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‘Decision to Leave’: Filme do diretor de ‘Old Boy’ será representante da Coreia no Oscar

Segundo o Hollywood Reporter, ‘Decision to Leave‘, filme de Park Chan-wook, foi escolhido para representar a Coreia do Sul no Oscar 2023 na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

Lee Jung-hyun, Park Yong-woo, Go Hyung-Pyo e Kim Shin-young completam o elenco. Miky Lee e Kang Ho-sung estão na produção executiva.

Com a direção de Chan-wook (‘Oldboy‘), o roteiro é assinado por Seo-kyeong Jeong ao lado do diretor. Os dois trabalharam juntos em ‘A Criada‘ e ‘Sede de Sangue‘.

Veja o trailer:

O detetive Hae-joon (Park Hae-il) é chamado para investigar a morte misteriosa de um homem que caiu do pico de uma montanha. Durante sua investigação, ele começa a desenvolver um interesse na viúva do falecido, Seo-rae (Tang Wei), que é uma suspeita no caso.

Decision to Leave‘ ainda não tem distribuição no Brasil, mas a MUBI detém os direitos de exibição do filme em países, incluindo nos Estados Unidos.

‘Doctor Who’: Filmagens da nova temporada com Ncuti Gatwa começam em novembro

As filmagens da décima quarta temporada de ‘Doctor Who‘, que será estrelada por Ncuti Gatwa, vão começar em novembro deste ano, segundo informações do The Hollywood Reporter.

O ator conhecido por ‘Sex Education‘, Gatwa vai substituir Jodie Whittaker, que passou quatro anos estrelando a série.

Um episódio especial será lançado ainda neste ano, com Neil Patrick Harris, David Tennant e Catherine Tate no elenco. Yasmin Finney, de ‘Heartstopper‘, também estará no elenco da décima quarta temporada como a ajudante do Senhor do Tempo de Gatwa.

Lembrando que a Disney está em negociações para adquirir os direitos de transmissão de ‘Doctor Who‘, da BBC.

Russell T. Davies retornará como o showrunner do novo ciclo.

Mais informações sobre a próxima temporada não foram revelados.

‘The Fall Guy’: Emily Blunt se junta a Ryan Gosling em novo filme do diretor de ‘John Wick’

A atriz Emily Blunt (‘Um Lugar Silencioso’) entrou para o elenco de ‘The Fall Guy‘, filme adaptando a série de televisão dos anos 1980, de acordo a Deadline.

Estrelado por Ryan Gosling, o filme terá a direção de David Leitch (‘John Wick’), que chegou agora nos cinemas com o lançamento de ‘Trem-Bala‘, com Brad Pitt no elenco.

Drew Pearce, que trabalhou com Leitch em ‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw‘, assina o roteiro e atua como produtor executivo. Glen A. Larson, criador da série original, também está na produção.

A série acompanha as aventuras de um dublê de cinema que brilha como caçador de recompensas quando o trabalho no cinema é lento. Lee Majors, Douglas Barr e Heather Thomas estrelaram.

Emily Blunt está no elenco do novo filme de Christopher Nolan e estará em ‘Pain Hustlers‘, com Chris Evans. Ryan Gosling está no filme da Barbie e acabou de estrelar ‘Agente Oculto‘, ação da Netflix com os irmãos Russo.

The Fall Guys‘ deve estrear em 1º de março de 2024.

‘The Idol’: Série do criador de ‘Euphoria’ com The Weeknd e filha de Johnny Depp ganha nova imagem

Foi divulgada pela HBO Max novas imagens de ‘The Idol‘, série está sendo desenvolvida por Sam Levinson, criador da premiada série ‘Euphoria‘, junto com o astro The Weeknd.

The Idol‘ acompanha uma cantora pop (Lily-Rose) que inicia um romance com um enigmático (Weeknd) dono de um clube de Los Angeles, líder de um culto secreto.

Confira:

“Achei o roteiro muito intrigante, então queria fazer parte da série. Eu me sinto muito animada. Vou trabalhar duro, então, por favor, me assistam com carinho”, falou Jennie Kim, do grupo BLACKPINK, que também está no elenco.

Já Abel “The Weeknd” Tesfaye é ator, co-roteirista e produtor executivo da série ao lado de Reza Fahim e Sam Levinson. Joseph Epstein e Mary Laws (Demônio de Neon) também assinam o roteiro e produção. Epstein é o showrunner.

The WeekndSam LevisonReza Fahim são os co-criadores e produtores do show.

Lily Rose-Depp também estrela o projeto. Suzanna SonMelanie LiburdTunde AdebimpeSreve ZissisTroye SivanElizabeth Berkley LaurenNico HiragaAnne Heche completam o elenco.

Joseph Epstein entra como showrunner e roteirista principal da obra.

A 1ª temporada será composta por seis episódios.

Anne Heche, de ‘Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado’, morre aos 53 anos

A atriz Anne Heche faleceu aos 53 anos, devido a complicações de um recente acidente de carro na área de Los Angeles.

A atriz vencedora do Emmy ficou conhecida por filmes como ‘Jogando com Prazer‘, ‘Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ e ‘Seis Dias, Sete Noites‘.

Heche bateu um Mini Cooper azul em uma casa na área de Mar Vista, em Los Angeles, na sexta-feira, 5 de agosto, o que fez com que seu veículo e a casa pegassem fogo.

A atriz foi então levada ao hospital com queimaduras e ferimentos graves, e foi entubada, com relatórios policiais posteriores revelando que ela tinha entorpecentes em seu sistema no momento do acidente.

Foi dito que a atriz se envolveu em duas batidas… Por volta do meio-dia, ela atingiu a garagem de um complexo de apartamentos de Mar Vista.

Assustados com o estrondo causado pela colisão, os moradores do bairro tentaram socorrer Heche, mas ela engatou a marcha à ré e fugiu do local em alta velocidade.

No mesmo quarteirão, ela acabou colidindo com uma casa, que acabou pegando fogo, junto com o carro da atriz.

Os bombeiros foram acionados e chegaram minutos após a segunda batida, quando encontraram a atriz desacordada e com queimaduras espalhadas pelo corpo.

UAU! Viola Davis em novo trailer legendado de ‘A Mulher Rei’, épico de guerra no estilo ‘Pantera Negra’

‘A Mulher Rei’ (The Woman King), épico histórico estrelado pelas vencedoras do Oscar Viola DavisLashana Lynch, teve um novo trailer legendado divulgado.

A história é inspirada em fatos reais que aconteceram no reino de Dahomey, um dos mais poderosos do continente africano, entre os séculos XVIII e XIX, e irá mostrar Nanisca (Davis), que é a general de um exército militar feminino, e sua filha, Nawi, que lutam juntas contra os franceses que escravizaram e tentaram destruir seu povoado.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme será lançado nos cinemas em 22 de setembro de 2022.

Gina Prince-Bythewood (‘The Old Guard’) dirige.

Davis, Cathy SchulmanJulius TennonMaria Bello entram como produtores.

Davis levou o Oscar para casa por sua incrível interpretação no drama ‘Um Limite Entre Nós, além de ter sido indicada outras duas vezes por DúvidaHistórias Cruzadas. Ela também foi a primeira mulher negra da história a ganhar o Emmy de Melhor Atriz, pela série How to Get Away with Murder.

Após polêmicas, Marvel deve criar estúdio próprio de efeitos visuais

Segundo o Screen Geek, a Marvel já está cogitando criar um estúdio próprio de efeitos visuais, após várias polêmicas que vem enfrentando nos últimos meses com terceirizados. Diversos artistas da área fizeram acusações sobre trabalho excessivo nas produções do estúdio.

A Marvel Studios não alertou suas equipes de efeitos visuais sobre as mudanças nas datas de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e ‘Vingadores: Ultimato‘. Os filmes foram adiantados em um mês, reduzindo ainda mais o já curto tempo de preparação.

De acordo com reportagem do Gizmodo, um artista que preferiu não se identificar revelou que a equipe só descobriu isso através de um artigo online. Depois de confirmar a informação com seu supervisor, a Marvel Studios admitiu que “esqueceu” de informá-los.

“O pior foi quando Vingadores: Guerra Infinita e Ultimato estavam saindo. Eles realmente adiantaram esse lançamento em um mês, mas não nos disseram. Lembro-me de estar no chão com minha equipe e um dos meus artistas vem até mim e diz: ‘Ei, você viu isso?’ e ele me mostra um artigo dizendo que a Marvel adiantou a data de lançamento em um mês. […] Então, descobrimos em um comunicado à imprensa que tínhamos um mês a menos para trabalhar em todas essas cenas”, diz o comunicado.

Em matéria feita pela Vulture, vai além, dizendo que em um projeto de grande escala, geralmente há uma equipe de dez artistas trabalhando na pós-produção, enquanto na Marvel, são apenas dois.

“Você já está sobrecarregado, mas então a Marvel pede mudanças regulares além do que qualquer outro cliente faz. E algumas dessas mudanças são realmente importantes. Talvez um mês ou dois antes de um filme sair. Eles te fazem mudar todo o terceiro ato, sempre com prazos muito apertados”, disse um artista anônimo.

‘O Telefone Preto 2’? Diretor revela que gostaria de voltar para a sequência…

Com US$ 141.1 milhões arrecadados mundialmente, ‘O Telefone Preto‘ conseguiu superar a arrecadação total de ‘Pânico‘ (US$140M), e se tornou o maior filme de terror do ano.

Com o sucesso, é claro que uma sequência já está sendo planejada pela Universal Pictures.

Em entrevista ao Movie Web, Scott Derrickson falou sobre a possibilidade de expandir o mundo de ‘O Telefone Preto‘ com uma sequência, dizendo que, apesar de quão longe no futuro seria se isso acontecesse, ele certamente estaria a bordo.

“Estou muito aberto para a sequência. Claro, o estúdio gostaria disso porque foi um grande sucesso. Mas meu Deus, o filme ainda está nos cinemas. Eu não tive tempo para realmente contemplar o que isso seria ainda. Mas certamente estou aberto à ideia porque eu amo isso e os personagens. Parece-me que poderia haver mais.”, afirmou. 

Considerando o seu baixo orçamento entre US$ 16-18 milhões e o sucesso entre os críticos (83% de aprovação no Rotten Tomatoes), ‘O Telefone Preto‘ já pode ser considerando mais um sucesso da Blumhouse.

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A trama acompanha um jovem de 13 anos nos anos 70 que é sequestrado por um homem com uma van preta, e é levado para um porão com um telefone preto. Mesmo desconectado, o telefone recebe ligações das vitimas anteriores do assassino tentando ajudar o protagonista a escapar.

Ethan Hawke (‘A Entidade’) e James Ransone (‘IT: Capítulo 2’) estrelam a produção. O elenco ainda conta com Jeremy Davies (‘Hannibal’), Mason ThamesMadeleine McGraw.

O roteiro, baseado em um conto de Joe Hill, foi escrito por Robert Cargill.

Chris Evans | Conheça os MELHORES e PIORES filmes do astro de ‘Agente Oculto’, da Netflix

Para sempre eternizado como o super-herói Capitão América da Marvel, o jovem astro Chris Evans, de 41 anos, viu ressurgir sua carreira numa ascensão meteórica após ter aceitado viver o citado personagem para o estúdio. Foi um tiro no escuro na época, já que a Marvel ainda não era o que se tornaria, mas que felizmente deu muito certo e fez de Chris Evans finalmente um astro. O ator pensava inclusive em desistir da carreira, já que antes de 2011, grande parte de sua filmografia não era, por assim dizer, repleta de sucessos – tanto de crítica quanto de público. Foi graças à parceria com o MCU que Evans veria uma nova onda de popularidade em sua carreira, ou melhor, um verdadeiro tsunami. Seu mais recente lançamento, a superprodução Agente Oculto (um dos filmes mais caros da história da Netflix) já é o novo sucesso de sua carreira, tendo emplacado forte no gosto do grande público. Agente Oculto (The Gray Man) se tornou a segunda maior estreia da história da Netflix, tendo sido assistido durante 88,5 milhões de horas no primeiro fim de semana. Fora isso, a Netflix já confirmou a continuação do longa, assim como também um derivado. Na trama, Evans interpreta o agente renegado Lloyd Hansen, o vilão da trama, e o ator se diverte bastante ao criar este odiável antagonista (tem se tornado uma especialidade sua).

Como forma de comemorar este novo sucesso dos irmãos Joe e Anthony Russo (responsáveis por quatro dos melhores filmes da Marvel) em sua primeira parceria com a Netflix, e também celebrar este ainda subestimado ator que é Chris Evans (cujo próximo trabalho é a aventura romântica Ghosted, do diretor de Rocketman e dos roteiristas de Deadpool), resolvemos recapitular rapidamente a filmografia do jovem astro, apontando os cinco melhores e também os cinco piores filmes de sua carreira – na opinião dos críticos e também do grande público. Confira abaixo.

Leia também: Ryan Gosling | Conheça os MELHORES e PIORES filmes do astro de ‘Agente Oculto’, da Netflix

MELHORES

5. Capitão América: O Soldado Invernal (2014)

Já que foi o papel de Steve Rogers/Capitão América que deu novo sopro à carreira de Chris Evans, nada mais justo do que começar o top 5 dos melhores do ator com um filme do personagem. E o escolhido não poderia ser outro senão o melhor filme do Capitão América na opinião dos fãs, do público e dos críticos – O Soldado Invernal, o segundo longa do herói. Coincidentemente, esse foi o filme que marcou a entrada dos irmãos Russo na Marvel. A pegada aqui é a dos thrillers de espionagem conspiratórios da década de 1970, e para isso foi escalado num dos papeis principais o ator Robert Redford, especialista no gênero. Na trama, o protagonista vivido por Evans descobre uma grande conspiração de dentro do governo americano.

4. Vingadores: Guerra Infinita (2018)

O item acima pode ter apresentado o único filme do Capitão América contido na lista, mas isso não significa que o personagem não aparecerá mais. Isso porque Evans foi parte integral e indispensável dos longas da superequipe conhecida como Vingadores, que reúne os maiores heróis da Terra e também do espaço – isso é, ao menos os maiores da Marvel. E adivinhe só, aqui temos mais um filme dirigido pelos irmãos Russo. Após escreverem seu nome no panteão do estúdio com o segundo e o terceiro filme do Capitão América, a Marvel não perdeu tempo e escalou a dupla para os filmes três e quatro dos Vingadores também. Aqui, era o começo do fim, o início da conclusão de dez anos de trabalho e diversos blockbusters, culminando na chamada Guerra Infinita. E o MCU nunca mais seria o mesmo.

3. Os Vingadores (2012)

Quando aceitou o papel do Capitão América, Chris Evans já sabia que seu contrato o seguraria para outros filmes. E o que viria a seguir mostraria que o ator estava certo em sua escolha. Os Vingadores foi o primeiro fenômeno da MCU nos cinemas, um filme que reuniu grandes personagens e franquias numa só, demonstrando o potencial de um universo interligado nas telas pela primeira vez. O fenômeno está completando 10 anos de lançamento em 2022 – parece que foi ontem. Desta forma Evans teve a honra de participar de um dos blockbusters mais bem sucedidos da história do cinema, reunindo pela primeira vez em cena o Homem de Ferro, o Hulk e o Thor, além de seu citado personagem símbolo dos EUA. A ideia era ambiciosa e poderia ter dado muito errado. Mas deu muito certo, graças ao comando minucioso de Joss Whedon, que na época se tornava o novo dono do mundo – muito diferente da estima que tem hoje, sendo um dos “cancelados” de Hollywood graças ao seu comportamento abusivo nos sets.

2. Entre Facas e Segredos (2019)

O primeiro filme a aparecer na lista que não faz parte do MCU, ou sequer é um filme de super-heróis, merece ser louvado e reconhecido. Depois de toda a fama conquistada como um dos grandes heróis do cinema, Chris Evans resolveu investir em personagens que representassem o oposto. Antes de viver o vilão em Agente Oculto, o ator já havia interpretado o papel de um sujeito desprezível e dono de poucos predicados, nesse sucesso surpresa do diretor Rian Johnson, que brinca com a mitologia dos clássicos do suspense de Agatha Christie. No filme, Evans vive o playboy Ransom, um herdeiro em constante pé de guerra com a família interesseira pela fortuna de seu avô patriarca, um magnata de uma tradicional editora de livros.

1. Vingadores: Ultimato (2019)

O ano de 2019 foi um dos pontos altos da carreira de Chris Evans. Em especial por marcar o fim de um ciclo de quase 10 anos em que o ator interpretou o personagem Capitão América. Aqui foi onde Evans se despediu com chave de ouro do personagem, assim como Robert Downey Jr., seu colega e mentor. Se irão voltar no futuro, só o tempo dirá. Mas por enquanto, essa foi a despedida de ambos – num dos filmes do gênero mais melancólicos e dramáticos, mas igualmente afetuosos e belos, de todos os tempos. Aqui, o Capitão luta para salvar o mundo, voltando no tempo e mexendo com a realidade. Mas no fim da missão, abre mão de sua trajetória no uniforme do herói em nome do grande amor de sua vida.

PIORES

5. Tesouro Perdido (2008)

Começamos a lista do top 5 piores da carreira de Chris Evans com uma produção anterior à sua primeira aparição como Capitão América. Esse filme, no entanto, veio depois de suas duas investidas em outro herói da Marvel, o Tocha Humana nos filmes do Quarteto Fantástico. Muitos inclusive ficarão surpresos de não encontrar tais filmes aqui na parte do “fundo do poço” do ator. Iniciando os trabalhos temos uma obra não da Marvel, mas sim um produto baseado num dos grandes tesouros americanos: o dramaturgo Tennessee Williams. Na trama, Chris Evans vive Jimmy, um rapaz de origem humilde que se apaixona e inicia uma relação com uma rica socialite vivida por Bryce Dallas Howard. A mulher vai contra os costumes sociais e de sua família para bancar a relação, mas quando uma joia valiosa sua desaparece, a desconfiança recai sobre o sujeito. Os críticos não compraram a adaptação e o público ignorou.

4. Qual Seu Número? (2011)

Chris Evans teve uma fase da carreira na qual resolveu investir em comédias românticas. A verdade é que no início da década de 2010 o gênero estava a toda, mas conseguir apontar alguma de qualidade era bem mais difícil. Assim, no mesmo ano do primeiro Capitão América, o ator servia de par para a humorista Anna Faris neste romance cômico. Considerado uma investida genérica no gênero, Faris interpreta uma jovem mulher atrás de seu grande amor – essa era uma época em que muitos filmes ainda retratavam mulheres jovens e independentes, mas altamente inseguras sobre sua condição, creditando sua felicidade verdadeira na companhia de um homem. Ela resolve correr atrás de todos os homens com quem se relacionou no passado, acreditando que um deles seja seu verdadeiro amor. Dentre os pretendentes está Chris Evans.

3. London (2005)

Em terceiro lugar dos filmes menos apreciados da carreira de Chris Evans está este drama sobre obsessão que talvez desça ainda menos redondo nos dias de hoje. Na trama, Evans e Jessica Biel eram um casal feliz. Até que a mulher termina com o sujeito. Na fossa, depois do fim do relacionamento de dois anos, ocorrido há seis meses, o sujeito se entrega ao álcool e às drogas. No desespero, ele resolve aparecer de supetão numa festa de despedida dela, tentando reatar a relação. Duro de assistir, este filme talvez seja recomendado apenas para os que tiverem o desejo de ver como Jason Statham fica com cabelo. Esse foi o segundo filme seguido que Evans fez ao lado de Statham, após o suspense Celular (2004). Até mesmo o nome da protagonista aqui é pretensioso: o mesmo do título do filme.

2. Deixa Rolar (2014)

E se no lançamento da comédia romântica Qual Seu Número?, Chris Evans estrelava pela primeira vez com o Capitão América, na época deste romance aqui ele aparecia pela terceira vez como o personagem no mesmo ano de O Soldado Invernal, já tendo participado também de Os Vingadores (2012). Tentando inserir metalinguagem em seu roteiro, a trama traz Evans como um roteirista de Hollywood escrevendo uma comédia romântica, ao mesmo tempo em que vive uma ao lado de Michelle Monaghan. Tentando ser ainda mais espertinho, o filme sequer dá nome ao casal, com o protagonista mencionado apenas como “Me” ou “Eu”, e seu par como “Her”, ou “Ela”. O que chama atenção de verdade aqui é o elenco coadjuvante, com atores como Anthony Mackie, que no mesmo ano faria parceria com Evans na Marvel, e Ioan Gruffudd, que era o Sr. Fantástico nos filmes do Quarteto Fantástico. O resultado, no entanto, se tornou o segundo pior filme da carreira do ator, na opinião de críticos e do público.

1. Nota Máxima (2004)

Chegamos ao fundo do poço da carreira de Chris Evans, ao menos na opinião dos críticos e dos fãs. E se o ator já havia contracenado com seu parceiro de Marvel, Anthony Mackie, o Falcão, o encontro entre o Capitão América e a Viúva Negra não foi inédito em Os Vingadores. Acontece que Evans e a atriz Scarlett Johansson já havia participado de dois filmes juntos antes do primeiro encontro dos maiores heróis do MCU. O segundo foi na comédia O Diário de uma Babá, veículo para Johansson. Mas é a primeira parceria da dupla que conquista o primeiro lugar do pódio como o filme menos apreciado do ator. Trata-se de Nota Máxima (2004), filme que poucos conhecem, menos ainda viram, e tantos outros procuram esquecer. Bancado pela MTV Films, o longa traz Evans e Johansson bem novinhos, ao lado de outros jovens atores, interpretando estudantes que resolvem invadir um centro de testes e roubar os exames para o vestibular a fim de gabaritarem a prova.

Confira as MELHORES comédias de terror do Século 21

Comédias de terror costumam conquistar o público por zombarem de diversos títulos marcantes, tornado hilários os elementos que os fazem transmitir medo.

Nos últimos anos, filmes como ‘Pânico’, ‘Atividade Paranormal’, ‘Sexta-Feira 13e até mesmo O Exorcista se tornaram alvo das piadas de cineastas que gostam de subverter o clima de suspense e terror.

Pesando nisso, a Indie Wire divulgou uma lista com 25 das melhores comédias de terror, envolvendo variadas temáticas, como serial killers, bruxaria, fantasmas e exorcismos.

Veja se encontra o seu preferido:

‘Vem com o papai’ (2019)

O longa que marca a estreia diretorial do produtor Ant Timpson acompanha a história de um jovem vivido por Elijah Wood, que tenta se reconectar com seu pai ausente (Stephen McHattie). No entanto, ele rapidamente descobre que seu pai é não apenas desprezível, mas que esconde um passado sombrio.

‘As Vozes’ (2014)

Na trama, Jerry (Ryan Reynolds) é um jovem esquizofrênico que conversa com seus animais de estimação, o cachorro Bosco e o gato Sr. Whiskers. Sua vida pacata como funcionário de uma armazém vira de cabeça para baixo quando ele se apaixona por Fiona (Anna Kendrick), que trabalha na contabilidade, levando-o a situações inesperadas e desconcertantes.

Fresh’ (2022)

Dirigido pela estreante Mimi Cave, ‘Fresh‘ se inicia com um clima digno de comédia romântica quando Noa (Daisy Edgar-Jones) conhece o charmoso Steve (Sebastian Stan) após inúmeras desilusões amorosas. No entanto, quando ela aceita seu convite para um fim de semana no interior, ela acaba descobrindo que caiu mais uma vez nas armadilhas do amor.

Zumbilândia (2009)

Antes de ‘The Walking Dead‘ impulsionar o subgênero do apocalipse zumbi em 2010, ‘Zumbilândia‘ já tinha dado o pontapé inicial um ano antes na trama escrita por Rhett Reese e Paul Wernick (‘Deadpool 2’).

Dirigido por Ruben Fleischer, o longa fez bastante sucesso ao reunir um universitário (Jesse Eisenberg), um caubói obcecado por salgadinhos (Woody Harrelson), uma rebelde que adora delineadores (Emma Stone) e sua irmã mais nova (Abigail Breslin) tentando sobreviver ao fim do mundo em meio aos seus dilemas pessoais.

‘Freaky – No Corpo de um Assassino’ (2020)

Millie Kessler (Kathryn Newton) é uma jovem de 17 anos que está apenas tentando sobreviver ao ensino médio. Mas, quando ela se torna o mais novo alvo de um serial killer (Vince Vaughn), a escola se torna o menor de seu problemas. Quando a adaga mística do assassino faz com que ele e Millie troquem de corpos, ela descobre que tem apenas 24 horas para recuperar seu verdadeiro corpo antes que fique presa no corpo do assassino de meia-idade para sempre.

‘É o Fim’ (2013)

Os diretores e roteiristas Seth Rogen e Evan Goldberg reúnem um monte de astros de Hollywood para uma festança que acaba se transformando em um inferno na Terra quando o Juízo Final começa a se cumprir.

Junto com Jay Baruchel, Jonah Hill e James Franco, Rogen e seus amigos precisam se arrepender de seus pecados para que consigam um convite para o céu enquanto se deparam com diversas personalidades, incluindo Michael Cera, Aziz Ansari, Kevin Hart, Channing Tatum, Emma Watson e até Rihanna.

Pânico’ (2022)

A continuação da aclamada franquia slasher acontece vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, quando um novo assassino se apropria da máscara do Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott (Neve Campbell) retorne para desvendar o mistério.

O novo filme já começa com Jenna Ortega brilhando em uma cena que faz referência ao momento em que Casey Becker (Drew Barrymore) é atacada no filme original, mas sem parecer uma cópia. Além disso, Melissa Barrera se sai igualmente bem como protagonista, e o público ainda é presenteado com o retorno de Campbell, Courteney Cox e David Arquette.

‘Terror nos Bastidores’ (2015)

No longa de Todd Strauss-Schulson, a jovem Max (Taissa Farmiga) fica de luto após a morte de sua mãe, Amanda (Malin Akerman), que foi uma atriz de filmes de terror na juventude. Quando Max e seus amigos vão assistir a um filme de Amanda, eles acabam sendo puxados para dentro da trama após o cinema começar a pegar fogo.

‘Housebound’ (2014)

O que você faz quando está sob prisão domiciliar em uma casa assombrada? O roteirista e diretor Gerard Johnstone responde a essa pergunta quando a imprudente Kylie (Morgana O’Reilly) tenta roubar um caixa eletrônico e é condenada a morara oito meses com sua mãe (Rima Te Wiata). Essa dinâmica tensa fica ainda mais complicada quando Kylie começa a presenciar fenômenos sobrenaturais ligados a um terrível assassinato.

‘Vagina Dentada’ (2007)

O roteirista e diretor Mitchell Lichtenstein entrega um dos filmes mais excêntricos e estranho do gênero ao narra a história de Dawn O’Keefe (Jess Weixler), uma líder temente a Deus em um grupo cristão de abstinência que descobre que ela tem uma condição estranha chamada ‘vagina dentada’, o que torna a vida dela um tanto fora do comum.

Morte Morte Morte’ (2022)

O elogiado terror slasher da diretora Halina Reijn conquistou 97% de aprovação dos críticos ao mostrar um grupo de jovens que planejam uma festa durante um furacão em uma mansão numa ilha remota, mas a celebração se torna mortal quando um assassino começa a eliminá-los, um por um.

Por Trás da Máscara – O Surgimento de Leslie’ (2006)

Dirigido por Scott Glosserman, o documentário é uma sátira ao gênero slasher que mostra uma jornalista e sua equipe que estão documentando a trajetória de um aspirante a serial killer, que constrói sua fama com base nos elementos de filmes sobre assassinatos.

Contos do Dia das Bruxas’ (2007)

Escrito e dirigido por Michael Dougherty, a antologia de terror narra como os moradores de uma cidade são afetados pelo Halloween, incluindo misteriosas mortes de quem não respeita as tradições do feriado.

Plano-Sequência dos Mortos’ (2017)

Orçado m apenas US$ 25.000, o longa escrito e dirigido pelo japonês Shin’ichiro Ueda chamou bastante atenção ao acompanhar uma equipe de atores e cineastas encarregados de gravar um filme de zumbis ao vivo e em uma única tomada, o que leva a uma série de improvisos hilários e duvidosos.

‘Todo Mundo Quase Morto’ (2004)

Na trama, Shaun (Simon Pegg) trabalha como vendedor e divide uma casa com Ed (Nick Frost ), seu melhor amigo, e Pete (Peter Serafinowicz). Ele costuma ir sempre ao pub local, mas Liz (Kate Ashfield), sua namorada, está cansada de lá. Além disso, ela sempre reclama que ele não se separa de Ed, apesar de suas piadas bobas e seu desinteresse em fazer algo útil. Para resolver a questão, Shaun aceita marcar um encontro com Liz em outro restaurante, mas se esquece de fazer a reserva. Irritada, ela decide terminar a relação. Arrasado, Shaun fica bêbado no seu pub predileto ao lado de Ed, sem notar que as pessoas à sua volta estão se tornando zumbis, devido a um estranho fenômeno.

‘A Morte te Dá Parabéns’ (2017)

A estudante universitária Tree Gelbman (Jessica Rothe) maltrata as pessoas e não parece estar muito disposta a atender as ligações do pai no seu aniversário. No fim do mesmo dia, ela acaba sendo brutalmente assassinada por um mascarado. Acontece que ela sobrevive, ou melhor, acorda no mesmo e fatídico dia, em uma espécie de looping macabro que termina sempre com sua morte. Reviver este dia dá a Tree a chance de investigar quem é o seu assassino.

‘Casamento Sangrento’ (2019)

Dos mesmos diretores de ‘Pânico’ (Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin), a trama segue uma jovem noiva (Samara Weaving) enquanto ela conhece a família rica e excêntrica de seu marido (Mark O’Brien) em uma tradição que logo se transforma em um jogo mortal com todos lutando para sobreviver.

‘Slither’ (2006)

Misturando, suspense e sci-fi, o longa marca a primeira colaboração entre diretor James Gunn e os astros Michael Rooker e Elizabeth Banks quando A cidade de Weelsy é atingida por um meteoro e logo os animais começam a morrer. É aí que o xerife Bill Pardy (Nathan Fillion) inicia uma investigação que o levará a uma terrível descoberta: parasitas alienígenas estão se infiltrando na mente dos habitantes da cidade.

‘O Segredo da Cabana’ (2012)

Na estreia diretorial de Drew Goddard, a jovem Jules (Anna Hutchison) resolve levar seus amigos Curt (Chris Hemsworth), Dana (Kristen Connolly), Holden (Jesse Williams) e Ronald (Tom Lenk) para uma viagem diferente nas montanhas, numa cabana situada no meio da floresta, isolada de tudo. Mas o que era para ser somente um momento de muita curtição entre a turma, acaba se transformando em algo que suas mentes jamais imaginariam.

‘Todo Mundo em Pânico’ (2000)

Provavelmente o mais famoso do gênero, o filme que deu início à franquia de sucesso trouxe nomes como Anna Faris e os irmãos Marlon e Shawn Wayans numa comédia que acompanha um grupo de adolescentes desorientados que acabam sendo vítimas de um assassino que está entre eles. A heroína Cindy Campbell e a sua turma de amigos tentam se proteger do perigo, enquanto tentam lidar com a irritante repórter Gail Hailstorm (Cheri Oteri).

Dirigido por Keenen Ivory Wayans, ‘Todo Mundo em Pânico‘ foi marcado pelas paródias a ‘Pânico’, ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’ e ‘Buffy, a Caça-Vampiros’.

‘Tucker e Dale Contra o Mal(2010)

Tucker (Alan Tudyk) e Dale (Tyler Labine) estão de férias em sua cabana em ruínas na montanha quando são atacados por um grupo de estudantes que os confundem com assassinos em série. O que deveria ser apenas férias com churrasco, cerveja, pescaria e bons momentos, se transforma numa sangrenta e louca perseguição.

Corra!’ (2017)

Apesar do drama e do suspense carregado na trama, o próprio diretor Jordan Peele disse que o longa não tem um gênero definido e que inseriu sutis elementos cômicos para não transformar o longa em um mero terror.

Na trama, conhecemos Chris (Daniel Kaluuya), um jovem fotógrafo negro que está prestes a conhecer os pais de sua namorada branca, chamada Rose (Allison Williams), mas ele está preocupado com o fato deles não saberem de sua etnia. Com o tempo, ele acaba percebendo que a família dela esconde algo muito perturbador.

Garota Infernal’ (2009)

Dirigido por Karyn Kusama, o longa trouxe Megan Fox como uma jovem possuída por um demônio após ser sacrificada em ritual. Com sege de vingança, ela sacia seu apetite com carne humana dos rapazes da escola, até que sua amiga Needy (Amanda Seyfried) descobre o que está acontecendo e promete colocar um fim na carnificina.

Psicopata Americano‘ (2000)

Em Nova York de 1987, o belo jovem executivo Patrick Bateman (Christian Bale) tem uma segunda vida como um perigoso assassino em série durante a noite. O longa dirigido por Mary Harron é definido como um suspense de humor negro que examina os elementos que transformam um homem em um monstro.

‘O Que Fazemos nas Sombras’ (2014)

Nesta hilária comédia de Taika Waititi, um grupo de cineastas protegidos com crucifixos registram a intimidade de quatro seres imortais que compartilham o lar em um subúrbio da Nova Zelândia. Enquanto eles lidam com os conflitos naturais da convivência, como quem lava os pratos ou o cuidado para não estragar os móveis com o sangue das vítimas, eles tentam se manter atualizados com a vida moderna sem perder o estilo dos séculos passados.

E aí, qual filme você adicionaria a esta lista?

‘Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez’ e as séries documentais sobre CRIMES nos streamings

Recentemente estreou no streaming HBO Max a série documental Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez, rapidamente se tornando o novo sucesso da plataforma. Documentários seriados sobre crimes chocantes e inexplicáveis se tornaram um gênero convidativo para grande parte do público geral, curioso para entender melhor como tudo aconteceu, como se pudessem pela primeira vez ficar por dentro de todos os fatos, através de pesquisas e entrevistas com os envolvidos. Para outros tantos, de gerações mais recentes que eram jovens demais na época do ocorrido, é o primeiro contato com um dos momentos mais impactantes e surreais ocorridos em nosso país – a pura representação da maldade encarnada.

E quando falamos do assassinato da jovem atriz Daniella Perez, morta aos 22 anos, abordamos um dos crimes mais brutais e ainda doloridos da história de nosso país. A morte da atriz está completando 30 anos em 2022, e assim a plataforma de streaming resolveu homenageá-la e dar voz a seus entes queridos para que compartilhem sua dor e o mais importante, as memórias desta estrela que brilhou e se foi rápido demais.

As plataformas de streaming estão cheias de programas do tipo, cada uma delas tem seu próprio repertório intrigante. Mórbido para muitos, curioso para outros e informativo para tantos, este tipo de seriado se propõe a esmiuçar a fundo tais acontecimentos, recolhendo a maior quantidade possível de informação, contando com o distanciamento muitas vezes como aliado – após ter se passado anos e às vezes décadas do crime. Fora isso, têm gerado também séries de ficção baseadas nestes mesmos crimes, por si só um novo subgênero do cinema. Pegando o embalo de Pacto Brutal, trazemos para você alguns dos mais interessantes documentários na forma de série sobre os crimes mais estarrecedores desta nossa complexa raça humana. Confira.

Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez

Começamos a lista, como sempre, com a produção que a inspirou. Aqui, ganhamos depoimentos como o da mãe da vítima, a autora Glória Perez, que havia escrito a novela De Corpo e Alma, da qual Daniella fazia parte e arrancava elogios por seu desempenho. Foi durante o folhetim que Daniella foi brutalmente assassinada por seu parceiro de cena Guilherme de Pádua, que fazia par na novela com ela, e pela esposa dele, Paula Thomaz, enciumada por um possível caso entre os dois. Daniella era casada com o ator Raul Gazolla, que também dá sua versão dos fatos. O programa em cinco episódios traz também depoimentos de colegas de profissão como Maurício Mattar, Fábio Assunção e Eri Johnson.

A Máfia dos Tigres

Por falar em documentários de sucesso, este foi uma verdadeira sensação no início da pandemia. Numa época em que todos precisavam ficar trancafiados dentro de casa com medo do que o mundo exterior ia trazer, a solução foi buscar algo totalmente diferente e inusitado. E para este propósito A Máfia dos Tigres serviu como uma luva. A história é bizarra e alucinante demais para ser descrita, mas fala sobre o dono de um pequeno zoológico de tigres, conhecido como Joe Exotic. Sua trupe de criadores é um verdadeiro hospício e como se não bastasse o perigo extremo dos grandes felinos, as divergências chegam por todos os lados, em especial vindas de uma resgatista de animais deste porte chamada Carole Baskin, uma rixa que escala até chegar perto de assassinato. O documentário da Netflix estreou em 2020 e tem duas temporadas.

A Mente do Assassino: Aaron Hernandez

Outra produção da Netflix, o streaming tem se especializado em programas do tipo. Aqui, nesta série de 2020, o assunto é Aaron Hernandez, jogador de futebol americano profissional, que chegou a assinar um contrato de US$40 milhões com o time New England Patriots. Com um futuro brilhante pela frente, mas vindo de um lar turbulento, o jovem esportista tinha problemas de raiva, drogas e armas – e assim como O.J. Simpson se veria envolvido num caso de assassinato. Hernandez foi acusado e condenado por matar duas pessoas, entre eles seu futuro cunhado, em 2013.

Conversando com um serial killer: Ted Bundy

Esta é outra série de sucesso da Netflix. Lançada em 2019, este programa em 4 episódios ouve do próprio psicopata Ted Bundy através de fitas antigas de entrevistas suas enquanto esperava a execução no corredor da morte. Os EUA é a terra dos serial killer, muitos ficaram notórios pelos crimes cometidos. E um dos mais infames é Ted Bundy, que confessou ter matado 30 mulheres no período de quatro anos, entre 1974 e 1978, em diferentes estados. Conhecido por sua boa aparência, Bundy é “o galã dos assassinos em série”, inspirando confiança e sempre muito charmoso e educado com suas vítimas antes de cometer seus assassinatos. A história do maníaco virou filme no mesmo ano, onde Zac Efron topou o desafio de interpretar o psicopata em Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal.

Conversando com um serial killer: o Palhaço Assassino

Um novo exemplar da série documental, a Netflix resgatou este ano as fitas de outro serial killer muito célebre nos EUA. Conhecido como o palhaço assassino, John Wayne Gacy trabalhava em festinhas infantis vestido de palhaço. O psicopata foi responsável pela morte de pelo menos 33 jovens e meninos, muitos dos quais ele também abusava sexualmente. Gacy também agiu na década de 1970 e sua biografia de crimes inspirou diversos outros documentários e filmes de terror com a figura de palhaços assustadores.

Os Filhos de Sam: Loucura e Conspiração

Não tem jeito, a Netflix domina o mercado também em produções do tipo e pegou para si esse filão como poucas outras plataformas de streaming fizeram. Seguindo a linha de alguns dos assassinos em série mais marcantes da história recente dos EUA, trazemos outro psicopata que agiu durante a década de 70 – ao que parece uma época fértil para esse tipo de loucura e crime. Depois de Ted Bundy e John Wayne Gacy chega a vez de David Berkowitz, conhecido como o “filho de Sam” e o “assassino do calibre 44.”. Berkowitz era carteiro, e ao ser preso por 8 mortes em Nova York, após um ano e alguns meses, botou a culpa no demônio que falava com ele através de um cachorro preto do vizinho e o ordenou matar. O sujeito foi responsável por uma onda de terror na época, e ganhou até mesmo um filme dirigido por Spike Lee, chamado O Verão de Sam (1999). Mas esse documentário em quatro episódios, de 2021, se propõe a teorizar que ele não era o único culpado dos crimes e tinha comparsas que ainda podem estar livres.

Eu Te Amo, Agora Morra – O Caso Michelle Carter

Mudando um pouco de ares para variar, agora deixamos a Netflix e migramos novamente para a HBO Max para este documentário de 2019, de 2h23min de duração. A história deste caso inspirou até mesmo uma série de ficção chamada The Girl from Plainville, da Hulu, que no Brasil chegou através da Starz, e traz Elle Fanning no papel de Michelle Carter. A trama aqui é a seguinte, a jovem loirinha do título teria incentivado (para dizer no mínimo) através de mensagens de celular o amigo / namorado Conrad Roy a se matar. Roy era um adolescente altamente depressivo, que achava estar vivendo um romance virtual com Michelle, e achou que poderia ser sua tábua de salvação. Ao contrário, a jovem o incentivou através de mensagens a cometer suicídio – e terminou presa por um ano.

Morte na Escadaria

Retornando agora para a Netflix e finalizando nossa lista de indicações, temos outra série documental que se transformou recentemente em um seriado de ficção com o vencedor do Oscar Colin Firth e a indicada Toni Collette, criada pelo nosso conterrâneo Antonio Campos, filho do jornalista Lucas Mendes. O assunto de ambas as obras é o possível assassinato cometido pelo romancista Michael Peterson de sua esposa Kathleen. Ela foi encontrada numa poça de sangue em sua casa perto da escada. Ambas oferecem uma olhada única nos bastidores deste caso. O documentário acompanha a linha de defesa dos advogados no caso, enquanto a série disseca a vida do casal.

‘Halloween Ends’: Intérprete original de Michael Myers se despede do personagem em imagem dos bastidores

Programado para outubro, ‘Halloween Ends‘ marca o último filme da franquia e vai contar com o retorno do intérprete de original de Michael Myers, Nick Castle.

O veterano deu vida ao serial killer no filme de 1978 e também retornou para os filmes de 2018 e 2021, fazendo apenas os sons do vilão, que atualmente é interpretado por James Jude Courtney.

Em seu perfil do Twitter, Castle se despediu do personagem compartilhando uma imagem dos bastidores enquanto concluía seu trabalho em ‘Halloween Ends‘.

Na legenda, ele escreveu:

“Dando um pouco de vida ao The Shape (o apelido do vilão) pela última vez.”

Confira:

Lembrando que ‘Halloween Ends‘ se passa quatro anos depois dos eventos de ‘Halloween‘ (2018) e ‘Halloween Kills‘ (2001) – ambos ocorrendo na noite de Halloween de 2018.

Na trama, Laurie Strode (Jamie Lee Curtis), a sobrevivente de 1978 e 2018, tenta deixar o passado para trás – mas o Halloween não terminará enquanto ela e o vilão estiverem vivos.

Dirigido por David Gordon Green, o filme tem estreia prevista para 13 de outubro nos cinemas brasileiros.

Confira o teaser:

“Quatro anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘, Laurie está vivendo com sua neta Allyson (Andi Matichak), enquanto termina de escrever suas memórias. Michael Myers não foi visto desde então. Após ter sido assombrada pela presença dele por décadas, Laurie está determinada a se libertar do medo e começar a viver. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um garoto que ele estava cuidando como babá, o retorno da violência e do terror forcará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar, de uma vez por todas.” 

 

‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’: Diretor revela qual foi a prioridade ao adaptar os romances de Tolkien

Falta menos de um mês para a estreia de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder‘, a série da Amazon Prime, que promete uma ambiciosa expansão dos romances de J.R.R. Tolkien para a TV.

A série será ambientada na Segunda Era da Terra-Média, milhares de anos antes dos eventos de ‘O Hobbit’ e ‘O Senhor dos Anéis’, adaptando pela primeira vez um território que só foi aprofundado em títulos como ‘O Silmarillion’ e ‘Contos Inacabados‘.

Por conta disso, é claro que os fãs estão curiosos para descobrir quais surpresas estão sendo preparadas.

Em entrevista para a SFX Magazine (via CBR), o diretor e produtor executivo J.A. Bayona revelou que incorporar o “otimismo e amor” de Tolkien foram as maiores prioridades ao dar vida à narrativa.

“Quando você lê os livros de Tolkien, você percebe como ele se dedicou em transmitir beleza ao que escreveu, então a série traz muito dessa beleza. Tanto visualmente quanto esperançosamente. Tolkien era naturalmente otimista, sentimental e inspirador. Ele foi um homem que passou por algumas das coisas mais sombrias da história humana, ele lutou na Primeira Guerra Mundial e mesmo assim não se dedicou a escrever algo sombrio.”

Ele continuou:

“Durante a produção, nossa prioridade era retratar o senso de esperança da história que ele criou. Sentimos que era essa a regra número um: transmitir otimismo e amor, mesmo nos momentos mais sombrios e assustadores da trama.”

Nos primeiros episódios, a narrativa se passa em um período de relativa paz após a derrota de Morgoth, o mestre de Sauron, e mostra os personagens se aventurando pelas Montanhas Nebulosas, a capital dos elfos da floresta de Lindon e as margens do reino insular de Númenor, o reino dos homens.

Lembrando que a estreia está marcada par 02 de setembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Anteriormente, a plataforma liberou um trailer que se aprofunda nos personagens do reino insular de Númenor, como Isildur (Maxim Baldry), Elendil (Lloyd Owen), Pharazôn (Trystan Gravelle), e a Rainha Regente Míriel (Cynthia Addai-Robinson). Outros Númenóreanos também anunciados recentemente são Kemen (Leon Wadham) e Eärien (Ema Horvath).

Confira:

“Este é um título que imaginamos que poderia estar na lombada de um livro ao lado de outros clássicos de J.R.R. Tolkien. O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder une todas as principais histórias da Segunda Era da Terra-Média: A forja dos anéis, a ascensão do Lorde das Trevas Sauron, o conto épico de Númenor e a Última Aliança de Elfos e Homens”, disseram os showrunners JD Payne e Patrick McKay. “Até agora, o público só viu na tela a história do Um Anel — mas antes que houvesse o Um, havia muitos… e estamos empolgados em compartilhar a história épica de todos eles”.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

Crítica | ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico’ – Série Chega ao Fim Repetindo e Forçando a Própria História

Durante a pandemia, uma das produções que estrearam nos streamings e que fez muito, muito sucesso foi a série animada ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico’, inspirada no fenômeno da cultura pop ‘Jurassic Park’, cuja franquia também se estendeu em uma nova trilogia nos cinemas nesta década. Em pouco mais de dois anos foram cinco temporadas que chegaram à Netflix trazendo personagens novos e uma aventura diferente, ainda que baseada no sucesso original, de modo que nessas férias de meio de ano a quinta e última temporada finalmente estreou na plataforma, encerrando o ciclo para quem veio acompanhando-a desde 2020.

Após descobrirem os planos malignos do Sr. Kon (Andrew Kishino) para os dinossauros, Darius (Paul-Mikél Williams), Yasmina (Kausar Mohammed), Brooklyn (Jenna Ortega), Sammy (Raini Rodriguez), Ben (Sean Giambrone) e Kenji (Ryan Potter) ainda acreditam que o pai de Kenji os ajudará a escapar da ilha. Porém, aos poucos, vai ficando cada vez mais evidente que tudo com que Sr. Kon se importa é o lucro e a reputação, e o grupo de jovens começa a traçar um plano para impedir que a Mantha Corp atinja seus objetivos. O problema é que Kenji parece inclinado a fazer de tudo para agradar ao pai, e isso significará um profundo racha no grupo.

Retomando o formato com mais episódios – dessa vez são 12, com cerca de vinte e cinco minutos cada – a temporada final de ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico’ chega desequilibrada ao seu final. A primeira metade da última parte repete a história já apresentada na temporada anterior, colocando os dinos para brigar e serem controlados por joystick administrados pelo Sr. Kon e sua equipe – o que pode deixar os espectadores desconfortáveis, tal como na parte anterior, pois são muitas as cenas em que vemos os dinossauros sofrerem por estarem sendo controlados e fazerem coisas contra seus instintos naturais; a metade final dá uma acelerada no enredo, jogando os personagens de uma ilha para a outra, lembrando que Brandon (Benjamin Flores Jr.) apareceu por lá e precisa ser desenvolvido e finalizando tudo com a maior simplicidade do mundo, sem sequer mostrar a saída da ilha.

Isso demonstra a instabilidade do roteiro de Sheela Shrinivas e Rick Williams, que, após cinco partes, poderia ter dado um final mais épico à aventura. A resolução de tudo se dá, literalmente, em menos de dez minutos. Além disso, há a criação de um casal na trama que, em quatro temporadas, só deu indício de uma mera amizade, mas, do nada, neste final vira um casal, focando quase metade da temporada nisso e deixando os dinos em segundo plano.

Repetindo a própria história e forçando a barra em muitos pontos, a temporada final de ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico’ traz aquele sabor arenoso de quando alguém insiste demais num produto de sucesso e acaba perdendo a atenção do espectador. A série de Zesung Kang é bem legal, mas deveria ter parado na terceira temporada. De lá para cá, é só mais do mesmo, inventando trama onde não existe e se valendo de argumentos já apresentados nos live-actions. Saber quando parar é bom para todo mundo, inclusive para Hollywood.

Novo jogo do universo de Harry Potter, ‘Hogwarts Legacy’, é adiado para 2023

Está confirmado, ‘Hogwarts Legacy‘, o novo jogo no universo de Harry Potter, foi adiado. O lançamento da Warner antes programado para dezembro deste ano, agora, chega apenas em 10 de fevereiro de 2023.

A notícia foi revelada através das redes sociais do game. De acordo com o comunicado, os desenvolvedores precisam de mais tempo para entregar a melhor experiência possível.

Confira:

A nova data para o RPG no universo de ‘Harry Potter‘ agora é 10 de fevereiro de 2023. O jogo chega para PS5, PS4, Xbox Series, Xbox One e PC. Uma versão para Nintendo Switch também será lançada no futuro.

Em ‘Hogwarts Legacy‘, o jogador controla um bruxo com habilidade de usar “magia antiga” e deve desvendar segredos e lutar contra forças das trevas, tudo em um período anterior aos acontecimentos das histórias principais da franquia Harry Potter.

‘Madame Teia’: Spin-off do ‘Homem-Aranha’ trará mãe de Peter Parker e Tio Ben em versões jovens

A nova produção da Sony Pictures no Aranhaverso, ‘Madame Teia‘, está sendo desenvolvido nesse momento, realizando filmagens em Boston, e novos rumores indicam que o filme pode trazer alguns novos personagens como a mãe de Peter Parker e a versão jovem do Tio Ben.

Após algumas especulações, pouco ainda se sabe de definitivo sobre quem interpretará quem no novo filme. Mas ao que tudo indica, isso pode ter mudado. De acordo com The Cosmic Circus, foi visto uma relação de atores, revelando qual papel cada um deles interpretará no filme, onde está distado detalhadamente cada personagem.

O caso de Dakota Johnson, por exemplo, como Cassandra Webb, a personagem principal do filme, a Madame Teia; Sydney Sweeney como Julia Carpenter, outra das personagens que, nos quadrinhos, já adotou a identidade de Madame Teia; Celeste O’Connor como Mattie Franklin, uma das personagens que já assumiu a identidade de ‘Mulher-Aranha’, nos quadrinhos da Marvel Comics.

Temos também Isabela Merced como Anya Corazon, a Garota-Aranha; Adam Scott como Ben Parker, uma versão mais jovem do famoso tio de Peter Parker, o tio Ben; A juventude do personagem nos leva a crer que o filme se passará anos antes de Peter Parker se tornar o Homem-Aranha.

E, sim, Emma Roberts como Mary Parker, a mãe de Peter Parker estará no novo filme do Aranhaverso, e ela parece estar grávida nas filmagens, o que leva a crer que Peter Parker pode aparecer no filme (ainda que apenas na barriga da mãe).

Madame Teia‘ vai chegar aos cinemas em 06 de outubro de 2023.

Elenco de ‘A Fera’ fala sobre a experiência de ter participado do thriller de sobrevivência [COLETIVA]

O terror de sobrevivência ‘A Fera‘ (Beast), estrelado por Idris Elba (‘O Esquadrão Suicida’), finalmente chegou aos cinemas nacionais e, recentemente, o CinePOP teve o prazer de participar de uma coletiva e imprensa com os astros do filme.

Para aqueles que não conhecem, a história gira em torno de Nate Samuels (Elba), um homem que viaja à África do Sul, lugar onde ele conheceu sua esposa, com suas duas filhas adolescentes para uma reserva de caça. Mas o que começa como uma jornada de cura se transforma em uma terrível luta pela sobrevivência quando um leão, sobrevivente de caçadores sedento por sangue que agora vê todos os humanos como inimigos, começa a persegui-los.

Quando questionadas como foi a experiência de lidar com um leão em CGI como principal antagonista, Leah Sava Jeffries, que interpretou a jovem Norah Samuels na produção, disse:

“Foi divertido, a princípio, porque era um cara em um traje cinza que tinha uma estampa de leão no rosto e ele tentava nos atacar pela porta [do jipe]. Eu e Iyana [Halley] tínhamos que estar assustadas e nós gritávamos e dizíamos: ‘por favor, não morra!’. Quando, na verdade, era um cara em uma roupa que fazia sons [de animais]. Foi divertido, mas tínhamos que colocar a imaginação para funcionar”.

Elba, por sua vez, comentou sobre os principais desafios de enfrentar o antagonista da obra:

“O maior desafio foi calibrar o nível de medo e o nível de tipo… Sabe, este é um homem que não sabe lutar, quanto mais lutar contra um leão. Foi determinado que eu iria dar um soco no leão, mas eu não sabia muito como fazer isso. Foram essas coisas que nós tivemos que dissecar e compreender. Novamente, esse não é um herói de filmes de ação, e sim um homem normal que não pode lutar. Então, para mim, foi difícil mergulhar nessas áreas para deixar tudo palpável”.

Um dos principais elementos analisados no longa-metragem é, além da sobrevivência, o luto. Afinal, enquanto Nate e as filhas lidam com as consequências de perderem a esposa e a mãe, o leão também é desmistificado de sua condição como vilão, visto que perdeu a própria família e resolveu se vingar contra os agressores.

“Definitivamente acredito que a simetria entre homem e leão está conectada pelo luto, pela perda, pela separação, pela raiva, pelo desespero”, Elba comentou. “Ambos sentem isso e creio que nós não queríamos apenas ‘vilanizar’ o leão como a criatura principal, era necessário ter uma história, uma razão pela qual ele estava fazendo aquilo. Não é muito característico dos leões fazerem isso, então era importante deixar claro a história dele e de que forma ela era muito similar à história de Nate, os instintos de sobrevivência, as relações familiares, a dor e o dano”.

O filme, que foi comandado por Baltasar Kormákur, foi rodado na África do Sul como uma das exigências do diretor – e a história encantou o elenco pelo modo como foi construído.

Iyana Halley, que encarnou Meredith Samuels, comentou sobre os aspectos da narrativa que a fizeram se apaixonar pelo projeto

“Para mim, foi o fato do roteiro levar a pensar o que vai acontecer depois. Eu adoro um roteiro que me faça perguntar: ‘meu Deus, será que eles vão conseguir? Eles vão se reunir? Vão consertar os problemas que têm?’. Então, uma história tão bem escrita só te faz querer ainda mais”, ela disse.

Halley continua, revelando de que forma o continente africano e o mundo animal se conectam com ela:

“[A África] é tão incrível e tão linda, e fiquei muito feliz que realmente conseguimos rodar na África do Sul, porque é possível ver a autenticidade de estar lá fora. E nós vimos todos esses animais incríveis, pareceu bastante real, de fato”.

Já para Elba, a colaboração com Kormákur era apenas uma questão de tempo, visto que ambos já tinham conversado entre si sobre trabalharem em um projeto em comum. Elba, inclusive, rasgou elogios para o cineasta e disse que tinha certeza de que ele conseguiria transmitir as sensações certas para uma narrativa deste tipo.

“O elemento de sobrevivência é um elemento-chave nessa narrativa. Bal fez uma contribuição imensa a esse tema e a esse gênero e eu senti que ele encontraria a temperatura e o tom certos para esse filme, que é um pouco mais teatral em relação a uma perspectiva de sobrevivência mais real. Foi isso que eu e Baltasar sentimos que poderíamos fazer com [o projeto]”, o ator comentou.

Ainda que só tenha estreado há um dia, a expectativa de uma sequência é grande – e o CinePOP pôde perguntar a Halley e Jeffries o que elas gostariam de ver em uma suposta continuação.

“Acho que, se fizermos uma sequência, o que eu adoraria, deveria ter um animal diferente. Porque já fizemos um leão, então, por exemplo, um elefante fica louco e tenta vir atrás de nós… Não sei! Mas acho que deveríamos fazer uma sequência legal, de alguma forma”, Halley respondeu.

Jeffries também respondeu, reforçando a resposta de sua “irmã decena”: “Sim, eu concordo”.

Um dos personagens que também nos chama a atenção no filme é Martin Battles, interpretado por Sharlto Copley. Martin trabalha como guarda da reserva africana em que o filme se passa e, mesmo antes de ter sido escalado para o projeto, já havia conhecido um dos maiores especialistas em leões do planeta, Kevin Richardson.

“Há alguns anos eu conheci Kevin Richardson, o Sussurrador de Leões, que tem milhões de visualizações no YouTube com seu trabalho com leões. E foi bem esclarecedor: eu esperava alguém zen, que adorava animais, mas a energia foi algo do tipo, se ele não estivesse fazendo aquilo, ele seria um militar das forças especiais da Marinha, sabe? O elemento mais crítico que ele explicou foi: você não pode demonstrar nenhum medo, porque qualquer coisinha pode fazer o leão te machucar. Mesmo que ele não queira te matar, ele vai tentar te pegar”, ele contou.

Como se não bastasse, Copley nasceu e cresceu na África do Sul e, por essa razão, já havia tido contato com leões desde cedo: “a primeira vez que eu vi um leão de verdade foi em uma reserva na África do Sul, eu estava nos primeiros anos da adolescência (uns doze ou treze anos). Desde então, nunca tive uma experiência tão louca quanto aquela, porque nós seguíamos as trilhas dos leões, dirigíamos pelas árvores e sentávamos para assistir aos leões comendo uma zebra. Não foi em um zoológico”.

O longa não esteve livre de alguns momentos difíceis para serem rodados e, para Copley, um dos mais complicados de serem filmados foi o gigantesco plano-sequência de sete minutos que Kormákur criou.

“A cena mais difícil foi, definitivamente… [Kormákur] rodava o filme com essas longas cenas no estilo ‘Filhos da Esperança’, a mais longa acho que tem sete minutos… E para manter o sentimento fresco e as coisas acontecendo, nós ensaiamos o dia inteiro e aí tínhamos quatro tomadas para fazer, à medida que o sol se punha… Foi único, foi definitivamente a cena mais difícil”, o ator revelou.

Por fim, Jeffries contou o que aprendeu, profissional e pessoalmente, depois de ter participado do thriller – e o que ela poderá levar para seus próximos projetos:

“O que eu aprendi foi: eu nunca tinha feito um thriller antes, então esse foi o meu primeiro. Eu aprendi como chorar no momento certo e como levava um certo tempo para chegar lá; aprendi a temer e a ser corajosa, ao mesmo tempo; aprendi várias emoções para representar de uma vez só. Pessoalmente, no set, eu aprendi a ser mais inclusiva e proteger as pessoas com quem eu filmo, porque somos uma família: é um laço entre uma filha e um pai, entre duas irmãs, somos todos uma família”.

Karl Urban comenta sobre violenta cena deletada de ‘Thor: Ragnarok’

O astro Karl Urban (‘The Boys’) falou em uma entrevista recente a respeito da cena deletada de ‘Thor: Ragnarok‘, que abordava mais o arco de seu personagem, Skurge, o Executor. Em conversa à GQ, o ator comentou sobre seu papel em ‘Ragnarok‘, e como seu personagem, o Executor, se sentia mal por ter lutado ao lado de Hela, a vilã de Cate Blanchett.

“Na verdade, houve uma cena que não chegou ao corte final. Porque o personagem tem um arco realmente maravilhoso. Antes de tudo, por autopreservação, ele se alinha com Hela. Porque ele podia ver que, se não o fizer, vai ser morto. Mas depois, ao longo do filme, ele fica cada vez mais enojado pelo que ele é obrigado a fazer para manter essa decisão, para trabalhar para ela”, falou Urban.

Que continuou: “E há uma cena em que ele corta a cabeça de uma jovem em uma praça da cidade porque Hela pede a ele. E depois, após essa cena, há uma cena que não entrou no corte final, em que ele está absolutamente e completamente doente. Nós o encontramos em algum canto”.

“E ele está realmente doente fisicamente pelo que ele fez. E essa foi realmente a gênese para essa virada que ele toma, e a culpa que ele sente sobre o que fez, e como ele vai, no momento certo, consertar as coisas. E isso é sempre divertido, quando você tem um personagem que você pode levá-lo em uma direção e depois ter uma mudança brusca”, conclui.

O longa ‘Thor: Ragnarok‘ recebeu aclamação de crítica e público, encerrando sua exibição nos cinemas com US$ 853 milhões arrecadados. Na trama, após anos afastado, Thor retorna para casa e descobre que seu pai, Odin (Anthony Hopkins), rei de Asgard, está desaparecido. Após encontrá-lo, ele toma conhecimento de sua irmã mais velha, Hela, a poderosa e implacável deusa da morte.

‘Dupla Jornada’: Filme de vampiros com Jamie Foxx amarga apenas 52% de aprovação; Confira as análises!

Chegou hoje ao catálogo da Netflix a comédia de terror ‘Dupla Jornada‘ (Day Shift), que traz Jamie Foxx (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’) como um caçador de vampiros que também tenta virar para cuidar de sua filha.

Infelizmente, o longa que marca a estreia diretorial de J.J. Perry abriu com apenas 50% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Entre as 46 avaliações publicadas até o momento, 24 são positivas e 22 são negativas.

 

Entre os principais comentários, os críticos elogiaram a performance de Foxx, que consegue entregar momentos genuinamente cômicos em meio a uma trama muito bem conduzida pela direção de Perry.

Por outro lado, outros disseram que o longa peca pelo excesso de elementos de variados gêneros e é um desperdício de talento em uma falha tentativa de alavancar um tema repetitivo.

Confira as análises:

“Às vezes, tudo o que você precisa é ver Jamie Foxx em uma camisa havaiana e Snoop Dogg como um cowboy matando centenas de vampiros com espadas, espingardas, metralhadoras, granadas de alho e chutes decapitadores.” – AV Club.

“Esta é a estreia diretorial de J.J. Perry, e ele definitivamente sabe coreografar uma cena de luta, mas é só isso. Além dos vampiros, que são muito legais, todo o resto foi uma grande oportunidade perdida que pode deixar você com a sensação de que perdeu seu tempo.” – Just My Opinion Reviews.

“‘Dupla Jornada’ é uma delícia. Alguém ficaria tentado a chamá-la de a melhor comédia de terror de 2022 até agora, mas mistura tantos gêneros que é mais como a melhor comédia de ação de terror-policial-dramática-de artes marciais de 2022 (até agora ). – LA Times.

“‘Dupla Jornada‘ quase se sai bem em suas impressionantes sequências de ação, mas todo o resto precisa de mais combustível.” – WGTC.

“‘Dupla Jornada‘ parece aqueles filmes de baixo orçamento, desde seus efeitos desleixados até seu roteiro amador, mas talvez essa seja a intenção.” – Entertainment Weekly.

“O público pode esperar bons momentos, mesmo que não se lembre muito depois dos créditos. – The Hollywood Reporter.

“As sequências de ação cruas e tediosas com sua estética de videogame são um teste incrível e não há nada de interessante ou glamouroso nesses vampiros.” – The Guardian.

Na trama, Foxx interpreta um pai trabalhador que só quer dar uma boa vida para sua filha de 8 anos, mas seu trabalho mundano de limpador de piscinas é uma faixada para seu real serviço: caçar e matar vampiros para uma organização internacional.

Relembre o trailer:

Além de estrelar, Foxx produz o longa.

O elenco ainda conta com Scott Adkins (‘Doutor Estranho’), Dave Franco (‘The Rental’), Meagan Good (‘Jogos Mortais 5’), Karla Souza (‘How to Get Away with Murder’), Eric Lange (‘Lost’), Snoop Dogg (‘Bones: O Anjo das Trevas’) e Zion Broadnax.

O roteiro, que foi revisado por Shay Hatten (‘John Wick 3’), é assinado Tyler Tice.

Chad Stahelski, Jason Spitz  Shaun RedickYvette Yates Redick também entram como produtores.

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O percursor

Quando ‘AlienO Oitavo Passageiro’, do cineasta Ridley Scott, foi lançado em 1979, o que chamamos hoje de cultura pop, ou mesmo cultura nerd, dentro da indústria do cinema, ainda estava engatinhando. Tudo isso foi iniciado apenas com o lançamento do primeiro Star Wars, dois anos antes, popularizando de vez o que é dito como blockbusters, os filmes arrasa quarteirões capazes de levar milhões de pessoas aos cinemas.

Ainda assim, o primeiro ‘Alien‘ não era o tipo de produção que tinha um viés popularesco, digamos assim, já que apostava no gênero do terror e era quase que por completo apoiado no suspense. Só pra se ter ideia, a figura do ‘Alien‘, por exemplo, aparece apenas quase que na metade do filme, onde lema era mostrar o monstro cada vez menos para no final revelar a criatura e causar grande impacto.

Porém, tudo mudou quando James Cameron, diretor de obras de grande sucesso como ‘O Exterminador do Futuro, ‘Titantic’ e ‘Avatar’, entregou a Fox um roteiro inusitado daquilo que seria a continuação de ‘AlienO Oitavo Passageiro’, chamado então de ‘AliensO Resgate’. Digo inusitado porque a abordagem de Cameron do universo Alien era completamente diferente daquilo que foi construído por Ridley Scott.

AliensO Resgate‘ é por essência um filme de ação e aventura que se esbalda em ficção cientifica, com um escopo imensamente maior e com cenas repletas de momentos frenéticos e trazendo uma batalha épica contra a rainha Alien, que parece feita para ser adaptada para um game. Por isso, foi a partir desse filme que outras mídias passaram a expandir a franquia Alien.

Exatamente o que aconteceu nos games, pois até o ano de 1986, época do lançamento de ‘Aliens’, a série tinha recebido apenas um jogo de destaque que levava o nome da marca. Porém, a partir daí, diversos títulos surgiram tanto para arcades quanto para consoles caseiros, com estilos e propostas diferentes, servindo assim para todos os gostos. Jogos esses que vamos falar aqui dessa vez. Será que você conhece todos?

Alien (Atari 2600)

Mas falando do único grande jogo que saiu após o primeiro filme, temos Alien, de 1982, longa que foi feito pela própria Fox Video Games para o Atari 2600, no intuito de pegar alguns fãs malucos apenas pelo game exibir o logotipo do Alien. Isso porque o jogo nada mais é que uma versão de Pac-Man para o Atari, onde trocaram os fantasmas do jogo original da Namco por aquilo que seria a forma dos alienígenas.

A dinâmica é a mesma, você vai apenas fugir dos monstros e pegar algum power-up do cenário para destruí-los e também seus ovos deixados em meio a tela de labirinto.

Vale falar que a trama desse jogo foi escrita (como descrição da caixinha) pelo lendário desenvolvedor da Atari, Doug Neubauer, sendo creditado na embalagem por Dallas North. Neubauer ficou conhecido por ter feito, em 1979, o clássico Star Raiders, um jogo de combate espacial que também saiu nas principais plataformas do Atari.

Aliens: The Computer Game (PC’s)

Provavelmente, alguém muito fã de Alien ou de jogos antigos de PC deve vir aqui e dizer “É claro que existiu outro jogo de Alien antes de 1986, e o Alien que saiu para o Commodore 64 em 1984?”. Ok, de fato tivemos ali esse jogo de estratégia perdido no meio desses jogos, porém, pelo fato de pouquíssimas pessoas terem acesso e de ser um game de um estilo que era ainda menos difundido, sem usar dos principais elementos da franquia, na lista dos principais games da série, esse sequer é citado.

Exatamente o oposto, por exemplo, de ‘Aliens: The Computer Game’, exatamente de 1986, que como o próprio subtítulo revela, foi lançado também exclusivamente para os PC’s da época, como Apple II, ZX Spectrum e o próprio Commodore 64.

Um jogo que, mesmo sendo bem rudimentar, trazia fases variedades e momentos de ação. Este que foi feito então pela Actvision, algo como se fosse uma espécie de time B da parceira da Atari.

Time B porque um ano depois, em 1987, a Activision junto a Software Studios, Publisher parceira, fez um jogo que finalmente poderia levar o título da franquia Alien, esse também chamado de ‘Aliens: The Computer Game’, que saiu para os demais computadores acima e ganhou uma versão para o MSX, feita pela Square.

Dessa vez, estamos no comando da Ripley, principal protagonista da franquia, em um shooter de ação, onde encontramos vários aliens pelo caminho, e em três momentos podermos enfim confrontar a Rainha Alien, de tamanho gigantesco. Na época o game foi extremamente elogiado e ganhando nota máxima de vários veículos, com alguns desses falando que era o melhor jogo de filme já feito até então.

Aliens Arcade Game (Arcade)

Mas foi na década de 90 que a franquia Alien ganhou diversos jogos que ficaram marcados na história dos videogames, com o primeiro deles sendo Aliens Arcade Game, de 1990, lançado unicamente para os fliperamas e feito pela Konami, outra gigante que licenciou a marca.

À primeira vista, Aliens Arcade Game parece novamente um shooter de exploração lateral que remetia ao jogo do MSX que falamos, porém isso dura até começamos a explorar o game e passar das fases, além é claro da brutal evolução no que se refere a parte gráfica e visual.

No entanto há fases diversas no que se refere a level design, onde passamos por fases subterrâneas e dutos de pouca movimentação, até comandamos veículos em exploração vertical enquanto atiramos nos aliens que surgem a nossa frente.

Também operamos um exoesqueleto, como no filme Aliens, já que o game adapta o segundo filme. Bem como existem uma boa variedade de armas, com bazucas e até armas a laser. Nesse jogo enfrentamos a rainha duas vezes, com a primeira ela estando presa e cheio de ovos, e depois com exoesqueleto onde a Rainha Alien está completamente solta e bem mais difícil. Nele você pode escolher entre a Riplay ou o Cabo Hicks.

E, como esperado, a aprovação foi total pela imprensa especializada e pelos, sendo descrito como simplesmente brilhante. Foi também o segundo arcade mais popular de 1990, atrás apenas de ‘Teenage Mutant Ninja Turtles’. Encerrando assim a fase de jogos baseados no segundo filme comandado por James Cameron.

Alien 3 (Super Nintendo e Mega Drive)

Agora, em plena era dos consoles de 16-bit, o filme Alien 3 tinha chegado aos cinemas e trouxe de volta a atriz Sigourney Weaver como Riplay, mas nem Scott ou Cameron envolvidos, com a produção passando por vários problemas durante a filmagens, chegando ao ponto de demitir o primeiro diretor contratado e chamar o cineasta David Fincher, conhecido por Seven e Clube da Luta, para terminar a montagem às pressas.

Os autores colocavam os aliens dessa vez como armas biológicas e possuía uma proposta bem diferente dos dois primeiros filmes, trazendo uma pegada mais cyberpunk, digamos assim.

O filme não foi lá grande coisa, porém rendeu aos sistemas Mega Drive e Super Nintendo um jogo excelente chamado também de Alien 3, desenvolvido pela Probe Software e lançado pela Acclaim Entertainment, conhecida editora da época, que lançou diversos grandes jogos e foi fundada por um dos membros da Activision.

Nesse jogo também temos a mescla de shooter com exploração lateral, porém agora exploramos também lugares superiores e inferiores, onde Riplay caminha pelo cenário resgatando diversos prisioneiros, enquanto lida com os aliens que aparecem no seu caminho. O título, no entanto, não tem tanta variação quanto o já citado dos arcades, porém traz vários cenários do filme, sendo fiel como adaptação.

Ainda assim, o jogo foi tão elogiado quando o Aliens de Arcade, recebendo notas altíssimas e vendendo muito em ambas as plataformas. Tanto que chegou a ganhar versões mais simplificadas para os consoles de gerações anteriores e portáteis, como Game Boy, Game Gear, NES e Master System.

Alien vs Predator (Várias Plataformas)

No final dos anos 80, precisamente em 1987, chegou nos cinemas Predador, um filme de ação incrível estrelado por Arnold Schwarzenegger, que colocava um humano encarando uma criatura alienígena que possuía uma tecnologia futurista avançada, capaz de bater de frente com um exército inteiro.

Como a figura se tratava de um ser de outro planeta, os fãs logo passaram a liga-lo a franquia alien. Foram criados quadrinhos que expandiram este universo, fazendo um crossover de ambas as criaturas, e, obviamente, games que traziam o esperado confronto Alien vs Predator.

Com o primeiro deles saindo para Super Nintendo em 1993, chamado exatamente de Alien vs Predator, desenvolvido pelo pequeno estúdio Jorudan e publicado pela Activision, sem muita experiencia no mercado. Não por acaso, o jogo acabou não marcando tanto, justamente por aproveitar apenas o visual dos personagens, mas não criar mecânicas interessantes, que realizassem o desejo de ver esse confronto.

Isso na verdade aconteceu um ano depois, em 1994, quando a Capcom lançou para os arcades Alien vs Predator, em sua poderosa placa CPS-2. Um jogo em que elaboraram uma trama interessante, onde o major Dutch Schaefer, que foi aprimorado ciberneticamente, e o tenente Linn Kurosawa do Corpo de Fuzileiros Navais Coloniais dos Estados Unidos, veem a California do futuro ser invadida por um enorme enxame de drones alienígenas.

Antes que todos fossem simplesmente aniquilados, uma dupla de Predadores surge e destrói os aliens, com eles oferecendo apoio e formando uma aliança com os ciborgues. Ou seja, nesse game controlamos, além dos dois Predadores, tanto Linn quanto o próprio Dutch – que faz referência ao personagem de Schwarzenegger.

Esse é um jogo mais no estilo de beat em’ up, e, olha, sem brincadeira, Alien vs. Predator é um dos melhores jogos de briga de rua já lançados nos anos 90, viu… Extremamente rápido, com gráficos belíssimos, cheio de sprites grandes, com diversas mecânicas e armas para confrontar os aliens, que ganham aqui muitas variações. Jogar com amigos então aumenta muito o fator diversão.

O mais curioso da produção desse jogo é que ele foi baseado em um roteiro de um filme Alien vs. Predator que nunca saiu do papel. Tanto que o filme que saiu em 2004, 10 anos depois, nada tem a ver com a história desse jogo, apostando mais em uma história épica de antepassados que interligam aliens e predadores como inimigos de guerra. Alien vs. Predator é considerado hoje um clássico dos Arcades.

Alien Trilogy (Plastation e Sega Saturn)

Nos videogames da 5ª geração, eu tenho certeza que você já deve ter visto a capa de Alien Trilogy na locadora que você ia, né não? Alien Trilogy é um game de tio em primeira pessoa, no melhor estilo Doom, que foi lançado em 1996 e feito pela Acclaim quando eles compraram a Probe de vez. Saiu, obviamente, para o PlayStation, para o Sega Saturn e também para o MS-DOS.

Alien Trilogy foi dessa vez baseado nos três primeiros filmes da franquia, tendo até captura de movimento 3D dos atores. Por sinal, tiraram muitos sons e partes dos filmes para incrementar no jogo.

Esse que foi novamente bem-recebido pela crítica mundial, que elogiou a recriação da atmosfera dos filmes e trouxe profundidade em relação a outros jogos de tiro em primeira pessoa, sendo um baita sucesso de vendas. A imprensa na época dizia que não chega a ser um game revolucionário, mas extremamente competente em tudo que faz.

Alien Resurrection (PlayStation)

Se Alien 3 não é tão querido pelos fãs quanto os dois primeiros, Alien: A Ressureição, de 1997, o quarto filme da série, é de longe o mais rejeitado dessas produções lançadas entre as décadas de 70 e 90. O filme que se passa em 2379, 200 anos após os eventos do terceiro longa, criam um clone da Riplay, chamado de Riplay 8.

Esse clone foi feito com as amostras de sangue da Riplay com a Rainha Alien – a história é doida desse jeito mesmo. Por sinal, a memória genética do alien xenomorfo permite que a Riplay clone tenha memórias antigas. Enfim, dentre as coisas mais absurdas desse filme, é que a Riplay tem até um filho que é meio alien, meio humano.

Pois bem, sendo relegado por muita gente, o game que adapta esse filme foi sair apenas 3 anos depois, e em dezembro de 2000, sendo também chamado de Alien Resurrection. O jogo que também é um FPS no estilo Doom saiu com exclusividade para o Playstation, que bancou o fim do desenvolvimento junto com a Sega e a Fox, onde quase foi cancelado por passar em várias fases durante o seu desenvolvimento.

Dessa vez, a obra foi considerada bem genérica e muito atrás do que se tinha na época, não empolgando nem mesmo os fãs da franquia e rechaçada pela crítica mundial, que considerou o título chato e injogável. O mais curioso é que este foi um dos primeiros jogos a usar o controle analógico do Dualshock no Playstation, e ainda assim não funcionava tão bem.

Aliens vs. Predator (PS3/Xbox360)

Passando então um longo hiato sem sair um grande jogo da franquia, com um outro título para portátil ou plataforma mobile, chegamos ao Aliens vs. Predator da geração de Playstation 3 e Xbox 360, lançado em 2010. Agora com a franquia sendo totalmente licenciada e distribuída pela Sega, a Casa do Sonic deu a Rebellion Developments, criadora da franquia Sniper Elite, a tarefa de atualizar o clássico dos anos 90 para os gráficos atuais, porém agora a coisa seria diferente.

Nesse jogo, temos a possibilidade de comandar, além dos soldados da marinha e do Predador, a possibilidade controlar ao Aliens, aliás, a própria Rainha Alien – ainda que numa perspectiva de primeira pessoa, mas com possibilidade de destroçar os humanos.

O que deu ao novo Aliens vs. Predator um diferencial e tanto, sendo este um sucesso de vendas, mas desagradando grande parte da crítica. Que notou vários bugs e uma má execução de comandos, em meio a um game tinha uma proposta ambiciosa e uma ideia boa, mas que desperdiça em uma experiência um tanto quebrada.

Aliens: Colonial Marines (PS3/Xbox360)

Porém, quebrado mesmo, é Aliens: Colonial Marines, que também foi publicado pela Sega em 2013 e agora desenvolvido pela conceituada GearBox, que ficou conhecida pela ótima franquia Boderlands. Porém aqui a coisa pega, onde o trailer enganou legal, trazendo soldados caçando aliens que surgiam de todos os lados em uma perspectiva bem cinematográfica.

O game pode ser resumido em uma só palavra: decepção! Já que nada funciona bem por aqui, pois, até o visual, que prometia bastante, acaba sendo ruim devido a algumas escolhas estéticas e até casos de unchany valley. Mas o maior problema está em sua jogabilidade, totalmente travada e lotada de bugs que chegavam a crashar o console.

Além disso, tudo parecia muito superficial, desde o próprio gameplay e suas fases, até mesmo a história e abordagem dos personagens, com uma das piores inteligências artificiais já vistas em um jogo da sétima geração.

Os críticos não tiveram pena e desceram o sarrafo no jogo da Sega, porém, de nada adiantou, pois Aliens: Colonial Marines foi um dos jogos mais vendidos pelo estúdio naquele ano, ficando apenas atrás de Sonic All Star Racing Transformed. É, o povo realmente adora os Aliens, viu!

Alien: Isolation (2014)

Mas não dá pra dizer que a Sega só entregou bombas no que se refere a franquia Alien nessas gerações mais novas, até porque Alien Isolation é para muito o jogo definitivo da franquia Alien. Quer dizer, o game definitivo já feito utilizando o nome Alien.

Lançado em 2014 para Playstation 3, Playstation 4, Xbox 360, Xbox One e PC, Alien Isolation foi desenvolvido pela Creative Assembly, empresa responsável pela série de jogos Total War, grande sucesso de estratégia online. O novo jogo do Alien tem uma proposta diferente de todos os demais lançados, já que agora traz a dinâmica de um sobrevivente sendo perseguido por um alien o tempo inteiro da campanha.

Na trama, comandamos Amanda Riplay, filha da Ellen Riplay original, que recebe a missão de ir atrás da nave Nostromo, que foi recentemente localizada. No meio da missão, obviamente, as coisas dão errado e até mesmo alguns androides passam a atacar Amanda. No entanto, o problema foi gerado justamente pela estação espacial que desembarcaram abrigar um Alien.

Este que, indo de encontro ao Colonial Marines, possui uma das melhores inteligências artificiais já criadas em um jogo. Fingindo, por exemplo, que está indo embora, mas ficando à espreita e atacando de maneira mortal. Por sinal, caso seja descoberto pelo Alien, é morto na hora. Essa dinâmica elevou a tensão do título para outro patamar. Sendo o game considerado simplesmente um dos melhores jogos do ano, e disparado o melhor da franquia Alien na era moderna.

Recentemente, foi revelado que teremos em breve um novo jogo do Alien, onde o título até agora é apenas Aliens. Porém, tudo indica que será uma sequência direta de Alien Isolation, e esperamos que sim, pois ali vemos que é possível fazer um game dessa franquia maravilhosa desses monstros que adoramos tomar susto.