Site Página 3070

‘Bárbaros’: 2ª temporada da série histórica já está disponível na Netflix!

A 2ª temporada da série histórica ‘Bárbaros’ já está disponível na Netflix.

Os novos episódios foram disponibilizados hoje, 21 de outubro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Arne NoltingJan-Martin ScharfAndreas HeckmannSteve Saint LedgerBarbara Eder comandam os episódios.

Durante a batalha na floresta de Teutoburgo, em 9 d.C., os destinos de três vidas distintas se cruzam quando as tribos germânicas tentam impedir o crescente domínio do Império Romano.

David SchütterLaurence RuppBernhard Schütz estrelam a produção.

Jovens participam de jogo MORTAL no trailer do terror ‘The Friendship Game’; Confira!

O terror ‘The Friendship Game‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Scooter Corkle é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Damien Ober (‘The OA’).

A trama gira em torno de um grupo de amigos que encontra um estranho objeto que testa a ligação de cada um deles com consequências cada vez mais mortais.

Peyton List (‘Cobra Kai’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Brendan MeyerKelcey MawemaKaitlyn Santa JuanaDylan Schombing.

O terror será lançado em VOD no dia 11 de novembro.

Crítica | ‘Midnights’ funciona como uma culminação testamentária da carreira de Taylor Swift

Taylor Swift é uma das artistas de maior renome do cenário fonográfico contemporâneo – e uma das mais prolíficas também. Desde 2020, por exemplo, ela lançou o aclamado álbum folklore, que lhe rendeu sua terceira estatueta de Álbum do Ano do Grammy Awards, o impecável evermore e duas regravações de produções antigas, Fearless (Taylor’s Version)’ e ‘Red (Taylor’s Version)’ (todos conquistando o público e a crítica mundiais). Agora, Swift retorna para o mundo da música com mais um compilado de originais conhecido como Midnights, cuja nostalgia não se restringe apenas à estética visual, como a uma divulgação em peso que incluiu o anúncio de cada uma das faixas em um especial intitulado Midnights Mayhew with Me.

A cantora e compositora sempre teve uma mente mercadológica bastante aguçada – e isso é refletido na composição e na arquitetura de cada disco que ela venha a lançar. Aqui, a ideia principal por trás das 13 faixas inéditas é mergulhar no intimismo das noites em claro que Swift passou, que serviram inclusive de ápice catártico e criativo, como ela comentou em postagens promocionais. No final das contas, entre altos e baixos, o resultado é o que poderíamos esperar de uma incursão da incrível discografia de Taylor, consagrando-se como uma culminação testamentária de todas as experiências pelas quais passou em sua vida.

Em Midnights, a barreira entre imagem e som é diluída como nunca antes dentro das produções de Swift: a visão setentista não aparece apenas nas fotos de divulgação, mas na construção das canções, adotando uma persona propositalmente anacrônica ao tempo e à sucessão dos eventos e gestando um universo único que abarca as outras eras da artista. Temos uma remodelação do glam-rock e do art rock, aglutinados à supressão terminológica do dream-pop, do pop-rock e do new wave: isso significa que o principal elemento que vem com urgência nas músicas é um potente e dissonante sintetizador que serve como ponto de apoio para que as narrativas convirjam em um canal em comum – que é explorar sentimentos particular e espontâneos, desde uma espécie de síndrome de impostor até o significado de estar apaixonado.

A obra não tem o melhor dos começos, por assim dizer, mas é feita com inteligência o suficiente para não estragar a surpresa das faixas seguintes: “Lavender Haze” almeja pelo minimalismo, principalmente por dar espaço para a rendição de Swift tomarem forma, porém, a progressão repetitiva deixa a desejar, enquanto a superposição de camadas vocais parece destoar do restante. Além disso, a estrutura instrumental e a cadência dos versos parecem homenagear demais artistas que já fizeram isso antes – como Lana Del Rey, que participa de uma das tracks, Selena Gomez e a recém-estreada Olivia Rodrigo. Em relação à composição não há muito o que falar: Taylor sempre foi uma força incomparável em relação à lírica (“eu fiquei sob escrutínio, você lidou com isso lindamente” é uma das várias entradas que nos chamam a atenção).

Logo na primeira metade, temos inflexões poéticas aplaudíveis e que se configuram como algumas das melhores da carreira da performer. “Maroon”, em contraposição à faixa anterior, mergulha na repetição tonal de modo evocativo, nos levando de volta para 1989 e ‘Lover’ (em especial a faixa “The Archer”, que grita synth-dream com todas as forças) e guiada por uma espécie de teoria de cores que dialoga com sensações e com a realidade percebida pela cantora; “Anti-Hero”, uma grata surpresa do álbum, parte de uma configuração similar sem perder uma idiossincrasia interessante (a profunda aliteração) e servindo como um discurso confessional de autossabotagem, marcado por “sou eu… Oi… Eu sou o problema, sou eu”. Ambas as canções são irretocáveis, envolventes e ecoantes, dialogando com qualquer um que já tenho passado por qualquer uma das situações acima delineadas.

Há outras iterações que merecem atenção dos ouvintes e que estão lado a lado com as supracitadas. “Question…?”, ainda que recicle progressões do mesmo álbum e de anteriores, se vale bastante do saudosismo que se inicia logo no refrão, com os versos “posso lhe fazer uma pergunta? Você já foi beijado em uma multidão? E todos os seus amigos zombavam de você?” infundidos com uma retórica apaixonante e explosiva; “Vigilant Shit”, sem sombra de dúvida a faixa mais original, puxa aspectos de ‘Reputation’ para um electro-synth comedido e uma história de vingança arrepiante (“eu não me visto para mulheres, não me visto para homens; ultimamente, me visto para vingança”), arrancando semelhanças de “Look What You Made Me Do” e pincelando com pulsões à la Charli XCX.

A coesão é algo que não falta em Midnights – e, justaposta à composição, essa é a maior conquista do álbum. Todavia, é necessário mencionar os deslizes cometidos por Taylor e pelo colaborador de longa data Jack Antonoff, também responsável pela produção. Tudo o que ouvimos aqui não traz nada de novo à discografia de Swift, representando, talvez, uma emulação do que ela já nos entregou. Para além das repetições mencionadas nos parágrafos acima, os problemas se estendem para a temática, que não foge muito do convencionalismo, apesar de descrita com maestria; “Snow On The Beach” desperdiça um dos maiores talentos da atualidade, colocando Del Rey em versos longínquos e que não representam suas habilidades; “Midnight Rain” se inicia com um autotune desnecessário e que funciona como coadjuvante da música seguinte; e “Sweet Nothing” parece uma música descartada de evermore.

Não posso tirar mérito, entretanto, de referências inesperadas que aparecem no álbum. O art rock, mesmo não esquadrinhado em sua totalidade, é fruto de emulações que provém de atos como Triumvirat e Wallenstein, seja na confecção das vibrantes notas, seja na amálgama entre o sintetizador, a guitarra, o baixo e a bateria; já a universalização conceitual permite que Swift mantenha-se fiel ao que fazia desde sua estreia no cenário fonográfico – que é conquistar o público pelo que sabe fazer de melhor: enredar coisas comuns a todos nós.

Midnights é uma boa obra e funciona na maior parte, mesmo não tendo o frescor de títulos predecessores. No final das contas, a produção funciona como uma culminação testamentária do que Swift foi, é e continuará a ser décadas depois de ter nos deixado – uma jornada breve no tempo e permanente no impacto, que, de fato, não pensa duas vezes antes de fazer o que bem entender.

Nota por faixa:

1. Lavender Haze – 2,5/5
2. Maroon – 5/5
3. Anti-Hero – 5/5
4. Snow on the Beach, feat. Lana Del Rey – 2/5
5. You’re on Your Own, Kid – 4/5
6. Midnight Rain – 3/5
7. Question…? – 4,5/5
8. Vigilante Shit – 5/5
9. Bejeweled – 3/5
10. Labyrinth – 3/5
11. Karma – 4/5
12. Sweet Nothing – 3/5
13. Mastermind – 4,5/5

Taylor Swift lança ‘Midnights’, seu aguardado 10º álbum de estúdio

A icônica cantora e compositora Taylor Swift lançou hoje, 21 de outubro, o aguardado Midnights, seu 10º álbum de estúdio.

A produção já está disponível em todas as plataformas de streaming.

Relembre a tracklist oficial:

1. Lavender Haze
2. Maroon
3. Anti-Hero
4. Snow on the Beach, feat. Lana Del Rey
5. You’re on Your Own, Kid
6. Midnight Rain
7. Question…?
8. Vigilante Shit
9. Bejeweled
10. Labyrinth
11. Karma
12. Sweet Nothing
13. Mastermind

Taylor Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 11 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo três Álbuns do Ano por Fearless, 1989e Folklore.

Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns Fearless‘Red’, ambos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.

Os 50 Melhores Álbuns Internacionais do Século XXI

O mundo da música é recheado de álbuns incríveis e que caem tanto no gosto popular quanto da crítica. E, só neste século, diversos artistas fizeram sua estreia ou continuaram a encantar os ouvintes com produções memoráveis, músicas envolventes e um legado infindável.

Pensando nisso, trouxemos para vocês um compilado dos 50 melhores álbuns internacionais do século, focando não necessariamente na recepção crítica da época que foram lançados, mas sim na importância cultural, estética e fonográfica que apresentaram e que continuam apresentando nos dias de hoje.

Confira abaixo as nossas escolhas:

50. LET GO, Avril Lavigne

“Em 2002, Avril Lavigne fazia sua estreia oficial na indústria fonográfica com o lançamento de Let Go, um dos álbuns mais conhecidos e celebrados da história da música. Seu début veio acompanhado de uma reformulação do cenário mainstream com a popularização do pop-punk feminino, através de singles que marcaram época e que são relembrados até os dias de hoje, como “Complicated”, “Sk8er Boi” e “I’m With You”, colocando a cantora e compositora no centro dos holofotes e iniciando uma carreira marcada por sucessos que se estende até os dias de hoje” – Thiago Nolla

49. TEENAGE DREAM, Katy Perry

“em virtude de tudo o que Teenage Dream representa para Katy Perry e para seus fãs, críticas mistas não mudam o significado do álbum, nem sua importância. Em um olhar mais contemporâneo (mais de uma década depois de seu lançamento), é notável que, apesar dos problemas, a artista se mostrou ousada em provocar os ouvintes com certos experimentalismos ainda crus, como visto nas dissonâncias “Circle the Drain”, ou com a fusão de dubstep techno de “E.T.”, uma das simbólicas assinaturas da discografia de Perry. E, enquanto os especialistas internacionais destacaram a falta de personalidade e de vulnerabilidade do CD, “The One That Got Away” merece mais atenção por mostrar um outro lado da performer” – T.N.

48. ARTPOP, Lady Gaga

Já se foi o tempo que falar mal de ARTPOP era moda; agora, é necessário reconhecer o grandioso impacto do terceiro álbum de Lady Gaga na cultura mundial e entender que a produção, lançada em 2013, estava muito além de seu tempo. Diferente de investidas anteriores, Gaga mergulhou de cabeça na desconstrução da imagem solidificada na década anterior, assim como Andy Warhol e Sun Ra (que servem de referência para a arquitetura estética em questão). O positivismo crítico de “Applause” e a rendição à cultura mainstream com “Donatella” e “Fashion!”, embebidos em um pastiche que faz menção a si mesma e àqueles que influenciaram sua carreira, ganham uma dimensão para além do visto em primeiro plano.

47. BLACKOUT, Britney Spears

“O álbum funciona em sua completude de diversos modos: a visão mercadológica e comercial está ali, dialogando com sua repaginação modernizada e refrescante a um pop prestes a mergulhar na era digital. Ao mesmo tempo, há também um experimentalismo claro, partindo do hibridismo de inúmeros estilos que casam e criam uma harmonia quase perfeita. É claro que os baixos existem, incluindo na participação de Pharrell Williams em “Why Should I Be Sad”, construindo um parênteses fragmentado em comparação ao restante da sólida base. Mas os ápices são mais frequentes, senão pelos vocais em autotune de Britney, por tudo que suas investidas representam – afinal, é sua primeira participação como produtora executiva, conferindo-lhe mais autonomia em fazer o que quiser.” – T.N.

46. POP 2, Charli XCX

Charli XCX fazia o grande lançamento de sua carreira em 2017, com a divulgação da mixtape Pop 2. Ganhando aclame pela crítica especializada, a cantora e compositora britânica apostava fichas em um pesado PC music, pincelado com avant-pop e industrial pop (cortesia do lendário produtor A.G. Cook) e foi liderado pelo single “Out of My Head”, com Alma e Tove Lo.

45. TURN OFF THE LIGHT, Kim Petras

“É certo dizer que, para os ouvintes acostumados a sonoridades mais convencionais e comerciais, o EP insurge como uma obrigatória dissonância que se vale muito mais do ecletismo oscilante do industrial pop do que dos acordes eletrônicos aos quais já nos deparamos. Em cada uma das faixas, a cantora imprime um inebriante escopo que se apoia na épica narrativa antes de se render completamente a uma gritante mixórdia de sons que envolve seu público do começo ao fim – isso sem falar que os títulos fazem claras (ou não tão claras assim) alusões a ambientações espirituais, a breves contos de terror e à total falta de esperança por parte de quem canta” – T.N.

44. MULTITUDE, Stromae

Oito anos depois de seu último álbum, o cantor e compositor belga Stromae retornou com o incrível Multitude – que, apesar de lançado em 2022, causou um impacto gigantesco em sua própria carreira e no cenário musical europeu. O álbum foi aclamado pelos críticos e mergulhou de cabeça na mistura estilística de vários gêneros, como visto em “Sant锓L’enfer”. Em entrevista ao TF1, Stromae disse que a narrativa do álbum foi inspirada pelas frequentes viagens que ele fazia com a mãe.

43. RED, Taylor Swift

Taylor Swift começou a transitar entre os gêneros musicais com Red, uma das melhores e mais coesas entradas de sua discografia. Lançado em 2013, a versatilidade da artista começa a aflorar em um country-pop que incorporava diversas outras inflexões e premeditava seu amadurecimento, culminando com ‘1989’. Retomando sua parceria com Max Martin e Shellback, Swift parou o mundo com uma épica produção sonora, incluindo a evocativa “All Too Well”.

42. CURRENTS, Tame Impala

‘Currents’, de Tame Impala, foi lançado em 2015 e, em pouco tempo, tornou-se um dos melhores álbuns recebidos pelos críticos internacionais. Trazendo elementos do pop psicodélico, do disco, do R&B e do electropop, todas as faixas do compilado foram escritas e produzidas por Kevin Parker, em uma reflexão contínua sobre o processo de transformação pessoal e uma visão romântica do mundo – para o bem ou para o mal.

41. IS THIS IT?, The Strokes

Em uma época em que o rock já não tinha a força prometida, a banda The Strokes fazia sua estreia oficial no cenário fonográfico com o aplaudido ‘Is This It?’. Lançado em 2001, a produção é considerada por vários especialistas como um momento que mudou o mundo, com impacto imediato e dramático na cultura global. Movido pelo indie rock, pelo garage rock revival e pelo post-punk revival, o breve disco de pouco mais de meia hora conquistou diversos prêmios e aparece em várias listas de Melhores Álbuns do século.

40. VAMPIRE WEEKEND, Vampire Weekend

O álbum de estreia homônimo da banda Vampire Weekend causou grande comoção quando lançado e é relembrado como um dos melhores do século pelos fãs. Com produção de Rostam Batmanglij, a produção amalgama indie pop, música de câmara e Afropop e foi elogiado à época de seu lançamento – além de trazer singles como “Mansard Roof”“A-Punk”“Oxford Comma” e vários outros.

39. RIOT!, Paramore

A banda de rock estadunidense Paramore acompanhou a adolescência da última fase da geração millenial com força incontestável – e uma de suas marcas registradas é o álbum ‘Riot!’. Lançado dois anos após o début ‘All We Know Is Falling’, os membros do grupo se reuniram com o produtor David Bendeth para um disco que iria exaltar o pop punk e o pop-rock de maneira explosiva, garantindo aplausos e imortalizando canções como “Misery Business” “That’s What You Get”.

38. AMERICAN IDIOT, Green Day

‘American Idiot’ é uma das produções mais icônicas da história da indústria fonográfica e marca o retorno de Green Day à forma. Vencedor do Grammy de Melhor Álbum de Rock em 2005, a poderosa ópera punk-rock gira em torno das desilusões de uma geração que se viu no centro de eventos bélicos tumultuosos – e traz como personagem central o anti-herói Jesus of Suburbia. O sucesso crítico e mercadológico do CD deu origem ao aclamado musical homônimo da Broadway.

37. WHATEVER PEOPLE SAY I AM, THAT’S WHAT I AM, Arctic Monkeys

Arctic Monkeys é uma das bandas de rock alternativo mais conhecidas de todos os tempos – e nada mais justo que celebrar a carreira e a importância do grupo com o álbum de estreia ‘Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not’. Conquistando aclame e um sucesso comercial gigantesco, a produção foi elogiada por seu retrato pungente e real da cultura britânica jovem da época, além de auxiliar no ressurgimento da música indie no país que havia desvanecido depois dos anos 1990.

36. WHAT’S YOUR PLEASURE, Jessie Ware

Jessie Ware fez um estrondoso e aplaudível retorno para o mundo da música com o lançamento de ‘What’s Your Pleasure’, seu quarto álbum de estúdio. Sua arquitetura requintada e a ressonância que criou com o hi-NRG e com o post-disco transformaram o que poderia ser uma produção qualquer em um escapismo de alta qualidade, pincelado com as conhecidas incursões semi-melancólicas e uma narcótica jornada arranjada com perfeição ao longo de doze faixas” – T.N.

35. FOLKLORE, Taylor Swift

“Swift foge do escapismo e, ao mesmo tempo, retorna a ele: as impalpáveis texturas que delineia se distanciam de um teatralismo exacerbado, acompanhando de perto uma “humanização” que, mais que nunca, faz-se necessária. “Cardigan”, o carro-chefe do álbum, é uma crítica quase sociológica e hierárquica, guiada pelas notas lo-fi do piano que, numa rápida busca pela discografia da artista, quase nunca foi usado. De fato, Taylor sempre teve em mente construções mercadológicas, essencialmente voltadas para a compra em massa. Folklore renega tudo o que ela já foi e o que é, mas não a deixa de lado por completo, escolhendo mostrar um lado visto com brevidade em incursões menos conhecidas.” – T.N.

34. ROUGH AND ROWDY WAYS, Bob Dylan

Rough and Rowdy Ways é uma narrativa que transcende o que se entende e o que se entendeu por música nas últimas décadas. Assim como Apple e seu mais recente lançamento (que alçou voo para o patamar de melhor álbum do ano), Dylan não se restringe apenas a um método de contar o que deseja e o que precisa; pelo contrário, ele tem uma necessidade intrínseca e inalienável de juntar investidas artísticas diversas e bastante abrangentes em um único lugar, fugindo do canto e optando diversas vezes por apresentações faladas – como “Crossing the Rubicon”, que premedita a epítome formada por “Key West” e por “Murder Most Foul”.” – T.N.

33. FUNERAL, Arcade Fire

A épica estreia de Arcade Fire‘Funeral’, é inquestionavelmente um dos highlights do século, tendo sido revisitada por diversos artistas contemporâneos. A amálgama simples e epopeica entre art rock e chamber rock viria a influenciar grande parte dos grupos que o seguiriam. Indicado ao Grammy de Melhor Álbum Alternativo, a produção apareceu em diversas listas de fim de ano e entrou para o ranking dos melhores CDs da revista Rolling Stone.

32. GOOD SOULS BETTER ANGELS, Lucinda Williams

Em 2020, Lucina Williams voltaria a nos encantar com o lançamento de ‘Good Souls Better Angels’, seu 15º álbum de estúdio. Forte candidato para as categorias principais do Grammy 2021, a produção foi extremamente elogiada pela crítica por seu teor devastador e catártico, e por sua capacidade de conexão emocional primitiva com os ouvintes e com qualquer um que ouse se aventurar nessa sinestésica jornada.

31. CONFESSIONS ON A DANCE FLOOR, Madonna

“[Em 2005], Madonna fez o que ninguém esperava: retornou à forma. Com diversos veículos falando sobre o fim da veia artística da popstar, o público começava a duvidar de que a performer conseguiria resgatar as raízes que a colocaram no topo do mundo – mas foi exatamente o que ela fez. Em 2005, a cantora e compositora mergulhou de cabeça na nostalgia oitentista de seus primeiros anos com Confessions on a Dance Floor, seu CD mais bem produzido depois de Ray of Light. Aliando-se a Stuart Price (um conhecido nome da música contemporânea que, em 2020, trabalhou com Dua Lipa em uma das obras-primas do ano) e chamando novamente as ousadas mãos de Mirwais Ahmadzaï, as doze longas faixas se comprimem em um set dançante, vibrante, colorido e incansável que reitera o status imbatível de uma das mulheres mais poderosas de todos os tempos.” – T.N.

30. JANE DOE, Converge

‘Jane Doe’, da banda Converge, é um divisor de águas em praticamente toda a indústria fonográfica e, até hoje, é considerado o marco inicial do metal contemporâneo. Recheado de construções fora dos convencionalismos mainstream, sua arquitetura propositalmente bizarra e emocionalmente extenuante teve uma ótima recepção pela crítica e serve de influência para inúmeros artistas atuais.

29. 21, Adele

Contando com tracks como “Rolling in the Deep”“Someone Like You” e “Set Fire to the Rain”Adele recebeu aclame pela simplicidade de 21 e pelo teor autobiográfico dos versos, que auxiliaram na aceitação do público e nos diálogos criados com cada um dos ouvintes. Não é surpresa que, além da estatueta de Álbum do Ano21 também seja considerado como o álbum mais vendido do século XXI, tendo quebrado até mesmo o recorde de Michael Jackson ao se tornar o CD mais comercializado durante dois anos seguidos.

28. FEVER, Kylie Minogue

Fever continua tão original quanto quando estreou: ao longo de breves doze faixas, Kylie demonstrou um apreço pelo minimalismo estético e pela coesão sonora, marcado pelas batidas envolventes e eletrônicas que refletiam sua entrada no “mundo moderno” e no novo milênio – fazendo um barulho considerável que estendeu seus ramos para inúmeros discos futuros, incluindo o elogiado Confessions on a Dance Floor, de Madonna, em 2005; o aguardado comeback de Britney Spears em 2007, ‘Blackout’; a estreia de Paris Hilton no escopo fonográfico com sua obra homônimo, em 2006; e até mesmo com a mistura explosiva do synth-pop e do electro-pop de ‘The Fame’, de Lady Gaga. Enquanto alguns historiadores insistem em reafirmar que não há como estudar a relação de causa-consequência entre um e outro, ouso discordar e dizer que quaisquer referências não são mera coincidência” – T.N.

27. ANTI, Rihanna

O último álbum de Rihanna,ANTI, foi lançado em 2016 e recebeu inúmeros elogios da crítica e do público ao mostrar um novo lado de sua carreira. Não é surpresa que o disco seja tenha entrado para várias listas de melhores álbuns de todos os tempos. Contando com inúmeras músicas icônicas, incluindo “Work”“Needed Me”“Love on the Brain”, a produção é nostálgica, retumbante, narcótica e mais tantos ótimos adjetivos que consiga pensar – motivo pelo qual está presente na nossa lista.

26. A SEAT AT THE TABLE, Solange

O terceiro álbum de estúdio de Solange refletiu sua importância e sua incrível habilidade como artista musical. Lançado em 2016, a produção trouxe diversas colaborações para o compilado, incluindo Kelly RowlandLil WayneThe-Dream, além de ter feito sucesso considerável de vendas. Aclamado pelos críticos, a produção foi elogiada pelo potente liricismo, pela exaltação do neo-funk, do disco e do R&B, e foi consagrada como um dos Melhores Álbuns de Todos os Tempos pela revista Rolling Stone.

25. MOTOMAMI, ROSALÍA

ROSALÍA fez sua estreia no cenário fonográfico em 2017, com o lançamento de ‘Los Ángeles’ e, desde então, calcou um sucesso fenomenal que a colocou no centro dos holofotes. A cantora e compositora se tornou um ícone do resgate da cultura latina e das incursões fora do mainstream anglo-saxônico, criando histórias envolventes e emocionantes através de uma fusão de literatura e música. E é claro que MOTOMAMI não seria diferente: seu terceiro álbum de estúdio é descrito como uma antêmica produção pessoal, íntima e declamatória, em que a performer mergulha de cabeça nos sentimentos que guardou pelos últimos três anos, traduzindo-os em um dos melhores discos conceituais de todos os tempos. Contando com nada menos que seis singles oficiais, a obra se estrutura no contraste de dois tipos de energia que existem inerentemente uma a outra.

24. MAGDALENE, FKA Twigs

FKA Twigs lançou o álbum de sua carreira em 2019 com o irretocável ‘MAGDALENE’, principalmente por misturar o vanguardismo do art pop com uma pessoalidade urgente e tocante. O compilado foi inspirado no término de seu relacionamento com o ator Robert Pattinson e trouxe um grupo considerável de co-produtores que a ajudou a manter o álbum coeso e limpo. Dentre os vários singles, podemos mencionar “Cellophane”“Sad Day” como os destaques.

23. THE BLUEPRINT, Jay-Z

‘The Blueprint’ é facilmente um dos pontos altos da carreira do icônico rapper Jay-Z. Além da aclamação universal, o musicista foi elogiado pela composição das músicas e pela visão artística, considerado como um dos melhores álbuns do cantor e compositor e um dos melhores de hip-hop de todos os tempos. Logo, não é nenhuma surpresa que ele apareça na nossa lista.

22. GOLDEN HOUR, Kacey Musgraves

Vencedor do prêmio de Álbum do Ano do Grammy Awards em 2019, Golden Hour é um marco no cenário da música country e a obra-prima de Kacey Musgraves. A limpa produção é cortesia do fato da cantora e compositora ter assinado e produzido as 13 faixas ao lado de Daniel TashianIan Fitchuk, incrementando-as com discoelectropopyacht rock. Além da estatueta supracitada, o álbum rendeu à artista mais três estatuetas.

21. RENAISSANCE, Beyoncé

“A verdade é que o primeiro capítulo de Renaissance marca mais uma transição profunda nas idiossincrasias eternizadas pela cantora e compositora, em que o art pop, o trip-hop e o R&B conceituais do disco anteriores são deixados de lado em prol de um mergulho no ponto de encontro entre o passado e o futuro. Logo, a amálgama de estilos, que já vinha sido explorada por nomes como Lady GagaDua Lipa e Drake nos últimos meses e anos, ganha um escopo gigantesco e de profunda sinestesia em basicamente qualquer uma das faixas que escolhamos para ouvir. A jornada, por exemplo, se inicia com a ótima “I’m That Girl”, que serve como ponte entre Lemonade e a obra mais recente – em que a densidade do baixo se aglutina ao tropical house e ao rap” – T.N.

20. SONGS IN A MINOR, Alicia Keys

“Em seu primeiro álbum, a performer mostrou que não estava para brincadeira – e sua necessidade de se provar alcançou seu objetivo, seja por ter vendido nada menos que 12 milhões de cópias desde seu lançamento, seja por ter garantido cinco estatuetas do Grammy à lead singer. Logo de cara, com a breve e evocativa introdução “Piano & I”, a artista exibe aos ouvintes um domínio das “normas cultas” da música, por assim dizer, enquanto promove um sensual e envolvente anacronismo. As cartas estão dadas – e ela não perde a mão em nenhuma das tracks subsequentes. A upbeat e misteriosa atmosfera de “Girlfriend”, que foi lançado como single final da obra, merecia mais reconhecimento do que tem e definitivamente integra uma das quintessenciais construções de sua carreira; a epopeica “Rock wit U”, estendendo por mais de cinco minutos, é uma jornada em rapsódia digna de nota e de estudo – afinal, como não ficar intrigado com a mistura de violino, piano e bateria que ergue-se logo nos segundos iniciais?” – T.N.

19. TITANIC RISING, Weyes Blood

Weyes Blood vinha trabalhando no CD desde 2017, logo após ter assinado contrato com a gravadora Sub Pop e se reunir com Jonathan Rado. Não demorou muito para que ela abrisse espaço para homenagear um dos filmes que mais impactaram em sua vida, ‘Titanic’, dirigido por James Cameron em 1997 – ora, não é à toa que o título seja homenagem ao gigantesco transatlântico e premedite e tragédia que acometeu o navio em pleno oceano Atlântico. É a partir dessas concepções que “A Lot’s Gonna Change” dá o tom dessa perifrástica aventura, invadindo as ideias memorialísticas e saudosistas de um tempo que não mais irá voltar – como também nos abraça numa narcótica necessidade de compreender a misteriosa atmosfera setentista da qual ela se vale.” – T.N.

18. BLONDE, Frank Ocean

Blonde, de Frank Ocean, definitivamente não poderia estar de fora da nossa lista. Com diversas colaborações, a produção experimental funciona como um mergulho em conceitos abstratos, afastando-se de suas incursões anteriores. Além de contar com uma produção minimalista, a obra lida com temas importantes, como masculinidade e emoções, inspirados por suas experiências sexuais, românticas e traumáticas.

17. THE ARCHANDROID, Janelle Monáe

O álbum de estreia de Janelle Monáe é, sem sombra de dúvida, um dos melhores do século e foi aclamadíssimo desde o momento em que chegou aos ouvidos dos fãs e da crítica. Misturando letras profundas e ritmos dançantes – além de fazer uma declaração de amor para o clássico filme ‘Metrópolis’ -, a fusão de neo-soul e psychedelic pop é irretocável do começo ao fim e foi apenas o pontapé inicial para uma carreira meteórica.

16. RANDOM ACCESS MEMORIES, Daft Punk

As egrégias canções de Random Access Memories são consideradas por inúmeros especialistas como o melhor compilado da carreira da extinta dupla Daft Punk (cujo sucesso é refletido nas múltiplas estatuetas do Grammy, incluindo uma de Álbum do Ano). Ao aliarem-se com nomes como The Weeknd e Pharrell Williams, o duo provou que se encaixava do modo mais inesperado tanto às subculturas quanto ao mainstream.

15. NORMAN FUCKING ROCKWELL!, Lana Del Rey

“Apesar de sua costumeira doce sonoridade, Lana Del Rey vive dentro de belíssimas e sofridas contradições que, diferente do que poderíamos pensar, é o principal aspecto que sempre nos rouba a atenção quando anuncia uma peça musical nova ou um álbum em potencial. E é claro que, dois anos depois do lançamento de ‘Lust for Life’, ela retornaria com mais uma obra conceitual e nostálgica, sem perder sua originalidade e sua incrível habilidade como compositora. Nesse escopo, a parceria entre Del Rey e Jack Antonoff intitulada Norman Fucking Rockwell!’ acerta em praticamente tudo a que se propõe a fazer – incluindo desenhar uma triste jornada amorosa que se desenvolve em mais de uma hora de duração.” – T.N.

14. THE FAME MONSTER, Lady Gaga

Ninguém acreditava que a performer repetiria o sucesso de The Fame, mas The Fame Monster’ conseguiu superar as expectativas de todo mundo. Aclamado pela crítica especializada, o EP de apenas oito faixas trouxe as melhores produções de Gaga, incluindo “Bad Romance”“Telephone”“Alejandro” e “Dance in the Dark”, além de levar para casa três gramofones dourados. O álbum, inclusive, carrega consigo um legado extenso e que até hoje é revisitado por vários artistas.

13. BEYONCÉ, Beyoncé

“Se os álbuns iniciais de Beyoncé tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream – fossem infundidos com R&B, pop ou rap -, esta obra-prima musical se afastaria dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação. Mesmo que estejamos analisando a versão padrão do álbum, a sólida jornada sinestésica e multimidiática promovida pela cantora é de tirar o fôlego e é redescoberta em camadas e mais camadas de profundidade toda vez que a ouvimos e canalizamos nossa atenção para um aspecto em particular. Entretanto, o que se exalta em foco principal é a explosão de incursões inesperadas que regem cada canção, movendo-se graciosamente por instrumentos contrastantes e um time de produção que demonstra estar sempre atento aos mínimos detalhes” – T.N.

12. OIL OF EVERY PEARL’S UN-INSIDES, SOPHIE

“Colocar tanto a performer quanto sua magnum opus em um gênero é querer limitá-la a rótulos, algo que definitivamente não pode existir quando analisamos sua discografia: as dissonâncias cosmológicas dos sintetizadores e do industrial pop servem de base para declamações intimistas, como “It’s Okay to Cry”, enquanto a impactante des-organização proposital de “Whole New World/Pretend World” rende-se ao glitch e à maximização eletrônica conhecida como hyperpop“Immaterial”, uma alusão às incursões oitentistas e noventistas, já se rende às peculiaridades do avant-pop à medida que critica e a reutilizada, numa desconstrução experimental e envolvente; mesmo “Infatuation”, que flerta com baladas, é diferente daquilo a que estamos acostumados, talvez tentando explicar o que significa estar apaixonado por alguém ou alguma coisa, talvez mostrando que tais explanações não são necessárias” – T.N.

11. MASSEDUCTION, St. Vincent

Masseductionrecebeu aplausos diversos pelos especialistas internacionais e promoveu uma profunda mudança na identidade sonora de St. Vincent – que já havia entregado diversos álbuns incríveis. Focando em temas como sexo, drogas, tristeza e imperialismo predatório, o disco funde electro-popnew wave e glam rock e conta com quatro singles oficiais, incluindo a irretocável faixa “Los Ageless”.

10. VESPERTINE, Björk

Björk é uma das artistas mais interessantes da história da música e sempre construiu narrativas únicas e originais que a afastavam do mainstream e criavam tendência no escopo experimental. Depois de ‘Homogenic’, a cantora e compositora islandesa entregou mais uma obra espetacular com ‘Vespertine’, considerado um dos melhores de sua carreira. Além da música eletrônica, o compilado nos chama a atenção pelo uso inesperado do art pop e do glitch pop.

9. BLACKSTAR, David Bowie

O 26º e último álbum da carreira do icônico David Bowie é considerado como um dos melhores de sua discografia. Intitulado ‘Blackstar’, a produção foi feita em segredo em Nova York e conquistou o público por sua construção memorialística e testamentária, ainda mais considerando que Bowie infelizmente faleceu dois dias depois do lançamento da obra. Na cerimônia do Grammy, o álbum levou para casa cinco merecidas estatuetas.

8. BACK TO BLACK, Amy Winehouse

Amy Winehouse nos deixou muito cedo, mas causou um impacto gigantesco na indústria da música com seus únicos dois álbuns. Back to Black, sua última produção antes da trágica morte, resgatou a elegância do neo-soul, do jazz e do blues através de músicas como “Rehab” e “You Know I’m No Good”, além de ter influenciado artistas como Adele e Duffy. Winehouse levou inúmeros prêmios por seu CD, incluindo cinco estatuetas do Grammy Awards.

7. FETCH THE BOLT CUTTERS, Fiona Apple

“A verdade é que Fetch The Bolt Cutters vai muito além de uma simples resenha ou de algo que ouvimos apenas para passar o tempo: o novo álbum de Fiona Apple atravessa quaisquer preceitos engessados que já carregávamos da indústria musical, destroçando-os em mil pedacinhos e reorganizando-os em um romance, um thriller, um drama, cujas páginas são pequenas e suntuosas caixinhas de surpresas. Mais do que isso, este é um dos poucos casos que entrega muito mais do que promete: iniciando com um irreverente estrondo e terminando com um estrondo ainda mais espetacular.” – T.N.

6. BODY TALK, Robyn

Em seu sétimo álbum de estúdio, a artista sueca Robyn continuou a ser adorada internacionalmente. ‘Body Talk’ foi aclamado pela crítica internacional, apesar de ter sido esnobado nas principais premiações musicais. Através de quinze faixas originais compostas em menos de seis meses, a compositora se transformou em uma das vozes da atualidade, entregando para o mundo impecáveis tracks como “Call Your Girlfriend” e “Dancing On My Own”.

5. BORN THIS WAY, Lady Gaga

Considerado por muitos especialistas, estudiosos e ouvintes como “a bíblia do pop”, Born This Way não poderia ficar em outro lugar no ranking. Se há alguém que sabe o significado do verbo arriscar, essa pessoa é Lady Gaga. Dois anos depois de ‘The Fame Monster’, a cantora estreou em primeiro lugar na Billboard com hinos musicais em prol da comunidade LGBTQ+ que quebravam tabus religiosos e que cutucavam os membros conservadores e reacionários da sociedade – não é surpresa que as vendas do CD tenham caído exponencialmente na segunda semana, reafirmando sua importância política e ativista.

4. MELODRAMA, Lorde

Considerado um dos melhores e mais aclamados álbuns de todos os tempos, Melodrama mostrou que a cantora e compositora neozelandesa Lorde ainda tinha muito a contar para seus fãs. Ovacionado pela crítica especializada pelo afastamento da obra anterior e pelas breves incursões ao conceitualismo musical, a produção foi indicada Álbum do Ano no Grammy e apareceu em diversas listas de fim de ano e de década.

3. LEMONADE, Beyoncé

“Passando por arranjos ainda mais cínicos com “Sorry” e por obscurantismos muito bem-vindos com a joia “6 Inch”, Knowles-Carter alcança mais um ápice em seu álbum com “Daddy Lessons”, que é diferente de tudo o que já ouvimos até hoje. Com a música em questão, a lead singer eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.” – T.N.

2. MY BEAUTIFUL DARK TWISTED FANTASY, Ye

‘My Beautiful Dark Twisted Fantasy’ é um consenso no mundo da música como o melhor álbum de Kanye West (ou, atualmente, Ye) e um dos mais ovacionados e importantes do século XXI. Alcançado aclame generalizando por parte da crítica e estreando em primeiro lugar nas paradas mundiais, o quarto álbum de estúdio do conhecido e controverso rapper ganhou um prêmio do Grammy, mas foi esnobado na principal categoria – a de Álbum do Ano.

1. TO PIMP A BUTTERFLY, Kendrick Lamar

Nenhum outro álbum poderia ocupar o topo da nossa lista além de ‘To Pimp a Butterfly’. O terceiro álbum de Kendrick Lamar é considerado um dos melhores da história por se configurar como um arauto do empoderamento racial, movido por versos que falam sobre a discriminação sofrida pela população negra e pela importância da cultura como arma de luta contra a opressão. Aqui, Lamar mergulha no experimentalismo do hip hop e no jazz rap, arquitetando uma magnum opus que viria a influenciar gerações de artistas e que reafirmaria sua importância no cenário fonográfico.

No clima de HALLOWEEN! Arnold Schwarzenegger e Sylvester Stallone se reúnem para esculpir abóboras

Arnold Schwarzenegger e Sylvester Stallone se reuniram para esculpir algumas abóboras para o Halloween. No Instagram de Schwarzenegger, o astro de filmes de ação postou uma foto ao lado do colega de cena.

Um detalhe na foto que os fãs podem achar engraçado é a dupla usando facas para cortar suas aboboras. Com essa foto, os espectadores podem ficar felizes em ver as duas estrelas apenas curtindo seus últimos anos. Schwarzenegger fez, recentemente, uma arriscada cirurgia cardíaca e tem compartilhado uma tonelada de sua vida diária nas redes sociais. Enquanto isso Stallone está se prepara para estrear numa nova série.

Confira a diversão de Halloween abaixo por si mesmo:

Ao falar com o ET sobre sua participação em Tulsa King’, Stallone disse que os espectadores poderão ter uma ideia de quem ele é de verdade. O ator falou que:

“Você provavelmente vai ver, para melhor ou pior, quem eu sou. Muitos atores entram no tópico ‘em quem eu deveria me transformar?’ Acho que se você apenas disser o que acontece – como seria se Sylvester Stallone… acabasse de se tornar um gângster? A personalidade é minha; eu sou um gângster. Mas eu não mudo a maneira como eu falo… Você tem sua personalidade do jeito que você é agora… Você nunca vê isso acontecer. Você não se torna automaticamente o gangster estereotipado. Isso é muito óbvio. Você apenas seja você mesmo.”

Enquanto a série não é lançada, confira:

Vale lembrar que a produção irá estrear no dia 13 de novembro.

A série foi criada por Taylor Sheridan, da aclamada ‘Yellowstone‘.

Após 25 anos na prisão, o mafioso Dwight “The General” Manfredi (Stallone) é libertado e exilado por seu chefe para a cidade de Tulsa. Percebendo que sua família mafiosa pode não ter seus melhores interesses em mente, Dwight lentamente cria uma “equipe” com um grupo de pessoas improváveis, para ajudá-lo a estabelecer um novo império do crime.

O elenco ainda conta com Max Casella, Domenick Lombardozzi, Vincent Piazza, Jay Will, A.C. Peterson, Andrea Savage, Martin Starr, Garrett Hedlund, Dana Delany e Annabella Sciorra.

‘Adão Negro’ deve enfrentar POPULAR personagem da DC na sequência [SPOILER]

*SPOILERS ABAIXO*

Em entrevista ao ComicBook, o produtor Hiram Garcia revelou os planos para a possível sequência de ‘Adão Negro‘, indicando que o anti-herói interpretado pelo Dwayne Johnson deve enfrentar o Superman (Henry Cavill) no novo filme.

“Nosso objetivo sempre foi estabelecer que o Superman existe no mesmo universo que o Adão Negro. Esses dois personagens existem no mesmo universo, e isso é muito importante para nós. É o mesmo universo da Sociedade da Justiça.”

Ele completa, “Nós queríamos que o público soubesse que esses caras irão se cruzar, e ainda estamos trabalhando nisso. Não quero revelar muito, mas posso confirmar que será ainda mais grandioso do que as pessoas imaginam.”

No Rotten Tomatoes, o filme amargou apenas 54% de aprovação, com nota 5.40/10 baseada em 87 reviews até o momento. Os especialistas elogiaram o as cenas de ação, mas criticaram o ritmo, o roteiro e até mesmo alguns efeitos especiais.

Confira os principais comentários:

“Os efeitos são falsos e sem peso, mesmo para esse tipo de coisa, e os riscos são inexistentes” – The Playlist.

Dwayne Johnson e o diretor Jaume Collet-Serra tentam oferecer uma grande teoria unificada da DC, misturando tropos de filmes familiares com um protagonista que mata pessoas diretamente. O resultado às vezes é uma bagunça, mas, no geral, é divertido” – Empire.

“Não há um único personagem aqui que não pareça uma fotocópia barata de Gotham ou do MCU” – indieWire.

“É divertido e nunca chato, mas também é sábio ao se mover rápido o suficiente para distrair os espectadores das perguntas que levanta” – United Press International.

“[O filme] é repleto de personagens não desenvolvidos e um número excessivo de cenas de ação repetitivas, a ponto de seu debate incompleto sobre o que significa ser um herói se perder em todo o barulho” – IGN Movies.

Lembrando que o filme estreia hoje, 20 de outubro, nos cinemas.

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Crítica ‘Chucky’ | Primeiro episódio da segunda temporada traz um Chucky ainda mais sem limites

Depois de voltar com tudo para os holofotes da Cultura Pop, o boneco assassino de Don Mancini retornou cheio de moral e ainda mais sem escrúpulos do que da última vez que o vimos. Bem, ao menos é isso que o primeiro episódio da segunda temporada dá a entender. Ambientado no Halloween, um ano após a chegada do ruivinho endiabrado a Hackensack, o capítulo introdutório começa exatamente de onde a trama havia parado, dando uma solução inesperada para aquele plano de dominação mundial visto no season finale de 2021. E por mais surpreendente que tenha sido, essa cena de abertura já dita o tom certinho do que deve ser essa nova temporada: grotesca e recheada de humor de tiozão de botequim, que curiosamente casa bem com o assassino diminuto.

Claro que as consequências desse início não devem ser duradouras. Afinal, ela segue uma regrinha fundamental dos filmes de terror. A dica de que isso não é definitivo vem já mais próximo do final, quando o Jake questiona essa mesma regra ante o boneco. De qualquer forma, a série mostra o destino dos três principais personagens humanos após o massacre do ano passado. Cheios de traumas e praticamente todos órfãos, cada um segue um caminho traçado pelo Conselho Tutelar.

Jake (Zackary Arthur) foi adotado por uma nova família de Salém, onde ganhou um irmãozinho que o trata como um herói – literalmente. Já seu namorado, Devon (Bjorgvin Arnarson) foi adotado por uma mulher rica que o usa para ostentar sua “modernidade” para os amigos e o deixa ao relento enquanto viaja pelo mundo. E Lexy (Alyvia Alyn Lind) seguiu com sua mãe e irmã na cidade, enquanto a família tenta se reerguer, e a mãe tenta uma nova candidatura para tentar retornar ao seu cargo de prefeita.

Um dos pontos interessantes desse primeiro episódio é que ele transita, principalmente entre Jake e Lexy, pelos efeitos que o Chucky causou em suas vidas e como cada um lida com eles. Enquanto Jake despeja seu amor no irmãozinho novo, suprindo o tanto de ódio e perda do último ano com a admiração do caçula, Lexy cede às drogas e sensações mundanas para suportar a dor e as crises de ansiedade. O Devon que ficou meio esquecido no rolé, mostrando que ele segue com a pose de adolescente maduro, mesmo que tenha muitos traumas consigo.

Aparentemente, todos seguiam bem seus rumos, até o momento em que o boneco assassino retorna e toca o terror na vida deles. E aí entra um ponto muito bem executado pela direção que é adotar uma estética mais “terror de TV”, com direito a longas cenas de corredores vazios e perspectivas de personagens baixinhos, brincando com a audiência de quando há ou não a presença do Chucky no recinto. É uma opção bem simples da direção, mas que tem bastante efeito na hora de criar tensão. E, claro, eles usam alguns jumpscares simples, mas suficientes para dar aquele sustinho despretensioso no coração.

E a forma como Chucky se refere à Tiffany (Jennifer Tilly) já dá a sensação de que essa temporada vai a fundo na rivalidade dos dois. A própria presença da versão “boneca normal” da noiva do Chucky já flerta com uma possível competição entre os ex-noivos. Pena de quem estiver pelo caminho.

Por fim, o episódio já elimina um personagem recém-introduzido, mas faz isso de forma tão bem executada que você se sente mal pela partida do infeliz assassinado. É uma forma de deixar claro que eles não vão poupar ninguém nessa nova temporada. Principalmente agora os protagonistas vão ficar presos em um internato católico.

Os novos episódios de Chucky estreia toda quarta-feira no Star+.

Primeiras impressões ‘Chucky’ | Nova temporada deve expandir a mitologia e se reconectar com o terror

Quando lançada no ano passado, a série do Chucky pegou a muitos de surpresa por sua pegada “corajosa”. Na época, o material promocional ia todo em cima da relação do boneco assassino com seu novo dono, Jake Wheeler (Zackary Arthur), um adolescente homossexual, cuja vida era um inferno por conta dos bullies do colégio e do preconceito de sua família. Assim, foi vendido que o Chucky seria um tipo de anti-herói, que mataria todo mundo que enchesse a paciência do garoto. Ainda bem que isso não aconteceu. Quer dizer, mais ou menos. Ele realmente matou todo mundo que atazanou a vida do Jake, mas em momento algum ele assumiu esse posto de anti-herói. Na verdade, tudo não passava de um plano para que ele pudesse fazer o máximo possível de vítimas enquanto armava seu exército de bonecos para dominação mundial junto a uma série de personagens queridos apresentados nos outros filmes da franquia.

Terminando com esse gancho surpreendente do exército de Chuckys, a primeira temporada deixou no ar esse medo do que ele seria capaz com tantos bonecos a seu dispor. Ao mesmo tempo, ela também investiu pesado no passado de Charles Lee Ray (Fiona Dourif) por meio dos flashbacks e das histórias de sua infância no orfanato, até virar um jovem assassino em série. Agora, na segunda temporada, passado e presente se unem ao levar os protagonistas para um internato católico construído exatamente onde era o orfanato no qual Charles cometeu seus primeiros assassinatos.

Fazendo esse “Chucky: De Volta ao Lar”, a segunda temporada deve explorar um pouco mais do passado do psicopata por meio dos bonecos novos e de seu lapso de memória. Afinal, eles lembram de algumas coisas do Chucky original, mas conseguem ativar gatilhos de memória por meio do estímulo visual. Ou seja, levá-los para onde tudo começou deve conseguir criar uma série de memórias de homicídios e traumas do bonecão encapetado.

Falando em traumas, o rastro de sangue deixado por Chucky na última temporada já reflete nos protagonistas humanos. Principalmente em Jake e Lexy (Alyvia Alyn Lind), que lidam com as sequelas psicológicas cada um a seu jeito. No entanto, quem deve ter essas consequências mais exploradas é justamente a Lexy, que passou de “Rainha do Baile” para “Jovem Viciada”. Não apenas pelo que as drogas podem fazer com ela em um ambiente hostil, mas também pelas sequências de terror que o Chucky pode criar quando ela estiver sob efeito alucinógeno.

Já Jake e Devon (Bjorgvin Arnarson) devem sofrer mais pelo fato de serem um casal LGBT precisando existir dentro de um internato católico, no qual padres e freiras tratam seu relacionamento como um pecado, uma doença.

Falando nesse internato, a simples ideia de tê-lo na série já é promissora por demais. Desde sua concepção, o Chucky é um boneco profano. Suas origens têm relação com magia obscura e a invocação demoníaca. Conforme os filmes foram passando, ele matou pessoas dos mais diversos meios, fez sexo, engravidou, fumou, bebeu… Tudo que contraria os dogmas cristãos.

E a religião, ao que parece, terá muito peso nessa segunda temporada, com ele explorando formas grotescas de matar os jovens internados, os padres e as freiras. No próprio trailer já há uma sugestão bem interessante do que esperar nesse quesito, que vai trabalhar pontos do humor politicamente incorreto, mas deve também conectar a produção de volta ao terror.

Seja por meio de sustinhos simples, mas bem construídos, ou pelo uso de câmeras mais características de produções de terror televisivo, essa temporada parece mais disposta a voltar para o terror “raiz”, mesmo que não abra mão dos seus momentos de humor sacana e grotesco. E esse compromisso já é feito nesse primeiro episódio, mostrando que o boneco assassino voltou completamente impiedoso, disposto a matar todo tipo de gente e até mesmo sua ex-companheira Tiffany (Jennifer Tilly), que andou meio ausente, mas ainda vai aprontar muito.

Isso porque o trailer mostrou a volta dos filhos do casal. E com o racha entre Chucky e Tiffany, Glen e Glenda vão voltar a esse universo pela primeira vez desde 2004. E como vocês devem se lembrar, eles tinham forte relação com a mãe. Outro ponto interessante desse episódio, já que falamos indiretamente de O Filho de Chucky, é a metalinguagem de alguns diálogos, que tratam da própria franquia como uma série de filmes que existe nesse mesmo universo. É meio confuso, só que tem potencial, principalmente se trabalharem direitinho. É uma chance de ouro para unificar os capítulos todos dessa franquia.

Enfim, se a temporada seguir os rumos desse primeiro episódio, podemos esperar mais um acerto de Don Macini nesse formato televisivo. É uma temporada que tem tudo para dar mais desse humor grotesco e metalinguístico que a gente adora, mas sem abrir mão do terror inescrupuloso que aterrorizou milhões de crianças desde os anos 80.

Os novos episódios de Chucky estreiam toda quarta-feira no Star+.

‘Death Note’: Nova adaptação live-action da Netflix contrata roteirista

De acordo com o Deadline, Halia Abdel-Meguid foi contratada para roteirizar a série live-action baseada no clássico ‘Death Note‘, que está sendo desenvolvida pela Netflix.

Ela também servirá como produtora executiva do projeto ao lado de Matt e Ross Duffer, criadores de ‘Stranger Things‘.

A nova versão não terá nenhuma relação com o filme live-action lançado pela plataforma em 2017, que teve Nat Wolff no papel principal.

Não se sabe até agora maiores detalhes sobre elenco ou como será a adaptação, mas ela será produzida pela Upside Down Pictures, companhia recém-fundada pelos irmãos Duffer.

Death Note‘ começou a ser publicado em mangá no ano de 2003 contando a história de Light Yagami, um jovem que encontra um misterioso caderno. Ao escrever o nome de alguém nele, tal pessoa morre nos momentos seguintes. Com tanto poder em mãos, Light começa um plano para matar aqueles que “merecem”, mas entra na mira do detetive L.

‘Duna: A Irmandade’: Cinco novas atrizes se juntam ao elenco da série derivada

De acordo com o Deadline, cinco novas atrizes se juntaram ao elenco de ‘Duna: A Irmandade‘ (Dune: The Sisterhood), série derivada da adaptação de Denis Villeneuve.

Sarah-Sofie Boussnina (‘A Colônia’), Shalom Brune-Franklin (‘O Turista’), Faoileann Cunningham (‘O Homem do Norte’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Chloe Lea (‘Foundation’) foram confirmadas no elenco da produção.

Boussnina interpretará a Princesa Ynez, uma jovem independente lidando com a pressão de suas responsabilidades como herdeira do trono; Brune-Franklin interpretará Mikaela, uma forte mulher Fremen que serve a família real enquanto deseja conhecer seu planeta natal que nunca chegou a conhecer; Cunningham interpretará a Irmã Jen, uma acólita em treinamento na escola da Irmandade; Hinds interpretará a Irmã Emeline, uma acólita descendente de uma longa linhagem de mártires; Lea interpretará Lila, a acólita mais jovem da Irmandade.

Emily Watson, Shirley HendersonIndira Varma estrelam a produção.

Diane Ademu-John entra como criadora, roteirista, co-showrunner e produtora executiva, enquanto Alison Schapker também será co-showrunner e produtora executiva. O vencedor do Emmy Johan Renck irá dirigir os dois primeiros episódios.

A história de ‘Duna: A Irmandade‘ se passa 10 mil anos antes dos eventos do filme, abordando duas irmãs Harkonnen entre os perigos e disputas políticas da saga espacial. A origem da irmandade Bene Gesserit também será explorada.

Por enquanto, a série ainda não tem previsão de lançamento.

Lembrando que o primeiro filme, que já tem a sequência confirmada, está disponível no catálogo da HBO Max!

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

Fãs se revoltam com a fraca recepção de ‘Adão Negro’ no RT: “NÃO ACREDITEM nos críticos”

Depois de muita espera, Adão Negro, estrelado por Dwayne Johnson, finalmente chega aos cinemas brasileiros – mas parece que o filme não agradou os especialistas internacionais.

No Rotten Tomatoes, a produção amargou apenas 54% de aprovação, o que levou diversos fãs a criticarem a recepção do longa-metragem. Nas redes sociais, os internautas detonaram o agregador de reviews e disseram que ele, no final das contas, não é parâmetro para nada.

Confira:

E você? Está animado para assistir ao filme?

Assista a nossa crítica e entrevista:

Quase 5.000 anos após ter sido agraciado com os poderes onipotentes dos deuses antigos – e aprisionado logo depois – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para levar ao mundo moderno sua forma singular de justiça.

O filme também apresentaos membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passa no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Matthew Perry, de ‘Friends’, revela que quase MORREU por vício: “Eu tinha 2% de chance de viver”

Em entrevista ao People, o ator Matthew Perry, conhecido por interpretar o descontraído Chandler na popular comédia ‘Friends‘, revelou que quase perdeu a vida por causa de seu vício em álcool e drogas.

Com seu livro de memórias Friends, Lovers, and the Big Terrible Thing prestes a ser lançado – no dia 1º de novembro –, o ator quebrou o silêncio sobre o incidente que quase custou sua vida, em 2018. Na época, foi reportado pela mídia que Perry havia sido submetido a uma cirurgia abdominal para reparar uma perfuração gastrointestinal.

A verdade, no entanto, é que o seu cólon havia estourado pelo uso excessivo de opioides. Ele fez a cirurgia, mas passou duas semanas em coma, permanecendo no hospital por cinco meses e usando uma bolsa de colostomia por nove meses.

“Os médicos disseram para a minha família que eu tinha 2% de chance de viver. Eu fui colocado em uma máquina chamada ECMO, que respira no lugar de seu coração e pulmões. Ninguém consegue sobreviver a isso,” revelou o ator.

Ao total, Perry teve que realizar 14 cirurgias em seu estômago, e que a experiência potencialmente fatal o colocou no caminho certo para a recuperação.

“Meu terapeuta disse: ‘Na próxima vez que você pensar em tomar oxicontin, pense sobre como é ter uma bolsa de colostomia pelo resto de sua vida’,” ele se lembra. “Esse foi um momento importante para mim, pois não queria mais consumir oxicontin.”

Apesar de não ter revelado há quanto tempo ele permanece sóbrio, o ator declarou que já esteve na reabilitação 15 vezes; atualmente, ele se descreve como um “cara saudável”, afirmando finalmente se sentir pronto para contar a história sobre abuso de drogas que quase tirou sua vida.

Criador de ‘As Meninas Superpoderosas’ confirma retorno do Macaco Louco para o reboot

A aclamada série animada ‘As Meninas Superpoderosas‘ irá ganhar um reboot produzido pelo próprio Craig McCracken, criador da obra original – e, agora, McCracken confirmou o retorno de um dos clássicos personagens da produção: o Macaco Louco.

Através do Twitter, o showrunner disse que as conversas ainda estão acontecendo e que ainda não se sabe quais personagens da série original irão voltar para a nova versão.

“As pessoas estão perguntando quais personagens irão aparecer no reboot de As Meninas Superpoderosas e minha resposta é que eu realmente não sei. Atualmente, estamos pensando sobre a história do piloto que poderia dar origem a uma nova série, mas, sem saber se vamos conseguir sinal verde, fica impossível dizer quem vai ou não aparecer”, ele disse.

Entretanto, quando um dos fãs disse que Macaco Louco, Princesa MaisGrana e Srta. Belo precisavam aparecer, McCracken confirmou que um deles, de fato, irá retornar.

“Tudo o que posso dizer, com certeza, é que o Macaco Louco está [no reboot]”.

De acordo com o site ComicBook.com, as boas novas foram divulgadas pela Hanna-Barbera Studios Europe, uma das divisões da WarnerMedia. Além da série sobre Florzinha, Lindinha e Docinho, McCracken também fará uma nova versão de ‘A Mansão Foster para Amigos Imaginários‘.

O reboot de ‘As Meninas Superpoderosas‘ será situado no mesmo mundo da primeira série, com o trio de irmãs poderosas enfrentando novos e antigos inimigos.

Vale lembrar que a primeira versão foi lançada em 1998, mostrando como o Professor Utônio estava em busca de criar as meninas perfeitas, misturando “açúcar, tempero e tudo o que há de bom”. No entanto, ele acidentalmente coloca o Elemento X na fórmula, o que cria ‘As Meninas Superpoderosas‘.

Diretor de ‘Invasão Zumbi’ comandará nova série de TERROR da Netflix

De acordo com o Deadline, o cineasta Yeon Sang-ho (‘Invasão Zumbi’) vai comandar a série de terror ‘The Bequeathed‘, que está sendo desenvolvida pela Netflix.

A produção contará a história de um assunto profundamente enraizado na tradição coreana: cemitérios familiares.

Na trama…

Yun Seo-ha é uma jovem que herda uma propriedade após a morte repentina de seu tio e se torna alvo de eventos sinistros que acontecem no cemitério familiar da propriedade.

O elenco contará com Kim Hyun-jooPark Hee-soonPark Byung-eun Ryu Kyung-soo.

Além de ter criado a série, Yeon Sang-ho também será responsável pelo roteiro.

A direção ficará por conta de Min Hong-nam.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Goosebumps’: Atriz de ‘Lucifer’ se junta ao elenco da série live-action do Disney+

De acordo com o Variety, Rachael Harris (‘Lucifer’) se juntou ao elenco da série live-action ‘Goosebumps‘, que está sendo desenvolvida pelo Disney+.

Além dela, Ana Yi Puig, Miles McKenna, Will Price, Zack Morris e Isa Briones também foram confirmados no elenco.

Eles se juntam ao ator Justin Long (‘Olhos Famintos’), que havia sido previamente confirmado no projeto.

A produção é baseada na icônica saga literária de R.L. Stine.

Confira a sinopse:

“[A série] acompanha um grupo de cinco estudantes do Ensino Médio que desencadeiam forças sobrenaturais sobre sua cidade e devem trabalhar juntos – graças a e apesar de suas amizades, rivalidades e passados uns com os outros – para salvá-la, descobrindo segredos sobre o passado de seus pais no processo”.

Focada basicamente no público infanto-juvenil, a coletânea de 62 livros de ‘Goosebumps‘ reúne diversos contos de terror contendo criaturas aterrorizantes. Em 1995, o título ganhou sua primeira adaptação para a TV, tendo sido exibida até 1998 pela Fox Kids.

A série do Disney+ será comandada por Neal H. Moritz, que já trabalhou nos dois filmes da franquia para os cinemas. Nick Stoller e Rob Letterman serão os roteiristas e produtores executivos.

Em 2015, as histórias ganharam uma versão para os cinemas intitulada Goosebumps: Monstros e Arrepios’, com Jack Black interpretando Stine. O sucesso do longa gerou uma sequência chamada Goosebumps: Halloween Assombrado’, lançada em 2018, que não teve o mesmo sucesso que o original.

‘Teletubbies’ retornam no trailer DUBLADO do reboot da Netflix; Confira!

A Netflix divulgou o trailer dublado do reboot da série infantil ‘Teletubbies‘.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 14 de novembro.

A série foi um grande sucesso dos anos 1990 e marcou a vida de muitas crianças no Brasil no comecinho dos anos 2000.

Tinky Winky, Dipsy, Laa-Laa e Po retornam em uma versão “reimaginada e repaginada para os dias atuais”.

Vale destacar que a narração dos episódios (em inglês) ficará a cargo do comediante Tituss Brugess, que explodiu em popularidade depois de estrelar o seriado Unbreakable Kimmy Schmidt. Além do ator indicado a quatro Emmys, Teletubbies também contará com um quadro dedicado inteiramente a músicas originais.

Desse modo, em vez apenas das músicas de abertura e encerramento, a criançada e toda a família podem esperar para dançar uma nova canção a cada episódio.

Além dos bonecos coloridos, os planos da empresa incluem o lançamento de novas temporadas de séries animadas já conhecidas pelo público infantil, como A Casa Mágica de Gabby e Waffles + Mochi; além de desenhos inéditos como Princess Power, sobre emponderamento feminio; e Guardiões da Floresta, sobre três irmãos nativo americanos que protegem a terra e os espíritos do parque nacional.

Lembrando que esta não é a primeira vez que Teletubbies receberá uma nova versão. Na esteira do sucesso mundial, a série original da BBC começou a ser exibida no Brasil em 1999 pela TV Globo e também ocupou espaço na grade da TV Cultura. Em 2015, houve uma tentativa de repetir o sucesso com um reboot, mas ele passou bem longe. Agora a Netflix volta a apostar nos personagens na tentativa de repetir o fenômeno.

‘Rosalina’: Confira os HILÁRIOS erros de gravação da comédia inspirada em ‘Romeu e Julieta’

O Hulu divulgou um novo vídeo com os hilários erros de gravação de ‘Rosalina‘, comédia inspirada na clássica peça teatral ‘Romeu e Julieta‘, de William Shakespeare.

Confira:

No Brasil, a produção já está disponível no serviço de streaming do Star+.

A produção é estrelada por Kaitlyn Dever (‘Fora de Série’) e é focada em Rosaline, prima de Julieta Capuleto.

Dirigido por Karen Maine (‘Yes, God, Yes’), a trama é escrita por Scott Neustadter e Michael H. Weber ((‘500) Dias com Ela’).

Baseado no romance ‘When You Were Mine‘, escrito por Rebecca Serle, o longa vai acompanhar Rosaline e seus planos na tentativa de reconquistar o amor de seu ex-namorado: Romeu Montéquio.

O que começa como uma tentativa de frustrar o novo relacionamento do rapaz com Julieta, acaba se tornando em uma jornada de autodescoberta enquanto ela decide ajuda a reunir os amantes infelizes após uma tragédia familiar.

Minnie Driver, Isabela MercedBradley Whitford completam o elenco.

‘Adão Negro’ deve abrir com US$ 60 MILHÕES nos EUA, indicam projeções

Adão Negro é um dos filmes mais aguardados do ano e, agora, a Variety especula que o filme faça um estrondo considerável em seu final de semana nos Estados Unidos.

As informações indicam que o longa-metragem estrelado por Dwayne Johnson abra com US$60 milhões nas bilheterias estadunidenses, não enfrentando competição de ‘Halloween Ends’ (que dominou as bilheterias da última semana).

O principal obstáculo é a comédia romântica Ingresso para o Paraíso, estrelada por Julia RobertsGeorge Clooney, que deve arrecadar mais US$15 milhões.

Adão Negro será exibido em 4350 salas de cinema na América do Norte, mas ainda não se sabe quanto terá arrecadação. Previsões apontam, entretanto, que a produção não deve superar os números de ‘Batman’, que saiu em março deste ano e faturou US$770 milhões mundialmente.

No Rotten Tomatoes, o filme amargou apenas 54% de aprovação, com nota 5.40/10 baseada em 87 reviews até o momento. Os especialistas elogiaram o as cenas de ação, mas criticaram o ritmo, o roteiro e até mesmo alguns efeitos especiais.

Confira os principais comentários:

“Os efeitos são falsos e sem peso, mesmo para esse tipo de coisa, e os riscos são inexistentes” – The Playlist.

Dwayne Johnson e o diretor Jaume Collet-Serra tentam oferecer uma grande teoria unificada da DC, misturando tropos de filmes familiares com um protagonista que mata pessoas diretamente. O resultado às vezes é uma bagunça, mas, no geral, é divertido” – Empire.

“Não há um único personagem aqui que não pareça uma fotocópia barata de Gotham ou do MCU” – indieWire.

“É divertido e nunca chato, mas também é sábio ao se mover rápido o suficiente para distrair os espectadores das perguntas que levanta” – United Press International.

“[O filme] é repleto de personagens não desenvolvidos e um número excessivo de cenas de ação repetitivas, a ponto de seu debate incompleto sobre o que significa ser um herói se perder em todo o barulho” – IGN Movies.

Lembrando que o filme estreia hoje, 20 de outubro, nos cinemas.

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Os 10 MELHORES Filmes de Terror de 2022 – Até o Momento!

Entra ano e sai ano, os fãs de terror são presenteados com dezenas de produções voltadas a este gênero muito específico. Grande parte dos cinéfilos não possui distinção e assiste de tudo. Mas o terror não é necessariamente um gênero que agrade a todos – é preciso ter gosto para a coisa. Por outro lado, vira e mexe um filme de terror consegue transcender o gênero e conquistar inclusive uma parcela do público que não é necessariamente entusiasta dele. Em 2022, como de costume, recebemos uma verdadeira enxurrada de filmes do tipo, abordando os mais variados subgêneros que englobam o terror.

Dentro deste contexto, como a seleção é muito vasta, resolvemos facilitar e organizar as coisas para você que é fã de terror e não sabe muito bem o que deve assistir. Através de uma extensa pesquisa baseada na opinião da crítica e também do grande público, listamos os 10 Melhores e também os 10 Piores filmes de terror de 2022 (até o momento – é importante frisar bem isso, pois muita coisa ainda promete chegar) para os fãs anotarem na agenda e irem direto ao ponto já sabendo o que assistir e o que evitar. Continuamos agora com o ponto alto da matéria dupla, com os filmes para você precisa correr para assistir antes que termine caindo em algum spoiler. Confira abaixo.

10 | Fresh

Começamos a lista com um pequeno filme de terror com ares de cinema independente, e que usa de extrema criatividade na hora de criar sua trama. Temos certeza que ainda ouviremos falar muito da dupla feminina Lauryn Kahn (roteirista) e Mimi Cave (diretora). Construído inicialmente como comédia romântica, o longa apresenta a protagonista vivida pela graciosa Daisy Edgar-Jones e mostra como é difícil encontrar alguém legal nos dias de hoje. Ela finalmente conhece o médico vivido por Sebastian Stan. O que podemos dizer a partir daqui é: o quanto menos você souber sobre esse filme perturbador, melhor. Sucesso no festival de Sundance deste ano, o filme se encontra atualmente no acervo da Star+.

09 | Sorria

Sorria é um surpreendente terror psicológico que vale mais a pena pela jornada do que pelo destino. A trama gira em torno de uma psiquiatra chamada Rose Cotter (Sosie Bacon), que negligencia a si mesma para ajudar aos outros. As coisas mudam quando uma jovem chamada Laura Weaver (Caitlin Stasey) aparece em seu consultório e alega estar sendo perseguida por uma força demoníaca que se disfarça com uma máscara terrível e que prenuncia sua morte. O maior mérito da produção é, sem sombra de dúvida, a assombrosa atmosfera arquitetada pelo diretor Parker Finn. Temos a brincadeira entre supressão e dilatação de tempo com planos-sequência à la James Wan; o jogo de luz e sombra que nos remete, em certa instância, aos clássicos de Alfred Hitchcock; e uma exaltação hiperbólica da angústia e da total falta de prospecto que pega elementos emprestados de Dario Argento e Mike Flanagan.

08 | O Telefone Preto

Por falar em filmes de terror comerciais, aqui temos uma produção da Universal em parceria com a Blumhouse. E não apenas isso, como trata-se do novo filme de Scott Derrickson (A Entidade), com história de Joe Hill, o filho de Stephen King. Com tanta pompa, não tinha como a coisa dar errado. Na trama, Ethan Hawke vive um psicopata sequestrador de crianças. Sua mais recente vítima, um menino, terá a ajuda dos espíritos das vítimas passadas do maníaco para escapar do cativeiro, que se comunicam com ele através de um telefone desativado no local.

07 | Não! Não Olhe!

In Jordan Peele we trust! Depois do indicado ao Oscar Corra! (2017) e Nós (2019), o cineasta chega à lista com seu terceiro longa-metragem, que não por acaso era um dos filmes mais esperados de 2022. E não decepcionou. Bom, pelo menos é o que diz a maioria, garantindo assim um lugar como o sétimo melhor do ano. A crítica em especial abraçou mais a proposta de Peele, que continua dando protagonismo a um elenco negro, e aqui adereça fatos históricos importantes, como a presença de profissionais negros nos primórdios da indústria do cinema de Hollywood. Tudo, é claro, sem esquecer a roupagem pop usual, aqui focando numa invasão alienígena bem diferente.

06 | Morte Morte Morte

Um dos exemplares mais recentes da lista, esta produção da A24 ainda não estreou nos cinemas brasileiros (o filme chega no dia 6 de outubro trazido pela Sony), mas vem fazendo barulho nos EUA. O público pode até ter ficado dividido, mas grande parte dos críticos comprou a ideia deste terror com ares slasher, que serve de crítica social, tirando sarro da geração “leite com pera” atual – ou seja, a famosa geração mimimi – de jovens ricos e mimados. Numa festa durante um furacão (que já demonstra a empatia dessa turminha), o grupo decide começar uma brincadeira que sai terrivelmente errada e os faz lutar por suas vidas.

05 | Hatching

Essa produção finlandesa era uma das grandes promessas do terror 2022, em especial para os especialistas mais hardcore do gênero, que não se atêm ao cinema de Hollywood. Pelo contrário, há quem diga que o verdadeiro terror é produzido fora do circuitão dos grandes estúdios. Não podemos discordar muito. Aqui, neste badalado body horror, uma jovem descobre um estranho e curioso ovo. Ela decide chocá-lo. Ao mesmo tempo, o processo começa a afetá-la, em especial no relacionamento em família e com a rigorosa matriarca.

04 | You Won’t be Alone

Tido como A Bruxa (2015) de 2022, esse terror traz a sueca Noomi Rapace como protagonista. Falado inteiramente no idioma macedônico, a narrativa se passa numa aldeia campestre isolada no Século XIX, onde uma jovem é sequestrada e depois transformada em bruxa por entidades sobrenaturais e antigas. O filme igualmente fez seu debute no badalado festival de Sundance deste ano.

03 | X – A Marca da Morte

Os dois itens acima podem até ser filmes mais obscuros e pouco falados por grande parte dos fãs – mas nem por isso menos interessantes, e que sim, você deve procurar. Mas em terceira posição temos um dos longas de terror mais comentados do início de 2022. E que fez tanto sucesso que já tirou do papel uma prequel – com lançamento ainda para este ano. Na trama deste surpreendente terror, uma equipe de filmagem começa a rodar um filme pornô numa fazenda durante a década de 1970. Pense em Boogie Nights, se o filme de PTA investisse no horror. É então que as coisas começam a sair rapidamente e violentamente dos trilhos, para uma revelação totalmente WTF.

02 | Pânico

O quinto Pânico (Scream) realizou um feito que nem mesmo o saudoso Wes Craven havia conseguido em sua última investida em um filme da franquia com Pânico 4: dar início a uma nova trilogia. Pânico 4 era planejado como um reinício, mas sua bilheteria não atingiu o esperado. Onze anos depois e sem Craven, os diretores de Casamento Sangrento (2019) obtiveram êxito em introduzir um novo elenco que herdou a franquia e a apresentou para toda uma nova geração. Tanto que a dupla já foi confirmada na sequência imediata, Pânico 6.

01 | Noites Brutais (Barbarian)

Recém-lançado nos cinemas americanos, Barbarian vem arrancando elogios dos especialistas a torto e a direito, conseguindo inclusive destronar X – A Marca da Morte e Pânico, dois dos filmes mais badalados do gênero em 2022. De fato, não faltam elogios rasgados a esta produção, que conta com uma campanha de marketing genial, mostrando o público assistindo ao filme no cinema com câmeras de visão noturna, e ficando completamente estarrecido com as inúmeras reviravoltas que a história traz. De fato, este é um dos pontos mais enaltecidos desta trama sobre uma jovem que chega em uma casa alugada de Airbnb e descobre que no local já existe um locatário. Queremos para ontem.

Bônus: O Predador: A Caçada

Tudo bem, aqui trapaceamos um pouco. O mais recente exemplar da franquia O Predador já é um dos maiores sucessos de 2022, e nem sequer passou pelos cinemas, sendo lançado diretamente no streaming Star+. Muitos podem argumentar que ele não é propriamente um filme de terror, embora o originalzão lá de 1987 seja descrito como parte deste gênero. Se formos pensar por esse lado, A Caçada é o filme da franquia que mais se assemelha ao original e por isso guarda sim seus elementos de horror e suspense.

The Watcher

A jovem Maika Monroe marcou seu nome no panteão dos filmes de terror como uma das melhores final girls da década passada, graças ao sucesso de Corrente do Mal (It Follows), criativa analogia para DSTs em forma de obra de horror. Esse ano Monroe emplacou em mais um filme do gênero que caiu no gosto do público e em especial dos críticos. Assim como It Follows, esse é um estilo de produção mais independente e nada comercial. A trama mostra uma mulher começando a desconfiar que seu vizinho no prédio da frente a esteja vigiando, após a mudança para um país estrangeiro.