt (Terra), Elisha Applebaum (Musa), Sadie Soverall (Beatrix), Freddie Thorp (Riven), Danny Griffin (Sky), Theo Graham (Dane) e Jacob Dudman (Sam).

‘Dead Boy Detectives’: Adaptação da HQ de Neil Gaiman ganha mais dois nomes no elenco; Confira!

De acordo com a Variety, Caitlin Reilly (‘Hacks’) e Max Jenkins (‘Dead To Me’) foram adicionados ao elenco de ‘Dead Boy Detectives‘, vindoura série da HBO Max baseada nos quadrinhos homônimos de Neil Gailman (‘Sandman’).

Reilly e Jenkins darão vida a Litty e Kingham, respectivamente.

Ambos serão personagens recorrentes, descritos como uma dupla de ‘encostos’ irritantes e de boca suja que serão um aborrecimento constante para os protagonistas.

Eles se juntam a Lukas Gage (‘Euphoria’), que foi adicionado recentemente como intérprete do Rei Gato, descrito como um encantador trapaceiro que tem espírito de gato itinerante e possui grande interesse em Edwin Payne (George Rexstrew), um dos protagonistas da trama.

Anteriormente, o Rei Gato seria interpretado por Alexander Calvert (‘Supernatural’), mas o papel foi reformulado após conflitos na agenda de Calvert.

Em junho, o portal anunciou que a HBO Max contratou Beth Schwartz como showrunner da série.

Para quem não conhece, Schwartz foi showrunner das duas últimas temporadas de ‘Arrow‘ e co-showrunner de ‘Sweet Tooth‘, da Netflix.

Em ‘Dead Boy Detectives, ela vai dividir a função com Steve Yockey, que também será um dos produtores executivos.

Yockey também é produtor da série ‘The Flight Attendant‘.

Lembrando que a HBO Max encomendou uma primeira temporada com oito episódios e irá produzir o que se descreve como “uma série vintage de detetives – mas mais obscura e bizarra”.

Confira a primeira arte do projeto:

Jayden Revri (‘O Chalé’), Kassius Nelson (‘Noite Passada em Soho’) e o estreante George Rexstrew serão os protagonistas.

Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente

Revri, Nelson e Rexstrew

Para quem não conhece, a trama acompanha os fantasmas dos adolescentes Charles Rowland e Edwin Paine, que foram assassinados e optaram por fugirem do além para permanecerem na Terra como investigadores de crimes sobrenaturais.

Eles foram introduzidos pela primeira vez nos quadrinhos da série ‘Sandman‘ e, mais tarde, ganharam sua própria HQ com o selo Vertigo, da DC Comics.

Além do trio, a série também vai contar com Alexander Calvert (‘Supernatural’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.

O roteiro da adaptação está sendo escrito por Steve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).

As gravações devem começar em breve.

‘Armor Wars’ será um ‘renascimento’ para Rhodey, diz Don Cheadle

Armor Wars vai trazer Don Cheadle como protagonista de uma produção da Marvel pela primeira vez desde que assumiu o papel de James Rhodes, o Máquina de Combate, em ‘Homem de Ferro 2‘.

Idealizada como uma série de TV, a produção foi reformulada e será lançada como um filme.

E, durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, Cheadle disse que o longa será uma espécie de ‘renascimento’ para o personagem.

“Esse filme traz algumas perguntas, como: O que ele quer fazer? Quais são seus desejos fora do relacionamento com os outros personagens que já vimos? Quem é ele quando está sozinho?”

Ele continuou:

“Estou feliz em explorar muitas das coisas que não vimos antes sobre ele, então há uma boa oportunidade de criar um personagem mais completo do que ele foi ao longo de tantos anos. Veremos Rhodey além do traje, veremos todo o resto que não foi mostrado… De certa forma, é um renascimento. Fico empolgado ao pensar nos lugares que ele está indo a partir de agora e que estamos apenas começando a conhecê-lo mesmo depois de todo esse tempo.”

Lembrando que a trama será Inspirada nos quadrinhos homônimos, nos quais a tecnologia de Tony Stark cai nas mãos erradas e Rhodes tem a missão de investigar quem foram os responsáveis pelo roubo.

Há alguns meses, o The Ronin divulgou que Walton Goggins estará no filme reprisando seu papel como Sonny Burch, vilão de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘.

Apesar de não haver nada confirmado até o momento, o dublê de Goggins, Rex Reddick, teve seu nome adicionado à equipe da série e rumores já haviam adiantado que Burch iria retornar ao MCU em algum momento.

Para quem não se lembra, Burch é um traficante de tecnologia, então é possível que a trama mostre Rhodes tentando lidar com criminosos atrás das invenções criadas por Tony Stark.

Além disso, o traficante estava envolvido em uma esquema comandando por um misterioso personagem em ‘Homem-Formiga 2‘, e alguns fãs suspeitam que seja Justin Hammer, rival de Stark, vivido por Sam Rockwell emHomem de Ferro 2‘.

Caso tudo isso seja verdade, trazer Hammer como o grande vilão de ‘Armor Wars‘ certamente iria deixar os fãs bastante empolgados.

O que você acha da ideia?

‘Godzilla’ vai ganhar NOVO filme e já tem data de estreia; Confira!

O primeiro filme do ‘Godzilla‘ foi lançado nos cinemas do Japão em 3 de novembro de 1954.

E a Toho Company comemorou o aniversário da franquia anunciando no Twitter que já está desenvolvendo um novo projeto.

A publicação traz um misterioso logo e confirma que a produção será dirigida por Takahashi Yamazaki (‘Missão Dragão: Sua História’), com lançamento marcado para 03 de novembro de 2023.

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a produção, então não se sabe se é um filme ou uma série de TV, mas considerando que Yamazaki dedicou toda a sua carreira para o cinema, tudo indica que seja um novo filme.

Confira o anúncio:

Lembrando que a Legendary Pictures continua desenvolvendo novos projetos para o seu MonsterVerse, como uma série da AppleTV+ atualmente em andamento.

Já a Toho Company lançou seu último filme relacionado à franquia em 2016, intitulado ‘Shin Godzilla‘, sendo o 3º reboot da franquia.

O longa está disponível no Brasil pela Amazon Prime Video, com opção de áudio original em japonês com legendas e com dublagem em português.

Este teve o roteiro e direção da dupla de Hideaki Anno (‘Neon Genesis Evangelion‘) e Shinji Higuchi (‘Ataque dos Titãs‘).

Assista ao trailer:

Lembrando que o elenco conta com Hiroki Hasegawa e Yutaka Takenouchi como pessoas ligadas ao governo. Satomi Ishihara interpreta uma agente americana.

Mahiro Maeda (‘Blue Submarine Nº 6’) e Takayuki Takeya (‘Ataque dos Titãs’) são os responsáveis pelo design visual do filme. Maeda afirmou que os desenhos remetem às raízes de ‘Godzilla‘, incorporando a experiência japonesa do pós-guerra da época do filme original de 1954.

Na trama, enquanto a guarda costeira do Japão inspeciona um iate abandonado na baía de Tóquio, o barco é destruído e a baía é inundada. Depois que um vídeo do incidente se torna viral, o vice-chefe do gabinete, Rando Yaguchi, teoriza que tudo foi causado por uma criatura viva.

‘Gen V’: Clancy Brown entra para o elenco da série derivada de ‘The Boys’

De acordo com o One Take News, Clancy Brown (‘Dexter: New Blood’) foi escalado para o elenco de ‘Gen V‘, série derivada de ‘The Boys‘, também produzida pela Amazon Studios.

Até o momento, não há detalhes sobre seu personagem, enão não se sabe se ele será um dos mocinhos ou um os vilões.

Tudo o que foi dito é que “ele terá destaque em um dos episódios, com possibilidade de aparecer em mais”.

Como a trama gira em torno de uma universidade dedicada a alunos superpoderosos, é possível que Brown dê vida a um dos professores ou funcionários da instituição.

Por enquanto, o que nos resta é aguardar pelas atualizações.

Ainda sem previsão de estreia, a atração já ganhou uma sinopse oficial.

Confira:

“‘Gen V‘ se passa na única faculdade da América exclusivamente voltada para super-heróis, administrada pela Vought International. Além de superar seus limites morais nos testes, cada aluno irá competir pelos melhores contratos nas melhores cidades como representantes da companhia. A trama é uma mistura de série universitária e ‘Jogos Vorazes’, com todo o coração, sátira e atrevimento de ‘The Boys‘.”

O anúncio do título foi feito pelo elenco da série, que prometeu que a nova produção será “intensa, divertida e sangrenta” – exatamente o que podemos esperar de uma série do universo de ‘The Boys‘.

Confira:

Anteriormente, o showrunner Erick Kripke confirmou que a produção derivada será ambientada em paralelo com o desfecho da 3ª temporada, indicando que rostos conhecidos da série original podem acabar aparecendo.

“Nós definitivamente teremos um crossover, e estamos fazendo o melhor para explorar algumas narrativas da terceira temporada de ‘The Boys’ na primeira temporada do spin-off. Há uma campanha presidencial acontecendo nos bastidores da história e também há certas coisas acontecendo na escola que servem como consequência aos acontecimentos da 3ª temporada de ‘The Boys’.”

Ele completa, “Também há algumas narrativas acontecendo na série derivada que nós voltaremos a acompanhar a quarta temporada da série principal.”

O elenco contará com Jaz Sinclair, Chance Perdomo, Lizze Broadway, Maddie Phillips, London Thor, Derek Luh, Asa Germann, Marco Pigossi, Patrick Schwarzenegger, Sean Patrick Thomas e Shelley Conn.

Ainda sem previsão de estreia, a trama irá explorar a vida de super-heróis adolescentes enquanto eles colocam seus limites físicos, sexuais e mortais à prova, competindo pelos melhores contratos nas melhores cidades.

‘The Electric State’: Anthony Mackie, Giancarlo Esposito e mais são escalados para o sci-fi de Anthony e Joe Russo

De acordo com a Variety, os diretores Anthony e Joe Russo escalaram mais quatro astros para o seu próximo filme em parceria com a Netflix, intituladoThe Electric State‘.

Os nomes são Anthony Mackie (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Giancarlo Esposito (‘The Boys’), Billy Bob Thornton (‘Fargo’) e Ke Huy Quan (‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’).

Ao que parece, Esposito e Quan vão aparecer no filme, enquanto Mackie e Thornton darão vozes a personagens de inteligência artificial.

Esposito também irá dublar um dos robôs, mas seu principal trabalho no longa será como um dos antagonistas.

Quan irá substituir Michelle Yeoh (‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’), dando vida a um médico procurado pelos personagens de Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’) e Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’).

O projeto também trará Brian Cox (‘Succession’), Stanley Tucci (‘Um Olhar do Paraíso’), Jason Alexander (‘Seinfeld’) e Jenny Slate (‘Volta Pra Mim’) no elenco.

Ambientada em um futuro distópico, a trama acompanha a jornada de uma adolescente, um robô e um malandro pelas estradas dos EUA.

Lembrando que Anthony e Joe Russo dirigiram ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ (2018) e ‘Vingadores: Ultimato‘ (2019) para o Marvel Studios. ‘The Electric State‘ será o segundo projeto da dupla para a Netflix, após ‘Agente Oculto‘.

Baseado na graphic novel Tales from the Loop, do autor Simon Stålenhag, que já ganhou uma antologia supervisionada pela Apple TV+The Electric State é ambientado em um futuro alternativo onde humanos e robõs vivem juntos em harmonia relativa – e uma jovem adolescente (Brown) percebe que seu novo amigo robô, na verdade, foi mandado até ela por seu irmão desaparecido. Os dois, então, partem em uma missão para encontrá-lo, descobrindo uma gigantesca conspiração no caminho.

Christopher MarkusStephen McFeely (‘Vingadores: Ultimato’) assinam o roteiro.

Há algumas semanas, o Digital Spy divulgou as primeiras imagens dos bastidores, destacando Brown rodando alguma cena na praia.

Confira:

‘Sandman’: Fãs comemoram RENOVAÇÃO para a 2ª temporada; Confira as reações!

Apesar da demora, a Netflix renovou oficialmente a série ‘Sandman‘ para a 2ª temporada, o que não é bem uma surpresa.

Baseada na icônica saga de quadrinhos criada por Neil Gaiman, a adaptação chegou ao catálogo da Netflix no início de agosto e ocupou o primeiro lugar no TOP 10 da plataforma em 89 países durante a semana de estreia.

Ainda assim, o público estava desesperado pelo anúncio de renovação e alguns assinantes da plataforma até ameaçaram cancelar seus planos caso a atração não fosse renovada.

Desta vez, as mensagens nas redes sociais são de comemoração, ansiedade e expectativa pelos novos episódios.

Confira as reações:

Relembre o anúncio:

“Milhões de espectadores assistiram e amaram ‘Sandman’ na Netflix, desde os fãs dos quadrinhos até aqueles que apenas ficaram curiosos. E todos ficaram obcecados com o Senhor dos Sonhos, sua família e seu universo,” declarou o criador Neil Gaiman. “É um prazer confirmar que eu, a Netflix e a Warner Bros. estão trabalhando para trazer novas histórias à vida. Há aventuras incríveis esperando por Morpheus e os outros personagens… E Lucifer está esperando o retorno de Morpheus ao inferno…”

Confira o teaser:

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

‘Thor: Ragnarok’ completa 5 anos; Veja curiosidades sobre o terceiro filme da franquia!

‘Thor’ é uma das franquias mais conhecidas e rentáveis do Universo Cinemático Marvel e, há exatos cinco anos, o terceiro capítulo da saga, Thor: Ragnarok, fazia sua estreia oficial nos cinemas mundiais.

Na trama, após anos afastado, Thor retorna para casa e descobre que seu pai, Odin, rei de Asgard, está desaparecido. Após encontrá-lo, ele toma conhecimento de sua irmã mais velha, Hela, a poderosa e implacável deusa da morte. Com o auxílio de Loki, ele enfrenta Hela, mas durante a batalha, Thor acaba preso em Sakaar, um planeta do outro lado do universo. Agora, ele precisa correr contra o tempo para voltar a Asgard e impedir o Ragnarok, a destruição de seu mundo.

O filme trouxe no elenco Chris Hemsworth como o personagem titular, além de nomes como Tom HiddlestonCate BlanchettJeff GoldblumTessa Thompson e muitos outros.

Além do aclame crítico, Thor: Ragnarok fez um estrondo gigantesco de bilheteria, arrecadando mais de US$850 milhões mundialmente.

Para celebrar seu quinto aniversário, preparamos uma breve lista trazendo curiosidades de bastidores da produção.

Confira:

  • O diretor Taika Waititi disse em entrevista à MTV News que “improvisamos cerca de 80% do filme”.
  • Anthony Hopkins tinha decidido não interpretar mais Odin na franquia, mas, depois de ler o roteiro, mudou de ideia.
  • Waititi baseou o personagem Korg em seguranças polinésios: “queríamos mudar a ideia do que um cara gigante feito de rochas poderia ser. Ele é grande e pesado, mas com uma alma leve, e é divertido e amigável”.

  • Blanchett aceitou participar do longa-metragem para agradar aos filhos, que são fãs da Marvel. O filho mais velho da atriz, Dashiell John Upton, sugeriu que ela aceitasse o papel de Hela, a Deusa da morte, dizendo que iria impulsionar a carreira dela.
  • Durante a première mundial, Mark Ruffalo, que reprisa seu papel como Hulk, estava fazendo uma live no Instagram e esqueceu de terminá-la, acidentalmente filmando os dez primeiros minutos do filme.

  • Na mitologia nórdica, Ragnarök significa O Destino dos Deuses. O mito fala sobre a eventual destruição do universo e da raça humana, bem como a morte de figuras-chave na mitologia, incluindo Odin, Thor, Loki, Heimdall, Freyr, Sol e Tyr. Uma nova geração de deuses, filhos de Odin, Thor e Sol, especificamente, irão substituir os antigos, visto que o ciclo do mundo também se renova.
  • Hemsworth teve de ganhar massa muscular novamente para seu papel como Thor. Ele seguiu uma dieta estrita, malhou de seis a sete vezes por semana e ingeria por volta de 6 mil calorias por dia.

  • Para se preparar para o papel de Hela, Blanchett estudou a arte da capoeira, uma luta afro-brasileira.
  • Thompson baseou sua performance como Valquíria em Sarah Connor do clássico ‘O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final’, de 1991.
  • No Japão, o filme foi lançado sob o título ‘Thor: Battle Royale’, homenagem ao clássico romance homônimo de Koushun Takami sobre jovens que são encarcerados em uma arena e forçados a se matar.

Artigo | ‘Godless’ continua como uma das melhores minisséries da Netflix

É inegável dizer que produções do gênero western carregam um lugar especial no coração de vários cinéfilos. Emergindo como o estilo de narrativa precursora do cinema clássico, sua primeira aparição data do início do século XX com O Grande Roubo do Trem’ (1903), trazendo inúmeros tipos sociais que já foram usados, reutilizados e reinventados dentro da indústria do entretenimento – seja o mocinho, o vilão ou a donzela em perigo. É claro que, com o passar do tempo, nomes de importância inenarrável consagraram-se como os revolucionários do gênero, incluindo Clint Eastwood, John Ford, Howard Hanks e outros. 

Em sua concepção original, os westerns tinham como base uma ideologia de conquista e de missão divinizada, cujas explicitações concediam aos colonizadores americanos o direito de explorar o Oeste – conceito a partir do qual foi originado o termo “faroeste” – e tomar as terras pertencentes aos nativo. Não é à toa que grande parte das produções hollywoodianas tenham como enfoque a celebração da coragem e do heroísmo estadunidense perante o bestialismo e negação à civilidade que tanto pregavam por parte dos indígenas. Através de representações imageticamente simbólicas, tudo era justificado com base na supremacia racial, querendo ou não – e então chegamos a Godless’, minissérie da Netflix que pode ser considerada uma das melhores já produzidas pela gigante do streaming. 

Criado pela mente apaixonante de Scott Frank, o show fornece uma nova e interessante perspectiva acerca do gênero cujo endossamento permaneceu durante longos anos. As tramas e subtramas podem trazer os melhores elementos dos westerns, arquitetando um grande compilando mimético e honroso para obras predecessoras, mas o escopo geral serve inclusive como empoderamento de minorias sociais que conseguiram seu espaço no cenário mundial há pouco tempo: afinal, a narrativa gira em torno da cidadela de La Belle, a qual, após um trágico desastre na mina local, teve sua configuração alterada para algo estritamente matriarcal e bem mais aberto, por assim dizer. 

Primeiramente, Frank não é conhecido por suas histórias convencionais: não é à toa que o capítulo inicial dessa odisseia desértica começa com uma devastação completa, uma montagem revelando uma vila completamente destruída e perscrutada por cadáveres assassinados de forma brutal e violenta. Até mesmo o take de uma criança enforcada na árvore compõe o caótico pano de fundo que introduz o principal antagonista, o fora-da-lei Frank Griffin (Jeff Daniels) e sua tentativa de reaver o que lhe foi roubado pelo outrora protegido Roy Goode (Jack O’Connell). Toda essa sequência é tomada por uma névoa ameaçadora e duvidosa, que entra como um arquétipo de linguagem para confundir o espectador e aumentar inclusive a tensão dos acontecimentos – e talvez o mais envolvente nessa primeira cena seja a completa ausência de falas: em uma série tão bem articulada quanto essa, os diálogos emergem quando necessários, justamente para não se tornarem redundantes com a explicitação dos eventos. 

A ideia geral já nos é mostrada nessa primeira investida; afinal, temos dois inimigos mortais cujo passado afetivo é posto em cheque após um conflito ideológico que vai muito além do que conhecemos. Roy e Frank são a encarnação das inúmeras defasagens de relacionamento no melhor estilo pai-filho – nos remontando inclusive a Luke Skywalker e Darth Vader no panteão Star Wars’ -, mas com um toque a mais. A priori, é possível sim identificar os imortalizados conceitos de bandido e mocinho. Entretanto, conforme os episódios se seguem, essa separação transforma-se em uma fusão de personalidades que busca em seu cerne a aceitação e a recusa à solidão – não é nenhuma surpresa que o bando de Frank seja tão numeroso: ele primeiro recrutou o melhor amigo, logo depois encontrando a figura do filho perdido em Roy e então lançando-se na procura de renegados e de abandonados para lhes dar uma chance de ser alguém – ainda que no sentido mais distorcido possível. 

De qualquer modo, esse conflito de ideais não é exatamente o tipo de problema que a comunidade de La Belle está procurando. Afinal, a pacificidade que sempre reinou sobre o árido território ainda procura estabilidade após um acidente matar quase todos os homens e obrigar as mulheres, antes resumidas aos problemas domésticas, a potencializarem suas personalidades lineares e tornarem-se as reais governantes. De modo simplificado, temos duas forças opostas também dentro do vilarejo: uma, representada por Michelle Dockery em um incrível sotaque interiorano como a viúva Alice Fletcher; outra, pela figura “masculinizada” e quebradora de paradigmas de Mary Agnes (Merritt Wever), que, por mais que carregue valores conservadores, vê na decadência de La Belle e de seu irmão, o xerife Bill McNue (Scoot McNairy), a oportunidade de se libertar e portar-se dentro do próprio livre arbítrio. 

Cada um dos capítulos funciona como um longa-metragem que, graças ao dinamismo do roteiro e ao desenvolvimento dos personagens, emerge como uma construção fluida e agradável de ser acompanhada. O envolvimento do público com os protagonistas e até mesmo com o cenário abandonado é um dos principais fatores que permite a Godless’ transformar-se no épico norte-americano que realmente é: apesar de alguns deslizes, principalmente pela falta de um desenvolvimento marcante da figura encarnada por Dockery, todos ali, em sua grande maioria, possuem um grau de discordância intimista que os torna humanos e os afasta da mentalidade invencível e endeusada tão louvada pelas primeiras obras do gênero. 

E aproveitando que menciono o elenco, Thomas Brodie-Sangster é um dos grandes nomes a serem lembrados. Além de abandonar os trejeitos aventureiros de suas performances em Maze Runner’, o ator britânico consegue encarnar o vice-xerife Whitey Winn com uma naturalidade incrível e que chega a ser assustadora. Suas delineações em cena trazem o melhor do western para as telinhas, mas ao mesmo tempo exploram outras vertentes que geralmente são esquecidas dentro das odisseias, como o amor impossível entre raças distintas e a aceitação das próprias fraquezas perante um obstáculo à prima vista intransponível.

Steven Meiszler é outro nome a ser acreditado. A fotografia essencialmente clean da série conversa com a estética aberta de Frank, principalmente nos momentos em que a natureza mostra-se imponente e inabalável pelas forças humanas. Em diversos momentos, a retratação em planos gerais dos personagens e seus monólogos metafóricos entra em contradição com a representação imagética, a qual preza pela solidão e pela imensidão do Velho Oeste. Em outros momentos, vemos o constante uso da névoa para encobrir uma superexposição dos eventos, seja em sua forma mais clássica – ou seja, em contraste com a luz dura do sol, a qual torna-se difusa pelas partículas de poeira – ou de modo mais simbólico – mesclado com planos-sequência em slow-motion que brincam com a dualidade entre claustrofóbico e expansivo. 

‘Godless’ é uma obra-prima narrativa e visual. Até mesmo as falhas claras ou a longa duração dos episódios conseguem ser encobertos pelo escopo geral e pelos detalhes muito bem colocados que deixam a série ainda mais passível de homenagear grandes produções do western clássico. A Netflix talvez nunca tenha ousado tanto quanto aqui – e digo com toda a certeza que foi um tiro certeiro. 

‘Tuca e Bertie’: Aclamada animação é CANCELADA após três temporadas

A animação ‘Tuca e Bertie’ se tornou uma das mais elogiadas e adoradas dos últimos anos – mas parece que a 3ª temporada foi a última.

Através das redes sociais, a showrunner Lisa Hanawalt anunciou que a produção foi oficialmente cancelada após três iterações.

“Infelizmente, ‘Tuca e Bertie’ foi cancelada. Para todos os nossos fãs – nós amamos vocês e não podemos agradecê-los o suficiente pelo apoio ao longo dos anos. Por favor, nunca deixem de fazer artes de fã esquisitas (e de se vestir como os personagens para o Halloween!), isso me traz felicidade infinita”, Hanawalt escreveu.

Lembrando que a série está disponível na HBO Max.

Tuca e Bertie são melhores amigas, e as duas são cheias de fantasmas! Bertie está ocupada escavando seus demônios interiores com a ajuda de uma terapeuta, enquanto Tuca prefere guardá-los atrás do vaso. Ela vai lidar com eles mais tarde; agora, ela está muito ocupada tentando não ficar mais solteira. Enquanto isso, Speckle estão construindo uma nova casa, mas logo percebe que está prestes a ficar louco… O bom é que ele é apenas um desenho. Gansos são endemoniados! Gaivotas são romantizadas! Esses episódios são cheios de momentos bastante relacionáveis e hilários. Mas fique atento: você nunca mais vai olhar para plantas do mesmo jeito de novo!

Lisa Hanawalt criou a produção.

Tiffany HaddishAli Wong estrelam.