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Aclamada série do Prime Video é CANCELADA após uma temporada

Segundo o The Hollywood Reporter, o Prime Video cancelou a aclamada série ‘As We See It’, criada por Jason Katims (‘Friday Night Lights’, ‘Parenthood’).

Mais informações não foram reveladas.

Inspirada na série israelense Amor no Espectro, “a trama acompanha três colegas de quarto de vinte e poucos anos com autismo. Jack, Harrison e Violet, lutam para conseguir e manter empregos, fazer novas amizades e se apaixonar. Com ajuda de suas famílias e amigos, eles irão tentar alcançar os seus objetivos pessoais rumo à independência e aceitação em um mundo que os ilude”.

Relembre o trailer:

A primeira e única temporada contou com oito episódios.

Rick GlassmanAlbert RuteckiSue Ann PienSosie BaconChris PangJoe MantegnaVella LovellTal Anderson e Alyssa Jirrels.

“Socorro”: Regina Duarte critica ‘Cinderela’ e internautas a acusam de HOMOFOBIA

Em 2021, o Prime Video lançou uma nova adaptação musical do clássico Cinderela, estrelada por Camila Cabello.

A reimaginação, inclusive, trouxe Billy Porter no papel da Fada Madrinha. Mais de um ano depois, a produção chamou a atenção de celebridades preconceituosas e conservadoras que criticaram o longa-metragem pelo fato de Porter tê-la interpretado.

Os comentários começaram quando o ator Carlos Vereza publicou um vídeo dizendo que a escalação de Porter como a Fada Madrinha é uma contínua tentativa de Hollywood em “destruir a sexualidade das crianças”. Não demorou muito para que outra atriz conservadora e bolsonarista, Regina Duarte, compartilhasse o vídeo e nutrisse do mesmo sentimento que o ex-colega da Globo.

Duarte fez a postagem em suas redes sociais e escreveu: “socorro, pais e mães. Tios e tias, avós, , parentes em geral, amigos de verdade da infância brasileira: Cinderela da Disney [sic] ameaça valores de nossas crianças!”.

Em outra postagem, Duarte escreveu: “obrigado pelo alerta, Vereza! Você está certíssimo. Precisamos protejer (sic) as nossas crianças”.

Não demorou muito para que os internautas se posicionassem contra os comentários da ex-atriz, acusando-a de homofobia.

Confira:

Cinderela é um clássico que todos conhecemos e amamos, mas desta vez com um toque moderno e único e estrelado pela sensacional Camila Cabello e um elenco de estrelas. O produtor James Corden e a equipe de filmagem pegaram este amado conto de fadas e o reformularam com uma perspectiva nova e empoderada que vai ressoar com o público e famílias em todo o mundo. Não poderíamos estar mais animados com os nossos clientes globais para cantar e dançar junto com a reimaginação do diretor Kay Cannon desta história clássica”, disse Jennifer Salke, chefe do Amazon Studios.

Crítica | ‘Cinderela’ desperdiça um talentoso elenco com releitura esquecível e sem identidade

Cinderela é uma nova e ousada abordagem musical da história tradicional com a qual o público cresceu. Nossa heroína (Cabello) é uma jovem ambiciosa cujos sonhos são maiores do que o mundo permite, mas com a ajuda de seu Fab G (Porter) ela é capaz de perseverar e realizar seus sonhos.

Escrita para as telas e dirigida por Kay Cannon, com covers de canções escritas por alguns dos artistas musicais mais vendidos de todos os tempos, ‘Cinderela‘ tem um elenco de estrelas que inclui Idina Menzel, Minnie Driver, Nicholas Galitzine, com Billy Porter e Pierce Brosnan.

Os produtores são James Corden, Leo Pearlman, Jonathan Kadin e Shannon McIntosh.

Insider aponta que Bruna Marquezine terá papel-chave em ‘Besouro Azul’; Saiba mais!

‘Besouro Azul’ já se tornou um dos filmes da DC mais aguardados no Brasil, principalmente por ter confirmado a icônica atriz Bruna Marquezine no elenco.

Agora, segundo o insider @ViewerAnon, Marquezine realmente terá um papel de destaque no longa-metragem. As informações indicam que ela será filha de Ted Kord, segunda pessoa a vestir o manto do herói titular nos quadrinhos, além de interpretar o interesse romântico de Jaime Reyes (Xolo Maridueña).

Segundo o Undercover Audience, a Warner Bros. realizou recentemente a primeira exibição-teste do longa-metragem.

Como essas exibições são privadas e confidenciais, encare a descrição como um rumor.

Atualização do TestScreening:

– Todo o elenco faz um trabalho incrível! Especialmente Xolo Mariduena & Belissa Escobedo, que interpreta a irmã de Xolo.
– O público adorou a dinâmica familiar doce e cheia de comédia da ‘família Reyes’.
– Quase 30% do filme é em espanhol com legendas.
Susan Sarandon arrasa no papel de vilã como Victoria Kord.
George Lopez como Tio Rudy e Adriana Barraza como a Vovó tem muitas cenas cômicas ótimas, que foram adoradas.

Veredito: O público amou totalmente o primeiro super-herói latino da DC.

Marquezine falou recentemente sobre a sua experiência no filme. A atriz disse para a revista Quem que o longa exigiu muito dela, até pela atriz ter tido que atuar em uma língua que não estava acostumada a falar.

“Foi uma experiência que exigiu muito de mim em aspectos que, até então, eu nunca tinha vivenciado. O fato de interpretar em uma outra língua é um grande desafio, porque eu sinto em português”, contou Bruna.

A atriz admitiu que foi muito bom sentir um “frio na barriga” diferente, após ter uma carreira consolidada no Brasil. Disse que fazer Besouro Azul foi uma experiência “emotiva” e “desafiadora“, pois ela se viu mais “solitária” no set, como geralmente não vinha ficando.

“Foi muito bom me sentir, de novo, tão vulnerável, insegura, e sentir tanto frio na barriga. Sempre sinto frio na barriga, mas dessa vez eu estava definitivamente num lugar… E muito mais solitária também, então foi uma experiência muito emotiva e desafiadora, mas muito bonita. Foi muito bom poder sentir tudo isso”, conclui.

Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.

Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.

Belissa Escobedo, Harvey Guillén e Raoul Max Trujillo estão confirmados no elenco principal.

Angel Manuel Soto (Charm City Kings) dirige, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).

O filme estreia em 16 de Agosto de 2023.

Oi? Fãs criam abaixo-assinado pedindo que ‘Halloween Ends’ seja REFEITO

Lançado na semana passada, o terror ‘Halloween Ends‘ dividiu a opinião dos fãs da franquia ao apresentar uma despedida completamente diferente do que os espectadores estavam esperando.

Alguns fãs ficaram tão revoltados que criaram uma petição para que a Blumhouse altere o final do filme e refilme as cenas.

“‘Halloween Ends’ NÃO foi o filme que os fãs queriam,” argumenta o texto da campanha. “Essa foi uma história de origem do Corey. Nós merecemos um filme digno do Michael Myers e do legado da franquia. Nós amamos essa saga e essa conclusão nos deixou de coração partido, zangados e desapontados. O filme nos mostrou um Michael Myers fraco e patético que precisava de sua máscara para sobreviver. Esse não é o nosso Michael Myers! Nosso assassino é forte, incansável e uma força da natureza.”

Com meta de 10 mil assinaturas, a petição já acumula quase 8 mil apoiadores.

O filme recebeu elogios de John Carpenter.

Como muitos fãs sabem, o longa do cineasta moldou o tom para o subgênero slasher, com seu filme focando principalmente no vilão imortal Michael Myers, enquanto ele persegue a babá Laurie Strode na noite de Halloween.

Strode, que é um ponto central na nova trilogia, é vivida por Jamie Lee Curtis – de quem Carpenter é um grande fã.

Enquanto conversava com o MovieMaker, Carpenter elogiou os ‘riscos’ em ‘Halloween Ends‘ e a extraordinária atuação de Curtis, dizendo:

“Foi muito bom! Eu gostei bastante. É bem diferente [dos outros filmes da franquia]. Gostei dos riscos assumidos na trama. Jamie [Lee Curtis] está simplesmente extraordinária. Ela é simplesmente maravilhosa e estou muito orgulhoso dela.”

“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.” 

‘007 – Sem Tempo para Morrer’: Ed Sheeran revela que quase cantou a música-tema do filme

Em entrevista ao That Peter Crouch Podcast, o cantor e compositor vencedor do Grammy Ed Sheeran revelou que quase escreveu e performou a música-tema do recente 007 – Sem Tempo para Morrer’.

“Eu fiquei muito perto de fazer uma”, Sheeran explicou. “Eles mudaram os diretores, mudaram os roteiros e foi isso. Mas tínhamos feito todas as reuniões. Eu tinha começado a escrever”.

Ele continua: “você tem que – eventualmente, como um cantor inglês – querer fazer uma música [para a franquia James] Bond. Não vou fingir que não doeu não fazer. Se eles voltarem, eu direi: ‘sim, sim, é claro'”.

A canção-tema do mais recente filme da saga de espionagem foi performada por Billie Eilish, que também ficou responsável pela composição ao lado do irmão, Finneas O’Connell. Com crítica positivas, “No Time To Die”, como a música ficou intitulada, garantiu à dupla inúmeros prêmios, incluindo um Grammy, um Globo de Ouro e um Oscar.

Relembre o trailer do filme abaixo:

Sucesso entre os críticos (84% de aprovação no Rotten Tomatoes) e nos cinemas, o longa arrecadou US$ 774 milhões mundialmente – tornando-se a segunda MAIOR bilheteria do ano para uma produção hollywoodiana.

Dwayne Johnson defendeu firmemente que ‘Adão Negro’ ganhasse um filme SOLO

Adão Negro, adaptação estrelada por Dwayne Johnson, finalmente chegou aos cinemas de todo o mundo depois de 15 anos em desenvolvimento.

Durante a promoção do longa-metragem, o ator revelou que a história de origem do personagem titular inicialmente fazia parte de um filme combinado com Shazam!’, estrelado por Zachary Levi – seguindo os passos dos quadrinhos originais, mas, na visão de Johnson, uma investida contraproducente.

Em entrevista à Vanity Fair, Johnson revelou que defendeu firmemente que Adão Negro tivesse sua própria história de origem, separada de Shazam (motivo pelo qual o projeto foi adiado).

“Quando o primeiro rascunho do filme chegou a nós, era uma combinação de Adão Negro e Shazam!’: duas histórias de origem em um filme… Aquele era o objetivo – então não foi uma surpresa. Eu só sabia no meu íntimo: ‘não podemos fazer este filme assim. Estaríamos fazendo um desserviço incrível ao Adão Negro’. Teria sido bom para Shazam ter duas histórias de origem convergindo em um filme, mas não é bom para o Adão Negro, ele disse.

Johnson continua: “fiz uma ligação… E disse: ‘tenho que compartilhar o que penso aqui. É bem impopular…’. Porque todos pensaram: ‘ei, o roteiro é ótimo, vamos fazer este filme’. E eu disse: ‘eu realmente acho que vocês deveriam fazer Shazam!’, fazer um filme por conta própria no tom que quiserem. E acho que devemos separar [Adão Negro]”.

No Rotten Tomatoes, o filme amargou apenas 45% de aprovação, com nota 5.20/10 baseada em 139 reviews até o momento. Os especialistas elogiaram o as cenas de ação, mas criticaram o ritmo, o roteiro e até mesmo alguns efeitos especiais.

Confira os principais comentários:

“Os efeitos são falsos e sem peso, mesmo para esse tipo de coisa, e os riscos são inexistentes” – The Playlist.

Dwayne Johnson e o diretor Jaume Collet-Serra tentam oferecer uma grande teoria unificada da DC, misturando tropos de filmes familiares com um protagonista que mata pessoas diretamente. O resultado às vezes é uma bagunça, mas, no geral, é divertido” – Empire.

“Não há um único personagem aqui que não pareça uma fotocópia barata de Gotham ou do MCU” – indieWire.

“É divertido e nunca chato, mas também é sábio ao se mover rápido o suficiente para distrair os espectadores das perguntas que levanta” – United Press International.

“[O filme] é repleto de personagens não desenvolvidos e um número excessivo de cenas de ação repetitivas, a ponto de seu debate incompleto sobre o que significa ser um herói se perder em todo o barulho” – IGN Movies.

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Artigo | No clima de Dia das Bruxas, ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ é a escolha perfeita para você assistir

O Mundo Sombrio de Sabrina definitivamente veio para abalar nossas estruturas. Afastando-se de modo considerável da série original, uma espécie de sitcom tragicômica fantástica, a nova investida da Netflix não apenas nos presenteia com uma perspectiva mais sombria e macabra, como também se respalda em vários elementos nostálgicos que homenageiam a protagonizada por Melissa Joan Hart. É fato dizer que a primeira temporada tornou-se bem controversa, principalmente por tratar sem qualquer tipo de tabu várias questões complexas, incluindo machismo, racismo e doutrinações religiosas. Ademais, a diversão e as inocentes alfinetadas são divertidíssimas e complementam atuações e diálogos bastante envolventes.

A profundidade do show já se inicia com a abertura à la anos 1960, retomando as HQs clássicas de Roberto Aguirre-Sacasa, que também fica responsável pela própria adaptação. O retorno às tramas de terror já nos é entregue nesses dois minutos de introdução antes da verdadeira narrativa ganhar forma, sem pressa alguma em relação à ocorrência dos eventos. Como já dito nas primeiras impressões, o início pode parecer um tanto coreografado demais; entretanto, a atitude é compreensível, visto que precisamos entender e mergulhar de cabeça no cosmos de Greendale e em todos os seus mistérios mais ocultos. 

Sabrina Spellman (Kiernan Shipka em uma deliciosa rendição ao mesmo tempo amargurada e delicada) está prestes a fazer dezesseis anos e deve decidir entre permanecer em sua vida mundana ou entregar-se ao Lorde das Trevas e assinar seu livro, juntando-se ao clã de bruxas e trilhando o caminho de seu pai, ex-sumo sacerdote da Igreja da Noite. Porém, por ser mestiça e constante alvo de injúrias, ela renuncia e não renuncia a seus poderes, recusando-se a ceder às pressões dos que vivem à sua volta e utilizando seu livre-arbítrio, ainda que passe a ter inúmeros inimigos, incluindo a presença obscura e nada acolhedora do Padre Blackwood (Richard Coyle) e das Irmãs Sinistras conhecidas como Prudence (Tati Gabrielle), Agatha (Adeline Rudolph) e Dorcas (Abigail Cowen). 

Uma das maiores conquistas da série é sua estruturação. Além de desenvolver um grandioso arco para cada um de seus personagens, alguns núcleos fecham-se em si próprios e partem da construção de Sabrina – A Aprendiz de Feiticeira’. Em outras palavras, é possível entender a história de um capítulo sozinho, mas deve-se acompanhar desde o início para ter uma visão mais ampla. Aguirre-Sacasa, em colaboração com uma aplaudível equipe criativa, não se equivale de subtramas clichês, buscando sempre pela originalidade e pelo choque. Não é surpresa, pois, que Mundo Sombrio’ seja explícito e tangencie o gore, com sequências explícitas de morte e de tortura. A discrição cênica é abandonada pelas “leis” do terror, incluindo cenas de possessão demoníaca, encontro com o próprio Satã e lutas com demônios tão horríveis quanto a própria natureza humana.

A narrativa também preza pelo sentimentalismo teatral, mas não se valendo do melodrama desnecessário. Os personagens têm problemas pessoais que são obrigados a enfrentar ao longo das jornadas: Sabrina, por exemplo, cresce sem o apoio dos pais e tem a vida moldada pela presença de suas tias, Zelda (Miranda Otto) e Hilda (Lucy Davis), as quais mantêm segredos acerca de seu nascimento e seu batismo. A partir disso, ela lida com o luto de forma diferente, recriando características de sua família dos sonhos a parti da menção que outras pessoas fazem. Sua personalidade altruísta muitas vezes é contestada pelos membros do coven, e admirada em segredo pela Zelda, cuja performance se entrega de corpo e alma a uma das personas mais encantadoras da série (sem trocadilhos). 

Cada um dos protagonistas e coadjuvantes, por mais que lute para viver uma vida normal dentro de suas concepções próprias, vê-se em um ciclo compulsório de enfrentar seus maiores medos e colocar à prova o que realmente acreditam. A única exceção, talvez, insurja na figura da Srta. Wardell (Michelle Gomez), a encarnação de Lilith que em momento algum deixa de dar ponto sem nó. A mãe de todos os demônios aproxima-se da heroína fingindo ajudá-la, mas arquitetando provações mortais para aproximá-la do Lorde das Trevas e deixá-la pronta para ser abraçada pelo próprio Satã. Gomez e Otto são as que mais dividem os holofotes, deixando-se levar por encenações teatrais dramáticas propositalmente floreadas e extremamente envolventes.

Ainda que seja, no geral, uma ótima iteração, ela apresenta alguns excessos. Hilda e Ambrose (Chance Perdomo) vêm como os escapes tragicômicos que suavizam a tenebrosa atmosfera, mas poderiam ser melhores utilizados; por vezes, ambos são esquecidos em prol da continuidade cênica da arquitrama, desvalorizando-os sem qualquer motivo aparente. Além disso, alguns diálogos soam falsos e autoexplicativos demais, mesmo que não tirem o peso dramático da obra. 

As inúmeras referências, também mencionadas no texto anterior, permeiam constantemente o show. As mais sutis residem em valorizar a importância do julgamento de Salem para a ambiência histórica e política tão defendida pela comunidade bruxa, enquanto as mais óbvias expandem-se para as referências fotográficas e artísticas de O Exorcista’, A Bruxa’ e outros clássicos do suspense psicológico. Em uma determinada cena, Aguirre-Sacasa faz questão de estampar na cara do público suas aspirações e sua tentativa de conexão com o máximo de fãs do gênero possível.

O Mundo Sombrio de Sabrina parece não ter o reconhecimento que merece – o que não faz o menor sentido. Apesar dos deslizes cometidos nas temporadas futuras, a série da Netflix consagra-se como uma das mais sólidas de seu catálogo, permeada por escolhas narrativas e imagéticas de tirar o fôlego e um espectro nostálgico que nos arrebata desde os primeiros minutos até o agridoce adeus.

Ranking | Do pior ao melhor álbum de Taylor Swift – incluindo ‘Midnights’

Taylor Swift decidiu se tornar uma cantora e compositora de grande sucesso ainda em 2004, quando tinha apenas quinze anos. Mal sabia ela que, dois anos mais tarde, com o lançamento de seu álbum de estreia epônimo, daria origem a uma das carreiras de maior sucesso da atualidade.

Oito produções e centenas de prêmios mais tarde, Swift quebrou diversos recordes, tornou-se a primeira artista da história a levar para casa duas estatuetas do Grammy por Álbum do Ano e, em pleno 2020, alcançou sua maturidade lírica e fonográfica com a impecável produção de Folklore.

Para celebrar sua discografia recheada de ótimas incursões musicais e algumas pérolas da esfera mainstream, fizemos um breve ranking de todos os seus álbuns, incluindo o recente ‘Midnights’, que saiu hoje, 21 de outubro.

Confira:

8. REPUTATION (2017)

Taylor Swift sabe como vender e criar músicas que serão consumidas por milhões de fãs. Porém, ‘Reputation simplesmente não consegue fazer jus ao que ela já nos apresentou, funcionando mais como um projeto descartado que algo que realmente queria fazer – e, mesmo se quisesse ter se apresentado de um jeito novo, poderia ter encontrado meios muito melhores para isso.” – Thiago Nolla

7. SPEAK NOW (2010)

O terceiro álbum de Taylor Swift foi lançado há uma década e, apesar de sua produção bastante competente, parece ser uma continuação reciclada do impecável Fearless. Entregando nada menos que seis singles promocionaisSpeak Now pode não ter sido um estouro na temporada de premiações, mas tornou-se o favoritinho do circuito do American Music Awards e um dos mais relembrados pelos fãs.

6. LOVER (2019)

“Aqui, Swift volta a brincar com conceitos evolutivos dentro de seu arco profissional, reinventando a si mesma sem perder suas raízes. Não é surpresa que, como mencionado no parágrafo acima, ela traga para o fim desta década aclamadas produções predecessoras em um estilo que não apenas encantará sua legião de fãs, mas também os apreciadores da boa música. Claro que, de cara, as dezoito longas faixas podem assustar os ouvintes; porém, faz-se necessário dizer que, com exceção de algumas construções repetitivas e monótonas, a cantora investe em uma permissiva fluidez sonora que dialoga com os obstáculos que enfrentou neste ano – incluindo a iminente, mas não concreta, perda de seus outros álbuns. E com certeza tais complicações influenciaram no resultado final (para o melhor, devo dizer).” – T.N.

5. TAYLOR SWIFT (2006)

O álbum de estreia da princesa do country foi bastante elogiado pela crítica especializada à época de seu lançamento, principalmente pelo conteúdo lírico e pela habilidade musical de uma artista tão jovem quanto Swift. Contendo os clássicos “Tim McGraw”“Teardrops on My Guitar” ao longo de onze faixas sólidas o suficiente para colocá-la no topo do mundo, Taylor Swift foi um pontapé inicial forte o suficiente para mostrar que a performer estava mais do que pronta para dominar o mundo.

5. MIDNIGHTS (2022)

“Não posso tirar mérito, entretanto, de referências inesperadas que aparecem no álbum. O art rock, mesmo não esquadrinhado em sua totalidade, é fruto de emulações que provém de atos como Triumvirat e Wallenstein, seja na confecção das vibrantes notas, seja na amálgama entre o sintetizador, a guitarra, o baixo e a bateria; já a universalização conceitual permite que Swift mantenha-se fiel ao que fazia desde sua estreia no cenário fonográfico – que é conquistar o público pelo que sabe fazer de melhor: enredar coisas comuns a todos nós” – T.N.

4. FEARLESS (2008)

Dois anos após sua estreia na indústria fonográfica, Taylor Swift resolveu investir em sua independência artística e mergulho de cabeça na produção musical. Dessa forma, aliou-se a Nathan Chapman para dar vida a Fearless, um dos álbuns de country mais aclamados de todos os tempos que trouxe singles como “Fifteen”“You Belong with Me”“Love Story” e levou para casa duas estatuetas do Grammy Awards – incluindo sua primeira de Álbum do Ano.

3. 1989 (2014)

“‘1989 parece ter ciência de sua estrutura e, mesmo começando de forma morna, cresce ao longo de suas cinco primeiras faixas. Desde o dançante e minimalista Blank Space”, que explode em um épico refrão recheado de fusões do electro e do dance-pop, até All You Had To Do Was Stay”, uma irreverente iteração que permite a insurgência de um convidativo cosmos, Swift explora a si mesma ao máximo e não se cansa, nem nos cansa. Style” também aparece como uma brincadeira estilística declarativa entre “James Dean daydream look in your eyes”, cuja proposital rima é bastante lúdica, mas é Out of the Woods” que nos rouba a atenção por estruturar-se em um propositalmente ultrarromântico tour-de-force.” – T.N.

2. RED (2012)

Swift começou a transitar entre os gêneros musicais com Red, uma das melhores e mais coesas entradas de sua discografia. Lançado em 2013, a versatilidade da artista começa a aflorar em um country-pop que incorporava diversas outras inflexões e premeditava seu amadurecimento, culminando com o supracitado 1989. Retomando sua parceria com Max MartinShellback, Swift parou o mundo com uma épica produção sonora, incluindo a evocativa “All Too Well”.

1. FOLKLORE (2020)

“Swift foge do escapismo e, ao mesmo tempo, retorna a ele: as impalpáveis texturas que delineia se distanciam de um teatralismo exacerbado, acompanhando de perto uma “humanização” que, mais que nunca, faz-se necessária. “Cardigan”, o carro-chefe do álbum, é uma crítica quase sociológica e hierárquica, guiada pelas notas lo-fi do piano que, numa rápida busca pela discografia da artista, quase nunca foi usado. De fato, Taylor sempre teve em mente construções mercadológicas, essencialmente voltadas para a compra em massa. Folklore renega tudo o que ela já foi e o que é, mas não a deixa de lado por completo, escolhendo mostrar um lado visto com brevidade em incursões menos conhecidas. “The Last Great American Dynasty”, por exemplo, permanece dentro da mesma imagética instrumental, mas volta-se para uma trama um pouco mais dinâmica; “Exile” é um dueto inesperado que une as vozes de Swift com a grave epopeia Bon Iver, criando um cenário belamente conflitante e emocionante.” – T.N.

“Hold Me Closer”, colaboração de Elton John e Britney Spears, ganha novo remix; Ouça!

Os lendários artistas Elton JohnBritney Spears lançaram hoje, 21 de outubro, um remix oficial da colaboração “Hold Me Closer”.

A nova versão foi produzida pelo Purple Disco Machine.

Ouça:

A colaboração alcançou o 1º lugar do iTunes em diversos países, incluindo os Estados Unidos e a Inglaterra.

Nas redes sociais, Spears celebrou o lançamento da música, escrevendo: “OK… Minha primeira música em seis anos! É muito legal que eu estou cantando com um dos homens mais clássicos do nosso tempo… Elton John! Estou nas nuvens… É algo gigante para mim! Estou meditando mais e aprendendo que meu espaço é valioso e precioso”.

Como já mencionado, o último álbum de Britney foi lançado em 2016. Intitulado Glory, a produção foi bem recebida pelo público e pela crítica e rendeu os singles “Make Me”“Slumber Party”. John, por sua vez, lançou um disco colaborativo em 2021, intitulado The Lockdown Sessions, que contou com o single “Cold Heart (PNAU remix)” com Dua Lipa.

Taylor Swift lança clipe oficial de “Anti-Hero”, single do álbum ‘Midnights’; Confira!

A icônica cantora e compositora Taylor Swift acabou de lançar o videoclipe oficial de “Anti-Hero”single oficial de seu aguardado 10º álbum de estúdio, Midnights.

Vale lembrar que o compilado de originais também foi lançado hoje, 21 de outubro, e contará com outros clipes.

Confira:

Relembre a tracklist oficial:

1. Lavender Haze
2. Maroon
3. Anti-Hero
4. Snow on the Beach, feat. Lana Del Rey
5. You’re on Your Own, Kid
6. Midnight Rain
7. Question…?
8. Vigilante Shit
9. Bejeweled
10. Labyrinth
11. Karma
12. Sweet Nothing
13. Mastermind

Taylor Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 11 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo três Álbuns do Ano por Fearless, 1989e Folklore.

Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns Fearless‘Red’, ambos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.

Adão Negro

(Black Adam)

 

Elenco:

Dwayne JohnsonAdão Negro
Sarah Shahi
Pierce Brosnan
Aldis Hodge
Noah Centineo
Marwan Kenzari

Direção: Jaume Collet-Serra

Gênero: Ação

Duração: 124 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 20 de Outubro de 2022

Sinopse: 

Quase cinco mil anos após ter ganho poderes incríveis dos deuses egípcios, Adão Negro foi aprisionado. Agora, ele é libertado de sua tumba e está pronto para desencadear sua forma peculiar de justiça no mundo moderno. 

Crítica em Vídeo: 

Entrevistas: 

Críticas: 

Crítica | ‘Adão Negro’ é um Filme Cansativo e Enrolado, Mas Bem Feito…

Crítica 3 | Adão Negro – Filme da DC com The Rock é a mistura PERFEITA de aventura e pura diversão

Curiosidades: 

» Recentemente, o diretor Jaume Collet-Serra prometeu que o título vai revolucionar os filmes de super-heróis. Durante uma entrevista para a Total Film (via Games Radar), o cineasta disse que: “‘Adão Negro‘ é um divisor de águas no universo da DC Comics, e vai ser uma revolução na forma como fazemos um filme de super-heróis. Eu gosto de ser desafiado e eu queria criar uma nova tecnologia, por isso desenvolvemos a maneira como o personagem se move, como ele voa, até mesmo seu figurino será algo inovador. E então isso se espalhou para todos os outros personagens e para o filme em si. Mas o objetivo sempre foi esse: ser inovador e único tanto na narrativa como na maneira como faríamos o filme.”

» O filme se passa no mesmo universo de ‘Shazam!‘;

» Dwayne Johnson vive o personagem-título;

» O longa é baseado nos quadrinhos homônimos do anti-herói, que faz parte do catálogo da DC Comics;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica 3 | Adão Negro – Filme da DC com The Rock é a mistura PERFEITA de aventura e pura diversão

Poucas pessoas em Hollywood precisaram brigar tanto por um filme do que The Rock e seu xodó, Adão Negro. Ele foi anunciado para o papel do vilão/ anti-herói lá em 2007, há nada menos que 15 anos, e desde então conviveu com uma série de adiamentos e ameaças de cancelamento. Mas ele não se deu por vencido e seguiu atrás de seu sonho de levar seu personagem favorito para as telonas. O projeto foi anunciado há tanto tempo que, na época em que foi escalado para viver Teth-Adam, o ator ainda tinha cabelo. Pois bem, após tantos perrengues, o arquirrival do Shazam! enfim chega aos cinemas nesta quinta-feira (20) em uma aventura à moda antiga que promete mudar os rumos do Universo DC.

A história gira em torno de Teth-Adam (The Rock) um escravo de Khandaq, a primeira nação governada por homens na Terra, que sofre uma ameaça de morte do líder, mas acaba sendo escolhido o primeiro campeão do Mago Shazam (Djimon Hounsou). Assim, ele herda seus poderes dos deuses egípcios. O vigor de Shu; o voo superveloz de Hórus; a força de Amon; a sabedoria de Zehuti; o poder de Aton e a coragem de Mehen. Então, quando ele grita “Shazam!”, se torna um deus praticamente invencível. Tomado pela magia, ele busca vingança contra quem o escravizou, mas acaba sendo trancado em uma tumba por mais de cinco mil anos.

No presente, enquanto buscava uma coroa forjada por demônios no passado, a revolucionária Adrianna (Sarah Shahi) se vê em uma situação de risco e acaba invocando o Adão Negro como tentativa de se salvar. O campeão de Khandaq desperta, o que liga um alerta para que Amanda Waller (Viola Davis) aja rápido ao tentar evitar que essa ameaça em potencial destrua o mundo. Sem vilões para chamar seu Esquadrão Suicida e sem verba da Warner para convocar a Liga da Justiça, ela apela para a Sociedade da Justiça, que é formada pelo Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Ciclone (Quintessa Swindell) e o Esmaga-Átomo (Noah Centineo), para trazer o Adão Negro como prisioneiro.

Os destaques desse elenco de coadjuvantes é a dupla Senhor Destino e Gavião Negro. Apesar do roteiro ser bem simplão, mais focado em criar momentos de ação do que desenvolver personagens, os atores que dão vida a esses dois personagens roubam a cena. A outra metade do grupo está no filme mais para marcar presença e ficar flertando. Eles também deveriam trazer um diferencial no visual, já que a Ciclone cria ciclones coloridos e o Esmaga-Átomo cresce até uns seis metros de altura. Infelizmente, o uso de seus poderes acaba ficando estranho em tela por conta da computação gráfica e do uso “pragmático” dessas habilidades. Em certos momentos, as cenas da dupla parecem ter saído de um videogame. Não que comprometa a história, mas fica um pouco frustrante dado o potencial desses dois.

Por outro lado, o uso dos poderes do mago Senhor Destino é absurdo. Os roteiristas e o diretor exploraram suas habilidades das formas mais criativas possíveis, fazendo valer cada segundo do personagem em tela. É tão bom que deixa um gostinho de “quero mais”. E a atuação de Pierce Brosnan por baixo do capacete místico é tão competente, que ele consegue transmitir uma segurança quase irritante de um herói que é capaz de prever o futuro e mascara seus medos e incertezas com a serenidade de um ancião que sabe tudo o que está fazendo.

Ele convence demais como o personagem e poderia facilmente segurar um filme ou uma série solo, ao melhor estilo Pacificador, no HBO Max.

O roteiro, como disse anteriormente, é bem simples e raso. Ele sabe que está construindo um blockbuster, um famoso FILMÃO PIPOCA, e foca em criar momentos de diversão e ação mirabolantes. Para situar o Adão Negro no presente, ele adota uma estratégia bem similar a de Shazam! (2019). Na ocasião, Billy Batson (Asher Angel) aprende a ser um herói com os conselhos e testes de seu irmão adotivo, o nerdão Freddy Freeman (Jack Dylan Grazer). Em Adão Negro, Thet-Adam recebe dicas do aspirante à revolucionário, Amon (Bohdi Sabongui), cujo sobrenome não é revelado, mas sabe-se que é filho da Adrianna.

Apesar de não dizer o sobrenome do menino, a relação sensacional que ele desenvolve com o Adão Negro, funcionando quase como um guia para os heróis DC dos dias atuais, dá a entender que ele futuramente possa ser revelado como Amon Tomaz, o Osiris. Nos quadrinhos, ele é um jovem que faz parte da Família Marvel Negra e ganha parte dos poderes do Adão Negro, virando também um super, assim como o protagonista do longa de 2019 fez com seus irmãos adotivos.

A interação entre esses dois é bastante divertida e traz um caminhão de referências e easter eggs do Universo DC, sendo os principais relacionados ao Superman, personagem que The Rock já disse amar e estar doidinho para enfrentar no futuro. Com esse desejo público há algum tempo, o filme brinca bastante com isso e coloca o famoso ‘S’ no caminho do protagonista algumas vezes.

Mas o grande destaque do longa é mesmo seu protagonista. The Rock sobra em cena e carrega o filme nas costas. O ator é mestre em fazer filmes nos quais seu protagonismo parece ser maior do que a própria história, e aqui não é diferente. Ele corresponde exatamente àquilo que se espera do The Rock vivendo uma criatura superpoderosa.

Ele é poderoso, implacável e assombrado por fantasmas do passado que o perseguem há cinco mil anos. E ao mesmo tempo em que ele se recusa a ser um herói, ele também não se encaixa como vilão. É apenas uma pessoa falha, como qualquer outra, que ganhou habilidades que permitiram a ele se vingar de todos que ameacem a soberania de Khandaq. É um guerreiro do povo que fará de tudo e matará todos aqueles que ameaçarem a liberdade de seu povo, impedindo que mais gente passe pelos horrores da escravidão, aos quais ele foi submetido em sua vida sem poderes.

Essas questões de soberania e o conceito do heroísmo chegam a ser levantadas no longa, mas nunca desenvolvidas. Nesse ponto, o roteiro poderia ter trabalhado um pouquinho mais. Afinal, é uma temática muito forte e promissora, ainda mais com o viés revolucionário dos coadjuvantes.

Além do roteiro fraquinho, que segue a estrutura de Shazam!, mas com menos alma, a direção de Jaume Collet-Serra, que em vários momentos tenta replicar a estética dos filmes do Zack Snyder, também é pouco inspirada e “fora do tempo”. A impressão que dá é que certas cenas foram gravadas seguindo um estilo bem parecido com os longas de 2008. É como se Adão Negro fosse um filme de 2008 (ano que deveria ter sido originalmente lançado) estreando em 2022. E o CGI de alguns momentos realmente não ajuda. O vilão também é bastante apático, mas cumpre seu papel de mostrar que o protagonista é um anti-herói, não apenas um malfeitor.

Sobre a introdução do Adão Negro no DCU, o próprio filme já dá indícios dos rumos que a DC seguirá daqui para frente. E com a participação de The Rock nos bastidores, com ele ganhando bastante influência por trás das câmeras, um monte de novos heróis e vilões clássicos devem ganhar uma chance nas telonas, além de resgatar personagens que muitos davam como acabados nos cinemas. É muito interessante o que futuro parece guardar para essa nova Era DC.

Com um protagonista ridiculamente carismático, muita pancadaria e piadas que acertam em cheio o público de filmes com super-heróis, Adão Negro é a mistura perfeita de aventura e pura diversão. Um filmão pipoca que não tem vergonha ser assim, e que passará nas sessões vespertinas em alguns anos, arrancando risadas e alguns suspiros a cada exibição.

Ah sim, o filme tem apenas uma cena pós-créditos. E acreditem: vale muito a pena esperar por ela.

Adão Negro estreia exclusivamente nos cinemas amanhã, dia 20 de outubro de 2022.

Rir Para Não Chorar

 

Elenco:

Rafael Cortez
Fafy Siqueira
Mariana Xavier

 

Direção: Cibele Amaral

Gênero: Comédia

Duração: 100 min.

Distribuidora: Elo Company

Orçamento: R$ 3 milhões

Estreia: 20 de Outubro de 2022

Sinopse: 

Um comediante de sucesso entra em crise depois que sua mãe morre. Ele se percebe fortemente apegado e dependente afetivamente dela. Acaba se convencendo de que não é mais engraçado e que uma “nuvem de tristeza” lhe persegue. Faz de tudo para tentar recuperar sua comicidade perdida: acupuntura, biodança, constelação familiar, hipnose e tudo isso ajuda, mas não resolve. Seu estado é patético e, por isso mesmo, as situações são hilárias. Já quase sem esperanças, Flávio procura uma terapia de choque comum psicólogo/psiquiatra alemão muito radical. Com a ajudado médico, entende que precisa amadurecer e resgatar sua criança interior que está sozinha e assustada.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Cibele Amaral também assina o roteiro ao lado de Erik de Castro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ ganha imagem detalhando o novo uniforme da heroína

A Hasbro divulgou o seu colecionável da linha Marvel Legends que traz o visual completa da nova Pantera Negra em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘.

Confira:

As primeiras projeções indicam que o filme terá uma abertura GRANDIOSA nas bilheterias dos EUA.

A análise atual de bilheteria é que a sequência arrecadará PELO MENOS US$ 175 milhões em seu fim de semana de estreia (11 a 13 de novembro) só nos EUA. Essas projeções estão sendo vistas como conservadoras, já que a Marvel Studios e a Disney ainda não começaram o grande esforço promocional e de marketing do filme.

O filme original estreou com US$ 202 milhões nos EUA em fevereiro de 2018, quebrando recordes. Ele acabou acabou faturando US$ 1,34 bilhão em todo o mundo, e transformou T’Challa de Chadwick Boseman – e o reino de Wakanda – em alguns dos maiores marcos do Universo Cinematográfico da Marvel.

Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ deve terminar a corrida nas bilheterias domésticas com um valor estimado entre US$ 445 milhões e US$ 590 milhões.

Já o original encerrou seu período em exibição com US$ 700 milhões.

Ainda assim, a sequência pode ser mais rentável que os últimos títulos lançados pela Marvel, como ‘Shang-Chi‘ (US$ 224,5 milhões), ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$ 411,3 milhões) e ‘Thor: Amor e Trovão‘ (US$ 343,2 milhões).

Lembrando que os valores entre parênteses referem-se às bilheterias dos EUA.

Dirigido por Ryan Coogler, ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ estreia em 10 de novembro e conta com Letitia Wright, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira, Tenoch Huerta e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Crítica Netflix | A Escola do Bem e do Mal: Fantasia de Paul Feig é cheia de clichês cafonas, mas pode agradar os fãs de contos de fadas

Do clássico “beijo do amor verdadeiro” ao dualismo moral absoluto, A Escola do Bem e do Mal é um genuíno reciclado de clichês de contos de fadas. Como uma colcha de retalhos, o novo original da Netflix é um emaranhado de recortes de algumas das mais clássicas histórias dos Irmãos Grimm, passando pelas infindáveis releituras desenvolvidas por Walt Disney e a Disney Animation entre as décadas de 40 e 70. Adaptado a partir da obra homônima de Soman Chainani, a fantasia de Paul Feig é uma mistura entre uma montagem performática e uma narrativa pouco inventiva, que reproduz frases de efeito batidas e já replicadas dezenas de vezes em tantos outros longas muito melhores.

Mas o diretor e corroteirista tenta imprimir sua digital na produção, brincando com uma estética colorida e muitas vezes repleta de tons pastéis, à medida em que abusa dos efeitos visuais em todas as cenas possíveis. Mas nem esse aglomerado de informações, disperso em figurinos flamboyant e penteados exagerados e extravagantes, consegue nos distrair do fato de que A Escola do Bem e do Mal é de fato exaustivo – sendo demais até para os padrões de Feig. Com uma trama prolixa e que muitas vezes caminha em círculos, o filme possui uma enorme barriga em seu segundo ato, arrastando o ritmo e repetindo a mesma premissa inicial logo apresentada em seus primeiros minutos.

Com uma história que reúne todo tipo de maneirismo, lição de moral e estereótipo de contos de fadas, o original Netflix não funciona bem como uma homenagem ao gênero de fantasia. Tentando se apoiar na proposta da metalinguagem, a produção se confunde em suas repetições formulaicas – achando que elas são suficientes para compor o roteiro -, perdendo nossa atenção em uma hora de filme, ao final de seu primeiro ato. Mas ainda que A Escola do Bem e do Mal não valha duas horas e meia do seu tempo, existe uma inegável verdade de que Feig pode sim encontrar seu nicho ali na grade de programação da Netflix.

Dinâmico, cheio de cenas teatrais de batalhas um tanto desnecessárias e esteticamente atraente aos olhos, a fantasia pode encantar o público mais novo, ainda que seu elenco formado por Charlize Theron, Kerry Washington e Laurence Fishburne tenha sido escolhido com o alvo na geração millennial. Não exigindo nada da audiência além de muita paciência para quase duas horas e meia de filme, o longa pode despertar a atenção da geração Z, se tornando uma experiência divertida sobre príncipes encantados, briguinhas de ego adolescente e aventuras mirabolantes.

Como uma esquete inacabada e exagerada da amada franquia de Harry Potter, A Escola do Bem e do Mal facilmente se identificará com as audiências mais jovens, atraídas pelo excesso de informação e pela insanidade de subtramas jogadas na tela. Mas se ao menos Feig e David Magee tivessem deixado a trama seguir seu fluxo natural com leveza e mais calma, talvez a fábula da Netflix fosse capaz de furar aquela mesma bolha que J.K. Rowling e Potter conseguiram nos idos dos anos 2000, com a estreia do fascinante A Pedra Filosofal nos cinemas.

‘Cem Anos de Solidão’: Adaptação da Netflix ganha primeiro teaser OFICIAL; Confira!

Netfflix divulgou o primeiro teaser oficial de ‘Cem Anos de Solidão’, adaptação seriada do clássico e aclamado romance homônimo de Gabriel García Márquez.

O vídeo revela o visual de Macondo, cidade fictícia em que a narrativa é ambientada.

A produção ainda não tem data de estreia confirmada.

Confira:

A série é a primeira adaptação audiovisual da obra de Márquez, que é considerado um dos maiores romances da história da literatura e conquistou o Prêmio Nobel em 1982.

Em Cem Anos de Solidão’, um dos maiores clássicos da literatura, o prestigiado autor narra a incrível e triste história dos Buendía – a estirpe de solitários para a qual não será dada “uma segunda oportunidade sobre a terra” e apresenta o maravilhoso universo da fictícia Macondo, onde se passa o romance. É lá que acompanhamos diversas gerações dessa família, assim como a ascensão e a queda do vilarejo. Para além dos artifícios técnicos e das influências literárias que transbordam do livro, ainda vemos em suas páginas o que por muitos é considerado uma autêntica enciclopédia do imaginário, num estilo que consagrou o colombiano como um dos maiores autores do século XX.

Mais informações não foram divulgadas

‘Adão Negro 2’: Dwayne Johnson sugere que Barry Keoghan deva interpretar o Coringa na sequência

Em entrevista ao site Joe, o astro Dwayne Johnson falou sobre a recente estreia de Adão Negro nos cinemas mundiais e sobre sua empolgação para o futuro da DC.

Ainda é cedo para que o longa-metragem ganhe uma continuação, mas isso não impediu o ator de dar uma sugestão interessante para uma possível sequência. Johnson revelou que adoraria ver Barry Keoghan como o icônico vilão Coringa.

“Vou dizer isso para que fique registrado: Barry Keoghan é um amigo meu e eu acho o Coringa dele fenomenal. Eu sei o tanto de trabalho que ele realmente colocou lá, então estou realmente ansioso para ver mais desse cara! Seja na franquia do Batman ou… Ei, você nunca sabe, em Adão Negro, ele disse.

E você? O que acharia de Keoghan na sequência?

Adão Negro deve abrir com US$60 milhões nas bilheterias estadunidenses, não enfrentando competição de ‘Halloween Ends’ (que dominou as bilheterias da última semana).

O principal obstáculo é a comédia romântica Ingresso para o Paraíso, estrelada por Julia RobertsGeorge Clooney, que deve arrecadar mais US$15 milhões.

O filme está sendo exibido em 4350 salas de cinema na América do Norte, mas ainda não se sabe quanto terá arrecadação. Previsões apontam, entretanto, que a produção não deve superar os números de ‘Batman’, que saiu em março deste ano e faturou US$770 milhões mundialmente.

No Rotten Tomatoes, o filme amargou apenas 45% de aprovação, com nota 5.20/10 baseada em 139 reviews até o momento. Os especialistas elogiaram o as cenas de ação, mas criticaram o ritmo, o roteiro e até mesmo alguns efeitos especiais.

Confira os principais comentários:

“Os efeitos são falsos e sem peso, mesmo para esse tipo de coisa, e os riscos são inexistentes” – The Playlist.

Dwayne Johnson e o diretor Jaume Collet-Serra tentam oferecer uma grande teoria unificada da DC, misturando tropos de filmes familiares com um protagonista que mata pessoas diretamente. O resultado às vezes é uma bagunça, mas, no geral, é divertido” – Empire.

“Não há um único personagem aqui que não pareça uma fotocópia barata de Gotham ou do MCU” – indieWire.

“É divertido e nunca chato, mas também é sábio ao se mover rápido o suficiente para distrair os espectadores das perguntas que levanta” – United Press International.

“[O filme] é repleto de personagens não desenvolvidos e um número excessivo de cenas de ação repetitivas, a ponto de seu debate incompleto sobre o que significa ser um herói se perder em todo o barulho” – IGN Movies.

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Tom Hanks é ‘O PIOR Vizinho do Mundo’ no fofo trailer da comédia dramática

remake do clássico filme sueco A Man Called Otto, estrelado por Tom Hanks, ganhou trailer e título nacional.

O Pior Vizinho do Mundo‘ estreia dia 5 de Janeiro de 2023 no Brasil.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa-metragem foi adquirido pela Sony Pictures pelo altíssimo valor de US$60 milhões.

A produção é baseado no aclamado romance ‘A Man Called Ove’, de Frederik Backman, e acompanha o personagem titular, um irritável e extremamente estrito viúvo que investiga e julga as atividades que se desenrolam em seu bairro. Um homem isolado, profundo e solitário que ainda lida com o luto de perder a esposa, a vida tem sido injusta com Otto. Entretanto, ele acaba criando uma amizade inesperada com seus novos vizinhos, o que permite que ele cresça e se cura. Entretanto, velhos hábitos são difíceis de serem mudados – e sua jornada será bastante árdua.

Marc Foster (‘Finding Neverland’) fica responsável pela direção do longa, enquanto David Magee (‘As Aventuras de Pi’) está sendo considerado para assinar a adaptação.

Rachel KellerManuel Garcia-RulfoMariana Treviño também fazem parte do elenco.

Novo filme de FANTASIA da Netflix com Charlize Theron está dividindo opiniões dos assinantes; Confira as reações!

A Netflix apostou alto na adaptação ‘A Escola do Bem e do Mal‘ (The School for Good and Evil) e trouxe um elenco de peso para o filme de fantasia.

Sophia Anne Caruso (‘Evil’) e Sofia Wylie (‘High School Musical: O Musical: A Série’) são as protagonistas Sophie e Agatha – estudantes da escola titular onde jovens são treinados para se tornarem personagens de contos de fadas.

Kerry Washington e Charlize Theron estrelam como a Professora Dovey e a Lady Lesso, respectivamente. Cate Blanchett é a narradora, enquanto Michelle Yeoh vive a professora Emma Anemone.

Apesar do grandioso elenco e da superprodução, o filme dividiu opiniões dos assinantes. No Twitter, algumas pessoas adoraram a adaptação, enquanto outras reclamaram do roteiro.

Confira as reações:

Crítica Netflix | A Escola do Bem e do Mal: Fantasia de Paul Feig é cheia de clichês cafonas, mas pode agradar os fãs de contos de fadas

O filme recebeu 38% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Segundo o consenso geral, “o elenco é um espetáculo e os visuais são deslumbrantes, mas uma narrativa profundamente derivada cria buracos narrativos”.

Confira a sinopse e o trailer:

No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias. Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são. Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas. 

Com roteiro de David Magee (‘As Aventuras de Pi’) e Laura Solon (‘A Última Ressaca do Ano‘), a trama adapta a saga de romances assinada por Soman Chainani e Alice Klesck.

Paul Feig (‘Uma Segunda Chance para Amar’) é responsável pela direção.

SCHOOL FOR GOOD AND EVIL

‘Os Winchesters’: Spin-off de ‘Supernatural’ estreia na HBO Max!

A série ‘Os Winchesters‘, spin-off de ‘Supernatural‘, chegou no catálogo da HBO Max Brasil.

A produção estreou no último dia 20 de outubro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer legendado:

A série será narrada por Jensen Ackles, reprisando seu papel como Dean. O show irá explorar as aventuras de seus pais, John e Mary, décadas antes dos eventos da série original.

Robbie Thompson é responsável pelo roteiro, além de também servir como produtor executivo. Nida Khurshid e Jojo Fleites completam o elenco. Jensen Ackles retornará como narrador da produção.

“Mary (Meg Donnelly) tem 19 anos e tem lutado contra forças sobrenaturais desde que era criança. Após perder alguém próximo a ela, a caçadora considera sair do negócio da família – até que seu pai desaparece e a chegada do novato John (Drake Rodger) a força a liderar uma nova equipe. John voltou recentemente do Vietnã. Altruísta, ele encontra uma nova missão ao retornar para casa, onde traços o passado do seu pai o levam até uma organização secreta e uma guerra completamente nova como um caçador.”