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‘The Fall Guy’: Aaron Taylor-Johnson se junta a Ryan Gosling em novo filme do diretor de ‘John Wick’

De acordo com o Deadline, Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’) entrou para o elenco do filme ‘The Fall Guy‘, adaptação da série de televisão dos anos 1980, ‘Duro na Queda‘.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Ryan Gosling (‘Blade Runner 2049’) e Emily Blunt (‘Um Lugar Silencioso’) irão estrelar a produção.

David Leitch (‘John Wick’) será responsável pela direção.

Drew Pearce, que trabalhou com Leitch em ‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw‘, assina o roteiro e atua como produtor executivo. Glen A. Larson, criador da série original, também está na produção.

A série acompanhava as aventuras de um dublê de cinema que brilha como caçador de recompensas quando o trabalho no cinema é lento. Lee Majors, Douglas Barr e Heather Thomas estrelaram.

Emily Blunt está no elenco do novo filme de Christopher Nolan e estará em ‘Pain Hustlers‘, com Chris Evans. Ryan Gosling está no filme da Barbie e acabou de estrelar ‘Agente Oculto‘, ação da Netflix com os irmãos Russo.

The Fall Guys‘ deve estrear em 1º de março de 2024.

Presidente da Universal Pictures quer spin-off FEMININO de ‘Velozes e Furiosos’

Em entrevista ao Business Insider, Donna Langley, presidente da Universal Pictures, revelou que adoraria ver um spin-off de ‘Velozes e Furiosos‘ focado no elenco feminino.

“Assim como o Vin Diesel, eu também adoraria ver um [spin-off] feminino de ‘Velozes e Furiosos’. Nós temos muitas mulheres incríveis na franquia e ainda teremos a adição da maravilhosa Brie Larson ao elenco. Adoraria ver um filme focado no elenco feminino.”

Anteriormente, a atriz Charlize Theron comentou sobre um possível filme derivado de sua personagem, a vilã ciberterrorista Cipher. Se a Helen Mirren topar, ela definitivamente aceita.

“Nós estávamos apenas no set [juntas] por dois dias, e eu realmente, fiquei incrivelmente chocada. E eu provavelmente não consegui me segurar em relação a isso. Mas eu pensei que esta seria uma grande oportunidade para realmente tentar dizer a ela, obrigado por, você sabe, tudo o que ela me deu.”

Ainda acrescentou: “Eu sou apenas uma espectadora. Eu só gosto de assistir seus filmes. Mas ela é uma mulher que realmente me inspira pelas escolhas que ela faz, pela quantidade de compaixão que ela tem – não apenas por si mesma, mas pelo resto do mundo e pelo tempo e energia que ela gasta. Eu só acho que ela é incrivelmente talentosa.”

O décimo Velozes marcará a estreia de Brie Larson, Jason Momoa, Alan Ritchson, Daniela Melchior e Rita Moreno na franquia. Retornam ao elenco nomes como Diesel, Charlize Theron, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Scott Eastwood, Jordana Brewster e Sung Kang.

A Universal confirmou que Velozes e Furiosos 10 entrará em cartaz em 19 de maio de 2023. A direção, antes do veterano da franquia Justin Lin, agora será de Louis Leterrier (O Incrível Hulk).

Convite Maldito

(The Invitation)

 

Elenco:

Nathalie Emmanuel

Thomas Doherty

Hugh Skinner

 

Direção: Jessica M. Thompson

Gênero: Terror

Duração: 105 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 27 de Outubro de 2022

Sinopse: 

Após a morte de sua mãe e sem ter nenhum outro parente conhecido, Evie (Nathalie Emmanuel) faz um teste de DNA… e descobre um primo perdido que ela não sabia que existia. Convidada pela sua nova família para um casamento, ela sente uma grande atração pelo sexy anfitrião. Mas Evie logo terá que lutar pela sobrevivência ao descobrir os segredos sinistros da história de sua família e as intenções perturbadoras por trás de sua generosidade pecaminosa.

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» Inicialmente intitulado ‘A Noiva‘ (The Bride).

» O roteiro original foi escrito por Blair Butler (‘Helstrom’);

» Sean Pertwee, Courtney Taylor, Alana Boden e Stephanie Corneliussen completam o elenco;

» Emile Gladstone (‘A Maldição da Chorona’) servirá como produtor;

» A Screen Gems está desenvolvendo o projeto;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Feed Me’: Terror CANIBAL ganha novo clipe perturbador

O terror canibal ‘Feed Me‘ ganhou um novo clipe perturbador.

Confira:

Adam LeaderRichard Oakes são responsáveis pela direção.

A trama de Jed, cuja vida é destruída após a morte repentina de sua esposa – um incidente que ele se sente diretamente responsável. Afundando em depressão, ele se encontra em um bar com um canibal psicopata, Lionel Flack, que o convence que a redenção é possível se ele se deixar ser lentamente consumido até a morte…

O elenco conta com Neal WardChristopher MulvinHannah Al RashidSamantha Loxley.

Nos EUA, o terror já está disponível nas plataformas de VOD!

Crítica em Vídeo | Convite Maldito começa como um bom suspense, vira romance e depois se perde…

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘Convite Maldito‘ (The Invitation), suspense romântico gótico que estreou nos cinemas nacionais.

O filme começa como um suspense, vira romance e depois se perde em uma reviravolta duvidosa.

Assista a crítica:

O terror fracassou em conquistar os críticos e recebeu apenas 26% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Descrito como um “terror contemporâneo”, a trama segue uma jovem que é convidada para um jantar misterioso, mas logo percebe as intenções malignas de seu anfitrião.

Jessica M. Thompson é responsável pela direção, a partir de um roteiro original escrito por Blair Butler (Helstrom’).

O elenco ainda conta com Thomas Doherty, Hugh Skinner, Sean Pertwee, Courtney Taylor, Alana Boden e Stephanie Corneliussen.

Florence Pugh vai estrelar thriller dirigido por astro de ‘O Homem do Norte’

De acordo com o Deadline, Florence Pugh (‘Viúva Negra’) vai estrelar o thriller ‘The Pack‘, que será dirigido pelo Alexander Skarsgård.

A produção marcará a estreia diretorial do ator, que também participará do elenco.

Na trama…

Um grupo de documentaristas que se aventura na remota natureza selvagem do Alaska para tentar salvar uma espécie quase extinta de lobos. Quando a equipe volta a se reunir em uma prestigiada premiação, as tensões aumentam quando mentiras mortais ameaçam o resultado de seu trabalho. Eles conseguiram sobreviver aos perigosos elementos da natureza, mas o segredo que compartilham irá sobreviver à noite?

Descrito como um “suspense psicológico”, a produção deve seguir um estilo parecido com o aclamado ‘O Abutre‘.

Jennifer Fox servirá como produtora do roteiro original assinado por Rose Gilroy.

As filmagens estão programadas para começarem em março de 2023.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ foi o título que mais trouxe assinantes na HISTÓRIA do Amazon Prime Video

Segundo o Hollywood Reporter, O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ é a série mais vista do Amazon Prime Video e está chegando a 100 milhões de espectadores. Só em seu primeiro episódio exibido no streaming, a série atingiu 25 milhões de espectadores em 24 horas.

O CFO Brian Olsavsky revelou durante a coletiva dos resultados trimestrais da empresa que a série “trouxe mais assinantes para o Prime Video do que qualquer outro título original já lançado”.

A 2ª temporada já começou a ser rodada e a chefe-executiva da Amazon Studios, Jennifer Salke, revelou que as gravações estão a todo vapor e que pretende-se lançar os próximos episódios o mais rápido possível.

“Queremos o menor tempo possível entre as temporadas, mas queremos manter as expectativas altas”, ela disse à Variety. “Então, vai levar o tempo que for preciso. Mas tem havido alguma urgência em se mover rapidamente, e é por isso que esses caras têm escrito durante todo o hiato. Estamos nos agilizando”.

A primeira temporada completa já está disponível.

Crítica | 8º episódio de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ conclui a temporada de forma bastante satisfatória

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder | Quem são os Istari?

Cuidado: muitos spoilers à frente.

O último episódio da temporada de estreia de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ respondeu a diversas questões e a identidade de vários personagens, e abriu espaço para outras questões levantadas pelo público.

Um dos principais pontos do capítulo em questão foi a revelação da identidade do Estranho (Daniel Weyman), o misterioso homem que caiu dos céus e que cruzou caminho com a jovem Pé-peluda Nori (Markella Kavenagh). Como pudemos perceber, o personagem em questão é ninguém menos que Gandalf, o Cinzento, ainda alheio às memórias de quem realmente é. A revelação, concretizada nos momentos finais, é premeditada pelo trio de figuras encapuzadas que o persegue (a Habitante, a Ascética e a Nômade), que acreditam erroneamente que ele é Sauron em sua forma humana e, pouco depois, descobrem que ele é um Istari.

Mas o que eles são?

Na mitologia assinada por J.R.R. Tolkien, os Istari são Magos da Terra-Média caracterizados como Maiar, isto é, espíritos similares aos divinos Valar, mas com menos poder. Assemelhados a homens, eles possuem habilidades físicas e mentais muito superiores e, na linguagem Quenya, foram denominados como Istari pelos próprios Elfos (cujo significado é “os sábios). Eles foram enviados à Terra-Média para ajudar na libertação dos povos que eram subjugados a Sauron (que também era um Maia decaído) na Terceira Era – ou seja, pouco depois dos eventos da temporada de estreia da série.

Os Magos são chamados por vários nomes e foram “classificados” por suas cores. Dos que vieram para a Terra-Média, apenas cinco são conhecidos – o que comportam a Heren Istarion (Ordem dos Magos):

  • Saruman, o Branco: também conhecido como Curumo, Curunír ou Sharku, ele é o líder original dos Istari e do Conselho Branco. Depois de ser corrompido por Sauron, ele se renomeou como Saruman, o Várias-Cores.
  • Gandalf, o Cinzento: também conhecido como Olórin, Mithrandir, Tharûn e Incánus. O mais sábio dos Maia, Gandalf deu as caras em ‘Os Anéis de Poder’ e terá um papel absoluto no desenrolar dos próximos eventos. Em ‘A Sociedade do Anel’, ele encontra sua ruína após enfrentar m Balrog, mas renasce como Gandalf, o Branco, novo líder dos Istari e do Conselho Branco. Ele também porta o Narya, o Anel do Fogo, que lhe é dado por Círdan, a espada Glamdring.
  • Radagast, o Marrom: também conhecido como Aiwendil. Provindo de Yavanna, ele é amante da natureza e tentou evitar ao máximo participa da Guerra do Anel.
  • Alastar e Pallando, os Azuis: também conhecidos como Ithryn Luin. Ambos cruzaram longas distâncias na Terra-Média, motivo pelo qual pouco se sabe sobre eles e sobre o destino que encontraram.

Apesar de aparentar serem velhos e incapazes de desafiar Sauron diretamente, os Magos estavam de fato entre os seres mais poderosos que andaram na Terra-Média. Embora eles pudessem ser impedidos, prejudicados e até mesmo assassinados, a morte para eles era temporária, pois eles simplesmente retornavam aos Salões Atemporais e esperavam que os Valar os enviassem de volta à Terra-Média até que sua tarefa estivesse completa, como vimos com a morte e ressurreição de Gandalf. Uma vez que suas tarefas fossem concluídas, eles deveriam retornar a Valinor. Apenas Gandalf, como Portador do Anel, foi autorizado a ir para as Terras Imortais.

Os Magos possuíam poderes mágicos incríveis que lhes permitiam realizar proezas surpreendentes; seu poder era supostamente maior do que o dos Elfos. Cada mago carregava e utilizava um cajado poderoso, através do qual canalizavam e executavam a maioria de seus feitiços e ações mágicas. Eles podiam, no entanto, usar magia sem a ajuda de seus cajados, como telecinese e cura; no entanto, é incerto o quão longe eles poderiam ir magicamente sem eles. Sua magia pode lançar ilusões, disparar relâmpagos, invocar raios, curar feridas graves, arremessar inimigos com facilidade, desintegrar estruturas e até mesmo enredar as mentes de outros seres.

No entanto, apesar de todo o seu poder, os Magos foram proibidos pelos Valar de usar abertamente sua magia, exceto em momentos de grande necessidade e, dessa forma, eles (com exceção de Saruman) confiavam mais na própria sabedoria, no raciocínio rápido e nas habilidades lógicas para superar desafios, do que na magia em si.

Lembrando que a temporada completa já está disponível no Prime Video.

Spin-off de ‘WandaVision’ focado no Visão está em desenvolvimento

De acordo com o Deadline, a Marvel está desenvolvendo um spin-off de ‘WandaVision‘ para o Disney+, que terá sua história focada no Visão.

Paul Bettany retornará para interpretar o herói.

Tentativamente intitulada ‘Vision Quest‘, a produção acompanhará o Visão “tentando recuperar suas memórias e humanidade” após os eventos da série ‘WandaVision‘.

Ao final da produção estrelada pela Elizabeth Olsen, o Visão foi reconstruído e reativado pela SWORD – com um visual completamente branco.

Jac Schaeffer, criadora de ‘WandaVision‘, servirá como showrunner da série derivada.

Vale lembrar que outro spin-off já está em desenvolvimento, ‘Agatha: Coven of Chaos‘, que marcará o retorno de Kathryn Hahn como a bruxa titular – que serviu como a antagonista principal de ‘WandaVision‘.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Warner oficializa campanha para ‘The Batman’ concorrer ao Oscar; Veja as categorias!

The Batman‘, longa que é um dos principais filmes da Warner lançados em 2022, este que é comandado por Matt Reeves e estrelado por Robert Pattinson, chegou aos cinemas brasileiros em 3 de março e agradou a todos.

Ainda assim, de maneira surpreendente, a produção passou a ser uma das principais apostas do estúdio para o Oscar do ano que vem.

Através do site oficial, a Warner fará uma campanha bastante intensa para conseguir indicações e vitórias para a produção na próxima edição da icônica premiação do cinema Hollywoodiano.

O estúdio submeterá ‘The Batman‘ para categorias principais, como Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Filme, assim como nas técnicas, como Melhor Fotografia, Melhor Edição e Melhor Maquiagem e Cabelo.

Confira abaixo os comerciais de For Your Consideration e logo abaixo uma lista com todas as categorias possíveis para disputar:

Melhor Filme

Dylan Clark, produtor
Matt Reeves, produtor

Melhor Diretor

Matt Reeves

Melhor Roteiro Adaptado

Matt Reeves e Peter Craig

Melhor Ator

Robert Pattinson

Melhor Atriz Coadjuvante

Zoë Kravitz

Melhor Ator Coadjuvante

Paul Dano
Jeffrey Wright
John Turturro
Peter Sarsgaard
Barry Keoghan
Andy Serkis
Colin Farrell

Melhor Fotografia

Greig Fraser

Melhor Edição

William Hoy
Tyler Nelson

Melhor Design de Produção

Designer de Produção: James Chinlund
Decorador de cenário: Lee Sandales

Melhor Design de Figurino

Jacqueline Durran

Melhor Maquiagem e Cabelo

Designer de Maquiagem: Naomi Donne
Design de próteses: Pinguim e prisioneiro misterioso de Arkham (Coringa): Mike Marino
Cabeleireira: Zoe Tahir

Melhor Som

Editor de Som: Stuart Wilson
Supervisores de edição de som: William Files e Douglas Murray
Mixers de regravações: Andy Nelson e William Files

Melhores Efeitos Visuais

Supervisores de efeitos visuais: Dan Lemmon, Russel Earl e Anders Langlands
Supervisor de efeitos especiais: Dominic Tuohy

Melhor Trilha Sonora Original

Michael Giacchino

Batman‘ já está disponível na HBO Max.

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‘Echoes’: Krysten Ritter revela o que a atraiu para a série derivada de ‘Orphan Black’

O Clone Club voltará a ganhar destaque em breve, quando for lançada Echoes‘, série derivada de ‘Orphan Black‘ programada para 2023.

Estrelada por Krysten Ritter (‘Jessica Jones’), a trama vai acompanhar a trajetória de Lucy, uma moça com passado enigmático que também tenta encontrar seu lugar no mundo.

Assim como a produção original, a nova série explora os impactos da modificação genética, como a clonagem.

Em entrevista para a Schön! Magazine, Ritter revelou que foi exatamente isso que a atraiu para o projeto, já que sua personagem é diferente de tudo o que ela já fez antes.

“Depois de ‘Breaking Bad‘, eu tive muitas personagens viciadas vindo em minha direção, depois de ‘Não Confie na P**** do Apartamento 23‘, muitas garotas festeiras, com ‘Jessica Jones‘ surgiram propostas para detetives duronas. Eu senti como se estivesse trabalhando em coisas muito semelhantes. Quando surgiu o convite [para ‘Echoes‘], fiquei muito intrigada.”

Ela continuou, descrevendo a experiência com a nova personagem:

“No primeiro episódio, faço tantas coisas que nunca fiz antes, sabe? Que mostram um lado completamente diferente de mim sobre o que falamos anteriormente, sobre eu necessitar de algo diferente. Eu amo Jessica Jones, mas não quero interpretar outra personagem como ela.”

E aí, você está curioso para descobrir do que Ritter está falando?

Confira as primeiras imagens oficiais da série:

Keeley Hawes (‘Spooks’), Amanda Fix (‘Kung Fu’) e Avan Jogia (‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’) também fazem parte do elenco.

Hawes será uma perceptiva e sensível cientista que se vê lidando com o próprio código moral quando as circunstâncias a levam a fazer uma escolha impensável.

Fix vai interpretar Jules, filha recém-adotada de uma família rica. Descrita como uma adolescente de personalidade forte tentando encontrar seu lugar no mundo, ela também é um pouco durona e imprudente, mas muito inteligente.

Jogia será Jack, um ex-médico do exército de fala mansa e pai solteiro que dedica sua vida a criar a filha, e sua vida ganha uma reviravolta quando descobre que a mulher que ama tem um segredo inimaginável.

Lembrando que ‘Orphan Black: Echoes‘ ainda não tem exibição confirmada no Brasil.

Já as cinco temporadas da série original estão no catálogo brasileiro da Paramount+.

‘Dahmer’: Ryan Murphy diz que procurou famílias das vítimas antes de fazer a série da Netflix

Ryan Murphy, o produtor e roteirista de ‘Dahmer: Um Canibal Americano‘, falou sobre as reclamações dos familiares de algumas vítimas do famoso serial killer, em relação a série da Netflix. O showrunner contou que tentou contato com várias pessoas, mas não obteve resposta de ninguém.

“Nosso trabalho de pesquisa durou muito, muito tempo. Em um período de três anos, três anos e meio, tentamos contatar cerca de 20 familiares e amigos das vítimas. Queríamos entender o lado deles, mas nenhuma pessoa sequer respondeu. Então tivemos que confiar em nosso incrível grupo de pesquisa”, disse Murphy em um evento que participou em Los Angeles.

Pouco depois da estreia da série, a família de Errol Lindsey, uma das vítimas de Jeffrey Dahmer, condenou a série. Em uma série de tweets, os familiares criticam a nova adaptação dos crimes reais, e afirmam que a produção da série não os contatou.

A família de Lindsey, uma das vítimas de Dahmer, condenou a série após a estreia. Os familiares criticam a nova adaptação dos crimes reais, e afirmam que a produção da série não os contatou.

Estrelada por Evan Peters (‘American Horror Story’, a produção é centrada no perigoso serial killer Jeffrey Dahmer.

Crítica | A Luz do Demônio – Narrativa complica nova perspectiva de exorcismo

Filmes sobre exorcismo existem aos montes, já que, constantemente, diversos autores trazem a curiosa prática que, aos olhos mais céticos, parece fantasiosa, mas, pela ótica religiosa, é mais real e atual do que nunca. Isso porque milhares de casos são registrados, anualmente, pela Igreja Católica, que não apenas leva a sério esses registros de possessão, abrindo vertentes dedicadas, como também criou uma espécie de formação/especialização de sacerdotes dedicados a função de exorcizar.

Ao longo dos anos, sobretudo após o lançamento do clássico ‘O Exorcista’ (1973), tivemos ótimos exemplares, até mesmo com casos recentes como ‘Sobrenatural’ (2010) e ‘Invocação do Mal’ (2013), ambos de James Wan. O cineasta alemão Daniel Stamm já tinha tentando fazer diferente com ‘O Último Exorcismo’ (2010), por trazer uma linguagem found footage, ainda que deixasse a desejar no que se refere a qualidade, justamente por não conseguir conferir uma experiência temível.

Dessa vez Stamm tenta “inovar” novamente em ‘A Luz do Demônio’, trazendo um sacerdote mulher para ser a exorcista da vez. Algo que é um tabu até hoje, já que a Igreja Católica não permite que o sexo feminino realize procedimentos do tipo, a não ser auxiliar, como uma espécie de enfermeira, no tratamento realizado pela instituição. No entanto, apesar da proposta deveras atraente, o longa é sabotado pelos mesmos problemas encontrados na obra anterior do diretor.

A trama gira em torno de Annie (ou Irmã Ann) que ganha vida através de Jacqueline Byers (‘Roadies’), uma garota que desde pequena é atormentada por sua mãe que está possuída por uma entidade que tenta entrar em seu corpo.

Como já mencionamos, a mulher decide virar freira após um terrível acontecimento, e se dedicar a estudar a prática dos exorcismos em um tipo de hospital/faculdade católica responsável por formar sacerdotes e cuidar de enfermos afligidos e possuídos.

Annie sabe que não pode realizar exorcismos, mas vê uma brecha e exclusividade para estudar a vertente através da ajuda do experiente Padre Quinn, vivido por Colin Salmon (‘Krypton’), ator que confere imponência, sabedoria e verdade à função de exorcista.

Mesmo com algumas questões delicadas, Annie consegue participar de cerimonias, mas acaba sempre esbarrando na entidade que a atormenta desde pequena. Demônio que agora está no corpo da pequena Natalie (Posy Taylor), do qual Annie se apega rapidamente e passa a trata-la com dedicação materna.

Uma trama realmente simplória, mas que poderia funcionar bem, desde que o longa apresentasse uma narrativa competente e capaz de prender o espectador nas suas várias tentativas de dar sustos ou mesmo na criação de impetrar uma atmosfera sombria.

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Porém, a utilização de jumpscares e a criação de cenários obscuros, através do fraco CGI utilizado, dão à ‘A Luz do Demônio’ um resultado final absolutamente genérico e desinteressante. Com momentos constrangedores capazes de causar risos involuntários, ou situações no mínimo batidas, que já foram repetidas à exaustão.

O elenco até consegue fazer com que acreditemos no dilema daqueles personagens, mas o roteiro raso, com furos incômodos e de soluções inexplicáveis e imediatas acaba por também sabotar a seriedade das figuras apresentadas.

Daniel Stamm erra novamente por, provavelmente, não entender a arte da carpintaria do horror, se distanciando assim de cineastas recentes eficientes, como o próprio James Wan, que mesmo trabalhando com um cinema mais pop e os famigerados jupscares, sabe como  e onde utiliza-los, além de criar atmosferas sombrias e opressoras.

Ainda assim, ‘A Luz do Demônio’ consegue dar alguns sustos legais e fazer com que o público fique atento e aguardando o que a história vai apresentar no fim das contas. Deixando inclusive um gostinho de quero mais, com uma cena que claramente tem a função de gerar uma continuação. Talvez brilhe mais no segundo.

Alan Moore, lendário criador de ‘Watchmen’, se manifesta sobre as eleições do Brasil

Na tarde desta sexta-feira (28), os Vingadores se uniram para fazer um apelo aos brasileiros: votar na eleição presidencial deste domingo (30). Enquanto a maioria manteve a neutralidade, alguns mandaram mensagens indiretas que indicaram a preferência política de cada um, geralmente motivados pela causa ambiental, da qual muitos são ativistas reconhecidos internacionalmente. Essas manifestações fazem parte de uma campanha chamada #NemTodoHeróiUsaCapa. E mobilizaram milhões de fãs nas redes sociais.

Confira os principais Tweets dos Vingadores sobre a eleição brasileira

Pelo lado da DC, quem não poderia deixar de se manifestar era justamente Alan Moore, a lenda das Graphic Novel, criador de alguma das obras mais cultuadas e politizadas da história, como Watchmen e V de Vingança.

Conhecido por seus posicionamentos firmes e incisivos, Moore já havia polemizado há cerca de 20 dias, quando concedeu uma entrevista ao jornal britânico The Guardian, em que disse ter se aposentado dos quadrinhos por achar que a indústria tornou esse tipo de texto em obras infantis e “insuportáveis”.

Ele também relacionou a ascensão da extrema direita e do fascismo na política mundial à infantilização da sociedade ocasionada pela popularização das obras de super-heróis, trazendo uma visão maniqueísta de mundo, o que fortaleceu a polarização e o extremismo político por adultos interpretando obras feitas para crianças como se fossem um manual de vida para o mundo real.

“Centenas de milhares de adultos fazem fila para ver personagens e situações que foram criadas para entreter os meninos de 12 anos – e eram sempre meninos – de 50 anos atrás. Eu realmente não achava que super-heróis fossem coisas para adultos. Acho que isso foi um mal-entendido nascido do que aconteceu na década de 1980 – ao que devo me atribuir uma parte considerável da culpa, embora não intencional – quando coisas como Watchmen apareceram pela primeira vez. […] Eu disse por volta de 2011 que achava que teriam implicações sérias e preocupantes para o futuro se milhões de adultos fizessem fila para ver os filmes do Batman. Porque esse tipo de infantilização – esse desejo por tempos mais simples, realidades mais simples – muitas vezes pode ser um precursor do fascismo”, disse Alan Moore ao jornal.

Reprodução: Kevin Nixon/SFX Magazine/Future via Getty Images

Na tarde desta sexta-feira, enquanto os Vingadores participavam da campanha pelos votos, Alan Moore utilizou seu Facebook para divulgar uma carta de reflexão política, chamando atenção para a importância das eleições brasileiras não apenas para o Brasil, mas para o mundo como um todo.

Na carta, Moore aponta que o mundo está passando por transformações e que as escolhas que tomamos agora influenciarão diretamente no futuro das próximas gerações. Seus filhos e netos. Diferentemente de outras celebridades do mundo dos quadrinhos, o autor britânico não ousou em se posicionar e em uma das raras vezes que demonstrou apoio a uma figura política, Alan Moore deixou claro seu lado nas eleições de domingo. Confira a tradução da carta.

“Querido Brasil,
Estamos rapidamente esgotando as últimas chances de salvar o planeta e seus povos. Nosso mundo está mudando, mais rápido do que nunca, e nos forçando a nos adaptar mais rapidamente se quisermos sobreviver. Dos caçadores e coletores de alimentos à agricultura, da agricultura à indústria, da indústria ao que quer que esteja tomando forma agora – essa nova condição para a qual ainda não temos um nome – a humanidade já viu esse tipo de mudança monumental antes, embora não com tanta frequência. Essas transições não são causadas por forças políticas, mas pelos movimentos de maré imparáveis ​​da história e da tecnologia, que é uma maré da qual podemos aproveitar nossas embarcações ou podemos ser arrastados. O mundo está girando, se transformando necessariamente em um novo lugar, e só podemos girar com ele ou então perderemos a biosfera que nos sustenta para sempre. A maioria das pessoas, acredito, sabe disso em seus corações e sente em seus estômagos.

E, no entanto, nos últimos cinco anos, vimos em todo o mundo um ressurgimento feroz dos ideais políticos e econômicos que nos levaram a essa situação claramente desastrosa. A agressão indisfarçável desse avanço de extrema direita me parece tão forte, e ao mesmo tempo tão desconectada de qualquer realidade, que só pode nascer do desespero; o medo histérico sentido pelos mais impregnados nas estruturas de poder do velho mundo, que sabem que o novo mundo pode, em último caso, não ter lugar para eles. Temendo por sua própria existência, pela existência da visão de mundo da qual se beneficiam, eles encheram o cenário mundial ao longo desta última meia década com personagens de pantomima cada vez mais barulhentos, exagerados e birrentos, para quem nenhum curso de ação é muito corrupto ou desumano. E nenhuma linha de raciocínio tão descaradamente absurda.

Descaradamente monstruosos, estes perseguiram minorias raciais e religiosas, ou seus povos nativos, ou os pobres, ou mulheres, ou pessoas de diferentes sexualidades, ou todas as anteriores. Durante a pandemia ainda em atividade, eles colocam sua postura política e suas doutrinas financeiras diante da segurança de suas populações, presidindo centenas de milhares de mortes potencialmente desnecessárias; centenas de milhares de famílias devastadas, comunidades devastadas. Com suas nações em chamas, inundadas ou secas pela seca, eles insistiram que a mudança climática era uma farsa esquerdista para incomodar a indústria e rotularam os manifestantes ambientais ou sociais de terroristas.

Adotando o estilo circense fascista do italiano Silvio Berlusconi, tivemos a perigosa teatralidade insurrecional de Donald Trump na América do Norte e as ruinosas indignidades de Boris Johnson e seus substitutos no (atualmente) Reino Unido. E, claro, o Brasil teve Jair Bolsonaro.

Embora nós, no hemisfério Norte, obviamente contribuamos muito mais do que nosso quinhão de figuras políticas horríveis para a situação do mundo, não conheço ninguém com um pingo de consciência e compaixão que não esteja chocado com o que Bolsonaro, chegando ao cargo com Trump. Influenciando no que fez ao seu enorme e belo país, juntamente com o que ele continua a fazer ao nosso planeta relativamente pequeno e de alguma forma ainda belo. Assistimos desesperados enquanto, cantando no mesmo hinário de sua inspiração norte-americana, Bolsonaro criticou os povos indígenas do Brasil, seus homossexuais e os direitos de suas mulheres a abortos seguros, alimentando uma fogueira descontrolada de ódio como uma distração para suas agendas sociais e econômicas, enquanto simultaneamente inunda sua cultura com armas. Nós o vimos tentar abrir caminho pela pandemia, cuspindo sua idiotice de antivacinação, e vimos o aumento da área de cemitérios preparados às pressas no Brasil; aquelas grades de escaninhos em solo cinza com flores mortas aqui e ali ou marcadores pintados como um pingo de cor.

Também observamos enquanto ele respondia à perspectiva de novas leis ambientais internacionais simplesmente acelerando sua destruição suicida da floresta tropical, sufocando nossa atmosfera com a selva em chamas, deslocando ou despachando pessoas que viveram nessas regiões por gerações e aparentemente conspirando ou fechando os olhos para o assassinato de jornalistas que investigavam essa brutal limpeza étnica.

Uma respeitada revista científica britânica que eu assino, New Scientist, recentemente descreveu as eleições iminentes no Brasil como um ponto potencialmente crucial sem retorno na batalha de vida ou morte de nossa espécie contra a catástrofe climática que nós mesmos projetamos. Simplificando, Jair Bolsonaro pode continuar, lucrativamente, a agradar os interesses corporativos que o apoiam, ou nossos netos podem comer e respirar. É um ou outro.

Como anarquista, há muitos poucos líderes políticos que eu poderia tolerar completamente, muito menos endossar, mas de tudo o que ouvi ou li sobre ele, Luiz da Silva, Lula, parece ser um desses indivíduos raros. Suas políticas parecem ser justas, humanas e práticas e, pelo que entendi, ele prometeu reverter muitas das decisões mais desastrosas de Bolsonaro. Reparar os danos desses últimos cinco anos certamente não seria fácil ou sem custo, e Lula estaria herdando um cenário político muito desfigurado. No mínimo, porém, desta distância, ele tem pelo menos o olhar de um candidato que reconhece que a humanidade está passando por uma de suas raras transformações sísmicas e percebe que devemos mudar a maneira como vivemos, se quisermos viver.

Ele parece um político comprometido com o futuro, com seu trabalho árduo e suas possibilidades justas e maravilhosas, em vez dos espasmos de morte agitados e destrutivos de um passado insustentável. A próxima eleição do Brasil é, segundo me disseram, equilibrada no fio da navalha e, como discutido acima, o mundo inteiro está apostando nisso. Se você já gostou de algum do meu trabalho, ou sentiu alguma simpatia por suas tendências humanitárias, por favor, saia e vote por um futuro que seja adequado para os seres humanos, por um mundo que seja mais do que a latrina dourada de suas corporações e seus fantoches.

Deixemos as iniquidades dos últimos cinco, ou talvez dos últimos quinhentos anos, para trás.

Com amor e confiança,
Seu amigo,
Alan Moore

Alan Moore se popularizou por seu forte posicionamento político, tanto na esfera pessoal quanto em suas obras. O autor é responsável por alguns dos maiores clássicos dos quadrinhos, como Watchmen, V de Vingança, Batman: A Piada Mortal, Superman: Para o Homem Que Tem Tudo e A Liga Extraordinária.

As eleições presidenciais brasileiras estão causando uma comoção mundial, principalmente pela questão da Amazônia. Diante dos números altíssimos de queimadas e do crescente desmatamento, a comunidade internacional se preocupa com o futuro climático, que tem na floresta da região norte brasileira uma grande esperança.

As eleições ocorrem neste domingo (30) em todo o Brasil.

Avante Eleitores! | Vingadores usam o Twitter para incentivar brasileiros a votarem

E houve uma tarde como nenhuma outra em que os heróis mais poderosos da Terra se uniram por um motivo comum…

Quem entrou no Twitter na tarde desta sexta-feira (28) provavelmente foi surpreendido por alguns dos atores mais famosos de Hollywood enviando mensagens em português e interagindo com celebridades brasileiras por meio da hashtag #NemTodoHeróiUsaCapa. A primeira mensagem, assim como nos cinemas, foi de Samuel L. Jackson respondendo a um Tweet do ator e humorista Fábio Porchat. Na mensagem, o Nick Fury pede para que os eleitores brasileiros comentem sobre o motivo pelo qual vão às urnas neste domingo (30) depositar seus votos para presidente e governador, nas cidades em que haverá segundo turno. Ele aproveitou para convocar alguns dos Vingadores mais famosos para se juntarem a ele na campanha, como o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), o Hulk (Mark Ruffalo), o Thor (Chris Hemsworth), o Máquina de Combate (Don Cheadle) e o Wong (Benedict Wong).

 

Os Vingadores compraram a ideia e passaram a responder ou retweetar mensagens de celebridades nacionais ou perfis de fãs. Essa ação rendeu momentos bem divertidos, como essa interação de Robert Downey Jr., o Homem de Ferro, com o apresentador Luciano Huck.

Vale lembrar que um dos quadros mais famosos do antigo programa do apresentador era justamente o Lata Velha, em que ele reformava carros de forma duvidosa em troca de uma apresentação incomum do dono do automóvel. Essa interação, inclusive, remonta a um dos momentos mais aleatórios e divertidos do Caldeirão dos últimos tempos. Como esquecer da vez em que o Luciano se vestiu de Homem de Ferro parar surpreender um garotinho, que reagiu com a pureza da resposta das crianças?

Outro vingador que interagiu bastante, principalmente com os fãs anônimos, foi o Mark Ruffalo, que não chega a surpreender, já que ele se manifesta a favor da democracia no Brasil desde antes do início oficial das eleições, se opondo a diversas falas e ações do atual presidente, Jair Bolsonaro, no tocante a situação ambiental da Amazônia. No primeiro turno, inclusive, Mark tentou puxar uma campanha de incentivo ao voto, que contou com a adesão do eterno Luke Skywalker, Mark Hamill.

E apesar de já ter se manifestado anteriormente contrário ao atual presidente, Mark fez questão de ressaltar que a hashtag #NemTodoHeróiUsaCapa tem como principal objetivo reduzir o número de abstenções. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o primeiro turno das eleições 2022 bateu o maior número de abstenções da democracia brasileira desde 1998. Foram mais de 31 milhões de abstenções registradas, totalizando mais de 20% dos votos.

E a regra é clara: se o Hulk participa, o Thor não fica para trás. E cá entre nós, se te dissessem no início do ano que você veria o Deus do Trovão convocando a Juliette para uma missão no Twitter, você acreditaria? Pois é, parece um suco de aleatoriedade, mas rolou mesmo. Chris Hemsworth utilizou seu perfil para chamar a ex-BBB Juliette, fenômeno das redes durante a pandemia, para integrar o time contra as abstenções. Afinal, desumano mesmo é não exercer seu direito ao voto.

Ele também aproveitou sua influência para relembrar aos brasileiros de avaliarem questões importantes na hora de escolher seu candidato, como por exemplo, a questão da Amazônia, que vem sofrendo com o descaso do governo e batendo recordes seguidos de queimadas e desmatamento. Vale lembrar que a questão da Amazônia é muito debatida internacionalmente, dada a fundamental importância da preservação da floresta para o clima mundial.

 

E tal qual a Fase Quatro do Universo Cinematográfico Marvel, nosso topa todas, Wong (Benedict Wong), marcou presença no rolé. Ele comentou que não devemos votar em partidos ou em figuras públicas, mas sim em suas propostas para ajudar o povo, como o combate à fome. Lembrando que, em julho de 2022, a imagem de brasileiros fazendo fila para pegarem doações de ossos para comer rodou o mundo. Atualmente, mais de 33 milhões de brasileiros se encontram em situação de insegurança alimentar. Ou, num português mais claro: estão passando fome.

O ‘Capitão Planeta’/ Máquina de Combate, Don Cheadle, que fez uma campanha gigantesca nas últimas eleições norte-americanas para que seus compatriotas fossem votar, também fez sua parte, respondendo à mensagem sobre votar contra o preconceito e a xenofobia. Após o resultado do primeiro turno, com o resultado das urnas na região nordeste do país, milhares de brasileiros sofreram xenofobia dos fãs de políticos, que não souberam respeitar a escolha de voto alheia e despejaram um caminhão de preconceito nas redes sociais disfarçado de revolta política.

https://twitter.com/DonCheadle/status/1586084878239555584?s=20&t=58xns20aoeckvEk6hopHXA

Os fãs sentiram falta de dois Vingadores, a Viúva Negra e o Capitão América. No entanto, a Scarlett Johansson não tem conta no Twitter, enquanto Chris Evans até tem conta, mas tem pavor de redes sociais, então é pouquíssimo ativo nelas. O pobre coitado, inclusive, em uma das poucas vezes que entrou nas redes para interagir, acabou vazando um nude sem querer, o que fez com que ele se afastasse novamente por um tempo. Mas pode ser que ele adira à campanha mais tarde. Até as 18h, hora de publicação desta matéria, ele não havia se manifestado.

Dos candidatos à eleição presidencial que disputam a vaga máxima da política brasileira neste domingo, o ex-presidente Lula aderiu à campanha e respondeu ao Tweet de Robert Downey Jr., marcando seus companheiros políticos para usarem a hashtag.

Já o atual presidente, Jair Bolsonaro, não se pronunciou nas redes acerca desse manifesto “super-heróico” pela democracia e o direito ao voto.

Apesar da grande adesão, nenhum político, celebridade ou empresa assumiu sua autoria. No entanto, ela vem movimentando as redes com muito vigor.

As eleições acontecem neste domingo (30) em todo o Brasil. Votem.

‘Furiosa’: Gravações do derivado de ‘Mad Max’ com Anya Taylor-Joy são encerradas!

O spin-off da série de ação ‘Mad Max‘, ‘Furiosa‘, teve as suas filmagens encerradas nesta semana.

O filme que deve estrear em 2024, e tem direção de George Miller, além da estrela Anya Taylor-Joy como a personagem titular, deve enfim entrar na sua reta final.

A notócia foi confirmada pela própria Taylor-Joy no Instagram. Veja a postagem:

“Que diversão! Obrigado a todos os renegados. Os loucos que correram sem destino comigo. Os mais divertidos, resilientes e talentosos. Foi uma honra e um prazer trabalhar com todos vocês. Obrigado por me fazerem mais durona do que jamais imaginei ser. Fogo, sangue e gasolina. FuriAnya.”

Lançado em 2015, o antecessor é considerado um sucesso pela crítica especializada, alcançando 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, além de receber seis estatuetas do Oscar entre dez indicações, incluindo Melhor Filme.

Apesar disso, o longa arrecadou apenas US$ 378.9 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 150 milhões.

13 Dicas IMPERDÍVEIS de Filmes para assistir na Netflix

As plataformas de streaming há muito já deixaram de ser apenas um conduíte dos grandes estúdios e seus filmes até o público. Empresas como a Netflix, a pioneira neste mercado, até começaram desta forma, como uma “locadora virtual”, mas logo percebeu que seria preciso começar a produzir conteúdo próprio também. Deu muito certo. A Netflix começou com séries próprias, que nunca precisariam deixar seu acervo, e logo vieram também seus filmes. Hoje, a coisa funciona em larga escala, numa era em que os principais grandes estúdios possuem suas próprias plataformas para exibir seus filmes, e outros streamings como a Amazon Prime Video caminham a passos largos para a mesma finalidade.

Mas nem só de conteúdo próprio pode viver essas empresas. Assim, um dos aspectos mais interessantes ainda é peneirar clássicos e produções de sucesso saídas dos cinemas. Afinal, grande parte dos filmes nesse sentido é que são verdadeiramente os ícones da sétima arte. Assim, através de uma série de matérias iremos apresentar alguns dos grandes filmes imperdíveis disponibilizados nas plataformas de streaming mais populares da atualidade. Aqui, começaremos justamente com dicas da Netflix. Confira abaixo.

 

Que Horas Ela Volta?

Um dos maiores sucessos nacionais dos últimos anos, esta produção dirigida por Anna Muylaert foi lançada em 2015 e fez muito sucesso em sua trajetória por festivais internacionais, a começar por Sundance. Na trama, o show é de Regina Casé no papel da empregada doméstica Val, que trabalha na casa de uma família privilegiada da classe média alta brasileira. Ela é uma “segunda mãe” (como diz o título americano) para os filhos da família, mas quando sua própria filha chega para morar com ela no lar dos patrões, o choque de realidade irá afetar todas as dinâmicas ao redor.

Taxi Driver

Saindo de um mestre para outro, é indiscutível que uma das maiores influências do cinema de Quentin Tarantino é Martin Scorsese, um de seus ídolos. E o filme que serviu como divisor de águas na carreira de Scorsese é Taxi Driver, uma das adições mais interessantes da Netflix em seu acervo recente. Clássico cultuadíssimo, o filme traz Robert De Niro em um de seus melhores papeis, um motorista de táxi desconectado da realidade e do convívio social após traumas na Guerra do Vietnã. O longa também foi exibido em Cannes, em 1976, e foi indicado para 4 Oscar, incluindo melhor filme e ator para De Niro.

 

Era uma Vez em Hollywood

O mais recente trabalho do mestre Quentin Tarantino migrou da Amazon Prime Video e se encontra atualmente no acervo da rival Netflix. Como era esperado, Tarantino entrega outra obra-prima, ao voltar no tempo para 1969, para uma época muito diferente na maior fábrica de filmes do mundo: Hollywood. Estreando no badalado festival de Cannes de 2019, o cineasta mistura ficção e realidade ao descortinar o mundo que tanto ama, e de quebra desmistifica figuras lendárias como Bruce Lee, Roman Polanski, Sharon Tate e Steve McQueen. Resultado: 8 indicações ao Oscar (incluindo melhor filme e diretor) e as vitórias de direção de arte e ator coadjuvante para Brad Pitt.

Tubarão

Numa lista de filmes imperdíveis de uma plataforma de streaming não podem faltar verdadeiros marcos da sétima arte, certo? E isso engloba aqueles filmes que revolucionaram para sempre o cinema. Esse é o caso exatamente com Tubarão, o primeiro blockbuster da história – lançado ainda em 1975. Portanto, se você hoje pode desfrutar do universo criado pela Marvel e os filmes dos Vingadores, por exemplo, isso é graças ao sucesso que esta produção da Universal Pictures obteve no verão de meados dos anos 70, capitaneada por Steven Spielberg. Aliás, o cineasta se tornaria esse pilar de Hollywood também devido a este revolucionário filme, que possui uma história simples, sobre um grande tubarão branco espalhando o terror numa pequena cidade em uma ilha dos EUA. O que muitos podem não saber é que Tubarão foi indicado ao Oscar de melhor filme.

 

Gladiador

O filme que transformou Russell Crowe em um astro internacional, também foi responsável por ser a volta por cima na carreira do prestigiado diretor Ridley Scott. No fim dos anos 90, a trajetória cinematográfica de Scott não se encontrava na melhor forma, mas quando tirou Gladiador do papel, o diretor veria surgir um dos maiores sucessos de sua história. É impossível não se empolgar com esse épico glorioso sobre um general romano que é traído, vendido como escravo e transformado em gladiador. Um enorme sucesso, Gladiador igualmente chegou até o Oscar de seu respectivo ano, levando 5 estatuetas (incluindo melhor filme e ator para Crowe), das 12 as quais estava indicado.

Um Sonho de Liberdade

No mesmo ano de Forrest Gump, temos outro marco do cinema, ainda extremamente adorado e reverenciado por cinéfilos do mundo todo. De fato, Um Sonho de Liberdade permanece por décadas como o filme mais bem avaliado de todos os tempos pelo grande público no maior site de cinema da internet, o IMDB. E na Netflix você tem a chance de conferi-lo antes que ele deixe a plataforma no início de outubro. Baseado num conto de Stephen King, aqui temos um homem que se diz inocente de um crime de assassinato. Condenado à prisão, ele busca sua liberdade por décadas. Esse é outro filme que emplacou forte no Oscar.

 

Forrest Gump – O Contador de Histórias

Por falar em filmes indicados ao Oscar, um dos mais bem sucedidos da história dos prêmios da Academia do Cinema é esta produção estrelada por Tom Hanks e dirigida por Robert Zemeckis, o mesmo da trilogia De Volta para o Futuro. Um dos filmes mais icônicos dos anos 90, lançado em 1994, Forrest Gump é baseado no livro de Winston Groom e foi exibido no Festival de Veneza antes de arrebatar corações pelo mundo, com seu conto sobre um homem simples, de inteligência deficiente, cujo carisma e atitude positiva em relação ao mundo o levam através de alguns dos eventos mais marcantes dos EUA nos últimos 50 anos. Forrest Gump levou 6 Oscar – incluindo melhor filme, diretor e ator.

Clube da Luta

Toda vez que temos a chance de recomendar Clube da Luta, o fazemos. Ainda um dos filmes mais celebrados da carreira do diretor David Fincher, esse longa de temas anárquicos se tornou rapidamente objeto de culto por parte dos cinéfilos e ajudou a fazer do ano de 1999 um dos mais marcantes para a história do cinema – ao apresentar alguns dos filmes mais adorados de todos os tempos, vide O Sexto Sentido e Matrix, por exemplo, só para citar dois. Uma trama repleta de reviravoltas, nada é o que parece de verdade nesse filme que traz Brad Pitt e Edward Norton como protagonistas, dois sujeitos estranhos e erráticos, criando um clube para extravasarem suas rotinas na base da porrada. É claro que essa é apenas a ponta do iceberg.

 

O Resgate do Soldado Ryan

Por falar em Tom Hanks e Steven Spielberg, ambos artistas icônicos já apareceram na lista, e agora retornam em sua primeira parceria nas telonas. Isto é, num filme em que o cineasta comandou, porque Spielberg já havia produzido Um Dia a Casa Cai (1986), estrelado por Hanks. Mas foi nesse drama sobre soldados no campo de batalha durante a Segunda Guerra Mundial que o cineasta pôde dirigir Hanks pela primeira vez, ambos saindo de sua zona de conforto para um filme sério e bastante cru. Esse é outro longa que em breve deixará a Netflix, então é bom correr para ver ou rever.

Fale com Ela

A Netflix pode se orgulhar de ter lançado o mais recente trabalho do prestigiado Pedro Almodóvar, Mães Paralelas. E de quebra, como acontece em casos assim, o streaming também ganhou o direito de exibição de muitos dos trabalhos do cineasta para “embelezar” seu acervo. Ou seja, se você é fã do diretor, agora pode conferir inúmeros filmes de seu repertório na plataforma. Selecionamos aqui o que é tido pela maioria dos cinéfilos como seu melhor trabalho – como escrevi recentemente numa lista com as 10 melhores produções de Almodóvar. Na trama, um enfermeiro se vê obcecado por uma bailarina, e quando esta entra em coma após um acidente, ele tem a chance de se aproximar e cuidar dela. Almodóvar foi indicado ao Oscar de direção e levou a estatueta de melhor roteiro.

Leia também: Pedro Almodóvar | Conheça os 10 MELHORES Filmes do Diretor – Segundo o Público e os Fãs 

Sicário – Terra de Ninguém

Outra produção de 2015, Sicário ajudou a firmar o nome do franco-canadense Denis Villeneuve como um dos melhores realizadores da atualidade trabalhando em Hollywood. Junte a isso o roteiro do renomado Taylor Sheridan, para termos como resultado essa espécie de “Tropa de Elite” gringa – com uma agente novata do FBI, papel de uma excelente Emily Blunt, declarando guerra aos cartéis de drogas mexicanos; no trajeto precisando traçar uma linha entre o serviço e seu código de moral, ao se deparar com atos fora da lei vindos de dentro de sua própria equipe governamental.

Capitão Fantástico

Existem filmes que ao serem lançados se tornam cults queridos quase que imediatamente. Esse é o caso com Capitão Fantástico, um drama único, mas não muito conhecido pelo grande público. Quem estrela é Viggo Mortensen, como um patriarca de uma grande família, criando seus numerosos filhos no meio do nada, numa zona florestal longe da civilização e do contato social. Eles são treinados fisicamente e intelectualmente num mundo particular utópico no qual o protagonista e sua esposa resolveram criar. Quando ela morre de câncer, esse mundo “perfeito” começa a mostrar suas rachaduras, e tudo precisará mudar.

Aquarius

Finalizando a lista, temos outro filme brasileiro que deu o que falar e fez enorme sucesso. Aquarius causou polêmica fora das telas, quando o elenco liderado pela veterana Sonia Braga e o diretor Kleber Mendonça Filho protestaram contra o chamado golpe que derrubou a presidente Dilma Rousseff do poder, para a entrada de seu vice Michel Temer. O que inclui o filme não ter sido selecionado para representar o Brasil no Oscar em seu respectivo ano, visto como boicote na época. Na trama, uma mulher é a única que resiste em vender seu apartamento num prédio antigo para uma empresa construir um novo condomínio de luxo, devido às lembranças que o local traz para sua história de vida.

O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder | Quem é o Estranho? [SPOILERS]

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Ainda que baseado na mitologia de J.R.R. Tolkien, O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ introduziu o público a diversos personagens originais da Terra-Média – e um deles foi uma misteriosa figura que caiu dos céus e que, durante a primeira temporada inteira, foi tratada como o Estranho (Daniel Weyman).

Introduzido logo no episódio piloto, o homem foi encontrado pela jovem Nori Brandipé (Markella Kavenagh) e Papoula Proudfellow (Megan Richards) em uma clareira, adormecido em meio a escombros e fogo. Assim que acordou, o Estranho revelou ter poderes inimagináveis e logo construiu um laço de respeito e amizade com Nori – mesmo tendo atraído a atenção de criaturas sombrias que queriam encontrá-lo.

Depois de várias semanas de andanças, a trama envolvendo-o finalmente chegou a uma primeira conclusão, revelando sua verdadeira identidade, mas não antes de nos encaminhar para uma direção errônea. Afinal, para aqueles que não se recordam, o Estranho estava sendo perseguido por um trio de mulheres conhecidas como a Habitante, a Ascética e a Nômade. Assim que o acham, elas dizem que ele, na verdade, é Sauron, drenado da memória de sua vida passada por aqueles que não desejavam seu retorno. Entretanto, em mais uma reviravolta inesperada, o Estranho utiliza suas habilidades mágicas para proteger Nori, revelando que carrega o poder da luz e que tem o necessário para enfrentar a escuridão.

Então, quem é ele?

Antes das cenas finais do episódio, as três servas enfrentam o Estranho e, ao perceberem que se enganaram, o chamam de “um dos Istari”. Os Istari, na mitologia tolkieniana, eram um grupo de magos com aspecto semelhante aos humanos e que possuem características únicas. Logo, isso é um indicativo de que o Estranho seja um personagem conhecido e bastante adorado do universo da Terra-Média.

À medida que o episódio vai chegando ao fim, o Estranho permanece sem as lembranças completas do passado, mas começa a ter flashes de quem era. Para ajudá-lo a recuperar a memória, Nori dá adeus à sua comunidade e parte em uma aventura sem destino, cuja jornada será repleta de desafios e de mais revelações. E, segundos antes de partirem, ele se vira para a jovem Pé-peludo e diz: “quando em dúvida, siga sempre o seu nariz”.

Para aqueles que conheceram O Senhor dos Anéis com a série do Prime Video, a frase insurge apenas como efeito para encerrar o episódio. Entretanto, de forma sutil, por assim dizer, confirma que o Estranho é o icônico Gandalf, o Cinzento (ou Gandalf, o Branco, como ele passa a ser conhecido depois de enfrentar o Balrog), poderoso mago vivido por Ian McKellen na trilogia fílmica original. Inclusive, a frase em questão é dita por ele em ‘A Sociedade do Anel’ (tanto no romance, quanto na adaptação para as telonas), dita especificamente para Meriadoc, um dos Hobbits que acompanha Frodo em sua jornada.

Obviamente, não sabemos em que momento Gandalf se lembrará de quem é em sua totalidade, mas o fato de sabermos quem ele é já nos prepara para os episódios futuros – ainda mais considerando que o mago é um dos ponto-chave para os eventos envolvendo Sauron, Galadriel e tantos outros personagens que conhecemos de longa data.

Lembrando que a temporada completa já está disponível no Prime Video.

Que pra ontem! James Wan fala sobre sequência de ‘Maligno’ e movimento #RestoreTheMalignantUniverse

Após um ano do lançamento do filme original, o cineasta James Wan fala sobre como seria uma possível sequência de ‘Maligno‘. O primeiro estrelado por Annabelle Wallis traz Madison Lake-Mitchell, uma jovem enfermeira que perde seu bebê após uma discussão com o marido abusivo, e que logo depois é morto de maneira bizarra.

E enquanto tenta se recuperar de toda situação, a vida de Madison é virada de cabeça para baixo quando aqueles ligados ao seu passado misterioso são mortos de maneira brutal, com ela tendo sempre uma conexão mental com o assassino enquanto os observa assassinar as vítimas através de visões.

Baseado em uma história criada pelo próprio Wan, sua esposa/atriz Ingrid Bisu e a escritora Akela Cooper, o filme chegou aos cinemas e à HBO Max em setembro de 2021, com opiniões positivas tanto da crítica quanto do público, ganhando elogios direcionados à direção de Wan, e sua homenagem ao cinema giallo.

Apesar disso, o filme teve um desempenho abaixo do esperado nas bilheterias, arrecadando pouco mais de US$ 34 milhões contra seu orçamento de US$ 40 milhões. Isso provavelmente afastou qualquer conversa sobre continuações, embora James Wan não descarte a ideia de fazer ‘Maligno 2‘.

Tanto que, em uma conversa com The AV Club, quando falava sobre os dois primeiros filmes da franquia ‘Sobrenatural‘, Wan abordou a possibilidade de ‘Maligno 2’. O diretor disse que tudo se resume aos fãs e se eles podem convencer a Warner Bros. a produzir a sequência.

“Isso é o que eu diria para ‘Maligno 2’. Se os fãs quiserem, eu quero que eles façam um grande barulho com o estúdio. É assim que tudo acontece. Vamos criar o movimento #RestoreTheMalignantUniverse. Isso é o que precisa ser feito para que um ‘Maligno 2’ aconteça”, falou o diretor.

Vale lembrar que o terror já está disponível na HBO Max!

Com roteiro de Wan, Ingrid Bisu e Akela Cooper, a história gira em torno de Madison (Annabelle Wallis), uma mulher que continua tendo visões terríveis de assassinatos que estão realmente acontecendo. Mais do que isso, tudo indica que os crimes foram cometidos por seu amigo imaginário de infância.

O elenco ainda conta com Maddie HassonMckenna Grace, Jake AbelGeorge YoungIngrid BisuMichole Briana White e Jacqueline McKenzie.

Crítica | Rihanna faz seu retorno ao mundo da música com a frustrante e decepcionante “Lift Me Up”

Rihanna é uma das artistas mais icônicas do século e, desde sua estreia oficial no mundo da música, nunca teve medo de explorar gêneros diferentes e construir uma identidade que se diferenciava do que o mainstream exigia. Não é surpresa que, ao longo da carreira, tenha conquistado inúmeros prêmios, incluindo nove estatuetas do Grammy Awards.

Entretanto, já fazia um belo tempo desde que a performer não nos agraciava com suas músicas – sendo sua última incursão com o impecável álbum ‘ANTI’ em 2016. Agora, ela parou o mundo novamente ao entregar-se de corpo e alma para a trilha sonora do vindouro Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, comandando a música-tema “Lift Me Up”. Mais uma vez, Rihanna rema contra a maré, mas o resultado é muito aquém do esperado, permeado por emulações cansadas e uma vazia tentativa de construir uma balada antêmica – o que é, ao mesmo tempo, frustrante e surpreendente, considerando as ótimas faixas que ela encabeçou nas décadas passadas.

Iniciando com um solene murmúrio, a cantora logo prova que seu tempo longe da música não lhe trouxe nenhuma perda vocal – ora, a primeira nota já solidifica uma rendição de tirar o fôlego, nos preparando para o refrão. Os deslizes, dessa forma, não se referem à carga emocional de Rihanna, que faz um trabalho aplaudível dentro das restrições que se autoimpõe; o problema reside na estrutura da canção, infundida em emulações contínuas que não trazem nada de original.

Em se tratando de uma música em homenagem ao saudoso Chadwick Boseman, falecido em 2020, o caráter solene funciona em partes e demonstra uma ambição considerável, ainda que não atinja o objetivo proposto. Rihanna se fecha em uma redoma angelical, acompanhada de um coro gospel que surge no terceiro ato da música, mas não há muito além disso para ouvir: o que temos é uma amálgama corrida que pega elementos tanto de um longínquo e nostálgico “I Have a Dream” quanto da recente trilha de ‘Encanto’ (e aqui me refiro à melodia pungente do violão e do piano).

“Lift Me Up” é decepcionante principalmente porque Rihanna sabe como comandar baladas poderosas – apenas a encargo de comparação, temos “Higher”, “Love On the Brain”“Stay”, que poderiam servir de inspiração para a cantora, mas, pelo contrária, são deixadas de lado. A lírica também não foge muito dos convencionalismos, evocando aqueles que já partiram com imagens já exploradas há muito tempo na indústria fonográfica – ainda que tocantes à sua própria maneira.

De qualquer forma, é muito provável que a faixa encante os fãs mais derradeiros da artista, que esperavam há tanto tempo seu retorno – e, mesmo com os inúmeros problemas, não descartaria sua aparição na corrida pelo Oscar.