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Crítica | Nightsiren – Bruxaria e o Feminino são Temas de TERROR Eslovaco estilo ‘A Bruxa’

Filme visto no Festival do Rio 2022.

Ter um filme selecionado para um importante festival de cinema internacional é o tipo de selo que faz com que uma produção se destaque em um universo de milhares de títulos de outros países todos os anos. Quando um filme é selecionado para dois importantes festivais, então, isso significa que esta produção realmente tem algo de diferencial que merece a atenção do público, seja de onde for. É assim que o longa eslovaco ‘Nightsiren’ chegou ao Festival do Rio esse ano, após ser exibido também pelo Festival de Locarno.

Quando criança, Šarlota e sua irmã mais nova, Tamara, viviam em uma cabana na floresta com a mãe e o pai, que era abusivo com a mãe. Certo dia, chateada com um acontecimento e determinada a fugir de casa, Šarlota sai, com Tamara em seu encalço, mas algo acontece que faz com que Tamara se desequilibre e caia de um penhasco. Confusa, desolada e, acima de tudo, determinada, Šarlota segue adiante, retornando ao vilarejo anos depois, já adulta, num instinto de procurar o que teria acontecido com sua irmã. De volta ao seu local de origem, Šarlota (Natalia Germani) terá que enfrentar os costumes enraizados da população e reencontrar amizades deixadas no passado.

Com quase duas horas de duração, a extensão desse filme talvez jogue contra a acepção de ‘Nightsiren’. A primeira sequência do longa traz essa cena do passado da protagonista, e, em seguida, já a temos de volta ao vilarejo de origem; daí em diante, o roteiro de Barbora Namerova e Tereza Nvotová passa a reconstruir a vida de Šarlota como um quebra-cabeças que ela mesma desconhece, dificultando um pouco a vida do espectador, por mais de metade do longa nos fazendo nos perguntar o por quê do gênero terror. Mas então, quando a coisa toda começa de fato a acontecer, entendemos que o mote de Nightsirense vale da realidade das mulheres e do feminino em si como argumento para a construção do clima de suspense crescente que passa a apertar a vida dessa protagonista enquanto ela tenta transitar por entre o vilarejo machista, misógino, ultrarreligioso e preconceituoso que não tolera a liberdade e a individualidade feminina em nenhuma época.

Para tal, a diretora Tereza Nvotová parte do drama cotidiano de uma jovem em busca das raízes de seu passado para transformar o conflito de ideologias o principal catalisador das tragédias em seu longa. De um cenário mais aberto e luminoso na primeira metade para uma segunda parte sombria e mística – que nos leva de volta a histórias como as vistas em ‘A Bruxa’, ‘Midsommar’ e semelhantes – Tereza Nvotová demonstra, com a simplicidade de seu filme, que o pior terror na vida de uma mulher é ser uma mulher em uma sociedade conservadora.

Com belas cenas de bruxaria, misticismo e um clima de thriller cozido a banho maria, ‘Nightsiren’ confirma a expectativa criada por sua passagem em festivais de cinema, trazendo ao público uma história esteticamente impactante e visceral. É o cinema de terror e suspense das montanhas europeias comprovando, mais uma vez, que tem muito a oferecer ao imaginário dos fãs do gênero.

James Gunn comemora participação de Kevin Bacon em Especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia’

Após a divulgação do empolgante trailer do Especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia‘, o cineasta James Gunn, que agora é chefe da DC, comemorou em sua conta no Twitter a participação do seu ídolo Kevin Bacon na nova produção da Marvel.

“Quando eu disse que o especial teria o meu novo personagem favorito do MCU, esse personagem favorito é Kevin Bacon, disse o diretor no post.

Confira:

Veja também o novo trailer divulgado pela Marvel:

De acordo com o cineasta, a produção vai surpreender muito o público, pois será algo que nunca foi visto na Marvel até agora:

“É diferente de tudo que alguém já viu antes. Mal posso esperar para que as pessoas assistam. E será lançada muito em breve. Você sabe, está previsto para estrear neste Natal.”

O terceiro filme comandado por James Gunn ainda está em fase de produção, mas aparentemente será surpreendente para todos os fãs. O diretor disse em uma entrevista que o longa será diferente de tudo que já foi visto.

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ estreia no dia 23 de maio de 2023 nos cinemas.

James Cameron critica imaturidade dos personagens de Marvel e DC: “Parece que todos estão na faculdade”

James Cameron, conhecido cineasta de ‘Titanic‘ e do ainda inédito ‘Avatar: O Caminho da Água‘, critica completamente a forma em como a Marvel Studios e a DC desenvolve os seus personagens, criticando especialmente a falta de maturidade de cada um deles.

“Quando eu olho para esses grandes e espetaculares filmes – nesse caso, Marvel e DC – não importa a idade dos personagens, todos agem como se estivessem na faculdade. Eles têm relacionamentos, mas na verdade não têm. Eles nunca penduram suas esporas por causa de seus filhos. As coisas que realmente nos castigam e nos dão poder, amor e um propósito? Esses personagens não experimentam isso, e acho que essa não é a maneira de fazer filmes”, falou Cameron ao The New York Times.

Que continuou: “Zoe (Saldaña) e Sam (Worthington) agora interpretam pais, quinze anos depois, em Avatar: O Caminho da Água. No primeiro filme, o personagem de Sam essencialmente muda o curso da história como resultado de um quase suicida salto de fé. Enquanto isso, a personagem de Zoe também faz um salto perigoso e assume que haverá algumas folhas grandes e bonitas lá embaixo que podem amortecer a queda. Mas, quando você tem filhos, não pensa assim”.

“Então, para mim, como pai de cinco filhos, estou dizendo: ‘O que acontece quando esses personagens amadurecem e percebem que têm uma responsabilidade fora de sua própria sobrevivência?’”, conclui.

E você, concorda com ele e acha que seus filmes que trazem essa abordagem?

Crítica | Lilo, Lilo, Crocodilo – Um filme leve e divertido para curtir com a família

É claro que a grande aposta dessa curiosa produção, que mistura live-action com CGI, é o crocodilo Lilo, este que é dublado pela estrela pop canadense Shawn Mendes, no entanto, o que salta logo aos olhos quando entra em ação é o sempre ótimo Javier Bardem (‘007 ‑ Operação Skyfall’), que está se divertindo em cena.

Com um bigode engraçado de vassoura que rivaliza com Hercule Poirot, protagonista das histórias de Agatha Christie, o ator leva a produção basicamente nas costas, como um artista fracassado e exagerado chamado Hector Valent, onde ele ri, faz piruetas e todo tipo de humor físico circense.

Para além disso, este ‘Lilo, Lilo, Crocodilo‘ é no máximo um filme honesto para o que se propõe ser – que pega carona em produções como ‘As Aventuras de Paddington‘. Tomando como base os livros ilustrados de Bernard Waber, o longa começa quando o tal Hector encontra o bebê crocodilo Lilo em uma loja de animais em Nova York, e de maneira muito fofa e engraçada, o pequeno réptil canta e dança na sua gaiola.

O showman então percebe que Lilo tem talento e ver a chance de fazer apresentações musicais, treinando o bichinho com alguns números especiais – feitos por Benj Pasek e Justin Pau, dupla criativa de ‘La La Land: Cantando Estações‘. O crocodilo canta com uma belíssima voz que é muito suave, o que acaba sendo um comportamento oposto à sua espécie, sempre temida. Contudo, algo que incomoda é justamente o fato de Lilo nunca falar durante a aventura, ainda que encante com suas tiradas desajeitadas.

Mas, afinal, qual é o grande desafio ou dilema que traz essa história? Simplesmente, o fato de Lilo morrer de medo de subir no palco e se apresentar em público. E quando o bichinho fracassa, após desistir por medo, Hector, que está super endividado, abandona o crocodilo sozinho em casa e parte em um voo solitário durante à noite, covardemente.

Bardem imprime ali toda falha moral de seu personagem, que mesmo sendo extravagante e quase um palhaço em seu comportamento, denota um drama interno em sua constante busca pelo sucesso. O sujeito acredita que um dia a sorte vai surgir para ele. Ou seja, é um personagem capaz de divertir, mas também de tocar o público emocionalmente.

Após essa espécie de introdução, a família Primm, junto ao pequeno Josh (Winslow Fegley), se muda para a antiga casa de Hector. No lugar, eles tomam um susto ao dar de cara com o crocodilo tomando banho e cantando, com a mãe e o pai de Josh horrorizados. Porém, com o caminhar da trama, como esperado, todos aprendem várias lições com Lilo, e Josh cria uma forte amizade com o bichinho. Algo que segue bem, até Hector reaparecer…

Uma história bem lugar comum e um tanto genérica, mas que, no fim das contas, deve funcionar bem para o seu público alvo. Brett Gelman, de ‘Stranger Things‘, também está ótimo como o vizinho mala, o vilão Sr. Grumps, defensor de regras chatas e que detesta crianças. No entanto, se espera algo diferente e fora da curva, artisticamente falando, como aconteceu com ‘Tico e Teco: Defensores da Lei‘, deve se decepcionar com o título comandado por Josh Gordon, cineasta que ainda não possui nenhum grande trabalho no currículo. Seria uma mera coincidência?

10 Filmes com REFLEXÕES importantes sobre o mundo atual

Muitos cineastas gostam de trazer com suas obras buscas por reflexões sobre paralelos com o que acontece do lado de cá da telona. Seja sobre sentimentos, causas sociais, conflitos que nunca terminam, preconceito, geopolítica, imigração, muitos filmes chegam todo o ano nos fazendo refletir sobre o planeta atual em que vivemos. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista bem legal com 10 filmes com reflexões importantes sobre o mundo atual:

 

Castelo de Terra

Em Castelo de Terra, conhecemos Oriane Descout e Marreco, um casal que se conheceu quando a primeira chegou ao Brasil e logo se apaixonaram não só amorosamente mas também dentro da mesma linha de raciocínio de viverem uma vida autossustentável com ações sociais simples mas que impactam a todos que buscam fugir da loucura capitalista do mundo de fora. As dificuldades são imensas, ao longo dos anos, vamos vendo todas as tentativas que fazem. Na terra dos outros, sem saber se vão conseguir ficar ali à longo prazo, a mudança de pensamento (ou dúvidas) sobre a questão do coletivo, as várias tentativas de implementação desse sonho, o caminho é árduo e cheio de obstáculos.

 

Visão de uma Borboleta

Exibido na edição desse ano da Mostra Um Certo Olhar em Cannes, um dos filmes mais impactantes da edição 2022 do Festival do Rio de cinema, o longa-metragem ucraniano dirigido por Maksym Nakonechnyi, Visão de uma Borboleta, nos mostra a história de uma mulher que sofreu como prisioneira de guerra durante meses e luta para se readaptar ao convívio do noivo e da família. Um recorte impressionante sobre os horrores de uma guerra, assunto mais do que atual, já que o longa aborda as tensas relações em uma região no extremo leste da Ucrânia e sudoeste da Rússia.

 

O Paraíso deve ser Aqui

Na trama, somos testemunhas oculares dos passeios observadores de um homem (Elia Suleiman) e sua busca por respostas sobre o quão diferente ou não pode ser o mundo e suas tendências. É um pouco viagem às vezes, é sim! Mas fruto de uma tentativa clara e objetiva a todo instante de ser original e esse mérito são para poucos no cinema mundial contemporâneo. O filme foi o Indicado da Palestina ao Oscar, na categoria melhor filme estrangeiro, além de ter sido indicado à Palma de Ouro em Cannes.

 

Aos Nossos Filhos

Na trama, conhecemos Vera (Marieta Severo), uma mulher recém divorciada que comanda uma ONG. Ela é mãe de Tânia (Laura Castro), uma mulher na casa dos 40 anos, casada Vanessa (Marta Nobrega) que tem o sonho de ter um filho com a companheira. Vera sofreu traumas enormes durante a ditadura, principalmente no período em que esteve presa. Ela não tem um bom relacionamento com a filha. Essa última passa por uma fase muito difícil, estudando para concurso e tendo que lidar com os conflitos no seu relacionamento, muitos desses provocados pelas tentativas de gravidez. Essas duas estradas acabam entrando em choques as levando para um caminho de questões que precisam serem debatidas.

 

Marte Um

Exibido no Festival de Sundance e no Festival de Gramado desse ano, Marte Um, ambientado nos últimos meses do último ano eleitoral (2018), conta a história de uma família que mora na periferia de uma grande cidade mineira. Tem o pai, Wellinton (Carlos Francisco), que é porteiro em um luxuoso condomínio e enfrenta com muita firmeza seus tempos de sobriedade após problemas com a bebida. Temos a mãe, Tércia (Rejane Faria) super alegre e dançante que após uma pegadinha traumática começa a ter sua rotina acompanhada por medos e aflições. Temos a filha mais velha, Eunice (Camilla Damião), uma jovem estudiosa que faz direito na Universidade Federal e está começando um relacionamento com outra jovem e tem o desejo de se mudar mas ainda não tem coragem de contar aos pais. Temos o filho mais novo, Deivid (Cícero Lucas) um jovem sonhador que gosta de futebol e adora astronomia passando horas consumindo esse conteúdo pela internet. Assim, vamos acompanhando a história de uma família batalhadora, que encontra suas respostas entre erros e acertos, na esperança e no refletir.

 

Medida Provisória

Uma distopia que diz muito sobre nossa sociedade. Baseado na peça Namíbia, Não!, de Aldri Anunciação, o longa-metragem que marca a estreia de Lázaro Ramos na direção, Medida Provisória, é um dos mais impactantes projetos cinematográficos dos últimos anos. Metendo o dedo em feridas de uma sociedade que enxerga o preconceito mas faz pouco para que ocorra mudanças, o projeto debate sobre as questões sociais, econômicas, políticas de um país que vive em constante condições de extrema opressão e desespero. De maneira muito inteligente, vemos dentro de uma distopia muito do que enxergamos pela janela todos os dias.

 

The Humans

Na trama, acompanhamos a reunião de uma família para comemorar o dia de ação de graças no novo apartamento duplex do casal Brigid (Beanie Feldstein) e Richard (Steven Yeun) no centro de Manhattan. Novo porque eles estão a pouco tempo lá, porque o local está precisando de vários concertos, com fiações expostas e outros problemas. Assim conhecemos Erik (Richard Jenkins), um esforçado pai de família que recentemente cometeu um grave erro no seu trabalho, Deirdre (Jayne Houdyshell) a mãe que passa por frustrações e tem um relacionamento complicado com sua filha Brigid, Aimee (Amy Schumer) uma mulher buscando recomeços em várias partes de sua vida. Tem também Momo (June Squibb) a vovó que a família cuida. Ao longo de uma noite fria, intensa e cheia de situações que beiram ao inexplicáveis, vamos percorrendo à curta lembrança de todas essas gerações que se chocam refletindo sobre a vida uns dos outros.

 

Colmeia

Vencedor de três importantes prêmios do prestigiado Festival de Sundance em 2021, A Colmeia nos mostra a trajetória de Fahrije (Yllka Gashi) uma mulher guerreira e batalhadora que está com o marido desaparecido por conta da guerra. Ela, precisando ter dinheiro para sobreviver junto aos filhos e o sogro que mora com ela, resolve empreender com a ajuda de outras mulheres. Fato esse que gera uma enxurrada de preconceitos e até mesmo assédio de vários tipos, principalmente dos homens da região.

 

Tantas Almas

Na trama, conhecemos José, um homem que sustenta sua família faz anos através da pesca em uma região litorânea na Colômbia. Certo dia, após voltar de uma longa pesca de noite, descobre que integrantes de uma força paramilitar mataram seus dois filhos e os jogaram no rio. Reunindo forças de onde não tem José resolve ir atrás dos corpos dos dois filhos em um perigoso trajeto.

 

Medo

Quando cansamos de sentir medo nossa existência faz mais sentido. Exibido na Mostra de SP em 2021, o longa-metragem Búlgaro, Medo, (Strah, no original), explora a natureza humana e suas relações girando em torno do tema sempre em pauta na Europa: a imigração. Escrito e dirigido por Ivaylo Hristov, o projeto expõe pontos de vistas, metendo o dedo na ferida sobre um assunto diretamente ligado aos direitos humanos. Há também espaço para reflexões sobre a solidão e um combate constante e intimista sobre o medo.

‘A Casa do Dragão’: 2ª temporada fará mais ALTERAÇÕES na história

Em entrevista ao Variety, o showrunner Ryan Condal revelou que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ deve continuar explorando e surpreendendo os espectadores em sua adaptação do livro de George R.R. Martin.

O realizador afirma que a fonte narrativa apresenta espaço para interpretações diferentes, que irão pegar os leitores da obra desprevenidos – como no final da primeira temporada.

“O que nos fascina nessa trama, em um nível narrativo, é mostrar quão confusa e pouco confiável a história pode ser. Quero dizer, esse é um livro escrito por um autor tentando filtrar os acontecimentos através da perspectiva de três outros autores, com seus próprios pontos de vista. Há realmente uma história oficial? Não. Há algumas coisas que acontecem, que são bem documentadas e reais, mas há outras que cabem a interpretação. Não sabemos exatamente o que aconteceu.”

Ele completa, “Nossa história está tentando preencher essas lacunas na história, então haverá algumas mudança na série, que não acontecem exatamente no livro. Há vários exemplos disso na primeira temporada, onde você vê as consequências, mas também descobre como elas realmente aconteceram.”

Todos os episódios da 1ª temporada já está disponíveis na HBO Max!

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Agora vai! James Gunn será o novo chefão da DC Studios

Segundo The Hollywood Reporter, o sempre excelente cineasta James Gunn foi anunciado nesta terça-feira (25) como um dos presidentes do DC Studios, área responsável pelas adaptações dos quadrinhos da editora em filmes, séries e animações.

Gunn que é conhecido por seu trabalho em filmes baseados em gibis como os dois ‘Guardiões da Galáxia‘ e ‘O Esquadrão Suicida‘, vai dividir a liderança da nova subdivisão da Warner Bros. com o produtor Peter Safran.

Ambos dividirão os cargos de presidente e de presidente-executivo, com James Gunn focando mais no lado criativo, enquanto Safran comandará as decisões de negócios e produções.

Vale lembrar que, nas últimas semanas, Gunn e Safran se reuniram em diferentes ocasiões com Michael De Luca, co-presidente da Warner Bros. Pictures. A abertura inicial aconteceu em algum momento do verão norte-americano, simultaneamente às negociações com Dan Lin.

“A DC tem alguns dos mais divertidos, poderosos e icônicos personagens no mundo e estou extasiado por ter os talentos singulares e complementares de James e de Peter se juntando ao nosso time de nível mundial e supervisionando a direção criativa do Universo DC”, afirmou David Zaslav.

Fora o universo principal, que conta atualmente com ‘Adão Negro‘ e os vindouros novos filmes de ‘Aquaman‘, ‘Shazam‘ e ‘Mulher-Maravilha‘, há também os núcleo de ‘Batman‘ comandado por Matt Reeves, e ‘Coringa‘, que voltará a ter um longa solo com ‘Joker: Folie à Deux‘.

Crítica | O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu – Miguel Falabella Leva Seu Musical Brasileiro à DisneyPlus

Miguel Falabella é, sem nenhuma dúvida, o ator mais entusiasta de musicais no Brasil. Há décadas ele vem investindo todos os esforços para popularizar o gênero dentre o público brasileiro, seja estrelando produções, seja colaborando executivamente ou propagandeando as produções de colegas. Essa é sua marca, muito mais do que a comédia, e é louvável o quanto seu entusiasmo proporcionou que centenas de atores mais jovens vissem nesse viés uma abertura para demonstrar seus talentos artísticos. Agora, Falabella leva sua paixão ao streaming, estreando a série ‘O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu’, produção totalmente brasileira que chegou aos assinantes da DisneyPlus.

Renato (Miguel Falabella) é um importantíssimo produtor musical brasileiro. Casado com Marita Bell (Sara Sarres), trabalha com ela na audição de um novo espetáculo, cujas inscrições estão abertas e busca novos talentos brasileiros que saibam cantar, dançar e atuar. Super queridos sob os holofotes, nos bastidores os dois lidam com a crise de o ex de Marita ter se casado com um homem, o que fez com que a imprensa se deliciasse em fofocas sobre os três. Em contrapartida, jovens de todas as partes da cidade de São Paulo veem o anúncio da abertura das audições e, cada um a seu modo – e apesar das dificuldades que cada um tem que enfrentar -, irão deixar de lado as adversidades para, pela primeira vez na vida, realmente correr atrás dos seus sonhos e do tão desejado sucesso.

Dividido em dez episódios com cerca de meia hora de duração cada, a primeira temporada de ‘O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu’ mostra a que veio e entrega literalmente o que se esperava: uma série voltada para o público jovem-adulto de olho no mercado internacional. Na prática, a sensação que o espectador tem é exatamente essa, a de que a série é uma produção brasileira para demonstrar aos executivos da Disney e aos espectadores dos outros países quem são os talentos brasileiros e quais são suas capacidades artísticas. Se por um lado isso é bom individualmente para os artistas, por outro o público encontra uma série cuja história é acelerada, sem se aprofundar, e intercalada por duas ou três canções por episódio cortando os diálogos e cenas.

O desafio do roteiro de Rosana Hermann é apresentar muitos personagens (são mais de dez) em um primeiro episódio/temporada que também tem que introduzir o plot e fazer a história andar. Daí conhecemos que todos os jovens têm um background profundamente dramático, ninguém tem uma vida fácil, e, com tanto drama, fica difícil torcer por alguém, pois é injusto escolher quem tem o drama mais dramático. Com direção de Cininha de Paula, destacam-se Daniel Rangel, que surpreende mostrando saber cantar, e a novidade Bruno Boer, que rouba todas as cenas em que aparece, com carisma e caráter.

Através do mote do desejo de vencer na vida através da arte, ‘O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu’ é uma série juvenil tipo exportação, que estimula a galera a sonhar e a acreditar que é possível vencer pelo esforço e dedicação. Uma espécie de ‘Glee’ brasileiro, mas mais teatral e falado na nossa língua.

‘The Winchesters’: Richard Speight retornará como Loki em spin-off de ‘Supernatural’

O ator Richard Speight Jr. voltará a viver o papel de Loki em ‘The Winchesters‘, spin-off de ‘Supernatural‘.

Segundo o TV Line, Speight vai retornar como elemento chave da produção.

Aliás, o ator também irá dirigir alguns episódios da série. Isso não será novidade para ele, já que ele também dirigiu séries como a própria ‘Supernatural‘ e ‘Lucifer‘, ambas da CW – a última depois foi comprada pela Netflix.

Vale lembrar que, no Brasil, ‘The Winchesters‘ vai estrear no dia 20 de outubro, pela HBO Max.

Confira o trailer legendado:

A série será narrada por Jensen Ackles, reprisando seu papel como Dean. O show irá explorar as aventuras de seus pais, John e Mary, décadas antes dos eventos da série original.

Robbie Thompson é responsável pelo roteiro, além de também servir como produtor executivo. Nida Khurshid e Jojo Fleites completam o elenco. Jensen Ackles retornará como narrador da produção.

“Mary (Meg Donnelly) tem 19 anos e tem lutado contra forças sobrenaturais desde que era criança. Após perder alguém próximo a ela, a caçadora considera sair do negócio da família – até que seu pai desaparece e a chegada do novato John (Drake Rodger) a força a liderar uma nova equipe. John voltou recentemente do Vietnã. Altruísta, ele encontra uma nova missão ao retornar para casa, onde traços o passado do seu pai o levam até uma organização secreta e uma guerra completamente nova como um caçador.”

Crítica | A Cozinha – Johnny Massaro estreia na Direção com Thriller Impactante

Filme assistido no Festival do Rio 2022.

Pelo que temos visto, o caminho cada vez mais natural para os atores brasileiros na última década é, eventualmente, enveredar para o outro lado das lentes: dando pequenas pausas nas atuações para ir para a direção de longas-metragens. Foi assim com Lázaro Ramos, Murilo Benício, Caio Blat e, mais recentemente, com o jovem Johnny Massaro, que, em sua estreia na direção, conseguiu que seu filme tivesse sessões esgotadas no Festival do Rio desse ano, precisando, inclusive, de sessão extra, que também se esgotou. Foi, sem dúvida, um dos filmes mais procurados dessa edição do festival e se justifica: é um filme e tanto!

Miguel (Felipe Haiut) é um artista em crise de ansiedade, sofrendo bloqueio de criatividade e sem saber o que quer e para onde vai na vida. Nessa noite, ele recebe a visita de Letícia (Julia Stockler), com quem teve um relacionamento no passado e que, voluntariamente, pega uma garrafa de vinho e a abre, sem se importar com os protestos de Miguel, que alega estar guardando-a para a visita de um amigo de infância, por quem está esperando. Nesse momento chega Rodrigo (Saulo Arcoverde), que, para a surpresa de Miguel, traz Carla (Catharina Caiado), sua noiva. Com os quatro na cozinha da casa, o clima de tensão é instaurado à medida que a conversa entre eles se desenrola, agradando e desagradando a todos.

Inspirada na peça de teatro homônima de Felipe Haiut, a adaptação cinematográfica, com roteiro do próprio, ganhou exata uma hora de duração. Talvez esses vinte, trinta minutos que faltam fossem exatamente a ambientação da história/personagens no início da trama ao espectador – e não há muito possivelmente porque ‘A Cozinha, como tantos outros filmes, foi concebido e filmado durante a pandemia, o que limita qualquer tipo de expansão.

Se por um lado falta uma introdução, por outro o longa vai direto ao assunto, que é transformar essa cozinha numa espécie de lavanderia da casa, onde literalmente toda a roupa suja é atirada para que os personagens deem conta da lavação a seus modos. Essa grande metáfora é explanada na última cena, quando as letrinhas já estão subindo, reafirmando o quanto o comedouro em ‘A Cozinha’ é onde a sujeira é despejada e limpada – mas não tanto.

Transpondo a pegada teatral para as telonas, a potência do longa reside nas intensas atuações do quarteto, ora uns se sobressaindo, ora outros surpreendendo com reações inesperadas. Também a técnica de direção de Johnny Massaro espanta, demonstrando segurança e eficiência em fazer uso do tamanho do set a seu favor, seja enquadrando objetos para aprimorar a fotografia (desde a primeira cena, com foco no molho de tomate e diálogos ao fundo), seja, a partir da deficiência (a ausência de espaço para locomoção de câmeras/maquinário/equipe), em utilizá-la em favor da película, fechando em close a imagem para, com isso, se valer das atuações o que faltava em espaço físico no set. Johnny demonstra, assim, sólida experiência em seu primeiro longa como diretor.

Do drama ao thriller em poucos minutos, ‘A Cozinha’ é um filme que atropela o espectador com duas importantes viradas de mesa que faz com que o jogo de cadeiras dos quatro personagens seja indefinido até o fim. Faz jus ao burburinho que causou no festival e merece todos os elogios que está recebendo, demonstrando a potência do teatro brasileiro.

Dublador oficial de Joel ficou emocionado em set da série de ‘The Last of Us’: “Não conseguia acreditar”

Troy Baker, ator e dublador oficial do Joel Miller em ‘The Last of Us‘, vai ter um papel (ainda não revelado) na trama da nova série produzida pela HBO. Porém, o artista adiantou um pouco de como foi o seu processo de filmagem no set da série, confessando ter ficado muito emocionado.

“Tive uma conversa maravilhosa com o Pedro [Pascal] que vou guardar até depois da série ir ao ar para que não haja spoilers. Mas posso dizer com certeza que, no meu primeiro dia no set, pude dar uma olhada nos lindos ambientes e tive que me beliscar. Eu não conseguia acreditar que estávamos lá”, disse Troy ao ComicBook.

“Se você voltasse dez anos atrás e me dissesse ‘Esta audição em que você está entrando, para este jogo…você não tem ideia de quão bem sucedida e adorada pelas pessoas ela será. Ah, e você estará no Canadá filmando uma das séries da HBO mais caras que já foram feitas!’, eu nunca teria acreditado em você”, confessa.

Só para se ter ideia da escala que ele relata, cada episódio de ‘The Last of Us‘ tem um orçamento de US$ 10 milhões, ou seja, será mais caro que grandes blockbusters do cinema.

Pedro Pascal e Bella Ramsey estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

O elenco ainda contará com Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Norman Reedus confirma início das gravações de ‘Daryl Dixon’, série derivada de ‘The Walking Dead’

The Walking Dead‘ está chegando ao fim, e faltando apenas um mês para o seu desfecho, o astro Norman Reedus (‘Death Stranding’) confirmou esta semana o início das gravações da série derivada do mesmo universo, ‘Daryl Dixon‘.

O ator que aparece com o visual icônico do Daryl, postou no Instagram uma foto dos bastidores.

Confira logo abaixo:

Reedus também confirma que a série se passará na França, mostrando um lado inexplorado do apocalipse zumbi, como a Europa.

Vale lembrar que ‘The Walking Dead‘ deve ganhar outros spin-offs, como ‘The Walking Dead: Dead City‘, agendado para 2023. A trama acompanha as aventuras de Negan (Jeffrey Dean Morgan) e Maggie (Lauren Cohan).

De acordo com Reedus, a série de Daryl vai ter uma escala grandiosa, e uma fotografia bem diferente da série principal, até pelo cenário onde o show vai se passar.

“Ainda não começamos, mas está ficando real agora. Toda a preparação está acontecendo, Greg está lá fora cobrando todo mundo para ficar em forma agora. Os sets são loucos. Há castelos! É um nível totalmente diferente. A fotografia vai ser insana, o tom, a sensação, o som vai ser diferente. Vai ter uma vibração diferente”, falou o ator.

O derivado que ainda não tem nome acompanhará Daryl em algum local da Europa (possivelmente na França), numa missão após os eventos da série principal, e as filmagens estão previstas para começarem ainda esse ano.

David Zabel servirá como showrunner da série.

‘V/H/S/99’: Terror antológico se torna a MAIOR estreia da história do Shudder

De acordo com o Bloody Disgusting, o terror antológico ‘V/H/S/99‘, que representa o quinto capítulo da franquia, se tornou a MAIOR estreia da história do Shudder, serviço de streaming norte-americano focado em produções do gênero.

Durante os quatro primeiros dias desde o seu lançamento na plataforma, o longa registrou 28% a mais de visualizações do que qualquer outra produção no catálogo do streaming.

O terror ainda soma quase 22% de streamings em VOD no mesmo período, além de ter sido o filme mais assistido na AMC+ durante o final de semana.

Vale lembrar que o sexto capítulo da franquia já foi confirmado! O próximo filme será intitulado ‘V/H/S/85‘, com segmentos comandados pelos diretores David Bruckner (‘Hellraiser’), Scott Derrickson (‘O Telefone Preto’), Gigi Saul Guerrero (‘O Bingo Macabro’), Natasha Kermani (‘Lucky – Uma Mulher de Sorte’) e Mike P. Nelson (‘Pânico na Floresta: A Fundação’).

A produção conta com segmentos dirigidos por Maggie Levin (‘Into the Dark’), Johannes Roberts (‘Medo Profundo’), Flying Lotus (‘Kuso’), Tyler MacIntyre (‘As Garotas da Tragédia’) e Joseph & Vanessa Winter (‘Deadstream’).

Marvel revela trailer NOSTÁLGICO do Especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia’

Um dia após a revelação do trailer de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, a Marvel divulgou, através das suas redes sociais, um novo material do Especial de Natal dos ‘Guardiões da Galáxia‘, a equipe mais amada do MCU.

A produção que faz parte da linha que agora chamam de ‘Apresentações Especiais‘ do Universo Marvel, foi anunciada por Kevin Feige em dezembro de 2020. Então, após dois anos, vamos enfim poder conferir o que James Gunn preparou com essa aventura natalina insana que será lançada no Disney+.

Abaixo você confere o material que, claramente, tem a intenção de trazer um viés mais nostálgico:

De acordo com o cineasta, a produção vai surpreender muito o público, pois será algo que nunca foi visto na Marvel até agora:

“É diferente de tudo que alguém já viu antes. Mal posso esperar para que as pessoas assistam. E será lançada muito em breve. Você sabe, está previsto para estrear neste Natal.”

O terceiro filme comandado por James Gunn ainda está em fase de produção, mas aparentemente será surpreendente para todos os fãs. O diretor disse em uma entrevista que o longa será diferente de tudo que já foi visto.

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ estreia no dia 23 de maio de 2023 nos cinemas.

‘Chainsaw Man’: Anime ganha novo encerramento BRUTAL ao som de muito metal pesado

Chainsaw Man‘ estreou fazendo sucesso e o terceiro episódio do anime entrou nesta terça-feira (25) no Crunchyroll, e agora os fãs já podem conferir o novo encerramento do título, que está mais brutal do que nunca.

O material apresenta visuais incríveis e supercoloridos, referências e muito heavy metal. A música de encerramento, Hawatari Nioku Centi, é interpretada pela banda japonesa Maximum the Hormone.

Abaixo você confere como ficou o resultado:

O artista responsável pelo storyboard, direção, desenho, coloração e fotografia do encerramento, Yuki Kamiya, compartilhou nas suas redes sociais um agradecimento. Confira:

Veja o anúncio de estreia:

Lembrando que os episódios inéditos chegam toda terça-feira, no mesmo horário. A princípio, o título chega apenas legendado, mas o Crunchyroll já adianta que uma dublagem brasileira vem aí.

Na trama, Denji é um adolescente que mora com Pochita, o Demônio da Motosserra. Por conta das dívidas que herdou de seu pai, ele vive na miséria, exterminando outros demônios com Pochita para pagar as contas.

Até que, um dia, Denji é traído e morre. Em seus últimos momentos de consciência, ele firma um contrato com Pochita e renasce como o Homem-Motosserra – um humano com coração de demônio”.

O anime de ‘Chainsaw Man‘ é produzido pelo estúdio MAPPA (Jujutsu Kaisen e Attack on Titan) e tem lançamento previsto para outubro, na Crunchyroll.

‘A Freira 2’: Atriz de ‘As Crônicas de Nárnia’ se junta ao elenco da sequência

De acordo com o Deadline, Anna Popplewell, conhecida por estrelar a franquia ‘As Crônicas de Nárnia‘, entrou para o elenco da sequência ‘A Freira 2‘.

Além dela, Katelyn Rose Downey (‘A Princesa’) também foi confirmada no projeto.

Vale lembrar que o novo filme contará com o retorno de Taissa Farmiga como a Irmã Irene, e Bonnie Aarons como Valak, a freira demoníaca. Storm Reid (‘Euphoria’) também estrelará a produção.

O terror está programado para estrear no dia 7 de setembro de 2023.

Confira a sinopse completa:

“1956 – França. Um padre é assassinado. Um mal está se espalhando. A sequência do sucesso ‘A Freira’ seguirá a Irmã Irene enquanto ela volta a enfrentar, cara a cara, o demônio VALAK – a freira demônio.”

O primeiro filme foi ambientado na România, em 1952, então a sequência se passará quatro anos após os eventos do longa original.

Michael Chaves, de ‘A Maldição da Chorona‘ e ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, será responsável pela direção.

O novo filme foi escrito por Akela Cooper (‘Maligno’).

Vale lembrar que o primeiro filme está disponível na HBO Max!

Maisie Williams, a Arya de ‘Game of Thrones’, confessa que série “derrapou” na reta final

Três anos após o final de ‘Game of Thrones‘, cada vez mais parece que a série não terminou como os fãs e até parte da produção esperavam. O exemplo disso é Maisie Williams, a intérprete da Arya Stark, que também acha que o poderoso show da HBO acabou com episódios finais decepcionantes e nas palavras dela “derrapou”.

“Sabem, eu reassisti a série toda recentemente. Definitivamente, a história derrapou no final, mas começamos muito fortes. Fiquei de coração partido quando o Ned Stark morreu, mesmo sabendo que iria acontecer. Pela primeira vez, me conectei de verdade com uma história”, confessou a atriz durante transmissão ao vivo na Twitch.

Game of Thrones‘ adaptou os livros de George R.R. Martin por oito temporadas para a telinha com produção da HBO. Esse ano, com a chegada do spin-off ‘A Casa do Dragão‘, tivemos o gostinho de como eram os bons tempos de GOT.

Veja mais sobre ‘A Casa do Dragão‘.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Série live-action de ‘Fallout’ tem sua primeira imagem revelada pela Amazon Prime Video

A Amazon Prime Video divulgou nesta terça-feira (25) a imagem oficial da adaptação em live-action de ‘Fallout‘. Ainda que não revele muita coisa, a imagem traz toda estética e vibe pós-apocalíptica que é vista desde sempre nos jogos originais. Além dos clássicos uniformes que aparecem como destaque.

Os detalhes sobre a história ainda não foram revelados, porém, caso o roteiro siga a premissa dos jogos, os personagens precisam enfrentar diversos desafios para sobreviver em uma terra devastada, além de serem ameaçados por criaturas mutantes e animais modificados.

Confira abaixo o material divulgado:

Por trás do show estão Geneva Robertson-Dworet (‘Capitã Marvel’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’), definidos como produtores principais, enquanto Jonathan Nolan (‘Westworld’) cuidará da direção do primeiro episódio.

Criada pela Bethesda, a série ‘Fallout‘ registrou vendas recordes e recebeu dezenas de prêmios de Game of the Year, enquanto seu jogo para celular, ‎‎’Fallout Shelter‘,‎‎ bateu 170 milhões de downloads.‎ O jogo se passa em um cenário pós-apocalíptico no século XXII, mas sua história e arte, foi enormemente influenciada pela paranoia nuclear que atacou os anos 50.

Diretor de ‘Halloween Ends’ diz que confronto entre Laurie e Michael Myers nunca esteve nos planos

Intitulado ‘Halloween Ends‘, o capítulo final da trilogia iniciada em 2018 se tornou bem divisível e recebeu bastante comentários negativos.

Grande parte das críticas é devido ao desvio de atenção aos principais personagens da franquia, Laurie Strode e Michael Myers, considerados aqui-inimigos.

Apesar deles serem parte importante da trama, o filme se concentra na transição de Corey Cunningham em assassino e seu relacionamento com a neta de Laurie.

Por conta disso, alguns fãs ficaram desapontados porque a história não foi encerrada com um grande confronto entre Laurie e Michael.

No entanto, o roteirista e diretor David Gordon Green disse ao Movie Maker que essa ideia nunca foi cogitada.

“Tivemos que decidir como queríamos encerrar a história desses personagens. Sinceramente, nunca consideramos fazer um filme de Laurie e Michael se enfrentando. O conceito de que deveria ser uma briga final nunca passou pela nossa cabeça. Eu queria ver até onde poderíamos ir… Eu queria que um vencesse e o outro morresse. Mas sempre fomos mais ambiciosos com isso, sabe: Fazer o que ninguém além de nós faria: fazer uma história de amor. Para nós, esse foi o final estrondoso que planejamos, abrindo nossos corações para essa comunidade e esses personagens.”

Em vez de focar em um grande confronto entre os ícones da franquia, o destaque é como seus papéis na história da cidade ajudaram no nascimento de um novo tipo de mal. A história é sobre Haddonfield e como sua negligência fez com que o ciclo se repetisse.

O cineasta também revelou que o final do longa quase teve uma referência direta à sequência ‘Halloween III – A Noite das Bruxas‘ – infame por ter apresentado uma história completamente diferente e sem relação com o Michael Myers: “Havia um final que eu escrevi, que nunca chegamos a filmar, que se passa em uma fábrica da Silver Shamrock enquanto ela criava aquelas máscaras da bruxa, esqueleto e abóbora. Então… a fábrica começaria a fabricar máscaras do Michael Myers. No final das contas, senti que a cena era apenas um fan service para os espectadores que conheciam a Silver Shamrock.”

Vale lembrar que ‘Halloween Ends‘ não tem agradado nada o público. Além de um abaixo-assinado pedindo pela refilmagem da produção, o desempenho do longa nas bilheterias também está sendo afetado por conta das reações negativas.

Em seu segundo final de semana em exibição, o longa da Blumhouse sofreu uma queda monstruosa de -80%, arrecadando apenas US$ 8 milhões nos EUA.

Do topo, o terror caiu para a quarta colocação nas bilheterias norte-americanas, sendo superado por ‘Sorria‘ (US$8.4M), que atualmente se encontra em seu quarto final de semana.

E qual foi o motivo dessa queda? Além do filme ter sido lançado simultaneamente no serviço de streaming do Peacock – uma estratégia que já se provou improdutiva para a longevidade dos filmes nas telonas –, o longa também sofreu uma grande rejeição por parte considerável dos espectadores, refletindo uma repercussão majoritariamente negativa.

Nos EUA, ‘Halloween Ends‘ já arrecadou US$ 54.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 82 milhões.

Ao total, a produção soma US$ 82 milhões mundialmente.

 

“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.” 

‘A Ilha’: Joaquin Phoenix e Rooney Mara vão estrelar novo thriller dramático; Saiba mais!

Segundo o Collider, o vencedor do Oscar Joaquin Phoenix e a indicada ao Oscar Rooney Mara foram escalados para estrelar o thriller dramático The Island’ (A Ilha).

Inspirada em eventos reais, a história acompanha um casal estadunidense desiludido com a sociedade dos anos 1930. O casal, então, trocam a civilização por sua própria ilha deserta, onde pretendem construir um paraíso particular e, essencialmente, viver como bem entenderem. Entretanto, quando um milionário aparece na ilha, os segredos dos dois se tornam uma sensação pública, atraindo a atenção de uma Condessa europeia.

O projeto será dirigido e escrito por Pawel Pawlikowski, conhecido por seu trabalho em obras como ‘Ida’‘Guerra Fria’.

As gravações devem começar apenas em 2023, depois que Phoenix terminar as filmagens do vindouro ‘Coringa: Loucura a Dois’, em que co-estrela ao lado de Lady Gaga.

Esta é a primeira vez que Phoenix e Mara trabalharam juntos desde o drama histórico ‘Maria Madalena’, em 2018.

Mais informações não foram reveladas.