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Crítica | Bom dia, Verônica: 2ª temporada se aprofunda em temas sensíveis e suaviza as cenas mais fortes

Sucesso instantâneo em sua estreia na Netflix, a série brasileira Bom dia, Verônica transforma a saga de uma obstinada e incorruptível policial em uma inebriante aventura hollywoodiana. Sua jornada, que em certos momentos traz ares do thriller de ação Atômica, fez de um tema tão complexo e delicado a grande vertente de sua narrativa, usando ainda alguns artifícios do gênero de terror para dimensionar a grandiosidade dos traumas oriundos do abuso sexual e da agressão doméstica. Em sua nova temporada, a produção criada por Raphael Montes vai ainda mais além e faz duras críticas aos líderes religiosos que abusam de sua influência para sustentar suas agendas demoníacas.

Tentando encontrar os verdadeiros chefes daquela máfia que tira proveito de crianças órfãs e mulheres frágeis, Verônica (Tainá Müller) se depara com Matias (Reynaldo Gianecchini) e sua perfeita esposa e delicada filha. Líder de uma seita que mistura o Cristianismo com o Espiritismo, ele é uma versão glamourizada de João de Deus, charlatão que usou sua religião como técnica de persuasão, dissimulação e abusos. E ao longo de seis episódios, testemunhamos a narrativa dessa “irretocável” família se cruzar com os dilemas pessoais e profissionais da própria protagonista, que se vê diante da dura decisão de ter que abrir mão de seus filhos, para tentar salvar tantas outras meninas sem pai e nem mãe.

E à medida que somos confrontados com as duras e às vezes controversas decisões dessa protagonista imperfeita, enxergamos ainda mais de nós em suas lutas. Idealista, mas também durona, ela é a face e a voz de inúmeras sobreviventes de estupro, pedofilia e agressão doméstica. E embora os assuntos abordados sejam ainda mais dolorosos de acompanhar, Montes e sua equipe de roteiristas tomaram a ousada decisão de preservar a sensibilidade existente nesses casos tão traumáticos, sendo mais sutis e sugestivos quando se trata de apontar os diversos crimes denunciados a cada episódio. Abrindo mão da violência mais gráfica que testemunhamos na 1ª temporada, a série original da Netflix assume a responsabilidade de escancarar os fatos, sem precisar de todo aquele grafismo do passado.

Com um elenco exemplar, os novos episódios da produção destacam as poderosas performances de Camila Márdila, Müller, Gianecchini e Klara Castanho, que brilham em tela e nos absorvem em seus dilemas e conflitos. Com atuações mais naturais, os protagonistas nos levam aos seus limites psicoemocionais, nos convidando para uma experiência ainda mais imersiva e dilacerante. Com excelentes confrontos corpo a corpo, os novos episódios sabem dosar bem o suspense e a ação, deixando brecha para pequenas reviravoltas que apimentam ainda mais a narrativa e angustiam nossos sentidos.

Preservando ainda a integridade da atriz Klara Castanho – que surpreende em uma performance sensível e dolorosa de assistir, o novo ciclo ainda reforça sua enorme qualidade técnica de edição e montagem, que nada perde para os padrões de Hollywood. Com o amparo da Netflix, a série mostra a grandiosidade e o potencial da arte desenvolvida em nosso país e reitera a importância de contarmos nossas histórias, com nossa cultura e nosso contexto social para o mundo. Envolvente e com conexões diretas à temporada anterior, Bom dia, Verônica não dá ponto sem nó e caminha com bravura em direção a um futuro promissor, que promete uma explosiva combinação de novas denúncias e casos assombrosos. Agora é torcer para que Verônica finalmente tenha um bom dia com o anúncio da sua 3ª temporada.

Roteirista de ‘Mulher-Hulk’ diz que o ‘Demolidor’ NÃO será sombrio como na Netflix

Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘ trará Matt Murdock (Charlie Cox) vestindo o traje do Demolidor pela primeira vez desde o cancelamento da série da Netflix.

No entanto, quem espera ver o personagem com um tom sombrio como em sua série de TV, pode acabar se decepcionado.

Em entrevista para o The Direct, Jessica Gao, a criadora e roteirista-chefe de ‘Mulher-Hulk, disse que:

“O mais divertido em trazer o Demolidor para o nosso mundo é que as pessoas já viram um Demolidor muito dramático, violento, sombrio e taciturno, e agora poderão ver um lado mais descontraído e carismático. Nós fazemos isso com cada personagem que é introduzido ao MCU, desconstruímos a imagem que ele tem e os deixamos mais adequados ao tom mais leve de ‘Mulher-Hulk’.”

Ela continuou, elogiando a versatilidade de Cox:

“Isso é um desafio para os atores, porque eles já estavam acostumados com o que faziam antes, mas Charlie é tão maravilhoso. Ele é tão disposto a fazer o que quer que seja, e além de um ator tão talentoso, ele é um ser humano gentil.”

Além de compartilharem a profissão de advogados, Jennifer Walters (Tatiana Maslany) e Matt Murdock são grandes amigos nos quadrinhos da Marvel.

E não vai ser diferente na série…

Quando o Demolidor apareceu no trailer da atração, os fãs ficaram animados com seu retorno e agora estão imaginando como o herói vai interagir com a heroína.

Enquanto promovia a série na San Diego Comic-Con, Maslany confirmou a amizade da dupla.

“Quando você assistir a série, verá que [O Demolidor e eu] seremos melhores amigos. Tipo, amigões mesmo”, disse ela (via Comic Book).

Gao também tocou no assunto e deu mais detalhes sobre a relação deles.

“Bem, obviamente, o que Jen tem em comum com Matt Murdock é que ambos são advogados, mas também, de forma única, ambos são advogados que são super-heróis, então eles têm esse segredinho, o que traz à relação deles um senso de confiança mútuo.”

Agora só nos resta aguardar a estreia para descobrir como será a interação entre a dupla.

Lembrando que os episódios estarão disponíveis na Disney+ a partir de 18 de agosto.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Aconteceu! Disney+ ULTRAPASSA Netflix em número de assinantes

Segundo informações divulgadas pelo The Hollywood Reporter, via ComicBook, as plataformas de streamings do grupo Disney (Disney+, Hulu e ESPN+) passaram, pela primeira vez, a Netflix em número de assinantes.

Isto porque os três streamings cresceram bastante no mês de julho, somando 221 millhões de assinantes, em detrimento aos 220,7 milhões da Netflix, que segue em baixa.

Vale destacar que a Disney+, principal streaming do grupo e que abriga os lançamentos mais recentes da Marvel Studios, somou mais 14,4 milhões de assinantes durante o terceiro trimestre do ano, chegando a um total de 152,1 milhões.

Já o Hulu chegou a 46,2 milhões de assinantes no trimestre e o ESPN + atingiu 22,8 milhões. A notícia chega logo após o anúncio da renovação do contrato de Bob Chapek, CEO da Walt Disney Co., por mais 3 anos.

A receita total para o último trimestre também superou as expectativas dos empresários, sendo de R$ 106 bilhões (US$ 21,5 bilhões), acima dos R$ 96 (US$ 19,2 bilhões) do trimestre anterior. Isso sem falar na perda considerável de assinantes que a Netflix tem enfrentado, chegando a ter uma baixa de quase 1 milhão de usuários.

Um dos PIORES FILMES da história estreia na Netflix; Confira as críticas!

Algumas produções que fracassaram no cinema encontram sobrevida na Netflix e fazem o maior sucesso no catálogo. Agora, o streaming tenta impulsionar o filme que foi considerado “um dos PIORES da história” pelos críticos e grande parte do público.

A versão cinematográfica de Cats‘, dirigida por Tom Hooper (‘A Garota Dinamarquesa’) em 2019, já está disponível na Netflix.

O filme recebeu 15% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou apenas US$ 73 milhões, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões – dando um prejuízo estimado de US$ 113 milhões para a Universal. 

Apesar dos nomes de destaque, como Judi Dench, Ian McKellen e Jennifer Hudson, o longa foi considerado uma bomba e seus efeitos visuais ganharam uma sátira no Oscar.

Confira as principais críticas:

Artigo | ‘Cats’, de Tom Hooper, continua como um dos piores filmes da história do cinema

“Há algo de mágico no simples fato de esse filme existir, com toda a sua maravilha obscena e absurda, suas terríveis escolhas de produção e explosões de talento de cair o queixo.” (Vulture)

“Mesmo depois de 110 minutos, profundamente arrebatadores e psicodélicos, é difícil saber se você realmente sabia alguma coisa – exceto que C é para ‘Cats’ e C é provavelmente a nota que essa loucura cinematográfica merece.” (EW)

“Sem a presença de um elenco esforçado em pelo divertido, tudo o que resta são imagens de pessoas com aparência minguarda erguendo os rabos no ar.” (New York Times)

“Quando os 110 minutos de’Cats’ de Tom Hooper terminam, o teatro está morto. Um gato sortudo está morto. E nós, os não escolhidos, somos deixados, tragicamente, para continuar vivendo.” (The Playlist)

“Infelizmente, esse desânimo desagradável acaba sendo a catástrofe que todos esperavam, uma bola de pelo meio digerida de um filme.” (Variety)

“O filme não é a catástrofe que todos temiam ou esperavam em julho, mas também não é uma reivindicação triunfante da visão de Hooper.” (BBC)

Framboesa de Ouro 2020: ‘Cats’ é o grande “vencedor” da premiação

O compositor Andrew Lloyd Webber, responsável pelo musical ‘Cats‘, detonou a adaptação.

“O problema do filme foi que o diretor Tom Hooper decidiu que não queria ninguém envolvido do musical original. A coisa toda foi ridícula.”  

Uma tribo de gatos chamada Jellicles todo ano precisa tomar uma grande decisão em uma noite especial: escolher um dos gatos para ascender para o Heaviside Layer e conseguir uma nova e melhor vida. Cada um dos gatos conta a sua história para seu líder, o velho Deuteronomy, na tentativa de ser o escolhido.

“Chega dessa apropriação hollywoodiana”! John Leguizamo critica escalação de James Franco como Fidel Castro

Após a escalação de James Franco ao papel do político cubano Fidel Castro, o ator John Leguizamo usou suas redes sociais para criticar a escalação.

“Como isso ainda está acontecendo? Como Hollywood está nos excluindo, mas também roubando nossas narrativas? Chega dessa apropriação hollywoodiana! Boicote! Isso acabou! Está é uma história muito difícil de contar sem engrandecimento (o que seria errado!) Eu não tenho nada contra Franco, mas ele não é latino!”, diz Leguizamo.

A ponto de começar as filmagens na Colômbia, Franco viverá Castro em Alina de Cuba, filme com a direção de Miguel Bardem, o roteiro é assinado por Jose Rivera, de Diários de Motocicleta, e o escritor Nilo Cruz.

Mía Maestro será Natalia “Naty” Revuelta, uma socialite cubana que se envolveu romanticamente com o líder político, Ana Villafañe será Alina, filha de Revuelta e Castro, crítica do governo de seu pai.

Nascido na Colombia, Leguizamo é um ferrenho defensor da representação latina em Hollywood.

Crítica | Amor e Gelato – Romance Teen da Netflix é Tão Ruinzinho, que nem as Paisagens da Itália Salvam…

Tem uma coisa que todo fã de livro sabe: não devemos nos apegar a um livro do qual gostamos muito, pois, caso os direitos autorais sejam vendidos, corremos o risco de nos decepcionarmos se a coisa não for bem-feita. E não são poucos os exemplos de grandes histórias que ganharam o formato audiovisual em projetos truncados. Infelizmente, ‘Amor e Gelato’, lançado pela Netflix nessas férias, é mais um exemplo que recai nessa vasta lista de produções mal adaptadas.

Lina (Susanna Skaggs) é uma jovem adolescente que acaba de terminar a escola, ao mesmo tempo em que perdeu a mãe para um câncer. Sozinha no mundo, ela decide fazer a última vontade de sua mãe: ir para a Itália, refazendo os passos que sua própria mãe fizera quando era jovem. A contragosto – uma vez que Lina é uma jovem introvertida que só quer saber de ler e nunca teve muita vida social – ela faz a viagem à Itália, na esperança de conhecer um pouco mais essa mãe. Entretanto, uma vez lá, lhe é entregue o diário de viagem de sua genitora, e ela começa a descobrir paralelos entre sua própria experiência na viagem e à de sua mãe, especialmente no quesito amoroso.

Baseado no livro homônimo de Jenna Evans Welch, ‘Amor e Gelato’ é desses filmes de romance adolescente que tenta trazer uma vibe meio ‘Sob o Sol da Toscana’ mas o resultado é um apanhadão de situações desconexas e de continuidade frágil, que exigem que o espectador pule etapas da história e simplesmente aceite as ações dos personagens sem questionar. O típico erro de um roteiro que quer adaptar um livro sem se preocupar que um longa-metragem tem outro formato, e, portanto, não pode simplesmente pegar a história e filmá-la, sem desenvolver um contexto que otimize o enredo a caber em uma hora e meia de filme. Resultado da falta de experiência de Brandon Camp, que, embora seja responsável pelo sucesso ‘O Mistério da Libélula’ (2002), não demonstra ter domínio em adaptações literárias para o audiovisual.

O mesmo vale para Brandon Camp como diretor desse projeto, cujo resultado comprova que o diretor não orientou seus atores a demonstrarem sentimentos e expressões condizentes com o que os personagens deveriam estar sentindo. Pensando que a faixa etária desse elenco deveria ser entre os dezoito e vinte e poucos anos, fica esquisito ver os atores interpretando esteticamente esses personagens com ares e desenvoltura de trinta e poucos. Além disso, o envolvimento da protagonista com os dois gatinhos que irão disputar seu coração – o ricaço Lorenzo (Tobia De Angelis) e o cozinheiro Alessandro (Saul Nanni) – é tão superficial, tão sem profundidade, que é impossível ao espectador criar qualquer conexão com eles, que dirá torcer pelo final feliz.

O livro ‘Amor e Gelato’ fez sucesso entre os leitores jovens, mas sua adaptação fílmica é um completo fiasco. Nem mesmo o fato de ter sido filmado na Itália é um ponto positivo, pois são poucas as cenas de plano aberto ou gravadas em pontos turísticos, resumindo-se quase a apenas cenas de transição de estátuas. Ou seja, ‘Amor e Gelato’ é desses exemplos que é melhor ler o livro que ver o filme.

‘Bones & All’: Suspense CANIBAL com Timothée Chalamet ganha teaser

O suspense ‘Bones & All‘, próximo longa do cineasta Luca Guadagnino (‘Suspiria’ e ‘Me Chame Pelo Seu Nome’), ganhou o primeiro teaser.

Confira:

Escrito por David Kajganich, o roteiro é baseado no livro homônimo escrito por Camille DeAngelis.

Um jovem casal canibal, que sobrevive à margem da sociedade, se encontra e se une para uma jornada de mil milhas que os leva por estradas secundárias, passagens secretas e alçapões da América de Ronald Reagan. Apesar de seus melhores esforços, todos os caminhos levam de volta a seus passados ​​aterrorizantes e a uma posição final que determinará se seu amor pode sobreviver à sua alteridade.

Timothée Chalamet (‘Duna’) e Taylor Russell (‘Escape Room’) estrelam a produção.

O elenco ainda conta com Mark Rylance, André Holland, Jessica Harper, Michael Stuhlbarg, David Gordon-Green, Francesca Scorsese e Chloë Sevigny.

‘Mulher-Hulk’: Fan pôster traz homenagem a icônico quadrinho da heroína; Confira!

A estreia de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’ está se aproximando, e os fãs estão bastante animados para ver a estreia da personagem em live-action.

Embora os cartazes oficiais já tenham revelado algumas referências aos quadrinhos da heroína, um fan pôster divulgado por um usuário do Twitter vai além.

Na imagem, o fã usou o rosto da protagonista Tatiana Maslany para recriar a capa da icônica hq ‘Mulher-Hulk’ #1, lançada em 2005.

Confira e compare:

Lembrando que a série tem estreia marcada para 18 de agosto, na Disney+.

Nos quadrinhos, a Jen Walters vira uma Hulk após receber uma transfusão de sangue de seu primo, ninguém menos que Bruce Banner. A heroína precisa então conciliar a vida de combate ao crime com o trabalho de advogada.

Já a série deve mostrar uma origem diferente, mas com o mesmo resultado. Além disso, Banner será responsável pelo treinamento da prima.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

QUE AGONIA! Garotas ficam presas em topo de torre de 600 metros em clipes sufocantes do suspense ‘A Queda’

O suspense ‘A Queda‘ (Fall), que traz duas amigas presas em uma torre de mais de 600 metros de altura, ganhou dois clipes pra lá de aterrorizantes.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

“Uma queda mortal pode ser o futuro de Becky (Grace Fulton) e Hunter (Virginia Gardner), que estão presas em uma torre de mais de 600 metros de altura, no meio do deserto. Apesar de serem extremamente treinadas e cheias de recursos, uma série desventuras as deixam sem ter como descerem. Enquanto os abutres as circulam e a temperatura aumenta, sua chance de sobrevivência cai rapidamente.”

Scott Mann é responsável pela direção, além de ter assinado o roteiro ao lado de Jonathan Frank.

Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’) e Mason Gooding (‘Pânico’) também estrela a produção.

O suspense será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de setembro.

As Novas Estrelas de Hollywood em Potencial – 10 Jovens Atrizes para Ficarmos de Olho

O mundo do entretenimento e das artes nunca se mostrou tão necessário quanto ao passarmos pela crise pandêmica do covid-19. E quando falamos da maior indústria mundial do entretenimento, Hollywood, a meca do cinema norte-americano continua sendo a terra dos sonhos. Com o advento das plataformas de streaming, o cinema deixou de ser a única fonte para os filmes, por outro lado a indústria ganhou um aumento exponencial de produções – seja em séries de muita qualidade (muitas mais encorpadas que muitos longas-metragens) ou filmes mirados diretamente ao público de casa. Isso aquece o mercado criando milhões de empregos e fazendo a economia girar. No lado de lá das telas, cria também a todo instante diversos novos artistas, muitos sendo alçados ao posto de nova estrela do momento. Justamente seguindo esta linha, separamos uma lista com dez jovens atrizes que chegaram chutando a porta com a promessa de se tornarem grandes nomes em Hollywood. Confira abaixo e fique de olho, garantimos que você ainda ouvirá falar muito delas.

Ariana DeBose

Começamos com a vencedora do Oscar de melhor atriz coadjuvante desse ano. A jovem de 31 anos, de descendência porto-riquenha, havia aparecido em produções como Hamilton e A Festa de Formatura (ambas de 2020), até conquistar a vaga como Anita e encantar o mundo no remake de Amor, Sublime Amor (2021) capitaneado por Steven Spielberg. Foi graças ao filme que Ariana DeBose levou seu Oscar e subiu seu status em Hollywood. A atriz, representante da comunidade LGBTQI+, logo arrumou vaga na quarta temporada da série de sucesso Westworld, lançada este ano. E em breve estará em Argylle, filme sobre um super espião com Henry Cavill e Bryce Dallas Howard; e viverá a personagem Calypso na adaptação dos quadrinhos da Sony/Marvel, Kraven – O Caçador – que tem estreia prometida para 2023.

Rachel Zegler

Por falar no remake de West Side Story (Amor, Sublime Amor), ele foi muito bom para revelar ainda outra jovem atriz que promete dar o que falar. Mas diferente de Ariana DeBose (que já havia realizado outros trabalhos importantes como atriz), a menina Rachel Zegler, de 21 aninhos, foi escolhida a dedo pelo diretor Steven Spielberg após uma bateria de testes com milhares de pretendentes. Zegler chegou com o pé direito estrelando uma superprodução em seu primeiro trabalho nas telas. E não serão seus quinze minutos de fama, já que esse ano ela descolou de última hora uma participação no blockbuster Shazam! Fúria dos Deuses, da Warner. Ano que vem a coisa fica ainda melhor, com a versão de carne e osso de Branca de Neve e os Sete Anões (no qual ela vive a personagem título), da Disney; o derivado de Jogos Vorazes (The Ballad of Songbirds and Snakes); e a voz na animação Spellbound, da Apple/Paramount.

Daniela Melchior

Hollywood é mesmo uma fábrica de sonhos e a participação num filme pode ser o suficiente para abrir as portas do estrelato para um ator ou atriz. É claro, dependendo da recepção deste trabalho e do desempenho do intérprete. Isso sem contar ter o agente certo para te “colocar na boa”. Dessa forma, tudo o que bastou para a jovem atriz portuguesa Daniela Melchior, de 25 anos, foi aparecer no papel da Caça-Ratos 2 no filme O Esquadrão Suicida (2021) e roubar a cena. E isso num filme que contou com Margot Robbie no papel de Arlequina. A portuguesa garantiu assim um novo trabalho com o diretor James Gunn, em Guardiões da Galáxia Vol. 3; no décimo Velozes e Furiosos escolhida a dedo por Vin Diesel; e no novo suspense de Neil Jordan intitulado Marlowe – todos os três previstos para 2023.

Daisy Edgar-Jones

A britânica Daisy Edgar-Jones, de 24 anos, começou sua carreira há seis anos. Pode não ser muito, mas é preciso levar em conta a pouca idade da atriz e os trabalhos relevantes que já coleciona no currículo – como a minissérie Normal People (2020) e a série War of the World (2019-2021). No cinema, a grande revelação da moça foi no ótimo e subestimado suspense Fresh, ao lado de Sebastian Stan, exibido este ano no festival de Sundance e disponível na Star Plus. Jones também lançou a minissérie Em Nome de Deus (Under the Banner of Heaven), na qual atua ao lado de Andrew Garfield. Fora isso, acaba de ser lançado nos cinemas dos EUA, o thriller Um Lugar Bem Longe Daqui, que adapta um livro, e vem despertando elogios dos fãs.

Hunter Schafer

A atriz trans Hunter Schafer é definitivamente um nome para se prestar atenção. Além dos motivos óbvios, de ser uma personalidade altamente representativa, Schafer vem colecionando bons projetos e se destacando cada vez mais na carreira. Seu boom, é claro, ocorreu no excelente drama juvenil Euphoria (2019-2022), na qual vive a estudante trans Jules, e faz par romântica com a sensação Zendaya. Mostrando que Hollywood não dá só mancadas, Hunter foi contratada para o que provavelmente será um de seus maiores lançamentos, o citado novo episódio da franquia Jogos Vorazes – no qual irá interpretar a personagem Tigris Snow. Fora isso, irá estrelar também o filme de terror Cuckoo, já em fase de pós-produção.

Melissa Barrera

Falando em musicais com forte apelo da cultura latina, aqui temos outra jovem atriz revelada num filme deste molde. A mexicana Melissa Barrera teve a grande chance de sua carreira em 2021 ao interpretar Vanessa no muito esperado musical Em um Bairro de Nova York, baseado na obra dos palcos da Broadway escrita pelo multifacetado Lin-Manuel Miranda. Antes disso, a bela atriz de 32 anos havia participado apenas de produções em seu próprio país de origem. A superprodução da Warner foi sua porta de entrada no cinema de Hollywood. E depois disso foi um passo para descolar o papel de Sam Carpenter no sucesso Pânico 5 este ano. Agora Barrera se prepara para lançar a minissérie da Netflix, Respire!, no final de julho. Para o ano que vem a moça tem engatilhado o musical Carmen, no qual viverá a personagem título, já em fase de pós-produção, além, é claro, de estar filmando Pânico 6 também para 2023.

Jenna Ortega

A franquia Pânico demonstrou grande diversidade em seu mais recente e quinto episódio. Isso porque escalou duas atrizes mexicanas para os papeis protagonistas das irmãs Carpenter. Acima falamos da mais velha, Sam, vivida por Melissa Barrera. E aqui chega à lista a intérprete da azarada Tara, Jenna Ortega. A jovem de 20 aninhos é na verdade americana, mas filha de pais mexicanos e porto-riquenhos. Ortega já está ralando desde 2012, e participou em papeis pequenos de filmes muito famosos como Homem de Ferro 3 e Sobrenatural 2. Além de séries como Jane the Virgin e Você (You). Mas é inegável que sua grande revelação foi em Pânico 5 este ano. Depois disso, a atriz já lançou outros filmes de terror, vide X – A Marca da Morte e Terror no Estúdio 666. Além de estar igualmente gravando Pânico 6 neste momento, um projeto seu que vem chamando muito a atenção é Wednesday, reimaginação de A Família Addams pelas mãos de Tim Burton para a Netflix na forma de uma série em live-action. Ortega vive a protagonista Wandinha Addams.

Leslie Grace

Voltando para Em um Bairro de Nova York, a superprodução de sucesso musical da Warner serviu para revelar também Leslie Grace além de Melissa Barrera. A jovem dominicana de 27 anos é na verdade uma cantora e com o filme citado teve seu primeiro papel como atriz vivendo Nina Rosario. Agora, Grace descolou seu segundo trabalho como atriz, bancado pela mesma Warner. Mas e que papel foi! Leslie Grace abocanhou nada menos que a chance de se tornar a nova Batgirl nas telas. Pouco se sabe até o momento sobre a produção e nem mesmo se será lançada nos cinemas ou se o filme sairá direto na HBO Max como era planejado inicialmente. O que sabemos é que conta com a direção dos mesmos responsáveis por Bad Boys para Sempre (2020) e que também comandaram alguns episódios de Ms. Marvel, do estúdio concorrente, e que conta com a volta de Michael Keaton no papel de Batman. Isso seria o suficiente para atrair a atenção de todos. Mas ainda temos J.K. Simmons reprisando o Comissário Gordon e Brendan Fraser vivendo o vilão.

Emma Mackey

A francesa Emma Mackey tem poucos trabalhos como atriz, mas em breve será um rosto bastante conhecido das telas, se ainda não o é. A jovem de 26 anos ganhou notoriedade com a série Sex Education, da Netflix, onde vive Maeve. Foi o que bastou para ela conseguiu o disputado papel como Jacqueline de Bellefort na nova versão de Morte no Nilo este ano, com Gal Gadot e dirigida por Kenneth Branagh. Essa ano, a atriz viverá seu papel mais desafiador, que pode vir a render elogios e quem sabe prêmios, como a escritora Emily Brontë, importante autora do pensamento feminista, num drama biográfico homônimo – que terá distribuição da Warner. Mas não pense que acabou. Porque Mackey é a nova adição do elenco do já muito falado filme da Barbie, com Margot Robbie e Ryan Gosling, em papel ainda não divulgado – filme também da Warner.

Bruna Marquezine

Finalizando a lista, mas não menos importante – muito pelo contrário, deixamos o melhor para o final – temos nossa conterrânea brasileiríssima, direto de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, para Hollywood e o mundo. Tendo iniciado a carreira ainda menininha nas novelas da Globo, Bruna Marquezine cresceu e apareceu, se tornando uma de nossas grandes estrelas atuais. A moça resolveu exportar seu talento e deu muito certo. Um dos passos importantes para isso foi a série Maldivas, da Netflix, uma excelente vitrine de nossos produtos para o mundo – afinal na ponta dos dedos podemos conferir produções do mundo todo. Assim, a atriz pôde dar seu grande pulo para um filme cem por cento gringo. Mas não é um filme qualquer, e sim trata-se de uma superprodução de US$120 milhões da Warner sobre o super-herói da DC, Besouro Azul, no qual Marquezine viverá a personagem que faz par com o herói. O filme conta ainda com a veterana vencedora do Oscar Susan Sarandon como uma das vilãs. Isso que é moral.

‘Entrevista com o Vampiro’ (1994) | Autora ficou REVOLTADA com a escalação de Tom Cruise no clássico

O clássico livro Entrevista com o Vampiro, escrito por Anne Rice, ganha este ano nova roupagem na forma de uma série com estreia marcada no dia 2 de outubro no canal a cabo AMC (o mesmo do sucesso The Walking Dead). Personagens icônicos como Lestat, Louis e a pequena Claudia estarão de volta, marcando sua primeira vez nas telinhas – e o trailer já está online para quem quiser conferir. A produção promete ser uma incursão minimalista nas crônicas vampirescas e os fãs não poderiam estar mais animados para o retorno a este universo tão querido e assustador.

Como todos sabem, porém, a primeira vez que a obra da autora Anne Rice ganhou forma foi como uma superprodução cinematográfica de US$60 milhões bancada pela Warner em 1994. Estrelado pelos galãs Tom Cruise e Brad Pitt, o filme recebeu inúmeros elogios dos críticos e do público, logo se tornando um novo clássico. Além de ser um dos longas mais memoráveis dos anos 90. Muito antes de todo este sucesso, quando a Warner comprou os direitos do livro para desenvolver a adaptação, o projeto passou por inúmeras tempestades em seus bastidores – que culminaram até algumas polêmicas após sua estreia. A maior delas sendo ausência total do apoio da criadora da obra – que muito ao contrário, se pronunciou contra o filme que a Warner pensava em fazer.

Clássico dos anos 90, ‘Entrevista com o Vampiro’ é mais um filme querido da época que vai ganhar série de TV.

Anne Rice escreveu Entrevista com o Vampiro ainda em 1976, e tinha em mente o ator Rutger Hauer para o papel do antagonista – e muitos diriam personagem mais importante da história – Lestat. Nessa época, o ator holandês havia participado basicamente de produções em seu país de origem, incluindo um dos primeiros trabalhos do diretor Paul Verhoeven, Louca Paixão (1973), que talvez tenha inspirado a escritora a basear seu personagem chave no ator. A Warner, por outro lado, adquiriu os direitos autorais da transposição da história para as telas antes mesmo do livro de Rice ser lançado – ação comum até hoje com obras badaladas. Na época, o estúdio pagou cerca de US$150 mil pelos direitos e tinha outros planos para Lestat: John Travolta – astros em ascensão na década de 70, que entregava sucessos como Os Embalos de Sábado à Noite e Grease – Nos Tempos da Brilhantina, com direito à indicação ao Oscar pelo primeiro.

Porém, numa guinada de eventos que costuma ocorrer de vez em quando na terra do cinema, uma verdadeira enxurrada de produções utilizando a temática dos vampiros começava a sair do papel, todas eventualmente lançadas em 1979, como Drácula (da Universal), Nosferatu – O Vampiro da Noite (da Fox) e até a comédia Amor à Primeira Mordida. O fato fez a Warner ficar “acanhada” e colocar Entrevista com o Vampiro na gaveta. Fora isso, o estúdio desistiu também da adaptação do livro de Stephen King, Os Vampiros de Salem, na mesma época (leia mais sobre isso no link abaixo). Em 1978, a opção do estúdio para o comando da adaptação era o diretor John Boorman, que por sua vez visava Jon Voight para o papel de Lestat. Os anos foram passando, e até mesmo uma versão feminina de Louis, um dos personagens principais da história, a autora Anne Rice chegou a cogitar nesta mudança para o cinema, temendo que as conotações homossexuais da relação entre ele e Lestat não fosse vista com bons olhos pelos executivos do estúdio naquela época. Assim, a própria escritora – que é a única roteirista da adaptação – não via problema em transformar Louis numa personagem feminina e até chegou a pensar nas formas de Cher para o papel.

Leia também: Os Vampiros de Salem (1979) | Conheça a Primeira Adaptação do Livro de Stephen King para as Telas

Galãs assombrados. Tom Cruise e Brad Pitt se encontram em cena, mas Louis quase foi transformado em mulher.

Quando a produção finalmente começou a tomar forma no início dos anos 90, atores como Daniel Day-Lewis e Johnny Depp eram algumas das primeiras opções da Warner para o papel. Enquanto Depp recusou a oferta, vindo anos mais tarde a interpretar um vampiro no muito inferior Sombras da Noite (2012), Day-Lewis chegou a ser contratado para o papel, mas precisou se retirar do projeto antes das filmagens começarem. Pelos bastidores, a autora mexia seus pauzinhos para a escalação de Lestat – afinal Entrevista com o Vampiro ainda era o seu bebê. Anne Rice chegou a se encontrar com Tom Hanks para oferecer o papel após ter ficado impressionada com seu desempenho no filme Filadélfia (1993) – pelo qual ganhou seu primeiro Oscar. No fim das contas, Hanks terminou recusando a proposta da escritora para ir estrelar Forrest Gump (1994), o qual lhe renderia seu segundo Oscar consecutivo. Não podemos culpa-lo.

Dois anos antes de Entrevista com o Vampiro estrear nos cinemas pelo mundo, uma produção sobre o tema bancada pela Columbia (Sony) havia feito um tremando sucesso de crítica e público, chegando inclusive até o Oscar, onde ganhou 3 dos 4 prêmios aos quais estava indicado. Trata-se de Drácula de Bram Stoker, de Francis Ford Coppola, versão estilosa em ritmo de superprodução da história clássica do mais famoso vampiro de todos. Desta forma, a pressão só aumentava em relação ao produto da Warner.

Escalações problemáticas. O entrevistador original era River Phoenix – após sua morte, Christian Slater entrou.

Ainda em relação ao elenco, a produção precisou lidar com a morte precoce do ator River Phoenix, que já estava escalado para viver o jovem entrevistador que abre, recorta e fecha o filme. Para os que não lembram muito bem da trama, um jovem jornalista decide ouvir a história de Louis, um sujeito que diz ser um vampiro. Através de uma narrativa detalhada, o entrevistado relata sua juventude nos anos 1790, quando foi transformado num ser imortal e diabólico por uma figura nebulosa conhecida como Lestat. Tudo o que vemos em tela é a história contada de Louis para o jornalista. Phoenix faleceu aos 23 anos em 1993. Assim, a produção precisou correr para encontrar um substituto e o encontrado no fim das contas foi Christian Slater – o jornalista que vemos no filme. Mas não apenas isso, Slater doaria o cachê de US$250 mil que recebeu pela substituição para duas das instituições de caridade preferidas de River Phoenix.

Por fim, após muito tentar a produção decidiria por um ator para o papel de Lestat: Tom Cruise. No início dos anos 90, Cruise gozava de sua primeira indicação ao Oscar pelo drama de guerra de Oliver Stone, Nascido em 4 de Julho. O filme havia rendido muitos elogios ao ator, que demonstrava não ser apenas um rostinho bonito ou um astro de filmes de ação. No fim da década anterior, Cruise já estava disposto a mostrar o alcance de seu talento performático com filmes como A Cor do Dinheiro e Rain Man. Fora isso, o ator seguiria para dramas e suspenses elogiados como Questão de Honra e A Firma. Mas se tinha alguém que não estava impressionada com as atuações do galã e o considerava apenas um rostinho bonito realmente, esse alguém era Anne Rice.

Escalar o sedutor Lestat, que terminou nas mãos de Tom Cruise, foi a tarefa mais difícil de ‘Entrevista com o Vampiro’.

Quando soube do movimento para a contratação de Tom Cruise, então com 32 anos, a dona da história começou a se pronunciar enfaticamente contra a escalação do ator. Para começo de conversa, Anne Rice achava Cruise jovem demais para o papel do experiente vampiro. Rice veio público dizer que Cruise não conseguiria carregar o papel. Chamou sua escalação de “bizarra” e continuou dizendo que era praticamente impossível imaginar como o projeto funcionaria tendo o ator entre os protagonistas. A autora ainda definiu a escalação do ator de “o pior crime de uma escalação de elenco desde A Fogueira das Vaidades (1990)” – um filme notório dentro de tal definição negativa. Anne Rice se retirou da produção e se recusou a assistir ao filme nas telonas.

O fato se tornou notório entre os jornalistas de entretenimento da época, que noticiavam à exaustão os bastidores conturbados da produção nestes mais variados âmbitos. Para complicar ainda mais as coisas, após a estreia do longa uma nova controvérsia tomou às capas de jornais e veículos especializados. A apresentadora Oprah Winfrey, uma das mulheres mais famosas dos EUA, abandonou a exibição de pré-estreia de Entrevista com o Vampiro só para convidados ainda no primeiro “rolo” do filme (no primeiro ato). O motivo? A apresentadora e atriz teria se sentido mal, enojada pela quantidade de sangue e violência contida no filme.

Entrevista com o Vampiro’ possui cenas fortes e impactantes até hoje.

Foi só quando um dos produtores do filme fez questão que Anne Rice assistisse ao longa, enviando uma cópia em VHS para ela, que as coisas mudaram de figura. Sabe aquele ditado do “nunca julgue um livro pela capa”? É o que muitos fãs seguem fazendo quando a escalação de um ator não os agrada, antes mesmo de assistirem ao produto pronto. Anne Rice teria ficado tão impressionada com a atuação de Tom Cruise no filme, que resolveu primeiramente lhe escrever uma carta com os devidos pedidos de desculpa. Mas não apenas isso, a autora achou por bem gravar um vídeo de dois minutos recomendando o filme. Esse vídeo foi utilizado pela Warner como propaganda para o lançamento do filme no mercado de vídeo em VHS na época – a recomendação da escritora foi colocada como introdução do filme. Além disso, Anne Rice iria ainda mais longe com seu pedido de desculpas. Ela resolveu publicar um grande anúncio de duas páginas em veículos renomados como o New York Times e a Vanity Fair definindo o longa como uma obra-prima, tamanha foi sua apreciação pela adaptação.

Com críticas em sua grande maioria positivas, o terror dramático faria mais de US$223 milhões ao redor do mundo – garantindo assim sua popularidade instantânea. Entrevista com o Vampiro seria por pelo menos uma década o filme de vampiros mais lucrativo da história do cinema. Até 2016, guardava o posto de filme de vampiro de censura alta mais lucrativo da história. Fora isso, mais importante e precursor está o fato de ter se tornado o primeiro filme de temática LGBTQI+ da história a ultrapassar a bilheteria de US$100 milhões. Mundialmente, ainda mantém a vice-liderança, atrás somente de A Gaiola das Loucas (1996), remake lançado dois anos depois. Definitivamente, a nova série terá grandes passos para seguir.

‘Kung Fu Panda 4’ é CONFIRMADO e será lançado em 2024

A Universal Pictures, através da Dreamworks Animation, anunciou oficialmente o desenvolvimento do quarto filme da franquia ‘Kung Fu Panda‘.

O próximo longa tem estreia agendada para o dia 8 de março de 2024.

Infelizmente, nenhuma outra informação sobre o projeto foi divulgada.

A produção vai seguir as novas aventuras do Po na China Antiga, cujo amor por Kung Fu só pode ser comparado pelo seu apetite insaciável.

Vale lembrar que, recentemente, a Netflix lançou a série animada ‘Kung Fu Panda: O Cavaleiro Dragão‘, que traz de volta Jack Black como o dublador do Po.

Relembre o trailer:

A nova produção acompanhará a tour culinária de Po na China, quando ele é erroneamente acusado de mau uso de armas mágicas. Para limpar seu nome, Po terá que se unir com o cavaleiro britânico para embarcar em uma jornada épica.

A DreamWorks Animation desenvolveu a série animada, que conta com Peter Hastings, Shaunt Nigoghossian, Chris Amick e Ben Mekler como produtores executivos.

‘Amor em Verona’: Comédia romântica com Tom Hopper e Kat Graham ganha trailer LEGENDADO

Netflix divulgou o trailer legendado de ‘Amor em Verona‘ (Love in the Villa), comédia romântica estrelada por Tom Hopper (‘The Umbrella Academy’) e Kat Graham (‘The Vampire Diaries’).

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 1º de setembro.

Na trama, uma jovem faz uma viagem para a romântica Verona, na Itália, após um término, mas acaba descobrindo que o local que ela reservou também foi alugado por um cínico (e muito bonito) jovem britânico, com quem ela terá que dividir a habitação.

Mark Steven Johnson (‘Amor Garantido’) é responsável pela direção.

Além de dirigir, Johnson também servirá como produtor ao lado de Margret Huddleston e Stephanie Slack.

Love In The Villa key art
CR: Netflix

Carla Gugino se junta ao elenco do novo terror cômico da roteirista de ‘Garota Infernal’

De acordo com o Deadline, Carla Gugino (‘A Maldição da Residência Hill’) se juntou ao elenco do terror cômico ‘Lisa Frankenstein‘, que terá o roteiro assinado pela Diablo Cody (‘Garota Infernal’).

Além dela, Liza Soberano (‘Trabalhando com o Ex’), Joe Chrest (‘Stranger Things’) e Henry Eikenberry (‘Euphoria’) também foram confirmados no elenco.

Kathryn Newton (‘Freaky: No Corpo de um Assassino’) e Cole Sprouse (‘Riverdale’) irão estrelar a produção.

Ambientada em 1989, a trama segue uma estudante fracassada que acidentalmente reanima um belo cadáver vitoriano durante uma tempestade de trovões, e começa a reconstruí-lo como o homem dos seus sonhos usando a câmara de bronzeamento quebrada em sua garagem.

Zelda Williams será responsável pela direção, além de também assinar o roteiro ao lado de Cody.

As filmagens estão programadas para começarem durante o verão norte-americano.

Novas informações serão divulgadas em breve.

‘Duro na Queda’ (The Fall Guy) | Relembre a Série Clássica que vai ganhar filme com Ryan Gosling, Emily Blunt e o diretor de ‘Trem-Bala’

“Well, I’m not the kind to kiss and tell, but I’ve been seen with Farah, I’ve never been with anything less than a nine, so fine…”;

Com a canção “The Unknown Stuntman” começavam os episódios da clássica série The Fall Guy – no Brasil saudosamente conhecida como Duro na Queda. Clássico das reprises da TV aberta, em especial na rede Globo durante as décadas de 1980 e 1990, Duro na Queda estreava no dia 4 de Novembro de 1981 nos EUA, indo ao ar no canal ABC – mas bancado pela 20th Century Fox Television. Ou seja, o seriado de ação e aventura acaba de completar seu quadragésimo aniversário de lançamento em 2021.

Há muito tempo visado para se tornar uma superprodução em longa-metragem nas telonas, a série nunca conseguiu sair do papel para se tornar de fato um filme; mas agora está mais perto do que nunca com nomes como o diretor David Leitch e o ator Ryan Gosling vinculados para uma nova versão. Confira abaixo uma homenagem do CinePOP relembrando a querida e nostálgica produção clássica, como também informações sobre a vindoura nova versão.

Como dito, Duro na Queda (The Fall Guy) estreava em 1981. O programa faria tanto sucesso que permaneceria no ar por cinco temporadas, até 1986. Protagonizando, tínhamos um verdadeiro ícone da TV norte-americana. Lee Majors marcou seu nome nos anais da teledramaturgia e da cultura pop no papel do Coronel Steve Austin no programa igualmente clássico O Homem de Seis Milhões de Dólares – outro projeto que Hollywood vive tentando tirar do chão na forma de um filme, sem resultado. Com essa série, Majors se tornava um astro da TV, no papel de um militar que após um acidente recebe componentes cibernéticos em seu corpo, se tornando meio máquina, meio homem. Febre na década de 1970 como um dos programas mais populares, a série durou de 1974 a 1978, e inclusive gerou um spin-off (derivado): A Mulher Biônica (1976-1978).

Majors voltaria logo três anos depois, mas já na década seguinte para estrelar um novo seriado de imensa popularidade, embora à princípio estivesse reticente de protagonizar uma série sobre um dublê que nas horas vagas trabalha como caçador de recompensas. O que vendeu de uma vez por todas a ideia para o astro foi a presença do tarimbado produtor Glen A. Larson, o criador do conceito. Veterano na indústria, Larson estava por trás de sucessos como Battlestar Galactica (o original de 1978), A Supermáquina (1982-1986) e Magnum (1980-1988). Ou seja, era uma oferta irrecusável para Lee Majors. E deu muito certo, marcando outro “golaço” para a dupla.

Em Duro na Queda, Lee Majors é Colt Seavers, um dublê de cinema, dos filmes de Hollywood. Daí o título original Fall Guy, algo como “o cara que cai”, resumindo de forma grossa a função dos dublês. O título em português também pode ser associado à função do protagonista e também ao seu segundo trabalho. Além de seu emprego diurno nos sets de filmagens, onde realiza o “trabalho sujo” dos astros, Colt nas horas vagas ganha a vida como caçador de recompensas, indo atrás de criminosos que a justiça não consegue pegar, por conta própria. Seu trabalho “burlando” a morte nos bastidores o faz o sujeito certo para façanhas perigosas e inacreditáveis. Outro fator que ajudou Majors com o papel foi que seu início de carreira aconteceu justamente neste meio. O ator conhecia muitos dublês e eventualmente começou a trabalhar como um. Em Duro na Queda, Lee Majors fez questão de colocar em cena o maior número possível de dublês que conhecia, dando emprego a todos.

O personagem Colt Seavers contava ainda com seu sidekick Howie (Douglas Barr) – o cérebro das operações – e a loira bonitona Jody Banks, uma colega dublê que era um atrativo a mais nas suas operações. Jody era interpretada pela bela Heather Thomas, que após a estreia da série, logo no ano seguinte estrelaria a comédia Uma Mistura Especial (Zapped!, 1982) – que igualmente marcaria sua carreira.

O trio protagonista: Colt (Lee Majors) no centro, o ajudante Howie (Douglas Barr) e a colega dublê Jody (Heather Thomas).

A canção tema citada logo no início da matéria, que servia de abertura para o programa, aliás, era cantada pelo próprio Lee Majors. Igualmente ideia do mega produtor. Majors não se achava apto para a empreitada, mas resolveu topar. A letra da música, inclusive, traça um paralelo forte entre o personagem Colt Seavers e o próprio Lee Majors, como se ambos fossem um só. Um exemplo disso é a parte que diz “I’ve been seen with Farah” (eu já fui visto com Farah), se referindo à Farah Fawcett, estrela do seriado As Panteras (1976-1980), que havia sido casada com Majors. A atriz chegou até mesmo a fazer uma participação especial no episódio piloto, a fim de demonstrar ao público que o divórcio entre eles acontecia de forma amigável, ao contrário do que noticiavam os inúmeros tabloides da época.

Os dublês de cinema voltaram a ser legais de novo e populares com o público. A prova disso são filmes como a franquia John Wick, verdadeiro paraíso para profissionais como estes, filmes criados inteiramente com coreografias. Fora isso, em seu mais recente trabalho Era uma Vez em Hollywood (2019), Quentin Tarantino fez brilhar o personagem de Brad Pitt, um dublê, o colocando para estregar os planos dos psicopatas da família Manson e inclusive descer o cacete em Bruce Lee. Esse é o momento mais que apropriado para a volta de Colt Seavers e de Duro na Queda. E parece que isso está mais perto do que nunca de ocorrer.

Musa dos anos 80, Heather Thomas estava no auge de sua beleza em Duro na Queda (1981-1986).

Por anos, como dito, Hollywood tenta tirar esse projeto da gaveta. A primeira tentativa ocorreu com produtores levando o projeto até a Dreamworks, onde Martin Campbell (Cassino Royale) iria dirigir. Depois disso, em 2013, Dwayne Johnson era o nome que tentava filmar uma versão a ser dirigida por McG (O Exterminador do Futuro: A Salvação), que teria os roteiristas de X-Men: Primeira Classe (2011). Mas igualmente, nada feito.

Agora, ao que tudo indica, o projeto encontrou uma casa na Universal Pictures. O estúdio teria ganhado numa disputa de lances os direitos de uma adaptação, levando a melhor sobre gigantes de Hollywood como a MGM, a Lionsgate e a Sony. Segundo fontes, os números atingiram a quantia de US$125 milhões pelo projeto. Nenhuma plataforma de streaming entrou na disputa, já que uma das exigências era por um lançamento nas telonas para esta produção. Nesse âmbito, a Universal já teria colado dois nomes ao vindouro filme: Ryan Gosling e David Leitch. Curiosamente, ambos possuem experiência no universo dos dublês.

Isso acontecia muito. Por ser uma série sobre dublês, carros voavam e eram destruídos constantemente.

O diretor David Leitch surgiu justamente deste segmento, trabalhando por anos em Hollywood como dublê e coordenador de dublês em filmes como Matrix (1999) e a franquia Bourne. Leitch realizou uma transição para lá de satisfatória para a cadeira de direção, tendo realizado filmes como John Wick – De Volta ao Jogo (2014), Atômica (2017), Deadpool 2 (2018) e Hobbs & Shaw (2019). Ou seja, é um especialista em ação e blockbusters. Ryan Gosling, cotado para protagonizar Duro na Queda, igualmente realizou um trabalho anterior onde interpretou um dublê de cinema: o cult Drive (2011). A união da dupla para a versão cinematográfica da série já desperta grande interesse, e não apenas dos saudosistas. Por outro lado, a série apesar de se encontrar nos gêneros da ação e aventura, também usava muito do humor “canastrão” tipicamente notório na década de 1980. Já a versão cinematográfica, ao que tudo indica, pretende ser levada um pouco mais a sério, descrita como um drama de ação sobre dublês.

Ryan Gosling está vinculado para protagonizar uma adaptação cinematográfica da série Duro na Queda.

O astro Lee Majors segue ativo, trabalhando no auge de seus gloriosos 82 anos. O ator foi visto recentemente na série cult Ash vs. Evil Dead, que continuou nas telinhas a saga dos filmes Evil Dead, de Sam Raimi, onde interpretou Brock, o pai do protagonista de Bruce Campbell, na segunda e terceira temporadas – em 2016 e 2018.

Duro na Queda, embora um pouco menos conhecida, faz parte do panteão dos programas “macho” de aventura que permearam os anos 80 e serve de companhia para clássicos atemporais como Esquadrão Classe A, Miami Vice, MacGyver, Anjos da Lei e os citados A Supermáquina e Magnum.

‘Mr. Harrigan’s Phone’: Stephen King afirma que a adaptação da Netflix é “brilhante”

Através do seu Twitter, Stephen King revelou que já conferiu a adaptação de seu conto ‘Mr. Harrigan’s Phone‘, que está sendo desenvolvida pela Netflix.

Direto ao ponto, o autor mostrou seu apoio e não poupou elogio à produção.

“Eu vi um corte quase final da adaptação de ‘Mr. Harrigan’s Phone, escrita e dirigida por John Lee Hancock, e é absolutamente brilhante.”

O elenco contará com Jaeden Martell, Donald Sutherland, Kirby Howell-Baptiste, Colin O’Brien, Cyrus Arnold e Joe Tippett.

John Lee Hancock (‘Os Pequenos Vestígios’) será responsável pela direção e roteiro.

A história faz parte do novo compilado antológico de King, ‘If It Bleeds‘. A trama gira em torno de um adolescente chamado Craig, que faz amizade com um bilionário velho e recluso, o Sr. Harrigan. Os dois se unem por causa de livros e um iPhone, mas quando o homem morre, o menino descobre que nem tudo que está morto se foi e consegue se comunicar com o amigo falecido através do iPhone que foi enterrado com ele.

Ryan Murphy (‘American Horror Story’) e Jason Blum, através da Blumhouse, servirão como produtores do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado’ revela conexão CHOCANTE com ‘Riverdale’

*SPOILERS ABAIXO*

O sexto episódio do reboot ‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado‘ pegou os espectadores de surpresa ao revelar uma conexão chocante com a série ‘Riverdale‘.

Foi revelado que ambas as séries se passam no mesmo universo.

Em determinado momento do episódio, Tabby (Chandler Kinney) e Imogen (Bailee Madison) viajam para Rosewood para tentar descobrir o que realmente aconteceu com a Angela Waters. Lá, as duas visitam Radley, um hotel que costumava ser conhecido como Sanatório Radley – o mesmo da série original, ‘Pretty Little Liars‘.

Ao chegarem no hotel, Tabby e Imogen fingem ser estudantes locais trabalhando em uma tarefa da escola. Elas interagem com Eddie Lamb, o gerente do hotel, que já trabalha no prédio há anos. Os fãs vão lembrar que ele era um personagem da série original.

Eddie explica que a mãe da Angela Waters foi uma paciente do Sanatório Radley por anos, até o seu fechamento. Quando o local fechou as portas, ele revelou que “alguns dos pacientes foram enviados para o lar das Irmãs da Serena Misericórdia, em Riverdale”.

Com isso, ‘Pretty Little Liars: Um Novo Pecado‘ estabelece uma conexão direta com ‘Riverdale‘ – colocando-as no mesmo universo –, o que não é uma grande surpresa, considerando que o criador Roberto Aguirre-Sacasa também é o showrunner do seriado da CW.

Vale lembrar que os três capítulos finais da temporada vão ao ar no dia 18 de agosto.

Confira o trailer:

Vinte anos atrás, uma série de eventos trágicos quase destruíram a cidade de Millwood. Agora, nos dias atuais, a trama segue um grupo de adolescentes – as novas mentirosas – que se encontram atormentadas por uma pessoa misteriosa que quer fazê-las pagar pelos pecados que os seus pais cometeram duas décadas atrás… assim como os seus próprios pecados.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Roberto Aguirre-Sacasa, criador de ‘Riverdale‘, será o showrunner da nova versão.

O novo grupo de protagonistas é formado por Noah (Maia Reficco), Minnie (Malia Pyles), Tabby (Chandler Kinney), Faran (Zaria) e Imogen (Bailee Madison).

O elenco também conta com Mallory Bechtel (Karen) e Carson Rowland (Chip).

Sequência do remake da comédia ‘Um Amor de Múmia’ ganha trailer; Confira!

O Disney Channel o primeiro trailer da sequência de ‘Under Wraps: Uma Múmia no Halloween‘, remake do clássico ‘Um Amor de Múmia‘.

Confira:

A produção vai estrear oficialmente no dia 25 de setembro.

A trama começa com Amy se preparando para o casamento temático de Halloween de seu pai com o noivo, Carl. Entretanto, as coisas não saem como o planejado quando Amy, Gilbert e Marshall descobrem que sua múmia amiga Harold e sua amada, Rose, podem estar em perigo. Sobek, uma múmia do mal com um ressentimento milenar contra Harold, acorda repentinamente e parte em busca de vingança. Com a ajuda de seu lacaio hipnotizado, Larry, Sobek sequestra Rose, e o grupo deve utilizar suas habilidades mais uma vez para salvá-la e voltar a tempo para o casamento”.

Malachi BartonChristian J. SimonSophia HammonsPhil Wright reprisam seus papéis do longa original. Melanie BrookT.J. StormRryla McIntoshJordan ConleyAdam Wylie completam o elenco.

Josh A. Cagan assina o roteiro da continuação, enquanto Alex Zamm retorna como diretor.

‘Love, Death & Robots’: Série antológica é RENOVADA para a 4ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a aclamada série antológica sci-fi ‘Love, Death & Robots‘ para a 4ª temporada.

Infelizmente, o próximo ciclo ainda não possui previsão de lançamento.

Vale lembrar que a série já ganhou 12 Primetime Emmy Awards. Ontem, o diretor Alberto Mielgo ganhou um Emmy antecipado por Melhor Conquista Individual pelo seu curta Jibaro.

‘Love, Death & Robots’ é uma série de antologia que reúne contos animados em uma mistura de ficção científica, fantasia, terror e comédia. Produzida por diretores do mundo todo, ela traz diferentes histórias sobre lobisomens soldados, caçadores de recompensas de cyborg e até mesmo aranhas alienígenas. Robôs, monstros de lixo e demônios sedentos também não faltam por lá. Tudo isso combinado com as técnicas e estilos de animação de cada cineasta ou estúdio envolvido no projeto. O que faz de Love, Death & Robots’ um dos títulos mais ousados do catálogo da Netflix, com muito sangue, sexo e violência.

A série foi criada por David Fincher (‘Garota Exemplar‘) e Tim Miller (‘Deadpool‘).

‘Decision to Leave’: Filme do diretor de ‘Old Boy’ será representante da Coreia no Oscar

Segundo o Hollywood Reporter, ‘Decision to Leave‘, filme de Park Chan-wook, foi escolhido para representar a Coreia do Sul no Oscar 2023 na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

Lee Jung-hyun, Park Yong-woo, Go Hyung-Pyo e Kim Shin-young completam o elenco. Miky Lee e Kang Ho-sung estão na produção executiva.

Com a direção de Chan-wook (‘Oldboy‘), o roteiro é assinado por Seo-kyeong Jeong ao lado do diretor. Os dois trabalharam juntos em ‘A Criada‘ e ‘Sede de Sangue‘.

Veja o trailer:

O detetive Hae-joon (Park Hae-il) é chamado para investigar a morte misteriosa de um homem que caiu do pico de uma montanha. Durante sua investigação, ele começa a desenvolver um interesse na viúva do falecido, Seo-rae (Tang Wei), que é uma suspeita no caso.

Decision to Leave‘ ainda não tem distribuição no Brasil, mas a MUBI detém os direitos de exibição do filme em países, incluindo nos Estados Unidos.